Michelson–Morley Experiment: Luz, Eter Luminifero, ou outra substância do espaço

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Eu cai neste assunto quando estava numa discussão e alguém fez um argumento citando este experimento. Logo pensei que o experimento tratava de “substancia espacial” a qual é motivo que afeta minha teoria, então precisava ver isso. Mas depois de tanta pesquisa me lembrei que não, a substancia espacial em nada afeta a matéria, ela é apenas uma especie de conceito abstrato necessário como meio da luz produzir matéria, massa e energia. Uma fabrica humana se apoia no solo terrestre e tira do solo terrestre matéria-prima para se construir como fabrica, mas o solo terrestre, enquanto estático, não produz nenhum movimento que afete a fabrica. Tudo e todos envolvidos na existência da fabrica nem mesmo nota o solo que esta embaixo deles. Então para que me preocupar e debater  a substancia espacial, quer lhe deem o nome de eter, ou outro, como dark matter, ou como o “new aether” de Einstein ?

E minha conclusão se encaixa na conclusão final do longo artigo no Wikipedia sobre eter luminífero, que é o seguinte:

” The only similarity of this relativistic aether concept with the classical aether models lies in the presence of physical properties in space, which can be identified through geodesics. As historians such as John Stachel argue, Einstein’s views on the “new aether” are not in conflict with his abandonment of the aether in 1905. As Einstein himself pointed out, no “substance” and no state of motion can be attributed to that new aether. Einstein’s use of the word “aether” found little support in the scientific community, and played no role in the continuing development of modern physics”

Mas valeu a pesquisa e os registros aqui porque muita informação nova e velha foram recapituladas, e alem disso, nessas analises abaixo desenvolvi interessantes insights, como a da relação entre a velocidade dada por um motorista ao carro e a velocidade ordenada por lei pela sociedade.

Khan Academy – My Account ( preciso assistir aulas para obter 5.000 pontos para poder postar questoes):

https://www.khanacademy.org/profile/kaid_509150817467256209029728/courses

Michelson–Morley Experiment Introduction (good video) 

Simple idea behind the Michelson‒Morley experiment to detect ether wind.

https://www.khanacademy.org/science/physics/special-relativity/michelson-and-morleys-luminiferous-ether-experiment/v/michelson-morley-experiment-introduction

Observar que mais informações se obtém na Wikipedia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Michelson%E2%80%93Morley_experiment#Subsequent_experiments

Ok… no seculo 19 se pensava que existe um éter luminífero. mas os físicos trouxeram a ideia de que tanto a luz como galaxias se movem com uma velocidade  causada pelo eter, então o eter deve se mover como um vento. Entao Michelson e Morley pensaram num experimento para ver se existe o vento do eter. Refletiram um raio de luz em espelhos e tal, e observaram que quando o raio se divide em dois, e uma metade segue direto em frente e a outra metade reflete subindo, no final as duas tem o mesmo padrão de velocidade. Então, concluiram não existe o vento do eter, pois em qualquer direção que a luz se dirige, não é afetada por nenhuma substancia do espaço.

Isto vai contra minha intuição que entrou como parte da minha teoria. Por isto não gosto da teoria e devo procurar algum erro no experimento. Se não encontrar erro, vou ter que rever minha intuição e os pontos onde isso entra na minha teoria.

Para começar tenho questões. De onde os físicos tiraram a ideia que o eter se move ou é movido e aponto de produzir um vento? Na minha intuição existe uma substancia do espaço (que mais chamaria de matéria escura ou não-matéria, que eter) mas esta substancia é inerte, imóvel, ao menos dentro deste universo. O que se move, o responsável por todos os movimentos neste mundo, é onda de luz, principalmente a original emitida pelo Big Bang. A dark matter , ou eter, se for luminífero seria devido a luz no meio dela. Mas como é uma onda de luz de primeira geração (não como a luz das estrelas e outros, que são de segunda ou mais gerações) ela é demasiado forte para nossa visão, ela nos cega, e assim não vemos a matéria iluminada como pano de fundo deste universo.

A luz original se move devido a sua anatomia, ao que ela é feita. na sua anatomia já esta programada um movimento de expansão, de crescimento, e depois retração na forma de luz escura, energia negativa, etc. Na sua anatomia esta inscrito o processo do ciclo vital, o mesmo que faz uma bolinha chamada blástula se expandir e crescer no espaço e no tempo tornando-se um adulto corpo humano, e depois degenerando.

Então não existe vento do eter ou no eter. E como os corpos como o planeta, o sistema solar, a galaxia se move em orbitas? Isto é devido todos estes corpos serem partes de sistemas, e todos estes sistemas serem partes de um sistema maior que é a própria onda de luz. O movimento da onda de luz, quando impregna uma porcão do eter, deixa ali uma parte de si, constrói ali um sistema, o qual vai ser internamente movente, ou seja, todos seus objetos/partes se movem, e como este sistema faz parte de um sistema maior, o sistema se move movido pelo sistema maior.

Então a velocidade da luz e dos objetos nada tem a ver com uma outra velocidade que não existe, que seria a velocidade do vento do eter. Por isso, esse resultado neste experimento.

Analogia das velocidades dos  corpos no espaço sideral com a velocidades dos automóveis. 

A velocidade dos corpos no espaço pode ser entendida por uma analogia com corpos humanos. A sociedade, o coletivo dos humanos formam um sistema, o social. este sistema tem leis do transito que impõe padrões de velocidades aos motoristas, para menor velocidade do que o motorista desejaria, ou para maior, como em ruas residenciais. Então o motorista dirige numa velocidade, um padrão para todos os carros. Podemos dizer que é o sistema maior que o corpo, que determina a velocidade do corpo. Mas de nada adiantaria essa determinação se o motorista estiver morto. O motorista também tem em si a propriedade da velocidade, do movimento autônomo, sem ela não existe movimento. A mesma coisa acontece com os objetos no espaço sideral. Existe sempre um sistema ao qual o corpo pertence, o corpo sempre esta no território de um sistema, e este sistema esta dentro do território de outro sistema maior, etc. Então os corpos no espaço se movem também porque tem a força para se moverem em si. E isto porque em todo corpo tem fótons de luz dentro dos elétrons dentro dos átomos.

Tenho motivos para crer que a sociedade humana caminha para adquiri uma anatomia interna que é semelhante a anatomia interna do corpo humano, porque aquela é uma auto-projeção desta. Por exemplo, no corpo tem um órgão com a função de fazer a limpeza das impurezas. Esta função sistêmica é projetada quando a humanidade constitui um sistema social na forma da função da policia. Na verdade o que esta se auto-projetando e modelando o sistema social é a formula da Matrix/DNA, que é a formula que construiu o corpo humano e seu DNA.

Pois os sistemas celestes como estelares, galácticos foram feitos pela mesma formula. Então ela tem que estar nos corpos celestes, como o DNA esta nos corpos humanos. E ela esta na forma dos seus bits/informação, os fótons. Em outra parte da teoria, descrevo como a friccao da propagação da luz no meio da substancia espacial cria a energia. Uma das maneiras de nominar a energia é eletricidade. esta é composta por elétrons. E como disse acima, os elétrons contem fótons. Na verdade energia, eletricidade, são fótons, que são luz.

Como a luz tem si programada que deve se mover, expandindo-se, os seus fótons também tem este programa, são auto-moventes, e com isso empurram o corpo onde estão. Mas aqui vai entrar campos magnéticos, atracão e repulsão entre corpos, gravitação, tudo derivado da luz no espaço total como sistema maior e dela dentro dos corpos. etc.

Mas existe outro detalhe. A formula dos sistemas naturais.

Esta mostra que o circuito sistêmico contendo o fluxo de informações/energia do sistema é dividido em duas metades quando chega em F4. Uma metade continua direto desenhando a esfera, outra metade cai na direção do núcleo do sistema. Ou seja, as mesmas direções produzidas pelo espelho no experimento. Acontece que a velocidade do fluxo fe sempre a mesma, esteja ele inteiro, ou dividido em duas metades, ou descendo ou subindo. E esta, como todas as demais propriedades dos sistemas vem das propriedades da onda de luz. Isto significa que também a onda de luz tem uma só velocidade, e sempre, a não ser que adentre um espaço com matéria mais ou menos densa. No experimento, depois da divisão das duas metades, elas continuaram no mesmo espaço, com a mesma substancia, portanto tem que ser igual.

Eu não captei como e onde este experimento prova que não exista uma substancia espacial, deem a ela o nome que quiserem.

E isto me induz a entrar na discussão da Khan, porem preciso antes dos 5.000 pontos.

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Bem… no precisei ir muito longe para saber que não sou apenas eu que tem argumentos contra a interpretação dos físicos sobre o experimento. Bastou dar uma olhada nos comentários abaixo do vídeo da Khan e encontrar que muita gente não concorda e gente pesada dentro da própria física, como Paul Dirac e… Einstein:

2 years ago
Great question Jim/Jennie… the MM experiment showed that the speed of light is constant in all directions. Einstein then showed it is constant from all reference frames (I.e. it is governed by some sort of universal speed limit). Paul Dirac in 1951 showed that MM did not rule out the presence of an Ether when he took into account the Uncertainty Principle (you can’t know velocity and position for relativistic particles like light). Many people have kept up with the idea that MM means no ether but even Einstein never thought that and encouraged his mentoree David Bohm (who wrote one of the definitive textbooks on Quantum Mechanics) to further develop De Broglie’s Pilot Wave Theory (which of course requires a medium or an Ether).
Mas tem os que defendem a conclusão no experimento, como o post abaixo:
3 years ago
They look at the interference pattern that comes from recombining the light beams. They tune the lengths until they get a pattern that indicates the lengths are the same (or different by an integer number of wavelengths). Once it is set up, they are looking for CHANGES that occur as the earth moves. If the direction of the ether “wind” is changing, the interference pattern will change.
The pattern didn’t ever change, so they had to abandon the idea of the ether
Mas eu ainda acho que isto apenas desaprova existência do vento, e não do éter.
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