Archive for the ‘Genética’ Category

A diferença entre Genética e Epigenética

terça-feira, outubro 9th, 2018

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( artigo em construcao, para correcao ortografica, etc)

Imagine uma unidade do DNA se arrastando no solo por si mesma. Observe que ela existe em si mesma, porem esta rodeada por todos os lados pelo “mundo externo”, o qual criou o DNA e tem muitas forças e substancias atuando sobre o DNA, como a temperatura, o vento, o próprio solo suportando-o, etc.

Humanos querem descobrir o que faz, como e’, o que acontece com o DNA. E como investigam em equipes, precisam inventar sinais, simbolos, para se comunicarem uns com os outros, trocando interpretacoes, informacoes, etc. Entao estas equipes investigando o DNA inventaram dois simbolos na forma de palavras para facilitarem a comunicacao entre si. Desta maneira, o DNA em si mesmo, considerado separado do mundo externo recebeu o nome de GENETICA. O mundo externo recebeu o nome de EPIGENETICA.

Mas o DNA pequenino, se arrastando, considerado como uma coisa separada do mundo externo, foi criado e e’ envolvido por todos os lados por um sistema, este sistema astronomico formado por atomos, estrelas, planetas, os quais compoem o mundo externo imediato, proximo. O qual tem como essencia fundamental, outro exemplar de… DNA. E’ de uma forma diferente do DNA pequenino, mas o significado e’ o mesmo. As diferencas entre os dois podem ser comparadas entre um humano adulto e um humano crianca ou baby ainda. Na forma tem algumas diferencas, um e’ grande outro pequeno, um tem barbas ou seios, outro nao tem. Mas ambos sao iguais, identicos, em especie, porque um criou o outro.

O DNA pequenino tem algum grau de liberdade para fazer suas coisas, mas apenas ate um certo limite, e a maioria da sua existencia tem que obedecer ‘as coisas criadas e as regras do DNA do mundo externo. Imagine um parque infantil cheio de criancas a brincarem, sem nenhum adulto por perto. Ora, apesar do adulto nao estar comandando tudo ali, foi ele quem determinou que criancas tenham a necessidade de comer, pois foi o adulto que criou o estomago na crianca, mas ainda e’ o adulto que fornece o alimento para as criancas, e assim por diante. E se alguma crianca sair fora das regras impostas pelos adultos – como por exemplo, nao brigarem, nao subirem muito alto de onde podem cair, etc. – elas estao sendo vigiadas por cameras, os adultos surgem imediatamente com forssas que proibem as criancas.

Ate aqui, alguem pode se perguntar para que os humanos se deram ao trabalho de fazer este esquema separando o DNA pequeno do mundo externo, para que inventaram estes nomes, etc. Ora, sao milhoes de facilidades que isto cria, para humanos que querem manipular, controlar o DNA para melhora-lo no sentido de que humanos vivam melhor. Por exemplo, como este DNA pequeno poderia se livrar dos virus que o tortura e o mata, e que vem do mundo externo. Ou se, por exemplo, os africanos nao gostassem de sua cor de pele, estudar o clima ambiente de seu continente, buscar qual a razao deste continente produziu o pigmento de pele naquela cor, e tentar algum artificio para muda-lo. E nestas investigacoes, nestes trabalhos em conjunto, que precisam de muita comunicacao entre humanos, ao inves de estarem a toda hora explicando que se referem ao DNA pequenino e nao ao mundo externo, fica mais facil rapido e produtivo dizer GENETICA ou EPIGENETICA. Simples assim.

Mas lembre-se. Voce esta lendo isso escrito por um escriotr que tem a mente dirigida por uma human interpretacao do mundo, e humanos tambem erram. E este texto e’ a interpretacao deste humano sobre o que outros humanos fizeram e usam, no caso as palavras genetica e epigenetica. Por serem visoes do mundo diferentes, certamente os criadores daestas palavras, que se unem numa equipe chamada de “Ciencia Oficial Academica”, tem outra definicao, com outras palavras. Eu so me aventurei a mostrar aqui como interpreto isso porque tenho visto estudantes confusos em entender os nomes, e com dificuldade de memorizar a definicao academica, na qual, nao tenho encontrado analogias como as que eu trouxe acima, e analogias ajudam a gente a pensar o fenomeno, nao apenas recebe-lo e passa-lo adianta sem observa-lo e saber o que ele e’. Portanto deves procurar antes e tambem a definicao academica. Para facilitar a voces – e inclusive para eu mesmo me ajudar revendo este assunto – ja vou traze-las para ca:

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PESQUISA:

Definicao no Wikipedia de genetica e epigenetica.

( a continuar)

CRISPR – A nova tecnologia para criar o super-homem: Debate etico

quarta-feira, setembro 19th, 2018

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https://www.americanscientist.org/article/the-gene-editing-conversation

The Gene-Editing Conversation

In 2014 biochemist Jennifer Doudna of the University of California at Berkeley awoke from a nightmare that would shift the focus of her world-class scientific career. Two years earlier, with her colleague Emmanuelle Charpentier, now director of the Max Planck Unit for the Science of Pathogens in Berlin, Doudna had achieved one of the most stunning breakthroughs in the history of biology, becoming the first to use a process called CRISPR-Cas9 to alter the genetic makeup of living organisms. Their “gene-editing” tool would allow scientists to efficiently insert or delete specific bits of DNA with unprecedented precision. (more…) 

Genes FOXG1 causando mutações completamente ao acaso e 400.000 babies com doenças neurológicas

sábado, abril 28th, 2018

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Qual a causa espontânea da mutação de genes, sem herança dos pais, causando severas doenças?

Uma cientista, pesquisadora de biologia genética ( existem apenas 1000 trabalhadores nesta função dentre 8 bilhões de humanos!), especializada na pesquisa dos genes FOX, teve uma filha com doença rara ( apenas 300 pessoas no mundo!), causada por uma mutação justo no gene FOXG1.

Que justo essa mulher tenha tido justo essa filha seria uma chance em trilhões de possibilidades. Podemos chutar que isso e’ impossível! Ou seja, existe forte probabilidade que a função nada comum da mãe – manipulando genes Fox do cérebro de ratos – esteja ligada como causa na doença incomum da filha. não seria uma mutação ao acaso, espontânea, como todos dizem e querem acreditar. Na cosmovisão da Matrix/DNA existe campo para hipóteses de causas ( inclusive trazemos neste assunto a existência da epigenética: não seria apenas os genes relatados a formação do cérebro que funcionam numa construção de cérebro, mas também o próprio cérebro do corpo onde o novo cérebro esta sendo formado), e nisto vamos nos concentrar nesta pesquisa.

https://www.nytimes.com/2018/04/23/health/genes-mutation-foxg1-brain.html

Infinitesimal Odds: A Scientist Finds Her Child’s Rare Illness Stems From the Gene She Studies

Este grupo de genes, FOX, são responsáveis pelo desenvolvimento fetal do cérebro ( ou o gene FOXG1 apenas? ).

Mutações nos genes não são herdados dos pais, ocorrem espontaneamente durante gravidez.

Uma estranha hipótese, minha: Triangulação cerebral holográfica dos genes

Talvez a mãe estava observando este gene no microscópio quando estava gravida. Talvez o cérebro da mãe se sincroniza com os grupos de genes do genoma que estão produzindo o feto. Talvez de alguma forma o cérebro tem a imagem do gene que esta no genoma do feto. Talvez alguma estrutura do cérebro seja idêntica a estrutura do gene, o que e’ normal, desde que ambos foram feitos pela mesma formula. Talvez os olhos da mãe levaram para o cérebro a imagem do gene do cérebro de rato na lente do telescópio, o qual corresponde ao gene humano que estava ocupado no desenvolvimento do cérebro fetal, e o cérebro tenha se atrapalhado na interação com os genes humanos pela triangulação com a imagem no microscópio. Se isto fosse possível, significaria que tanto genes como cérebros se interconectam e se interagem por meio da luz interna a eles ( a formula da Matrix feita de fótons) que formaria especies de hologramas semelhantes entre si.

A mae mesmo se faz esta pergunta:

“What did I do wrong?” Soo-Kyung grilled herself. Had she eaten something while pregnant that infected Yuna? “I was traveling a lot during the pregnancy to attend seminars — was I too stressed?”

Epa !!! Sinal de alarme:

A mãe de Yuna também tem problemas de saúde, talvez ativados devido ao stress da sua profissão mais o tratamento da filha. Um destges problemas interfere na sua visao… lembrando minha hipotese acima:

”  Soo-Kyung ( a mae) cannot look at her computer more than 25 minutes straight, reads with a yellow filter often used by children with autism, and does visual exercises using paper images taped to her office wall.”

Talvez a triangulacao de imagens tenha sido afetada ainda mais pelo defeito visual da cientista enquanto era mae gravida?

E a mae tem mais problemas com ondas de luz e som:

” Soo-Kyung ( a mae) needed physical, occupational and speech therapy. A psychiatrist prescribed an antidepressant. Instead of sleeping in Yuna’s room, Soo-Kyung began blocking out light and sound by sleeping on a mattress on the floor of the master bedroom closet. “They say I may not recover to a normal level.

Mas… algo contraria a minha hipotese: a mutacao no gene se refere a falta de um nucleotideo, que parece ter sido um erro produzindo na transcricao do genoma para as copias de DNA que formariam o corpo:

Scanning the data, Soo-Kyung spotted the problem instantly: Yuna was missing one nucleotide, Number 256 in the 86th amino acid of one copy of FOXG1, which has 489 amino acids. It was a random mutation…”

Ok. o gene FOXC1 tem 489 aminoacidos. No 86th aminoacido esta faltando o nucleotideo numero 256.

Suponhamos que cada gene tenha a configuracao da formula Matrix, o que e’ quase certo. Os aminoacidos e nucleotideos compoem o circuito esferico, setas do tempo mais particulas do espaco, ou partes concretas do sistema. Faltar um elemento no circuito ( seja um aminoacido ou um nucleotideo, significaria que o circuito seria interrompido devido a um ponto vazio nele. Ora… isto indica que nao haveria circuito, nem formula. A nao ser que o circuito nao seja uma linha, mas sim duas linhas entrelacadas em espiral, tal como e’ o DNA. Faltando num ponto de uma linha um nucleotideo, o circuito se manteria suportado pelo mesmo ponto cheio na outra linha paralela.

Espera ai… A proxima informacao sugere que minha suposicao nao e’ tao infundada quanto parece:

Since patients like Yuna, with one dysfunctional and one functional FOXG1 gene, produce half the necessary FOXG1 protein, Soo-Kyung wonders if gene therapy could restore some protein or boost protein activity in the good gene.

Esta ai! Se entendi direito, este gene FOXG1 existe no genoma dividido em duas copias. Deve ser uma copia herdada do pai e outra da mae. Isto sim, levaria ao circuito com duas linhas entrelacadas que previ acima. E isto indica que imaginar genes sendo construidos e modelados pela formula Matrix pode estar muito proximo da verdade! Se sim, teremos um grande novo recurso para conhecer os genes.

Teriamos que localizar este ponto no circuito, para saber a que funcao pertence. Vejamos estas informacoes:

” Dr. Barkovich said Yuna’s scans revealed “a very unusual pattern,” one he had not seen in decades of evaluating brain images sent to him from around the world. Yuna’s cerebral cortex had abnormal white matter, meaning “there were probably cells dying,” he said, and the corpus callosum, the corridor across which cells in the left and right hemispheres communicate, was “way too thin.”

Searching scientific literature, he said, “I found a gene that seemed to be expressed in that area and found that when it was mutated it caused a very similar pattern.” That gene was FOXG1.

FOXG1 is so crucial that its original name was “Brain Factor 1,” said Dr. William Dobyns, a professor of pediatrics and neurology at University of Washington, who published a 2011 study recommending a separate diagnosis: FOXG1 syndrome. “It’s one of the most important genes in brain development.”

FOXG1 provides blueprints for a protein that helps other genes switch on or off. It helps with three vital fetal brain stages: delineating the top and bottom regions, adjusting the number of nerve cells produced and “setting up the organization of the entire cortex,” Dr. Dobyns said.

  • 1) modela as regioes do topo e da base do cerebro;
  • 2) ajusta e controla o numero de celulas nervosas produzidas;
  • 3) comanda a organizacao do cortex inteiro;
  • 4) providencia o blueprint para uma proteina que ajuda outros genes ligarem ou desligarem.

Because FOXG1 is crucial so early in development, Dr. Rowitch said, “I don’t think you can just go back when the baby’s born and build the brain back up.”

Sim, o problema esta antes mesmo de iniciar a construcao do cerebro, a mutacao ocorre antes desse inicio. Nao lhes e’ possivel colher a celula inicial de um novo feto, analizar todo o DNA e ver se existe algum defeito de transcricao e ainda consertar-lo antes que esta celula comece a se dividir. E uma vez ocorrida a mutacao e iniciada a formacao do cerebro, ele vai ser construido com estes defeitos, nao existe como modificar a sua estrutura. A chave esta em saber qual a causa da mutacao, elimina-la antes que ocorre a mutacao. Mas se acreditam que estas mutacoes sejam espontaneas, ocorreriam por puro acaso, nao existe como prever e evitar o acaso. No entanto, para nos da formula da Matrix, e’ possivel que estas mutacoes nao sejam ao acaso, acontece que o quadro envolvendo o evento da fusao dos genomas e a conjuntura de elementos influenciando esta fusao e’ muito mais complexa do que sabemos, pois envolvem dimensoes da luz (presence da formula da Matrix) que nossos instrumentos cientificos ainda nao captam.

Outra forma de ver o problema:

DNA e’ um sistema no estado de ordem, dentro da celula que e’ outro sistema em estado de ordem, que esta dentro de outro sistema em estado de ordem que ‘e o corpo humano, o qual esta dentro de um sistema metade em ordem- metade em caos que e’ o sistema social, o qual esta num sistema biosferico planetario em estado de caos, o qual esta num sistema solar em estado de ordem. Eventos ao acaso nao deveriam acontecer em um sistema em estado de ordem que esteja dentro de outro sistema em estado de ordem. Isso apenas ocorreria se uma forca externa vinda de um estado de caos perturbasse ou ate destruisse o estado de ordem da celula. E teria antes que perturbar ou destruir o organismo em estado de ordem. Mas a mutacao para pior, destruindo o estado de ordem do DNA aconteceu. Como? De onde? E’ um misterio.

E mais outra forma de ver o problema: Waves of Complexity

Aformacao de um corpo humano e’ um processo muito complexo, alias, e’ o mais complexo processo natural nesta regiao do Universo. Este processo pode ser chamado de “formacao de sistemas naturais”, ou ainda ” organizacao da materia em sistemas naturais”. Ora, formacao de sistemas ja’ acontece desde as origens do Universo, quando se formou o sistema atomico. Depois se formou os sistemas estelares, os galaticos, o celular… Uma certeza que podemos conferir a este processo e’ que ele tem vindo desde as origens sob evolucao. Entao podemos imaginar este processo como a imagem de ondas concentricas que se formam quando atiramos uma pedra na agua. Sua manifestacao no primeiro sistema e’ o ponto onde a pedra cai, formando uma onda circular pequena. A segunda formacao de sistema seria a onda maior seguinte e assim por diante, as ondas vao se expandindo e ampliando. Desta forma, imaginando a formacao de um corpo humano como uma destas ondas – talvez a quarta ou a quinta, a partir da primeira – buscamos o que poderia vir de fora paara causar uma mutacao indesejada na estrutura interna ou modo como as coisas estao organizadas dentro desta onda. Parece que por aqui vamos a lugar nenhum, porem todas as possibilidades e abordagens devem ser consideradas.

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Informacoes nos comentarios:

,,, there is a new foundation devoted to curing the FoxG1 disorder, which was formed by three heroic moms of FoxG1 kids, Nasha Fitter in California, Nicole Johnson in New York and Christine Revkin in Switzerland (please check: https://www.foxg1research.org/). ( ver isto)

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A good place for more information on FOXG1 Syndrome: https://foxg1.org/

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I have a daughter with a mutation of gene SCNA8. She too has severe developmental delays. At 7 years old she has low muscle tone, an inability to speak, stand, walk, sit up straight without assistance, and has a seizure disorder. I’m not sure if it would make things easier if me and my wife if we were geneticist / neurologist, but I certainly felt connected to the parents in this article.

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Este comentario abaixo reforca minha luta para que humanos nao tenham opiniao formada sobre qualquer fenomeno ou evento natural – tal como mutacoes em genes. O neurologist da menina negou autorizar a analise do gene FOXG1 dela, porque acredita que ” a possibilidade de obter a informacao sobre a mutacao ser improvavel e nao iria mudar o tratamento da menina. A mae nao aceitou esta negative e ela mesma fez a analise, descobrindo o nucleotideo mutado, o que indica um avanco no conhecimento cientifico. Nao sei porque humanos ainda tem atitudes desse tipo. Qual a sua vantagem? nao aprenderam que crencas existem para serem destrruidas? E nesta linha de pensamento esta’ a crenca de que estas mutacoes sejam espontaneas por puro acaso. Esta crenca e’ um severo “science-stopper” No entanto ela continua firme e presente na maioria da academia.

This, very generally speaking, highlights the important difference in knowledge (& wisdom) between MD’s/DVMs and PhD Scientists: “Yuna’s neurologist declined to authorize FOXG1 gene analysis, considering the possibility improbable — and irrelevant because it would not change Yuna’s treatment, Soo-Kyung said. So she decided to sequence the gene herself, preparing to seek university permission since her lab only worked with animals.”

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We are constantly picking up and ‎derramamento ‎DNA. Is there a danger in studying such genes ? Are they absorbed into the body and do they mix with our own DNA ? The “coincidence” is striking.

Outro comentario na mesma linha:  ” Such a huge odd coincidence. Incredible. How does that work? “

Realmente estes comentarios tem um forte suporte. A coincidencia de que uma dentre apenas 300 criancas com essa doenca entre bilhoes seja produzida por uma cientista que mexe com genes relacionados ao mesmo tipo de doenca em animais entre bilhoes de humanos que nao sao cientistas, e’ uma coincidencia suspeita. O autor lanca a suspeita de que ao mexer com estes genes eles podem entrar no corpo da pessoa e se misturar aos genes das celulas inclusive modificando-as. Mas o gene mutado nao esta no corpo da mae, a mutacao ocorreu com um gene no utero apenas. Seria entao estes stem-genes os unicos vulneraveis ao gene invasor?

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Para meu comentario no NYT:

My focus is on the cause of this mutation, it can not be “by chance” as said the article, an ” infinitesimal odd”. We need to know the cause, it is our enemy, it is torturing and killing human beings. Since I am coming from a totally different and unknown world view ( there is a universal natural formula as blueprint of all natural systems), which opens the mind to several hypothesis about the cause, I am disgusted with this modern academic world view believing in things like “‘ this mutation is spontaneous, by chance”. This is science-stopper, this is given up a fight that we can’t. If it is by chance it is not in the field of knowledge and control by science. Let’s see this problem from our perspective ( the cause of this mutation seems to be a perturbation of epigenetic effect from the triangulation between mouses’ genes, the mother’s brain, and the fetal genome).

The fundamental unit of DNA is a working system composed by two parallels nucleotides. Genes are groups of nucleotides aligned in the same configuration of a DNA unit. The whole human body is another projection of this configuration. And the brain is the last evolutionary employment of this pattern, its structure and functioning is a projection of the structure and functioning of a DNA’s unit.same thing for genes of mouses. Conclusion: everything has a unique blueprint, the Matrix formula, which is at my website.

Our problem to learn the microscopic and almost quantum world at play here is that we do not have a able brain with developed sensors neither scientific instruments for to see it. And this formula emerged in this world as the whole spectrum of electromagnetic radiation, which we call “waves of light”. it is not the seen genes that are working and interacting with others at the brain formation, the command is coming from an intricate network like sinapses performed by photons inside the electrons of te atoms of these genes. But, is we know the universal formula as units of this network we can build theories for scientific experiment to test it. Such as discovering the cause of these mutations, and eliminating them. I know that it hurts a lovely and suffered mother to tell that maybe she has produced the cause, the triangle epigenetic effect. But, I think she will be grateful to any hypothesis that could help her daughter or/and the scientific advance in this issue. ( if someone wants more information we have began a research in this topic here:  http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=13838

Genes FOXG1 causando mutações completamente ao acaso e 400.000 babies com doenças neurológicas

 

Mutações no DNA são filmadas quando estão ocorrendo!

quinta-feira, março 15th, 2018

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https://www.youtube.com/watch?v=Vi38IqxkW68

Mutating DNA caught on film

http://www.sciencemag.org/news/2018/03/mutating-dna-caught-film

Mutações no DNA fazem células de tumores crescerem fora de controle, mas elas também geram variações que capacitam organismos a se adaptarem a seus ambientes e evoluírem.

Ate’ agora, biólogos tem tido somente rudes métodos para estimarem a razão media e efeitos das mutações. Mas em um novo estudo, biofísicos documentaram mutações individuais enquanto elas aconteceram nas células de bactérias.

Estas mudanças ocorrem na mesma razão no tempo – opostos a erupções ao acaso – e somente 1% são mutações mortais.

Todas bactérias de mesma especie parecem ter a mesma razão de mutações – cerca de uma mutação em cada 600 horas em bactérias normais, e cerca de 200 mutações por cada 600 horas em bactérias sintetizadas geneticamente e artificialmente para mutarem numa razão mais rápida.

( continuar lendo e traduzindo artigo)

Origens da Vida: Teoria do RNA World

domingo, novembro 12th, 2017

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Paper: Origin of Life: Transitioning to DNA genomes in an RNA world

https://elifesciences.org/articles/32330

Abstract

The unexpected ability of an RNA polymerase ribozyme to copy RNA into DNA has ramifications for understanding how DNA genomes evolved

Matrix/DNA: ‘Ok. De repente descobriram que o RNA tem uma polymerase ribozyme que copia o RNA e como resultado aparece o DNA ! Por isso surgiu a nova teoria do RNA-world. E com isso eles creem que vao obter o entendimento de como o genoma do DNA evoluiu. Nos percebemos a 30 anos atras quando elaboramos o modelo teorico da formula, que esta pode ser dividida em duas metades, uma face esquerda e outra direita. Observando-se a formula, percebe-se que a funcao 5 que ‘e intermitente, quando emerge e atua, ja’ divide a formula nas duas faces. Se o fluxo de informacoes que vem desde F1 no sentido horario, pela face esquerda, ultrapassar F4, ele constroi F6 e continua agora em queda entropica ate completar o circuito esferico. Isto significa que a formula determina que toda estrutura material elaborada por ela tenha a face direita como uma especie de copia da esquerda. Quando comparamos a formula com um building block do DNA percebemos que as duas sao a mesma configuracao e funcionamento, o que indica que o DNA pode ser dividido pela formula entre haste esquerda e direita. E qualquer uma das faces depois da divisao tambem representa a anatomia geral do RNA. Mais tarde descobrimos que F5 e’ o phi number, responsavel pela bi-lateral simetria. Ora, replicar o DNA, abrindo o zipper, separando os nucleotideos em duas hastes com suas bases, e’ produzir bi-lateral simetria.

Entao tinhamos a forte suspeita de que o RNA tivesse surgido primeiro que o DNA, e este apenas se formou quando a molecula de RNA foi capturando bits-informacao ralacionados `a face direita. nao nos surpreendeu quando depois surgiu a teoria do RNA-world. Porem aparentemente temos dois problemas entre as duas teorias.

  1. Enquanto existia apenas RNA – Segundo a teoria da Matrix – este era incapaz de replicar-se… ou nao? Vejamos. Quando o circuito chegou a F4, ele teria diretamente formado F6 ou F5? Se formou primeiro F5, a funcao replicadora, nao vejo como esta poderia funcionar sem o circuito esferico completo, na forma do DNA. Parece-me que F4 apenas seja estimulado a produzir F5 se a entidade do Sistema estiver instavel e buscar a estabilidade termodinamica. Alem disso, sabendo-se que RNA nao possui o acucar desoribose – que e’ F1 – ele deve ser constituido apenas de F2, F3 e F4. mas como F5 e’ uracila, que e’ uma base presente apenas no RNA, ele teria o orgao reprodutor porem nao teria a carga genetica completa para produzir DNA. Para ter ela complete precisaria ter F1. Entao o RNA nao podia se auto-replica. Ora, acredito que para o projeto de criar o primeiro DNA, a partir do RNA teria que existir muitos exemplares de RNA, apenas um nao teria tempo para executar tudo. O que significa que teriamos de considerer a hipotese de que nao houve um unico primordial RNA, mas sim, que essa molecula surgiu varias vezes separadas entre si. Mas se, formado o RNA, ao inves de partir para elaborar F5. o fluxo tivesse entrado a fazer a face direita fazendo ja F6, entao a direita construiu F1, o que permitiu ao Sistema iniciar sua replicacao.

Mas sabemos que o RNA tem a capacidade de se replicar. Como ele o faz, sem F1. Parece impossivel, a nao ser que F2 tenha em si mais da metade das informacoes de F1, o que tambem nao ‘e uma ideia confortavel. Entao surge aqui uma ideia e uma pergunta aos quimicos: Onde e como o RNA se auto-replica? Porque a Matrix sugere apenas uma possibilidade: que ele atue como virus, ou seja, ele precise penetrar no nucleo da celula e utilizer a F1 do DNA para se replicar.

Esta  questao preciso consultar os quimicos ou a biologia molecular.

2. O Segundo problema e’  que no DNA, os dois fluxos de informacoes – da haste esquerda e da direita – tem sentidos e significados opostos entre si. Na primeira a energia e’ crescente, fase de desenvolvimento e construcao; na segunda a energia e’ entropica, decrescente, fase de degeneracao, auto-aniquilamento. Entao para que o RNA produzisse DNA, quando seu fluxo chegasse a F4, e ao sair dessa funcao, teria que ter em si agregada a funcao da entropia. Vinda de onde, e como? A entropia nada constroi a nao ser caos, nao iria construir F6. E se o RNA adquirisse a entropia a partir de F4, ele nunca se auto-replicaria.

Este problema nos leva a suspeitar que o RNA surgiu, originalmente, em duas formas, opostas entre si. Digamos, uma spin right e a outra, spin left. Alias, parece-me que tudo na natureza tem que surgir nestes dois pares opostos. O problema e’ que, tendo-se duas fitas de aparencias iguais, e nas duas correm um fluxo de energia de uma ponta a outra, e sendo as duas aparentemente no sentido horario, como se vai detectar que numa o fluxo vai da ponta A para a B e a outra vai de B para A? Se as 4 pontas parecem iguais, quem determina qual seja A ou B?

Olhem…, sabe de uma coisa? Para mim nao vejo vantage nenhuma em ficar titrando a poeira de cima dos registros historicos para saber quem veio primeiro ou depois. O importante e’ saber que tanto RNA como DNA estao contidos na formula da Matrix que veio do ceu. O que ela fez aqui primeiro ou depois nao me interessa a ponto de ficar quebrando a cabeca com esse enignma complicado. certo que sempre e’ util elaborar um esquema destas especulacoes, um raciocinio metodico e escrito como fiz acima, pois destes raciocinios muitas vezes surgem importantes insights para outros problemas. Como foi a cima a repentina questao ou hipotese de que o RNA primordial funcionou como virus. Mas eu vou parar esse assunto por aqui.

  • ” Ok, senhor Louis, podes parar e descansar a cabeca. Mas antes voce me permite apenas mais uma perguntinha, que nao tem a ver com RNA, DNA…?”
  • “Pois nao…”
  • ” Quem surgiu primeiro, o ovo, ou a galinha”? ( e o perguntador vai se afastando e saindo correndo…)
  • – ” Arrrrghhh…. vem aqui, moleque, ah, se eu te pego…”

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Memes: uma cadeia de causas e efeitos mentais, culturais, paralela `a cadeia de causas e efeitos geneticos.

segunda-feira, outubro 9th, 2017

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Inspirado no video: https://www.youtube.com/watch?v=DJhRONl7JEw

na altura do momento: 48:16

Memes sao as acoes dos genes-conscientes, ou seja, humanos, no nivel social e no seu nivel abstrato, cultural. Significa que o Sistema social e’ uma auto-projecao de um organismo/sistema, onde atos praticos na materia se tornam atos abstratos no social ou cultural.

Um importante fator a notar e’ que as pilulas anticoncepcionis e a camisinha, criadas pelos genes-conscientes, seguem uma direcao oposta aos genes biologicos, pois  interferem contra a tendencia genetica de se auto-reproduzir na maior quantidade possivel. Isto significa  que, enquanto a genetica foi produzida pelo caos e simplesmente segue as regras do caos sem planejar futuros, a mente humana criando os memes como a camisinha tenta mudar os atos do caos para atos de ordem, fazendo com que o fluxo da ordem se levante do caos.

Por outro lado foram projetados no nivel intermediario da psique ( intermediario entre genes biologicos e genes conscientes), os memes que vieram do caos, do animalismo, conhecidos como instintos primaries, selvagens, os quais  insistem em se manterem modelando todos sistemas sociais prioduzidos pela humanidade ate’ agora.  Como as tres tendencias instintivas: !) a grande ou 2) medio predadores,  e, 3) a presas. Para trazer a humanidade e o ambiente terrestre a um estado de ordem e’ preciso exorcizar estes memes vindo do animalismo caotico.

O CRISPR e a ética moral numa Ciência ideológica

quarta-feira, setembro 27th, 2017

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Re-escrevendo o Código da Vida

https://www.newyorker.com/magazine/2017/01/02/rewriting-the-code-of-life

Uma ameaça séria que paira sobre a humanidade e somente a Matrix/DNA pode perceber. Nos temos o poder e talvez vamos fazer o paraíso ajardinado humano na Terra, porém ele poderá ser nosso inferno.

O Cientista personagem deste artigo, Kevin Elvest, é um militante aguerrido da crença que a nova técnica genética – CRISPR… – pode mudar, manipular o DNA de todos os seres vivos, eliminando os defeitos atuais que causam doenças e produzindo super-homens. Para convencer a sociedade a deixá-los avançar na técnica ele tem corrido o mundo em palestras. Porem, ele tem um problema. Esta firme na crença de que os defeitos se devem `a evolução que funciona a partir de mutações ao acaso e terminando com a seleção natural, o que transforma as espécies em novas espécies ou formas.

Ora, esta crença baseada numa teoria sem provas cientificas ( a de que as causas destas mutações são sempre o acaso), em um cientista, apenas se gerou e se mantem devido a profunda visão de mundo, que é o materialismo niilista, oriundo da crença no… NADA. Do qual também não tem provas cientificas. Então o Sr. Elvest quer fazer a raça perfeita de humanos, animais e plantas, criando um paraíso automático, eterno, bom para a especie humana, ou melhor, segundo o que ele acredita. Pode ser que ele esteja certo na sua teoria dos acasos, do nada, e se assim for, uma paraíso mecanizado no seu funcionamento e adornado com jardins seria realmente o ideal. O pior que poderia acontecer aqui seria a concretização das profecias de Huxley e Orwel , onde esta humanidade viveria o Admirável Mundo Novo sob o governo do Big Brother. Isto ameaça a consciência de parar de evoluir, todo mundo seria estupido pois neste paraíso mecânico até o Líder torna-se escravo, basta ver que insetos como abelhas e formigas já formaram este tipo de sociedade e na verdade a rainha não tem livre-arbítrio, ela é uma escrava do próprio sistema, o qual parou de evoluir. Mas a humanidade estaria sorridente, saudável, bem alimentada e confortada, muito melhor do que 90 % da humanidade está hoje.

Porem,… e se o Senhor Elvest estiver errado em suas crenças e teorias? Obviamente a Natureza iria estrebuchar e destruir nossa civilização, pois suas forças e elementos estariam indo em outra direcao.

O problema da crença nas mutações por acaso como ponto de partida desta teoria, e que portanto torna a teoria toda um produto do acaso, é que não existe como a Ciência comprova-la. Supomos que realizemos experimentos onde consigamos construir uma exata replica das condições anteriores do mundo antes das origens da vida e dessas condições surgissem uma forma de vida igual a nossa. Ora isto não seria acaso, pois um acaso jamais se repetiria. Se ele se repetir, é um acontecimento natural normal, talvez uma lei natural e não mais acaso. Poder-se – ia alegar que não se trata de acaso a origem da vida, uma vez que se formaram aquelas condições, ela sempre surgira. Então o acaso estaria nas condições anteriores antigas que produziu aquelas condições anteriores imediatas. Novamente, vamos ao mais antigo, conseguimos uma replica que funciona… e o problema seria adiado para condições anteriores mais antigas ainda. Nunca será provado pelas Ciências, e quem de fato ama e tem esperança que a Ciência seja a tradução do mundo natural para o conhecimento e controle do homem, esconderia esta terrível hipótese do acaso, pois ela num ponto futuro seria a morte da Ciência. O acaso, assim como a magia, como geradora de crenças de causalidade, acontece quando ignoramos as reais causas. E quem sabe quais reais causas por trás destas mutações estariam sendo provocadas por uma das seis faces deste Universo que nos ignoramos? Certamente isto está acontecendo.

O ser humano ainda é quase cego e insensível porque apenas consegue ver a parte do mundo que é iluminada por apenas uma das sete faixas da onda de luz e apenas percebe com seus sentidos a matéria formada por uma das sete intensidades de vibrações do espectro electromagnético. Acreditar em qualquer visão de mundo imaginada agora por este cérebro tao incapaz é loucura irracional.

A evolução sugere claramente que ela não terminou, portanto a forma humana é apenas provisoria, ela deverá mudar para uma forma transcendente, talvez mais energia e consciência que massa e instintos. Quem tentar bloquear ou interromper esta caminhada da Natureza será por ela atropelado e eliminado. O paraíso do Sr. Elvest – um humano com um cérebro incapaz de processar as informações totais do mundo total – certamente será esta tentativa de bloqueio desejando eternizar uma forma evolutiva provisoria.

Porem, não será por isso que iremos nos contrapor ao objetivo de sua pregação. Claro que precisamos eliminar as doenças e se possível, conseguir um corpo mais poderoso. Claro que queremos todas as acomodações possíveis nesta biosfera. Portanto o temos a fazer é apoiar o Sr. Elvest na sua intenção porem critica-lo energeticamente na sua ideologia fundamentalista. Ou, se for o caso dos engenheiros genéticos chegarem ao ponto de terem trocado 95% do genoma de qualquer especie – principalmente da humana – impedi-los veementemente de trocarem os restantes 5%. Tem-se que manter a natureza da vida e seu desígnio no DNA, apenas a natureza transformará uma especie para a forma que vai se encaixar na forma que a natureza está se tornando naquele ambiente. Nos nunca poderemos prever qual será a próxima forma da natureza, por isso nunca poderíamos transformar a forma humana para a forma transcendente que sobreviverá. Temos que combater a crença arraigada do Sr. Elvis, mostrar-lhe, lembrar-lhe que ele não está se comportando como bom cientista quando apregoa com firmeza a sua visão de mundo niilista como faz neste artigo, uma visão fundada na fé e não em fatos provados cientificamente.

Existem outros modelos de mundo como possibilidades, captados por outros seres humanos. Um deles e o meu preferido porque penso ser o mais racional e “cientifico” – mas nem por isso acreditado como a verdade ultima – está sugerindo um desígnio da Natureza que faria o Sr Elvest dirigir a tecnologia poderosa genética com um freio e ao mesmo tempo, para fora do falso paraíso. Ele sugere que somos 8 bilhões de genes semi-conscientes construindo um feto de auto-consciência, e a Terra modelada como a melhor placenta para acomodar e nutrir a próxima forma transcendente deste feto, que será o embrião de consciência, deve ser a nossa meta. E ainda assim com um pé no freio enquanto prescrutamos a Natureza, em busca de algum indicio que nos informe em que ela estará transformando este planeta.

 

 

 

 

Genética, Epigenética, e Doenças: Informativo vídeo e interpretação da Matrix/DNA

quinta-feira, setembro 21st, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=SHpfkNRscOc&lc=z23ced0h2yj1ypfvlacdp433shjl2dlcct3a3dcqy

u1w03c010c.1506022611622122

(Comentarios postados no video Youtube)”

Louis Charles Morelli – +- 09/13/2017

How the genotype gives rise to the phenotype? Intuitively we know the mechanisms and processes doing it, and why it occurs in this way. The genotype is configured as a complete working system, and we know its anatomy. The whole organism (phenotype) is again a system and configured equally to the genotype. The base guanine in a group of genes makes a function X that will be the function of a cell organelle (same system again) which will be the function of the organism’s organ. It is a non-living fractal inside half-living fractal inside full living fractal. We learned this secret key after discovering the universal formula for all natural systems, the Matrix/DNA. It works like the propagation of waves from a nuclear wave, and evolution makes it as waves of increasing complexity. But why at genetics occurs this complexity’s increasing? The answer is the environment (epigenetics), pulling the wave because the environment – the Earth biosphere – is another system made by the same formula. So, the full living fractal – the organism – is inside the astronomical fractal, which is the formula at its most perfect state, pulling the organism towards its perfection. Our problem now is how to observe, how to prove it, scientifically? Research must be focused on biophotons. They are the first universal occurrence of this formula which is encrypted into a wave of light. But these biophotons that invades the organisms’ electrons and creates networks mimicking the formula are very hard to be observed with our more most powerful scientific instruments. We need to develop the technology of these instruments now.

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Anna K – 2 hours ago

You say what?

Louis C. Morelli – 09/21/2017

I know that for those ignoring the Matrix/DNA formula is difficult to understand the text above, very bad translated. And resume of something very complex difficulties the understanding. Trying to write the first phrase in other words: The group of genes composing the genotype is modelled as a quasi-system by the system called “building blocks of DNA”: a lateral and horizontal pairs of nucleotides, which is a working system, configured as the formula. The genotype is not a complete working system because is an opened formula composed by small systems that are diversified, as different copies of the building blocks. When a unicellular organism – which is a working system again modelled by the formula ( as larger projection of the building blocks) – multiplies into diversified cells, each diversified cell has its specific difference which is a small detail of a region of the original cell. In this way, the new cells aggregated to the original cell composes a new system (organism) which them, is merely an amplification of the original cell with some mutations, where organelles becomes organs. Living fractal inside living fractal. The new organism shows a phenotype that is the result of two forces: one coming from inside (from genotype) and other coming from exterior world ( which is a second phenotype because the external environment is modelled, built, by the same Matrix/DNA formula. So, the set of organism and external environment contains two layers of phenotype. The inside phenotype suffers modification in shapes and organs functions due the necessary adaptation to the second phenotype, which is composed by different matter. Now if I go re-writing the other phrases, we need a whole book. The meaning difference between our different approaches is about the difference between reductionist approach/systemic approach > which is not very well developed and practiced by scholars’ academy. I don’t see any problem about how the genotype gives risen to phenotype. If an organism was born handicapped or any phenotypic defect, is because the genotype as a system has these defects, it is also handicapped. Knowing the formula and with this systemic approach we could fix genetically these defects before giving birth to others handicappeds. Cheers…

Genética, Epigenética e Doenças: Transcrição do Vídeo

quarta-feira, setembro 6th, 2017

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Questao mencionada no video (“How genotype give rise to phenotype? This is a central problem in Biology”)

https://www.youtube.com/watch?v=SHpfkNRscOc

Questões /Informações  no vídeo importantes, classificadas pelo ponto do tempo da palestra ( retirado no transcript no Youtube)
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to solve, a big, a big question if you like, is where DNA, despite being the
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thread of life, you can put it in a tube and gaze, gaze at it for as long as you
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want and it remains utterly dead. So the question is really what does it
06:45
take to make it alive? When Craig Venter synthesized a bacterial
06:50
genome an important synthetic biology milestone, it had to be put into a living
06:55
cell before it became alive. How can one bypass that?
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As the chemists say, you only really understand something if you can make it.
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We can’t actually make life but it would be good to know some of the rules required
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to do that.
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First of all a basic fact, genes make proteins, here is the chromosome, here is
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the sequence of the genes, there is the RNA.
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It encodes the sequence of the amino acids that lead to the protein that folds up to
07:30
then do all the lifelike things that are required.
07:34
But how are only the right genes expressed in a cell type?
07:36
This has been a question, a long standing question.
07:39
Do we know the answer to it? Why globin is expressed in blood cells and
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keratin is expressed in skin cells, etcetera.
07:46
We, we approximate knowledge about it, but actually, there’s an enormous amount to
07:50
find out.
Matrix/DNA: Isto indica que a diversificação de células e localização de genes específicos em células especificas é mais devido a uma organização do sistema, do organismo como sistema, do que organização individual das células ou genes individuais do DNA. Portanto indica que a formula Matrix inscrita no DNA se projeta como modelo para todo o organismo, e isto deve ser feito por uma network de fótons, uma especie de aura.
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07:50
Most of the genome is actually
07:54
inaccessible. This is this gray, it’s rather difficult
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to look at this picture I think because the DNA is gray and looks although it
08:01
should be in the background but this is a nucleusome, the repeating unit of the, of
08:06
the chromosome, if you like. The fundamental repeating unit.
Matrix/DNA: O autor diz que o nucleosome ( ele diz nucleusome, o que esta errado) e’ a unidade repetitiva do chromossoma, e nao sei se com isso ele quer dizer do DNA. Enquanto a Matrix/DNA sugere que a unidade fundamental do DNA e’ composta de 4 nucleotideos, dois pares laterais e verticais.
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08:08
And the DNA clings to the outside of it. And proteins that want to make genes
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active, can’t actually get at the DNA properly.
08:18
So, how does the gene activation machinery gain and how does it keep access?
08:22
Again, we have some beginning answers to this, but we don’t, by any means, have a
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full picture.
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Protein-coding DNA sequences are only 1%
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of our genome. So, if you look at a piece of the human
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genome, you see these vertical stripes correspond to the bits of this gene that
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are separated from each other. In fact genes are fragmented and they are
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a tiny minority of all the DNA. What is the rest of it for?
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There is an enormous, there’s a vast majority that is, that we can’t explain.
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09:14
It’s particularly after the encode project which found lots of potential regulatory
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sequences throughout here. So, this other DNA is doing stuff.
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And perhaps, it’s doing stuff that makes for example, humans and other mammals far
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more complex than yeast.
Me ocorreu uma ideia agora. Segundo a formula, o tal junk DNA são registros da Matrix do passado, de antes da abiogeneses ate’ o Big Bang. Nesse caso, são registros do ambiente externo a um sistema biológico, pois este nem existia ainda. Mas depois do inicio da abiogeneses, nestes 4 bilhões de anos, a galaxia, o universo mudou, evoluiu, ao menos ficou diferente porque se expandiu. E desta macro-dimensão devem checar fótons `a Terra, por radiação cósmica. Ora, fótons procuram e se juntam com seus vizinhos de outrora, como qualquer imigrante em pais novo. Estaria então sendo acrescentados ao DNA humano, mais exatamente entre as bases do junk DNA, os registros da Matrix a nível macrocósmico? Parece ficção, e curiosos que isto ressuscitaria o adagio antigo de que temos o universo dentro de nos.
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more complex than yeast. So finally, there are questions almost
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sociological questions. Does the environment have any impact on
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gene expression?
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Como surgiu “epigenetics”, qual a definicao:

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The original epigenetics definition comes from Conrad Waddington, who was actually
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my predecessor as Buchanan Chair, Chair, Chair of Genetics in Edinburgh.
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And what he meant was in contrast to pre-formationism, but the development
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proceeded by the gradual unfolding of the information in the genes, to produce the
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whole organism. So, for him, how information of the genes
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is read during embryo, during embryonic development to give the whole organism was
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the essence of what epigenetics was about. We would now call this developmental
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biology. How the genotype gives rise to the
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phenotype. But it’s acquired, or a sort of, a special
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status in epigenetics, really, because of this iconic picture, the epigenetic
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landscape. I’m not going to dwell on this either.
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Because quite honestly, having had it explained to me several times, I’m never
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totally sure, exactly how this helps.
Second definition of epigenetics which is rather different has actually different
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origins epistemological origins. How characteristics are inherited across
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cells or organism generations without changes in the DNA, its sequence, itself.
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An example of this is this cat, the so-called tortoise shell cat, or calico
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cat, in, in, in the US, which has these patches of fur.
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It has two x chromosomes. One of them has a gene that gives black
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fur, the other one has a gene that gives orange fur, and cells early in
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development, inactivate one or the other of those chromosomes for, for reasons we
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don’t, which I will, I will come back to actually, a little bit later.
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And you get a patch of skin because the cell that originally inactivated the
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orange fur gene gave rise when it divided to cells that did exactly the same thing.
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So, that was inherited. All the gene or the, the DNA is still
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there in these cells, in, in the orange ones, and the black ones, but there is
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difference that is inherited and that’s epigenetic according to this definition.
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So, heritable traits of this kind might be influenced by the environment.
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And this is sort of revitalized that an ancient argument about nature versus
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nurture, where nature is genetics, the idea that we’re, our genes are, are in
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control and nurture is the opposite, the idea that our environment determines who
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we are.Of course, it’s a mixture of both but
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epigenetics has given a, a, a new lease of life to the nurture argument.
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And so, one can see articles such as this and there are many examples I could have
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chosen why your DNA isn’t your destiny, the new science of epigenetics reveals how
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choices you make can change your genes and those of your kids.
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Now, I’m not an expert on some of the epidemiology behind this, but the, the
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molecular biology, in my opinion, is far less convincing than it is for other
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aspects of epigenetics. It is, however, an extremely interesting
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idea, that the environment can give rise to changes that get passed on, but it is
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systematically overstated in a lot of places one finds it described.
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So, one has to be circumspect about the, this kind of argument in my opinion.
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There are couple of excellent examples in plants, in worms where immune, immunity is
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involved, but some of the more sociological aspects, in my opinion,
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require further evidence. So, I’m sticking with this as my example
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of heritable epigenetics. It’s closer to the molecular biology we
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actually understand. So, Epigenetics 3, biological significance…
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disease. So, epigenetics then embraces key unsolved
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problems in Biology, how, how the genotype give rise to phenotype, that’s the
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Waddington one, how traits are inherited across cell or organism generations
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without changes in the DNA sequence and how structural adaptation of the genome
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facilitates gene activity programs. As far as I’m concerned, this is not a
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word one needs to dwell on with sort of almost a theological interest about what
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it means.
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And I, I like to think of it as how the genome is organized and managed to make
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DNA if you like, come alive.
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Sobre CG islands:
 In fact, for a long time, we were used to
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the fact that CG islands existed, but we didn’t really know what they were for.
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And, and actually, one almost forgot to ask, well, they’re always there, what are
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they for? In fact, it now seems very likely that
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they are platforms to set up appropriate genome structures at gene promoters.
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Very important function. And there are other proteins that bind CG,
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that recruit other things to them, and this is a very, a rapidly growing area.
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Nucleosome: Componente do DNA a Pesquisar – DNA como um sistema social

terça-feira, setembro 5th, 2017

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Devido a uma mensao no video copiado num artigo aqui (genetics,epigenetics and diseases) de que o nucleosome e’ a unidade fundamental do DNA, ( enquanto a minha formula diz que a unidade e’ outra coisa) tive que fazer a pesquisa e

percebi que tenho que pesquisar o que e’ chamado de nucleosome pela Ciencia. A o mesmo tempo descobri alumas coisas importantes . por exemplo, na figura:

The crystal structure of the nucleosome core particle consisting of H2A , H2B , H3 and H4 core histones, and DNA. The view is from the top through the superhelical axis.

 

https://en.wikipedia.org/wiki/Nucleosome

Entao definem isto como: ” an octamer of histone proteins wraps DNA around itself in about 1.7 turns of a left-handed superhelix.”. E, …

The nucleosome core particle (shown in the figure) consists of about 146 bp of DNA[12] wrapped in 1.67 left-handed superhelical turns around the histone octamer, consisting of 2 copies each of the core histones H2AH2BH3, and H4. Adjacent nucleosomes are joined by a stretch of free DNA termed “linker DNA” (which varies from 10 – 80 bp in length depending on species and tissue type[19]).

Apoptotic DNA laddering. Digested chromatin is in the first lane; the second contains DNA standard to compare lengths.

Schema of nucleosome organization.[28]

The crystal structure of the nucleosome core particle (PDB1EQZ[10][11])

Nucleosome core particles are observed when chromatin in interphase is treated to cause the chromatin to unfold partially. The resulting image, via an electron microscope, is “beads on a string”. The string is the DNA, while each bead in the nucleosome is a core particle. The nucleosome core particle is composed of DNA and histone proteins

Ok. Aqui me vem uma intuicao. Note-se que as cinco proteinas (histones) se juntam e fazem com que uma tira de DNA se enrole em volta delas…!!! Porque e para que?

As cinco proteinas se organizam como as cinco funcoes da formula da Matrix. O DNA e’ entendido aqui como sendo uma longa sequencia de unidades fundamentais que sao sistemas em si mesmas, cada qual um sistema diferenciado dos outros, ao mesmo tempo que o sistema- modelo original e’ a formula. Entao porque e para que a formula se expressa e em seguida se aproxima ou puxa uma fita contendo copias diferenciadas de si mesma e veste-se com essa fita?!

Primeiro passo aqui, e’: existe alguma situacao semelhante que sirva de parametro? Vejamos…

Encontrei uma! Uma familia-modelo e’ composta por 7 individuos cada qual faixa etaria e exercendo uma funcao no sistema familiar. Acontece que em volta desta familia-modelo existem  muitas familias que sao copias diferenciadas do modelo padrao. Estes sistemas familiares em volta compoem o sistema social humano, o qual ‘e mera projecao do sistema familiar e do individuo humano.

Transladando isso para nosso problema do nucleosome, temos que”

A fita de DNA circundante representa um sistema social composto de inidades que estao no seu centro, ou seja, histones.

Porque uma familia humana se veste com um tecido confeccionado com outras familias humanas? Porque e’ imposicao natural, e’ a natureza sempre construindo novos sistemas mais complexos a partir de outros mais simples. Para que? Para sobreviver, ter melhor existencia e evoluir,… talvez tendo um objetivo, o qual pode ser um sistema finalizado, o qual pode ser mera reproducao da fonte que a produziu

Entao neste momento historico descobrimos mais um detalhe do DNA: ele e’ um sistema social ! 

Existe de imediato alguma utilidade pratica nesta descoberta? Ela nos faz rever a genetica e elucida algum misterio em outras partes dela? Por enquanto, nao vou procurar isso.

E temos um problema. O sistema social humano e’ um envoltorio de um sistema familiar humano porque a familia humana e’ a unidade fundamental do sistema social… Ou nao? A unidade fundamental seria o individuo? O problema e’ o mesmo que vejo no nucleosome. O sistema social DNA tem como unidade fundamental o conjunto de nuleotideos, que sao formados por bases nitrogenadas, ACGT, e nao por proteinas histoines. Isto se resolve se por-mos os nucleotideos como individuos e as histones como a familia. Acabou-se este problema.