Archive for the ‘Teorias Existentes Atuais’ Category

Video do campo Magnetico: Torus, Animais do Zodiaco,etc. Interessante.

quinta-feira, abril 13th, 2017

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Santos Bonacci me chamou atencao na Internet por uma frase: “todos os simbolos e nomes de todas as religioes se resume a uma unica fonte.” Aqui na Matrix/DNA tenho dito isto, desde que nativos do Amazonas em estado mental alterado pelas suas bebidas alucinogenas descreveram quadros visionarios iguais muito semelhantes as figuras de chacras e outras das religioes orientais fundadas a milhares de anos e na Asia. Tambem a descoberta de que o modelo de galaxia original que propaga seus fotons-sementes de vida biologica pode ser perfeitamente descrito com os simbolos e nomes usados em Genesis na Biblia, que esse modelo tem o formato de um par lateral de nucleotideos – a unidade de informacao do DNA –  e que novamente, coincide com a figura dos chacras, eu nao poderia ter outra conclusao senao a de que, o criador da vida aqui, que foi este Sistema astronomico nesse modelo, esta’ registrado na memoria do DNA, portanto no centro dos neuronios, e estados alterados da mente pode ver flashes desse modelo, gerando dai a fabula do Paraiso em Genesis, a aura dos orientais, o simbolo do I Ching, etc. Alguem ou alguns tiveram estas visoes, mas como nada sabiam de galaxias e DNA, e como a visao revela uma historia em movimento, interpretaram os flashes de maneira fantasiosa, criando deuses, misticas, a partir de coisas reais, palpaveis, porem de aparencia fantasmagorica e supernatural.

Entao precisei pesquisar o autor da frase e descobri que ele tem um website com uma teoria ou diferente visao de mundo. Ele a meu ver deturpa seus estudos centrados na cultura da antiguidade e se apega muito a elocubracoes com nomes e letras, o que desvirtua seu trabalho. Porem ele mostrou um video com algo que nunca ninguem fez: usando magnetos e a supercelula, mostra as formas reais do campo e linhas magneticas, manchas do polo sul e norte, bem semelhantes a figura de Torus, e por isso registro o video aqui para retornar. Um aspect interessante que preciso pesquisar e’ sua crenca que as diferentes figuras formadas pelos campos magneticos sao figuras dos 12 animais simbolos do Zodiaco…

A teoria do Santos chama-se The Universal Truth, no link,

http://universaltruthschool.com/syncretism/about-syncretism/

E o video:

https://www.youtube.com/watch?v=PMxTDla90TE

Teoria do Principio Antrópico e Diferença da Teoria da MatrixDNA

domingo, março 5th, 2017

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Sugestão da MatrixDNA Theory

Racionalmente pensando, o Universo apenas pode gerar arquiteturas naturais aplicando o mesmo método pelo qual ele foi gerado. Por isso corpos humanos apenas podem gerar humanos e não girafas ou automóveis, e pelo mesmo método que eles foram gerados. O Universo não pode criar novas informações do nada, por magica, para inventar métodos que ele não tem informações para.
Acontece que Universo é apenas um aglomerado de galaxias, que evoluiu desde o Big Bang a este topo evolucionário e nada indica que exista algo mais complexo que galaxias. A evolução no sentido cosmológico parou nas galaxias, o universo agora apenas cresce em tamanho. Não é um sistema funcional e sim uma massa de sistemas. Isto é igual, na geração de corpos humanos, quando o corpo feminino produz a placenta, o amnion. Então o Universo estava tunelado para se tornar a infraestrutura placentária. E assim como na geração humana o que produz um sistema funcional dentro da planeta é um código genético – o DNA – assim também no Big Bang deve ter emergido um código para produzir um sistema interno. Na cosmovisão da Matrix/DNA Theory este código foi localizado na onda total de luz que se forma pela radiação no espectro eletromagnético. A forma como essa onda de luz surge e se propaga no tempo/espaço é pelo mesmo processo que produz os ciclos vitais dos corpos humanos, e separando-se as faixas de frequência/vibração dessa onda, aplicando-a sobre a dark matter surge um sistema atômico, e como um código ou formula ela conduz este sistema a evoluir para as formas de sistema estelar, galáctico, celular, humanos. Temos encontrado esta formula na infraestrutura de todos os sistemas naturais, inclusive na unidade fundamental de informação do DNA.
Não o Universo não foi programado para criar a vida nem humanos, estes são apenas resultados do processo de reprodução num estilo genético/computacional quântico do sistema desconhecido que produziu o universo. Mas, lembre-se, isto também é ainda apenas uma teoria, tal como é a do principio antrópico.
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Como funciona o princípio antrópico

princípio antrópico

Tudo leva a crer que a existência de vida na Terra decorra de uma enorme e complexa coincidência de múltiplos fatores. Mas há cientistas que pensam diferente. Para uma parte deles não foi o acaso que fez isso acontecer. Esses cientistas têm procurado provar que o propósito de existência do Universo e de todas as leis que o governam é justamente possibilitar o surgimento de vida inteligente no nosso planeta. Assim, do Big-Bang ao emaranhamento quântico, tudo conspira intencionalmente para um único fim: a existência do ser humano, o nome dessa controversa ideia, que coloca o homem não só como centro mas também como a razão de ser do Universo, é princípio antrópico.

Assim o Universo seria do jeito que é não por acaso, mas sim pela simples razão de que ele se desenvolveu sob medida para permitir o florescimento da vida humana. Essa visão quase divina da existência e do significado do Universo, levada adiante por importantes cientistas, é inspirada por várias “coincidências” que possibilitam a existência da vida, como a massa dos elétrons, a força da gravidade, as propriedades especiais dos átomos de Carbono. Qualquer pequena alteração nesses elementos – como a variação de apenas 1% na força da gravidade – eliminaria a possibilidade do surgimento de seres vivos. Por conta disso, os cientistas têm estudado, desde a segunda metade do século 20, a possibilidade de haver uma ligação direta entre a existência de vida inteligente sobre a face da Terra e a origem do Universo.

O princípio antrópico prevê também que o nosso Universo é apenas um dos vários que existiriam num “multiverso”. Apesar de parecer ficção científica, a ideia de múltiplos Universos, sendo que alguns deles seriam adequados à vida, vem da teoria da inflação caótica desenvolvida pelo cosmólogo russo Andrei Linde, da Universidade de Stanford (EUA), nos anos 1980. Assim, existiria um “Universo” bem maior do que o nosso, que seria apenas uma parte desse multiverso. Infinito em extensão, o multiverso conteria cada forma possível de “Universos”, alguns similares ao nosso, outros com leis físicas distintas e, segundo o princípio antrópico, elas seriam incompatíveis com a existência de vida.

Mas foi na década anterior ao surgimento da teoria de Linde que o astrofísico Brandon Carter, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), criou o termo “princípio antrópico”, para expressar que as propriedades do Universo são do jeito que são para possibilitar a existência da vida humana.

Princípio antrópico: um Universo feito sob medida para o homem

© istockphoto.com / Pleio – Segundo o princípio antrópico, o Universo foi feito sob medida para possibilitar a existência de vida inteligente na Terra

A ideia de que o Universo foi feito sob medida para possibilitar a existência do ser humano remonta à fundação da ciência ocidental. No século 17, cientistas britânicos como Isaac Newton e Robert Boyle acreditavam nisso. Mas no começo do século 20 essa ideia tinha pouca credibilidade e soava mais como um pensamento esotérico do que como ciência. Apesar disso alguns cientistas, como o naturalista Alfred Russel Wallace, continuavam a arriscar suas reputações ao declararem que o Universo é do jeito que é para produzir um mundo que permitisse o desenvolvimento da vida até o surgimento do ser humano.

Esse antropocentrismo exacerbado recebeu um golpe quase fatal com a teoria da relatividade de Albert Einstein. Associada às descobertas que os astrônomos tinham feito sobre a natureza do Universo nas primeiras décadas do século 20, a teoria de Einstein mostrava que a compreensão do Universo só seria possível a partir das complexas equações da relatividade geral, o que colocava o ser humano como um mero figurante nessa história toda e não como o ator principal.

Mas algumas coincidências existentes no Universo continuaram a intrigar vários cientistas. Uma delas mostrava que a proporção entre o tamanho do Universo visível e um elétron é igual à proporção com que a intensidade da força eletrostática entre os elétrons e os prótons excede a força gravitacional entre eles. Enquanto para alguns isso tratava-se de uma incrível coincidência, para outros sinalizava que existia alguma conexão ente a Física aplicada ao Universo e a das partículas subatômicas.

Um dos cientistas que deu atenção a esse fato foi o físico britânico Paul Dirac, ganhador do Prêmio Nobel. Para ele essa relação refletia uma lei fundamental da Física, o que levava a uma previsão assustadora. Se a relação entre essas duas proporções deve ser sempre a mesma, como o cosmo está em expansão e seu tamanho está aumentando, essa proporção só permaneceria igual se a força da gravidade estivesse enfraquecendo com o passar do tempo na mesma taxa com que o Universo se expande.

Nos anos 1950, o astrofísico Fred Hoyle, colega de Dirac na Universidade de Cambridge e um dos mais brilhantes cientistas do século 20, descobriu uma outra incrível coincidência que relacionava diretamente as propriedades do Universo com a existência de vida na Terra. Hoyle investigava a origem dos elementos químicos quando recorreu a uma inesperada solução.

Segundo a pesquisa de Hoyle, os mais simples e comuns elementos químicos, o Hélio e o Hidrogênio, parecem ter sido criados com o calor provocado pelo Big-Bang, o processo que supostamente deu origem ao Universo. Reações nucleares no interior das estrelas poderiam ser a resposta para a formação dos demais elementos, principalmente o Carbono, essencial para a existência de vida. Mas para isso acontecer o Carbono deveria apresentar uma ressonância que Hoyle não conseguia encontrar.

Para superar o impasse, ele recorreu de forma pioneira ao princípio antrópico: essa ressonância no Carbono tinha de existir, senão não haveria vida. Pouco tempo depois, pesquisadores identificaram a ressonância conforme Hoyle havia previsto. O uso que Hoyle fez do princípio antrópico para prever uma propriedade fundamental dos átomos foi recebida com ceticismo pela comunidade científica. No entanto, nos anos seguintes a teoria ganharia novos impulsos.

Princípio antrópico: o Universo depende de nós para existir

Não se sabe por que as propriedades encontradas no cosmo têm o valor que têm. Talvez por que eles sejam os únicos valores possíveis para elas. Assim, pode ter sido uma combinação fortuita deles que levou ao surgimento da vida ou, então, pode-se supor que a vida é tão adaptável que ela floresceria de diferentes formas em Universos com outras propriedades. A energia propulsora do Big-Bang teria desenvolvido a ideia de um processo de inflação caótica criadora de vários Universos. Esses não são os únicos argumentos para questionar o princípio antrópico. Na segunda metade do século 20, uma série de evidências derrubaram o raciocínio de Paul Dirac a respeito do enfraquecimento da gravidade, elemento que sustentava sua tese da conexão entre a Física do Universo e a das partículas subatômicas. Apesar disso, a ideia do princípio antrópico conquistou outros adeptos no meio científico e ganhou força a hipótese de que os valores de determinadas constantes no cosmo não são simples coincidência.

Em 1973, o astrofísico Brandon Carter, da Universidade de Cambridge, criou o nome de princípio antrópico para essa ideia. Mais do que isso, ele estabeleceu duas variáveis para ele. O princípio antrópico fraco, que diz que o fato de existirmos coloca limites para certas propriedades do Universo, e o princípio antrópico forte, que prevê que o Universo é impelido a ter propriedades compatíveis com a vida inteligente.

O físico russo Andrei Linde, a partir da teoria da inflação cósmica proposta por Alan Guth, que explica a energia propulsora do Big-Bang, desenvolveu a ideia de um processo de inflação caótica. Esse processo poderia ter produzido uma variedade de Universos. O físico norte-americano Lee Smolin foi mais longe e sugeriu que nesses vários Universos que surgem há uma espécie de evolução darwiniana, que os levaria a tornarem-se adaptados para a existência da vida. A visão de Smolin, que centra seus argumentos em torno da relação entre os buracos negros e a produção dos elementos químicos necessários para o surgimento da vida, está alinhada com as leis da Física e pode significar um novo impulso à teoria do princípio antrópico.

Apesar do princípio antrópico ainda soar como algo além dos domínios da ciência, como se fosse um axioma teológico, muitos cientistas importantes, principalmente aqueles que são estudiosos dos mecanismos quânticos, têm se dedicado a ele. Uma das mais recentes especulações a respeito do princípio antrópico foi construída pelos físicos John Barrow e Frank Tipler. Segundo eles, o Universo é constituído com um número infinito de informações que, em algum momento no futuro com computadores capazes de processá-las, poderiam ser combinadas de forma a atingirem as complexas fórmulas exigidas para o surgimento da vida.

Fonte: “HowStuffWorks – Como funciona o princípio antrópico”. Publicado em 13 de novembro de 2009

http://ciencia.hsw.uol.com.br/principio-antropico3.htm

Diferenca entre Luz e Radiacao: Desacoplamento da Materia da Radiacao

domingo, março 5th, 2017

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Qual a diferença entre Luz ( pela definição da MatrixDNA) e radiação e espectro eletromagnético? Qual a diferença entre o estado inicial da luz no Universo visto pela teoria acadêmica e pela teoria da MatrixDNA? O texto a seguir lança alguma luz na questão:

Texto lido em ( seguindo o texto vem nosso estudo e conclusão):

http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/decoupling.htm

Era do Desacoplamento

Em todos os instantes iniciais, antes de cerca de 105 anos, a formação dos átomos foi sufocada pelas colisões energéticas de partículas com outras partículas. Para o elétron instalar-se numa vizinhança, grande o suficiente, de um próton, para as forças eletromagnéticas os ligarem, um certo período de paz relativa teve que ser estabelecido. O universo inicial foi, porém, algo mais calmo. As partículas eletricamente carregadas (principalmente prótons e elétrons) fortemente interagiram com radiação altamente energética (fótons) de tal um modo que nenhuma estrutura eletricamente neutra (tais como átomos) fosse capaz de existir. Quando a matéria estiver em um estado eletricamente carregado como este, é dita estar num estado de plasma. Daí a analogia do universo inicial com uma festa selvagem que tem sido usada para a época muito inicial do universo, a “festa” ainda continua a plena velocidade neste momento. Fique tranqüilo, as “fações anti-sociais” como os neutrinos já se foram, e as partículas exóticas, como os quarks, tem sido subjulgados em outras partículas, como os elétrons e prótons, e os fótons “social butterfly” ainda estão tendo um tempo selvagem juntos. Porém, é inevitável que as partículas eventualmente se ligarão eletricamente, pois o universo continua a se expandir. Esta expansão significa que as partículas se esfriam, o que é igual a dizer que a energia cinética que elas previamente tiveram das colisões com outras partículas, começa a se encolher. Aí entra um ponto, quando o fluxo de colisões não é grande o suficiente para prevenir a ligação elétrica. Finalmente são formados átomos estáveis. Estes átomos são os átomos mais simples desde que só os núcleos mais simples tiveram chance de serem formados no universo inicial. Conseqüentemente, o átomo mais abundante é o átomo de Hidrogênio. A maioria do universo seria Hidrogênio atômico (aproximadamente 75%). O resto seria principalmente Hélio

Os fótons que adoram interagir com partículas carregadas por espalhamento delas, têm agora que competir com estruturas atômicas eletricamente neutras. O número de fóton espalhando cai. Uma multidão de fótons, de repente nada tem a fazer. A festa finalmente terminou. Os fótones fluem fora passado os átomos recentemente formados. É dito agora que o universo é transparente a fótones. Este período, entre 1/10 de um milhão de anos e um milhão de anos após o big bang, veio ser chamado de ERA DO DESACOPLAMENTO pois os fótons desacoplam das partículas carregadas durante este período. Eles seguem adiante os “passos” dos neutrinos que fluiram para fora anteriormente,  somente 1 segundo após o big bang. A era anterior a este tempo de desacoplamento às vezes é chamada de ERA DOMINADA PELA RADIAÇÃO, pois a radiação foi tão crucial ao desenvolvimento deste estágio mais primitivo. A radiação destes instantes mais primitivos era a principal forma de energia. A matéria era a princípio quase inexistente e somente gradualmente tornou-se significante quando o número de partículas elementares foram produzidas do instante posterior a Era Inflacionária em diante. Quando os fótons desacoplaram, o último controle significante que radiação teve sobre a matéria diminuiu. Conseqüentemente, depois que este tempo de desacoplamento a era é chamada de ERA DOMINADA PELA MATÉRIA.

Fig 1: Desacoplamento da Materia e Radiacao – Big Bang Theory ( verde significa a era inicial de plasma de hidrogenio. Amarelo sinifica a formacao do primeiro atomo, de hidrogenio).

 

Os fótons que são libertados constituem uma nuvem de radiação que cobre o universo inteiro. Considerando que o  universo está principalmente vazio, não há nada que capturaria todos estes fótons. Conseqüentemente, eles ainda deveriam estar hoje ao redor. Além disso, desde que o big bang aconteceu em todos lugares, que estes fótons deveriam estar em todos lugares. Esta é uma predição da teoria do Big Bang.

Matrix: E esta teoria de que os fótons do Big Bang devem estar em todos os lugares ainda hoje seria a causa da radiação de fundo cósmica. Eles seriam a radiação. A radiação que segue este tipo de curva foi observada como vinda de todas as direções do espaço em 1965, nos Bell Laboratories Estados Unidos, por Arno Penzias e Robert Wilson.

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” … Após a temperatura ter atingido níveis mais baixos, aproximadamente 3000 K, a Nucleossíntese Primordial cessou, pois, não mais existia calor suficiente para prosseguir com as reações de formação de novos elementos

Neste momento, o Universo tornou-se transparente à radiação. Este processo é conhecido como desacoplamento da matéria e da radiação (figura 1)

Nesta fase, com o decrescimento da temperatura a níveis cada vez menores, prótons puderam combinar com elétrons livres para formar o primeiro átomo, o átomo de Deutério. E, tendo o átomo de Deutério grande instabilidade, pares destes átomos puderam se unir formando uma molécula de Hidrogênio,H2.  2

A partir desta época, a matéria estava livre para se condensar. Agora, a matéria passa a dominar o panorama. O que antes era domínio da radiação passa a ser domínio dos átomos e moléculas e a gravidade reivindica o seu poder.

A gravidade, atraindo a matéria para regiões mais densas que outras da vizinhança durante milhões de anos, provocou a formação de grandes nuvens moleculares de onde serão formadas as estrelas e da reunião das estrelas, galáxias.

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Analise da MatrixDNA:

Primeiro, o conhecimento agora de que a teoria sugere ter havido nas origens do universo uma separação entre matéria e radiação ( que seria luz para Matrix) incita uma suspeita inquietante e muito profunda. Houve um conflito da matéria ou da formula da Matrix quando o sistema astronomico se formou como sistema fechado, cortando relações com o resto do mundo. Então seria o segundo conflito. Isto sugere a inquietante possibilidade de que neste universo existe duas entidades opostas, sempre se defrontando. E como estas substancias destas duas identidades vieram de antes do Big Bang, então parece que o conflito vem do alem do universo. E seriamos nos uma destas duas entidades ou um terceiro elemento que fica pagando o pato nestas guerras? Tenho que tentar esquecer esta suspeita, de entidades em conflito ( deuses e demônios?!), pois nunca poderia resolver isto.

Segundo, estes fótons seriam os bits-informação genéticos escapados da formula da Matrix na onda de luz primordial. Ou seriam os fótons negativos, escuros, do reino da energia negra e dark matter, que estão retornando, recompondo a luz, tendo como meta retornar a fonte da luz? Novamente sinto que estou saindo fora do aqui e agora pratico, vamos esquecer isto…

 

Como a Matemática salta entre os diferentes estados da luz

segunda-feira, fevereiro 27th, 2017

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Antes, os fenômenos pertinentes a relatividade geral de Einstein eram vistos separadamente dos fenômenos pertinentes ao electromagnetismo. Então Kaluza teve uma ideia. Experimentou adicionar uma nova dimensão imaginada (falava-se apenas em três dimensões, Einstein sugeriu que o tempo seria uma quarta dimensão. Então se e’, Kaluza adicionou a quinta dimensão pensando que era a quarta e sem ter ideia do que ela significaria), para calcular as equações de Einstein. E para sua surpresa, surgiram espontaneamente as equações de Maxwell, que descreviam o magnetismo (ver historia de Kaluza no link abaixo). Kaluza escreveu para Einstein que incentivou-o a publicar sua teoria, em 1921.

Quando eu calculei num gráfico cartesiano os passos dados pela evolução universal, desde o instante zero do Big Bang até o momento presente e aqui, deu como resultado que a evolução é curva, e não linear. Isto é logico e racional, pois a evolução de um tipo de sistema, partindo de um ponto, encurvando-se ate retornar ao ponto de partida, significa que o sistema evolui até seu máximo e se transformou, transcendendo-se. Então, o sistema universal que começou como uma partícula, se tornou átomo, depois galaxia, depois célula, depois cérebro, depois embrião de super consciência, e esta’ indo para seu fim, significa que todas estas formas materiais do sistema funcionaram como a placenta que se descarta e dela nasce uma transcendente forma: a superconsciência.

Suspeitei também que se a evolução for realmente curva – se os resultados no meu gráfico estiverem corretos – e sabendo-se que a evolução da matemática é linear, então chegaria a um ponto que a matemática sairia fora do caminho da realidade para se perder no reino da imaginação. Assim como a imaginação sai da realidade quando produz as misticas religiosas. Pois enquanto a linha da evolução vai se encurvando, a linha da matemática que começou paralela a essa linha, continua reta e assim, perde o bonde da realidade. De fato – penso eu que não sou matemático – acho que os matemáticos tem produzido toneladas de cálculos e equações que se tornam papeis amassados e jogados no lixo porque não encontram aplicação pratica.

Mas acontece em muitos casos que um calculo e equações que não encontram tradição pratica agora, passado um tempo, despontam acertando com a realidade. exemplos clássicos pode ser a teoria na matemática da curvatura da luz, de Einstein, que depois mais tarde foi comprovada por um experimento, a ideia da antimatéria de Dirac, até a quântica de Plank. Isto significa que a reta linear da matemática que saiu momentaneamente da sintonia com a linha curva da evolução, de alguma maneira, também se encurvou e retornou a se emparelhar com a evolução, re-embarcando no bonde la na frente.

Esquisito! Porque isso acontece? Como? Como encurvar a logica linear da matemática? A resposta esta na… luz!

Nos somos quase cegos, mudos, surdos, insensíveis. Pois o mundo total se expressa na sua inteireza apenas quando e’ observado por uma visão que vê as sete frequências do espectro eletromagnético, cujo conjunto eu digo que é ( mas posso estar errado) uma onda de luz natural. Não luz estelar, que é uma segunda forma mais grosseira da luz, e sim aquela ou aquelas ondas de luz emitidas com o Big Bang. E nesta figura esta a interpretação de uma onda de luz segundo a Matrix/DNA:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

São sete faixas de luz necessárias para se ver qualquer objeto material na sua inteireza, mesmo que seja uma pedra. Porem, nos só vemos uma faixa – a chamada faixa da luz visível – por enquanto. Ajudados por alguns instrumentos tecnológicos que funcionam como extensões da nossa visão biológica, vemos sombras, contornos, de algumas coisas, mostradas pelas duas faixas vizinhas, a da direita e a da esquerda. Mas não percebemos esta alguma coisa apenas em relacao a visão, estes objetos nos estão ajudando a sentir o tato, a ouvir estas coisas também. Estamos percebendo diferentes estados vibratórios dos objetos, ainda ocultos aos nossos cinco sentidos. Então nossa inteligencia se ocupa destas sombras e contornos e elabora teorias. Sobre o que existe nas dimensões das faixas vizinhas.

Um dos métodos de elaborar estas teorias avançadas é justamente a matemática. Existem outros, tal como o que apliquei para elaborar a teoria geral da Matrix/DNA, que é uma tateação cega dos aspectos biológicos invisíveis dos objetos. Se estas teorias não alcançam a evolução do conhecimento humano até chegar onde elas chegaram, la’ na frente, os autores morrem sem saber se são validas ou não. Se algum novo conhecimento prova que os cálculos da teoria estão errados, ela vai para o lixo. Mas se algum experimento ou descoberta nova lembra equações teóricas, a matemática retorna a pauta do dia. Então, de alguma maneira, o autor da equação adicionou algo novo na sua teoria, algo inusitado, fora da linha normal do pensamento escolar, algo que encurvou a matemática. Acho que a ideia maluca do Dirac sobre raiz quadrada negativa, ou do Einstein de que a energia é apenas massa acelerada, deve ser exemplos destas adições encurvadoras, que fazem a matemática dar um salto saindo da realidade aqui e agora, mas entrando no reino abstrato da imaginação humana, para se retornar a realidade anos, ou seculos depois,

Então, a ideia do Kaluza seria mais um exemplo disso. Quando ele publicou suas equações, ninguém lhe prestou muita atenção, principalmente porque na época as cabeças pensantes do ramo estavam interessadas na teoria quântica. As equações de Kazula foram retiradas das prateleiras dos porões empoeirados das bibliotecas quando emergiu a teoria das cordas. Pois aqui Kazula se encaixava na realidade – ao menos na realidade provável sugerida pela teoria das cordas. mas o que acho mais admirável em Kaluza é que ele foi o primeiro humano a pensar – ao menos o primeiro a publicar este pensamento – que o nosso mundo seja composto de mais dimensões do que as três que ordinariamente percebemos. Ora, ele estava prevendo o que agora descubro estar embutido na onda original da luz.

A ideia de Kaluza era arrojada e bizarra na época, mas apenas isso, pois parecia não ter nada a ver com o mundo em volta de nos. Mas esta particular ideia – embora ainda não sabemos se esta certa ou errada – teve um enorme impacto na Física do ultimo seculo e continua a guiar muito da pesquisa de ponta.

Dentro destas sete faixas da luz, existe a divisão em sete micro-faixas, penso eu. Então, a percepção de fenômenos como a gravitação universal, a curvatura da luz, etc., mais atinentes a relatividade geral, seria uma destas microfaixas.  E o electromagnetismo estaria numa outra microfaixa, não vizinha da relatividade. O que Kaluza fez foram as equações pertinentes a microfaixa situada como elo entre as duas. Sensacional. Assim como o meu método me levou a produzir o modelo teórico do elo entre a evolução cosmológica e a biológica.

Nos temos que fazer todos os esforços possíveis para acelerar o desenvolvimento dos nossos cinco sensores naturais e fazer emergir mais alguns. Exemplo clássico é a antena externas dos insetos capaz de detectar algo dos campos magnéticos que no nosso cérebro esta atrofiada no interior do cérebro a ponto de se tornar um mero caroco – a glândula pineal. Temos que continuar a forçar o desenvolvimento tecnológico dos instrumento s de percepção, como Galileo fez ao pegar o instrumento óptico mais potente da época – uma simples luneta – e ficar polindo, engrossando, experimentando, na tentativa de aumentar o poder da lente. A recompensa vem, como veio para ele, ao ser o primeiro homem da historia a ver coisas no céu que seus vizinhos jamais imaginaram. E temos que respeitar e guardar qualquer nova equação, por mais absurda que seja, nunca deita-la ao lixo, pois ela pode estar cem anos a nossa frente, e com ela, podemos reduzir estes cem a cinquenta. As vezes a matemática rígida é tao saltitante como uma cabrita. Mas estes saltos são ótimos para acelerar a evolução da nossa vindoura superconsciência.

https://en.wikipedia.org/wiki/Theodor_Kaluza

 

 

Origens da Água na Terra: Novas Descobertas Sao mais Evidencias para a Teoria da Matrix/DNA

domingo, janeiro 29th, 2017

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Os caras estão mais perdidos que cego em tiroteio, e como nos, da Matrix/DNA, continuamos acertando todas nossas previsões, estaríamos rindo de segurar a barriga, porém, estamos furiosos por estarem prejudicando a evolução mental da humanidade.

Para entender-mos a nossa existência neste planeta precisamos entender a existência do planeta, seu lugar no contexto do Cosmos. Mas para este entendimento precisamos de informações, e informações sobre coisas tao distantes dos nossos limitados cinco sensores cerebrais, são difíceis, exigem muita investigação, cientifica.Enquanto não acha soluções para fenômenos e eventos naturais distantes da nossa percepção, os humanos inventam misticas, fantasias, pois a humanidade esta’ na sua infância coletiva a qual imita a infância imaginativa e magica individual, de toda criança. Assim surgem as invenções de deuses… e de gerações espontâneas, ao acaso, de fenômenos sólidos concretos, como é o nosso planeta.

Infelizmente esta infância mental inventa suas fantasias e elas dominam a educação escolar até nossas universidades modernas. Ali é ensinado que nosso planeta se formou quando uma nebulosa de gás e poeira formou o Sol e da sobra desse material surgiu a Terra… tudo muitíssimo simples, espontâneo, ao acaso. Por outro lado, nos, da Matrix/DNA tivemos que trabalhar dia e noite arduamente por 30 anos investigando as origens e formação deste planeta, e chegamos a uma teoria totalmente diferente e muito, muitíssimo complexa. Ora, o principal motivo nesta brutal diferença dos resultados finais, é que eles começaram seus cálculos a partir de outra teoria nas origens do Universo – o Big Bang – e continuando a calcular os passos evolucionários seguintes desta ” grande explosão”, chegaram a tal nebulosa de gaz e poeira e com ela tiveram que calcular como nela surgiria um planeta. Enquanto por nosso lado, primeiro observamos o planeta aqui e agora, tudo o que ele produziu, inclusive e principalmente a vida biológica, e juntando todas as forças e elementos da vida mais o que se sabe de fato concreto do Cosmos, descemos do futuro em relacao ao passado para chegar ao estado do mundo que produziu este planeta. Nos começamos do presente e não do passado remoto porque apenas sabemos com alguma certeza o que existe no presente. A incrível complexidade dos produtos deste planeta não poderia deixar ninguém, em sã consciência e racionalidade, acreditar que o mundo que o fez e o método com que o fez tenham sido de tanta simplicidade.

Bem,… a bom tempo, desde que se começou a fabricar instrumentos que funcionam como extensões dos nossos sentidos para perceber os invisíveis micro e macrocosmos, eles vem levando cacetadas atras de cacetadas, a cada dia que um Hubble da vida passeando nas fronteiras do nosso sistema manda uma imagem do Cosmos. As imagens não batem com seu modelo teórico, mas apesar de tantas cacetadas, ao invés de recalcularem o modelo e procurar outro, ficam remendando-o fazendo da teoria uma colcha de retalhos já impossível de sustentar-se. Enquanto isso, a nossa voz miúda que não alcança as universidades, continua anunciando como cada imagem esta batendo com nosso modelo. Ate quando imagens começarem a negar nosso modelo, mas ai não teremos problema nenhum em abandona-lo ou reforma-lo a luz das novas informações.

Um dos maiores problemas que se apresentou a teoria acadêmica trata da existência da água neste planeta. Se ele foi formada como sobra do Sol, no meio de uma nuvem de gaz e poeira, como surgiu esta imensa quantidade de água que é maior que o volume de todos os continentes juntos?! Apenas isso seria fato suficiente para desacreditar-mos de nosso modelo e partir para buscar onde erramos. Mas não. O ego, o presente status social, as privilegiadas condições sociais em que acomodaram suas vidas, jamais os permitira sequer pensar que teriam de chegar aos estudantes e mandarem esquecer tudo o que ensinaram, jogar os textos do curriculum escolar no lixo, e terem que reaprender tudo de novo, depois de terem atingido a meia-idade… Imagine se Platão chegasse um dia a seus discípulos e dissesse que descobriu que seus ensinamentos sobre geração espontânea da vida estava toda errada… Ele cairia no descredito imediatamente, estaria morto e hoje ninguém ouviria seu nome.

E quando nos debates pergunto a um especialista… ” E a água?” ele fica irritado e responde algo que poderia ser traduzido assim: ” Eu gosto, só como farofa, não suporto comer mingau. Então não venha botar água na minha farofa transformando-a em mingau que eu prefiro morrer do que comer mingau.” E se agarra a sua farofa protegendo-a com unhas e dentes. Mas… e a água?

O nosso modelo de formação da Terra não tem nenhum problema com a água, alias, obrigatoriamente ela tem que existir, segundo o modelo. Por que os nossos planetas não foram formados como sobra de estrelas – ao contrario, eles carregam o germe de uma estrela em seus núcleos. Não foi formada numa nebulosa de gaz e poeira apenas, havia muitos outros elementos e forças. E ele veio de longe, tao longe que atravessou nebulosas de poeira congelada, a qual se agregou a sua superficie, e quando caiu na orbita de uma estrela quente, o gelo simplesmente derreteu, formando os oceanos que quase cobrem toda a superficie. A água esta do nosso lado, como mais uma evidencia arrolada a favor do nosso modelo.

Mas,… se qualquer extraterrestre racional iria ficar horrorizado ao ouvir falar que gás e poeira ao redor de uma estrela quente gera água, os nossos acadêmicos, e gerações mais gerações de estudantes, engole a absurda proposta sem qualquer raciocínio. Não é de se surpreender, se estes mesmos acadêmicos e estudantes elegeram a pouco como best-seller um livro que chama-se ” O Tudo Veio do Nada”. Esta na moda, é a onda do momento, o que faz os que o pronunciam nas rodas de botequim como um intelectual respeitado. Porem, existem as exceções que ainda de alguma maneira conseguem manter um pouco de controle sobre suas propriedades mentais, e estes não engoliram tao fácil o absurdo. Sentiram-se incomodados, suspeitaram da “verdade cientifica”. Porem, como também estes estão com os seus neurônios compactamente configurados pela visão de mundo explosivo com seu Big Bang ao acaso, não puderam atinar com algo mais racional e remendaram a teoria com outro absurdo: a água no planeta veio de colisões com cometas que eram ricos em água… Meu Deus, tenha a santa paciência! E’ a onda do momento, quem repete isso é expert, a nata da intelectualidade mais moderna!

Acontece que,… se o cérebro humano é produto natural de matéria mole e de uma  biosfera que teve origens caóticas, portanto ainda apresentando muitos defeitos, este mesmo cérebro tentou se reproduzir tecnologicamente com matéria mais dura, na forma de computadores. Estes cérebros eletromecânicos – apesar de também serem milhões de anos-luz fora da realidade natural – não conseguem fazer tanta besteira como faz a matéria mole. E então nesta semana alguns tecnólogos produziram uma simulação computacional de como seria as origens do planeta, e, a água apareceu! La’ nos primeiros momentos da formação do planeta! Raios… mas então não existiu bombardeio pesado de cometas aguados!

Aconteceu o seguinte. Em 2014, pesquisadores japoneses testaram algumas reações químicas baseadas em hidrogênio liquido e quartzo, que é o mais comum e estável forma de sílica nesta parte do planeta, sob altas pressões e temperatura. Depois, uma equipe da University of Saskatchewan no Canada raciocinou que se estas reações ocorrem com sílica e ela esta no interior do planeta, no manto, então porque não fazer uma simulação computacional desta reação acontecendo justamente naquele lugar? Fizeram isso e descobriram surpresos que no manto a reação produz… água! Claro, é apenas simulação computacional, o mapa nunca é real como o território, mas as vezes a simulação pode se aproximar bastante do evento real.

Este material nestas temperaturas e pressão existe entre 40 a 400 quilômetros de profundidade. Então imediatamente perceberam que o nosso planeta não é apenas azul quando visto do espaço, mas é azul também de dentro para fora…

O resultado da simulação ganha mais força quando lembramos que estudos realizados nos últimos anos encontraram evidencias da existência de vários oceanos plenos de água comprimidos em rochas tao profundas quanto os 1000 quilômetros. E então o responsável pela equipe diz que “esta pesquisa sugere que a água do planeta veio de dentro,… apesar de que ninguém de nos sabe ainda exatamente como isso aconteceu”.

Bem, segundo sugere o nosso modelo de formação da Terra, o seu núcleo esférico era pequeno quando começou a crescer devido ser agregado por detritos e poeira congelada a mediada que atravessava a zona de eventos logo apos o vórtice nuclear e portanto, este gelo pode ter milhares de quilômetros de profundidade. Mas o gelo também estava na superfície quando o planeta se aproximou do Sol e seu calor começou a descongela-lo na forma de rochas e água, portanto, a água veio de dentro e de fora também.

Fica registrado o artigo ( link para o paper que originou este artigo, abaixo), como mais uma evidência a favor da Matrix/DNA Theory. E lembrando mais uma vez que não vamos entender nossa existência aqui senão entender-mos o planeta e a galaxia que nos fez dentro dela. Mas para isso a Humanidade precisa amadurecer para deixar de ter sua mente povoada de fantasias como as mentes de nossas crianças. Por isso gasto meu tempo com estes assuntos astronômicos, que não era meu proposito no inicio da minha investigação.

Apenas mais um adendo:

O artigo diz que: “Water formed in the mantle can reach the surface via multiple ways, for example, carried by magma in the form of volcanic activities.”

Sim, e chego até mesmo a suspeitar de algo estarrecedor. Essa água no interior do manto e tao próximo do núcleo efervescente, recebendo aquele imenso calor, pode estar se evaporando no inteiro do planeta e chegando na superfície, e dai para a atmosfera no estado de vapor e… não estaria ai a principal causa do famigerado efeito estufa?!

NEWScientist

27 January 2017

Planet Earth makes its own water from scratch deep in the mantle

https://www.newscientist.com/article/2119475-planet-earth-makes-its-own-water-from-scratch-deep-in-the-mantle

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paper:

http://Journal reference: Earth and Planetary Science Letters, DOI: 10.1016/j.epsl.2016.12.031

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paper dos pesquisadores japoneses:

Restricted access

Formation of SiH4 and H2O by the dissolution of quartz in H2 fluid under high pressure and temperature

http://ammin.geoscienceworld.org/content/99/7/1265

These results indicate that the chemical reaction between dissolved SiO2components and H2 fluid caused the formation of H2O and SiH4, which was contrastive to that observed in SiO2–H2O fluid. Results imply that a part of H2 is oxidized to form H2O when SiO2 components of mantle minerals dissolve in H2 fluid, even in an iron-free system.

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meus comentarios publicados na midia:

https://www.reddit.com/r/science/comments/5qjvyv/planet_earth_makes_its_own_water_from_scratch/

Planet Earth makes its own water from scratch deep in the mantle from science

TheMatrixDNA  – 1/29/2017

Ok. The existence of water in this planet has been a puzzle only because the theory of planet formation is wrong. My astronomic model – The Matrix/DNA Theory – suggests a different process for planet’s formation and in this process, water was present at the formation as in the whole interstellar space, and still can come from within. And it does not need these elevated pressures and atmosphere

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Louis C. Morelli, New York, United States, 1/29/2017

Read more: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4165242/Earth-makes-water-deep-mantle.html#ixzz4X8sjUojw

Energia na Base dos Instintos para Predadores e Presas – Ben Davidson – ThumderboltsProject

segunda-feira, janeiro 23rd, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=rJ08nS32KrI

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Meu comentario postado no Youtube sobre este video:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – jan-01/23/2017

Congratulations. The EU is developing in parallel with other world view, The Matrix/DNA Theory, which suggests the existence of a unique universal system containing different shapes of DNA, evolving since the Big Bang to us today. We suggest a universal formula for systems that suggests a lots about how energy works. The common points are:
1) New natural systems (as atoms, galaxies, biological cells), are composed when Nature applies the force of vital cycle upon a body resulting as mass of a prior less evolved system. The body change shapes like our body goes from the shape of fetus to kids to adults due this force. These new shapes becomes the working parts of a new complex system. A nebulae of atom becomes a galaxy, a mass of unicellular becomes a multicellular organism. But, where Nature gets the force of life’s cycles? From the universal light wave composed by all seven kinds of electromagnetic radiations. The exactly sequence of different frequencies/vibrations of this light wave is seeing as the exactly sequence that yours body is transformed into new shapes. So, we have found that when a light wave emitted by a source like the Big Bang and propagates through dark matter, it creates a system (atom) that evolves to galaxies, cells, human brains. But light does not creates it directly. When light propagates it causes friction at dark matter and the results is energy, electricity. So, the Electric universe is the link between the code for systems ( and life) imprinted into a light wave and the spatial substance, which can be called dark matter, aether, etc. It is important to know the destructive effect of electricity that occurs in chaotic environment like the Earth biosphere and the constructive effect created by energy at ordered state environments.
2) One of the biggest puzzle and mission of Matrix/DNA world view is exorcising the instincts for predator/preys from the human psyche and genetic charge inherited from animals, and yours video has contributed a lot for it. All social systems created till now ( feudalism, monarchy, communism, capitalism) are merely mimicking the rules of the jungle among animals, so, the big predators are at the high class, the medium predators composes the medium class and the mass of poors, the preys of the lower class. Our question was from what dimension of the non-biological world this mechanism came from. We can see the functions of predators and preys easy and clear at the galactic systemic model, we know where the ancestral of these instincts were at our ancestral and creator galaxy. But, where the galaxy got it? The image of DC showing how works the two sides sources of the electric current solved this problem. At Matrix/DNA formula, the stronger side is F1 and the weak side is F7, and mow we have a big understand about what is going on in this black box. You can see and analysing the inter-relations between the two sides and everything equal the relations between predators and preys. Now I will search what is the two magnetic sources at a human body, why they produces DC and not AC, end how to fix it. This will meaning the exorcism of these instincts, which leads all other species to their extinction and is the cause of the nowadays torture of 90 % percent of global population. If you see the universal formula for natural systems at my website, you can improve the EU knowledge. Google: ” The Universal Matrix of All Natural Systems and Life’s Cycles”. Cheers..

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A Base Elétrica da Materia Mostrando os Princípios dos Instintos para Predador e Presa: Sensacional!

O que revela as imagens no vídeo, quando a corrente alternada e corrente continua são acionadas:

AC – Alternating current: os dois lados são iguais, a corrente vem dos dois lados, a descarga e’ igual nos dois lados, a imagem ‘e muito simples, forma-se um raio curvo e simples, completo, igual, dentro de toda a câmara.

DC : um lado e’ muito mais ativo que o outro. O anodo esta no lado onde o raio esta empurrando-se para longe dele e invadindo o outro lado. Quando se liga os emissores de DC, na câmara que estava apresentando o raio igual do AC, o raio inteiro e’ puxado apenas para um lado, o qual se apresenta como o mais forte e mais ativo.

Ok. Para mim, particularmente, da Matrix/DNA, a visão destas imagens imediatamente me lembra um dos maiores assuntos que estou pesquisando agora. Trata-se de buscar entender a presença dos instintos animalescos com tendência a predador e presa que estão encravados na genética e na psique humana. Entendo que exorcizar a alma humana destes instintos e’ a condição primeira exigida para eliminar este escravagismo de um lado e a luxuria com seu consumismo supérfluo dos recursos naturais, do outro, esta carnificina e tortura praticada por um dos lados, ou seja, mudar totalmente o estado da humanidade, e dirigir a humanidade a desviar-se do destino da auto-extinção. Acho que não existe outro objetivo mais supremo no momento para a humanidade… exorcizar estes instintos.

Mas de onde os animais receberam estes mecanismos, processos, forças? Na formula da Matrix/DNA para o estado de sistema astronomico se vê claramente ali estes instintos, quando a peça anterior no circuito sempre se transforma na peça seguinte, ao mesmo tempo que pode se interpretar ao reverso, onde a pesa seguinte sempre devora a anterior. Isto faz parte inevitável do ciclo vital. Que as moléculas orgânicas, e depois as bactérias, repteis, leões, e humanos apresentem este fenômeno, já era de se esperar.

Mas porque a formula tinha que ser assim? Ela vem de um onda de luz, e nesta vemos que toda frequência se transforma numa frequência seguinte. Tambem continua isto acontecendo na formula quando ela montou os sistemas astronômicos. Que a forma seguinte engole a forma anterior e’ apenas uma questão relativa do ponto de observação. Vendo-se por outro ponto o que se vê e’ a forma anterior transformando-se na forma seguinte. Porem quando se formaram os sistemas biológicos, a linha evolucionaria que carrega a transformação funcionou mas ao mesmo tempo, se dividiu e funcionou também pela outra perspectiva, aquela onde realmente a forma seguinte – que e’ a maior, mais forte – devora, se sobrepõe, escraviza, parasita, a forma anterior – que e’ a menor, mais fraca. A linha da transformação funcionou transformando bactérias em repteis e repteis em mamíferos. Mas surgiu em paralelo a linha da cadeia alimentar, dividida entre predadores e presas. Este surgimento e’ o grande mistério e o qual precisa ser eliminado da face da Terra. Sabemos que ele surgiu quando a Natureza apresentava como dominante a sua face do caos, mas ainda não resolvi se o caos produz a carnificina primeiro, ou se o cais foi produzido pela carnificina primeiro. Este fenômeno, estava presente na onda luz original? Sim, mas apenas a linha das transformações de sequencias. A luz nunca se colapsa fazendo o caminho inverso. A ano ser que uma outra nossa teoria tenha consistência: a de que a onda de luz original de fragmenta em fótons e estes reencetam o caminho inverso através da matéria, reproduzindo a onda de luz, dirigindo-se de volta a fonte inicial. mas isso envoveria

Ora, as imagens de DC (   ….  ) do que ocorre na dimensão evolucionaria anterior `a existência de sistemas astronômicos e biológicos, revelam que esta dicotomia conflitante já existia desde quando o avançar da luz criou a energia. Então a causa primeira destes instintos esta no Universo Elétrico?! Entao estes instintos fazem parte de um significado cosmico muito distante do nosso conhecimento? Entao seria impossivel exorcizar estes instintos da psique humana, pois toda vez que o cortassemos fora, a base energetica da carga genetica o traria de volta?

Sinto que acabamos de dar um grande passo na busca do entendimento destes insintos, porem, caimos numa dimensao muito distante e complexa, e nela teremos que esmiucar e buscar explicacoes.

Sera um efeito da diferenca entre sistema fechado e sistema aberto? Porque essa diferenca entre os efeitos da AC e da DC? Ok,… de subito nos surge a verdade de que nao avancaremos aqui senao voltarmos ao tempo da escola e pesquisar tudo o que define AC e DC.

( hipotese em desenvolvimento)

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The Fibonacci Spirals no Sol

Não apenas Ben Davidson e seu pessoal da Teoria do Universo Elétrico defende essa ideia, mas também a NOAH, do governo Americano desenharam a espiral de Fibonacci sendo vista no Sol. Ben diz que essa espiral e’ vista em todo lugar no Sol.

Isto une duas predições feitas a 30 anos atras tendo como base a formula da Matrix/DNA:

  1. Na origem dos sistemas biológicos entraram informações carregadas por fótons vindos de dois lugares principalmente: do Sol e do núcleo da Terra onde jaz um germe estelar. O processo que determinou estas duas vindas e’ o mesmo processo sexual mostrado pela formula, onde a energia da Terra seria feminina e a energia do Sol, masculina. Sendo assim, a energia do Sol opera com base na F5, que e’ a carga genética masculina emitida para fecundar a carga feminina na Terra. Ora,…
  2. A espiral de Fibonacci esta relacionada com o numero Phi, responsável pela simetria dos corpos que da ordem e beleza aos corpos. Mas a formula da Matrix/DNA mostra que no circuito sistêmico onde cai o numero de Phi (1,618…) e’ justamente a posição ocupada por F5. Sendo responsável pela função da reprodução, deduzimos que a simetria ocorre porque F5 copia ou reproduz a face esquerda dos sistemas e a situa a sua direita, para se tornar a face direita. Portanto a formula já havia previsto que o Sol produz F5, o qual e’ Phi, através da espiral de Fibonacci.

Grande evidencia para a teoria da Matrix e ótima informação fornecida por Ben Davidson, novamente.

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Teoria da Mente tendo como substância, um plasma:

Num frasco-câmara passa a corrente eletro-magnética gerada por dois magnetos. O ambiente dentro da câmara pode ser mudado, do vácuo total para atmosfera. Cada ambiente muda e produz um estado específico da corrente. Num ambiente ela se apresenta como plasma (no vácuo total), no outro se apresenta como linhas ou raios vibrantes de eletricidade ( quando a câmara e’ enchida com ar).

Dai me leva a suspeitar e elaborar os princípios de uma nova hipótese, quando junto isso com a formula da Matrix/DNA. Sabemos que as imagens das sinapses se assemelham ‘a imagem da energia na forma de raios, aleatórios. Isto acontece no ambiente da massa de neuronios. Mas dessa massa e destas sinapses, se produz a mente, os pensamentos, e mais exatamente em outro local, o neocortex. Então podemos suspeitar que no neocortex o ambiente e~diferente, e produz o outro estado desta energia, uma espécie de plasma.

A primeira questão aqui seria: se na câmara podemos ver o estado de plasma, porque o MRI que vê as sinapses não pode ver o plasma da mente?

( teoria a desenvolver ) 

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Elegant Simplicity

Ben defende que a teoria do Universo Elétrico e’ construída sobre argumentos que são elegantemente simples. O que define esta expressão? penso que se trata do seguinte: pega-se fenômenos naturais simples e conhecidos e interpreta-se de maneira diferente do que foi interpretado ate agora, mas de maneira que na imagem do simples se adivinha encriptado complexos significados, processos e mecanismos. Se for isso, isso e’ justamente o que e’ a Teoria da Matrix/DNA, principalmente ‘e o que sente ao ver a formula da Matrix.

Mas porque a Teoria do Universo Elétrico impregna estes fenômenos simples com elegância? Baseando-me na Teoria da Matrix/DNA, realmente deve existir um mundo elétrico como template, como substancia de fundo, do universo material que nossos sensores captam. Isto porque tudo tem inicio quando a onda de luz universal composta dos sete tipos de radiações eletromagneiticas, se expande infiltrando-se na substancia do espaço – que deve ser a dark matter – ela produz friccao neste contacto. O produto desta friccao e’ o que denominamos de energia, ou pode ser o mesmo que eletricidade. Então como essa luz contem em si o código para ciclo vital que e’ o que monta os sistemas naturais, ela passa esse código para a energia. Esta existindo no meio da dark matter, separa-a em porcões de acordo com cada tipo de sua vibração e assim cria as partes para montar os sistemas. Então, a energia ‘e o elo entre a dark matter – que fornece a massa para o hardware – e a luz, que e’ o software. Se realmente for assim, então e’ claro, a energia esta na base, como pano de fundo, de todas as coisas materiais desse Universo. Não se esta errando ao chamar isto de Universo Elétrico e realmente os modelos teóricos desta teoria são elegantemente simples – porque na verdade revelam uma complexidade estonteante e bonita.

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Teoria da Gravidade versus Teoria da Atracão da Eletricidade:

Mostrando como um lado e’ mais forte e puxa o mais fraco, Grahan sugere que esta eletricidade e’ o que mantem astros e galaxias unidos e não a hipotética força chamada de gravidade.

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Jatos cosmicos de luz dos buracos negros sugere a emissão de um circuito sistêmico vital pelo núcleo galáctico segundo a Matrix/DNA

A imagem de um jato emitido por uma região do espaço sideral ( onde, como Ben diz, o mainstream diz existir um buraco negro, mas ele não concorda com esse nome e teoria, e espera que se ache um nome melhor, justamente como nos da Matrix/DNA não concordamos e esperamos esse nome melhor) mostra o jato dividido em segmentos que são “equidistantes `a parte”, quer dizer, o jato e’ dividido em segmentos de tamanhos iguais e têm distâncias iguais entre si. Isto bate com o que sugeriu a Teoria da Matrix, 30 anos atras. Este emissor deste jato seria um astro executando a função número 1 da formula (F1) e ele deveria emitir o template do circuito por onde a semente ou germe de um novo astro vai percorrer tocado pelo processo do ciclo vital. Como este processo vem de energia produzida por uma onda de luz – e a onda de luz contem a formula para este processo vital – cada segmento antecipa uma das formas que o astro vai apresentar em determinada idade. Em outras palavras, se a Matrix/DNA estiver acertando aqui, este jato cósmico deve ser dividido em sete segmentos, cada qual composto pelo estado vibratório da frequência eletromagnética que ele representa. Muito boa previsão da Matrix e ótima informação do Grahan.

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Efeito Placebo: Efeito de ondas magnéticas emitidas pelo cérebro sobre a química do corpo…?

Estas possibilidades sugeridas pelo Universo Elétrico leva Ben Davidson a citar o The Global Consciousness Project

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Pesquisa:

Procurar no website de Ben e outros lugares, imagens dos dois magnetos lado a lado da câmara produzindo a visão da eletricidade, para por no site e fazer cartaz para palestra.

Exoplaneta Faz Astrônomos Revelarem que a Formação de Planetas Ainda é um Mistério

terça-feira, janeiro 10th, 2017

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Hubble Detects Signs Of A Young Exoplanet

http://www.msn.com/en-us/news/technology/hubble-detects-signs-of-a-young-exoplanet/ar-BBy4RbS?ocid=wispr

Eu não consigo entender isto. Basta ler qualquer livro pedagógico destinado a educação escolar que se encontra detalhadamente descrito o processo de formação de planetas, estrelas, etc. Nem avisam mais que trata-se de uma teoria, vão direto afirmando que os planetas surgem assim e assim. Mas só os educadores burocráticos que elaboram ou aprovam este curriculum escolar que “sabem” a verdade, pois os cientistas astrônomos não sabem! Vejamos este paragrafo nesta notícia (traduzido a seguir):

Scientists hope that by studying the protoplanetary disk around TW Hydrae, they would be able to understand exactly how planets form — a process whose exact mechanism is still shrouded in mystery. (Os cientistas esperam que estudando o disco protoplanetário em volta de TW Hydrae, eles poderiam ser capazes de entender exatamente como o planetas são formados – um processo cujo exato mecanismo ainda esta’ envolto em mistério.)

Pois bem, estão mentindo para nossos filhos, esta nova geração de cuja visão do mundo vão depender eles e as próximas gerações para sobreviverem ou serem extintos para sempre. Na minha opinião esta mentira tem um motivo: eliminar a idéia de algum sentido sublime para a existência incutindo definitivamente no ideário humano que toda existência é obra do acaso. Pois a teoria sendo ensinada se resume em geração espontânea por acaso, dos planetas. E’ a ideologia dos grandes predadores humanos que assim se justificam no seu comportamento de rapina a seu bel prazer, pois não terão que enfrentar nenhuma justiça sublime alem da humana que eles mesmos elaboram.

Como eu não mantenho nem o instinto animalesco para predador nem o instinto para ovelha – porque vim da desclasse social desideologizada – fui buscar a minha própria visão de mundo e nessa busca elaborei uma teoria do tudo que ha’ neste Universo, portanto, também uma teoria astronômica. E nos meus modelos astronômicos, a formação de sistemas astronômicos obedece não ao acaso nem a uma criacao magica de algum magico sobrenatural, mas sim ao processo conhecido para a formação de sistemas biológicos, descontadas as complexidades adquiridas no intermeio evolutivo entre estas duas formas de sistema. E assim como encontrei um motivo sublime na formação celular, este motivo também foi encontrado na formação astronômica. Mas,… ainda é teoria contra teoria, ninguém conseguiu derrubar a minha e eu não consegui derrubar a deles… que ainda esta envolta em mistérios. O que me deixa indignado é essa pregação no estilo religioso transmitindo o que é teoria como se fosse verdade cientificamente comprovada. E fico indignado ainda porque de tudo que vejo na Internet e no mundo hoje em geral eu sou o único no mundo que esta gritando que isso é teoria, não é verdade cientifica, enquanto os pais, que deveriam ser os mais interessados na salvação da mente de seus filhos, se calam inertes. Como parte da minha militância, aproveito sempre a oportunidade de dar uma cutucada nos autores e comentaristas destas noticias, como fiz aqui e copio a seguir:

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 Louis Charles Morelli · jan-01/10/2017
This is important for several things, but one is fundamental: when you see something that you desire at a long distance, you will find the way to get there. Thanks NASA.
About the planet formation, it is possible that astronomers are forgetting a very important issue. Accordingly to my different method, must have two process for astronomic systems formation, as we had two different process for cellular system formation. One, the first and initial process, was by symbioses. Then, the system learned how to reproduce itself, by self-recycling the resulting dust of a died system. I have all details about the bodies formation at the first process, but I did not get yet the second process. If this is a young system, it must be formed by the second, like our own solar system. We need to search the differences between the symbiontic cellular formation and the automatized cellular reproduction for inferring how our ancestrals astronomic systems do it.
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Chris Hood ·- Works at Reformou-se
This is not important in our lives. NASA has spent Trillions on worthless endeavors. Stop bleeding us dry. Oh, the military complex is running the show. I guess we need the military in space.
Louis Charles Morelli · to – Chris Hood
Oh, yes… and your opinion is that humanity deal only with the terrestrial issues, till the day that this planet and star – which are under transformations – does not support life here anymore. Thanks to NASA, we will be able to destroy a meteorite before it destroy us, and we will be able to leave at other young planet escaping from extinction here. If we listen you, we will be caught like the dinosaurs.
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People do not have a clue as to the expanse of the UNIVERSE. Our CREATOR has infinite things going on throughout eternity that mankind has no way of even starting to comphrehend. “The Start (of) Your Life, Your Future” is a book that should be read by everyone on Earth. If you believe what it says it will change your life for the better forever.

Louis Charles Morelli · to – Carol Harmon

“Our CREATOR has infinite things going on throughout eternity that mankind has no way of even starting to comphrehend.”
And because the Universe is so big and complex you has no way of even start to comprehend the Universe, then you prefer the theorists of magical thinking that imagined they know the thru inventing a ghost magical creator and believing that eternity is a proved fact. The unique thing that can be eternal os transformation, evolution, because everything we know are transformed, nothing went to be eternal.

O que faz voce,voce?

quinta-feira, janeiro 5th, 2017

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( Copiar e traduzir este artigo. E’  muito importante sobre o conhecimento e teorias atuais da mente)

What Makes You You?

http://waitbutwhy.com/2014/12/what-makes-you-you.html

What Makes You You?

Ensaio do meu comentário a ser postado:

Congratulations, a collection of theories about the issue. There is another theory suggesting a new idea – the Matrix/DNA Theory. This theory introduces his theoretical model of the link between cosmological and biological evolution. It is the building block of galaxies (showed at my avatar above) which happens to be the same building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides). The difference is

Bons Comentarios:

Corneliu Coman ·

Hey Tim! I’ve asked myself the same question over and over again, since i’ve put a lot of effort into finding “who I am”. My conclusion was close to the “continuity” (I am who I decide to be-or become).

But there goes another dillema: does any of your neurons think “I’m Tim?” or “I am Tim’s Neuron?” or “I am Neuron #1.002.125 of Tim’s Body”? Probably no (how can we know)?

So imagine Earth (or countries or whatever bigger instance) as “the bigger organism” and YOU as the neuron from the example above. Would your previous arguments still stand? probably yes. cell have atoms, molecules, dna and organelles.

So, would you realize your identity is a part of something, and you are not a stand-alone organism? Or you are stand-alone, but you cannot live isolated, so you are completely dependant to other cells (people).

So, finally, my greatest dillema: why do I see the world through my eyes (my body’s eyes) and not through yours. Or his. Or hers? It doesn’t make sense that I should be confined to myself.
Can it because all of us together are the greatest organism and I am just a cell?
Or are we simpy unable (or unconscious) of our ability to perceive everybody else’s brains?

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Copia para ser traduzida:

When you say the word “me,” you probably feel pretty clear about what that means. It’s one of the things you’re clearest on in the whole world—something you’ve understood since you were a year old. You might be working on the question, “Who am I?” but what you’re figuring out is the who am part of the question—the part is obvious. It’s just you. Easy.

But when you stop and actually think about it for a minute—about what “me” really boils down to at its core—things start to get pretty weird. Let’s give it a try.

The Body Theory

We’ll start with the first thing most people equate with what a person is—the physical body itself. The Body Theory says that that’s what makes you you. And that would make sense. It doesn’t matter what’s happening in your life—if your body stops working, you die. If Mark goes through something traumatic and his family says, “It really changed him—he’s just not the same person anymore,” they don’t literally mean Mark isn’t the same person—he’s changed, but he’s still Mark, because Mark’s body is Mark, no matter what he’s acting like. Humans believe they’re so much more than a hunk of flesh and bone, but in the end, a physical ant is the ant, a squirrel’s body is the squirrel, and a human is its body. This is the Body Theory—let’s test it:

So what happens when you cut your fingernails? You’re changing your body, severing some of its atoms from the whole. Does that mean you’re not you anymore? Definitely not—you’re still you.

How about if you get a liver transplant? Bigger deal, but definitely still you, right?

What if you get a terrible disease and need to replace your liver, kidney, heart, lungs, blood, and facial tissue with synthetic parts, but after all the surgery, you’re fine and can live your life normally. Would your family say that you had died, because most of your physical body was gone? No, they wouldn’t. You’d still be you. None of that is needed for you to be you.

Well maybe it’s your DNA? Maybe that’s the core thing that makes you you, and none of these organ transplants matter because your remaining cells all still contain your DNA, and they’re what maintains “you.” One major problem—identical twins have identical DNA, and they’re not the same person. You are you, and your identical twin is most certainly not you. DNA isn’t the answer.

So far, the Body Theory isn’t looking too good. We keep changing major parts of the body, and you keep being you.

But how about your brain?

The Brain Theory

Let’s say a mad scientist captures both you and Bill Clinton and locks the two of you up in a room.

CH

The scientist then performs an operation on both of you, whereby he safely removes each of your brains and switches them into the other’s head. Then he seals up your skulls and wakes you both up. You look down and you’re in a totally different body—Bill Clinton’s body. And across the room, you see your body—with Bill Clinton’s personality.

CFO

Now, are you still you? Well, my intuition says that you’re you—you still have your exact personality and all your memories—you’re just in Bill Clinton’s body now. You’d go find your family to explain what happened:

CF1

CF2

So unlike your other organs, which could be transplanted without changing your identity, when you swapped brains, it wasn’t a brain transplant—it was a body transplant. You’d still feel like you, just with a different body. Meanwhile, your old body would not be you—it would be Bill Clinton. So what makes you you must be your brain. The Brain Theory says that wherever the brain goes, you go—even if it goes into someone else’s skull.

The Data Theory

Consider this—

What if the mad scientist, after capturing you and Bill Clinton, instead of swapping your physical brains, just hooks up a computer to each of your brains, copies every single bit of data in each one, then wipes both of your brains completely clean, and then copies each of your brain data onto the other person’s physical brain? So you both wake up, both with your own physical brains in your head, but you’re not in your body—you’re in Bill Clinton’s body. After all, Bill Clinton’s brain now has all of your thoughts, memories, fears, hopes, dreams, emotions, and personality. The body and brain of Bill Clinton would still run out and go freak out about this to your family. And again, after a significant amount of convincing, they would indeed accept that you were alive, just in Bill Clinton’s body.

Philosopher John Locke’s memory theory of personal identity suggests that what makes you you is your memory of your experiences. Under Locke’s definition of you, the new Bill Clinton in this latest example is you, despite not containing any part of your physical body, not even your brain. 

This suggests a new theory we’ll call The Data Theory, which says that you’re not your physical body at all. Maybe what makes you you is your brain’s data—your memories and your personality.

We seem to be honing in on something, but the best way to get to concrete answers is by testing these theories in hypothetical scenarios. Here’s an interesting one, conceived by British philosopher Bernard Williams:

The Torture Test

Situation 1: The mad scientist kidnaps you and Clinton, switches your brain data with Clinton’s, as in the latest example, wakes you both up, and then walks over to the body of Clinton, where you supposedly reside, and says, “I’m now going to horribly torture one of you—which one should I torture?”

What’s your instinct? Mine is to point at my old body, where I no longer reside, and say, “Him.” And if I believe in the Data Theory, then I’ve made a good choice. My brain data is in Clinton’s body, so I’m now in Clinton’s body, so who cares about my body anymore? Sure, it sucks for anyone to be tortured, but if it’s between me and Bill Clinton, I’m choosing him.

Situation 2: The mad scientist captures you and Clinton, except he doesn’t do anything to your brains yet. He comes over to you—normal you with your normal brain and body—and asks you a series of questions. Here’s how I think it would play out:

Mad Scientist: Okay so here’s what’s happening. I’m gonna torture one of you. Who should I torture?

You: [pointing at Clinton] Him.

MS: Okay but there’s something else—before I torture whoever I torture, I’m going to wipe both of your brains of all memories, so when the torture is happening, neither of you will remember who you were before this. Does that change your choice?

You: Nope. Torture him.

MS: One more thing—before the torture happens, not only am I going to wipe your brains clean, I’m going to build new circuitry into your brain that will convince you that you’re Bill Clinton. By the time I’m done, you’ll think you’re Bill Clinton and you’ll have all of his memories and his full personality and anything else that he thinks or feels or knows. I’ll do the same thing to him, convincing him he’s you. Does that change your choice?

You: Um, no. Regardless of any delusion I’m going through and no matter who I think I am, I don’t want to go through the horrible pain of being tortured. Insane people still feel pain. Torture him.

So in the first situation, I think you’d choose to have your own body tortured. But in the second, I think you’d choose Bill Clinton’s body—at least I would. But the thing is—they’re the exact same example. In both cases, before any torture happens, Clinton’s brain ends up with all of your data and your brain has his—the difference is just at which point in the process you were asked to decide. In both cases, your goal is for you to not be tortured, but in the first situation, you felt that after the brain data swap, you were in Clinton’s body, with all of your personality and memories there with you—while in the second situation, if you’re like me, you didn’t care what was going to happen with the two brains’ data, you believed that you would remain with your physical brain, and body, either way.

Choosing your body to be the one tortured in the first situation is an argument for the Data Theory—you believe that where your data goes, you go. Choosing Clinton’s body to be tortured in the second situation is an argument for the Brain Theory, because you believe that regardless of what he does with your brain’s data, you will continue to be in your own body, because that’s where your physical brain is. Some might even take it a step further, and if the mad scientist told you he was even going to switch your physical brains, you’d still choose Clinton’s body, with your brain in it, to be tortured. Those that would torture a body with their own brain in it over torturing their own body believe in the Body Theory.

Not sure about you, but I’m finishing this experiment still divided. Let’s try another. Here’s my version of modern philosopher Derek Parfit’s teletransporter thought experiment, which he first described in his book Reasons and Persons

The Teletransporter Thought Experiment

It’s the year 2700. The human race has invented all kinds of technology unimaginable in  today’s world. One of these technologies is teleportation—the ability to transport yourself to distant places at the speed of light. Here’s how it works—

You go into a Departure Chamber—a little room the size of a small cubicle.

cube stand

You set your location—let’s say you’re in Boston and your destination is London—and when you’re ready to go, you press the button on the wall. The chamber walls then scan your entire body, uploading the exact molecular makeup of your body—every atom that makes up every part of you and its precise location—and as it scans, it destroys, so every cell in your body is destroyed by the scanner as it goes.

cube beam

When it’s finished (the Departure Chamber is now empty after destroying all of your cells), it beams your body’s information to an Arrival Chamber in London, which has all the necessary atoms waiting there ready to go. The Arrival Chamber uses the data to re-form your entire body with its storage of atoms, and when it’s finished you walk out of the chamber in London looking and feeling exactly how you did back in Boston—you’re in the same mood, you’re hungry just like you were before, you even have the same paper cut on your thumb you got that morning.

The whole process, from the time you hit the button in the Departure Chamber to when you walk out of the Arrival Chamber in London, takes five minutes—but to you it feels instantaneous. You hit the button, things go black for a blink, and now you’re standing in London. Cool, right?

In 2700, this is common technology. Everyone you know travels by teleportation. In addition to the convenience of speed, it’s incredibly safe—no one has ever gotten hurt doing it.

But then one day, you head into the Departure Chamber in Boston for your normal morning commute to your job in London, you press the big button on the wall, and you hear the scanner turn on, but it doesn’t work.

cubicle broken

The normal split-second blackout never happens, and when you walk out of the chamber, sure enough, you’re still in Boston. You head to the check-in counter and tell the woman working there that the Departure Chamber is broken, and you ask her if there’s another one you can use, since you have an early meeting and don’t want to be late.

She looks down at her records and says, “Hm—it looks like the scanner worked and collected its data just fine, but the cell destroyer that usually works in conjunction with the scanner has malfunctioned.”

“No,” you explain, “it couldn’t have worked, because I’m still here. And I’m late for this meeting—can you please set me up with a new Departure Chamber?”

She pulls up a video screen and says, “No, it did work—see? There you are in London—it looks like you’re gonna be right on time for your meeting.” She shows you the screen, and you see yourself walking on the street in London.

“But that can’t be me,” you say, “because I’m still here.”

At that point, her supervisor comes into the room and explains that she’s correct—the scanner worked as normal and you’re in London as planned. The only thing that didn’t work was the cell destroyer in the Departure Chamber here in Boston. “It’s not a problem, though,” he tells you, “we can just set you up in another chamber and activate its cell destroyer and finish the job.”

And even though this isn’t anything that wasn’t going to happen before—in fact, you have your cells destroyed twice every day—suddenly, you’re horrified at the prospect.

“Wait—no—I don’t want to do that—I’ll die.”

The supervisor explains, “You won’t die sir. You just saw yourself in London—you’re alive and well.”

“But that’s not me. That’s a replica of me—an imposterI’m the real me—you can’t destroy my cells!”

The supervisor and the woman glance awkwardly at each other. “I’m really sorry sir—but we’re obligated by law to destroy your cells. We’re not allowed to form the body of a person in an Arrival Chamber without destroying the body’s cells in a Departure Chamber.”

You stare at them in disbelief and then run for the door. Two security guards come out and grab you. They drag you toward a chamber that will destroy your cells, as you kick and scream…

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If you’re like me, in the first part of that story, you were pretty into the idea of teletransportation, and by the end, you were not.

The question the story poses is, “Is teletransportation, as described in this experiment, a form of traveling? Or a form of dying?

This question might have been ambiguous when I first described it—it might have even felt like a perfectly safe way of traveling—but by the end, it felt much more like a form of dying. Which means that every day when you commute to work from Boston to London, you’re killed by the cell destroyer, and a replica of you is created.1 To the people who know you, you survive teletransportation just fine, the same way your wife seems just fine when she arrives home to you after her own teletransportation, talking about her day and discussing plans for next week. But is it possible that your wife was actually killed that day, and the person you’re kissing now was just created a few minutes ago?

Well again, it depends on what you are. Someone who believes in the Data Theory would posit that London you is you as much as Boston you, and that teletransportation is perfectly survivable. But we all related to Boston you’s terror at the end there—could anyone really believe that he should be fine with being obliterated just because his data is safe and alive over in London? Further, if the teletransporter could beam your data to London for reassembly, couldn’t it also beam it to 50 other cities and create 50 new versions of you? You’d be hard-pressed to argue that those were all you. To me, the teletransporter experiment is a big strike against the Data Theory.

Similarly, if there were an Ego Theory that suggests that you are simply your ego, the teletransporter does away nicely with that. Thinking about London Tim, I realize that “Tim Urban” surviving means nothing to me. The fact that my replica in London will stay friends with my friends, keep Wait But Why going with his Tuesday-ish posts, and live out the whole life I was planning for myself—the fact that no one will miss me or even realize that I’m dead, the same way in the story you never felt like you lost your wife—does almost nothing for me. I don’t care about Tim Urban surviving. I care about me surviving.

All of this seems like very good news for Body Theory and Brain Theory. But let’s not judge things yet. Here’s another experiment:

The Split Brain Experiment

A cool fact about the human brain is that the left and right hemispheres function as their own little worlds, each with their own things to worry about, but if you remove one half of someone’s brain, they can sometimes not only survive, but their remaining brain half can learn to do many of the other half’s previous jobs, allowing the person to live a normal life. That’s right—you could lose half of your brain and potentially function normally.

So say you have an identical twin sibling named Bob who developes a fatal brain defect. You decide to save him by giving him half of your brain. Doctors operate on both of you, discarding his brain and replacing it with half of yours. When you wake up, you feel normal and like yourself. Your twin (who already has your identical DNA because you’re twins) wakes up with your exact personality and memories.

twins

When you realize this, you panic for a minute that your twin now knows all of your innermost thoughts and feelings on absolutely everything, and you’re about to make him promise not to tell anyone, when it hits you that you of course don’t have to tell him. He’s not your twin—he’s you. He’s just as intent on your privacy as you are, because it’s his privacy too.

As you look over at the guy who used to be Bob and watch him freak out that he’s in Bob’s body now instead of his own, you wonder, “Why did I stay in my body and not wake up in Bob’s? Both brain halves are me, so why am I distinctly in my body and not seeing and thinking in dual split-screen right now, from both of our points of view? And whatever part of me is in Bob’s head, why did I lose touch with it? Who is the me in Bob’s head, and how did he end up over there while I stayed here?”

Brain Theory is shitting his pants right now—it makes no sense. If people are supposed to go wherever their brains go, what happens when a brain is in two places at once? Data Theory, who was badly embarrassed by the teletransporter experiment, is doing no better in this one.

But Body Theory—who was shot down at the very beginning of the post—is suddenly all smug and thrilled with himself. Body Theory says “Of course you woke up in your own body—your body is what makes you you. Your brain is just the tool your body uses to think. Bob isn’t you—he’s Bob. He’s just now a Bob who has your thoughts and personality. There’s nothing Bob’s body can ever do to not be Bob.” This would help explain why you stayed in your body.

So a nice boost for Body Theory, but let’s take a look at a couple more things—

What we learned in the teletransporter experiment is that if your brain data is transferred to someone else’s brain, even if that person is molecularly identical to you, all it does is create a replica of you—a total stranger who happens to be just like you. There’s something distinct about Boston you that was important. When you were recreated out of different atoms in London, something critical was lost—something that made you you.

Body Theory (and Brain Theory) would point out that the only difference between Boston you and London you was that London you was made out of different atoms. London you’s body was like your body, but it was still made of different material. So is that it? Could Body Theory explain this too?

Let’s put it through two tests:

The Cell Replacement Test

Imagine I replace a cell in your arm with an identical, but foreign, replica cell. Are you not you anymore? Of course you are. But how about if, one at a time, I replace 1% of your cells with replicas? How about 10%? 30%? 60%? The London you was composed of 100% replacement cells, and we decided that that was not you—so when does the “crossover” happen? How many of your cells do we need to swap out for replicas before you “die” and what’s remaining becomes your replica?

Something feels off with this, right? Considering that the cells we’re replacing are molecularly identical to those we’re removing, and someone watching this all happen wouldn’t even notice anything change about you, it seem implausible that you’d ever die during this process, even if we eventually replaced 100% of your cells with replicas. But if your cells are eventually all replicas, how are you any different from London you?

The Body Scattering Test 

Imagine going into an Atom Scattering Chamber that completely disassembles your body’s atoms so that all that’s left in the room is a light gas of floating atoms—and then a few minutes later, it perfectly reassembles the atoms into you, and you walk out feeling totally normal.

disassemble

Is that still you? Or did you die when you were disassembled and what has been reassembled is a replica of you? It doesn’t really make sense that this reassembled you would be the real you and London you would be a replica, when the only difference between the two cases is that the scattering room preserves your exact atoms and the London chamber assembles you out of different atoms. At their most basic level, atoms are identical—a hydrogen atom from your body is identical in every way to a hydrogen atom in London. Given that, I’d say that if we’re deciding London you is not you, then reassembled you is probably not you either.

The first thing these two tests illustrate is that the key distinction between Boston you and London you isn’t about the presence or absence of your actual, physical cells. The Cell Replacement Test suggests that you can gradually replace much or all of your body with replica material and still be you, and the Body Scattering Test suggests that you can go through a scatter and a reassembly, even with all of your original physical material, and be no more you than the you in London. Not looking great for Body Theory anymore.

The second thing these tests reveal is that the difference between Boston and London you might not be the nature of the particular atoms or cells involved, but about continuity. The Cell Replacement Test might have left you intact because it changed you gradually, one cell at a time. And if the Body Scattering Test were the end of you, maybe it’s because it happened all at the same time, breaking the continuity of you. This could also explain why the teletransporter might be a murder machine—London you has no continuity with your previous life.

So could it be that we’ve been off the whole time pitting the brain, the body, and the personality and memories against each other? Could it be that anytime you relocate your brain, or disassemble your atoms all at once, transfer your brain data onto a new brain, etc., you lose you because maybe, you’re not defined by any of these things on their own, but rather by a long and unbroken string of continuous existence?

Continuity

A few years ago, my late grandfather, in his 90s and suffering from dementia, pointed at a picture on the wall of himself as a six-year-old. “That’s me!” he explained.

He was right. But come on. It seems ridiculous that the six-year-old in the picture and the extremely old man standing next to me could be the same person. Those two people had nothing in common. Physically, they were vastly different—almost every cell in the six-year-old’s body died decades ago. As far as their personalities—we can agree that they wouldn’t have been friends. And they shared almost no common brain data at all. Any 90-year-old man on the street is much more similar to my grandfather than that six-year-old.

But remember—maybe it’s not about similarity, but about continuity. If similarity were enough to define you, Boston you and London you, who are identical, would be the same person. The thing that my grandfather shared with the six-year-old in the picture is something he shared with no one else on Earth—they were connected to each other by a long, unbroken string of continuous existence. As an old man, he may not know anything about that six-year-old boy, but he knows something about himself as an 89-year-old, and that 89-year-old might know a bunch about himself as an 85-year-old. As a 50-year-old, he knew a ton about him as a 43-year-old, and when he was seven, he was a pro on himself as a 6-year-old. It’s a long chain of overlapping memories, personality traits, and physical characteristics.

It’s like having an old wooden boat. You may have repaired it hundreds of times over the years, replacing wood chip after wood chip, until one day, you realize that not one piece of material from the original boat is still part of it. So is that still your boat? If you named your boat Polly the day you bought it, would you change the name now? It would still be Polly, right?

In this way, what you are is not really a thing as much as a story, or a progression, or one particular theme of person. You’re a bit like a room with a bunch of things in it—some old, some new, some you’re aware of, some you aren’t—but the room is always changing, never exactly the same from week to week.

Likewise, you’re not a set of brain data, you’re a particular database whose contents are constantly changing, growing, and being updated. And you’re not a physical body of atoms, you’re a set of instructions on how to deal with and organize the atoms that bump into you.

People always say the word soul and I never really know what they’re talking about. To me, the word soul has always seemed like a poetic euphemism for a part of the brain that feels very inner to us; or an attempt to give humans more dignity than just being primal biological organisms; or a way to declare that we’re eternal. But maybe when people say the word soul what they’re talking about is whatever it is that connects my 90-year-old grandfather to the boy in the picture. As his cells and memories come and go, as every wood chip in his canoe changes again and again, maybe the single common thread that ties it all together is his soul. After examining a human from every physical and mental angle throughout the post, maybe the answer this whole time has been the much less tangible Soul Theory.

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It would have been pleasant to end the post there, but I just can’t do it, because I can’t quite believe in souls.

The way I actually feel right now is completely off-balance. Spending a week thinking about clones of yourself, imagining sharing your brain or merging yours with someone else’s, and wondering whether you secretly die every time you sleep and wake up as a replica will do that to you. If you’re looking for a satisfying conclusion, I’ll direct you to the sources below since I don’t even know who I am right now.

The only thing I’ll say is that I told someone about the topic I was posting on for this week, and their question was, “That’s cool, but what’s the point of trying to figure this out?” While researching, I came across this quote by Parfit: “The early Buddhist view is that much or most of the misery of human life resulted from the false view of self.” I think that’s probably very true, and that’s the point of thinking about this topic.

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Related Wait But Why Posts
– Here’s how I’m working on this false view of self thing.
– And things could get even more confusing soon when we have to figure out if Artificial Superintelligence is conscious or not.

Sources
Very few of the ideas or thought experiments in this post are my original thinking. I read and listened to a bunch of personal identity philosophy this week and gathered my favorite parts together for the post. The two sources I drew from the most were philosopher Derek Parfit’s book Reasons and Persons and Yale professor Shelly Kagan’s fascinating philosophy course on death—the lectures are all watchable online for free.

Other Sources:
David Hume: Hume on Identity Over Time and Persons
Derek Parfit: We Are Not Human Beings
Peter Van Inwagen: Materialism and the Psychological-Continuity Account of Personal Identity
Bernard Williams: The Self and the Future
John Locke: An Essay Concerning Human Understanding (Chapter: Of Identity and Diversity)
Douglas Hofstadter: Gödel, Escher, Bach
Patrick Bailey: Concerning Theories of Personal Identity

And a fascinating and related video
For a while now, my favorite YouTube channel has been Kurzgesagt. They make one amazing five-minute animated video a month on the exact kinds of topics I love to write about. I highly recommend subscribing. Anyway, I’ve spoken to them and we liked the idea of tag-teaming a similar topic at the same time, and since this one was on both of our lists, we did that this week. I focused on what the self is, they explored what life itself is. Check it out:

 

Teorias da Origem da Vida: Coletanea das Existentes

terça-feira, janeiro 3rd, 2017

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( Artigo ainda em construção. Falta organizar os assuntos, correção ortográfica, etc.)

Inspirado no artigo:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

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Todas estas teorias erraram e todas erraram pelo mesmo motivo. Trata-se de uma falha de processamento no cérebro humano, não vejo outra explicação. O motivo e’ a arbitrária separação dos sistemas naturais ditos vivos dos sistemas naturais ditos “nao-vivos”. O primeiro ser vivo realmente digno deste nome, completo, funcional, era um sistema, o sistema celular. Mas antes dele ja’ existiam outros sistemas, completos, funcionais. Se os humanos quiseram inventar a palavra “vida” e com ela denominar o sistema completo, funcional, denominado celular, teriam obrigatoriamente que aceitar que os outros sistemas naturais, completos, funcionais, que ja’ existiam, tambem sejam “vivos”. Ao contrario, decidiram definir o celular de “animado”, e os outros de “inanimados”. Mas como inanimados se apresentam uma parafernalia de movimentos internos e da mesma forma realizam trocas com o exterior, etc? A arbitraria e absurda separacao continuou. Assim separaram a História Natural Universal em dois blocos – o da Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ os 10 bilhões de anos do Universo, e o da Evolução Biológica, desde aquela data ate os dias atuais. Dividiram a História Universal da Evolução do Sistema Natural que surgiu logo apos o ato fecundador do Big Bang e hoje se encontra aqui nestes tempos e região universal na forma nascente de Sistema Natural Autoconsciente, em dois blocos, sem nenhum elo evolutivo entre eles, sem a forma-elo, criando um abismo negro e sem fundo entre os dois grandes blocos. Como resultado so’ poderiam concluir que a forma de sistema biologico nao teria seguido a lei natural da transformação, portanto, teria surgido de algum lugar e fonte fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang.

Nesse momento desviaram-se do pensamento racional puro, construido por esta Natureza, e sairam a vagar no mundo das fantasias imaginarias, onde surge a mistica, o pensamento magico. Mas a causa e’ compreensível, o deslize pode ser perdoado, nao foi culpa dos humanos. Como disse acima, existe uma nova forma emergindo daquele sistema natural universal, mais exatamente emergindo desde esta forma atual de sistema humano, o cerebro. Esta forma apareceu ainda nos ultimos segundos do tempo astronomico, e se ja passou do estagio fetal nao sabemos, mas com certeza ainda nao alcancou o estagio de baby nascido, pois nem seus olhos propios abriu ainda, nem sabe qual a substancia e a forma de seu proprio corpo. E todos sabemos que quando os humanos passam da fase de babies para a fase de criancas, sua consciencia ainda nada tem de racional, para ela todos os objetos a sua volta sao brinquedos, ela vive num mundo encantado, ate tem amigos fantasmas com quem conversa. Ora, a humanidade tambem surgiu muito recentemente em relacao a escala de tempo do sistema universal, para este, a humanidade e’ uma crianca. A psique individual se projeta na psigue coletiva, claro: a humanidade vai se organizando num tipo de sistema, num sistema individual, a imagem e semelhanca de seu building block, que ‘e o individuo. Entao nao poderia ter acontecido de forma diferente: a mentalidade do coletivo humano esta na fase do pensamento magico, do mundo encantado, que não existe de fato. E a historia do mundo sera uma fabula locupleta de magicas, monstros, mitos. Justamente mitos preenchendo o abismo negro imaginariamente criado entre os dois blocos, que na verdade e’ apenas um.

E surgiram dois mitos, diferentes na narrativa, na forma de imaginar o mundo encantado, eregidos por uma parte da humanidade-crianca num continente, e oitra parte de humanidade-crianca sob efeitos do ambiente diferente de outro continente. Surgiu o deismo e o materialismo, ou ateismo. Um acredita realmente no amigo fantasma e deram-lhe o nome de Deus. Outro acredita que os objetos respondem a ele magicamente, pois ele tem conseguido sobreviver com privilégios so’ observados em jogos da sorte, ;oterias, e assim deram o nome ao grande criador do mundo encantado de Acaso. O que existe de mais comum entre os dois mitos e’ que ambos sao magicos, ambos vem de fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang. Ambos seriam nao-naturais, ou seja, sobrenaturais.

O primeiro grupo aceita sorrindo a critica de que creem no sobrenatural. O segundo grupo resiste irracionalmente, pois nao querem entender que se a “vida”, ou melhor, a forma de sistemas biologicos, surgiu, e’ porque ela foi erigida pelas forcas e elementos que vinham rolando na longa cadeia de causas e efeitos. Ora entao ela era previsivel e nao produto do acaso. Basta identificar todas as forcas e elementos que vem rolando, mais o calculo da consistencia do espaco em que vem rolando, e nao tem como nao ver a certo momento a vida formada e rolando no meio. Entao existem uma geracao mais moderna ou envelhecida da humanidade ainda crianca que ja preseente este fato, e comecam a suspeitar que o Universo estava “tunelado” para produzir a vida, ou melhor, a forma de sistemas biologicos. E e’ desta geracao que sairam os autores das teorias arroladas neste artigo da BBC. Mas eles continuam ainda com o pensamento impregnado com resquicios do mito e por isto, eles mantem a malfadada separacoa, e por isto estao nos caminhos errados.

As criancas inevitavelmente se enveredam pelos primordios do pensamento magico porque nascem como ovos mantido dentro e protegidos, alimentados ate a maturidade. Uma caracteristica dos mamiferos, que foi um passo evolutivo adiante dos ancestrais repteis, que botavam os ovos fora abandonando a prole `a propria sorte. Mas o que aconteceria se uma crianca nascesse como ovo botado fora? Instantaneamente atacada pelas intemperies ao relento, pelos predadores e sem alimentos? Sera que ela tambem manteria pelo mesmo tempo o pensamento magico? Ela veria o mundo encantado? Certamente ela nao teria ninguem com quem falar ou aprender a falar, nao conversaria com amigos fantasmas. E como ela interpretaria o mundo se conseguisse ir sobrevivendo por extrema sorte os primeiros anos? E mais: imaginado-se que ela nascesse geneticamente com o dom ou tendencia a filosofar, a questionar a existencia das coisas que ve e ate mesmo a sua existencia, iria ela separar o mundo em dois blocos, iria ela criar im mito para preencher o vacuo entre os dois blocos? Quando na noite ao relento mantendo um olho vigilante na terra e outro levantado prescrutando o ceu e as estrelas, ela se sentiria separada ou conectada a extensao da natureza que se perde no firmamento?

Eu sei a resposta porque eu vivi esta terrivel e odiadamente experiencia. Pior, por duas vezes. Uma realmente logo ao nascer sem familia e teto, e outra quando ja adulto, escapei da escravidao na civilizacao e me embrenhei como fugitivo na selva amazonica. A qual me deu um banho de mundo real, da verdadeira natureza, a ponto de executar uma lavagem cerebral de toda a cultura hmana adquirida ate aquela idade e reduzir o espectro ao estagio de semi-macaco. Sem a s habilidades dos macacos na sobrecvivencia naquele unferno caotico, eu fui um macaco-crianca no meio deles, ja nem mais um humano-crianca como os que existiam la fora, na civilizacao. Digo que nao foi um regresso ao estagio fetal, pois sai no outro lado, antes da fecundacao. Porem com mais uma anomalia ironica: um macaco crianca filosofo. Como nao pderia deixar de acontecer, o filosofo no macaco construiu sua cosmovisao, sua maneira peculiar de interpretar o mundo real. E nao vi a separacao. Nao vi a divisao entre vida e nao-vida. E assim sai a procurar o bicho que me teria feito. A mim, aos meus vizinhos silenciosos que chamam de palntas e aos ruidosos e importunos que chama de animais. Com um olho abaixado procurando na terra e outro levantado procurando na extensao do meu mundo que se perdia no azul do firmamento.

Claro que seria impossivel a tal misero e semi-selvagem individuo, mesmo conseguindo sobreviver e crescendo, encontrar o que a civilizacao milhares de anos mais avancada intelectualmente e com poderosos instrumentos invadindo as profundezas dos invisiveis micro e macrocosmos, encontrar o que nao encontraram. Mas seu sobrevivi e ate me curei do primeiro ataque da malaria, do segundo jamais teria passado. Quis a sorte mais uma vez que humanos nativos da selva que ja pressentiam minha existencia nos arredores de seu territorio,  me encontrassem moribundo e decidissem me salvar como fizeram com os quackers moribundos do Mayflower. E quis o azar que esees nativos selvagens decidram me catequisar nos seus mitos, pegando um cerebro recentemente lavado com esfregao de espinhos das palmeiras e que poderia ter se reerguido e se levantado como uma pagna em branco a ser escrita pela razao pura natural, e desviando-o para o reino dos mitos de sua tambem consciencia crianca. Porem, do azar se levantou a tremenda sorte que o reino dos mitos a que fui apresentado nao era o mito criado pelos predadores de humanos bem nutridos a 10.000 anos atras  a falar com a voz mais alta e possante em volta da fogueira `as ovelhas mansas e temerosas, como eles eram filhos de deuses poderosos, os quais lhes teriam passado a forca. Nao foi o reino originario dos dois mitos se levantando da mentalidade ocidental. Me levaram a um novo retrocesso, muito mais profundo no tempo e no cerebro, ao estado da psique antes do humano-crianca, a forma mesma do embriao. de onde comeca e se forma a imaginacao. Me levaram ao outro continente onde surgiram os mitos orientais. A ouvir a descricao das imagens visionarias de dragoes aflorando das aguas do lago e soltando fogo pela boca como viu o filosofo chines. Mas ao inves de reiventar o simbolo do I-Ching pela mesma visão, e a partir daí desenhar a aura e seus chacras, as aulas de biologia em que eu havia visto o DNA me afloraram na mente na memória que resistira a lavagem e ao invés de dragão e aura eu vi o DNA, dançando no azul do firmamento com um eixo central na forma de um buraco cônico negro e os astros em volta na forma de moléculas, mais tarde identificadas como a timina, a citozina,…

Nao, na aurora da pre-humanidade nao houve uma imediata incursao na mitologia. Aqueles semi-humanos tiveram visoes do micro e do macrocosmo reais. Ou melhor, nao foram visoes vistas por olhos de ver, mas sim recordacoes vindas da memoria primitiva, que ainda nao havia sido poluida pela cultura dos predadores em volta da fogueira. Memorias construidas geneticamente, herdadas dos ancestrais… nao-vivos. Das nossas formas ancestrais quando estavamos na forma de atomos e galaxias. Ou quando estavamos se formando na forma de biologicos, quando fomos os primeiros nucleotideos, que aos pares, formam um sistema completo e funcional e sao um dos elos evolucionarios que foram ocultados do humano-crianca quando ele criou a separacao.

Os nativos tomam uma beberagem feita de raizes e ervas selvagens parecido com o que se chama de Santo Daime. Caem no chao ou em cima de esteiras e ficam balbuciando incoerencias com um largo sorriso que as vezes tornam-se gargalhadas, felizes da vida. Neste momento nasce osseus mitos dos deuses e demonios espiritos da selva. Mas para um filosofo abusado de perguntador ao lado observando-os, descrevem as visoes que suas imaginacoes alteradas pela beberagem produzem. Mas o filosofo que saber como funciona o cerebro, o que a droga produz, e isto nao se aprende fazendo a exoeriencia, ingerindo a droga, e sim mantendo seu cerebro vigilante e racional e arrancando do cerebro alterado o que ele esta produzindo. Assim se descobre que o naticvo reconta fielmente a fabula de Adao e Eva e desceve fielmente o Paraiso do Eden. Que?!

Eu disse que me levaram nao ao tempo das origens dos mitos, nao a fase etaria da crianca humana portadora do pensamento magico, mas antes desta fase, no estagio da consciencia fetal. O paraiso com Adao e Eva se ve antes e somente depois de muito pensar, de muito interpretar, e’ que se forma um quadro e pode-se pegar a pena e escreve-lo. Ele foi visto muito antes de se escrever a Biblia. Por um tal de Schimeon Ben Jochai, se a russa Helena Blavastic conseguiu a informacao correta no seu prologo da doutrina secreta. Porque o paraiso, Adao e Eva, realmente existiram. Nao o paraiso, nao o Adao e Eva que foram escritos, mas sim o que se levantou da memoria da humanidade fetal vindo das profundezas de neuronios em cujos nucleos numa fita biologica denominada DNA o nosso passado muito remoto foi registrado. Naquela epoca, uma galaxia era um verdadeiro paraiso para os dois principios ativos que formavam seu corpo, um com tendencias que hoje identicamos como masculinas e outro com tendencias que hoje identificamos como femininas. Ai estao o Adao e a Eva que foram malversados, contorcidos, mascarados, numa interpretacao eivada de auto-projecao do humano, antropomorfica. Os nativos selvagens da Amazonia nao estao no estagio intelectual que estavam as nacoes ja oorganizadas e ja com a psique da humanidade crianca que escreveram a Biblia. Eles estao no nivel intelectual das tribos de barbaros. Mas foi a estes que a Natureza revelou o paraiso e Adao e Eva. Foun a psique do humano crianca, que inventa amigos fantasmas com quem conversam e que tratam todos os objetos como brinquedos magicos, que tambem deu um banho de sua imaginacao numa imagem real que ela havia visto na forma embrionaria e dela se recordava na fase de humano crianca. Desua experiencia aprendi que num cerebro lavado da cultura humana, ainda limpido e puramente natural, a memoria ve-se a su mesma e assim comeca a consciencia de sua existencia. E quand a memoria ve-se a sui mesma, ve o que ela realmente e’. Ela nao ve uma grande parte sua como memoria-lixo como se tem visto a memoria moderna. No lugar de lixo ela ve o passado do que ela realmente foi, o passado do sistema natural universal que se formou nos idos do Big Bang. Ela recorda suas formas e suas experiencias quando foi um sistema atômico, quando foi um sistema galactico, porque todas estas experiencias estao nela registradas. Ela jamais iria sequer pensar que sua forma atual foi trazida pela cegonha por acaso ou por mágica divina, porque ela enxerga a forma de seus pais, de seus avos e bisavos, ate os ultimos ancestrais emergindo do Big bang… na forma de simples onda de luz. Simples na aparência porque sao mais complexas que nos desde que elas ja contem a formula para fazer-se a si mesma, como entidade viva.

Então como todos sabemos, seria impossível ao semi-macaco na selva encontrar o que este exército super bem aparelhado e milhares de anos mais avançado ainda não encontrou. A tal criatura acredita que encontrou, certamente ele caiu na mesma armadilha, ele enveredou-se no reino infantil dos mitos. Porém o que ele encontrou – o nosso DNA em suas formas evolucionárias mais primitivas existindo nos corpos de átomos e galáxias – e’ totalmente natural, está previsto na longa cadeia, não existe qualquer menção ao supernatural. Nao existem deuses nem acasos magicos. Entao onde esta o mito? Possivelmente nos seus modelos teóricos de átomos e galáxias, na sua interpretação diferente do DNA, de seus building blocks, no propósito do universo tunelado por um processo de simples reprodução genética de universos. Mas este ” provavelmente” e’ imediatamente balbuciado sem pensar, por quem tem o cérebro configurado por conexões neuronais modeladas pela visão dos mundos separados. realmente este cerebro nao conseguiria processar esta informacao. Entao o que me resta e’ testar cientificamente os modelos. Ou que alguma nova descoberta comprove-os. A teoria da Relatividade teve que esperar por um eclipse para comecar a ser vista com alguma seriedade. A Teoria do Big bang esperou por um defeito nos cabos telefônicos para a descoberta da radiação de fundo cósmica e guinda-la ao patamar de teoria plausivel. Nos aqui tambem estamos esperando. Algo que a levante ou a derrube para sempre. Ninguem mandou um filósofo se vestir de macaco, viver sete anos na selva no meio de macacos e retornar para contar esta historia macaquica. Que se f… o filosofo!

Ainda hoje esse  Se esquecem de que antes da vida surgir na Terra a matéria deste Universo já vinha em evolução, desde átomos para sistemas estelares para siste demas galácticos – e o primeiro ser vivo surgiu formado pelos mesmos átomos e dentro destes sistemas astronomicos. Entao como separa-los evolucionariamente?

Pela evolução, sistemas naturais mais simples se transformam em sistemas naturais mais complexos, não existe outra origem conhecida e muito menos comprovada cientificamente para sistemas naturais. Supor que tenha surgido um sistema natural fora dessa linhagem evolucionária por transformações e’ supor que este novo sistema tenha vindo de algum lugar fora da longa cadeia de causas e efeitos que começou no Big Bang. Teria que ter vindo de um lugar nao-natural, em relacao a esta natureza total a que damos o nome de Universo. de algum lugar sobrenatural, mas nenhum fato conhecido e comprovado prova que exista o sobrenatural, de onde tiraram essa ideia então? Falha de processamento nos circuitos neuronais.

Então vem com essa ideia absurda outra ideia que e’ uma aberração, uma heresia cientifica e contra a razao pura naturalista: a palavra “origens” e o conceito que a define. Quando e como alguém viu a origem de algum sistema natural que nunca tenha existido antes? Quando e como alguém viu um sistema natural qualquer que nao tenha vindo de outro sistema pré-existente?! Quando alguém viu assistiu os primeiros passos e o desenvolvimento de um sistema natural que nao tenha sido elaborada por um ambiente natural cuja complexidade nao se assemelhe `a complexidade do sistema? Isto de fato seria uma origem, a emergencia de algo totalmente novo, inédito, para o qual a Natureza nao tinha em si nenhuma informação. A palavra origem imediatamente nos leva a pensar num evento espontâneo ocorrendo no meio da longa cadeia de causas e efeitos mas que nao tenha sido produzido pelo fluxo normal das forças e elementos que vinham rolando nessa cadeia. Nao existem origens de universos nem de vida como eventos espontâneos, únicos, seja ao acaso ou por um entidade sobrenatural, nunca ninguém viu tal evento ocorrer. Isto seria mágica e nunca ninguém viu mágicas, apenas truques ilusorios. No entanto a literatura cientifica e por consequencia a escolar está repleta de teorias de origem espontanea do universo, d planeta, da galaxia, da vida… Raios, o que esta acontecendo com o racional humano?!

Então uma falha leva a outra: separando erradamente a evolução universal em evolucao cosmologica e evolução biológica em dois blocos de evolução sem nenhum elo, nenhuma conexão racional, natural, entre os dois blocos, nao resta outra alternativa senão apelar ao imaginário e acreditar em origens de coisas complexas, seja espontaneamente ou a longo prazo. Sem nenhuma razão inteligível, sem nenhum processo natural conhecido, a certa altura da longa cadeia de causas e efeitos, átomos terrestres comecaram a se comportarem de maneira nunca existido antes e a fazerem inéditas combinações que nunca fizeram antes. Ora, então o que de nao-natural atuou sobre estes atomos? Ninguém sabe responder porque esta pergunta nao faz sentido racional porque baseada numa premissa nao-existente de fato.

O primeiro ser vivo, que se pode chamar como tal, completo e funcionando, foi o primeiro sistema celular. Nao foi um novo sistema vindo de fora da natureza, ou feito por um processo nunca aplicado antes pela natureza. Nunca ninguem viu e comprovou que existam tais coisas. Era um sistema mais complexo ( e muito) que todos os outros sistemas naturais que existiam naquela época, ou entao, nao muito mais complexo que um sistema ja existente mas ainda desconhecido pela humanidade. O fato de ter sido elaborado muito mais complexo se explica pela complexidade maior existente na superficie da Terra que as complexidades existentes antes nos ambientes onde foram elaborados os sistemas ancestrais, atomicos e astronomicos. Aqui existia o estado liquido da materia, uma novidade que na sua embriogenese os atomicos e astronomicos nao tiveram. O estado liquido “transformou” a quimica inorganica na mais complexa quimica organica, mas o estado liquido tambem nao teve uma origem espontanea, ele veio das transformacoes dos estados gasosos e solidos ( talvez incluindo-se o estado eletromagnetico, etc.). Aagua produziu uma mutacao espetacular na embriogenese da primeira celula. Houve um espetacular salto evolutivo, mas apenas em relacao a sistema celular/sistema pré-existente, pois este salto teve uma duracao de milhoes ou bilhoes de anos enquanto ocorriam transformacoes no meio ambiente.

Nao houve abiogenese. Nao houve materia inanimada dando ” origem” a sistemas animados, vivos. Atomos e galaxias nao sao sistemas inanimados, eles funcionam internamente. Mas entao surge o terceiro erro ainda como consequencia do erro da imaginaria separacao: comparam um sistema completo, funcional, com pedacos, partes, ou mesmo dejetos, de outros sistemas. Ora, sistema tem que ser comparado a sistema! Ficam comparando moléculas que nao sao sistemas em si com processos vitais e mesmo sistemas vivos procurando encontrar o fio evolucionario entre eles! As moleculas (aminoacidos,proteinas,RNA e DNA) nao sao sistemas em si, sao partes de sistemas que reconstroem sistemas assim como os tecidos diferenciados na embriogenese humana reconstrou o sistema “corpo humano”. Se Oparin e …. queriam reconstruir o estado do mundo momentos antes da vida e ver dele surgir um elemento vivo, teriam que antes conectar a amonia, o hifgdrogenio, o metano, com as faiscas eletricas formando um sistema funcional. Jogaram partes ao leu dentro do tubo, conseguiram partes do sistema celular, mas nunca conseguriam um sistema celular, nem mesmo conectar os aminoacidos obtidos compondo uma proteina.

O sistema celular veio do sistema nucleotideo, ou seja que outro nome deem ao building block, o fundamental bits-informacao, que compoem as pilhas de nucleotideos que sao o RNA e o DNA. Mas a falha no processamento cerebral nem mesmo os permitem descobrir que um par lateral horizontal e vertical de nucleotideos funciona como um sistema completo. E este sistema nucleotideo serve exatamente para explicar como foram os building blocks que formaram as galaxias. Entao ai esta o elo evolutivo que manda ao inferno a imaginaria e impossivel separacao. O sistema celular teve uma embriogenese ( e nao abiogenese) de milhoes ou bilhoes de anos porque seu criador, o sistema menos complexo que foi transformado, era astronomico e na astronomia os tempos sao muito mais longos que na escala praticada por humanos.

Este erro abismatico conduz os pesquisadores auma busca atabalhoada, fora de foco. E entao surgem as teorias, fora de foco. vamos ver neste artigo da BBC uma bela coletanea destas teorias e vamos ver a analise de cada uma delas por essa teoria que nao cometeu esso erro imaginario, denominada Matrix/DNA. Para tanto tive que copiar o artigo aqui, aproveitando a exelente ajuda do website Bio+, que ou ele ou a propria BBC traduziu para o portugues:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

Unified Harmonic Dimensional Matrix – Perspectiva de Experiencia Psiquica Incomum

terça-feira, dezembro 13th, 2016

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O autor teve uma experiencia psiquica,visionária, incomum. Descreve a existência sob uma nova perspectiva. Existem varios topicos comuns a Matrix/DNA, portanto, vamos conhecer o conteudo.

Unified Harmonic Dimensional Matrix 

http://adamapollo.info/sacred_knowledge/unified_harmonic_matrix/

( parei assistindo o video)