Archive for the ‘Cosmologia’ Category

Qual a origem das informacoes que transformaram o universo simples em universo complexo? Pela Perspectiva de um acdemico moderno.

sábado, setembro 2nd, 2017

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https://www.edge.org/conversation/the-computational-universe

THE COMPUTATIONAL UNIVERSE

Seth Lloyd [10.22.02]

… by the basic laws of quantum mechanics, full of quantum fluctuations are all the time injecting, programming the universe with bits of information.”

(… pelas basicas leis da mecanica quantica, cheia de flutuacoes quanticas, estao todo o tempo injetando, programando o universe com bits de informacao).

Visao de um mundo puramente casuistico. Assim diria um microbio assistindo a evolucao de um feto e estando dentro do ovo. A Matrix/DNA sugere outra resposta, baseada na opiniao de outro microbio assistindo o mesmo processo estando fora do ovo: as informacoes foram fornecidas pelos pais, elas sao expressadas devido aos movimentos (flutuacoes) dos genes.

O fato e’ que ninguem sabe explicar o que sao flutuacoes quanticas e menos o que as produzem, assim como ninguem explica energia,gravidade, apenas sabemos descrever o que as vemos fazer. Entao, o que ha’ de errado com a tese na minha Matrix/DNA Theory comparando flutuacoes quanticas nas origens do sistema universal com movimentos geneticos na origem de um sistema biologico?!

(… hi… hi…hi… Acontece que penso como filosofo sistemico sempre conduzindo minha mente fora de um sistema para analiza-lo melhor, enquanto o metodo reducionista que estes caras sempre praticaram e so’ sabem fazer os mantem sempre dentro do ovo…)

Eis um trecho da tese de Seth Lloyd:

Another feature that everybody notices about the universe is that it’s complex. Why is it complicated? Well nobody knows. It turned out that way. Or if you’re a creationist you say God made it that way. If you take a more Darwinian point of view the dynamics of the universe are such that as the universe evolved in time, complex systems arose out of the natural dynamics of the universe. So why would the universe being capable of computation explain why it’s complex?

There’s a very nice explanation about this, which I think was given back in the ’60s, and actually Marvin, maybe you can enlighten me about when this first happened, because I don’t know the first instance of it. Computers are famous for being able to do complicated things starting from simple programs. You can write a very short computer program which will cause your computer to start spitting out the digits of pi. If you want to make it slightly more complex you can make it stop spitting out those digits at some point so you can use it for something else. There are short programs that generate all sorts of complicated things. That in itself doesn’t constitute an explanation for why the universe itself exhibits all this complexity, but if you combine the fact that you have something that’s dynamically, computationally universal with the fact that you’re constantly having information injected into the universe, — by the basic laws of quantum mechanics, full of quantum fluctuations are all the time injecting, programming the universe with bits of information — then you do have a reasonable explanation, which I’ll close with.

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

Um átomo gigante para capturar partículas de universos paralelos?!

quarta-feira, janeiro 11th, 2017

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Humanos são quase cegos e insensíveis. So’ vemos uma das sete faixas reveladas pela luz universal, sentimos apenas os objetos que vemos, o que significa que aqui onde estamos existem mais seis universos, cada qual um mundo próprio igual ao nosso. Dizem que 95% do universo é composto de dark matter e dark energia… mero engano. E’ dark, é escuro, porque nada vemos. Mas não existe dark matter, existem sim, mais seis tipos diferentes de substâncias, digamos materiais, ocupando estes 95%. Mas como no final, depois de percebido que as ultimas partículas do nosso Universo são coisas também vazias, todos estes sete universos no final são vazios… o que restam são forças.

Claro, nos temos que nos esforçar-mos para tentar captar estes outros universos, ao menos por enquanto, os dois vizinhos nossos. Para isso tenos que desenvolver mais os nossos atuais cinco sensores e adquirir sensores novos. E temos que desenvolver estes instrumentos que são extensões dos nossos sentidos.

Mas agora um grupo de cientistas vieram com uma ideia nova, nunca pensada antes: construir um átomo gigante que seja capaz de absorver partículas de outros universos. Trata-se do átomo de Rydberg, chegando a ser 4.000 vezes maior que o átomo comum! Sera’ mesmo? Na cosmovisão deles – em que os 95% estão ocupados por dark matter – estão atras de capturar partículas de dark matter.

Vamos ver a noticia e registra-la aqui para posterior pesquisa:

How Giant Atoms Can Help Unlock Secrets of Dark Matter

http://www.msn.com/en-us/news/technology/how-giant-atoms-can-help-unlock-secrets-of-dark-matter/ar-BBy2Sda?ocid=wispr

Pesquisa:

espectro-eletromagnetico

 

Rydberg atoms –

http://www.phys.uconn.edu/~rcote/Projects/Rydberg/Rydberg.html

Vida Extraterrestre: Completo e Atual texto, Aborda Tudo

terça-feira, agosto 2nd, 2016

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O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?

http://gizmodo.uol.com.br/paradoxo-fermi/

Por:
13 de setembro de 2014 às 16:02

The Fermi Paradox (1)

Quando você está em algum lugar propício para admirar as estrelas, e se a noite estiver especialmente boa para vê-las, é incrível olhar para cima e se deparar com algo semelhante à imagem acima.

Algumas pessoas ficam impressionadas pela beleza do céu, ou se deslumbram com a vastidão do universo. No meu caso, eu passo por uma leve crise existencial, e depois ajo bem estranhamente por meia hora. Cada um reage de um jeito diferente.

O físico Enrico Fermi também reagia diferente, e se perguntou: “cadê todo mundo?”

Os números

Um céu estrelado parece imenso, mas tudo o que estamos vendo é a nossa vizinhança. Nas melhores noites estreladas, nós podemos ver até 2.500 estrelas (mais ou menos um centésimo de milionésimo do total de estrelas em nossa galáxia). Quase todas estão a menos de mil anos-luz de nós (ou 1% do diâmetro da Via Láctea). Então, na verdade estamos olhando para isto:

DivulgaçãoNosso céu noturno é formado por uma pequena parte das estrelas próximas e mais brilhantes dentro do círculo vermelho.

Quando somos confrontados com o assunto de estrelas e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: “há vida inteligente lá fora?” Vamos colocar alguns números nessa questão; se você não gosta de números, pode ler só o negrito.

Nossa galáxia tem entre 100 bilhões e 400 bilhões de estrelas; no entanto, este é quase o mesmo número de galáxias no universo observável. Então, para cada estrela da imensa Via Láctea, há uma galáxia inteira lá fora. No total, existem entre 10^22 e 10^24 estrelas no universo. Isso significa que para cada grão de areia na Terra, há 10.000 estrelas no universo.

O mundo da ciência não está em total acordo sobre qual porcentagem dessas estrelas são parecidas com o Sol (similares em tamanho, temperatura e luminosidade). As opiniões tipicamente vão de 5% a 20%. Indo pela mais conservadora (5%) e o número mais baixo na estimativa total de estrelas (10^22), isso nos dá 500 quintilhões, ou 500 bilhões de bilhões de estrelas similares ao Sol.

Também há um debate sobre qual porcentagem dessas estrelas similares ao Sol poderiam ser orbitadas por planetas similares a Terra (com condições parecidas de temperatura, que poderiam ter água líquida e que poderia sustentar vida similar à da Terra). Alguns dizem que é até 50%, mas vamos ficar com os conservadores 22% que apareceram em um recente estudo no PNAS. Isso sugere que há um planeta similar à Terra, potencialmente habitável, orbitando pelo menos 1% do total de estrelas do universo: um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra.

Então existem 100 planetas parecidos com a Terra para cada grão de areia do mundo. Pense nisso na próxima vez que for à praia.

Daqui para a frente, nós não temos outra escolha senão sermos especulativos. Vamos imaginar que, depois de bilhões de anos de existência, 1% dos planetas parecidos com a Terra tenham desenvolvido vida (se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida). E imagine que em 1% desses planetas avance até o nível da vida inteligente, como aconteceu na Terra. Isso significaria que teríamos 10 quatrilhões, ou 10 milhões de bilhões de civilizações inteligentes no universo observável.

Voltando para a nossa galáxia e fazendo as mesmas contas usando a estimativa mais baixa de estrelas na Via Láctea, estimamos que existem 1 bilhão de planetas similares à Terra, e 100 mil civilizações inteligentes na nossa galáxia. (A Equação de Drake traz um método formal para esse processo limitado que estamos fazendo).

A SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês) é uma organização dedicada a ouvir sinais de outras vidas inteligentes. Se nós estivermos certos e houver 100 mil ou mais civilizações inteligentes na nossa galáxia, uma fração delas estaria emitindo ondas de rádio, ou raios laser, ou qualquer coisa para realizar contato. Então os satélites da SETI deveria estar recebendo sinais de todo tipo, certo?

Mas não está. Nunca recebeu.

Cadê todo mundo?

Tipos de civilização

E tudo fica mais estranho. Nosso Sol é relativamente jovem em relação ao universo. Há estrelas muito mais velhas, com planetas muito mais velhos e semelhantes à Terra, o que em teoria representaria civilizações muito mais avançadas que a nossa. Por exemplo, vamos comparar nossa Terra de 4,54 bilhões de anos com um hipotético planeta X, com seus 8 bilhões de anos.

Divulgação

Se o planeta X tiver uma história similar a da Terra, vamos olhar para onde sua civilização estaria hoje:

Divulgação

Hoje, o Planeta X estaria a 3,46 bilhões de anos de desenvolvimento além do que temos hoje.

A tecnologia e o conhecimento de uma civilização mil anos à nossa frente poderia ser tão chocante quanto nosso mundo seria para uma pessoa medieval. Uma civilização um milhão de anos à frente poderia ser tão incompreensível para nós quanto a cultura humana é para chimpanzés. E o planeta X está a 3.4 bilhões de anos à frente de nós…

Existe algo chamado de Escala Kardashev, que nos ajuda a agrupar civilizações inteligentes em três grandes categorias, de acordo com a quantidade de energia que usam:

  • uma Civilização Tipo I tem a habilidade de usar toda a energia de seu planeta. Nós não somos exatamente uma Civilização Tipo I, mas estamos perto (Carl Sagan criou uma fórmula para essa escala que nos coloca como uma Civilização Tipo 0,7);
  • uma Civilização Tipo II pode colher toda a energia de seu sistema solar. Nosso débil cérebro Tipo I mal consegue imaginar como alguém faria isso, mas nós tentamos nosso melhor, imaginando coisas como a Esfera de Dyson.
  • uma Civilização Tipo III ultrapassa fácil as outras duas, acessando poder comparável ao da Via Láctea inteira.

Se esse nível de avanço parece difícil de acreditar, lembre-se do planeta X e de seus 3,4 bilhões de anos de desenvolvimento além do nosso (cerca de meio milhão de vezes mais do que o tempo que a raça humana existe). Se uma civilização no planeta X for similar à nossa e foi capaz de sobreviver até chegar no Tipo III, é natural pensar que a essa altura eles provavelmente já dominaram a viagem interestelar, possivelmente até mesmo colonizando a galáxia inteira.

Como essa colonização galáctica teria acontecido? Uma hipótese: cria-se um maquinário que pode viajar para outros planetas, passam-se uns 500 anos se auto-replicando usando os materiais que encontrarem no novo planeta, e então enviam-se duas réplicas para fazerem a mesma coisa.

Mesmo sem alcançar nada perto da velocidade da luz, esse processo colonizaria a galáxia inteira em 3,75 milhões de anos, relativamente um piscar de olhos quando estamos falando de uma escala de bilhões de anos:

Divulgação

Nesta evolução exponencial, a galáxia estaria completamente colonizada em 3,75 milhões de anos. Fonte: J. Schombert, U. Oregon

Continuando a especular, se 1% da vida inteligente sobreviver tempo suficiente para se tornar uma colonizadora de galáxias Civilização Tipo III em potencial, nossos cálculos acima sugerem que haveriam mil Civilizações Tipo III só em nossa galáxia. Dado o poder de tal civilização, sua presença provavelmente seria fácil de se notar. E, ainda assim, nós não vemos nada, não ouvimos nada e não fomos visitados por ninguém.

Então cadê todo mundo?

Sejam bem-vindos ao Paradoxo de Fermi.

Ainda não há uma resposta para o Paradoxo de Fermi. O melhor que podemos fazer é conseguir “explicações possíveis”. E se você perguntar a dez cientistas diferentes qual o palpite deles sobre a explicação correta, você terá dez respostas diferentes. Sabe quando humanos de antigamente discutiam se a Terra era redonda, ou se o Sol girava em torno da Terra, ou achavam que os raios aconteciam por causa de Zeus? Por isso, hoje eles parecem primitivos e ignorantes; no entanto, esse é mais ou menos o ponto em que estamos neste assunto.

Ao analisar as hipóteses mais discutidas sobre o Paradoxo de Fermi, vamos dividi-las em duas grandes categorias: as explicações que supõem que não há sinal de Civilizações Tipo II e III porque elas não existem; e as explicações que sugerem que elas estão lá, só que não estamos vendo ou ouvindo nada por outros motivos.

Grupo 1 de Explicações: não há sinais de civilizações superiores (Tipos II e III) porque elas não existem.

Aqueles que acreditam em explicações do Grupo 1 recusam qualquer teoria do tipo “existem civilizações maiores, mas nenhuma delas fez qualquer tipo de contato conosco porque todas _____”. O pessoal do Grupo 1 vê os números, entende que deveria haver milhares (ou milhões) de civilizações superiores, e intui que pelo menos uma delas deveria ser a exceção à regra. Mesmo se uma teoria abarcasse 99,99% das civilizações superiores, o 0,001% restante se comportaria de alguma outra forma e nós perceberíamos sua existência.

Por isso, dizem as explicações do Grupo 1, não entramos em contato com civilizações superavançadas porque porque não existem. Como a matemática sugere que existem milhares delas só na nossa galáxia, alguma outra coisa deve estar acontecendo.

Essa “outra coisa” é o Grande Filtro.

A teoria do Grande Filtro diz que, em algum ponto entre o início da vida e a inteligência Tipo III, há uma barreira. Há algum estágio naquele longo processo evolucionário que é improvável ou impossível de ser atravessado pela vida. Esse estágio é chamado de O Grande Filtro.

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As linhas amarelas mostram saltos evolucionários comuns de serem alcançados. A linha vermelha é o Grande Filtro. A linha verde representa uma espécie que, passando por eventos extraordinários, consegue ultrapassar o Grande Filtro.

Se essa teoria for real, a grande questão é: quando acontece o Grande Filtro na linha do tempo?

Acontece que, quando o assunto é o destino da humanidade, essa questão é muito importante. Dependendo de quando O Grande Filtro ocorre, sobram para nós três possíveis realidades: nós somos raros; nós somos os primeiros; ou nós estamos ferrados.

1. Nós somos raros (já passamos do Grande Filtro)

Uma esperança é que já tenhamos passado do Grande Filtro. Nós conseguimos atravessá-lo, portanto é extremamente raro que a vida alcance nosso nível de inteligência. O diagrama abaixo mostra apenas duas espécies passando por ele; nós somos uma delas.

Divulgação

 

Esse cenário explicaria por que não existem Civilizações Tipo III… mas isso também poderia significar que nós podemos ser uma das exceções, já que chegamos até aqui. Isso significaria que há esperança para nós. Superficialmente, isso parece com as pessoas de meio século atrás, sugerindo que a Terra é o centro do universo. Sugere que nós somos especiais.

Mas se nós somos especiais, quando exatamente nos tornamos especiais? Isto é, qual passo nós superamos, apesar de quase todo mundo ficar preso nele?

Uma possibilidade: o Grande Filtro pode estar no comecinho de tudo; pode ser incrivelmente raro que a vida comece. Esse é um candidato porque demorou um bilhão de anos para a vida na Terra finalmente acontecer, e porque nós tentamos exaustivamente replicar esse evento em laboratórios e jamais conseguimos. Se este é mesmo o Grande Filtro, isso significaria que não deve existir vida inteligente lá fora – pode simplesmente não haver vida.

Outra possibilidade: o Grande Filtro pode ser o salto de células procariontes simples para células eucariontes complexas. Após o surgimento das procariontes, elas permaneceram dessa forma por quase dois milhões de anos antes de darem o salto evolucionário para se tornarem complexas e ganharem um núcleo. Se esse é o Grande Filtro, isso significaria que o universo está repleto de células procariontes simples e quase nada além disso.

Há outras possibilidades. Alguns acham até que nosso salto evolucionário mais recente, alcançando nossa inteligência atual, é um candidato a Grande Filtro. Ainda que o salto de vida semi-inteligente (chimpanzés) até a vida inteligente (humanos) a princípio não pareça um passo miraculoso, Steven Pinker rejeita a ideia de que a “escalada ascendente” da evolução seja inevitável:

Uma vez que a evolução apenas acontece, sem ter um objetivo, ela usa a adaptação mais útil para um certo nicho ecológico. O fato que, na Terra, até hoje isso levou a inteligência tecnológica apenas uma vez, pode sugerir que essa consequência da seleção natural é rara e, consequentemente, não é um desenvolvimento infalível da evolução de uma árvore da vida.

A maioria dos saltos não se qualifica como candidatos a Grande Filtro. Qualquer Grande Filtro possível deve ser algo que só acontece uma vez em um bilhão, onde uma ou mais anomalias devem ocorrer para proporcionar uma enorme exceção.

Por esse motivo, algo como pular de uma vida unicelular para uma multicelular está fora de questão como filtro, porque isso aconteceu pelo menos 46 vezes em incidentes isolados, só no nosso planeta. Pela mesma razão, se nós encontrarmos uma célula eucarionte fossilizada em Marte, ela iria tirar o salto “de-célula-simples-para-complexa” da lista de possíveis Grandes Filtros (assim como qualquer outra coisa que esteja antes desse ponto na cadeia evolucionária). Se isso aconteceu tanto na Terra quanto em Marte, claramente não é uma anomalia.

Se nós formos mesmo raros, isso pode ser por causa de um acidente biológico, mas isso também pode ser atribuído ao que se chama de Hipótese da Terra Rara. Ela sugere que, ainda que existam muitos planetas similares a Terra, as condições particulares do nosso planeta o tornam tão conveniente à vida — sejam as relacionadas a seu sistema solar, seu relacionamento com a Lua (uma lua tão grande é incomum para um planeta tão pequeno, contribuindo para as condições peculiares de nosso clima e nosso oceano), ou algo sobre o planeta em si.

2. Nós somos os primeiros

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A civilização humana é representada pela linha laranja.

Para pensadores do Grupo 1, se já não tivermos passado pelo Grande Filtro, nossa única esperança é que, do Big Bang até hoje, as condições no universo estão alcançando um nível que permita o desenvolvimento de vida inteligente. Nesse caso, nós podemos estar a caminho da super inteligência, mas isso ainda não aconteceu. Por acaso, nós estaríamos na hora certa para nos tornarmos uma das primeiras civilizações super inteligentes.

Um exemplo de um fenômeno que poderia tornar isso realístico é o predomínio de explosões de raios gama, detonações absurdamente imensas que observamos em galáxias distantes. Levou algumas centenas de milhões de anos para que os asteróides e vulcões se acalmassem e a vida se tornasse possível.

Da mesma forma, pode ser que o começo das existências no universo esteja cheio de eventos cataclísmicos, como explosões de raios gama que incinerariam tudo à sua volta de tempos em tempos, evitando que qualquer vida se desenvolva a partir de um certo estágio. Talvez estejamos agora no meio de uma fase de transição astrobiológica, e essa seja a primeira vez que qualquer vida tenha sido capaz de se desenvolver ininterruptamente por tanto tempo.

3. Nós estamos ferrados (o Grande Filtro está chegando)

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O Grande Filtro é representado pela linha vermelha.

Se nós não somos nem raros nem pioneiros, os pensadores do Grupo 1 concluem que O Grande Filtro deve estar no nosso futuro. Isso implicaria que a vida frequentemente evolui até onde estamos, mas alguma coisa impede, em quase todos os casos, que a vida vá muito adiante e alcance a inteligência avançada — e dificilmente nós seremos uma exceção.

Um possível Grande Filtro seria algum evento cataclísmico que ocorra regularmente, como as já mencionadas explosões de raio gama. Só que ela ainda não teria ocorrido e, infelizmente, é uma questão de tempo até que ela acabe com toda a vida na Terra. Outra candidata é a destruição possivelmente inevitável que quase todas as civilizações inteligentes acabariam trazendo para si mesmas, uma vez atingido certo nível de tecnologia.

É por isso que o filósofo Nock Bostrom, da Universidade de Oxford, diz que “boa novidade é não haver novidade“. Se descobrirem vida em Marte, mesmo que simples, isso seria devastador, porque eliminaria diversos potenciais Grandes Filtros no passado. E se encontrarmos fósseis de vida complexa em Marte, Bostrom diz que “seria a pior notícia já impressa em uma primeira página de jornal”, porque significaria que o Grande Filtro está quase que definitivamente à nossa frente, condenando toda nossa espécie de uma vez. Bostrom acredita que, quando se trata do Paradoxo de Fermi, “o silêncio do céu noturno é ouro”.

Grupo 2 de Explicações: civilizações inteligentes dos Tipos I e II existem, mas há razões lógicas para que não tenhamos ouvido falar delas.

As explicações do Grupo 2 abandonam qualquer ideia de que nós somos raros, especiais ou qualquer coisa parecida. Pelo contrário, elas acreditam no Princípio da Mediocridade: ou seja, até que se prove o contrário, não há nada de especial ou incomum em nossa galáxia, sistema solar, planeta ou nível de inteligência. Além disso, elas são mais cautelosas antes de assumir que, se não há evidências de uma inteligência superior, ela não existe. Elas enfatizam o fato de nossas buscas por sinais só alcançarem mais ou menos até 100 anos-luz de nós (0,1% da galáxia) e só terem ocorrido há menos de uma década, o que é pouquíssimo tempo.

Pensadores do Grupo 2 têm uma ampla gama de possíveis explicações para o Paradoxo de Fermi. A seguir, eis as nove mais discutidas:

Possibilidade 1: a vida superinteligente pode ter visitado a Terra antes de estarmos aqui. Humanos sencientes só estão por aí há uns 50 mil anos, um piscar de olhos se comparado à existência do universo. Se o contato ocorreu antes disso, deve ter assustado alguns patos e só. Além disso, nossa história documentada só vai até uns 5.500 anos atrás. Por isso, talvez tribos humanas de caçadores-coletores pode ter passado por algumas experiências loucas com aliens, mas não tinham como contá-las para as pessoas do futuro.

Possibilidade 2: a galáxia foi colonizada, mas nós moramos em uma área despovoada. As Américas podem ter sido colonizadas pelos europeus muito antes de qualquer um daquela pequena tribo Inuit ao norte do Canadá ter percebido o ocorrido. Pode haver um elemento de urbanização nas moradias estelares das espécies mais avançadas: todos os sistemas solares de uma certa área são colonizados e estão em comunicação, mas seria pouco prático e inútil pra qualquer um deles vir até o canto distante e aleatório em que vivemos.

Possibilidade 3: todo o conceito de colonização física é comicamente atrasado para uma espécie mais avançada. Uma Civilização Tipo II consegue usar toda a energia de sua estrela. Com toda essa energia, eles podem ter criado um ambiente perfeito para eles, satisfazendo todas as suas necessidades. Eles podem ter meios hiperavançados de reduzir a necessidade de recursos, e interesse zero em deixar sua utopia feliz para explorar um universo frio, vazio e pouco desenvolvido.

Uma civilização ainda mais avançada poderia ver todo o mundo físico como um lugar horrivelmente primitivo, tendo há muito dominado sua própria biologia e feito upload de seus cérebros para uma realidade virtual, um paraíso da vida eterna. Viver em um mundo físico de biologia, morte, desejos e necessidades pode soar para eles da mesma forma como nos soam as espécies primitivas vivendo no oceano escuro e gelado.

Possibilidade 4: há civilizações predatórias e assustadoras lá fora, e as formas de vida mais inteligentes sabem que não devem transmitir sinais e divulgar sua localização. Essa é uma ideia desagradável, mas que ajudaria explicar a falta de sinais recebidos pelos satélites SETI. Ela também significaria que, ao transmitir nossos sinais lá pra fora, estamos sendo novatos inocentes e descuidados. Há um debate envolvendo METI (Mensagem às Inteligências Extraterrestes na sigla em inglês; o inverso de SETI, que só escuta). Basicamente, deveríamos mesmo enviar mensagens para o universo? A maioria das pessoas diz que não.

Stephen Hawking adverte: “se aliens nos visitarem, o resultado pode ser parecido com a chegada de Colombo nas Américas, que não terminou bem para os nativos”. Mesmo Carl Sagan, que geralmente acredita que qualquer civilização avançada o bastante para viagens interestelares seria altruísta, não hostil, diz que a prática de METI é “profundamente imprudente e imatura“, e recomendou que “as crianças mais novas de um cosmo estranho e incerto deveriam ouvir em silêncio por um longo tempo, aprendendo pacientemente e tomando notas sobre o universo, antes de gritar para uma selva desconhecida que não conseguimos compreender”. Assustador.

Possibilidade 5: existe apenas uma única inteligência superior, uma civilização “superpredadora” (mais ou menos como os humanos aqui na Terra) que é muito mais avançada que todas as outras e mantém as coisas assim, exterminando qualquer civilização que ultrapasse um certo nível de inteligência. Isso seria um saco. Poderia funcionar se o extermínio de todas as inteligências emergentes fosse um desperdício de recursos, já que a maioria se mata sozinha. Mas, ultrapassado um certo ponto, esses super seres agiriam porque, para eles, uma espécie inteligente emergente se tornaria um vírus, conforme começasse a crescer e se expandir. Essa teoria sugere que a vitória é de quem foi o primeiro a alcançar a inteligência superior. Ninguém mais tem chance. Isso explicaria a falta de atividade lá fora, porque o número de civilizações superinteligentes seria 1.

Possibilidade 6: há muito barulho e atividade lá fora, mas nossas tecnologias são muito primitivas e nós estamos procurando pelas coisas erradas. É como entrar em um prédio de escritórios, ligar um walkie-talkie (que ninguém mais usa) e, ao não ouvir nada, concluir que o prédio está vazio. Ou talvez, como apontou Carl Sagan, pode ser que nossas mentes trabalhem exponencialmente mais rápido ou mais lentamente do que a de qualquer outra forma de vida lá fora. Ou seja, eles levam 12 anos pra dizer “oi” e, quando nós ouvimos essa comunicação, isso parece apenas ruído.

Possibilidade 7: civilizações mais avançadas sabem sobre nós e estão nos observando, mas se ocultam de nós (a “Hipótese do Zoológico”). Até onde sabemos, civilizações super inteligentes existem em uma galáxia controlada rigidamente, e nossa Terra é tratada como parte de um safári amplo e protegido, e planetas como o nosso estão sob uma estrita regra de “olhe, mas não toque”. Nós não estamos cientes deles porque, se uma espécie muito mais inteligente quisesse nos observar, ela saberia como fazer isso sem nos deixar saber. Talvez haja uma regra similar à “Primeira Diretriz” de Jornada nas Estrelas, que proíbe seres super inteligentes de fazerem qualquer contato aberto com espécies inferiores como a nossa, ou de se revelarem de qualquer forma, até que a espécie inferior alcance um certo nível de inteligência.

Possibilidade 8: civilizações superiores existem à nossa volta, mas somos primitivos demais para percebê-las. Michio Kaku resumiu isso assim:

Digamos que há um formigueiro no meio da floresta. Ao lado do formigueiro, estão construindo uma super autoestrada de dez faixas. E a questão é, “as formigas seriam capazes de entender o que é uma super autoestrada de dez faixas? Elas seriam capazes de entender a tecnologia e as intenções dos seres construindo a autoestrada a seu lado?”

Então não é que, usando nossa tecnologia, não sejamos capazes de receber os sinais do planeta X. É que nós não conseguimos sequer entender o que são os seres do planeta X, ou o que eles estão tentando fazer. É tão além de nós que mesmo se eles quisessem nos esclarecer, seria como tentar ensinar às formigas sobre a internet.

Seguindo essa linha, essa pode ser uma resposta para “se existem tantas exuberantes Civilizações Tipo III, por que ainda não entraram em contato conosco?”. Para responder isso, vamos nos perguntar: quando Pizarro chegou ao Peru, ele parou um tempo em um formigueiro e tentou se comunicar com ele? Ele foi magnânimo, tentando ajudar as formigas? Ele foi hostil e atrasou sua missão original só para esmagar e destruir o formigueiro? Ou, para Pizarro, o formigueiro era completa e absoluta e eternamente irrelevante? Essa pode ser a nossa situação nesse caso.

Possibilidade 9: nós estamos completamente enganados sobre nossa realidade. Há muitas maneiras pelas quais nós podemos estar totalmente iludidos em tudo que pensamos. O universo pode parecer ser de um jeito e ser de outro completamente diferente, como um holograma. Ou talvez nós sejamos os alienígenas e fomos plantados aqui como um experimento. Há até mesmo a chance de que sejamos parte de uma simulação de computador de algum pesquisador de outro mundo, e outras formas de vida simplesmente não foram programadas na simulação.

Conclusão

Conforme continuamos em nossa possivelmente inútil busca por inteligência extraterrestre, eu não tenho certeza o que queremos encontrar. Francamente, tanto faz saber se estamos oficialmente sozinhos no universo ou se estamos oficialmente na companhia de outros, ambas são opções assustadoras. É um tema recorrente em todos os enredos surreais acima: qualquer que seja a verdade, ela é de enlouquecer.

Além de seu chocante ingrediente de ficção científica, o Paradoxo de Fermi também me deixa profundamente humilde. Não só lembra que sou microscópico e minha existência dura uns três segundos, algo que me vem à cabeça sempre que penso sobre o universo. O Paradoxo de Fermi traz à tona uma humildade mais mordaz, mais pessoal, do tipo que só acontece depois de passar horas de pesquisa ouvindo os mais renomados cientistas de nossa espécie apresentando as teorias mais insanas, mudando de ideia e contradizendo um ao outro freneticamente. Ele nos faz lembrar que as futuras gerações olharão para nós da mesma forma que nós olhamos para os antigos, que tinham certeza que as estrelas estavam sob o domo do céu; no futuro, lembrarão de nós dizendo “uau, eles não tinham ideia nenhuma do que estava acontecendo”.

E ainda temos mais outro golpe à autoestima com todo esse assunto de Civilizações Tipos II e III. Aqui na Terra, nós somos os reis de nosso pequeno castelo, comandando os rumos do planeta mais do que qualquer outra espécie. Nessa bolha, sem competição e sem ninguém para nos julgar, é raro que sejamos confrontados com a ideia de sermos uma espécie inferior a qualquer outra. Mas não somos nem uma Civilização Tipo I!

Dito isso, toda essa discussão é maravilhosa para mim. Sim, tenho minha perspectiva de que a humanidade é uma órfã solitária em uma pequena rocha no meio de um universo solitário. Mas as hipóteses apontam que provavelmente não somos tão espertos como pensamos. Além disso, muito do que temos certeza pode estar errado. Tudo isso me deixa esperançoso em conhecer e descobrir mais, nem que seja um pouquinho, porque existem muito mais coisas do que nós temos consciência.

(Ver a secao de comentarios no Gizmodo)

Video-Conferencia: Why is There Something and not Nothing?

quinta-feira, dezembro 17th, 2015

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Insistem os cosmologistas com a teoria de que no inicio havia apenas um pequeno ponto onde toda a massa e energia deste Universo estavam estocadas. Isto foi repetido a exaustão hoje na conferencia ( hangout do Google+) com link abaixo. Eu não resisti a deixar la o seguinte comentário:

https://plus.google.com/events/c5b97i9kv9rrf4q8rk8jsrrqgqg

https://plus.google.com/u/0/

Why not Nothing?! I can’t understand why cosmologists prefers theories imagination=based than theories reality-based. Everything was reduced to a little primordial point? Ok,  we have here and now a sample about something big and complex that was a little primordial point: a human being and its initial chromosome. Is the Universe expanding? No problem: at every process of embryogenesis the fetus is expanding.  There was a big bang? Again, there was a bang when the spermatozoon’ membrane “exploded” at the center of the ovule. And so on, we have just here a miniature of the Universe History. But no cosmologist, no scientist, are researching this paradigma, only I am doing it at Theuniversalmatrix.com and I have already 2.000 evidences favoring this theory. It is normal to humanity at this earlier times to behavior like children,preferring imagination than reality… but is time to wake up.

Feto humano na bolsa amniotica = Sistema natural universal na bolha de dark matter

quarta-feira, novembro 18th, 2015

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Apenas preciso resolver onde e como esta a placenta neste momento do feto. Pois a placenta representa o conglomerado de aglomerados de galaxias. Ou seja, a infraestrutura de suporte físico e armazenagem de nutrientes para os genes do sistema universal. Para a montagem dos detalhes de uma teoria cosmológica, e’ preciso acompanhar a pesquisa abaixo.

 

Feto humano na bolsa amniotica

Feto humano na bolsa amniotica

Feto humano na bolsa amniotica.

Pesquisa:

Wiki: Âmnion (português brasileiro) ou amnião (português europeu) é uma membrana que constitui a bolsa amniótica o qual envolve e protege o embrião.] Derivada da somatopleura, (encontrando-se no universo o que representa a somatopleura, saber-se-a’ o que gera a dark matter – mas não se esquecer que ai entramos na física do Higgs field e os bosons de Higgs), que é a combinação do ectoderma com o mesoderma. ( então a matéria – ou massa – seria resultado da combinação e associação de dois elementos antecedentes já revelando o dualismo dicotômico universal? Elementos antecedentes vindo de onde? Do antes do Big Bang, algo extra-universal? O dualismo dicotômico sera’ algo extra-universal?)

Tem a função de produção (? isto deve estar errado) do líquido amniótico que protege o embrião contra choques mecânicos e dessecação, mantém a temperatura do corpo e permite a movimentação do embrião. Ocorre em répteisaves e mamíferos.

Líquido amniótico (ou fluido amniótico) é o fluido que envolve o embrião, preenchendo a bolsa amniótica, que desta forma o protege de choques mecânicos e térmicos. A bolsa amniótica normalmente forma-se na segunda semana de gravidez, assim que esta se forma enche-se de líquido amniótico que inicialmente é apenas água proveniente da mãe. Pouco fluido amniótico (oligoidrâmnio) ou muito (poli-hidrâmnio ou hidrâmnio) pode ser uma causa ou um indicador de problemas para a mãe e o bebê. Pacientes com oligoidrâmnio, dependendo do grau do problema, podem ser tratadas com descanso, hidratação oral e intravenosaantibióticosesteroides, e amnioinfusão.

Quando se fala no “rebentar as águas” (ou “estouro da bolsa”), pouco antes do parto, significa que a bolsa amniótica se rompeu e o líquido foi expulso, marcando o início do parto. ( qualquer calculo e teoria que tente prever o futuro da dark matter, tera que considerar o ” rebentar da substancia espacial universal” e a expulsão desta.)

É a partir deste líquido que é feita a amniocentese, técnica de diagnóstico pré-natal, já que em suspensão no mesmo se encontram células fetais, a partir das quais será possível verificar anomalias cromossômicas ou genéticas

xxxxx – Ingles ( nomes, mais completa definição):

The amnion is a membrane that when first formed, closely covers the embryo. It fills with the amniotic fluid which causes the amnion to expand and become the amniotic sac which serves to provide a protective environment for the developing embryo. It is a feature of the amniotes which includes reptilesbirds, and mammalsAmphibians and fish are excluded from this group. The amnion stems from the extraembryonic somatic mesoderm on the outer side and the extraembryonic ectoderm on the inner side

Amniotic fluid or liquor amnii is the protective liquid contained by the amniotic sac of a pregnant female.

Development

Amniotic fluid is present from the formation of the gestational sac. Amniotic fluid is present in the amniotic sac. It is generated from maternal plasma, and passes through the fetal membranes by osmotic and hydrostatic forces. When fetal kidneys begin to function in about week 16, fetal urine also contributes to the fluid.

The fluid is absorbed through the fetal tissue and skin. After the 20th-25th week of pregnancy when the keratinization of an embryo’s skin occurs, the fluid is primarily absorbed by the fetal gut.

Contents

At first, amniotic fluid is mainly water with electrolytes, but by about the 12-14th week the liquid also contains proteinscarbohydrateslipids and phospholipids, and urea, all of which aid in the growth of the fetus

(Bifurcação) – Electrolyte ( o unico elemento na água inicial significa o unico elemento na dark matter inicial. Pela minha teoria, e desde que esse elemento esta relacionado a eletricidade, quando na dark matter, ele e’ a energia gerada pela friccao no passar da expansão das ondas de luz)

An electrolyte is a substance (Sodium, potassium, chloride, calcium, and phosphate ) that produces an electrically conducting solution when dissolved in a polar solvent, such as water. The dissolved electrolyte separates into cations and anions, which disperse uniformly through the solvent. Electrically, such a solution is neutral. If an electrical potential (voltage) is applied to such a solution, the cations of the solution would be drawn to the electrode that has an abundance of electrons, while the anions would be drawn to the electrode that has a deficit of electrons. The movement of anions and cations in opposite directions within the solution amounts to a current. This includes most soluble saltsacids, and bases. Some gases, such as hydrogen chloride, under conditions of high temperature or low pressure can also function as electrolytes. Electrolyte solutions can also result from the dissolution of some biological (e.g., DNApolypeptides) and synthetic polymers (e.g., polystyrene sulfonate), termed polyelectrolytes, which contain charged functional groups. A substance that dissociates into ions in solution acquires the capacity to conduct electricity. Sodium, potassium, chloride, calcium, and phosphate are examples of electrolytes, informally known as lytes. In medicine, electrolyte replacement is needed when a patient has prolonged vomiting or diarrhea, and as a response to strenuous athletic activity. Commercial electrolyte solutions are available, particularly for sick children (solutions such as Pedialyte) and athletes (sports drinks, such as Gatorade). Electrolyte monitoring is important in treatment of anorexia and bulimia.
( continuar pesquisa, trazer ” placenta”)

 

Como Era a Embriogenese a 10 Bilhoes de Anos Atras

sexta-feira, setembro 25th, 2015

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Ancestral Astronomico do Sistema Reprodutor Biologico por MatrixDNA Theory

Ancestral Astronomico do Sistema Reprodutor Biologico (Matrix/DNA Theory)

Ancestral Astronomico do Sistema Reprodutor Biologico (Matrix/DNA Theory)

A extraordinaria engenharia do aparelho reprodutor feminine humano nao foi inventada pela material estupida ( sem inteligencia) deste planeta, como se isso caisse do ceu por acaso e nunca tivesse existido antes. Tambem nao foi feita por um ato de magica de alguma super-inteligencia que precise sempre estar indo a algum lugar do Universo onde precise surgir uma novidade natural, pois bastava inserir um software nas origens do Universo e isto apareceria no seu devido tempo. Entao como surgiu aqui e nestes tempos?

Ora, temos que pesquisar a Historia Natural, retroativamente. E vamos com facilidade ver que ela veio de uma evolucao desde formas de vidas primitivas, como plantas e bacterias. Mas teriam sido as plantas que inventaram isso? Temos que retroagir mais ainda na Historia Natural.

Este Sistema reprodutor, na verdade, e’ um subsistema, uma parte, de outro sistema maior, mais complex, que e’ o corpo humano. Tambem sao sistemas cada planta, cada bacteria. Entao deduzimos que devemos buscar nos outros sistemas que existiam antes dos sistemas biologicos – como os sistemas atomicos e os sistemas astronomicos – se neles nao havia um estagio mais primitivo de sistema reprodutor.

Entao deparamo-nos com o modelo teorico da Matrix/DNA de como seria – ou ainda sera’ – os tijolos basicos, os ” building blocks” dos sistemas astronomicos `a 10 bilhoes de anos atras. Como surgiam os astros celestes? Uma rapida olhada no modelo da Matrix/DNA e um arrepio frio nos corre pelo corpo! Vamos recapitular o modelo no desenho tosco feito na selva a lapis num papel de embrulhar pao…

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Se o astro nasce – vem a luz – na F2 da formula-modelo, entao o que ocorre em F1 deveria ser o estado ancestral do atual sistema reprodutor. E em F1 vemos um turbilhao por dentro do qual o material degradado de um astro ” morto”, passa por uma serie de transformacoes, se mistura com cometas vindos pelo espaco sideral e termina por emitir o que pode se chamar ” a semente de um novo astro, ou nova estrela”. Mas observando detidamente todo o processo, terminamos por perceber que o significado geral, o resultado ultimo deste processo ocorrido nos ceus e’ exatamente igual ao significado geral, o resultado ultimo, da embriogenese de um corpo humano! Ora entao nao foi a material burra deste planeta, nao foram as plantas, nao foram os organismos primitivos e nao foi um ato supernatural que criou aqui o Sistema reprodutor humano… Ele vem de uma evolucao cosmologica cujas pegadas ja conseguimos alcancar ate a 10 bilhoes de anos atras, na formacao de galaxias!

Vamos explicar melhor para quem nao entendeu. Ao se tornar velha, uma estrela como o Sol vai queimando todo seu combustivel, sua energia, e como dejetos vao ficando as cinzas, umns poucos atomos semi-desfeitos, ao que chamanos de poeira estelar. Vemos isso na F7 da formula-modelo acima. Esta poeira eve formar uma nuvem densa, amarelada cinzenta, que ficaria eternamente no espaco, nao se dispersando apenas devido a pouca forca de atracao nos seus fragmentos, o resto da gravidade. Ficaria parade se estivesse num Universo parado, porem ela esta dentro de uma galaxia que gira. E o que acontece com uma nuvem dentro de algo que gira? Comeca a girar tambem, de duas maneiras: uma, em orbita dando voltas pela galaxia, e outra, girando sobre si mesma. Este girar sobre si mesma vai criando um eixo central, na forma de um rodamoinho, um ciclone, ou ainda, um turbilhao. Assim acontece igual a cena que vemos aqui na Terra: no plano mais firme e denso do solo – que ‘e a nuvem – forma-se a ponta do cyclone e na atmosfera menos densa forma-se a boca larga do ciclone. E o cyclone tende a sugar tudo para dentro de si pela ponta. Nos nossos gigantescos ciclones sao colhidos carros, vacas, pessoas, casas, etc., tudo ‘e mexido, trombado, vai tudo se desfazendo em pedacos menores e depois soltos nas alturas do espaco.

A engenharia humana, que tambem nao inventa nada que nao tenha existido antes, intuiu esse processo e com isso criou o liquidificador. Corta-se bananas, macas, morangos, que vao para o fundo do vaso na mesma forma de cone das galaxias, estes pedacos soa postos a girar, se entrechocarem, ate virar um liquido que vai subindo no vaso por que e’ menos denso do que os pedacos no fundo, e pronto… temos a saborosa vitamina. Nao importa que hipoteticas pequenas bacterias que vivem no fundo do vaso digam: ” Oh… estao caindo fragmentos de alguma coisa la de cima”; que outras bacteria vivendo no meio do vaso e que desconhecem a eletricidade, vendo os pedacos girando e mudando de forma, tamanho, digam: ” E’,… neste mundo nao pode ficar parado, tudo se move, pelas forcas fisicas, que criam novas formas ao acaso…”; e que outras bacterias vivendo no topo do vaso digam: ” Esta vitamin surgiu por um acaso que ate parece magica de algum criador supernatural…” Nao importa. Os nossos ciclones na Terra surgem ao acaso e sao sempre destruidores, eles nao montam carros depois de despedaca-los. Isto porque, como podemos ver na formula-modelo, a superficie terrestre e’ bombardeada pro elementos que vem da entropia do Sistema solar, da sua degeneracao rumo a sua morte. Mas os ciclones nas galaxias sao produzidas pela energia crescente da formacao de sistemas, e estes ciclones sim, remontam um Sistema solar morto em um novo sistema. Eles constroem. Assim como a barriga da minha mae me construiu.

Todas as fases da embriogenese humana, a comecar pela fecundacao, sao iguais as fases na formacao de um novo astro celeste. Claro! A Terra e seu sistema a que ela pertence, o solar, so poderia gerar algo pelo mesmo processo que foram gerados. Eles tambem nao criam processos do nada. Se na embriogenese o ovulo e fecundado ao receber um espermatozoide que vem de fora, no ceu o cyclone e sua poeira e’ fecundada por um cometa cheio de nergia/informacao que tambem vem de fora. Ate a forma do espermatozoide continua a ser a forma do cometa, a natureza nao precisou fazer ginasticas aqui para aplicar o seu sempre procsso eterno de formacao de sistemas naturais. E depois vem a morula, a blastula, o feto, que sao todas formas muito mais complexas das formas dentro do cyclone sidereal, porque entre estas formas existem bilhoes de anos de evolucao, de aumento de complexidade.

Mas…. nossa pesquisa vai parar por aqui? Sugere o bom senso que as galaxias tambem nao sao magicas, nao foram elas que iniciaram isso. Uma forma aninda mis primitive desse processo reprodutor deve estar – temque estar – no ancestral dos sistemas galacticos, que sao os sistemas atomicos. Em outra ocasiao vamos tecer algumns comentarios de como este Sistema ja esta encriptado no nucleo atomico quando protons e neutrons produzem seus bebes chamados particulas pions. E para terminar abreviando isso vamos cominicar aqui que  nossa Historia Natural retroativa foi encontrar num tempo muito antes ainda de surgirem os primeiros atomos, a primeira manifestacao deste Sistema reprodutivo. Pasmem! Nao sabemos bem como foi o Big Bang ( a Matrix/DNA esta a dizer que foi o primeiro ato, a pieira forma do ato da fecundacao neste Universo material), mas calculamos que ele emitiu ondas de luz ( se assim podemos chamar o efeito de todas radiacoes eletromagneticas) que se propagaram penetrando a material escura inerte. E ao observar uma onda dessa luz, quase caimos da cadeira! La esta explicito, clararamente, uma forma simplicssima de sistema reprodutor. Vou trazer para ca o grafico da onda e analize-o tal como a Matrix/DNA o fez, colocando mais nomes nas coisas.. Compare a onda com a formula-modelo acima. Veja a faixa ” radio” como F7, a produtora de poeira ( no caso da luz a poeira sao suas particulas fotons). E entao leve essa imagem do ” radio” para antes da faixa ” gamma”, e veja toda onda se reproduzindo….

Mas – uma final pergunta – entao foi a luz que inventou o sistema reprodutor? Eu penso que nao. A onda de luz tambem ja contem em si o sistema reprodutor, entao foi algo que fez a luz, antes do nascimento do Universo, e…. sinto muito mas a matrix/DNA so’ consegue chegar na ulyima fronteira do Universo, para adiante ela nao pode ir. mas poderia, como disse antes, ser um mero software na foma de ondas de luz….. ou entao um processo genetico de reporducao natural, pois o coigo genetico funciona na base dos softwares, quer dizer – os softwares sao imitacoes do processo genetico produzidas pela inteligencia humana que um dia sera uma inteligencia superior capaz de produzir softwares com luz. Tal pai, tal filho!

O grafico da onda de luz pela Matrix/DNA Theory:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

 

 

Estas vendo um Figado, um Coracao, Dois Pulmoes, nesta Imagem? Veja a Explicacao

sábado, junho 6th, 2015

( Desculpem as falhas de gramatica, faltas de acento,etc., porque estou usando um teclado que so fala ingles…)

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https://plus.google.com/u/0/photos/104950185226118527500

Se fossemos do tamanho de particulas dentro de um corpo humano e com a capacidade cognitiva que os humanos tem hoje, olhariamos para o mais distante do nosso local e veriamos apenas isto que esta na figura: nuvens de gazes, manchas, etc. Jamais as particulas poderiam imaginar que estavam vendo figados, pancreas, estomagos, etc. Nem poderiam imaginar que existem estas coisas, tendo o corpo tao simples como elas seriam.

Pois hoje olhamos para o Cosmos e vemos isso que esta’ na figura. Nossa antena mais atrofiada que a dos insetos, nossa percepcao dos campos magneticos menor que a dos passaros, nossa previsao de terremotos menos habil que a dos macacos…e vendo dos objetos apenas uma ou duas das suas sete dimensoes que seriam visiveis se vissemos nas sete frequencias da luz…

Que tipo de sistema sera’ o Cosmos? Nem mesmo sabemos se o Universo e’ um sistema pois o que vemos ate’ agora e’ um mero suoeraglomerado de aglomerados de galaxias. Meus amigos, o mundo ainda esta todo por descobrir. Loucos daqueles que pensam que estamos adiantados e ja sabemos quase tudo da verdade! Ainda a meros 500 anos atras Copernico virou de cabeca para baixo o mundo que acreditaram por milhares de anos. Quando a nossa visao academica oficial de hoje sera entornada ao contrario novamente? Que outra realidade do mundo vamos entao acreditar? Nao importa, o que vale e’ ter em mente a nossa pequenez para que a vontade inquebrantavel de solucionar os misterios nos torne cada vez mais proximos das grandezas do Cosmos.

Hoje uma parte dos homens acreditam que tudo veio do Nada enquanto outra parte acredita que as trilhoes de estrelas nas bilhoes de galaxias foram feitas por um Deus magico apenas para enfeitar as noites dos homens neste pequenino e perdido planeta nas profundezas do espaco sideral. Ora, meu Deus, observem imagens como estas e reflitam que acreditar em qualquer visao de mundo elaborada por estes nossos pequeninos e mal aparelhados cerebros nao e’ racional.

Na selva amazonica onde ainda vivem testemunhas intocadas das origens da vida fui procurar novos elementos que me libertassem destas solucoes simplistas e fundamentalistas que cerram as mentes em torno de fantasias infantis e abrissem as minhas as portas para minha mente livre continuar a busca suprema e aquela natureza ainda pristina me sussurrou coisas fantasticas: O seu DNA hoje e’ o corolario da evolucao dele que passou por atomos, galaxias e ja conta com 13,7 bilhoes de anos! Neste universo esta’  ocorrendo um processo natural de reproducao genetica do sistema natural que o gerou! Qualquer onda de luz natural, como aquelas emitidas pelo Big Bang ja contem em si o codigo da vida! Um seu ancestral com dimensoes astronomicas ha 5 bilhoes de anos atras cometeu o grave erro de tornar-se um sistema fechado em si mesmo, por isto caiste e dele herdaste o gene egoista, nao vas repetir o mesmo erro outra vez…. Em ” A Formula da Matrix/DNA Universal para os Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” menciono mais dezenas de sugestoes como estas, que apesar de ainda nao poderem ser comprovadas, nos desperta para a incrivel complexidade que ainda nos aguarda e nos motiva a continuar nossa luta intelectual, a qual, esta sim, vai forcar a evolucao do nosso cerebro e alavancar a nossa grande aventura nas sendas do conhecimento. A minha gratidao por estas imagens deve-se ao fato de que elas sao como iscas a nos dirigir neste caminho. Obrigado Universo por estar nos dando a oportunidade de crescermos `as suas dimensoes.

Hoje o mundo viu pela primeira vez algo que eu tinha visto a 30 anos atras: uma estrela com cauda.

sábado, maio 30th, 2015

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( deculpem os muitos erros de ortografia devido estar usando um computador e teclado que so falam ingles)

Como e’ possivel que uma pessoa comum sem nunca ter estudado astronomia e sem ter observado o ceu com um telescopio sair afirmando por ai de repente que existem estrelas com caudas, como os cometas?! E isto ha’  30 anos atras, quando nem os astronomos sabiam disso?! E o sujeito diria que tem de existir porque assim estao sugerindo seus calculos na sua busca pessoal pela origem da Vida?

– ” Mandem para o sanatorio porque e’ louco!” – diria eu se visse e ouvisse tal sujeito. O problema e’ que esta pessoa fui eu mesmo… Mas agora olhem esta foto:

Foto para Fsete Red giant Mira morrendo e sua cauda

Imagem publicada sob o titulo: “Colossal Flare Observed on Closest Red Giant Star –“Impacts the Milky Way’s Ecosystem”, no link: http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2015/05/colossal-flare-observed-on-closest-red-giant-star-impacts-the-milky-ways-ecosystem-1.html

E agora vejam este desenho rude e tosco feito com lapis e papel em cima dos joelhos quando eu estava na selva amazonica a 30 anos atras:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Clicando na figura para ve-la melhor observe o que acontece em F7. Aquilo ‘e uma estrela morrendo, sendo fragmentada em poeira,  formando uma cauda, a qual forma um vortice rotativo. Assim, esta foi a primeira vez na historia da Humanidade que um humano viu uma estrela com cauda, mesmo que tenha sido apenas numa pintura. Porque a foto cima que esta’ sendo vista por muitas pessoas foi tirada recentemente, e como dizem os astronomos, ficaram surpresos porque foi a primeira vez que se viu uma estrela com cauda. Por isso a cada dia, a cada nova evidencia e previsao acertada como essa, me volto cada vez mais para esta cosmovisao que denominei de Matrix/DNA e venho aqui alertar quem chega para ler: comecem a prestar atencao nessa nova interpretacao do mundo, porque a cada dia ela esta se confirmando mais e ela tem o poder de causar uma enorme revolucao no nosso conhecimento – mesmo que ela tenha de ser descoberto de novo por outra pessoa que seja alguem e tenha alguma influencia na sociedade para ser ouvida.

O super-telescopio ” Galex” – Galaxy Evolution Explorer – escaneou a estrela Mira, uma gigante vermelha muito velha que esta’ morrendo – usando luz ultravioleta, pela primeira vez. Os astronomos entao notaram o que se parecia com a cauda de um cometa. Mediram a cauda e chegaram a estonteante conclusao que ela mede o equivalente a 13 anos-luz, ou seja, uma distancia 20.000 vezes a distancia que vai do Sol ate os limites do sistema solar! E publicaram hoje um documento cientifico na Revista Nature mencionando que “nada como isso nunca foi observado em volta de uma estrela”.  Eles estao meio-certos e meio-errados pois quem ja viu meus modelos teoricos como do desenho acima ja tinha visto isto, mesmo que tenha sido apenas no papel, como produto da intuicao humana quando se concentra a resolver algum misterio da Natureza.

Disse o astronomo autor do “paper” Christopher Martin, do California Institute of Technology: ” Eu fiquei chocado quando primeiro eu vi esta completamente inesperada e interessante cauda atras de uma bem conhecida estrela. E’ maravilhoso como a cauda de Mira se extende tao vastamente na escala interestelar.”

Realmente eu estou surpreso comigo mesmo, com estas previsoes que pareciam nao ter qulaquer nexo, estarem a cada dia mais se confirmando, e estou me perguntando como, raios, eu fiz isso?! Quando tento refazer os passos naqueles dias tenebrosos na selva tremendo sob a febre da malaria e ja perdendo a esperanca de sair com vida de la’,  mas teimando em botar no papel uma avalancha de intuicoes que me atacavam dia e noite, fico com dificuldades para refazer os modelos refazendo a logica que apliquei. Foi anatomia comparada entre sistemas vivos e nao vivos, dentre os quais, estavam as celulas, os atomos, as galaxias, e a cada passo, o que eu observava num atomo eu calculava a evolucao pelos mecanismos que eu estava suspeitando existirem na natureza e ia projetando num papel a imagem do que deveria ter sido o elo natural entre os vivos e os nao-vivos. Quando terminei o desenho cheguei a conclusao que este elo e’ um sistema astronomico, mais exatemente um building block de galaxias primordiais, e as partes do sistema eram astros, como planetas e estrelas.  La estava a estrela morrendo com uma longa cauda formada pelo seu proprio material em decaimento. Ao ver aquele desenho e pensar no que via, minha conclusao so podia ser uma: aqui tem muitas coisas impossiveis de exitirem, acho que errei tudo… Um astro com vulcoes gigantescos emitindo cometas, um vortice em espiral fazendo tudo igual que faz o sistema reprodutor de uma mulher, uma estrela com cauda… Absurdo! Porem, ao morrer a estrela tinha que produzir algo como aquilo senao o circuito do sistema nao se fechava e nao efetuava a reciclagem. E se essa reciclagem nao era feita pelo elo ancestral, nunca o RNA na Terra teria sido capaz de se reproduzir, a nao ser que exista a magica, e eu nao gostava dessa solucao, porque nunca vi magica nenhuma.

Bem, esta e’ mais uma evidencia e uma previdencia acertada a ser aqui registrada para se somar aos ja mais de mil casos que temos aqui registrado. Mas ainda assim alimento a possibilidade de que possa estar tudo errado, pois esse e’ o dever e a responsabilidade de quem tem como unico objetivo supremo na vida a busca da verdade do mundo e nao apenas a busca das provas para a sua verdade so porque foi quem primeiro a descobriu mas ainda nao a provou totalmente.  E para quem quiser mais informacao pode ver o link acima e a publicacao do paper na Nature.

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Física e Cosmologia: O que é “espaço”?

quinta-feira, maio 14th, 2015

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Para ler:

Interactive: What Is Space?

Imagine the fabric of space-time peeled back layer by layer.