EQM: Lista de eqms e informações relacionadas à teoria da Matrix/DNA

November 27th, 2020

Sonia … = ” Eu vi a luz mas a luz era eu”

After all, what are we? (youtube) ( entrevistas de 2018)

EQM | NDE – Eu vi a luz e a luz era eu | I saw the light and the light was me

Matrix/DNA: ” Porque lhe foi mostrada as imagens de sua família no mesmo modelo da monada cósmica?”

Aos 13:31 = UMA ESTRELA COM SEIS PONTAS (ESFERAS). Via-se um contorno (esférico) da estrela e tinha umas luizinhas neste contorno, estas luzes só tinham no contorno. Era cor de luz, bem suave. Apareceu a primeira ponta e nela eu vi a imagem do meu marido, e ele era bem substancial, quer dizer materializado. na segunda ponta estava meu primeiro filho ( o mais velho), e ele era meio transparente, menos visivel que meu marido. Nas outras duas pontas estavam meus filhos gemeos, que tinham uns 5 anos. A imagem deles era ainda mais transparente. Na outra ponta tinha um baby que acabara de nascer, ele era totalmente transparente, como uma medusa. E na outra ponta estava vazia, não tinha ninguem. Mais tarde pensando na estrela eu deduzi que essa ponta vazia estava reservada para meu outro filho que ainda ia nascer, que nasceu mais tarde.

Imagem da Monda Cosmica:

Sonia: “Eu senti, ou aprendi, que sou um microcosmo do macrocosmo. Eu tenho esse corpo humano e seu cortar um dedo todo meu corpo vai sentir o dedo cortado. Assim, o que acontece com um corpo humano, todo o cosmos sente. Por isso, se eu cortar outra pessoa, eu vou sentir este corte…

Matrix/DNA: Quando digo que a onda de luz primordial contendo o código para sistemas ocupa todo o universo e é igual à imagem de um buiding block do DNA, ao mesmo tempo a imagem da aura, estou dizendo que somos um microscópico fractal de um grande fractal, ou seja, o macrocosmos tornado microscópico.

Darlene Coelho:

https://www.youtube.com/watch?v=kg_BybNufwo

Darlene: Eu não sentia meus contormos, eu não tinha limites, via esferas de energia mas eu era esfera de energia e era aquelas esferas tambem. É como se tirar o vidro de uma lampada e as particulas de luz se misturam com todas as particulas do ar, assim era eu, era o todo.

Colapso da Funçaõ de Onda e Consciencia produzindo efeitos quanticos na energia?

Darlene: Então estes amontoados de energia à minha volta tinham cores e eram apenas energia enquanto eu não olhasse direto para alguma delas, se eu focava minha atenção em uma ela começava a criar contornos, imagens, então eu podia condensar essas energias em coisas, por exemplo, uma delas se tornou a superfície da Terra, normal… E quando voltei ao corpo eu que era totalmente leve, sem personalidade individual, era o todo, me sentir sendo sugada, colapsando e entrei no corpo não como se tivesse vindo ou caído de cima mas vindo dos lados também. Quando me condensei e senti meu corpo carnal eu me senti muito pesada.

( continuar Darlene e assistir novamente, tem mais informações )

AUXILIADORA LIMA, PASTORA EVANGELICA

A nossa consciência, na dimensão de donde viemos e para onde voltamos, tem no mínimo um diâmetro esférico de 200 metros? Nossas idas e voltas funcionam como um ciclo de expansão/contração do tamanho da consciência? Ou seja, ela se contrai de uma esfera de 200 metros para um tamanho do nosso cérebro, e depois retorna? Ocuparíamos dois fractais diferentes?

Ela estava na Terra mas fora do corpo e viu as cenas dentro da casa, fora da casa, as pessoas se movendo na rua (isso dá mais ou menos 200 metros de diametro, porem, não se sabe quanto mais ela podia ver). Depois, no espaço alem da atmosfera da Terra, ela via tudo acima dela, tudo abaixo e tudo de todos os lados. Isto sugere que a visão extra-corpórea, que outros dizem sempre que podem ver todos os lados, e por isso foi deduzido que seria uma visão de 360 graus, não é assim. Pensemos numa esfera que tenha olhos em toda sua superfície

A reveladora EQM de uma Pastora Evangélica | The revealing NDE of a Christian Pastor

Influencias da Pandemia-COVID-19 no Consciente Coletivo

November 22nd, 2020

A pandemia da COVID-19 mudará alguma coisa na mentalidade ( ou psigologia), da humanidade? nesta pagina vamos tentar alinhar o que formos colhendo neste assunto:

Uma pesquisa foi feita nos USA para verificar se o conceito da população em relação à pobreza e desigualdade de oportunidades mudou algo durante a pandemia. O resultado sugere que mudou a atitude mental em favor dos pobres, porem essa atitude mental ainda não foi verificada na mudança concreta do comportamento.

Existem duas causas para a pobreza das pessoas, segundo o entendimento popular: Uma são as “CAUSAS SITUACIONAIS” ou Fatores Externos, da pobreza, como discriminação, falta de sorte; e outra – a mais crível pela maioria – são os “FATORES DISPOSICIONAIS” , ou Fatores Pessoais, como a preguiça. A preferencia mudou para como mais influente causa os Fatores Externos. Todavia, quanto á desigualdade não houve mudanças no sentido de maior suporte aos pobres. ( The study indicates that people became more likely to blame external factors for poverty and less likely to blame personal failings after the outbreak of the virus. Causes of poverty (e.g., discrimination, luck), and instead assume that poverty is caused by dispositional factors (e.g., laziness)).

However, we did not detect an overall mean-level change in opposition to inequality or support for government intervention. Instead, only for those who most strongly recognized the negative impact of COVID-19 did changes in poverty attributions translate to decreased support for inequality, and increased support for government intervention to help the poor.

Esta pesquisa foi publicada como paper no:

Journal of Experimental Social Psychology

Volume 93, March 2021, 104083

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022103120304236

Recognizing the Impact of COVID-19 on the Poor Alters Attitudes Towards Poverty and Inequality

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Procurando conectar sua mente à mente cósmica (Deus?) e não seu corpo ao corpo de Deus

November 17th, 2020

Quando o velho indio meu amigo na selva entrava em estado alterado mental e narrava estranhas visões, a primeira coisa que dizia é que o mundo, o espaço todo é muito branco, claro, luminoso… ou seja, existiria um pano de fundo constituido apenas de luz neste universo material. Como filosofo naturalista eu era extremamente racionalista, o que, nestas situações ignora a questão “acredita ou não acredita”, vamos ver se existe um jeito cientifico de testar isto. Enquanto não descobria este jeito, abria outra area de pesquisa, sobre como o cérebro humano produz estas imaginações, ou como funciona os estados alterados do cérebro.

Vinte anos depois minhas pesquisais gerais se tornavam uma teoria do tudo que sugeria que o universo material começou com um evento instantaneo de fecundação, que eu chamei de Big Bang, pegando o nome emprestado das teorias dos cientistas. E a minha teoria sugeria lógicamente que do Big Bang emergiu uma onda de luz que se propagou no espaço total hoje ocupado por matéria. Então, 20 anos depois me lembrei do indio meio-adormecido na rede depois de tomar suas beberagens alucinogenas que causavam seus estados alterados que eu testemunhava quando ouvia de sua voz estas narrativas estranhas, narrando o pano de fundo luminososo do Universo. Seria uma luz tão intensa como quando na noite escura bate o facho de luz de um farol cegando nossos olhos e vemos tudo escuro. Viveriamos assim, como cegos, mas enxergando a matéria iluminada por luzes de segunda ou terceira geração como das estrelas. Mas por enquanto, para o filósofo, são hipóteses racionais, logicas, porque tem um caminhão de evidencias apontando nesta existencia e se isto existe alinharia o mundo material numa lógica natural, porem ainda são teorias, a serem testadas…

O tempo foi passando e eu, pesquisando, encontrando milhares de evidencias para estas hipóteses, o que não me autorizava a nenhuma conclusão responsável. Por exemplo, evidencias arroladas são como o védeo que mostra um relampago de energia ocorrendo dentro de um óvulo no momento que um espermatozoide se funde com o nucleo onde está o gameta feminino,… parece um Big Bang… e todo ovulo é iluminado. Mas aqui o interior do óvulo parece continuar escuro, a liz parece ter-se ido, a não ser que ela esteja nos cegando. Mas ela pode realmente ter-se ido, e a luz do Big Bang tambem…

Dez anos depois, estudando ondas de luz e as faixas de luz que emanam das radiaçoes de elementos materiais, refletidas na tela do compitador como “o espectro eletromagnético”, intui surpreso que a senóide da onda à medida que se propaga a partir de sua fonte, imita exatamente a propriedade da energia que se propaga dentro do corpo humano após ele ser medido a partir de sua fonte, na forma de baby. A energia na luz varia em faixas de intensidade na mesma sequencia que varia a energia dentro do corpo humano em novas formas ao longo de seu ciclo vital. O que significava isso? Certamente não era mera coincidencia, pois duas sequencias de eventos em dois diferentes objetos, nunca seriam exatamente iguais, se ambas fossem emitidas ao acaso. Havia um terceiro elemento, escondido aos meus sensores, com certeza, provocando aquela semelhança.

Isto me levou à mais estranha idéia da minha vida: ” Existe ou existiu uma onda de luz original que funcionava como um… ser vivo! Pois ela se movia, expandindo-se, movida pela mesma força que expande os corpos dos seres vivos,… digamos, a força ou processo do ciclo vital, ou ainda, principio vital. Essa onda de luz original tambem tinha uma anatomia interna, como tem os corpos vivos. Essa anatomia ia aparecendo como faixas de frequencias diferenciadas, à medida que a onda crescia. Mas ao invés de serem orgãos de um corpo como são as diferentes secções dos seres vivos, estas faixas diferenciadas eram suas formas diferenciadas, como as diferentes formas dos corpos vivos constituem seus ciclos vitais. Ao invés de figado, estomago, coração, a onda de luz era constituida das formas de baby, criança, jovem, etc. Até a ultima forma, a de cadaver se fragmentando, a onda tinha, quando ela se fragmenta em suas particulas, os fotons. Como essa onda de luz original existiu antes dos corpos vivos materiais, ela foi a precursora primeira da classe dos seres vivos. E se ela surgiu com o Big Bang, e com certeza o Big Bang foi produzido por algo ou um mindo que existia antes, sendo ela um ser vivo, aquilo que a gerou deve ter tido …. “vida”! Sim, essa onda não teria criado-se como viva por magica, a partir do nada.

A seguinte surpreendente descoberta é como um sistema natural surge um ambiente, já pronto, montado e funcionando, como por exemplo, os sistemas celulares, os sistemas estelares, atomicos, etc. Acontece que estes sistemas não surgem. Eles vem das transformações de outros sistemas já existentes. E como surgiu o primeiro sistema? Foi o sistema atomico, ou as superparticulas como protons, eletrons, já eram sistemas fiuncionais em si mesmos? Qual foi o primeiro sistema?

Foi a onda de luz original. Porque se as faixas da onda, que são sete, forem separadas entre si, cada faixa continua com atração pelas suas duas vizinhas na sequencia que era na onda, e quando se juntam as sete faixas se tornam as sete partes, ou sete peças, de um sistema natural completo e funcional. Assim como se fixar-mos sete formas do corpo humano ( forma de embrião, baby, criança, etc., ) e levar-mos estas sete formas para uma casa, ali teremos o sistema familiar completo perfeito. Cada forma, parte ou peça, executa uma funçaõ especifica necessaria para um sistema inteiro funcionar.

Então pensemos no primeiro atomo. Todos se lembram nas aulas de Ciências do ginasio, o desenho de um atomo como um nucleo central rodeado por seis aureólas, como camadas eletronicas. O professor escrevia no quadro aquelas formulas S1,S2, F3, etc.

Então vamos pensar que a onda original se dividiu no meio da dark matter de maneira que luz mais energia mais a substancia material formava aquele atomo. As sete camadas representam as sete faixas da luz. E os eletrons em determinadas camadas significam que estão expressando, materializando a função sistemica de uma faixa da luz numa camada eletronica. Assim, o primeiro sistema no Universo foi a onda de luz e que evoluiu para sistema atomico, o qual produziu o sistema estelar, galactico, celular, cerebral… oi seja, todos os sistemas naturais são um unico sistema, são copias evoluidas de um sistema original. Inclusive o sistema conhecido como unidade de informação do DNA

Se a onda de luz original com todas suas propriedades vitais continua como pano de fundo deste Universo, se ela está copiada como unidade de informação do DNA, ou como sistema galactico, celular, etc. … o que há para se concluir?

Existem os fractais de Mandelbrot.

Mandelbrot set

Mas os fractais de Mandelbrot são derivados da matematica como figuras geométricas apenas. Porem agora descobrimos que o mundo é um conjunto de fractais… vivos. A onda de luz original é o fractal maior, o atomo é o menor, e todos os sistemas intermediarios, nos seus varios tamanhos, de células a galaxias, revelam a hierarquia.

Apenas tenho uma teoria geral por enquanto. Se a visão do meu velho amigo indio estiver não tiver fundamento real…

Mas se tiver, a onda de luz original funciona como o genoma do algo vivo que deflagrou o Big Bang. O aparecimento da auto-consciencia nos 13,8 bilhões de anos deste Universo pode ser comparado ‘a expressão da consciencia nos cerebros humanos com 1 ano de idade. Porque a consciencia no baby não foi criada pelo cérebro do baby, pois ela ja existia na especie humana, nos pais do baby. Então, o misteriosos elemento vivo de antes do Big Bang, alem de ter um corpo com substancia luminifera, timha tambem auto-consciencia. Ou ainda tem.

Quando voce quer se comunicar com um ser que tem corpo e consciencia, sua mente se dirige à mente do outro ser. Está certo que digam que devemos procurar a luz, ser da luz, etc., mas se queres se comunicar com a fonte geradora disso tudo, procure falar de consciencia de um pequeno fractal para a consciencia do fractal maior.

Não se deixe enganar quando alguém fala a palavra “tempo”. Porque tempo não existe no mundo real e prejudica sua inteligencia. Veja esta prova.

November 14th, 2020
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Eu provei que o tempo não existe graças a essa minha esquisitice de querer viver como eremita, longe de tudo. Antes de fugir para o meio da selva amazônica e lá ficar por uns sete anos, morava na capital de São Paulo e nos finais de semana pegava o carro e ia viajar pela estrada velha do litoral, subindo e descendo montanhas, até chegar numa praia que fica cheia de gente durante o dia e ninguém à noite. Então nas madrugadas debaixo do belo luar da lua cheia, e ao lado das montanhas, eu me tornava o lobo solitário, podia uivar à vontade para a lua cheia, ouvindo o eco batendo nas montanhas, e depois cair na areia em meditação profunda, tendo como fundo musical o som das aguas do mar.

Foi assim que eu consegui o que ninguém mais na região conseguiu: conhecer o “seo Hagamenon”, saber que ele existia. Ele era um eremita solitário vivendo num casebre de caixotes na mata da montanha ao lado. Fazia questão de esconder-se, por isso me disse que as vezes ficava assistindo do alto do mato da montanha o povão na praia, e à noite quando se certificava que não havia mais viva alma ele descia e achava muitos objetos uteis, até alguma comida, bebida, etc. Mas eu o peguei no flagrante por umas duas vezes, segurei firme o tubo de gás pimenta oculto na manga como precaução, cumprimentei-o, mas surpreso ele saia correndo para a montanha. Na terceira vez levei leitoa assada e garrafas de vinho, comemos e bebemos a noite toda, consegui doma-lo. Perguntei porque “hagamenon”, um nome incomum, dos gregos… e ele rápido corrigiu: ” Não, não é o Hagamenorn grego ( ele tinha um sotaque estranho e só então notei que podia ser “hagamenor” ). ” É a letra “h”, sozinha e minúscula, e separada do resto, que é “menor”: h…menor?! ” Sim, h minúsculo de hominho pequeno, sou o menor dos homens do mundo ( aqueles outros que são h maiúsculo), sou o “aaaa..não” de Deus sempre dizendo “aaa…sim, meu Deus”.

Até hoje quando me lembro da criatividade daquele louco quando estou dentro de um trem e caio na gargalhada sozinho até ouvir a mulher mineira do lado dizendo ao marido: “Esse trem é louco e tá dentro do trem…” Ao que o marido olha pra mim e responde: “Ele é mais fraco que eu. Qualquer problema e boto esse trem fora do trem”… Mas aí me certifico que o tubo de gás pimenta está pronto na mão para qualquer problema, faço o gesto de tocar violão e canto alto:

“Este trem que é o de verdade, na próxima estação…

Bota pra fora todos os trens otários que transportou,

Seja o otário um trem forte ou não…

E já não tá mais aqui quem falou…”

Claro, pois nessa altura já estava correndo para outro vagão.

Mas até parece que o velho h…menor estava esperando alguém na montanha para uma ultima confissão, pois uns dois meses depois encontrei seu cadáver desfeito na cabana. Depois que a policia fez seu trabalho e a cabana ficou abandonada, eu passei a viver nela nos finais de semana. Foi aí que descobri a prova que o tempo não existe.

Os praianos deixavam muito lixo na praia, de vez em quando o pessoal da prefeitura ia limpar, mas não limpava perto do mato. Da arvore que eu via os praianos durante o dia, notei um pequeno monte de lixo na orla da mata. Garrafas plásticas, marmitas de isopor e alumínio, até pedaços de cadeiras… A altura do monte estava no nível de um sulco numa pedra ao lado. Dois dias depois notei que o monte estava mais alto, a altura estava no nível de outro suco mais elevado na pedra, mais lixo tinha sido agregado. E assim foi por dias, meses, o monte cresceu muito, já estava mais alto que a pedra toda. Pensando naquilo tive a ideia que podia fazer um novo tipo de ampulheta para medir o tempo: riscando sulcos paralelos na pedra em toda sua altura sendo que a distancia de cada sulco era igual ao lixo que era acumulado em uma semana, eu podia contar as semanas passando, o lixo funcionava como a areia na ampulheta.

Mas no silencio sob o luar nas madrugadas em que ficava sentado observando o mar, pensei no tempo que corria e me obrigaria a sair dali para o trabalho na cidade, me veio a mente que algo se movia no mundo e estava ao meu lado, avançando…, era o “TEMPO”… um fantasma invisível …. brrrrr… Me lembrei da multidão de filósofos e cientistas queimando neurônios por causa deste fantasma que se movia ao nosso lado, por cima de nós, de dentro de mim, no meio das estrelas, quantas equações matemáticas tinham o tempo como fator concreto variável…

Lembrei dos sulcos que fiz na pedra como armadilha para pegar o tempo, dos relógios que registram o fantasma alado passar, e… espera aí,… o tal tempo que eu queria pegar no monte era bem visível e concreto, eram os praianos. O que o relógio registrava era movimentos do planeta, outro objeto visível.

Então que invisível era este? Nas equações e nas elucubrações mentais dos filósofos o tempo era uma força real, um agente influenciando o mundo material… agente invisível produzindo a evolução com tanta força que quando o tempo se chamava Paleolítico ele atuava tanto em cima de um macaco que quando ele mudou o nome para Mesozoico tinha transformado o macaco em homo sapiens!

Encantado com os filósofos e cientistas quando era criança, pensava que o nosso mundo estava sendo cozinhado dentro de uma panela que estava na cratera de um vulcão ativo invisível que nunca se apaga, e o fogo do vulcão era o tempo. Tudo começou como um caldo de ingredientes espalhados ao acaso e o tempo cozinhou aquele caldo tornando-o a sopa dos cientistas da abiogêneses que criou bolhas que foram as membranas das células e continuou cozinhando e assim existimos aqui hoje pulando devido o fogo do tempo queimando nossas bundas. Sim, a julgar pelo que concluíram filósofos e matemáticos o tempo é a força material catalizadora que cozinha tudo neste universo, transformando tudo.

Mas… não havia nenhum fogo invisível debaixo daquele monte de lixo e nenhum agente invisível trazendo todos os dias ás escondidas mais garrafas plásticas, mais restos de sanduiches, e agregando essas coisas encima do monte. O monte crescia pela ação de agentes visíveis concretos – os praianos – e a cada dia ficava mais velho porque contava mais uma volta da Terra, outro agente concreto. Eu, um inventivo humano que fui na pedra desenhar sulcos e chamando a pedra de “minha ampulheta” , era o único ali naquela praia e naquelas montanhas dizendo a palavra tempo. A Natureza, as arvores, as rochas, não sabem o que é isso. Dizia a palavra “tempo” ao invés de dizer que os praianos botaram mais garrafas em cima do monte enquanto um observador em Marte viu a Terra girar de maneira que quando ele começou a olhar as luzes de New York estava a 40 graus à esquerda da face do sol e quando ele parou de olhar as luzes tinham se distanciado e sumido de vista. Onde está alguma força invisível correndo, se movendo, no meio de tudo isto?

Não existe!

Por isso calculei que não é possível ao humano fazer viagem no tempo… glug… que?… (olha eu caindo na fantasia também repetindo essa palavra-cilada que desvia o racional da racionalidade) … quero dizer, não é possível ao humano viajar com uma metralhadora até a Galileia onde, segundo autores contam num livro, soldados romanos estão fazendo uma cruz e se aprontando para crucificar um cara que eu gosto muito, e com minha metralhadora não vou permitir! Não é possível porque o corpo humano dos que viviam ali tinham diferenças desses corpos humanos que agora estão fazendo esse barulhão, e o pior, tem alguém de salto alto fazendo tik-tok pra lá e pra cá em cima da minha cabeça no apartamento de cima. Por exemplo, nas células dos soldados romanos os cromossomas tinham um telomero mais curto que envelhecia a célula aos 50 anos, enquanto nas células da diva de sapato alto em cima da minha cabeça tem um telomero mais comprido que só envelhece aos 60… para ela ter mais dez anos para gastar mais comprando mais cosméticos por mais dez anos.

Viagem no tempo? Deixa a imaginação deles continuar viajando…

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Physicists Say They’ve Come Up With a Mathematical Model For a Viable Time Machine
https://www.sciencealert.com/physicists-just-came-up-with-a-mathematical-model-for-a-viable-time-machine

O cara saindo daqui, com armadura de guerra, pegando sua capsula voadora, chegando lá com a metralhadora… durante a viagem iria perdendo as garrafas plásticas e restos de sanduiche que foram sendo acrescentados pela evolução no seu corpo, a armadura sumindo, sendo trocada por shortinho de couro de leopardo ( como desfilavam os soldados machões romanos), perucas desaparecendo, a pele muito branca se escurecendo, e até o tamanho do corpo sendo reduzido aos 1,50 mts de outrora… Pior: a metralhadora agora virou arco e flecha. Como enfrentar o exército romano? Assim ele não vai salvar nazareno nenhum. E depois quando quisesse voltar, onde ele iria achar as garrafas plásticas, os pedaços de telomeros, a peruca, que ele perdeu na viagem de ida?

Resumo: nada de viagens do tempo com corpos e maquinas físicas, não porque não temos tecnologia, mas sim porque o tempo não existe. O que existe é o agregado gradual de garrafas plásticas sobre o monte dia a dia, o planeta girando em torno de uma estrela… O que existe são os sulcos que fiz na pedra, a minha visionaria invenção que acreditei que iria medir os movimentos do invisível fantasma e ia de boca cheia falar que era o meu “relógio que filma o invisível chamado tempo e registra passo a passo o seu movimento!” Conheço bem estas teorias sobre as dobras do tempo, viagem no tempo saindo da terceira e passando pela quarta dimensão, etc, nas analisando tudo, tudo se resume a sequencia de movimentos de objetos materiais.

Como um erro no inicio gera uma cadeia de mais erros, inventaram o erro da ampulheta, para medir o tempo. Como pode representar o tempo que todos creem se move do antes para o depois, de baixo para cima, por areia se movendo para baixo?! Eu não sou trouxa de cair nessa cadeia de erros por isso minha ampulheta é um monte de lixo que cresce de baixo para cima…

Os humanos inventaram esse negocio de tempo para poderem viver em sociedade e se relacionarem, poderem fazer algumas coisas juntos. Começou em Belém do Pará quando um casal apaixonado nim parque procurava desesperadamente um jeito de se encontrarem novamente e então ela teve um brilho esplendoroso no olhar, porque uma luz acendeu dentro de sua cabeça e ela disse: Todo dia à tarde chove, por isso tiramos a soneca depois do almoço. Podemos ficar sem almoçar antes da chuva indo para o parque se encontrar lá, ou podemos ir quando a chuva terminar… Eram as primeiras idéias que levaram à invenção do relógio, dos números marcando dias e anos… diria o dono do botequim que não sabe organizar a sequencia dos eventos e por isso não sabe que esses números marcando anos existiam no ano zero de Jesus Cristo que existiu antes do casal existir em Belém.

Enquanto isso um pouco distante dali, na selva amazônica, um índio fala aos outros: ” As antas vão todas as noites para o rio nessa direção ó… quando a lua fica acima do rio e manda seu espirito tomar banho na agua do rio. As antas também entram na agua aproveitando a claridade e se rirem dos astronautas da NASA porque elas não precisam ter aquele trabalhão dos diabos para viajarem e pisarem na lua, pois elas pisam na lua apenas esperando ela descer aqui… Vocês acreditam que as antas acreditam que a lua lá de cima é igual ao espirito dela que veem na agua! Coitadas são muito mais burras que eu, porque sei que as duas não é a mesma coisa, a daqui é só o espirito, … kikiki). Mas então basta esperar que a lua desce aqui e nos que estamos no mesmo rio aqui e vemos quando o espirito da lua está se banhando, ai vamos correr ao nosso encontro com as antas que foi marcado pela lua e, … comer saborosas costelas de antas.”

Como saberíamos que enquanto a matéria do continente americano estava rolando e produzindo a corrida do outro na Califórnia, a matéria rolando no continente europeu estava aprontando outras coisas, como a revolução francesa? Se não tivéssemos inventado essa historia de contar as voltas do planeta em torno da estrela nunca saberíamos que a revolução francesa aconteceu antes da luta pela independência americana e que foi aquela que influenciou esta. O Brasil deu de -7 a +0 na Alemanha ( você leu certo, é menos sete a mais zero), antes ou depois de cair o sutiã da Jackson no show em Las Vegas? Nós precisamos saber essas questões, isso é cultura, é a forma como organizamos os eventos à medida que vão acontecendo, a quantidade de garrafas plásticas e restos de sanduiches que vão sendo agregados encima do monte na praia… e para isso inventamos os medidores de movimentos da matéria, para saber e entender a sequencia em que acontecem… não para captar um agente invisível no microscópio ou no telescópio e nem para medir um fantasma invisível que não existe. Esse fantasma produto da imaginação infantil enquanto a humanidade era criança se foi a muito temp…. opppps… ( lá ia eu escorregando de novo), …há muitas garrafas e sanduiches atrás.

Mas falando sério agora, quando uns anos eu era o ermitão na selva amazônica fazendo perguntas filosóficas à Natureza, certo dia a Mestra franziu o cenho e disse: ” Menino impertinente, não para de encher o saco com tantas perguntas… sabe de uma coisa? Vou te dar um oraculo que vai te responder todas as perguntas, e veja se me deixa em paz…” E num passe de magia apareceu na lareira um pequeno altar onde tinha uma figura, a face da Matrix/DNA ! A formula que apareceu no Big Bang como onda de luz tão forte que hoje banha todo este Universo e nos cega os olhos tanto que não podemos vê-la, essa sim, um agente invisível que atua e move tudo neste mundo. E nas respostas da Matrix/DNA havia conteúdos que me fez começar a desconfiar da existência do tempo dos matemáticos, e não só isso, que a Matemática não era a linguagem superior do universo, que ela só se aplica com eficiência às coisinhas do nosso mundinho, por isso ela continua aceitando erros como a variável do tempo que não existe, isso será corrigido quando a linguagem for corrigida e adaptada para mundos maiores. Por exemplo, na evolução, não foi o mais adaptado e poderoso dos repteis – o dinossauro – que foi selecionado para transcender o reino dos repteis e se alojar no tronco da arvore da evolução na forma dos novos e engenhosos mamíferos. Não… a Natureza olhou para aqueles bichões que só tinham crescido em tamanho e força, sem nada de ética, moral, amor fraternal, então Ela os descartou, como um galho da arvore a secar e extinguir, e voltou o tempo ao inverso, indo lá atrás na história da evolução dos répteis até encontrar um meio desajeitado que parecia um porquinho, o cinodonte, que ao invés de comer os filhotes saltando fora dos seus ovos botados fora, fazia até ninhos de espinhas de cobra para junta-los… E a Natureza sorriu, caiu de amores, e apontou seu dedo cósmico para a pequena e humilde criatura que tremia temendo os monstros dinossauros, e disse: “Tu desejarás construir estes ninhos cada vez mais perto de ti, um dia desejarás fazê-los mesmo até dentro de ti, e assim terás o ninho de placenta e manterás os ovos dentro, e te tornarás uma mamífera, a futura rainha toda poderosa deste planeta!”

Como então o tempo correu ao inverso?! Voltou do futuro para o passado na história? Para quem estivesse em outro continente tentando registrar a sequencia de eventos iria se ver em papos de aranha pois algo na evolução num continente não iria bater com as leis da evolução em outro continente. teria a seleção natural dos arrogantes evolucionistas selecionado ao contrario, elegendo o mais fraco? Nada disso. Na praia do seo h… menor, tem montinhos de lixo mais escondidos perto daquele que cresceu muito, neles os praianos não acrescentaram tantas garrafas de plástico. Em relação ao racionalismo linear da lógica matemática, o tempo segue em minha reta e do passado para o futuro, não pode fazer estas curvas e voltar atrás, por isso a matemática linear atual não se aplicará aos mundos maiores da vida… como os buracos de minhoca. Como fazer as contas até os dinossauros e depois apagar metade das contas, esconder um pedaço da reta, e voltar ao cinodonte, para daí pegar a outra estrada trilhada pelos mamíferos até chegar ao homo sapiens?

Mas tem muito mais nas respostas da Matrix/DNA como evidencias sugerindo que o tempo é um fantasma imaginário humano. Alias ela sempre usa outros termos, como cadeia de causas e efeitos, dinâmica, movimentos dos corpos, sequencias, etc., nunca ouvi ela pronunciar esta palavra, tempo.

Sábio era o seo h…menor, quando via aquele mundo de gente invadindo sua praia e se lembrava de 30 anos atrás ( digo, menos 30 voltas da Terra no Sol) quando não vinha quase ninguém e exclamava com saudades: “Lá se foi aquele tempo”.

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Por 30 anos Joaquim te xingou toda manhã por lembra-lo da fábrica. Um dia ele se aposentou, te botou asas, e te mandou ver se ele estava na esquina, e então mudou de lugar, e você retornou, não o encontrou e continua assim voando, procurando, por toda eternidade…

Ou o caipira que foi raptado e encaixotado numa caixa de cimento chamado apartamento no meio de uma parafernália de prédios e motores ruidosos, olhando pela janela, relembrando com suspiro e saudades as noites na rede da varanda, sentindo o cheiro da plantação crescer, dos sapos na lagoa coaxando, enquanto enrolava o fumo do cigarro de palha, e exclamando a maior verdade deste mundo … “Foi-se o tempo”. Uma verdade que só os filósofos e matemáticos teimosos ainda não enxergaram e continuam a enfiar fantasmas nas suas equações, que por isso estão desviando o ritmo da tecnologia humana artificial da sincronicidade com o ritmo da Natureza que também avança desenvolvendo sua tecnologia natural… Um dia ainda vamos levantar numa manhã sem sentir solo firme, sem ar para respirar, e quando tivermos caindo veremos a Natureza se distanciando por outra estrada, acenando para nós e dizendo: “Sinto muito, vocês pegaram o caminho errado, não é esse o indicado pelo universo atemporal, bye, bye…”

  • “Oh… meu… caia na real… o tempo já era…. sumiu na era que ainda se acreditava em Papai Noel…”

Incrível: a formula da Matrix/DNA me conduz a sugerir uma solução para o maior mistério da Física Quântica! (Claro que devo estar errado mas esta solução seria elegante demais)

November 13th, 2020

Sobre: O Experimento da Escolha Retardada

Inspirado no Artigo: Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://sbfisica.org.br/v1/home/index.php/pt/

Sociedade Brasileira de Física

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O desenho abaixo explica o experimento proposto num artigo na revista Physical Review Letters, pelos físicos Rafael ChavesGabriela Lemos e Jacques Pienaar, todos pesquisadores do Instituto Internacional de Física (IIF) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. A novidade do experimento é que é uma modificação do chamado experimento da escolha atrasada, concebido em 1979 pelo físico norte-americano John Wheeler (1911-2008), justamente para testar a realidade quântica, e cujo resultado levantou a famosa discussão entre um grupo que acredita na escolha atrasada ( a consciência do observador interfere no comportamento dos fótons), e outro grupo que defende a segunda explicação: “É que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido”. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985).

O desenho abaixo ilustra o experimento realizado pelos físicos do IFF:

destaque 2018 09 20

O experimento usa um conjunto de espelhos perfeitos e semi-refletores. Primeiro, um fóton incide sobre um aparelho chamado de divisor de feixes (BS1 na figura acima). É um espelho semi-refletor, que em 50% das vezes reflete os fótons incidentes e nas 50% das vezes restantes deixa os fótons atravessarem sem desviá-los.

Assim, o fóton pode tomar dois caminhos possíveis. Refletido, toma o caminho b, encontra um espelho perfeito e atinge o detector de fótons d. Mas se atravessar BS1, percorre o caminho c e atinge o detector e. Nesse caso, o fóton parece se comportar como uma partícula: existe chance igual do fóton ser detectado em d ou e.

O fóton se comporta como uma onda, porém, se além do divisor de feixes BS1, os experimentadores colocarem no cruzamentos dos caminhos b e c, um segundo divisor de feixes, BS2. Nesse caso, as chances do fóton ser detectado em d ou e variam. As probabilidades de detecção variam com o tamanho relativo dos caminhos c e b e o ajuste do modulador de fase no caminho c (triângulo amarelo na figura). Nesse caso, o fóton age como se fosse uma onda. Ao incidir em BS1, a onda se divide em duas, que depois interferem uma com a outra em BS2. A interferência das ondas em BS2 determina a probabilidade do fóton ser detectado em d ou e.

Wheeler imaginou então o que aconteceria se o experimentador escolhesse colocar ou não o divisor BS2 apenas depois do fóton já ter incidido em BS1. O experimento já foi realizado várias vezes e verificou que a escolha atrasada não influencia o resultado. Sem o divisor BS2, o fóton age como partícula. Com o divisor BS2, o fóton age como uma onda. Mas como isso seria possível? Como o fóton poderia “saber” se deve se comportar como partícula ou como onda ao passar por BS1?

Entenda: O fóton sai do canhão emissor, ninguém sabe ainda se como onda ou partícula. Se lá na frente, depois que ele partiu, colocarem um BS2, se verifica que ele partiu como onda. Se não colocarem, verifica-se que ele partiu como partícula… !!! This blow up our brains…

“A primeira possibilidade é que a decisão do experimentador sobre a medição no futuro refletisse no comportamento do fóton no passado”, explica Lemos. Essa possibilidade implicaria no absurdo de eventos no futuro poderem influenciar eventos no passado.

“A segunda explicação é que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido” diz Pienaar. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985). Wheeler foi um aluno de Bohr e costumava afirmar que “nenhum fenômeno é real até ser um fenômeno observado”.

Inspirados por discussões com Romeu Rossi Junior, físico da Universidade Federal de Viçosa, Chaves, Lemos e Pienaar decidiram verificar se não haveria uma explicação alternativa para o experimento da escolha atrasada. “Surpreendentemente, descobrimos que há sim um modelo clássico estatístico causal para explicar os resultados”, diz Lemos.

O modelo matemático de causa e efeito descoberto pelos físicos do IIF é difícil de visualizar, pois não utiliza os conceitos de onda ou partícula. É um conjunto de regras abstratas que assumem que o comportamento do fóton é controlado por uma variável que só pode assumir dois valores ou estados possíveis. O valor dessa variável “oculta” é sensível à presença do divisor BS2 apenas no momento em que este é colocado no experimento, modificando o comportamento do fóton, fazendo com que as previsões do modelo sejam idênticas às da teoria da mecânica quântica convencional. “Desta forma, o experimento de Wheeler não seria um bom experimento para diferenciar um fenômeno quântico de um fenômeno clássico”, explica Lemos.

Os pesquisadores então propuseram uma pequena modificação no experimento da escolha atrasada. Inserindo moduladores de fase adicionais no circuito do experimento, os experimentadores poderiam criar situações em laboratório em que as previsões do modelo clássico de dois estados seriam diferentes das previsões da mecânica quântica. Os resultados das três realizações do experimento rejeitaram o modelo clássico e confirmaram as previsões da mecânica quântica.

Financiada pelo CNPq, MEC e MCTIC, a pesquisa foi destaque em artigo da Quanta, revista de divulgação científica da Simons Foundation, sendo republicado pela revista Wired.

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Pois bem. Vamos fazer agora uma introdução à uma terceira solução, que estou sugerindo. Depois continuamos esta pesquisa verificando o paper na Physical Review, os artigos da Quanta e da Wired, e fazer uma pesquisa na Internet buscando mais reações de cientistas.

Solução da Matrix/DNA:

A nossa Teoria Geral tem sugerido que existem ondas de luz primordiais ( ou existiu uma primordial emitida no Big Bang) que, quando avança se propagando no tempo e espaço ( ou seja, ficando mais idosa e maior em tamanho), a onda de luz imita exatamente o que acontece com um corpo humano quando, emitido pela fonte geradora, avança se propagando no tempo e espaço ( ficando mais idoso e maior). Mas tem mais outras coincidências entre uma onda de luz original e um corpo humano. Por exemplo, observando-se as luzes emitidas por radiação eletromagnética de sete diferentes elementos, obtém-se sete diferentes “estados” de luz, que são por nos denominados de faixas de frequência, cada qual emitindo uma cor especifica. Isto fica visível na figura que se forma na tela do computador e que se chama “espectro eletromagnético” segundo a figura abaixo:

See the source image

Na montagem da minha teoria, fui parar no Big Bang procurando o que houve ali que teria sido a primeira manifestação neste universal material da formula da Matrix/DNA, pois me focalizando no nosso DNA e seguindo as pegadas da evolução de trás para a frente, ou seja, daqui do presente rumo ao passado, fui encontrando os ancestrais desse DNA nos sistemas astronômicos, depois nos atômicos, observei a formula fazendo os primeiros átomos alguns instantes após o Big Bang,

Mas… de onde veio a formula? Num belo dia, observando e refletindo sobre uma figura num livro de física, do espectro eletromagnético, de repente deu um estalo no cocuruto… Quando eu desenhava a formula da Matrix/DNA como sistema aberto, resultava numa reta continua, como se pode entender a senóide do espectro como reta continua. E quando eu aplicava esta formula nos sistemas naturais conhecidos, os objetos que se situavam nas Funções, apresentavam diferentes intensidades de energia. deixa-me de novo trazer a figura da formula no seus aspecto de diagrama de software:

Formula Universal da Matrix/DNA no aspecto de sistema fechado

Resumindo e recapitulando o que está exaustivamente explicado em outros artigos neste website: um sistema natural perfeito é um conjunto de seis peças que se conectam movidos pela força do ciclo vital; o sistema é produzido iniciando-se pela fonte geradora (F1) emitindo um bólido que devido ao ciclo vital se transforma em forma e estado gerando F2 e assim sucessivamente até em F7 se desintegrar e seus fragmentos retornam reconstruindo a fonte que reinicia o ciclo. Se dividir-mos a vida de um corpo humano de 70 anos em sete formas ( desde a forma de feto até a forma de cadáver) teremos F1 como a barriga da mãe ou fonte geradora, o baby em F1, e assim até F7 que é a forma de cadáver se desintegrando. Nesse caso as seis formas do corpo que rola sob o ciclo vital se fixam como peças de um sistema, aberto. A formula é abstrata no sentido de que as peças são representadas como funções sistêmicas, as quais se encarnam em cada peça e nunca variam. Assim podemos situar como peças as organelas do sistema celular, as moléculas de uma unidade fundamental de informação do DNA, os órgãos de um corpo humano, os sete tipos de astros de uma galáxia, as sete camadas eletrônicas de um sistema atômico. Assim a formula construiu tudo isso, todos os sistemas naturais são copias diferenciadas de um único sistema universal, se dissemos que uma bactéria – que é um sistema – foi nossa ancestral temos que dizer que a galáxia – outro sistema – também é nossa ancestral, apenas mais remota… Mas onde estava essa formula antes de fazer a primeira forma desse sistema universal, que foi o átomo? De que substancia ela era feita?

Por uma década desisti de buscar, achei que nunca iria encontrar a solução, arquivei toda a teoria na gaveta, pois qual seria a utilidade dela, de saber que vim do átomo, que passei pelas galáxias, tido produzido no mundo por uma formula invisível que parece ter surgido ao acaso?

Mas estava sempre descobrindo novos sistemas e como batiam com a formula, então os desenhava, até que tive a intuição de desenhar apenas o fluxo de energia que corria nas formas das peças variando de intensidade e montei a formula da energia dos sistemas. Obtive a mesma figura da senoide do espectro eletromagnético, e isso me fez eriçar os pelos do corpo todo… a LUZ!

Primeiro fez-se a Luz! Fiat Lux!

A luz? Sim, existiam ondas de luz antes do primeiro átomo e ela não apenas tem a mesma cara da formula como também cresce e morre mostrando as mesmas formas de energia e na mesma exata sequencia das frequências!

Dai veio o resto: o Big Bang foi um ato de fecundação, dele foi emitido uma onda de luz que contem o código da vida sendo uma forma de genoma, este Universo é formado por uma placenta de células galácticas e no meio desta placenta esta havendo um processo de reprodução genética daquilo que fecundou… Se em mim, meu DNA é de matéria biológica porque sou de matéria biológica, então um DNA de luz só pode vir de um corpo que tem luz… e etc.

Então voltei na figura do espectro magnético e acrescentei algumas coisas nele, como na figura a seguir. Botei as sete formas do corpo humano ali, na luz, onde elas merecem estar. E os astros, e as funções sistêmicas. Mas poderia botar tudo, as organelas das células, as moléculas do DNA, e até a mão humana, se por a palma como a barriga gravida e o dedo mindinho como o baby, vais descobrir que cada dedo representa uma frequência da onda de luz e suas mãos também foram feitas e desenhadas pelo ciclo vital.

THE ELECTRO MAGNETIC SPECTRUM – The template for all natural systems and Life´s cicles

Essa minha teoria também sugere que cada partícula de luz contem a onda toda. Ou seja, um fóton é uma partícula desprendida de uma onda e ele tem a mesma configuração de onda. Tem as sete formas de frequências, depende do observador se o vê fixo como partícula ou se movendo como onda.

E agora estudando a figura do experimento acima, tentei ver se a formula – que sempre foi meu oráculo – me socorre mais vez, pois ela nunca deixou pergunta sem resposta. Imaginei um experimento cujo resultado foi: enquanto os fótons correm nos circuitos se apresentam como partícula, quando o feixe é dividido, a partícula b se torna spin right, ou seja, gira para a direita, enquanto a partícula c se torna spin left. Se os dois spins se encontrarem em qualquer lugar, tenha ou não espelhos perfeitos ou refletores, os dois se juntem a será sempre uma onda. Mas porque a divisão em spins? Vamos imaginar o seguinte experimento:

Vamos pegar um corpo humano recém-nascido, fazer um clone dele e chamar de forma 1, depois fazemos outro clone quando for criança e chamamos de forma 2, assim:

clone 1 – forma baby > copía baby e deixa crescer

clone 2- forma criança > copia criança e deixa crescer

clone 3 – forma adolescente > copia adolescente e deixa crescer

clone 4 – forma adulto jovem > copia adulto jovem e //

clone 5 – forma adulto maduro > copia adulto maduro e deixa envelhecer

clone 6 – forma cadáver > copia cadáver e deixa desintegrar

( atenção: na formula aparecem sete funções, enquanto aqui delineamos seis funções. Isto porque a F5 é intermitente, responsável pela reprodução de sistemas, não entra aqui.)

Agora vamos fazer clones de cada forma de fóton ( fótons tem a forma geral da onda de luz, contem ao mesmo tempo todas as seis formas, mas expressa uma forma em cada momento dependendo do seu avanço no tempo e espaço)

clone 1 – Primeira (1*) frequência, raios gama > copia raios gama e deixa avançar (crescer)

clone 2 – X-rays – copia raios X e deixa avançar

clone 3 – ultravioleta – copia ultravioleta e… //

clone 4 – luz visível – copia luz visível e …

clone 5 – infravermelho – copia infravermelho e…

clone 6 – microwave – copia microwave e ….

clone 7 – radio wave – copia radio wave e …

Tudo bem… temos setes clones de fótons e seis de humanos ( Epa, cometi um erro acima: a primeira forma humana seria embrião, então corrija-se o esquema para ter os sete clones).

Se colocarmos as três primeiras formas humanas de mãos dadas, e depois outra fila separada com as quatro seguintes formas de mãos dadas… vamos observar o quadro e refletir. A força do ciclo vital estaria empurrando o adolescente a pegar na mão do adulto jovem. E de fato, ao avançar no tempo e espaço ele vai se transformar num adulto jovem. Não da para dividir isso em partes iguais como fizeram com os fótons, só se dividisse o adulto jovem em dias metades e desse uma metade para cada grupo.

Mas quando o espelho refletor dividiu o feixe de fótons em duas metades de 50% cada uma, o que aconteceu? Acertou o foton quando ele estava expressando sua forma de luz visivel. Mas o corpo dele tem as sete formas ao mesmo tempo. Então, sua forma de adulto atravessa o espelho como c e vai envelhecendo passando por adulto maduro, idoso, cadaver… enquanto a outra forma de adulto vai como b retroagindo pata adolescente, criança, baby…

Energia crescente é spin right, energia decrescente é spin left. Quando as duas metades se envcontram no segundo espelho, uma esta na forma de drone 1 e o outro de drone 7. Ora drone 7 constroi imediatamente F1 que se torna o elo do qual resulta em F2, o embrião, o baby… está recomposta e fechada a onda.

bem… nesta altura do campeonato já não aguento mais, estou com forme, sono, vou parar por aqui por hoje.

Mas será mesmo?! E então ? Escolha atrasada ou fóton sem definição possível? Talvez não seja nenhuma das duas, meus pobres e queridos amigos cientistas… A luz pode ser viva e se mover pela força do ciclo vital… Sei que vocês ririam a valer se soubessem deste texto, mas eu… vou manter esta hipótese no ar e testando-a.

As velhas que morrem para se tornarem supernovas

November 11th, 2020

No instagran com link abaixo foi postada esta foto e uma explicação para ela. Mas na Teoria da Matrix/DNA, o que é velho e morre, de fato morre, e não se transforma em novo jovem> Por isso postei o comentário que vai abaixo:

#BBCBrasil#NasaHubble3d

Hodge 301 Créditos: Hubble Heritage (AURA/STScI/NASA) #BBCBrasil#NasaHubble3d

Essa imagem clássica do @nasahubble mostra um aglomerado de estrelas chamado Hodge 301, no canto inferior direito, que faz parte da nebulosa Tarântula, a aproximadamente 168 mil anos-luz. Muitas das estrelas no Hodge 301 já explodiram sob a forma de supernovas. O aglomerado também tem três estrelas gigantes vermelhas — estrelas que estão no fim de suas vidas e perto de se tornar supernovas.

louischarlesmorelli – Humanos não se apercebem do absurdo em dizer “estrelas que estão no fim de suas vidas e perto de se tornar supernovas”… Onde alguém viu outro objeto natural em estado de degeneração entrópica, de repente, sem receber carga de energia externa, florescer exuberante no seu estado anterior jovem?! Vocês perderam o controle das suas faculdades mentais, como todos os outros místicos infantis, inventando fantasmas que não existem?

O seu modelo teórico astronomico está tão errado ou incompleto como estavam os modelos da Terra plana e do geocentrismo. Estrelas velhas como tudo o mais que é velho se decompõem, se fragmentam, tornando-se poeira estelar. O que vocês chamam de “explosão de supernovas” é o colapsar da camada superficial dos astros revelando e florescendo o germe estelar que foi germinado dentro, assim como uma semente ou um ovo quando se rompe a casca revelando o pintinho que nasce. Mas suspeito que quando vocês veem a cena da flor despontando da semente acreditam que foi a matéria burra deste planetinha que inventou este “milagre”… Por isso esta Humanidade está se desviando da ética e moral universal e pode ser expelida pela sua natureza universal

Autoconsciência: é uma substancia universal inserida numa matéria ou algo que passa através de corpos materiais?

November 8th, 2020

Lendo o seguinte debate, no fórum do link:

https://centerforinquiry.org/forums/topic/does-quantum-mechanics-lead-to-idealism/

Um debatedor dizia:

” But, if reality does not exists, it is only in consciousness, then it is our bodies that are in consciousness, not consciousness in our bodies.” (Mas,… se a realidade material não existe, ela está apenas na mente, então é nosso corpo que está na consciência, não a consciência em nosso corpo.”

Outro respondeu:

Answer: “Consciousness is a product of senses working in conjunction with neural networks – it is not a universal something that gets poured into stuff to make said stuff sentient.” ( Resposta: Consciência é um produto dos órgãos dos sentidos trabalhando em conjunção com a network neuronal – ela não é alguma coisa universal que se insere num corpo material para tornar o corpo consciente”.)

Alguém pode usar este argumento contra minha teoria. Primeiro preciso saber se minha teoria sugere que ” autoconsciência é uma coisa universal, uma substancia universal, que se insere na matéria para tornar tal matéria consciente” . Deixa-me ver: a teoria diz que “a consciência dorme no átomo, sonha na galáxia, começa a acordar no vegetal, desperta no animal, e se levanta no homem”. E isto tirei do ato conhecido em que “a consciência dorme na mórula, sonha no feto, começa a despertar no embrião e se levanta no baby”. Então,… os pais inseriram a consciência na matéria do baby? Ou,… a consciência passa através de todos os humanos, e de todos os sistemas naturais ancestrais do sistema humano… ? Vinda de onde? De algo que disparou o Big Bang? Então, ela se insere, é inserida, ou passa através? E quando o humano morre? Ela se “desinsere” do humano, continuando sua existência? Ou morre com o humano? Como acontece com o corpo? Não pode ser exato como acontece com o corpo, porque cada novo corpo não vem de uma inserção do corpo do pai e sim começa do zero.

Bem… a minha resposta deveria ser esta: “Não, a consciência não se insere na matéria, ela vem passando através da matéria”. Mas deveria devolver a malicia da critica com outra malicia. “Ok,… então o senhor geneticamente conseguiu produzir um humano no qual nenhum órgão de percepção trabalha, com isso não pode trabalhar em conjunção com a network neural. E o senhor obteve um individuo totalmente destituído de mente. Sim, porque para afirmar isso o senhor viu o fato. Porem, terá que repetir a experiência na nossa frente porque não acredito que o individuo não tenha consciência. Creio que seu cérebro estará apresentando sinapses da sua consciência em atividade produzindo as imaginações, os sonhos… ”

Mas pensando bem, como seria tal individuo? Ele não poderia falar, pois não teria ouvidos. Não poderia sentir nada em que tocasse ou pelo que fosse tocado, pois não teria tato. Não teria visão, olfato e paladar. Acho que nem poderia andar, pois não sentiria o tato com o piso. Como saberíamos se ele é consciente, se tem uma mente? Seu cérebro estaria operando, produzindo sinapses? Como e porque, se não recebe nenhuma informação, nenhum estimulo, nem do próprio corpo? Raios…. Mas ele receberia sangue, oxigênio, energia. Ahhhh…. a imaginação, os sonhos… Na meditação acho que nenhum dos meus sensores funcionam, e então o cérebro não para, a mente não desaparece, fica imaginando…

A quântica nos conduzindo ao idealismo? Matéria não existe, apenas a mente existe…?

November 8th, 2020

Tomei conhecimento do autor deste livro no fórum com link abaixo onde está sendo debatido por skepticos que acusam de ser pseudociência. Mas o curriculum do autor ( abaixo) é muito bom. Vamos ler seus artigos, website, acompanhar o debate no fórum, para finalmente decidir se vale a pena comprar o livro.

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The Idea of the World: A Multi-Disciplinary Argument for the Mental Nature of Reality by [Bernardo Kastrup]
Livro em e-book, por U$ 14,00, guardei na wish list do Kundle-Amazon… decidir se compro. ( About the Author
Bernardo Kastrup has a Ph.D. in philosophy and another in computer engineering. He has been a scientist in some of the world’s foremost scientific laboratories. His main interests are metaphysics and philosophy of mind. )

CFI _ Center For Inquiry – Forum: Link:

DOES QUANTUM MECHANICS LEAD TO IDEALISM

Forums › General Discussion › Does Quantum Mechanics Lead to Idealism

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Physics Is Pointing Inexorably to Mind

Article by By Bernardo Kastrup on March 25, 2019

https://blogs.scientificamerican.com/observations/physics-is-pointing-inexorably-to-mind/

Physics Is Pointing Inexorably to Mind
Credit: Getty Images

Kastrup: ” Yet, as our understanding of physics progressed, we’ve realized that atoms themselves can be further divided into smaller bits, and those into yet smaller ones, and so on, until what is left lacks shape and solidity altogether. At the bottom of the chain of physical reduction there are only elusive, phantasmal entities we label as “energy” and “fields”—abstract conceptual tools for describing nature, which themselves seem to lack any real, concrete essence. ”

Matrix/DNA: Mas porque restam apenas energia e campos? E a luz? Porque não também a luz ? E nossa teoria encontrou que a base de toda matéria organizada, em sistemas, ou seja a informação fundamental para o Principio da Ordem Física, que é a formula da Matrix/DNA, surgiu neste Universo na forma de onda de luz.

Kastrup: “…  according to information realists, matter arises from information processing, not the other way around. Even mind—psyche, soul—is supposedly a derivative phenomenon of purely abstract information manipulation. But in such a case, what exactly is meant by the word “information,” since there is no physical or mental substrate to ground it? “

Matrix/DNA: Bem… a única “mente” que pensamos existir aqui, estamos vendo que ela surge feita por informação, mas esta informação está plenamente ancorada na realidade física da matéria: o DNA. De que mente e que informação ele está falando? Talvez ele respondesse estar falando da primeira mente do primeiro humano, que é a mesma que vemos nascer aqui em cada novo baby. Ele não deve aceitar a tese de que a mente é pura produção ou efeito das operações do cérebro ( e ele é neurocirurgião ). Para nós acontece que as informações encarnadas na matéria do DNA são de uma network de fótons, ou seja, luz.

Kastrup: “… it is one thing to state in language that information is primary and can, therefore, exist independently of mind and matter. But it is another thing entirely to explicitly and coherently conceive of what—if anything—this may mean.

Our intuitive understanding of the concept of information—as cogently captured by Claude Shannon in 1948—is that it is merely a measure of the number of possible states of an independently existing system. As such, information is a property ofan underlying substrate associated with the substrate’s possible configurations—not an entity unto itself.

To say that information exists in and of itself is akin to speaking of spin without the top, of ripples without water, of a dance without the dancer, or of the Cheshire Cat’s grin without the cat. It is a grammatically valid statement devoid of sense; a word game less meaningful than fantasy, for internally consistent fantasy can at least be explicitly and coherently conceived of as such.

Matrix/DNA: Preciso reler com mais atenção Claude Shannon e a origem desta definição de informação. Eu n~~ao posso concordar com esta definição. É mecanicismo antropomórfico, quando deveria ser geneticismo cósmico. Isto é colocar o homem no centro, quer dizer, o homem recebendo a informação de um sistema, pelo ato de medir. O sistema fornecendo a informação, quando o sistema é invadido e dele retirado, não a sua informação, e sim uma imagem de sua informação. . Ora, mas o sistema foi construído antes pela informação e ela não se extingue quando o sistema desaparece, quando muito, enquanto num sistema ela é um pacote de bits-informação, o pacote pode ser fragmentado e os bits espalhados aleatoriamente. No nosso caso, informação é “aquilo que dá forma a…”, a definição já está no próprio nome, que foi um feliz invento. E só pode dar uma forma a alguma coisa quem já é em si a própria forma. Se tem forma, tem respaldo no mundo material. Em todo caso, para nós toda informação dentro deste Universo vem de duas únicas fontes: das forças e campos do estado de caos e da força do Principio da Ordem Física que se apropria de elementos do caos para construir sistemas ordeiros. Não temos ideia de onde veio ou como existe o caos, mas o Princípio é a formula universal que existe já a 13,8 bilhões de anos, e por essa idade, sugere ser eterna. Mas apesar de ainda estarmos apenas no terreno de remotas especulações, nós imaginamos qual deve ser a fonte das informações do Principio Organizacional. E não é uma mente. Suponhamos que o Big Bang tenha sido um evento de processo igual ao que o Universo faz aqui, hoje e agora, perante nossos olhos, quando cria um novo sistema; o instante ou evento da fecundação. Então uma fonte desconhecida, a qual vamos inicialmente denominar de Fonte Geradora, emite uma receita que irá reproduzi-la, num sistema idêntico a ela. Foi isso que nossos pais como fonte geradora fizeram para nos conceber. Porem, a Fonte Geradora no Big Bang não é um sistema materializado, carnal ou material, apesar de ser um sistema natural. Tem um corpo constituído da substancia da luz que é banhada numa névoa de autoconsciência. Assim como nossos pais não usaram em momento algum sua mente ou inteligência para emitir seu genoma e se reproduzirem, assim também a Fonte Geradora que emite genomas nos espaços que possuem uma substancia espacial – a qual podemos dar qualquer nome, como éter, ou dark matter, etc. – não precisa usar a mente para isso. É tudo natural. bem, essa teoria será aprovada ou destruída quando podemos captar e tivermos pleno conhecimento do que são os fótons. Para nós são os bits-informação universais. O que liga dois átomos para formar compostos materiais são seus elétrons, e os fótons habitam os átomos, talvez sejam seus pilotos. A nossa principal diferença está em que, enquanto os materialistas acreditam que o esqueleto físico veio primeiro e produziu a vida, nós apostamos no inverso, ou seja, a vida teria criado o esqueleto físico. Ao menos estamos vendo aqui na Terra que a carne viva produz os ossos do esqueleto mecânico e não o contrario. E isso implica em especular que a Fonte Geradora era, ou ainda é, algo vivo.

Kastrup: ” Max Tegmark attributes existence solely to descriptions, while incongruously denying the very thing that is described in the first place. Matter is done away with and only information itself is taken to be ultimately real.

This abstract notion, called information realism is philosophical in character, but it has been associated with physics from its very inception. Most famously, information realism is a popular philosophical underpinning for digital physics…. Indeed, according to information realists, matter arises from information processing, not the other way around. Even mind—psyche, soul—is supposedly a derivative phenomenon of purely abstract information manipulation.

Matrix/DNA: Ok, então o que eles denominam de information realism é que nem matéria nem mente existe, apenas abstrata informação, apenas ela é real… No dia em que a Ciência botar um sistema, um gato, sobre a banca de um laboratório, extrair dele uma essência real que ela identifica como informação, e mostrar que o gato com sua matéria e mente sumiram da bancada, esta teoria estará provada. Kastrup critica esta teoria com o seguinte argumento: ” To say that information exists in and of itself is akin to speaking of spin without the top, of ripples without water, of a dance without the dancer, or of the Cheshire Cat’s grin without the cat. It is a grammatically valid statement devoid of sense …”

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Bernardo Kastrup Website: https://www.bernardokastrup.com/

( continuar esta pesquisa )

Teoria dos cometas: novos dados sugerem que o interior é “muito mole”.

November 8th, 2020

Diferente da teoria acadêmica, os modelos astronômicos da Teoria da Matrix/DNA sugeriu, a 30 anos atrás, outro tipo de origem, formação e consistência dos cometas. Segundo estes modelos, lavas emitidas por gigantes vulcões em planetas velhos (pulsares), escapariam da gravidade do planeta e como esferas ou bólidos chamejantes cairiam no espaço sideral. Ao entrarem nas zonas geladas as esferas seriam cobertas de gelo ou não, dependendo da velocidade. Se com muita velocidade o cometa alcançaria algum vórtice nebular e sua inserção seria igual a um processo de fecundação, por um espermatozoide.

Por outro lado a teoria acadêmica sugere que cometas foram formados como os demais astros do sistema solar: havia uma nébula de poeira e gazes, as partículas foram se agregando por gravidade, os objetos resultantes são chamados de planetesimais. Os planetesimais menores seriam os asteroides, os maiores seriam os cometas e os maiores ainda seriam os planetas. Tudo isso pelo simples jogo das forças e elementos dentro da nébula, portanto os astros resultantes não obedeceriam a nenhum agente organizacional que vise formar sistemas dentro da linhagem evolucionaria universal. Em outras palavras tudo se formou sem qualquer propósito maior, tudo dentro de uma linhagem consistindo de eventos físicos sob o desproposito do acaso. Por esta teoria, a vida que foi formada dentro deste sistema solar também teria que estar na mesma linhagem física, ou seja, por acaso. Pois o sistema solar nada tem a ver com o primeiro sistema biológico, dito “vivo”, que foi um sistema celular. Sob outra intuição, a Teoria da Matrix/DNA suspeitou que o sistema celular seria uma cópia-filha deste sistema galáctico e pelo método da anatomia comparado encontrou um outro modelo teórico astronômico que se encaixa como criador e ancestral do primeiro sistema celular. Por isso nesta teoria, todos os sete tipos de astros conhecidos, inclusive os cometas, executariam funções semi-biológicas/semi-mecânicas. Os cometas inicialmente teriam seu interior constituído de lava incandescente ( um material “mole”) mas como espermatozoides que não fecundam e morrem, os cometas velhos poderiam ter seu interior enrijecido e duro, pelas camadas externas de gelo. A recente descoberta não confirma a teoria da Matrix/DNA do interior mole, porque os cientistas supõe que a “moleza” do interior se deve a material feito de gelo suave, como a neve. O que está previsto na Teoria da Matrix/DNA é que o gelo possa estar misturado com o material da lava apagada.

A Teoria Astronômica da Matrix/DNA está explicada em detalhes na categoria ” astronomia” neste website, em português, enquanto a Teoria Nebular pode ser vista mais completa neste link:

http://www.scienceclarified.com/scitech/Comets-and-Asteroids/How-Asteroids-and-Comets-Formed.html

Final Clues From Derelict Lander: Comet Interior “Extraordinarily Soft”

“The comet’s interior is “fluffier than froth on a cappuccino, or the foam found in a bubble bath.”

https://futurism.com/derelict-lander-comet-interior-extraordinarily-soft

How Asteroids And Comets Formed 2934
Photo by: Iuliia KOVALOVA

In 2014, the European Space Agency’s Rosetta spacecraft released a tiny lander called Philae over the surface of 67P/Churyumov-Gerasimenko, a comet of ice and rock some 370 million miles from Earth.

Philae crash-landed on the comet, failing to deploy its harpoons and bouncing off the surface before disappearing behind a cliff. But now, clues about its final minutes are providing unprecedented insight into the interior of the icy space object.

Conclusão dos acadêmicos:

“Philae had left us with one final mystery waiting to be solved,” ESA’s Laurence O’Rourke ….

Os absurdos produzidos pelos descaminhos da Humanidade

November 6th, 2020
These Drone Pictures are Hard to Ignore
This amazing birds-eye-view of the city of Hong Kong that was captured by a drone flying over it.

Vendo esta imagem percebi que vou ter que fazer umas mudanças no meu habito diário. Nas sessões de meditação, quando imagino estar vendo nosso planeta de fora, do alto, penso num planeta coberto de azul da agua e verde da vegetação. Estou errado. Esqueci que o planeta foi tomado pela humanidade e agora ele está coberto por milhares de cidades assim. Em todo caso, fica difícil imaginar como vivem e entender porque humanos chegaram a este ponto, para não pensar em calcular o trabalho gigantesco gasto para construir isso… Onde foram os humanos que adoravam viver numa casa térrea com amplo quintal?