Kolmorogov Complexity: Como resumir uma grande complexidade em um código simples, tal como a formula Matrix/DNA

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https://en.wikipedia.org/wiki/Kolmogorov_complexity

Um exemplo, para explicar a Complexidade de Kolmorogov: Não tem nenhum outro jeito de representar a descrição de um DNA (actagcctag… e mais 3 milhões de letras) a não ser escrevendo a mesma sequência de letras, no mesmo comprimento do texto, significando que a representação nada mais é que uma cópia do original, feita com outro material em outra circunstância. Isto torna a tarefa da programação de computadores muito difícil, quase impossível lidar com complexos objetos. O corpo de uma lagartixa necessitaria uma longa enciclopédia de palavras e símbolos de linguagem computacional para descreve-la totalmente. Kolmorogov lidou com este problema. Mas se minha teoria geral estiver correta, a Natureza opera computacionalmente, composta de hardware e software, e Ela encontrou um jeito de contornar esta dificuldade. Para descrever o mesmo DNA acima bastaria ela escrever: ” Insira um grupo grande composto de F2 + F3 + F5 + F6, 3 milhões de vezes, de maneira que cada vez haja um grau de variação x na posição dos Fs. Insira entre cada grupo grande o grupo pequeno composto de F1 + F4 e adicione em cada inserção o resultado da variação do grupo grande anterior “. Ou seja, ela resume vários milhões de caracteres num software com uma centena de caracteres, os quais depois são resumidos a sete caracteres, as sete Funções Sistêmicas, os sete Fs. Porque, se a minha teoria estiver correta, em cada secção do DNA as 4 bases no meio (genótipo) processam uma informação especifica, então vem a uracila replicando a secção, então as bases passam essa informação para cima, para os dois açucares das hastes (fenótipo), na próxima secção sendo construída, os quais vão acumulando todas as informações como numa memoria.

Sera que finalizei a charada que Francis e Crick começaram? Se minha teoria for provada correta não teremos como negar que matei a charada. Mas ao invés de me orgulhar disso, fico triste, pois teria sido melhor que alguém da academia tivesse matado a charada. Ninguém vai me ouvir, nem vou contar a ninguém porque não adianta, e vou ter que assistir um mundo de humanos sendo torturados por doenças que poderão ser evitadas com estas descobertas. Triste… O simbolo F2 substitui a letra “a”, ou adenina, do DNA. O simbolo F3 substitui a letra T, ou timina. O simbolo F5 significa a letra c, citosina e F6 = g = guanina. F1 é o açúcar desoxirribose na haste esquerda, F4 é o da haste direita. O simbolo F5 é a uracila, função replicadora. Assim estes sete fs compoem um funcional sistema natural que fé a formula da Matrix/DNA que é a unidade fundamental de informação do DNA. A Natureza faz isso num computador natural, mas nos não vamos fazer isso neste rude computador artificial. Porque os Fs da Natureza são peças naturais, as quais  são forças, objetos, vivos, auto-moventes, pela energia do ciclo vital, enquanto as peças do computador artificial são fixas, imoveis, sem vida. As peças naturais vão mudando-se a cada segundo em consonância com o resto do ambiente, o Cosmos, mudando a cada unidade cosmológica do tempo.

Mas a coisa ainda é mais complexa. A Natureza encontrou um jeito de escrever todos os objetos, todos os corpos, trilhões deles, todos somados, num simples curto texto que se trata na verdade, de uma simples onda de luz! Se a minha teoria da luz estiver correta, a onda de luz inicial emitida no Big Bang continha todas as informações para tudo o que existe e o que ainda virá a existir neste Universo. Assim como os microscópicos genomas dos pais contem todas as informações para tudo o que existe no corpo de um feto e ainda virá a existir quando o feto se tornar um adulto… O segredo de como a extrema (aparente ) simplicidade e curto comprimento de uma onda de luz pode conter a maior complexidade do Universo está no seguinte: imagine uma onda de luz representada na tela do computador como uma linha senoidal, representando a radiação do campo eletromagnético. Agora imagine aquela linha senoidal formada de pontos, mais exatamente sete pontos. São os sete Fs da formula da Matrix/DNA. Mas quando botamos uma lente sobre um ponto vemos que dentro dele existe outro ponto menor. Botando a lente sobre o ponto menor, surge outro ponto dentro dele menor ainda. E assim parece que a coisa vai ao infinito. Cada ponto é uma informação, o tamanho do ponto é proporcional ao estagio evolutivo do objeto/corpo representado. Uma simples onda de luz é um fractal contendo fractais de si mesma ao infinito… … se o raciocínio de um semi-macaco zé-ninguém recém saído da selva sem ter nem um sapato, estiverem corretos. Azar meu, pois ao invés de estar calculando códigos genéticos e fractais de luz ao infinito devia ter a inteligencia de procurar como conseguir um sapato… xxxx PESQUISA SOBRE A COMPLEXIDADE DE KOLMOROGOV:

Complexidade de Kolmogorov

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A complexidade de Kolmogorov tem sua origem nos anos 1960, quando Andrei Kolmogorov, Ray Solomonoff e Gregory Chaitin desenvolveram, de forma independente, uma teoria da informação baseada no tamanho dos programas para a Máquina de Turing. Convencionou-se chamar a área genericamente de “complexidade de Kolmogorov” em homenagem ao famoso matemático russo, e fundador da área, Andrei Nikolaevich Kolmogorov .
complexidade de Kolmogorov é uma teoria da informação e do acaso, profunda e sofisticada, que trata da quantidade de informação de objetos individuais, medida através do tamanho de sua menor descrição algorítmica. Ela é uma noção moderna de aleatoriedade, e refere-se a um conceito pontual de aleatoriedade, ao invés de uma aleatoriedade média como o faz a teoria das probabilidades. Ela é um ramo derivado da teoria da informação de Claude Shannon, embora hoje possa ser considerada uma área de pesquisa madura e autônoma. ( cont.)
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