Archive for the ‘A Grande Causa da Humanidade’ Category

O que fazer agora para acelerar o exorcismo dos instintos herdados dos animais predadores e fracos?

quarta-feira, março 22nd, 2017

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Alguém interessado nisto?

Uma cientista neurológica brasileira esta defendendo a teoria que o córtex humano cresceu diferente dos outros animais devido aos humanos cozinharem o alimento, obtendo assim muito mais energia dos alimentos que os outros animais. E o cérebro, principalmente o cortex, é grande consumidor de energia.

Concordo mas penso que esta não é a historia toda. O cozimento do alimento criou uma diferença muito grande no mecanismo de se alimentar do predador de quem herdamos nossa metade predadora, carnívora, assassina, violenta. O predador puramente animalizado – e inclua os macacos nisso – precisam de quatro dentes proeminentes, os caninos, para por forca e matar e arrancar a carne dos ossos e triturar os músculos. Com o advento do cozimento, a carne e os musculos ja vem mais tenros, moles, os caninos são menos usados, e por outro lado, o resto da dentadura, os dentes menores ou onde existiam falhas de dentes, precisam crescer para melhorar mastigar a carne e os vegetais, mantendo a nossa metade herdada dos animais vegetarianos. E isto já começou com os macacos, que são tanto carnívoros quanto vegetarianos. Portanto começou antes da invenção do cozimento.

O menor uso e menor força ou energia dirigida aos caninos os fez atrofiar, através de milhares ou milhões de anos da historia evolutiva. Isto foi enviando mais energia vegetal ao cérebro, uma energia que foi sendo desviada do sistema límbico, do caroco reptiliano ou resquício do cérebro animal predador, parra o topo do cérebro onde se formou e desenvolveu o córtex.

O córtex menos violento e menos assassino começou a captar de uma dimensão paralela do meio externo as partículas ou bolhas microscópicas da consciência cósmica. Esta não é um pano de fundo do mundo material, pois ao contrario, a dimensão material é uma especie de calo desta dimensão. O acumulo destas partículas foi desenvolvendo o feto de consciência. A qual emerge no meio dos instintos animalescos, e dessa fusão surge o pensamento continuo, ou psique.

Mas esta psique primaria ainda é projeção do cérebro primitivo animal pois os genes criam uma arquitetura – o córtex – no mesmo modelo do cérebro inteiro do animal. Então nesta psique meio abstrata esta também projetada os caninos. Se pudéssemos tirar uma foto das pessoas que se comportam como predadores de humanos e animais, veríamos na psique deles a proeminência dos caninos, ou ao menos, o foco onde se dirige e se concentra a energia que move estes instintos.

O fato é que a Humanidade precisa mudar, exorcizar eliminar estes resquícios de caninos da psique, e este é um dos mais importantes objetivos se a humanidade quer melhorar suas condições de existência e ate sobreviver ate alcançar sua transcendência, ou então ser extinta no meio deste caminho evolucionário. E o que podemos fazer de fato a respeito disso, agora?

Temos que de alguma maneira interferir na vida dos predadores. Claro tambem sabemos que existe a outra metade da historia: no cortex existe a metade herdada das presas, dessa massa devoradora da vegetação, inconsequentemente e desenfreadamente auto-reprodutora, reacionária a qualquer mudança evolutiva. Temos tambem que exorcizar isso do cérebro e da psique. Mas como?

Bem, aqui fica o texto para ser repensado e consertado em seus erros e a questão no ar para raciocinar.

Controversia Entre Bíblicos e Ateus e a Cosmovisão da Matrix/DNA

quarta-feira, março 22nd, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=7WaWhkzRE8M

Criacionistas Piram com Cosmos de Neil DeGrasse Tyson – LEGENDADO

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 3/22/2017 (Publicado no Youtube)
Não podemos fazer um universo e criar a vida na frente de um crente na Bíblia e nem trazer o Nada na frente de um ateu para ele não ver nenhuma criacao. E a Ciência é uma constatação de fenômenos naturais e nada mais alem disso. Portanto a Ciência é indiferente as teorias humanas sobre coisas que a Ciência não constatou. Enquanto a Ciência não transformar um macaco real em um humano consciente ela nada sabe sobre humanos vindo de macacos, por maior numero de evidencias que humanos arrolem para sua teoria.  Combater a cosmovisão improvável da Bíblia tendo como base uma ausência de cosmovisão comprovada não é logico nem honesto.
Eu construí uma nova cosmovisão teórica que não tem inicio e não é infinita porque começa por um ponto e retorna ao mesmo ponto, dentro de algo que deve estar dentro de algo e isso pode continuar ao infinito ou não. Porem, todos os passos sequenciais desta cosmovisão são alicerçados em fatos constatados pela Ciência. Nesta cosmovisão todas as teorias ditas “cientificas” estão erradas ou incompletas, principalmente as que dizem respeito as origens do Universo e da vida e a evolução. Portanto a minha teoria tem mais evidencias concretas, factuais que as teorias atuais cientificas. A origem do Universo foi um processo genético semelhante ao que da origem a um corpo humano. Não houve origens da vida dentro deste Universo pois os sistemas biológicos vieram de sistemas igualmente animados. A evolução biológica tratada por Darwin e melhorada na Moderna Síntese não funciona sem os mecanismos que vem da evolução cosmológica. E assim por diante, minha cosmovisão sugere estar tudo errado ou incompleto. Porem, jamais serei louco de acreditar que a minha cosmovisão que não foi ainda comprovada é a real e com isso não posso refutar a teoria não comprovada dita cientifica, ou acadêmica moderna. Então vem o conselho acima: arrolar evidencias a meu favor e mostrar como elas estão contra as teorias acadêmica e a  religiosa. Façam o mesmo se querem exorcizar as religiões da mente humana. Mas estejam avisados que a sua cosmovisão também terá que ser mudada.

A Diferenca nas Transformacoes Mentais Entre Hindus e Matrixianos

segunda-feira, março 20th, 2017

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Interessante e diferente do comum o que se ouve neste vídeo. Nao cabe a mim julgar se o orador realmente conhece algo a mais ou nao, porem, e’ fato que de qualquer maneira ele mostra problemas comuns por angulos que nao tinhamos pensado. Se voce apreciou este video, sugiro que veja outro onde ele narra a historia de sua aprendizagem na India, o quual e’ mais interessante ( link: https://www.youtube.com/watch?v=Umr61UnQvuE – Isso Existe – um filme sobre Sri Prem Baba – Versão em português )

Abaixo vai a analise da Matrix/DNA num comentário publicado no Youtube.

https://www.youtube.com/watch?v=RpARf15IctI

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Mar/03/20/2017

Existem vários caminhos para transformações do estado mental, inclusive os mais impróprios, como o percorrido pelo escravo que foge da senzala para tentar sobreviver solitário no meio da selva bruta. Eu fiz este caminho, então obviamente a minha transformação foi para algo diferente desta ocorrida com Sri Baba. Suspeito que as formas em que somos transformados por diferentes caminhos são fracões de uma forma final, a transformação definitiva para o transcendental. As imperfeições e soluções auferidas na minha transformação são diferentes das de Sri Baba. Mas se eu acreditar que a minha alcançada nova cosmovisão é a correta, e as outras são meros paliativos, as minhas soluções tornam-se impraticáveis e inúteis. Portanto, creio que urge – antes de tentar atuar no mundo externo – uma confrontação entre as novas cosmovisões e suas sugestões.

O que ambos percebemos e nos aflige, é a concordância de que a consciência alojada nos cérebros humanos corre risco de extermínio antes de amadurecer e aflorar livre. E ambos ficamos angustiados pela nossa debilidade em produzir as mudanças necessárias para evitar este terrível destino. Tenho razoes para crer que já existe considerável numero de meio-transformados, e nos mais diversos caminhos, e para suspeitar que o nosso encontro e debate poderia ao menos diminuir esta debilidade de cada um, de cada linhagem transformativa como esta da Índia. O guru deveria se lembrar que nem a milenar linhagem hindu conseguiu algum sucesso de mudança em seu próprio pais, onde a miséria e a superpopulação explodem.

Na selva o buscador pode chegar aos chakras, `a luz pertinente ao hemisfério direito cerebral. Mas percebe-mo-la por outro angulo e sob diferente estado físico/emocional. E’ a soma das observações relativísticas de cada observador no seu ponto do espaço/tempo que pode dar uma compreensão sobre a totalidade do fenômeno. E somente assim teríamos uma chance de descobrir o que realmente aconteceu de errado e continua acontecendo com a bolha de consciência universal e a especie em que ela encarna na Terra.

Sem conhecer de fato a causa, nunca atinaremos com sua solução. O guru fala num código divino. Tem ele percebido e entendido de fato este código fluindo nesta Natureza? A minha privada transformação mostrou o código na onda de luz invisível aos olhos humanos ( só veem um sétimo dela, a faixa da onda denominada branca ou “visível”) e nela o código encriptado. E alem disso, nos forneceu elementos para tentar montar sua Historia, desde as origens deste Universo. Nesta Historia se percebe claramente onde e porque se iniciou a distorção que ora nos ameaça, ainda tempos antes das origens da vida neste planeta. A linhagem transformista dos autores da Bíblia perceberam flashes deste evento e interpretaram-nos `a sua forma, na fabula da queda do paraíso. Pela maneira como eles distorceram os eventos tais quais eu os percebo, aprendi que nos é impossível deixar de projetar nossa condição humana e psique nestas interpretações, levando a resultados improdutivos e inclusive debilitando a capacidade de autocura humana.

Eu sei que a Bíblia começa com uma verdade fantasticamente superior `a capacidade de imaginação humana, mas depois deste começo ela erra quase tudo. Porem também sei que não estou exorcizado desta falha de projeção humana em eventos com leis e ambientes que nada tem a ver com existência humana, portanto, sei que minha cosmovisão deve conter erros. Porem, também sei que na do guru existem erros de suas interpretações. Por isso repito que precisamos encontrar um canal para expor na mesa nossas visões e estuda-las com um olhar somado impessoal, senão, não conseguiremos evitar a tragedia. (qualquer curiosidade veja meu trabalho digitando ” A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”.

A Morte: Cientista Revela Informacoes Ineditas

segunda-feira, março 13th, 2017

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https://www.nytimes.com/2017/03/13/opinion/what-our-cells-teach-us-about-a-natural-death.html?mwrsm=Facebook&_r=0

Copia do original

What Our Cells Teach Us About a ‘Natural’ Death

Every Thursday morning on the heart transplant service, our medical team would get a front-row seat to witness an epic battle raging under a microscope. Tiny pieces of heart tissue taken from patients with newly transplanted hearts would be broadcast onto a gigantic screen, showing static images of pink heart cells being attacked by varying amounts of blue immune cells. The more blue cells there were, the more voraciously they were chomping away the pink cells, the more evidence that the patient’s inherently xenophobic immune system was rejecting the foreign, transplanted heart.

MINHA TRADUCAO

Todas as manhas de quinta-feira no servivo de transplante de coracao, nossa equipe medica obtinha um assento na primeria fila para assistir uma batalha epica acontecendo sob um microscopio.

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Microsoft:

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

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Google

Toda quinta-feira de manhã no serviço de transplante de coração, nossa equipe médica teria um lugar na primeira fila para testemunhar uma batalha épica fúria sob um microscópio. pequenos pedaços de tecido cardíaco retiradas de pacientes com corações recém-transplantados seria transmitido em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas de células do coração-de-rosa que está sendo atacado por diferentes quantidades de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis havia, mais vorazmente eles estavam mastigando as células rosa, o mais evidências de que o sistema imunológico inerentemente xenófobo do paciente estava rejeitando o coração estrangeiro, transplantado.

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There was so much beauty to be found in the infinitesimal push and pull between life and death those slides depicted that I would fantasize about having them framed and put up in my house. Yet the more I studied those cells, the more I realized that they might have the answers to one of the most difficult subjects of our time.

Throughout our history, particularly recently, the human race has looked far and wide to answer a complex question — what is a good death? With so many life-sustaining technologies now able to keep us alive almost indefinitely, many believe that a “natural” death is a good one. With technology now invading almost every aspect of our lives, the desire for a natural death experience mirrors trends noted in how we wish to experience birth, travel and food these days.

When we picture a natural death, we conjure a man or woman lying in bed at home surrounded by loved ones. Taking one’s last breath in one’s own bed, a sight ubiquitous in literature, was the modus operandi for death in ancient times. In the book “Western Attitudes Toward Death,” Philippe Ariès wrote that the deathbed scene was “organized by the dying person himself, who presided over it and knew its protocol” and that it was a public ceremony at which “it was essential that parents, friends and neighbors be present.” While such resplendent representations of death continue to be pervasive in both modern literature and pop culture, they are mostly fiction at best.

Continue reading the main story

This vision of a natural death, however, is limited since it represents how we used to die before the development of modern resuscitative technologies and is merely a reflection of the social and scientific context of the time that death took place in. The desire for “natural” in almost every aspect of modern life represents a revolt against technology — when people say they want a natural death, they are alluding to the end’s being as technology-free as possible. Physicians too use this vocabulary, and frequently when they want to intimate to a family that more medical treatment may be futile, they encourage families to “let nature take its course.”

Yet, defining death by how medically involved it is might be shortsighted. The reason there are no life-sustaining devices in our romantic musings of death is that there just weren’t any available. Furthermore, our narratives of medical technology are derived largely from the outcomes they achieve. When death is unexpectedly averted through the use of drugs, devices or procedures, technology is considered miraculous; when death occurs regardless, its application is considered undignified. Therefore, defining a natural death is important because it forms the basis of what most people will thus consider a good death.

Perhaps we need to observe something even more elemental to understand what death is like when it is stripped bare of social context. Perhaps the answer to what can be considered a truly natural death can be found in the very cells that form the building blocks of all living things, humans included.

Though we have known for more than a century how cells are created, it is only recently that we have discovered how they die. Cells die via three main mechanisms. The ugliest and least elegant form of cell death is necrosis, in which because of either a lack of food or some other toxic injury, cells burst open, releasing their contents into the serums. Necrosis, which occurs in a transplanted heart undergoing rejection, causes a very powerful activation of the body’s immune system. Necrosis, then, is the cellular version of a “bad death.”

The second form of cell death is autophagy, in which the cell turns on itself, changing its defective or redundant components into nutrients, which can be used by other cells. This form of cell death occurs when food supply is limited but not entirely cut off, such as in heart failure.

The most sophisticated form of cell death, however, is unlike the other two types. Apoptosis, a Greek word used to describe falling leaves, is a programmed form of cell death. When a cell becomes old or disrepair sets in, it is nudged, usually by signaling molecules, to undergo a form of controlled self-demolition. Unlike in necrosis, the cell doesn’t burst, doesn’t tax the immune system, but quietly dissolves. Apoptosis is the reason our bone marrow doesn’t weigh two tons or our intestines don’t grow indefinitely.

As important as apoptosis is to death, it is essential for life. While as humans, we often consciously or unconsciously hope to achieve immortality, immortality has a very real existence in the cellular world — it’s called cancer. In fact, most cancers occur because of defects in apoptosis, and most novel cancer therapies are designed to allow cell death to occur as it normally would.

In many ways, therefore, life and death at a cellular level are much more socially conscious than how we interface with these phenomena at a human level. For cells, what is good for the organism is best for the cell. Even though cells are designed entirely to survive, an appropriate death is central to the survival of the organism, which itself has to die in a similar fashion for the sake of the society and ecosystem it inhabits.

We humans spend much of our lives denying death. Death, however, is not the enemy. If there is an enemy, it is the fear that death arouses. The fear of death often induces us to make choices that defy the biological constraints of our existence. Such choices often lead us to a fate that more closely resembles necrosis, involving the futile activation of innumerable resources eventually resulting in a cataclysmic outcome, rather than apoptosis. Furthermore, even as we hope to defy our mortality, our cells show the devastation that can occur for the organism if even one cell among billions achieves immortality.

When I asked Robert Horvitz, the Nobel Prize-winning biologist at the Massachusetts Institute of Technology who was part of the group that discovered apoptosis, what lessons we could learn from cell death, his answer demonstrated exactly why we have failed to understand death in the context of our lives: “Only once before has someone approached me to discuss the existential questions that might relate what is known about cell death to human existence.”

The question for us, then, is: What is the human equivalent of apoptosis in the context of our society? One way to approach that question is to look at what the human equivalent of necrosis is. To me, if a human being is in the hospital with intensive, life-sustaining therapies such as artificial respiration, nutrition or dialysis sustaining them with little hope of recovering reasonable brain function, such a state could be considered necrosis. Almost any other alternative, whether one dies in the hospital having rescinded resuscitation or intubation (DNR/DNI), at home with hospice services or with the aid of a physician’s prescription, has much more in common with apoptosis.

We have striven endlessly to answer some of our most crucial questions, yet somehow we haven’t tried to find them in the basic machinery of our biology. Apoptosis represents a pure vision of death as it occurs in nature, and that vision is something we might aspire to in our own deaths: A cell never dies in isolation, but in clear view of its peers; it rarely dies of its own volition; a greater force that is in touch with the larger organism understands when a cell is more likely to harm itself and those around it by carrying on. Apoptosis represents the ultimate paradox — for the organism to survive, the cells must die, and they must die well. “There are many disorders in which there is too little apoptotic death,” Dr. Horvitz said, “and in those cases it is activating apoptosis that could increase longevity.”

And finally, a cell also understands better than we humans do the consequences of outlasting one’s welcome. For though humanity aspires to achieve immortality, our cells teach us that a life without death is the most unnatural fate of all.

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Traducao pelo Microsoft

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

Havia tanta beleza para ser encontrado no impulso infinitesimal e puxe entre vida e morte os slides retratados que fantasio sobre tê-los enquadrado e acondicionados em minha casa. Ainda mais eu estudei essas células, mais percebia que tenham as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, particularmente recentemente, a raça humana tem olhado longe para responder a uma pergunta complexa — o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias sustentam a vida agora é capazes de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma experiência de morte natural espelha tendências observadas em como desejamos experimentar nascimento, viagens e comida nos dias de hoje.

Quando nós Imagine uma morte natural, podemos invocar um homem ou uma mulher deitada na cama em casa rodeado de entes queridos. Tomar o último suspiro na própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para morte em tempos antigos. No livro “atitudes ocidentais para morte,” Philippe Ariès escreveu que a cena do leito de morte foi “organizada pela pessoa morrendo, que presidiu e sabia que seu protocolo” e que era uma cerimônia pública na qual “era essencial que os pais, amigos e vizinhos estar presente.” Enquanto tais representações resplandecentes da morte continuam a ser difundida na literatura moderna e cultura pop, eles são principalmente de ficção na melhor das hipóteses.

Esta visão de uma morte natural, no entanto, é limitada, desde que ele representa como costumávamos morrer antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de cristaloides e é apenas um reflexo do social e contexto científico da época que morte teve lugar em. O desejo de “natural” em quase todos os aspectos da vida moderna representa uma revolta contra a tecnologia — quando as pessoas dizem que querem uma morte natural, eles estão aludindo a extremidade ser como tecnologia-livre quanto possível. Os médicos também usam este vocabulário, e frequentemente quando querem íntima para uma família que mais tratamento pode ser inútil, eles incentivam as famílias para “deixar a natureza seguir seu curso.”

Ainda, a definição de morte como medicamente envolvido é poder ser míope. A razão lá são nenhum dispositivo de manutenção da vida em nossas reflexões romântico da morte é que simplesmente não havia nada disponível. Além disso, nossas narrativas da tecnologia médica são derivados em grande parte os resultados conseguidos. Quando a morte inesperadamente é evitada com o uso de drogas, dispositivos ou procedimentos, tecnologia é considerada milagrosa; Quando a morte ocorre de qualquer maneira, sua aplicação é considerada indigno. Portanto, definir uma morte natural é importante porque forma a base do que a maioria das pessoas, portanto, irá considerar uma boa morte.

Talvez precisamos observar algo ainda mais elementar para entender o que a morte é quando ele é despojado próprias de contexto social. Talvez a resposta para o que pode ser considerado que uma morte verdadeiramente natural pode ser encontrada em muito células que formam os blocos de construção de todos os seres vivos, os seres humanos incluídos.

Embora já há mais de um século como células são criadas, só muito recentemente é que descobrimos como eles morreram. Células morrem através de três principais mecanismos. A mais feia e menos elegante forma de morte celular é uma necrose, em que por causa de uma falta de comida ou alguma outra lesão tóxica, as células se abrem, liberando o seu conteúdo para os soros. Necrose, que ocorre em um coração transplantado, passando por rejeição, provoca uma ativação muito poderosa do sistema imunológico do corpo. Necrose, então, é a versão de celular de uma “morte ruim.”

A segunda forma de morte celular é autofagia, em que a célula ativa em si, transformando seus componentes defeituosos ou redundantes em nutrientes, que podem ser usados por outras células. Esta forma de morte celular ocorre quando o suprimento de alimentos é limitado, mas não inteiramente cortado, tais como na insuficiência cardíaca.

A forma mais sofisticada de morte celular, no entanto, é ao contrário dos outros dois tipos. Apoptose, uma palavra grega usada para descrever as folhas caindo, é uma forma programada de morte celular. Quando uma célula torna-se velho ou ruína define em, isso é cutucou, geralmente por sinalização moléculas, submeter-se a uma forma de auto de demolição controlada. Ao contrário em necrose, a célula não estourou, não imposto o sistema imunológico, mas dissolve-se em silêncio. Apoptose é a razão pela qual nossa medula óssea não pesa duas toneladas ou nossos intestinos não crescem indefinidamente.

Tão importante como apoptose é a morte, é essencial para a vida. Enquanto como seres humanos, muitas vezes consciente ou inconscientemente esperamos alcançar a imortalidade, imortalidade tem uma existência muito real no mundo celular — é chamado câncer. Na verdade, a maioria dos cânceres ocorrem por causa de defeitos na apoptose, e mais novas terapias de câncer são projetadas para permitir que a morte celular ocorrem como normalmente faria.

Em muitos aspectos, portanto, vida e morte em um nível celular são muito mais socialmente consciente do que como nós interface com estes fenómenos à escala humana. Para as células, o que é bom para o organismo é melhor para a célula. Embora as células são projetadas inteiramente para sobreviver, uma morte apropriada é fundamental para a sobrevivência do organismo, que em si tem que morrer de forma semelhante para o bem da sociedade e o ecossistema habita.

Nós, seres humanos passar grande parte de nossas vidas, negando a morte. Morte, no entanto, não é o inimigo. Se há um inimigo, é o medo que morte desperta. O medo da morte muitas vezes induz-na fazer escolhas que desafiam as limitações biológicas da nossa existência. Tais escolhas, muitas vezes, levam-nos para um destino que se assemelha mais a necrose, envolvendo a ativação fútil de inúmeros recursos eventualmente resultando em um resultado cataclísmico, ao invés de apoptose. Além disso, enquanto esperamos a desafiar nossa mortalidade, nossas células mostram a devastação que pode ocorrer para o organismo se sequer uma célula entre bilhões atinge a imortalidade.

Quando perguntei a Robert Horvitz, o Prêmio Nobel-ganhando biólogo no Instituto de tecnologia de Massachusetts, que fazia parte do grupo que descobriu apoptose, que lições podemos aprender com a morte celular, a resposta dele demonstrou exatamente porque falhamos em entender a morte no contexto de nossas vidas: “Somente uma vez antes alguém se aproximou de mim para discutir questões existenciais que me relaciono o que é conhecido sobre a morte de célula a existência humana.”

A questão para nós, então, é: o que é o equivalente humano da apoptose no contexto da nossa sociedade? Uma maneira de abordar essa questão é olhar para o que é o equivalente humano de necrose. Para mim, se um ser humano está no hospital com terapias intensivas, manutenção da vida como respiração artificial, nutrição ou diálise, sustentando-os com poucas chances de recuperar a função cerebral razoável, tal estado pode ser considerado necrose. Quase qualquer outra alternativa, se um morre no hospital tendo rescindido ressuscitação ou intubação (DNR/DNI), em casa com serviços de cuidados paliativos ou com o auxílio de prescrição de um médico, tem muito mais em comum com a apoptose.

Lutamos incessantemente responder a algumas das nossas perguntas mais cruciais, no entanto, de alguma forma nós não tentamos encontrá-los da maquinaria básica da nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte, como ocorre na natureza, e essa visão é algo que pode aspirar em nossa própria morte: uma célula morre nunca isoladamente, mas em uma visão clara dos seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contacto com o organismo maior entende que quando uma célula é mais susceptível de prejudicar a si e aqueles ao seu redor por continuar. Apoptose representa o paradoxo final — para o organismo sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Há muitas doenças em que há pouca morte apoptotic”, disse Dr. Horvitz, “e nesses casos ele está ativando a apoptose que pode aumentar a longevidade”.

E, finalmente, uma célula também entende melhor do que nós, seres humanos as consequências de um superando é bem-vindo. Pois embora a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, nossas células ensinam-nos que uma vida sem morte é o destino mais natural de todos.

Haider Javed Mara é fellow em medicina cardiovascular na Duke University Medical Center e autor de “morte moderna: como a medicina mudou o final da vida.”

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Traducao do Google

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Havia tanta beleza a ser encontrada no impulso infinitesimal e puxe entre a vida ea morte dessas lâminas ilustradas que eu iria fantasiar sobre tê-los moldado e colocar-se em minha casa. No entanto, o mais eu estudava essas células, mais eu percebia que eles possam ter as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, em especial recentemente, a raça humana tem olhou longe para responder a uma questão complexa – o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias que sustentam a vida agora capaz de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com a tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma morte natural experiência espelhos tendências observadas na forma como desejam experimentar o nascimento, viagens e alimentos nos dias de hoje.

Quando nós imaginar uma morte natural, que evocam um homem ou uma mulher deitada na cama em casa, cercado pelos seus entes queridos. Tomando sua última respiração em sua própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para a morte nos tempos antigos. No livro “Atitudes ocidentais em direção à morte “, escreveu Philippe Ariès que a cena leito de morte foi “organizada pela própria pessoa morrendo, que presidiu e sabia seu protocolo” e que era uma cerimônia pública em que “era essencial que os pais , amigos e vizinhos estar presente. “Embora tais representações resplandecentes de morte continuam a ser difundido tanto na cultura literatura e pop moderna, eles são na sua maioria ficção na melhor das hipóteses.

Temos lutado incessantemente para responder a algumas das perguntas mais cruciais, mas de alguma forma nós não tentou encontrá-los na máquina de base de nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte como ocorre na natureza, e que a visão é algo que pode aspirar na nossa própria morte: Uma célula não morre nunca isoladamente, mas na visão clara de seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contato com o organismo maior entende quando uma célula é mais susceptíveis de prejudicar a si mesmo e aqueles em torno dele, levando por diante. Apoptose representa um paradoxo – para o organismo para sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Existem muitas doenças em que há muito pouco a morte por apoptose”, disse Horvitz, “e nesses casos é ativar a apoptose que poderia aumentar a longevidade.”

E, finalmente, uma célula também compreende melhor do que nós, seres humanos fazem as consequências de superando sua bem-vindo. Para que a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, as nossas células nos ensinam que uma vida sem a morte é o destino mais antinatural de todos.

Doutores Alertam que na America o vicio das drogas esta devastador e fora de controle

domingo, março 12th, 2017

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A falta de uma visao de mundo forte e convincente com uma grande missao a realizar deixa estes jovens a merce das drogas. Num estado que era exemplar como um santuario de disciplina, como New Hampshire, leva doutores a alertarem que apesar de ja terem trabalhado contra varias epidemias no mundo, nunca viram algo tao devastador e fora de controle como o vicio das drogas no estado. A divulgacao da cosmovisao da Matrix/DNA teria dado Resistencia e desviado muitos destes jovens deste tragico destino, como ela fez comigo.

New Hampshire’s opioid crisis getting out of control

Submitted by Emma Tiller on Sat, 01/21/2017 – 09:38

http://nashuavoice.us/content/57792-new-hampshire-s-opioid-crisis-getting-out-control

O Mistério e as Nossas Conquistas da Dimensão Quântica: Informativo Video

sexta-feira, março 10th, 2017

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Quantum Fields: The Real Building Blocks of the Universe – with David Tong

 

https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli Mar-03/10/2017

Matrix/DNA Theory suggests the patterns that are missing to Physics and Math in this equation, but, the patterns are biological. The fundamental unit of life – DNA – is merely an evolved shape of a kind of DNA building galaxies and atoms,and at universal scale we call it “the Matrix/DNA” and we have it as a intelligible formula. What’s this fluctuations in the vacuum? Think about your body composed by hard bone skeleton surrounded by soft meat and liquid substances. The method and approach by Physics and Math can grasp the bone skeleton, but the meat and liquid substances appears as these quantum fluctuations, where a whole very complex world exists. So, this is what Physics and Math are describing very well when seeing particles, forces, energy, etc.: the skeleton of the Universe, the fossils of our ancestrals systems that became the frame for life. We can not understand the deep meanings of the skeleton without seeing the biological cover. It is the meat and substances that creates and produces the skeleton. Matrix/DNA has found that a single light wave like those emitted at the Big Bang has the code for life, it appears to be a living thing. So, this talk from Physics and Math perspective of the Universe should be followed by a talk from the Matrix/DNA world view. It would be very interesting. This equation will be more significant seeing how it fluctuates moved by the force of vital cycles composing a operating complete natural system.
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https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

A Primavera Árabe demonstra que a solução para a humanidade não e’ politica, econômica, nem social.

sexta-feira, março 10th, 2017

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O mundo humano parece não ter outro futuro senão a sua extinção ( porque esta’ seguindo o mesmo roteiro das especie extintas e a esperança na auto-consciência que deveria produzir a inteligencia esta se entorpecendo.) Mas porque?

A experiencia de Wael Ghonim ( um egipcio engenheiro do Google), revela a explicação nesta excelente palestra cujo link para o video vai abaixo). Ele ajudou a desencadear a Primavera Árabe, na sua casa no Egito… abrindo apenas uma página no Facebook. Conforme revela, depois de a revolução se ter espalhado pelas ruas, passou de promissora a confusa, depois a terrível e penosa. E com as redes sociais aconteceu a mesma coisa. O que tinha sido um local para unificar a população, empenhá-la e torná-la participativa, tornou-se um campo de batalha. Wael pergunta: O que é que podemos fazer agora quanto ao comportamento online? Como é que podemos usar a Internet e as redes sociais para criar civilidade e uma discussão racional?

Esta polarização ou divisão da população em dois grupos inimigos entre si que Wael revela tem uma causa oculta e profunda. Ela desce as nossas origens e ate mesmo as origens da vida na Terra. Os humanos são filhos do caos. Quem não percebeu isso, faça como eu e vá viver anos isolado na selva para conhecer o lugar de onde viemos. A biosfera em estado de caos criou e forjou a genética e comportamentos de nossos ancestrais de outras especies. A formação do planeta já foi em estado de caos e por bilhões de anos a cada 50.000 anos a superfície era estremecida e invadida pelas lavas do interior e nesse meio a vida surgiu. E isto modelou e lapidou a nossa genética. A luta pela sobrevivência em meio a carnificina gerou o gene egoísta que inconfessavelmente cada um manteve e alimentou para que ele modelasse nossa psique. A qual ainda tem na forma abstrata o canino do grande predador, a ferocidade e parasitismo do médio predador e a fraqueza da presa.

Esta dita polarização de que tanto se fala hoje na America, no Brasil, no Egito e provavelmente no mundo todo, na verdade é uma tripolarização e vem daqueles três instintos. Todos os sistemas sociais criados pelo homem ate hoje – seja o feudalismo, o capitalismo, a monarquia, o comunismo ou o socialismo – imitam exatamente a divisão de poder e as regras entre os animais na selva, nos ares e nos oceanos. Assim estes sistemas sempre apresentaram as divisões entre a aristocracia dos grandes predadores, a classe media dos médios predadores, e a classe pobre ou escrava das presas. Por isso na historia pessoas como Wael sempre terminam por se arrependerem quando acreditaram que o absurdo sistema social de seu povo poderia ser mudado com algum método imediatista.

Wael queria a mudança para uma sociedade pacifica e ordeira e ele se acredita exemplar porque não tomou o partido de nenhum dos dois grupos opositores. Ele se engana a si próprio porque ele não conhece a si próprio porque ignora as suas origens como esta clarificada acima. Se ele tivesse sido alçado ao poder, ele teria produzido um regime que teria no centro dos privilégios, a sua classe dos médios predadores. Ele hoje é um funcionário do Google, ele esta’ vivendo o papel de médio predador, como sempre viveu antes. E seu povo estaria no caminho errado, sofrendo injustiças e insatisfeito também.

Wael acredita que a Internet possa ser o fator de mutação que a humanidade tanto necessita. Mas ele mesmo aponta o fator que anula esta pretensão. Ele informa que um terço da humanidade tem Internet. Mesmo que ele detectasse o real problema, descobrisse a visão de mundo que produziria o efeito desta mutação, ele não levaria esta mutação aos outros dois terços- 5 a 6 bilhões de pessoas – que na sua maioria consiste dos genes com tendencia a massa retrograda, reacionária, das ovelhas.

O caos nos condenou antes antes de nascer-mos a “comer nosso pão com o suor do nosso rosto”. Nascemos como sistemas abertos, os quais dependem de energia externa e outros acomodativos para sobreviver. E uma segunda condenação que nos diz” tentaras progredir mentalmente e tecnologicamente antes que o planeta perca suas propriedades de suportar a vida”. Mas as classes A e B jamais se submeteriam `a primeira condenação, e a classe C, `a segunda. Wael que ser trabalhador sentado de computador e se puder vai abocanhar a maior quantidade de propriedades, ele nem sequer imagina-se arregaçando as mangas e fazendo sua parte do trabalho árduo e sujo e jamais dividiria suas terras ate ficar com o lote suficiente e necessário para ele sobreviver. E com isso, a humanidade vai para o desfecho da não obediência as condenações da Natureza, como os dinossauros, os leões, as águias, as baleias, e em seguida as ovelhas com a devastação da vegetação, vão para o mesmo caminho: a extinção.

Mas existe uma porta aberta. A auto-consciência não veio do caos, ainda não chegou na sua maturidade e potencialidade, não sabemos de onde ela vem. Ela pode ser uma força tentando nos conduzir a nossa transcendência. Mas ela esta atada a psique, esta ainda tem caninos, chifres e a melosa baba das ovelhas. Conseguira ela proceder a grande mutação dessa psique? Antes da Terra receber os últimos chocalhos do caos?

Seja como for, não sera’ a Internet e nem a energia gratuita do sol que produzira esta mutação. E’ da natureza dos predadores sempre vampirizarem as ovelhas para satisfazerem a necessidade mortal de seus caninos, e é da natureza das ovelhas manter a cabeça baixa pastando para que as partículas-informação da consciência que pairam no ar não as alcance. Uma unica estrategia descoberta pelos humanos no sentido de ajudar esse esforço que vem de fora a se sedimentar antes da extinção tem que ser voltada a atuação sobre a consciência de toda humanidade, das três classes. Essa estrategia tem que ser exorcista, imunizadora, do vírus entranhado na nossa carga genética. Essa descoberta tem que ser o despertar para a visão correta do mundo que consiga produzir uma desconstrução cultural simultânea nas três classes pela re-interpretação de todos os detalhes, todos os fenômenos naturais, a qual revela a outra face oculta da Natureza, o estado de ordem. Este que governa o equilíbrio do macro-universo e suas arquiteturas. A desconstrução cultural é a lapidação da psique eliminando aqueles ranços animalesco  e com isso vem o exorcismo. Esta é uma estrategia muito difícil, porem não vejo nenhuma outra alternativa. Mas ela é factível pois é possível descobrir a cosmovisão da verdade, haja visto que ja temos a descoberta da cosmovisão da Matrix/DNA que se aproxima bastante da final que necessitamos.

Então vamos ver a interessante palestra de Wael e aprender com sua experiencia. Para quem quer ver a legenda em português, clique no subtitles e escolha o idioma. Também tem o transcript do texto inteiro em português, o qual copiei abaixo para reler e sublinhar as informações principais.

 

http://www.ted.com/talks/wael_ghonim_let_s_design_social_media_that_drives_real_change?language=pt

Transcript:

0:12 Eu uma vez disse: “Se queremos libertar uma sociedade, “só precisamos da Internet.” Enganei-me.

0:21 Eu disse estas palavras em 2011, quando uma página de Facebook que eu criei anonimamente ajudou a desencadear a revolução egípcia. A Primavera Árabe revelou o maior potencial das redes sociais, mas também expôs os seus maiores defeitos. A mesma ferramenta que nos uniu para derrubarmos ditadores acabou por dividir-nos. Eu gostaria de partilhar a minha experiência relativamente ao uso das redes sociais para o ativismo, e falar sobre alguns dos desafios que enfrentei pessoalmente e sobre o que é que se poderia fazer.

0:58 No início da década de 2000, os árabes começavam a inundar a Internet. Sedentos de conhecimento, de oportunidades para se ligarem com o resto das pessoas em todo o mundo, escapávamos às nossas frustrantes realidades políticas e vivíamos uma vida alternativa virtual. Tal como muitos deles, também eu era completamente apolítico até 2009. Na altura, quando eu me liguei às redes sociais, comecei a ver cada vez mais egípcios que desejavam uma mudança política no país. Senti que não estava sozinho.

1:39 Em junho de 2010, a Internet mudou a minha vida para sempre. Enquanto navegava no Facebook, vi uma fotografia, uma fotografia terrível de um corpo, um cadáver torturado de um jovem egípcio. Chamava-se Khaled Said. Khaled era um alexandrino de 29 anos que fora morto pela polícia. Vi-me a mim mesmo na fotografia dele. Pensei: “Eu podia ser o Khaled.”.

2:11 Não consegui dormir nessa noite, e decidi fazer qualquer coisa. Anonimamente, criei uma página no Facebook e chamei-lhe “Somos todos Khaled Said.”. Em apenas três dias, a página tinha mais de 100 000 pessoas, outros egípcios que partilhavam a mesma preocupação. O quer que fosse que se estava a passar tinha de parar.

2:35 Recrutei o meu co-administrador, Abdel Rahman Mansour. Trabalhamos juntos horas e horas. Recolhemos ideias de pessoas na multidão. Tentávamos envolvê-las.Clamávamos colectivamente por ação, e partilhávamos notícias que o regime não queria que os egípcios soubessem. A página tornou-se a página mais seguida no mundo árabe. Tinha mais fãs que alguns órgãos de comunicação reputados e mesmo mais que algumas super-celebridades.

3:05 A 14 de janeiro de 2011, Ben Ali fugiu da Tunísia após protestos crescentes contra o seu regime. Eu vi uma centelha de esperança. Nas redes sociais, os egípcios pensavam: “Se a Tunísia conseguiu, porque é que nós não conseguimos?”.Publiquei um evento no Facebook e chamei-lhe “Uma Revolução contra a Corrupção, a Injustiça e a Ditadura.”. Fiz uma pergunta aos 300 000 utilizadores da página, na altura: “Hoje é 14 de Janeiro. “o dia 25 de Janeiro é o Dia da Polícia. “É um feriado nacional. “Se 100 000 de nós tomarmos as ruas do Cairo, “ninguém nos vai parar. “Será que o conseguiremos fazer?”

3:53 Em apenas poucos dias, o convite chegou a mais de um milhão de pessoas; e mais de 100 000 pessoas confirmaram a sua presença. As redes sociais foram fundamentais para esta campanha. Ajudaram ao levantamento de um movimento descentralizado. Fizeram as pessoas perceber que não estavam sozinhas. E fizeram com que fosse impossível o regime pará-la. Na altura, nem sequer a compreenderam. E a 25 de Janeiro, os egípcios inundaram as ruas do Cairo e de outras cidades, exigindo uma mudança, quebrando a barreira do medo e anunciando uma nova era.

4:32 Depois vieram as consequências. Umas horas antes de o regime bloquear a Internet e as telecomunicações, eu caminhava numa rua escura no Cairo, por volta da meia-noite. Eu tinha acabado de twittar: “Rezem pelo Egito. “O governo deve estar a planear um massacre para amanhã.”

4:52 Fui atingido com força na cabeça. Perdi o equilíbrio e caí, e de seguida vi quatro homens armados à minha volta. Um deles tapou-me a boca e os outros paralisaram-me. Eu sabia que estava a ser raptado pela segurança do estado.

5:09 Dei comigo numa cela, algemado e vendado. Estava aterrorizado. Assim como a minha família, que começou a procurar-me nos hospitais, nas esquadras de polícia, e até nas morgues.

5:25 Depois do meu desaparecimento, alguns dos meus colegas que sabiam que eu era o administrador da página contaram à comunicação social a minha ligação com essa página, e que eu provavelmente tinha sido preso pela segurança do estado. Os meus colegas na Google começaram uma campanha de busca para tentar encontrar-me e os outros manifestantes na praça de Tahrir exigiram a minha libertação.

5:47 Depois de 11 dias de absoluta escuridão, fui libertado. E três dias mais tarde,Mubarak foi obrigado a renunciar. Foi o momento mais inspirador e emancipador da minha vida. Foi um tempo de grande esperança. Os egípcios viveram 18 dias de utopia durante a revolução. Todos partilhavam a crença de que poderíamos viver juntos apesar das nossas diferenças, que o Egito, depois de Mubarak, seria para todos.

6:18 Mas infelizmente os acontecimentos do pós-revolução foram como um murro no estômago. A euforia dissipou-se, não conseguimos formar um consenso, e a luta política conduziu a uma polarização intensa. As redes sociais só amplificaram essa situação, ao facilitarem a propagação de desinformação, rumores, câmaras de ressonância e discursos de ódio. O ambiente era puramente tóxico. O meu mundo online tornou-se um campo de batalha cheio de provocações, mentiras, discursos de ódio. Comecei a preocupar-me com a segurança da minha família. Mas, claro, isto não tinha que ver apenas comigo. A polarização atingiu o seu pico entre as duas forças principais — os apoiantes do exército e os islamistas. As pessoas ao centro, como eu, começaram a sentir-se impotentes. Ambos os grupos queriam que ficássemos do seu lado; ou éramos a favor ou contra eles. E, a 3 de julho de 2013, o exército depôs o primeiro presidente do Egito democraticamente eleito,após três dias de protestos populares que exigiam a sua demissão.

7:33 Nesse dia tomei uma decisão muito difícil. Decidi ficar calado, absolutamente calado. Foi um momento de derrota. Mantive-me calado durante mais de dois anos,e usei o tempo para refletir sobre tudo o que tinha acontecido, tentando compreender porque é que acontecera. Tornou-se claro para mim que, apesar da polarização ser guiada principalmente pelo nosso comportamento humano, as redes sociais modelam este comportamento e amplificam o seu impacto. Digamos que queremos dizer algo que não se baseia em fatos, arranjar conflitos ou ignorar alguém de quem não gostamos. Tudo isto são impulsos humanos naturais, mas, por causa da tecnologia, agir segundo esses impulsos está à distância de apenas um clique.

8:23 Do meu ponto de vista, há cinco desafios críticos que as redes sociais enfrentam, hoje em dia 

8:29 Primeiro, não sabemos como lidar com rumores. Os rumores, que confirmam os preconceitos das pessoas, são considerados verdadeiros e espalham-se por milhões de pessoas.

8:41 Segundo, nós criamos as nossas próprias câmaras de eco. Temos tendência a comunicar apenas com pessoas que concordam connosco e, graças às redes sociais, podemos silenciar, deixar de seguir e bloquear todas as outras pessoas.

Terceiro, as discussões online rapidamente se transformam em multidões zangadas.

9:02 Todos nós provavelmente sabemos isso. É como se nos esquecêssemos que as pessoas por detrás dos ecrãs são mesmo pessoas reais e não apenas avatares.

9:12 Quarto, tornou-se verdadeiramente difícil mudar de opinião. Por causa da velocidade e da brevidade das redes sociais, somos forçados a tirar conclusões precipitadas e a escrever opiniões acutilantes em 140 caracteres sobre assuntos complexos do mundo. E, logo que o fazemos, fica para sempre na Internet, e temos menos motivação para mudarmos de posição, mesmo quando surgem novas evidências.

9:39 Quinto — e, na minha perspectiva, este é o mais crítico — hoje as nossas experiências com as redes sociais estão planeadas de um modo que favorece a difusão em lugar de envolvimento, favorece as publicações em vez de discussões, os comentários vazios em vez de conversas profundas. É como se concordássemos que estamos aqui para falarmos uns para os outros, em vez de falarmos uns com os outros.

10:04 Eu testemunhei o modo como estes desafios críticos agravaram a polarização já existente na sociedade egípcia, mas isto não tem apenas que ver com o Egito. A polarização está a crescer em todo o mundo. Precisamos de nos esforçar por compreender como é que a tecnologia poderá ser parte da solução, e não parte do problema.

10:26 Há um grande debate hoje em dia sobre como combater a intimidação online e como combater as provocações. Isto é muito importante. Ninguém poderá dizer o contrário. Mas também precisamos de pensar em como conceber experiências de redes sociais que promovam o civismo e recompensem a ponderação. Sei por experiência que, se escrever uma publicação mais sensacionalista, mais parcial, por vezes irada e agressiva, tenho mais gente a ver essa publicação. Vou ganhar mais atenção.

10:58 E se nos focarmos mais na qualidade? O que é mais importante: o número total de leitores de uma publicação que escrevemos ou quem são as pessoas que têm impacto e que lêem o que escrevemos? Não poderíamos simplesmente dar mais incentivos às pessoas para se envolverem em conversas, em vez de apenas difundirmos opiniões a toda a hora? Ou recompensar as pessoas por lerem e responderem a pontos de vista com os quais discordam? E também, tornar socialmente aceitável mudarmos de opinião, ou até mesmo recompensar essa mudança? E se tivermos uma matriz que diga quantas pessoas mudaram de opinião, e isso se tornar parte da nossa experiência nas redes sociais? Se eu pudesse seguir quantas pessoas vão mudando de opinião, provavelmente escreveria com mais consideração, tentando eu próprio mudar, em vez de apelar às pessoas que já concordam comigo e “gostar” apenas porque acabei de confirmar os preconceitos delas.

11:54 Também precisamos de pensar em mecanismos eficazes de “crowdsourcing” para verificar informações largamente difundidas online e recompensar as pessoas que contribuam para isso. Em suma, precisamos de repensar o ecossistema atual das redes sociais e redesenhar as suas experiências para recompensar a ponderação, o civismo e a compreensão mútua.

12:16 Enquanto crente da Internet, juntei-me com alguns amigos, iniciei um novo projeto, na tentativa de encontrar respostas e explorar possibilidades. O nosso primeiro produto é uma nova plataforma para conversas. Estamos a acolher conversas que promovem a compreensão mútua e, com sorte, mudam mentalidades. Nós não alegamos ter as respostas, mas começamos a experimentar com diferentes discussões sobre assuntos muito fracturantes, tais como raça, controlo de armas, o debate sobre os refugiados, a relação entre o Islão e o terrorismo. Estas são conversas que importam.

12:53 Hoje em dia, pelo menos uma em cada três pessoas no planeta tem acesso à Internet. Mas parte desta Internet mantém-se refém dos aspectos menos nobres do nosso comportamento humano.

13:09 Há cinco anos, eu disse: “Se quiserem libertar a sociedade, “só necessitam da Internet.”

13:18 Hoje, acredito que, se queremos libertar a sociedade, temos primeiro de libertar a Internet. Muito obrigado. (Aplausos).

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Parecer da Matrix/DNA:

O texto serve como evidencia para a teoria que descrevi acima. A polarização surgiu entre grandes predadores ( aristocracia por trás dos generais do exercito) e os islamitas, as ovelhas. Enquanto isso, as pessoas de centro ( os lobos, as raposas) se viram impotentes, mas sera’ sempre assim pois na verdade, é a classe mais fraca das três. Eles não tem a força, a ferocidade e radicalismo dos leões para sujeitar o enorme numero de todas as ovelhas, ao mesmo tempo que não tem a força para vencer os leões.

Mas e’ preciso lembrar que a humanidade veio da selva na forma de um ancestral que era carnívoro e vegetariano ao mesmo tempo. O que significa que ao nascer, cada humano ainda não tenha determinado instinto. Sera a educação familiar e social no local onde ele nascer, a cultura que modela seu comportamento, que fara expressar um dos três instintos. Alem disso, mesmo que a pessoa nasça, digamos dentre as ovelhas, alguma forma de mutação casuística ao nascer pode revelar uma ovelha com tendencia a predador. Sao vários exemplos, um bem conhecido e’ o caso do Presidente Lula, do Brasil.

Segundo Wael, ninguém conseguia mudar de opinião. Isto porque a opinião esta’ determinada no inconsciente, na psique. E por fim ele denuncia a vileza do comportamento humano. Sim, é um comportamento forjado pelo estado de caos da Natureza.

E o comentario que postei no TED:

Louis Morelli – Posted 3/10/2017
For his project and dealing with movements like that in Egypt, the engineer Wael need a Biologist and a Psychologist. There was/is no polarization, but three groups, included the group of Wael. The very cause goes back to humans origins and even life’s origins. I learned it living years isolated at Amazon jungle, from where came ours ancestrals.

All social systems created by humans ( be it monarchy, communism, capitalism, etc.) mimics the division of power and the rules among the animals in the jungle. There is the big predators ( the aristocracy behind the arm’s chiefs), the medium predators ( the medium class of Mr. Wael) and the preys (the islamitas). These instincts are encrypted at our genetics which produces our psyche. The bias for predators has hidden canines in their physique and they will die trying to keep their territories and preys, because they can not live in a equalitary system.

Internet is merely a tool being driven by humans. The nature of humans is the decision making. If you want a movement towards the transcendence of humans before their extinction due the transformations of the planet, you need a strategy for exorcising these instincts from our genetics and its product – the psyche. And the unique strategy that is trying to do it and has the weapons for doing it is the Matrix/DNA world view

Gravitação e a Discordancia da Matrix/DNA no Youtube

terça-feira, março 7th, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=da4W30vOWpI

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Mar-03/07/2017

My friend, since you says “the idea of how we think of mass and energy is flawed”, and you are a student, I can bet on you. I found a new and different world view applying different methods like comparative anatomy among non-living and living natural systems for understanding the formation of Amazon biosphere. The final results is a totally different history than this academic world view built by the methods of Physics and Math. So, my suggestion to you: do not permit to be indoctrinated, think and try out of the box. I am not saying that my world view is the most correct, only that it shows there are others rational alternatives. My models are suggesting that there is a link between cosmological and biological evolution. So, the first living cell is merely evolution from atoms and astronomic systems. There is a universal formula ( see it at my website) inside all natural systems, so, DNA – the universal formula of living things – is evolution of this formula that also built atoms and galaxies. I call it Matrix/DNA. I found the beginning of this formula at the Big Bang, in shape of light waves ( see the electromagnetic spectrum with the formula at my website). But my interpretation is that light has no energy, neither mass, but a force, like our thoughts, mind, has a force that moves our bodies. When the wave of light propagates into spacetime is same thing when your own body is born and propagates into space time, growing. Advancing into dark matter ( or other name for space’s substance) light produces or creates friction and this friction is energy. When a light wave is established it separates portions of dark-matter plus energy which will be parts of a working natural system – the first atom and from here, galaxies, cells systems, etc. Then, every natural system like our own bodies has this internal field of energy which produces the electromagnetic field. And this field is responsible by the effects that they are calling “gravity”. Never the big force produced by astronomic bodies could making any effect on small things like apples or papers. And if there is curved spacetime, it is not between a tree and the floor… think about it… Keep opened mind and you can correct the bad ways that are deriving our Science into fantasies, like multiverse, black holes, vacuum vibration,etc. Cheers…

Mensagem da Matrix/DNA aos Comunistas e Exorcizados

terça-feira, fevereiro 28th, 2017

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Este filme ( com link abaixo) deveria ser visto por todos que querem mudar o mundo, principalmente comunistas, socialistas. Iniciar uma militância escrita/verbal revolucionária dentro do atual sistema capitalista e’ ingenuidade, causa perdida e um erro fatal, cujo fim e’ a tortura ate’ a morte. Eu aprendi isso a duras penas na selva amazônica, quando liderei meus alunos e mais 3.000 homens na militância para evitar que corporações tomassem a mina de Serra Pelada de seus donos, os garimpeiros. Planejamos a operação de maneira que não se praticasse nenhuma violência e não se ficasse exposto a todos ardis de violência usados pelos inimigos. Mas os meus homens, no poder, se embriagaram e tornaram-se incontroláveis. O difícil não e’ começar e sim o cessar a estupidez de erros atras de erros.
Então, essa militância tipo coxinha que começa pela denúncia e desafios na Internet sempre alcança os radicais que principiam a militância de fato, violenta. E e’ justamente isto que mais satisfaz os dominantes no poder, leões adoram a oportunidade de aplicarem suas forças e ver carnificina.
Então, sempre acontece como neste filme: famílias de classe media são visitadas na calada da noite pelos torturadores e o jovem coxinha militante que estava sendo espionado na Internet e’ retirado da cama, vai para o porão da tortura e nunca mais volta.
O revolucionário tem, antes de tudo, entender a real psique do dominante. Esta e’ herdada da carga genética que vem dos animais, com seus instintos animalescos, e eles trazem o tipo predador. estude, observe os leões no seu território para entender os dominantes do sistema competitivo capitalista. selvagem de hoje.E para entender a psique de seus policiais, torturadores, capatazes de todos os tipos, estude e observe os médios predadores, como os lobos que fazem incursões no território dos leões para se alimentarem das sobras das presas.
Cutucar, criticar, desafiar, os leões sem ter misseis, drones, canhões, etc., e’ atitude de burro, e’ pedir para ser torturado e morto. Assim foi com a guerrilha do Araguaia, com o MR8, com Marighela, com Tiradentes, Jesus Cristo e etc.
Existe um único método: obter primeiro um poder financeiro, formando uma mafia porque vais combater uma mafia.Sociedade anonima adquirindo terras para subsistência e industrialização, formação de cooperativas de consumo e produção, e boicotes econômicos de todo tipo, dentro da lei. Uma ciência e tecnologia baseada na visão de sistemas como e’ a Matrix/DNA Theory, pela qual tanto se destrói como se constrói qualquer sistema automatizado, sem dar um tiro.
Mas tudo isso sera’ o que aprendeu Che Guevara nos seus últimos minutos de vida, quando um camponês que ele lutou para salvar do capitalismo criticou-o dizendo que não queria ser salvo ( veja o filme : “A Causa Perdida”.
Os homens tem a psique dominada pelo que esta no complexo reptiliano antes do que esta no cortex cerebral. Ali se alojam os três instintos animalescos e dar o comunismo para as presas e’ tao errado como dar o capitalismo para os predadores. A evolução natural tende a exorcizar estes instintos mas ela e’ lenta, conta-se aos milhares de anos, porem, enquanto estes instintos não forem exorcizados, e’ causa perdida ter ideologias. Por isso, ninguém vai mudar o mundo, a não ser que tivesse ajuda de extra-terrestres, inclusive operando a nível genético.
A maioria dos militantes comunistas de hoje são iguais aos que fundaram o PT e eu aprendi isso porque participei disso mas sai quando percebi o obvio: não são exorcizados desejando a justiça cósmica na Terra mas sim presas que nasceram com mutação para médios predadores, lobos e raposas com pretensão de desbancar os leões e tomarem seu lugar. E tudo fica na mesma.
para os exorcizados só existe uma atitude sensata: unirem-se para obterem poder econômico. Ensinar as presas a fazer as associações econômicas na produção e consumo para se libertarem do emprego escravagista. Ensinar o boicote, desde a bancos a culto de celebridades globais. Mas antes de tudo, conduzir os libertos a uma nova visão de mundo que seja antidoto contra estes genes animalescos e suas ideologias. Uma visão de mundo como a Matrix/DNA.
Agora assista o filme e relembre como funciona de fato a realidade. Senão vocês vão terem seu Pinochet no Brasil. E depois suas mães vão cruzarem nas ruas com os torturadores e assassinos de seus filhos a passearem tranquilamente. Porque estes filhos não entenderam antes como funciona esta Natureza.

Nostalgia da Luz

http://www.ustream.tv/recorded/26976695

Quem vai decidir o destino da Humanidade: Tecnologia ou Meio-Ambiente?

segunda-feira, fevereiro 20th, 2017

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Voltem que nos f... tudo!

Voltem que nos f… tudo!

O Mar criou a Vida e com ela se contaminou `a sua morte

O Mar criou a Vida e com ela se contaminou `a sua morte

Is technology an evolution technology-stopper?

Is technology an evolution technology-stopper?

 

Do Macaco ao Big Brother

Do Macaco ao Big Brother

Debate.org

http://www.debate.org/debates/Technology-advancement-is-not-more-important-than-the-environment/1/comments/

Technology advancement is not more important than the environment

Posted by MatrixDNA  – 02/20/2017
MatrixDNA

The billionaires of high class – like Trump, the Rothchilds, etc. – never will agree with you. Why? The lions does not permit changing their rules and habits when governing their territories and sheeps. So, there are human beings whose genetics still are dominated by these instincts of big predator/middle predators/preys inherited from our ancestors animals, the proof is that all created social system till now mimics this division of power/classes we see in the jungle.

Big human predators of its own species believes that their star always is brilliant, the Universe and Nature are conspiring for them, God approves their existence as such. The problem is that they are funding the evolution of sciences and technology for to fit their best welfare. They are the natural selectors of science/technology evolution, not Nature, not the environment, not consciousness and its intelligence. Then, our technological evolution is biased, we only discover what we are looking for and not what the Universe would like we discovering. At Matrix/DNA worldview we are discovering that a whole new scientific and technological field exists, it should be better for synchronizing humans with their Nature, but we have exorcised those three instincts from our soul, then, we are not going to get the power for decisions.

Since that all big predators were extincts or are going towards their extinction, if humanity permits these humans guided by their reptilian complex continuing to decide our destiny – which is not the destiny of Nature, consciousness, the whole species will be destroyed by the environment. Yours choice