Archive for the ‘Pesquisas da Matrix/DNA’ Category

Mulher nasce sem a vagina, e apenas a Matrix/DNA explica a causa

sábado, agosto 19th, 2017

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Esta noticia chama atenção de quem conhece a formula da Matrix/DNA porque imediatamente nos vem a pergunta: qual a causa desta anomalia? Vide noticia com link abaixo: Mulher nasce sem a vagina e fala sobre sua rara condição”. E basta lembrar da formula que a resposta vem imediatamente: os genes que executam a Função 7 da formula não funcionaram. E basta um pouco de trabalho laboratorial para saber como ativar estes genes e deixar a Natureza trabalhar normalmente, sem dor e custos elevados, que os órgãos reprodutores vão se formarem. Mas estamos com um grande problema no mundo humano devido o domínio dos grandes predadores puxarem sempre a brasa para sua sardinha ate’ quando se deparam com um fenômeno natural que não entendem e logo procuram uma interpretação que seja conveniente a manutenção de suas crenças como ser privilegiado por seu Deus que ao mesmo tempo mantenha o condicionamento mental das presas em seu domínio. Assim não lhes e’ conveniente perguntar a causa da anomalia ( e’ coisa de Deus ou do acaso) e correm a procurar maneiras de faturarem alto em cima do problema com essa medicina que apenas intervem depois da doença instalada. Enquanto perdurar essa cultura milenar que interpreta a natureza toda de maneira errada eu vou morrer gritando porque qualquer outra atitude para mudar isso que não passe pela mudança mental sera inútil. Por isso entro nestes comentários como fiz neste magazine da noticia mesmo que nada entendam do que estamos falando…

Conheça o raro caso desta mulher que nasceu sem vagina

http://hypescience.com/mulher-que-nasceu-sem-vagina-fala-sobre-sua-rara-condicao/

E a noticia original em ingles:

Woman Born Without a Vagina Speaks Out About Rare Condition

https://www.livescience.com/60162-born-without-vagina-mrkh-syndrome.html

Meu comentario postado na Livescience:

Louis Charles Morelli · 8/19/2017
Lots of money spent with painful surgery, when, in the future, this will be solved naturally, with some drugs or lasers that stimulates the responsible genes to finishing their work. But, why we are not doing it now? Wrong world view driving Science, which turn us blind to what is Nature. It is missing to Science to learn seeing a body as a natural system, an evolutionary product from monkeys, bacteria, galaxies, atoms… till its origins at the Big Bang. As discovered by Matrix/DNA Theory, there is a unique universal formula appied by Nature for organizing matter into systems, and the formula shows what could happen in the wrong way for these genes not working. Look to the formula at my website: the female reproductor organs are the function F1, which is porduced by F7, so, the problem is with the genes performing F7. Sad that still has too manny people suffering due a wrong world view guiding Science.
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E a formula da Matrix/DNA para ver o que acontece se a Funcao F7 nao funcionar:
E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

 

 

Porque a Natureza fez todas as Faces Humanas diferentes?

quarta-feira, agosto 16th, 2017

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Existem quase 8 bilhões de seres humanos, mas não existe um individuo igual a outro. Quem ou que determina que não exista um individuo igual a outro?! E porque? Como a Natureza na Austrália sabe que não pode fazer lá alguém de uma forma porque essa forma já existe a milhares de quilômetros dali, e perdida lá na imensa área da Sibéria, na Russia?! Ao menos uma minima diferença deve ser a especifica identidade de cada ser humano, só ele ou ela tem aquilo, ninguém mais! Cada ser humano e’ uma mensagem, unica, como uma carta escrita para ele entregar em mãos, e será esta a sua missão, como sugere a Matrix/DNA?!  Mas esta e’ a característica e a missão de cada gene do seu corpo: e’ como se eles trouxessem cartas, cada qual sendo um projeto a fazer, para entregarem a você, quando acabassem de construí-lo/a.

Esta incrível diversidade é um fenômeno real, acontecendo aqui e agora, na frente de nossos olhos. Porque e como a Natureza produziu este fenômeno? Foi para algum proposito ou emergiu apenas por acaso?

A cosmovisão da Matrix/DNA Theory está dizendo que a causa deste fenômeno veio das estrelas, já estava escrita na galaxia…!

-“Hein?! Será mesmo?…”

A Ciência descobriu que existe uma outra situação similar na Terra alem da diversidade entre os animais onde exitem milhões de indivíduos de mesma especie, mas nenhum igual a outro.E isto no mundo microscópico, muito distante a olho nu. Trata-se dos genes. E se a teoria da Matrix/DNA estiver acertando, isto está acontecendo também entre os bilhões de nucleotídeos que compõem a unidade fundamental de informação do nosso DNA! Ora,… se um fenômeno existe no distante microcosmo, existe no nosso médio-cosmos, e existe também no outro distante macrocosmos, então, não é um acaso, é um mecanismo, um processo, uma Lei Natural!

Porque existe esta lei? Esta lei determina que se houver um trilhão de humanos e não tiver mais forma diferente de face para inventar, ela vai fazer um novo individuo com nariz que tenha apenas um buraco,… ou três buracos no nariz, ao invés dos dois que todos os outros tem?! “Pare de brincadeira, seu Louis, viemos aqui para aprender serio…!”

-” Ah… mas eu sempre achei este negocio meio esquisito. Teria sido muito mais inteligente criar um nariz com um buraco só, ou então com quatro, do que dois. Eu já fiz experiencias com isto, sugando água de um balde com um, dois, 4 canudinhos, medindo a energia que meu corpo gasta em cada caso, como a energia que gasta o nariz para inalar o ar. E depois de tomar dois baldes de água, com a barriga estourando, consegui completar as contas e descobrir que um buraco só economizaria muita energia…”

-” Mas não basta ser cientista maluco para entender a Natureza. A Matrix/DNA explica por exemplo, como já existia a bilhões de anos, e na galaxia, o ancestral do nariz, e com dois buracos. Por isso temos dois buracos, mera transmissão genética do nosso ancestral… ”

-” Hein?!… Nas estrelas? Você está dizendo que galaxias também respiram?! E você ainda vem dizer que eu sou o cientista maluco… Oh, raios, por acaso fui eu quem na selva amazônica acreditou que ouviu a Natureza virgem sussurrando esse segredo nos meus ouvidos… e por isso fiz a teoria da Matrix/DNA… Mas você tem razão, vamos deixar de brincadeiras e voltar `a nossa aula.”

Quando alguns dentre nos falam com soberba dizendo que nossas Ciências já sabem tudo, vamos descobrindo que há muito mais coisas que a Natureza ainda esconde de nos. Porque a Natureza está brincando de jogar dados conosco? Ora a Natureza não joga dados com suas criaturas, ela sempre revela seus segredos `aqueles que não a ignoram porque vivem artificialmente em cima de uma camada de asfalto que os separa dela, mas sim aos que ainda a namoram com respeito, amor e humildade, ajoelham-se acariciando e cheirando a terra, prestando seu culto `a sua majestade e curiosos para conhece-la por inteiro, aplicam dois métodos infalíveis – o reducionista e o sistêmico – ambos científicos.

Assim, este curioso fenômeno nos leva a conhecer mais um pouco da nossa fantastica biologia, pois os biólogos descobriram algo: ao polimorfismo da face humana eles acrescentam o polimorfismo dos nucleotídeos que são um dos tijolinhos básicos na construção dos nossos corpos. Click na imagem para aumenta-la:

Single nucleotide polymorphisms (SNPs) -2

Existem posições no nosso código genético onde indivíduos tem um nucleotídeo ( por exemplo, G), e outros tem um diferente nucleotídeo (exemplo, C). Porque? Por acaso ou por um proposito, como sugere a Matrix/DNA?

Polimorfismo de nucleotídeo único ou polimorfismo de nucleotídeo simples

As formas dos nucleotídeos é assunto de interesse da Matrix/DNA. Segundo esta teoria, a unidade fundamental de informação no DNA é constituída por 4 nucleotídeos, porque a configuração do conjunto de 4 nucleotídeos é exatamente igual a formula universal para sistemas naturais, o que significa portanto, que é um sistema, ou seja, os building blocks do DNA são copias diferenciadas entre si de um mesmo e único sistema.

O conjunto total dos seres humanos tem suas origens no conjunto total de informações do DNA. Onde a Matrix/DNA Theory está sugerindo que nestas bilhões de unidades de informação, cada uma é unica, não existe uma igual a outra. Desde que a humanidade é evolucionariamente uma auto-projeção do DNA, ou sua genética, o resultado desta projeção deve ser similar `a coisa sendo projetada. Então, nos sabemos porque e como a Natureza produziu este fenômeno em relacao `a humanidade, faltando porem `as Ciências Acadêmicas a busca de resposta a essa questão em relacao ao DNA.

A Matrix/DNA já tem uma sugestão para esta questão: LUCA, o astronomico Ultimo Universal Ancestral de Todos os Sistemas Biológicos, ou seres vivos, está sendo fragmentado pela entropia em seus bits-informação, e em planetas como a Terra – com boas condições – estes bits estão trabalhando como o fluxo de ordem que se levanta em cada ciclo “caos>ordem>caos…”. Este processo está tentando reproduzir LUCA neste novo meio-ambiente (totalmente diferente do meio-ambiente onde LUCA foi formado), resultando nesta nova forma de sistema, que denominamos de “sistemas biológicos”.

Desde que estes bits-informação são emitidos para o espaço interno da galaxia ( colapso termodinâmico do quase-fechado sistema), espalhados, dispersos em diferentes tempos e espaços, os novos sistemas obtém quantidades e qualidades diferentes destes bits, quando compondo aminoacidos e nucleotídeos, e isto pode ser  resposta ao polimorfismo dos nucleotídeos.

Single nucleotide polymorphisms (SNPs)

Single nucleotide polymorphisms (SNPs)

Polimorfismo de nucleotídeo único ou polimorfismo de nucleotídeo simples

Esta sugestão da Matrix/DNA é racional, faz muito sentido, porem, isto quer dizer que as nossas diferenças não são causadas pela Natureza maior, a Universal, e sim veio a existir porque os sistemas astronômicos onde fomos gerados estão em decaimento? Então as nossas diferenças e nosso sofrimento nesta era de caos aqui não são leis naturais, universais?

Bem… A Matrix/DNA responde isso com duas sugestões:

1) Os humanos possuem cabeças fazendo a função de ovos dentro das quais existem os cérebros fazendo a função de amnion e placenta, e um embrião de auto-consciência, um novo tipo de sistema natural. Como aconteceu com todos os sistemas naturais, a evolução os cria em duas fases. Primeira a fase dos ovos botado fora e a prole abandonada a própria sorte, e a segunda fase onde se revela que na verdade os ovos nunca foram botados fora dentro do grande esquema das coisas, pois eles sempre estiveram dentro de um sistema maior, o qual sempre nutre e protege os ovos e passa isto biologicamente no fenômeno do amor maternal que começou a aparecer com os repteis, o que fez uma especie deles evoluir para mamíferos, os quais justamente mantem os ovos dentro até o nascimento do baby…

Como o embrião de consciência que carregamos na cabeça é um sistema natural ainda na primeira fase, somos, em sentido universal, ovos botados fora, abandonados a própria sorte, sem saber que, na verdade, o embrião que carregamos tem sua feliz gestação garantida na hierarquia dos sistemas naturais, por um sistema maior que não vemos. Por isso estamos sujeitos nossos corpos estão sujeitos a tragedias, dores, panicos, predadores…e morte, enquanto nosso Eu sendo gestado não é afetado fisicamente por nada disso…

2) Galaxias não possuem consciência expressada, apesar de já carrega-la como estado potencial, assim como fetos humanos ainda não expressam consciência porem já a tem em estado dormente na sua genética. Mesmo sem consciência, elas foram formadas pela genética extra-universal que esta resumida na formula da Matrix/DNA, e esta sim, por ser o principio vital, possui livre-arbítrio, mesmo quando esta na sua fase inconsciente. Ora, as galaxias, que são as nossas ancestrais, devido este livre-arbítrio se enveredou por um caminho errado, com a tendencia a se tornar um super-egoísta sistema fechado em si mesmo. Então nossa criadora cósmica cometeu um grande ” pecado”, um grande erro. Ela tentou eternizar uma forma atrasada e incompleta, provisoria, da evolução, interrompendo sua própria evolução. Ela se fez ao seu próprio corpo como a um paraíso, para viver mais intensamente os gozos neste paraíso, mas um paraíso errado onde ela não pode se suportar e teria como único destino sua total extinção.

E se você pudesse, a ajudaria? De que adiantaria a ajudar uma criatura inconsciente de que existe um caminho errado e ela aprecia ir por ele? Ela retornaria ao mesmo pecado. Porem existe um método. Você fragmenta seu corpo em todos seus bits-informação, de maneira que, se o erro total é 100%, cada bit sera’ uma fracão diferenciada deste erro. Depois você leva todos estes bits para outro lugar ( digamos, a superfície de um planeta onde as condições sejam ideais), e os solta ali, deixando-os com seu livre arbítrio, sua parcela do grande erro, mas sem o falso paraíso, para se defrontarem. Obviamente no inicio vão estar em conflito mutuamente, pois a parcela de erro de um incomoda todos os outros 99%, enquanto esse um é incomodado pelas parcelas de erro nos outros. Geram inicialmente o caos `a sua volta, mas vão apanhando tanto nesse caos – já que em cada batalha, mesmo vitoriosa, se desgasta e perde alguma coisa – que começam a perceber que eles mesmo criaram o caos devido seus conflitos. e passam a querer cooperar com os outros que chamam para fazer o estado de ordem. Assim como estamos agora aumentando o caos aqui porque estamos novamente construindo o tipo de paraíso errado que esta interferindo negativamente no clima da Terra. Então cada individuo começa a aceitar o acerto dos outros e se obriga a conter seu erro. No final, respeitando o livre arbítrio deles e sem você dar tudo de mão beijada, você os conduziu a serem arautos da ordem e da justiça, pois quem foi vitima da injustiça sempre sera’ ardente defensor da justiça. Assim parece que as nossas diferenças que causam sofrimentos aqui não são as diferenças genéticas, benéficas, como genes que somos, mas sim as diferenças maléficas, e alguém ou algo parece que esta a nos ajudar com um método bem eficiente e inteligente. Ou então isto esta’ acontecendo meramente por leis naturais porque nosso universo estaria tunelado naturalmente como um ovo a gerar um ser aqui, e dentro deste ovo existiria os mecanismos de correção de erros.

-” Essa Matrix/DNA sempre surpreendendo com suas historias malucas mas que fazem um sentido logico do capeta! Somos vitimas de tragedias, mas podemos tender a crer que é tudo por acaso ou por algum proposito… cada qual tem que escolher sua preferencia e eu respeito cada escolha como soberana! Mas agora me lembro de um livro grosso dos diabos que meus professores me enfiaram goela a dentro para ler, senão levava palmatoria: a Bíblia. La’ tem uma fabula exatamente igual, falando que estamos aqui devido ao “pecado original”, quer dizer, cometido antes das nossas origens. Raios… deve ser mera coincidência… E ela quer dizer que carrego um ovo encima do pescoço e l’a dentro estou gerando um embrião?!… Que eu estou gravido? Ora, gravida esta a avo dela…! Bem,… na verdade, ela diz isso no sentido de eu ser um gene cósmico, ai’ a coisa fica mais `a altura da minha grandiosidade…”

Um importante passo na busca de mais conhecimento do DNA é buscar meios de visualizar esta unidade de informação internamente para localizar onde cada uma tem algo diferente da formula perfeita, o que indicará a sua diferença. E para essa identificação, a forma externa dos nucleotídeos também podem contribuir. Deparo-me agora com esta noticia de que a biologia acadêmica já tem uma área de pesquisa e informação dos dados obtidos ate, a respeito das formas externas dos nucleotídeos, a qual se chama SNPs – Single Nucleotide Polymorphisms. Portanto, está aberta nova área de pesquisa para sabermos o que a Biologia já sabe sobre isso. E depois retornamos com esse conhecimento para consertar algumas coisas e acrescentar as novidades na cosmovisão da Matrix/DNA.

What are single nucleotide polymorphisms (SNPs)?

https://ghr.nlm.nih.gov/primer/genomicresearch/snp

(ler e continuar a Google pesquisa)

Single nucleotide polymorphisms (SNPs) - 3

Polimorfismo de nucleotídeo único ou polimorfismo de nucleotídeo simples

 

 

Astronomia – Revistas Gratuitas para Ler – Bons Artigos/Informacoes

terça-feira, agosto 15th, 2017

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( Todas as revistas tem PDF para baixar gratuito – Segundo o Google, publicaram uma imagem minha – a “origins dos cromossomas”, imagem azul – procurar em qual revista )

CAPjournal – Comunicating Astronomy with the Public

https://www.capjournal.org/issues/index.php

O que causa as instantâneas “experiencias fora do corpo”? Cientistas Dizem que e’ Falha nos Ouvidos!

segunda-feira, agosto 14th, 2017

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(Traduzir artigo e comentario)

What Causes Spooky Out-of-Body Experiences? It Could Be Your Ears

https://www.livescience.com/60047-out-of-body-experiences-inner-ear.html

And my comments posted at 8/14/2017

 Louis Charles Morelli

We have scientists and their technical article focused on the ear, and all comments below from the public saying that is not the ear, it is… a thing called “soul”. Nature working in its way, the universal duality of opposites is here. But, Nature also has another universal trait: at initial conditions of any system, arises two extreme opposites which are in mutual conflict. The conflict creates chaos around, and suffering for both. The suffering makes they wake up, conflict is worst, then, they join as a par. The par produces a third element, which is more evolved than the two parents. Ok, it means that who is right here, is not scientists, neither mystics. Must have a third alternative, with the right solution. Which is it? I think is Matrix/DNA Theory world view. It suggests that we humans, carries on ahead with the function of a egg. Inside the egg there is the amnion and placenta, which are the brain. The fact of spinal cord means that the egg was recently fecundated, the cord is the remains of spermatozoon’s tail. The creature being generated has a body under formation composed by energy from the synapses. This is the physical, hardware part of the creature. Which has under formation its software, its mind, which we call consciousness, composed by the cloud of light resulting from the energy sparks.
So, we are 8 billion half-conscious genes building a baby consciousness. My friends scientists and religious… this conflict is no intelligent. Because, genes are mortally dependable of their own success but also of the other 8 billion success. If one unique gene does not make his/her work, we – the baby – will born handicapped.
Which has the best belief that produces the best moral code for a better humanity? The scientists belief is too much “could”, mechanistic, does not respect the humans emotions, felling, etc. The “souls” believers are too much metaphysicals, while the embryo that need work is here, at material ground. The Matrix/DNA supporters are trying to help all 8 billion genes for to get good life’s conditions for doing well their job that we need. Think about that…
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Other good article about this issue:
The woman who ‘can leave her body at will’: Student sheds light on the strange brain activity involved in out-of-body experiences

Read more: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2575550/The-woman-leave-body-Student-sheds-light-strange-brain-activity-involved-body-experiences.html#ixzz4pldmqw3t

Cientistas procuram a energia que ativa campo magnetico nos nucleos de luas

sexta-feira, agosto 11th, 2017

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Isto interessa na teoria do germe estelar:

“It was generally thought that planetary bodies as small as the moon could not have magnetic fields lasting for billions of years because their small sizes would cause their cores to cool and run out of energy to power a dynamo relatively early in solar system’s history,” Tikoo said. “Therefore, showing that the moon generated a field that lasted at for least 2 billion years, either in a continuous or intermittent state, really pushes the boundaries on what we thought was possible. It challenges us to think of new power sources and mechanisms that can help give the cores of small bodies an energy boost.” – Surprise Finding About Moon Puts Hunt for Alien Life in New Light – Aug.10.2017

https://www.nbcnews.com/mach/science/surprise-finding-about-moon-puts-hunt-alien-life-new-light-ncna791566?cid=sm_npd_nn_fb_mc_170811 via NBC News

Germe estelar como nucleo de planetas

germe estelar morto?

Existe evidencias de vida apos a morte? Melhor lista de evidencias

domingo, agosto 6th, 2017

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Is There Evidence of Life After Death?

https://disqus.com/home/discussion/channel-disqusunderground/is_there_evidence_of_life_after_death/

To listen to skeptics, only the gullible masses believe in an afterlife, desperate to be reunited with loved ones.

As we have shown, however, skeptics are so convinced of their intellectual superiority that they are incapable of examining evidence objectively that contradicts their strongly-held viewpoints.

Unlike the cases for ESP and UFOs, however, the evidence for survival after death is by its nature less measurable and more subtle and complicated.

Militant skeptics would have everyone believe that this is merely anecdotal and easily explained away by the biochemistry of the dying brain, pumped up by morphine and stress, with the particular hallucinations the result of a combination of wishful thinking and religious preconception. But as we shall see, this view ignores some inconvenient facts.

While looking at several types of relevant experiences, I will only focus on the issue of immediate survival after death, not theological assertions about what happens beyond that, such as whether there is a heaven or hell or reincarnation. Nor will we try to resolve here exactly what it is that may survive death.

One way to think about the larger picture of reality that the so-called supernatural presents is like the difference between the world of ordinary objects we interact with daily and the invisible quantum world that underlies everything. It is difficult for our minds to get around the fact that what seems like solid reality is mostly empty space. Skeptics are invited to imagine that the paranormal world is something like the theorized other dimensions of the “multiverse.”

Death-Bed Visions

Let us begin with something that should be a perfect test for the skeptical case about hallucinations of the dying: death-bed visions. It is not uncommon for people who are about to die to imagine that the heavens open up and relatives appear to welcome them to the other side.

In What They Saw at the House of Death: A New Look at Evidence for Life After Death by Karlis Osis, a noted physics professor, and Erlendur Haraldsson, a clinical psychologist. Between them, they had carefully examined 5,000 cases of death-bed visions for nearly two decades starting in 1959. These were culled from observations by 17,000 physicians and nurses. Most were medical personnel in the U.S., but some came in from a separate study about patients in India, to check to what extent cultural and religious beliefs influenced the experiences.

Investigative journalist Michael Schmicker, in Best Evidence, summarized the remarkable conclusions:

Biological-Pharmaceutical Factors

*Patients who were given painkilling drugs were not more likely to have such visions than those who were not.

*Brain malfunctions were more likely to reduce such visions.

*A history of using psychoactive drugs did not increase the likelihood of these visions.

*There was no evidence that a lack of oxygen induced the visions.

Psychological Factors

*Stress played no role in predicting which patients would see “the dead.”

*Whether the patient believed in an afterlife did not matter.

*In some cases, the death-bed visions came to people who did not know they were dying.

Cultural Factors

*The visions often did not fit with the religious preconceptions of the individuals. Christians saw no evidence of hell; Hindus had no visions that confirmed they would be reborn.

*There were 11 aspects to these visions that were shared by both American and Indian cases, so they are likely common to many cultures.

Schmicker cited a compelling example. In 1919, Horace Traubel, a friend and biographer of the poet Walt Whitman, was dying in Bon Echo, Ontario, Canada. With him was Lt. Col. L. Moore Cosgrave. Cosgrave reported that at 3 a.m., Traubel stared at a point in the room three feet above the bed.

“A light haze eventually resolved itself into the form of Whitman…wearing an old tweed jacket, an old felt hat, and had his right hand in his pocket,” which Cosgrave could see. The apparition nodded twice to Traubel, who said, “There is Walt.” As the ghost brushed by him, Cosgrave felt a slight electric shock.

Near-death Experiences

“Near-death experiences” (NDEs) was the term coined by Dr. Raymond Moody, a physician who wrote the first popular book on the phenomenon, Life After Life, in 1975. He studied cases of patients who were pronounced clinically dead, but claimed they could see and hear things that seemed impossible, according to the materialist understanding of reality.

A 1982 Gallup poll revealed that one out of seven Americans had at least once been close to dying and 35% of these reported having the NDE. These experiences would seem fairly common, but were not generally reported by physicians, which is explained by the fact that only 32% of doctors at the time believed in an afterlife vs. 67% of the public.

While the specific details of the experience would be interpreted by the person who was supposedly dead, based on his or her cultural and religious background, the most common stages occurred in this order:

*A sense of dying as a release from cares and pain.

*The patient feels he or she is rising from the body and able to look down on it and the attending medical personnel.

*This self or spirit is compelled to pass through a dark tunnel with light at the end.

*Beings of light greet the spirit at the end of the tunnel—often these are deceased family or friends and sometimes a person understood as a founder or leader of their religious tradition (atheists reported an abstract figure of light).

*As many as 29% recalled having their life’s events flash through their memories, as if reviewing them before judgment.

*Many wanted to stay in this disembodied state, but were told they needed to return.

*Consciousness returns to the body, startling medical personnel, who had pronounced the patient dead.

Moody’s initial report has been confirmed in thousands of cases investigated by others. The International Association for Near-Death Studies www.iands.org was founded in 1978 to encourage the serious study of the phenomenon.

Skeptics are quick to argue that all of these things can be explained by incorrect judgments about clinical death and by the combined effects of a sick brain and the drugs administered at the time.

Among the most notable books to take a more systematic scientific approach to anecdotal evidence were by medical doctors Kenneth Ring, in Life at Death, and Michael Sabom, in Recollections of Death: A Medical Investigation.

Sabom in particular was skeptical. He accepted the critics’ theory that NDEs were hallucinations due to heightened brain activity and was surprised to realize that they occurred most commonly in patients who had been unconscious for at least 30 minutes, when neuroactivity was reduced.

He believed that claims that these “dead” patients had accurately described what was happening around them were easily explained by hearing medical personnel discussing them or that they were educated guesses.

Sabom set up a control group of cardiac patients who had not reported having NDEs. He found the NDEers’ accounts very accurate, while the guesses of cardiac patients were way off, and he was able to rule out the possibility in many cases of the “dead” picking up the information by hearing it.

Doctors at Southampton General Hospital studied 3,500 patients and concluded that cases of NDEs being reported involved “well-structured, lucid thought processes with reasoning and memory formation at a time when their brains were shown not to function,” contradicting the materialistic view of how the brain works.

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Dr. Eben Alexander’s NDE

The most famous of modern NDEs was recounted in the 2012 bestseller by Dr. Eben Alexander, a neurosurgeon, in Heaven is Real: A Doctor’s Experience with the Afterlife (a good example if skeptics’ inability to state the facts in their rebuttals can be found in a response to an article in Esquire: http://iands.org/news/news/…. He went into a seven-day coma after suffering from microbial meningitis in 2008 and had an experience that ran counter to his expectations. He recalled:

I did not believe in the phenomenon of near-death experiences…I sympathized deeply with those who wanted to believe that there was a God and I envied such people the security that those beliefs no doubt provided. But as a scientist, I simply knew better.

When I entered the emergency room, my chances of survival in anything beyond a vegetative state were already low, but they soon sank to near nonexistent. For seven days I lay in a deep coma, my body was unresponsive, my higher-order brain functions totally offline.

All the chief arguments against near-death experiences suggest that these are the results of minimal, transient, or partial malfunctioning of the cortex. But mine took place not while my cortex was malfunctioning, but while it was simply off. This is clear from the global cortical involvement documented by CT scans and neurological examinations. According to current medical understanding of the brain and mind, there is absolutely no way that I could have experienced even a dim and limited consciousness during my time in the coma, much less the hyper-vivid and completely coherent odyssey I underwent.

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A 2001 study reported in the British medical journal The Lancet reported that the NDEs could not be explained by reactions to medications, a lack of oxygen to the brain, or fear of death.

Perhaps most convincing is that patients are able to report events outside the room where their bodies were. For example, some claimed that their spirits went into the waiting room and heard conversations between family members, which they recalled accurately. Given the skeptics’ position on ESP, this should be impossible.

In 1990, Seattle pediatrician Melvin Morse’s Closer to the Light examined the cases of 120 children who had NDEs. In most cases, they would have been too young to have absorbed a well-grounded religious expectation of what might happen. He made a point-by-point refutation of the skeptics’ arguments about the biochemistry of death and hallucination, compelling enough to have persuaded some skeptics to take a more open-minded position.

In Beyond: On Life After Death, Fred Frohock attempted to weigh the evidence objectively and concluded:

The problem with the materialist explanation that NDEs are a purely neurological reaction to the stress of death is that we would have to stretch the powers of the brain to new and unproven levels of achievement. The weight of the likelihood, of possibilities, seems to be in favor of transcendent experiences, although NDEs could be both transcendent and part of the physical world.

The brain may be the instrument that guides the self into a realm of existence as real and empirical as the dimension we currently occupy. All we have to do is move the perimeters of physical reality out to more comprehensive dimensions. Death is as ordinary as birth, and may be the same kind of portal to another empirical stage of life. Physicists tell us there must be more dimensions to reality to explain the reality we sense and know.

In Dr. Andrew Newberg’s Teaching Co. course The Spiritual Brain, he cites the impact these experiences have on those who go through them: “People come away from a near-death experience with a radically altered set of beliefs about themselves, the meaning of life, relationships—everything. They no longer fear death and are more spiritual and less religious. Many say things like, ‘I don’t think there is a God; I know there is a God.’ One said that the experience was ‘bigger’ than religion, which was not sufficient to help encapsulate the NDE.”

Biologia Holistica: Novo termo técnico na direcao do pensamento sistemico

sábado, agosto 5th, 2017

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“Although he believes “the time of explaining through radical reduction is over,” he acknowledged few biologists seemed ready to accept the more holistic “new biology.”

O texto acima, obtido no link abaixo, e’ de um artigo onde criacionistas estao achando que novidades da biologia moderna, como a epigenetica, e’ uma oportunudade para a religiao voltar `a arena cientifica depois de ter sido expulsa pelo reducionismo materialista. Mas abaixo vai tambem um link para o Pharyngula sobre a critica do PZ Myers a esta esperanca criacionista ( e tambem a copia de meu comentario).

http://archive.sltrib.com/article.php?id=5571921&itype=CMSID

Pharyngula: The atheist dilemma

https://freethoughtblogs.com/pharyngula/2017/08/02/the-atheist-dilemma/

E meu comentario que enviei para o Pharyngula mas parece que nao foi publicado ainda:

( usei conta do Google+, em 8/05/2017)

Reductionism have guided humans to a wrong world view because it hiddens the natural hierarchy of systems. Systems like a cell are made of systems that are made of systems while cells are inside systems that are inside systems, allways up and down. So, any system is influenced by its sub-systems and by the systems it is inside.
The big problem is that all these systems are actually, derived shapes of a unique universal system. Which makes its different shapes, sizes, complexity, etc., is that this universal system is under evolution, and it obeys the process of life’s cycles. Like human bodies shows different shapes in a lifetime due this process. You know that the shape of a baby will have total influence in modelling the shape of the adult,… If you do not consider it, you will be not able to understand the full mechanisms and processes of the past evolution that leads to the adult. here is the big problem with the reductionist mindset and world view.
Cells contains atoms systems and are inside galactic systems. These systems are the same cell, before and after, down and up. Medicine is still struggling around the millenar mortal diseases, genes behavior remains complicated, we don’t get the health syncronization with our nature, etc. Epigenetics, hollistic biology as systems biology, all of systemic thought is our future, and this not will lead us to magical gods….

 

Meus modelos teoricos podem ser provados serem não-realistas? Conferencia em Outubro

sábado, agosto 5th, 2017

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Fazer uma pesquisa sobre estas areas e termos tecnicos que eu desconheco sobre a construcao de modelos. E ver se consigo o registro da conferencia

What to make of highly unrealistic models?

https://philevents.org/event/show/33718

Conferencia: October 12, 2017 – October 13, 2017

Local: Helsinky, Finlandia

Workshop 12-13 OCTOBER 2017

TINT Academy of Finland Centre of Excellence in the Philosophy of Social Sciences University of Helsinki, Helsinki, Finland  http://www.helsinki.fi/tint

What to make of highly unrealistic models? This is one of the big questions in contemporary philosophy of science, especially in philosophy of economics and biology.

Two sets of issues are relevant to answering this question. The first has to do with the ways in which highly unrealistic models should be characterized and the numerous ways in which models can be unrealistic. The key concepts here include those of representation and target, truth and falsity, abstraction and isolation, idealization and simplification, etc. Recent literature on models exhibits conceptual and terminological diversity and disagreement in characterizing unrealistic models. Different authors use different names to refer to highly unrealistic models: ‘toy model’, ‘fictional model’, ‘minimal model’, ‘non-representative model’, ‘model without a target’, ‘substitute model’, etc. Moreover, they sometimes use the same name to refer to different types of models. Neither the precise meanings nor the relations between these notions are clear in the literature.

The second set of issues has to do with the functions and uses of such unrealistic models. What purposes can they serve, and what purposes are actually pursued when using them? The main body of literature points to representational quality as grounding explanatory capacity despite abstraction, isolation, simplification and idealization. Others dispute this idea. Moreover, highly unrealistic models can serve other possible functions, next to their explanatory uses. Debates concerning the appropriate uses of highly unrealistic models need some tidying up.

TINT will host a workshop in Helsinki on 12-13 October 2017 in order to sort out some of the ambiguities and confusions in the literature and to contribute to a better understanding of the interpretations and uses of highly abstract and idealizing models. We are particularly interested in papers that (i) clarify the meaning of commonly used terms such as toy model, minimal model, fictional model, substitute model, etc, and that (ii) clarify the arguments for and against such models having explanatory import or some other epistemic or non-epistemic function. Papers that focus on and compare highly unrealistic models in economics and biology are particularly welcome.

If you would like to join us please send an extended abstract (750 – 1000 words) before 15 August 2017 to N. Emrah Aydinonat (emrah.aydinonat@helsinki.fi). We plan to publish a selection of papers from the symposium as a journal’s special issue. For this reason, authors accepted for the workshop are required to submit an extended summary of their argument (2000 – 2500 words) before the event. Extended summaries will be distributed to all participants in advance. The workshop will consist of short presentations followed by extensive discussion.

Foton: Forma Fisica?

sábado, agosto 5th, 2017

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ler este pdf:

Physical Model of a Real Photon with Substructure and Mass by Kenneth D. Oglesby 25 September 2016

http://vixra.org/pdf/1609.0359v1.pdf

Circuitos em Eletronica: Importante Paper Explicativo

sábado, agosto 5th, 2017

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ler este paper/e-book elucidativo. Por exemplo, veja texto abaixo:

Chapter 12: Basic Electronics

http://www.free-energy-info.com/Chapter12.pdf

Voltage.

Voltage is the key to understanding electronics. Without voltage, nothing happens in electronics. What is it? Nobody knows. We know how to generate it. We know what it does. We know how to measure it, but nobody knows what it actually is. It is also called “Electro Motive Force” or “EMF” which is no help whatsoever in knowing what it is. That, is roughly equivalent to saying “the thing that pushes is the thing that pushes” – very true but absolutely no help whatsoever. OK, having admitted that we really don’t know what it is, we can start to say the things we do know about it: