Archive for the ‘Sem Categoria’ Category

The Third Way: Criticas a Teoria da Evolução

sexta-feira, abril 19th, 2019

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A descoberta deste movimento começou por este artigo:

https://evolutionnews.org/2014/05/a_group_of_darw/

A Group of Darwin-Skeptical Scientists Seeking a "Third Way" in Biology Have Launched a New Website; Welcome to Them!

A partir daqui começa a pesquisa ( no search do Google, no website Third Way e todos os itens com critica ‘a teoria)

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Lendo:

https://thefederalist.com/2019/04/16/one-third-biologists-now-question-darwinism/

Why One-Third Of Biologists Now Question Darwinism

At its most specific level of the common descent of all life on earth from a single ancestor via undirected mutation and natural selection, many legitimately question evolutionary theory as it stands.

Matrix/DNA: O mais especifico nível “da comum descendência de toda a vida na Terra desde um simples e único ancestral via mutações não-dirigidas e seleção natural”, muitos cientistas questionam a teoria da evolução neste item.

Para nos não tem este problema pois a nossa teoria sugere que a evolução e dirigida e explica como.

 

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Expelled: No Intelligency Allowed (video)

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No lido ainda

NATURE:

Does evolutionary theory need a rethink?

https://www.nature.com/news/does-evolutionary-theory-need-a-rethink-1.16080

Paper com Controversia entre cientistas:

YES, URGENTLY — Kevin Laland and colleagues

NO, ALL IS WELL — Gregory A. Wray

“… extended evolutionary synthesis (EES),  is a new vision for to flesh out  structure, assumptions and predictions of evolutionary theory. In essence, this synthesis maintains that important drivers of evolution, ones that cannot be reduced to genes, must be woven into the very fabric of evolutionary theory. We hold that organisms are constructed in development, not simply ‘programmed’ to develop by genes. Living things do not evolve to fit into pre-existing environments, but co-construct and coevolve with their environments, in the process changing the structure of ecosystems.

Matrix/DNA: ” Organismos sao construidos durante seu desenvolvimento, nao simplesmente programados a desenvolver pelos genes. Seres vivos nao evoluem para se encaixarem em pre-existentes ambientes, mas co-constroem e se desenvolvem com seus ambientes, neste processo mudando a estrutura dos ecossistemas.

A nossa teoria aceita e preve isso. As mudancas no ambiente podem ser causadas por tres motivos: 1) Os sistemas astronomicos se desenvolvem pelo processo do ciclo vital, o qual vi mudando a forma do ambiente; 2) Fotons vindos de radiacao estelar ou cosmica podem penetrar eletrons dos atomos de seres vivos. Se novos fotons vem de camadas mais ou menos evoluidasdo que os atuais existentes aqui, podem mudar a estrutura dos ambientes; 3) Acao humana e de outros seres vivos. Ocorre a interacao entre os bits-informacao (fotons, ou pacotes deles) do meio ambiente e dos seres vivos, causando mutacoes enquanto o organismo esta sendo formado.

The number of biologists calling for change in how evolution is conceptualized is growing rapidly. Strong support comes from allied disciplines, particularly developmental biology, but also genomics, epigenetics, ecology and social science12. We contend that evolutionary biology needs revision if it is to benefit fully from these other disciplines. The data supporting our position gets stronger every day.

Yet the mere mention of the EES often evokes an emotional, even hostile, reaction among evolutionary biologists. Too often, vital discussions descend into acrimony, with accusations of muddle or misrepresentation. Perhaps haunted by the spectre of intelligent design, evolutionary biologists wish to show a united front to those hostile to science. Some might fear that they will receive less funding and recognition if outsiders — such as physiologists or developmental biologists — flood into their field. However, another factor is more important: many conventional evolutionary biologists study the processes that we claim are neglected, but they comprehend them very differently (see ‘No, all is well’). This is no storm in an academic tearoom, it is a struggle for the very soul of the discipline.

Matrix/DNA: Os motivos pelos quais os biologos evolucionistas conservadores reagem com irritacao a mudancas na teoria e a teorias alternativas podem ser: 1) porque estao alertados pelo espectro do Intelligent Designer e creem que devem se unirem fortemente contra aqules que sao hostis a ciencia; 2) Receiam que receberao menos fundos e reconhecimento dos que nao sao da area, como fisiologistas ou biologos desenvolvimentais, e estes podem invadirem sua área; 3) Muitos biologos evolucionistas estudam os processos que nos criticamos como negligenciados, mas eles compreendem estes processos de maneira diferente. Iso nao precisa ser uma tempestade dentro de uma sala de cha academica, mas e um emperramento para a intimadade da disciplina.

Por isso o ataque agressivo quando exponho a teoria da Matrix/DNA.

The core of current evolutionary theory was forged in the 1930s and 1940s. It combined natural selection, genetics and other fields into a consensus about how evolution occurs. This ‘modern synthesis’ allowed the evolutionary process to be described mathematically as frequencies of genetic variants in a population change over time — as, for instance, in the spread of genetic resistance to the myxoma virus in rabbits. In the decades since, evolutionary biology has incorporated developments consistent with the tenets of the modern synthesis. One such is ‘neutral theory’, which emphasizes random events in evolution. However, standard evolutionary theory (SET) largely retains the same assumptions as the original modern synthesis, which continues to channel how people think about evolution.

Matrix/DNA: A “Modern Synthesis foi elaborada nos anos 1930 e 1940. Com os novos dados depois de entao, foi mudada para a “SET – Standard Evolutionary Theory”. Mas a SET ainda mantem largamente as mesmas conclusoes da Modern Synthesis.

The story that SET tells is simple: new variation arises through random genetic mutation; inheritance occurs through DNA; and natural selection is the sole cause of adaptation, the process by which organisms become well-suited to their environments. In this view, the complexity of biological development — the changes that occur as an organism grows and ages — are of secondary, even minor, importance.

Entao a SET – a mais recente reconstrucao da teoria – defende que: 1) novas variacoes surgem atraves de mutacoes geneticas ao acaso (V de Variation); hereditariedade ocorre atraves do DNA (I de Inheritance); e, 3) Natural selecao e a unica causa da adaptacao, o processo pelo qual os organismos se tornam bem encaixados ou sintonizados aosseus ambientes.

Os cientistas insatisfeitos defendem que a complexidade do desenvolvimento biologico – as mudancas que ocorrem enquanto um organismo cresce e se torna mais idoso, sao desprezadas pela SET, como de secundaria importancia.

 

 

 

 

 

 

 

 

No estertor de sua agonia, Gaia tenta curar os humanos através das cirurgias dolorosas das tragédias com mortes

sexta-feira, abril 19th, 2019

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Ligo a Internet, caio numa discussão entre brasileiros sobre a crise no pais, e os três debatedores insistem no mesmo tipo de discurso: “Então os ruralistas não querem o controle da natalidade porque para eles quanto mais boias-frias nas filas de madrugada esperando o caminhão treme-treme e brigando para trabalhar e melhor, assim podem abaixar de R$ 3,00 para R$ 2,50 o preço pago pela hora de trabalho que tem gente que aceita, e com isso os ruralistas recebem os dólares da China para continuarem a sustentar as construtoras construindo estas enormes torres de luxos pois eles querem comprar mais apartamentos e lojas para alugarem…”

E outro, sem questionar nada pega o mesmo fio de denuncias apontando outra atrocidade da mente dos poderosos, sejam políticos ou empresários e ate menciona o termo “mentes podres”. Um terceiro entra não questionando nada dos dois mas continuando no mesmo fio do pensamento denuncia que as mulheres pobres das favelas querem crescer a barriga e gerar miseráveis para morarem nos treme-tremes feitos pelas milicias… Nenhuma das três classes – a oligárquica, a media, e a baixa – escapa das criticas. Engraçado é que os falantes não tem como escaparem, eles tem que serem uma das três classes, mas sentem-se imaginariamente fora disso.

E eu penso com meus botoes. Isto tudo nada tem a ver com debate, discussão, isto é mera continuidade ao infinito de um mesmo discurso, o mesmo fio da meada, a denuncia da podridão das mentes circulando no meio da sociedade. Ora,… se tem três discursantes com o mesmo discurso… quem dos três esta’ ouvindo? Para quem estão falando se os outros falantes não lhes estão ouvindo? Qual a utilidade, a vantagem em ficarem a tagarelar eternamente circulando no meio de denuncias e mais denuncias?! Mas essa é a moda de 400 anos no Brasil: o critico se sente crescer ao mostrar que esta’ bem informado… sobre o que os outros estão carecas de saber. Haveria uma utilidade nisso se cada discurso batesse num espelho refletor e voltasse direto para o cérebro de quem o proferiu, pois ai o discursante iria descobrir que, no fundo, que ele esta’ se auto-denunciando, que ele esta’ se comportando na vida como mais um ego animalizado, enquanto não tira a bunda do sofá ou não deixa de dar parte do seu trabalho a outro ego animalizado e nada faz para mudar nada.

Então entro na discussão com uma ideia que acabou de me ocorrer quando vi as principais manchetes das noticias ao abrir a Internet. E pergunto: “Vocês notaram uma sutil coincidência nas três ultimas tragedias – a do Brumadinho, da Notre Dame e dos  prédios que caíram no Rio?” – ” Não… que coincidência?” – ” O resultado final das três é o mesmo: denuncias contra o que vocês chamam de “mentes podres” e eu chamo de “egos animalizados”, circulando no meio da sociedade. E isso é profundo, um prato cheio para a filosofia existencial, senão vejamos…”

– “Ora, não tem nada a ver as três ocorrências… não vem aqui falar mais uma de suas besteiras…filosóficas… Bem eu vou me retirar, tenho que jantar…”

– “Eu também, tenho que comprar cigarro antes que o bar fecha…”

É sempre assim. Enquanto a fala se mantem descrevendo as superfícies dos assuntos, os grupos de falantes se mantem. Mas se em algum momento a fala querer se desviar da superfície e descer nas profundidades, todo mundo sai correndo. Meus amigos… como vai haver evolução mental deste jeito, como vai ocorrer a cura de mentes podres assim? Beat around the bush… como diz o Inglês… circulando e batendo em volta dos arbustos para ver se não tem uma cobra ali escondida antes de montar o saco de dormir ao lado do arbusto… Não sair do lugar, ir para lugar nenhum… going nowhere… esta a moda astutamente inculcada no inconsciente coletivo do povo brasileiro pelos colonizadores portugueses para facilitar a manutenção de seu domínio.  Concordo que é chato pra caral… digo, pra caramba, ficar forçando a mente em coisas chatas, invisíveis, que estão alem dos horizontes imediatos, dos limites dos objetos no ambiente a nossa volta, mas enquanto não aprendermos que este exercício agora é mais necessário que o exercício da malhação para desenvolver o físico na academia porque as mentes podres e nossas mentes reduzidas a superficialidade estão cada vez mais aceleradas destruindo  as possibilidades de vida longa na Terra…

Vai ter um monte de atletas esbeltos e modelos de passarelas gritando sob tortura, com fome e sendo pulverizados pela atmosfera… grande vantagem! Vão comer seus próprios músculos e curvas… todo aquele treino sacrificante para caminhar elegantemente em saltos altos agora pulando o hula-gula porque os pés estão queimando em cima das lavas incandescentes dos vulcões… Castigos naturais as mentes que se viciaram em serem apenas superficiais, fechando suas portas `a sua evolução natural.

Se você concordou com este recado, faça você agora um esforço e leia o resto deste texto.

De repente e sem querer, notei que três ocorrências que ocuparam as manchetes nos últimos dias tiveram no final o mesmo significado, digamos, cósmico, quase que “espiritual”. Estou falando de Brumadinho, da queda do prédio no Rio e do incêndio de Notre Dame. O notável nestas três ocorrências é que houve no final, de forma sutil, quase imperceptível, um único e mesmo efeito final no conjunto desta mente coletiva que e composta pelo total da humanidade. As três ocorrências revelaram ao povo que três setores da sociedade estão podres e o povo não se tinha dado conta disso.

Alias, apenas a titulo de curiosidade, informo que existe uma turma de malucos, na verdade cientistas, todos universitários, que fundaram um website e movimento, algo com o nome de The Consciousness Project, se me lembro bem, que espalhou por todo o planeta uns instrumentos que medem sinais eletromagnéticos que aparecem na atmosfera quando numa população de um local todas as mentes individuais se focam num mesmo assunto trágico. Eles dizem que estão captando sinais de manifestações do consciente coletivo. Vou até procurar este website para ver se perceberam isso que penso ter percebido.

Eu troco o termo “mentes podres” pelo “ego animalizado” por pensar que não existe mente podre, ela e algo abstrato que não apodrece, e ego animalizado são as psiques humanas nas quais ainda existem caninos e chifres abstratos que foram ali inseridos quando a genética do corpo herdado de animais irracionais com instintos para predadores com caninos e presas com chifres produziu esta psique abstrata no cérebro a qual eu chamo de ego. Tudo isso nada tem a ver com “auto-consciência” esta outra coisa abstrata que não veio dos animais despertada e que fez o humano ser diferente dos seus ancestrais físicos. Teriamos então as psiques modeladas pelos instintos das feras como leões, de feras medias como lobos e hienas, e das presas como ovelhas e vacas. Apenas minha teoria que resguarda disso tudo o sagrado da auto-consciência, a qual e outro papo. Mas ainda no nível sofrível desta humanidade ainda infantil o feto da auto-consciência que germina no cérebro esta’ algemado, aprisionado, pelos instintos que constituem o ego, este intermediário entre o corpo carnal e a auto-consciência que vem dos céus sei lá de onde… mas desconfio que ela esta por traz destas ocorrências como estrategia para levar a humanidade a se auto-exorcizar destes instintos.

Nenhum outro humano em sã consciência ligaria – e de fato não ligaram – estas três ocorrências entre si por um denominador comum como esse. Apenas este semi-macaco vindo das selvas recém descendo das arvores, que ainda imagina que estes edifícios/torres urbanas são imitações humanas de suas arvores da selva, e por isso para morar escolheu o mais alto andar na mais alta torre, e que quando esta’ preso dentro de um apartamento se imagina em segurança como agarrado, segurando-se num galho longe de predadores… e observa o mundo humano pela janela, pela tela da tv ou da Internet, e na sua cabeça este denominador comum emerge, e de forma muito clara, obvia. Mas errar também é hum… digo, macaquico, por isso, insisto que apenas tenho teorias, enquanto não consigo prova-las com fatos. No caso da expulsão da corte religiosa francesa minha teoria demorou 200 anos para ser provada.

O mesmo resultado final: nos dias seguintes ‘as três tragedias, a imprensa foi dominada por denuncias dos três setores envolvidos. São nestas denuncias que estão embutidos e ocultos o efeito final, o que foi que restou das tragedias que pode ser importante a ser registrado no tronco da arvore da evolução. Denuncias que revelam gritos da alma profunda dos seres insatisfeitos e incomodados por algo ou alguém. Mas quem? A quem, ou ao que, interessaria produzir este fenômeno de inquietar as mentes individuais e a mente coletiva total? O filosofo naturalista não deixa escapar esta pista, ele quer descer fundo no mistério, ai esta’ uma oportunidade para aumentar o conhecimento e dar mais um salto evolutivo. E aqui ele vai descobrir estupefato que as almas estão gritando porque elas mesmas que se auto-torturaram movidas pelo irresistível principio da auto-cura encriptado na sua natureza… ou talvez pelo feto de auto-consciência germinando lá dentro de seus cocurutos, ou ainda talvez por uma alma do mundo, como gosta de dizer o mistico Paulo Coelho. Ou ainda por um Deus que a tudo estaria assistindo como querem os cristãos… eu não afasto nenhuma possibilidade para a qual eu não tenha nenhuma prova final em contrario.

Todo mundo passou batido devido a uma concordância geral: meu cérebro não quer enxergar a coincidência entre as três ocorrências. Pois nada teria a ver uma coisa com outra. Como conectar o rompimento de uma barragem de lama em Minas com o incêndio numa catedral em Paris e ainda conectar estes dois eventos com a queda de um prédio no rio? Nem mesmo o caso de grande mortandade de pessoas existe como denominador comum, pois em Notre Dame ninguém morreu. Só um denominador comum poderia ser apontado: os três casos incorreram em prejuízo financeiros diminuindo a riqueza econômica geral da humanidade. Mas para o montante atual desta riqueza, os três casos juntos somam uma quantia muito pequena, não altera nada. Portanto os três eventos são ocorrências separadas entre si, meros produtos do acaso sem nenhum nenhuma coincidência que os conecte a ponto de se pensar em uma causa profunda, oculta, envolvida na produção das três ocorrências.

Mas o macaco filosofo não concorda. Dos três eventos emergiram o mesmo tipo de sinal de uma mesma causa – a gritaria de denuncias – e onde tem fumaça tem que ter fogo. Então vamos buscar a causa oculta.

Brumadinho revelou ao povo que um setor da sociedade esta’ podre. Este setor pode ser chamado de “a mineração no Brasil” e isto já puxa como principal protagonista uma corporação sob o nome de Vale do Rio Doce. As denuncias pintaram as caras dos acionistas, dos empregados ( de engenheiros a presidente) e dos funcionários públicos com as cores da repugnância…

( assim funciona o principio da autocura: o individuo se olha no espelho, ao invés de sua imagem ele vê um monstro com a mente suja, como a imagem do presidente da empresa, mas ao voltar as costas para o espelho, o seu subconsciente que não se deixa enganar e viu a real imagem no espelho fica sussurrando ao ego: “O monstro também esta’ dentro de você mesmo. Acorda… meu!”).

Até então a Vale aparecia aos olhos do povo como uma joia do orgulho nacional. De repente a joia se desfaz em lama, e dos escombros da lama fica a percepção que os acionistas, funcionários da empresa e do governo, tem egos animalizados. São como feras desumanas totalmente desprezando as consequências coletivas de seus meios que estão unicamente focalizados num único alvo final, o money, com o qual querem comprar o melhor filé no mercado.

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A queda do prédio no Rio revelou ao povo que 40 % dos envolvidos nas construções urbanas no Rio estão com suas mentes podres. Isto envolve empresários, funcionários públicos, a milicia, e os inquilinos ou compradores que sabem do risco mas colocam suas familiais no risco, etc.

Do incêndio de Notre Dame, cinco dias depois a referencia na imprensa que chamou a atenção foi que os bilionários franceses de repente abriram os cofres e num exagero total mandaram 2,6 bilhões de dólares para reconstruir o que talvez não passara’ de 500 milhões. E o grito repentino veio do povo: “Então é assim, é?… Nos aqui na pior fazendo das tripas coração para pagar as contas e uma gang de aristocratas com os cofres cheios? Então a aristocracia na Franca esta’ cheia de mentes podres”. Em outra ocasião a mesma descoberta do povo faminto circulando o palácio e vendo a corte nas orgias resultou na guilhotina cortando os pescoços do rei, da sua família e de toda a corte. O povo da França não brinca…

MENTES PODRES… A causa oculta, seja lá que diabo for isso, atacou apenas e justamente isto: mentes podres. Ataque `as mentes podres… são as palavras que se obtém quando se espreme todos os jornais com todas as noticias depois dos três eventos serem esquecidos… ‘E o que fica borbulhando ainda como noticia, e o que foi inserido na historia da evolução, não os cadáveres ou o prejuízo financeiro.

Assim como naquela revolução francesa, todos as cortes montadas as pressas para substituir a corte de Luis XV, tiveram seus lindos pescoços adornados com  a lamina da guilhotina, e foi caindo uma a uma, sendo que duzentos anos depois, quando eu fazia um trabalho escolar sobre ela, percebi que no finaldas guerras, continuava tudo igual ao antes do inicio delas, permaneciam os mesmos ricos e pobres… porem… ah, sim… teve um efeito sutil final que nenhum historiador mencionou: a corte religiosa tinha caído fora do palácio. A doutrina do Vaticano saiu fora e entrou o racionalismo do laissez-faire.  Portanto, todas aquelas guerras e tragedias eram apenas a superfície de uma força, uma causa, que no fundo e na sutileza, as escondidas dos olhares mais atentos dos egos, atuou no nível espiritual, do consciente coletivo. A selva humilhou tanto o humano, botando-o a suplicar de joelhos, quando já retornava ao estagio semi-símio, que o humano perdeu o ego humano, por isso só o macaco que restou sem ego viu a corte religiosa arrumando as malas e fugindo pelas portas dos fundos do palácio.

Esta palavra, este nome, na o veio, não emergiu nos cérebros do povo. Como eu disse acima, os indivíduos,  rejeitaram em comum acordo, resistiram em manter os olhos do entendimento cego. Mas sem o perceberem, sem o saberem, foram juntados inconscientemente numa individualidade só, da qual, o conceito, o significado que este nome encobre, emergiu no consciente coletivo. tenho certeza disso porque os três povos dos três lugares não titubearam um segundo em apontar os dedos para a mesma culpada de tudo: a mente podre. Entao a causa esta’ atacando um aspecto que esta’existindo no consciente coletivo.

Esta havendo um conflito de interesses, uma dessincronizacao, uma diferenca de rotas, entre a mente individual e a mente coletiva. Sabemos, pou pensamos saber o que e a mente individual: essa coisa chamada ego e que tem sido muito estudada. mas o que e o consciente, ou inconsciente, coletivo da humanidae inteira? Ninguem, nem eu que sou baseado nas operacoes mentais do meu ego individualista, consegue entender, sequer visualizar essa coisa invisivel, abstrata, fantasmagorica, que apenas alguns inteclectuais e alguns pesquisadores com alguns instrumentos de medicao especificos tem falado.

Ja houveram importantes teorias a respeito. Notavel a teoria da camada de inconsciente que flutua acima do solo da Terra, do grande ermitao catolico, Teilhard de Chardin. Outro notavel teorico sobre esse assunto foi o psicanalista Carl Jung. W quase tocando o mesmo fenomeno foi Livelock com sua teoria do planeta funcionando quase como que um grande organismo, chamado Gaia, e como organismo, pressupoe uma especie de mente gigantesca, unica, do tamanho do planeta, como se o planeta fosse algo vivo, a especie humana fosse apenas o depositario de bolhas mentais, a soma destas bolhas seria a mente de Gaia… Mas eu continuo a perguntar… o que e esse negocio de consciente coletivo?

os tres eventos foram meros movimentos de forcas fisicas brutas da materia. Rompimento de barragem ocorre por pressao de forcas brutas, degeneracao e amolecimento das bordas pela infiltracao de agua. Incendios ocorrem por faiscas eletricas de aprelhos diexados ligados pelos funcionarios que trabalhavam na restauracao da caterdral…? Quedas de predios ocorrem pela fraqueza ou estremecimento dos alicerces por forcas brutas fisicas. Nada de sobrenatural aqui. Mas a minha mente invisivel, sem substancia conhecida, manda agora meu braco esquerdo se levantar e o danado se levanta. Quando paro meu trabalho de teclar e observo meu braco levantado, ereto, me pergunto o que aconteceu, e vejo impulsos eletricos saindo do cerebro e ativando musculos que no final exercem forcas fisicas brutas nos ossos e carne dos bracos. Mas qual foi a causa dos eventos produzidos por forssas dfisicas brutas? Um  fantasma, a vontade e aordem de um fantasma! E ninguem pode ser louco a ponto de negar ou duvidar que este fantasma existe dentro de sua cabeca. Pois o efeito final de uma ordem dada fantasmagoricamente esta ai para todo mundo ver.

isto acontece a nivel individula, digamos, nas mentes individuais. Entao…

“Existe a nivel da mente individual um fantasma que se torna a causa movedora de forssas fisicas que resultam em certas ocorrencias no meio material”.

Agora vou fazer uma afirmacao e uma pergunta:

” Existe a nivel da mente coletiva um fantasma que se torna a causa movedora de forssas fisicas que resultam em certas ocorrencias no meio material.”

Voce nao tem como fugir da primeira frase. E fato comprovado. Se duvida, mande agora seu dedo mindinho esquerdo se mexer e tente impedir que ele se mexa. Enquanto estivers com seus olhos fisicos mirando o dedinho consegues aplicar uma forca maior que mantem o dedinho imovel. Mas quando desvias o olho fisico do dedinhoe volta a teclar, uma vontade irrestivel de ver o dedinho se mexendo termina pelo fato do seu dedinho se mexendo. E como sabe que seu dedinho se mexeu sem olha-lo com os olhos fisicos? Coisas do fantasma…

Mas voce nao quer concordar, nao quer aceitar, nao quer nem pensar a segunda frase. Ela insinua que exista uma especie de mente fantasma que teve a vontade de mover forssas fisicas estourando barragens, incendiando catedrais, derrubando predios. Que essa causa e uma inimiga mortal do fenomeno “mentes podres”, e ela esta atacando, sem se preocupar com os meios que estao causando dores e prejuizos aos individuos, ela esta apenas focalizada num objetivo final.

Continue assim. O semi-acaco recem chegado da selva amazonica descando uma banana vai continuar trepado na arvore/torre urbana com um olhos voltado la para baixo assistindo as ocorrencias e os posteriores desenrolares delas e outro olho voltado para os horizontes celestes procurando enxergar fantasmas invisiveis para entende-los porque o macaco nao tem duvidas: existe algum significado cosmico, talvez espiritual, nas coisas que estão acontecendo la em baixo.

O alienígena que vi na tela

quarta-feira, abril 17th, 2019

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  • “Prepare-se, Austriak, voce agora vai ver e falar com um ser do Imperio Galactico… ou… veja bem, eu nao sei se isso e um ser, uma entidade viva individual ou se e uma destas entidades quase absteatas que emerge dos sistemas perfeitos como uma especie de software animico, vivo, e que controla a termodinamica inteira entre as partes do sistema. Nao sei se e um ser ou se e o proprio Imperio, entende?…Por favor use esta especie de  oculos escuros, especiais, isso e’ quarto-dimensional”
  • ” Isto e oculos ou binoculo…

A tela escureceu um pouco mostrando ondas volupteantes como se estivesse entrando um sinal distante, mas logo clareou e clareou demais mesmo para Austriak, mesmo com aquele longo oculos que parecia ter uma especie de lente plasmica muito escura e bastante espessa. Mas o clarao nao era de um ambinte e sim de uma especie de ondas crescentes e concentricas como ve aquelas ondas na agua quando cai uma pedra. No centro das ondas haviaum ponto mais forte de luz, e por toda a estrutura das ondas haviam um emereanhado de ligacoes como se fose uma retwork, sendo os fios tenues das conexoess de um material que parecia cabos de fibra otica, ou seriam fios de gelo, se perguntou Austriak. Como que flutuando nas ondas havia como que um vortice conico tendo a flutuar acima de si uma esfera luminosa que mais se parecia com uma lampada de neon.

  • ” Este e o ser do Imperio… ou a entidade do sistema do Imperio – sussurrou baixinho Lama – sao corpos de luz, tendo como uma especie de esqueleto estrutural estes fios de cristais, um turbilhao central e uma esfera e estas fiacoes de fios de prata parecem como as sinapses de um cerebro, relampejando… mas todo o conjunto sao, na verdade, espirais respirantes, pois esta` crescendo veja…

As ondas nao paravm de crescer e jorraram da tela, saindo dela e enchendo o salao de luz fortissima. Austriak tampou com as maos os olhos e sentiu que a onda de luz estava a sua volta, ou parecia circular em volta dele, quando teve uma visao melhor e viu acima de si a esfera brilhando e flutuando logo acima de sua cabeca.

-” Toda essa luz corresponde a evolucao dos nossos corpos carnais, sao o corpo da entidade. Mas sem toda nossa parafernalia de orgaos e membros, isso tudo e apenas cerebro. O turbilhao corresponde ao nosso hipocampo conico no centro do cerebro e a esfera luminosa corresponde ao neocortex, essa quase esfera que temos no alto frontal do cerebro. Quando a nebulosa de luz se estende e invade este nosso salao a esfera cortical quase que se desmancha, dela sai como um eflucvio ainda mais luminoso, eu aposto que isso e a substancia da consciencia… cosmica. Entao resumindo isso e um corpo de luz impregnado de auto-consciencia.

Austriak sentiu como se estivesse tendo o ciorpo inteiro infiltrado por algo que na sua mente so bveio uma palavra: nirvana! Mas `a paz incrivel que sentia no salao banhado com aquela luz contrastava com o que se via no outro lado da tela e no centro do turbilhao, um emeranhado de raios de energia pipocando e desaparecendo como se ve numa noite de tempestade com muitos raios estalando no ceu.

De repente como se sugada por um exaustor toda aquela aureola de luz voltou entrando na tela, mas nao parou no tamanho da tela e continuou diminuindo, ate tornar-se preticamente um ponto micusculo. Austriak pensou que o ser se fora mas puro engano pois o ponto de luz voltou a crscer e encher a tela para no momento seguinte comecar a emcolher-se novamente…

Austriak se esticou no assento ensaiando levantar-se para ver a tela de cima. Pois vendo a cena pela perspectiva de baixo via-se como um vortex em espiral que surgia de um ponto minusculo e crescia em linhas espiraladas superando todas as dimensoes da tela, mas vendo-se maids de cima ou de frente a cena tinha-se a impressao de ver a mesma cena que vemos quando uma pedra bate na superficie de um lago de aguas paradas. Enquanto a pedra vai afundando, para a agua pode estar sendo desenhada uma espiral, mas para o observador acima das aguas parecera brotar do fundo ondas concentricas que vao se multiplicando e crescendo…

” Eles sao assim – sussurrou Lama, como espirais de ondas pulsantes, ficam crescendo quando podem se ampliar no tamanho da galaxia… ou talvez do Universo inteiro… ou ainda se expandem ao infinito, nao sei…E em seguida se encolhem como um ponto minusculo,… e um tipo de respiracao… encolhendo… expandindo… encolhendo…

” Incrivel! Formidavel! Isso nao pode ser real, estou sonhando…”

-” Pois voce precisa ficar bem acordado em pleno poder de suas faculdades mentais agora, talvez vao dizer alguma coisa, fazer perguntas a ti, precisas responder certo pois disso dependera o destino da humanidade, a operacao pode ser abortada agora se voce nao for realmente o que escolheram…”

Nao havia qualquer iniciativa da “coisa respirando” na tela, a nao ser um foco de luz direto saindo da tela na sua direcao, e Austriak sentia-se como dentro de uma maquina de MRI tendo todo o cerebro esquadrinhado por Raios-X.

-” Incrivel… balbuciou Austriak… tal como escrevi como minha teoria da cena das origens do Universo…!”

  • ” Hein?!… de que voce esta falando?”
  • ” Voce conhece a teoria da cola nuclear e dos mesons pi de Hideki Yukawa, ele ganhou o Nobel por sua descoberta…”
  • – ” Nao… de que se trata…”
  • – ” Ahnnn… na minha cosmovisao a cena de Hidakawa descrevendo o que acontece no nucleo dos atomos se tornou a cena das origens do Universo, e uma das chaves principais para se entender muita coisa da nossa materia aqui e agora. Sao como se pipocassem do Nada… quer dizer, de uma membrana como ultimas fronteiras do nosso Universo constituida de espuma quantica,… dois grupos dessas particulas, ou dessas coisas que vemos na tela, sendo que um grupo surge num ponto e de onde saiu um fio se expandindo formando uma espiral que se mantem dentro de uma bolha e o conjunto todo seria como um balao que se mantem enchendo, ao mesmo tempo que ao seu lado existe um balao cheio que vai ao contrario, se esvaziando. Uma desaparece explodindo por excesso de energia interna e a outra desaparece implodindo, colapdsando, pela perda da energia interna. Apemnas quando o caos se ameniza e o Universo perde o calor que duas particulas, ou bolhas, se encontram quando estao do mesmo tamanho e se fundem. Dessa fusao surge o pion de Hiukawa, um sinal que vai e vem entre uma bolha e outra, colando-as como uma ponte. E a cola nuclear que liga protons e neutrons e da origem e toda formacao a mateira solida….
  • -… Espere… estao falando comigo… – disse Lama, de repente se enrijecendo no assento e com os olhos tentando voltarem-se para ver ou prestar atencao dentro de seu cerebro… – eles inseriram chips- receptores/transmissores em meu cerebro, assim podem se comunicar comigo desde a central do Inperio…”
  • Lama assim permaneceu rigida por alguns minutos e movendo apenas os labios como se falasse em silencio consigo mesma. Nao havia duvidas que ela estava falando com alguem como as criancas brincando falam com seus amigos invisiveis fantasmas…
  • “Ok, Austriak… – disse Lama estendendo a mao esquerda e segurando em seu braco. Voce agora vai dizer em voz alta qual o seu entendimento de qual e  na sua mente o significado da existencia deste mundo e da existencia da humanidade nesse mundo, e a seguir vai dizer o que voce faria se tivesse todo o poder e autonomia para mudar a humanidade, o que voce faria com o planeta… Por favor, podes falar calmo e veja se acerta, pelo amor de Deus, isto e questao de vida ou morte para nos…”
  • – Ok… Somos neste momento 8 bilhoes de genes metade ou semi-conscientes portando uma cabeca-ovo, dentro da qual tem um cerebro-placenta, no meio do qual esta sendo gestado uma nova forma do sistema natural universal, uma forma de uma substancia plasmica ou abstrata como se o hardware estivesse criando ou manifestando materialmente seu proprio software. Esta substancia esta se modelando como um sistema funcional, ja que e uma auto-projecao da anatomia do cerebro, a qual por sua vez foi construida a imagem e semelhanca e mesma funcionalidade da formula Matrix/DNA para todos os sistemas naturais neste Universo. Portanto funcionamos como genes construindo o que ainda pode ser um feto ou ja e um embriao, ou talvez ja tenha ate sido abortado, mas nao cortado o fio prateado do cordao um bilical, pois essa substancia auto-consciente ainda nem sequer abriu seus olhos de ver sua dimensao, nao tem nocao da forma de seu proprio corpo, e se ve alguma coisa e apenas atraves das imagens formadas no espelho do cerebro projetadas pelos nosso olhos. Somos 8 bilhoes de genes sem saber que o somos, cada um com uma informacao especifica, unica, pessoal e intransferivel e indestrutivel, uma mensagem como uma carta a ser entregue ao mesmo tempo que uma especie de orgao ou edificio a ser construido que sera mais um detalhe de um grande ser que estamos gestando. Acredito que todo o nosso coletivo forma um pacote destas informacoes mas que nao sao ainda todas as informacoes do novo ser tototal. Suspeito que o nosso coletivo todo tem a informacao apenas para um detalhe do ser, sendo que as outras trilhoes ou quatrilhoes de informacoes e detalhes esoecifico do grande corpo sendo gerado estejam esplhadas por todo este Universo afora e sendo carregadas pelos nosso irmaos genes, toda forma de vida auto ou semi-consciente como nos. Enfim suspeito… e asim me parece o que vejo em meus modelos teoricos que surgiram de minhas investigacoes na materia bruta desta biosfera selbvagem estendida pelas suas conecoes com este sistema astronomico que nos envolve… suspeito que este Unierso nada mais e que um super-aglomerado de aglomerados com 100 bilhoes de galaxias cada qual formando uma especie de celula de uma placenta, talvez esferica ou talvez disforme como uma simples nebulosa. Dentro desta placenta existe uma formula universal que tem trabalhado como uma especie de genoma vindo do alem deste Universo e de antes ou junto com o Big bang, a Matrix//DNA, que surgiu encriptada na primeira onda de luz natural que surgiu de um foco no alem e se expande infiltando-se na massa sem atomos da dark matter e ate onde a luz  alcanca ai deve ser as ultimas fronteiras deste Universo. Esta formula surge primeiro como estas coisas que vimos na tela, os baloes de Yukawa, e quando ela se firmou materialmente na fusao dos dois opostos iniciando este quase eterno dualismo universal, ela criou o primeiro sistema, a forma inicial da celula inicial ou da morula, um atomo de hidrogenio, e a partir dai este sistema foi se complexificando ao agregar as informacoes livres no espaco vindas com o genoma que se espalhou com o Big Bang, o qual nada mais foi que uma versao luminifera ou eletromagnetica do nosso chamado ~ato de fecundacao~. A morula se expandiu formanado a blastula, este aglomerado de galaxias e justo nesta Via Lactea – ou isto talvez ocorra em todas as gaxias – houve um evento fundamental que influenciou no destino destaa fracao do sistema universal a ser gerado nesta galaxia, um evento inesperado meio ao acso porque no genoma estava determinado o livre-arbitrio para o embiao a nascer, na escolha da forma ou do mundo que preferisse. neste evento quando estavamos na nossa frma ancestral de sistema atronomico inconsciente porem ja com certo ego em formacao sucumbimos as tendencias da dark matter que prevaleceu sobre as tendencias da luz e assim a luz teve suas ultimas ondas comecando a se fragmentarem em suas particulas, os fotons, estes fotons funcionaram como radicais livres que saem do fluco do circuito do sistema e se espalham livremente no inteiror do sistema. A intencao pela sua propria natureza da materia escura e a suprema busca do equilibrio termodinamico onde ela se assenta como massa disforme inerte porem em extemo conforto e tenta se firmar eternamente sua existencia, poi seu destino esta prescrito como todo destino dado as placentas: no ato dos nasciemnto as placentas sao descartadas ate se desfazerem, este o destino da materia deste Universo. este estado de euqilibrio termodinamico total significa a massa inerte em velocidade zero de movimentos enquanto a energia, que e essa coisa criada quando a luz se propaga e se fricciona com a dark matter, tenta se manter na velocidade super-excitada da luz, fluindo em canais no meio das massas, de onde surgem as networks. Este estado, se alcnado pelo sistema nesta infancia torna-se o perfeito sistema fechado em simemsmo, isolando-se do resto do mundo, criando seu corpo como um paraiso eterno, onde os dois opostos se tornam Adao e Eva, dois fluxos percorrendo o circutio sistemico que foram oas ancestrais dos nossos atuais cromossomas X e Y. Mas como essa forma de sitema e fetal, portanto intermediaria, provisoria, o sistema fecha as suas portas a evolucao universla, aos designios da criatura, ou coisa, ou ser, sei la de que se trata, que emituiu este genoma, a Matrix/DNA, encriptada em ondas de luz, cyuna evolucao se tornou o vuilding block de galaxias e a nosso propria unifade de iformacao no nosso cofdigo gentico, o building block do nosso DNA. Poe ser uma forma provisoria e ser impossivel existir no mundo um sistema natural perfeito – isto seria o moto-continuo eterno – impossivel porque no programa da matrix/DN existe o recurso da auto-correcao do erro, um mecanismo que faz as origens dos radicais livres como particulas saindo do fluxo, nao diminuindo a quantiade da energia do sistema, mas sim diminuindo a qualidade do sistema, um processo de degeneracao para o qual nos inventamos uma especie de fita metrica de medicao, a qual denominamos de ~entropia”. Chega a um ponto em que o sistema perturbado nao mais se aguenta e se desespera por crer que tenha se determinado eterno, que enfrentara a quele inferno do falso paraiso para todo o sempre, mas o principio da auto-cura vem em seu socorro. A cirurgia sera dolorosa mas sera libertadora. Adao e Eva caem do paraiso e como fotons da luz primordial mas banhados do negrume da dark matter caem na supergicie de planetas como a Terra. Aqui sao cegos, inconscientes, mas sentem a mutua atracoa quando se aproximam, porem nao se ligam imediatamente, porque um sistma natural tal como a onda de luz de onde vieram, ou mesmo o sistema quase fechado que formavam antes da Queda, e fromado pelo processo do ciclo vital, o responsavel por um corpo se desenvolver se tranformano, mudando de formas ao longo de seu periodo de existencia. Entao os fortns negros, com sua dicotomica energia negativa, existem agora com a unica superema tendencia de recomporem a onda de luz e se tornaram ou ressuscitarem com os fotons luninosos que eram e por fim se reconstituirem como o ser prescrito no genoma que devera nascer para o mundo do criador emissor do genoma. Ebntao os forons negros, imperceptiveis ainda aos nossos sensores organicos e estes artificiais que dconstruimos cientificamente, como medidores, microscopios, telescopios – procuram e se atrem fortemente aos outos fotons que eram seus antigos vizinhos no circuito sistemico e qundo se encontram se conectam fortemente e assim aos poucos vao reconstruindo o sistema primordial. Como estes fotons precisam de corpos fisicos, de hardwares, pois eles constituem uma especie de software, eles invadem os atomos como virus, se instalam nos eletrons e assumem a maquinaria dos atomos, abgora direcionando-os a se conectarem com outros atomos nos quais se instalaram seus vizinhos. Assim surgiram os aminoacidos, estes se tornaram complexas moleculas… enfim, aqui estamos nos agora…
  • Austriak parece que despertou de um sonho, pois quando tinha a oportunidade de falar daquele assunto tirnava0se destrambalhado nu,a prosa sem fim e ficava totalmente aliendao do mundo a sua volta, vijando em alturas onde nao conseguia evitar os escorregoes na maionese ou slada de suas elocubracoes mentais. Entao arregalou os olhos, olhou a volta, viu o ser pulsante que continuava na tela e fitou Lama a seu lado…
  • – ” Ainda estas ouvindo… estao ouvindo…?
  • – ” Sim – respondeu Lama com umblrino feliz no olhar.. – fantastico! Deves contiuar, acho que isso foi suficiente para pintar o quadro geral dos sinificados das existencias…
  • _ ” Acho que nao, faltou o arremeate geral: Qual o significado da existencia desta parte do mundo que nos e revelado pela dimensao da luz isivel, ja que nao tenjo condicoes de enxergar pelo ultravioleta, ou o gamma ray e ver as outras seris dimensoes deste mundo…? E o seguinte: nesyte universo-placenta esta ocorrendo um mero processo genetico/e ou/computacional de reproducao genetica de um ser ou alguma outra coisa desconhecida que apertou o gatilho do Big bang… imitando um ato de fecundacao como a biologica. E isso ai… e nos. humanos, somos por enquanto os genes, uma pequena fracao dos genes envolvidos nesta grande obra,  .

Diagrama do método para desenvolvimento de sistemas

sábado, abril 13th, 2019

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METODO PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

https://allaboutheaven.org/heaven/why-are-we-here/the-method

Not only is this ‘Method’ used for developing a system in the first place – a new system, it is used to enhance the system afterwards.

Existe uma consciência cósmica fixa e o cérebro e apenas um receptor, como um radio?

sábado, abril 13th, 2019

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Numa palestra do filosofo cientista materialista John Searle ( com link abaixo) ele tenta convencer que já se entende algo de consciência e tem inclusive uma orientação indiscutível a seus alunos: consciência e um fenômeno meramente biológico, então estudem-na pela biologia. Mas temos alguns conflitos entre as conclusões teóricas dele e as sugestões teóricas dos modelos da Matrix/DNA. Uma delas cito no texto a seguir ( sobre a qual postei um comentario no TED, em 4/13/19, copiado abaixo):

https://www.ted.com/talks/john_searle_our_shared_condition_consciousness/transcript#t-882834

John Searle diz: … “Eis uma definição razoável de consciência:

A consciência consiste de todos os estados emocionais, ou de sensibilidade ou de percepção. Ela começa pela manhã, quando você acorda de um sono sem sonhos, e continua durante todo o dia, até você dormir ou morrer ou, senão, perder a consciência. Os sonhos são uma forma de consciência nesta definição.”

Ouvindo isso eu me lembro que muitas coisas que nos tínhamos como sendo “conscientes”, a Ciência provou serem meras ilusões. Uma delas era nossa consciência do por do sol, todas as tardes, e o nascer do sol, todas as manhas.

Não existe por do sol nem nascer do sol porque ele e fixo, quem esta se movendo são nossos corpos, cujo movimento diário de rotação cria em nosso ambiente a escuridão da noite ou a luz do dia.

Agora ele diz que temos consciência indubitável de que nossa consciência  começa pela manha e se vai a noite quando dormir. Novamente o objeto fora do qual quase nada sabemos esta se movendo, nosso corpo, esta fixo. E se isto for nossa nova ilusão?

Digo: Porque não e nosso corpo que se move enquanto a consciência esta sempre fixa?

Mas como poderia ser isso?

Ora, nosso corpo vive num mundo banhado por um oceano fixo de consciência. Quando acordamos, significa que nosso cérebro absorve ou e’ ocupado por uma pequenina bolha desse oceano. Quando dormimos nosso cérebro devolve a bolha ao oceano. Assim como um receptor de radio. Quando se liga, ele recebe as ondas de som, quando desliga, não recebe, porem as ondas continuam no ar.

E’ incrível como os filósofos modernos se tornaram tao superficiais que não conseguem se aprofundarem nas questões a ponto de abarcarem o todo com todas suas alternativas e correndo pegam a primeira que lhes surge e parece simples, mas elegante.

Outro filosofo, que defende uma crença mais mística, Deepack Chopra, se riria dessa definição.

xxxx

Mas com isso, acabei de levantar nova hipótese, a de uma consciência universal e enquanto a nossa individual e apenas expressão nesta dimensao de uma minuscula bolha dela. E devo continuar a pensar nisso.’

Meu comentario postado no TED:

Unbelievable how these reductionists philosophers think too short! So, Mr. Searle, you say that Science has proved sunsets are illusions. But… them you give us yours definition of consciousness saying that we get it in the morning and loose it when sleeps?! Don’t you remember that this can be another illusion?,I mean: as the Sun does not move, it is fixed, our body does, and our planet rotation makes the darks of our nights and the lights of our days, why not consciousness is like a cosmic ocean fixed and who is moving are us?

Like a radio receptor, when it is on, it receives the sound waves, when it is out do not receive, but the waves are in the air. Our brain could be something that in the morning gets a microscopic bubble of cosmic consciousness and in the night, the bubble goes back. Why not? The fact is: with these little amount of data nobody can knows something about consciousness.

As I am author of other theory, a new world view, my theoretical models and calculations are suggesting that must have an adult or mature consciousness at a different dimension or another parallel universe because here is occurring a universal genetic process of reproduction of this bigger consciousness. Our heads works as egg, our brain as placenta and we are nurturing a fetus of consciousness, and the fetus can not understand its parents. And my method is suggesting other method to search consciousness: waves of light. We discovered that original light is the thing more next to consciousness we have, since that a single wave of natural light has as its anatomy, the code for life.

Web Archive: Problemas no website

segunda-feira, abril 8th, 2019

xxxxx

https://web.archive.org/web/20180824124744/http://theuniversalmatrix.com/pt-br/

Pesquisa feita em abril de 2019: Wayback Machine doesn’t have that page archived.

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https://web.archive.org/web/20160829120555/http://theuniversalmatrix.com/pt-br

Wayback Machine doesn’t have that page archived.

Grande nova teoria sobre origem da vida de Dr. Eric Smith – Mais próxima da Matrix/DNA

quinta-feira, março 21st, 2019

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(Este video tem que ser revisto frase por frases e analizadas pelas Matrix/DNA

https://www.youtube.com/watch?v=0cwvj0XBKlE

Este pesquisador e` baseado em geoquimica, bioquinica e complexidade dos sistemas.

Dr Eric goal is to understand origin and nature of the living state through the many windows that science provides the physical geochemical biochemical ecological and evolutionary
Matrix/DNA: Buscar entender e conhecer o estado da Natureza envolvendo o planeta Terra momentos antes das origens da vida… esta é a grande chave para desvendar o mistério. Pois nada de sobrenatural ou de fora desta galaxia veio influenciar as origens da vida, segundo a minha premissa básica. Não é impossível que algo de outras dimensões (diferentes faixas da onda de luz universal, com matéria em diferentes estado vibracionais, etc.), tenha influenciado aquele evento, por isso nunca vamos fechar a mente transformando nossa visão do mundo numa radical ideologia. Mas se houve tais interferências seria para nossa desgraça intelectual, pois sua certeza nos obrigaria a imediatamente pendurar as chuteiras da Ciência e da Filosofia Naturalista ( o método que tenho aplicado),  que são os dois únicos métodos que temos para buscar a solução do significado da nossa existência. Alem disso, penso que como humanos apenas podemos nos limitar ao nosso mundo sensorial real, é ele que nos interessa agora porque ele determina a qualidade da nossa existência, e temos que entende-lo como “natural”, para dai entender-mos que a Natureza se moveu, mudou, transformou seus ingredientes aqui e continua se movendo, e um dos produtos deste movimento da Natureza esta’ dentro do cérebro humano, algo não muito bem definido e ao qual denominamos “Razão”, a qual sintetiza em si as regras, as leis, processos e mecanismos que tem composto este movimento total da parcela da Natureza envolvendo os eventos nas origens da vida e o processo evolucionário desta historia.
Portanto, o humano se aproximara o mais possível da solução verdadeira que explica as origens da vida e a evolução quanto mais manter essa Razão na sua forma natural, mantendo-a pura como uma quinta força da Natureza que é a entidade que sempre emerge da mistura e interações entre todas as partes e forças de um sistema. Para manter esta Razão pura e nuamente, brutal quando estiver instalado a dominância  do caos e ordenada quando se instala a ordem, pristinamente natural, é preciso um gigantesco esforço para policia-la, mantendo-se constantemente vigilante contra as invasões de outra propriedade não inteligível do cérebro que é a imaginação, e da outra propriedade do cérebro que são os instintos herdados do passado, inclusive dos instintos vindo das leis físico-termodinâmicas do estado do mundo muito antes dos momentos das origens da vida, e dos instintos mais recentes vindo de predadores ou presas. Pois estes instintos nos manteriam emburrecidos inabilitando-nos a nos posicionar no estado da Natureza atual com sua atual complexidade, para entender esta complexidade com a forma da Razão complexa que ela exige.
Um dos métodos eficientes para manter a Razão pura é, sempre que num exercício de tentativa de conectar os fatos e eventos naturais para obter o grande quadro final – aquele que de fato mostraria como foi as origens da vida – ir testando os quadros menores que vão surgindo das conexões de poucos dados. Este teste é feito buscando-se parâmetros – outras ocorrências e eventos conhecidos e comprovadamente reais – que estejam ocorrendo aqui e agora, seja observado dentro ou fora do nosso sistema solar. Senão encontrar-mos nenhum parâmetro, devemos nos esforçar ao máximo buscando todas as outras alternativas visualizadas de conexões, e apenas se outra não encontrar também o parâmetro, devemos eleger a mais indicada nunca se esquecendo dela, deste chute no escuro, embutindo no nosso quadro um elemento ou evento nunca observado em nenhuma situação real. Um destes chutes no escuro da ciência acadêmica moderna é toda a teoria e modelos sobre os buracos negros. Onde, quando, foi observado ao menos algo similar a estes hipotéticos objetos que estariam no lugar do objeto real que esta’ oculto nos nucleos das glaxias? Nao existe. Manter a razão a mais natural possível é o mandamento máximo nas investigações dos desconhecidos nesta Natureza.
Quando o Dr.Eric busca os mistérios nas origens da vida através do método de conhecer ou reconstituir o estado do mundo daquela época, através das disciplinas ” physical geochemical biochemical ecological and evolutionary”, ele esta’ no caminho mais certo que os biólogos fazendo teorias a partir da pesquisa do DNA apenas, esta’ a meio-caminho mais certo que os químicos buscando as mesmas explicações limitados ‘a química. Mas isto não é tudo, assim ele não vai nunca completar a sua busca com uma resposta final. Seria possível a um alienígena feito de ferro e não-biológico conhecer as explicações das origens de um humano na forma adulta se ele apenas souber que a forma adulta veio da forma adolescente e ele tentar reconstituir mentalmente a forma adolescente? Não porque a forma adolescente não foi o estado do mundo que deu origens a forma adulta, esta veio de antes, muito antes, desde as formas de criança, de feto, e antes ainda, dos pais, etc. Então o que essas disciplinas ajudam o Dr. Eric a remontar é a forma de adolescente do mundo. Ele terá que incluir nessas disciplinas todo o vasto campo da astronomia e da física mais elementar, como a atômica, a das partículas e outros elementos como a luz, etc., ou seja, remontar os estados do mundo em passados anteriores aos momentos das origens da vida. Pois a vida não teve, na realidade uma origem abrupta, como um evento ao acaso e vindo de forças fora da longa cadeia de causas e efeitos que começou com o Big Bang e quiça, antes dele. As palavras “vida” e “origens”, são palavras que geram conceitos equivocados, principalmente quando vem juntas,  um nome muito perigoso e desviador de foco da atenção, ao separar o que aconteceu depois dos 3,5 bilhões de anos na Terra dos 10 bilhões de anos do Cosmos. A vida nada mais é que um estado da Natureza uma nova forma produzida pela transformação evolucionaria de um sistema universal,  que emerge do processo natural universal da “transformação”, onde o bólido de leis e elementos e forças que vem na avalanche das causas e efeitos faz ficar a tona e em proeminência novos compostos de seus elementos que nela estavam inseridos desde o inicio da avalancha. Assim como no jovem que amadurece surgem novidades como a barba, o bigode, a maturação sexual, etc., os quais já tinham suas informações inseridas no corpo antes da forma de jovem, desde suas origens.
Portanto o Dr. Eric esta’ a um passo atras da Matrix/DNA, a qual foi buscar a Historia Natural desde o Big Bang para chegar neste futuro sugerindo o modelo teórico de como estava o estado do mundo aqui nestas regiões na época das origens das vida. Porem, ao proceder assim dentro de um horizonte mais limitado, o Dr.Eric teve mais tempo para esmiuçar melhor os maiores detalhes daqueles momentos, e adicionando-se a isso que suas condições de pesquisas mais favorecidas pelos recursos da ciência oficial torna-se claro que seu modelo deva conter muitos elementos que o da Matrix/DNA desconhece. Então sugere a Razão que os elementos conhecidos por um sejam adicionados e misturados com os elementos conhecidos por outro, para dai se extrair um quadro ainda mais fidedigno. E é isto que estamos tentando fazer ao esmiuçar a obra do Dr. Eric.
additionally
he remains interested in the connections
or correspondences between energy
information and computation most of us
think about life as being something
created from other living things but
much of Eric’s work focuses on the time
before biology when life on Earth emerge
from geophysical and chemical processes
the subject of tonight’s talk is based
on material from his upcoming book
co-written by the legendary biologist
Harold Morel wits which is entitled the
emergence of the fourth geosphere to be
published in 2016 by Cambridge
University Press
his work disrupts Francis Crick’s notion
that life was a happy accident
indeed the material has consequences for
the way we think about the relationship
of the individual to ecology the big
picture of orange and of life shows that
ecosystems not individuals are carrying
some of the most fundamental patterns of
life furthermore the work leads us to
understand that the nature of living
State is different from the nature of
individuality and that we have been
wrongly conflating the two in our
understanding of biology
therefore we should strive to achieve a
more ecology centered biology to help us
guide our life in a more sustainable way
within the biosphere finally both his
upcoming book and tonight’s talk will
challenge us to rethink
what is the nature of life without
further ado let’s welcome Eric Smith
thank you so thank you Jerry and good
evening everybody welcome you might
think at the least that the problem of
the origin of life how did life appear
on an earth that previously had not had
life is mostly a history problem what
happened and when and where did it
happen you could go a little bit beyond
that and you might think of it as a
problem of cause how did things happen
and why the argument that I want to make
tonight is that we actually need to go
further than that the things that we’ve
learned about the sort of technical
problems of when where and how have
caused us to realize that the nature of
life is different from a lot of the
patterns that we’ve traditionally used
to think about it now the reason the
origin of life problem is hard is that
we do something in science that we also
do in everyday life we put a big gap
between the living things and the
nonliving things it’s very difficult to
see across that gap how something like
life could have come from something that
was not alive so when we think about
life we often think about it in these
terms
life is made of individuals they have
agency maybe they have purpose or
intentions that gives the biosphere
direction even if the direction didn’t
come from the individuals it comes from
evolution life is energetic its complex
and it’s endlessly fascinating compare
that to rocks what do rocks do they just
sit there sometimes for billions of
years so what I want to argue to you
tonight is that the conceptual gap
between the nonliving world and living
world is not real or it’s not where we
have tried to place it in the past the
nonliving world is very active
it’s richly structured in its activity
and the biosphere from the beginning all
the way to the present is embedded in
detail in the structure of that chemical
activity of the rest of the planet
we haven’t recognized the connections
because our ways of looking have been
too small or they’ve been too short-term
they’ve been on the scale of a human
life or maybe we’ve looked in the wrong
places but particularly in the last 30
years things that we’ve learned in a
variety of different disciplines are
changing the way we ask those questions
and those are the things that cause us
to reevaluate what we think the nature
of life is and what we’re trying to
explain so tonight I want to cover four
points first of all to understand the
nature of life in the origin of life you
have to understand its planetary context
and that context is what I will call a
great arc of disequilibrium on the scale
of the whole planet now even though that
disequilibrium or stress runs through
all of the systems on the planet we can
break it apart and we can make it
comprehensible by doing something that
geologists have done for more than a
century we can divide the planet into
geosphere z– which are separate domains
of states of matter and kinds of
chemistry what we’re looking for in the
nature of life is actually at the level
of the biosphere as a whole not at the
level of its components of species or
organisms or sub organismal components
the conclusion that I want to leave us
with at the end of the night is that the
biosphere is the fourth geosphere we
should understand it as a planetary
subsystem and we should understand the
emergence of life as a stage in
planetary maturation akin to the stages
that cause the other geo spheres to be
separated from each other so in
classical geology a lifeless planet can
have three geo spheres the lithosphere
from the word for rock is the solid bulk
on earth this is almost all of the
matter in the mass
of the planet the state of matter is
solid and the chemistry characteristic
of the delay of the lithosphere is the
chemistry of minerals and their changes
second geosphere is the hydrosphere this
is all of the watery domains water
chemistry is very special it’s very
restrictive and as we’ve known forever
water chemistry is fundamental to the
nature of life and it’s in part impart
important because of all the things you
can’t do in water that you have to be
distinctive the life does the third
nonliving geosphere is the atmosphere
this is the gas phase because it’s cool
and because it’s at low density there
are certain kinds of chemistry that are
possible in the atmosphere that are not
possible other places
now the chemistry of the atmosphere is
not actually very much like the
chemistry of life but it turns out that
it’s really important to the great arc
of planetary disequilibrium that will be
central to our story and the fourth is
the biosphere a lifeless planet will
always have a lithosphere if it has
enough volatile zazz they’re called the
liquids and gases it can also have hydro
spheres or atmospheres I want to look at
the earth as it is and everything that
causes it to be different from a planet
that only had the three lifeless geo
seers and all of that difference is what
I mean by the biosphere so it is
organisms but not only organisms it’s
all of their ecological relations it’s
their history and it’s all the changes
that they have collectively brought
about in the rest of the planet
throughout its history so it’s in the
some rather than in the components that
we look for the nature of the living
State so I’ve said that there’s not a
gap that separates life conceptually
from the rest of the earth but certainly
the biosphere is different from the
nonliving geo spheres it’s different in
many ways but if we had to choose one
that’s most important here’s the one I
would argue it is for the other geo
spheres the lithosphere hydrosphere and
atmosphere
we can understand most of them in terms
of their structure for the biosphere you
can only really understand it as an
organized state of activity in order to
create an organized state of activity
that goes beyond just structure you have
to be in a circumstance that physicists
call far from equilibrium and I’ll
explain to you in a minute what that
means the important thing is that the
disequilibrium we need to understand
life are not something local they’re not
local in space and they’re not local in
chemistry they actually are built up on
the scale of the whole planet so to give
you a flavor for what is meant by near
equilibrium or far from equilibrium I’ll
use something’s a little of an analogy
but it’s an analogy that’s
mathematically faithful near equilibrium
is like the ripples on a pond there may
be activity that’s caused by
disturbances but most of what there is
to understand can be understood from the
structure of the flat surface before you
start this is far from equilibrium think
of the biosphere as surfing on a
continuously renewed wave of energy flow
that energy flow is needed to keep it up
where it is it’s needed to keep it
organized now it’s been understood
forever that life requires a flow of
energy to maintain itself but to say
that something is required doesn’t say
that that’s necessarily possible it only
tells you what’s impossible tonight I
want to argue for something stronger I
want to argue that the energy flows on
earth brought the biosphere into
existence it’s as if the wave had
created the surfer so traditionally when
we come at the problem of the origin of
life from the habits of biology we ask
where is the surfer and what is the
surfer like what I want to argue with
here is that the right question should
be where is the wave so the story of
disequilibrium that makes sense of the
origin of life doesn’t start on the
planet it actually starts in the
formation of the solar system now when
we look at the Sun the part we see is
the photosphere photosphere is
relatively cool it’s only about 6,000
degrees Celsius
which is about the same temperature as
the core of the earth and it looks
relatively smooth and flat like you see
here occasional sunspots but if you were
to look at the Sun in the x-ray with a
movie you’d find a boiling cauldron of
magnetic fluid because the Sun produces
heat and the heat needs to convict and
because it’s electrically conductive you
get loops of magnetism that boil up from
the interior and WIPP plasma into the
outer layers of the atmosphere this
action can cause the middle atmosphere
of the Sun called the chromosphere to go
up to a hundred thousand degrees or more
and it can elevate the corona to a
million degrees or more so plasma at a
hundred thousand degrees emits extreme
ultraviolet radiation and at a million
degrees or more it emits x-rays so if
you could look at the Sun with a picture
in the extreme UV in the x-ray this is
actually what you would find the
activity of the star like this is due to
convection and the conductivity of the
plasma but also to the rotation because
this is a Coriolis effect the same as
hurricanes and when stars are young when
they’re born they rotate much faster and
they spin down over time so when the Sun
was young all of this activity was
actually more vigorous and more violent
than it is today now that kind of hard
radiation shapes planetary atmospheres
and in particular it drives them far out
of equilibrium from the planet that they
surround so in particular ultraviolet
and above will break water water is the
h2o molecule where the HS are white and
the O is red and it will separate the
hydrogen from the oxygen hydrogen is a
very light element and so anything will
cause it to escape and the result is
that you leave the oxygen behind this is
actually a satellite photo of the earth
taken with a filter for the emission
lines that see hydrogen and what you can
see is that our planet is surrounded by
a halo of hydrogen it’s continually
escaping from it that
to have major consequences because the
rates of hydrogen loss that a star like
our Sun produces will remove a volume of
water comparable to the Earth’s ocean in
about a billion years so if you were
Venus which is about our size but closer
to the Sun a little bit warmer or if you
were Mars which is smaller and has a
weaker gravity to hold elements you
would have wound up in the condition
that they’re in today with no surface
water oxygen left behind that turns the
dry surface a rusty red in about four
and a half billion years the earth may
be in this condition depending on how
much water is on the inside which is
something we don’t know but for the time
being the earth is a very unusual planet
in the solar system and possibly more
widely than that but why does any of
this matter to the origin of life to
answer that you need to know a little
bit of chemistry but all you need to
know is on this one slide and it’s
intuitive I promise in the periodic
table of the elements we have many
different kinds of animals some of the
elements have a stronger what’s called
affinity for electrons than others and
in particular important to our story
iron is very ready to give electrons
away to many other elements giving
electrons away to something is called
reducing that because electrons Haggen
have a negative charge at the opposite
end oxygen is very greedy –nt will
steal electrons from many elements and
so you can see the transfer of electrons
from iron to oxygen in the Suites of
minerals in the world iron metal which
mostly doesn’t exist at the surface has
all of its electrons and they’re loosely
bound so they make a kind of a liquid
and that’s why iron is silvery and shiny
and reflects light if you bring in a
little bit of oxygen enough that there’s
one oxygen atom per iron atom it will
transfer two electrons to the oxygen and
we note that with a plus two on the iron
and a minus two on the oxygen and you
get this dull silvery mineral called
this site which is no longer shiny
because the free electrons are gone a
little bit more so that you’re in a mix
between giving two and giving three
electrons away
and you have magnetite which is black
this is what the original compasses were
made of and if you give yet more you get
this rusty red mineral called hematite
which is one of the elements of rust now
as we all know rust happens and the
spontaneity of this electron-donating
process is a source of chemical energy
if you look at that at a planetary scale
you realize that what happens is that
hydrogen escape is turning our whole
planet into a giant battery because this
is how batteries work you take two
different elements one of which gives
electrons and one of which takes them
and you force the electrons to flow
through something so that you can
harness the work in the earth in the
interior region known as the mantle most
of the iron is in this +2 state but near
the surface it gets pulled to the +3
state by the oxygen that’s continually
made available as we lose water to
hydrogen escape now on a quiet earth
that battery would run down because even
though you originally had oxygen to
donate electrons at the surface that
would basically weather over the same
way you get a layer of oxide on an
aluminum windowsill the only thing that
allows the battery to be continually
refreshed is that new material is
delivered to the surface of the earth at
the same time as hydrogen is continually
scoured away out of the atmosphere but
that redelivery
brings a second kind of disequilibrium
into the picture to understand the
context for life so if you could look at
a cross-section of the earth on hundred
million year timescales
so this is where human life is too short
to see you would actually see cool
material being brought down from the
surface and you can barely see in this
picture I apologize for the colors the
yellow heat from the core being boiled
up so the interior plastic rock of the
mantle is constantly in convective
turnover driven by this need to release
heat if at the same time you could see
the chemical composition of the rock you
would find that the oxidized exhausted
crust on the surface is being pulled
down and remixed into the mantle while
the electron giving iron mature
the interior is allowed to come to the
surface and make new crust so when you
put all these processes together this is
the picture you get of the big earth
convection continually refreshes the
surface rock at the same time as the
solar radiation pulls the hydrogen away
the important thing is that the new
crust is not created uniformly
everywhere it’s created in concentrated
centers which are called spreading
centers or mid-ocean ridges beneath the
ocean bottom the process of convection
causes what are called plate tectonics
the movement of the major plates around
where they subduct they create
earthquakes and volcanoes which deliver
other concentrated new rock to the
surface and when there are continents
riding around on them they cause
continental drift so this is a map of
the bottom of the ocean showing its age
the entire bottom of the ocean gets
replaced about once every 250 million
years as the continents go back and
forth opening and closing in a cycle the
mid-ocean ridges are these red regions
of newly created crust in the Centers of
all of the world’s oceans and then the
blue regions are the old crust that’s
diving back into the mantle as they do
under Tokyo where I’m living now the
sites where new crust is created are
themselves very interesting because
you’re taking rock that’s miles thick
and you’re twisting it and separating it
and pulling it so they’re filled with
cracks and pores and in this domain
seawater invades and it gets chemically
altered by the rock the invasion sites
and then the remix encoder comes back up
are the places where a battery that
accumulates over the entire planetary
surface in bulk
gets concentrated into these narrow
ranges so this map shows you the same
spreading centers on little red dots are
the places where geologists have mapped
out regions of active rock water
interaction this is a tiny subset of the
ones that are believed to exist but
these now constitute
the evidence we have about where the
Earth’s battery mostly flows and if you
look at the electron transfer if you do
a calculation from the interior to the
atmosphere its concentrated at these
little release points right around here
so this is the importance of this is
that this is where stress piles up in
the world even though it’s accumulated
diffusely
so up to this point we’ve closed half
the gap hopefully I have convinced you
that rocks don’t just sit there that the
earth is chemically active and that it’s
organized but before the 1970s even
knowing all of this and much of this was
understood roughly people still would
not have been able to make a connection
to the origin of life because life still
seemed so different what I want to show
you next is that’s because up until
about the 1970s we thought we understood
the nature of life and our view of life
was basically entirely upside down
what’s important about the last 50 years
is that we’ve learned about an entire
new part of the biosphere that we didn’t
understand and we’ve learned that it’s
that other part not us
that gives the clues about where life
came from and the real foundations of
its nature
so understandably for most of history
when we think about the nature of life
we think about things that are big
enough to see because we didn’t have
microscopes and that means the plants
and the animals in the fungi but what
these all have in common is that
ultimately they’re all fed by this green
forest here they all live off of the
energy from sunlight and that’s a
problem because capturing sunlight is
the most complicated thing living
systems do and so we were never able to
surmount that chicken egg problem how
would you ever get up to something as
complicated as the machinery that
harnesses sunlight if you needed the
sunlight energy to build that machinery
in the first place but in 1977 Jack
Corliss Richard von Hudson and Robert
Ballard led an expedition to the
Galapagos rift one of our spreading
centers with the deep submersible Alvin
which at that time was new they were
drawn there because there had been
measurements of the seawater overlying
that were anomalously warm and so they
suspect that there were rock water
interactions taking place but they were
completely unprepared for what they
would see both about the geology and
about the life hosted there immediately
after those discoveries there were new
hypotheses about how life had originated
that are substantively much like what is
mostly believed today but together with
other changes that were going on around
the same time in microbiology and
molecular biology they completely
changed our understanding of how the
biosphere is organized on what was its
history so what Alvin saw the first
discovery was these thundering plumes of
sulfide and heavy metal rich water
coming up from the deep where they mix
with cool seawater they precipitate
these enormous chimneys that can be 45
or 60 feet tall this water would poison
us immediately because of the metals and
the sulfide that it’s full of the
temperature differences are extreme 350
degrees versus four degrees makes a
mirror under this flange but the most
amazing thing was the animal colonies
that live around here the water would
poison us but it’s the source of energy
for entire ecosystems like these tube
worms and the shrimp that live around
them now the red color you see here even
though it looks like flowers has nothing
to do with pigments because there’s no
light down here that’s hemoglobin these
are the worms lung that stick out into
the water to perform gas exchange but
the most important thing of all about
these ecosystems is that the worms don’t
build life all of the life is built by
bacteria the worms gather gases that the
bacteria used to build their biomass in
these shimmering zones of mixing that
was a whole parallel biosphere that was
not anticipated but the Alvin expedition
did more than show us that there’s more
diversity in the world than we realized
together with the other discoveries it
forced us to reconsider what it is that
determines living form there is a role
for evolution in this but I’ll come back
to evolution second because it’s
actually not our first story the first
story is that some of the patterns of
life are written into the rules of
chemistry and the planetary energy flows
before there’s ever material for
evolution to act on the important
conclusion in this will not only be new
insights about organisms but also a new
way to understand the ecosystems that
makes them more fundamental than
organisms so let me talk about typology
suppose we had to play a game of 20
questions where I had to learn as much
about some organism as possible in the
fewest number of questions what should
those questions be turns out they would
not first be about its history my choice
of the first two would be these I would
first ask where does it get its energy
does it get its energy from molecules
that give electrons the way hydrogen
does or from molecules that take
electrons the way oxygen does then
second I would ask how much do I learn
if I only see the organism is the
organism metabolically complete does it
feed itself which is the condition
called Auto trophy or is the organism in
complete so that it depends on an
ecosystem to provide it the condition
called heterotroph II or being fed from
somebody else because if it’s incomplete
then even if I study that metabolism I
haven’t understood what is sufficient to
make life so the first thing you realize
is that everything we use to think about
is down in this one lower right corner
here so they are not the norm the other
thing you realize is that on this side
they’re all green or they eat something
green or something that eats something
green so these are the complicated guys
and they were the ones we were trying to
understand from these are the ones that
were discovered in the deep subsurface
and the bottoms of the oceans now if we
look at the evolutionary view and we
reconstruct history we realize that it’s
telling us the same story of course
people and most of the things people
know exists at a little tiny tip of this
tree here and in fact anything that has
more than one cell lives on these few
branches that have slightly thickened
lines everything else in the world is
you know cells and before I don’t know
600 million years ago that was all there
was in the world more than that these
are the only complex single-celled
organisms the cells that have the
simpler form of bacteria make up the
blue and red branches that are the
substance of the Tree of Life now the
remarkable thing is as we have
reconstructed the properties of these
deep branches from the way their
ancestors are left on the tips here we
find that the bacteria that live without
oxygen are the good models for the route
here and also many of them are
heat-loving
so the bacteria that were discovered by
the Alvin expedition are not some
special branch that’s adapted to an
extreme environment they are the
foundation we are the special branch
that occurred much later but of course
everything here I was talking about
organisms because for organisms you can
draw trees if we had talked instead
about ecosystems I could have done even
better because I could have answered an
enormous amount with only
one question where do they get their
energy because if we draw the boundaries
big enough every ecosystem is
self-provisioning we don’t live off of
organic molecules from space anymore if
we ever did so everything that is needed
in an ecosystem is made by somebody in
the ecosystem there the major division
is between the ones that live from
electron donors without oxygen and those
that are powered ultimately by light on
the surface but we learn something more
kind of like Tolstoy’s happy families
are all alike and the unhappy ones are
unhappy in their own way the reductive
ecosystems are actually all essentially
alike they may not be the same at the
level of organisms but at the ecosystem
level they’re doing the same thing
moreover the process of building up
biomass the way these bacteria that
oxidize iron and leave rust as their
waste product do is essentially also
present in here but it’s wrapped in an
energy suit where sunlight provides them
what they’re no longer getting from the
Earth’s battery so these are actually
the fundamental and the deep so that
leads us to a different view of the
biosphere ecosystems are not merely
communities they’re entities in their
own right the reason this matters for
the origin of life is threefold
first the kinds of ecosystems reductive
or oxidative are not primarily
determined by genetics or history
they’re primarily determined by
metabolism second the similarity of
metabolisms is evident or the
universality of metabolism can be seen
at the ecosystem level not necessarily
at the organism level so organisms cut
up a puzzle in different ways but the
picture on the ecological puzzle is
always the same picture here’s the one
that I need to argue to get you to
accept it was not organisms that were
the bridge from geochemistry into life
it was ecosystems the division of
becoming special organisms came later so
now I want to make the argument for
plausibility for that
to understand that argument though we
need to look more at metabolism because
metabolism is the special property and
there are clues in the structure and the
energetics of metabolism that are as
remarkable as anything I’ve showed you
in the world of organisms now usually if
you look at metabolism you of course
instantly have a heart attack and that’s
because we study metabolism from the
level of human physiology and medicine
it’s kind of like taking a beautiful
telescope and looking through the wrong
end and saying it all seems so far away
so this is what a typical metabolic map
looks like in one of the major databases
but even in this chaos your eye is drawn
to the order at the center of this
circle what I want to show you is that
this circle is in fact the knot that
ties the whole thing together it does in
the entire biosphere all living things
and apparently has throughout all of
history so this is what the core looks
like a little bit closer it’s called the
citric acid cycle it’s a cycle of 11
simple molecules the colored dots here
are carbons I don’t label them the
smallest has only two carbons you go
around to as many as six carbons that’s
citric acid we were all well some of us
were taught in high school biology that
this cycle is important it’s called the
Krebs cycle we were told we need it to
get energy from fats and oils so that we
can live that’s why it’s important to us
but we’re late and we’re backward the
reason the citric acid cycle is
important to everything and this is
stunning
all molecules that you use to make the
entire biosphere originate in one of
four or five compounds in this cycle all
the diversity that you see around you
comes later but the building is all done
from these now I show them to us in the
form of foods because we are not
ecologically complete so we know most of
them in terms of the foods we need to
eat to live that some plant or bacterium
needs to make so this will to come to
carbon compound this is vinegar and it’s
the starting point through which all of
the oils and fats are made the three
carbon compound here makes all of the
sugars which are structural as well as
energy molecules this one here
makes the special vitamins that bind
metals and that’s why they have bright
colors so chlorophyll and heme there are
four different ones that make amino
acids that are part of proteins and then
from some of the amino acids we also
make the nucleic acids RNA and DNA so
that’s how the major classes of
molecules come off of this small simple
core so the first apparent problem with
obtaining an origin of life the problem
of complexity now doesn’t seem so bad
but that’s not the only problem we have
to address there’s a classic view of
life as a struggle for existence the
term was coined by the victorian
Reverend Thomas Malthus who was worried
about population and famines and Wars
and this was a term that was adopted
also by Darwin and was fundamental to
why natural selection can work you over
produce and then you call the same
language permeates the sciences we
talked about capturing resources or
harnessing sunlight energy so the
intuition is that things fall apart and
that you’re in the Sisyphean task of
building up against the forces of decay
and in the oxygenic world that’s right
if I take organic carbon I can put it in
a furnace and it will burn and it will
go back to carbon dioxide which is where
it started from but in the world of
vents the rules are different my
colleague and friend Everett Jacques has
probably put this best that instead of
no such thing as a free lunch or a
struggle for existence the vent world is
a free lunch you’re paid to eat I’ll
show you how what I’ve done here is
taken the citric acid cycle compounds
they’re the 11 different dots for a
couple of them I’ve drawn the molecules
just so you can see where they go and on
this axis I’ve showed how many h2 how
many electrons we add per carbon to
build the molecule so the sugars are two
h2s per carbon the oils are three and
then on this axis I’ve shown the energy
that’s used to make the molecule
starting from hydrogen and co2 because
hydrogen is what the vent world provides
and actually what you see is this is a
downhill run all the way to methane
at ch4 that’s our greenhouse gas so in
the vent world you are not building up
complexity as a struggle against the
release of energy you’re building up
complexity because that’s the path of
least resistance to release energy now
the reason that matters to the citric
acid cycle I showed you before is that
that’s what drags the cycle around you
can think of it as an old-fashioned
waterwheel where as the water flows over
it pulls the cycle around this is the
same picture I’m not showing you the
other clutter the hydrogen’s and oxygens
but I show you the same molecules and
the redder a carbon atom is coloured the
more oxygens it has bound to it the
bluer it’s coloured the more hydrogen’s
it has bound so you’re sliding down the
hill as more of your atoms become blue
and fewer of them red this is the citric
acid cycle in the same picture where I’m
showing you each of the eleven molecules
with only the carbons colored and what
you can see the cycle goes in this
counterclockwise direction in the vent
world we run it backward the wrong way
where it makes no sense but in the vent
world red carbon that’s carbon dioxide
comes in and as it goes around it gets
moved toward the interior of the
molecule and electrons get added so that
process of adding electrons and using
the available free energy drags the
cycle around in the directions that the
organisms use and then that becomes the
starting material out of which they
build the rest of biomass I’ll come back
and show you this in a little bit later
in a slightly different form so for now
the way the earth provides a battery and
the way metabolism use it shows the
essential continuity between
geochemistry and biochemistry that by
itself would not be enough to judge
whether the presence of life on Earth is
surprising or inevitable to answer that
question we need to do something more
and that’s what requires that we
reconsider what we think the living
state is and wait through what the right
kind of formal
for it is I want to argue that the way
to understand the way that makes sense
of the fact that life emerged on a
lifeless earth and that it has persisted
for almost four billion years since is
the concept of breakdown or failure so
remember that we’re trying to understand
a pattern of motion breakdown creates
patterns of motion at the same time as
it destroys certain patterns of
structure so things don’t only fall
apart
sometimes the events become ordered even
as the structures are broken and so we
have the concept that the origin of life
could be a kind of collapse and once you
have a collapse the idea that when
pushed hard enough
anything will give that brings with it
the notion of necessity because in the
world of breakdowns the things that
persist are only the things that were
the favorite state or the necessary
state to begin with now this is not an
exotic idea it turns out that it’s
around us all the time the main thing
you need in order to understand it is
the idea of an energy flow channel there
are lots of energy flow channels in the
natural world lightning is one we create
a plasma that’s very very very different
from the surrounding dry air but it
allows electricity to flow we create all
this organization of wall storms in a
cyclone because that transports heat
from the warm oceans to the upper
atmosphere and this is not the
disordered pattern of just thunderstorms
or uniformly mixed air so these things
are well understood in the physical
sciences already the thing that’s
important to create a channel and the
reason not all things form channels is
that there needs to be feedback because
in all of these systems the initial
stress is diffuse the clouds have a
charge spread out over a great distance
where the oceans are warm over an
enormous volume but the ice storms
constant
only in one area because that moves
things more so I’ll illustrate for you
dynamically with the simplest of all
channels which is just the propagation
of a fracture if you could see a
fracture propagating at the atomic scale
you would see that it’s a self-similar
repeating sequence of events as bond
after bond breaks the reason this is
striking is that in the original crystal
there’s plenty of energy in the crystal
as a whole to break the bonds but the
energy is too diffuse and so by itself
it can’t concentrate to rupture a bond
the thing that causes the fracture to
propagate in an orderly way instead of
happening at random everywhere is that
the stress field in the surround it
deforms pulls the stress from the bulk
back down to atomic diameters and
concentrates it this is what
hydrothermal vents are doing for the
earth battery because the battery is
accumulating over the entire atmosphere
and interior but it’s being focused at
the regions where rock contacts water
and the regions where the altered water
remixes with seawater now I want to show
you that this is actually what the
citric acid cycle does within chemistry
it performs a second kind of
concentration so as the molecule goes
around it pulls in carbon and then here
it splits and both parts go back into
the cycle so where you had one you now
have two that’s the mathematics of
compound interest and so you can
exponentially grow and you concentrate
material within the cycle also like
compound interest on an endowment you
can pull molecules off of this to make
your major classes of biological matter
but the material in the cycle is still
available to serve as a kind of flypaper
that continues to pull carbon in over
and over again so this is the second
concentration now the thing this leads
to an important way of thinking about
the nature of life you could imagine
that the optimization of this cycle was
something carried out by evolution later
but I think there’s actually a better
way to view it this cycle is self
amplifying it works from the
environmental sources of carbon
it works from the Earth’s sources of
electrons and everything in the
biosphere is made from it the biosphere
is what you can make if these are the
compounds you have and so this is why it
becomes the core that organizes the
whole rest of metabolism so does this
give us a complete theory of origins not
nearly there’s a lot of work to be done
there are many problems to be solved and
maybe many generations maybe centuries
of work before we have a satisfactory
theory the way we have a theory of
matter but it fundamentally changes the
way we ask questions when Darwin was
trying to understand the origin of the
world even though he was a consummate
ecologist he emphasized organisms
because that was where he could say
something concrete about the action
selection his problem was to understand
the patterns of relation the fact that
some things are more similar to each
other than they are to others and that
was what led him to the importance of
the tree of descent the idea that the
degree of similarity could be understood
in terms of how long ago you had a
common ancestor but organisms as we said
are very complicated and the tree of
descent doesn’t seem to do a very good
job of explaining how you ever arrived
at that level of complexity this is the
point that Jerry raised in the
introduction that what organisms are is
both part of the living biosphere but
they’re also individual and those are
two different things today we would
separate the problems and I would say we
asked the same question the following
way we recognize that being an organism
or being a virus or being a gene or
being a cell in an organism is just one
of many kinds of individuality and these
forms of individuality almost condense
like do from a kind of a background of
chemical regularity and that regularity
is being carried by the ecosystem but
like Dew which doesn’t condense
everywhere the forms of individuality
condense where they have paths of least
resistance laid down that make it easy
and
so the important point about all of the
concentrating mechanisms in organic
chemistry the cycles and metabolism the
Earth’s battery these define the pads of
least resistance so we can come finally
back to the question of chance and
necessity there are two sort of classic
pronouncements each made by a major and
truly great scientist that reflect
exactly opposite points of view Jacques
Monod worked on bacterial regulation and
was one of the discoverers of how this
works his view from all of the
complexity of genetics and genomics was
that life could be understood in terms
of scientific principles but there was
no hope of predicting he envisioned the
trajectory of the biosphere through
history as a kind of a random walk where
even the major steps could not have been
foreseen Christian de Duve took exactly
the opposite point of view in a way
that’s very subtle and I think it’s
missed by many people to have recognized
of course that the Assembly of a modern
cell would only be possible with
selection because there are so many
choices they have to be selected at each
range but he went on to say something
more delicate he said even the problem
of producing the choices that selection
can act on is so complicated it’s very
difficult to understand how that could
happen in a process where everything is
equally probable and this was what led
him to propose that the success of the
evolutionary game as he puts it was
written into the fabric of the universe
what I’ve wanted to show you in the
earlier parts of this talk is where in
chemistry and in the properties of our
planet those choices were laid down so I
have many people that I need to thank
for this I absolutely want to thank
Jerry not only for the privilege of
giving you this talk but for supporting
my work and the work of my collaborators
for more than a
decade I want to thank a friend William
Melton who supported us through the last
two years in which this book was brought
to completion and Jerry also supported
me during that time of course the
National Science Foundation for bringing
the community together and the three
places yeah most importantly Santa Fe
Institute that we’re home for so many
years
yes please know the oxygen is being left
behind I should stand where I’m expected
the oxygen is being left behind so what
you’re doing is you’re losing oceans but
you’re only losing the hydrogen part of
the oceans good yes but are we are we
also gaining anything from the solar
wind uh some but probably not a lot um
we’re not gaining water we might I know
it’s a great question um I don’t know
what the gain of the rate of gain of
hydrogen is from the solar wind
quantitatively
I know it’s less than the rate of loss
but I don’t know by an order of
magnitude how much less thank you good
hmm in the back yes please
so you’re likely familiar with the
debates on whether viruses are
considered alive or not
I imagine at least I’ve heard of cases
where a virus can be as simple as just
of replicating molecule like RNA or DNA
surrounded by a protein coat not doing
anything like metabolism so do you think
that means it is not alive
great yeah lovely question I’m going to
answer that by saying that the whole
question turns out to use a form of
English that’s not meaningful in the
following sense so here’s here’s a
little bit of logical semantics work
with me and tell me if this works for
you if I use the term living thing a
thing is a noun living is a predicate
right what that means is I imagine that
I can take the whole world of things
which are fundamental and I can divide
them into two sets the living ones and
the nonliving ones but if things are not
fundamental and if life is not a
property inherent in things then the
whole notion living thing is a set of
words they satisfy the rules of syntax
but it’s not clear they actually mean
anything so what happens if the property
of being live is defined by
participating in the order of the
biosphere all the things that build it
up all those that break it down and what
we’re seeing in cells and viruses is a
form of individuality now I say is a
virus one of the forms of individuality
in its lifecycle when it’s just RNA and
a code absolutely and we can talk
scientifically about what’s special
about that form what makes it different
from a cell but I don’t ever ask the
question is the virus alive or not
because the virus is part of the
biosphere and it partakes of the
character of the living State from the
biosphere as a whole so that’s a little
bit heavy as a way to answer a very good
question
but I think it’s the answer that will
stand the test of time I’ll come right
back to you yes I’ve read there are some
you know the Big Bang at the beginning
of that kind of life that were preceded
it was a consciousness or the idea for
the universe to grow so could you apply
that to what you’re talking about here
that there was a consciousness that
helps to move this or create the origins
of life and create you know a place for
that life to grow that’s not a language
I have the ability to use in any
comfortable way in the know in a very
particular sense right I could say that
once a snowflake is formed like
commonplace processes we can talk about
aspects of the pattern that makes one
snowflake different from another and in
a similar sense I can go through the
emergence of life on a planet and then
organisms and then nervous systems and
somewhere Late Late Late I have these
incredibly complicated patterns that we
just barely understand and for me its
natural to look for consciousness as a
character of patterns at that late level
but in the same sense as I would not ask
whether something about the snowflake
was before the properties of water
because it seems to be at the wrong end
I’m not able to use a language that puts
consciousness at the low level as a form
of non-physical energy we’ve talked a
lot about physical energies but we don’t
talk about non-physical energies and
consciousness could be considered if
it’s thought of that way then it
predates everything doesn’t come after
the snowflake comes before the snowflake
no you know anyway I just wonder if
these kind of the sciences don’t all
kind of talk with each other and I think
there’s some ways where they can where
there is an interdisciplinary study
there I’m just questioning I think it’s
wonderful that you asked I think it’s a
right conversation to have
I think it’s very hard to talk and to
listen both and I will admit that my
view is pretty much a mechanic’s view of
a great many things and perhaps that
limits the set of things I can say well
I think you have largely answer to the
question I was going to ask and it is a
deed the AIA the idea I understand how
you followed this path of potala lism of
energy into living forms as a necessity
and and how you how it comes to be and
that that hypothesis is is new to me but
I’m missing the same thing the
difference between the rock and organic
and inorganic inorganic carbon and
carbon whether or not what we’ve always
called the lifecycle of the carbon cycle
the things you learn in chemistry I was
the particular properties that tell us
whether or not the energy is living or
nonliving in that whole origin and
metabolism have you given any thought to
that I think you’ve already answered it
the last thing you said but what are
your own thoughts about that and you
have any idea of using the scientific
method to try to discern that good so
that has some words in it that I can’t
address because I know how to use them
carefully the notion of energy is one
that we have struggled tremendously to
get clear for the last 250 years and one
of the great triumphs I think of a
unification in science is that energy is
energy and so it’s precisely because the
role of energy in the nonliving world
and in the living world is the same role
that we can understand how the living
world embeds in
living world and so that’s not a place
where I think it’s correct to look for
differences I think humans are great at
when they haven’t seen something
imagining something different from the
truth pads of least resistance and
failure modes are incredibly complicated
and we’ve only figured out a few of them
I think there’s huge scientific mileage
in learning how to do that in the
dominance of dynamics and of chemistry
where we’re just babies we’ve only begun
to form science in those domains does
every hydrothermal vent have life
associated with it and are the
chemistry’s the same across all those
different vents so they’ve all been
created to novo but all been the same
superb question um yes no and no
um no if if I could give you an
hour-long talk on only this one subject
in a university department the things I
would tell you so first thing to realize
there is no place we have ever drilled
dived or flown in the earth that we have
not found life which is one of the
reasons it’s so hard to understand
origin because everything has been
colonized by somebody modern so not only
does every vent have life in it every
mineshaft hole has life in it everything
that gets blown up from the subsurface
and a volcano winds up having life in it
so there’s life everywhere there is
certainly life that is uniquely hosted
by the energy at vents but your next
question is wonderfully perceptive
because it is not all the same the vent
chemistry is not all the same and the
life that they host tracks that vent
chemistry quite in detail so the vents
that I showed you are the charismatic
ones let me give you two line thing
about geology I told you that the deep
rock in the earth has mostly this iron
to plus character to it when it comes up
it gets oxidized that’s the process of
converting what’s called mantle into
crust normally you don’t see mantle on
the surface you only see crust on the
surface and the Magma’s that make crust
when they interact with water they
create these black smokers that are full
of metals and they have very acidic pH 2
or 3 in rare cases you can actually get
some of the material that’s supposed to
be protected down below exposed on the
surface it can be stripped off by
faulting the picture I showed you of the
lithosphere is Oman it’s a place where
continent formation actually causes to
be shoved up on the surface of dry land
in those areas it turns out you do not
produce acidic vents you produce
alkaline vents and you produce enormous
amounts of hydrogen if I showed you the
undersea version of those they do not
have black smoke because without acid
they don’t dissolve metals they don’t
dissolve sulfide instead they’re white
and shimmery and they produce carbonate
chimneys in today’s oceans if you looked
at those you would not find tubeworms
you would not find crabs or snails or
clams or shrimp you would find only
bacteria and archaea so would be a very
dull picture compared to the one I
showed you but its enormous ly important
because it turns out I think the reason
and there’s so many things I didn’t tell
you about even the black smoker world in
spite of the fact that they live on a
tiny energy budget far from the Sun
those two worms are actually the fastest
grown organisms known they that’s the
fastest production of biomass of any
known system and I think the reason for
that is that we need metals to live and
that’s what those vents are producing in
profusion without the metals you go into
a much sort of more miserly mode of life
where only the most conservative
bacteria and archaea can make it but
thank you Green and we have a couple
people here on the site too yes do you
what do you think of the theory of
panspermia as the cause of life and
could you define it for the audience yes
with pleasure good so panspermia was the
idea that in the non polemical form life
may not have originated on earth it may
have originated somewhere else and been
transported to earth now the polemical
form it’s really hard to understand how
life originated on earth and we only had
four and a half billion years to do it
the universe is 13 billion years old so
that’s more than a factor of 2 maybe if
we had the whole universe we’d have more
time now that was the old-fashioned
version sort of a 1970s version there
are more modern and more sophisticated
versions where people say that some of
the things about the
Tron battery that I showed you are
actually stronger on Mars than they are
on earth and some of the properties of
water may have been easier early on
those are very technical arguments on I
don’t know how to evaluate them I
consider those to be the most plausible
arguments that there could be important
chemistry relevant to the origin of life
that could be on a planet other than our
own where the life evolved to some
significant degree of complexity and was
then transported here for my own
preference I regard those with suspicion
because I think when we find something
difficult
we probably say oh that must mean it’s
impossible and our understanding is too
primitive to draw a conclusion like that
at this point we understand how hard it
is to make life on Earth precisely
because we understand the chemistry of
life on Earth so well and so is it
sensible to go someplace where we
understand the chemistry less well where
we have to rely on transport through
space to deliver but then here’s the
most important thing if you think my
argument has any validity that we should
look at life as a breakdown process so
that only the only things that persist
are the things that were the native
state anyway and you just had to get to
them if life on Earth was not the native
state to get into and it was a more
native state somewhere else then why
would it have been a robust thing to
build it there and transport it here
why would it have survived here for four
billion years without interruption if it
was not a thing that would natively form
here now that’s not strong enough to be
a science argument and I understand
sweetness but that direction is the
drift of my not worrying a lot about
pence per Meah
do you agree to the theories of George
Wald who said that life came from an
electric strike like lightning that hit
the elements the Earth’s primordial
atmosphere and life evolved from that
those experiments where amino acids
devolved into proteins and life form do
agree with those theories I would not
repeat them in the way their original
investigators believed them to be true
um again to speak a little bit carefully
lightning strikes turn out to matter on
earth because they do something very
difficult they take n2 which is a very
strong molecule and they break it up
into the forms of nitrogen that wind up
being chemically interesting that may
matter but I think it only matters at
the scale of the whole planetary dynamic
the chemistry of the atmospheres is
extremely different from the chemistry
of life you remember I said that
chemistry and water is very restrictive
and there are a lot of things that you
can’t do with it
the chemistry of carbon and of metals in
the deep subsurface is incredibly
similar to our biochemistry so much so
that you can look at enzymes that use
metals and they use them as if they had
just taken a mineral center and learned
how to harness it for certain types of
jobs those things were not known when
George Wald was writing these things and
I think a lot of the opinions you’re
talking about come more from Stanley
Miller and the followers of Stanley
Miller up after 1953 his experiments
were groundbreaking but there are two
things two ways you can interpret them
one you could suppose that those
experiments were good models for the
origin of life that I think doesn’t hold
up so well now though there are still
many people who disagree with me but
what you could say instead is if
chemistry and the atmosphere that’s so
different from biochemistry led to amino
acids many of which are the same as
those in biochemistry what should we be
learning about the paths of least
resistance in organic chemistry that can
cause very different starting points to
collapse into a few paths and then kind
of like trees growing along the
waterways in the desert does
biochemistry use the chemicals it does
because it’s following those paths of
least resistance even if we learned
about them in the wrong environment and
there’s somebody who really wants to ask
another question and I don’t want to cut
him off okay so you will be the last one
you’ve had your hand up there where Oh
no I’m almost embarrassed to stand up
considering the quality of all the
questions here but as a practical matter
we are so familiar with the term climate
change and what’s happening in climate
change is is mankind doing anything
relative to climate change that would
affect your theories in any way shape or
form or is they two completely different
subjects I’m so glad that you got a
chance to ask because it would have been
ashamed not to hear I don’t think that
the things that people are doing affect
the theories but I would like this work
to affect the things that people do so
this was the point that Jerry opened
with in biology too much we have put
ecosystem sensibility kind of in the
periphery and we focused on organisms
and when we interact with a natural
world whether we do it industrially or
agronomically we try to engineer
organisms and we try to we try to
influence systems with a few components
as if we were building a watch or a
bridge and routinely it winds up putting
us in places where we don’t want to be
or what we shouldn’t want to be if
biology can anchor ecology more
centrally and start to understand the
regression of ecosystems toward certain
patterns that it’s very hard to pull
them away from maybe biology can help us
head off misunderstandings in the world
of application and make us a little bit
more intelligent or in some cases a
little bit more precautionary about what
we do biology as a science is sound but
biology as a science is not always
proactive enough to miss to anticipate
the mistakes people are going to make a
more ecological biology may prime us to
be a little bit better at second
guessing the things that can go wrong
and trying to be careful ahead of time
you

AAAS: Site sempre a ser revisto

domingo, março 10th, 2019

xxxxx

No site, em search, escreva “evolution”, e uma serie de artigos para free reading podem ser lidos. Exemplo:

The timetable of evolution

Science Advances  17 May 2017:

http://advances.sciencemag.org/content/3/5/e1603076?__utma=109413082.1673811554.1551428863.1551840320.1552247307.5&__utmb=109413082.3.10.1552247307&__utmc=109413082&__utmx=-&__utmz=109413082.1551428863.1.1.utmcsr=google|utmccn=(organic)|utmcmd=organic|utmctr=(not%20provided)&__utmv=-&__utmk=4504115

Hermes Trismegisto, hermetismo: Semelhancas com Matrix/DNA

domingo, março 10th, 2019

xxxx

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hermes_Trismegisto

Capitulo no Wattpad: O primeiro orgasmo no Universo, e o primeiro baby

terça-feira, março 5th, 2019

xxxx

https://www.wattpad.com/myworks/180367575-a-origem-e-evolu%C3%A7%C3%A3o-do-sexo-do-big-bang-aos

O primeiro orgasmo no Universo, e o primeiro baby

Essa matéria do qual somos formados, ficou muito tempo tentando se manifestar e existir, pipocando na forma de partículas fantasmagóricas e divididas em dois grupos opostos entre entre si. Pareciam bolas ou balões de energia, mas assim que pipocavam do lado de cá do Universo, imediatamente perdiam energia e em 17 bilionésimos de segundo, desapareciam. Outras vezes desapareciam porque surgiam em alta velocidade e quando trombavam contra suas contrarias, e ambas cambaleantes, definhavam, a 13,8 bilhões de anos atras. Até que diminuíram seus entrechoques, conflitos, desfazendo a situação do “caos no principio”, que elas próprias criaram, permitindo o esfriamento do Universo, e num dado momento, duas contrarias se aproximaram cheias de amores uma pela outra, se fundiram e assim tornaram-se um só corpo, uma terceira partícula, transcendendo-se, agora densamente materializada. Como recompensa, e para comemorar, tiveram as energias negativas que as conduziam a seus conflitos, completamente descarregadas. Este momento, esta sensação de descarrego, foi a primeira manifestação de um orgasmo no Universo!

Mas suspeito que isto foi comemorado também alem do Universo, pois alguém lá percebeu que numa de suas tentativas, houve sucesso, ocorrendo uma fecundação, pois sentiram uma especie de Big Bang no infinito . Os criadores do Universo iriam se reproduzirem aqui dentro! Porem, historias do alem do Universo não é o objetivo neste texto, vamos voltar ‘au nossa matéria. Houve então a comemoração da confirmação e conquista da existência pela matéria, ou seu outro nome, Natureza Universal! E aquele primeiro corpo fixado, fundido, fruto do acasalamento, primeiro ser realmente material, foi o primeiro baby do Universo. Mas vamos ver essa historia em mais detalhes, inclusive técnicos, científicos.

Nós conhecemos o sexo biológico, e ignoramos até ontem que ele vem de uma longa história de evolução, na qual o fenômeno da reprodução sexual existia numa forma mecânica como é a forma de interação entre astros na galaxia, descrita pela mecânica newtoniana.  Mas antes existia numa forma ainda mais simples, eletromagnética, como é a interação entre átomos, quando o Universo se resumia a nebulosas de átomos.  Mas antes ainda o processo sexual  surgia numa especie de forma quântica. Na verdade fomos descobrir que o primeiro DNA, ou primeiro genoma neste Universo estava encriptado na onda de luz original que “explodiu” emitida ao longo do espaço sideral com o Big Bang e isto ficara claro quando lhes mostrar-mos a nossa versão do espectro eletromagnético produzindo ondas de luz. Em outro capitulo podemos mostrar aqui como é uma onda de luz tendo em si registradas as informações de um genoma, mas quando mostrar-mos aqui a foto da copula, da gestação e do aborto entre os astros celestes, no minimo você vai sentir como um sopro de luz, e nunca mais será o mesmo(a).

Vamos começar pelo começo. A paisagem deste Universo no momento do Big Bang é tão diferente de tudo que vimos, que para falar dela, temos que recorrer a analogias com o que você pode ver aqui e agora. Assim como seria muito mais fácil explicar a um extraterrestre feito de ferro e plastico como é um corpo humano, usando como analogia uma bactéria ao invés de uma pedra, será mais fácil você entender as criaturas e ocorrências nas origens do Universo recorrendo a analogias com o que existe aqui e agora, pois o que existe aqui e agora são meros produtos evoluídos do que existia nas origens. Então vamos ver como aconteceu a primeira copula no Universo.

Mas antes preciso dar um aviso. Neste momento um leitor racional estará se perguntando quem é esse escritor tão prepotente que acredita saber isso?! Nenhum humano poderia saber sobre o que não viu. Acontece que a primeira copula no Universo foi descoberta e maravilhosamente descrita por um cientista, físico, que ganhou o Premio Nobel, Hideki Yukawa. Ele descobriu como funciona a “cola nuclear” que mantem fundidos como num só corpo, em pares, os prótons e nêutrons. Mas os físicos pararam ai, eles não são biólogos e não são filósofos naturalistas. Por não o serem, chegam a um momento nas suas pesquisas em que se desviam da realidade natural, e se conduzem através da mistica, exagerando numa especie de masturbação matemática, criando o tal “materialismo cientifico” e com estas crenças, se perdem ate chegarem na conclusão de que “Tudo veio do Nada”! Pois é…  Um filosofo naturalista atua diferente. Ele tem uma psique modelada por uma mutação genética ( ou mais exatamente, uma des-mutação) que bloqueia a sua imaginação e o impede de sair da esfera em que ele próprio é a Natureza, em sua totalidade, aqui e agora. Isto me levou, ainda jovem, a ir solitariamente tomar  um banho de Natureza pura e virgem na selva amazônica, por sete anos, porque não suportava mais acompanhar religiões e ciências que sempre recorriam ‘as misticas desnaturalizantes nas conclusões de suas descobertas e seus textos.

A principio a selva tenta te expulsar como sendo um invasor indesejado. Você nota isso porque um exercito de predadores e venenos e espinhos e intempéries climáticas são lançados contra ti, tentando te  afugentar ou até te destruir. Mas com essa tortura a selva me deu uma lavagem cerebral de tudo que aprendi dessa cultura humana de 15 ou 20 mil anos, até limpar meu cérebro de todos as lembranças da mistica imaginaria que me impuseram desde a escola primaria. E neste cérebro vazio, em branco, a Natureza o preencheu com suas características, suas logicas, suas razoes, resultando num cérebro com uma pura e simples razão natural. Na minha conclusão do que ocorreu, fui reduzido a um estado de semi-símio, com seus diferentes níveis evolutivos de sensores e networks neuroniais, captando e percebendo detalhes naturais advindos inclusive de campos magnéticos terrestres  e daquelas  interações captadas pelos radares dos morcegos. Apenas esta hipótese explica o que aconteceu depois. Quando retornei ‘a civilização e re-memorizei toda a cultura humana, eu tinha os conhecimentos para re-interpretar todos os fenômenos naturais e obter conclusões das descobertas e os textos religiosos e científicos `au minha nova maneira.

Eu sei que a Natureza joga dados e troça de suas criaturas num ambiente onde reina Sua face no estado de caos, como é caótica a biosfera amazônica, porque foi erigida pelo caos decorrente da degeneração gradual dos astros que nos criaram, como o Sol, e de cuja selva vem as origens do corpo humano ( e não da consciência no humano). Somos todos filhos do caos. Mas também sabemos que de todo caos se levanta o fluxo da ordem, que é a outra metade da Natureza, a qual você intui quando levanta os olhos e observa a calma e harmonias celestes, mas desta meia-face quase nada sabemos ainda. Quando você conhece inteiramente estas duas meias-faces da Natureza, você se torna a Natureza porem como se ela de repente transcendesse em forma, adquirindo Sua consciência de Sua própria existência. Assim você se torna um corpo natural dotado da terceira forma transcendente, a qual denomino de “sabedoria”. Sabedoria: a filha do acasalamento entre o bem e o mal, da ordem e o caos, a que resta apos esta fusão extinguir o atrapalhado e conflitante casal genitor.

Então… se no meio do estado caótico, na selva, a Natureza sente uma força que chega humildemente se ajoelhando, e de joelhos beija seu solo, fazendo juras de amor, uma força que balança o forte caráter do estado de caos pela sua novidade e estranheza, uma força que  a todas agressões dos elementos da selva responde com carinhos, então a Natureza não impede que a conjuntura e as forças do seu estado de ordem envolva a criatura estranha – de aparência débil mas querendo ser forte e oferecendo-se apenas para ajudar – e Ela deixa de jogar dados com essa criatura, como se nela tivesse despertado o amor maternal.

O fenômeno do amor maternal também não foi criado pela matéria burra da Terra inicial, pois o vemos existindo a bilhões de anos antes, como parte intrínseca da Natureza Universal. Ao invés das horríveis fornalhas nucleares tal como pintadas pelos físicos e ensinadas nos currículos escolares, as estrelas são, no céu, como mães preocupadas e atarefadas em manter seus rebentos planetas alimentando-os com seu néctar energético, e mantendo-os protegidos e aquecidos debaixo do manto formado por suas longas asas gravitacionais. Quando na selva ‘a noite olhava aquele céu estrelado límpido e lindo sem igual, me concentrava nas estrelas e via essa cena, e me lembrava da civilização lá fora, quando tinha me enternecido ao ver uma galinha chocando os pintinhos. A nossa estrela caminha na galaxia, mas onde ela vai, os pintinhos planetinhas correm atras. Pois até as netas das estrelas, as Luas, correm junto!

Mas assim vamos reinterpretando tudo e fui descobrindo que a verdadeira Natureza é muito diferente daquilo que me ensinaram nas escolas dos humanos.

Que o estado de ordem baixou sobre mim na selva posso provar com um detalhe: eu era um humano normal e como tal sujeito a doenças, na juventude tive varias, fui submetido a cirurgias, e quando entrei na selva peguei duas malarias, a mais leve, Vivax, e a mortal Falciparum. Mas desde que comecei a captar mecanismos e processos naturais  até então desconhecidos na civilização, mecanismos que vem com o estado de ordem, elaborei certas praticas de conduções energéticas internas pela psique, onde as forças da ordem impõem as formulas para sistemas funcionais perfeitos desde a órgãos, células e até átomos. E assim estas forças tem vencido, pois 40 anos depois observo que nunca mais precisei tomar um comprimido sequer, apesar de levar uma vida totalmente indisciplinada e acidentes que já teriam matado outro corpo sem a prevalência destas forças. O que quero transmitir com este aviso é  que existe sim, humanos que foram onde você nunca foi, e lá podem terem visto coisas cujos relatos podem ajudar na sua evolução, desde que não acredite nem desacredite nos relatos, mas mantenha-os suspensos na memoria procurando mais dados, mais informações, mais evidencias, como eu próprio estou fazendo até o fim da minha vida, investigando se o que  penso ter aprendido é verdade ou não. Sabedoria, para se manifestar, depende crucialmente de nunca afirmares uma crença, uma ideologia, e sim manter sua mente aberta para aprenderes a sentir os sinais do mundo que te levam ‘a ampliação dos seus horizontes, tanto no tempo como no espaço, e quicá, a outras dimensões que ainda não captamos.

Retornemos a nossa Historia Natural da origem e evolução do fenômeno sexual. Mas para isso é preciso que faças agora um exercício com suas mãos. Você vai aprender um simples mas dos mais importantes princípios deste Universo, a partir do qual você vai compreender muita coisa ocorrendo agora.

Por favor, ponha suas duas mãos na frente de seus olhos, abertas, com as palmas de frente uma com a outra. Agora, por favor, enquanto manténs a mão esquerda na mesma posição, feche a mão direita, de maneira que ela se parece uma “bola”. Em seguida, enquanto lentamente você vai abrindo a mão direita, vá também fechando a mão esquerda. Assim agora você tem a cena contraria, a esquerda como uma “bola”, enquanto a direita como uma linha reta. Por favor, volte a repetir estes movimentos. Estás imaginariamente observando as origens da matéria no Universo. A mão fechada, representa quando partículas como pontos de luz fantasmagóricos surgiam na forma de pequeninos pontos e começavam a se desfiarem como um novelo, porem onde a linha se conformava como espirais, rodamoinhos girantes sobre si mesmos.  E a mão aberta representa quando estas bolhas espiraladas começavam a colapsarem sobre si mesmas, diminuindo até desaparecerem como um ponto. Assim nenhum dos dois grupos opostos em tudo entre si conseguia se firmar como existentes.

Essa propriedade de dois grupos opostos entre si foi o principio que gerou toda esta dualidade, esta dicotomia universal. Não sabemos porque, mas as partículas iniciais trouxeram do outro lado do mundo esta dualidade, esta dualidade que está presente em tudo hoje em dia. Se existe o extremo frio tem que existir o extremo quente; se existe o curto, tem que existir o grosso; se existe o masculino, tem que existir o feminino. Trata-se de dois indivíduos de mesma espécie sempre. Por exemplo, tento o frio como o quente são da especie “temperatura”, assim como o homem e a mulher são da especie humana. O grande segredo do Universo é que em todas as origens de todas a s novas formas de sistemas naturais estas duas oposições vem com muita força. Ambas as partes são carateres fortes, intransigíveis, e não abrem. Se nos clubes de luxo as pessoas vem com mãos abertas para aperta-las, nas favelas vem com o punho cerrado para dares um leve toque também com o punho cerrado. Uma mão aberta, a outra fechada, é sempre assim em todo inicio. Isto calou profundamente no nosso ser na nossa genética: a forma, a aparência externa igual de especie igual da especie, se torna, no DNA, o fenótipo, nas duas hastes iguais, e a tendencia oposta, nos mesmos indivíduos, se tornou o genótipo, dentre as bases. Mas existe ai um grande segredo, uma excepcional lição moral. Quando no inicio possuem caracteres intransigentes, se conflitam entre si, aquecem o meio-ambiente, o caos se estabelece. Não tem acordos, apenas guerras. Mas o caos é ruim para os dois, acabam derrubando-os um ao lado do outro, e apenas quando caídos, sem forças para lutarem mais, é que um presta atenção no outro, e começa a empatia, ou seja, cada qual começa a se perguntar porque o outro age assim, quais suas necessidades, etc. Isto começa a levar a uma compreensão, e até a uma atracão, uma vontade de colaborar, de cooperar ao invés de competir. A seguir é como se de um dialogo se apertassem as mãos e decidissem que de agora para frente cada um vai ceder em 50% de suas reivindicações e aceitar 50% das reivindicações do outro. Neste momento o Universo celebra estabelecendo mais uma Lei Natural, a qual denomino de “O principio da Solidariedade”. Pelo qual uma especie transcende sua forma mantendo-se no tronco da arvore da evolução; sem chegar a ele, a especie se torna um galho da arvore, um beco sem saída, e tem como único destino, a sua extinção. E viva esta vida tao cheia de tantas lições maravilhosas.

Mas pare exatamente no momento que você vê suas duas mãos exatamente iguais, ambas meio-abertas e meio-fechadas. Agora aproxime uma mão da outra, encaixe os dedos de maneira que as palmas se toquem e as duas mãos fiquem fortemente unidas como um corpo só. Pois bem, você está vendo duas partículas fantasmagóricas elementares fugazes nas origens do Universo fazendo o primeiro sexo neste mundo. Similar seria outra cena, a do “macho” próton atado a uma fêmea “nêutron”pela força de uma partícula “píon” que se torna a cola nuclear do grande e genial físico, Hideki Yukawa. Ele percebeu que se num momento a partícula próton emite de si um píon, imediatamente se transforma num nêutron, e quando o nêutron recebe o píon, imediatamente se torna num próton. Em seguida o próton de agora que era um nêutron retorna o píon voltando a ser nêutron… e esta dança destes ciclos estão ocorrendo aos trilhões no seu corpo justo agora o que, por todas as felicidades do mundo te mantem vivo(viva) e nos leva a comemorar com imensa alegria o fato de manteres sua existência e continuares aqui entre nos. Para entender e ver isso melhor…

Imagine suas duas mãos agora separadas e fechadas, como sendo duas “bolhas” num espaço vazio, como devia ser nas origens do Universo. Com a diferença de que uma das mãos e uma bolha maior e a outra, uma bolha bem menor. Curioso, ou curiosa, você aponta um microscópio para ver o que tem dentro das bolhas. na bolha menor veras um pequenino ponto de luz; na bolha maior veras um vórtice rotativo, girando sobre si mesmo, grande, ocupando todo o espaço interno da bolha. Mas de onde vem estas bolhas, como surgiam nos primeiros instantes do Universo? Antes de descrever isso, vamos recorrer a outra analogia que existe aqui e agora, para todo humano conhecer.

Imagine que dentro de um ovulo não-fecundado exista uma colonia de seres minúsculos como partículas, mas que surpreendentemente estes seres tem olhos e uma certa inteligencia. Por serem muito microscópicos, também será microscópico seus tempos de existência, cerca de 17 milionésimos de nossos segundos, entre nascimento e morte no meio daquele oceano de liquido amniótico. Assim em um minuto dos nossos, a colonia se reveza em gerações e mais gerações de “serzinhos”. O mundo interno ao ovulo é seu Universo, e tudo o que conhecem da existência. Assim como o mundo interno a este Universo e tudo o que os humanos conhecem da existência. Num belo dia acontece um evento fantástico! Vindo de cima e pairando no centro do seu oceano, os “serzinhos” veem algo como uma nave extraterrestre. Estupefatos e temerosos, ficam imoveis a observar a nave. O que será, quem estará dentro dela, o que vão fazer conosco?

De repente acontece uma grande explosão na nave. Todo o oceano estremece. Em relação ao tamanho microscópico de seu Universo, os serzinhos escreveram nos seus livros sagrados que viram acontecer um grande “Big Bang”.

Mas por felicidade os serzinhos sobrevivem sem serem molestados, e depois das nuvens de bolhas liquidas se desfazerem, observam que a nave esta destroçada, seus pedaços espalhados por todo lugar. Mas no local onde estava a nave, agora se vê uma grande população de seres alienígenas. Para maior surpresa dos serzinhos, aquela população sai a nadar como um enxame, e desaparece de suas vistas. Nunca mais foram vistos! O Gênesis das sagradas escrituras dos serzinhos para por ai, e o próximo capitulo começa a descrever as ocorrências num tempo posterior. Ele descreve como de dentro e do meio do oceano surgiu uma pequena bolha, como uma bolota, e depois essa bolha-bolota se multiplicou em duas iguais, e depois as duas se multiplicaram em quatro,… e descrevem toda a historia posterior, como viram a bolota agora grande se tornar uma especie de girino, depois uma especie de peixinho, e finalmente um embrião de um ser fantástico, o qual saiu do Universo e não sabem para onde foi. Os coitados nunca vão saber que não era nava extraterrestre coisa nenhuma e sim um simples espermatozoide, que os alienígenas eram genes e o que explodiu foi a membrana espermática. Quando eles saíram a nadar na verdade entraram num club provado onde as genes femininas os aguardavam, cada qual correu a identificar seu par e dai cada casal começou a brigar para saber quem seria dominante na geração de uma característica que iria aparecer num novo ser humano, sempre repetindo as escaramuças dos opostos desde o principio do Universo…

Interessante notar que os serzinhos deram um nome a toda a historia assistida: o nome de “evolução”. Mas fora e alem de seu pequenino universo, ovular, existem observadores numa forma mais evoluída, a forma humana, assistindo a mesma historia e rindo a valer das crenças dos serzinhos, gritando de fora para eles escutarem: “Ei, vocês ai’, isso não é evolução, é um mero processo de reprodução, sexual”. Pois foi isso que a Natureza na selva bruta sussurrou nos meus ouvidos através de sinais sei lá se magnéticos ou gravitacionais, mas de proporções universais quando eu ajoelhava na beira dos pântanos apontando meu microscópio para a lama procurando as origens da vida e como foi a evolução. “Evolução é uma ilusão de óptica de quem está dentro, pois na verdade quem é maior, a Natureza Universal, que vê  o conjunto todo, sabemos essa sua “evolução” nada mais é que a soma de pequenos passos de um processo muito maior, o de uma reprodução a nível universal”.

E o que tem essa analogia a ver com a origem e “evolução” do fenômeno sexual? Isto é historia para o próximo capitulo…

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