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Os modelos academicos do Universo (sem vida) comparados ao midelo pela Matrix/DNA (Universo com vida)

Wednesday, October 9th, 2019

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Video no Youtube:

“Are we Seeing Signals from Before the Big Bang?” – Professor Sir Roger Penrose OM FRS

https://www.youtube.com/watch?v=npmDbbGbSoE

No video tem vários desenhos teóricos do Universo semelhantes ao que fiz no gráfico cartesiano “Do Big Bang ao Big Birth”.

Ver se consigo estes desenhos em outras fontes para incluir no livro, ou num artigo.

 

Big Bang Theory: explicada e empiricamente provavel

Sunday, July 21st, 2019

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A teoria da Matrix/DNA tem uma distinta e própria explicação para as origens do Universo. Mas em essencia, ela narra um evento em que os movimentos básicos são similares ao da teoria do Big Bang. Ela aceita e contém todas as evidências físicas que a teoria do Big Bang aponta como seu suporte. Portanto a diferenca crucial fe de “interpretacao” do evento. Enquanto a teoria científica trata em tudo com apenas fatos fisicos, a Matrix/DNA trata o todo do evento com fatos físicos mais os biológicos.

Vejamos os argumentos apontados pelos acadêmicos suportando a teoria do Big Bang:

Na verdade existe máxima explicabilidade para o modelo padrão do Big Bang. Ele explica a expansão acelerada do espaço. Quanto mais longes as galáxias estão, menos frequentes e com maior amplitude serão as ondas emitidas. Esse é o efeito Doppler. Como analogia, as ondas de som propagadas pela sirene de uma ambulância são mais frequentes e mais curtas quando a ambulância está próxima de nós, de forma que quanto mais distante a ambulância estiver mais longas e menos frequentes são as ondas de som.

A teoria do Big Bang explica a radiação cósmica de fundo, que não é associada com nenhuma fonte de luz no universo, mas somente com a radiação emitida nos primórdios do universo, na chamada época da recombinação. As leves anisotropias ou irregularidades na radiação evidenciam as pequenas flutuações de vácuo na era inflacionária que se transformaram nas sementes das grandes estruturas de matéria formadas posteriormente.

A teoria do Big Bang explica a abundância e proporção de elementos leves como hélio e hidrogênio no universo. Fora da nucleossíntese inicial não há razão conhecida para que no universo primevo tenha surgido mais hélio que deutério ou mais deutério que hélio-3.

As supostas discrepâncias que o Big Bang não explica são suprimidas quando verificamos que em máxima magnitude o universo de proporção média zero padroniza e uniformiza todas as variáveis. Logo as flutuações estatísticas locais são igualmente neutralizadas. Com efeito há normatização estatística da distribuição inicialmente estocástica de variáveis, de modo que impera tão somente o determinismo absoluto. Isso pois a infinitude é o patamar máximo no qual a liberdade de ação, que caracteriza a randomicidade e aleatoriedade, cessa completamente.

O Big Bang explica os fenômenos relevantes, incluindo os não referidos. Máxima explicabilidade é máxima performance empírica.

A relatividade geral, base do modelo cosmológico padrão, passou em efetivamente todos os testes a que foi submetida. Por consequência tem extrema credibilidade empírica.

Em caso de obscuridade o modelo cosmológico padrão tem o benefício da dúvida, sendo factual até que se prove o contrário. Sendo assim, mediante seu caráter extremamente exitoso, não se deve suspender juízo nem sugerir falibilidade do modelo, mas sim presumir plena legitimidade. À vista disso, na dúvida os postulados básicos da física quântica e da relatividade geral são plenamente compatíveis desde que ambas tem altíssima credibilidade empírica. Dessa forma seus princípios fundamentais se mantem completamente incólumes.