O sapo fervido: a ideologia, a ausência de prova cientifica e seus efeitos nas relações entre humanos

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O texto abaixo é comum em todas as menções a tal “Síndrome do Sapo Fervido”

https://www.cpt.com.br/para-refletir/a-sindrome-do-sapo-fervido

Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado em um recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e feliz. No entanto, outro sapo, jogado nesse mesmo recipiente já com água fervendo, salta, imediatamente, para fora, meio chamuscado, porém, vivo!

Existem pessoas que têm comportamento similar ao do SAPO FERVIDO. Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que vai passar, que é só dar um tempo… e, muitas vezes, fazem um grande estrago em si mesmas, “morrendo” inchadinhas e felizes, sem, ao menos, ter percebido as mudanças.
 
Outras, ao serem confrontadas com as transformações, pulam, saltam, em ações para implementar as mudanças necessárias. Encorajam-se, diante dos desafios, buscam a melhor saída para a solução dos problemas, tomam atitudes.

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Analise pela Matrix/DNA Theory:

– Em primeiro lugar, o texto não fornece a fonte dos “vários estudos biológicos”. Quem registrou um “paper cientifico” relatando que pôs um sapo numa panela com água sobre o fogo e observou o sapo ate ele morrer? Em relação ao alimento, como este alimento estava na água? Pois sem alimento , por instinto natural, o sapo teria se debatido para sair da panela. E quem pôs um sapo numa panela com água quente e o viu saltar fora?

Sem estas informações, o resto do texto deve ser considerado como construção imaginaria, uma teria sobre o que aconteceria se… Não importa que a teoria nos pareça bastante logica, racional, que os efeitos subsequentes as causas estejam bem fundamentados no nosso tipo de logica, pois estamos cansados de observar que muitas vezes surgem elementos não previstos determinando efeitos imprevistos. E isto acontece aqui também, como vamos ver mais a frente.

Suspeito que alguém fortemente crente nessa teoria iria retrucar dizendo que “ninguém vai produzir este tipo de paper porque seria confissão de um crime contra animais, etc.” Mas o interessante é que este experimento é praticado a todo momento em todos os lugares contra seres humanos. As oligarquias predadoras apertam enquanto podem o torque em volta dos empregados escravos para ver ate onde podem sugar suas energias pelo menor custo. Então, contra os outros animais na pode, mas com humanos, estamos permitindo.

Como não foi fornecido o registro de um experimento com sapos, mas temos a nossa disposição a observação deste experimento com humanos, a teoria deveria chamar-se ” A Síndrome do Humano Fervido”. Parece esdrúxulo, paradoxal, mas esta é a realidade dos fatos concretos, dos quais a logica na tem como escapar.

A ideologia predadora (ilusoriamente auto-intitulada de “direita”) fundamentada nesta teoria e reforçada por textos “sagrados” criados por ela própria na forma de “religião”, encontra nesta teoria o argumento-muleta para se auto-justificar na manutenção de seus privilégios. Imediatamente o texto sai do reino dos sapos, extraindo dele um processo natural (teórico) e insere este processo no reino dos humanos. O humano se torna igual ao sapo. E isto é uma aberração, pois humano são muito diferentes de sapos. Este terrível engano da ideologia predadora tem causado desagradáveis surpresas aos predadores quando… ” o sapo pula fora da água fervente e mata quem esta aquecendo a água”. Bons exemplos foi a corte e a família do Rei Luis XV, os Czares da Russia, O Coronel e ditador Muammar Kadhafi do Líbano, etc .

Mas a honesta observação dos fatos reais provam que esse processo teórico entre sapos não se repete com humanos. Apertar o nó do laço que prende os escravos produz os grupos da “esquerda”, os rebeldes, os bandidos de rua, os terroristas, as revoluções populares. O sapo não se mantem inerte ao sentir a água esquentar, ele se debate preferindo enfrentar ou antecipar sua morte.

Em outros eventos ou fatos concretos observa-se que sim, o processo teórico entre sapos se repete como processo real entre humanos. E’ desta forma que os poucos e menores isolados predadores se tornam agrupados em mafias, crescem em força bruta e se tornam monstros invencíveis. Porque um quantidade de escravos separados entre si foram suportando o apero no laço, não reagiram e não tem outro destino senão morrerem “inchadinhos na água fervente”.

Dentro da Matrix/DNA, nos sentimos que temos de mudar estes humanos que não reagem ao esquentar da água. Porque? Bem, primeiro porque nos sentimos muito mal psiquicamente vendo humanos inferiorizados e escravizados, assim como quando vemos humanos indolentes, mentalmente preguiçosos, com instinto das presas. Segundo, e mais importante, porque a nossa visão do mundo em que “somos 8 bilhões de genes semi-conscientes com informações e a missão suprema de gerar uma característica de um embrião super-consciente universal” implica que todos os cérebros humanos tem que estarem livres para se evoluírem e se configurarem adequadamente para executarem suas missões. Portanto não pode haver sapos inertes, seja em águas tranquilas ou águas ferventes. Assim como devem ser combatidas as forças que impedem estes humanos de evoluírem seus cérebros e cumprirem suas missões.

A “lenda” do sapo ferido – sim, por enquanto é uma lenda, enquanto não houver um experimento observado real e relatado cientificamente ou empiricamente disponível a ser reproduzido para qualquer constatação – esta sendo muito divulgada, e para crianças, estudantes, como prova o próprio texto acima como conteúdo de um currículo educacional. Mas não é transmitido como lenda, ou teoria, ou fabula, e sim como verdade absoluta comprovada – por estudos biológicos. E em todos estes textos curriculares, mencionam humanos que se comportam em acordo com o processo descrito na teoria, porem emitem a outra metade da historia, que é o processo real dos humanos que reagem de forma contraria ao processo.

Então, dentro da Matrix/DNA descobrimos mais um foco a entrar a entrar para o rol da “desconstrução da matriz milenar cultural”. Temos que reagir com nossos senões e argumentos toda vez que vemos este falso ou incompleto ensinamento com efeito doutrinário sendo ministrado aos leigos.

Em adição, temos que fazer uma varredura, uma pesquisa ampla sobre as causas criadoras dessa teoria, se existem experimentos científicos, observações empírica, etc. E’ o que faremos a seguir aqui:

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PESQUISA pela MATRIX/DNA:

 

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