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The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques

Wednesday, February 23rd, 2011

O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas

The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques

O excelente artigo abaixo escrito por uma conselheira educacional e professora norte-americana me fêz descobrir mais uma das maneiras que ameaçam perigosamente o futuro da liberdade da mente humana. Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o nosso DNA é vivo e biológico mas êle veio do mundo anterior naturalmente, do mundo das galáxias e dos átomos, os quais portanto são nossos ancestrais. Mas nessa história dos nossos não-biológicos ancestrais a evolução dêles foi muito influenciada por uma tendência da matéria que é construir para si mesma um “paraíso fechado” onde existe equilibrio termodinamico, proteção e segurança sem trabalho, para sua parte massa, e,  campo aberto para a alta velocidade e fricções que comprazem sua parte “energia”. Dominados por seu lado material, o espirito ainda primitivo dos nossos ancestrais não-biológicos caíram na armadilha de construírem LUCA – the Last Universal Common Ancestor – segundo o modêlo que apresento aqui neste website. Foi o verdadeiro Paraíso do Eden para a matéria mas um inferno insuportável para a mente, ou espirito, na sua fase da infancia do crescimento. Como resultado, caíram aqui para rastejarem sendo filhos da necessidade e até agora estamos tentando nos levantar de novo.

Mas o problema é que nós como seres biológicos surgimos como bactérias surgem dentro de um corpo, portanto, o meio ambiente é ainda dominado pelo corpo, temos que dançar a musica que êle toca. Portanto, alem de LUCA ser a base de nossa herança genética, estando portanto dentro de nós, ele é o senhor do mundo externo a nós, estamos dentro dele. Esta herança de um êrro que nós mesmo cometemos na forma de nossos antepassados é o que se chama “gene egoísta”, e tende a nos conduzir a reconstruir o paraíso perdido, a mesma armadilha que nos complicou a existência e nossa evolução. Genética e ambientalmente somos conduzidos a refazer o sistema fechado em si mesmo que funcionava ou funciona ainda como uma maquina perfeita, o relógio newtoniano, dirigindo e mantendo a estrutura astronomica. 

Mas se continuar isto, tôda a biosfera terrestre estará conectada com a maquina astronomica e nós humanos sem o perceber-mos estaremos nos tornando uma mera peça do sistema mecânico. Nossa mente e auto-consciência que ainda está em sua fase primitiva, larvária, será pêga pela máquina antes que a percebamos e amordaçada, algemada, emprisionada, deixará de evoluir, até que novamente o Universo acione sua lei da degenerescência entrópica, nos salve da prisão, para recomeçar-mos de novo.

Esta teórica visão do mundo surgiu da minha interpretação dos modêlos da Matriz/DNA e quando me deparei com ela fiquei muito preocupado, óbviamente. Como ainda é teoria não sei se tudo isto está correto ou se apenas parte dela. Mas o bom samaritano deve ser previdente. Ficar de olho no que está ocorrendo à volta. Sempre me faço esta questão: “Estamos vendo sinais de que estejamos sendo conduzidos para o Admiravel Mundo Novo de Huxley sob o Império do Big Brother de Orwell, profecias que foram perfeitas descrições do que seremos se reconstruir-mos LUCA aqui na Terra? ‘

Pelo menos uma pessoa, ou seja eu, tenho que ficar de olho aberto. E sempre que vejo algo suspeito indo naquela direção, vou registrar nêste website, de maneira que, se um dia conseguir provar a existência da Matriz/DNA, os que ficarem já terão o trabalho adiantado. Vai daí que por acaso lí na Internet o artigo em questão que seria um exemplo e uma evidência que os modêlos da Matriz/DNA estariam corretos.

O que pode abrir um sistema fechado, para desespêro de LUCA, é sua parte masculina, a qual tem o poder de manter a reciclagem do sistema re-ejaculando a energia e o pacote de informação que replica o sistema, mas isto se ele dirigir o jato da sua ejaculação para dentro do sistema, na direção da parte feminina que se aloja no nucleo, na Função 1. Ora, é da Natureza masculina a força centrífuga, a expansão, e para isso êle precisa existir como sistema aberto. O fato de que a parte masculina contribuiu para construir o sistema fechado em LUCA  foi sua fraqueza perante as tentações da matéria formando seu corpo, e por deixar-se convencer pela sua anti-cara-metade, a parte feminina que tem as tendencias da fôrça centrípeta, de internalizar-se. Adão foi convencido por sua Eva a qual já havia caído na armadilha da serpente enrolada no sistema de circuito esférico como é o corpo de LUCA. Então, tanto para os Adões como para as Evas de agora, a salvação depende de que nossa metade masculina exerça a sua natureza. Mas o homem está ameaçado. 

Pois o artigo em questão está revelando algo que eu não havia notado mas cujos efeitos nocivos eu sentí, e acho que todos os homens sentiram, quando ainda crianças e jovens nas escolas. O modêlo de escola que existe parece ter sido uma artimanha de LUCA. A escola típica engole o aluno homem para dentro de uma sala fechada, a classe, e ali o põem sentado horas a fio, imóvel, assistindo aula teórica. Ora, a escola devia ser uma área aberta, quase uma fazenda, com ar livre e muito espaço para o aluno homem extravazar sua tendência natural, que é o movimento, e movimento extrovertido, para fora, para a expansão, o mexer nas coisas e tentar transforma-las, etc.. Do jeito que nossas escolas estão desenhadas elas são adequadas para meninas, que tem como tendência a de ficarem sentadas dentro de um ambiente doméstico, protegido, seguro.

O resultado dessa distorção está aparecendo agora e a cada dia mais forte. Veja as estatísticas apresentadas pela genial conselheira nêste artigo, relacionadas ao rendimento de homens nas escolas de hoje. Mas porque sómente agora este efeito está se revelando a ponto de ser notado por quem nem sequer conhece a Matriz/DNA? Porque antes as horas de aula eram em menor numero, os recreios eram mais extensos, os alunos só tinham a escola oficial. Hoje as escolas aumentaram suas cargas horárias, o curriculum teórico é muito pesado e precisa ser comprimido tornando os recreios menos extensos, e alem disso o aluno sai da escola oficial e geralmente cai em outra, fazendo algum curso suplementar. Está do jeito que LUCA quer, podando no homem sua possibilidade de abrir o sistema e se conformando a ser uma mera peça estática, sentada. O intrépido caçador de aventuras, o desbravador, o amante do conhecimento de sistemas desconhecidos, atraído para os mistérios de terras longinquas, está sendo amordaçado, manietado, para se tornar um monumento estático, sedentário, uma peça sentada e assentada na engrenagem. Precisamos mudar isso, nossas crianças-meninos estão sendo torturadas pelo inimigo, o qual, aliás, existe dentro de nós e somos nós mesmos. O resultado está bem explicito nas estatisticas, e com Matriz/DNA ou sem Matriz alguma isto é preocupante. Vejamos o artigo:

http://loridayconsulting.com/wordpress/

It’s Your Day

Topics in Education for Parents, Teachers, and Schools

Boys and Girls Learn Differently: What Makes Boys’ Learning Unique

Por: Lori Day

January 1st, 2011

Boys, boys’ education, and how boys learn in America are popular topics among parents and schools these days. Crosby, Stills, Nash & Young sang that we should teach our children well and feed them of our dreams, but for millions of parents of sons, dreams are only that, and boys are falling behind educationally at an alarming rate in this country.  According to Michael Gurian, author of the book titled The Minds of Boys: Saving Our Sons from Falling Behind in School and in Life, boys get the majority of D’s and F’s in most schools, make up 80% of the discipline problems, are four times more likely than girls to be diagnosed with ADHD and medicated, account for 70% of diagnosed learning disabilities, become 80% of the high school dropouts, and now make up less than 44% of the college population.  If you look in your newspaper in June, you will see the photos and bios of valedictorians from many of your local high schools, and will notice that the majority of them these days are girls.  Our boys need our attention, and although some of what I’m about to write pertains to girls as well as boys, and although gender differences naturally fall across a continuum and no single description fits all boys or all girls, there are nonetheless a number of characteristics that differentiate the two genders generally speaking.

As the mother of a female only child, my parenting experience, while not always idyllic, has been relatively peaceful.  As a toddler, my daughter was sedentary and cautious, and seemed to have nowhere she needed to go.  She would sit in one spot on the floor for hours with a pile of books, “reading” to herself.  I could shoot from room to room accomplishing tasks, and she would smile up at me from her place on the living room rug as if wondering, what’s the hurry?  She was much like I was as a child, and nothing like the brothers I had grown up with who requisitioned large expanses of the floor plan of our house for their games, commandeering space like an army of two.  The entire finished basement was needed for indoor hockey (and windows were expendable).  Outdoors, acres of woods were barely enough for their imaginary villages and the conquering of foreign lands. Unwitting trees were the patient recipients of nails and ropes and bungee cords, bending uncomplainingly to the weight of whatever animate or inanimate objects were tied, strapped or hung from them.  Once, my brother devised a pulley system to ferry a dangling ceramic soap dish full of birdseed back and forth between his bedroom window on the third floor and a distant pine tree in the back yard, only to have it immediately collapse under its own weight, sending the heavy chunk of porcelain careening downward in a 90-degree arc until it came into abrupt contact with a doomed sliding glass door.  This was a terrific lesson in physics.  It was also funny.

Boys learn by doing and by moving their bodies through space.  As Gurian explains in his book, the primitive hunters men used to be were the product of hundreds of thousands of years of evolution.  Spatially-developed male brains resulted from physical interaction with the environment that allowed sensory input to stimulate the right hemisphere and build white matter and synapses in ways that would be useful for survival.  Even though the concept of the square school with the square classroom with one teacher to 20 or more kids has been around for a few hundred years, our boys are still young hunters whose brains need the same types of stimulation to grow and be healthy as did their male ancestors millennia ago. Our schools are vastly different from the setting of family, tribe and natural environment that used to be the educational milieu for growing boys. Our modern educational system works for many children, particularly girls, but for some boys (and girls) it places constraints on a very normal and necessary experiential type of learning that some kids require.

I am not advocating for a return to life in caves and an educational system for boys involving the activities and rituals described in my college anthropology book.  What I do advocate for is a greater understanding and appreciation for who boys are and how they learn best, and the subtle modifications to “how it’s always done” that would benefit millions of children.  Simple changes to the pace and tempo of the school day, such as incorporating several brief recesses throughout the day, devoting more time to physical education, and including more hands-on activities go a long way towards alleviating some of the natural restlessness of boys and harnessing male energy in positive ways.  Increasing a boy’s exposure to the arts nurtures his creative side and provides a counterbalance to the athletic nature of many boys.  Including more multi-sensory approaches to the teaching of academics, particularly reading and writing, helps boys reach their potential as learners, facilitating access across the corpus callosum to the left hemisphere of the brain where verbal skills, often less developed than in girls, reside.  Gurian’s book provides many other concrete examples of small things that parents and teachers can do that strengthen boys’ skills and that honor the true nature of boys.

Once an admissions director at an all-boys school, I would awake very early every morning and leave my sleepy daughter as she got ready for school, heading to the 304 boys who awaited me there.  Coffee helped me with this dramatic transition, but so did my excitement for whatever adventures the day would bring.  Many people ask me why I chose to work at a boys’ school, and my usual answer includes some version of, “Why not?”  I am fascinated by boys, by the way they think and learn, by their very difference from me and from the child I am raising.  Just as we collectively addressed the needs of girls over the past couple of decades and closed their achievement gaps in math and science, let us now turn our attention to our nation’s boys and take equally deliberate steps to assure their success in school and in life, as Michael Gurian suggests.  The revolution in brain science over the past ten years gives us the knowledge and the tools we need to do this, and we must, for as a society we are setting our boys up to fail in a system that is stacked against them, stacked against the very way they are neurologically wired. This is not to say that social and cultural influences are not contributing factors to who boys are today, but we now have medical evidence, once elusive, that illuminates the very significant role biology plays in male/female brain development and learning. We do not need to throw the baby out with the bath water, but we do need to become better educated about how boys and girls really are different, and how to best meet the needs of each.  At some colleges today, boys are being given a boost in the admissions process because they have become a minority.  If we do not address boys’ educational needs earlier in life than this, the skewing of college enrollment, and thus opportunity in life, will only get worse.

The other day I stood and watched a fourth-grade boy tossing a Nerf football with some friends on a patch of grass in front of his school.  It was a sunny day without much wind, and the ball spiraled to the right of the boy, to the left, over his head, seemingly always just out of reach, yet he caught it every time.  The perfect synchronization between his legs propelling him upward, in whatever direction necessary, and his outreached hands awaiting the ball, seemed almost a dance.  The physicality of it had that kind of beauty, and I observed with awe, knowing that my own body, even at that age, could never have accomplished what this boy made look so easy. I thought about how this very simple act, seen every single day in yards and on fields and playgrounds everywhere, was not just toning this boy’s muscles or improving his eye-hand coordination—it was actually developing neural pathways in his brain through which information will always travel, be processed, and be recalled during his lifetime.  This boy, and millions like him, and girls like him, which there surely are…all of them are in our hands.  Meeting the learning needs of all of our children is a lofty yet imperative goal.  The African proverb “It takes a village to raise a child” is an overused but apt statement, and in the villages of schools and of families and of communities, we must join together to nurture and celebrate what it is to be female and what it is to be male and the very essence and value of the difference. And after all, boys will be boys.

Cosmic Origin of Sexual Chromosomes

Saturday, March 28th, 2009

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