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Michelson–Morley Experiment: Luz, Eter Luminifero, ou outra substância do espaço

Saturday, October 19th, 2019

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Eu cai neste assunto quando estava numa discussão e alguém fez um argumento citando este experimento. Logo pensei que o experimento tratava de “substancia espacial” a qual é motivo que afeta minha teoria, então precisava ver isso. Mas depois de tanta pesquisa me lembrei que não, a substancia espacial em nada afeta a matéria, ela é apenas uma especie de conceito abstrato necessário como meio da luz produzir matéria, massa e energia. Uma fabrica humana se apoia no solo terrestre e tira do solo terrestre matéria-prima para se construir como fabrica, mas o solo terrestre, enquanto estático, não produz nenhum movimento que afete a fabrica. Tudo e todos envolvidos na existência da fabrica nem mesmo nota o solo que esta embaixo deles. Então para que me preocupar e debater  a substancia espacial, quer lhe deem o nome de eter, ou outro, como dark matter, ou como o “new aether” de Einstein ?

E minha conclusão se encaixa na conclusão final do longo artigo no Wikipedia sobre eter luminífero, que é o seguinte:

” The only similarity of this relativistic aether concept with the classical aether models lies in the presence of physical properties in space, which can be identified through geodesics. As historians such as John Stachel argue, Einstein’s views on the “new aether” are not in conflict with his abandonment of the aether in 1905. As Einstein himself pointed out, no “substance” and no state of motion can be attributed to that new aether. Einstein’s use of the word “aether” found little support in the scientific community, and played no role in the continuing development of modern physics”

Mas valeu a pesquisa e os registros aqui porque muita informação nova e velha foram recapituladas, e alem disso, nessas analises abaixo desenvolvi interessantes insights, como a da relação entre a velocidade dada por um motorista ao carro e a velocidade ordenada por lei pela sociedade.

Khan Academy – My Account ( preciso assistir aulas para obter 5.000 pontos para poder postar questoes):

https://www.khanacademy.org/profile/kaid_509150817467256209029728/courses

Michelson–Morley Experiment Introduction (good video) 

Simple idea behind the Michelson‒Morley experiment to detect ether wind.

https://www.khanacademy.org/science/physics/special-relativity/michelson-and-morleys-luminiferous-ether-experiment/v/michelson-morley-experiment-introduction

Observar que mais informações se obtém na Wikipedia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Michelson%E2%80%93Morley_experiment#Subsequent_experiments

Ok… no seculo 19 se pensava que existe um éter luminífero. mas os físicos trouxeram a ideia de que tanto a luz como galaxias se movem com uma velocidade  causada pelo eter, então o eter deve se mover como um vento. Entao Michelson e Morley pensaram num experimento para ver se existe o vento do eter. Refletiram um raio de luz em espelhos e tal, e observaram que quando o raio se divide em dois, e uma metade segue direto em frente e a outra metade reflete subindo, no final as duas tem o mesmo padrão de velocidade. Então, concluiram não existe o vento do eter, pois em qualquer direção que a luz se dirige, não é afetada por nenhuma substancia do espaço.

Isto vai contra minha intuição que entrou como parte da minha teoria. Por isto não gosto da teoria e devo procurar algum erro no experimento. Se não encontrar erro, vou ter que rever minha intuição e os pontos onde isso entra na minha teoria.

Para começar tenho questões. De onde os físicos tiraram a ideia que o eter se move ou é movido e aponto de produzir um vento? Na minha intuição existe uma substancia do espaço (que mais chamaria de matéria escura ou não-matéria, que eter) mas esta substancia é inerte, imóvel, ao menos dentro deste universo. O que se move, o responsável por todos os movimentos neste mundo, é onda de luz, principalmente a original emitida pelo Big Bang. A dark matter , ou eter, se for luminífero seria devido a luz no meio dela. Mas como é uma onda de luz de primeira geração (não como a luz das estrelas e outros, que são de segunda ou mais gerações) ela é demasiado forte para nossa visão, ela nos cega, e assim não vemos a matéria iluminada como pano de fundo deste universo.

A luz original se move devido a sua anatomia, ao que ela é feita. na sua anatomia já esta programada um movimento de expansão, de crescimento, e depois retração na forma de luz escura, energia negativa, etc. Na sua anatomia esta inscrito o processo do ciclo vital, o mesmo que faz uma bolinha chamada blástula se expandir e crescer no espaço e no tempo tornando-se um adulto corpo humano, e depois degenerando.

Então não existe vento do eter ou no eter. E como os corpos como o planeta, o sistema solar, a galaxia se move em orbitas? Isto é devido todos estes corpos serem partes de sistemas, e todos estes sistemas serem partes de um sistema maior que é a própria onda de luz. O movimento da onda de luz, quando impregna uma porcão do eter, deixa ali uma parte de si, constrói ali um sistema, o qual vai ser internamente movente, ou seja, todos seus objetos/partes se movem, e como este sistema faz parte de um sistema maior, o sistema se move movido pelo sistema maior.

Então a velocidade da luz e dos objetos nada tem a ver com uma outra velocidade que não existe, que seria a velocidade do vento do eter. Por isso, esse resultado neste experimento.

Analogia das velocidades dos  corpos no espaço sideral com a velocidades dos automóveis. 

A velocidade dos corpos no espaço pode ser entendida por uma analogia com corpos humanos. A sociedade, o coletivo dos humanos formam um sistema, o social. este sistema tem leis do transito que impõe padrões de velocidades aos motoristas, para menor velocidade do que o motorista desejaria, ou para maior, como em ruas residenciais. Então o motorista dirige numa velocidade, um padrão para todos os carros. Podemos dizer que é o sistema maior que o corpo, que determina a velocidade do corpo. Mas de nada adiantaria essa determinação se o motorista estiver morto. O motorista também tem em si a propriedade da velocidade, do movimento autônomo, sem ela não existe movimento. A mesma coisa acontece com os objetos no espaço sideral. Existe sempre um sistema ao qual o corpo pertence, o corpo sempre esta no território de um sistema, e este sistema esta dentro do território de outro sistema maior, etc. Então os corpos no espaço se movem também porque tem a força para se moverem em si. E isto porque em todo corpo tem fótons de luz dentro dos elétrons dentro dos átomos.

Tenho motivos para crer que a sociedade humana caminha para adquiri uma anatomia interna que é semelhante a anatomia interna do corpo humano, porque aquela é uma auto-projeção desta. Por exemplo, no corpo tem um órgão com a função de fazer a limpeza das impurezas. Esta função sistêmica é projetada quando a humanidade constitui um sistema social na forma da função da policia. Na verdade o que esta se auto-projetando e modelando o sistema social é a formula da Matrix/DNA, que é a formula que construiu o corpo humano e seu DNA.

Pois os sistemas celestes como estelares, galácticos foram feitos pela mesma formula. Então ela tem que estar nos corpos celestes, como o DNA esta nos corpos humanos. E ela esta na forma dos seus bits/informação, os fótons. Em outra parte da teoria, descrevo como a friccao da propagação da luz no meio da substancia espacial cria a energia. Uma das maneiras de nominar a energia é eletricidade. esta é composta por elétrons. E como disse acima, os elétrons contem fótons. Na verdade energia, eletricidade, são fótons, que são luz.

Como a luz tem si programada que deve se mover, expandindo-se, os seus fótons também tem este programa, são auto-moventes, e com isso empurram o corpo onde estão. Mas aqui vai entrar campos magnéticos, atracão e repulsão entre corpos, gravitação, tudo derivado da luz no espaço total como sistema maior e dela dentro dos corpos. etc.

Mas existe outro detalhe. A formula dos sistemas naturais.

Esta mostra que o circuito sistêmico contendo o fluxo de informações/energia do sistema é dividido em duas metades quando chega em F4. Uma metade continua direto desenhando a esfera, outra metade cai na direção do núcleo do sistema. Ou seja, as mesmas direções produzidas pelo espelho no experimento. Acontece que a velocidade do fluxo fe sempre a mesma, esteja ele inteiro, ou dividido em duas metades, ou descendo ou subindo. E esta, como todas as demais propriedades dos sistemas vem das propriedades da onda de luz. Isto significa que também a onda de luz tem uma só velocidade, e sempre, a não ser que adentre um espaço com matéria mais ou menos densa. No experimento, depois da divisão das duas metades, elas continuaram no mesmo espaço, com a mesma substancia, portanto tem que ser igual.

Eu não captei como e onde este experimento prova que não exista uma substancia espacial, deem a ela o nome que quiserem.

E isto me induz a entrar na discussão da Khan, porem preciso antes dos 5.000 pontos.

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Bem… no precisei ir muito longe para saber que não sou apenas eu que tem argumentos contra a interpretação dos físicos sobre o experimento. Bastou dar uma olhada nos comentários abaixo do vídeo da Khan e encontrar que muita gente não concorda e gente pesada dentro da própria física, como Paul Dirac e… Einstein:

2 years ago
Great question Jim/Jennie… the MM experiment showed that the speed of light is constant in all directions. Einstein then showed it is constant from all reference frames (I.e. it is governed by some sort of universal speed limit). Paul Dirac in 1951 showed that MM did not rule out the presence of an Ether when he took into account the Uncertainty Principle (you can’t know velocity and position for relativistic particles like light). Many people have kept up with the idea that MM means no ether but even Einstein never thought that and encouraged his mentoree David Bohm (who wrote one of the definitive textbooks on Quantum Mechanics) to further develop De Broglie’s Pilot Wave Theory (which of course requires a medium or an Ether).
Mas tem os que defendem a conclusão no experimento, como o post abaixo:
3 years ago
They look at the interference pattern that comes from recombining the light beams. They tune the lengths until they get a pattern that indicates the lengths are the same (or different by an integer number of wavelengths). Once it is set up, they are looking for CHANGES that occur as the earth moves. If the direction of the ether “wind” is changing, the interference pattern will change.
The pattern didn’t ever change, so they had to abandon the idea of the ether
Mas eu ainda acho que isto apenas desaprova existência do vento, e não do éter.
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Descoberto mais um padrão universal: fluxo de elétrons num condutor

Thursday, September 26th, 2019

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Universal Pattern Explains Why Materials Conduct

Isto deve vir da formula da Matrix/DNA, talvez do fluxo de energia/informação que corre no circuito esférico do ciclo vital. Mas trata-se apenas da criação de uma faixa ampla de possibilidades numa Matrix matemática estatística com números que registrou os elétrons se posicionando mais ou menos no meio entre os dois lados extremos. Mas todos os padrões universais interessam a teoria da Matrix/DNA.

https://www.quantamagazine.org/universal-pattern-explains-why-materials-conduct-20190506/

Art for "Universal Pattern Explains Why Materials Conduct"

The movement of electrons inside a conductor is impossible to calculate exactly.

Esta imagem pode ir para o livro para dar uma ideia de como a entropia faz os fótons-bits-informações escaparem do fluxo do circuito sistêmico tornando-se os radicais livres que podem reproduzir o sistema em outro lugar.

“What they show, which I think is a breakthrough mathematically … is that first you have conduction, and second [you have] universality,” said Tom Spencer, a mathematician at the Institute for Advanced Study in Princeton, New Jersey.

My answer in Portuguese and English (voltar ao article para ver se foi publicado – aguardando moderador):

Matrix / DNA – A Systemic/Biological Approach –

And why is that? First, there must be a kind of matter that can be traversed by electrons. And as soon as electrons penetrate this material, instead of scattering like clouds across the material or coiling in one place, they line up and move forward in a row. Thus arises universality, because this line always happens.

An ant follows the last of a row because it has sensors such as smell, maybe vision, etc. Which sensors have the electrons to follow the last in line? When we look at an anthill or a beehive from a more distant location we see the whole set functioning as a system that copies the Matrix / DNA formula system. And the systems of those insects were not created by sensors like smells, etc., they build a design that insects couldn’t possibly do, so we learned that the system is automatically imposed by the formula inside the atoms and DNA forming the bodies of the insect proving to be a will from the inside out, but at the same time the same formula is in the larger environment surrounding the insects, suggesting an automatic imposition from the outside in.

In the case of these electrons, when penetrating a conductive substance that artificially conducts them through a pre-established wire could not function modeling to form a system. Even if the wire were bent by joining the beginning end to the end forming a ring, the flow would probably remain permanent running without further effect.

From the Matrix/DNA formula’s perspective, the scattering of electrons escaping from the flow and composing those few random numbers are due entropy of electrons. But comparison with the formula where the flow are photons, we ask what would these electrons lack that photons have to form systems? That is, forming parts and transforming the flow in the life cycle circuit? The photons – which are the registers / transporters of information – within the electrons would be missing. In simple natural systems the photons are the internal sensors. In the future when we get instruments that identify each photon and manipulate them, maybe it will be possible to emit photons aligned in the formula sequence and even in a conductive amorphous mass, systems may spontaneously arise.

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Matrix/DNA – Uma perspectiva sistemica e biologica:

E porque é assim? Primeiro é preciso que haja um tipo de matéria que seja atravessável pelos elétrons. E assim que elétrons penetram esse material, ao invés de se espalharem como nuvens por todo o material ou de se embolarem num só lugar, eles se enfileiram e seguem a frente como uma fila. Assim surge a universalidade, porque essa fila acontece sempre. Uma formiga segue as ultimas de uma fila porque tem sensores, como olfato, talvez visão, etc. Quais sensores tem os elétrons para seguirem os últimos da fila? Quando observamos um formigueiro ou uma colmeia de abelhas de um local mais distante vemos todo o conjunto funcionando como um sistema que copia o sistema da formula da Matrix/DNA. E os sistemas daqueles insetos não foram criados por sensores como cheiros, etc., eles constroem um design, impossível de ter sido feito pelos insetos, então aprendemos que o sistema fé imposto automaticamente pela formula que esta dentro dos átomos e do DNA formando os corpos do inseto mostrando ser uma vontade, de dentro para fora, mas ao mesmo tempo a mesma formula está no ambiente maior que envolve os insetos, sugerindo uma imposição automática de fora para dentro.

No caso destes elétrons, ao penetrarem uma substância condutora que os conduzem artificialmente através de um fio pré-estabelecido não poderia funcionar a modelagem para formarem um sistema. Mesmo que se curvasse o fio unindo a ponta inicial a ponta final formando um anel, provavelmente o fluxo se manteria permanente correndo sem mais efeitos. Pela perspectiva da formula da Matrix/DNA, o espalhamento dos elétrons escapando do fluxo e compondo aqueles poucos números ao acaso  são devidos a entropia dos eléctrons. Pela comparação com a formula onde o fluxo é composto por fótons, nos perguntamos o que estaria faltando aos elétrons que os fótons possuem para formar sistemas?  Ou seja formarem partes e transformarem o fluxo no circuito do ciclo vital? Faltariam justamente os fótons – que são os registradores/transportadores das informações – dentro dos elétrons. Nos sistemas naturais simples os fótons são os sensores internos.

No futuro quando conseguirmos instrumentos que identifiquem cada foton e os manipulem, talvez sera possível uma emissão de fótons alinhados na sequencia da formula e mesmo numa massa amorfa condutora, talvez surjam sistemas espontaneamente.

 

Proton: Astonishing Image

Thursday, September 19th, 2019

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colorful balls in the middle of black background

A proton is made of a swarm of quarks and gluons, as imagined in this illustration. ILLUSTRATION: CERN

 

Mais uma nova descoberta sobre este mundo que deve obrigar os filósofos de plantão a repensar tudo o que acreditam e imaginavam conhecer. Uma mudança no conhecimento do mais intimo da matéria tem que corresponder a uma mudança na inteligência e na mais cósmica das consciências. Como fica agora o novo mundo com este novo próton?!

Por isso é bom estar sempre procurando o que a humanidade vai descobrindo e se desenvolvendo em todos seus aspectos. Principalmente no que se refere ao conhecimento da Natureza, deste mundo, do qual dependemos mortalmente. Sempre fizemos uma ideia errada de como seria a imagem do núcleo de um átomo – este elemento que é mortalmente importante em nossa existência, pois cada ser humano é dono de trilhões, quatrilhões deles: tanto os trilhões que constituem seu corpo como os que constituem seus objetos e propriedades, e o mundo em geral.

Nossa imaginação imaginava um núcleo formado de bolinhas brilhantes amarelas como o Sol, que seriam os prótons, misturadas com igual quantidade de bolinhas escuras, que seriam os nêutrons. E emanando delas, do núcleo, uma serie de ondas em camadas magnéticas, pelas quais orbitariam os elétrons. E eu ficava surpreso quando estas pessoas céticas pregavam com imposição que ” que nada, nosso corpo não tem campo magnético, não tem essas coisas de energia aparecendo nas fotos, isso tudo é misticismo!”. Mas como não se num átomo 95% é campo magnético, e somos constituídos de átomos…, o certo é dizer que somos mais magnetismo que carne e osso…”

Mas de fato não conseguimos imaginar a realidade mais profunda das coisas, então para não complicar nossas vidas e não fundir nossa cuca, vamos embalar com o povo na ideia da carne com osso. “Não pode! Você tem que entender que se você enfia uma agulha cujos átomos tem a vibração P no seu corpo onde os átomos tem a vibração X, vai haver tempestades do choque entre diferentes vibrações, então não enfie agulha no seu corpo…” – ” Ora, fica mais fácil dizer que se enfiar agulha na carne vai doer”. ” mas assim você não entende o que é dor, um conflito de vibrações com ressonância nos átomos dos sensores no seu cérebro que…” – ” Louis, por favor, cale a boca, pare de complicar…” – “” Mas é por causa desta atitude que os humanos ainda sentem dores. Uma questão de vibrações a nível profundo da matéria é tratada por médicos que lidam com carne e osso quando devia ser tratada por físicos quânticos…” – “Cale a boca Louis!”

Agora de repente uma imagem que me ocupou a mente por toda a vida e que me desviava do maior conhecimento da Natureza foi derrubada em um flash do olhar, menos de um segundo! O próton continua sendo como uma bolinha, mas que complexidade! nada do sol luminoso amarelo, parece mais como um montículo feito de muitos ingredientes, sementes, como ervilhas, feijão, semente de girassol, lentilhas, grãos de arroz, milho… tudo misturado, e tudo cozido, porque esta tudo colado entre si! São como um armazém de sementes de todas as agriculturas… agora dá para entender porque os átomos formaram tantas coisas, tantos objetos, tantas especies de vida diferentes… eles tinham as sementes, as informações para tudo isso! E… epa… sim… vou comemorar, porque eu cantei essa bola a 30 anos atrás, apesar de não ter a ideia exata do que isso significava. Previ isso mas não por intuição ou inteligência e sim porque meus cálculos apontavam essa solução. O que mais é a fórmula da Matrix/DNA que estou defendendo que deve existir na Natureza com informações para tudo, senão a criadora de sistemas complexos assim, com as informações para tudo neste Universo? Ganhei mais uma, você tem que pagar a próxima cerveja… taí a imagem como mais evidências para minha teoria…

Na minha teoria, existe uma formula universal que  contem todas as informações para construir e de fato construiu todos as formas de sistemas naturais, de átomos a galaxias a corpos humanos, cujas formas são apenas variações de um único sistema surgido no Big Bang inicialmente na forma de uma onda de luz natural que se propaga no tempo/espaço ao desenvolver uma anatomia própria pela força do ciclo vital e de cuja anatomia emergem todas as informações.. ou seja, uma especie de genoma. Como o átomo foi uma das primeiras formas do sistema criado por essa formula/genoma, a onda de luz impregnou-o com as informações que estavam registradas nela. Como essas informações tornam a onda de luz algo muito complexo, que o próton tenha nascido com essa complexidade estava automaticamente previsto na teoria. Se fosse uma simples bola de luz homogênea, o próton não se encaixava nos meus cálculos da macro-evolução universal.

E você deve comemorar também porque esse átomo ai muito mais complexo e rico em detalhes e informações vale muito mais que o átomo antigo, e como você é dono de uns quatrilhões deles, seu corpo aumentou de valor… Quando você publicar aqueles anúncios que esta vendendo dois quilos de gordura da sua barriga, não se esqueça de corrigir o valor…

Jeremy England: Busca Acadêmica por Forças e Elementos da Física como Bases da Origem da Vida

Wednesday, August 14th, 2019

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Nova teoria sobre as origens da vida por um fisico, Jeremy England

https://en.wikipedia.org/wiki/Jeremy_England  

He was raised Jewish but did not study Judaism until he attended graduate school at Oxford University. He now considers himself an Orthodox Jew

Theoretical work

England has developed a hypothesis of the physics of the origins of life, that he calls ‘dissipation-driven adaptation’. The hypothesis holds that random groups of molecules can self-organize to more efficiently absorb and dissipate heat from the environment. His hypothesis states that such self-organizing systems are an inherent part of the physical world.

Pulitzer-Prize winning science historian Edward J. Larson said that if England can demonstrate his hypothesis to be true, “he could be the next Darwin.

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Artigo divulgando a teoria:

A origem da vida foi uma casualidade? Ou leis da física?

https://ciencianautas.com/a-origem-da-vida-foi-uma-casualidade-ou-leis-da-fisica/

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Artigo original em ingles:

Massachusetts physicist claims he solved mystery of how life emerged from matter

https://www.rt.com/usa/massachusetts-physicist-solve-mystery-life-098/ England pointed to plants as a great example of energy dissipaters, since they take in the energy around them, use it to sustain themselves, and disperse even more energy into their environment in the form of infrared light. Matrix: O que?! Plantas emitem luz infravermelha e no ambiente? pesquisar isso…. When sunlight strikes objects, certain wavelengths of this spectrum are absorbed and other wavelengths are reflected. The pigment in plant leaves, chlorophyll, strongly absorbs visible light and reflects near infrared.

Do plants emit infrared radiation?
When an object is not quite hot enough to radiate visible light, it will emit most of its energy in the infrared. For example, hot charcoal may not give off light but it does emit infrared radiation which we feel as heat. The warmer the object, the moreinfrared radiation it emits.
What produces infrared light?
Infrared radiation is popularly known as “heat radiation”, but light and electromagnetic waves of any frequency will heat surfaces that absorb them. Infrared light from the Sun accounts for 49% of the heating of Earth, with the rest being caused by visible light that is absorbed then re-radiated at longer wavelengths
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Jeremy says: ” As various forms of matter seek to disperse more energy over long periods of time, they would naturally start to replicate or reproduce, since replication itself disperses as much energy as it uses up – at least on the level of RNA molecules and bacteria. “A great way of dissipating more [energy] is to make more copies of yourself,” England said.

The Last Important Hypothesis of Matrix/DNA Theory: Natural Light has the Code for Creating Life!

Tuesday, December 25th, 2012

(There is a more complete article at Portuguese section)

I have no time now for writing this introduction, but I am very excited discovering it when studying light’s effects. Any segment of light, in shape of waves, capturated by our instruments and translated as spectrum, repeats the process of life’s cycles !!!??? Think a little bit about the technological, existential and philosophical aspects… See the first theoretical diagram bellow:

Light - The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Life Cycles?Since the publication of this article I have studied a lot about light and developed a lot of thesis where this new understanding that the cause matter acquires the dynamic of life is due the penetration of matter by light. Just now I am researching consciousness + light, arriving to conclusions that consciousness is a kind of return to the primordial light. But I have no time for inserting the novelties here, the translation process is very difficult, and I had posted some articles in Portuguese section. Sorry…

Look how Light models matter into the Matrix/DNA formula:

Matriz Universal: Software de Sistema Fechado

Articles are being posted in Portuguese only

Saturday, January 15th, 2011

Sorry. Since I am not having enough time for translating from Portuguese, for seeing the articles one need to chlick the Brazillian flag above. Also, I understand that the site is not explaining almost nothing about the theory. It is because the site is under construction, I have a lot of writed material but had no time and the special computers skills for doing that. I hope will do it soon. Thanks…

Laws of Physics Vary Throughout the Universe, New Study Suggests

Thursday, September 16th, 2010

Observes here this amazing evidence in Nature for Matrix Theory. Look to the Graphene image. It is the carbon atom, whem composing a molecule of itself alone, the most fidel copy of the Matrix. We saw already that among the several types of atoms, the carbon atom is the atom of the Matrix, because the six universal systemic functions are there fully and well represented. The results is that the carbon atom is the most viable for to reproduce the Matrix system and since that biological systems are a tentative of LUCA reproduction, life should elect this atom as its atomic building block.

So it was predicted by the models that in a new wave of evolution with the atoms performing molecules, the shape of Matrix as LUCA among molecules would prevail. And it is Graphene when talking about carbon alone, or benzene when talking about molecules composed by different types of atoms. Recently data are discovering that graphene is surprising productive in Nature.

This issue is being registered here for further analyse. Which are the implications for Matrix/DNA Theory? Is the Universe a system? The Universe has an axis? Maybe the shape of the Universe is a vortex, which include an axis, and then, the whole universe has the shape of the primordial universal matrix? Or “going to be” a system? In a system, the Laws of Physics are different in different parts of the system? Are the laws of physics the same everywhere in the universe and throughout its entire history? I never have studied the models of Matrix searching answers to these questions. The highlights in red are mine, for its importance for Matrix.

http://www.sciencedaily.com/releases/2010/09/100909004112.htm

ScienceDaily (Sep. 9, 2010) — A team of astrophysicists based in Australia and England has uncovered evidence that the laws of physics are different in different parts of the universe.


The team — from the University of New South Wales, Swinburne University of Technology and the University of Cambridge — has submitted a report of the discovery for publication in the journal Physical Review Letters. A preliminary version of the paper is currently under peer review.

The report describes how one of the supposed fundamental constants of Nature appears not to be constant after all. Instead, this ‘magic number’ known as the fine-structure constant — ‘alpha’ for short — appears to vary throughout the universe.

“After measuring alpha in around 300 distant galaxies, a consistency emerged: this magic number, which tells us the strength of electromagnetism, is not the same everywhere as it is here on Earth, and seems to vary continuously along a preferred axis through the universe,” Professor John Webb from the University of New South Wales said.

The implications for our current understanding of science are profound. If the laws of physics turn out to be merely ‘local by-laws’, it might be that whilst our observable part of the universe favours the existence of life and human beings, other far more distant regions may exist where different laws preclude the formation of life, at least as we know it.”

“If our results are correct, clearly we shall need new physical theories to satisfactorily describe them.”

The researchers’ conclusions are based on new measurements taken with the Very Large Telescope (VLT) in Chile, along with their previous measurements from the world’s largest optical telescopes at the Keck Observatory in Hawaii.

Mr Julian King from the University of New South Wales explained how, after combining the two sets of measurements, the new result ‘struck’ them. “The Keck telescopes and the VLT are in different hemispheres — they look in different directions through the universe. Looking to the north with Keck we see, on average, a smaller alpha in distant galaxies, but when looking south with the VLT we see a larger alpha.”

“It varies by only a tiny amount — about one part in 100,000 — over most of the observable universe, but it’s possible that much larger variations could occur beyond our observable horizon,” Mr King said.

The discovery will force scientists to rethink their understanding of Nature’s laws. “The fine structure constant, and other fundamental constants, are absolutely central to our current theory of physics. If they really do vary, we’ll need a better, deeper theory,” Dr Michael Murphy from Swinburne University said.

“While a ‘varying constant’ would shake our understanding of the world around us extraordinary claims require extraordinary evidence. What we’re finding is extraordinary, no doubt about that.”

“It’s one of the biggest questions of modern science — are the laws of physics the same everywhere in the universe and throughout its entire history? We’re determined to answer this burning question one way or the other.”

Other researchers involved in the research are Professor Victor Flambaum and PhD student Matthew Bainbridge from the University of New South Wales, and Professor Bob Carswell at the University of Cambridge (UK).

Related:

 

Carbono em Molécula como cópia fiel da Matriz

Graphene Grafeno

Graphene Gazing Gives Glimpse Of Foundations Of Universe

http://www.sciencedaily.com/releases/2008/04/080403140918.htm

ScienceDaily (Apr. 4, 2008) — Researchers at The University of Manchester have used graphene to measure an important and mysterious fundamental constant – and glimpse the foundations of the universe.


The researchers from The School of Physics and Astronomy, led by Professor Andre Geim, have found that the world’s thinnest material absorbs a well-defined fraction of visible light, which allows the direct determination of the fine structure constant.

The universe and life on this planet are intimately controlled by several exact numbers; so-called fundamental or universal constants such as the speed of light and the electric charge of an electron.

Among them, the fine structure constant is arguably most mysterious. It defines the interaction between very fast moving electrical charges and light — or electromagnetic waves — and its exact value is close to 1/137.

Working with Portuguese theorists from The University of Minho in Portugal, Geim and colleagues report their findings online in Science Express. The paper will be published in the journal Science in the coming weeks.

Prof Geim, who in 2004 discovered graphene with Dr Kostya Novoselov, a one-atom-thick gauze of carbon atoms resembling chicken wire, says: “Change this fine tuned number by only a few percent and the life would not be here because nuclear reactions in which carbon is generated from lighter elements in burning stars would be forbidden. No carbon means no life.”

Geim now working together with PhD students Rahul Nair and Peter Blake have for the first time produced large suspended membranes of graphene so that one can easily see light passing through this thinnest of all materials.

The researchers have found the carbon monolayer is not crystal-clear but notably opaque, absorbing a rather large 2.3 percent of visible light. The experiments supported by theory show this number divided by Pi gives you the exact value of the fine structures constant.

(Matrix note: since that graphene represents a perfect closed system it is predicted that it does not accept intrusion, so, it must not absorble light. This is the reason it is opaque? But, transformed into building block among organic matter it needs a strong substance for performing the bridges linking the atoms. Maybe here light, photons, are necessary: only when graphene is performing molecules. See this from wilipedia: “graphene is a single atomic plane of graphite, which—and this is essential—is sufficiently isolated from its environment to be considered free-standing.”

And see also: As of 2009, graphene appears to be one of the strongest materials ever tested. Measurements have shown that graphene has a breaking strength 200 times greater than steel.)

The fundamental reason for this is that electrons in graphene behave as if they have completely lost their mass, as shown in the previous work of the Manchester group and repeated by many researchers worldwide.

(Matrix note: well… matter for many thoughts. The scientist’s theory makes sense: for a terrestrial atom changing his natural behavior which composes gases, rocks, water, etc., it needs a strong charge of photons from LUCA. Of course, the proportion between mass and energy of particles should change. Or maybe is the case that the mass inside the atom are acelerated and transformed into energy, which is manipulated by LUCA? See this from wikipedia:  It has proven difficult to synthesize even slightly bigger molecules, and they still remain “a dream of many organic and polymer chemists”. Furthermore, ab initio calculations show that a graphene sheet is thermodynamically unstable with respect to other fullerene structures if its size is less than about 20 nm (“graphene is the least stable structure until about 6000 atoms” and becomes the most stable one (as within graphite) only for sizes larger than 24,000 carbon atoms).[5] The flat graphene sheet is also known to be unstable with respect to scrolling, which is its lower energy state.)

The accuracy of the optical determination of the constant so far is relatively low, by metrological standards.

But researchers say the simplicity of the Manchester experiment is “truly amazing” as measurements of fundamental constants normally require sophisticated facilities and special conditions.

With large membranes in hand, Prof Geim says it requires barely anything more sophisticated then a camera to measure visual transparency of graphene.

“We were absolutely flabbergasted when realized that such a fundamental effect could be measured in such a simple way. One can have a glimpse of the very foundations of our universe just looking through graphene,” said Prof Geim.

“Graphene continues to surprise beyond the wildest imagination of the early days when we found this material.

“It works like a magic wand — whatever property or phenomenon you address with graphene, it brings you back a sheer magic.

“I was rather pessimistic about graphene-based technologies coming out of research labs any time soon. I have to admit I was wrong. They are coming sooner rather than later.”

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From Wikipedia, the free encyclopedia

Graphene

Graphene is a one-atom-thick planar sheet of sp2-bonded carbon atoms that are densely packed in a honeycomb crystal lattice. It can be visualized as an atomic-scale chicken wire made of carbon atoms and their bonds. The name comes from graphite + -ene; graphite itself consists of many graphene sheets stacked together.

The carbon-carbon bond length in graphene is about 0.142 nm. Graphene is the basic structural element of some carbon allotropes including graphite, carbon nanotubes and fullerenes. It can also be considered as an infinitely large aromatic molecule, the limiting case of the family of flat polycyclic aromatic hydrocarbons called graphenes.

DescriptionA simple, non-technical definition has been given in a recent review on graphene:

Graphene is a flat monolayer of carbon atoms tightly packed into a two-dimensional (2D) honeycomb lattice, and is a basic building block for graphitic materials of all other dimensionalities. It can be wrapped up into 0D fullerenes, rolled into 1D nanotubes or stacked into 3D graphite.[1]

Previously, graphene was also defined in the chemical literature as follows:

A single carbon layer of the graphitic structure can be considered as the final member of the series naphthalene, anthracene, coronene, etc. and the term graphene should therefore be used to designate the individual carbon layers in graphite intercalation compounds. Use of the term “graphene layer” is also considered for the general terminology of carbons.

In 2004 physicists from University of Manchester and Institute for Microelectronics Technology, Chernogolovka, Russia, found a way to isolate individual graphene planes by using Scotch tape and they also measured electronic properties of the obtained flakes and showed their fantastic quality.[9] In 2005 the same Manchester group together with researchers from the Columbia University (see the History chapter below) demonstrated that quasiparticles in graphene were massless Dirac fermions. These discoveries led to the explosion of interest in graphene.

In 2008 graphene produced by exfoliation was one of the most expensive materials on Earth, with a sample that can be placed at the cross section of a human hair costing more than $1,000 as of April 2008 (about $100,000,000/cm2).[13] Since then, exfoliation procedures were scaled up, and now companies sell graphene by ton.[15] On the other hand, the price of epitaxial graphene on silicon carbide is dominated by the substrate price, which is approximately $100/cm2 as of 2009. Even cheaper graphene has been produced by transfer from nickel by Korean researchers,[16] with wafer sizes up to 30″ reported.

Despite the zero carrier density near the Dirac points, graphene exhibits a minimum conductivity on the order of 4e2 / h. The origin of this minimum conductivity is still unclear. However, rippling of the graphene sheet or ionized impurities in the SiO2 substrate may lead to local puddles of carriers that allow conduction.[53] Several theories suggest that the minimum conductivity should be 4e2 / πh; however, most measurements are of order 4e2 / h or greater[1] and depend on impurity concentration.

(Matrix notes: as organic closed system copy graphene should be not conductor. the low conductivity must be due impurity.)

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Other Articles Here about Graphene – Grafeno:

Cientistas estão a um passo de construir uma cópia da galáxia em miniatura e funcionando!

Section Portuguese – maio 28, 2012

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Other Articles Internet:

Scientists find that graphene can be used to build lasers

http://www.engadget.com/2013/05/26/graphene-lasers/?utm_medium=feed&utm_source=Feed_Classic&utm_campaign=Engadget