Archive for the ‘Educação Cientifica’ Category

A História da Origem da Vida que Não Fala da História da Origem da Vida…

quarta-feira, abril 15th, 2015

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O físico brasileiro Marcelo Gleiser conta em 18 minutos no vídeo com link abaixo a história do Universo segundo sua crença pretendendo com isto ter explicado tambem a história da origem da vida em palestra patrocinada pelo TED. É preciso notar que o discurso de Gleiser neste vídeo está sendo repetido para todos os jovens nos bancos escolares e formando sua visão do mundo a qual expressa um tipo de significado para a existência destes jovens. No final da sua narrativa Gleiser afirma que somos importantes não porque somos filhos especiais de alguem ou o centro do mundo mas porque nós acontecemos contra todas as possibilidades e não existem outros humanos no Universo! Aqui da Matrix/DNA nós temos a aprovar toda iniciativa que divulgue o atual conhecimento cientifico do Universo, mas temos a desaprovar alguns itens no que se refere à formação intelectual das nossas crianças, que desavisadas e perante o sacerdote-pagé da tribo moderna como o dono do conhecimento, não possuem conhecimento para analisar e encontrar os  pontos falhos em tal visão do mundo.

1) Imagine o vídeo de um orador que se propõe a contar a história da origem do automóvel. Mostra a foto de um automóvel e começa com fotos da parte da fabrica que produz a lataria, depois fala sobre as origens do ferro e aço que compõe a lataria e pare a palestra por aqui. Ora você sairá sem nada saber sobre a história do carro, ele nada falou do mais importante que é seu conteúdo, não mostrou as partes das fabricas que desenvolveram os motores e toda a restante parafernália interna, não mostrou quem guiou o processo todo na história do carro pois não mostra um humano sequer e nem explicou que antes do carro e da fábrica a idéia veio do desenvolvimento da carroça, da roda, etc.

É por isso que estou insistindo que físicos devem antes estudarem biologia, química, neurologia, psicologia, antes de falar em origens da vida, e ainda faço uma analogia: se tiver-mos que descrever um homem pela Física só teremos a descrição do esqueleto ósseo e sua mecânica, ficando totalmente a parte carnal e cabeluda ignorada.

Agora, observe esta foto:

Image result for Universe 

Com essa imagem Marcelo inicia sua palestra. Mas isto é imagem do  que? Pode ser a imagem vista por um alienígena do  tamanho de uma partícula eléctron vivendo dentro de um átomo dentro de uma célula dentro de um corpo humano. Ao apontar seu telescópio para o espaço ao redor ele veria o mundo povoado de átomos na forma destes pontos luminosos que estamos aí vendo as galaxias. Se o nosso alienígena nunca saiu do seu mundinho como ele poderia sequer imaginar que aqueles átomos formam estruturas, arquiteturas, partes de um sistema, denominados ribossomas, mitocôndrias, e depois que estas partes formam um complexíssimo sistema celular, os quais constituem órgãos de um ainda muito mais complexo corpo humano? Com esta foto de um dos  nossos telescópios Marcelo é convencido que sabemos muito do mundo a ponto de várias vezes ele se referir a teorias das ciências humanas vigentes hoje  como “fatos”. Ele inicia sua palestra falando que os humanos sempre gostaram de tentar explicar nossa existência e por isso em cada época criaram narrativas de histórias imaginadas,  mitos, mas se esquece de lembrar que agora ainda mais uma vez o que temos é um novo mito adequado ao irrisório conhecimento  desta época. O que não é  de se admirar pois todos os indivíduos desavisados de cada época acreditaram piamente que seus mitos eram a verdade definitiva. Sempre me lembro de uma máxima fantasticamente correta proferida por Goethe: “Não se pode saber a verdade de um sistema estando dentro dele”.

Agora observe outras fotos como essa que se segue:

Image result for Universe

É uma foto tambem de regiões do  espaço distante porem vemos aí mais cores onde aparecem formações que pensamos serem gazes, poeiras. Porque? A nossa visão e nossos telescópios são limitados a ver apenas uma ou algo de outras vizinhas faixas do espectro de  uma onda de luz. Por isso, por exemplo, a olho nu limitado à faixa da luz visível, vemos um cérebro e detectamos apenas a massa cinzenta, o sangue vermelho e alguns carocinhos que podem ser glândulas. Mas quando apontamos um outro tipo de olho artificial que consegue ver por exemplo na faixa do Raio-X, vemos muito mais neste cérebro, como sinapses por circuitos fluindo de energia  química, etc. Temos a sensação de que existe algo mais ali, como os pensamentos, a mente, porem ainda não existe nenhum olho  artificial para revelar isso. Para se ver e entender um sistema por inteiro é preciso ver com no minimo sete olhos diferentes do humano que abordem todas as dimensões do objeto e o telescópio da primeira imagem é apenas um tipo de olho. Não adianta vir de dentro da própria Física Moderna a teoria M das cordas que prenuncia a existência de no minimo 11 dimensões, o humano é inquieto e apressado formalizando conclusões sobre objetos vistos em apenas uma de suas dimensões. Na foto colorida o que pensamos ser gazes e poeira seria tambem visto pelo alienígena partícula como manchas formadas por átomos que na verdade estão formando um pequeno pedaço de um ribossomo. Que isto não seja uma critica ironica e negativista contra a verdade piamente acreditada pelos físicos modernos pois tambem na minha cosmovisão surge a possibilidade de que as galaxias nada mais  seriam que meros fósseis talvez ainda vivos de nossos ancestrais distantes como são as amebas e lagartos, portanto, o Universo pode não ser um sistema e sim mera massa de pequenos sistemas.

É fantástico as dimensões do Universo mostrando quando somos pequenos mas isso é meramente Física e Matemática que estuda tamanhos, comparações relativas de medidas porem, sinto muito, mas as imagens e a narrativa nada explica da história da vida. Assim como ficaria totalmente sem sentido mostrar um filme da história de 9 meses na embriogênese de um novo ser humano sem falar nada do DNA que está invisível oculto no meio da placenta e é quem está dirigindo toda aquela história, tambem fica sem sentido contar a história da vida que vem desde o Big Bang sem falar da Matrix/DNA  que está invisível nos sistemas e corpos astronômicos.

Assim como o nosso hipotético descritor do automóvel se esqueceu de explicar a carroça antes das origens da fabrica, e o filme da embriogênese se esqueceu de falar do pai e da mãe que deflagrou o big bang do novo baby dentro de um óvulo, Marcelo nada disse sobre o antes que explicaria o Universo tal como acredita tenha começado. Apenas a Teoria da Matrix/DNA apresenta uma explicação racional para a inclusive a história da carroça. Mas fica nossos parabéns porque é  sempre louvável estas divulgações como aqui feita por Marcelo e pelo TED.

 

TED – Dr. Marcelo Gleiser – Nossas Origens (LEGENDADO)

  https://www.youtube.com/watch?v=oxoBtBipik8

O Grande Êrro da Escola Cientifica: É Preciso Religião para Acreditar na Cosmologia Moderna

terça-feira, fevereiro 10th, 2015

(artigo em construção)

Tese inspirada no artigo:

Stephen e o Senhor

http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2015/01/30/stephen-e-o-senhor/

Jane (Felicity Jones) e Stephen (Eddie Redmayne): xaveco científico fofo (Crédito: Divulgação)

O então jovem físico, ainda sem sinais da doença que acabaria com quase todos os seus movimentos, conta para a moça que está estudando cosmologia. “O que é isso?”, pergunta Jane. “Uma espécie de religião para ateus inteligentes”, responde Stephen. Cosmologia é isso mesmo, afinal? E, aliás, será que o grande objetivo de Hawking com suas pesquisas foi desprovar a existência de Deus, como o filme dá a entender em vários momentos?

Em primeiro lugar, a frase de Hawking é inegavelmente engraçadinha e talvez tivesse um fundo mais claro de verdade nos anos 1960, quando muitos físicos ainda tinham dificuldade de aceitar a expansão do Universo e preferiam um Cosmos belamente estático e imutável por motivos filosóficos. Mas a cosmologia moderna é uma ciência observacional das mais sólidas.

Conhecemos com precisão absurda, por exemplo, a radiação cósmica de fundo, o “eco” do Big Bang, a violenta expansão cósmica primordial, uma “sopa” de energia extremamente fria que permeia o tecido do espaço em todas as direções com minúsculas diferenças de um lugar para outro das galáxias. Conhecemos em detalhe o funcionamento de supernovas, buracos negros, galáxias e aglomerados galácticos. Até quando o conhecimento atual ainda é muito incompleto – falo, por exemplo da natureza da matéria escura que parece “dar um gás” na gravidade das galáxias, ou da energia escura que, ao que tudo indica, está levando à expansão acelerada do Cosmos –, as hipóteses sobre o que são esses trecos estão baseadas em observações rigorosas.

Então não, ninguém precisa de fé para “acreditar” na cosmologia moderna. Nesse ponto, ela não se parece com religião alguma.

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As bases do “conhecimento escolar moderno” sobre o Cosmos:

1) Conhecemos com precisão absurda, por exemplo, a radiação cósmica de fundo, o “eco” do Big Bang, a violenta expansão cósmica primordial, uma “sopa” de energia extremamente fria que permeia o tecido do espaço em todas as direções com minúsculas diferenças de um lugar para outro das galáxias.

2) Conhecemos em detalhe o funcionamento de supernovas, buracos negros, galáxias e aglomerados galácticos.

3) Até quando o conhecimento atual ainda é muito incompleto – falo, por exemplo da natureza da matéria escura que parece “dar um gás” na gravidade das galáxias, ou da energia escura que, ao que tudo indica, está levando à expansão acelerada do Cosmos –, as hipóteses sobre o que são esses trecos estão baseadas em observações rigorosas.

4) Este Universo estava programado para produzir a vida, mas o programa surgiu por acaso. Uma das principais hipóteses para explicar algumas das propriedades do Universo, em especial o que ocorreu logo após o Big Bang – a do chamado Universo inflacionário – tem sido cada vez mais corroborada pelas observações. e muita gente acha que o Universo inflacionário exige a existência de outros Cosmos. O porquê disso é meio complicado – mas, resumindo, a ideia é que a expansão desenfreada original do Universo, a tal inflação, precisaria ter sido tão violenta em seus micromomentos iniciais que inevitavelmente algumas regiões do Cosmos-bebê se distanciaram demais umas das outras – tanto que, para todos os efeitos, viraram Universos separados. E esses locais tão distantes de nós poderiam ter outras leis da física, nada amigáveis à vida, enquanto por aqui tivemos a sorte de contar com uma “Constituição” cósmica pró-vida. Tentar mostrar que foi isso mesmo que ocorreu exige medições cada vez mais minuciosas da estrutura cósmica e dos efeitos da gravidade nas maiores escalas do Universo, mas dá pra buscar esse objetivo, em tese.

 

Muito Importante para Brasil e USA a decisão do G-8 sôbre a Educação Cientifica.

segunda-feira, julho 11th, 2011

(Sorry, este texto precisa serconsertado rápido devido meu teclado estarcomproblemasemvárias teclas.)

Esta é uma grande o portunidade para uma das prioridades do Brasil nosentidodemelhorar o niveldevidadesua população. O gov6erno brasileirodeve criar umaequipe para acompanhar oprogressodessainiciativa internacional, apoia-la noque opaós puderemanter-se comoconstante motivadordacausa,para que o projeto sedesenvolvacommais fôrça.

Ciência e principalmente tecnologia é o que dápoder eriquezas aos sereshumanos. Os índios do Brasilpossuíamumaterramuitomaisricaque a pequena e pobre terra de Portugal, no entanto foram submetidos e dizimados pelosportugueses emmenornumerosimplesmenteporque a tecnologia d6estes eramais avançada. Sei que istolevantamuias questões esenões mascontra a realidade ea História nãohá opiniões econtra-argumentos: sempre omais avançado tecnológicamentefoi omais ricoepoderoso.

Mas a educaçãocientifica temque ser muitoraciocinada porque semuma coordenaçãointeligente ela podelevar aHumanidade a situações insuportáveisdeexist6encia. Sem pensar a ci6encia ea exist6encia humana nocontexto doplaneta edoUniverso, a Ci6encia pode estarpondo armasperigosas nasmãos deumahumanidade que se comporta como umacriança despreparada e desavisada dosperigos. Por outrolado,as teorias cientificas que influenciam na escolha dosmétodos depesquisas e dis lugares e tempos ondeprocurar oconhecimento precisamserem constantementeconfrontadas coma realidade, comos resultados obtidos e com a razão humana, pois algumas teorias podemdesperdiçar investimentos sendodesviadas dos caminhos corretos. E a Ci6encia deve ser debatida a nivelpublico para que osupremo objetivoa que 6ele foi fundada – a busca do conhecimento das exist6encias doHomem edoMundo – não seja totalmente sufocada pelo sistema capitalista selvagemque aemprega apenas visandoolucro privado.

Para essa grande tarefa depensar e vigiar aCi6encia todo ser humano deve exigir que a Academia oficial da Ci6encia seja aberta a todas as propostas e pensamentos. Por exemplo, ao lado do atual curriculum escolar que exprimeo pensamentocientificodominadopela Fisisca e a matemática, dececoexistir a oportunudade de outras áreas se expressarem. Talvez a matematica não seja a linguagemsdominantedanatureza ou talvez não seja a unica. Estas diferentes visões eperspectivas, como é a Teoria da Matriz/DNA, a Teoria do IntelligentDesigner,etc,devem serem ensinadas talvez numaobrigatória disciplina intitulada filosofia cientifica.
O Brasil e os Estados Unidos, principalmente, têmumgrandeopirtunudade dedescobrir edesenvolver
uma nova Ci6encia mais voltada para areal vantagem dos humanos se aplicarumesforçona pesquisa da fórmula da Matriz/DNA, que é uma hipótese levantada n6estes dois países, mas que pode conter o conhecimento para correção demuitos,senão todos, defeitos e imperfeições dos fenômenos naturais que nos envolvem e que nos são desvantajosos.

Abaixo transcrevo odocumento do G-8 para ficar aqui registradoevoltar a estudá-loparabusccar-mos oque podemos fazer a respeito.
Joint G8+ science academies’ statement on
Education for a Science-Based Global
Development

http://www.nationalacademies.org/includes/Final_Education.pdf

Education in science must be targeted
not only to future scientists, engineers
and other specialists but also to the
general population.

Background
Economic growth, provision of food and progress in
health – as measured by the spectacular increase in
life expectancy during the 20th century and into this
first decade of the 21st century – is attributable
mostly to advances in science and technology and
the expansion of systems of research and education.
These advances have impacted our daily lives in
many ways including travel, communication and access
to new technologies. In the future, science and
technology will continue to be key for global development,
for example, to meet the need for new and
sustainable sources of energy.
Education in science must be targeted not only to future
scientists, engineers and other specialists in government
and industry but also to the general public,
from children in school to adults. This is the only way
to make them partners of the scientists and hence to
avoid misunderstandings and unfounded fears, and
to better understand risks and uncertainties.
Science understanding and practice embody fundamental
values such as rigorous reasoning, honesty
and tolerance for the opinions of others. The practice
of science must be accompanied by a sense of justice
and a respect for all human beings.
Education for science-based global development involves
three simultaneous challenges: science education
for the general public, science education in
school, and science education at university and at
other national research bodies. This will require innovative
approaches and institutions for teaching
and research, many of them using modern information
and communication tools. It requires also scientific
assessment of the outcomes of the education
system in order to ensure that the best state-of-theart
tools and educational methods are effectively
used. Progress in cognitive sciences and brain research
has shed new light on learning processes, especially
in very early years of life.
Science education for the general
public
Science literacy is essential for making adaptive
judgments in a modern economy. These judgments
involve many choices including, for example, choices
about resource scarcity, climate change mitigation,
food safety, health decisions, energy futures and
many other individual and collective decisions. A democratic
society in which only a few scientists and
highly educated people understand the bases for
major societal decisions is not viable. Accordingly, it
is essential that greater efforts be made to disseminate
scientific concepts, methods and discoveries to
the public. Scientific information must be distributed
widely and detailed briefing documents on topical issues
must be available for decision-makers and
media. Many successful interactions with society
have been organised and carried by local and national
governments, universities, public and private research
institutes and academies. These include
public lectures, ‘open houses’, festivals, pairing with
parliamentarians and TV programmes.
We must use all appropriate education tools, including
those presented by rapid developments in the
electronic media and help people to identify the reliability
of the information presented. Finally, the
outcomes of all these education practices must
constantly be assessed.
Science education in school
Science is taught at school with two goals:
The first goal is to provide the basic knowledge necessary
for future citizens in a globalized world. This
includes the acquisition of basic knowledge in science
as well as the understanding of the very nature of
science, the way to pose and then challenge hypotheses.
Students must develop a taste for doing experiments,
analyze results, make inferences. In
short, they must be “curiosity-driven”. During the last
decades, inquiry-based Science Education (IBSE) has
been successfully implemented in developed and less
developed countries as well, supported by the Global
Network of Science Academies (IAP).
A basic science education for all youngsters in the
world is a matter of justice, sharing the beauty of
scientific discoveries and the power of scientific methods.
Last but not least, learning to reason properly
may help protect young minds against intolerance.
The second goal is to recognise talented youngsters
and inspire them to become science teachers, researchers,
engineers and medical experts. A shor-

tage of good quality mathematics and science teachers
in many countries creates a vicious circle that
needs to be broken. In many countries even the
most developed, there are still huge social inequalities
in the opportunities for students to become
scientists particularly for young women and low-income
groups of society.
The decline of interest in science among youngsters
is a serious issue which should be addressed.
Encouragement of young talents could be organized
on the basis of different level competitions in different
science domains, accompanied by contacts with
leading scientists.
To achieve these goals, it is essential to share experiments
and pedagogical materials in innovative
science education programs and to provide teachers
with a significant continued education in Science. In
addition, it is advisable to cooperate with the global
programs of Education for Sustainable Development
(ESD) promoted by UNESCO.
Science education at university
Universities throughout the world need quality faculty,
infrastructure and innovative learning programmes
to train and maintain human resources.
Databases, electronic libraries, scientific journals and
sophisticated software should be widely accessible
throughout the world. Access to distant databases
creates new opportunities for researchers of all
countries particularly in the experimental disciplines.
Databases on gene sequences and astronomical objects,
for example, can potentially be accessed freely
by all researchers, including those from the less-developed
countries. Similarly, essential data – such as
those on biodiversity – that are acquired everywhere,
can now be exploited by the global community of researchers.
The effectiveness of e-learning and its
highly positive prospects, however, may be limited
by the high cost of implementing and using modern
techniques.
Although virtual universities may have considerable
potential, research centres remain necessary both to
conduct experimental works and to facilitate direct
interaction between researchers and between faculty
and students.
Conclusion
Data on the comparative effectiveness of educational
strategies must be patiently acquired, analyzed and
the results disseminated. Rigorous experimental approaches
should help to identify which educational
strategies are the best, at all levels of educational
curricula. This “evidence-based education” could revolutionize
the science and practice of education, as
“evidence-based medicine” did, to the point that it
has become, after just a few decades, the paradigm
of modern medical practive.
Recommendations
The Academies of the G8+ countries strongly recommend
the following action plan to their Governments:
Establish the conditions for a true globalization of
knowledge in science and technology. Encourage
and help governments of developing countries, to
give high priority to acquiring and maintaining the
necessary infrastructure and human resources for
science education, and to facilitate the return of
those trained abroad.
Support international collaboration to set up quality
e-learning facilities, accessible to all, including
students worldwide, and promote open access to
scientific literature and databases.
Share the growing knowledge derived from brain
research, cognitive sciences and human behavioural
research to improve learning programs for children,
students and the general public.
Create a network of virtual collaborative research
centres at the front line of innovations in education,
such as e-learning, inquiry-based and evidence-
based education.
 Support and expand existing successful programs
which facilitate the two-way interactions between
scientists, on the one hand and the general public,
media, and decision makers, on the other.
May 19, 2011
Academia Brasileira de Ciencias, Brazil Royal Society, Canada Académie des Sciences, France
Deutsche Akademie der Naturforscher Leopoldina, Indian National Science Academy, India Accademia Nazionale dei Lincei, Italy
Germany
Science Council, Japan Academia Mexicana de Ciencias, Mexico Russian Academy of Sciences, Russia
Académie nationale des Sciences et des Techniques, Academy of Sciences, South Africa Royal Society, United Kingdom
Sénégal
National Academy of Sciences,
United States of America