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domingo, setembro | 5 | 2010
O seguinte texto da Wikipedia:
Galactic recyclers
Planetary nebulae play a very important role in galactic evolution. The early universe consisted almost entirely of hydrogen and helium, but stars create heavier elements via nuclear fusion. The gases of planetary nebulae thus contain a large proportion of elements such as carbon, nitrogen and oxygen, and as they expand and merge into the interstellar medium, they enrich it with these heavy elements, collectively known as metals by astronomers.
Subsequent generations of stars which form will then have a higher initial content of heavier elements. Even though the heavy elements will still be a very small component of the star, they have a marked effect on its evolution. Stars which formed very early in the universe and contain small quantities of heavy elements are known as Population II stars, while younger stars with higher heavy element content are known as Population I stars (see stellar population).
Complica as coisas para provar ou desaprovar a Teoria da Matriz, e traz uma nova idéia nunca pensada antes.
Os modêlos da Matriz sugerem que dos 7 tipos de astros conhecidos, 6 são derivações de formas de um unico astro. Destas 6 formas , duas (pulsar e buraco negro) são procriadoras sexuais cujas funções correspondem aos dois complexos nas hastes laterais do DNA. São relacionadas ao fenótipo. As outras 4 (astro-baby, planeta, estrela e cadáver estelar) são variaveis cujas funções correspondem às quatro bases nitrogenadas do DNA. São relacionadas ao genótipo. O sétimo astro, cometas, é o elemento replicador ou reciclador, cuja função corresponde à base nitrogenada do RNA, uracila.
Para a Astronomia Academicam os sete tipos de astros seria a representação da diversidade das espécies na Evolução Cosmológica, penso eu. Nunca ouví ninguem dizer isso, mas penso que é devido a eles não mfazerem ligação entre Evolução Cosmológica e Evolução Biológica. Por isso não precisam falar em diversidade das espécies astronomicas, nem talvez isto lhes passe pela cabeça.
Observando os modêlos da Matriz eu até hoje havia pensado que a Evolução Cosmológica, como sempre, tambem apresentasse uma pré-diversidade das espécies, um protótipo da diversidade das espécies, digno de um proto-sistema, a qual seria constituída por aquelas seis formas do ciclo vital.
Mas o conhecimento do texto acima sugeriu uma novidade, mudando aquela conclusão. Creio que a evolução das primeiras moléculas org6anicas ou formas biológicas deu-se pela retroalimentação crescente entre forma e conteúdo. Uma forma simples produzia 5 tipos de proteinas simples de cuja interação surgiram mais 3 tipos de proteinas. Estes 8 tipos forçaram a mudança da forma, a qual por sua vez possibilitou que das 8 proteinas surgissem mais cinco… e assim por diante. Ora, teríamos aí iniciado a diferenciação das espécies. Esta retroalimentação entre forma e conteudo foi a responsavel pela existência de asnos, jumentos, cavalos, girafas, etc.
Mas o que estou dizendo?!
Segundo a evolução darwiniana a diferenciação se dá por erro que causa mutação e adaptação, não é? Raios, tem abacaxi aqui a ser descascado. Mas não era esse o tema deste artigo, portanto vamos voltar a ele. (Tenho que voltar, isto é muito importante. Não consigo mesmo digerir essa idéia de que erro causaria evolução, para mum erro só pode causar involução. Alem disso, se munha idéia de retroalimentação entre conteudo e forma estiver correta, veja-se como se desenvolveu a maior parte da teoria da Matriz: a comparação entre o macro e o micro cosmos, aplicando o que é visto no interior do macro sobre o que não é visto no interior do micro, e aplicando o que é visto no exterior do micro sobre o que não é visto do exterior do macro. Claro, jamais vimos o exterior da Via Láctea. Mas para assim proceder é preciso acreditar que as Leis e mecanismos naturais da Evolução Cosmológica são as mesmas transplantadas para a Evolução Biológica, com minimas diferenças porque tambem a evolução evolui. E até hoje não encontri ninguem que acredite nisso alem de mim, ou ao menos ninguem se manifestou, que eu saiba. Terei que voltar a esta idéia: retroalimentação entre conteudo e forma como causa das mutações!)
Voltando ao artigo, as primeiras estrelas foram formadas com matéria simples, gazes de atomos leves. Mas numa posterior geração o acréscimo de novos atomos mais pesados criados dentro daquelas formas primitivas fizeram as formas mudar, deflagrando a diferenciação das espécies de estrelas. A coisa aqui fica i,pouco dificil para o leigo na Teoria da Matriz porque, neste caso, quando digo estrela, estou pensando em “astro”, sob ciclo vital. Isto quer dizer que deve haver não apenas difernciação de esp;écies dentre as estrelas, mas de todos os tipos de astros. Então talbvez um pulsar de uma certa galáxia seja quase irreconhecivel como pulsar tomado como base em outra galaxia.
Agora complicou a coisa, para quem tenciona derrubar a Teoria da Matriz. Qualquer variação que não bata com o previsto nos meus modelos posso alegar que é devido à diferenciação das espécies cosmológicas, pedir tempo para pesquisar o processo que causou a diferenciação, etc. Mas não é necessario a existência de alguem tencionado a derrubar a Teoria da Matriz: se ela não corresponder à verdade e eu souber disto eu mesmo a derrubarei.
Grande dia proveitoso! Mais dois materiais para burilar, mais duas idéias enriquecendo meu bornalzinho de idéias!
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quinta-feira, setembro | 2 | 2010
O artigo abaixo foi o melhor que já encontrei em português sôbre a teoria oficial acadêmica da origem da vida e do nosso planeta. Por isso o reproduzo aqui, para sempre retornar a consultas quando meu estudo precisar. Foi escrito pelo Prof. Waldemiro Romanha, Biólogo, MD/Ph.D. em biologia celular e molecular e postado no seu blog ADAPTAÇÕES , no site:
Mas antes de ler o artigo permita-me fazer umas observações:
Ao ler o artigo e relembrar que existe a Teoria do Big Bang dentro da Teoria Astronomica Nebular que explica tudo antes da origem da Terra, ficamos com a conclusão inevitável que já se sabe tudo dêste Universo e do minusculo átomo que o gerou. E os efeitos são automaticos:
a) Esqueça-se de tudo o que a imaginação humana imaginou de mistico, tudo o que foi publicado e o que está sendo publicado. Não existe Deus, não existe espirito, almas, imortalidade, era de aquario, os meninos azuis, anjos no meio da humanidade preparando para um novo mundo, etc. e etc. Não sei que tratamento será dado à avalancha de material místico todo dia sendo publicado na Internet, o qual só deve ser lido pela grande massa que não passou pelos bancos escolares de nível médio, mas como tal massa tende a ser reduzida, êsse material todo tende a desaparecer sorrateiramente.
b) Nossa geração é um marco na História porque ela descobriu a sentença final: somos meros macacos melhorados e o Universo não contava com a nossa presença. Nossa vida nada vale pois nosso planeta e nossa galáxia nada tem de seguro e eterno, a violência é evidente no Cosmos que nos contem e assim como nosso chão surgiu por acaso pode a qualquer momento ruir sob nossos pés levando a nós e todos nossos edificios. Ou a mais leve alteração na combustão solar pode incendiar-nos a tudo aqui. A 5 bilhões de anos atrás esta região do espaço era um imenso vazio e como tudo se desfaz, voltará a ser um imenso espaço vazio.
c) Nossa ultima esperança foi a de que, sentindo que possuímos uma mente que parece ser algo de outra substância que não meramente material, alguma coisa existiria, alguma corda a que se agarrar quando morressemos de maneira que continuaríamos a existir. Essa morreu também com a neurologia propagando aos quatro ventos que a mente nada mais é que tempestades elétricas e fiações de sinapses produzidas pelo cérebro.
E agora , José?
E AGORA,… JOSÉ ? E AGORA, MARIA?
O QUE VÃO FAZER DE SUAS VIDAS?
Na minha opinião todos os macacos melhorados munidos do novo conhecimento vão querer aproveitar o maximo dos prazeres na vida evitando a todo custo os desprazeres, como o trabalho. Os homens não-ricos (90% do total?) vão cada vez mais se afastarem dos compromissos familiares e do cuidado de filhos, pois isto significa escravidão ao trabalho rotineiro forçado, o que significará o fim do casamento, da instituição familiar. Os ricos terão dificuldades em manterem seus patrimonios, hoje mantidos pelas armas empunhadas por homens disciplinados pela cosmovisão que acabou de ser derrubada, portanto as armas devem voltarem-se contra êles, pois a policia, os soldados e a grande massa cada vez vão querer maior parte dêsse patrimonio. Só se mantem disciplinado como animal social após conhecer esse novo comhecimento quem está ainda sendo privilegiado economicamente de alguma forma, como o ateu Richard Dawkins e os professores que não tem que pegar no pesado. É complicado tentar prever o que vai acontecer, quais estragos vai produzir a nova onda de fôrça dessa cosmovisão atuando por trás das mentes humanas que dirigem os corpos humanos à ação. Adiciona-se a isso a possibilidade da escassez de petróleo, de água potável, do aquecimento global, etc., e desiste-se de previsões.
Mas…
Vamos retornar ao começo. Tudo, todo esse desenrolar, está baseado no conhecimento cientifico academico. Eu cheguei à conclusão, depois de esmiuça-lo inteirinho, revirar aqui e revirar ali, sacudir, examinar detalhes, que não há como, em sã consciência não aceita-lo como definitivo. Está todo muito bem embasado, emaranhado, experimentado, revisado, não tem falhas, não há brechas. Vinte tipos de átomos fazem um planeta, oito tipos de elementos fazem moléculas que fazem corpos vivos. Por baixo de tudo, os fenômenos quanticos revelam que todo o mundo material está sôbre uma base irracional e incoerente. Então não existe mais a esperança de que ainda haveria algo para nos salvar escondido por tras de tudo.
A não ser que…
Sim…!
Talvez exista uma possibilidade ainda!
Raios… a esperança parace incorrigível, ela está mesmo decidida a só morrer depois que todos perecer-mos.
O conhecimento cientifico tem os dados. E agora passa a ter contrôle sôbre os dados. Não poderá ele reorganizar os dados e criar a imortalidade? Construir na Terra um paraiso ajardinado e depois sair para dominar o Universo? E finalmente sentar-se no trono, criando Deus?
É uma possibilidade que pode vir a acontecer, porque não? Mas ela só será a ressurreição e salvação do homem do futuro. Essa possibilidade de nada vale para nós, os viventes de hoje.
Mas… talvez ainda exista uma possibilidade para os viventes de hoje serem imortais. Não a imortalidade mística, mas uma nova idéia de imortalidade, a natural. Já temos algo aqui real sob nossas vidas que é vivo e existe por quase uma eternidade: o nosso DNA. Desde quando ele surgiu, talvez a bilhões de anos atras, ele foi um unico, sendo passado de geração a geração e chegando até nós. Se f’ôsse verdade a fábula de Adão e Eva, chegariamos a estarrecedora conclusão que Adão e Eva nunca morreram. Bastaria olhar para o DNA que está aí: veio do corpo deles. Mas… ai… a fábula é mentira, o DNA que aí está veio do corpo da primeira bactéria que existiu a bilhões de anos. Ainda assim: acabamos de provar que aquela bacteria ainda não morreu de todo, pois parte de seu corpo continua viva.
É o DNA que dá forma aos corpos vivos. Ora ele faz para si um corpo de bactéria, ora um corpo de ser humano, assim como a costureira ora faz uma saia para se vestir, ora faz um vestido. Portanto, DNA é igual a costureira. Dentre uma costureira e o vestido que ela usa, qual é que tem consciência de existência? A costureira. Se costureira é igual a DNA, onde é que está a consciência: no DNA ou corpo que ele faz para se vestir?
Sentimos que nossa mente está no cérebro, mas o cérebro é constituido das milhões de cópias de um DNA que está no nucleo dos neuronios. E agora, José? Se o seu DNA tem três bilhões de anos e sua consciência está nêle ela tambem tem três bilhões de anos. Então porque é que voçê não se lembra da primeira bactéria que você namorou atras de uma rocha?
Bem… eu fugí um pouco do assunto. Estava dizendo que existe uma possibilidade de existir a imortalidade natural para nós , mesmo apesar da teoria da origem das coisas, academica.
Existe uma maneira de abortar e fazer crescer um outro e novo conhecimento cientifico. E este provar que nossa mente é imortal. ”Estás louco?! Não pode existir dois conhecimentos cientificos!” Pode sim. O que não pode é alterar os dados. Não se pode arrolar dados que não sejam cientificamente verificaveis e não se pode esconder dados que existem. Mas pode se arranjar os dados de uma maneira diferente, formando um novo quadro final, que aponte na direção da nossa imortalidade. Assim a Ciência oficial se bifurcaria em dois ramos sob duas diferentes cosmovisões, cada qual realizando diferentes experiências, focalizando diferentes fenômenos como prioritários.
O conhecimento cientifico acadêmico pode ter todos os dados, pode mostra-los e prova-los, mas não pode mostrar o quadro final composto pelos dados. Para isso teria que mostrar o Universo inteiro. E, raios, descobrimos que não vemos, nunca vimos as conexões entre as maiorias dos dados, que os dados foram supostamente conectados em teoria pelos homens que assim construiram as teorias das origens e evoluções.
Então resolví fazer um exercício, brincadeira de criança: botar todos os dados conhecidos numa caçarola, sacudir a caçarola, despeja-los sôbre a mesa e tentar montar o quebra-cabeças. Mas com uma condição, a qual não foi aplicada pelos teóricos acadêmicos: começar de tras para a frente, da peça mais evoluida primeiro - do corpo e mente humanas - considerando-me como se eu fosse o DNA. Imaginando porque ele fez o corpo e a mente humana. Porque fez o macaco. Porque a galinha. Qual era o contexto ambiental na época? Como estava a cadeia de alimentos? O ecossistema?
Quando cheguei no dia em que ele se fez a si mesmo ou foi feito por algo novo na história, foi que o bicho pegou feio. Fiquei patinando naquele dia por semanas, meses. Faltava muitas peças, dados.
Foi uma batalha incrivel pela conquista da imortalidade, mas como este artigo se estendeu demais e tenho que abrevia-lo, só vou contar o resultado final: ao unv;es do minusculo átomo fazedor de universos do conhecimento academico me deparei com um ser vivo, natural, fazendo universos na moda do papai e mamãe.
E que o conhecimento academico venha me apontar algum erro, se houver! Os dados que temos são os mesmos. A maneira como estão arranjados é a mesma. Então porque a gritante diferença final? Pois o meu quadro final está claramente apontando que somos mentalmente imortais! Como?!
A diferença está na diferença entre dois angulos de visão onde estão situados dois espectadores diferentes. Ambos estamos dentro do mesmo Universo mas supondo dois tipos diferentes de universos. O homem normal na infância do conhecimento olhava o mundo externo, não sabia as causas de tanta complexidade e naturalmente acreditou num universo mágico. Mais tarde, na infância da Ciência acreditou no Universo como reino da Física. Até hoje a Física domina nossa visão de mundo. Nos primeiros anos de escola isso me incomodava pois eu pensava ver em todos os fenômenos naturais uma hierarquia de modos de organização da matéria, de maneira que a ordem física estava na base da piramide, acima vinha a quimica, depois a biologia e acima de tudo a mentalização. Como nunca acreditei que no universo exista magía, que este universo não pode criar nada para o qual ele não tenha informações recebidas na sua origem ( como meu corpo não poderia ter criado asas ou algo novo que não tivesse informações na genética recebida de meus pais), pois isto seria o mesmo que criar algo do nada, então o fenômeno ou ordem de organização mental da matéria que vejo perante meus olhos indica que nas origens havia informação para produzi-la. Mas o nivel mental nasceu ou se expressou ainda a alguns segundos apenas na idade cosmológica, o que indica que no presente momento o universo esteja sob o reino das leis biológicas. Esta imagem do universo me conduz a ve-lo como um ovo cosmico fecundado. Quando saio à noite da barraca de lona na selva amazonica para admirar o céu mais limpido e estrelado que já ví na vida, a imensidão de estrelas a perder de vista não é o universo. Aquilo são os fósseis de meus ancestrais, ou ancestrais ainda vivos e gigantescos como a galaxia cujo corpo eu habito como una espécie de bactéria ou vírus. Porem um virus que contem a maior quantidade de particulas informação do universo reunidas num mesmo sistema, então eu sou o universo hoje, o universo que adquiriu pernas e caminha, um universo que, tal como um embrião, está tendo os primeiros lampejos da consciencia de sua existencia. E quando minha mente acredita estar dentro de uma especie de ovo fecundado, o mundo que vejo mudar, inclusive o corpo humano, na verdade estou assistindo um processo de reprodução dirigida. O qual avança evolutivamente. Mas a visão do Universo sob a perspectiva da Física conduz os acadêmicos a verem como processo unico e ultimo a evolução, apenas. Então foi essa coisa, essa fôrça que denominaram evolução, seja a Cosmológica ou a Biológica, e que é definida com a formula VSI – Variação, Seleção Natural e Hereditariedade – que criou do nada tudo o que surgiu depois das primeiras particulas, as quais teriam criado do nada a fôrça da evolução. Para mim isto “no make sense”. Aposto na idéia de que não houve origens do universo nem da vida mas sim tudo é um continuum. Pois eu nunca vi com meus olhos a origem de nada e não conheço quem o tenha visto. Quer tenha sido partículas já materiais ou vórtices semi- materiais as primeiras coisas que ocuparam o espaco onde hoje se situa este universo eram na realidade bits-informação, como genes, vindas de um sistema anterior. Não acredito na origem da vida a partir de uma sopa primordial contendo os elementos tal como descrito na teoria academica. Naquela sopa havia variaveis escondidas vindas de um sistema ou pré-sistema decaído, que levantou-se mutado na forma de sistema biológico. Por isso fui para a selva virgem, testemunha ainda daqueles eventos quando o sistema se levantou, procurar um sistema ou pré-sistema que preenchesse os requisitos necessários como ancestral do primeiro sistema biológico celular. Quis o destino me pregar uma peça e levou o espirito selvagem a me fazer levantar a cabeça para o céu e ver o planeta Terra como sendo um pré-sistema, justamente preenchendo os requisitos do procurado. As informções do planeta sob um ciclo vital é que estavam como variaveis ocultas na sôpa primordial. Como os academicos nunca pensaram em planeta sob ciclo vital, porque a Física não permite essa idéia, óbviamente jamais iriam procurar tais informações na sopa. Mas é justamente a ausência delas na sôpa de Miller-Urey que está faltando para os aninoacidos darem os passos evolutivos seguintes. Mas pode ser que minha cabeça seja toda torta de maneira que minhas idéias sejam todas tortas e acabei fazemdo tudo torto. Só existe uma maneira de verificar isso: buscar mais dados na Natureza.
Mas êste negócio de visão de mundo é muito sério. Sérissimo! Os acasemicos que me desculpem, mas estão jogando com a sorte da Humanidade conduzindo-a para um destino, através da publicação do seu conhecimento. Vocês talvez não percam seus privilégios atuais em vida, os quais sustentam um ateu existindo em controle de suas faculdades mentais. Vocês não estarão aqui quando os efeitos da semente que lançaram produzirem seus efeitos. Se bem conheço os seres humanos, ninguem conseguirá movê-los a revisarem as conclusões que extraíram dos dados e que compõe o seu conhecimento, a sua crença.
E não seria eu que o tentaria. Mesmo porque são tantos vendo evolução por acaso que fico desconfiado se não existe algo errado comigo, o que me impede de acreditar na reprodução dirigida que meus olhos estão vendo.
A reprodução dirigida, faria com que contenhamos alguma substancia consciente invisivel, não perceptivel aos nossos cinco sentidos, e que seria imortal? Parece que não: meus pais morreram e levaram com eles suas consciências. Eu nasci com outra, nova, não é continuidade da deles, eu sei que não sou eles.
Mas tem algo muito profundo que acho que não consigo comunicar em palavras. A reflexão sôbre a origem de tudo depois da teoria quantica e da fisica das particulas indica que toda a matéria é mero produto de vórtices abstratos. Por isso comecei a prestar atenção em remoinhos que nascem na selva e tornados. Acontece que penso ter visto nestes vórtices, a sombra primordial, imagine de quem?! Do DNA. E mais: que todo o Universo se resume a um conceito, uma idéia, a qual só pode ser expressada pelo conjunto de todos os vórtices organizados num sistema. Se tem conceito, idéia, o DNA primordial daquela época, mesmo em seu nascedouro aqui, já possuia os principios da mente. O que indica que o ser natural que está do lado de lá a possua tambem.
Então, nasceu a Teoria da Matriz/DNA Universal. É um DNA com 14 bilhões de anos e não apenas os 3 bilhões terrestres. Mas tal DNA vem evoluindo e com ele a sua mente. A dele, não a minha. A minha morre quando eu morrer. A não ser que…
A não ser que o DNA e os corpos que ele constrói para se vestir não seja ainda a coisa certa a ser comparavel à costureira e aos vestidos que ela faz para se vestir. Pois é a costureira que faz o vestido, mas quem dirige suas mãos é a sua mente. Sem a mente por traz de tudo macacos não fazem vestidos. Donde se deduz que existe uma possibilidade para a qual não existe homem na face da terra capaz de aniquila-la. A de que é a mente que fêz o DNA. Como um vestido, um corpo, para se vestir.
O DNA que está no seu corpo vem desde as bactérias a tres bilhões de anos atras. Não há como escapar dessa, isso é ciencia pura, comprovado. É melhor ires te acostumando com essa descoberta. Os modelos da Teoria da Matriz dizem que não é apenas isto: ele vem desde antes do Big Bang.
Essa coisa que sentes como abstrata e dás o nome de consciencia parece se situar dentro da cabeça. Mas o cerebro, em ultima analise, é em essencia DNA. Pois ele está no centro dos neuronios. Então é possivel que sua consciencia seja um conjunto final da soma de um grande numero de pequenas consciencias, cada qual de um DNA.
Ninguém na verdade demonstrou como é essa coisa que nós temos que faz ter-mos consciência da existência do mundo além dos nossos horizontes visuais e alem do tempo presente. Sei que talvez animais tão simples como os passáros tambem pode ser que a tenham: como explicar que emigram de um polo na direção de outro mais conveniente a eles? Mas isto indica que a mente humana seja o corolário atual de uma evolução paralela à matéria que vem desde os principios. Assim como no reino dos computadores, o ultimo software da ultima geração de hardwares se desenvolveu na mente de homens, evolutivamente, desde as maquinas de calcular. Sei que talvez esta nossa capacidade se resuma a mera memória: a imagem de uma rua no Japão vista numa viagem, de um planeta vista num telescópio, ou de trogloditas nas cavernas que veio a nós na forma da voz do professor. Que a verdade pode ser como a neurologia está acreditando. Mas ainda resta uma possibilidade de que talvez seja tudo isto e mais esta outra coisa:
Imagine as bilhões de cópias de um unico DNA que estão no centro dos bilhões de neuronios que constituem um cérebro humano. Imagine que cada DNA seja à imagem e semelhança do planeta Terra: um novêlo redondo envolto por uma camada de nuvens. Afinal, até palavra em contrario foi este planeta quem fêz o DNA, e nada de absurdo seja imaginar que ele o fez como ele nos ensinou a fazer: nossas criaturas são à nossa imagem e semelhança.
Pois bem. Na maior parte do tempo as nuvens são meras nuvens. Mas existem momentos que as nuvens de um DNA são excitadas por um estimulo externo fazendo-as carregadas a produzirem relampagos. Isto porque um pensamento qualquer de uma pessoa requereu certos dados, que estão registrados apenas naquela cópia do DNA. Estaria aí a mente como mera ocorrência elétrica dos neurologistas? Então, a mente na verdade seria uma grande bolha constituida de uma porção de bolhinhas contendo nuvens de DNA e o pensamento seria o resultado de tempestades elétricas ocorrendo continuamente na totalidade, porem em diferentes regiões a diferentes momentos. Mantenha essa imagem na sua cabeça para passar-mos ao raciocinio seguinte. Afinal de contas talvez você esteja pela primeira vez vendo sua mente como se refletida num espelho.
Os modelos da Teoria da Matriz/DNA Universal ainda não foram derrubados por nenhum cientista acenando com dados reais como provas irrefutáveis. Mas essa teoria consiste numa voz contraria à voz dos academicos que dizem que quem produziu o DNA tenha sido o planeta Terra, por acaso. A unica coisa mais importante que ela fez diferente do que os academicos fizeram foi mudar a teoria da origem dos astros e a interpretação final do Universo. Ela diz que os astros não nascem ao acaso por mera geração espontanea e que não nascem com a mesma forma que apresentam ao longo de suas existências. E os academicos nada podem fazer aqui por enquanto porque não podem ver ocorrencias que demoram bilhões de anos, como nacimentos e existencias totais de astros. Então é teoria contra teoria: não existem dados, ainda.
Acontece que quando ela arranjou os poucos dados existentes de uma maneira diferente dos academicos, ela viu os astros sob um ciclo vital e tal ciclo manifestado na forma de um par de bases do DNA, os nucleotideos! O que a autoriza a dizer que o DNA não pode ter sido criado pela Terra, pois seu ancestral na forma vista no céu já existia antes mesmo da galáxia. Excitada e movida por esta descoberta ela pegou um alpão daqueles que a gente usa para caçar borboletas, desceu aos subterraneos do mundo quantico para caçar os tais vórtices fantasmagóricos que estão por tras da existência da matéria, portanto nas origens do Universo. E descobriu que a primeira coisa viva que surgiu na Terra não foram células ou moleculas auto-replicadoras: foram rodamoinhos abstratos como aqueles que surgem no quintal da sua casa, varrem o terreno para você e como surgiram, desaparecem. Pois neles estão todas as propriedades dos seres vivos: nascem, crescem, comem, defecam, morrem, se multiplicam dividindo-se. Mas são produzidos numa atmosfera que nunca desaparece com eles, ela está sempre aí, eles são como bolhas contendo tempestades temporarias. Descobrimos que é possivel que os vortices quanticos possuam as sete forças da natureza na sua forma bruta que depois evoluiu para as sete propriedades vitais que fazem nossos corpos existirem. E mais: baseado na Fisica do premio Nobel, o grande mestre Hydeki Yukawa, justamente um academico, calculamos o que acontece quando um vortice spin right se encontra com um spin left para chegar à conclusão que as sete forças são na verdade: duas forças representando o fenótipo, quatro forças representando o genotipo e uma força responsavel pela reproducão e perpetuação do conjunto, a chamada “uracila”. Em outras palavras… o DNA novamente… na sua forma mais simples, abstrata, e antes da origem ou manifestação da matéria, lá nas origens junto com o Big Bang!
Raios! Então esse Universo todo é uma espécie de óvulo, onde internamente esta sendo gestado um embrião. Isso aqui é pura reprodução genética!
Entende agora porque estou vendo reprodução dirigida?
Toda reprodução genetica implica na existencia de pais e filhos, sendo os filhos à imagem e semelhança dos pais. Filho de peixe peixinho será, não será jacaré, com certeza. Então para imaginar a forma dos pais quando não se pode vê-los, mas tendo os filhos, basta calcular. Como a ultima forma mais evoluida desse embriao universal é a auto-consciencia humana, dá para pegar essa forma e calcular qual a forma do ser ou coisa que gerou este universo.
Para encurtar este artigo que não para de crescer, chegamos à conclusão que a imagem do mundo poderia ser a de uma especie de grande nuvem invisivel que preenche todo o espaço infinito, alem das fronteiras do universo, de cuja superficie pipocam bolhas. Dentro das bolhas, vortices, rodamoinhos, com tempestades. Igualzinho a cena das nuvens cobrindo a Terra em cuja superficie pipocam cabeças humanas. Ou igual a imagem ddentro da nossa cabeça. Fractais dentro de fractais.
Na verdade os modelos indicam que são bolhas pequenas dentro de bolhas maiores que por sua vez estão dentro de bolhas maiores ainda… De forma que o planeta Terra cujo ciclo vital manifesta-se como ancestral do DNA consiste numa bolha material condensada que alem da bolha maior da atmosfera apresenta um bolha rasante a qual é constituida da soma das seis bilhões de bolhinhas que estão dentro de cada cabeça humana. Teilhard de Chardin quase acertou com sua intuição da camada do consciente coletivo, Garl Gustav Jung tambem com sua teoria do insconciente coletivo e até misticos como Pietro Ubaldi chegaram bem perto com sua idéia das correntes em movimento constituidas pelo que ele chamou de nourées. E agora essa teoria das cordas, como uma network de fundo e existencia de multiplas dimensões, vem reforçar nossa imagem.
Mas ainda falta explicar onde vejo a possibilidade de salvação para o homem vivente hoje, onde está a carta final que poderia garantir que somos imortais. Está justamente numa frasenzinha dita acima que lhe passou despercebido: multiplas dimensões.
Veja este trecho que tirei do website de uma turma que está fazendo barulho nos Estados Unidos e Europa com uma idéia de que fornecem terapias através de uma energia que conseguem numa “matriz universal:
” This great-matrix is in the fifth Dimension. Thus the original matrix can be shown in reality, the vibrations have condensed, slowed and coarser will be transformed so down. also called astral world and morphogenetic field.
In the fourth Dimension are all thoughts, emotions, feelings, words, belief systems, beliefs, etc. that were ever thought of a man, felt or expressed. Since a matrix is an interactive energy field, go the vibrations of a matrix with the same vibrations in resonance (same same picks), or are created by agents from the personal environment in the form of education or social programs than ideas, convictions or beliefs.
Sounds True: One last question. Why do people fall down on stage during your seminars when you use the two-point method on them?
Richard Bartlett: The falling down thing is just one aspect of a larger phenomenon we see a lot when people first experience Matrix Energetics. I think it happens because of the sudden understanding that we’re just composed of light, just photons and patterns of information. When we interact with each other on that basis, I think we change the actual spin or velocity of the photons. At that moment the left brain can no longer track reality as being real, the right brain takes over. You expand out. The conscious mind cannot keep up, and people tend to react by falling down. Or they go into bliss, or unconsciousness, or silliness, or laughter, or see colors, or hallucinate a frog on the floor next to them, or any number of things. They can experience joy. They can cry. They can literally experience transcendence.”
Claro, não conheço isso portanto não tenho opinião. Mas esta idéia resolveria tudo: a nuvem em volta de cada DNA seria a substância da quinta dimensão.
Enfim, é possivel que em sua realidade ultima, o mundo seja constituida de um infinito numero de universos, mas preenchendo todo o espaço esteja a substancia da maior bolha de todas, da qual pipocam bolhinhas quando se condensa um ponto, e tais bolhilhas se desfazem retornando sua substancia a ser a bolha mental infinita.
Você neste momento é uma das bolhinhas pipocadas? Que na verdade é apenas um estado fisico temporario e breve, pois na verdade voce retorna a ser a bolha infinita?
Voce decide!
Ou os academicos ou a sua forma de organizar os dados e montar seu proprio quebra-cabeças.
Ou eu me apego à real e irrefutavel condição material de ser mero macaco melhorado ou aceito esta e mais a condição que resulta da minha maneira de conectar os dados a qual indica que tambem, alem de macaco, sou a grande bolha infinita de auto-consciencia… e imortal.
Não vou repetir aqui os argumentos, mas tudo indica que a realidade se resume a conceitos mentais, tais como os vórtices quanticos por tras de tôda a matéria. Então tambem nisso pode se resimir a realidade do DNA. Vai daí que ao invés da mente ser produto da evolução do DNA, talvez seja justo o inverso: o atual DNA é produto da evolucão da mente. Quem dirige as mãos da costureira, a matéria, a fazer vestidos é a mente dela. Então não é apenas o caso de que o DNA elabora corpos com que se vestir, mas a mente elabora o DNA como um corpo para se vestir. Então pode ser que quem dirigiu a matéria a fazer o seu DNA seja a sua mente, que já existia antes do Big Bang.
Ao inferno a certeza de que eu seja apenas mero macaco melhorado! Ainda tenho uma esperança e vou pesquisar isto tudo até o ultimo suspiro!
A minha grande empreitada agora é buscar uma maneira de fazer com que a bolhinha que sou consiga estabelecer um canal de comunicação com a grande bolha, a qual tambem penso que sou. Talvez não o consiga porque minha bolha esteja muito condensada e muito excitada pelas novidades da matéria em constante tempestade eletrica. Será preciso acalmar isso tudo e buscar um estado menos condensado. Vou tentando. Como disse antes, até o ultimo suspiro da minha bolhinha.
Aliás, este é o motivo inconfessável ao publico que confesso apenas a voce… através da Internet! Porque estou aqui com este blog, com este artigo, dizendo estas coisas? Porque saí da selva e vim para cá ao invés de ir para a delícia de uma fazenda rural? Porque gastei o ouro de Serra Pelada numa pesquisa ao invés de comprar minha fazendinha?
Porque minha inteligencia está um pouco crescidinha demais para se conformar com a condição de viver como mero macaco melhorado. Eu preferiria o suicidio. Que racionalismo existe em arrastar uma vida de macaco? Se não optei pela decisão aparentemente mais racional é porque precisava tentar uma ultima coisa antes de aceitar aquela condição: a de verificar se sou uma bolhinha dentro de uma bolha infinita. A maneira de arranjar os dados reforçou essa possibilidade. Resta ainda agora verificar se é possivel materializar um canal de comunicação, a qual seria o desfêcho final. Mas cheguei à conclusão que devo morrer antes de consegui-lo sózinho. Cheguei à conclusão que seria muito dificel que uma bolhinha temporaria pipocada e largada como os repteis põem seus ovos ao relento e deixam a prole abandonada à propria sorte, seria ouvida pela bolha infinita, ou seja, o meu verdadeiro eu. A não ser que eu fosse uma bolha maior, do tamanho do planeta. E existe uma maneira de eu me tornar essa bolha planetaria antes de morrer: se as outras bolhas que constituem a bolha planetaria, em numero suficiente, se conectarem à minha bolhinha e juntos fazer-mos o esforço. Isto poderia aumentar ou diminuir a condensação da bolha planetaria a ponto de chamar a atencão da bolha infinita e assim abrir-se o canal de comunicação.
Em outras palavras, a razão de tudo isso aqui, de eu estar aqui é esta: procurar sócios malucos como eu para esta grande empreitada. Se um ou muitos se manifestarem que querem ser sócios, a êsses direi meu plano, pois penso ter desenvolvido uma técnica a qual pode ser praticada por cada um isoladamente no silencio de seu leito. Se não concordarem com a técnica, reunimos muitas cabeças pensantes que por assembéia final elejam a técnica melhor.
Vamos agora ao artigo, lembrando que, existem maneiras diferentes de conectar os dados revelados no artigo, o que pode mudar toda a conclusão final. Os academicos não revelam nunca a conclusão final. Eles dizem que nunca fazem a pergunta “porque?”, apenas se limitam a conhecer “como?” é. Eles não atiram na minha cara diretamente que eles acreditam que sou mero macaco melhorado. Mas todos sabemos que eles tem uma conclusão final. E que os estudantes nos bancos escolares tambem.
Pelo Prof. Waldemiro Romanha

A vida é quase tão antiga quanto o próprio planeta Terra. A Terra surgiu há pouco mais de quatro bilhões de anos a partir de um condensado de poeira estelar rico em gases do tipo hidrogênio, hélio, carbono, nitrogênio, oxigênio, ferro, alumínio, ouro, urânio, enxofre, fósforo, silício e, provavelmente, alguns fragmentos de rocha. A essa altura o nosso sol ainda era uma proto-estrela localizada em um dos braços da via láctea prestes a emitir radiações que impulsionariam novos processos na evolução da Terra primitiva. Isto se deu a partir do início da fusão nuclear do hidrogênio no sol, levando-o ao status de estrela jovem. O advento da radiação solar sobre a Terra primitiva alterou a atmosfera fazendo com que o hidrogênio se combinasse com o carbono, com o oxigênio, com o nitrogênio e com o enxofre para formar, respectivamente metano (CH4), água (H2O), amônia (H3N) e gás sulfídrico (H2S), ou seja, as primeiras moléculas que muito mais tarde permitiriam o surgimento da vida ou, como declararam as cientistas Lynn Margulis e Dorian Sagan no livro “ Microcosmos”, os ingredientes da receita da vida. Por outro lado, os elementos químicos mais pesados e instáveis como o urânio, tório, potássio, ente outros, se concentraram no núcleo do planeta e, devido suas capacidades de emissão de radiação muito forte, mantiveram a Terra aquecida por milhões de anos como um planeta incandescente. Há quatro bilhões de anos atrás o núcleo da Terra era o grande gerador de energia do planeta em desenvolvimento, produzindo calor muito acima dos 5.000 graus atuais do centro para a periferia a partir da sua atividade radioativa.

À medida que os elementos radioativos eram consumidos no núcleo do planeta, a Terra se resfriava progressivamente a um ponto em que, há aproximadamente três bilhões e novecentos milhões de anos atrás, formou-se uma crosta porosa na superfície por entre as quais eram lançados jatos violentos de lava incandescente e vapor de água que desenhavam novas topografias a cada momento e formavam densas nuvens na atmosfera.

Eram os vulcões ativos que funcionavam como válvulas de escape para o magma incandescente (rocha derretida) mantido a altíssimas pressões no manto, a mais ou menos 150 km de profundidade abaixo da crosta terrestre em formação. Algumas atividades vulcânicas de grande magnitude provocadas pela movimentação e choque de placas tectônicas (imensas placas ou fragmentos gigantescos da crosta correspondentes aos continentes primitivos que flutuavam sobre o magma e eventualmente se chocavam) liberavam gases retidos no interior do planeta formando uma nova atmosfera composta por vapor de água, nitrogênio, argônio e dióxido de carbono.
Com o resfriamento progressivo da Terra, diferentes elementos químicos tais como ferro, ouro, cobre, chumbo, urânio, zinco, e muitos outros metais pesados foram alcançando os seus pontos de solidificação na crosta, formando assim imensas jazidas minerais que são exploradas pelo homem até hoje. A coisa funciona mais ou menos assim. Tudo que existe pode existir em diferentes estados a depender da temperatura e pressão que estão submetidos. O Ferro, por exemplo, pode ser encontrado em estado líquido, sólido ou gasoso. Entretanto, cada elemento possui um ponto de solidificação que é igual ao ponto de fusão (passagem do estado líquido para sólido e vice versa). Considerando o ponto de fusão dos diferentes elementos (Chumbo = 327°C; Ferro = 1500°C; Ouro = 1064,1800ºC; Alumínio 961,7800ºC; Zinco = 660,3230ºC, Cobre = 1084,6200ºC), cada um se solidificou a seu tempo à medida do resfriamento do planeta. Assim, por entre a crosta semi sólida do planeta em desenvolvimento, o que não estava solidificado fluía como rios de metais líquidos que se juntavam cada qual de acordo como a sua especificidade até se solidificarem em algum momento do resfriamento natural do planeta. Dessa maneira, ao longo de milhões de anos, a Terra foi adquirindo o seu formato atual.

O cenário da Terra no início do Arqueano (inicia-se a três bilhões e novecentos milhões de anos e termina a dois bilhões e quinhentos milhões de anos atrás), também chamado de Era Pré-cambriana, era o de um planeta repleto de vulcões profundamente ativos e mares rasos e quentes formados pela condensação na atmosfera do vapor de água que fora anteriormente expelido pelos vulcões.
Durante todo o período em que se deu a violenta evolução geológica do planeta, átomos se misturaram e formaram gases que se recombinaram e formaram cadeias de macromoléculas com as mais diversas texturas e formas. Não se sabe muito bem onde e como a vida surgiu mas, apesar das divergências entre os biólogos, acredita-se que tenha sido em um ambiente quente, úmido e lamacento do Pré-cambriano, onde diferentes tipos de gases e moléculas deram continuidade a processos impulsionados por forças eletromagnéticas a partir de inúmeras tentativas e erros.

O que se sabe é que ao se reproduzir experimentalmente a atmosfera primitiva (mistura de metano, vapor de água, hidrogênio, amônia e vários outros gases) submetendo-a a diferentes fontes de energia tais como descargas elétricas, radiação ultravioleta e calor, uma condição semelhante a realidade da atmosfera do Arqueano, são formadas moléculas que antes acreditava-se serem produzidas apenas por células vivas. Inúmeros experimentos semelhantes a este (imagem ao lado), que originalmente foi feito por Stanley L Miller (Nobel de química em 1953), foram realizados por outros pesquisadores. Os resultados mostraram que as simulações geraram os quatro aminoácidos mais abundantes das proteínas existentes em todos os seres vivos. Também foram encontradas moléculas de ATP (molécula que armazena energia no interior das células) e todas as cinco bases nucleotídicas que compõem o DNA e RNA (adenina, citosina, guanina, timina e uracila), entre outros compostos fundamentais para a organização da vida tal qual a conhecemos. Por fim, é fato geológico conhecido que no Arqueano foram encontrados os primeiros vestígios de vida na Terra. Entre eles, se destacam os microfósseis de bactérias filamentosas no oeste da Austrália e os estromatólitos (estruturas formadas por colônias de algas,) no sul da África e oeste da Austrália.

Os estromatólitos (fósseis comuns na Terra) são as poucas
evidências geológicas da existência de vida no período entre 3,5 bilhões e 600 milhões de anos atrás.
As bactérias e algas primitivas do Arqueano assimilavam o dioxido de carbono ricamente presente na atmosfera e liberavam oxigênio livre. Este comportamento foi fundamental para o surgimento de outras formas de vida em função da substituição do dioxido de carbono pelo oxigênio livre na atmosfera terreste.
Bom, não sei quanto a vocês, mas eu acho tudo isso fantástico!
Grande abraço e até a próxima.
Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com)
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domingo, agosto | 1 | 2010
Como gostar de ciências?
“Como gostar de ciencias? Eu queria gostar de ciencias..principalmente o corpo humano, acho diificil e não sei a forma de estudar ou/e gravar..Eu gostaria de saber sobre o corpo humano mas não consigo aprender e dessa forma naum gosto. Alguem me ajuda aí se for possível..”
A pergunta acima foi postada por alguém no Yahoo-Respostas e veja uma resposta inspirada na mensagem da Matriz:
by TheUnive…
- Hummm… quem sabe se você entender porque gosto tanto de Ciências você passe a gostar também?
Você vê sentido na vida das pessoas que nascem, crescem, casam, geram filhos e morrem? Aí os filhos nascem, crescem, geram filhos e morrem. Novamente os filhos nascem, crescem… Mas com esta rotina esta espécie humana tem qual destino? Será totalmente eliminada da face da Terra. Porque? Porque não existe aí os adendos: nascem, crescem, aprendem tudo o que os ancestrais aprenderam sobre a natureza e os fatos reais do mundo, conhecem um pouco daquilo que é invisível a olho nu como coisas do micro e do macro cosmos, além de conhecerem coisas do passado e do futuro, e depois que conheceram tudo o que se sabe, tentam, procuram, descobrir algo mais para aumentar o patrimônio do conhecimento do mundo real da humanidade. Se existisse este adendo qual seria o destino desta espécie? Espalhar-se pelo espaço sideral na grande aventura cósmica e contemplar o desenrolar disto, sabe-se lá para onde!
Veja bem: a maioria do povo é anti-científico ou despreza a ciência, se alinham naquela primeira espécie. O que aconteceu com todos os ancestrais que assim se portaram? Por exemplo, cadê os índios nativos da América? Acontece que o mundo não é estático, o planeta muda, o Sol muda, a Natureza na Terra muda, e tudo muda no sentido do simples para o mais complexo, ou seja, no sentido da evolução. Acontece que aquilo que porventura esteja no meio da natureza e não evolua, será fatalmente surpreendido por uma mudança para o qual estará despreparado, e aí, é tarde demais.
Os índios foram extintos porque se acomodaram sem evoluir suas ciências enquanto os europeus evoluíram suas ciências e quando os dois povos se confrontaram, o desprezador das Cências Naturais desapareceu. Mas não precisariam serem os europeus. Alguma outra força da Natureza teria um dia acabado com aquela rotina, pois a Natureza não para e não admite que ninguém vivendo nela pare.
Ou então faça como os criacionistas religiosos, acomode-se com uma resposta imaginada (Deus) para todas as questões. Como os fanáticos muçulmanos, os talibas, etc.. Enquanto isso, no outro lado do mundo os americanos estão dia e noite respirando Ciências… e o que aconteceu na guerra entre os dois? Quem valeu na hora do pega para capar? Deus ou a Ciência?
Ciências Naturais é observar os fatos e eventos da Natureza, refletir sobre eles, tentar entende-los, tentar reproduzi-los experimentalmente em laboratório, e este esforço faz com que conheçamos os mecanismos e processos naturais. Com estes criamos a tecnologia e com esta, o poder, a força, e talvez, a única alternativa para evitar a extinção inevitável que o Universo reservaria para nós.
Aos cristãos eu costumo lembrar uma frase: “Se queres conhecer a mim, procure conhecer antes a minha obra. Pois Eu me revelo através dela” . Ora, qual a obra de Deus, senão a sua natureza? E como conhece-la, senão pelo método científico e participando da sociedade científica que transmite seus conhecimentos de geração a geração? Então quem se aproxima mais do conhecimento de Deus? O religioso que despreza a Natureza em nome de um reino sobrenatural ou o homem simples e humilde que se admira e se concentra tanto na Natureza a ponto de se ajoelhar na lama e estudar seus detalhes?
Se te interessa, veja o resultado de meu envolvimento com a ciência nas horas de folga (porque ler e tentar praticar Ciência sempre foi para mim o melhor hobby), uma Teoria intitulada “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, no website abaixo. E depois desta, esperamos de braços abertos que venha participar de nossa causa.
Fonte(s):
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segunda-feira, junho | 14 | 2010
ENTREVISTA PROFESSOR CÉSAR LATTES
Entrevista concedida ao Jornal de Campinas em outubro de 1998
Jornal de Campinas – Professor Lattes, o físico inglês Stephen Hawking afirmou, em seu livro “Uma breve história do tempo” que os físicos têm gasto tempo demais na pesquisa da física de partículas. O senhor concorda com isso?
César Lattes - Aquele livro é uma droga, uma porcaria. Ele não tem representatividade nenhuma na física. Sua fama é fruto só da imprensa. Ele é um mau caráter. O resumo da biografia do Newton que ele fez mostrou que ele morre de inveja do Newton. Hawking chamou o maior físico de todos os tempos de mau caráter, que gostava de dinheiro… é um pobre coitado.
JC – Mas ele é um físico muito conceituado…
César Lattes - Ele pode ser conceituado na imprensa, mas não é conceituado no meio
científico.
JC – O senhor é tido como um crítico de Einstein, não é mesmo?
César Lattes - Einstein é uma fraude, uma besta! Ele não sabia a diferença entre uma
grandeza física e uma medida de grandeza, uma falha elementar.
JC – E onde exatamente ele cometeu a falha a qual o senhor está falando?
César Lattes - Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1905. A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Ele não inventou a relatividade. Quem realizou os cálculos corretos para a relatividade foi Poincaré. A fama de Einstein é mais fruto do lobby dele na física do que de seus méritos como cientista. Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de história da física de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hawdrik Lawrence.
Na primeira edição da Teoria da Relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da
Relatividade Restrita, Ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem. Einstein sempre foi uma pessoa dúbia. Ele foi o pacifista que influenciou Roosevelt a fazer a bomba atômica. Além disso, ele não gostava de tomar banho…
JC – Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação “E=mc²” está errada?
César Lattes - A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista.
JC – Mas, professor, periodicamente lemos que mais uma teoria de Einstein foi comprovada…
César Lattes - É coisa da galera dele, do lobby dele, que alimenta essa lenda. Ele não era tudo isso. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein.
JC – Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1921?
César Lattes - Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz
viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se
apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck.
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quarta-feira, maio | 5 | 2010
Veja o artigo na “Inovação Tecnológica”, sob o título
“Cientistas não sabem onde está o calor do aquecimento global”
no site:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=calor-do-aquecimento-global&id=010125100420 , mas depois volte aqui, por favor, e leia no complemento abaixo, uma sugestão que pode ser a solução.
Nós – eu, você, todos os seres humanos – temos um problema muito sério a resolver logo e pode depender da nossa decisão agora se nós e nossos herdeiros vão cantar o nosso sucesso ou vão chorar amargamente o nosso fracasso. O planeta está doente, se contorcendo agitado, aquecido num estado febril, a cada dia a terra se move nas redondezas dos continentes mas pode a qualquer momento estourar um terremoto nos centros dos continentes, a cada momento desmorona mais uma montanha de gêlo nos polos, chuvas nunca vistas antes causam estragos… Enquanto isso, o nosso exército de cientistas não têm um diagnóstico preciso, não sabe a que combater, e a Humanidade queda-se muda e passiva, esperando o que vai acontecer. Nesta situação deveríamos tentar algo e urgente, o que fôsse promissor e estivesse ao nosso alcance fazê-lo. Inclusive abrir um canal de comunicação com mentalidades naturalistas que apresentem uma visão geral do quadro doentio e sugira um diagnóstico, e as sugestões de cura. Como é o caso da voz que vem das profundezas da selva amazônica e que aqui abro este espaço para se expressar.
Planetas são corpos astronômicos, portanto para entendê-los inteiramente precisamos antes dos melhores conhecimentos sôbre o sistema astronomico que os produziram e os contem. Os cientistas estão sendos dirigidos nesta pesquisa sôbre as anomalias no planeta por uma cosmovisão fundamentada na Teoria Nebular, a qual nos ultimos tempos está se contorcendo moribunda devido a tantas imagens recentes obtidas do Cosmos por aparelhos cada vez mais potentes, contrariando seus postulados. Por outro lado existem outras cosmovisões desconhecidas do grande publico cujos postulados tem sido reforçados pelas mesmas imagens. Então – em se tratando de questão tão séria e mesmo mortal – porque não avaliamos o mérito destas sugestões, o embasamento de suas analises e diagnósticos? Não seria mais sensato destacar-mos um pelotão de cientistas e permitir que por elas fôssem dirigidos a abordarem o mal por outros flancos?
A Terra não é um planeta comum, ela gerou os sistemas biológicos e através dêstes, quando a evolução chegou aos seres humanos, revestiu-se de inteligência própria, na forma de uma camada mental constituida do inconsciente coletivo, no dizer de Teilhard de Chardin e Jung. Uma mente fragmentada em pequenas porções alojadas em seis bilhões de cérebros humanos - ainda embrionária e confusa - que terá de agir com sabedoria. É preciso que a inteligência que o corpo da Terra produziu faça algo quase impossível, ou seja, que se conscientize que o corpo da mãe que a contem está doente, que ela não pode se curar por si própria e o embrião terá que encontrar a medicina correta, se não, será o primeiro a desaparecer. Ora, diz a Razão que, se a Terra produziu a Vida, ela não pode ser o corpo inanimado e nem parte de um sistema mecânico newtoniano como a Teoria Nebular acredita. De uma maneira ou outra, os principios, as propriedades da Vida que aqui se desenvolveram biológicamente têm que existirem em suas formas brutas no sistema astronomico e no próprio planeta criador. E sugere a intuição que os atuais sintomas não devem de fato terem suas causas em simples fôrças físicas que regem corpos inanimados. O planeta parece ter algo relacionado com a Vida e se encontrar-mos êste algo (tal como o ciclo vital sugerido pela voz que vem das selvas e sente o planeta de uma forma diferente da que o sentimos, se o sentimos) teremos um entendimento e quiçá – como sugere a mesma voz – descubramos que temos em nossas mãos uma solução possível de realizar a cura dêste gigante. Vamos ouvir agora uma síntese da visão que parece vir de outro mundo, pois nunca a ouvimos antes, não estamos habituados a essa linguagem.
Dexemo-la falar:
“Para onde está indo a energia do Sol que ameaça incendiar o planeta? Vamos explicar através de uma analogia. Imagine um vaso contendo um pouco de terra e água e exposto ao Sol. No meio do vaso, plante-se uma semente, um grão de milho. O grão de milho é na sua maioria amarelado, porque sua grande parte amarela contem a reserva de nutrientes que servirá àquele pequeno germe branco existente na extremidade verticial do grão como alimento até que desabroche. Para onde está indo a àgua? Parte dela está se infiltrando na semente, inchando-a. E para onde está indo parte da energia solar que incide sôbre a superficie do vaso? Parte dela está indo com a água tambem para dentro da semente, pois é a energia solar que desperta e fornece as primeiras dinâmicas ao germe que começa a mover-se. Pois agora voltemos à pergunta inicial: Onde está se acumulando o calor do aquecimento global?”
A terra no vaso representa a dark matter, a matéria escura que preenche o vasto espaço sideral. O grão de milho representa o planeta Terra. A parte amarela representa a crostra terrestre constituída pelas camadas geológicas ou placas tectônicas. O germe branco representa o núcleo da Terra, uma substância incandescente de extrema acidez, composto de ferro, sulfas, ionizada, imóvel no principio porque fôra coberto de gêlo e pelas rochas. A água representa o fluxo de substâncias que descem desde a superficie na direção do nucleo ou emergem desde as redondezas do nucleo na forma de magma vulcanico, substancias mais conhecidas como a lixívia. E estas substâncias que descem levam consigo as partículas da energia solar, estão alcançando o nucleo, acercando-se dêle, iniciando o despertar do germe que ali dorme a bilhões de anos…”
_ “Germe?! – pergunto estupefato – “No nucleo da Terra? Germe de que? De quem?”
-”Ora então você acredita mesmo que esta extraordinária engenharia que hoje observamos sob nossos olhos em que corpos materiais produzem sementes e estas desabrocham formando novos corpos materiais, foi inventada numa sôpa primitiva constituída de matéria estupida? Ou então que Deus necessitaria atravessar Universos plantando as primeiras sementes em cada um dos bilhões de astros que se constituem em boa seara? Os modêlos da teoria da Matriz/DNA explicam tudo como nos céus muito antes da Terra surgir êste maravilhoso evento já ocorria, como a Terra foi formada pelo mesmo método das sementes, e por isso ela cria a Vida do unico jeito que ela sabe fazer, o jeito pelo qual ela própria fôra criada.
Os planetas carregam em si o germe da próxima forma em que se vão transformar, o germe de um Pulsar que mais tarde desabrochará como uma supernova. O germe àcido está atraindo e absorvendo a parte da energia solar que os cientistas sabem que está por aqui mas não detectaram ainda onde, porque sua teoria astrônomica equivocada os impede de ver. Esta energia solar estimula o despertar do germe, quando então êle inicia as primeiras reações nucleares, as quais consistem no seu alimentar das energias e nutrientes constituintes das camadas geológicas, das placas tectônicas. As reações nucleares de um germe astronomico e as iniciais transformações em um planeta ocorrem na escala do tempo astronômico por isso ainda não sabemos calcular e precisar essa evolução. Mas quando isso se desenvolver não haverá pés humanos e edificios que consigam manter-se sôbre êste solo. Sabemos que um Pulsar não suporta a Vida em sua superficie, que teremos de emigrar daqui, mas não sabemos quando. Por isso precisamos desenvolver mais rápido nossa tecnologia espacial. Pode estourar um ou mais vulcões amanhã se mais se separarem as placas e abrir fendas gigantescas que permitam a passagem de maior quantidade de substancias conduzindo a energia solar, podem ocorrer mais e violentos terremotos, mas isto tanto pode ser em tempos breves como em milhões de anos.
E qual deverá ser a atitude agora da camada do consciente coletivo que se move sôbre o corpo do planeta e está fragmentada em nossos seis bilhões de cérebros? A Terra é um astro muito jovem, saindo da adolescencia e entrando na puberdade, podemos avaliar o estado geral de “sua” mente comparando-a com a juventude humana nesta época. E sabemos que nesta fase os jovens são destemidos, inconsequentes, pouco dados às responsabilidades da Vida. Mas a Terra infelizmente vai ter que criar juízo precocemente, talvez como castigo pela nossa própria ação impulsiva e consumista. A atitude correta agora, sem perda de tempo, é correr ao vazo com a semente, no laboratório, observar as sementes despertarem, tentar obter imagens da energia dentro delas, ver seus processos e mecanismos, calcular intensidades, conhecer os canais que a ligam ao solo e os fluxos que por êles transitam, aprender com a cria como deve ser o criador, tentar planejar um tipo de incubação que permita a esta semente de uma futura supernova que a Terra aloja em seu regaço a se desenvolver saudavelmente, porque nunca poderemos ir contra as fôrças do Cosmos parando esta semente, mas que sua evolução se dê de maneira mais lenta e sob nosso contrôle.”
Não é hora de criticar, ignorar, desprezar, nenhuma sugestão que nasça de dentro da inteligência deste planeta. Não é hora de defender interêsses pessoais. Não é hora de impor e vender nossas idéias, mas sim leva-las à praça publica para que sejam misturadas e buriladas com tôdas as demais idéias, para que amanhã não choremos os equívocos em nossas teorias. É hora de rever-mos nossos habituais planos de investimentos, de aquisição de novas propriedades, de construção de novos edificios, e inquirir nossa consciência, se não seria mais sábio garantir-mos a segurança do que temos, investindo algo de nossos capitais na busca da tecnologia que mantenha nosso solo firme para ser o alicerce duradouro de nossas casas e da nossa Vida. Precisamos principalmente arrancar da gaveta nossas primeiras pesquisas relacionadas a um planeta visto como algo vivo, como a Hipótese Gaia de Margullis, a visão sistêmica de Fritchof Capra e a teoria da Matriz/DNA. Esta tem sugestões de soluções jamais imaginadas em outro tempo e lugar, mas é preciso antes entender o seu diagnóstico.
Faça sua parte agora! Eu estou na selva com “a voz” buscando desesperadamente nas sementes e no ecossistema daqui a aprendizagem e uma solução, mas me falta tudo e isolado não possso comunicar-me com ninguem aí fora a não ser através dêste obscuro e desconhecido blog. Espalhe esta mensagem de tôdas as maneiras que lhe for possivel, busque a consciência de seus amigos, das emprêsas dos govêrnos. Você é a consciência real da jovem Terra!
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quarta-feira, maio | 5 | 2010
Existia um óvulo, cheio de líquido amniótico e nadando no meio estava o genôma feminino. De repente penetrou neste óvulo algo que parecia uma pequenina nave, dirigiu-se ao centro, parou por algum momento. Micróbios que andavam por ali fora do óvulo e a tudo observavam se agarraram uns aos outros com mêdo: a nave vai abrir as portas, vão sair os alienígenas e o que vão fazer conosco? De repente, no centro daquêle óvulo que parecia um imenso Universo, ouviu-se uma grande explosão. Pedaços da fuselagem da nave se espalharam por todos os lados, o líquido revôlto e volupteando encobria o ponto onde a nave estivera. Passado o susto, abriram os olhos e o que viram: os alienígenas tinham a mesma forma do genôma, porem eram todos machos.
O primeiro instante da aparição de seu corpo nêste mundo foi uma cena de Big Bang.
Inclusive um micróbio brasileiro gozando no seu amigo português disse:
- “Êstes caras só podem ser portugueses! Quem mais construiria uma nave sem portas que para saírem tem que explodi-la?”
Ao que o português replicou: ” Não, pois, pois! Devem ser brasileiros que fazem tudo sem plano confiando que depois dão um jeitinho…”
Claro que não era nave e sim um simples espermatozóide. Êle consiste de um invólucro cerrado e é aberto exatamente assim, rompendo-se bruscamente.
Pois desde 1970 estêve na moda a Humanidade acreditar que o Universo também surgiu através de um big bang. Mas como a Física domina ainda o pensamento cosmológico humano ela veio na frente com a explicação. Ora, nascida e criada aqui na superfície da Terra, onde a biosfera é um estado caótico da Natureza, onde os eventos físicos são mecânicos, violentos, a Fisica modelou o pensamento humano para crer que assim também seria a Natureza ainda desconhecida além da Terra, e projetou seus valores na ideação do Cosmos e intrepretação do momento inicial do Universo. A Biologia e as Humanidades parece que sumiram, se encolheram, pois não viram o óbvio e não levantaram a voz em protesto! Origens através de Big Bangs existem aqui na Terra a cada momento que nasce um novo picuá, ou melhor, que um óvulo é fecundado, mas vemos que é um evento relacionado ao mundo vivo antes de ser relativo a meros eventos físicos, dos quais nunca se viu nenhuma explosão dando origem a algo mais complexo, todo acidente piora a situação do que existia antes, então a Vida deve ser o parâmetro mais racional para explicar o Universo. Onde estavam os religiosos naqueles anos, se na Bíblia está escrito: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança!” para darem seu costumeiro jeitinho na coisa e remendar as palavras de Deus depois que perceberam que o corpo humano não pode ser à imagem de Deus? Ora, Deus estava se referindo ao modo de fazer, ao método de criar, quer dizer, “façamos o homem á imagem e semelhança do método como fizemos o Universo”. Podiam ter aproveitado a oportunidade e dormiram no ponto. A unica voz que sussurrou algo nêsse sentido mas não foi ouvida por ninguém porque estava isolada na selva amazônica fui eu quando enviei os manuscritos para registro dos direitos autorais de um livro para a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. No livro, em síntese dizia: ” o modêlo do ultimo ancestral comum nos obrigou a rever a História Cosmológica até os instantes iniciais do Universo, onde chegamos a um evento inicial que lembra o instante da fecundação de um óvulo e os calculos sôbre a formação das primeiras particulas materiais sugerem que êste Universo é uma produção genético/computacional.”
Assim como o óvulo da minha mãe estava desde o principio “tunelado, programado”, para produzir um ser vivo e com uma mente, a existência do Homem Mental nêste mundo depois de uma história de 13,7 bilhões de anos de tantas “coincidências” e eventos estatísticamente improváveis, encontra explicação mais racional se o Universo tambem estivera todo este tempo tunelado para produzir a vida inteligente, e pelo processo genético.
Mas a inteligência humana ainda nesta fase de embrião é lenta e comete muitos equívocos, muitos esquecimentos, como o absurdo de se esquecer que a Natureza apresenta duas faces – a do estado de caos e a do estado de ordem – e que basta qualquer índio do Amazonas levantar os olhos para o céu numa noite límpida e estrelada para perceber que lá reina o estado de ordem, e com êsse esquecimento foi calculando tudo por lá como se as coisas acontecem como aqui. Se aqui existem leões carniceiros, os novos fantasmas que descobrimos e que denominamos buracos negros devem ser canibais do espaço, devoradores de mundos. Se a radiação cósmica e a expansão do Universo indica que tudo começou num ponto central é porque êsse ponto explodiu como uma dinamite… e assim vai.
Mas não era só um maluco filósofo correndo atras de macacos na selva para observar o movimento dos rabos e assim calcular os movimentos da cauda e trajetória de cometas, ou cutucava por trás um jacaré para desenhar no papel o arco do raio da lambada do rabo do jacaré e assim calcular o raio de curvatura do vôo do urubu malandro, que balançava a cabeça negativamente discordando dessa cosmovisão. Também na cidade um grupo de cientistas desconfiaram da autoridade da Física para assenhorear-se do evento do Big Bang e procuravam outras alternativas. Foi então que surgiu o livro com o título acima, do brasileiro Mário Novello, doutor em Física pela Universidade de Genebra e pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), cuja resenha está na Fôlha Online no site abaixo:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u725002.shtml
Mas o filósofo ainda prefere a interpretação da teoria da Matriz/DNA. Trazer conceitos metafisicos – como eternidade, infinito – para interpretar êste mundo material, quando ninguem viu nada que seja eterno, nada que seja infinito, e nem existem parâmetros factuais palpaveis para embasar tais conceitos, elaborando uma teoria que jamais será testavel cientificamente, parece-me outro escorregão inconsequente da inteligência. E para que apelar para o que não é concreto no nosso dia a dia se a interpretação naturalista e simples da Matriz/DNA inclusive expõe os mecanismos e o método natural aplicados nas origens apontando na direção de um gerador natural? Não está no momento de se aplicar a navalha de Ockham?
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terça-feira, maio | 4 | 2010
Sol escuro pode ser vizinho mais próximo do Sistema Solar
Com informações da New Scientist – 03/05/2010. Veja noticia completa no site:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias
Enquanto uma teoria diz que o astro está indo, outra diz exatamente o contrário, quer dizer, está voltando. Em outras palavras, e analógicamente, uma teoria diz que o astro já passou da meia-idade, que é uma velhinha quase morrendo, enquanto a outra diz que não, o astro ainda não chegou à meia-idade, que é uma jovem entrando na puberdade. Um unico e mesmo fato cientifico (o astro existe) dando margem a duas interpretações antagônicas, devido a visibilidade ser muito precária e falta de mais dados concretos. Vejamos o que existe de fato concreto e depois veremos a outra interpretação dêstes fatos:
1) É um astro que emite energia, porém calculada em apenas 0,000026 por cento da energia emitida pelo Sol. Essa energia é emitida na faixa do infravermelho, e não na faixa visível do espectro.
2) Foi achado por Philip Lucas e seus colegas da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, a partir dessa radiação infravermelha que ela emite. Foi denominado como UGPS 0722-05.
3) Tem aproximadamente o tamanho de Júpiter.
4) Paralaxe: A distância estimada em 9,6 milhões de anos-luz ainda é preliminar. O cálculo foi baseado no fenômeno óptico chamado paralaxe. Até agora, porém, os astrônomos que descobriram o astro UGPS 0722-05 ainda não dispõem de medições de paralaxe suficientes para fazer o cálculo com precisão. O resultado deverá ser refinado ao longo dos próximos meses.
Êstes são os fatos reais contidos no longo artigo. O resto é teoria, interpretações baseada nos modêlos teóricos da Teoria Nebular, a atual eleita pela Comunidade Astronômica. Não há como pôr o astro numa balança para pesa-lo, mas os modêlos da teoria indicam que tenha uma massa de 3 a 4 vêzes a massa de Jupiter, mesmo que tais calculos sugiram ser o astro do mesmo tamanho de Jupiter. Não há como saber a idade do astro, portanto nem seu estágio evolutivo, mas os modêlos da Teoria Nebular sugerem que o astro deve ser uma “estrêla”, e do tipo “anã-marrom”. É impossível alcança-lo com uma sonda equipada com termometro, mas os modêlos sugerem que é um astro com temperaturas entre 130 e 230 graus Celsius.
Segundo os teóricos relatam no artigo, é a anã-marrom mais fria que existe e tambem a mais escura que existe. Um momento. Justamente uma anã-marrom mais próxima que todas as outras, portanto a mais confiavel em dados, é excessão à regra?! Não deveria ser o contrário? Ou seja: um astro com dados mais confiaveis deveria ser o exemplar estabelecido e classificado com um nome de espécie. Portanto, todos os outros astros mais distantes e menos confiaveis teriam que apresentar dados muito próximos para se classificarem na mesma espécie. É mais inteligente usar o crocodilo que temos em mãos como parâmetro para a espécie dos répteis ou o dinossauro que está lá distante no tempo e do qual só temos fosseis?
Ultimamente, com o bombardeio de imagens enviadas por tantos observadores, está acontecendo muito das noticias virem repletas de chavões como “o novo astro é diferente do que se entende pela sua espécie” ou, “o astro apresenta excessões à regra”. A Teoria Nebular já não está se aguentando mais pois ela separou os astros em algumas poucas formas fixas e agora tem que fazer malabarismos para enquadrar os novos astros nestas formas. Ora, segundo a teoria da Matriz/DNA, astros são como seres humanos, mudam de forma a cada minuto, pois a cada minuto está mudando o estado ao menos de uma célula de seu corpo.
O problema aqui está no fato que a Teoria Nebular acredita que astros surgem ao acaso por geração espontânea e permanecem ao longo da existência na mesma forma que nasceram. Quando admitem que um astro se transforma, como no caso de uma supernova, seria apenas através de violências no Cosmos, explosões, enquanto qualquer humano humilde que está vendo o céu a ôlho nu sente que lá a matéria está organizada no estado de ordem, porque vê quietude, harmonia. O problema do homem comum é que enquanto ele vê imobilidade, êle pensa em eternidade, enquanto vê grandisiodade pensa em majestade, e daí começa a raciocinar que deve ser obra de seres eternos, deuses, e como vêem ordem, começam a atribuir qualidades dêste estado moral aos deuses, qualidades que se chocam com as caracteristicas do mundo biosférico e humano onde reina o caos. Por isso nas várias religiões os humanos estão sempre em conflito com os deuses e desobedecendo-os, pois os deuses querem um estado de harmonia e nós humanos produzidos por esta face caótica da Natureza agimos com impulsividade, violência. Mas os astronomos modernos foram justamente pelo caminho contrário.
A Física que dominou nossa cosmovisão iniciou aqui na face caótica, é fria, insensivel e violenta, assim dominou o pensamento cientifico até agora e esta visão do imediato foi projetada sôbre as coisas do espaço sideral, surgindo daí uma cosmovisão que tem de ter violência em seus processos. Buracos Negros, apesar de nunca definidos, seriam monstros devoradores de mundo, canibais do espaço, o Universo teria surgido de uma explosão atômica (não dizem que antes era um minusculo átomo?), e por aí a fora. Mas nunca ninguem viu ou filmou um ato violento no Cosmos. Então porque se acredita em violência no céu?! Nunca ninguem viu deuses organizando astros segundo uma perfeita mecanica newtoniana, para funcionarem como um relógio. Então porque se acredita que existam deuses no céu?! Enquanto isso, a teoria da Matriz/DNA, ao aplicar o método da anatomia comparada entre sistemas naturais animados e inanimados, mas acreditando que a dinamica dos animados já existia como principios mecânicos e latentes nos inanimados, levou algo da imprevisibilidade caótica da Terra para o céu, é certo, deixando algo ao sabor dos eventos casuísticos, mas cuidando para não torcer e deformar o reino da ordem; e por outro lado, trouxe um pouco da ordem do céu para a Terra, principalmente na decodificação dos significados nos genes e DNA, acreditando que êste, como uma matriz caída do céu, existe aqui numa luta árdua para tentar conter o bombardeio que vem do caos e conservar algo de ordem para manter o contrôle da situação. Ela não projetou na astronomia nem deuses nem violências, porém, pode tambem ter errado ao projetar retroativamente os principios vitais sôbre o passado e revestir a conjuntura astronomica com uma cobertura semi-biológica.
Bem, a teoria da Matriz/DNA sugere a seguinte explicação para o astro encontrado e que “parece”, ao longe, um estrêla escura:
” Para que UGPS 0722-05 seja uma estrêla, e apresente o atual brilho, ela teria que estar envolta em uma nuvem de poeira estelar muito densa, a qual seria os dejetos da estrêla, e já não deveria ser esférica, mas sim deformada. Pois seria um astro no seu final de existência, onde ocorreria alguma tênue reação nuclear ainda, que estaria consumindo as ultimas partículas de energia de seus átomos. Como um quase-cadáver, na Função 7 da Matriz, de fato estaria se tornando cada vez mais fria. Mas sua massa teria que ser no minimo dez vezes menor que a massa do Sol, o qual é um astro que já passou de sua meia-idade. Esta nuvem de poeira já deveria estar apresentando uma certa forma espiral rotatória, inicando um eixo imaginário, evoluindo para tornar-se um quasar contendo um buraco branco. Mas como nada foi noticiado sôbre tal nuvem de poeira ao redor, resta a alternativa mais provavel de que o astro seja uma pré-estrêla, bem próxima ainda da forma anterior de pulsar, o qual é um velho planeta. Pulsares são os estágios proto-vitais do ciclo proto-vital em que as reações nucleares avançaram tanto partindo do centro na direção da periferia do corpo, que a ultima camada superficial está próxima a colapsar-se. Se o astro apresenta já alguma luminosidade própria e na coloração avermelhada é devido a energia exalada pelas reações internas estarem ultrapassando uma casca quase transparente, e de tão fina, já não mais suporta os vulcões que se exauriram. Portanto êste astro não mais ejecta magma, ou seja, não mais produz cometas, tanto que os tais não devem ser encontrados nos seus arredores. No momento que a camada superficial se colapsar, desabrochará uma super-nova. sómente então pode-se referir ao astro como sendo uma estrêla.
Comparando-o com o ciclo vital humano, o corpo deste astro produz uma certa dificuldade para o calculo de seu exato estágio, devido ser hermafrodita. Tanto pode ser visto como um homem no fim de sua atividade sexual ( os astros apenas apresentam um curto periodo de atividade sexual, onde os machos, se comparado com humanos, finalizaria essa atividade por volta dos 30 anos) como pode ser visto como a fêmea que está entrando na fase procriativa para iniciar a ser fecundada. Mas como disse, o hermafroditismo ainda não está tão conhecido para que se defina estas separações entre o aspecto macho e fêmea.
Um detalhe que tem-me intrigado: nas ultimas semanas têm descoberto astros gigantes nas proximidades ou mesmo dentro do sistema solar. Incrível que – se temos lançado nossos observadores mecânicos a distâncias incriveis no profundo espaço, e tempos tão remotos que estamos conjecturando sôbre as origens do Universo, porque astros gigantes e atá emitindo luninosidade aqui perto nunca foram vistos? Será que de repente o mito de Nêmesis e suas correlações com a profecia maia e 2012 fêz com que os atronomos retroagissem suas lentes à procura dela? Mas não são êles que dizem ignorar os mitos?
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segunda-feira, maio | 3 | 2010
Muitos adultos ainda na meia-idade vivem tristes, depressivos, mas existe um segrêdo para uma velhice dinâmica e cheia de vida. Claro, os dois primeiros fatores determinantes da qualidade de vida dos velhos é saúde e dinheiro. Mas eu acho que existe um fator, que nunca vi ninguem comentar, parece ser coisa só da minha cabeça, mas o artigo cientifico abaixo veio como que confirmar minha teoria ou ao menos sugerir uma base sólida para pesquisa-la. Esta a teoria: para homens, o intelectual, mesmo sendo mais pobre, tem uma velhice muito mais feliz que o não-intelectual.
O artigo abaixo – o qual ainda não lí – diz que neuronios e células nervosas degeneram à medida que a idade vai avançando, e desde o momento do nascimento. Minha teoria sôbre o intelectual surgiu quando, já passando da meia-idade, retornei à cidade onde passei minha adolescência, fiz o ginásio, e portanto tinha amizade com muitos jovens. Eu era o mais infeliz, porque sem familia, e isto signifca sem afeto, proteção, etc.. E muito pobre: apesar de eu ter obtido a maior nota e tirado o primeiro lugar entre 3 mil estudantes, e o diretor (que vivia a se referir a mim como exemplo para os maus estudantes) preparou um discurso para falar sobre meu caso quando fôsse anunciar o primeiro lugar, na cerimonia da entrega do diploma, ficou decepcionado porque não comparecí à cerimonia – porque não tinha roupa ( tinha que ir de terno e gravata) e nem uma mulher para me acompanhar como a madrinha ao palco e receber o diploma. Era uma cidade de muitos ricos, a maioria da população tinha fazendas, jovens esnobavam opulência com roupas, motos, carrões, etc. Pois quando lá retornei sentí um choque. Sentado na praça com um amigo eu ia perguntando quem eram os adultos que passavam e relembrando de suas imagens quando eram jovens. Um contraste chocante entre as duas épocas! Os velhos agora caminhavam cabisbaixos ou parados olhando para o nada, pareciam inutilisados, pobres, sem nada o que fazer na vida. A economia da cidade caiu com a queda do café e outras agriculturas, a maioria vivia agora de mera aposentadoria. Mas o pior: quando fui falar com eles, nada, mas nada mesmo tinham a dizer. Estavam totalmente desinformados sôbre o mundo, a modernidade, as tendências, as ciências, as tecnologias, etc. Nenhum tinha um projeto a fazer, nada! Estavam - e estão – apenas esperando a morte chegar. Enquanto isso eu não tenho um segundo livre e com mil projetos fervilhando na cabeça, vários livros começados pelo meio, todo dia a checagem em dezenas de websites cientificos e noticiarios, trabalhando duro e investindo no desenvolvimento desta obra, viajando e ainda desbravando lugares isolados na Amazônia para completar pesquisas, etc. É muita diferença. Continuo pobre e talvez mais que eles, mas acho que muito mais saudavel, com muita energia e dinamismo. Viajei mundo apenas com a ajuda do meu trabalho… e eles com tudo que tinham, nunca saíram de lá. Não quero me vangloriar de nada, na verdade não sei quem foi o mais certo ou errado, pois eu sofri muito mais angustias que eles. Eles formaram familia, eu não. Mas parece que suas familias hoje, ao invés de consolo, são motivos de tristezas. Se eu estou aqui relatando isto é porque este tema é muitissimo importante do qual a juventude tem que ser alertada, nosso sistema educacional familiar e escolar tem que atuar aqui. Não creio que a iniciativa de gostar de aprender tudo o que seja construtivo seja herdada genéticamente. Porque eu era assim, mas ninguem mais da minha familia o fôra. Acho que fui dirigido por este caminho, talvez por dois motivos principais: 1) a vida solitária sem proteção externa tendo que aprender a sobreviver sózinho; 2) quem nasce com deficiências, que por nascimento é o pior, tem que procurar ser o melhor em alguma coisa. Ora, estas duas situações podem ser imitadas e incluídas na educação familiar e escolar. Trata-se de assunto prioritário para quem ama seus filhos. Trata-se de conservar neuronios e células nervosas, e mante-los ativos. Trata-se de chegar à morte sem ter percebido a velhice. Se não forem ativados os neuronios desde cêdo, se atrofiam, degeneram e aí nunca mais serão recuperados nem nascerão outros no lugar. O homem precisa de dois tipos de alimentos: organico para o corpo material e informaçào abstrata para a mente abstrata. Os circuitos elétricos da atividade mental é que mantem os neuronios vivos, penso eu. Quando um jovem come alimento organico demais, ensina o estomago a viciar-se no exercicio e a crescer, estará sempre pedindo mais comida e a gordura vem como efeito. Quando um jovem muito cêdo estuda muito, lê os jornais todo dia ( mas não adianta ler futebol, entertenimento, vida das celebridades televisivas, modismos, sexo, etc.) e lê livros instrutivos dificeis ( eu usei uma boa técnica: comecei lendo filosofia do pensamento, das religiões da evolução cientifica e tecnológica com um método: o do “próximo filósofo, por favor”, porque eu queria que a evolução do meu pensamento recapitulasse a evolução do pensamento da humanidade, equando aprendesse tudo o que ela aprendeu, eu continuaria em frente no meio da escuridão, tateando para descobrir algo novo) - e esta técnica li num artigo de jornal!), este jovem impõe atividade e exercício aos neuronios, às células nervosas, as quais viciam no exercício e sua gula por informações e reflexões continua a crescer até a morte. Para os jovens, um apêlo para que reflitam nisso: a velhice mesmo com dinheiro e saúde, mas sem um cérebro sempre jovem, sem um grande projeto na vida, é uma existência sem sentido, sem significado, coisa de morto-vivo. Se vais ser médico, psicólogo, matematico ou mero pedreiro de obras, ponha um lema em sua mente repita-o sempre e persiga-o. O lema é sôbre um projeto, um sonho que nunca será realizado em sua vida. Por exemplo: serei o melhor médico do mundo, o mais bem informado e para ser bom numa área da Ciência, tenho tambem que me informar o maximo possivel sôbre os desenvolvimentos em todas as outras areas do conhecimento. Com certeza este projeto jamais será alcançado, mas você estará tão ocupado e semprre tentando chegar mais perto da sua realização que quando perceberes, estarás indo para o céu sem ter ficado velho. Eu nasci predestinado a ser a criança mais infeliz e por tabela o velho mais infeliz da cidade. Eu cavei minas e carreguei sacos cheios de lama e pedra na Amazônia, carreguei pedra nas contruções nos Estados Unidos depois da meia-idade, enfrentei lutas e revoluções na Amazônia, fui parar quatro vezes no leito da morte inclusive com duas malarias, passei fome, frio e dormi em bancos de praça, enquanto sei que o trabalho deles era muito tranquilo e chegaram á velhice sem uma cicatriz no corpo. Mas as minhas noites sempre foram muito felizes, creio que não existe orgasmo melhor que o mental quando fazemos nossas grandes descobertas. Agora quando eu e meus antigos amigos estamos na noite da existência, eu não suportaria a vida se estivesse na situação dêles. Adotei esta receita e hoje ergo um brinde a mim mesmo por esta decisão.
Abaixo vai o artigo ao qual necessito voltar e ler quando tiver tempo…
New Nerve cells – Even in Old Age
Max Planck researchers find different types of stem cells in the brains of mature and old mice.
After birth the brain looses many nerve cells and this continues throughout life – most neurons are formed before birth, after which many excess neurons degenerate. However, there are some cells that are still capable of division in old age – in the brains of mice, at least. According to scientists from the Max Planck Institute of Immunobiology in Freiburg, different types of neuronal stem cells exist that can create new neurons. While they divide continuously and create new neurons in young animals, a large proportion of the cells in older animals persist in a state of dormancy. However, the production of new cells can be reactivated, for example, through physical activity or epileptic seizures. What happens in mice could also be applicable to humans as neurons that are capable of dividing also occur in the human brain into adulthood. (Cell Stem Cell, May 7th 2010)
You can’t teach an old dog new tricks. The corresponding view that the brain loses learning and memory capacity with advancing age prevailed for a long time. However, neuronal stem cells exist in the hippocampus – a region of the brain that plays a central role in learning and memory functions – that can produce new nerve cells throughout life. It is known from tests on mice that the newly formed cells are integrated into the existing networks and play an important role in the learning capacity of animals. Nonetheless, the formation of new cells declines with age and the reasons for this were unknown up to now.Together with colleagues from Dresden and Munich, the Freiburg researchers have now succeeded in explaining for the first time why fewer new neurons are formed in the adult mouse brain. They managed to identify different populations of neuronal stem cells, thereby demonstrating that the hippocampus has active and dormant or inactive neuronal stem cells. “In young mice, the stem cells divide four times more frequently than in older animals. However, the number of cells in older animals is only slightly lower. Therefore, neuronal stem cells do not disappear with age but are kept in reserve,” explains Verdon Taylor from the Max Planck Institute of Immunobiology.The precise factors that influence the reactivation of dormant stem cells are not yet clear. The cells can, however, be stimulated to divide again. The scientists observed more newborn hippocampal neurons in physically active mice than in their inactive counterparts. “Consequently, running promotes the formation of new neurons,” says Verdon Taylor. Pathological brain activity, for example that which occurs during epileptic seizures, also triggers the division of the neuronal stem cells.
Horizontal and radial stem cells
The different stem cell populations are easy to distinguish under the microscope. The first group comprises cells which lie perpendicular to the surface of the hippocampus. Most of these radial stem cells are dormant. As opposed to this, over 80% of the cells in the group of horizontal stem cells – cells whose orientation runs parallel to the hippocampus surface – continuously form new cells; the remaining 20% are dormant but sporadically become activated. The activity of genes such as Notch, RBP-J and Sox2 is common to all of the cells.
Radial and horizontal stem cells differ not only in their arrangement, apparently they also react to different stimuli. When the animals are physically active, some radial stem cells abandon their dormant state and begin to divide, while this has little influence on the horizontal stem cells. The result is that more radial stem cells divide in active mice. The horizontal stem cells, in contrast, are also influenced by epileptic seizures.
It would appear that neuronal stem cells are not only found in the brains of mice. The presence of neurons that are formed over the course of life has also been demonstrated in the human hippocamus. Therefore, scientists suspect that different types of active and inactive stem cells also arise in the human brain. It is possible that inactive stem cells in humans can also be activated in a similar way to inactive stem cells in mice. “There are indicators that the excessive formation of new neurons plays a role in epilepsy. The use of neuronal brain stem cells in the treatment of brain injuries or degenerative diseases like Alzheimers may also be possible one day,” hopes Verdon Taylor.

Different types of stem cells in the brain of mature mice.
Image: Verdon Taylor (from: Lugert et al., Cell Stem Cell, May 7th, 2010)
Original work:
Sebastian Lugert, Onur Basak, Philip Knuckles, Ute Haussler, Klaus Fabel, Magdalena Götz, Carola A. Haas, Gerd Kempermann, Verdon Taylor, Claudio Giachino
Quiescent and active hippocampal neural stem cells with distinct morphologies respond selectively to physiological and pathological stimuli and ageing
Cell Stem Cell, May 7th 2010
Contact: Max Planck Society for the Advancement of Science, Press and Public Relations Department, Tel: +49-89-2108-1276, E-mail: presse@gv.mpg.de
Source: Max-Planck-Gesellschaft (Max Planck Society)
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Adendo: Trecho visto no programa educacional brasileiro:
Muito importante é a investigação sobre a velhice, fase da vida geralmente apresentada como sinônimo de aposentadoria: sem trabalho, sem sonhos, sem necessidades pessoais, só doenças. É preciso reverter esse quadro de valores, incentivando as crianças desde cedo a valorizarem a experiência dos idosos, cuja importância para a família e a comunidade cresce à medida que se reconhece no idoso uma pessoa que pode
produzir, que tem projetos a realizar e necessidades que não podem ser esquecidas.
B823p Brasil. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros curriculares nacionais : ciências naturais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997. 136p. Ensino de primeira à quarta série. I. Título. CDU: 371.214
Comentário: Não é culpa dos jovens verem os idosos desta maneira. Os idosos fazem por merecê-lo. Observando o que vejo na minha antiga cidade, não preciso ser jovem para ver a realidade. Êles simplesmente não tem motivação alguma para evoluir em nenhum sentido. Porque os jovens de lá não alimentam a vontade de realizar grandes projetos.
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sexta-feira, abril | 9 | 2010
O incrível vídeo no youtube que está dando o que falar (veja: http://br.esportes.yahoo.com/colunas/malabarista-polones-faz-miseria-com-bolas-de-futebol-esportes-382.html )
quando assistido pela mente treinada na cosmovisão da Matriz/DNA escapa por reinos fantásticos da imaginação. As bolas movendo-se mecânicamente no espaço imediatamente nos lembra a cena do Cosmos se o víssemos num filme que acelerasse o tempo. A mecânica celeste Newtoniana é a primeira a ser associada com a cena, e num devaneio mais profundo, de alienados em termos de Newton, associa-se com Deus como a força cósmica que susteria a engenharia celeste, como já alguns posters aventaram nos comentários sôbre o vídeo. Também não resistimos e botamos nossa colher no negócio com um post conforme o texto abaixo ( o qual como sempre foi criticado impulsivamente pela galera que desconhece a Matriz/DNA, a mecânica newtoniana, e não usa o cérebro para pensar a nível cósmico):
” Reflexo condicionado à la Pavlov? Existe uma outra cena onde vemos tal malabarismo com “bolas”: o que a Natureza faz com os Astros no espaço sideral, e a bilhões de anos antes deste malabarista humano aparecer. Mas poucos como sir Isaac Newton aplicam a mente para analizar a cena, buscar causas e explicações racionais. A maioria de nós reagem como certos animais, aplaudindo e abanando as mãos, como aqueles abanam os rabos, e nada mais. Assim, os sinais de uma inteligência cósmica disponiveis como oportunidade para que evolua nossa inteligência é desperdiçada.
Não procurar uma ligação entre as duas cenas que são naturais e crendo-se que a segunda cena não é sobrenatural (como alguém aqui já disse que é dom gratuito de Deus!), acreditando que a natureza inventou do nada esta capacidade aqui na matéria deste planeta não apenas é besteira mas indicio de completa ausência de raciocinio complexo. Ou as esferas movendo-se no espaço não é uma espécie de malabarismo natural?
Então, a explicação que encontro é a seguinte: Por herança genética os seres vivos tem o potencial latente para fazer os objetos ao redor funcionarem mecânica e automaticamente, tornando-os como extensão do sistema nervoso automatico que assim o faz com todas as partes do corpo apenas pelo subconsciente. Esta herança se explica pelo nosso ancestral de 4 bilhões de anos atras que f6ez a mesma coisa a nível macro-cósmico. LUCA, the Last Universal Common Ancestor, foi o building block das galáxias e tem a forma do building block do nosso DNA, e ele, como mostra sua anatomia em meu website, era regido pela mecânica newtoniana. Sendo nosso ancestral e estando registrado no nosso DNA, não é dificil concluir que o excesso de esforço como fêz esse rapaz em seu treinamento puxou os dados registrados no DNA localizado no centro dos neuronios para fazê-los emergir à tona do conjunto cerebral e sua memória.
Mas, pensando bem, esse rapaz parece ter estado preso, sem acesso ou algum estímulo ao desenvolvimento intelectual, para se dedicar dessa maneira a uma atividade que para nós não teria a menor utilidade. Porém, sem querer, êle acabou contribuindo para a evolução do conhecimento humano!
E a experiência dêle suscita margens a outras experiências… por exemplo eu tentaria obter esferas leves mas de metais ionizados de maneira que imitassem as fôrças dos átomos, como atração e repulsão. Assim talvez seria possível obter das esferas que façam curvas no ar, ora se afastando umas das outras, ora se atraindo, ao ponto de manter funcionando no ar uma réplica de um sistema solar…ou produzindo diversas combinações finais representando moléculas… E depois se incluiria no curso de pedagogia para professores das primeiras séries um treinamento de 4 anos de 4 horas por dia para que ensinem quimica com demonstração que atrai a atenção dos alunos… (deixa-me parar por aqui antes que os professores me linchem…)
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sexta-feira, março | 12 | 2010
Todo dia se descobre novos planetas reforçando a expectativa de que existam muitos astros habitados por criaturas menos ou mais evoluidas que nós. Mas será que existem outras criaturas com cérebro biológico e bipedal? Existirá seres inteligentes com cérebros mecânicos e sangue tipo petróleo? A Matriz/DNA está sugerindo que a forma de criatura mais hábil para evoluir mais depressa e se tornar inteligente mais rápido seja a forma de um polvo com muitos tentáculos e entre estes tentáculos aquelas peles que os permite nadar e voar. É uma criatura que manteve a forma celular criando muitos cilios à volta e tornando o citoplasma na pele membranosa voadora. E pode ser muito grande ou até microscópica… e muito mais evoluida que a espécie humana.
O debate entre proeminentes cientistas nos faz pensar. Michael Shermer, autor de “Why Darwin Matters” acredita que alienígenas com formas como aquelas que vemos nos filmes e técnicamente desenvolvidas não existem. Por exemplo as formas mais evoluidas não devem ser bipedal, discordando de Ed Wilson, biólogo da Universidade de Harvard que sugere por exemplo que num astro onde não tenha havido catástrofes causadas por meteoros, dinossauros podem ter evoluído para a forma bipedal e alcançado um formato humanóide. Shermer explica com razão que se a evolução dirige inevitavelmente as criaturas a serem antes humanóides bipedais para alcançarem a inteligencia e sofisticação tecnológica, muitas espécies na Terra teriam evoluido tanto quanto a espécie humana e hoje estaria competindo conosco. Robert Wright, em “Nonzero: The Logic of Human Destiny” argumenta que nossa existência eliminou pela competição e dominancia a possibilidade de outras espécies terrestres alcançarem o nivel da inteligência, mas Shermer contra-ataca lembrando que os Neandertals tiveram centenas de milhares de anos de existência livre sem a presença hominida na Europa e nem por isso evoluiram como o homo sapiens evoluiu na Africa. Enquanto uns acreditam que humanóides inteligentes pode ter evoluido em todo o Universo e outros acreditam justamente no outro extremo, ou seja, que sómente na Terra a evolução gerou humanóides inteligentes, Richard Dawkins prefere a coluna do meio, a de que o Universo seja habitado por muitas formas parecidas com a humanóide e com outra coisa qualquer e com inteligências parecidas com a nossa, dita “racional”. Lembre-se dos filmes de terror onde se diz que demônios (e isto vale para extra-terrestres) não são humanos, suas atuações são totalmente sem sentido para nossa inteligência, mas desde que provavelmente eles atuam para o beneficio deles, óbviamente a inteligencia deles deve ter outro tipo inimaginavel de racionalidade.
Shermer apresenta um raciocinio aceitável para quem não conhece a Matriz/DNA. Ele se baseia nas evidências. Dos 60 ou 80 filos de animais, sómente uma, os cordados, levou à inteligência, e dentre êstes, sómente os vertebrados realmente desenvolveram ela. De todos os vertebrados, sómente os mamíferos evoluiram cérebros grandes suficiente para alta inteligência. E das 24 ordens de mamíferos sómente uma – nós, os primatas – temos inteligência tecnológica. E o biólogo evolucionista Ernst Mayr conclui: “Nada melhor para demonstrar a improbabilidade da origem de elevada inteligência do que as milhões de linhagens filogenéticas que falharam em alcança-la. Mesmo pensando que tem evoluido talvez cêrca de 50 billions de espécies na Terra, sómente uma delas alcançou a espécie de inteligência necessaria para desenvolver uma civilização”.
Carl Sagan notou certa vez que espécies tecnologicamente capazes de comunicar-se “podem viver no solo, no ar ou no mar”. Elas podem apresentar inimaginaveis quimicas, formas, tamanhos, cores, membros e opiniões. Nós não podemos requerer que elas tenham seguido a mesma rota na evolução que produziu os humanos. Podem existir muitos diferentes métodos evolucionarios, cada qual peculiar, mas a soma do numero de métodos para levar à inteligência pode não ser muito substancial. Portanto ele concorda com Shermer quando pensa que a probabilidade de existir vida diferenciada em muitos outros lugares é alta, mas a probabilidade de existir formas humanóides é muito pequena. Eu penso que essa tendência de imaginar extra-terrestres com formas parecidas com a nossa, bipedais, etc, é a mesma que levou muitos a imaginarem Deus com a forma humana. Na falta de diversidade criativa e imaginação, nós nos projetamos nos seres desconhecidos dos quais tentamos adivinhar suas caracteristicas.
Mas o que sugerem os modêlos da Matriz/DNA? À medida que vamos nos aprofundando no passado, precisamos calcular a redução da complexidade para formas cada vez mais simples. Houve tempo que havia apenas um gênero de sistema natural, ou criaturas, no Universo: os átomos. Êstes podem ter gerado evolutivamente muitas formas que desconhecemos, além dos astros celestes conhecidos. Mas aqui em nossa região cósmica apenas um herdeiro do átomo gerou a inteligência, mas para tanto gerou-a através de sistemas biológicos, ou seja, seres vivos. Esse herdeiro foi o astro que apresenta um ciclo vital que o faz se transformar ao longo de uma existência nas formas de lua, planeta, pulsar, estrêla, quasar, buraco negro ou branco. Esse ser, que por ter ciclo vital e apresentar todas as propriedades da Vida apesar de sua forma mecânica, só pode gerar um tipo de genôma. Em outras palavras isto significa que os astros nesta galáxia fazem a semeadura da vida em todos os outros astros, lançam sua semente-genôma aos quatro cantos, mas poucas são as boas searas onde estas sementes florescem. Aqui na Terra ela floresceu na forma inicial de nucleotideo, deste evoluiu para RNA e DNA e destes para a primeira célula dita “viva”. A célula mantem muitas das caraterísticas e da forma do sistema astronomico, e ela então se diversificou em muitas formas, porem, tôdas as espécies na Terra, desde plantas a animais, apresentam uma forma estrutural ainda bem parecida com a ancestral astronomica. Mas sabendo-se que os genes-particulas da fonte astronomica são lancados livres no espaço em diferentes tempos, e conhecendo-se as caracteristicas fisicas mecanicas da fonte astronomica, pode se inferir que muitas serão as especies derivadas de um mesmo tipo de genoma fundamentado no nucleotideo e DNA. Porem, a forma que será melhor selecionada e se dará melhor na vida será a que manter-se mais fiel à forma da matriz astronomica. E esta forma é justamente a do polvo com tentaculos ligados por uma membrana esponjosa – lembre-se da forma de polvo que a galaxia apresenta. Uma forma assim, mesmo que tenha sido gerada depois da espécie humana, pode ter desenvolvido sua inteligência bem mais rápido que nós devido as facilidades na vida: varias mãos, asa para voar, varios pés para caminhar, etc. O problema do nosso polvo terrestre foi o mesmo dos dinossauros, dos leões, das baleias, dos passaros, etc.: todos conseguiram aprazivel conforto na vida, se super-especializaram num modo de ser e viver, tentaram manter este status e com isso pararam de evoluir, caminhando para a extinção. Mas imagine se esse polvo surgisse como o primata, tendo que lutar arduamente contra predadores e para obter alimento. Portanto, se uma espécie nos visitar antes que a visitemos significa que ela é mais evoluida e não se surpreenda se de repente te deparares com a forma do Monstro Espagueti Voador… exibindo uma suprema inteligencia.
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