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Sistema Imunológico: Como a Natureza o Inseriu nos Sistemas Biológicos?

sexta-feira, março 17th, 2017

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Vídeo da batalha entre vírus e anticorpos. Mas antes de assistir…

A humanidade esta’ pagando um preço muito caro por ainda não ter entendido a Natureza. Milhões, bilhões de humanos continuam sendo barbaramente torturados por doenças absurdas sem que a nossa Ciência nada consiga fazer para salva-los. Mas a Ciência não tem culpa disso, ela oferece a visão e os instrumentos suficientes para esse entendimento da Natureza. A culpa esta sendo dos humanos, cuja racionalismo esta empacado pela mistica. Soma-se `a esta imaginação infantil criadora de fantasias que impede a humanidade sair de sua infância e entrar na fase adulta, os interesses mesquinhos materiais e a arrogância dos humanos que se apoderaram da Ciência. A Natureza se abre como um livro para o estudante humilde e bem intencionado, mas para entende-la é preciso uma razão muito naturalista e concentrada no esforço de aprender com admiração, pois nas suas profundezas a Natureza universal, que produziu átomos, galaxias, elefantes e humanos, é muito, mas muito complexa…

Um exemplo é a moda cientifica atual de procurar e delegar as doenças a genes, um pequeno amontoado de átomos. genes teriam propósitos, como o de dirigir organismos complexos a se reproduzirem, sendo que genes não possuem o menor resquício sequer de algum principio de sistema nervos, quanto mais inteligência para ter propósitos para o futuro…Assim nunca vão erradicar as doenças mortais que a milênios estão ai’, torturando e matando humanos. Enquanto isso, esta’ visível que os genes pertencem a um sistema – o DNA – e que agem por comandos deste sistema. Mas a inteligencia humana se desviou do foco em sistemas naturais a seculos, e sem conhecer algo de sistemas naturais não se vai nunca descobrir a causa destas doenças.

Temos aqui outro exemplo, um vídeo tecnicamente muito bem feito, porem, revelando um conhecimento superficial que jamais resolvera’ o mal que ele relata.

Não faça como todo mundo, tal como se estivessem assistindo uma batalha mas sem saber quais países estão guerreando, quais armas e meios de comunicação estão sendo aplicados, sem conhecer os generais e presidentes dos países, porque estão guerreando, etc… No final, você viu uma batalha, viu o território onde foi realizada, mas saiu sem saber mais nada. E você ouviu um narrador contando a batalha, sem explicar nada.

Lembre-se que células e vírus nem sistema nervoso possuem, quanto mais um cérebro, o qual seria necessário para explicar as operações complexas nesta batalha. No filme, uma simples célula, sai de um rio de sangue, sobre nas margens, atravessa um longo território, passa por milhares de outras células, e vai diretamente sobre uma célula, adentra-a e la dentro encontra o que saiu a buscar: vírus. Ora, nem macacos com cérebros conseguiriam fazer isso, talvez nem humanos sem aparelhos técnicos. Mas para ela se decidir a sair do rio, recebeu antes a visita de uma outra célula que lhe trouxe uma ordem de comando para fazer aquilo. Ora, células não poderiam se comunicarem desta maneira.

Então qual a causa desta batalha que se torna tao complexa apenas imitada por humanos inteligentes? A resposta é simples, porem desconhecida de todos os envolvidos nestas observações. Acontece que cada célula possui átomos e estes, elétrons. Estes elétrons são invadidos por partículas de luz, chamadas fótons, como estas que vem do sol. Estes fótons vieram de um sistema completo e funcional, muito simples (abaixo mostrarei a face deste sistema). O sistema de onde vieram foi fragmentado em seus bits-informação, registrados nestes fótons, cada fóton é uma informação que continua ativa, e quando se encontram em qualquer outro lugar, tendem a se enfileirarem numa sequencia ordenada que é a mesma sequencia de posições que estavam no sistema desfeito. E assim tentam reconstruir materialmente o hardware, a arquitetura física, do sistema de onde vieram. Se o sistema reconstruído é uma célula, ela vai contem uma rede de network formada por estes fótons dentro dos elétrons de suas organelas e demais substancias. Depois de construírem as células, estes fótons usam-nas para construir organismos, pois buscam repetir a incrível perfeição do sistema de onde vieram.

Você vai assistir uma batalha dentro de um organismo, entre células e vírus. Os vírus também não sabem o que fazem, eles jamais teriam a capacidade para sair de um meio formado de células para entrarem num rio de sangue e irem pescar diretamente apenas um tipo único exclusivo de peixe, chamado de célula CD4.

Tanto células como vírus estão aqui movendo-se sob o comando de uma entidade de um sistema, na forma de uma maquina quase perfeita. Cada tipo de célula ou vírus representa uma peça dessa maquina, e peças funcionam sem intenções, percepções, inteligencia. Elas não se movem por si mesmas, são movidas pela engrenagem, e determinadas a fazerem um tipo de movimento. Depois do vídeo vou apresentar o sistema de onde vieram as informações que compõem o quadro onde se realiza a batalha. Você vera que neste sistema, e a bilhões de anos atras, muito antes das origens de células e vírus, a peça representada pelos vírus são movidas de uma posição e dirigidas para um único local exato. Então a célula alvo dos vírus, representa naquele sistema, a peça que esta naquele local naquele momento.

Apenas conhecendo-se a formula dos sistemas naturais, a formação de sua identidade e capacidade de controle do todo interno, mais seu aspecto hardware/software, realmente se entende e conhece este processo complexo. A unica outra alternativa racional seria a de uma montagem inteligente, porem, tendo-se conhecimento da formula não se necessita desta alternativa… a não ser que a formula – que surgiu no meio desta Natureza impressa em ondas de luz desde o Big Bang – tenha sido criada com inteligencia alem deste Universo.

Bem, aqui esta a “alma” do sistema que criou vírus, células e organismos.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Já foi detectado que os vírus são os representantes biológicos da função 5, ou F5. Produzidos em F4, se dirigem a F1. Então a célula alvo na corrente sanguínea esta’ representando F1. Os vários tipos de células que formam o sistema de defesa são peças formadas na sequencia desta formula pelo processo do ciclo vital. Então temos que identificar qual é F2, F3, e assim por diante. Quando o vídeo diz que a célula tal se dirige a outra célula tal e lhe passa uma informação é preciso entender que são representantes de duas funções vizinhas no circuito da formula. Uma célula, digamos, F2, se dirige apenas a F3, sem possibilidades de errar, pelo mesmo motivo que o ciclo vital faz com que a forma criança de um humano se dirija a forma de adolescente e esta a forma de adulto, pois não teria como um adolescente errar e ir para outra forma senão a de adulto.

Uma questão ainda não respondida pela Matrix/DNA. O nosso ancestral sistema astronomico, na sua forma de sistema fechado, não realizava qualquer troca com o mundo externo, portanto, devia ter um mecanismo impedindo invasores. Mas provavelmente se tratava apenas de um campo magnético, assim como o planeta Terra se defende. Existiria outro mais eficaz?

Porque senão existia, o sistema de imunidade biológica foi um salto demasiado grande na evolução… não vejo a base solida para dar esse salto. E como não vejo uma função sistêmica capaz de exercer esta função de defesa, suspeito que isto seja produto da entidade do sistema.

Observando o vídeo:

  1. A corrente sanguínea imita o circuito esférico da formula para sistemas. Enquanto no circuito trafega energia e fótons na forma de informação, na corrente sanguínea trafegam muitos elementos, como nutrientes, células, etc.
  2. A entrada de vírus na corrente seria como a entrada de meteoritos ou qualquer outro invasor dentro do circuito astronomico. Desde que o circuito é um corpo rolando no espaço/tempo, estes invasores também no sistema astronomico adentram o corpo do sistema.
  3. Porque os vírus atacam o Linfócito CD4 (pesquisar), e não os outros elementos? Porque atacam diretamente os policias, os soldados do organismo? O que os informa, ou como eles sabem que são os soldados e não os civis, os primeiros a serem eliminados? Porque vírus e linfócitos são opostos entre si? Ou seria uma relacao predador/presa? Tera’ o linfócito, e apenas ele, um tipo de nutriente preferido pelos vírus? ( Ver a composição atômica e molecular dos dois).
  4. Com a morte dos linfócitos, macrófagos são atraídos pelos vírus. O que produz os macrófagos e como sabem que tem vírus? Pesquisar ou rememorar o que são macrófagos. Morreu a infantaria, agora vem a policia montada.
  5. Macrófagos passam uma informação aos linfócitos CD4, os quais se ativam. Ora isto é uma network! Coisa da entidade do sistema. Mas o que significa passar informação e o que significa ficar ativado, a nível molecular?
  6. Linfócito CD4 informa linfócito B e CD8 para ficarem ativados… ( eles não possuem radio ou telefone, tem que ter mensageiro levando as mensagens em mãos). Isto esta’ parecendo mais uma repetição do ciclo vital. Seriam as varias formas de linfócitos produzidas na sequencia do ciclo vital?
  7. Linfócitos CD8 saem da circulação sanguínea… Sera’ que vão combater os vírus no local que entram para invadir?
  8. Hummm… vão para as células infectadas pelos vírus. Apenas quando os vírus entraram na corrente sanguínea alertaram o sistema de defesa. Quer dizer que este Sistema não capta quando as células são invadidas?
  9. Os CD8 matam as células infectadas com vírus! Bons médicos…
  10. Linfócito B vai ao gânglio para produzir anticorpos… O que são gânglios? Como eles se encaixam na formula da Matrix/DNA? Como esse linfócito sabe que tem de ir la? E os linfócitos já não são, em si mesmos, anticorpos?
  11. Linfócito B sai dos gânglios carregado de anticorpos… e volta para a corrente sanguínea. Hummm… fazendo o papel de RNA-mensageiro e RNA-transportador?
  12. Então foram ativados dois tipos de linfócitos: um tipo para matar as células infectadas, e outro para produzir anticorpos e atacarem os virus dentro da corrente sanguínea… Mas os anticorpos não matam os virus, apenas os cercam, neutralizando-os. Entao vem os macrofagos que comem os virus na corrente. FIM

Raios! O que significa “inteligencia”? Senão um método complexo de apresentar resultados? E não acabamos de assistir um método complexo apresentando resultados? Eximias estrategias militares. Qual a diferença entre o método destas pequenas criaturas e o método dos humanos? Então existe inteligencia no mundo microcósmico? E antes das origens do homem?  Seriam estas pequenas criaturas, células, vírus, inteligentes?

Tem algo desconhecido ai’. Tem uma inteligencia dentro deste meio ou atuando neste meio desde fora. Se estiver dentro do meio, significa que a Natureza é e sempre foi inteligente, mesmo antes das origens do homem. Então… o que é “Natureza”? Mas se tiver fora… Seria a tao sugerida face software que a Matrix/DNA esta’ sugerindo existir em todo hardware-sistema? Tambem natural, porem imperceptível aos nossos sentidos?

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Pesquisa: (ver linfócitos,macrófitos,gânglios)

  1. Linfocito CD4:

 

Linfócito é um tipo de leucócito (glóbulo branco) presente no sangue. São produzidos pela medula óssea vermelha, através das células-tronco linfoides…

Obs: Bem,… então antes temos que ver o que é leucócito.

Os leucócitos, também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células-tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sangue.

Obs 1: medula óssea, base da produção do sistema imunológico, seria o campo do campo magnético?

Obs 2: as células troncos não devem serem diferenciadas, seriam as primeiras células formadas na fecundação. A partir delas começa a diferenciação celular mas veja no quadro seguinte algo bem interessante:

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Obs: As primeiras células não são diferenciadas entre si, portanto iguais – e que devem formar a morula – se diferenciam em apenas dois tipos de células, as quais são ainda indiferenciadas. Um tipo, a mieloide, é que vai se desdobrar nas muitas células diferenciadas que vão compor a estrutura sistêmica e funcional do organismo. Mas o outro tipo é o grande mistério. Ele parece surgir como um ramo lateral vindo de algo estranho `a estrutura. E’ a célula indiferenciada linfoide. A partir dela vai surgir vários tipos de células diferenciadas, mas todas tem como unica função a defesa do sistema. Isto parece uma nova invenção no Universo, o mecanismo de auto-defesa ( porem a Matrix diz que isto não pode acontecer, este Universo não pode produzir nova informação do nada). A não ser que…

Isto me lembra o planeta Terra. Ele foi formado por material visível – poeira gazes – formando uma mistura indiferenciada e esta vai produzir a estrutura do planeta, vai se diferenciar em rochas, água, etc. Afora isso, e depois de estruturado surge um segundo elemento, invisivel, que parece vir de fora da linhagem hereditaria solida dos astros: o campo magnetico. E este exerce a funcao de defesa do planeta.

Isto sugere que … A CELULA TRONCO TENHA UM CAMPO MAGNETICO…!!!

Ou uma substancia biologica que imite ou represente os campos magneticos?

Não gosto disso. Parece que estou descambando para a metafisica. Mas busco a verdade, esta esta’ com o Universo, e o Universo esta’ pouco se lixando para o que eu gosto ou não…

Bem,… em varias outras situações a formula tem sugerido que todos os sistemas naturais tem como contrapartida um campo magnético, inclusive sistemas vivos. O qual – e aqui avançando muito na especulação – poderia ser a “identidade do sistema”.

Devo continuar este estudo. Parei na Wikipedia vendo leucócitos e linfócitos… 

Formacao e Evolucao do Campo Magnetico da Terra

domingo, março 12th, 2017

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Earth’s ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

http://nashuavoice.us/content/57477-earths-ancient-magnetic-field-was-significantly-different-present

Submitted by Jeanne Rife on Mon, 06/27/2016 – 22:51

Earth's ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

Campos Magnéticos: Tartarugas tambem captam para navegar!

segunda-feira, janeiro 19th, 2015

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Sea turtles use the Earth’s magnetic field to find their beach of origin

http://www.washingtonpost.com/news/speaking-of-science/wp/2015/01/15/sea-turtles-use-the-earths-magnetic-field-to-find-their-beach-of-origin/

A Tartaruga- GPS

 

A Lua é Um Feto Morto Abortado? Mais uma Evidencia para o Modelo Cosmológico da Matrix/DNA

sábado, dezembro 6th, 2014

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Study Reveals, Long-Ago Moon’s Magnetic Field Might Have Trumped Earths’

http://www.capitalwired.com/study-reveals-long-ago-moons-magnetic-field-might-have-trumped-earths/27097/

DECEMBER 6, 2014 – BY 

( veja o meu comentário postado no artigo da Capital Wired e copiado abaixo)

Tenho que evitar estes assuntos sobre Astronomia pois estou perdendo um precioso tempo enquanto a Matrix/DNA está me levando a descobertas a toda hora nos campos mais práticos e produtivos da Biologia, Medicina, Tecnologia, etc. Mas todos os dias quando abro o leque na Internet sobre as novidades cientificas do dia anterior, sou bombardeado de imediato por assuntos relacionados à astronomia. E como a desconstrução de uma cultura viciada começa pelo estremecimento das falsas verdades acreditadas por uma equivocada visão deste mundo astronomico, concluo que não posso deixar passar estas oportunidades. Então, paciência: se me chamam para a briga escolhendo o terreno astronomico, eu não fujo desta briga porque, apesar de não ser o campo que mais estou estudando, tambem sei jogar nêle.

A Lua como Feto Abortado por ter caído no Ventre de um Planeta ao invés de uma Estrela – http://www.reddit.com/r/NoStupidQuestions

Enquanto o corrente modelo teórico acadêmico astronomico sugere que a origem da Lua se deve a uma colisão entre a Terra e outro grande astro, o modelo téorico astronomico da Matrix/DNA sugere que a Lua teve a mesma origem de todos os outros astros, ou seja, pelo mesmo processo de reprodução biológica mas bastante reduzido e simplificado devido ser um processo ancestral muito antigo na escala evolucionaria. Segundo esta teoria, quando uma estrela e/ou seu sistema “morre”, ela resulta em poeira estelar que fica girando sobre si mesma devido o movimento de rotação da galaxia. Esse giro produz um rodamoinho no centro da névoa de poeira funcionando como um ralo tapado de uma pia, no qual a água entra e retorna à superfície formando bolhas. Estas bolhas são compostas de material pesado, com mais ferro, em estado altamente energizado, por isso são bolhas incandescentes ( no rodamoinho entram tambem esferas de magmas incandescentes vindos como cometas expelidos por pulsares). As bolhas são expelidas do rodamoinho para entrarem numa zona densa de poeira circundante, a qual se agrega à superfície da bolha. À medida que a bolha se afasta do centro turbilhonar a temperatura no espaço declina e a poeira torna-se cada vez mais congelada por isto sobre a bolha se formam camadas diferenciadas por densidades. Até este ponto, em tudo é igual ao que depois evoluiu para as sementes vegetais e depois ainda para a embriogênese de corpos vivos, onde a bolha representa o germe latente e as camadas externas representam o amnion e a placenta que vão alimentar o germe quando despertar e iniciar suas “reações nucleares” que é sua forma de alimentação pré-natal.

Caindo no espaço interestelar o novo astro vaga sob os efeitos das correntes de forças da galaxia até se aproximar de algum astro com força magnética ou gravitacional para capturar o “menor abandonado, sem família e sem teto”. Se penetra um sistema estelar como o nosso sistema solar, a tendencia do novo astro é ser capturado pela órbita da estrela central que possui força magnética maior que a dos planetas. Ao cair nessa órbita o menor abandonado ganhou uma nova mãe e um teto. Então acontece o mesmo quando pegamos um grão de milho que estava inerte dentro de um saco no celeiro e o introduzimos no solo: primeiro a água incha a semente toda, em seguida penetram os fótons que vieram da estrela e estavam dentro dos átomos da terra até alcançar o germe da semente ( aquela ponta branca que tem nos grãos de milho), o que desperta-o e ele começa a “comer” o envoltório amarelo do grão, que ali foi feito para servir de reserva de alimento ao embrião. Portanto o novo astro tem seu corpo alcançado pela energia da estrela a qual penetra-o alcançando seu núcleo, e assim o astro se torna um planeta, tendo internamente o germe que se desenvolverá e se tornará uma nova estrela.

Nas suas origens, quando a Terra e a Lua ainda eram peraltas vagando livres no espaço interestelar, tinham a mesma face – https://twitter.com/moonemojii

Mas… nem tudo ocorre sempre assim, tal como nas gestações humanas saem fetos defeituosos, ocorrem abortos prematuros, etc. Se o novo astro passar muito perto de um planeta de maneira que a atração magnética deste sobreponha o alcance da atração da estrela, o novo astro cairá nessa órbita do planeta. Passará metade de sua vida sem a luz da estrela, pois terá neste meio-tempo, entre ele e a estrela, um planeta impedindo o curso da energia da estrela. Assim o germe fica entre desperta ou não desperta, como que morrendo varias vezes, até finalmente morrer de vez e tornar-se uma Lua do planeta. Pois a diferença entre estrelas e planetas é que estes são “escuros”, opacos, não irradiam energia como as estrelas.

Um importante fator na constituição de astros é o que se refere a seus campos magnéticos. Estes campos são os espaços ao redor de uma corrente elétrica qualquer. A Terra por exemplo tem um campo magnético gerado pela camada externa de seu núcleo que é composto de uma magma quase liquido altamente incandescente ( lembre-se de como ele surge na superfície em forma de lavas vulcânicas) e cujo “liquido” se move como uma corrente elétrica devido a rotação do planeta. E como então fica essa questão de campo magnético nas “luas”?

Pelo modelo cosmológico da Matrix/DNA publicado e registrado desde a selva amazônica à 30 anos atrás, deduz-se logicamente que as luas apresentaram nos seus primeiros tempos um próprio campo magnético, ora na sua origem quando saiu do vórtice criador e ora nas vezes que quase-despertou pelo recebimento de maior quantidade de energia estelar. Deduz-se ainda que, uma vez estabelecida a morte do “feto” interno destas “luas”, se extingue para sempre seu campo magnético. Isto sugere o modelo. E o que dizem os dados científicos realmente comprovados?

Leia-se o artigo com link acima e estaremos bem informados. Ou seja, o assunto de campos magnéticos de luas ainda não foi resolvido pelo modelo padrão acadêmico ( o Standard Model), mas foram obtidos fortes indícios que ao menos a Lua da Terra já tece em priscas eras um campo magnético, e agora sabe-se com certeza que não tem mais. Estes indícios vem principalmente de asteroides reminiscentes da Lua que apresentam ainda campos magnéticos.

Mas ainda tem um detalhe muito importante a considerar aqui. Dias atrás inserí neste website o artigo:

” A Lua Está Viva… Mais Uma Acertada Previsão da Minha Teoria a 30 Anos Atrás?!” – See more at: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?paged=2#sthash.fdZ4v3FC.dpuf

Imediatamente o leitor desavisado vai pensar: “Mas então agora tudo o que se descobre ora que a lua é um astro morto ou ora que a Lua está viva – estava previsto por uma unica teoria? Ou uma coisa ou outra…”

É por isso tambem que me desgosta o fato de que a Matrix/DNA, construída dentro da Biologia,  entra inevitavelmente no campo da Astronomia ( pois para mim a Biologia é mera sequencia evolutiva de uma linhagem que passou pela Astronomia), pois a Cosmologia Astronômica ainda é um assunto que beira a metafisica. Ou seja, o Cosmos é tão desconhecido que suas possíveis explicações podem mudar da água para o vinho de um dia para o outro. Tudo ainda é possível em termos de Cosmologia, e isto não apenas em relação ao acadêmico “Standard Model”. Então se num dia sou informado que foi detectado vulcão ativo na Lua e imediatamente corro à fórmula da Matrix/DNA para tentar captar o que ela indica sobre isto, localizo o evento como sendo a Função 3, o que indica que a Lua está em processo vital, portanto, ela ainda está viva. mas no dia seguinte sou informado que a Lua não tem mais o campo magnético que tinha no passado, então corro novamente à fórmula e localizo o evento na Função 2, mas com o corpo saindo fora do circuito vital… e isto indica que a Lua é um feto morto e abortado prematuramente. Nos dois casos o modelo previu uma consequência que foi corroborada pelo pessoal da área cientifica. Como pode ser isto?! Ora a explicação é simples: “Lembre-se que digo aqui que ” o novo astro cairá nessa órbita do planeta. Passará metade de sua vida sem a luz da estrela, pois terá neste meio-tempo, entre ele e a estrela, um planeta impedindo a passagem da energia da estrela. Assim o germe fica entre desperta ou não desperta, como que morrendo varias vezes, até finalmente morrer de vez e tornar-se uma Lua do planeta.” Então, o germe dentro da Lua pode ou estar morto ou ainda com potencial de vida latente, não tenho dados confirmados para decidir isto. Pode estar ainda na fase do “morre durante suas noites e ressuscita durante seus dias”, sendo estes intervalos determinados pela distancia que a Terra esteja do Sol em sua órbita elíptica.

Enfim, meu objetivo não é provar que o modelo que desenvolvi está certo e o concorrente esteja errado. Nosso supremo objetivo é a busca da Verdade. Eu até prefiro ser o perdedor nesta disputa, pois se o modelo em que se estrutura hoje todo nosso empreendimento cientifico e fundamenta a visão de mundo do homem moderno, estiver errado, a Humanidade será prejudicada e mais uma vez atrasada em sua evolução pois teremos que retornar a um ponto no passado, limpar tudo o que fizemos depois pois estará tudo errado, e recomeçar de novo a partir daquele ponto. Como aconteceu quando Copérnico surgiu com o modelo heliocêntrico e tivemos que desmanchar tudo o que fizemos em dois ou três mil anos de crença no modelo geocêntrico. Até hoje ainda não conseguimos limpar os cérebros de muitos humanos de toda aquela falsa mitologia religiosa principalmente para retornar estes cérebros à sua saúde e desenvolvimento sadio de acordo com o que é a realidade natural, do mundo em que existimos e temos de lutar para sobreviver e melhorar a nossa qualidade de vida.

Mas… na ultima possibilidade que o modelo universal acadêmico esteja errado, e portanto as escolas estejam encaminhando os cérebros de nossas crianças para uma equivocada visão do mundo, para que engrossem esta louca corrida que já hoje está sugerindo que podemos estar indo rumo à nossa total extinção, então é melhor que tenhamos agora um pequeno prejuízo, como uma espécie de cirurgia de autocura, para nossa salvação.  E por incrível que pareça, são pequeninos e quase não notados detalhes como esta aparente alienada questão de campos magnéticos de luas, que juntos podem serem nossa salvação, pois o simples fato de estremecer-mos as certezas da visão de mundo estabelecida é uma forma de começar a corrigi-la em seus equívocos. Pois quer queiramos ou não, e depois que vencemos a necessidade de empregar a totalidade da vida apenas na busca de alimentos, todos os comportamentos e atitudes humanas são como ondas disparadas por uma fonte central: a nossa interpretação do mundo total, a imagem pessoal que temos do mundo que domina nossos cérebros e principalmente os cérebros dos humanos que estão no poder e escolhendo os caminhos para nossa grande caravana humana.

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Textos importantes do artigo: 

– “According to the researchers, the moon once had a magnetic heart, which helped the moon produce a magnetic field stronger than Earth’s now have.”

Matrix/DNA: Sim, todos os astros quando nascem e ainda não tem seu germe nuclear coberto por camadas de fria poeira estelar, emitem forte campo magnético. Ao flutuarem vagando no espaço interestelar têm seu germe nuclear coberto por matéria cada vez mais congelada, o que diminui a intensidade externa deste campo magnético pois o abafa internamente. Este é o estado de planetas como a Terra agora. Porem, à medida que o germe cresce dentro do planeta se aproximando da cobertura superficial, o campo magnético retorna a ser emitido com maior intensidade, alcançando seu climax quando se torna pulsar e depois uma estrela.

– “Though, numerous riddles linger about the magnetic field of the moon, for example, what fueled it and when it’s finished, the researchers added.”

Tradução: ” Apesar da informação na frase anterior, pensa-se nos numerosos enigmas que ainda adiam o conhecimento se, por exemplo, o que alimentou o campo magnético e quando ele se extinguiu…”

– “The moon today does not have an inclusive magnetic field. Nonetheless, asteroids that space explorers gathered amid the Apollo missions proposed the moon once had a magnetic field billions of years back.”

Matrix/DNA: Isto foi dito e registrado à 30 anos atrás pelo que os acadêmicos e estudantes universitários chamaram de semi-macaco troglodita vindo das selvas, quando leram um artigo escrito pelo macaco no jornal “Fôlha de Londrina”.  O macaco não tinha nenhum asteroide para dele tirar sua conclusão, mas esta despontou de seus simples cálculos macáquicos desenvolvidos na sua observação da biosfera amazônica e calculando quem ou o que teria criado sua tataravó biosfera.

– “However, researchers were unsure whether the moon created a magnetic field the same way Earth does, or if the magnetic fields seen on the moon were rather generated by external powers. For example, celestial effects on the moon could have flickered super-heated plasma that produced solid, concise magnetic fields, clarifying the charged rocks the space travelers found.”

Matrix/DNA: Todos os astros são formados com um inicial latente campo magnético, mas são os poderes externos de outras estrelas ou planetas que podem deflagrar ou extinguir tais campos magnéticos.

–  “The crucial inquiry of lunar science for more than four decades, even before the Apollo missions, is to what degree is the moon an unmelted primordial body like numerous space rocks, instead of a dissolved developed body with a multilayered structure, which can have a metallic center with a magnetic field.”

Matrix/DNA: A segunda alternativa está quase correta, salvo pelo indicio de que a Lua não deve ter mais seu campo magnético, ou ainda pode estar em vias de sua extinção.

– “… a few models say the moon began off frosty and unmelted, while others propose it was made from a monster affect and foresee it ought to have been scorched.”

Matrix/DNA: A Lua começou congelada na sua superficie e incandescente no seu nucleo.

– “confirmation that the moon had a magnetic field 4.25 billion to 3.56 billion years back, no less than 1 billion years after the moon created.”

Matrix/DNA: Então o Standard Model sugere que a Lua tem a mesma idade dos planetas do sistema solar. Claro isto é devido a sua teoria da formação destes sistemas, quando todos teriam nascido de uma mesma nebulosa de poeira estelar. Este tópico é ainda um problema para o modelo da Matrix/DNA, que ainda não resolveu se este sistema estelar foi formado pelo processo da primeira geração ou pelo processo das gerações subsequentes.

– ”  Weiss said, “Earth’s magnetic field is presently 50 microteslas in potency. The early moon may have had a magnetic field that was greater, perhaps up to more than 70 microteslas.”

Matrix/DNA: Justamente isto é o que indica o modelo da Matrix/DNA, mas acrescentando que tambem a Terra teve outrora um campo magnético mais potente.

– “It stays questionable what may have fueled this shockingly exceptional lunar magnetic field. “It’s difficult to see how the moon’s magnetic field could be as tough as it appeared given how the moon has a little center,” Weiss said. “The moon’s center is perhaps 1/5 to 1/7 the radius of the moon, while the Earth’s center is possibly one-half the planetary range. This implies the surface of the moon is much far from its center than you see with Earth. Since magnetic fields fall quickly in force with distance, it’s tricky to see how the moon could have had a magnetic field that was that that tough throughout its surface.”

Matrix/DNA: “Minha Santa Erotilde dos torresmos fritos!”. Isto é tão fácil de resolver! Claro, é facil quando temos o modelo da Matrix/DNA como base. Todos os astros no céu, quando nascem, são ancestrais dos bebes humanos que nascem na Terra. E todo mundo sabe que bebes nascem pequeninos e se tornam adultos grandões. Nos bebes a distancia entre seus coraçõezinhos e sua pele superficial é menor que nos adultos a distancia entre seus “coraçãozões” (Arre! Este português me obriga a fazer cada ginastica de língua que um dia ela se dá um nó e morro sufocado!)…, e sua pele superficial. Claro! Então tanto a Lua como a Terra, nos seus tempos de infância, que eram como uma semente, tinham seu nucleo-germe altamente concentrado e rotativo, gerando intenso campo magnético, que era externalizado com potencia porque tinham ainda poucas ou menos camadas geológicas abafando essa força que têm agora. À medida que o germe se expandia, diminuia a sua densidade e com isso a força de seu campo magnético.

– “Given the extent of the moon — just around a quarter of Earth’s distance — the moon ought to have cooled hastily…” 

Matrix/DNA: Temos um problema aqui, entre nossas teorias. Pelos meus cálculos, a Lua deve ter recebido menas camadas geológicas que a Terra e estas eram ainda mais quentes que as ultimas camadas da Terra. A Lua teve estas camadas esfriadas ou mantido a temperatura mais fria inicial devido ao mesmo motivo pelo qual a superfície do nosso planeta não pega fogo pelo bombardeio solar: quando ela se esconde do Sol por estar nas costas da Terra, o que o faz na metade de seu tempo de existência, funciona como as noites terrestres que esfriam o calor aumentado durante o dia.  Então não teria havido esfriamento rápido da Lua. Mas isto é um assunto onde não vejo muita importância para se discutir.

 “Though, novel models propose that the moon’s innards may have been less gooey than suspected, and that radioactive material inside the moon could have kept it hotter. These elements may have empowered a convection-fueled lunar dynamo to last until maybe 3.5 billion or 3.4 billion years ago.”

Matrix/DNA: Justamente o que sugere nosso modelo. Enquanto o germe se torna feto o campo magnético continua, mas quando o feto morre, o campo se extingue. Isto sugere que o feto “morreu” entre 3,5 bilhões ou 3,4 bilhões de anos atras. Eu vou calcular isso direitinho porque preciso saber a data, o dia exato que o feto morreu, para estabelecer a o dia da missa em sua sagrada memória…

Comentario publicado pela Matrix/DNA no artigo:

“… the moon once had a magnetic heart, which helped the moon produce a magnetic field stronger than Earth’s now have.”

It is just what was predicted by Matrix/DNA astronomic model, 30 years ago. All astronomical bodies have stronger magnetic fields at its formation and it decreases till these bodies becoming old planets or, like moons, are aborted as died fetuses. But, accordingly to this model, the body’s nucleus is seen as a germ, not as a heart.

Though, numerous riddles linger about the magnetic field of the moon, for example, what fueled it and when it’s finished, the researchers added.”

It is the same cause that fueled the magnetic field of Earth at its infant times. These nuclei are formed with degraded mass as stellar dust from a died system plus highly energetic concentrated ironess magma coming from neighbours system or pulsars. The nucleus emits stronger magnetic field forces while the astro-baby is crossing the dust, which are aggregated upon the nucleus building the geologic layers. Which makes the decrease of that superficial force and if the astro does not fall directly into a star’s orbit and does not receive its energy, the germ dies, finishing the magnetic field.

“… if the magnetic fields seen on the moon were rather generated by external powers.”

Astronomic bodies, while at their formation, are the ancestors of vegetable seeds. Or does you think that vegetable seeds were created by magics from a divine superpower or by magics of an ex-machine-maker randomness? It is all about a unique line of evolution, from cosmological to biological. So, when we have a question about these emerging astros we can search the answer observing a vegetable seed or human embryogenesis. There is a potential magnetic field freezed at the germ, which is triggered by the energy of a star. But if instead a star, the “baby-astro” falls into a planetary orbit, the germ is waked up during the day and almost dues during the night, or when it is at the other side of the planet.

Ok, by while it is theory against theory, only time and more data will be judge about which model is less wrong.

 

De Onde a Natureza Obteve Essa Idéia de Ligar ou Desligar um Gene no DNA?! Veja a Surpreendente Explicação da Matrix/DNA

sexta-feira, novembro 7th, 2014

Genes: Qual a Origem da Expressão dos Genes? Uma Hipótese pela Matrix/DNA

Pensando no fenômeno da mudança ou reversão dos campos magnéticos da Terra e do Sol, tive esta intuição: este mecanismo que operava nos sistemas astronômicos, tornou-se no sistema DNA o mecanismo que  “liga e desliga” um gene. Quando liga, faz um gene vir à ativa, sair do estado de dormência, inércia, ou seja, o gene se expressa. O Sol a cada 11 anos muda seu campo magnético dando uma virada total, fenômeno que ainda não foi explicado cientificamente. Observando a fórmula Matrix/DNA obtenho uma explicação racional para esta mudança, pois ela tambem é bipolar e o movimento da energia vai de um polo a outro, alternadamente. Mas esta alternância me levou a perceber mais um detalhe: enquanto o fluxo de energia está num polo, digamos, o Polo Sul, o outro polo não existe de fato, apenas existe como potencia latente, ou existe em potencial. À medida que o fluxo avança e chega ao outro polo, digamos, o Polo Norte, agora é o Polo Sul que não existe, ou seja, existe apenas em potencial. Vai daí que suponho que este mecanismo evoluiu quando o building block dos sistemas astronômicos evoluiu para a forma de nucleotídeos, tornando-se a base do fenômeno da expressão dos genes.

E isto é espetacular, tendo em vista a nossa busca desesperada para eliminar doenças mortais tradicionais que parecem estarem relacionadas com a genética, que parecem ter como causas as erradas sinalizações dentro do DNA fazendo expressarem genes errados em momentos errados. Alem disso este assunto nos conduz ao avanço na busca do conhecimento e entendimento da Vida.

Tendo isto em mente, tentarei arrumar tempo para desenvolver mais esta hipótese, começando por trazer a fórmula da Matrix/DNA e a seguir “gogglando” a busca “expressão de genes” para obter todas as informações que as Ciências já coletaram.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Mas tambem temos que nos lembrar que esta figura acima é a fórmula no seu estado de building block de sistemas astronomicos, que esta fórmula tambem está sob evolução, portanto ela muda de forma, desde a mais simples a cada vez mais complexa. A sua forma mais simples é a de um vortex quantico ( que pipocavam no espaço nas origens do Universo), o qual se desfaz no meio da substancia espacial adquirindo a forma de ondas de luz, por isso vamos tambem trazer para cá a figura de uma onda de luz segundo a minha interpretação do que é uma onda de luz me baseando na fórmula da Matrix/DNA. Pois está me parecendo que a expressão dos genes ocorre porque cada trecho do DNA pulsa, ou vibra, numa frequência especifica, e energia move-se nas hastes da mesma forma que as ondas de luz. Então um gene ou grupos de genes se expressa quando a energia chega na frequência X no trecho do DNA sob a frequência X, e não se expressa quando a energia passa pelo trecho em outra diferente frequência.

Light - The Electro-Magnetic Spectrum

 

E gogglando “gene expressão”:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gene ( ler isto)

Gene expression : http://en.wikipedia.org/wiki/Gene#Gene_expression ( ler isto) 

Animais e o Campo Magnético da Terra. Mistério!

sexta-feira, janeiro 3rd, 2014

O seu vaso sanitário esta alinhado com o campo magnético da Terra para fazer frente ao Pólo Sul ou Pólo Norte?

NÃÃÃÃOOOO…!!!!?

Mas que bobo(a)! Por isso tens problemas ali! Os cachorros sabem muito bem disso e sabem explicar porque. Cientistas checos e alemães observaram 70 dogs defecando por dois anos em 1833 defecadas ou urinadas e descobriram que os cachorros fazem questão antes de se alinharem com o pólo magnético! Duas coisas me chamam atenção aqui: 1) Só podiam ser cientistas alemães…para se darem a este trabalho! 2) O que os dogs tem na cabeça que está nos faltando, alem de mais juízo?! Deve ser uma espécie de antena…

Dogs poop in line with Earth’s magnetic field, says study

http://www.rawstory.com/rs/2014/01/02/dogs-poop-in-line-with-earths-magnetic-field-says-study/

By David Ferguson
Thursday, January 2, 2014 10:49 EST

Mas esta descoberta tem suas utilidades publicas. Por exemplo, se você estiver perdido(a) em algum lugar, observe o cachorro, ao menos saberá para onde é norte/sul e não leste/oeste. Toda vez que desconfiares que estas de novo saindo do caminho, senta-te e espere o cachorro…

E esta novidade explicaria algo interessante. Tem cachorros que na hora do “poop” acham uma posição facilmente, e tem outros que parecem respeitar um ritual, ficam rodando em circulo, farejando o ar, sentindo, até escolherem a posição. De fato, eu digo por experiencia própria, na selva aprendí tudo com os animais, mas às vêzes tenho que botar os óculos para enxergar o campo magnético…

E a propósito, meu ultimo post no Facebook:

Ontem escreví um artigo que está no meu website “Animais e o Campo Magnético da Terra. Mistério!” e terminei perguntando o que será que os cachorros tem dentro da cabeça que está nos faltando, alem de mais juízo. Agora me deparo com esta foto, que me responde a pergunta: cachorros do primeiro mundo já estão praticando meditação transcendental! Mas isto é resultado de tanto as madames aqui levarem seus cachorros para o psicólogo. Chegam lá deitam o cachorro no divã e dizem: “Meu queridinho está se assustando com qualquer coisa, acho que é algum trauma de infância, doutor…” – “Não tem problema, vamos hipnotiza-lo e fazer uma regressão mental até o útero materno. Ele vai contar tudo…”

BioMagnetismo/Código Biológico Cósmico:Células Neuroniais de Pombas Codificam o Campo Magnético da Terra!

domingo, maio 6th, 2012

Campo Magnético da Terra

Campo Magnético da Terra

As linhas do campo magnético indicam não apenas qual direção é o norte, mas também dão idéia de latitude.

As informações fornecidas nesta notícia serão acrescentadas ao rol de dados que estamos colecionando para desenvolver uma das áreas de pesquisa mais intrigantes dentro da cosmovisão da Matrix/DNA: como funciona o elo evolucionário invisivel referente à dimensão “tempo” e constituido de um segmento do ciclo vital do Universo, que liga o sistema astronomico que gerou o sistema celular e o próprio sistema celular moderno. Meta: dotar o cérebro humano da capacidade de captar e controlar as fôrças e ondas invisiveis que fluem no espaço.

Pombos serão modêlos para nossos veículos do futuro com GPS guiando-os automaticamente

Pombos serão modêlos para nossos veículos do futuro com GPS guiando-os automaticamente

En síntese, quando todos pensávamos que a capacidade de navegação das aves fôsse devido a hipotéticos receptores metálicos que existiriam nos corpos das aves conectando-os ao nucleo metálico terrestre, êste experimento cientifico derrubou a teoria e encontrou que os receptores existem dentro de células neuroniais e leucócitos, os glóbulos brancos, na corrente sanguínea, as quais certamente não possuem metais. Isto leva nossa intuição baseada na fórmula da Matrix/DNA a pensar que tal conexão se dá a um nivel mais profundo dentro da Natureza, ao nível do software que subjaz os hardwares.  Seria a cópia do software Matrix dentro da célula que estaria conectada à cópia do mesmo software do sistema astronomico, ou mesmo, do sistema terrestre apenas?

Os dados colhidos para esta pesquisa que estão em artigos espalhados nêste website vão desde o fenômeno do “quorum sensing”, ao relógio astronomico e biológico, ao fenômeno da desova dos corais nos diferentes oceanos ao mesmo tempo. Cremos que no final. quando tudo isto estiver plenamente conhecido, vamos fazer o cérebro humano controlar tôdas as fôrças e ondas eletro-magnéticas que fluem no espaço, substituindo telefones celulares, radares, televisores, etc. E o mais importante: começar a construir as pontes que deverão ligar cada porção da auto-consciência surgida nêste planeta que hoje se encontram isoladas e solitárias dentro da cabeça de cada ser humano. Se os modêlos da Matrix/DNA estiverem ao menos um pouco mais próximo da Verdade, quando êles sugerem que nêste Universo ocorre um processo de reprodução genética e portanto êle está tunelado para a meta final de gerar um ser auto-consciente ex-machine, nossa intenção aqui será amigável ao Universo e portanto êle deverá conspirar por nós.

O ideal seria todo ser humano envolvido, se informando, participando nesta pesquisa. Cada ser humano ser uma espécie de antena ligada tentando captar e informando uma central da qual êle é sócio soberano, de cada detalhe que possa colaborar para a massa de dados. Como seres mentais estamos algemados, de olhos vendados e prisioneiros dentro das selas escuras e separadas que são as caixas ósseas cranianas, e pior, estamos como embriões ou recem-nascidas auto-conciências na fase do ciclo evolucionario em que os ovos são botados fora e os filhotes abandonados à própria sorte, sujeitos a predadores e tragédias enviromentais. Temos que nos unir-mos para superar-mos esta absurda condição desinteligente de existência para deixar-mos de herança aos jovens e  nossas gerações futuras uma vida melhor do que a que tivemos.

Devido à minha impossibilidade de ter acesso ao “full article” dêste paper (cujo “abstract”) copiei abaixo, estou me baseando nesta noticia mais detalhada em:

BBC NEWS – Science & Environment

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-17855194

‘GPS brain cells’ seen in pigeons

By Jason Palmer – 27 April 2012

Façamos uma primeira análise de textos do artigo:

These new “GPS neurons” seem to show how magnetic information is represented in birds’ brains. However, the study reported by Science leaves open the question of how they actually sense the magnetic field.

Como um sistema biológico “sente” a força do campo magnético do corpo do planeta?! Assim como nós sentimos na pele a força dos ventos, e podemos entender suas direções, intensidades, etc.? Porque nós humanos, como seres biológicos não temos a mesma capacidade de percepção? Onde a evolução perdeu esta conquista ou onde e porque os genes relacionados a esta capacidade deixaram de se expressarem? Como seres bioógicos que somos e gerados por e nêste planeta, porque está secando, sendo cortado, o cordão umbilical que nos liga ao corpo da Mãe Terra?

A evolução se dá por ondas concêntricas como as que se formam desde o ponto que uma pedra atinge as águas de um lago – sugerem os modêlos da Matrix/DNA. Então cada onda se projeta com tudo que ela tem e é na onda seguinte. Disso inferimos que o sistema astronomico e depois o sistema terrestre, se projetou com tudo o que tem e é, no sistema celular. De maneira que cada parte especifica do sistema celular mantem um fio de vinculo possibilitado pelo circuito do ciclo vital com sua ancestral parte no sistema astronomico. Que parte ou estrutura conjuntural ocupa o fenômeno dos “campos magnéticos” dentro da fórmula Universal dos sistemas naturais? Como essa estrutura está representada dentro do sistema celular, qual a substancia ou molécula ou proteína, representa êste fenômeno? Ou ainda: considerando como a totalidade do cérebro é mais uma cópia da fórmula universal, seria êste recptor biológico formado de unidades dentro das células ou seria um unico receptor do sistema cerebral?

Estamos vendo que isto não será nada fácil, temos muito trabalho à frente. Precisamos de mais dados, dados e dados! Mais peças para montar o quebra-cabeças.

David Dickman of the Baylor College of Medicine in the US set up an experiment in which pigeons were held in place, while the magnetic field around them was varied in its strength and direction.Prof Dickman and his colleague Le-Qing Wu believed that the 53 neurons were candidates for sensors, so they measured the electrical signals from each one as the field was changed.

Traduzindo, o que o grande David fêz foi prender o pombo num lugar tendo aparelhos pr6esos ao cérebro do pombo  e usar magnetos em quantidade ou intensidade que podiam ser variadas, inclusive variando as direções dos campos, e observar a variação dos signais elétricos dentro dos neuronios dos pombos! Genial! A que ponto estamos chegando!

Mas magnetismo ainda é uma fôrça ou um campo que não entendo sua substancia. O que deduzo aqui é que existe uma conexão, uma ponte que pode ser atravessada ou manifestada, entre o magnetismo do planeta e o magnetismo da célula – e para isso precisamos aceitar que a célula tambem produz ou contem um campo magnético. Ou, como vimos acima, exista um campo magnético contido ou produzido pelo cérebro como totalidade.

A possibilidade de que o hipotético fenômeno magnético exista no cérebro como totalidade e não em cada célula individual, ou ainda, de que o magnetismo de cada célula individual seria tão fraco e microscópico que não poderia haver conexão sensível com o magnetismo do planeta, nos ajudaria a entender porque apenas 53 neuronios respondem aos estimulos magnéticos: sendo a Terra apenas uma parte de um sistema astronomico, apenas uma Função da fórmula da Matrix, esta parte estaria representada no sistema celular por apenas uma de suas partes e não pela totalidade do sistema celular. Dá para entender? Teríamos agora que agarrar com unhas e dentes êstes 53 neuronios, tentar ver o que formam, talvez uma figura, um diagrama, sonhando com a possibilidade que possamos identificar essa figura na fórmula da Matrix, e assim saber onde a Terra está dentro do sistema celular. Seria possível aos cientistas mapearem geograficamente êstes neuronios? Talvez já tenham feito isso? Alguem poderia perguntar isso a êles?

Every neuron had its own characteristic response to the magnetic field, with each giving a sort of 3-D compass reading along the familiar north-south directions as well as pointing directly upward or downward.

Na nossa mesma linha de raciocinio anterior, dá para entender porque cada neurônio tem sua resposta especifica diferente das respostas dos doutros 52 neuronios: no conjunto êles formam uma parte de um sistema, cada parte executa uma diferente função sistêmica. Interessante notar aqui a nós da lingua portuguesa que a palavra “compass”em inglês não é o nosso “compasso” e sim a bússola.

And just like a compass, the neurons had opposite responses to different field “polarity” – the magnetic north and south of a field, which surprised the researchers most of all

Nenhuma surprêsa aqui para nós da Matrix/DNA, apenas mais uma evidência reforçando nossa teoria. O astro é um hardware montado em cima de um software. O cérebro tambem. Cada célula tambem. Se dois ou mais softwares estão superpostos, a mudança devido uma rotação num dêles distorce as linhas de conexões entre suas partes. A tendência natural será o software desencaixado voltar a se encaixar. Como a agulha da bussola sempre tende a voltar e apontar para o norte, o qual, é apenas um conceito abstrato criado por nós para facilitar nosso imaginário. Isto pode acontecer automaticamente como imposição do sistema maior aos sistemas menores contidos nêle, mesmo contra a utonomia ou vontade do pombo.

“That’s one of the beautiful aspects of what we’ve identified, because it shows how single brain cells can record multiple properties or complex qualities in a simple way.”

Sim, esta a beleza que nos tem maravilhado na fórmula da Matrix/DNA. Ela é de uma simplicidade desconcertante, temos vergonha em apresenta-la como a obra de uma extraordinária engenharia oculta nas profundezas dos mistérios da Natureza, mas á medida que a vamos observando mais e mais não terminam os detalhes surpreendentes que vamos descobrindo nas suas simples entrelinhas. São realmente multiplas complexidades resumidas em simples caminhos! Grande em inteligência é a consciência cósmica… se ela de fato existe… como sugerida pela Matrix.

Several hypotheses hold that birds’ magnetic navigation arises in cells that contain tiny chunks of metal in their noses or beaks, or possibly in an inner ear organ.

Esta hipótese era perfeitamente racional, considerando-se que o que produz o campo magnético planetario são os metais inseridos em seu corpo.

However, the most widely held among them was thrown into question recently when researchers found that purported compass cells in pigeon beaks were in fact a type of white blood cell.

Isto foi surpreendente! Recapitulemos a definição do que é “globilos brancos”, ou ainda denominados “leucócitos”, pedindo ajuda à grande Wikipedia;

Surprêsa! Pela primeira vez noto que um ítem em português na Wikipedia está melhor que o mesmo ítem em inglês! Passem a mostarda para o cachorro quente do autor português que fêz isso e paguemos-lhe mais uma cerveja… Grande!

Leucócitos

Os leucócitos [De leuc(o)-, branco + -cito, célula; f.hist. 1873 leucocyto], também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sanguelinfaórgãos linfóides e vários tecidos conjuntivos. As citadas células tronco também dão origem aos chamados glóbulos vermelhos (hemácias) e às plaquetas (trombócitos), que junto com os leucócitos integram os chamados elementos figurados do sangue. Um adulto normal possui entre 3.800 e 9.800 mil leucócitos por microlitro (milímetro cúbico) de sangue.

Os leucócitos (ou glóbulos brancos) fazem parte do sistema imunitário do organismo. Têm por função o combate e a eliminação de microorganismos e estruturas químicas estranhas ao organismo por meio de sua captura ou da produção de anticorpos, sejam eles patogênicos ou não. Os leucócitos compreendem um grande grupo de células que apresentam-se em uma grande variedade de formas, tamanhos, número, e funções específicas. São células que não pertencem intrinsecamente ao tecido sanguíneo, utilizando-o apenas como meio de transporte. Suas origens, funções e morte dão-se em outros tecidos. Têm a capacidade de atravessar as paredes dos capilares (diapedese), passando a se deslocar nos tecidos conjuntivos mediante a emissão de pseudópodes. Alguns são abundantes na linfa e no sistema linfático. Por isso, o aumento de tamanho de gânglios, principalmente aqueles localizados logo abaixo da pele, revela a existência da uma infecção em ação, em alguma parte do corpo.

Não são como as células normais do corpo. Na verdade em maioria agem como se fossem organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria. As células comportam-se, de certo modo, como amebas em seus movimentos e são capazes de absorver outras célulasbactérias. Algumas delas podem se dividir e se reproduzir por conta própria, mas são produzidas em maioria a partir de células da medula óssea. Sua diferenciação pode ocorrer tanto na própria medula quanto em órgãos específicos como o timo (linfócitos T), ou em estruturas localizadas nas paredes dointestinoapêndiceamígdalas, cujas naturezas remontam à bursa (linfócitos B). [1] Em média um indivíduo produz aproximadamente 100 milhões de leucócitos por dia.

Leucócitos ou Glóbulos Brancos que captam o Campo Magnético da Terra

Leucócitos ou Glóbulos Brancos que captam o Campo Magnético da Terra

Além dos leucócitos, de forma irregular, são visíveis os glóbulos vermelhos e asplaquetas, no formato de pequenos discos.

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Bem… quanto mais nos afundamos nas brumas nevoentas da Natureza mais percebemos que ainda quase nada sabemos e que a coisa é muito mais complexa do que imaginamos. Imagine nosso corpo composto por “organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria e correndo dentro do nosso sangue!”

Mas êstes “bichos” salvam nossas vidas, são êles que empunham armas e não rejeitam batalhas para nos defender! Quem são êles?! De onde vieram? Porque agem assim? Qual a causa de seu amor doentio por nós?! I love you, de todo coração!

Vou na fórmula da Matrix no seu estado evolutivo astronomico buscando sua presença ali para tentar entender suas origens aqui, e nada vejo, apenas a sensação que parece ser algo relacionado à inteira identidade do sistema. Tenho a incômoda sensação que representam algo ruim, o aspecto de extremo egoísmo da Matrix, o braço armado dêsse egoísmo para sua auto-defeza. Mas isto –  “entender significados existenciais” –  é o mais importante. Estaria aí o principio gerador do gôsto pela violência e pelas batalhas dos leucócitos?

As fôrças emanadas pelo sistema como identidade superior à soma das identidades das partes são fôrças ainda para nós invisiveis, imperceptiveis, que temos de conhecer e controlar. São fôrças tão invisveis como as que constituem os campos magnéticos. Mas como sempre, elas podem construir corpos materiais para usarem como sua ferramentas no meio material mais denso. Basta para isso penetrarem átomos e conecta-los segundo seus modêlos. Agora nos parece que não apenas conectam átomos, mas sistemas complexos como o celular. Daí… os leucócitos! E se a Terra, como sistema, estiver produzindo estas ferramentas para se defender contra nós, humanos? Quais seriam estas ferramentas? O vírus da Aids? Seriam destas ferramentas sôltas e independentes no nosso ambiente externo que entraram em nossa corrente sanguinea como micro-organismos? A fórmula da Matrix terá que nos ensinar isso.

Another theory suggests that a magnetic sense may come about in receptors in birds’ eyes. When exposed to light, the theory says, molecules called cryptochromes undergo a fleeting change in their atomic makeup whose length depends on their alignment with a field.

Isto tambem faz sentido considerando-se a tese da Matrix que a luz possui o código para os ciclos vitais. E a luz está muito próxima do magnetismo. Mas aqui a coisa torna-se demasiada complexa, deixemos isso para quando tiver-mos mais tempo.

( Sinto muito mas o dever lá fora me chama e tenho que interromper isto… mas voltaremos ao tema. Se Deus quiser? I don’t know… eu só sei que não sei…)

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New York Times:

Study Sheds Light on How Birds Navigate by Magnetic Field

http://www.nytimes.com/2012/04/27/science/study-sheds-light-on-how-pigeons-navigate-by-magnetic-field.html?_r=1&src=me&ref=general

By  – Published: April 26, 201

Navigating by magnetism includes several steps. Birds have to have a way to detect a magnetic field, and some part of the brain has to register that information; it seems likely that another part of the brain then compares the incoming information to a stored map.

Mapa memorizado?! Justamente o que seria lógico existir se os sistemas biológicos forem uma faixa etária um grau mais idosa que a faixa etária de seu ancestral. Mas qual seria o ancestral dos sistemas biológicos? Quem… senão LUCA? O astronomico LUCA.

They did not work on the third step, but Dr. Dickman said a good candidate for the location of that map was the hippocampus, the brain region involved in memory of locations in both birds and humans.

O cérebro é em si um exemplar do sistema natural universal. Portanto êle deve ter sido montado em cima da fórmula da Matrix. Precisamos ainda estudar a completa anatomia do cérebro e ver qual função sistêmica está executando cada um de seus elementos, como as glandulas. Por ter passado por varias fases evolutivas, vindo de muitas espécies vivas ancestrais, o cérebro inicial que tinha a forma da Matrix engrandece e projeta-se maior, conservando a mesma forma estrutural, o que dificulta essa nossa identificação das partes. Pelo formato do hipocampo, que é semelhante ao formato do circuito esférico total da Matrix, suspeitamos que êle representa o canal onde correm tôdas as informações. Isto estaria de acôrdo com o que se tem descoberto, de que o hipocampo é o centro da memória, onde estão registradas todas as informações. Mas a semelhança da forma do hipocampo com o circuito esférico da Matrix são ainda semelhantes à figura geral do campo magnético do planeta. Não sei o que isso quer dizer, mas ficaria assim perfeitamente compreensível se for comprovado que o hipocampo contem estocado um mapa do campo magnético planetário.

Clique na figura abaixo para ver a animação:

Hippocampus:

Hippocampus Animation

Hippocampus Animation

Comentário no artigo do NYT:

  • Christina Forbes
  • Alexandria VA


Bees also use the Earth’s magnetic field to navigate and have other means of finding their way from and back to their hives or nests, over distances up to at least 3 miles. As we now know, a large majority of genes perform similar functions in very different species. We continue to learn massive amounts about human neurology from the fruit fly.

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Paper apresentado em:

Science (AAAS)

http://www.sciencemag.org/content/early/2012/04/25/science.1216567

Neural Correlates of a Magnetic Sense

  1. Le-Qing Wu,
  2. J. David Dickman*

ABSTRACT

Many animals rely on the Earth’s magnetic field for spatial orientation and navigation. However, how the brain receives and interprets magnetic field information is unknown. Support for the existence of magnetic receptors in the vertebrate retina, beak, nose, and inner ear has been proposed and immediate gene expression markers have identified several brain regions activated by magnetic stimulation, but the central neural mechanisms underlying magnetoreception remain unknown. Here, we describe neuronal responses in the pigeon’s brainstem that show how single cells encode magnetic field direction, intensity, and polarity—qualities that are necessary to derive an internal model representing directional heading and geosurface location. Our findings demonstrate a neural substrate for a vertebrate magnetic sense

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Pesquisa:

1)A New Perspective on Magnetic Field Sensing

Paper informando como se encontra a atual tecnologia sôbre campos magnéticos, vários tipos de

“magnetic field sensing sensors” sendo o mais potente o SQUID:  Superconducting Quantum Interference Device

http://www51.honeywell.com/aero/common/documents/myaerospacecatalog-documents/Defense_Brochures-documents/Magnetic__Literature_Technical_Article-documents/A_New_Perspective_on_Magnetic_Field_Sensing.pdf

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2)Cryptochrome and Magnetic Sensing

http://www.ks.uiuc.edu/Research/cryptochrome/

Paper sugerindo que a conexão entre bird e magnetic field poderia se dar através de um hipotético “radical pair” de electrons, entangled, sendo um eletron na retina dos olhos do bird e outro no campo magnético.

The question remains as to where, physically, this radical pair reaction would take place. It has been suggested that the radical pair reaction linked to the avian compass arises in the protein cryptochrome. Cryptochrome is a signaling protein found in a wide variety of plants and animals,

3)Cryptochromes:

Cryptochromes (from the Greek κρυπτό χρώμα, hidden colour) are a class of blue light-sensitive flavoproteins found in plants and animals. Cryptochromes are involved in the circadian rhythms of plants and animals, and in the sensing of magnetic fields in a number of species. The name Cryptochrome was proposed as a pun combining the cryptic nature of the photoreceptor, and thecryptogamic organisms on which many blue light studies were carried out. [2]

The two genes Cry1 and Cry2 code for the two cryptochrome proteins CRY1 and CRY2.[3] In insects and plants, CRY1 regulates the circadian clock in a light-dependent fashion, whereas inmammals, CRY1 and CRY2 act as light-independent inhibitors of CLOCKBMAL1 components of the circadian clock.[4] In plants, blue light photoreception can be used to cue developmental signals.

4) FAD = flavin adenine dinucleotide

Wikipedia:

http://en.wikipedia.org/wiki/FAD

Molécula semelhante a nucleotideo, lembrando que a Matrix astronomica se insere na quimica biológica através dos nucleotideos.

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5)  C ircadian rhythm

A circadian rhythm is any biological process which displays an endogenousentrainable oscillation of about 24 hours. These rhythms are driven by (or composed of) acircadian clock, and rhythms have been widely observed in plantsanimalsfungi and cyanobacteria. The term circadian comes from the Latin circa, meaning “around” (or “approximately”), and diem or dies, meaning “day”. The formal study of biological temporal rhythms, such as daily, tidal, weekly, seasonal, and annual rhythms, is called chronobiology. Although circadian rhythms are endogenous (“built-in”, self-sustained), they are adjusted (entrained) to the local environment by external cues called zeitgebers, commonly the most important of which is daylight.

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6) Zeitgeber

(from German for “time giver,” or “synchronizer”) is any exogenous (external) cue that synchronizes an organism’s endogenous time-keeping system (internal clock) to the earth’s 24-hour light/dark cycle. The strongest zeitgeber, for both plants and animals, is light. Non-photic zeitgebers include temperature, social interactions, pharmacological manipulation, exercise, and eating/drinking patterns. To maintain clock-environment synchrony, zeitgebers induce changes in the concentrations of the molecular components of the clock to levels consistent with the appropriate stage in the 24-hour cycle, a process termed entrainment

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7) Chronobiology

Chronobiology is a field of biology that examines periodic (cyclic) phenomena in living organisms and their adaptation to solar– and lunar-related rhythms.[1] These cycles are known asbiological rhythms. Chronobiology comes from the ancient Greek χρόνος (chrónos, meaning “time”), and biology, which pertains to the study, or science, of life. The related termschronomics and chronome have been used in some cases to describe either the molecular mechanisms involved in chronobiological phenomena or the more quantitative aspects of chronobiology, particularly where comparison of cycles between organisms is required.

Chronobiological studies include but are not limited to comparative anatomyphysiologygeneticsmolecular biology and behavior of organisms within biological rhythms mechanics.[1]Other aspects include development, reproduction, ecology and evolution

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8) Adaptação do relógio biológico:

Tema que reforça nosssa idéoa de que a conexão entre o campo magnético da Terra e sistemas biológicos ocorre a nivel automatico diretamente no nucleotideo que é o principal representante do ancestral astronomico no nivel biológico.

O estudo dos acontecimentos fisiológicos é fundamental para o entendimento da adaptividade do organismo no meio em que está inserido. Em grande parte dos animais e vegetais, ocorrem fenômenos periódicos e cíclicos com o decorrer do tempo.

Esses ritmos muitas vezes estão associados as condições vividas fisicamente. Um bom exemplo é o ciclo luz/escuro que funciona como a principal pista ambiental de passagem de tempo ou zeitgeber (do alemão, doador de tempo) para a maioria dos organismos. Os ritmos que se repetem a cada 24 horas, aproximadamente, são denominados de ritmos circadianos. Outros ritmos existem com frequências diferentes de 24 horas, por exemplo, os ritmos ultradianos (vários ciclos ocorrem a cada 24 h) e infradianos (um ciclo se completa a cada 28 horas ou mais). Exemplos do primeiro são os ritmos de batimentos cardíacos ou de respiração, que completam vários ciclos dentro de 24 horas. Exemplos de ritmos infradianos são o ciclo menstrual em mulheres (a cada 28 dias) e ciclos estrais em roedores (a cada 3 ou 4 dias em ratos, por exemplo).

O interessante é observar que em indíviduos cegos, ou em condições de laboratório, onde não existem pistas temporais, esses ritmos biológicos permanecem continuam se expressando, o que demonstra a natureza endógena de tais oscilações.

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9) Giving Personal Magnetism a Whole New Meaning

T i n y  m a g n e t s   f o u n d   in Human Brain!!
May Cause Cancer!! T h a t  may sound like a head-line from the checkout counter of vour local
supermarket, but in fact it’s not as far-fetched as  i t   seems. Earlier  t h i s   week  C a l t e c h geobiologist Joseph Kirschvink and his col-
leagues Atsuko  Kobayashi-Kirschvink and Barbara Woodford announced they had found
crystals of the mineral magnetite in human brain tissue. Their results are in press, not in
the National Enquirer, but in the Proceedings of  the National Academy of  Sciences.

T i n y  m a g n e t s   f o u n d   in Human Brain!! May Cause Cancer!! T h a t  may sound like a head- line from the checkout counter of vour local supermarket, but in fact it’s not as far-fetched as  i t   seems. Earlier  t h i s   week  C a l t e c h  geobiologist Joseph Kirschvink and his col- leagues Atsuko  Kobayashi-Kirschvink and Barbara Woodford announced they had found crystals of the mineral magnetite in human brain tissue. Their results are in press, not in the National Enquirer, but in the Proceedings of  the National Academy of  Sciences.

10) Perinatal photoperiod imprints the circadian clock

http://www.nature.com/neuro/journal/v14/n1/full/nn.2699.html

Nature Neuroscience
14,
25–27
(2011)
doi:10.1038/nn.2699
Received
24 August 2010
Accepted
21 October 2010
Published online
05 December 2010
Photoperiod:
clock neurons:

xxx


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Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

c) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Biológico Cosmológico – Biochronicity – Projetos

d) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Humans can sense the Earth’s magnetic field

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Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal

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terça-feira, setembro 6th, 2011

Temas a pesquisar:
a) fotopigmentos, criptocromos = estão relacionados com a LUZ

Como os animais navegam pelo campo magnético da Terra

Como os animais navegam pelo campo magnético da Terra

Alguns pesquisadores acreditam que certos animais usam bússolas internas próprias para se localizar nas migrações e grandes deslocamentos. Mas, para algumas pessoas, isso é pura fantasia. Agora, há boas evidências de que muitas espécies – incluindo pombos, tartarugas, galinhas, ratos, e possivelmente o gado – podem detectar o campo geomagnético da Terra, às vezes com uma precisão surpreendente.

As jovens tartarugas-cabeçudas, por exemplo, lêem o campo magnético da Terra para ajustar a direção em que nadam. Com a ajuda do sensor magnético, elas ficam sempre em águas quentes durante a primeira migração ao redor da borda do Atlântico Norte.

Com o tempo, elas parecem construir um mapa magnético mais detalhado, aprendendo a reconhecer as variações na intensidade e direção das linhas de campo, que são posicionadas mais acentuadamente em direção aos pólos e mais planamente no equador magnético.

O que não se sabe, entretanto, é como elas sentem o magnetismo. Parte do problema é que os campos magnéticos podem atravessar os tecidos biológicos sem os alterar, de modo que os sensores poderiam, teoricamente, estar localizados em qualquer parte do corpo. Além disso, a detecção poderia não precisar de uma estrutura especializada para isso, mas acontecer a partir de uma série de reações químicas.

Mesmo assim, muitos pesquisadores acreditam que os receptores magnéticos existem na cabeça das tartarugas e de outros animais. Eles poderiam ser baseados em cristais de magnetita, que se alinham com o campo magnético da Terra. Esse mineral já foi encontrado em algumas bactérias e em peixes como o salmão e a truta-arco-íris – que também parecem controlar o campo magnético da Terra à medida que migram.

Mas como uma tartaruga sabe o caminho correto em uma viagem de 14 mil quilômetros pelo oceano a partir dessa hipótese? Alguns pesquisadores apostam que a cabeça do animal seria puxada para o lado correto. Imagine que você está nadando, e quando você vai para o leste, a sua cabeça é puxada para o oeste – é mais ou menos essa a sensação que sentiriam as tartarugas.

Essa é uma das possibilidades. A outra é que pode haver fotopigmentos nos olhos dos animais, conhecidos como criptocromos, que detectam o campo magnético quimicamente e fornecem “dicas visuais” que podem ser usadas como uma espécie de bússola. Se for assim, o animal poderia ver o campo magnético através de padrões de mudanças, como um conjunto de luzes ou cores que se alteram dependendo da direção.

Há algumas evidências de que este pode ser o caso, pelo menos em alguns tipos de animais. Os criptocromos são encontrados na retina de aves migratórias e parecem ser ativados quando as aves estão voando e usando o campo magnético. Além disso, as células contendo criptocromo se conectam com uma região do cérebro que, quando removida, impede a habilidade da ave navegar pelo campo magnético.

Até descobrirmos como esses animais detectam o campo, infelizmente não chegaremos nem perto de saber o que eles vêem e sentem. Mas há um fio de esperança em chegarmos a uma conclusão, com a recente descoberta de que moscas de fruta e peixes-zebra podem detectar campos magnéticos.

Seus cérebros menores e menos complexos tornarão os estudos mais simples do que os que são feitos com as tartarugas selvagens e pombos. Quem sabe, em breve, descobriremos que espécie de bússola ou mapa está presente (e bem escondida) no corpo dos animais.