Archive for the ‘Teorias Existentes Atuais’ Category

Qual a origem das informacoes que transformaram o universo simples em universo complexo? Pela Perspectiva de um acdemico moderno.

sábado, setembro 2nd, 2017

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https://www.edge.org/conversation/the-computational-universe

THE COMPUTATIONAL UNIVERSE

Seth Lloyd [10.22.02]

… by the basic laws of quantum mechanics, full of quantum fluctuations are all the time injecting, programming the universe with bits of information.”

(… pelas basicas leis da mecanica quantica, cheia de flutuacoes quanticas, estao todo o tempo injetando, programando o universe com bits de informacao).

Visao de um mundo puramente casuistico. Assim diria um microbio assistindo a evolucao de um feto e estando dentro do ovo. A Matrix/DNA sugere outra resposta, baseada na opiniao de outro microbio assistindo o mesmo processo estando fora do ovo: as informacoes foram fornecidas pelos pais, elas sao expressadas devido aos movimentos (flutuacoes) dos genes.

O fato e’ que ninguem sabe explicar o que sao flutuacoes quanticas e menos o que as produzem, assim como ninguem explica energia,gravidade, apenas sabemos descrever o que as vemos fazer. Entao, o que ha’ de errado com a tese na minha Matrix/DNA Theory comparando flutuacoes quanticas nas origens do sistema universal com movimentos geneticos na origem de um sistema biologico?!

(… hi… hi…hi… Acontece que penso como filosofo sistemico sempre conduzindo minha mente fora de um sistema para analiza-lo melhor, enquanto o metodo reducionista que estes caras sempre praticaram e so’ sabem fazer os mantem sempre dentro do ovo…)

Eis um trecho da tese de Seth Lloyd:

Another feature that everybody notices about the universe is that it’s complex. Why is it complicated? Well nobody knows. It turned out that way. Or if you’re a creationist you say God made it that way. If you take a more Darwinian point of view the dynamics of the universe are such that as the universe evolved in time, complex systems arose out of the natural dynamics of the universe. So why would the universe being capable of computation explain why it’s complex?

There’s a very nice explanation about this, which I think was given back in the ’60s, and actually Marvin, maybe you can enlighten me about when this first happened, because I don’t know the first instance of it. Computers are famous for being able to do complicated things starting from simple programs. You can write a very short computer program which will cause your computer to start spitting out the digits of pi. If you want to make it slightly more complex you can make it stop spitting out those digits at some point so you can use it for something else. There are short programs that generate all sorts of complicated things. That in itself doesn’t constitute an explanation for why the universe itself exhibits all this complexity, but if you combine the fact that you have something that’s dynamically, computationally universal with the fact that you’re constantly having information injected into the universe, — by the basic laws of quantum mechanics, full of quantum fluctuations are all the time injecting, programming the universe with bits of information — then you do have a reasonable explanation, which I’ll close with.

Astronomia: Formação de Sistemas Astronômicos pelo Segundo Método

domingo, agosto 20th, 2017

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Assistindo ( link abaixo) a moderna teoria astronômica acadêmica sobre formação de sistemas estelares onde a estrela nasce primeiro que os planetas – tive uma ideia para explicar o segundo método da formação de sistemas astronômicos.

Depois de seu primeiro método de formação – que foi simbioses – a célula aprendeu a se replicar já adulta, meramente se multiplicando já pronta. Então porque este método não teria vindo do ancestral astronomico? Se sim, isto significa que depois do método da simbiose – que formou as primeiras galaxias ou o building block de galaxias – tanto sistemas estelares quanto galácticos aprenderam a se reciclarem já adultos, prontos. Então neste segundo método, realmente a teoria acadêmica está correta.

Isto encerra a pesquisa da Matrix/DNA sobre o segundo método na formação de sistemas astronômicos.

Porem ela não conhece ainda o primeiro método e isto desvirtua a interpretação do que são sistemas astronômicos em seguida desvia o conhecimento dos processos nas origens da vida e de seu significado, pois o primeiro método mostra sua face biológica, que obedeceram, na sua primeira geração, a formação de cada astro pelo processo do ciclo vital.

https://www.youtube.com/watch?v=VAKSzsJcpQk

Onenessofall.com: Psicografia (?) batendo com previsões racionais da Matrix/DNA

sexta-feira, agosto 4th, 2017

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Como no exemplo da frase abaixo, o que tem sido previsto pela logica da Matrix/DNA, encontrei estas previsoes sendo citadas e bem escritas em ingles neste website, o qual e’ mistico, refere-se inconfortavelmente a um “Deus de amor”, quando as evidencias aqui sugerem ausencia disso, porem, quando alguem diz coisas que batem com previsoes logicas, merece um estudo mais acurado. Tentarei traduzir os textos aqui:

http://www.onenessofall.com/

All organized religions begin with messages of truth received and taught by an individual who has attained a highly evolved state of consciousness. However, within a generation or two the purity of the original messages is always lost and begins to fill with falsehoods.

Todas as organizacoes religiosas comecam com menssagens verdadeiras recebidas e ensinadas por um individuo que tem obtido um elevado estado de auto-consciencia. Todavia, dentro de uma geracao ou duas, a pureza da mensagem original e’ sempre perdida e comeca a ser preenchida com falsidades. …

(pelos discipulos que nao alcancaram o estado do mestre e estao mais em busca da sua zona de conforto, cujo intento os fazem inventar mentiras).

Foi justamente isso que descobri a 30 anos atras sobre as grandes escrituras, principalmente a Genese, na Biblia. Alguem teve uma intuicao fantastica sobre um aspecto da Natureza e do passado, que apenas a Ciencia agora esta comecando a descobrir ( ou ao menos eu descobri com a Matrix), pois ele descreveu metaforica mas quase exatamente o estado do mundo antes das origens da vida aqui. Essa “visao” serviu de base desde ao judaísmo aos simbolos do taoismo, etc., porem, a partir desta descricao, os textos das escrituras se desviram da realidade por mentiras e mais mentiras. Bateu o que a Matrix disse com o que a autora do website diz, portanto, o resto dos seus escritos merece estudo cuidadoso, mesmo apesar de que eles parecem beirar a fantasia, pois ela diz estar psicografando os “arcturians”…

Movimento Holistico Orion: Para uma nova Consciencia

quarta-feira, agosto 2nd, 2017

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http://www.orion.med.br/

Historia da formacao e estado atual do movimento

Nos idos de 1970 foi fundada, em Paris, a primeira Universidade Holística, por iniciativa de Monique Thoenig. Essa Universidade teve um importante papel na introdução da Psicologia Transpessoal e da Visão Holística na França e mesmo na Europa. Monique Thoenig introduziu no cenário europeu grandes pioneiros como Rupert Sheldrake, Beverly Silverman, N. Bammate, Stanislav Grof, Stanley Krippner, estabelecendo contatos e pontes entre estes e grandes pensadores franceses como Jean-Emile Charon, Michel Random, Basarab Nicolescu, Stephan Lupasco e muitos outros ainda.

Em 1985, cansada por esse esforço gigantesco, Monique nos escreveu, exausta, querendo acabar essa importante tarefa e pedindo-nos ajuda. Travando conhecimento com ela, aceitei e sugeri também a colaboração de Jean-Yves Leloup, que naquela época estava dirigindo o Centre International de Ia Sainte-Baume, hoje extinto.

Jean-Yves Leloup sugeriu criarmos a Universidade Holística Internacional no lugar da Universidade de Paris. Criamos os estatutos e começamos a trabalhar na redação de uma Carta Magna, anexada à presente publicação. A segunda tarefa foi desenhar as linhas gerais de uma Formação Holística de Base.

Embora a Universidade Holística Internacional tivesse realizado um simpósio sobre o tema da “Aliança”, ela não se desenvolveu em Paris, mas tomou corpo em Brasília, quando o então Governador José Aparecido de Oliveira, em 1987, nos convidou para integrar uma comissão do Governo do Distrito Federal e, posteriormente, para assumir a responsabilidade de presidir e estruturar a Fundação Cidade da Paz, como mantenedora da Universidade Holística Internacional de Brasília.

Foi em Belo Horizonte, num curso de formação em Cosmodrama, realizado no Salão de Encontro de Noemy Gontijo, que passei ao planejamento da Formação Holística como tarefa prática, que consistia em adaptar o referido planejamento à realidade brasileira e à estrutura do Cosmodrama. Desse curso faziam parte, entre outros, Roberto Crema, Lydia Nunes Rebouças, Luiz Montezuma, Flávio e Sandra Rodrigues da Silva, Crestes Diniz Neto e Betty Clark.

Logo depois da inauguração da Universidade Holística Internacional de Brasília, na Granja do Ipê, em 14 de abril de 1989, definiu-se, sob o impulso de Roberto Crema, com base numa forma aperfeiçoada daquele trabalho prático, a estrutura da Formação Holística de Base, e iniciou-se a primeira turma com mais de oitenta candidatos, em 1989.

Criou-se o colegiado da Formação Holística, que continua se reunindo periodicamente, aperfeiçoando o processo de maneira constante, fazendo revisões para adequar o curso à estrutura geral do programa “A Arte de Viver em Paz”, reconhecido pela 26a assembléia geral da UNESCO como sendo um novo método holístico de Educação para a Paz.

A Formação Holística de Base está se mostrando, através da experiência de todos esses anos, um poderoso método de transformação, no sentido de despertar uma nova consciência para o terceiro milênio. Para cada um dos Aprendizes há a pessoa antes e depois da Formação: maior compreensão de si mesmo, dos outros, e sobretudo do significado desta nossa existência; maior tolerância, paciência e amor. Tais são, sem dúvida, os frutos colhidos por muitos participantes. A Formação Holística é um processo de perpétuo aperfeiçoamento.

A UNIPAZ é um movimento sem fins lucrativos, cujo objetivo maior é a introdução de uma nova consciência. Esta meta atende ao acordo na Declaração de Veneza da Unesco (1986) e na Carta de Brasília – este último documento-síntese publicado Diário Oficial da União em 17 de abril de 1997.

Atualmente a Unipaz mantém 9 campi: UNIPAZ-PT (Portugal), UNIPAZ-DF, UNIPAZ-BA, UNIPAZ-CE, UNIPAZ-SC, UNIPAZ-MG, UNIPAZ-RJ, UNIPAZ-SP (Campinas) e UNIPAZ-Sul. Além de 18 Núcleos espalhados pelo país: Belém-PA, Curitiba-PR, Goiânia-GO, Londrina-PR, Presidente Prudente-SP, Recife-PE, Triângulo Mineiro-MG, Vitória-ES, Aracaju-SE, Natal-RN, Araxá-MG, São Paulo-SP, Altinópolis-SP, São José dos Campos-SP, Chapecó-SC, Criciúma-SC, Pelotas-RS e Santa Maria-RS.

Na estrutura internacional, há 7 núcleos nos países como a Argentina, Bélgica, Equador, França, Israel, Honduras e Portugal, totalizando 33 unidades. A essência do trabalho da Unipaz é trazer o global para o local. Desenvolve, assim, várias atividades de cunho nacional e internacional para a ampliação de conhecimentos e troca de experiências, construíndo deste modo, uma nova visão de mundo. O atual Reitor da Unipaz é o professor Dr. Pierre Weil e o Vice-reitor o Psicólogo Roberto Crema

Vida Extraterrestre: Nova teoria

sábado, junho 3rd, 2017

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Interessante artigo onde enviei o post copiado abaixo que esta aguardando aprovacao do moderador

Gizmodo

Hibernating Aliens Could Explain The Great Silence

Read more at https://www.gizmodo.com.au/2017/06/hibernating-aliens-could-explain-the-great-silence/#comment-3885145#pSublsCE04V1Zfsl.99

https://www.gizmodo.com.au/2017/06/hibernating-aliens-could-explain-the-great-silence/#comment-3885145

 

thematrixdna @thematrixdna

Reading all comments here, nobody remembered this possibility. Matrix/DNA Theory is suggesting that any advanced life form more evolved than human beings, will create its own environment, where a unique astronomical body performs the seven systemic functions performed today by the known seven kinds of astronomic bodies. Such final astronomical body and the physical structure of such life form, I think, can not be detectable by our current technology.
Stars, planets, quasar, pulsar, comets ,black holes, moon, each one has a specific systemic function that fits this life form needs. So, why not resume 7 into 1, having everything at the same time/space?
For understanding such astronomical body you need know the astronomical systemic model that works like the perfect automated machine, almost a perpetum motor, at my website.
People are forgetting that the first change when any new intelligent species does is about its environment, like humans changed the landscape of jungle into urban cities.

Integrated Information Theory (IIT): Moderna Teoria Sobre Auto-Consciencia

sexta-feira, maio 12th, 2017

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A Ciencia Moderna tem duas eleitas teorias sobre a consciência. Uma chama-se Espaco de Trabalho Global, desenvolvida pelo neurocientista Bernard Baars, do Instituto de Neurociências de La Jolla, Califórnia (EUA), sobre a qual escrevo outro artigo. A qui vamos tratar da outra teoria, a Teoria da Informação Integrada.

Phi, the symbol for integrated information.

Primeiro conhecimento da Teoria obtida no debate com vídeo  e participação do autor da teoria, Giulio Tononi, em:

Consciousness: Explored and Explained

http://www.worldsciencefestival.com/videos/consciousness-explored-and-explained/#volume

 

Consciousness: Explored and Explained

My 2 comments posted at the video/YouTube:

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/17/2017

Sir Giulio Tononi will advance his research if he learns about the universal formula discovered by matrix/DNA Theory for all natural systems, from atoms to galaxies to brains and probable, consciousness ( it must be a system also, and it must have a configuration that is the projection of the brain’s system). It is very hard dealing with systems without knowing what really is a system, why they exists and why they works the way they does. Nature has applied a formula for doing them and the formula explains everything. Integrated information, reducible mechanisms, everything are there, in the formula. How each part of a system is built by the same life’s cycle process, which are the specific universal function of each part, their locations and shapes, etc. For example, the identity of systems becomes very clear looking to the formula. But, just identity of systems is a good evidence that consciousness is an entity under evolution from systems to systems since the beginnings of time, before life’s origins.
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/17/2017
Matter is able to become conscious of itself, alone? Every scientific work done about consciousness is like Integrated Information Theory. See the paper: it is hard work collecting natural phenomena related to what we think consciousness does, surrounding the phenomenon, but, as black holes, never reaching or touching or seeing it. No problem, this is the normal procedures in Science, it is the secret by which we had known invisible things. But, there is a belief driving the scientific investigation. That brains produces consciousness. Which means: matter can become conscious of itself. My question is: ” What if the belief is wrong? How much time, money, effort, we will loose? Which evidence or other natural parameter without the human brain we have for believing in this way? What if the knowledge of consciousness is only possible by a different scientific approach? At Matrix/DNA Theory, our theoretical models are suggesting that consciousness has nothing to do with the event of the Big Bang, but it was there, beyond and before the event. Like a human brain gets consciousness at 6 or 8 months at embryonary state but is no the brain creating consciousness first time in the world, it was existing before and beyond the little embryogenetic universe of the embryo, it was existing at potential state inside the genetics of the embryo, waiting the brain reaching the right level of complexity. So, it is we an our universe. Consciousness can flourish at any place where a natural system reaches such complexity, but, consciousness never will be explained while we are inside this universe. Which means that we must continuing these scientific efforts trying to know the effects of consciousness, not its explanation, origins, formation.

Wikipedia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Integrated_information_theory#Central_Identity

Integrated information theory (IIT) attempts to explain what consciousness is and why it might be associated with certain physical systems. Given any such system, the theory predicts whether that system is conscious, to what degree it is conscious, and what particular experience it is having (see Central Identity). According to IIT, a system’s consciousness is determined by its causal properties and is therefore an intrinsic, fundamental property of any physical system.[1]

IIT was proposed by neuroscientist Giulio Tononi in 2004, and has been continuously developed over the past decade. The latest version of the theory, labeled IIT 3.0, was published in 2014 ( cont.)

  • ver lista de referencias de papers relacionados na Wikipedia

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Primeiro Paper do autor da teoria, Giulio Tononi, publicado em 2014, na PubMed, livre para leitura:

From the phenomenology to the mechanisms of consciousness: Integrated Information Theory 3.0. 

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24811198?dopt=Abstract&holding=npg

( Observar Funding Statement: This work was supported by a Paul G. Allen Family Foundation grant, by the McDonnell Foundation, and by the Templeton World Charities Foundation (Grant #TWCF 0067/AB41). )

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Artigo na Nature ( somente abstrato livre):

Integrated information theory: from consciousness to its physical substrate

http://www.nature.com/nrn/journal/v17/n7/full/nrn.2016.44.html

Ver lista de referencias na Nature sobre papers publicados e relacionados a IIT

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Copia de uma analise em português desta teoria:

http://hypescience.com/cientistas-se-aproximam-da-teoria-da-consciencia/

Informação Integrada

O neurocientista Giulio Tononi, da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), desenvolveu uma das teorias mais promissoras para a consciência, conhecida como teoria da informação integrada, na qual Koch também trabalhou, em parceria com Tononi.

Entender como o cérebro produz o material de experiências subjetivas, tais como a cor verde ou o som das ondas do mar, é o que o filósofo australiano David Chalmers chama de “problema difícil” da consciência. Tradicionalmente, os cientistas têm tentado resolver este problema com uma abordagem que vai de baixo para cima, um tipo de processamento de informação baseado em dados vindos do meio ao qual o sistema pertence para formar uma percepção. “Você pega um pedaço do cérebro e tentar espremer o suco de consciência [dali]”, explica o diretor científico do Instituto Allen. “Mas isso é quase impossível”.

Em contraste, a teoria de informação integrada começa com a própria consciência e tenta trabalhar de marcha ré para entender os processos físicos que dão origem a este fenômeno. A ideia básica é que a experiência consciente representa a integração de uma grande variedade de informações e que esta experiência é irredutível. Isto significa que quando você abrir os olhos (supondo que você tenha uma visão normal), você não pode simplesmente optar por ver tudo em preto e branco, ou ver apenas o lado esquerdo de seu campo de visão.

Em vez disso, seu cérebro tece perfeitamente em conjunto uma rede complexa de informações dos sistemas sensoriais e processos cognitivos. Vários estudos têm mostrado que é possível medir o grau de integração utilizando técnicas de estimulação cerebral e de gravação.

A teoria da informação integrada atribui um valor numérico, “phi”, ao grau de irredutibilidade. Se o phi é zero, o sistema é redutível a suas partes individuais, mas se o phi é alto, o sistema é mais do que apenas a soma de suas partes. Este sistema explica como a consciência pode existir em diferentes graus nos seres humanos e em outros animais. A teoria incorpora alguns elementos do pampsiquismo, a filosofia de que a mente não está presente apenas em humanos, mas em todas as coisas.

Um corolário interessante da teoria da informação integrada é que nenhuma simulação de computador, não importa o quão fielmente replica uma mente humana, jamais poderia tornar-se consciente. Koch colocar desta forma: “Você pode simular o tempo em um computador, mas ele nunca vai ficar ‘molhado’”.

 

 

Video do campo Magnetico: Torus, Animais do Zodiaco,etc. Interessante.

quinta-feira, abril 13th, 2017

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Santos Bonacci me chamou atencao na Internet por uma frase: “todos os simbolos e nomes de todas as religioes se resume a uma unica fonte.” Aqui na Matrix/DNA tenho dito isto, desde que nativos do Amazonas em estado mental alterado pelas suas bebidas alucinogenas descreveram quadros visionarios iguais muito semelhantes as figuras de chacras e outras das religioes orientais fundadas a milhares de anos e na Asia. Tambem a descoberta de que o modelo de galaxia original que propaga seus fotons-sementes de vida biologica pode ser perfeitamente descrito com os simbolos e nomes usados em Genesis na Biblia, que esse modelo tem o formato de um par lateral de nucleotideos – a unidade de informacao do DNA –  e que novamente, coincide com a figura dos chacras, eu nao poderia ter outra conclusao senao a de que, o criador da vida aqui, que foi este Sistema astronomico nesse modelo, esta’ registrado na memoria do DNA, portanto no centro dos neuronios, e estados alterados da mente pode ver flashes desse modelo, gerando dai a fabula do Paraiso em Genesis, a aura dos orientais, o simbolo do I Ching, etc. Alguem ou alguns tiveram estas visoes, mas como nada sabiam de galaxias e DNA, e como a visao revela uma historia em movimento, interpretaram os flashes de maneira fantasiosa, criando deuses, misticas, a partir de coisas reais, palpaveis, porem de aparencia fantasmagorica e supernatural.

Entao precisei pesquisar o autor da frase e descobri que ele tem um website com uma teoria ou diferente visao de mundo. Ele a meu ver deturpa seus estudos centrados na cultura da antiguidade e se apega muito a elocubracoes com nomes e letras, o que desvirtua seu trabalho. Porem ele mostrou um video com algo que nunca ninguem fez: usando magnetos e a supercelula, mostra as formas reais do campo e linhas magneticas, manchas do polo sul e norte, bem semelhantes a figura de Torus, e por isso registro o video aqui para retornar. Um aspect interessante que preciso pesquisar e’ sua crenca que as diferentes figuras formadas pelos campos magneticos sao figuras dos 12 animais simbolos do Zodiaco…

A teoria do Santos chama-se The Universal Truth, no link,

http://universaltruthschool.com/syncretism/about-syncretism/

E o video:

https://www.youtube.com/watch?v=PMxTDla90TE

Teoria do Principio Antrópico e Diferença da Teoria da MatrixDNA

domingo, março 5th, 2017

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Sugestão da MatrixDNA Theory

Racionalmente pensando, o Universo apenas pode gerar arquiteturas naturais aplicando o mesmo método pelo qual ele foi gerado. Por isso corpos humanos apenas podem gerar humanos e não girafas ou automóveis, e pelo mesmo método que eles foram gerados. O Universo não pode criar novas informações do nada, por magica, para inventar métodos que ele não tem informações para.
Acontece que Universo é apenas um aglomerado de galaxias, que evoluiu desde o Big Bang a este topo evolucionário e nada indica que exista algo mais complexo que galaxias. A evolução no sentido cosmológico parou nas galaxias, o universo agora apenas cresce em tamanho. Não é um sistema funcional e sim uma massa de sistemas. Isto é igual, na geração de corpos humanos, quando o corpo feminino produz a placenta, o amnion. Então o Universo estava tunelado para se tornar a infraestrutura placentária. E assim como na geração humana o que produz um sistema funcional dentro da planeta é um código genético – o DNA – assim também no Big Bang deve ter emergido um código para produzir um sistema interno. Na cosmovisão da Matrix/DNA Theory este código foi localizado na onda total de luz que se forma pela radiação no espectro eletromagnético. A forma como essa onda de luz surge e se propaga no tempo/espaço é pelo mesmo processo que produz os ciclos vitais dos corpos humanos, e separando-se as faixas de frequência/vibração dessa onda, aplicando-a sobre a dark matter surge um sistema atômico, e como um código ou formula ela conduz este sistema a evoluir para as formas de sistema estelar, galáctico, celular, humanos. Temos encontrado esta formula na infraestrutura de todos os sistemas naturais, inclusive na unidade fundamental de informação do DNA.
Não o Universo não foi programado para criar a vida nem humanos, estes são apenas resultados do processo de reprodução num estilo genético/computacional quântico do sistema desconhecido que produziu o universo. Mas, lembre-se, isto também é ainda apenas uma teoria, tal como é a do principio antrópico.
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Como funciona o princípio antrópico

princípio antrópico

Tudo leva a crer que a existência de vida na Terra decorra de uma enorme e complexa coincidência de múltiplos fatores. Mas há cientistas que pensam diferente. Para uma parte deles não foi o acaso que fez isso acontecer. Esses cientistas têm procurado provar que o propósito de existência do Universo e de todas as leis que o governam é justamente possibilitar o surgimento de vida inteligente no nosso planeta. Assim, do Big-Bang ao emaranhamento quântico, tudo conspira intencionalmente para um único fim: a existência do ser humano, o nome dessa controversa ideia, que coloca o homem não só como centro mas também como a razão de ser do Universo, é princípio antrópico.

Assim o Universo seria do jeito que é não por acaso, mas sim pela simples razão de que ele se desenvolveu sob medida para permitir o florescimento da vida humana. Essa visão quase divina da existência e do significado do Universo, levada adiante por importantes cientistas, é inspirada por várias “coincidências” que possibilitam a existência da vida, como a massa dos elétrons, a força da gravidade, as propriedades especiais dos átomos de Carbono. Qualquer pequena alteração nesses elementos – como a variação de apenas 1% na força da gravidade – eliminaria a possibilidade do surgimento de seres vivos. Por conta disso, os cientistas têm estudado, desde a segunda metade do século 20, a possibilidade de haver uma ligação direta entre a existência de vida inteligente sobre a face da Terra e a origem do Universo.

O princípio antrópico prevê também que o nosso Universo é apenas um dos vários que existiriam num “multiverso”. Apesar de parecer ficção científica, a ideia de múltiplos Universos, sendo que alguns deles seriam adequados à vida, vem da teoria da inflação caótica desenvolvida pelo cosmólogo russo Andrei Linde, da Universidade de Stanford (EUA), nos anos 1980. Assim, existiria um “Universo” bem maior do que o nosso, que seria apenas uma parte desse multiverso. Infinito em extensão, o multiverso conteria cada forma possível de “Universos”, alguns similares ao nosso, outros com leis físicas distintas e, segundo o princípio antrópico, elas seriam incompatíveis com a existência de vida.

Mas foi na década anterior ao surgimento da teoria de Linde que o astrofísico Brandon Carter, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), criou o termo “princípio antrópico”, para expressar que as propriedades do Universo são do jeito que são para possibilitar a existência da vida humana.

Princípio antrópico: um Universo feito sob medida para o homem

© istockphoto.com / Pleio – Segundo o princípio antrópico, o Universo foi feito sob medida para possibilitar a existência de vida inteligente na Terra

A ideia de que o Universo foi feito sob medida para possibilitar a existência do ser humano remonta à fundação da ciência ocidental. No século 17, cientistas britânicos como Isaac Newton e Robert Boyle acreditavam nisso. Mas no começo do século 20 essa ideia tinha pouca credibilidade e soava mais como um pensamento esotérico do que como ciência. Apesar disso alguns cientistas, como o naturalista Alfred Russel Wallace, continuavam a arriscar suas reputações ao declararem que o Universo é do jeito que é para produzir um mundo que permitisse o desenvolvimento da vida até o surgimento do ser humano.

Esse antropocentrismo exacerbado recebeu um golpe quase fatal com a teoria da relatividade de Albert Einstein. Associada às descobertas que os astrônomos tinham feito sobre a natureza do Universo nas primeiras décadas do século 20, a teoria de Einstein mostrava que a compreensão do Universo só seria possível a partir das complexas equações da relatividade geral, o que colocava o ser humano como um mero figurante nessa história toda e não como o ator principal.

Mas algumas coincidências existentes no Universo continuaram a intrigar vários cientistas. Uma delas mostrava que a proporção entre o tamanho do Universo visível e um elétron é igual à proporção com que a intensidade da força eletrostática entre os elétrons e os prótons excede a força gravitacional entre eles. Enquanto para alguns isso tratava-se de uma incrível coincidência, para outros sinalizava que existia alguma conexão ente a Física aplicada ao Universo e a das partículas subatômicas.

Um dos cientistas que deu atenção a esse fato foi o físico britânico Paul Dirac, ganhador do Prêmio Nobel. Para ele essa relação refletia uma lei fundamental da Física, o que levava a uma previsão assustadora. Se a relação entre essas duas proporções deve ser sempre a mesma, como o cosmo está em expansão e seu tamanho está aumentando, essa proporção só permaneceria igual se a força da gravidade estivesse enfraquecendo com o passar do tempo na mesma taxa com que o Universo se expande.

Nos anos 1950, o astrofísico Fred Hoyle, colega de Dirac na Universidade de Cambridge e um dos mais brilhantes cientistas do século 20, descobriu uma outra incrível coincidência que relacionava diretamente as propriedades do Universo com a existência de vida na Terra. Hoyle investigava a origem dos elementos químicos quando recorreu a uma inesperada solução.

Segundo a pesquisa de Hoyle, os mais simples e comuns elementos químicos, o Hélio e o Hidrogênio, parecem ter sido criados com o calor provocado pelo Big-Bang, o processo que supostamente deu origem ao Universo. Reações nucleares no interior das estrelas poderiam ser a resposta para a formação dos demais elementos, principalmente o Carbono, essencial para a existência de vida. Mas para isso acontecer o Carbono deveria apresentar uma ressonância que Hoyle não conseguia encontrar.

Para superar o impasse, ele recorreu de forma pioneira ao princípio antrópico: essa ressonância no Carbono tinha de existir, senão não haveria vida. Pouco tempo depois, pesquisadores identificaram a ressonância conforme Hoyle havia previsto. O uso que Hoyle fez do princípio antrópico para prever uma propriedade fundamental dos átomos foi recebida com ceticismo pela comunidade científica. No entanto, nos anos seguintes a teoria ganharia novos impulsos.

Princípio antrópico: o Universo depende de nós para existir

Não se sabe por que as propriedades encontradas no cosmo têm o valor que têm. Talvez por que eles sejam os únicos valores possíveis para elas. Assim, pode ter sido uma combinação fortuita deles que levou ao surgimento da vida ou, então, pode-se supor que a vida é tão adaptável que ela floresceria de diferentes formas em Universos com outras propriedades. A energia propulsora do Big-Bang teria desenvolvido a ideia de um processo de inflação caótica criadora de vários Universos. Esses não são os únicos argumentos para questionar o princípio antrópico. Na segunda metade do século 20, uma série de evidências derrubaram o raciocínio de Paul Dirac a respeito do enfraquecimento da gravidade, elemento que sustentava sua tese da conexão entre a Física do Universo e a das partículas subatômicas. Apesar disso, a ideia do princípio antrópico conquistou outros adeptos no meio científico e ganhou força a hipótese de que os valores de determinadas constantes no cosmo não são simples coincidência.

Em 1973, o astrofísico Brandon Carter, da Universidade de Cambridge, criou o nome de princípio antrópico para essa ideia. Mais do que isso, ele estabeleceu duas variáveis para ele. O princípio antrópico fraco, que diz que o fato de existirmos coloca limites para certas propriedades do Universo, e o princípio antrópico forte, que prevê que o Universo é impelido a ter propriedades compatíveis com a vida inteligente.

O físico russo Andrei Linde, a partir da teoria da inflação cósmica proposta por Alan Guth, que explica a energia propulsora do Big-Bang, desenvolveu a ideia de um processo de inflação caótica. Esse processo poderia ter produzido uma variedade de Universos. O físico norte-americano Lee Smolin foi mais longe e sugeriu que nesses vários Universos que surgem há uma espécie de evolução darwiniana, que os levaria a tornarem-se adaptados para a existência da vida. A visão de Smolin, que centra seus argumentos em torno da relação entre os buracos negros e a produção dos elementos químicos necessários para o surgimento da vida, está alinhada com as leis da Física e pode significar um novo impulso à teoria do princípio antrópico.

Apesar do princípio antrópico ainda soar como algo além dos domínios da ciência, como se fosse um axioma teológico, muitos cientistas importantes, principalmente aqueles que são estudiosos dos mecanismos quânticos, têm se dedicado a ele. Uma das mais recentes especulações a respeito do princípio antrópico foi construída pelos físicos John Barrow e Frank Tipler. Segundo eles, o Universo é constituído com um número infinito de informações que, em algum momento no futuro com computadores capazes de processá-las, poderiam ser combinadas de forma a atingirem as complexas fórmulas exigidas para o surgimento da vida.

Fonte: “HowStuffWorks – Como funciona o princípio antrópico”. Publicado em 13 de novembro de 2009

http://ciencia.hsw.uol.com.br/principio-antropico3.htm

Diferenca entre Luz e Radiacao: Desacoplamento da Materia da Radiacao

domingo, março 5th, 2017

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Qual a diferença entre Luz ( pela definição da MatrixDNA) e radiação e espectro eletromagnético? Qual a diferença entre o estado inicial da luz no Universo visto pela teoria acadêmica e pela teoria da MatrixDNA? O texto a seguir lança alguma luz na questão:

Texto lido em ( seguindo o texto vem nosso estudo e conclusão):

http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/decoupling.htm

Era do Desacoplamento

Em todos os instantes iniciais, antes de cerca de 105 anos, a formação dos átomos foi sufocada pelas colisões energéticas de partículas com outras partículas. Para o elétron instalar-se numa vizinhança, grande o suficiente, de um próton, para as forças eletromagnéticas os ligarem, um certo período de paz relativa teve que ser estabelecido. O universo inicial foi, porém, algo mais calmo. As partículas eletricamente carregadas (principalmente prótons e elétrons) fortemente interagiram com radiação altamente energética (fótons) de tal um modo que nenhuma estrutura eletricamente neutra (tais como átomos) fosse capaz de existir. Quando a matéria estiver em um estado eletricamente carregado como este, é dita estar num estado de plasma. Daí a analogia do universo inicial com uma festa selvagem que tem sido usada para a época muito inicial do universo, a “festa” ainda continua a plena velocidade neste momento. Fique tranqüilo, as “fações anti-sociais” como os neutrinos já se foram, e as partículas exóticas, como os quarks, tem sido subjulgados em outras partículas, como os elétrons e prótons, e os fótons “social butterfly” ainda estão tendo um tempo selvagem juntos. Porém, é inevitável que as partículas eventualmente se ligarão eletricamente, pois o universo continua a se expandir. Esta expansão significa que as partículas se esfriam, o que é igual a dizer que a energia cinética que elas previamente tiveram das colisões com outras partículas, começa a se encolher. Aí entra um ponto, quando o fluxo de colisões não é grande o suficiente para prevenir a ligação elétrica. Finalmente são formados átomos estáveis. Estes átomos são os átomos mais simples desde que só os núcleos mais simples tiveram chance de serem formados no universo inicial. Conseqüentemente, o átomo mais abundante é o átomo de Hidrogênio. A maioria do universo seria Hidrogênio atômico (aproximadamente 75%). O resto seria principalmente Hélio

Os fótons que adoram interagir com partículas carregadas por espalhamento delas, têm agora que competir com estruturas atômicas eletricamente neutras. O número de fóton espalhando cai. Uma multidão de fótons, de repente nada tem a fazer. A festa finalmente terminou. Os fótones fluem fora passado os átomos recentemente formados. É dito agora que o universo é transparente a fótones. Este período, entre 1/10 de um milhão de anos e um milhão de anos após o big bang, veio ser chamado de ERA DO DESACOPLAMENTO pois os fótons desacoplam das partículas carregadas durante este período. Eles seguem adiante os “passos” dos neutrinos que fluiram para fora anteriormente,  somente 1 segundo após o big bang. A era anterior a este tempo de desacoplamento às vezes é chamada de ERA DOMINADA PELA RADIAÇÃO, pois a radiação foi tão crucial ao desenvolvimento deste estágio mais primitivo. A radiação destes instantes mais primitivos era a principal forma de energia. A matéria era a princípio quase inexistente e somente gradualmente tornou-se significante quando o número de partículas elementares foram produzidas do instante posterior a Era Inflacionária em diante. Quando os fótons desacoplaram, o último controle significante que radiação teve sobre a matéria diminuiu. Conseqüentemente, depois que este tempo de desacoplamento a era é chamada de ERA DOMINADA PELA MATÉRIA.

Fig 1: Desacoplamento da Materia e Radiacao – Big Bang Theory ( verde significa a era inicial de plasma de hidrogenio. Amarelo sinifica a formacao do primeiro atomo, de hidrogenio).

 

Os fótons que são libertados constituem uma nuvem de radiação que cobre o universo inteiro. Considerando que o  universo está principalmente vazio, não há nada que capturaria todos estes fótons. Conseqüentemente, eles ainda deveriam estar hoje ao redor. Além disso, desde que o big bang aconteceu em todos lugares, que estes fótons deveriam estar em todos lugares. Esta é uma predição da teoria do Big Bang.

Matrix: E esta teoria de que os fótons do Big Bang devem estar em todos os lugares ainda hoje seria a causa da radiação de fundo cósmica. Eles seriam a radiação. A radiação que segue este tipo de curva foi observada como vinda de todas as direções do espaço em 1965, nos Bell Laboratories Estados Unidos, por Arno Penzias e Robert Wilson.

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” … Após a temperatura ter atingido níveis mais baixos, aproximadamente 3000 K, a Nucleossíntese Primordial cessou, pois, não mais existia calor suficiente para prosseguir com as reações de formação de novos elementos

Neste momento, o Universo tornou-se transparente à radiação. Este processo é conhecido como desacoplamento da matéria e da radiação (figura 1)

Nesta fase, com o decrescimento da temperatura a níveis cada vez menores, prótons puderam combinar com elétrons livres para formar o primeiro átomo, o átomo de Deutério. E, tendo o átomo de Deutério grande instabilidade, pares destes átomos puderam se unir formando uma molécula de Hidrogênio,H2.  2

A partir desta época, a matéria estava livre para se condensar. Agora, a matéria passa a dominar o panorama. O que antes era domínio da radiação passa a ser domínio dos átomos e moléculas e a gravidade reivindica o seu poder.

A gravidade, atraindo a matéria para regiões mais densas que outras da vizinhança durante milhões de anos, provocou a formação de grandes nuvens moleculares de onde serão formadas as estrelas e da reunião das estrelas, galáxias.

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Analise da MatrixDNA:

Primeiro, o conhecimento agora de que a teoria sugere ter havido nas origens do universo uma separação entre matéria e radiação ( que seria luz para Matrix) incita uma suspeita inquietante e muito profunda. Houve um conflito da matéria ou da formula da Matrix quando o sistema astronomico se formou como sistema fechado, cortando relações com o resto do mundo. Então seria o segundo conflito. Isto sugere a inquietante possibilidade de que neste universo existe duas entidades opostas, sempre se defrontando. E como estas substancias destas duas identidades vieram de antes do Big Bang, então parece que o conflito vem do alem do universo. E seriamos nos uma destas duas entidades ou um terceiro elemento que fica pagando o pato nestas guerras? Tenho que tentar esquecer esta suspeita, de entidades em conflito ( deuses e demônios?!), pois nunca poderia resolver isto.

Segundo, estes fótons seriam os bits-informação genéticos escapados da formula da Matrix na onda de luz primordial. Ou seriam os fótons negativos, escuros, do reino da energia negra e dark matter, que estão retornando, recompondo a luz, tendo como meta retornar a fonte da luz? Novamente sinto que estou saindo fora do aqui e agora pratico, vamos esquecer isto…

 

Como a Matemática salta entre os diferentes estados da luz

segunda-feira, fevereiro 27th, 2017

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Antes, os fenômenos pertinentes a relatividade geral de Einstein eram vistos separadamente dos fenômenos pertinentes ao electromagnetismo. Então Kaluza teve uma ideia. Experimentou adicionar uma nova dimensão imaginada (falava-se apenas em três dimensões, Einstein sugeriu que o tempo seria uma quarta dimensão. Então se e’, Kaluza adicionou a quinta dimensão pensando que era a quarta e sem ter ideia do que ela significaria), para calcular as equações de Einstein. E para sua surpresa, surgiram espontaneamente as equações de Maxwell, que descreviam o magnetismo (ver historia de Kaluza no link abaixo). Kaluza escreveu para Einstein que incentivou-o a publicar sua teoria, em 1921.

Quando eu calculei num gráfico cartesiano os passos dados pela evolução universal, desde o instante zero do Big Bang até o momento presente e aqui, deu como resultado que a evolução é curva, e não linear. Isto é logico e racional, pois a evolução de um tipo de sistema, partindo de um ponto, encurvando-se ate retornar ao ponto de partida, significa que o sistema evolui até seu máximo e se transformou, transcendendo-se. Então, o sistema universal que começou como uma partícula, se tornou átomo, depois galaxia, depois célula, depois cérebro, depois embrião de super consciência, e esta’ indo para seu fim, significa que todas estas formas materiais do sistema funcionaram como a placenta que se descarta e dela nasce uma transcendente forma: a superconsciência.

Suspeitei também que se a evolução for realmente curva – se os resultados no meu gráfico estiverem corretos – e sabendo-se que a evolução da matemática é linear, então chegaria a um ponto que a matemática sairia fora do caminho da realidade para se perder no reino da imaginação. Assim como a imaginação sai da realidade quando produz as misticas religiosas. Pois enquanto a linha da evolução vai se encurvando, a linha da matemática que começou paralela a essa linha, continua reta e assim, perde o bonde da realidade. De fato – penso eu que não sou matemático – acho que os matemáticos tem produzido toneladas de cálculos e equações que se tornam papeis amassados e jogados no lixo porque não encontram aplicação pratica.

Mas acontece em muitos casos que um calculo e equações que não encontram tradição pratica agora, passado um tempo, despontam acertando com a realidade. exemplos clássicos pode ser a teoria na matemática da curvatura da luz, de Einstein, que depois mais tarde foi comprovada por um experimento, a ideia da antimatéria de Dirac, até a quântica de Plank. Isto significa que a reta linear da matemática que saiu momentaneamente da sintonia com a linha curva da evolução, de alguma maneira, também se encurvou e retornou a se emparelhar com a evolução, re-embarcando no bonde la na frente.

Esquisito! Porque isso acontece? Como? Como encurvar a logica linear da matemática? A resposta esta na… luz!

Nos somos quase cegos, mudos, surdos, insensíveis. Pois o mundo total se expressa na sua inteireza apenas quando e’ observado por uma visão que vê as sete frequências do espectro eletromagnético, cujo conjunto eu digo que é ( mas posso estar errado) uma onda de luz natural. Não luz estelar, que é uma segunda forma mais grosseira da luz, e sim aquela ou aquelas ondas de luz emitidas com o Big Bang. E nesta figura esta a interpretação de uma onda de luz segundo a Matrix/DNA:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

São sete faixas de luz necessárias para se ver qualquer objeto material na sua inteireza, mesmo que seja uma pedra. Porem, nos só vemos uma faixa – a chamada faixa da luz visível – por enquanto. Ajudados por alguns instrumentos tecnológicos que funcionam como extensões da nossa visão biológica, vemos sombras, contornos, de algumas coisas, mostradas pelas duas faixas vizinhas, a da direita e a da esquerda. Mas não percebemos esta alguma coisa apenas em relacao a visão, estes objetos nos estão ajudando a sentir o tato, a ouvir estas coisas também. Estamos percebendo diferentes estados vibratórios dos objetos, ainda ocultos aos nossos cinco sentidos. Então nossa inteligencia se ocupa destas sombras e contornos e elabora teorias. Sobre o que existe nas dimensões das faixas vizinhas.

Um dos métodos de elaborar estas teorias avançadas é justamente a matemática. Existem outros, tal como o que apliquei para elaborar a teoria geral da Matrix/DNA, que é uma tateação cega dos aspectos biológicos invisíveis dos objetos. Se estas teorias não alcançam a evolução do conhecimento humano até chegar onde elas chegaram, la’ na frente, os autores morrem sem saber se são validas ou não. Se algum novo conhecimento prova que os cálculos da teoria estão errados, ela vai para o lixo. Mas se algum experimento ou descoberta nova lembra equações teóricas, a matemática retorna a pauta do dia. Então, de alguma maneira, o autor da equação adicionou algo novo na sua teoria, algo inusitado, fora da linha normal do pensamento escolar, algo que encurvou a matemática. Acho que a ideia maluca do Dirac sobre raiz quadrada negativa, ou do Einstein de que a energia é apenas massa acelerada, deve ser exemplos destas adições encurvadoras, que fazem a matemática dar um salto saindo da realidade aqui e agora, mas entrando no reino abstrato da imaginação humana, para se retornar a realidade anos, ou seculos depois,

Então, a ideia do Kaluza seria mais um exemplo disso. Quando ele publicou suas equações, ninguém lhe prestou muita atenção, principalmente porque na época as cabeças pensantes do ramo estavam interessadas na teoria quântica. As equações de Kazula foram retiradas das prateleiras dos porões empoeirados das bibliotecas quando emergiu a teoria das cordas. Pois aqui Kazula se encaixava na realidade – ao menos na realidade provável sugerida pela teoria das cordas. mas o que acho mais admirável em Kaluza é que ele foi o primeiro humano a pensar – ao menos o primeiro a publicar este pensamento – que o nosso mundo seja composto de mais dimensões do que as três que ordinariamente percebemos. Ora, ele estava prevendo o que agora descubro estar embutido na onda original da luz.

A ideia de Kaluza era arrojada e bizarra na época, mas apenas isso, pois parecia não ter nada a ver com o mundo em volta de nos. Mas esta particular ideia – embora ainda não sabemos se esta certa ou errada – teve um enorme impacto na Física do ultimo seculo e continua a guiar muito da pesquisa de ponta.

Dentro destas sete faixas da luz, existe a divisão em sete micro-faixas, penso eu. Então, a percepção de fenômenos como a gravitação universal, a curvatura da luz, etc., mais atinentes a relatividade geral, seria uma destas microfaixas.  E o electromagnetismo estaria numa outra microfaixa, não vizinha da relatividade. O que Kaluza fez foram as equações pertinentes a microfaixa situada como elo entre as duas. Sensacional. Assim como o meu método me levou a produzir o modelo teórico do elo entre a evolução cosmológica e a biológica.

Nos temos que fazer todos os esforços possíveis para acelerar o desenvolvimento dos nossos cinco sensores naturais e fazer emergir mais alguns. Exemplo clássico é a antena externas dos insetos capaz de detectar algo dos campos magnéticos que no nosso cérebro esta atrofiada no interior do cérebro a ponto de se tornar um mero caroco – a glândula pineal. Temos que continuar a forçar o desenvolvimento tecnológico dos instrumento s de percepção, como Galileo fez ao pegar o instrumento óptico mais potente da época – uma simples luneta – e ficar polindo, engrossando, experimentando, na tentativa de aumentar o poder da lente. A recompensa vem, como veio para ele, ao ser o primeiro homem da historia a ver coisas no céu que seus vizinhos jamais imaginaram. E temos que respeitar e guardar qualquer nova equação, por mais absurda que seja, nunca deita-la ao lixo, pois ela pode estar cem anos a nossa frente, e com ela, podemos reduzir estes cem a cinquenta. As vezes a matemática rígida é tao saltitante como uma cabrita. Mas estes saltos são ótimos para acelerar a evolução da nossa vindoura superconsciência.

https://en.wikipedia.org/wiki/Theodor_Kaluza