Archive for the ‘Teoria da Matrix/DNA’ Category

A Ciencia nunca obteve material do nucleo da Terra – Teoria da Formação dos Planetas

segunda-feira, dezembro 12th, 2016

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Informacao importante para a Matrix/DNA Theory:

“People study these to figure out what’s going on at the center of the Earth,” Corrigan said. “We are never going to get samples from the core of the Earth,” — no human drilling operation has even gotten halfway through the crust to the mantle — but these are the next best thing. ( Cari Corrigan, Smithsonian geologist )

https://www.washingtonpost.com/news/speaking-of-science/wp/2016/12/07/this-hidden-smithsonian-vault-contains-the-oldest-things-in-the-solar-system/?utm_term=.7e04cca7eef9&wpisrc=nl_science&wpmm=1

 

Porque não podemos doar `a Humanidade, o poder tecnológico sobre a matéria e energia

sexta-feira, novembro 4th, 2016

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” Se você conhece e tem poder para manipular galaxias, e, como dissestes, gostas da especie humana, porque não nos cede o conhecimento e poder apenas suficiente para resolver-mos nossos problemas atuais?” – perguntei eu ao sacerdote que se dizia incorporado por Lúcifer, e que este seria um “espirito da Luz”.

” Porque a humanidade não esta’ preparada. Se eu lhes desse esse poder,  a primeira coisa que fariam seria parar o sol ao meio-dia, para ter claridade por 24 horas, para ter mais tempo para ganhar mais dinheiro…”

Esse dialogo de fato aconteceu quando fui convidado por uma seita de misticos estranhos a um ritual no alto da montanha de Serra Pelada – a maior mina de ouro a céu aberto do mundo, na selva amazônica, para onde afluíram 80.000 homens, em 1986. O restante da conversa parece coisa de outro mundo, quando o incorporado explicou o significado da existência e dos eventos ocorrendo em Serra Pelada e no planeta em geral, mas não vamos nos alongar nisso agora porque este não é o objetivo deste artigo.

Quero aqui lembrar que eu descobri uma formula natural poderosíssima que poderia mudar totalmente a nossa existência – se a formula passar no teste e realmente funcionar. Tenho divulgado-a neste website sob o nome de formula da Matrix/DNA, mas ninguém ainda conseguiu captar o possível poder da formula porque ninguém aprendeu a pensar a formula, como eu apos 35 anos observando-a e estudando-a.

Mas todas as possibilidades de fantástico poder que tenho visualizado na formula, nenhuma é no sentido de destruir, matar, que poderia ter interesse militar. Todas as inúmeras fantásticas possibilidades são apenas em beneficio, para o bem do homem.

Nada produzi de pratico porque qualquer destas possibilidades demandam a aplicação de recursos materiais que eu, sozinho nesta empresa, não possuo. Mas vamos dizer que de repente eu ganhasse uma boa soma na loteria e trabalhasse essa formula obtendo o real poder de transformar a vida da humanidade, para o bem. Infelizmente eu teria que manter tudo isso em segredo, não doar nada para ninguém. Porque? Lúcifer acima me fez perceber o erro que eu faria, pois o que seria para o bem, poderia tornar-se terrivelmente mal para a humanidade.

E’ preciso antes entender e aceitar a triste realidade que o corpo carnal e mesmo o cérebro humano veio da evolução de animais irracionais e nas selvas. Portanto os instintos animais ainda dominam nossa carga genética, e não tem como exorcizar esse animalismo do ser humano repentinamente. Por exemplo, o animalesco comportamento de matar animais e come-los, nunca vai desaparecer enquanto ainda tiver-mos os dentes caninos. Apenas a Natureza, a evolução, e o tempo, poderão fazer essa transformação, mesmo que Jesus Cristo venha a Terra cem vezes repetir seu discurso educativo visando a transcendentalidade da auto-consciência humana.

Um destes principais instintos – e o que determina que a humanidade ainda não pode ter o poder sobre a matéria e energia – fica bastante visível e evidente quando pensamos sobre todos os tipos de sistemas sociais criados na historia da humanidade ate hoje. Todos eles (seja o tribalismo, o feudalismo, o comunismo, o capitalismo, etc.) apresentam o mesmo padrão estrutural. As regras ou leis sociais geram sistemas em que o poder maior pertença a uma aristocracia ou alta classe, um resto de poder menor e’ concedido a classe media, e em terceiro a classe baixa sem poder algum. Porque em continentes e eras tao distantes entre si seus povos apresentam sempre o mesmo padrão? Qual então foi a base da origem deste padrão?

Meus sete anos na selva amazônica me forneceu a resposta límpida e clara. Os animais também apresentam a mesma divisão de poderes, as mesmas regras sociais. Assim temos os grandes predadores, os médios predadores, e as presas.

Ora, sabemos que nestes sistemas, como ainda acontece nos sistemas atuais, 85% ou mais da população vive torturada sob o equilíbrio da miséria. Se dessemos o poder a humanidade hoje de controlar a matéria e energia do sistema solar, e portanto a facilidade de sanar todos os problemas destes 85% dos povos, nada seria solucionado que não fosse conveniente ao vampirismo da classe dominante, e um poder ainda mair se concentraria nas mãos da classe dominante. Enquanto temos caninos vamos matar animais e comer carne, enquanto este instinto de predador existir, os predadores não saberão existir sem as presas. E apenas poderão existir as presas enquanto elas forem mais fracas e dependentes dos predadores, o que tem sido obtido pela escassez ou ciclo da miséria.

Obviamente que muitas soluções seriam repassadas aos cerca de 7.5 bilhões de humanos das classes baixas. A cura das doenças tradicionais mortais, a liberação do trabalho escravo rotineiro, etc. A tortura e maleficio as classes baixas viriam por outro lado, talvez pior ainda. O modelo social iria na direcao do Admirável Mundo Novo de Huxley, sob o domínio do Grande Irmão, de Orwell. O paraíso para os corpos humanos seria implantado na Terra, o qual seria recuperado e transformado num planeta ajardinado.

Mas se a minha formula tem fornecido explicações inusitadas, jamais imaginadas, para todos os fenômenos e eventos reais, naturais, e novos significados de existências destes fenômenos naturais como é o próprio ser humano, é a sua sugestão de qual é a razão “cósmica” da existência da humanidade, a que mais indica o despreparo da humanidade para manipular esse poder. A cosmovisão da Matrix/DNA sugere que este Universo perceptível aos nossos sensores nada mais é que uma especie de placenta onde esta’ ocorrendo um processo genético de reprodução, a embriogênese de um ser auto-consciente. E sendo o homem um dos agentes dotados de um principio de auto-consciência significa que os seres humanos são genes construindo este embrião. Então a essência da existência humana e’ sua mente, sua auto-consciência, o resto todo sera descartável junto com a placenta.

Mas o paraíso terrestre do grande Irmão seria exatamente o aborto assassino e prematuro deste embrião. Neste paraíso não existiria lugar para a auto-consciência, já que ele seria o reino da estupidez total , o coroamento da prevalência daqueles instintos irracionais herdados dos animais. E o controle deste poder iria catapultar a especie humana ao espaço sideral, exportando todo o luxo poluidor, e a malignidade destes instintos para planetas com formas de vida mais primitivas. Cada homem é um gene, uma informação genética que nada nem ninguém mais tem neste Universo, então ele precisa ser livre para trabalhar sua missão cósmica, ou seja, sua consciência precisa ser livre. Todo o resto de sua existência atual são meros acessórios. E doar o poder a humanidade significa que os grandes predadores não abririam mão de seu instinto canino e os 85% seriam assassinados, abortados fora, em sua essência existencial.

Eu vou voltar a selva amazônica, preciso dar continuidade a alguns tópicos que apenas a natureza virgem da selva pode solucionar. E desta vez levarei alguns instrumentos, alguns recursos materiais mais poderosos. Mas seu conseguir algum resultado efetivo, ele servira apenas para a minha satisfação pessoal, a minha declaração de que “Vim, vi, e venci”, porque ele ficara como segredo enterrado na selva. O único tipo de resultado que eu traria para o seio da civilização e tentaria aplica-lo, seria algo relacionado a aceleração do exorcismo destes instintos da carga genética humana. Se eu não puder fazer algo em beneficio da minha especie e da grande meta desta nossa existência, que eu seja morto antes que faça algo em prejuízo desta especie e daquele ou daquilo que gerou este Universo. Isto não e’ complexo de Messias, e’ apenas aquele raciocínio logico de todo ser humano, pelo qual não fazemos algo que sera’ ruim para nos mesmos.

 

Autofagia Celular: A Auto-Reciclagem da Galaxia Projetada na Célula Viva

sábado, outubro 8th, 2016

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(Artigo/tese em construcao)

Na célula vao se juntando materiais que nao funcionam mais, como organelas, proteinas, etc. Se isto continuar pode tornar a celula inoperante e leva-la a destruicao. Mas no microscopico mundo dos atomos e moleculas, surgiu um mecanismo de extraordinaria engenharia para salvar a celula. Os materiais desgastados sao reunidos, em volta deles se forma uma membrana e como um bolido este saco de materiais degradados e’ conduzido `a usina de destruicao de lixo da celula, o lisosomo. Daqui esse corpo e’ expulso para fora. Este mecanismo e’ denomainado ” autofagia” e foi descoberto pelo cientista japones Oshumi, o qual ainda descobriu 15 genes envolvidos no processo. Acontece que as vezes este mecanismo nao funciona bem e isto e’ causa de mortais doencas, como Parkinsons, diabetes, cancer, etc. Por isto Oshumi ganhou o Premio Nobel para Fisiologia e Medicina de 2016.

Tudo bem… Assim como esta escrito acima, a Ciência Academica faz seu trabalho, que e’ observar um fenomeno existente, tentar repeti-lo ou imita-lo tecnologicamente, tentar manipula-lo experimentalmente para corrigir erros, transmitir a descricao do fenomeno aos estudantes.

Porem, eu trabalho com filosofia naturalista, a qual busca se informar sobre estas informacoes que vem da Ciencia Academica ou empiricamente, tenta conectar os fenomenos num quadro para buscar uma visao de conjunto geral da Natureza. Mas nao e’ apenas conecta-los em termos de espaco, e sim, tambem conecta-los em termos de tempo, de sequencia de eventos, buscando conhecer a evolucao universal. Para isso, o filosofo naturalista, ao ler esta informacao, imediatamente se faz a pergunta: “Qual a causa”? Ou seja: como, porque e de onde a Natureza obteve forcas, recursos e informacoes, para construir este fenomeno – que no caso acima, e’ um mecanismo, ou um processo?

A Ciencia Academica descreve o que esta acontecendo no presente, pois ela apenas pode lidar com fatos existentes aqui e agora. Existe uma area derivada desta Ciencia que tenta conectar os fatos atuais com resquicios, fosseis, de teorizados fatos ou eventos ocorridos no passado, tambem buscando uma visao de conjunto, que e’ a area da teoria evolucionista.

Mas para conectar fatos entre si, no tempo, e’ preciso imaginar um mecanismo ou processo universal guiando estas conexoes. Se uma pessoa torna-se um suicida atrelando ao corpo uma bomba, imediatamente nossa mente conecta o evento da explosao com algum grupo ideologico/religioso, e esta conexao e’ o processo imaginado que explica a ocorrencia. Sendo um animal pragmatico, que busca acima de tudo sua sobrevivencia, o ser humano normalmente nao se suicida, ao menos, nao dessa maneira. Nao existe uma explicacao naturalista, materialista, racionalista, para tal processo. Somos obrigados a recorrer a abstracao e aceita-la como sendo uma forca real dirigindo tal processo.

Assim nasceram as religioes. Inventamos imaginariamente uma entidade abstrata, um mecanismo ou processo abstrato, para explicar os fatos sem conhecimento de causas que presenciamos na vida real. A teoria evolucionista nao poderia ser diferente, e o processo ou mecanismo abstrato que ela encontrou para satisfazer sua necessidade de explicacoes foi uma entidade abstrata – o Acaso Absoluto Construtor de Complexidade. Entao, como no texto da organizacao do Premio Nobel explicando o trabalho de Oshumi ( copiado abaixo para ser traduzido e rememorado), e como no texto do Professor de Biologia – PZ Myers (tambem copiado aqui abaixo), descreve-se o fato descoberto e para-se nesta descricao. Diz-se que a celula tem um mecanismo chamado autofagia… e so’. O mecanismo foi inicialmente descoberto na celula de um micro-organismo – o yeast – e depois Oshumi verificou que celulas humanas tambem apresentam o mecanismo. Se a teoria evolucionaria se ocupasse de tambem estudar as evolucoes dos mecanismos, iria investigar a diferenca entre o processo na celula do micro-organismo e o processo na celula humana, mas com certeza, as diferencias seriam imputadas a mutacoes nos genes que dirigem o processo e estas mutacoes, como acreditam, ocorrem por acaso, ou mais literalmente, por erros de transcricao na reprodução. Alguns erros -segundo esta teoria – coincidem de providenciarem melhorias ao organismo, e por isso são mantidos hereditariamente. A causa fundamental sera’ sempre o tal do acaso.

Em vista disso, o que a humanidade vai fazer na tentativa de combater as mortais doencas? Primeiro – e ja comecou a corrida entre competidores – sera descobrir drogas que inibam a proteina tal que faz tal coisa, etc. Ou seja, atuar depois do mal instalado e nao para elimina-lo de vez e sim para atenuar seus efeitos danosos. Num segundo caso e numa investigacao mais profunda, tentar-se-a’ eliminar estes genes mutados inserindo os genes originais. mas isto nao tem funcionado com estas doencas milenares mortais, elas continuam existindo.

Entao, nesta altura dos acontcimentos, entra em cena o filosofo naturalista. Ao inves de ir ao laboratorio procurar as drogas e os genes mutados, ele parou antes, ao receber a informacao da existencia do mecanismo, justo no momento que o texto diz: a celula tem um mecanismo…

Como?… a celula tem um mecanismo? Celula ‘e um amontoado de atomos que com a evolicao de junaram em moleculas, algumas se juntaram formando organelas, o DNA e o RNA, etc. Cada um destes elementos, que sao os resultados finais das diferentes combinacoes de diferentes atomos, tem sua historia evolutiva. Mas qual a historia evolutiva deste mecanismo? Como a natureza bruta e cega produziu isto, e dentro de um sistema celular?

Aqui comeca o trabalho do filosofo naturalista, e apesar de ser desprezado e, muitas vezes, motivo de ironias por parte dos investigadores cientistas que atuam com “as mãos na massa”, eu penso que a maioria dos seres humanos iriam preferir botar o guarda-po branco e correr para a mesa do laboratorio do que escrever estas perguntas no papel e começar a raciocinar buscando as respostas apenas mentalmente.  Como, porque, de onde a natureza bruta e cega obteve informacoes para criar isto?!

E entao, primeiro o filosofo tenta se concenrar na essencia, no conceito do que ele esta buscando. Neste caso o conceito e’ denominado”mecanismo”. O que e’ mecanismo? E logo vem a mente de como o homem faz um projeto no papel “criando” um mecanismo:

Assim esta desenhado um mecanismo pela inteligencia humana. Mas este desenho e’ semelhante ao desenho de um mecanismo criado pela Natureza. A celula, os organismos, contem milhares de mecanismos similares. Desde que refutei a teoria religiosa e a teoria do acaso, tive que procurar uma outra teoria para explicar como este desenho existe naturalmente. A minha teoria se inicia correndo em paralelo a teoria do acaso, porque ambas rebuscam um processo imaginario, que ‘e a evolucao. Porem o paralelismo termina ai’. Na teoria do acaso, este desenho acima teria comecado num sistema biologico, ou ainda num amontoado de atomos chamado de molecula, com uma das suas pecas, digamos, a peca numero um. Uma barra feita de atomos alinhados e’ movida como um pendulo e seu movimento de vai-e-vem por alguma forca externa, como o vento, ou a corente de fluxo sanguineo, etc. Ao assim se mover ela vai atritando com outra peca proxima – outro montoado de atomos – de maneira que vai gerando dentes nas duas pecas e assim surge uma engrenagem. na teoria do acaso o acaso estaria na existencia desta primeira barra, ela surgiu porque aomos foram empurrados para um mesmo ponto no espaco e no mesmo tempo, etc. Os acontecimentos seguintes foram nao mais por acaso e sim um mero e normal desenrolar de movimentos e seus efeitos. Ate a coisa toda culminar com o desenho acima completo. Na minha teoria, se quebrar-mos uma onda de luz natural em sete pedacos – cada qual contendo uma de suas sete vibracoes/frequencias – e solta-las livre em um mesmo ponto do espaco/tempo, elas se misturam com a substancia espacial, geram eletricidade e depois se juntam na mesma sequencia que estavam antes, e como resultado final surge um mecanismo igual ao do desenho. Mas isto nunca foi feito, e nem a natureza o fez, com uma onda de luz natural. A natureza fez este mecanismo usando sistemas que resultaram da evolucao de sistemas anteriores de maneira que regredindo no tempo, so assim entao, vamos chegar a onde de luz primordial. Entao para produzir isto na celula a natureza antes produziu-o de forma menos complexa no sistema astronimico que oriduziu a celula, e antes aindam nos atomos que produziram o sistema astronomico, e antes ainda, nas particulas… de maneira que todas estas fases da evolucao podem ser desenhadas na forma de uma formula, e nest formula se ve claramente o desenho deste mecanismo. Assim a natureza bruta e cega teria produzido esta obra de engenharia na celula vital. O problma esta na “engenharia”. Naturezas brutas e cegas nao geram engenharias. esta engenharia esta na onda de luz natural a qual veio com o Big Bang de algum lugar antes e acima do Big bang, de um lemento que produziu o Big Bang. O qual deve ser um elemento natural, porem, extra-universal, e considerando-se o seu produto, deve tratar de uma natureza mais complexa que a que vemos dentro deste Universo.

Acontece que no meu caso em particular, em que ja se conta 50 anos trabalhando este metodo, fui obtendo respostas racionais porem ainda teoricas, que explicam como a natureza criou todos os elementos envolvidos neste mecanismo, desde as organlas, as proteinas ao Dna. E acontece ainda que todas estas respostas desembocaram numa resposta universal, a qual e’ um novo processo imaginado que substitue os imaginados pelas religioes e pela Cencia Academica. Mas nao apenas os elemtnos factuais, visuas, palpaveis, chegaram na mesma resposta universal; tambem os mecanismos e processos naturais sao explicados na mesma resposta. E ela foi denominada ” Formula da Matrix/DNA”.

( Pausa: busca da definicao de “mecanismo”

Significado de Mecanismo

Dicionario portugues: Combinação de órgãos ou de peças dispostos de maneira que se obtenha um resultado determinado.Conjunto de órgãos, cuja atividade é interdependente: o mecanismo do corpo humano.[Figurado] Modo de funcionamento: o mecanismo do raciocínio ou da linguagem.

Mecanismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Mecanismo em movimento

Mecanismo é um conjunto de elementos rígidos, móveis uns relativamente a outros, unidos entre si mediante diferentes tipos de junções chamadas pares cinemáticos (pernas, uniões de contato, passadores, etc.), cujo propósito é a transmissão e/ou transformação de movimentos e forças. São, portanto, as abstrações teóricas do funcionamento das máquinas, e de seu estudo se ocupa a Teoria de Mecanismos.

Baseando-se em princípios da álgebra linear e física, se criam esqueletos vetoriais, com os quais se formam sistemas de equações. A diferença de um problema de cinemática oudinâmica básico, um mecanismo não é considerado como uma massa pontual e, devido a que os elementos que conformam a um mecanismo apresentam combinações de movimentos relativos de rotação e translação, é necessário levar em conta conceitos como centro de gravidade, momento de inércia, velocidade angular, etc.

 

 

 

Autophagy wins a Nobel

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/10/03/autophagy-wins-a-nobel/

Posted by PZ Myers on October 3, 2016

Well, actually, Yoshinori Ohsumi has won the prize for his work on autophagy, a cellular process you may have never heard of before. The word means “self eating”, and it’s an important pathway that takes chunks of the internal content of the cell and throws them into the cell’s incinerator, the lysosome, where enzymes and reactive chemicals shred them down into their constituent amino acids and other organic compounds for reuse. What makes it interesting is that the cell doesn’t want to just indiscriminately trash internal components; there are proteins that recognize damaged organelles and malfunctioning bits and packages them up in a tidy little double membrane bound vesicle that fuses with the lysosome and destroys them.

At least, most of the time it’s selective. It was first characterized by Ohsumi in yeast, where, if you starve the cells, they start self-cannibalizing to survive. If you use mutant yeast that lack some of the degradative enzymes, they are unable to break down the materials being dumped into the lysosome, and the vacuoles just get larger and larger, making it relatively easy to screen for changes in the machinery for autophagy.

Autophagy in yeast. In starvation-induced (non-selective) autophagy,  the isolation membrane mainly non-selectively engulfs cytosolic constituents and organelles to form the autophagosome. The inner membrane-bound structure of the autophagosome (the autophagic body) is released into the vacuolar lumen following fusion of the outer membrane with the vacuolar membrane, and is disintegrated to allow degradation of the contents by resident hydrolyases. In selective autophagy, specific cargoes (protein complexes or organelles) are enwrapped by membrane vesicles that are similar to autophagosomes, and are delivered to the vacuole for degradation. Although the Cvt (cytoplasm-to-vacuole targeting) pathway mediates the biosynthetic transport of vacuolar enzymes, its membrane dynamics and mechanism are almost the same as those of selective autophagy (see the main text).

Autophagy in yeast. In starvation-induced (non-selective) autophagy, the isolation membrane mainly non-selectively engulfs cytosolic constituents and organelles to form the autophagosome. The inner membrane-bound structure of the autophagosome (the autophagic body) is released into the vacuolar lumen following fusion of the outer membrane with the vacuolar membrane, and is disintegrated to allow degradation of the contents by resident hydrolyases. In selective autophagy, specific cargoes (protein complexes or organelles) are enwrapped by membrane vesicles that are similar to autophagosomes, and are delivered to the vacuole for degradation. Although the Cvt (cytoplasm-to-vacuole targeting) pathway mediates the biosynthetic transport of vacuolar enzymes, its membrane dynamics and mechanism are almost the same as those of selective autophagy (see the main text)

Taking out the trash is a vital procedure for cells, as well as for maintenance of your household, and there are cases where autophagy is implicated in human diseases. For instance, mitochondria are intensely active metabolically, and experience a lot of wear and tear. Your cells take old, busted mitochondria, tag them with proteins, and recycle them with a specific subset of autophagy called mitophagy, or mitochondria-eating. Some forms of Parkinson’s disease seem to be caused by defects in the mitophagy machinery, causing defective mitochondria to accumulate in the cell and impairing normal function.

Autophagy also seems to have some complex roles in cancer. It can be a good thing, in that early on if defective proteins and organelles accumulate, they can be sensed and destroyed, so autophagy in that case is a defense against cancer. However, cancer can also subvert that machinery and route the cell’s defenses right into the trash.

But also, autophagy seems to be involved in every step in cancer metastasis. This shouldn’t be a surprise, since autophagy is used to regulate the activity of the cell in all kinds of behaviors.

Schematic illustrating roles of autophagy in the metastatic cascade. Autophagy increases as tumor cells progress to invasiveness and this in turn is linked to increased cell motility, EMT, a stem cell phenotype, secretion of pro-migratory factors, release of MMPs, drug resistance and escape from immune surveillance at the primary site in some tumors. Many aspects of these autophagy-dependent changes during acquisition of invasiveness also likely contribute to the ability of disseminating tumor cells to intravasate, survive and migrate in the circulation before extravasating at secondary site. At the secondary site, autophagy is required to maintain tumor cells in a dormant state, possibly through its ability to promote quiescence and a stem cell phenotype, that in turn is linked to tumor cell survival and drug resistance. Emerging functions for autophagy in metastasis include a role in establishing the pre-metastatic niche as well as promoting tumor cell survival, escape from immune surveillance and other aspects required to ultimately grow out an overt metastasis.

Schematic illustrating roles of autophagy in the metastatic cascade. Autophagy increases as tumor cells progress to invasiveness and this in turn is linked to increased cell motility, EMT, a stem cell phenotype, secretion of pro-migratory factors, release of MMPs, drug resistance and escape from immune surveillance at the primary site in some tumors. Many aspects of these autophagy-dependent changes during acquisition of invasiveness also likely contribute to the ability of disseminating tumor cells to intravasate, survive and migrate in the circulation before extravasating at secondary site. At the secondary site, autophagy is required to maintain tumor cells in a dormant state, possibly through its ability to promote quiescence and a stem cell phenotype, that in turn is linked to tumor cell survival and drug resistance. Emerging functions for autophagy in metastasis include a role in establishing the pre-metastatic niche as well as promoting tumor cell survival, escape from immune surveillance and other aspects required to ultimately grow out an overt metastasis.

It may also affect Crohn’s disease and other inflammatory syndromes. There are mutated proteins associated with Crohn’s that are part of the autophagy pathway; macrophages carrying these mutations deliver bigger doses of inflammatory cytokines when stimulated. Selective autophagy plays a role in regulating the balance of exports from the cell.

Those are the mild diseases caused by defects in this pathway. Look up Vici syndrome, a heritable disorder that causes devastating problems for those afflicted. It’s caused by mutations in the EPG5 gene, which is an important regulator of autophagy.

It’s not just about human diseases, though. Autophagy is universal in eukaryotes: yeast have it, plants have it, animals have it. Genes in the pathway are studied in yeast and nematodes and flies and mice, so this is a common mechanism of regulating the internal traffic of the cell.

Procurar estas referencias:

Jiang P, Mizushima N (2014) Autophagy and human diseases. Cell Res 24(1):69-79.

Nakatogawa H, Suzuki K, Kamada Y, Ohsumi Y (2009) Dynamics and diversity in autophagy mechanisms: lessons from yeast. Nat Rev Mol Cell Biol 10(7):458-67.

Mowers EE, Sharifi MN, Macleod KF (2016) Autophagy in cancer metastasis. Oncogene doi: 10.1038/onc.2016.333.

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Nobel Prize Org.

The Nobel Prize in Physiology or Medicine 2016
Yoshinori Ohsumi

http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/2016/press.html

Press Release

2016-10-03

The Nobel Assembly at Karolinska Institutet has today decided to award

the 2016 Nobel Prize in Physiology or Medicine

to

Yoshinori Ohsumi

for his discoveries of mechanisms for autophagy

Summary

This year’s Nobel Laureate discovered and elucidated mechanisms underlying autophagy, a fundamental process for degrading and recycling cellular components.

The word autophagy originates from the Greek words auto-, meaning “self”, and phagein, meaning “to eat”. Thus,autophagy denotes “self eating”. This concept emerged during the 1960’s, when researchers first observed that the cell could destroy its own contents by enclosing it in membranes, forming sack-like vesicles that were transported to a recycling compartment, called the lysosome, for degradation. Difficulties in studying the phenomenon meant that little was known until, in a series of brilliant experiments in the early 1990’s, Yoshinori Ohsumi used baker’s yeast to identify genes essential for autophagy. He then went on to elucidate the underlying mechanisms for autophagy in yeast and showed that similar sophisticated machinery is used in our cells.

Ohsumi’s discoveries led to a new paradigm in our understanding of how the cell recycles its content. His discoveries opened the path to understanding the fundamental importance of autophagy in many physiological processes, such as in the adaptation to starvation or response to infection. Mutations in autophagy genes can cause disease, and the autophagic process is involved in several conditions including cancer and neurological disease.

Degradation – a central function in all living cells

In the mid 1950’s scientists observed a new specialized cellular compartment, called an organelle, containing enzymes that digest proteins, carbohydrates and lipids. This specialized compartment is referred to as a “lysosome” and functions as a workstation for degradation of cellular constituents. The Belgian scientist Christian de Duve was awarded the Nobel Prize in Physiology or Medicine in 1974 for the discovery of the lysosome. New observations during the 1960’s showed that large amounts of cellular content, and even whole organelles, could sometimes be found inside lysosomes. The cell therefore appeared to have a strategy for delivering large cargo to the lysosome. Further biochemical and microscopic analysis revealed a new type of vesicle transporting cellular cargo to the lysosome for degradation (Figure 1). Christian de Duve, the scientist behind the discovery of the lysosome, coined the term autophagy, “self-eating”, to describe this process. The new vesicles were named autophagosomes.

Autophagosome.

Figure 1: Our cells have different specialized compartments. Lysosomes constitute one such compartment and contain enzymes for digestion of cellular contents. A new type of vesicle called autophagosome was observed within the cell. As the autophagosome forms, it engulfs cellular contents, such as damaged proteins and organelles. Finally, it fuses with the lysosome, where the contents are degraded into smaller constituents. This process provides the cell with nutrients and building blocks for renewal.

During the 1970’s and 1980’s researchers focused on elucidating another system used to degrade proteins, namely the “proteasome”. Within this research field Aaron Ciechanover, Avram Hershko and Irwin Rose were awarded the 2004 Nobel Prize in Chemistry for “the discovery of ubiquitin-mediated protein degradation”. The proteasome efficiently degrades proteins one-by-one, but this mechanism did not explain how the cell got rid of larger protein complexes and worn-out organelles. Could the process of autophagy be the answer and, if so, what were the mechanisms?

A groundbreaking experiment

Yoshinori Ohsumi had been active in various research areas, but upon starting his own lab in 1988, he focused his efforts on protein degradation in the vacuole, an organelle that corresponds to the lysosome in human cells. Yeast cells are relatively easy to study and consequently they are often used as a model for human cells. They are particularly useful for the identification of genes that are important in complex cellular pathways. But Ohsumi faced a major challenge; yeast cells are small and their inner structures are not easily distinguished under the microscope and thus he was uncertain whether autophagy even existed in this organism. Ohsumi reasoned that if he could disrupt the degradation process in the vacuole while the process of autophagy was active, then autophagosomes should accumulate within the vacuole and become visible under the microscope. He therefore cultured mutated yeast lacking vacuolar degradation enzymes and simultaneously stimulated autophagy by starving the cells. The results were striking! Within hours, the vacuoles were filled with small vesicles that had not been degraded (Figure 2). The vesicles were autophagosomes and Ohsumi’s experiment proved that authophagy exists in yeast cells. But even more importantly, he now had a method to identify and characterize key genes involved this process. This was a major break-through and Ohsumi published the results in 1992.

Yeast.

Figure 2: In yeast (left panel) a large compartment called the vacuole corresponds to the lysosome in mammalian cells. Ohsumi generated yeast lacking vacuolar degradation enzymes. When these yeast cells were starved, autophagosomes rapidly accumulated in the vacuole (middle panel). His experiment demonstrated that autophagy exists in yeast. As a next step, Ohsumi studied thousands of yeast mutants (right panel) and identified 15 genes that are essential for autophagy.

Autophagy genes are discovered

Ohsumi now took advantage of his engineered yeast strains in which autophagosomes accumulated during starvation. This accumulation should not occur if genes important for autophagy were inactivated. Ohsumi exposed the yeast cells to a chemical that randomly introduced mutations in many genes, and then he induced autophagy. His strategy worked! Within a year of his discovery of autophagy in yeast, Ohsumi had identified the first genes essential for autophagy. In his subsequent series of elegant studies, the proteins encoded by these genes were functionally characterized. The results showed that autophagy is controlled by a cascade of proteins and protein complexes, each regulating a distinct stage of autophagosome initiation and formation (Figure 3).

Stages of autophagosome formation

Figure 3: Ohsumi studied the function of the proteins encoded by key autophagy genes. He delineated how stress signals initiate autophagy and the mechanism by which proteins and protein complexes promote distinct stages of autophagosome formation.

Autophagy – an essential mechanism in our cells

After the identification of the machinery for autophagy in yeast, a key question remained. Was there a corresponding mechanism to control this process in other organisms? Soon it became clear that virtually identical mechanisms operate in our own cells. The research tools required to investigate the importance of autophagy in humans were now available.

Thanks to Ohsumi and others following in his footsteps, we now know that autophagy controls important physiological functions where cellular components need to be degraded and recycled. Autophagy can rapidly provide fuel for energy and building blocks for renewal of cellular components, and is therefore essential for the cellular response to starvation and other types of stress. After infection, autophagy can eliminate invading intracellular bacteria and viruses. Autophagy contributes to embryo development and cell differentiation. Cells also use autophagy to eliminate damaged proteins and organelles, a quality control mechanism that is critical for counteracting the negative consequences of aging.

Disrupted autophagy has been linked to Parkinson’s disease, type 2 diabetes and other disorders that appear in the elderly. Mutations in autophagy genes can cause genetic disease. Disturbances in the autophagic machinery have also been linked to cancer. Intense research is now ongoing to develop drugs that can target autophagy in various diseases.

Autophagy has been known for over 50 years but its fundamental importance in physiology and medicine was only recognized after Yoshinori Ohsumi’s paradigm-shifting research in the 1990’s. For his discoveries, he is awarded this year’s Nobel Prize in physiology or medicine.

Key publications

Takeshige, K., Baba, M., Tsuboi, S., Noda, T. and Ohsumi, Y. (1992). Autophagy in yeast demonstrated with proteinase-deficient mutants and conditions for its induction. Journal of Cell Biology 119, 301-311

Tsukada, M. and Ohsumi, Y. (1993). Isolation and characterization of autophagy-defective mutants of Saccharomyces cervisiae. FEBS Letters 333, 169-174

Mizushima, N., Noda, T., Yoshimori, T., Tanaka, Y., Ishii, T., George, M.D., Klionsky, D.J., Ohsumi, M. and Ohsumi, Y. (1998). A protein conjugation system essential for autophagy. Nature 395, 395-398

Ichimura, Y., Kirisako T., Takao, T., Satomi, Y., Shimonishi, Y., Ishihara, N., Mizushima, N., Tanida, I., Kominami, E., Ohsumi, M., Noda, T. and Ohsumi, Y. (2000). A ubiquitin-like system mediates protein lipidation. Nature, 408, 488-492

 

Yoshinori Ohsumi was born 1945 in Fukuoka, Japan. He received a Ph.D. from University of Tokyo in 1974. After spending three years at Rockefeller University, New York, USA, he returned to the University of Tokyo where he established his research group in 1988. He is since 2009 a professor at the Tokyo Institute of Technology.

 

The Nobel Assembly, consisting of 50 professors at Karolinska Institutet, awards the Nobel Prize in Physiology or Medicine. Its Nobel Committee evaluates the nominations. Since 1901 the Nobel Prize has been awarded to scientists who have made the most important discoveries for the benefit of mankind.

 

 

The MatrixLight/DNA : Registro dos Direitos Autorais em USA, 2001.

quarta-feira, abril 13th, 2016

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(Notar que o numero escrito no home do website não conduz ao arquivo e sim o numero abaixo:
Numero certo: TXu000998487
Num no website: 20000998487

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 A differenca entre a vida–ou sistemas animados–e a “nao-vida”–ous…

 

Type of Work: Text
Registration Number / Date: TXu000998487 / 2001-02-20
Application Title: The discovery of the link-system between living and non-living systems.
Title: A differenca entre a vida–ou sistemas animados–e a “nao-vida”–ous sistemas inanimados.
Description: 164 p.
Copyright Claimant: Luiz Carlos Morello, 1951-, (Louis Morelli, pseud.)
Date of Creation: 1995
Basis of Claim: New Matter: compilation & additional new material.
Copyright Note: C.O. correspondence.
Names: Morello, Luiz Carlos, 1951-
Morelli, Louis, pseud.

You can request copies of records or deposits, or ask to inspect copies of records or deposits, by regular mail, email, or fax, or you can call in your request. (  ver: http://www.copyright.gov/circs/circ06.pdf

Copyright RRC P.O. Box 70400 Washington, DC 20024 tel: (202) 707-6787 or 1-877-476-0778 (toll free) fax: (202) 252-3519 copycerts@loc.gov Please provide your daytime telephone number.

Um Modo Simples e Rápido de Entender O Que se Passa Na Nata Intelectual Cientificista Hoje – Vídeos com Marcelo Gleiser

quinta-feira, abril 16th, 2015

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Marcelo Gleiser explica o Bóson de Higgs ou partícula de Deus – Canal Livre (BAND) – Partes De 1 a 5/5

https://www.youtube.com/watch?v=_pe58yClipw

Como ficaria essa entrevista, como responderia as perguntas dos jornalistas, se o entrevistado fosse um adepto da Teoria da Matrix/DNA:

Primeira pergunta: “O que é o principio da incerteza?”

Resumindo a resposta do Gleiser  – que ele a dá na parte 5/5 – a mecânica celeste não precisa e não foi feita por Deus. Pela Matrix/DNA, e sem querer enrolar, eu diria que o Universo pode ser totalmente explicado sem a ação de qualquer entidade natural, mas para explica-lo é preciso a ação  de uma entidade, alem do Universo, porem, natural. A presença aqui da auto-consciencia aponta que esta entidade natural ex-machine tambem tem que ser auto-consciente, porem não usa inteligencia para gerar universos como este nosso, assim como nossos pais eram inteligentes mas não usaram inteligencia para fazer o óvulo que se tornou o Universo de um embrião.

Segunda pergunta:

( continuar este artigo)

Stephen Hawking ( Filme “Teoria do Tudo”): Investigando as diferentes origens de dois Autores que Interpretam um Único Mundo Por Duas Conclusões Opostas Entre Si

sexta-feira, abril 3rd, 2015

Agora fiquei sabendo como foi a vida de Stephen Hawking, no filme A Teoria do Tudo. Somos dois adversários em termos de cosmovisões, e portanto, ideologias. Ele, Hawking,  acreditando num mundo fundamentado na Física e no Niilismo, e eu, Morelli, apostando mais num mundo regido pela Biologia e Consciencialismo. Ele vendo universos formados de apenas esqueletos  mecânicos regidos pelas fôrças da Física e do acaso contido nas probabilidades, e eu vendo tambem este esqueleto  mas apostando na  existência  de uma cobertura mole, suave como a  carne, onde o Universo será regido pelas leis vitais  da Biologia que existiriam num mundo natural e vital alem do Universo. Exatamente os opostos entre si, duas teorias sobre o Tôdo, porem duas diferentes e opostas interpretações do Tôdo. O que houve nas nossas vidas que nos levou a concluir, cada um, que o mundo é o avesso do mundo que o outro está vendo?!

Image result for Movie of Stephen Hawking

Assista o filme “A Teoria do Tudo”, para entender esta tese

Uma dica: os dois autores chegaram aos mesmos 20 anos vindos de caminhos totalmente opostos entre si, cada caminho mostrando uma diferente face das existências humanas. E após os 20 anos quando as mentes começam a terem o poder de escolherem seus caminhos futuros, Hawking passou a ver seu mundo através de um complexo sensorial eletro-mecânico conectado a um cérebro-eletro-mecânico, enquanto Louis se embrenhou solitário na selva virgem e passou a ver a Natureza nua e crua com uma maior expressão do complexo sensorial biológico conectado a um cérebro biológico. Vamos ver isso melhor…

A minha teoria sugere que existe uma dominante tendencia na biosfera terrestre para reproduzir aqui um sistema biológico que imite fielmente a máquina perfeita porem estupida que criou esta biosfera, ou seja, o sistema astronomico ao qual a Terra pertence. Se esta reprodução se efetivar por completo, os indivíduos da espécie humana serão apenas meras peças estupidas de um sistema mecânico perfeito, como já foi previsto por Huxley e Orwell. Neste momento os principais guias da Humanidade sendo usados pela maquina celeste são os humanos sem atividade natural física sentados na frente  de computadores – como o mais vendido autor Lawrence Krauss com seu “O Tudo veio do Nada” – mas o principal inocente útil a serviço da máquina celeste seria mesmo o homem que perdeu seu complexo sensorial próprio e está sendo informado sobre o mundo pelo que capta o mecânico complexo sensorial de um cérebro eletro-mecânico: Stephen Hawking.

Mas  neste processo reprodutivo de 3,5 bilhões que denominam de abiogênese mais evolução Darwiniana enquanto eu chamo de embriogenese astronomica sob evolução cosmológica, a maquina celeste e nossa ancestral equivocada que cometeu o maior pecado evolucionista ao escolher ser um sistema fechado em si mesmo – extrema expressão do gene egoísta –  e por isso caiu na Terra gerando aqui o caos e dele tentando se re-erguer com nova matéria, teve uma desagradável surpresa com a qual não contava. Quando ela terminou sua maquina biológica mais perfeita possível – o gorila – e ia fechar o cêrco com os elementos vivos numa unica maquina terrestre, este foi interrompido e descartado do tronco da arvore da evolução tornando-se um mero galho que seca e se extingue, dando lugar ao menor chimpanzé que sofreu uma brusca mutação no seu cérebro e passou a captar e assimilar informações que sempre estiveram livres em todo espaço interior do Universo, vindas do alem desta galaxia – informações sobre auto-consciência. A qual estava totalmente inoperante na nossa ancestral celeste e por isso foi naturalmente, pelas leis físicas e biológicas, expulsa do  paraíso universal. E a evolução descartou o caminho do gorila e tomou o caminho rumo ao homem consciente.

Mesmo assim a força natural reprodutiva do sistema celeste que nos criou e nos envolve por todos os lados, que tem modelado o ambiente terrestre e está encriptado em nosso DNA, é ainda muito forte e o homem ainda se encontra dominado pelos instintos animalescos que cem desta ancestral, por isso a ameaça da peça super feliz na Terra mas totalmente estupida pela interrupção da evolução da auto-consciência existe e avança através de inocentes uteis como o pobre e vitimado Stephen Hawking. Mas tambem a força que vem do Universo alem da galaxia não se deixa vencer facilmente e continua a bombardear o cérebro humano tentando se instalar cada vez mais, e por isso surgem cérebros descobrindo detalhes da Natureza que aos poucos estão revelando a verdadeira História Natural Universal e o significado da nossa existência aqui: genes conscientes construindo um bebe consciente no qual todos subiremos à sua cabeça e seremos um só corpo, o filho daquilo ou daquele sistema natural consciente que deflagrou o Big Bang como nossos pai e mãe carnais deflagraram o big bang de um espermatozóide no centro de um óvulo para nos gerar.

A Teoria da Matrix/DNA sugere uma nova visão do mundo revolucionaria, que desmascara nossos ancestrais celestes que caíram numa armadilha para evitar que caiamos novamente nela, e abre ainda mais as portas do cérebro humano para a acessibilidade ao agente cósmico. Se tudo isto tiver algo de verdade, alguns outros indivíduos teriam que existir para contrapor a força de Hawking, Krauss, e toda comunidade doutrinada nas universidades cujo curriculum é escrito por eles,  contrapondo à ateísta teoria dos buracos negros a agnóstica teoria da Matrix/DNA, que mantem uma porta aberta para a possível existência de divindades naturais ex-machine . Assim como a Humanidade, na sua infância intelectual, como toda criança recém-nascida precisa de fantasias para interpretar as coisas sem explicações que rodeiam seus berços, e de amigos imaginários  com quem conversar sua linguagem que só elas entendem, inventaram as religiões povoadas de fantasmas mágicos e a eles se opuseram os que amadureciam e se uniam em torno do novo iluminismo.

Mas vamos ver como surgiram este dois indivíduos em posições extremas opostas e como se dá esta luta gigantesca entre fôrças que disputam a alma humana. Se isto for verdade, a Teoria da Matrix/DNA é justamente o que precisamos para igualmente tornar o nosso planeta um sistema produtivo automático, mas ajardinado e com total liberdade da mente humana para continuar sua evolução livre e na sua aventura de voar para conhecer os horizontes mais amplos do espaço sideral.

O  estado do ser e o berço no nascimento totalmente diferentes foram determinantes como experiencias de  vida formadoras de personalidades destes dois autores. Hawking e Morelli nasceram na mesma década. Hawking nasceu num dos lugares  mais ricos do mundo, na matriz de um império; Morelli nasceu num dos lugares mais pobres do mundo, num local inexpressivo de uma colonia. Stephen Hawking nasceu em boa casa e bem estruturada família, Louis Morelli nasceu sem casa e numa família que iria se desintegrar em 3 anos jogando-o na rua. E quanto  ao estado do ser? Os dois nasceram com saúde, mas Stephen foi bem cuidado, protegido e nutrido, como ovos dos mamíferos mantido dentro até a maioridade, enquanto Louis nasceu sem cuidados e desnutrido, ficando débil e doente logo na infância, como os ovos dos répteis botados fora e abandonados à própria sorte. Stephen nasceu determinado a ser predador, patrão, Louis determinado a ser presa, a escolher entre ser escravo ou marginal bandido. Hawking cresceu logo optando pelo ateísmo, a descrença na existência de Deus, e assim permanece até hoje; Louis nasceu numa colonia exclusivamente cristã, começando avida acreditando na existência de Deus, e um Deus no estilo propagado pela Bíblia, mas foi perdendo essa crença e hoje tambem não acredita no Deus propagado pela Bíblia, porem não chegando a ser ateu, e sim, agnóstico: não sei a base fundamental de tudo, a primeira causa – se é que  existe alguma, mas enxerguei para alem das fronteiras deste Universo, e tudo o que vejo é puro naturalismo. Porem, intercalado com uma consciência extra-universal. Porque vejo uma consciência surgir no cérebro do embrião aos 6 ou 8 meses, a qual sei que não foi inventada por aquele bebê, mas sim que já existia antes do pequeno universo do embrião na espécie de onde ele veio, assim calculo que em tempos astronômicos estes 8 meses correspondem a 13,7 bilhões de anos, que esta consciência surgindo agora e aqui não foi inventada aqui, portanto deve ter existido antes das origens deste nosso universo. E quando calculo a teoria do mundo inserindo esta história, a História Total se torna mais compreensível e racional.

Mas os dois tinham um interessante fator comum: uma suprema  dedicação à busca do conhecimento visando explicar a existência do mundo e neste, as suas próprias existências como humanos. Como vieram de caminhos muito diferentes entre si, experimentando eventos de vida totalmente opostos entre si, terminaram por chegarem à duas explicações totalmente opostas entre si.

Hawking obteve a melhor educação intelectual padrão no século XX, frequentou uma  das primeiras universidades do mundo, Cambridge. Louis obteve uma educação primária e adolescente de colonia intelectualmente condicionada e não  conseguiu prosseguir os estudos que sua exigência intelectual desejava, entrando apenas mais tarde a duras penas e por conta própria num curso indesejado e numa universidade fraca de terceiro mundo,… mas adquiriu um conhecimento amplo em todas as disciplinas pelo método voluntario e solitário do autodidatismo. Hawking conheceu a visão de  mundo do século XX centrada no método cientifico e especificamente na Física, a aceitou, apenas crendo que  estava incompleta e ele poderia completa-la  buscando a Teoria do Tudo; Louis conheceu as visões de mundo de todas as culturas humanas pelo estudo centrado na Filosofia e uma visão ampla mas dispersa da visão de mundo do século XX, de todas as disciplinas do método cientifico. Não aceitou nenhuma como não aceitou sua própria vida.

Hawking se tornou normalmente um macho ativo sexual, e dentro do seu sistema social imperial mais os atrativos físicos e financeiro que ele significava para as meninas, determinado a ter namoradas, ser casado e pai de alguns filhos. Louis se tornou anormalmente um macho não ativo sexual, e dentro do sistema social colonizado mais a falta de atrativos fisico e financeiro que ele significava para as meninas, a não ter namoradas. Uma guinada devido ao seu esforço obreiro na sua vida aos 21 anos lhe levantou para posições profissionais de classe média, o que suscitou algum interesse de algumas meninas da classe baixa, mas por sua escolha moral, fez questão de manter sua disciplina de abstenção sexual e celibatário, para evitar filhos, que seriam “carne fresca produzida pelo seu próprio sangue para alimentar a carnificina do regime de escravidão”. Portanto, para Hawking, o elemento feminino, a visão da vida pelo lado feminino contribuiu desde a infância, na forma da mãe, das irmãs e namoradas, na busca da explicação do mundo; para Louis, não existiu a menor influencia feminina, e como ele rejeitou todas as influencias masculinas e suas visões, o fator do pensamento humano não influiu na sua busca pela explicação do mundo.

Tudo exatamente ao contrário até os 20 anos de idade dos dois. Hawking teve iniciada e desenvolvida sua história intelectual sob o ponto influente da Física. O Universo teria surgido sem aspecto material significante perto das quatro fôrças fundamentais que a tudo foi criando e desenvolvendo: as fôrças atômicas nucleares forte e fraca, a fôrça eletromagnética e a fôrça gravitacional. Existiriam ainda várias outras fôrças menores, como a de fricção, repulsão, etc., mas estas tinham importância menor pois seriam derivadas das quatro fundamentais. A origem destas fôrças seriam explicadas que, por acaso, surgiram diferentes partículas, e cada uma das quatro fôrças tinham sua partícula especifica. Para completar o conhecimento total do Universo só faltava explicar a presença da substancia da matéria, a massa, por isso logo fizeram uma teoria de que tambem esta teria que ter sua partícula especifica, o bóson de Higgs. Quando no CERN encontraram uma nova partícula que preenchia alguns dos requisitos principais requeridos pela teoria, a visão  do mundo  partilhada por Hawking se estabeleceu em seu cérebro como a Verdade Ultima. Para finalizar e sacramentar essa Verdade falta apenas encontrar a equação matemática que une o alfa ao Ômega e definirá a Teoria do Tudo. Onde o Tudo começou do Nada. Por seu lado, Louis acompanha essa história e desenvolvimento dessa visão do mundo de Hawking, respeita-a porque não tem fatos reais para desaprova-la, assim como não tem fatos reais para desaprovar a existência de Deus, mas continua rejeitando-a, e buscando outra explicação que lhe soe mais racional e naturalista.

Louis, na sua formação intelectual auto-didática, deu mais importância ao conhecimento das origens e evolução do conhecimento e pensamento humano que ao conhecimento dos fenômenos naturais, pois até sua adolescência ainda influenciada pelo dominado meio-ambiente religioso cristão, teria sido um pensamento divino o criador dos fenômenos naturais, estes seriam meras derivações daquele, e o pensamento divino se conheceria pelo pensamento humano, por este ser filho daquele. Teve sua infância centrada na busca do conhecimento da evolução das correntes culturais, como a Filosofia, no estilo “próximo filósofo por favor”, em cuja lista entravam os céticos como Sócrates, Platão, Kant, Comté, Nietzche, etc e etc., e das correntes religiosas, começando a 5.ooo anos atrás com o hebraico Schimeon ben Jochai que deu origem às correntes esotéricas e teosóficas, e seguindo com, Buda, Confucio, Moisés, Jesus Cristo, etc. e etc.  Mas a árdua luta pela  sobrevivência material fez sua atenção ir cedendo mais espaço aos fenômenos naturais e distanciando-se das abstrações filosóficas e religiosas. A oportunidade para obter esse conhecimento naturalista através dos dados que haviam sido coletados pelo método cientifico estava nos livros universitários de cada disciplina, disponíveis nas bibliotecas universitárias e depois na Internet, os quais ele buscou ler com ganancia e ambição: era o único  caminho disponível para chegar à explicação do  tudo. Mas essa busca tinha que começar pela matéria natural que se tinha imediatamente às mãos, que era a vida biológica e os elementos deste planeta. Assim sua busca começou justamente pelo caminho reverso de Hawking: aquele lidava com o distante Cosmos para chegar a explicar o aqui e agora, Louis partia do aqui e agora para chegar a explicar o distante cosmos. Um trilhou o caminho da Biologia Física e o outro o da Física Biológica. Ou seja: num a Biologia seria produto casuístico na evolução do mundo regido pela Física, e no outro a Física seria produto de um sistema biológico universal que teria gerado a Fisica como esqueleto para se auto afirmar como Biologia… assim como humanos se reproduzem em carne gerando outros esqueletos revestidos de carne.

Aos 21 anos uma surpreendente tragédia se abateu sobre Hawking: uma doença torturante e incurável, uma sentença de morte para dentro dos próximos 2 anos. A doença paralizava o corpo de Hawking, cortando os elos entre o sistema nervoso e os musculos. Enquanto isso a tecnologia lutava para desenvolver a informatica e a robótica e cada vez mais o cérebro de Hawking era ligado a um computador para operar seus musculos. Foi o maior teste de interação entre um cérebro biológico e um cérebro eletro-mecânico. Enquanto Hawking ia perdendo cada um dos seus sentidos de percepção do mundo real, a robótica ia fornecendo cada vez mais tentáculos e medidores, sensores do mundo externo ao cérebro eletro-mecânico. Chegava-se ao ponto de instalar um cérebro mecânico numa espaçonave dotada de todos os tipos de sensores e medidores para explorar no macro-cosmo, o espaço sideral, e no micro-cosmo, as mais intimas partículas das moléculas no corpo humano. O çerebro de hawking, sem sensores próprios, usava um cérebro eletro mecânico dotado de sensores mecanicos para colher informações do mundo externo, principalmente do macro e micro-cosmos.

Mas… No inicio dessa interação, o cérebro de Hawking comandava plenamente o cérebro eletro-mecanico, pois o cérebro biológico possuia as informações que as inseria no estupido cérebro mecanico, para que este executasse as tarefas requeridas pelo cérebro biológico. Assim o cérebro biológico saía orientado pelo biológico a captar informações e trazê-las de bandeija ao cérebro biológico. Hawking e os seus inclusive diminuíram seus esforços em calcular previsões e possíveis resultados em cima dos dados que obtinham pois as simulações computacionais levadas a efeito pelo cérebro mecânico eram mais eficientes. Tambem os jovens modernos estão desaprendendo o calculo das contas simples pois todos tem uma maquininha para fazer o estafante esforço intelectual. Todos os dias havia uma avalancha de novas imagens e dados dos corpos e sistemas do espaço sideral captados pelo computador em gigantescos olhos do espaço como o Hubble e estas informações chegavam ao cérebro de Hawking, que por estar ali preso na frente da tela tinha mais tempo que qualquer outro humano para acompanhar e refletir no que estava sendo obtido.

Mas… enquanto o complexo sensorial do cérebro biológico é biológico, o do cérebro mecânico é mecânico. Os dois podem captar muitos dados do mundo externo em comum, porem sempre vai haver uma tendencia na seleção destes dados. O biológico capta, sente, seleciona mais os aspectos da vida e biologia do mundo externo, enquanto o mecânico capta mais os aspectos frios da Física destes objetos no mundo externo. Louis na selva virgem pululante de vida a sentia com a plena potencialidade de seu complexo sensorial biológico cada vez mais se distanciando da visão de mundo e conhecimento do caminho que trilhava Hawking. O fluxo de sangue correndo dentro do corpo humano era visto e interpretado pelo computador semelhante ao fluxo da água num rio da Terra, e apenas isto; mas para Louis aquele sangue tinha uma infinidade de propriedades biológicos que tornava a substancia corrente mais importante que a mecânica do circular dos fluidos que captava a total atenção e capacidades do cérebro mecânico e seus sensores. Enquanto o cérebro mecânico detalhava com precisão fantástica as diferentes frequências das ondas de luz emitidas por uma estrela, Louis observada uma planta recebendo a luz de uma estrela adquirindo a força vital, e fazendo a fotossíntese, etc, e se perguntava quais informações estariam vindo naquela luz.

Começou a ocorrer um processo de feed-back, de retro-alimentação, entre o çerebro eletro-mecanico e o cérebro de Haking, sem que o pobre Hawking pudesse percebê-lo. No inicio o computador obedecia e era dirigido pelos humanos, que possuiam todas as informações do mundo e dirigia o computador a buscar mais informações baseado no tipo de programas que nele inseriam. Quando na primeira viagem o computador voltou trouxe informações do mundo micro e macro cósmico invisivel ao olho do homem e este, orgulhoso, aceitou esyas informações e as utilizou para reprogramar o computador em nova busca de mais mais informçõea. isto foi repetido duas, tres cinco vezes… porem… agora havia uma situação que os homens não perceberam: os novos programas inseridos já não mais continham as primitivas informações humans das primeiras viagens, agora eram baseados num cabedal de novas informações coletadas e fornecidas pelo cérebro mecanico com seus sensores mecanicos. Sem o perceverem, a maquina estava dirigindo o homem, tinha-o já agarrado em sua rede. O ancestral sistema pairando no céu descrito pela mecanica Newtoniana sorriu satisfeito,pois assim seu baby terrestre estava no bom caminho para reproduzi-lo fielmente, como boa e perfeita maquina. E assim a maquina contou ao homem a História do Universo, mas na sua versão mecanica:

– se o cérebro mecânico veio de uma história da maquina que começou com a primeira explosão na maquina a vapor, o Universo começou tambem à sua imagem e semelhança, com uma grande explosão: o Big Bang. O velho Lamaitre foi guindado ao trono outra vez. De nada adiantaria Louis gritar lá da selva que tambem o primeiro instante de um corpo humano acontece pela explosão de um espermatozóide, portanto a história do Universo era vital, biologia, um processo genético. Não, o cérebro mecânico já dominava os homens em Londres e afirmava que era tudo mero processo mecânico. “Levem biólogos  com seus cérebros humanos nas naves, ponham astronautas para sentirem e verem o mundo com os sensores dos homens…” – gritou desesperado Louis quando numa viagem à civilização adquiriu o livro de Hawking, “Uma breve História do Tempo”, mas Hawking responderia que ele tinha a inteligencia débil dos seus correligionários macacos pois o Universo era campo exclusivo da Física.

– se o propósito da vida de uma máquina ( glup… quero dizer… da existência de uma maquina) é triturar a massa que recebe numa engrenagem eterna de vai-e-vem, o Universo tambem teria que ser explicado como uma infinita repetição entre Big Bangs e Big Crunches que geraria os novos microscópicos átomos que explodiriam em novos Big bangs… e assim seria tambem sem sentido a vida do homem dentro deste Universo. Mas isto satisfazia a essência existencial do cérebro eletro-mecânico ( triturar informações gerando big data e depois sintetizando tudo numa formula para reiniciar o mesmo ciclo numa estupidez eterna), uma história à sua imagem e semelhança. De nada adiantaria Louis gritar da selva que os humanos tambem se auto-reciclam porem a cada nova reciclagem a espécie dá um salto evolutivo e portanto nunca existe o eterno retorno ao ciclo anterior… e se o humano faz isto é porque o Universo que o criou tambem deve fazê-lo… ora Louis era o resquício do velho poeta e romântico que não existia mais nos centros urbanos… pois no domínio o cérebro eletro-mecânico não reconhecia nada de poético e emocional no mundo porque sensores mecânicos dizem que isto não existe.  E Hawking, claro, aprovava tudo o que o seu atual cérebro de fato contava do mundo invisível externo. Algumas brechas na teoria do Universo que o cérebro eletro mecânico ainda não tinha resolvido foram fechadas com o cérebro de Hawking intervindo pela ultima vez com a criação imaginosa de fantasmagóricos buracos negros canibais triturando galaxias inteiras numa perfeita moda-fashion de um mundo dirigido pelas regras mecânicas.

O mundo da nata da inteligencia humana ocupando as cadeiras professorais das escolas modernas que antes eram ocupadas pelas igrejas e suas religiões estão vendo a História Natural do Universo pela perspectiva e preferencia do cérebro-eletro-mecânico, o qual obviamente puxa a brasa para sua sardinha e afirma que a sua história real na terra representa a História Total, que ele é a imagem e semelhança da criação. Mas o cérebro-eletro-mecânico ainda não consegue alcançar os cérebros biológicos na floresta e ali surge e se mantem os rebeldes do atual império,  teimando em afirmar que não, que o cérebro biológico é a imagem e semelhança da criação e a História Total é espelhada na sua história genética natural.  Qual vai ser o destino desta Humanidade?!

( continuar este artigo)  

Naturalismo e Não Ciências dos Homens Nem o Método Cientifico é o Método Racional Para a Busca do Conhecimento

segunda-feira, março 30th, 2015

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Para não se cair numa armadilha fatal da  qual não tem retorno, é preciso separar os nomes “Natureza” e “Cientifico”. Natureza é o mundo real no seu espaço universal e no seu tempo universal. Cientifico é a cultura humana e seu método para abordar o que consegue desta Natureza universal. São duas coisas completamente diferentes. A Natureza universal contem as ciências humanas e as ciências humanas não contem a Natureza universal. No intermédio entre estes dois nomes existe um terceiro – o naturalismo. O qual contem as ciências humanas e talvez algo mais da Natureza universal que as ciências humanas porque não se limita ao método cientifico humano e terrestre.

Vamos aqui ilustrar isso com um exemplo. Trata-se de um artigo publicado pelo ABC – Anéis de Blogs Cientificos

https://anelciencia.wordpress.com/anel-de-blogs-cientificos-criterios-de-selecao-dos-blogs/#comment-1350

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Meu comentário enviado ao artigo mas ainda não publicado pelo blog:

Para conhecimento do grande publico seria honesto iniciar explicando que o ABC não seleciona blogs naturalistas – ou seja, que estudam e divulgam os fatos e eventos da Natureza – mas sim apenas os blogs que divulgam fatos e eventos da Natureza selecionados e estudados pelo método das ciências do humano, o que indica uma ideologia separatista dentro da busca do conhecimento real. O jovem estudante e o publico fora das instituições dominadas pelo cientifico humano precisa ser alertado que aqui não obterá o conhecimento global da Natureza, mas apenas um limitado aspecto dela determinado pela cultura milenar humana.

Por isso, por exemplo, o blog de um solitário estudioso da Natureza na selva amazônica que aborda dimensões naturais alem dos limites das ciências e cultura praticadas por este temporário modêlo de civilização existente alem dos limites da selva jamais seria permitido no ABC. É o meu caso, com meu blog intitulado “A Fórmula Universal da Matrix/DNA para Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” alimentado a 7 anos desde a selva que já conta com 1800 artigos/teses naturalistas e que se apresenta logo no inicio como não pretendente a ser um blog cientifico.

A arrogância e prepotência humana expressa por cérebros cujo limitado complexo sensorial que conhecem e captam apenas 4 ou 5 dimensões de uma Natureza que – apenas julgando de investidas mais profundas na Natureza dentro do próprio bloco cientifico humano como a M-String Theory sugerindo existirem 11 dimensões afetando todos os fenômenos naturais – racionalmente deve conter muitas outras dimensões ainda não captadas, e capta apenas uma ou duas faixas do espectro eletromagnético das ondas de luz que contam com no minimo sete faixas, pode ser umas das causas que está conduzindo os 90% dos indivíduos desta Humanidade cada dia à maior deterioração da qualidade de vida animal neste planeta. Vocês com essa patrulha ideológica limitando o desenvolvimento do conhecimento humano sobre a Natureza obedecem as diretrizes vindas do 1% dominante e sua cultura de dominação, mas esta é uma atitude insana quando qualquer humano fora dos cabrestos desta cultura como eu estou na selva pode perceber que com certeza a Natureza descartou do tronco da evolução como becos sem saída principalmente os grandes predadores de todas as espécies, como dinossauros e leões na terra firme, águias e falcões nos ares, baleias e hipopótamos nas águas. A evolução é curva e não linear justamente porque descarta os poderosos na cabeça e retorna a uma forma do gênero menos especializada no domínio da vida para reencetar sua caminhada, como descartou dinossauros e retornou ao pequeno cianodonte para manter no tronco da arvore da evolução e transcende-lo à forma mais complexa do mamífero. Voces se iludem a si mesmos para continuarem nesta trajetória suicida fabricando teorias tipo aberrações naturais, como mistificando a extinção dos dinossauros por causas imaginarias como a de um meteorito arrasador jamais observado em tempo algum na história da Terra e de um sistema solar que funciona com a precisão da mecânica Newtoniana.

Se desejassem realmente serem honestos para o grande publico, teriam antes que vir aqui tomar um banho de natureza que serviria de lavagem cerebral desta absurda visão do mundo inoculada em seus cérebros por 10.000 anos de equivocadas interpretações dos fenômenos naturais a serviço daquela minoria que ainda mantem geneticamente a herança do instinto animalesco a ser predador.

Espero ao menos que obriguem os blogs selecionados a manterem uma seção de comentários e debates debaixo de cada artigo publicado para que a inteligencia tambem existente alem dos subterrâneos do peer review dos muros da USP possam alertar os incautos inquirindo os fundamentos naturais de cada “dado e interpretações autorais cientificamente aprovados”. Abraços…

Matrix/DNA sendo “silenciada”. Será por isto?

segunda-feira, setembro 17th, 2012

Truth hurts — especially if it’s funny.

The reason men are silenced is not because they speak falsely, but because they speak the truth. This is because if men speak falsehoods, their own words can be used against them; while if they speak truly, there is nothing which can be used against them — except force.

You will know you have spoken the truth when you are angrily denounced

alfadrone 34 minutes ago

Evolução (Origens das Espécies) Não foi Peer-Reviewd e sim Considerado “Especulação”, como a Matrix/DNA

quarta-feira, agosto 1st, 2012

Sempre quando entro nos foruns de discussão é para comunicar que existe uma teoria que sugere uma solução racional para o problema que estão debatendo. Imediatamente surgem militantes raivosos e deseducados de ambos os lados (Darwinismo e Criacionismo) exigindo: apresente o material peer-reviewd. Porem se esquecem que esta é uma teoria sôbre macro-evolução universal, que pretende ser o complemento à teoria da evolução biológica de Darwin. Foi a “Origens das Espécies” peer-reviewed antes da publicação como deveria ser todo bom documento cientifico, ou, como dizem êstes oponentes, se não foi per-reviewed foi apenas uma obra especulativa?

A quem Darwin iria apresentar seu material para ser peer-reviewed?! Para a Ciência que ainda se encontrava no século anterior?! Da mesma forma: a quem eu iria apresentar o material para ser peer-reviewd?! Fiz o meu dever: botei o material no correio endereçado a Deus e retornou com a etiqueta: endereço não encontrado”.

O trabalho de Darwin foi recompensado porque o método cientifico reducionista veio encontrando desde Darwin fatos e evidencias que estavam previstos na teoria. Se tal método nada tivesse encontrado, o trabalho de Darwin teria sido en vão, ele teria produzido um produto que não encontrou nenhuma utilodade de uso. Entendo que a mesma situação se aplica á teoria da Matrix/DNA. Fatos a favor e evidências a favor, ou fatos e evidencias em desfavor sómente serão encontrados pelo método cientifico sistêmico. O qual praticamente ainda está engatinhando. Os fatos e evidências a favor que se encontravam no futuro foram os agentes do peer-review da Teoria da Origens da Espécie. Ninguém  poderia estar capacitado ou ser reconhecido como autoridade para fazê-lo na época que o livro foi publicado.  Independe de alguem desprezar a Teoria da Matrix/DNA baseando-se em peer-review se ela será válida ou não. Nenhum humano pode decidir isto, apenas a Natureza o fará.

Obs: tradução de um amigo para o inglês:  was “Origin of Species” ever peer-reviewed before publication like all good scientific papers should, or as you put it was just speculative?

Astronomia: diferenças entre a Teoria Astronomica Acadêmica, e a Teoria Astronomica da Matrix/DNA

quinta-feira, agosto 18th, 2011

Será êste…

O Ciclo Vital Humano como Herança do Ancestral Astronomico

… ou será êste?…

Vida e Morte das Estrêlas pela Teoria Acadêmica Nebular

(Clique nas imagens para vê-las ampliadas)

Primeiro de tudo é preciso entender que existe uma diferença entre a formação da primeira galáxia e as formações das galáxias que vieram posteriormente, tal como existe a diferença entre a formação da primeira célula ( o primeiro ser vivo) e as formações das células hoje em dia. Para se formar uma nova célula no corpo humano não precisa repetir tôda a História de bilhões de anos da formação da primeira célula, pois hoje elas simplesmente se dividem e se multiplicam. O modêlo cosmológico da Matrix/DNA se refere à formação da primeira galáxia, para explicar como surgiram principalmente os primeiros buracos negros, quasares e pulsares e onde estavam os princípios das propriedades vitais. Portanto não procure comparar a formação do nosso sistema solar (que tem apenas 5 bilhões de anos) e dos astros que o compõem com o modêlo da Matrix/DNA, assim como não deves comparar a célula que nasceu ontem no seu corpo com o modêlo cientifico das origens da primeira célula (sendo o mais aceito o modêlo da Teoria Simbiontica de Margullis). Pelo que eu saiba, a Teoria Acadêmica só tem um modêlo para origem de estrêlas e sistemas estelares, portanto ela não indica a diferença entre a formação do primeiro sistema estelar e a formação dos outros que surgiram depois. Mas esta é uma constante na Teoria Acadêmica, ela não se preocupa em nenhum momento em relacionar o estado do mundo antes da origem da vida com a vida que êsse estado do mundo produziu. Essa diferença entre formações, para o pensamento acadêmico, por exemplo, teria sido um fenômeno criado pela primeira vez na Terra e pela matéria terrestre, por isso não se despertaram em calcular a diferença entre origens no céu.

Segundo, é preciso entender que o objetivo da Teoria da Matrix/DNA foi a busca de explicar a existência das propriedades vitais – como metabolismo, ciclo vital, reprodução sexual, etc. – em outras alternativas alem da incomoda idéia reinante no meio acadêmico de que a matéria estúpida dêste planeta teria criado tudo isso. A Teoria Acadêmica foi elaborada por astronomos e cosmólogos que praticamente ignoram a Biologia, enquanto a Teoria da Matrix/DNA foi elaborada por um filósofo naturalista, cuja ocupação é colher tôdas as informações e dados obtidos e comprovados pela Ciência sôbre tôdas as dimensões e tentar montar um quadro coeso final. Um astronomo não se preocupa em explicar os fenômenos relacionados com a complexidade dos sistemas biológicos, êle apenas procura explicar o espaço sideral. Milhões viram maçãs caírem porem apenas Newton se perguntou: “Porque?!”. Da mesma forma, milhões de astronomos profissionais e amadores vêm as propriedades vitais mas são os filósofos que se perguntam: “Porque?!”. A resposta tem que estar no passado e no passado estavam as estrêlas e galáxias. Por isso o filósofo se vê a contragôsto obrigado a invadir a área dos astronomos.

O modêlo acadêmico foi elaborado com base na visão do céu a ôlho nu, mais as interpretações das fotos e demais dados captados pelos instrumentos cientificos mecanizados, mais o conhecimento da quimica e fisica terrestre, tudo isso arrolado em calculos matemáticos e simulações pelos computadores. O modêlo da Matrix/DNA começou do futuro tentando regredir ao passado, focalizou o produto final e tentou adivinhar como é seu produtor, mas para tanto colheu o maximo de dados captados pelos instrumentos cientificos mecanizados sem no entanto se deixar convencer pelas interpretações acadêmicas dêstes dados, considerando que os instrumentos cientificos mecanizados devem captar apenas os fenomenos mecânicos e ignorar outras ordens de fenomenos que possivelmente existam nas estruturas que medem e observam. Por exemplo, os instrumentos cientificos vasculhando um corpo humano não captaria a organização biológica e mental dêste corpo, apenas a fisica e a quimica. Segundo, o filósofo tem em mente que os dados disponíveis ainda hoje em dia sôbre o espaço sideral não perfazem talvez mais de10% dos dados totais, portanto um modêlo baseado num quebra-cabeças que foi montado apenas com 10 peças e sem as 90 restantes não pode ser o quadro final real. Em todo caso, a corrente de causas e efeitos naturais apontados no quadro astronomico da Teoria Acadêmica não tem como prosseguir e ser a mesma corrente de causas e efeitos do quadro comprovado da Vida, portanto, a astronomia acadêmica teria que explicar de que outro lugar a Vida veio. Por outro lado, na Teoria da Matrix/DNA, a redução da corrente de causas e efeitos da Vida prossegue adentrando as estruturas astronomicas e ali se revelando nos seus principios mais simples. O que não quer dizer que êste quadro seja a verdade final, apenas uma maior aproximação da verdade.

( Nota: No prosseguimento dêste artigo iniciaremos a análise técnica das diferenças entre os dois modêlos)