Archive for the ‘Teoria da Matrix/DNA’ Category

Contra a Síndrome da Separação: por Príncipe Charles !!!

sábado, fevereiro 9th, 2019

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SACRED WEB CONFERENCE 2014

April 26th and 27th, 2014
Segal Centre
Vancouver, British Columbia

 

“REDISCOVERING THE SACRED IN OUR LIVES AND IN OUR TIMES”
INTRODUCTORY MESSAGE TO THE SACRED WEB CONFERENCE 2014

By HRH The Prince of Wales

 

Ladies and gentlemen,

For many years, I have found inspiration in the pages of Sacred Web, not least in the writings of the man you now honour at your conference, Professor Nasr, and I can only wish him the happiest and most special of 80th birthdays.

Looking at the title of this year’s conference, “Rediscovering the Sacred in our Lives and in our Times”, I am reminded of a recent event that gave an example of how the Sacred can be rediscovered, through practice. A former student of my School of Traditional Arts was recently involved in giving a workshop on sacred geometry to a group of professional designers working for companies such as Tesco, John Lewis, Waitrose and Apple. Inevitably, such has been the denial of access to this knowledge, none of these designers had ever seen such geometry before, and the results were astonishing—and actually rather encouraging. These designers were quite literally amazed. It was as if a veil had been lifted from their eyes and, for the first time, they saw pattern and order and relationship and meaning.

It was as if the loss of the Sacred in their lives had removed from their being something essential. It had removed from their experience and their cognition an entire dimension of truth and therefore of understanding particularly of Man’s integral relationship with universal principles, as reflected in the Natural world and in the wider Universe. But when it was shown to them they knew it and responded to it. And at the end of the workshop they asked for more.

In such a world, can it be surprising that we find ourselves where we are—at a loss? And does it not suggest that the great difficulties we face are not, at root, difficulties of technology, a lack of technical skills and resources, but that they are a crisis of perception? We have lost our way because we can no longer see clearly. And so we have forgotten. A world of parts has replaced a world of wholeness. A world of separation has replaced a world of connectedness and entanglement. The secular has pushed aside the Sacred.

How then, might the Sacred be rediscovered? The work of my School of Traditional Arts—and, indeed, my Foundation for Building Community—suggests that it can be rediscovered by practice; which is to say that it is discovered not by talking about it, but by putting it into action. Over recent years, the Outreach Programme of the School has taken the study of these universal and timeless principles into different countries and different groups—sometimes schoolchildren and their teachers and parents, and sometimes students learning their own traditional arts and crafts—and the results are always the same, initial scepticism is set aside and with enthusiasm and delight the work proceeds as those taking part rediscover something that perhaps, somewhere deep inside, they always knew, that there is a relationship between the outer and the inner; that in the end these patterns and orders are familiar and provide a limitless source of creative inspiration through what I can only call “the grammar of Harmony”.

The results are life-changing. It is as if the work itself gives rise to an awakening. And, almost at once, the secular world gives way to the Sacred. This work has taken place in many countries and my School is about to embark upon more such work with schoolchildren of the First Nations in Canada, at Ahousaht, in British Columbia.

And so, as you gather for your conference, I can only urge you to consider not just words, but also ways of practice that will bring the Sacred not only into your lives, but also the lives of others, whether through sustainable, agro-ecological farming systems, for instance, or new urban-development that reflects human scale, local identity and cultural tradition. What could be more of a challenge and an adventure!

Como o filosofo se sente sobre sua visão do mundo que explica tudo? Você não imagina…

quinta-feira, janeiro 31st, 2019

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Este debate aconteceu em:

https://www.reddit.com/r/philosophy/comments/alf3mk/if_once_accepted_scientific_theories_have_now/efeuy4f/

thepatterninchaos:

I’d like to believe that Newton was wise enough to consider that even he might not have developed the absolute truth. Which is what I’d like to believe about most people who develop theories.

MatrixDNA ( 1/31/19):
to thepatterninchaos –
You have a good point. Do you know how it works? I have developed a big theory, so, I have experience. I’m feeling like the passenger in a plane. My Theory is ahead this time, so it is the biggest cloud I see ahead of the airplane. I am just now at the middles of other cloud but it is smaller. I know that I will be satisfaid when reaching the next cloud, my cloud. It is very big, it seems the whole world. But I know that the airplane will continuing ahead. Will arrive a time when I will look back trying to see my cloud, but it was going long time ago, now it is the smallest, everybody forgot it… Big clouds ahead…

O Trabalho do pensar aumenta minha consciência distanciando-me do passado animal. E você?

terça-feira, janeiro 29th, 2019

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( Este longo texto com tanto palavreado é resultado da busca de uma técnica para desenvolver a mente dos que a mantem estagnada. E para manter o desenvolvimento da minha mente, justificando o investimento de tempo e energia na técnica que aplico)

A maioria dos humanos são os seres do pensamento curto. O cérebro tem uma capacidade instalada para produzir o pensamento longo, mas a maioria dos humanos querem se conservar mantendo-se como pensamentos curtos, por conveniência. E’ mais vantajoso na luta pela sobrevivência e no maior gozo dos prazeres da vida.

Mas pelo ponto de vista da natureza universal, ela sabe que essa atitude não é a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se esta escolha é vantajosa para o momento, a curto prazo, ela traz consigo a ameaça da extinção definitiva da espécie humana, a longo prazo. Segundo porque o pensamento curto mantem o ser limitado dentro de uma muralha que cerca uma região curta do espaço e do tempo, como o gado preso num pasto cercado por arame farpado, sem nunca saber o que existe alem do pasto. A natureza universal vê tudo, ela sabe se alem do pasto existe mais coisas boas e ruins para o ser humano, se existem frutas suculentas melhor que a grama, e se existem feras predadoras. Em todo caso, ela também sabe que o ser humano tem capacidade cerebral instalada para, se saltar a cerca, destruir as feras e ficar com as frutas. Ela sabe que aquele pasto não sera mantido eternamente, o planeta esta se transformando, que todo gado preso dentro do pasto vai ser extinto para nunca mais voltar ‘a vida.

Mais ainda que o ser humano, quem tem o pensamento mais curto são todos os outros tipos de animais. Para sobreviver aqui e agora, os outros animais são os mais práticos. Agem mais rápido e com mais eficiência na fuga de um predador e na detecção de um alimento. Então somos conduzidos a deduzir que praticidade e pensamento curto são sinônimos. Mas depois que surgiu a especie humana, constatou-se que esta prolongou o tempo dos pensamentos e isto trouxe uma vantagem em relação aos que ficaram no pensamento curto: os humanos conseguem mais facilidade no acesso e obtenção do alimento e tem mais poder para vencer as feras predadoras, inclusive as microscópicas, como vírus e bactérias que causam as doenças. Isto ocorre porque no homem emergiu uma capacidade cerebral maior que denominamos “inteligencia”. A inteligencia produz a tecnologia, esta a causa das vantagens atuais dos humanos. Então somos conduzidos a deduzir que pensamentos mais longos se tornam em mais inteligencia.

Mas o que fez a espécie humana se prestar ao sacrifício de por seu cérebro a trabalhar mais que os outros animais, ultrapassando o habito do pensamento curto?

Esta questão, depois de ter tentado pensar nela, percebi que não tem fácil resposta, talvez porque tenha ocorrido algum evento com os primatas que eu não conheça. Mas existe uma maneira de encontrar uma resposta, que pode não ser a que ocorreu de fato, porem é uma boa teoria. Encontrei esta resposta comparando hoje duas pessoas: uma que se acondiciona na base do pensamento curto e outra que se investe no sacrifício de prolongar os pensamentos. A primeira diferença no comportamento visível das duas pessoas é que a do pensamento curto se move mais, a do pensamento mais longo procura a imobilidade física e permanece mais tempo imóvel fisicamente. Em contrapartida, é evidente supor que a pessoa que move mais o corpo inteiro, move menos os ingredientes do cérebro, e a pessoa que move menos o corpo, esta’ movendo mais o cérebro. Mas mover mais ou não o corpo pode não ser uma decisão de livre escolha das pessoas. A pessoa pobre é obrigada a se mover fisicamente quando não queria, para sobreviver agora, enquanto uma pessoa rica pode escolher mover-se ou não. Sei que não são todos os casos assim, pois pelos resultados que observamos, existem também pessoas que procuram se manterem paradas, tanto com o corpo quanto com o cérebro. Mas vamos ficar apenas com nossos dois exemplares diferentes.

Também percebemos agora que a oportunidade, ou privilegio, de ter mais pausa física no seu tempo, deixando o corpo descansando, favorece o exercício de “musculação da imaginação no cérebro”, onde um pensamento sobre algo distante que não afeta a sobrevivência agora prolonga-se por prazer. Uma das evidencias disso é a constatação de que os autores de ficção que dão vida a personagens que não existem – como Sherlock Holmes, o Super-Homem, etc. – não vieram dos operários, e sim das classes media ou rica. Por outro lado, se imaginar-mos um avião caindo na selva, tendo uma pessoa rica e outra, pobre, de igual saúde e força física, e ambas sem nada nas mãos, é quase certo que a pobre vai se adaptar mais rápido, aguentar mais as necessidades e as intempéries, e sobreviver por mais tempo. Eu vivi na selva e apendi que a selva não é a academia com ar condicionado ou o bosque onde os ricos exercitam seus músculos. Voltamos ao caso da maior praticidade dos pensamentos curtos.

Mas existe este estranho fenômeno de humanos que sacrificam-se nas satisfações da vida, diminuindo seu consumo sacrificando suas necessidades, e desprezando prazeres, para esforçar o pensamento em algo distante, buscando recompensa futura. Estamos nos lembrando aqui de pessoas como Einstein, Darwin, os filósofos e pesquisadores em geral. São pessoas que se impõem uma especie de freio aos movimentos do corpo, procuram maiores pausas na correria pela vida, não para curtirem os prazeres da imaginação como os autores dos contos dos heróis fictícios, mas para trabalharem com os ingredientes, os recursos do cérebro, em busca de mais poder no futuro. Mas o pior é que estas pessoas sabem que este trabalho pode ser perdido, inutilizado, pois estão procurando no escuro, no desconhecido. Se encontrarem algo, pode ser um conhecimento útil ou inútil para o momento. Se for um conhecimento útil, ele se tornara em um instrumento tecnológico, uma ferramenta, uma arma, etc. Esta atitude e estranha porque vai contra tudo o que a especie humana herdou das suas ancestrais especies animais. Ela surgiu apenas agora, no humano, parece que vinda do nada. Não é logico, pratico, racional, a um animal se desviar da comida ou da fuga de um predador, ao se deparar na selva com um barco caído do céu trazido por um tornado, ou ao sentir apenas uma presença invisível de algo desconhecido, e deter-se procurando saber do que se trata. Mas existem humanos que tem atuado justamente dessa maneira estranha: eles param a sua vida, aguentam o crescer das necessidades até onde não suportam mais, trabalhando um pensamento sobre algo distante, ou invisível porque muito pequeno ou muito grande, sem terem certeza de que vão usufruir de um possível ou não produto resultante do trabalho. Não é irracional porque o irracional nunca faz isso, mas também não é racional, não é um efeito natural da sua linhagem evolutiva. Em outras palavras, isto não vem de dentro dele. E aqui o mistério fica mais estranho.

Depois que passei a pensar ou suspeitar que descobri uma força natural a que denomino de “a formula da Matrix/DNA”, eu teria uma rápida solução para esta questão. A causa para essa emergência deste fenômeno que não existia veio de fora do individuo, mas veio de dentro também, porque ela esta’ fora, sendo o ambiente que o cerca, e esta’ dentro, na forma de seu código genético. Mas como isso é uma teoria, vamos manter essa possível solução em suspenso. Apenas para lembrar, tenho outro artigo que trata uma questão semelhante: porque, cargas d’água, um réptil que botava ovos fora resolveu se sacrificar todo tentando manter os ovos dentro que acabou levando-o a se transformar num mamífero? Esse caso vai contra todos os mecanismos da teoria evolucionaria Darwiniana, e apenas encontrei uma solução plausível quando vi na formula da Matrix/DNA um agente capaz de produzir esta ocorrência, atuando desde fora para dentro do réptil, como também de dentro para fora. Em vista disso vou escolher a solução em que humanos se prestam ao sacrifício no prolongamento de um pensamento distante movido desde fora mas também desde dentro.

Uma das particularidades que tem ocorrido comigo pode ser arrolada como evidencia teórica para a causa vir de fora, e/ou de dentro. Eu tenho sido a espécie do individuo que sacrificou muito da vida investindo o ganho em pausas do corpo físico na correria, para fazer funcionar mais o motor do cérebro. Depois da maturidade a manutenção da vida ficou mais fácil, exigindo menos movimentos, portanto a continuidade do investimento na prolongação dos pensamentos foi mais fácil. Mas me lembro de muitas ocasiões em que estava fazendo um trabalho físico, árduo, braçal, todo sujo e suado do trabalho, quando de repente me veio a mente a lembrança de uma questão em que estivera pensando ultimamente, e logo em seguida, como que por encanto, pintou uma solução. De maneira que minha primeira reação foi exclamar aos meus botoes: ” A solução estava tão obvia! Porque não pensei nisso antes?!” Não tenho duvidas, a solução veio de fora com certeza, mesmo que também tenha vindo de dentro: eu estava com o cérebro concentrado nas mãos, fazendo um trabalho, de maneira alguma desviei o cérebro para aquele tipo de reflexão filosófica naquele momento.

Não é fácil aguentar-se esforçando um pensamento sobre algo que não esta’ influenciando nossa sobrevivência agora, a viver mais tempo, para ver se se torna um conhecimento, ou ao menos uma ideia para avançar num conhecimento. E’ preciso uma força de vontade, mas como é um objetivo sem sentido pratico aqui e agora, esta força de vontade fica estranha. Vou descrever um exemplo que me ocorreu esta manha, quando fiquei na cama depois de acordado, para pensar na minha pesquisa existencial, nas formulas que elaborei, etc.

Comecei me perguntando como funciona o cérebro dos acadêmicos e cientistas modernos quando acreditam nas teorias da abiogêneses e do Big Bang. O que eles pensam sobre o que faz a Natureza que começa no caos e organiza a matéria em arquiteturas, sistemas que funcionam. Como, o que, pegou a matéria distribuída caoticamente no espaço e com ela produziu este sistema solar? Teria sido o mesmo que enfiou primordiais micro-organismos dentro de uma vesícula criando uma célula viva?

Eu sei que eles investiram no pensamento distante ( não na imaginação por ela mesma, mas no pensamento pragmático) quando elaboraram as teorias da abiogêneses e do Big Bang. Mas estas terias envolvem pensamentos muito curtos, pois as respostas são demasiado simples, curtas.  Em curto e grosso… ” foi uma soma estatística de acasos que ocorrem num longo tempo de bilhões de anos”. E’ uma frase composta mais de palavras abstratas que nomes concretos. Soma, estatística, acasos, tempo, estas palavras não são nomes de objetos tocáveis, visíveis, concretos. Então se evidencia a presença do imaginário nessa crença. Fé, esta coisa irracional que os materialistas tanto combatem… nos outros. Isto significa que deram a partida, iniciaram a prolongar um pensamento mais que o habitual popular o faz, porem, logo finalizaram o pensamento, deixando-o como um pensamento curto. E é compreensível porque agiram assim: este pensamento é um avanço numa escuridão e logo começa-se a tropeçar em obstáculos que fazem retornar ao ponto de partida, e isto cansa muito, e logo. A gente normalmente desiste.  A linhagem do pensamento acadêmico começou mesmo foi com os filósofos gregos, ao contrario da linhagem do pensamento religioso. E os primeiros filósofos desistiram depois da curta solução da “geração espontânea”. Espontânea, quer dizer, curta, tao curta como o pensamento que produziu esta solução, que obviamente, hoje o sabemos, era falsa. Mas de lá para cá, mesmo com a evolução das universidades, pouco progresso se somou ao que chegou aqueles filósofos. Apenas “o espontâneo foi ampliado de um período de tempo de algumas horas, ou dias, ou meses, para um espontâneo que se constitui num período de bilhões de anos”. O espontâneo continuou o mesmo, quer dizer, o acaso, não existe um elemento na natureza responsável pela organização ou transformação da matéria em sistemas funcionais”.

O pensamento acadêmico parou no pensamento curto e esperou pelas novidades das descobertas cientificas, durante dois mil anos. A experiencia de Muller/Urey demonstrando que o acaso pode produzir aminoácidos. A descoberta que cristais formados por gelo repetem-se em secções iguais, usada como prova de como ocorrem as longas cadeias moleculares e depois como a molécula de RNA começou o fenômeno da auto-reprodução. A descoberta do principio da evolução na matéria. Todas estas descobertas foram sendo encaixadas no Leito de Procusto construído pela teoria curta da espontaneidade, para retroalimenta-la. Assim como se concluiu não ser necessário a interferência de um Deus para criar as galaxias e a vida, também não é necessária a existência de alguma propriedade especial na Natureza que organizaria a matéria caótica em sistemas funcionais. Continua vitorioso o pensamento curto que produz a solução da geração espontânea.

Mas… e se um filosofo, ou qualquer especialista acadêmico, hoje, tentasse prolongar aquele pensamento dos filósofos gregos a partir do ponto em que pararam e retornaram?

Ele poderia começar fixando na mente aquelas imagens, desenhadas ou fotografadas, do Sistema Solar. Vários objetos de matéria, pesada ou leve, cerca de nove ou dez, suspensos no espaço vazio, mas movendo, por alguma força interna ou externa ou ambas, em trajetórias repetitivamente exatas, idênticas, sincronizados… Esta imagem resultou da imagem existente a alguns bilhões de anos atras, a qual era uma nuvem, uma nébula caótica de átomos leves e pesados, gases e poeira. Mas como? Porque? O que atuou neste espaço de tempo que transformou aquela nuvem nessa espécie de relógio, de maquina de exata engenharia que vemos hoje?!

Neste ponto é fácil compreender o porque dos pensamentos curtos, o porque da desistência. Primeiro porque o individuo pressente que não vai chegar a solução, esta’ trabalhando, se sacrificando atoa. Muito melhor ligar a televisão, jogar um vídeo game, ou sair na rua para encontrar os amigos, ver as meninas, tomar um trago. Claro, somos ainda animais práticos.

Hoje de manha eu poderia ter feito qualquer destas coisas, mas não, permaneci imóvel na cama com a imagem do Sistema Solar na mente. Então me lembrei que em outra ocasião notei que uma laranjeira imita exatamente a forma de uma galaxia. Cheguei a desenhar as duas lado a lado, para melhor visualizar o achado. A galaxia e uma espiral, mas não uma espiral com uma linha que se curva continuamente, ela emite do núcleo, braços, que se espiralizam devido ao seu movimento de rotação. Pois a arvore tem um núcleo, o tronco, o eixo, do qual saem os galhos, os seus “bracos”. Pendurados nos bracos, a galaxia apresenta os planetas, opacos, sem emitirem luz. penduradas nos galhos da arvore vemos as folhas verdes, opacas, que não emitem luz, nenhuma cor clara forte. A galaxia apresenta nas pontas dos seus bracos, as estrelas brilhantes, novas, ou sois também brilhantes, porem mais amarelados; a laranjeira exibe nas pontas de seus galhos, as laranjas amarelas, maduras. Parece que as laranjas estão conectadas diretamente ao Sol, fazendo fotossintetize, tal a semelhança.

Mas na arvore vemos todos os seus objetos ligados, conectados, uns aos outros. Na galaxia vemos todos os objetos estão separados, suspensos no espaço. Vamos tentar prolongar este pensamento com a hipótese de que estejamos sofrendo uma ilusão de ótica como sofriam os que acreditavam no sistema geocêntrico. Ou nos que acreditavam na Terra plana. Vamos imaginarar que também na galaxia existem objetos, como cabos, que estão conectando, segurando todos os demais objetos. Apenas não os podemos ver, mas vamos imaginar que eles existam. De que seriam feitos, qual seria essa matéria invisível, intocável pelos nossos sensores e instrumentos espaciais?!

Antes de Newton, alguém com certeza tentou fazer este sacrifico prolongando este pensamento. Não sei se nesta época já se sabia da existência dos campos magnéticos, com suas linhas curvas magnéticas, se conheciam as equações de Maxwell. Se sim, o individuo começou a suspeitar de uma cena contendo um campo magnético galáctico, onde todos os astros estariam conectados por estas linhas. Mas o fato é que o pensamento curto de antes foi estendido apenas um pouquinho, saltando do curto “espontâneo”, para uma imaginação do campo magnético. Pois esta hipótese começa a ativar a ideia de que algo invisível existindo na natureza montou o sistema galáctico, não teria sido apenas o acaso ou algum Deus poderoso. Mas por ser impossível ver e tocar campos magnéticos, o pensamento novamente ficou parado ai.

Hoje de manha eu tentei avançar um pouquinho mais. E imaginei uma arvore em que seus objetos estivessem separados uns dos outros, boiando no espaço. Arranquei o tronco da arvore do solo e cortei-o separando uma tora. Cortei na base todos os galhos e separei-os no espaço, Arranquei todas as folhas e as laranjas e as arranjei na forma semelhante ‘a da arvore, no espaço. E imaginei um motor giratório embaixo de um tubo vertical fazendo o tubo girar. E dentro do tubo, coloquei a tora. Imaginei levantando com a mente todos os demais elementos – galhos, folhas, laranjas – acima da tora girante e imaginei aquela cena de tudo girando. Tudo separado no espaço, movendo. Ali estava minha galaxia vegetal. Muita loucura? Non-sense? Porque? Ate prova em contrario, quem criou arvores aqui foi esta galaxia, e a sua imagem e semelhança.

Mas o que faria as folhas moverem-se obedecendo a regra geral?! Raios,… decididamente o mundo real não faz sentido, eu tenho que parar por aqui e desistir. Imaginei saindo na rua, me enfurecendo com um estranho que olhava para mim, e dizendo:

– ” Sou um pensamento curto sim, e dai’? Sou assim. Goste de mim assim ou esqueça que existo. Não vou me morder até morrer por isso.”

Tenho que me aceitar assim, com essa inferioridade. Mas ao invés de desistir, novamente tentei fazer mais um esforço. E então me lembrei de Newton de novo. As imagens de Kepler, de Einstein, do Maxwell do electromagnetismo, pipocavam na minha mente, mas ainda não tinha chegado a vez de Einstein, eu estava em Newton ainda. Talvez quando o Newton estava deitado na sombra embaixo da arvore, em sua cabeça ocorreram pensamentos parecidos com os que me ocorria na cama de manha. Eu estava duzentos anos atrasado mas de proposito, pois retornara procurando onde os pensadores erraram para conduzir dessa maneira o homem moderno a acreditar nestas teorias abstratas absurdas. O tudo veio do nada, uma montanha de acasos construiu o código genético, e por ai vai… tudo absurdo! Quando a maçã caiu no espaço Newton a viu separada, notou o problema dos cabos invisíveis, e resolveu o problema transformando o campo magnético numa hipotética força gravitacional. Avançou, chegou ai e parou de novo. O campo gravitacional seria uma especie de nuvem maior que a galaxia que abracava todos os astros e os organizava de maneira a funcionar como um relógio. Hein?!!! Pois é, a humanidade ficou um século brindando em comemoração a tal avanço da inteligencia humana. Realmente um grande avanço, comparado aos pontos que tínhamos parado antes.

Mas então veio Einstein. Que tentou dar mais substancia a esta misteriosa força gravitacional, experimentando a hipótese de imagina-la como sendo uma substancia mais densa do espaço. De maneira que os astros como o Sol ao flutuarem neste oceano de substancia fazia como um objeto mais ou menos pesado faz na água, criando ondas a volta e afundando-se um pouco. Assim, toda a poeira, os detritos, em volta do objeto ficariam circulando mais ou menos em orbitas iguais. Foi outro avanço em cima de onde Newton tinha parado. Agora, algumas falhas não explicadas na teoria do Newton eram melhor explicadas.

Ficamos umas sete desadas parados no ponto de Einstein, ( eu disse ficamos em cima do “ponto” de Einstein” e não em cima do “pinto” do Einstein”, não me confunda…) até quando esta cena imaginaria de um espaço maleável, denso, se curvando, inserida matematicamente nas teorias, começou a nos coçar o cocuruto. O que seria esta substancia do espaço?! Ai pintou a dark matter! Foi por causa do avanço do pensamento por Einstein que chegamos a esta famigerada matéria escura secreta!

Nestes dois seculos e as sete décadas parados no que conecta os astros, com as crenças na força gravitacional e no espaço denso curvo, em paralelo outras cabeças de outras disciplinas pensavam também e surgiram a Teoria do Big Bang e na Biologia a da abiogêneses. Com a chegada da quântica descobrimos preenchendo o vácuo a tal espuma movente quântica, mas ai ficamos mais confusos, pois se parece que a dark matter vem dessa espuma, não esta’ explicado como isso poderia ocorrer. Mas o fato que quero chamar a atenção aqui desde o incio é sobre como a natureza organiza a matéria distribuída caoticamente, seja vinda da espuma ou da escura, em sistemas funcionais, como as galaxias, as células, os corpos humanos e como o nosso pensamento continua curto nesse caso. E o cérebro humano. Em outras palavras quem esta’ perguntando isso sumamente interessado é o cérebro humano que se sente órfão, querendo saber como surgiu neste mundo, quem é seu mentor criador, seu pai e/ou sua mãe?…

O meu cérebro tenta olhar para dentro de si mesmo para ver seus órgãos, suas glândulas, suas massas branca e cinzenta, seus neurônios, mas não consegue ver nada disso, porque meu cérebro é cego. Ou melhor, nunca teve visão própria. Tenta se tocar para sentir seus componentes mas não tem sensores para isso. Estou desconfiando que por isso ele criou o pensamento e me faz esforçar para desenvolve-lo, como se o pensamento seja a ferramenta, o sensor que vai solucionar o mistério de sua existência. Outra maneira – e a mais viável, a que realmente temos aplicado até agora – é usar os sensores de ver e tocar o mundo externo pesquisando como os sistemas ancestrais foram formados, pois assim o cérebro, sabendo ser produto dessa evolução, teria sua resposta. Mas os modernos se tornaram “des-pensadores” quando acreditaram que agora já possuem a resposta definitiva. Foi o acaso. E pronto, assunto encerrado!

Que maneira de novamente manter o pensamento curto. Uma sopa primordial rica em nutrientes é mais complexa que uma camisa suada largada num canto da casa. Nesse ponto o pensamento encompridou um pouquinho nos últimos dois mil anos. Três mecanismos – variação, seleção e hereditariedade – é um conhecimento mais complexo do que a ideia do espontâneo criador na camisa suada, que encompridou o tempo de alguns dias para alguns bilhões de anos. Mas… as partes dos sistemas vivos não estão suspensas no espaço. Nem a força gravitacional, nem a matéria escura do espaço curvo existem dentro de uma célula ou um corpo humano, para serem os responsareis por sua formação. Isto tortura qualquer pensamento buscador, a saída foi para-lo por ai, trocar a força gravitacional e a matéria escura pelo acaso, e pronto. Esta’ certo, vamos ficar esperando novas descobertas cientificas para reencetar o desenvolvimento do pensamento.

Mas eu não aceitei isso. Não acho responsável ficar ensinando as crianças na escola uma coisa que não pode ser a verdade. Acho que a questão devia ser mantida sem resposta, instruindo as mentes jovens a serem e continuarem abertas, buscando, e não apenas esperando. Buscando com outros métodos diferentes dos atuais empregados pelos pesquisadores crente nesta teoria, como eu empreguei um método diferente. Alem disso estamos carecas de saber o prejuízo e malefícios que causam sobre os humanos as crenças cabeludas, sem pé nem cabeça.

Por isso não me arrependo de ter gasto o maior tempo da minha vida no trabalho mental mesmo tendo quase a certeza que dai nada obteria. Afinal meu pensamento deu um passo bem maior e chegou num ponto bem mais avançado do que o em que esta’ parada a universidade. Não sei se deu um passo numa trilha errada, num beco sem saída, num caminho que leva a um abismo, mas o fato é que meu pensamento produziu uma hipótese da existência de um elemento na Natureza que seria capaz de organizar a matéria caótica em sistemas funcionais. Tenho o desenho, o retrato falado do agente criador misterioso – a formula da Matrix/DNA, constituída de ondas de luz – e assim eu trouxe para o cenário algo que todos tem esquecido ou desprezado. Pensaram no campo magnético, na gravitação universal, na matéria escura, mas se cegaram para um elemento que igualmente banha todo o Universo… a Luz! E se eu estiver certo, nunca conheceram a verdadeira luz, jamais imaginaram o que ela é de verdade, o que ela contem em si.

Porem, se meu pensamento foi exercitado ao extremo de minhas possibilidades, a minha imobilidade física me interrompeu, e encontrou-se  com atual imobilidade do pensamento nos outros humanos, com quem parece ter formado um par e se casado. Pois este desprezo da luz não permitiu o desenvolvimento de maior tecnologia na direção dos fótons, a qual estou necessitando para comprovar ou destruir minha teoria. O desenvolvimento desta tecnologia depende de que os outros humanos, que tem os recursos para tal, pense mais, pense agora mais sobre a luz, do qual vai surgir a tecnologia apropriada. A luta para incentivar o alongamento do pensamento curto de hoje foi a razão deste artigo.

 

 

Teoria da Consciência pela Matrix/DNA. Em sua atual forma provisoria na data de 21/01/19

segunda-feira, janeiro 21st, 2019

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A-consciencia-universal-e-sua-cria-no-cerebro-humano

A-consciência-universal-e-sua-cria-no-cérebro-humano

Apesar de ser feita com uma substancia plasmática abstrata ainda aos nossos sensores, a consciência humana nada mais é que mero produto da evolução universal, uma nova forma do sistema universal que vai se formando com uma anatomia e nova forma imitando ou projetando-se como a anatomia e forma do circuito sistêmico do cérebro humano. Numa dimensão mistica poderíamos dizer que a consciência humana é uma filha do filho de Deus. Esse filho de Deus é o aspecto “software” que flui no meio do aspecto hardware, a carne.

Desde o inicio deste Universo – quer seja a interpretação do Big Bang a 13,8 bilhões de anos atras, ou quer tenha sido de outro modo – iniciou-se a gestação e crescimento evolutivo do que se tornou a consciência do próprio Universo. Este processo de gestação obedece ao mesmo mecanismo do processo de crescimento do corpo humano efetuado pelo principio do ciclo vital. Se hoje emergiu aqui neste planeta estes fetos de auto-consciência dentro dos cérebros humanos é porque a consciência do Universo já atingiu sua maturidade sexual e esta’ se reproduzindo, suas crias sendo ainda meros fetos.

O processo da evolução natural foi bem imitado pela intuição humana quando criou o computador, o qual é uma tentativa de reprodução com materiais grosseiros como ferro, plástico, cobre, do cérebro humano e sua “mente”. E relembrando a historia das origens e evolução do computador vamos retornar ao tempo do ábaco, depois se lembrando de como este se tornou aquelas maquinas de calcular movidas manualmente a manivela, em seguida vieram as maquinas de calcular a eletricidade, as tais eletrônicas, mas ate ai se desenvolveu apenas o aspecto hardware, enquanto o software ainda não existia dentro da maquina, existia apenas como a mente dos humanos fora da maquina. Sempre avançando em tornar o hardware cada vez mais uma copia mais fiel do cérebro, desenvolvendo memoria, processamento, e algumas peças imitando a função das glândulas como amígdalas, hipocampo –  inconscientemente o homem criava os caminhos de circuitos de energia que imitam os circuitos de sinapses, mesmo que ele ainda não tinha o MRI e não sabia da existência das sinapses. Mas assim ele foi reproduzindo a sua mente numa forma tecnológica, foi enfiando uma copia da sua mente, na forma de circuitos de energia num chip cada vez menor, dentro da maquina. Tal como a consciência ainda não madura do Universo faz hoje enfiando-se na maquina do cérebro humano. E em muitos outros tipos de hardwares que estão com as capacidades de cérebro que podem existir neste mundo afora. Os biólogos são unanimes em aformarem que no DNA existe um “comando de instruções”, caracterizado por sinais emitidos em conjuntos de genes, etc. Este comando de instruções em todos os sistemas naturais surgem quando um sistema se completa e a soma das informações de todas as partes são somadas as conexões entre as partes disso tudo resultando uma especie de identidade abstrata do sistema, e se o sistema e puramente mecânico como foram átomos e galaxias, essa entidade tem como busca suprema o equilíbrio interno termodinâmico. Se o sistema é vivo, biológico, mas ainda com o software sofrível sendo dominado pelas forças da matéria em seu corpo, que impedem a manifestação e evolução do feto de consciência que ele carrega, ele tem como meta suprema o mesmo bem-estar termodinâmico construindo para si uma vila paradisíaca com uma mansão e todo serviço sendo feito por escravos.

Assim o filho de Deus vai amadurecendo, envelhecendo e saindo de seu corpo-hardware universal vai voltando para o reino de seu pai o que se efetivara quando ele morrer para este mundo, o que significa, pela perspectiva de quem esta no reino de Deus, o rompimento definitivo do cordão umbilical. Morre um velho, na perspectiva de quem esta do lado de cá, e nasce um novo rebento, na perspectiva de quem esta do lado de la. Quando o velho morre deixa aqui toda uma população de genes formando seu filho, o qual sera o neto de Deus.

Isto e’ o que somos hoje, nos, os humanos: 8 bilhões de genes semi-conscientes, cada um contendo uma informação unica e especifica, construindo um feto de auto-consciência. Mas estamos construindo apenas uma parte dela, talvez a parte do nariz ou seja la qual o acessório no corpo da auto-consciência que representa a função do nariz. O resto deste corpo universal esta’ sendo construído por bilhões, trilhões de outros genes, uns mais outros menos semi-conscientes, em muitos astros neste Universo-placenta afora.

A evolução do computador foi carregada por um processo de feed-back entre hardware e software. Havia uma maquina rude, manual, ainda com manivela a ser movida pelas mãos. Fora dela uma mente pensante desejando melhorar esta maquina, procurando sofistica-la para produzir mais e melhor as coisas, os resultados, que a mente necessitava. Quando a mente tinha uma ideia para mudar uma peça, acontecia um salto na evolução do hardware, o que resultava em mais e melhor eficiência na produção. Ora, com o hardware calculando melhor, mais rápido e mais capacidade de abranger maiores números, surgia no hardware novas informações, as quais eram absorvidas pela mente. Munida com estas novas informações a mente mudava o seu meio ambiente melhorando suas condições de vida, mais a s novas condições apontavam novas necessidades. Então a mente voltava-se para o hardware buscando realizar novas alterações, para atender a s novas e maiores necessidades. Com isso, a mutação para melhor no hardware produzia por tabela uma mutação para melhor na mente, a qual ia resultar em nova mutação para melhor na maquina. Um processo de retroalimentação, de feed-back que descobrimos agora estar enfronhado no processo da evolução natural.

Mas a mente humana já era em si – antes das origens do computador – o resultado do mesmo processo de feed-back entre o hardware biológico que começou na forma de uma célula viva e forçosamente uma primitiva incipiente forma de mente existente em outro nível da matéria. No desenvolvimento da cosmovisão da Matrix/DNA os cálculos foram indicando que essa mente em outra dimensão é uma especie de software que vem desde a primeira forma de sistema funcional que emergiu dentro deste Universo. Até a pouco tempo atras pensávamos que esta primeira forma de sistema tivesse sido o primeiro átomo. Mas ai fomos descobrindo que mesmo o átomo já é formado por partículas que são sistemas em si mesmas, então a emergência deste software se deu mais atras no tempo. Hoje, por fim, pensamos que localizamos finalmente a primeira forma deste sistema universal que aqui hoje chegou a forma de cérebro humano com seu software como feto de auto-consciência. Pensamos que localizamos essa primeira manifestação neste mundo material quando nos deparamos com a projeção de uma onda de luz natural na tela de um computador, representando esta luz como resultado das radiações de sete elementos materiais. Esta onda de luz resultante a que se chama de espectro eletromagnético se propaga no tempo e no espaço movendo-se, como ondas de uma espiral se olhada de lado ou como ondas concêntricas se olhada de cima ou como uma cobra serpenteante se olhada através dos olhos mecânicos conectados ao cérebro eletromecânico chamado de computador. Ela se move como cobra serpenteante porque ela tem em si sete divisões principais que funcionam como órgãos e no seu conjunto ela apresenta  mesma anatomia de um corpo-sistema biológico como o humano, e ela se move porque ela é movida pela força do ciclo vital. Assim um corpo humano desde o momento que surge neste mundo pela fecundação começa a se propagar no tempo e no especo movido pela força do ciclo vital, propagação que vemos no crescer do corpo em relação ao espaço e no avançar da idade em relação ao tempo.

Então, da radiação de todos os sistemas naturais existentes no Universo se produz uma grande e universal onda de luz. Enquanto da radiação de cada exemplar em miniatura deste sistema universal – como é um corpo humano – se produz uma ainda ofuscada onda de luz, uma especie de aura, não captável pelos nossos sensores. mas e preciso saber que a onda de luz no espectro eletromagnético não e cria da radiação dos elementos. Não. Ela surge como sendo libertada de uma prisão. na verdade, foi a entidade de uma onda de luz primordial que levou a matéria a produzir os elementos materiais, mas como dessa onda de luz se despregam partículas como radicais livres, eles adentram a massa material, e se encarnam nos elétrons, assumindo a maquinaria dos átomos e conduzindo-os a todo tipo de combinações visando finalmente combinar estes átomos na forma de moléculas orgânicas, para com eles continuar conduzindo-as para formar células vivas, os seres vivos. Se pensamos que a luz é produzida pela radiação estávamos enganados, pois ela antes produziu os elementos que agora irradiam. Tudo esta’ indicando que a luz, em relação ao Universo, é a substancia, o corpo material, da consciência do Universo, como os filamentos de energia no hardware do computador são o corpo, a substancia do software que e o representante da mente do homem dentro da maquina.

Se você raciocinar com bastante atenção em cada passo hipotético do corpo desta grande teoria você vera’ que cada passo não é tao hipotético, pois cada passo aqui não foi inventado pela imaginação mas sim baseado num parâmetro natural, um fato existente, comprovado, que podemos captar existindo aqui e agora. Mas pode haver erros nestes cálculos, claro. Enquanto não detectamos erros vamos mantendo esta teoria sob atenção e por ser a mais racional que conhecemos, vamos procurando delinear como deve se comportar um feto dentro da barriga gravida em relação ao corpo e mente de sua mãe que esta alem das membranas e paredes do pequeno universo placentário em que estamos existindo agora. Quando a coisa aperta aqui, quando temos necessidade de algum tipo de recurso natural como uma substancia, uma vitamina, o que devemos fazer no sentido de imitar o feto que esperneia e chuta as barreiras dentro da barriga? Alguns acreditam que nestes rituais nas igrejas dos evangélicos em que fazem um barulho danado se torcendo, gritando, chorando, pedindo a deus em forma de orações escandalosas, estão exatamente tentando chutar a barriga da mãe para ver se são ouvidos e atendidos. Sera este um método que da algum resultado? Eu, pelo meu lado, vou procurando uma maneira de fazer minha mente abstrata dar chutes abstratos dentro da barriga abstrata da consciência universal abstrata. E dai? Alguém tem melhor ideia? Mas o melhor mesmo, penso eu, e o feto procurar saber o que e e como funciona o corpo que contem esta barriga. Em outras palavras isto significa estudar o máximo possível esta natureza universal para saber como ela quer que nos comportemos. Acho que sendo comportado como um bom feto já ajuda muito a gestação. Mas antes temos que ver como deve se comportar um gene no meio social do DNA – a população social dos genes – para que todos produzam um ser perfeito, saudável, poderoso. E isto significa que temos não apenas de desempenhar nossa missão da maneira mais perfeita possível, mas faze-la sem usurpar recursos dos outros genes, faze-la tentando ajudar os outros genes que estão algemados sem poder avançar, e faze-la, no que e pior, combatendo o gene egoísta, o que significa tentar exorcizar o instinto animalesco de predador inclusive de outros humanos que impera no crebro da maioria dos 1% e das classes medias altas.

Uma pancada na cabeça faz ver padrões como fractais…

segunda-feira, janeiro 21st, 2019

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https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/01/15/jason-padgett-o-homem-que-se-converteu-em-um-genio-da-matematica-apos-sofrer-um-golpe-na-cabeca.ghtml

Num assalto um homem comum tem uma concussão cerebral e se torna um gênio em matemática. O que mais me interessa aqui é seu relato sobre fractais. Ele vê padrão em tudo e sua obsessão é desenhar fractais. Eu tenho essa anomalia de ver um certo tipo de padrão em todos os sistemas naturais, e posso chama-lo de fractais, com a diferença que meu fractal nada tem a ver com matemática, é um sistema completo, vivo e funcional. Fica esta dica para mais pesquisas…

(copia de trecho do artigo…) 

Fractais

Padgett notou que todas essas formas pixeladas pareciam se mover dentro de uma grade.

“Era como um videogame e parecia algo matemático.”

Curioso, ele foi à internet e lá aprendeu sobre a geometria fractal, uma abordagem matemática impulsionada pelo francês Benoit Mandelbrot.

Os fractais foram descritos como blocos que constroem tudo o que existe no universo.

São figuras que se repetem, para formar outras maiores.

Padgett explica da seguinte maneira: “É como uma tela de televisão… Os pequenos quadradinhos de cor formam quadrados maiores, e é assim que o todo é formado”.

De repente, ele percebeu que tudo o que via “podia ser separado em pedaços menores, mas idênticos”. Ele via padrões em tudo.

Então, sua obsessão passou a ser desenhar estas figuras fractais.

 

Os pregadores da sustentabilidade e salvação da vida estão incentivando o consumismo e a destruição dela, inconscientemente.

segunda-feira, janeiro 14th, 2019

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Sempre procurando noticias sobre Ciências, cai por acaso num blog intitulado “LIFE SCIENCE EXPLORATION” da escritora cientifica Neah Jain. E lendo um excelente artigo cujo link vai aqui abaixo, não pude resistir a postar no artigo um comentário, que copio a seguir ( esta em inglês, porem estarei traduzindo o comentário e o artigo assim que tiver tempo).

Meu comentário ( não publicado, aguardando moderação). Voltar para ver se ela respondeu:

Louis Charles Morelli | 

Hi, Neah… excuse-me my three cents here.
1) The materialist and nihilist scientific modern world view generated by these modern scientific theories is a culprit, since that it drives the youngers to consumerism. Science does not produces universal theories, like “Big Bang”, abiogenesis, blind evolution, etc.; humans do. And like religions do it, people that are working, thinking and writing about Science are creating a moral code, and this nihilist moral code is against yours definition of “to be sustainable”.
The big secret here is that we can connect all known scientific data in a different way that obeys all known scientific natural laws, getting a total different world view. I did and got it, exposed at my website. But, this different world view drives to a different moral code, a different behavior, just self-educating to be sustainable.
So, sorry my humble opinion, but if you writes supporting these scientific theories you are doing bad, besides personally you are trying to be sustainable, because you are driven lots of people to a wrong way. What do you think?

2) The “Primatas of Park Avenue” ( an interesting book revealing how the most rich people lives at the New York Uptown) reinforces the idea among the 1% that they must buy and consuming all they can, for fostering the economy, for giving back the money to the market and working people. They are the owners of the shares of corporations which is driven people to consumerism. So, they are in the root of this problem. Do you have any idea how to leave yours message for fighting the cause, and not us, the effect? I would appreciate a debate about these issues. Cheers and thanks by the good job.

3) Human consumerism is an effect of non-rational animal genetic inheritance. Larger predators kills all preys in a place, even that they will eat only one or two. Preys has no other purpose in life if not eating all that they can see. So, we will not save humankind if not by exorcising these animals instincts. My world view is a tool for driving people to their self-exorcization. The academic official world view is not. It means that your message is going nowhere. But,… are you going to do different from all that you learned and from what you are getting your surviving?

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Copia do artigo para fazer a tradução:

The Art of Sustainable Living

https://lifescienceexplore.wordpress.com/2015/10/27/the-art-of-sustainable-living/comment-page-1/#comment-961

My grandmother passed away a few years ago. She had few possessions: only one suitcase full of clothes and a cabinet of dishes.

Minha mae faleceu a poucos anos atras. Ela tinha poucas posses: somente uma mala cheia de roupas e um armário cheio de pratos.

I thought about how many possessions I had and came to the shocking realization that all my stuff would fill at least five large suitcases. That is when I thought: How many things do I actually use on a daily basis from all the stuff I have? I struggled to think of more than ten items, yet my home is filled to the brim with all kinds of paraphernalia. I felt rather disturbed and guilty when I realized I’ve been hoarding so much stuff for all these years without actually using it.

Eu pensei sobre quantas posses ( quantas coisas, objetos) eu tinha e me veio a chocante conclusão todo meu aparato encheria ao menos cinco grandes malas. Nisto foi quando pensei: Quantas coisas eu realmente uso numa base diária de todas estas coisas que tenho? Eu tive dificuldades em pensar em mais do dez itens, e mesmo assim minha casa esta cheia com toda especie de parafernália. Eu me senti muito perturbada e culpada quando conclui que tenho adquirido tanto bagulho por todos estes anos sem ter usado ele. ( a continuar)…

Grande proverbio a ser sempre lembrado pela Matrix/DNA

terça-feira, dezembro 4th, 2018

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You never change things by fighting the existing reality. To change something, build a new model that makes the existing model obsolete
–   Bucky Fuller

Voce nunca munda o mundo combatendo a existente realidade. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que torne o existente modelo obsoleto.

Eu construí o modelo de uma nova visao do mundo. Ela torna todos os outros modelos, obsoletos. Porem,… aqueles que acreditam num modelo obsoleto precisam conhecer este modelo. Levar este modelo ao conhecimento… aqui esta meu problema atual.

Luz das estrelas: Mais uma teoria minha sobre fótons e luz

segunda-feira, dezembro 3rd, 2018

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Baseado no artigo da Livescience:

https://www.livescience.com/64193-all-starlight-universe.html

E sua copia no artigo do Dawkins website :

https://www.richarddawkins.net/2018/11/heres-how-much-starlight-has-been-created-since-the-beginning-of-the-universe/#comment-234984

(Obs: Enviei meu comentário abaixo aos dois artigos. No Livescience foi publicado e no Dawkins não, aguardando moderacao)

Here’s How Much Starlight Has Been Created Since the Beginning of the Universe

Meu comentario enviado para o artigo em 12/o3/18 ( nao publicado, talvez aguardando moderacao. Checar depois.)

I have two layman’s question and some layman’s suggestions:

1) What about the light released by the Big Bang event? It does not fill up the whole universe?

2) If “protons releases photons”, and the stars are formed and composed by hydrogens with these photons, it is not the star that creates light, it was already created and packed into stars. Am I wrong? Why?

My suggestion:

Stars are secondary transmission towers of light, a secondary level of light coming from its primary level, lots time more powerful, which came from the Big Bang or a source that triggered it. Gamma-ray is the first “slice” or shape of light waves, the second is infrared, violet, etc., till radio. I have a theory suggesting the existence of a universal formula that exists at all natural systems, from atoms to galaxies to human beings, I later I found that the complete light wave resulting from the entire electromagnetic spectrum was the first manifestation of this formula in the Universe. The formula is a system built by the process of life’s cycle, which begins with a unique body transforming it into new more complex shapes. An individual human body also is a system, under the process of life’s cycles it is transformed from shapes to new shapes. It happens that the electromagnetic spectrum shows to us that its produced light waves propagates into time/space everything equal as a human body. So, the light shape as gamma-ray behaviours and functions are equal the behaviors and functions of a human baby; the second shape, infrared is equal the human shape as a child. And so on… the light waves dies fragmented into its particles, photons, as humans dies and its cadaver are fragmented… Final conclusion?

These photons from stars are fragments of a died primary light wave that was born with the Big Bang. Since that the primary light  was more powerful, its powerful photons choose the most powerful particles for “reincarnating”, the protons. When these photons are released by protons, they are second generation, less powerful, so, now they need a less powerful particle, the electrons. When atoms released by supernovas they composes biological systems, as human bodies, so, our bodies receives these electrons with these photons of second generation. At planetary atoms these photons gets the control of atoms machinery, like virus gets the control of cells machinery, and these photons drives these atoms to new combinations, emerging the organic matter. These photons have an unconscious and automatic, predetermined purpose: to joining together in the same sequence they was when composing the light wave, so, they tried to drive planetary atoms to re-build the prior system, the result in this new environment and new material is a mutation into biological systems. This was the origins of life here. Our DNA is the atual modern shape of primordial light waves from the Big Bang – re-transmitted and packed by stars. Our genetic code is coming from beyond a source from beyond the Big Bang.  And these gracious, marvellous stars are our grand-grand-mothers…

But, ok, We have only a theory, we need now testing it…

Teorias: bons conselhos para os teóricos

domingo, dezembro 2nd, 2018

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Often we see arguments that try to equate science with religion, in that “belief” in science is just another faith, just another denomination, and no more or less valid than methodism, confucianism, catholicism, mohammedenism (to give it an archaic name), hinduism etc.

The difference couldn’t be more stark, if you consider “belief” more in terms of placing a bet. A space probe, to Mars or to a comet or asteroid, is a very high stakes bet that Newton (and Einstein, where applicable) got it right to a a remarkable level of detail. That such probes have been successful at all shows that the “theory” is a lot more than just a wild guess over a beer. Putting up the money for the complex of orbiting equipment that is GPS was a very big bet that both Newton and Einstein got it right to an extremely fine level of detail, and using a SatNav is a lower stakes bet on the same thing. Do you believe your SatNav? Will it guide you to your chosen destination? Or will it try to park you in the sea?

There are many “theories”. The scientific ones — those that have stood the test of time and the attention of a great many interested parties — are the ones that work. The ones you can bet on. Bet your life on, in fact, on a daily basis.

You seem to have a misconception over what it means to be “falsifiable”. It means only that a worthwhile theory must be testable. Anyone can think up a “theory”. More properly, a “conjecture”, until it passes some tests at least. So, think up a “conjecture”. Now comes the hard part. Getting it accepted as a Theory.

Use your conjecture to make a prediction, to place a bet on something that can be observed, and, with as many independent observers as possible, see what happens. Repeat, before different sceptical audiences, don’t take one success as a “proof”. But, do take even a single failure as a possible “disproof”. If observations don’t fit with the theory, change the theory, not the observations. If in doubt about the observations themselves, try again.

If the bet wins, again and again, then the theory is accepted, at first grudgingly (raivosamente), by others with rival theories, and then, eventually, those who backed the rival theories run out of funds and stop betting on their loser wannabe theories, and take the evidence of your winning streak as a hint that maybe your theory is good for something after all. And then even the cautious betters place massive stakes on the table — all that proof that Newton and Einstein got it right (or right enough).

So, the path to a successful (scientific) Theory is long and difficult. Every test has to be able to support the theory, or to refute it, show that it is not correct. Those that yield repeatable, practical, valuable results become part of the standard body of knowledge, and all technology is built on this.

The history of human understanding of themselves and the world around them is littered with cast-off, broken down former theories, that have failed to bring in the winnings to those who bet on them. Astrology, Alchemy, Phrenology, Homoeopathy, Faith Healing. While tried-and-tested theories are daily re-proven by every satellite launch, every GPS-guided journey, every elevator ride, every airline flight, every cellphone conversation, every medical treatment, web post, and much more.

Only at the frontiers of our knowledge are new conjectures, potential theories, being devised, along with the experiments to test them, weed out (eliminadas) the failures. The tried-and-tested stuff is relegated to the classroom, to teach the next generation the story-so-far, those things that have already been settled. That can be trusted, are being trusted, all the time. The frontier is alive and dynamic, there’s always more to discover, more to find out, and each new piece of knowledge either fits with existing theories, or it breaks some of them. Exciting stuff, for those who like that kind of thing. And profitable too, for those who place their bets wisely.

Stay, explore, learn. Or you could just take somebody else’s word for it all.

I liked a definition I once heard at a science festival. It was an event by Denis Alexander, an evolutionary biologist (and Christian, as it happens), and he answered the question about the difference between a scientific theory and a fact by saying that, in science, a theory is something that explains a fact or set of facts. So for example (he said) it is a simple fact that organisms evolve from earlier organisms; and the scientific theory of evolution by natural selection explains how that evolution happens.

But I do agree that, to the non-scientists among us, there doesn’t always feel to be a huge amount of difference between the two. Scientists, though, who are always looking to discover new details and new facts, need to be clear in their own minds that the search for knowledge is never 100% complete. The key, I guess, is to match the degree of confidence in a claim to the amount of evidence there is for the truth of it.

Exemplo de como a Síndrome da Separação malversa valores humanos

segunda-feira, novembro 26th, 2018

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Na integra, as palavras de Carl Sagan foram:

Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, “superastros”, “líderes supremos”, todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali – num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (…)” –
Carl Sagan

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Porem, a Matrix/DNA Theory tem algo a acrescentar a estas palavras:

 

Matrix/DNA: “Bonitas palavras e com o intuito de criticar a arrogância de alguns humanos. Mas e’ a expressao de uma visao separadora entre o homem e seu Cosmos, tipico da mentalidade formada no metodo reducionista.

E’ uma maneira errada, incompleta, de ver a coisa. Nosso planeta é uma partícula nêutron dentro de um átomo astronômico chamado sistema solar dentro de uma célula chamada galaxia dentro de um sistema… que não sabemos o que é. A Terra é um ponto pela perspectiva limitada da Física e sua logica Matemática, as quais ignoram os fenômenos vitais. Mas o resultado final da evolução universal aqui não é o ponto e sim a Vida. Como a Vida não veio do sobrenatural, mas sim foi gerada pelos elementos desta galaxia, isto significa que as propriedades primitivas da vida tem que estarem presentes na anatomia da galaxia e isto esta sendo sugerido pela nova teoria da Matrix/DNA. Como micróbios de um ponto somos reduzidos ao mais insignificante, mas como a Vida no topo da evolução universal, nos tornamos bastante significantes. Essa diferença de perspectiva é de muita responsabilidade, pois a visão do ponto nos leva ao nihilismo e desmotivação para construir e nos agregar como especie, enquanto, como Vida, nos sentimos com um sério peso a carregar em nossos ombros que requer responsabilidade. Todas as estrelas, quasares e pulsares cumpriram sua missão evolutiva no seu devido tempo e entregaram a tocha a nos: de la’ nos espreitam torcendo com a esperança que demos continuidade a este esforço e os carreguemos dentro de nossa genética entregando a tocha a um destino sublime no infinito.” – Matrix/DNA