Archive for the ‘Pesquisas da Matrix/DNA’ Category

Você quer assistir a explosão do Big Bang no Universo aqui e agora? Aqui esta nano tecnologicamente reproduzida

quarta-feira, junho 19th, 2019

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Cientistas descobriram que uma deslumbrante explosão tipo fogos de artifício de zinco ocorre quando o óvulo humano é fecundado pelo esperma. O tamanho dessas “faíscas” é uma medida direta da qualidade do óvulo e sua capacidade de desenvolver em um embrião, de acordo com as novas pesquisas da Northwestern Medicine.

Ha’ 30 anos atras registramos a Teoria da Matrix/DNA, calculando a evolução ao reverso, onde o momento das origens do Universo, pela chamada “explosão do Big Bang” foi re-interpretada `a luz dos meus modelos teóricos, como uma cena com o mesmo significado do momento da fecundação de um ovulo!

Mas eles descobriram isso apenas agora, em 2018!

O que interessa aqui é lembrar o que escrevi naquela época: ” O Universo não é magico, ele não cria novas informações do nada, portanto tudo o que ele criou dentro dele só pode ser com informações que ele recebeu nos instantes das suas origens. Assim como uma mulher não é magica, e todas as informações que ela passa a seus filhos foram as que o casal receberam nos seus nascimentos. Como o objetivo final da criação não era o Universo e sim uma especie de ovulo cósmico dentro do qual iria ser reproduzido/a a coisa ou ser desconhecido por nos, que existia antes, todos os sistemas naturais aqui criados o foram a imagem e semelhança do mesmo processo pelo qual o próprio Universo surgiu. Então… queres ver como o Universo surgiu, olhe para a sua embriogêneses, desde o momento da fecundação do ovulo. As primeiras formas de morula, blástula… foram as formas da nebulosa de átomos, da galaxia… Mas veja bem… A forma humana é uma forma apenas transitória, não é a ultima forma que nascera no dia do Big Birth. Como estamos notando que uma nova forma de sistema esta surgindo aqui e ele parece não material e é muito mais evoluído que a forma humana – a autoconsciência – esta deve ser a forma final. O baby de uma Auto-Consciência Cósmica, eis do que somos os genes e estamos construindo aqui…

E ai esta’… a realidade comprovando uma teoria bem calculada…

https://www.youtube.com/watch?v=b9tmOyrIlYM

Leia o artigo em português aqui:

https://gravidez.mamaeonline.com/descoberta-ira-aumentar-sucesso-em-fertilizacao/

Descoberta irá aumentar sucesso em fertilização

Leia o artigo em inglês aqui:

https://news.northwestern.edu/stories/2016/04/radiant-zinc-fireworks-reveal-quality-of-human-egg

Paper published in Scientific Reports on March 18,  titled “The Zinc Spark is an Inorganic Signature of Human Egg Activation.”

 

 

O Cérebro Como Holograma

quarta-feira, junho 19th, 2019

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ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?
(capítulo 1 do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot)
 Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.
Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.
Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.
Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.
Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.
Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.
O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.
Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.
Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.
Como isso seria possível?!
Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.
Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.
Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.
Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.
Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.
O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.
Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.
Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.
Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.
Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).
A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.
Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.
Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).
Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.
Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.
NOSSA VISÃO É HOLOGRÁFICA
Uma outra descoberta de Lashley foi que os centros visuais do cérebro também eram surpreendentemente resistentes à amputação cirúrgica. Descobriu que os ratos ainda podiam realizar tarefas que exigiam uma complexa habilidade visual, mesmo depois de ter removido aproximadamente 90% do córtex visual (a parte do cérebro que recebe e interpreta o que o olho vê).
Pribam, fazendo a mesma pesquisa com gatos, concluiu que 98% dos nervos ópticos podem ser removidos sem prejuízo de habilidades que exijam tarefas visuais complexas.
Os seus experimentos apresentaram um grande desafio ao padrão de entendimento de como funciona a visão.
De acordo com a principal teoria da época, havia uma correspondência de um para um, entre a imagem que o olho vê e o modo que a imagem é representada no cérebro. Assim, como exemplo, se olhássemos para um quadrado, a atividade elétrica em nosso córtex visual também assumia a forma de um quadrado. Pribam, enquanto permanecia em Yale, passou sete anos fazendo experimentos em cérebros de macacos enquanto os mesmos realizavam variadas tarefas visuais.
A natureza do “todo em cada parte” de um holograma, certamente, parecia explicar como uma parte tão grande do córtex visual podia ser removida sem afetar a habilidade para realizar tarefas visuais.
Então, Pribam pensou: – Se o cérebro processava imagens empregando algum tipo de holograma interno, mesmo um pedaço muito pequeno do holograma ainda podia reconstruir a totalidade do que os olhos estivessem vendo. Isto também explicava a falta de correspondência de um para um entre o mundo externo e a atividade elétrica do cérebro.
A única questão que persistia era: que tipo de fenômeno semelhante à onda o cérebro estaria usando para criar tais hologramas internos?
Assim que Pribam considerou essa questão, pensou numa possível resposta. Sabia-se que as comunicações elétricas que acontecem entre as células nervosas cerebrais, os neurônios, não ocorrem isoladas. Os neurônios possuem ramos, como pequenas árvores e quando uma mensagem elétrica atinge o fim de um desses ramos, ela se propaga como a ondulação numa lagoa. Pelo fato dos neurônios estarem tão densamente agrupados, estas ondulações de eletricidade que se expandem – um fenômeno semelhante à onda – estão constantemente cruzando umas com as outras.
Quando Pribam se lembrou disso, compreendeu seguramente que elas estavam formando um arranjo quase infinito de padrões de interferência e isto, por sua vez, podia ser o que dá ao cérebro suas propriedades holográficas.
“O holograma estava lá o tempo todo, na natureza , em forma de ondas emitidas pela conexão das células cerebrais”, observou Pribam. “Nós simplesmente não tínhamos a perspicácia de compreender isto”.
Pribam publicou seu primeiro artigo sobre a natureza possivelmente holográfica do cérebro em 1966, e continuou a ampliar e aperfeiçoar suas idéias durante vários anos seguintes. Como ele, outros pesquisadores ficaram cientes dessa teoria, e compreendeu-se rapidamente que a natureza espalhada da memória e da visão não é o único enigma neurofisiológico que o modelo holográfico pode explicar.
A holografia também explica:
1. como nosso cérebro pode armazenar tantas lembranças em tão pouco espaço.
2. nossa capacidade de lembrar e esquecer.
3. nossa memória associativa, como por exemplo, sentimos o cheiro de um perfume e imediatamente evocamos a imagem de uma pessoa que usava aquele perfume.
4. nossa capacidade de identificar imagens familiares como, por exemplo, reconhecer alguém que não vemos durante muitos anos.
5. a memória fotográfica, também conhecida como lembrança eidética.
6. a transferência de habilidades adquiridas.
7. a sensação de “membros fantasmas”, que, para Pribam, o que as pessoas vivenciam seja a memória holográfica do membro que já não existe, mas que ainda está registrada nos padrões de interferência do cérebro.
8. como criamos a sensação de um “mundo exterior” – assim como as imagens que vemos num espelho, como se elas estivessem dentro do espelho, criamos a ilusão de profundidade, também percebemos o mundo exterior fora de nós, sendo que as imagens estão na nossa retina.
“Criar a ilusão de que as coisas estão localizadas onde não estão é a requintada característica de um holograma”.
Base experimental para a comprovação do cérebro holográfico 
O pesquisador que forneceu esta prova foi Paul Pietsch, um biólogo da Universidade de Indiana.
De maneira intrigante, Pietsch começou como um veemente cético da teoria de Pribam. Ele era descrente principalmente quanto à alegação de Pribam de que as lembranças não têm nenhuma localização especifica no cérebro.
Para provar que Pribam estava errado, Pietsch realizou uma série de experimentos usando salamandras como cobaias.
Pietsch pensou que, se o comportamento alimentar da salamandra não estivesse restrito a uma localização específica no cérebro, então não importaria qual o posicionamento do cérebro na cabeça. Se importasse, a teoria de Pribam seria refutada.
Então ele foi, passo a passo, alterando as posições das partes do cérebro, tirando e recolocando nas salamandras e verificando o comportamento alimentar das mesmas. Quando o cérebro era retirado elas permaneciam em estado letárgico, e quando era recolocado, as atividades voltavam a ser normais. Cada vez mais intrigado, Pietsch decidiu recorrer a medidas mais drásticas. Numa série de aproximadamente setecentas operações, cortou em fatias, virou, embaralhou, tirou e até picou em pedacinhos o cérebro das cobaias, mas sempre quando recolocava o que tinha tirado do cérebro delas, o comportamento das salamandras voltava ao normal.
Estas e outras descobertas fizeram Pietsch mudar de idéia e atraíram tanta atenção que sua pesquisa se tornou objeto de uma parte do show de televisão “60 minutos”. Em seu revelador livro Shufflebrain (cérebro embaralhado), ele escreve sobre essa experiência, incluindo um relatório detalhado de seus experimentos.
Com esse trabalho Pietsch teve que “tirar o chapéu” para Pribam.
A LINGUAGEM MATEMÁTICA DO HOLOGRAMA
Embora as teorias que possibilitaram o desenvolvimento do holograma tenham sido formuladas pela primeira vez em 1947, por Dennis Gabor (que mais tarde ganhou um Prêmio Nobel por seus esforços), foi nos fins dos anos 60 e começo dos 70 que a teoria de Pribam recebeu apoio experimental ainda mais decisivo.
Quando Gabor concebeu pela primeira vez a ideia da holografia, não estava pensando em lasers. Seu objetivo era aperfeiçoar o microscópio eletrônico, na época um aparelho imperfeito e primitivo. Sua abordagem era matemática, e a matemática que ele usou era um tipo de calculo inventado por um francês do século XVIII chamado Jean B. J. Fourier.
O que Fourier desenvolveu foi uma fórmula matemática para converter qualquer padrão, não importa quão complexo seja, numa linguagem de ondas simples. Ele também mostrou como essas formas de onda podiam ser reconvertidas ao padrão original. As equações que ele desenvolveu para converter imagens em formas de onda e vice-versa, são conhecidas como “conversões de Fourier”.
As conversões de Fourier possibilitaram a Gabor converter a fotografia de um objeto no borrão de padrões de interferência de um pedaço de filme holográfico. Elas também possibilitaram a ele inventar um modo de reconverter aqueles padrões de interferência em uma imagem do objeto original.
Na verdade, a especificidade do todo em cada parte de um holograma é um dos subprodutos decorrentes de quando uma imagem ou padrão é traduzido para a linguagem de formas de ondas de Fourier.
Logo a seguir, vários pesquisadores entraram em contato com Pribam, informando-o de que tinham descoberto provas de que o sistema visual operava como um tipo de “analisador de frequência”. Como a frequência é a medida do número de oscilações que uma onda sofre por segundo, isto sugeria de maneira gritante que o cérebro podia funcionar como um holograma.
Mas foi somente em 1979 que os neurofisiologistas Russel e Karen De Valois, de Berkeley, fizeram a descoberta que decidiu a questão.
Os De Valois usaram as equações de Fourier para converter padrões de tabuleiro de dama, e de xadrez, em formas de onda simples. Então fizeram testes para verificar como as células cerebrais no córtex visual respondiam a estas novas imagens em forma de onda.
O que eles descobriram foi que as células cerebrais respondiam, não aos padrões originais, mas às traduções dos padrões de Fourier. Só se podia tirar uma única conclusão: o cérebro estava usando o cálculo de Fourier – o mesmo cálculo aplicado à holografia – para converter as imagens visuais na linguagem de Fourier de formas de onda.
A descoberta de Fourier foi posteriormente confirmada por numerosos laboratórios de pesquisa de todo o mundo, e isso fornecia prova suficiente para convencer Pribam de que sua teoria estava correta. Estimulado pela idéia de que o córtex visual estava respondendo não aos padrões mas às freqüências de várias formas de onda, ele começou a reavaliar o papel que a frequência tem nos outros órgãos sensoriais.
O fisiologista e físico alemão Hermann von Helmhltz mostrou que o ouvido é um analisador de frequência.
Uma pesquisa mais recente revelou que nosso sentido do olfato parece estar baseado no que é denominado de freqüências ósmicas.
O trabalho de Bekesy demonstrou claramente que nossa pele é sensível a freqüências de vibração e esse cientista até apresentou provas de que o paladar pode envolver análise de frequência.
Bekesy descobriu que as equações matemáticas que lhe possibilitaram fazer tais descobertas, eram todas do tipo Fourier.

Tecnicas para pensar a Natureza: Inside Einstein’s Mind

quinta-feira, junho 13th, 2019

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A forma como Einstein raciocinou sobre a Natureza. Faltou ele perceber o mais importante sobre a luz: o codigo para organizar a materia em sistemas, ou seja, o codigo vital. Observo aqui agora que pode-se cortar o DNA em muitos pedaços, mas ele estará estruturado no seu menor pedaço, uma unidade fundamental de informação, que tem o template para todo o resto. A luz tambem, podemos ver apenas uma porcao dela, passando por nos, mas se cortar-mos um faixa dela, teremos todo o codigo vital. Inclusive sua menor particula, o foton, contem a formula do todo.

https://www.youtube.com/watch?v=tfSMcDqnh00

Grande Descoberta: O Universo como um processo da reprodução genética é a materialização grosseira do processo de depuração da auto-consciência cósmica

segunda-feira, junho 10th, 2019

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A separação da bolha de substância da substancia do oceano cósmico se dá pelo Big Bang. O processo de reintegração da bolha no oceano cósmico se dá por outro Big bang, agora chamado de Big Birth.

Como um processo que ocorre a nível de auto-consciência cósmica, quando auto-projetado materialmente, se torna o conhecido processo da reprodução genética.

(obs: esta descoberta se deu em outro artigo aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=15986

Os modelos e cálculos da Matrix/DNA tem me levado a suspeitar que existe ao meno uma extra-universal super-evoluída consciência cósmica que se mistura num corpo de ondas da luz que é sugerida pela teoria (que conteria o código da vida, a Matrix/DNA) e consiste no template, o pano de fundo da nossa realidade material. Esta entidade não se relaciona diretamente conosco no mundo material, a não ser no detalhe que em nosso mundo material comportamos bolhas contendo porções dessa substancia consciente, alojadas em nossos cérebros. Então seria um infinito ou quase-infinito oceano de substancia em outra dimensão. Nesse oceano se formariam pontos de alta-concentração de alguma coisa, como quando em nosso corpo surgem tumores, espinhas, etc. Estes pontos se tornariam bolhas contendo uma dessas porcões alteradas, contaminadas, e essas bolhas se separariam da substancia total como vemos nas margens das praias as bolhas se formarem na superfície e as vezes empurradas para o continente. Estas bolhas seriam grandes, do tamanho astronômico e procurariam ou seriam empurradas para planetas. Nisto consistiria a camada mental de Gaia. Deste grande pacote de substancia dentro desta bolha astronômica surgiriam divisões em pacotes menores, que também estariam dentro de bolhas pequenas, e estas seriam as consciências habitando o cérebro de humanos. Se for assim, creio que a meta ou resultado final destas bolhas seriam serem limpas da contaminação, depuradas. Quando todas as pequenas bolhas de um planeta estão sob depuração, começa haver fios de conexão entre elas, ou seja, humanos começariam a sentir os pensamentos e mentes de outros humanos. Seria uma especie de entanglement quântico, como sugere um comentário abaixo? primeiro começaria o entanglement entre duas pessoas muito próximas ( como mãe e filho, neto e avo, etc.), depois isto iriam se ampliando, passando alem do limite das pessoas da família para alcançar amigos vizinhos, ate que no final haveria uma network de entanglement, a qual seria a maturidade da consciência de Gaia.

OHHHHHHH….!!!!!!

OHHHHHHH….!!!!!!

Acho que toquei mais uma das chaves do grande mistério!

Essa network de entanglement em Gaia passaria então como pequena bolha a se aproximar e juntar-se a milhões, trilhões de outras bolhas planetas espalhadas dentro deste Universo. Começaria tudo de novo, porem a gora a nível de todo o Universo. E quando chegasse o dia final, quando todas as bolhas do Universo se amalgamasse numa só?

Estaria pronta para retornar e explodir dentro do oceano de consciência infinita.

E aqui se da o ponto de awe, de descoberta!

Esta hipótese lembra imediatamente o dogma máximo expresso em todos os modelos teóricos da Matrix/DNA:

NESTE UNIVERSO ESTA OCORRENDO UM MERO PROCESSO DE REPRODUÇÃO GENÉTICA DA COISA DESCONHECIDA EXTRA-UNIVERSAL

Sim. A divisão de uma forma em múltiplas formas diferentes, é a diversificação das formas que bem conhecemos. Que todas as formas tenham uma mesma essência comum como código bate com a hipótese das múltiplas bolhas onde todos os indivíduos são diferentes entre si. Que bolhas pequenas se amalgamam e se tornam bolhas maiores, mais complexas, lembra exatamente a evolução biológica e cosmológica.

Então, o processo de formação de bolhas ate o final do amalgama de todas as bolhas  e um processo igual a embriogêneses.

Enfim podemos suspeitar que o processo de depuração de uma super auto-consciência se constitui no mesmo processo de reprodução genética. Ou seja, a genética é a contraparte materialista de um processo genético a nível de auto-consciência.

Link `a materia que inpirou esta descoberta:

https://www.youtube.com/watch?v=78SkTuk8Zd4

e

Olavo de Carvalho mencionando a Matrix/DNA em vídeo?!

terça-feira, junho 4th, 2019

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Por favor, alguem sabe algo do que Olavo cita em 17:14 sobre uma nova abordagem de um homem que nao e’ cientista e sim da administracao e computacao, uma nova teoria que pode mudar todo o debate? Ele esqueceu o nome… alguem sabe algo dessa teoria? Ficaria grato por qualquer informacao…

Olavo de Carvalho comenta Hawking e Darwin

Como se observa no transcript do video, neste trecho:
16:12
Quanto a discussão entre evolucionistas
16:14
e adeptos do design inteligente é bom
16:19
que isso aí deve ter alguma outra
16:21
abordagem possível além deste
16:23
confronto estático
16:25
por que digo isso porque o jovem deve
16:28
creditar o design inteligente
16:31
no final de As origens das Espécies diz
16:33
claramente que deus planejou tudo isso para
16:36
que as espécies evoluíssem dessa dessa
16:38
maneira. O que que e’ isso, e’ uma teoria
16:40
do design inteligente
16:41
então porque é que os adeptos do design
16:45
inteligente são tão anti darwinianos e
16:47
os darwinianos sao tao contra o design
16:49
inteligente
16:50
meu deus é porque o número de
16:52
participantes deste debate que leu a
16:54
origem das espécies é muito pequeno
16:56
por isso não é possível, se você ler, sem
17:00
chegar nesse ponto e perceber que na
17:02
mente de Charles Darwin não havia a menor
17:05
contradicao entre uma coisa e outra.
17:07
ele usa uma para explicar a outra e a outra para explicar a uma. Entao porque que nao existe
17:09
 a
17:14
teoria do design inteligente
17:15
evolucionista? é a única que seria
17:19
fiel ao propósito de Charles Darwin.
 
17:22
bom parece que isso acaba de aparecer 
17:27
e foi feito por um sujeito aqui não é um
17:31
cientista é um homem da administração e
17:34
da computação, essa coisa toda. Esqueci o nome, acho que é Berry… esqueci.  
17:41
então agora já existe um esboço dessa
17:44
teoria isso talvez mude todo todo o
17:47
debate

A energia para curar o câncer está em outro planeta ou outra lua?

segunda-feira, junho 3rd, 2019

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Marta Anders foi abduzida, retirada deste planeta para ser curada do câncer.

Sera que os bits-informação em fótons que completariam a perfeita Matrix/DNA não estão todos na Terra, mas tem parte deles em outro planeta?

No meu livro, digo a Dawkins:

-” Já disse que com minha investigação não tenho pretensões cientificas, são apenas investigações naturalistas, diretamente entre uma mente que pergunta, busca, e os fenômenos naturais que se apresentam no campo de observação desta mente.”

-” Ora, se é naturalista tem que ser cientifica…”

-” Não. “Cientifica” é uma palavra produzida e derivada dentro da academia que esta no poder de controlar e decidir sobre a atividade das Ciências, mas esta academia tem desviado a Ciência do campo real da Natureza.”

-” Onde, como?”

-” Alem do motivo obvio que é uma ciência dirigida pelos interesses de quem esta’ financiando a atividade cientifica – que pode ser interesse militar de governos, ou interesses ambiciosos de financiadores que apenas buscam lucro monetário –  os acadêmicos controlando a atividade cientifica mesmo sem estas influencias ainda pecam porque eles selecionam discriminando os fenômenos naturais, escolhe apenas aqueles que se encaixam na sua atual visão do mundo enquanto ignora e combate aqueles que não se encaixam. Assim, cada novo experimento é guiado por uma tendencia, uma míope visão de parte da realidade, que visa re-enforcar a atual visão ideológica, e assim a atividade cientifica funciona como um eterno moto-continuo produzindo feed-backs, retroalimentando-se dentro dos limites de uma faixa vibratória da matéria iluminada apenas por uma faixa do espectro eletromagnético. Por exemplo, minhas investigações apontam que nos sistemas atômicos e astronômicos existem o processo do ciclo vital. isto para humanos é misturar física com biologia e tanto os físicos como os biólogos não gostam disso, evitam isso, mas dividir um objeto natural em uma parte física e outra biológica é coisa de humanos, não da Natureza, esta nem sabe o que é física ou biologia, Ela apenas é o é…”

-” Outro exemplo me lembro agora de um vídeo que vi ontem. Uma ex-atriz famosa que foi repentinamente retirada da do trabalho e da mídia devido a uma doença grave, um câncer no rosto, condenada a apenas 3 meses de vida, diz que implorou a Deus e foi atendida, mas que teria sido abduzida por uma nave alienígena, que por algum motivo estava por perto e captou seus chamados, levada a uma certa região alem do “norte da Terra” como ela diz e trazida de volta, completamente curada. Ela menciona vários fatores como prova, como os 4 médicos que presenciaram seu caso, a enfermeira noturna que ouviu uma explosão no quarto da enfermaria e onde ela estava, etc.. Um filosofo naturalista com suporte tecnológico cientifico imediatamente correria no local, investigando as testemunhas, medindo a energia do quarto, etc., mas nenhum cientista se moveu simplesmente porque á possuem a crença firmada de que trata-se de alucinação ou mentira pura, inclusive os doutores da ciência medica do lugar tratam de abafar casos semelhantes. Mas porque correm a julgar o caso como mentira? Porque a narradora vem do outro lado da mesma moeda imaginadora, ela também precisa das mistica, porem a mistica contraria. Então imediatamente ela concluiu que foi Deus em pessoa que apareceu e a levou numa carruagem de fogo tal como ela leu na Bíblia, etc. e assim, deturpa a narrativa. Ms um racionalista tem que saber separar o joio do trigo não jogando tudo fora como se fosse joio apenas, tem que compreender de onde essa mente religiosa vem e como isso poderia influenciar, por exemplo, se tivéssemos contacto com prováveis seres extraterrestres. Talvez esteja ai um portal aberto para transpassar-mos as barreiras impostas pelos nossos poucos e pobres sensores cerebrais e ampliar a área de abrangência das Ciências, mas com esta ditadura ideológica no controle nunca vamos saber. Newton fez o maior trabalho  de Física de todos os tempos, mas com base numa visão do mundo elaborada pelos esotéricos da Antiguidade que já falavam ate em buracos negros, como você pode constatar nos livros de Helena Blavatsky sobre a Doutrina Secreta. Mas o s meus índios, aqui na Amazônia e agora, alucinados ou não por raízes e cogumelos, também falam de buracos negros menos fantasmagóricos e mais racionais que os buracos negros canibais do Stephen Hawkings. E o que perdemos com isso? Por exemplo, um filosofo naturalista estaria excitado desejando aplicar um experimento cientifico. Ela diz que passou por Saturno, que viu pela janela de vidro da nave, mas não se distanciou muito dali. Em seguida sentiu lufadas de uma energia lhe perpassando o corpo. Haviam formas de seres perto dela, ela falou a eles e não responderam com voz, apenas as lufadas de energia, parece que não existe maneira de uma comunicação inteligível entre eles e os humanos. Em seguida houve um estrondo e ela se viu de volta no quarto da enfermaria. Não cabe a mim julgar se é fato ou alucinação, não esquecendo que houve uma especie de milagre que também ninguém sabe explicar…negar que existe Deus já é em si certa arrogância, mas negar que existam consciências mais evoluídas que as humanas, inclusive consciências que possam abranger todo o Cosmos, e até atenderem suplicas humanas no lugar de Deus, não é racional.”

-” Mas que experimento você faria sobre essa baboseira toda?”

-” Muitos. O meu modelo de visão do mundo esta’ sugerindo que é possível que quando a entropia ataca um sistema astronômico, um pacote de seus bits-informação podem se reunirem num ponto do espaço/tempo dentro do sistema, e se encontrarem apenas nesse ponto, então é possível que em nos, nossas células, ainda esteja faltando informações para uma substancia ou organela, e esta falta pode ser uma das causas enfraquecedoras do nosso sistema imunológico, o que pode ser a causa do câncer. Quando tiver-mos as condições tecnológicas vamos ter aparelhos adequados procurando no sistema solar continuuns das energias ou fótons que estão inseridos em nossas células, pois estes continuuns poderiam nos tornar muito mais fortes. Por exemplo imagino a NASA construindo naves melhores que poderiam levar humanos em volta ou alem de Saturno, as luas de Júpiter. Como ninguém iria se aventurar a tripular a primeira nave, imagino oferecendo a chance a um doente terminal condenado a morrer em 3 meses. Porque aquela região do sistema solar? Que tipo de energia poderia ter ali que na Terra não tem e que poderia curar o câncer? Um relato ao condenado desta ex-atriz, e ele provavelmente se aventuraria ao teste… Mas tal nunca sera feito enquanto esta ideologia com esta visão de mundo estiver na posse da nossa atividade cientifica…”

-” Claro não tem porque gastar dinheiro, tempo e energia. em tal disparate porque não tem como acreditar nisso…”

-” Mas dinheiro para gastar na busca da química para o mais perfumado cosmético sempre tem aos bilhões. A verdadeira Ciência lida diretamente com objetos, fenômenos reais naturais, ela não tem cérebro, não julga, portanto nem acredita nem desacredita, crenças humanas não são cientificas, e pura imaginação humana.”

-” Meu Santo Unicórnio! Uma região numa lua de Júpiter onde tem uma corrente de energia que cura o câncer! vamos lotar naves com doentes terminais de câncer e voltarão todos pulando carnaval na maior festa! Só mesmo sua cabeça poderia pensar tal coisa, Austriak…”

-” Ou vamos colher essa energia lá e traze-la para cá… Porque você não assiste o vídeo com atenção e tente refletir sem prévios formados julgamentos? Toma la’ o link:

Relação entre predador e presa: pesquisador Rolf O. Peterson, a pesquisar.

sexta-feira, maio 24th, 2019

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Rolf O. Peterson (1944–)
Peterson helms the world’s longest-running study of the predator-prey relationship in the wild, between wolves and moose on Isle Royale in the middle of Lake Superior. He’s devoted more than four decades to the 58-year wildlife ecology project, a dedication and passion indicative, to me, of what science is all about. As the wolf population has nearly disappeared and moose numbers have climbed, patience and emotional investment like his are crucial in the quest to learn how nature works.

Ver na sua ficha da universidade os varios papers , com informacoes sobre predador/presa, como neste PDF:

http://cbi-toulouse.fr/eng/images/upload/721-jostetal-jae-005-pdf.pdf

Filosofia: Online database de papers de filosofia

terça-feira, maio 21st, 2019

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https://philpapers.org/

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Física Quântica: O que existe no vazio? O experimento que mediu o que há ‘no vácuo’

domingo, maio 12th, 2019

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Muito bem explicado artigo em linguajar popular, e abaixo o comentario que publiquei no artigo:

https://brasilsoberanoelivre.blogspot.com/2019/05/o-que-existe-no-vazio-o-experimento-que.html?showComment=1557669198664

Meu comentário publicado:

Na minha leiga opinião, os nossos cinco sensores são limitados e insuficientes para captarem essa substancia flutuante de uma membrana que envolve essa nossa realidade de apenas uma faixa de luz (a luz visível) e um tipo de vibração, separando-a de uma realidade vizinha em outra faixa de luz e vibração. Por esta membrana passam alguns elementos na forma de partículas que podem se unirem aqui constituindo sabe-se la o que e estarem influenciando nosso mundo.

Vamos esperar nosso cérebro evoluir com mais sensores ou vamos construir instrumentos tecnológicos com diferentes sensores sem saber para captar o que? O provável é que quando conhecer-mos novas dimensões nossas crenças atuais e tudo que pensávamos saber virem de cabeça para baixo. Por isso tenho pena dos extremistas, radicais e donos da verdade… Eu mesmo, aplicando o método da anatomia comparada entre sistemas naturais vivos e não-vivos para entende-los melhor estou sendo surpreendido com respostas que sugerem o mundo ser muito diferente do que tudo que já se imaginou ate aqui…… e se alguém tiver curiosidade basta clicar meu nome ao lado para ter uma ideia do que pode ser esse inimaginável mundo…

 

A noiva do cordeiro: experiencia comunitaria para estudo da Matrix/DNA.

domingo, maio 5th, 2019

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Videos sobre a comunidade:

https://www.youtube.com/results?search_query=a+noiva+do+cordeiro

Vídeo das historias dos órfãos recolhidos e atos da matriarca:

A MALDIÇÃO DA EXISTÊNCIA DESTAS RELIGIÕES

Em 1890, 125 anos atras, uma mulher foi obrigada a casar com com quem não gostava, começou a ter relações com outro homem ainda casada, engravidou, separou-se do marido e juntou-se com o amante. O casal despertou a ira incubada nessa religião do demônio que se intitula crista, a qual amaldiçoou-os para valer a te a quarta geração e os padres desde o púlpito dos sermoes fez questão de jogar a população contra o casal. Rejeitados foram morar isolados quase num mato a 120 kms de Belo Horizonte. Produziram alimentos mas quando foram vender na cidade rejeitaram porque o alimento vinha de mãos amaldiçoadas. Mesmo assim conseguiram sobreviver e prosperar deixando para os filhos um casarão e alguma terra. Mas os filhos eram amaldiçoados e o isolamento continuou por três gerações. Nisso um pastor evangélico ( outra vez a praga da religião) que brigou com os católicos resolveu casar com uma das filhas do casal e foi morar no local levando o terror, pois fundou uma igreja la dentro onde impôs aos moradores regimes de prisão total. Com o desaparecimento do pastor a filha e demais moradores decidiram acabar com igreja e religiões, apesar de manterem a crença num Deus, mas cada um cuidando privadamente da sua relação com seu Deus.

Isto prontamente gerou um estado de espirito nos moradores surpreendente, pois se irmanaram com uma só família e apesar da pobreza, a matriarca recolheu muitas crianças órfãs e familias em precárias condições nas cidades de maneira que hoje vivem como uma sociedade em tudo e apresentando consideravel progresso financeiro e patrimonial.

Muito importante notar e o que os moradores dizem: devido ao amor que existe entre todos aqui, os trabalhos sempre feitos em mutirão são alegres e a pobreza não e nenhum obstaculo a felicidade geral, tanto que nem mesmo as mulheres aceitam casar se o marido não vierem morar aqui, pois daqui ninguem quer sair.

E preciso saber porque a matriarca levava estas pessoas. Todas revelam que ela os atendeu com se fossem filhos e com muita sabedoria transformando meninos e meninas de favelas que viviam no crime em pessoas altruistas que não existem no resto do pais. Todos trabalham e muito, sem salários, mas parece que toda a renda e repartida por igual, e não precisa-se saber como pensa a matriarca.

E preciso saber como fica o patrimônio, com que os moradores ficam, etc.

Muito melhorou ( hoje possuem trator, caminhão, vários utilitários, fabrica de roupas, de conservas, etc., escola interna, teatro, etc. depois que fundaram uma associação inscrita na cidade pela qual conseguem alguns benefícios, e muito importante, perceberam que seu numero de 300 pessoas somavam votos suficientes para eleger um vereador, e então elegeram uma vereadora da comunidade. Assim vão entrando na divisão do poder politico da cidade.

Fica este importante e inusitado material para se pesquisar, refletir, se possível ir la para conhecer ( tem as festas gastronômicas com que convidam visitantes através de videos no Youtube) e planejar as sociedades da Matrix/DNA.

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PESQUISA

DEPOIMENTO DA NOIVA DO CORDEIRO

“I haven’t kissed a man for a long time,” Nelma Fernandes, 23, told the Telegraph. “We all dream of falling in love and getting married. But we like living here and don’t want to have to leave the town to find a husband. We’d like to get to know men who would leave their own lives and come to be a part of ours. But first they need to agree to do what we say and live according to our rules.”

RESPOSTAS DE De ESTRANGEIROS

i m ready to marry girls plz do reply me .if i needed
Brother, have respect. You need be a slave to no one. Your worth is more than what society says.
And live poor in Brazil?? Fuck that shit!! I am an engineer and I make great $$. No way in hell I am leaving for Brazil to give up my freedom and more luxurious lifestyle to work on a farm. I am from a big city with over 10M people.
CONCLUSAO: Assim como na sociedade patriarcal as regras são prejudiciais as mulheres, numa sociedade matriarcal as regras sao prejudiciais aos homens. Sao duas naturezas diferentes que configuram os cérebros diferentemente com opostas tendencias e valores ( Isto pode ser bem visto e entendido na formula universal dos sistemas). Claro que a mais feliz opcao para ambos e’ cada qual ceder em 50% e manter seus 50% num sistema em equilíbrio. Esta faltando fazer o calculo para ver como seria esta sociedade quase perfeita.
Quanto ao Miguel vemos a diferença nítida entre um cérebro gerado num berço de classe media num pais rico e outro gerado num berço pobre em pais pobre. Obviamente os homens que estão casados com elas se submeteram as regras e vivendo como pobres trabalhadores na cidade são de origem pobre.
Um primeiro fator que ressalta aqui é a diferença entre competição versus cooperação. Obviamente Miguel tem o cérebro hardwired pelo instinto predador, cuja genética modela caninos abstratos, enquanto os que se casaram demonstram ter – ou o instinto de presa cuja genética modela orelhas caídas, ou pode se tratar de humano que deu um salto evolutivo se exorcizando de ambos os instintos, que fica a predisposição a cooperação, nunca a competição. Mas parece obvio que não existe algum elemento do segundo tipo ali.
O fato é que da pobreza, dos orelhas caídas,emergiu a cooperação. Pelas palavras de Miguel se percebe que os caninos abstratos jamais vão se submeter a aposentarem seus caninos e conseguirem sobreviver sem as luxurias que tais caninos obtém. Conclusão inevitável:
OS PREDADORES SÃO CASOS PERDIDOS IRRECUPERÁVEIS NA GRANDE CAUSA HUMANA
Qual seria minha resposta para Miguel:
” Bem,… Miguel, você esta sendo esperto. Mas esperto no sentido da astucia felina. Quanto ao aspecto da inteligencia universal tenho minhas duvidas. Você foi construído por um sistema que o permite cobrar elevado preço pela sua hora de serviço enquanto consomes maioria dos produtos vindos de escravos na China e comunidades como essas do vídeo, por cujas horas de trabalho você não quer pagar o mesmo que recebe. Atitude tipica da astucia felina e ditatorial do instinto predador. A Historia Natural relata que a Natureza expele todos os grandes predadores – de dinossauros nos continentes a tubarões nos oceanos – e se continuar assim o que você esta’ construindo como engenheiro vai a lugar nenhum, ou vai ser transferido para outros, seu DNA esta condenado com sua linhagem evolutiva, pois o que fazes agora vai ser tudo derrubado, e serão de comunidades mais humildes como essas que sairão os herdeiros das terras nas novas fases evolutivas, como foram os menores e desajeitados repteis cianodontes que se transformaram em mamíferos. Mas se você tem estomago para aceitar ser carrasco de escravos e tem as leis naturais de agora a seu favor, você é livre para continuar assim indo no caminho dos dinossauros.
“Isso não quer dizer que a Historia Natural esta sugerindo que os homens que foram se casar com estas mulheres e viverem no seu habitat tero melhor destino ou serão os eleitos. Pois as regras matriarcais e o tipo de mentalidade que emana dos que vivem la parece não tenderem a sua evolução no sentido de inteligencia universal também. A inteligencia universal seria maravilhosamente promovida se para la fossem homens como você mas subjugando seus caninos enquanto mantendo a ambição evolutiva como engenheiro e com seu conhecimento. Seriam o fermento para darem o salto evolutivo e serem os próximos eleitos quando a natureza do planeta passar por suas próximas transformações.”
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