Archive for the ‘Ciência Acadêmica Oficial’ Category

O Mistério e as Nossas Conquistas da Dimensão Quântica: Informativo Video

sexta-feira, março 10th, 2017

xxxx

Quantum Fields: The Real Building Blocks of the Universe – with David Tong

 

https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli Mar-03/10/2017

Matrix/DNA Theory suggests the patterns that are missing to Physics and Math in this equation, but, the patterns are biological. The fundamental unit of life – DNA – is merely an evolved shape of a kind of DNA building galaxies and atoms,and at universal scale we call it “the Matrix/DNA” and we have it as a intelligible formula. What’s this fluctuations in the vacuum? Think about your body composed by hard bone skeleton surrounded by soft meat and liquid substances. The method and approach by Physics and Math can grasp the bone skeleton, but the meat and liquid substances appears as these quantum fluctuations, where a whole very complex world exists. So, this is what Physics and Math are describing very well when seeing particles, forces, energy, etc.: the skeleton of the Universe, the fossils of our ancestrals systems that became the frame for life. We can not understand the deep meanings of the skeleton without seeing the biological cover. It is the meat and substances that creates and produces the skeleton. Matrix/DNA has found that a single light wave like those emitted at the Big Bang has the code for life, it appears to be a living thing. So, this talk from Physics and Math perspective of the Universe should be followed by a talk from the Matrix/DNA world view. It would be very interesting. This equation will be more significant seeing how it fluctuates moved by the force of vital cycles composing a operating complete natural system.
xxxx
https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

Fenomenos Parapsicologicos _ Lista dos Scientific Papers

segunda-feira, março 6th, 2017

xxxxx

Selected Psi Research Publications

http://www.deanradin.com/evidence/evidence.htm

Desde cura a distancia, telepatia, sobrevivência da mente apos morte, etc.

Origens da Vida: Teoria Academica Atualizada e Bem Detalhada

quinta-feira, fevereiro 9th, 2017

xxxxx

fonte: http://simbiotica.org/origemvida.htm

xxxx

Matrix/DNA – Acompanhamos com atenção esta síntese de varias teorias e torcendo para que mais dados sejam obtidos. A principal diferença entre esta Teoria Oficial Academica (TOA), e a Teoria da Matrix/DNA (TMD), sobre as origens da Vida acontece no tocante `a interpretação do significado da origem da vida. No caso da TOA, cada passo evolutivo ocorreu ao acaso pela sorte de encontrar-se em exatos momentos certas forças naturais, certos elementos materiais, e tanto estas forças como estes elementos estariam no exato estado físico, produzindo uma novidade pela primeira vez na historia do planeta e talvez do universo, e esta novidade teria sido arrolada no processo geral evolucionário por algo denominado seleção natural. Portanto o agente catalizador, diretor, deste evento teria sido simples o acaso. Creio que isto seja possível, não tenho como refutar esta hipótese, porem, vejo outra alternativa como mais logica ( infelizmente apenas eu conheço e aposto nesta alternativa). Na Teoria da Matrix/DNA existe um modelo anatômico do que teria sido o elo entre a evolução cosmológica desde a origem do Universo ate momentos antes da origem da vida e a evolução biológica, que começou com os primeiros compostos orgânicos. Este elo pode ser transcrito como uma formula que esta justamente no estagio evolucionário entre as mesma formulas dos sistemas astronômicos e dos sistemas celulares. Portanto, para mim, o agente catalizador, diretor deste processo que culminou com o advento do primeiro sistema celular, dito “vivo”, não foi a seleção natural entendida como o meio-ambiente e sim esta seleção natural foi executada por uma formula que esta detectada em ondas de luz natural como emitidas no Big bang e que e’ a formula estrutural de todos os sistemas naturais conhecidos. Mas também nem eu nem qualquer conhecimento humano de qualquer fenômeno natural pode refutar esta teoria, nem comprova-la por enquanto.

Na TOA, o principio que deflagrou todas as transformações entre especies foram mutações genéticas ao acaso, e por erro de transcrição. Na TMD a maioria das mutações foram provocadas pela evolução e assentamento da formula, e uma menor quantidade delas foram mutações ao acaso que foram selecionadas e mantidas por que antecipavam as informações que viriam da formula.

A TOA apresenta brechas inegáveis e claras. Por exemplo, podemos ver nos quadros da TOA e segundo seus métodos, que a forma de pre’-vida, ou pre-célula, chamada procarionte, permaneceu por 2 bilhões de anos inalterada como a forma ápice dessa evolução. E’ tempo demasiado, pensar que uma forma de pre-vida dominou a evolução por 2 bilhões de anos, inalterada, principalmente considerando que durante este período a Geologia enforma que o ambiente terrestre teve dezenas de mudanças drásticas. Mas tido dependera’ de mais dados, que vença aquela interpretação ou visão do mundo que nos leve `a verdade.

xxxx

Abiogênese

A Vida na Terra terá surgido há cerca de 3400 M.a., como o parecem demonstrar os fósseis de procariontes encontrados na África do Sul. As células eucarióticas terăo surgido há cerca de 2000 a 1400 M.a., seguidas dos organismos multicelulares há cerca de 700 M.a. Neste espaço de tempo os fósseis săo abundantes, indicando um processo evolutivo rápido.

Todas as evidęncias parecem apontar para que os seres eucariontes terăo tido origem em seres procariontes. A principal teoria actual considera  que alguns dos  organitos característicos das células eucarióticas tiveram origem em procariontes que se adaptaram ŕ vida intracelular por endossimbiose.

Até ao século XIX considerava-se que todos os seres vivos existentes se apresentavam como sempre tinham sido. Toda a Vida era obra de uma entidade toda poderosa, facto que apenas revelava năo existirem conhecimentos suficientes para se criar uma explicaçăo racional.

Esta explicaçăo, o Criacionismo, no entanto, já no tempo da Grécia antiga năo era satisfatória. De modo a contornar a necessidade de intervençăo divina na criaçăo das espécies, surgem várias teorias alternativas, baseadas na observaçăo de fenómenos naturais, tanto quanto os conhecimentos da época o permitiam.

Aristóteles elaborou uma dessas teorias, cuja aceitaçăo se manteve durante séculos, com a ajuda da Igreja Católica, que a adoptou. Esta teoria considerava que a Vida era o resultado da acçăo de um princípio activo sobre a matéria inanimada, a qual se tornava, entăo, animada. Deste modo, năo haveria intervençăo sobrenatural no surgimento dos organismos vivos, apenas um fenómeno natural, a geraçăo espontânea.

Estas ideias perduraram até ŕ era moderna, pois Van Helmont (1577 – 1644) ainda considerava que os “cheiros dos pântanos geravam răs e que a roupa suja gerava ratos, adultos e completamente formados”. Também era considerado acertado pelos naturalistas que os intestinos produzissem espontaneamente vermes e que a carne putrefacta gerasse moscas.

Todas estas teorias consideravam possível o surgimento de Vida a partir de matéria inanimada, fosse qual fosse o agente catalisador dessa transformaçăo, daí o estarem englobadas na designaçăo geral de Abiogénese.

Biogênese

No século XVII Francisco Redi, naturalista e poeta, pôs em causa as ideias de Aristóteles, negando a existęncia do princípio activo e defendendo que todos os organismos vivos surgiam a partir de inseminaçăo por ovos e nunca por geraçăo espontânea.

Para demonstrar a veracidade da sua teoria, Redi realizou uma experięncia que se tornou célebre pelo facto de ser a primeira, registada, a utilizar um controlo. Colocou carne em 8 frascos. Selou 4 deles e deixou os restantes 4 abertos, em contacto com o ar.

Em poucos dias verificou que os frascos abertos estavam cheios de moscas e de outros vermes, enquanto que os frascos selados se encontravam livres de contaminaçăo.

Esta experięncia parecia negar, inequivocamente a abiogénese de organismos macroscópicos, tendo sido aceite pelos naturalistas da época.

No entanto, a descoberta do microscópio veio levantar a questăo novamente. A teoria da abiogénese foi parcialmente reabilitada pois parecia a única capaz de explicar o desenvolvimento de microrganismos visíveis apenas ao microscópio.

Esta situaçăo manteve-se até ao final do século XVIII, quando o assunto foi novamente debatido por dois famosos cientistas da época, Needham e Spallanzani.

Needham utilizou várias infusőes, que colocou em frascos. Esses frascos foram aquecidos e deixados ao ar durante alguns dias. Observou que as infusőes rapidamente eram invadidas por uma multitude de microrganismos. Interpretou estes resultados pela geraçăo espontânea de microrganismos, por acçăo do princípio activo de Aristóteles.

Spallanzani usou nas suas experięncias 16 frascos. Ferveu durante uma hora diversas infusőes e colocou-as em frascos. Dos 16 frascos, 4 foram selados, 4 fortemente rolhados, 4 tapados com algodăo e 4 deixados abertos ao ar. Verificou que a proliferaçăo de microrganismos era proporcional ao contacto com o ar. Interpretou estes resultados com o facto de o ar conter ovos desses organismos, logo toda a Vida proviria de outra, preexistente.

No entanto, Needham năo aceitou estes resultados, alegando que a excessiva fervura teria destruído o principio activo presente nas infusőes.

A polémica manteve-se até 1862, quando o francęs Louis Pasteur, pôs definitivamente termo ŕ ideia de geraçăo espontânea com uma série de experięncias conservadas para a posteridade pelos museus franceses.

Pasteur colocou diversas infusőes em balőes de vidro, em contacto com o ar. Alongou os pescoços dos balőes á chama, de modo a que fizessem várias curvas. Ferveu os líquidos até que o vapor saísse livremente das extremidades estreitas dos balőes. Verificou que, após o arrefecimento dos líquidos, estes permaneciam inalterados , tanto em odor como em sabor. No entanto, năo se apresentavam contaminados por microrganismos.

Para eliminar o argumento de Needham, quebrou alguns pescoços de balőes, verificando que imediatamente os líquidos ficavam infestados de organismos. Concluiu, assim, que todos os microrganismos se formavam a partir de um qualquer tipo de partícula sólida, transportada pelo ar. Nos balőes intactos, a entrada lenta do ar pelos pescoços estreitos e encurvados provocava a deposiçăo dessas partículas, impedindo a contaminaçăo das infusőes.

Ficou definitivamente provado que, nas condiçőes actuais, a Vida surge sempre de outra Vida, preexistente.

Mas, como surgiu a Vida pela primeira vez ?

Panspermia ou Teoria Cosmozóica

No final do século XIX vários cientistas alemăes, nomeadamente Liebig, Richter e Helmholtz, tentaram explicar o aparecimento da Vida na Terra com a hipótese de que esta tivesse sido trazida doutro ponto do Universo sob a forma de esporos resistentes, nos meteoritos – teoria Cosmozóica.

A presença de matéria orgânica em meteoritos encontrados na Terra tem sido usada como argumento a favor desta teoria, o que năo invalida a possibilidade de contaminaçăo terrestre, após a queda do meteorito.

Actualmente já foi comprovada a existęncia de moléculas orgânicas no espaço, como o formaldeído, álcool etílico e alguns aminoácidos. No entanto, estas moléculas parecem formar-se espontaneamente, sem intervençăo biológica.

O físico sueco Arrhenius propôs uma teoria semelhante, segundo a qual a Vida se teria originado em esporos impelidos por energia luminosa, vindos numa “onda” do espaço exterior. Chamou a esta teoria Panspermia (sementes por todo o lado).

Actualmente estas ideias caíram em descrédito pois é difícil aceitar que qualquer esporo resista á radiaçăo do espaço, ao aquecimento da entrada na atmosfera, etc.

Apesar disso, na década de 80 deste século, Crick (um dos descobridores da estrutura do DNA) e Orgel sugeriram uma teoria de Panspermia dirigida, em que o agente inicial da Vida na Terra passaria a ser colónias de microrganismos, transportadas numa nave espacial năo tripulada, lançada por uma qualquer civilizaçăo muito avançada. A Vida na Terra teria surgido a partir da multiplicaçăo desses organismos no oceano primitivo.

Apesar de toda a boa vontade envolvida, nenhuma destas teorias avança verdadeiramente no esclarecimento do problema pois apenas desloca a questăo para outro local, năo respondendo ŕ questăo fundamental:

Como surgiu a Vida ?

Teoria de Oparin

No entanto, um ponto de viragem fundamental ocorreu com o as teorias de Pasteur e de Darwin, permitindo abordar o problema sob uma perspectiva diferente.

Dados obtidos a partir de diversos campos da cięncia permitiram ao russo Alexander Oparin formular uma teoria revolucionária, que tentava explicar a origem da Vida na Terra, sem recorrer a fenómenos sobrenaturais ou extraterrestres:

  • o Sol e os planetas do Sistema Solar formaram-se simultaneamente, a partir da mesma nuvem de gás e poeiras cósmicas, há cerca de 4700 M.a.;
  • a análise espectral de estrelas permitiu a conclusăo de que as leis químicas săo universais. As estrelas tęm vários estádios de desenvolvimento, encontrando-se o Sol numa fase intermédia da sua “vida”. Estes factos permitem deduzir que os constituintes dos outros planetas e do Sol, dada a sua origem comum, devem ser os mesmos que a Terra primitiva conteve. A atmosfera primitiva da Terra deve ter contido H2 , CH4 e NH3, como Júpiter ou Saturno, cuja gravidade impediu a dissipaçăo desses gases para o espaço;
  • a Terra apresenta diversas superfícies de descontinuidade, separando zonas bem definidas provavelmente devidas a, na formaçăo do planeta, os elementos mais pesados (Fe, Ni) se terem acumulado no centro, os intermédios (Al, Si) na crusta e os mais leves (H, N, C) na camada gasosa externa;
  • os vulcőes lançam gases para a atmosfera;
  • as rochas sedimentares com mais de 2300 M.a. em África e na América do Norte săo menos oxidadas que as mais recentes, revelando uma atmosfera pobre em oxigénio molecular. Este facto observa-se pela presença de grande quantidade pechblenda, um mineral de urânio facilmente oxidável. Por outro lado, o óxido de ferro apenas surge em depósitos com menos de 2000 M.a., altura em que se considera que a quantidade de oxigénio na atmosfera rondaria 1% da actual;
  • o mundo biológico reflecte uma unidade de origem e constituiçăo;
  • os elementos fundamentais dos seres vivos săo C, H, O, N, P e S, vulgarmente abreviado para CHNOPS;
  • os compostos orgânicos básicos săo os aminoácidos, bases púricas e pirimídicas, oses e ácidos gordos;
  • as provas da evoluçăo săo irrefutáveis, demonstrando que as condiçőes e os organismos nem sempre foram o que săo actualmente;
  • muitos compostos orgânicos já foram sintetizados em laboratório, como a insulina e a ureia;
  • pode-se criar em laboratório agregados de moléculas sob a forma de coacervados;
    • existem fósseis de organismos com 3000 M.A., os estromatólitos, estruturas resultantes da deposiçăo de CaCO3 , retido e segregado por comunidades de cianobactérias, presentes em água doce e salgada;
    • os raios U.V. podem promover reacçőes entre compostos e degradar moléculas orgânicas;
    • a Vida na Terra, como a conhecemos, só é possível devido ŕ filtragem dos U.V. pela camada de ozono (O3) da atmosfera superior.

Quando a comunidade científica aceitou, finalmente, a ideia da lenta evoluçăo das espécies, estava o terreno propício para o surgimento da primeira explicaçăo racional para a origem da Vida e esta surgiu em 1924.

Oparin considerou que as condiçőes para a origem da Vida surgiram como uma etapa natural, incluída no constante movimento da matéria.

Tendo por base dados fornecidos por várias cięncias, como anteriormente referido, Oparin desenvolveu a sua teoria baseada no princípio: as condiçőes existentes na Terra primitiva eram diferentes das de hoje.

Particularmente, a atmosfera seria redutora, ou seja, sem oxigénio mas rica em hidrogénio. Este facto teria como consequęncia directa a falta de ozono nas camadas superiores da atmosfera e o bombardeamento constante da superfície da Terra com raios U.V. Nessa atmosfera, o H2, seu principal constituinte, tenderia a reduzir as outras moléculas. Seria, também, uma atmosfera sem azoto e sem dióxido de carbono.

A sua constituiçăo segundo Oparin, resultante da reacçăo dos gases provenientes da actividade vulcânica, seria: hidrogénio (H2), metano (CH4), amoníaco (NH3) e vapor de água. Estudos posteriores indicam que a atmosfera primitiva conteria ainda dióxido de carbono (CO2), azoto (N2), monóxido de carbono (CO) e sulfureto de hidrogénio (H2S).

A temperatura ŕ superfície seria superior ao ponto de fusăo do gelo mas inferior ao seu ponto de ebuliçăo (0 – 100şC). Parte da água terá sido decomposta, a quente, em hidrogénio, que se escapou para o espaço, e oxigénio, que se incorporou nas rochas. O restante vapor de água ter-se-á condensado, originando os oceanos, enquanto as chuvas intensas, correndo sobre os continentes, lhes extraíam o cálcio. Este ter-se-á acumulado em espessas camadas de sedimentos, que foram reincorporadas pelo manto. Este facto libertou a atmosfera de dióxido de carbono, evitando o desenvolvimento do efeito de estufa que existe em Vénus.

Esta mistura de gases, sujeita ŕ acçăo de U.V., do calor da crusta em fase de arrefecimento, da radioactividade natural dos compostos recém-formados e da actividade vulcânica, teria dado origem a compostos  orgânicos simples em soluçăo – sopa primitiva.

Esta explicaçăo permitia ultrapassar a dificuldade da formaçăo das primeiras biomoléculas (aminoácidos, oses, bases azotadas e ácidos gordos) pois estas teriam tido uma origem em moléculas inorgânicas.

A existęncia de certas rochas contendo minerais assimétricos, como as argilas, teriam facilitado a estruturaçăo desses monómeros em polímeros, funcionando como catalisadores inorgânicos.

Segundo Oparin, os conjuntos moleculares ter-se-iam agregado numa estrutura rodeada por uma espécie de “membrana” de cadeias simples hidrocarbonadas, que a isolava do meio – coacervado.

Os coacervados derivam de um processo natural nas soluçőes de polímeros fortemente hidratados. Há uma separaçăo espontânea de uma soluçăo aquosa, inicialmente homogénea, em duas fases, uma rica em polímeros e outra quase exclusivamente água. Esta situaçăo deve-se ŕ atracçăo entre moléculas polares e repulsăo entre moléculas polares e apolares.

O coacervado é uma gotícula coloidal (formada por partículas muito pequenas mas maiores que as moléculas com polaridade) rica em polímeros em suspensăo num meio aquoso. A membrana do coacervado é formada por moléculas de água dispostas em redor dos polímeros. O coacervado pode interagir com o meio, incorporando moléculas na sua estrutura, crescer e dividir-se. Ŕ medida que novas moléculas se iam agregando, se a nova combinaçăo molecular năo fosse estável, o coacervado destruía-se. Se fosse estável o coacervado aumentava de tamanho, até que se dividia em dois.

No interior do coacervado, algumas moléculas catalisavam novas combinaçőes, enquanto outras, autoreplicáveis, começavam a controlar as reacçőes metabólicas. Deste modo, este conjunto de moléculas funcionaria como uma pré-célula, constituindo uma primeira manifestaçăo de Vida.

Estudos recentes apontam para a importância dos ácidos nucleicos no processo inicial do desenvolvimento da Vida.

O RNA terá sido a primeira molécula a surgir, já que este ácido nucleico forma curtas cadeias espontaneamente em ambientes semelhantes aos propostos nesta teoria. Além disso, o RNA liga-se temporariamente a locais específicos de outras moléculas, catalisando reacçőes na célula viva na ausęncia de enzimas, funcionando simultaneamente como DNA e proteína durante a evoluçăo celular.

Obter-se-iam assim, os pilares moleculares da Vida, os ácidos nucleicos e as proteínas: sem ácidos nucleicos năo há proteínas, ou seja, năo há estrutura e controlo das reacçőes (enzimas) e sem proteínas (estruturais como as histonas e enzimáticas) năo há replicaçăo de DNA. Esta pré-célula, provavelmente semelhante a uma bactéria, seria heterotrófica, alimentando-se do “caldo orgânico” abiótico do meio.

Nos milhőes de anos seguintes, a selecçăo natural terá conduzido esta evoluçăo química, favorecendo conjuntos moleculares bem adaptados e eliminando outros, devido ŕ rarefacçăo dos nutrientes nos oceanos.

Assim, para sobreviverem, estas células poderăo ter evoluído para uma situaçăo de autotrofia, necessitando de grande quantidade de electrőes, como por exemplo o hidrogénio, dióxido de carbono ou moléculas sulfurosas. Năo parece coincidęncia que a grande maioria de bactérias autotróficas actuais pertencerem ao grupo das bactérias sulfurosas.

Com o surgimento das cianobactérias fotossintéticas a acumulaçăo de oxigénio molecular criou a necessidade do surgimento de estruturas protectoras contra esse gás altamente agressivo.

O oxigénio molecular é um verdadeiro veneno para os organismos que năo disponham de mecanismos enzimáticos protectores (catalase ou peroxidase, por exemplo) capazes de reduzir os subprodutos altamente nocivos do metabolismo oxidativo (peróxido e superóxido de hidrogénio).

Os dados geofísicos indicam que o oxigénio molecular surgiu gradualmente na atmosfera há cerca de 2000 M.a.

O oxigénio teve um papel fundamental no desenvolvimento e complexificaçăo das estruturas biológicas, como se pode constatar pelos exemplos seguintes:

  • capacidade de divisăo celular depende da formaçăo do complexo actina-miosina, impossível sem oxigénio;
  • síntese de esteróis, ácidos gordos e colagénio é impossível sem oxigénio;
  • metabolismo aeróbio fornece mais de 15 vezes mais energia que o anaeróbio;
  • camada de ozono permitiu a vida em terra.

Experięncias de outros investigadores

Esta teoria explicativa do aparecimento do primeiro ser vivo necessitava, no entanto, de provas factuais que a apoiasse.

Para isso, diversos cientistas simularam em laboratório as condiçőes que o seu autor considerava terem existido na Terra primitiva, entre eles Stanley Miller, cuja experięncia se tornou célebre.

Esta experięncia foi concebida para testar a possibilidade da formaçăo de monómeros abioticamente, nas condiçőes da teoria de Oparin.

Em 1953, Miller introduziu num balăo uma mistura de metano, amoníaco, hidrogénio e água.

Essa mistura era constantemente bombardeada por descargas eléctricas de 60000 V e mantida a circular no aparelho pelo vapor de água criado pela ebuliçăo da água.

Este procedimento foi mantido durante uma semana, após a qual se recolhem amostras que săo analisadas por cromatografia.

As análises mostraram que o líquido amarelado que se tinha formado continha vários tipos de aminoácidos (alanina, ácido aspártico e glutamato) e ácidos orgânicos simples (fórmico, acético, propiónico, láctico e succínico) usuais nos seres vivos.

Juan Oro, outro investigador, demonstrou que era possível obter abioticamente as bases púricas e pirimídicas que compőem os ácidos nucleicos, aquecendo ácido cianídrico e amoníaco, por sua vez obtidos abioticamente de hidrogénio, monóxido de carbono e azoto molecular.

Saliente-se que uma das bases, a adenina, năo só faz parte dos ácidos nucleicos mas também é fundamental para a formaçăo de coenzimas como o NAD+ e o NADP+ e do ATP.

Sidney Fox testou a etapa seguinte, a formaçăo abiótica de polímeros a partir dos monómeros.

Dado que a concentraçăo de monómeros nos oceanos primitivos deveria ser baixa e que as reacçőes de polimerizaçăo săo reacçőes de desidrataçăo, estas năo seriam fáceis de obter em condiçőes naturais.

Assim, foi proposto que as polimerizaçőes teriam ocorrido apenas em condiçőes especiais, que aumentavam artificialmente a concentraçăo de monómeros e catalisavam as reacçőes.

É sabido que as argilas săo rochas formadas por camadas aluminossilicatos hidratados com grande quantidade de cargas positivas e negativas. Por este motivo estas rochas captam moléculas carregadas com grande facilidade pelo processo de adsorçăo. Este poderia ser um meio de facilitar a polimerizaçăo, tal como a congelaçăo, evaporaçăo, calor, etc.

Fox testou esta possibilidade aquecendo a 200şC misturas de aminoácidos obtidos abioticamente sobre pedaços de rocha. Obteve cadeias polipeptídicas, que designou proteinóides, e que podiam ser usadas como alimento por bactérias e podiam apresentar capacidade catalítica (uma pré-enzima).

Com estes proteinóides, Fox obteve ainda o passo seguinte da teoria de Oparin, a formaçăo de coacervados, estruturas que Fox designou microsferas, por aquecimento ŕ ebuliçăo seguido de arrefecimento.

As microsferas aparentavam ter propriedades osmóticas através da sua membrana de moléculas de água, comportando-se como uma pré-célula.

Condiçőes da Terra primitiva (ver quadro no link acima)

Críticas `a  Teoria de Oparin

  • o hidrogénio é muito leve e escapa-se ŕ gravidade da Terra com muita facilidade (quanto mais elevada a temperatura da atmosfera superior, mais facilmente se escapa) logo talvez năo tenha predominado na atmosfera primitiva;
  • o oxigénio poderia existir em maior quantidade pois as enormes quantidades de vapor de água produzidas podiam ser decompostas em hidrogénio e oxigénio pelos U.V., tendo-se o hidrogénio escapado e o oxigénio acumulado na atmosfera. Se este processo fosse em grande escala, a atmosfera ter-se-ia tornado rica em oxigénio;
  •  a atmosfera interage permanentemente com as rochas logo a análise destas poderia dar uma ideia aproximada da constituiçăo daquela. Algumas rochas sedimentares foram formadas em condiçőes redutoras, factor tido como argumento a favor da teoria de Oparin. No entanto, actualmente ainda é possível a formaçăo dessas rochas, apesar da atmosfera rica em oxigénio, nomeadamente em pântanos. Essas rochas formam-se em condiçőes de decomposiçăo anaeróbia de matéria orgânica no lodo.

Por este motivo considera-se que, se tomadas no seu conjunto, as rochas de um dado período evidenciam que a atmosfera primitiva seria muito semelhante ŕ de hoje. A dificuldade deste argumento é o facto de apenas existirem rochas com 3200 M.a., logo a atmosfera dessa época năo ser redutora năo invalida os pressupostos de Oparin pois considera-se que os primeiros organismos fotossintéticos teriam surgido há cerca de 3600 M.a. Outro aspecto a considerar é que, mesmo com atmosfera oxidante, tal como na actualidade, era possível a presença de locais com condiçőes redutoras (sob rochas ou no fundo de lagos ou oceanos) com elevadas concentraçőes moleculares, permitindo a evoluçăo química proposta por Oparin;

  •  como terăo surgido as moléculas reguladoras e autoreplicáveis ?

Năo foi possível esclarecer devidamente se foi a proteína ou o ácido nucleico a primeira molécula a surgir na evoluçăo química, ou se ambos surgiram simultaneamente. As proteínas e os ácidos nucleicos săo as moléculas básicas de todos os organismos vivos. As proteínas tęm uma funçăo estrutural e enzimática e os ácidos nucleicos contęm a informaçăo hereditária e os “programas” que controlam, pelas enzimas, todas as reacçőes dos seres vivos. Sem ácidos nucleicos năo existe um plano de formaçăo das proteínas, e sem enzimas năo se realiza a cópia dos ácidos nucleicos.

Actualmente considera-se que o RNA terá sido a primeira molécula a surgir, seguido de uma forma simplificada de síntese proteica. Os fosfatos e a ribose seriam moléculas comuns e a adenina pode ter sido formada espontaneamente, tal como demonstrado por diversas experięncias. Obter-se-ia, assim, uma molécula capaz de replicaçăo devido ŕ facilidade de emparelhamento de bases. No entanto, apesar de o RNA ser uma molécula mais reactiva que o DNA, tal năo seria suficiente para catalisar reacçőes mais complexas, daí a necessidade do surgimento de uma outra molécula para realizar essas funçőes, as proteínas enzimáticas. As enzimas primitivas devem ter sido pequenos péptidos năo específicos. Fox demonstrou nas suas experięncias que alguns proteinóides tinham actividade catalítica mas verdadeiras enzimas apenas podem surgir após haver maneira de se conseguir reproduzir a sua sequęncia polipeptídica. Sabe-se que em condiçőes pré-bióticas alguns polinucleótidos podem servir de matriz para a síntese de năo enzimática de polinucleótidos complementares.

Apesar destes factos, facilmente se deduz que a grande maioria destas sequęncias năo teria qualquer significado.

Estará a árvore da Vida de cabeça para baixo?

Ora aqui está uma pergunta com intrigantes respostas, segundo as mais recentes investigaçőes (1998).

Temos sempre referido que a chamada árvore da Vida tem na sua base os seres procariontes (bactérias e arqueobactérias), organismos simples com uma única cópia de cromossomas circulares, tendo os restantes grupos (eucariontes) surgido quando conjuntos dessas bactérias se agruparam para formar células complexas, ditas eucarióticas.

Actualmente considera-se que o inverso tenha sido muito mais provável!! Os primeiros organismos năo teriam sido do tipo bactéria, năo vivendo em fontes termais ou aberturas vulcânicas no fundo do mar. Deverăo, pelo contrário, ter sido muito mais semelhantes a protozoários, com genomas fragmentados (em vários pequenos cromossomas lineares) e poliplóides (com várias cópias do mesmo gene para impedir que “erros” na transcriçăo impedissem a sua sobrevivęncia). Teriam, também, preferido os locais mais frios.

Tal como Patrick Forterre, entre outros cientistas, tem referido, as bactérias terăo aparecido mais tarde, năo sendo primitivas mas altamente especializadas. Esta alteraçăo tăo radical no tipo celular teria sido o resultado da adaptaçăo a locais quentes, onde as temperaturas até 170şC tendem a causar mutaçőes nos processos hereditários.

Assim “simplificadas”, as bactérias tornaram-se altamente competitivas em nichos onde a rapidez de reproduçăo é uma vantagem (parasitismo e necrofagia, por exemplo).

Os restantes organismos, pelos habitats ocupados, nunca sofreram uma tamanha pressăo selectiva para se tornarem simples e rápidos, pelo que retiveram o maior número de genes possível, em vez da simplicidade de utilizaçăo.

Origens da Água na Terra: Novas Descobertas Sao mais Evidencias para a Teoria da Matrix/DNA

domingo, janeiro 29th, 2017

xxxx

 

Os caras estão mais perdidos que cego em tiroteio, e como nos, da Matrix/DNA, continuamos acertando todas nossas previsões, estaríamos rindo de segurar a barriga, porém, estamos furiosos por estarem prejudicando a evolução mental da humanidade.

Para entender-mos a nossa existência neste planeta precisamos entender a existência do planeta, seu lugar no contexto do Cosmos. Mas para este entendimento precisamos de informações, e informações sobre coisas tao distantes dos nossos limitados cinco sensores cerebrais, são difíceis, exigem muita investigação, cientifica.Enquanto não acha soluções para fenômenos e eventos naturais distantes da nossa percepção, os humanos inventam misticas, fantasias, pois a humanidade esta’ na sua infância coletiva a qual imita a infância imaginativa e magica individual, de toda criança. Assim surgem as invenções de deuses… e de gerações espontâneas, ao acaso, de fenômenos sólidos concretos, como é o nosso planeta.

Infelizmente esta infância mental inventa suas fantasias e elas dominam a educação escolar até nossas universidades modernas. Ali é ensinado que nosso planeta se formou quando uma nebulosa de gás e poeira formou o Sol e da sobra desse material surgiu a Terra… tudo muitíssimo simples, espontâneo, ao acaso. Por outro lado, nos, da Matrix/DNA tivemos que trabalhar dia e noite arduamente por 30 anos investigando as origens e formação deste planeta, e chegamos a uma teoria totalmente diferente e muito, muitíssimo complexa. Ora, o principal motivo nesta brutal diferença dos resultados finais, é que eles começaram seus cálculos a partir de outra teoria nas origens do Universo – o Big Bang – e continuando a calcular os passos evolucionários seguintes desta ” grande explosão”, chegaram a tal nebulosa de gaz e poeira e com ela tiveram que calcular como nela surgiria um planeta. Enquanto por nosso lado, primeiro observamos o planeta aqui e agora, tudo o que ele produziu, inclusive e principalmente a vida biológica, e juntando todas as forças e elementos da vida mais o que se sabe de fato concreto do Cosmos, descemos do futuro em relacao ao passado para chegar ao estado do mundo que produziu este planeta. Nos começamos do presente e não do passado remoto porque apenas sabemos com alguma certeza o que existe no presente. A incrível complexidade dos produtos deste planeta não poderia deixar ninguém, em sã consciência e racionalidade, acreditar que o mundo que o fez e o método com que o fez tenham sido de tanta simplicidade.

Bem,… a bom tempo, desde que se começou a fabricar instrumentos que funcionam como extensões dos nossos sentidos para perceber os invisíveis micro e macrocosmos, eles vem levando cacetadas atras de cacetadas, a cada dia que um Hubble da vida passeando nas fronteiras do nosso sistema manda uma imagem do Cosmos. As imagens não batem com seu modelo teórico, mas apesar de tantas cacetadas, ao invés de recalcularem o modelo e procurar outro, ficam remendando-o fazendo da teoria uma colcha de retalhos já impossível de sustentar-se. Enquanto isso, a nossa voz miúda que não alcança as universidades, continua anunciando como cada imagem esta batendo com nosso modelo. Ate quando imagens começarem a negar nosso modelo, mas ai não teremos problema nenhum em abandona-lo ou reforma-lo a luz das novas informações.

Um dos maiores problemas que se apresentou a teoria acadêmica trata da existência da água neste planeta. Se ele foi formada como sobra do Sol, no meio de uma nuvem de gaz e poeira, como surgiu esta imensa quantidade de água que é maior que o volume de todos os continentes juntos?! Apenas isso seria fato suficiente para desacreditar-mos de nosso modelo e partir para buscar onde erramos. Mas não. O ego, o presente status social, as privilegiadas condições sociais em que acomodaram suas vidas, jamais os permitira sequer pensar que teriam de chegar aos estudantes e mandarem esquecer tudo o que ensinaram, jogar os textos do curriculum escolar no lixo, e terem que reaprender tudo de novo, depois de terem atingido a meia-idade… Imagine se Platão chegasse um dia a seus discípulos e dissesse que descobriu que seus ensinamentos sobre geração espontânea da vida estava toda errada… Ele cairia no descredito imediatamente, estaria morto e hoje ninguém ouviria seu nome.

E quando nos debates pergunto a um especialista… ” E a água?” ele fica irritado e responde algo que poderia ser traduzido assim: ” Eu gosto, só como farofa, não suporto comer mingau. Então não venha botar água na minha farofa transformando-a em mingau que eu prefiro morrer do que comer mingau.” E se agarra a sua farofa protegendo-a com unhas e dentes. Mas… e a água?

O nosso modelo de formação da Terra não tem nenhum problema com a água, alias, obrigatoriamente ela tem que existir, segundo o modelo. Por que os nossos planetas não foram formados como sobra de estrelas – ao contrario, eles carregam o germe de uma estrela em seus núcleos. Não foi formada numa nebulosa de gaz e poeira apenas, havia muitos outros elementos e forças. E ele veio de longe, tao longe que atravessou nebulosas de poeira congelada, a qual se agregou a sua superficie, e quando caiu na orbita de uma estrela quente, o gelo simplesmente derreteu, formando os oceanos que quase cobrem toda a superficie. A água esta do nosso lado, como mais uma evidencia arrolada a favor do nosso modelo.

Mas,… se qualquer extraterrestre racional iria ficar horrorizado ao ouvir falar que gás e poeira ao redor de uma estrela quente gera água, os nossos acadêmicos, e gerações mais gerações de estudantes, engole a absurda proposta sem qualquer raciocínio. Não é de se surpreender, se estes mesmos acadêmicos e estudantes elegeram a pouco como best-seller um livro que chama-se ” O Tudo Veio do Nada”. Esta na moda, é a onda do momento, o que faz os que o pronunciam nas rodas de botequim como um intelectual respeitado. Porem, existem as exceções que ainda de alguma maneira conseguem manter um pouco de controle sobre suas propriedades mentais, e estes não engoliram tao fácil o absurdo. Sentiram-se incomodados, suspeitaram da “verdade cientifica”. Porem, como também estes estão com os seus neurônios compactamente configurados pela visão de mundo explosivo com seu Big Bang ao acaso, não puderam atinar com algo mais racional e remendaram a teoria com outro absurdo: a água no planeta veio de colisões com cometas que eram ricos em água… Meu Deus, tenha a santa paciência! E’ a onda do momento, quem repete isso é expert, a nata da intelectualidade mais moderna!

Acontece que,… se o cérebro humano é produto natural de matéria mole e de uma  biosfera que teve origens caóticas, portanto ainda apresentando muitos defeitos, este mesmo cérebro tentou se reproduzir tecnologicamente com matéria mais dura, na forma de computadores. Estes cérebros eletromecânicos – apesar de também serem milhões de anos-luz fora da realidade natural – não conseguem fazer tanta besteira como faz a matéria mole. E então nesta semana alguns tecnólogos produziram uma simulação computacional de como seria as origens do planeta, e, a água apareceu! La’ nos primeiros momentos da formação do planeta! Raios… mas então não existiu bombardeio pesado de cometas aguados!

Aconteceu o seguinte. Em 2014, pesquisadores japoneses testaram algumas reações químicas baseadas em hidrogênio liquido e quartzo, que é o mais comum e estável forma de sílica nesta parte do planeta, sob altas pressões e temperatura. Depois, uma equipe da University of Saskatchewan no Canada raciocinou que se estas reações ocorrem com sílica e ela esta no interior do planeta, no manto, então porque não fazer uma simulação computacional desta reação acontecendo justamente naquele lugar? Fizeram isso e descobriram surpresos que no manto a reação produz… água! Claro, é apenas simulação computacional, o mapa nunca é real como o território, mas as vezes a simulação pode se aproximar bastante do evento real.

Este material nestas temperaturas e pressão existe entre 40 a 400 quilômetros de profundidade. Então imediatamente perceberam que o nosso planeta não é apenas azul quando visto do espaço, mas é azul também de dentro para fora…

O resultado da simulação ganha mais força quando lembramos que estudos realizados nos últimos anos encontraram evidencias da existência de vários oceanos plenos de água comprimidos em rochas tao profundas quanto os 1000 quilômetros. E então o responsável pela equipe diz que “esta pesquisa sugere que a água do planeta veio de dentro,… apesar de que ninguém de nos sabe ainda exatamente como isso aconteceu”.

Bem, segundo sugere o nosso modelo de formação da Terra, o seu núcleo esférico era pequeno quando começou a crescer devido ser agregado por detritos e poeira congelada a mediada que atravessava a zona de eventos logo apos o vórtice nuclear e portanto, este gelo pode ter milhares de quilômetros de profundidade. Mas o gelo também estava na superfície quando o planeta se aproximou do Sol e seu calor começou a descongela-lo na forma de rochas e água, portanto, a água veio de dentro e de fora também.

Fica registrado o artigo ( link para o paper que originou este artigo, abaixo), como mais uma evidência a favor da Matrix/DNA Theory. E lembrando mais uma vez que não vamos entender nossa existência aqui senão entender-mos o planeta e a galaxia que nos fez dentro dela. Mas para isso a Humanidade precisa amadurecer para deixar de ter sua mente povoada de fantasias como as mentes de nossas crianças. Por isso gasto meu tempo com estes assuntos astronômicos, que não era meu proposito no inicio da minha investigação.

Apenas mais um adendo:

O artigo diz que: “Water formed in the mantle can reach the surface via multiple ways, for example, carried by magma in the form of volcanic activities.”

Sim, e chego até mesmo a suspeitar de algo estarrecedor. Essa água no interior do manto e tao próximo do núcleo efervescente, recebendo aquele imenso calor, pode estar se evaporando no inteiro do planeta e chegando na superfície, e dai para a atmosfera no estado de vapor e… não estaria ai a principal causa do famigerado efeito estufa?!

NEWScientist

27 January 2017

Planet Earth makes its own water from scratch deep in the mantle

https://www.newscientist.com/article/2119475-planet-earth-makes-its-own-water-from-scratch-deep-in-the-mantle

xxxx

paper:

http://Journal reference: Earth and Planetary Science Letters, DOI: 10.1016/j.epsl.2016.12.031

xxxx

paper dos pesquisadores japoneses:

Restricted access

Formation of SiH4 and H2O by the dissolution of quartz in H2 fluid under high pressure and temperature

http://ammin.geoscienceworld.org/content/99/7/1265

These results indicate that the chemical reaction between dissolved SiO2components and H2 fluid caused the formation of H2O and SiH4, which was contrastive to that observed in SiO2–H2O fluid. Results imply that a part of H2 is oxidized to form H2O when SiO2 components of mantle minerals dissolve in H2 fluid, even in an iron-free system.

xxxxx

meus comentarios publicados na midia:

https://www.reddit.com/r/science/comments/5qjvyv/planet_earth_makes_its_own_water_from_scratch/

Planet Earth makes its own water from scratch deep in the mantle from science

TheMatrixDNA  – 1/29/2017

Ok. The existence of water in this planet has been a puzzle only because the theory of planet formation is wrong. My astronomic model – The Matrix/DNA Theory – suggests a different process for planet’s formation and in this process, water was present at the formation as in the whole interstellar space, and still can come from within. And it does not need these elevated pressures and atmosphere

xxxx

Louis C. Morelli, New York, United States, 1/29/2017

Read more: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4165242/Earth-makes-water-deep-mantle.html#ixzz4X8sjUojw

Exoplaneta Faz Astrônomos Revelarem que a Formação de Planetas Ainda é um Mistério

terça-feira, janeiro 10th, 2017

xxxx

Hubble Detects Signs Of A Young Exoplanet

http://www.msn.com/en-us/news/technology/hubble-detects-signs-of-a-young-exoplanet/ar-BBy4RbS?ocid=wispr

Eu não consigo entender isto. Basta ler qualquer livro pedagógico destinado a educação escolar que se encontra detalhadamente descrito o processo de formação de planetas, estrelas, etc. Nem avisam mais que trata-se de uma teoria, vão direto afirmando que os planetas surgem assim e assim. Mas só os educadores burocráticos que elaboram ou aprovam este curriculum escolar que “sabem” a verdade, pois os cientistas astrônomos não sabem! Vejamos este paragrafo nesta notícia (traduzido a seguir):

Scientists hope that by studying the protoplanetary disk around TW Hydrae, they would be able to understand exactly how planets form — a process whose exact mechanism is still shrouded in mystery. (Os cientistas esperam que estudando o disco protoplanetário em volta de TW Hydrae, eles poderiam ser capazes de entender exatamente como o planetas são formados – um processo cujo exato mecanismo ainda esta’ envolto em mistério.)

Pois bem, estão mentindo para nossos filhos, esta nova geração de cuja visão do mundo vão depender eles e as próximas gerações para sobreviverem ou serem extintos para sempre. Na minha opinião esta mentira tem um motivo: eliminar a idéia de algum sentido sublime para a existência incutindo definitivamente no ideário humano que toda existência é obra do acaso. Pois a teoria sendo ensinada se resume em geração espontânea por acaso, dos planetas. E’ a ideologia dos grandes predadores humanos que assim se justificam no seu comportamento de rapina a seu bel prazer, pois não terão que enfrentar nenhuma justiça sublime alem da humana que eles mesmos elaboram.

Como eu não mantenho nem o instinto animalesco para predador nem o instinto para ovelha – porque vim da desclasse social desideologizada – fui buscar a minha própria visão de mundo e nessa busca elaborei uma teoria do tudo que ha’ neste Universo, portanto, também uma teoria astronômica. E nos meus modelos astronômicos, a formação de sistemas astronômicos obedece não ao acaso nem a uma criacao magica de algum magico sobrenatural, mas sim ao processo conhecido para a formação de sistemas biológicos, descontadas as complexidades adquiridas no intermeio evolutivo entre estas duas formas de sistema. E assim como encontrei um motivo sublime na formação celular, este motivo também foi encontrado na formação astronômica. Mas,… ainda é teoria contra teoria, ninguém conseguiu derrubar a minha e eu não consegui derrubar a deles… que ainda esta envolta em mistérios. O que me deixa indignado é essa pregação no estilo religioso transmitindo o que é teoria como se fosse verdade cientificamente comprovada. E fico indignado ainda porque de tudo que vejo na Internet e no mundo hoje em geral eu sou o único no mundo que esta gritando que isso é teoria, não é verdade cientifica, enquanto os pais, que deveriam ser os mais interessados na salvação da mente de seus filhos, se calam inertes. Como parte da minha militância, aproveito sempre a oportunidade de dar uma cutucada nos autores e comentaristas destas noticias, como fiz aqui e copio a seguir:

xxxx

 Louis Charles Morelli · jan-01/10/2017
This is important for several things, but one is fundamental: when you see something that you desire at a long distance, you will find the way to get there. Thanks NASA.
About the planet formation, it is possible that astronomers are forgetting a very important issue. Accordingly to my different method, must have two process for astronomic systems formation, as we had two different process for cellular system formation. One, the first and initial process, was by symbioses. Then, the system learned how to reproduce itself, by self-recycling the resulting dust of a died system. I have all details about the bodies formation at the first process, but I did not get yet the second process. If this is a young system, it must be formed by the second, like our own solar system. We need to search the differences between the symbiontic cellular formation and the automatized cellular reproduction for inferring how our ancestrals astronomic systems do it.
xxxx
Chris Hood ·- Works at Reformou-se
This is not important in our lives. NASA has spent Trillions on worthless endeavors. Stop bleeding us dry. Oh, the military complex is running the show. I guess we need the military in space.
Louis Charles Morelli · to – Chris Hood
Oh, yes… and your opinion is that humanity deal only with the terrestrial issues, till the day that this planet and star – which are under transformations – does not support life here anymore. Thanks to NASA, we will be able to destroy a meteorite before it destroy us, and we will be able to leave at other young planet escaping from extinction here. If we listen you, we will be caught like the dinosaurs.
xxxx
People do not have a clue as to the expanse of the UNIVERSE. Our CREATOR has infinite things going on throughout eternity that mankind has no way of even starting to comphrehend. “The Start (of) Your Life, Your Future” is a book that should be read by everyone on Earth. If you believe what it says it will change your life for the better forever.

Louis Charles Morelli · to – Carol Harmon

“Our CREATOR has infinite things going on throughout eternity that mankind has no way of even starting to comphrehend.”
And because the Universe is so big and complex you has no way of even start to comprehend the Universe, then you prefer the theorists of magical thinking that imagined they know the thru inventing a ghost magical creator and believing that eternity is a proved fact. The unique thing that can be eternal os transformation, evolution, because everything we know are transformed, nothing went to be eternal.

Videos e-Aula USP

domingo, janeiro 8th, 2017

xxxx

Aulas academicas em vídeo grátis (ciências,etc.)

Videos e-Aula da USP

http://eaulas.usp.br/portal/home.action

O que faz voce,voce?

quinta-feira, janeiro 5th, 2017

xxxx

( Copiar e traduzir este artigo. E’  muito importante sobre o conhecimento e teorias atuais da mente)

What Makes You You?

http://waitbutwhy.com/2014/12/what-makes-you-you.html

What Makes You You?

Ensaio do meu comentário a ser postado:

Congratulations, a collection of theories about the issue. There is another theory suggesting a new idea – the Matrix/DNA Theory. This theory introduces his theoretical model of the link between cosmological and biological evolution. It is the building block of galaxies (showed at my avatar above) which happens to be the same building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides). The difference is

Bons Comentarios:

Corneliu Coman ·

Hey Tim! I’ve asked myself the same question over and over again, since i’ve put a lot of effort into finding “who I am”. My conclusion was close to the “continuity” (I am who I decide to be-or become).

But there goes another dillema: does any of your neurons think “I’m Tim?” or “I am Tim’s Neuron?” or “I am Neuron #1.002.125 of Tim’s Body”? Probably no (how can we know)?

So imagine Earth (or countries or whatever bigger instance) as “the bigger organism” and YOU as the neuron from the example above. Would your previous arguments still stand? probably yes. cell have atoms, molecules, dna and organelles.

So, would you realize your identity is a part of something, and you are not a stand-alone organism? Or you are stand-alone, but you cannot live isolated, so you are completely dependant to other cells (people).

So, finally, my greatest dillema: why do I see the world through my eyes (my body’s eyes) and not through yours. Or his. Or hers? It doesn’t make sense that I should be confined to myself.
Can it because all of us together are the greatest organism and I am just a cell?
Or are we simpy unable (or unconscious) of our ability to perceive everybody else’s brains?

xxxx

Copia para ser traduzida:

When you say the word “me,” you probably feel pretty clear about what that means. It’s one of the things you’re clearest on in the whole world—something you’ve understood since you were a year old. You might be working on the question, “Who am I?” but what you’re figuring out is the who am part of the question—the part is obvious. It’s just you. Easy.

But when you stop and actually think about it for a minute—about what “me” really boils down to at its core—things start to get pretty weird. Let’s give it a try.

The Body Theory

We’ll start with the first thing most people equate with what a person is—the physical body itself. The Body Theory says that that’s what makes you you. And that would make sense. It doesn’t matter what’s happening in your life—if your body stops working, you die. If Mark goes through something traumatic and his family says, “It really changed him—he’s just not the same person anymore,” they don’t literally mean Mark isn’t the same person—he’s changed, but he’s still Mark, because Mark’s body is Mark, no matter what he’s acting like. Humans believe they’re so much more than a hunk of flesh and bone, but in the end, a physical ant is the ant, a squirrel’s body is the squirrel, and a human is its body. This is the Body Theory—let’s test it:

So what happens when you cut your fingernails? You’re changing your body, severing some of its atoms from the whole. Does that mean you’re not you anymore? Definitely not—you’re still you.

How about if you get a liver transplant? Bigger deal, but definitely still you, right?

What if you get a terrible disease and need to replace your liver, kidney, heart, lungs, blood, and facial tissue with synthetic parts, but after all the surgery, you’re fine and can live your life normally. Would your family say that you had died, because most of your physical body was gone? No, they wouldn’t. You’d still be you. None of that is needed for you to be you.

Well maybe it’s your DNA? Maybe that’s the core thing that makes you you, and none of these organ transplants matter because your remaining cells all still contain your DNA, and they’re what maintains “you.” One major problem—identical twins have identical DNA, and they’re not the same person. You are you, and your identical twin is most certainly not you. DNA isn’t the answer.

So far, the Body Theory isn’t looking too good. We keep changing major parts of the body, and you keep being you.

But how about your brain?

The Brain Theory

Let’s say a mad scientist captures both you and Bill Clinton and locks the two of you up in a room.

CH

The scientist then performs an operation on both of you, whereby he safely removes each of your brains and switches them into the other’s head. Then he seals up your skulls and wakes you both up. You look down and you’re in a totally different body—Bill Clinton’s body. And across the room, you see your body—with Bill Clinton’s personality.

CFO

Now, are you still you? Well, my intuition says that you’re you—you still have your exact personality and all your memories—you’re just in Bill Clinton’s body now. You’d go find your family to explain what happened:

CF1

CF2

So unlike your other organs, which could be transplanted without changing your identity, when you swapped brains, it wasn’t a brain transplant—it was a body transplant. You’d still feel like you, just with a different body. Meanwhile, your old body would not be you—it would be Bill Clinton. So what makes you you must be your brain. The Brain Theory says that wherever the brain goes, you go—even if it goes into someone else’s skull.

The Data Theory

Consider this—

What if the mad scientist, after capturing you and Bill Clinton, instead of swapping your physical brains, just hooks up a computer to each of your brains, copies every single bit of data in each one, then wipes both of your brains completely clean, and then copies each of your brain data onto the other person’s physical brain? So you both wake up, both with your own physical brains in your head, but you’re not in your body—you’re in Bill Clinton’s body. After all, Bill Clinton’s brain now has all of your thoughts, memories, fears, hopes, dreams, emotions, and personality. The body and brain of Bill Clinton would still run out and go freak out about this to your family. And again, after a significant amount of convincing, they would indeed accept that you were alive, just in Bill Clinton’s body.

Philosopher John Locke’s memory theory of personal identity suggests that what makes you you is your memory of your experiences. Under Locke’s definition of you, the new Bill Clinton in this latest example is you, despite not containing any part of your physical body, not even your brain. 

This suggests a new theory we’ll call The Data Theory, which says that you’re not your physical body at all. Maybe what makes you you is your brain’s data—your memories and your personality.

We seem to be honing in on something, but the best way to get to concrete answers is by testing these theories in hypothetical scenarios. Here’s an interesting one, conceived by British philosopher Bernard Williams:

The Torture Test

Situation 1: The mad scientist kidnaps you and Clinton, switches your brain data with Clinton’s, as in the latest example, wakes you both up, and then walks over to the body of Clinton, where you supposedly reside, and says, “I’m now going to horribly torture one of you—which one should I torture?”

What’s your instinct? Mine is to point at my old body, where I no longer reside, and say, “Him.” And if I believe in the Data Theory, then I’ve made a good choice. My brain data is in Clinton’s body, so I’m now in Clinton’s body, so who cares about my body anymore? Sure, it sucks for anyone to be tortured, but if it’s between me and Bill Clinton, I’m choosing him.

Situation 2: The mad scientist captures you and Clinton, except he doesn’t do anything to your brains yet. He comes over to you—normal you with your normal brain and body—and asks you a series of questions. Here’s how I think it would play out:

Mad Scientist: Okay so here’s what’s happening. I’m gonna torture one of you. Who should I torture?

You: [pointing at Clinton] Him.

MS: Okay but there’s something else—before I torture whoever I torture, I’m going to wipe both of your brains of all memories, so when the torture is happening, neither of you will remember who you were before this. Does that change your choice?

You: Nope. Torture him.

MS: One more thing—before the torture happens, not only am I going to wipe your brains clean, I’m going to build new circuitry into your brain that will convince you that you’re Bill Clinton. By the time I’m done, you’ll think you’re Bill Clinton and you’ll have all of his memories and his full personality and anything else that he thinks or feels or knows. I’ll do the same thing to him, convincing him he’s you. Does that change your choice?

You: Um, no. Regardless of any delusion I’m going through and no matter who I think I am, I don’t want to go through the horrible pain of being tortured. Insane people still feel pain. Torture him.

So in the first situation, I think you’d choose to have your own body tortured. But in the second, I think you’d choose Bill Clinton’s body—at least I would. But the thing is—they’re the exact same example. In both cases, before any torture happens, Clinton’s brain ends up with all of your data and your brain has his—the difference is just at which point in the process you were asked to decide. In both cases, your goal is for you to not be tortured, but in the first situation, you felt that after the brain data swap, you were in Clinton’s body, with all of your personality and memories there with you—while in the second situation, if you’re like me, you didn’t care what was going to happen with the two brains’ data, you believed that you would remain with your physical brain, and body, either way.

Choosing your body to be the one tortured in the first situation is an argument for the Data Theory—you believe that where your data goes, you go. Choosing Clinton’s body to be tortured in the second situation is an argument for the Brain Theory, because you believe that regardless of what he does with your brain’s data, you will continue to be in your own body, because that’s where your physical brain is. Some might even take it a step further, and if the mad scientist told you he was even going to switch your physical brains, you’d still choose Clinton’s body, with your brain in it, to be tortured. Those that would torture a body with their own brain in it over torturing their own body believe in the Body Theory.

Not sure about you, but I’m finishing this experiment still divided. Let’s try another. Here’s my version of modern philosopher Derek Parfit’s teletransporter thought experiment, which he first described in his book Reasons and Persons

The Teletransporter Thought Experiment

It’s the year 2700. The human race has invented all kinds of technology unimaginable in  today’s world. One of these technologies is teleportation—the ability to transport yourself to distant places at the speed of light. Here’s how it works—

You go into a Departure Chamber—a little room the size of a small cubicle.

cube stand

You set your location—let’s say you’re in Boston and your destination is London—and when you’re ready to go, you press the button on the wall. The chamber walls then scan your entire body, uploading the exact molecular makeup of your body—every atom that makes up every part of you and its precise location—and as it scans, it destroys, so every cell in your body is destroyed by the scanner as it goes.

cube beam

When it’s finished (the Departure Chamber is now empty after destroying all of your cells), it beams your body’s information to an Arrival Chamber in London, which has all the necessary atoms waiting there ready to go. The Arrival Chamber uses the data to re-form your entire body with its storage of atoms, and when it’s finished you walk out of the chamber in London looking and feeling exactly how you did back in Boston—you’re in the same mood, you’re hungry just like you were before, you even have the same paper cut on your thumb you got that morning.

The whole process, from the time you hit the button in the Departure Chamber to when you walk out of the Arrival Chamber in London, takes five minutes—but to you it feels instantaneous. You hit the button, things go black for a blink, and now you’re standing in London. Cool, right?

In 2700, this is common technology. Everyone you know travels by teleportation. In addition to the convenience of speed, it’s incredibly safe—no one has ever gotten hurt doing it.

But then one day, you head into the Departure Chamber in Boston for your normal morning commute to your job in London, you press the big button on the wall, and you hear the scanner turn on, but it doesn’t work.

cubicle broken

The normal split-second blackout never happens, and when you walk out of the chamber, sure enough, you’re still in Boston. You head to the check-in counter and tell the woman working there that the Departure Chamber is broken, and you ask her if there’s another one you can use, since you have an early meeting and don’t want to be late.

She looks down at her records and says, “Hm—it looks like the scanner worked and collected its data just fine, but the cell destroyer that usually works in conjunction with the scanner has malfunctioned.”

“No,” you explain, “it couldn’t have worked, because I’m still here. And I’m late for this meeting—can you please set me up with a new Departure Chamber?”

She pulls up a video screen and says, “No, it did work—see? There you are in London—it looks like you’re gonna be right on time for your meeting.” She shows you the screen, and you see yourself walking on the street in London.

“But that can’t be me,” you say, “because I’m still here.”

At that point, her supervisor comes into the room and explains that she’s correct—the scanner worked as normal and you’re in London as planned. The only thing that didn’t work was the cell destroyer in the Departure Chamber here in Boston. “It’s not a problem, though,” he tells you, “we can just set you up in another chamber and activate its cell destroyer and finish the job.”

And even though this isn’t anything that wasn’t going to happen before—in fact, you have your cells destroyed twice every day—suddenly, you’re horrified at the prospect.

“Wait—no—I don’t want to do that—I’ll die.”

The supervisor explains, “You won’t die sir. You just saw yourself in London—you’re alive and well.”

“But that’s not me. That’s a replica of me—an imposterI’m the real me—you can’t destroy my cells!”

The supervisor and the woman glance awkwardly at each other. “I’m really sorry sir—but we’re obligated by law to destroy your cells. We’re not allowed to form the body of a person in an Arrival Chamber without destroying the body’s cells in a Departure Chamber.”

You stare at them in disbelief and then run for the door. Two security guards come out and grab you. They drag you toward a chamber that will destroy your cells, as you kick and scream…

__________

If you’re like me, in the first part of that story, you were pretty into the idea of teletransportation, and by the end, you were not.

The question the story poses is, “Is teletransportation, as described in this experiment, a form of traveling? Or a form of dying?

This question might have been ambiguous when I first described it—it might have even felt like a perfectly safe way of traveling—but by the end, it felt much more like a form of dying. Which means that every day when you commute to work from Boston to London, you’re killed by the cell destroyer, and a replica of you is created.1 To the people who know you, you survive teletransportation just fine, the same way your wife seems just fine when she arrives home to you after her own teletransportation, talking about her day and discussing plans for next week. But is it possible that your wife was actually killed that day, and the person you’re kissing now was just created a few minutes ago?

Well again, it depends on what you are. Someone who believes in the Data Theory would posit that London you is you as much as Boston you, and that teletransportation is perfectly survivable. But we all related to Boston you’s terror at the end there—could anyone really believe that he should be fine with being obliterated just because his data is safe and alive over in London? Further, if the teletransporter could beam your data to London for reassembly, couldn’t it also beam it to 50 other cities and create 50 new versions of you? You’d be hard-pressed to argue that those were all you. To me, the teletransporter experiment is a big strike against the Data Theory.

Similarly, if there were an Ego Theory that suggests that you are simply your ego, the teletransporter does away nicely with that. Thinking about London Tim, I realize that “Tim Urban” surviving means nothing to me. The fact that my replica in London will stay friends with my friends, keep Wait But Why going with his Tuesday-ish posts, and live out the whole life I was planning for myself—the fact that no one will miss me or even realize that I’m dead, the same way in the story you never felt like you lost your wife—does almost nothing for me. I don’t care about Tim Urban surviving. I care about me surviving.

All of this seems like very good news for Body Theory and Brain Theory. But let’s not judge things yet. Here’s another experiment:

The Split Brain Experiment

A cool fact about the human brain is that the left and right hemispheres function as their own little worlds, each with their own things to worry about, but if you remove one half of someone’s brain, they can sometimes not only survive, but their remaining brain half can learn to do many of the other half’s previous jobs, allowing the person to live a normal life. That’s right—you could lose half of your brain and potentially function normally.

So say you have an identical twin sibling named Bob who developes a fatal brain defect. You decide to save him by giving him half of your brain. Doctors operate on both of you, discarding his brain and replacing it with half of yours. When you wake up, you feel normal and like yourself. Your twin (who already has your identical DNA because you’re twins) wakes up with your exact personality and memories.

twins

When you realize this, you panic for a minute that your twin now knows all of your innermost thoughts and feelings on absolutely everything, and you’re about to make him promise not to tell anyone, when it hits you that you of course don’t have to tell him. He’s not your twin—he’s you. He’s just as intent on your privacy as you are, because it’s his privacy too.

As you look over at the guy who used to be Bob and watch him freak out that he’s in Bob’s body now instead of his own, you wonder, “Why did I stay in my body and not wake up in Bob’s? Both brain halves are me, so why am I distinctly in my body and not seeing and thinking in dual split-screen right now, from both of our points of view? And whatever part of me is in Bob’s head, why did I lose touch with it? Who is the me in Bob’s head, and how did he end up over there while I stayed here?”

Brain Theory is shitting his pants right now—it makes no sense. If people are supposed to go wherever their brains go, what happens when a brain is in two places at once? Data Theory, who was badly embarrassed by the teletransporter experiment, is doing no better in this one.

But Body Theory—who was shot down at the very beginning of the post—is suddenly all smug and thrilled with himself. Body Theory says “Of course you woke up in your own body—your body is what makes you you. Your brain is just the tool your body uses to think. Bob isn’t you—he’s Bob. He’s just now a Bob who has your thoughts and personality. There’s nothing Bob’s body can ever do to not be Bob.” This would help explain why you stayed in your body.

So a nice boost for Body Theory, but let’s take a look at a couple more things—

What we learned in the teletransporter experiment is that if your brain data is transferred to someone else’s brain, even if that person is molecularly identical to you, all it does is create a replica of you—a total stranger who happens to be just like you. There’s something distinct about Boston you that was important. When you were recreated out of different atoms in London, something critical was lost—something that made you you.

Body Theory (and Brain Theory) would point out that the only difference between Boston you and London you was that London you was made out of different atoms. London you’s body was like your body, but it was still made of different material. So is that it? Could Body Theory explain this too?

Let’s put it through two tests:

The Cell Replacement Test

Imagine I replace a cell in your arm with an identical, but foreign, replica cell. Are you not you anymore? Of course you are. But how about if, one at a time, I replace 1% of your cells with replicas? How about 10%? 30%? 60%? The London you was composed of 100% replacement cells, and we decided that that was not you—so when does the “crossover” happen? How many of your cells do we need to swap out for replicas before you “die” and what’s remaining becomes your replica?

Something feels off with this, right? Considering that the cells we’re replacing are molecularly identical to those we’re removing, and someone watching this all happen wouldn’t even notice anything change about you, it seem implausible that you’d ever die during this process, even if we eventually replaced 100% of your cells with replicas. But if your cells are eventually all replicas, how are you any different from London you?

The Body Scattering Test 

Imagine going into an Atom Scattering Chamber that completely disassembles your body’s atoms so that all that’s left in the room is a light gas of floating atoms—and then a few minutes later, it perfectly reassembles the atoms into you, and you walk out feeling totally normal.

disassemble

Is that still you? Or did you die when you were disassembled and what has been reassembled is a replica of you? It doesn’t really make sense that this reassembled you would be the real you and London you would be a replica, when the only difference between the two cases is that the scattering room preserves your exact atoms and the London chamber assembles you out of different atoms. At their most basic level, atoms are identical—a hydrogen atom from your body is identical in every way to a hydrogen atom in London. Given that, I’d say that if we’re deciding London you is not you, then reassembled you is probably not you either.

The first thing these two tests illustrate is that the key distinction between Boston you and London you isn’t about the presence or absence of your actual, physical cells. The Cell Replacement Test suggests that you can gradually replace much or all of your body with replica material and still be you, and the Body Scattering Test suggests that you can go through a scatter and a reassembly, even with all of your original physical material, and be no more you than the you in London. Not looking great for Body Theory anymore.

The second thing these tests reveal is that the difference between Boston and London you might not be the nature of the particular atoms or cells involved, but about continuity. The Cell Replacement Test might have left you intact because it changed you gradually, one cell at a time. And if the Body Scattering Test were the end of you, maybe it’s because it happened all at the same time, breaking the continuity of you. This could also explain why the teletransporter might be a murder machine—London you has no continuity with your previous life.

So could it be that we’ve been off the whole time pitting the brain, the body, and the personality and memories against each other? Could it be that anytime you relocate your brain, or disassemble your atoms all at once, transfer your brain data onto a new brain, etc., you lose you because maybe, you’re not defined by any of these things on their own, but rather by a long and unbroken string of continuous existence?

Continuity

A few years ago, my late grandfather, in his 90s and suffering from dementia, pointed at a picture on the wall of himself as a six-year-old. “That’s me!” he explained.

He was right. But come on. It seems ridiculous that the six-year-old in the picture and the extremely old man standing next to me could be the same person. Those two people had nothing in common. Physically, they were vastly different—almost every cell in the six-year-old’s body died decades ago. As far as their personalities—we can agree that they wouldn’t have been friends. And they shared almost no common brain data at all. Any 90-year-old man on the street is much more similar to my grandfather than that six-year-old.

But remember—maybe it’s not about similarity, but about continuity. If similarity were enough to define you, Boston you and London you, who are identical, would be the same person. The thing that my grandfather shared with the six-year-old in the picture is something he shared with no one else on Earth—they were connected to each other by a long, unbroken string of continuous existence. As an old man, he may not know anything about that six-year-old boy, but he knows something about himself as an 89-year-old, and that 89-year-old might know a bunch about himself as an 85-year-old. As a 50-year-old, he knew a ton about him as a 43-year-old, and when he was seven, he was a pro on himself as a 6-year-old. It’s a long chain of overlapping memories, personality traits, and physical characteristics.

It’s like having an old wooden boat. You may have repaired it hundreds of times over the years, replacing wood chip after wood chip, until one day, you realize that not one piece of material from the original boat is still part of it. So is that still your boat? If you named your boat Polly the day you bought it, would you change the name now? It would still be Polly, right?

In this way, what you are is not really a thing as much as a story, or a progression, or one particular theme of person. You’re a bit like a room with a bunch of things in it—some old, some new, some you’re aware of, some you aren’t—but the room is always changing, never exactly the same from week to week.

Likewise, you’re not a set of brain data, you’re a particular database whose contents are constantly changing, growing, and being updated. And you’re not a physical body of atoms, you’re a set of instructions on how to deal with and organize the atoms that bump into you.

People always say the word soul and I never really know what they’re talking about. To me, the word soul has always seemed like a poetic euphemism for a part of the brain that feels very inner to us; or an attempt to give humans more dignity than just being primal biological organisms; or a way to declare that we’re eternal. But maybe when people say the word soul what they’re talking about is whatever it is that connects my 90-year-old grandfather to the boy in the picture. As his cells and memories come and go, as every wood chip in his canoe changes again and again, maybe the single common thread that ties it all together is his soul. After examining a human from every physical and mental angle throughout the post, maybe the answer this whole time has been the much less tangible Soul Theory.

______

It would have been pleasant to end the post there, but I just can’t do it, because I can’t quite believe in souls.

The way I actually feel right now is completely off-balance. Spending a week thinking about clones of yourself, imagining sharing your brain or merging yours with someone else’s, and wondering whether you secretly die every time you sleep and wake up as a replica will do that to you. If you’re looking for a satisfying conclusion, I’ll direct you to the sources below since I don’t even know who I am right now.

The only thing I’ll say is that I told someone about the topic I was posting on for this week, and their question was, “That’s cool, but what’s the point of trying to figure this out?” While researching, I came across this quote by Parfit: “The early Buddhist view is that much or most of the misery of human life resulted from the false view of self.” I think that’s probably very true, and that’s the point of thinking about this topic.

___________

Related Wait But Why Posts
– Here’s how I’m working on this false view of self thing.
– And things could get even more confusing soon when we have to figure out if Artificial Superintelligence is conscious or not.

Sources
Very few of the ideas or thought experiments in this post are my original thinking. I read and listened to a bunch of personal identity philosophy this week and gathered my favorite parts together for the post. The two sources I drew from the most were philosopher Derek Parfit’s book Reasons and Persons and Yale professor Shelly Kagan’s fascinating philosophy course on death—the lectures are all watchable online for free.

Other Sources:
David Hume: Hume on Identity Over Time and Persons
Derek Parfit: We Are Not Human Beings
Peter Van Inwagen: Materialism and the Psychological-Continuity Account of Personal Identity
Bernard Williams: The Self and the Future
John Locke: An Essay Concerning Human Understanding (Chapter: Of Identity and Diversity)
Douglas Hofstadter: Gödel, Escher, Bach
Patrick Bailey: Concerning Theories of Personal Identity

And a fascinating and related video
For a while now, my favorite YouTube channel has been Kurzgesagt. They make one amazing five-minute animated video a month on the exact kinds of topics I love to write about. I highly recommend subscribing. Anyway, I’ve spoken to them and we liked the idea of tag-teaming a similar topic at the same time, and since this one was on both of our lists, we did that this week. I focused on what the self is, they explored what life itself is. Check it out:

 

Teorias da Origem da Vida: Coletanea das Existentes

terça-feira, janeiro 3rd, 2017

xxxx

( Artigo ainda em construção. Falta organizar os assuntos, correção ortográfica, etc.)

Inspirado no artigo:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

xxxx

Todas estas teorias erraram e todas erraram pelo mesmo motivo. Trata-se de uma falha de processamento no cérebro humano, não vejo outra explicação. O motivo e’ a arbitrária separação dos sistemas naturais ditos vivos dos sistemas naturais ditos “nao-vivos”. O primeiro ser vivo realmente digno deste nome, completo, funcional, era um sistema, o sistema celular. Mas antes dele ja’ existiam outros sistemas, completos, funcionais. Se os humanos quiseram inventar a palavra “vida” e com ela denominar o sistema completo, funcional, denominado celular, teriam obrigatoriamente que aceitar que os outros sistemas naturais, completos, funcionais, que ja’ existiam, tambem sejam “vivos”. Ao contrario, decidiram definir o celular de “animado”, e os outros de “inanimados”. Mas como inanimados se apresentam uma parafernalia de movimentos internos e da mesma forma realizam trocas com o exterior, etc? A arbitraria e absurda separacao continuou. Assim separaram a História Natural Universal em dois blocos – o da Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ os 10 bilhões de anos do Universo, e o da Evolução Biológica, desde aquela data ate os dias atuais. Dividiram a História Universal da Evolução do Sistema Natural que surgiu logo apos o ato fecundador do Big Bang e hoje se encontra aqui nestes tempos e região universal na forma nascente de Sistema Natural Autoconsciente, em dois blocos, sem nenhum elo evolutivo entre eles, sem a forma-elo, criando um abismo negro e sem fundo entre os dois grandes blocos. Como resultado so’ poderiam concluir que a forma de sistema biologico nao teria seguido a lei natural da transformação, portanto, teria surgido de algum lugar e fonte fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang.

Nesse momento desviaram-se do pensamento racional puro, construido por esta Natureza, e sairam a vagar no mundo das fantasias imaginarias, onde surge a mistica, o pensamento magico. Mas a causa e’ compreensível, o deslize pode ser perdoado, nao foi culpa dos humanos. Como disse acima, existe uma nova forma emergindo daquele sistema natural universal, mais exatamente emergindo desde esta forma atual de sistema humano, o cerebro. Esta forma apareceu ainda nos ultimos segundos do tempo astronomico, e se ja passou do estagio fetal nao sabemos, mas com certeza ainda nao alcancou o estagio de baby nascido, pois nem seus olhos propios abriu ainda, nem sabe qual a substancia e a forma de seu proprio corpo. E todos sabemos que quando os humanos passam da fase de babies para a fase de criancas, sua consciencia ainda nada tem de racional, para ela todos os objetos a sua volta sao brinquedos, ela vive num mundo encantado, ate tem amigos fantasmas com quem conversa. Ora, a humanidade tambem surgiu muito recentemente em relacao a escala de tempo do sistema universal, para este, a humanidade e’ uma crianca. A psique individual se projeta na psigue coletiva, claro: a humanidade vai se organizando num tipo de sistema, num sistema individual, a imagem e semelhanca de seu building block, que ‘e o individuo. Entao nao poderia ter acontecido de forma diferente: a mentalidade do coletivo humano esta na fase do pensamento magico, do mundo encantado, que não existe de fato. E a historia do mundo sera uma fabula locupleta de magicas, monstros, mitos. Justamente mitos preenchendo o abismo negro imaginariamente criado entre os dois blocos, que na verdade e’ apenas um.

E surgiram dois mitos, diferentes na narrativa, na forma de imaginar o mundo encantado, eregidos por uma parte da humanidade-crianca num continente, e oitra parte de humanidade-crianca sob efeitos do ambiente diferente de outro continente. Surgiu o deismo e o materialismo, ou ateismo. Um acredita realmente no amigo fantasma e deram-lhe o nome de Deus. Outro acredita que os objetos respondem a ele magicamente, pois ele tem conseguido sobreviver com privilégios so’ observados em jogos da sorte, ;oterias, e assim deram o nome ao grande criador do mundo encantado de Acaso. O que existe de mais comum entre os dois mitos e’ que ambos sao magicos, ambos vem de fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang. Ambos seriam nao-naturais, ou seja, sobrenaturais.

O primeiro grupo aceita sorrindo a critica de que creem no sobrenatural. O segundo grupo resiste irracionalmente, pois nao querem entender que se a “vida”, ou melhor, a forma de sistemas biologicos, surgiu, e’ porque ela foi erigida pelas forcas e elementos que vinham rolando na longa cadeia de causas e efeitos. Ora entao ela era previsivel e nao produto do acaso. Basta identificar todas as forcas e elementos que vem rolando, mais o calculo da consistencia do espaco em que vem rolando, e nao tem como nao ver a certo momento a vida formada e rolando no meio. Entao existem uma geracao mais moderna ou envelhecida da humanidade ainda crianca que ja preseente este fato, e comecam a suspeitar que o Universo estava “tunelado” para produzir a vida, ou melhor, a forma de sistemas biologicos. E e’ desta geracao que sairam os autores das teorias arroladas neste artigo da BBC. Mas eles continuam ainda com o pensamento impregnado com resquicios do mito e por isto, eles mantem a malfadada separacoa, e por isto estao nos caminhos errados.

As criancas inevitavelmente se enveredam pelos primordios do pensamento magico porque nascem como ovos mantido dentro e protegidos, alimentados ate a maturidade. Uma caracteristica dos mamiferos, que foi um passo evolutivo adiante dos ancestrais repteis, que botavam os ovos fora abandonando a prole `a propria sorte. Mas o que aconteceria se uma crianca nascesse como ovo botado fora? Instantaneamente atacada pelas intemperies ao relento, pelos predadores e sem alimentos? Sera que ela tambem manteria pelo mesmo tempo o pensamento magico? Ela veria o mundo encantado? Certamente ela nao teria ninguem com quem falar ou aprender a falar, nao conversaria com amigos fantasmas. E como ela interpretaria o mundo se conseguisse ir sobrevivendo por extrema sorte os primeiros anos? E mais: imaginado-se que ela nascesse geneticamente com o dom ou tendencia a filosofar, a questionar a existencia das coisas que ve e ate mesmo a sua existencia, iria ela separar o mundo em dois blocos, iria ela criar im mito para preencher o vacuo entre os dois blocos? Quando na noite ao relento mantendo um olho vigilante na terra e outro levantado prescrutando o ceu e as estrelas, ela se sentiria separada ou conectada a extensao da natureza que se perde no firmamento?

Eu sei a resposta porque eu vivi esta terrivel e odiadamente experiencia. Pior, por duas vezes. Uma realmente logo ao nascer sem familia e teto, e outra quando ja adulto, escapei da escravidao na civilizacao e me embrenhei como fugitivo na selva amazonica. A qual me deu um banho de mundo real, da verdadeira natureza, a ponto de executar uma lavagem cerebral de toda a cultura hmana adquirida ate aquela idade e reduzir o espectro ao estagio de semi-macaco. Sem a s habilidades dos macacos na sobrecvivencia naquele unferno caotico, eu fui um macaco-crianca no meio deles, ja nem mais um humano-crianca como os que existiam la fora, na civilizacao. Digo que nao foi um regresso ao estagio fetal, pois sai no outro lado, antes da fecundacao. Porem com mais uma anomalia ironica: um macaco crianca filosofo. Como nao pderia deixar de acontecer, o filosofo no macaco construiu sua cosmovisao, sua maneira peculiar de interpretar o mundo real. E nao vi a separacao. Nao vi a divisao entre vida e nao-vida. E assim sai a procurar o bicho que me teria feito. A mim, aos meus vizinhos silenciosos que chamam de palntas e aos ruidosos e importunos que chama de animais. Com um olho abaixado procurando na terra e outro levantado procurando na extensao do meu mundo que se perdia no azul do firmamento.

Claro que seria impossivel a tal misero e semi-selvagem individuo, mesmo conseguindo sobreviver e crescendo, encontrar o que a civilizacao milhares de anos mais avancada intelectualmente e com poderosos instrumentos invadindo as profundezas dos invisiveis micro e macrocosmos, encontrar o que nao encontraram. Mas seu sobrevivi e ate me curei do primeiro ataque da malaria, do segundo jamais teria passado. Quis a sorte mais uma vez que humanos nativos da selva que ja pressentiam minha existencia nos arredores de seu territorio,  me encontrassem moribundo e decidissem me salvar como fizeram com os quackers moribundos do Mayflower. E quis o azar que esees nativos selvagens decidram me catequisar nos seus mitos, pegando um cerebro recentemente lavado com esfregao de espinhos das palmeiras e que poderia ter se reerguido e se levantado como uma pagna em branco a ser escrita pela razao pura natural, e desviando-o para o reino dos mitos de sua tambem consciencia crianca. Porem, do azar se levantou a tremenda sorte que o reino dos mitos a que fui apresentado nao era o mito criado pelos predadores de humanos bem nutridos a 10.000 anos atras  a falar com a voz mais alta e possante em volta da fogueira `as ovelhas mansas e temerosas, como eles eram filhos de deuses poderosos, os quais lhes teriam passado a forca. Nao foi o reino originario dos dois mitos se levantando da mentalidade ocidental. Me levaram a um novo retrocesso, muito mais profundo no tempo e no cerebro, ao estado da psique antes do humano-crianca, a forma mesma do embriao. de onde comeca e se forma a imaginacao. Me levaram ao outro continente onde surgiram os mitos orientais. A ouvir a descricao das imagens visionarias de dragoes aflorando das aguas do lago e soltando fogo pela boca como viu o filosofo chines. Mas ao inves de reiventar o simbolo do I-Ching pela mesma visão, e a partir daí desenhar a aura e seus chacras, as aulas de biologia em que eu havia visto o DNA me afloraram na mente na memória que resistira a lavagem e ao invés de dragão e aura eu vi o DNA, dançando no azul do firmamento com um eixo central na forma de um buraco cônico negro e os astros em volta na forma de moléculas, mais tarde identificadas como a timina, a citozina,…

Nao, na aurora da pre-humanidade nao houve uma imediata incursao na mitologia. Aqueles semi-humanos tiveram visoes do micro e do macrocosmo reais. Ou melhor, nao foram visoes vistas por olhos de ver, mas sim recordacoes vindas da memoria primitiva, que ainda nao havia sido poluida pela cultura dos predadores em volta da fogueira. Memorias construidas geneticamente, herdadas dos ancestrais… nao-vivos. Das nossas formas ancestrais quando estavamos na forma de atomos e galaxias. Ou quando estavamos se formando na forma de biologicos, quando fomos os primeiros nucleotideos, que aos pares, formam um sistema completo e funcional e sao um dos elos evolucionarios que foram ocultados do humano-crianca quando ele criou a separacao.

Os nativos tomam uma beberagem feita de raizes e ervas selvagens parecido com o que se chama de Santo Daime. Caem no chao ou em cima de esteiras e ficam balbuciando incoerencias com um largo sorriso que as vezes tornam-se gargalhadas, felizes da vida. Neste momento nasce osseus mitos dos deuses e demonios espiritos da selva. Mas para um filosofo abusado de perguntador ao lado observando-os, descrevem as visoes que suas imaginacoes alteradas pela beberagem produzem. Mas o filosofo que saber como funciona o cerebro, o que a droga produz, e isto nao se aprende fazendo a exoeriencia, ingerindo a droga, e sim mantendo seu cerebro vigilante e racional e arrancando do cerebro alterado o que ele esta produzindo. Assim se descobre que o naticvo reconta fielmente a fabula de Adao e Eva e desceve fielmente o Paraiso do Eden. Que?!

Eu disse que me levaram nao ao tempo das origens dos mitos, nao a fase etaria da crianca humana portadora do pensamento magico, mas antes desta fase, no estagio da consciencia fetal. O paraiso com Adao e Eva se ve antes e somente depois de muito pensar, de muito interpretar, e’ que se forma um quadro e pode-se pegar a pena e escreve-lo. Ele foi visto muito antes de se escrever a Biblia. Por um tal de Schimeon Ben Jochai, se a russa Helena Blavastic conseguiu a informacao correta no seu prologo da doutrina secreta. Porque o paraiso, Adao e Eva, realmente existiram. Nao o paraiso, nao o Adao e Eva que foram escritos, mas sim o que se levantou da memoria da humanidade fetal vindo das profundezas de neuronios em cujos nucleos numa fita biologica denominada DNA o nosso passado muito remoto foi registrado. Naquela epoca, uma galaxia era um verdadeiro paraiso para os dois principios ativos que formavam seu corpo, um com tendencias que hoje identicamos como masculinas e outro com tendencias que hoje identificamos como femininas. Ai estao o Adao e a Eva que foram malversados, contorcidos, mascarados, numa interpretacao eivada de auto-projecao do humano, antropomorfica. Os nativos selvagens da Amazonia nao estao no estagio intelectual que estavam as nacoes ja oorganizadas e ja com a psique da humanidade crianca que escreveram a Biblia. Eles estao no nivel intelectual das tribos de barbaros. Mas foi a estes que a Natureza revelou o paraiso e Adao e Eva. Foun a psique do humano crianca, que inventa amigos fantasmas com quem conversam e que tratam todos os objetos como brinquedos magicos, que tambem deu um banho de sua imaginacao numa imagem real que ela havia visto na forma embrionaria e dela se recordava na fase de humano crianca. Desua experiencia aprendi que num cerebro lavado da cultura humana, ainda limpido e puramente natural, a memoria ve-se a su mesma e assim comeca a consciencia de sua existencia. E quand a memoria ve-se a sui mesma, ve o que ela realmente e’. Ela nao ve uma grande parte sua como memoria-lixo como se tem visto a memoria moderna. No lugar de lixo ela ve o passado do que ela realmente foi, o passado do sistema natural universal que se formou nos idos do Big Bang. Ela recorda suas formas e suas experiencias quando foi um sistema atômico, quando foi um sistema galactico, porque todas estas experiencias estao nela registradas. Ela jamais iria sequer pensar que sua forma atual foi trazida pela cegonha por acaso ou por mágica divina, porque ela enxerga a forma de seus pais, de seus avos e bisavos, ate os ultimos ancestrais emergindo do Big bang… na forma de simples onda de luz. Simples na aparência porque sao mais complexas que nos desde que elas ja contem a formula para fazer-se a si mesma, como entidade viva.

Então como todos sabemos, seria impossível ao semi-macaco na selva encontrar o que este exército super bem aparelhado e milhares de anos mais avançado ainda não encontrou. A tal criatura acredita que encontrou, certamente ele caiu na mesma armadilha, ele enveredou-se no reino infantil dos mitos. Porém o que ele encontrou – o nosso DNA em suas formas evolucionárias mais primitivas existindo nos corpos de átomos e galáxias – e’ totalmente natural, está previsto na longa cadeia, não existe qualquer menção ao supernatural. Nao existem deuses nem acasos magicos. Entao onde esta o mito? Possivelmente nos seus modelos teóricos de átomos e galáxias, na sua interpretação diferente do DNA, de seus building blocks, no propósito do universo tunelado por um processo de simples reprodução genética de universos. Mas este ” provavelmente” e’ imediatamente balbuciado sem pensar, por quem tem o cérebro configurado por conexões neuronais modeladas pela visão dos mundos separados. realmente este cerebro nao conseguiria processar esta informacao. Entao o que me resta e’ testar cientificamente os modelos. Ou que alguma nova descoberta comprove-os. A teoria da Relatividade teve que esperar por um eclipse para comecar a ser vista com alguma seriedade. A Teoria do Big bang esperou por um defeito nos cabos telefônicos para a descoberta da radiação de fundo cósmica e guinda-la ao patamar de teoria plausivel. Nos aqui tambem estamos esperando. Algo que a levante ou a derrube para sempre. Ninguem mandou um filósofo se vestir de macaco, viver sete anos na selva no meio de macacos e retornar para contar esta historia macaquica. Que se f… o filosofo!

Ainda hoje esse  Se esquecem de que antes da vida surgir na Terra a matéria deste Universo já vinha em evolução, desde átomos para sistemas estelares para siste demas galácticos – e o primeiro ser vivo surgiu formado pelos mesmos átomos e dentro destes sistemas astronomicos. Entao como separa-los evolucionariamente?

Pela evolução, sistemas naturais mais simples se transformam em sistemas naturais mais complexos, não existe outra origem conhecida e muito menos comprovada cientificamente para sistemas naturais. Supor que tenha surgido um sistema natural fora dessa linhagem evolucionária por transformações e’ supor que este novo sistema tenha vindo de algum lugar fora da longa cadeia de causas e efeitos que começou no Big Bang. Teria que ter vindo de um lugar nao-natural, em relacao a esta natureza total a que damos o nome de Universo. de algum lugar sobrenatural, mas nenhum fato conhecido e comprovado prova que exista o sobrenatural, de onde tiraram essa ideia então? Falha de processamento nos circuitos neuronais.

Então vem com essa ideia absurda outra ideia que e’ uma aberração, uma heresia cientifica e contra a razao pura naturalista: a palavra “origens” e o conceito que a define. Quando e como alguém viu a origem de algum sistema natural que nunca tenha existido antes? Quando e como alguém viu um sistema natural qualquer que nao tenha vindo de outro sistema pré-existente?! Quando alguém viu assistiu os primeiros passos e o desenvolvimento de um sistema natural que nao tenha sido elaborada por um ambiente natural cuja complexidade nao se assemelhe `a complexidade do sistema? Isto de fato seria uma origem, a emergencia de algo totalmente novo, inédito, para o qual a Natureza nao tinha em si nenhuma informação. A palavra origem imediatamente nos leva a pensar num evento espontâneo ocorrendo no meio da longa cadeia de causas e efeitos mas que nao tenha sido produzido pelo fluxo normal das forças e elementos que vinham rolando nessa cadeia. Nao existem origens de universos nem de vida como eventos espontâneos, únicos, seja ao acaso ou por um entidade sobrenatural, nunca ninguém viu tal evento ocorrer. Isto seria mágica e nunca ninguém viu mágicas, apenas truques ilusorios. No entanto a literatura cientifica e por consequencia a escolar está repleta de teorias de origem espontanea do universo, d planeta, da galaxia, da vida… Raios, o que esta acontecendo com o racional humano?!

Então uma falha leva a outra: separando erradamente a evolução universal em evolucao cosmologica e evolução biológica em dois blocos de evolução sem nenhum elo, nenhuma conexão racional, natural, entre os dois blocos, nao resta outra alternativa senão apelar ao imaginário e acreditar em origens de coisas complexas, seja espontaneamente ou a longo prazo. Sem nenhuma razão inteligível, sem nenhum processo natural conhecido, a certa altura da longa cadeia de causas e efeitos, átomos terrestres comecaram a se comportarem de maneira nunca existido antes e a fazerem inéditas combinações que nunca fizeram antes. Ora, então o que de nao-natural atuou sobre estes atomos? Ninguém sabe responder porque esta pergunta nao faz sentido racional porque baseada numa premissa nao-existente de fato.

O primeiro ser vivo, que se pode chamar como tal, completo e funcionando, foi o primeiro sistema celular. Nao foi um novo sistema vindo de fora da natureza, ou feito por um processo nunca aplicado antes pela natureza. Nunca ninguem viu e comprovou que existam tais coisas. Era um sistema mais complexo ( e muito) que todos os outros sistemas naturais que existiam naquela época, ou entao, nao muito mais complexo que um sistema ja existente mas ainda desconhecido pela humanidade. O fato de ter sido elaborado muito mais complexo se explica pela complexidade maior existente na superficie da Terra que as complexidades existentes antes nos ambientes onde foram elaborados os sistemas ancestrais, atomicos e astronomicos. Aqui existia o estado liquido da materia, uma novidade que na sua embriogenese os atomicos e astronomicos nao tiveram. O estado liquido “transformou” a quimica inorganica na mais complexa quimica organica, mas o estado liquido tambem nao teve uma origem espontanea, ele veio das transformacoes dos estados gasosos e solidos ( talvez incluindo-se o estado eletromagnetico, etc.). Aagua produziu uma mutacao espetacular na embriogenese da primeira celula. Houve um espetacular salto evolutivo, mas apenas em relacao a sistema celular/sistema pré-existente, pois este salto teve uma duracao de milhoes ou bilhoes de anos enquanto ocorriam transformacoes no meio ambiente.

Nao houve abiogenese. Nao houve materia inanimada dando ” origem” a sistemas animados, vivos. Atomos e galaxias nao sao sistemas inanimados, eles funcionam internamente. Mas entao surge o terceiro erro ainda como consequencia do erro da imaginaria separacao: comparam um sistema completo, funcional, com pedacos, partes, ou mesmo dejetos, de outros sistemas. Ora, sistema tem que ser comparado a sistema! Ficam comparando moléculas que nao sao sistemas em si com processos vitais e mesmo sistemas vivos procurando encontrar o fio evolucionario entre eles! As moleculas (aminoacidos,proteinas,RNA e DNA) nao sao sistemas em si, sao partes de sistemas que reconstroem sistemas assim como os tecidos diferenciados na embriogenese humana reconstrou o sistema “corpo humano”. Se Oparin e …. queriam reconstruir o estado do mundo momentos antes da vida e ver dele surgir um elemento vivo, teriam que antes conectar a amonia, o hifgdrogenio, o metano, com as faiscas eletricas formando um sistema funcional. Jogaram partes ao leu dentro do tubo, conseguiram partes do sistema celular, mas nunca conseguriam um sistema celular, nem mesmo conectar os aminoacidos obtidos compondo uma proteina.

O sistema celular veio do sistema nucleotideo, ou seja que outro nome deem ao building block, o fundamental bits-informacao, que compoem as pilhas de nucleotideos que sao o RNA e o DNA. Mas a falha no processamento cerebral nem mesmo os permitem descobrir que um par lateral horizontal e vertical de nucleotideos funciona como um sistema completo. E este sistema nucleotideo serve exatamente para explicar como foram os building blocks que formaram as galaxias. Entao ai esta o elo evolutivo que manda ao inferno a imaginaria e impossivel separacao. O sistema celular teve uma embriogenese ( e nao abiogenese) de milhoes ou bilhoes de anos porque seu criador, o sistema menos complexo que foi transformado, era astronomico e na astronomia os tempos sao muito mais longos que na escala praticada por humanos.

Este erro abismatico conduz os pesquisadores auma busca atabalhoada, fora de foco. E entao surgem as teorias, fora de foco. vamos ver neste artigo da BBC uma bela coletanea destas teorias e vamos ver a analise de cada uma delas por essa teoria que nao cometeu esso erro imaginario, denominada Matrix/DNA. Para tanto tive que copiar o artigo aqui, aproveitando a exelente ajuda do website Bio+, que ou ele ou a propria BBC traduziu para o portugues:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

A Crença dos Acadêmicos Nao Bate com as Evidências na Natureza

sábado, dezembro 24th, 2016

xxxx

É sempre pouco a pouco. Foi pouco a pouco que você foi formado, cresceu, aprendeu e suas formas físicas mudaram. E’ pouco a pouco que a natureza cria novos universos, semeia a vida em novos planetas. Não existem origens súbitas, espontâneas, nem de mundos nem da vida. É pouco a pouco que você encontra o seu propósito. E’ pouco a pouco que o propósito do universo e da vida se revela. É pouco a pouco que você pode se perder completamente. É pouco a pouco que está se formando nosso embrião de auto-consciência, rumo a se tornar cósmica. É pouco a pouco que você constrói um relacionamento. É pouco a pouco que se forma bons e maus hábitos. É no pouco que o grande é forjado. Não existe atalho para a excelência.

Os filósofos gregos quebraram a cara quando acreditaram na geração espontânea da vida. Bastaria deixar um trapo sujo num canto e a vida aparecia. Mas agora os acadêmicos modernos estão crendo em geracao espontanea e súbita de universos, atraves de explosivos Big Bangs, e crendo em origens da vida por acaso! Pior, creem que a evolução ocorre por um erro de transcrição do DNA, ocorrendo uma mutação ao acaso, transformando répteis em mamíferos!

Voce nao saiu da forma de baby para a forma de crianca num relampago! Foi pouco a pouco. Tanto que não e’ possível se estabelecer uma data  fixa para esta mudança.

Este e mais uma motivo, mais uma evidência, para eu preferir apostar na teoria evolutiva da Matrix/DNA. Ela sugere que todas as arquiteturas naturais foram construidas e transformadas pouco a pouco, e explica como.

Occam’s Razor: Melhor Argumento para Defender a Simplicidade da Matrix/DNA Theory

segunda-feira, dezembro 12th, 2016

xxxx

A Matrix/DNA Theory esta’ se tornando a Teoria do Tudo. Tudo o que existe conhecido por nos no mundo perceptível aos nossos cinco sentidos ( e aos instrumentos de pesquisa que sao extensoes destes sentidos) esta tendo sua historia total explicada – desde o momento presente ate sua forma no Big Bang. Mas ela comecou por um método muito simples – anatomia comparada – cujos resultados sugeriram que os fenômenos do macro e microcosmos sao sempre explicados por fenômenos existentes e conhecidos aqui e agora. Em outras palavras, o Universo perceptível se compoe de três fractais: um no tamanho macro, outro no tamanho médio e outro no tamanho microscópico. Os quais ainda podem serem classificados pela evolução: um do passado remoto, um do passado recente e outro do presente. Um exemplo foi citado num dos últimos artigos escritos aqui: os 13,8 bilhoes de anos que o Universo demorou para fazer-se expressar a consciência corresponde aos 7 meses que a embriogênese de um humano demora para fazer-se expressar no embrião a consciência. Todos os passos dados na elaboracao da teoria foram respaldados por algum fenômeno conhecido e ocorrendo aqui e agora.

Isto torna a cosmovisão da Matrix/DNA, a mais simples elaborada pela humanidade. Qualquer crianca com um bom conhecimento geral poderia te-la elaborado. E e’ sobre esta simplicidade que esta sendo tao criticada pelos academicos amantes de teorias super-complexas que se aplica o tema do Occam’s Razor. Sempre que for criticado devo lembrar este argumento. Portanto, uma pesquisa sobre ele:

( Outro bom argumento veio de Einstein: ” Um autor não tem que provar sua teoria, apenas mostrar que ela faz sentido”. E nenhuma teoria faz mais sentido que aquela que respalda cada uma de suas proposições com parâmetros de fatos reais comprovados).

xxxx

Occam’s Razor says the simplest explanation is often, if not usually, correct. ( comentario lido num post)

Pesquisa sobre Occam’s Razor:

https://en.wikipedia.org/wiki/Occam’s_razor

  • The principle can be interpreted as stating:  Among competing hypotheses, the one with the fewest assumptions should be selected.
  • In the scientific method, Occam’s razor is not considered an irrefutable principle of logic or a scientific result; the preference for simplicity in the scientific method is based on the falsifiability criterion. For each accepted explanation of a phenomenon, there may be an extremely large, perhaps even incomprehensible, number of possible and more complex alternatives, because one can always burden failing explanations with ad hoc hypotheses to prevent them from being falsified; therefore, simpler theories are preferable to more complex ones because they are more testable.