Archive for the ‘Big Bang Theory’ Category

Universo Antes da Origem – Teoria Academica Oficial

domingo, março 5th, 2017

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http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/before_the_beginning.htm

Antes do Comeco

Diferenca entre Luz e Radiacao: Desacoplamento da Materia da Radiacao

domingo, março 5th, 2017

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Qual a diferença entre Luz ( pela definição da MatrixDNA) e radiação e espectro eletromagnético? Qual a diferença entre o estado inicial da luz no Universo visto pela teoria acadêmica e pela teoria da MatrixDNA? O texto a seguir lança alguma luz na questão:

Texto lido em ( seguindo o texto vem nosso estudo e conclusão):

http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/decoupling.htm

Era do Desacoplamento

Em todos os instantes iniciais, antes de cerca de 105 anos, a formação dos átomos foi sufocada pelas colisões energéticas de partículas com outras partículas. Para o elétron instalar-se numa vizinhança, grande o suficiente, de um próton, para as forças eletromagnéticas os ligarem, um certo período de paz relativa teve que ser estabelecido. O universo inicial foi, porém, algo mais calmo. As partículas eletricamente carregadas (principalmente prótons e elétrons) fortemente interagiram com radiação altamente energética (fótons) de tal um modo que nenhuma estrutura eletricamente neutra (tais como átomos) fosse capaz de existir. Quando a matéria estiver em um estado eletricamente carregado como este, é dita estar num estado de plasma. Daí a analogia do universo inicial com uma festa selvagem que tem sido usada para a época muito inicial do universo, a “festa” ainda continua a plena velocidade neste momento. Fique tranqüilo, as “fações anti-sociais” como os neutrinos já se foram, e as partículas exóticas, como os quarks, tem sido subjulgados em outras partículas, como os elétrons e prótons, e os fótons “social butterfly” ainda estão tendo um tempo selvagem juntos. Porém, é inevitável que as partículas eventualmente se ligarão eletricamente, pois o universo continua a se expandir. Esta expansão significa que as partículas se esfriam, o que é igual a dizer que a energia cinética que elas previamente tiveram das colisões com outras partículas, começa a se encolher. Aí entra um ponto, quando o fluxo de colisões não é grande o suficiente para prevenir a ligação elétrica. Finalmente são formados átomos estáveis. Estes átomos são os átomos mais simples desde que só os núcleos mais simples tiveram chance de serem formados no universo inicial. Conseqüentemente, o átomo mais abundante é o átomo de Hidrogênio. A maioria do universo seria Hidrogênio atômico (aproximadamente 75%). O resto seria principalmente Hélio

Os fótons que adoram interagir com partículas carregadas por espalhamento delas, têm agora que competir com estruturas atômicas eletricamente neutras. O número de fóton espalhando cai. Uma multidão de fótons, de repente nada tem a fazer. A festa finalmente terminou. Os fótones fluem fora passado os átomos recentemente formados. É dito agora que o universo é transparente a fótones. Este período, entre 1/10 de um milhão de anos e um milhão de anos após o big bang, veio ser chamado de ERA DO DESACOPLAMENTO pois os fótons desacoplam das partículas carregadas durante este período. Eles seguem adiante os “passos” dos neutrinos que fluiram para fora anteriormente,  somente 1 segundo após o big bang. A era anterior a este tempo de desacoplamento às vezes é chamada de ERA DOMINADA PELA RADIAÇÃO, pois a radiação foi tão crucial ao desenvolvimento deste estágio mais primitivo. A radiação destes instantes mais primitivos era a principal forma de energia. A matéria era a princípio quase inexistente e somente gradualmente tornou-se significante quando o número de partículas elementares foram produzidas do instante posterior a Era Inflacionária em diante. Quando os fótons desacoplaram, o último controle significante que radiação teve sobre a matéria diminuiu. Conseqüentemente, depois que este tempo de desacoplamento a era é chamada de ERA DOMINADA PELA MATÉRIA.

Fig 1: Desacoplamento da Materia e Radiacao – Big Bang Theory ( verde significa a era inicial de plasma de hidrogenio. Amarelo sinifica a formacao do primeiro atomo, de hidrogenio).

 

Os fótons que são libertados constituem uma nuvem de radiação que cobre o universo inteiro. Considerando que o  universo está principalmente vazio, não há nada que capturaria todos estes fótons. Conseqüentemente, eles ainda deveriam estar hoje ao redor. Além disso, desde que o big bang aconteceu em todos lugares, que estes fótons deveriam estar em todos lugares. Esta é uma predição da teoria do Big Bang.

Matrix: E esta teoria de que os fótons do Big Bang devem estar em todos os lugares ainda hoje seria a causa da radiação de fundo cósmica. Eles seriam a radiação. A radiação que segue este tipo de curva foi observada como vinda de todas as direções do espaço em 1965, nos Bell Laboratories Estados Unidos, por Arno Penzias e Robert Wilson.

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” … Após a temperatura ter atingido níveis mais baixos, aproximadamente 3000 K, a Nucleossíntese Primordial cessou, pois, não mais existia calor suficiente para prosseguir com as reações de formação de novos elementos

Neste momento, o Universo tornou-se transparente à radiação. Este processo é conhecido como desacoplamento da matéria e da radiação (figura 1)

Nesta fase, com o decrescimento da temperatura a níveis cada vez menores, prótons puderam combinar com elétrons livres para formar o primeiro átomo, o átomo de Deutério. E, tendo o átomo de Deutério grande instabilidade, pares destes átomos puderam se unir formando uma molécula de Hidrogênio,H2.  2

A partir desta época, a matéria estava livre para se condensar. Agora, a matéria passa a dominar o panorama. O que antes era domínio da radiação passa a ser domínio dos átomos e moléculas e a gravidade reivindica o seu poder.

A gravidade, atraindo a matéria para regiões mais densas que outras da vizinhança durante milhões de anos, provocou a formação de grandes nuvens moleculares de onde serão formadas as estrelas e da reunião das estrelas, galáxias.

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Analise da MatrixDNA:

Primeiro, o conhecimento agora de que a teoria sugere ter havido nas origens do universo uma separação entre matéria e radiação ( que seria luz para Matrix) incita uma suspeita inquietante e muito profunda. Houve um conflito da matéria ou da formula da Matrix quando o sistema astronomico se formou como sistema fechado, cortando relações com o resto do mundo. Então seria o segundo conflito. Isto sugere a inquietante possibilidade de que neste universo existe duas entidades opostas, sempre se defrontando. E como estas substancias destas duas identidades vieram de antes do Big Bang, então parece que o conflito vem do alem do universo. E seriamos nos uma destas duas entidades ou um terceiro elemento que fica pagando o pato nestas guerras? Tenho que tentar esquecer esta suspeita, de entidades em conflito ( deuses e demônios?!), pois nunca poderia resolver isto.

Segundo, estes fótons seriam os bits-informação genéticos escapados da formula da Matrix na onda de luz primordial. Ou seriam os fótons negativos, escuros, do reino da energia negra e dark matter, que estão retornando, recompondo a luz, tendo como meta retornar a fonte da luz? Novamente sinto que estou saindo fora do aqui e agora pratico, vamos esquecer isto…

 

Antes do Big Bang: Um Universo Gêmeo? Dizem que sim, a Matrix/DNA diz que “Quase”

quinta-feira, novembro 17th, 2016

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O principal artigo saiu na Phys.Org, em 2008. Aplicando física e matemática, pesquisadores chegaram a resultados sugerindo que antes deste Universo havia outro igual. Mas eu escrevi e registrei isso a 35 anos atras… A base da teoria da Matrix/DNA sugere que dentro deste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução similar ao genético/computacional processo pelo qual nos mesmos nos reproduzimos. Porem, na Matrix/DNA o objetivo principal não ‘e o Universo e sim o seu conteúdo. Universos são como ovos, ou placentas. A placenta da filha quando ficar gravida vai ser praticamente igual a placenta da mãe que lhe gerou, assim são os universos. O que vale e’ a reprodução do que esta dentro da placenta. E isto explico no comentário abaixo… No entanto, vale notar que eu antecipei a Ciência em 30 anos…

Before the Big Bang: A Twin Universe?

http://phys.org/news/2008-04-big-twin-universe.html

April 9, 2008

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¿UN UNIVERSO GEMELO ANTES DEL BIG BANG?

https://alejandralcrv2012.blogspot.com/2012/04/un-universo-gemelo-antes-del-big-bang.html?showComment=1479359383629#c492203356472571920

Meu comentario postado no blog:

Los ninos se parecem mucho com sus padres, todos lo sabemos. Pero ninguno cree que nuestros padres son nuestros gemelos, ni que son ” paralelos” a nosotros. Se la Naturaleza produz aqui aos nossos ojos uno fenomeno onde de um objeto se reproduce otro igual objeto, porque e para que imaginar cosas que nunca ninguno viu? Esta teoria de que este Universo es reproducion de otro anterior foi publicada a 30 anos atras e com toda una descricion tecnica do fenomeno. Pero, non se debe fixar-se no Universo, e si no que esta evoluindo dentro dele. Este Universo es solamiente el huevo, la placenta, e la placenta da nina sera equal la placenta de su madre. Es lo que esta evoluindo dentro ( la vida, la consciencia) que reproduz o que havia no universo anterior. veja teoria completa em http://theuniversalmatrix.com

Fantastico Argumento Indicando que Existe Vida Apos a Morte

sexta-feira, janeiro 8th, 2016

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 Existe vida apos a morte? Como e’ que posso saber, ninguem voltou de la’. Mas,… eu por acaso aprendi um método que tem me levado muito mais longe do que poderia imaginar. Quando você tem uma questão sobre a existência de alguma coisa, pergunte a Natureza e ninguem mais. A natureza de um jeito ou outro lhe propicia um sinal onde a resposta esta. Geralmente ela aponta uma cena, um evento ou um fenômeno acontecendo aqui e agora que explica dentro de uma logica impecável a pergunta feita. mas tinha que ser assim, pois a Natureza ‘e uma so, ela ‘e do tamanho do universo, o universo e’ natureza, então se e’ uma so, ela faz suas coisas diferentes aplicando um método so. Tal como o artista se revela em seus quadros. Se eu pergunto porque se no mundo todos os bichos botavam os ovos fora e de repente alguns acharam de manter os ovos dentro, gerando a parafernália da embriogênese, ela me mostra um modelo astronomico onde um sistema astronomico nosso ancestral ja fazia as duas coisas: botava os ovos fora e em seguida, mantinha os ovos dentro. se eu pergunto como e porque o Universo começou com um Big Bang, ela indica o momento da fecundação de um ovulo, me faz ficar pequenino e dentro do ovulo observando tudo, ai vejo chegando um espermatozoide que parece uma nave alienígena, a nave para no centro do ovulo, fico esperando abrir as portas para descer os genes-passageiros, mas ao invés disso, a nave explode num espalhafatoso big bang dentro do ovulo!. Acontece que o espermatozoide veio enrolado dentro de uma membrana e a membrana rompeu-se subitamente. Ai a Natureza me tira de dentro do ovulo, me faz ficar grande outra vez e me manda para casa dormir. No sonho duas cenas ficam se intercalando no meu cérebro: o big bang do universo e o big bang do ovulo… e as imagens se fundem numa so. Esta’ respondido! Claro, eu tinha começado a dormir bem antes, e a historia de que ela me levou para o ovulo já fazia parte do sonho.

Mas parece que tem um outro caboclo perdido por ai no mundo que esta me passando a perna. Ele aplicou o mesmo método perguntando a Natureza se tem vida apos a morte. A Natureza fez ele ficar pequenino, levou ele dentro de um saco embrionário onde estavam os embriões de dois gêmeos. E ai ele ouviu a seguinte conversa entre os gêmeos: ( esta em inglês, mas voltarei aqui para traduzir tudo)

Existe uma historia, escrita por um desconhecido autor, que fornece uma boa analogia do porque eu penso que deveríamos levar a serio a possibilidade de que exista vida apos a morte.

There is a story, written by an unknown author, gives a good analogy of why I think we should take seriously the prospect of an afterlife. It is based around two babies who’s whole life is dependent on the umbilical cord, analogous to our body, and they ponder if they can survive after it is cut. The mother is a reference to God, please ignore that, because I have no “evidence” for God at all:

— In a mother’s womb were two babies. One asked the other: “Do you believe in life after delivery?” The other replied, “Why, of course. There has to be something after delivery. Maybe we are here to prepare ourselves for what we will be later.”
“Nonsense” said the first. “There is no life after delivery. What kind of life would that be?”
The second said, “I don’t know, but there will be more light than here. Maybe we will walk with our legs and eat from our mouths. Maybe we will have other senses that we can’t understand now.”
The first replied, “That is absurd. Walking is impossible. And eating with our mouths? Ridiculous! The umbilical cord supplies nutrition and everything we need. But the umbilical cord is so short. Life after delivery is to be logically excluded.”
The second insisted, “Well I think there is something and maybe it’s different than it is here. Maybe we won’t need this physical cord anymore.”
The first replied, “Nonsense. And moreover if there is life, then why has no one has ever come back from there? Delivery is the end of life, and in the after-delivery there is nothing but darkness and silence and oblivion. It takes us nowhere.”
“Well, I don’t know,” said the second, “but certainly we will meet Mother and she will take care of us.”
The first replied “Mother? You actually believe in Mother? That’s laughable. If Mother exists then where is She now?”
The second said, “She is all around us. We are surrounded by her. We are of Her. It is in Her that we live. Without Her this world would not and could not exist.”
Said the first: “Well I don’t see Her, so it is only logical that She doesn’t exist.

Video-Conferencia: Why is There Something and not Nothing?

quinta-feira, dezembro 17th, 2015

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Insistem os cosmologistas com a teoria de que no inicio havia apenas um pequeno ponto onde toda a massa e energia deste Universo estavam estocadas. Isto foi repetido a exaustão hoje na conferencia ( hangout do Google+) com link abaixo. Eu não resisti a deixar la o seguinte comentário:

https://plus.google.com/events/c5b97i9kv9rrf4q8rk8jsrrqgqg

https://plus.google.com/u/0/

Why not Nothing?! I can’t understand why cosmologists prefers theories imagination=based than theories reality-based. Everything was reduced to a little primordial point? Ok,  we have here and now a sample about something big and complex that was a little primordial point: a human being and its initial chromosome. Is the Universe expanding? No problem: at every process of embryogenesis the fetus is expanding.  There was a big bang? Again, there was a bang when the spermatozoon’ membrane “exploded” at the center of the ovule. And so on, we have just here a miniature of the Universe History. But no cosmologist, no scientist, are researching this paradigma, only I am doing it at Theuniversalmatrix.com and I have already 2.000 evidences favoring this theory. It is normal to humanity at this earlier times to behavior like children,preferring imagination than reality… but is time to wake up.

Analogia entre a Concepção do Universo e a Concepção do Corpo Humano – Veja video e debate

sábado, maio 9th, 2015

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Concepção – Sistema Reprodutivo 3D HD ( Ver os outros videos relacionados)

https://www.youtube.com/watch?v=tfxZm-SqAfw

E meu comentario postado no Youtube:

Louis Charles Morelli – 09, May,2015

A existência deste espermatozoide só foi possível porque a mais ou menos 20 anos atrás outro óvulo fecundado por outro espermatozoide criou o corpo de onde ele saiu… E o corpo que criou este espermatozoide só o fez porque a milhões de anos atras o primeiro corpo de um mamífero realizou o mesmo processo. Mas aquele corpo daquele mamífero foi criado a partir  de um corpo muito maior chamado “universo” a 13,7 bilhões de anos atras. Não importa a diferença evolutiva entre o evento de criação de um mamífero, de uma bactéria de uma galaxia, ou de um universo, o que importa é que o processo e o significado final é sempre o mesmo.

Por isso a teoria da Matrix/DNA foi buscar e encontrou uma nova e diferente interpretação para o evento da origem do universo da interpretação das ciências modernas sobre o evento que denominam de o “Big Bang”. Obviamente a teoria acadêmica corrente está errando em algum calculo e a sugestão de que um minusculo átomo vindo do Nada conteria em si toda a matéria e energia de todas as galaxias é simplesmente irracional. Aqui nem o óvulo fundido com o espermatozoide contem toda a matéria e energia do futuro corpo adulto e não está havendo nenhuma grande explosão, a não ser quando se rompe bruscamente a membrana do espermatozoide dentro do óvulo liberando o genoma ( o qual o vídeo não mostra). A descoberta pela Matrix/DNA que ondas de luz natural liberadas no Big Bang funcionam exatamente como um corpo humano sob a dinâmica do ciclo vital sugere que as ondas de luz contendo o código da vida fizeram no crescimento desta placenta universal o que o DNA faz no crescimento da mórula em blástula, etc.

O vídeo tambem não mostra como e porque surgiram as duas “áureas” dividindo o amnion ao meio e puxando cada qual uma célula. Enquanto isso os cálculos feitos dentro da Matrix/DNA sugerem que o ponto inicial do Universo no momento do “big bang”  tinham que possuir e produzia uma auréola emitida como ondas de luz, as quais penetraram a dark matter imprimindo-lhes a dinâmica de movimento igual à dinâmica do movimento da própria onda, que é dividida em sete diferentes escalas de vibração/frequência.

O processo que produziu o primeiro momento da existência do seu corpo é à imagem e semelhança do processo que produziu a bactéria ou o Universo. A Natureza não joga dados com suas criaturas, enganando-as; se queres saber o que Ela fez lá e como o fez, procure aqui que ela te mostra um evento explicativo. Os homens que renegam a natureza como Mestra tem que inventar fantasias magicas para explicar que não viu mas sabe que existiu, como fazem ateus e deístas. Bahhh…

A seguir um debate o qual me indicou a existencia deste video:

Ditadura social científica e psicológica. Pra sair da “CAIXA”…!!!

http://rmorais76.blogspot.com.br/2014/09/ditadura-social-cientifica-e.html

Meu comentario postado sob este artigo:

 

A mais inteligente estratégia para combater este condicionamento mental é re-estudar todos os detalhes de cada fenômeno natural e buscar as suas verdadeiras interpretações, divulgando-as, pois a cultura manipuladora se baseia em falsas interpretações do mundo real. Por exemplo: ó ruido da radiação cósmica e as galaxias se distanciando umas das outras são fatos observados, incontestáveis. mas a interpretação da cultura dominante é que estes fatos seriam pistas para a ocorrência de um Big Bang inicial. E a pregação cultural continua por dois flancos: para os estudantes mais exigentes diz-se que o Big Bang indica o mundo governado pelo acaso absoluto; para os menos exigentes diz-se que o Big Bang é o ato mágico criativo de Deus. Assim desviam os olhos dos condicionados para fatos aqui e agora mostrados pela natureza o que realmente significa o Big Bang. Fatos como o de que todo corpo humano tem seu instante inicial criado por um mini-big bang que ocorre dentro de um óvulo quando explode a membrana de um espermatozoide, o que indica que este Universo é um artefato sendo usado para um processo de reprodução genética daquilo ou daquele que gerou este ovo cósmico.O único faro real comprovado que temos a servir como parâmetro comparativo para inquirir o que foi o Big Bang -e portanto o que deve ser o sentido, o significado de nossa existência – é assim oculto das pessoas.Mas existem milhares de outros exemplos similares, a ponto de se notar que tudo o que está sendo ensinado no banco escolar são meras teorias interpretativas, falsas. Por isso aconselho do apoio deste site e seus seguidores para o enorme e desumano trabalho sendo efetuado pela cosmovisão da Matrix/DNA rebuscando estes detalhes da natureza e re-estudando-os buscando a verdadeira interpretação, trazendo-a para confrontar a falsa interpretação. Assim se atinge o cerne do cérebro onde se instalou esta matrix virtual criada e alimentada pelos grandes predadores humanos.

para Louis Morelli:

Veja: http://www.youtube.com/watch?v=tfxZm-SqAfw
Oi !Concordo com vc em grande parte mas no caso do big bang e biológico acho que na observação da fecundação espermatozoide/óvulo o que se constata não é uma explosão! Parece-me mais com uma penetração que se desdobra numa calma simbiose! Quase um “buraco negro que suga ele. E se o caso é a observação direta pra compreensão maior desses movimentos e interpretações que vc chama de “verdadeiras”, esse fenômeno natural não encontra o seu paralelo!Se eu não tiver compreendido o que vc propôs ,ajude a entender! No contato direto com a natureza e todos os seus movimentos e fenômenos,vc tem plena razão,com rara paciência e apreciação podemos encontrar a chave do grande mecanismo impulsionador da vida e de seus fenômenos correlatos.Obrigada pelo toque! Abraço fraterno.

Louis Charles Morelli – 19 de outubro de 2014 15:35

Sucris… Por favor, imagine-se como sendo uma minuscula partícula inteligente vivendo dentro de um óvulo não fecundado. Até onde alcança seus olhos vês apenas o espaço preenchido por uma substancia, o liquido amniótico. Seu “universo”seria assim para sempre, imutável, pois nada existe ali que possa iniciar um mundo. Mas de repente chega uma espécie de nave alienígena que se posiciona no centro do óvulo e tem subitamente rompida sua “lataria” e dela saem os alienígenas, que começam a criar as coisas no mundo.Pois bem: você seria na verdade o genoma feminino sem atividade e sem futuro, a nave seria o espermatozoide e os alienígenas os genes masculinos. Nas pequenas proporções do seu universo, aquele súbito romper poderia ser interpretado como um grande súbito evento, ou seja, uma grande explosão. Acontece que assim surgiu seu corpo neste mundo, este foi o primeiro momento de sua existência, exatamente o momento do rompimento da membrana. E depois disso o que restaria no óvulo como resquício deste evento? A expansão de uma arquitetura material – o feto – e o ruido da ação de algo invisível trespassando todas as células nas multiplicações e diferenciações. São praticamente apenas estes dois fenômenos constatados que sustentam a teoria do Big Bang a nível de Universo: a expansão e o a radiação cósmica. Se em tudo os dois eventos na origem do Universo e na origem do seu corpo são idênticos ( guardadas apenas as diferenças quantitativas da evolução e crescimento) o que aconselha uma Razão Pura, naturalista? Que se invente eventos que nunca ninguém viu acontecer em lugar algum como fizeram os religiosos com suas lendas da criação e como estão fazendo os cientificistas modernos? Ou que aposte num evento que se apresenta a nossos olhos a todo momento aqui e agora e que é o que mais se assemelha ao que se suspeita ter ocorrido longe no tempo e no espaço, mas dentro da mesma Natureza em que vivemos? Onde se viu um minusculo átomo que caberia na ponta de uma agulha ter em si toda a matéria e energia de todas as galaxias deste universo?! Ou onde se viu alguma entidade sobrenatural portando uma varinha magica e criando universos por mágica?! Até pode ser que nossa interpretação esteja muito distante do evento real, que a coisa tenha sido bem mais complexa, mas com certeza ela será mais próxima da real que as duas alternativas totalmente desconexas com a realidade do mundo que conhecemos hoje. Não acredito que a Natureza jogue dados com suas criaturas enganando-as; o jeito que ela faz as coisas aqui e agora mostra o jeito que ela sempre fêz as coisas e provavelmente é o jeito que ela própria foi feita. O Universo não é magico portanto não pode criar novas informações que nunca existiram, o processo pelo qual ele sabe criar coisas é à imagem e semelhança do processo pelo qual ele foi criado. Mas é desta maneira que tenho revisto cada teoria sendo ensinada nas escolas, cada interpretação de cada detalhe ou fenômeno da natureza, comparando-as com o que tenho visto na natureza ainda virgem e intocada da selva amazônica e concluído que tudo está errado nessa cultura tradicional de 5.000 anos porque ela foi ardilosamente construída e sendo alimentada por uma minoria humana que tem o instinto dos grandes predadores na selva: e cultura tornou-se uma Matrix virtual eficiente no condicionamento mental da maioria dos humanos para permaneceram como suas frágeis e submissas presas. A unica maneira de despertar essa minoria para suas mentiras e a maioria desse sonho de fantasias é desmascarando, desconstruindo essa cultura pelo puxão de orelhas para que retornem ou ressuscitem a sua razão tal como a natureza a produziu e para isso, é preciso antes ressuscitar a verdade da natureza.Em meu website já tenho cerca de 1800 artigos cada qual desmacarando uma interpretação equivocada de um detalhe do mundo real. Um inicial evento criativo pode ter ocorrido, mas daí a acreditar nesta teoria do Big bang e sua moderna interpretação é próprio de quem perdeu o controle de suas faculdades mentais e não o percebeu como acontece com todos os adeptos de quaisquer “escrituras sagradas”. Bem,,, como tambem não sou o dono da verdade e nem a conheço, não vou brigar por isso… Abraços…

Sucris, observe que no vídeo sugerido por ti sobre a concepção não é mostrado como o envoltório membranoso do espermatozoide se rompe na fusão com a célula feminina. Claro que não se deve chamar a esse evento de explosão, mas este termo na teoria acadêmica tambem é arbitrário. E o video não mostra porque e como surgiu as duas “auréolas” que dividem o amnion ao meio e cada qual puxa uma célula. Nos calculos da teoria da Matrix/DNA estas aureólas correspondem às aureas resultantes das emissões de luz no evento inicial do Universo.

Origem da Vida: Livro Expõe Nova Teoria Contradizendo a Standard Theory

quinta-feira, março 19th, 2015

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Planetary Formation and Biogenesis (Elements of Theory Book 2)

http://www.amazon.com/Planetary-Formation-Biogenesis-Elements-Theory-ebook/dp/B007T0QE6I

Ian Miller – Author – blog: http://www.amazon.com/Ian-Miller/e/B004XXEUZQ/ref=ntt_athr_dp_pel_pop_1

Book Description

 April 10, 2012

Why is our solar system different from most of the others we see? How common are planets like Earth that have life on them? Is there life under the ice of Europa? Why will alien life have similar systems to ours? How did we get homochirality, and more to the point, why? Planetary Formation and Biogenesis is the second ebook in my series Elements of Theory, which is designed to illustrate how to form a theory by inducing from the set of observations. There is a review of the literature with over 700 references, most presenting different aspects. This review shows there are significant problems with standard theory, including: there is no known mechanism to form the required planetesimals, there are no explanations for the fact that all the planets in our system are different from each other, the Martian surface is incomprehensible on standard theory, the initial conditions argued for Earth should not lead to life, there is no standard explanation for homochirality and standard theory fails to give clues as to when to expect life and what variations are possible. Perhaps most critically, standard theory requires longer than 15 My to form Jupiter to the stage where gas can rapidly accrete, and the accretion disk usually lasts 1-10 My following stellar formation. Critically, LkCa 15b has formed in 2 My, it is three times further than Jupiter from a smaller star than the sun, and it is 5 times bigger than Jupiter. That requires new theory.The second part employs Aristotelian methodology to induce a theory. It proposes that accretion is actually a chemical phenomenon, that our solar system represents a solar system where the stellar cleanout was ca 1 My after stellar cleanout. It predicts four major ice cores, each with their own characteristic composition, and shows why the four rocky planets have the composition they have. The biochemicals required for life arise naturally, it shows why homochirality arises, and why all carbon-based life will almost certainly commence with RNA, even though ribose is the least stable and least likely to be formed of the common sugars, why ATP is the energy transfer chemical, and it proposes some simple experiments to show how it probably developed. There are over 80 predictions, one of which includes no life under-ice on Europa.

Planetary Formation and Biogenesis (Elements of Theory Book 2)

Buracos Negros e Big Bang Não Existem: Provas Matematicas de Cientista?

segunda-feira, outubro 27th, 2014

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2769156/Black-holes-NOT-exist-Big-Bang-Theory-wrong-claims-scientist-maths-prove-it.html

Luz e Teoria do Big Bang (Inflation Theory): Evidencia Para Teoria Academica; Hipótese contra Matrix/DNA

terça-feira, março 18th, 2014

A teoria acadêmica sugere que houve uma explosão e e m questões de segundos o Universo se expandiu para o tamanho normal. Agora parece que encontraram mais evidencias suportando a teoria. Para a teoria da Matrix/DNA – que projeta o processo da origem e formação do corpo humano durante embriogenese para o processo de origem e formação do Universo, não poderia haver tal rapida expansão ( preciso pesquisar qual a velocidade da multiplicação das primeiras celulas formando a mórula). Mas houve uma rapida expansão da luz emitida pelo Big Bang, atrvés da dark matter, que preenchia o espaço. O problema agora é inquirir os fisicos daquela teoria o que entendem por Universo, se acreditam que essa expansão foi criação espontanea da matéria do Universo. Pois para mim a evicdencia que encontraram aqui foi de expansão da luz e não do Universo. É certo que apenas quando a luz preencheu o espaço, a dark matter se tornou massa + energia, e nesse caso, se poderia dizer que o Universo formou-se nessa rapida velocidade, mas não houve expansão da matéria. Artigo copiado abaixo porque será necessario pesquisar item por item.  Ver outros artigos.

New evidence from space supports Stanford physicist’s theory of how universe began

http://news.stanford.edu/news/2014/march/physics-cosmic-inflation-031714.html

The detection of gravitational waves by the BICEP2 experiment at the South Pole supports the cosmic inflation theory of how the universe came to be. The discovery, made in part by Assistant Professor Chao-Lin Kuo, supports the theoretical work of Stanford’s Andrei Linde.

Almost 14 billion years ago, the universe we inhabit burst into existence in an extraordinary event that initiated the Big Bang. In the first fleeting fraction of a second, the universe expanded exponentially, stretching far beyond the view of today’s best telescopes. All this, of course, has just been theory.

Researchers from the BICEP2 collaboration today announced the first direct evidence supporting this theory, known as “cosmic inflation.” Their data also represent the first images of gravitational waves, or ripples in space-time. These waves have been described as the “first tremors of the Big Bang.” Finally, the data confirm a deep connection between quantum mechanics and general relativity.

“This is really exciting. We have made the first direct image of gravitational waves, or ripples in space-time across the primordial sky, and verified a theory about the creation of the whole universe,” said Chao-Lin Kuo, an assistant professor of physics at Stanford and SLAC National Accelerator Laboratory, and a co-leader of the BICEP2 collaboration.

These groundbreaking results came from observations by the BICEP2 telescope of the cosmic microwave background – a faint glow left over from the Big Bang. Tiny fluctuations in this afterglow provide clues to conditions in the early universe. For example, small differences in temperature across the sky show where parts of the universe were denser, eventually condensing into galaxies and galactic clusters.

Because the cosmic microwave background is a form of light, it exhibits all the properties of light, including polarization. On Earth, sunlight is scattered by the atmosphere and becomes polarized, which is why polarized sunglasses help reduce glare. In space, the cosmic microwave background was scattered by atoms and electrons and became polarized too.

Our team hunted for a special type of polarization called ‘B-modes,’ which represents a twisting or ‘curl’ pattern in the polarized orientations of the ancient light,” said BICEP2 co-leader Jamie Bock, a professor of physics at Caltech and NASA’s Jet Propulsion Laboratory (JPL).

Gravitational waves squeeze space as they travel, and this squeezing produces a distinct pattern in the cosmic microwave background. Gravitational waves have a “handedness,” much like light waves, and can have left- and right-handed polarizations.

“The swirly B-mode pattern is a unique signature of gravitational waves because of their handedness,” Kuo said.

The team examined spatial scales on the sky spanning about 1 to 5 degrees (two to 10 times the width of the full moon). To do this, they set up an experiment at the South Pole to take advantage of its cold, dry, stable air, which allows for crisp detection of faint cosmic light.

“The South Pole is the closest you can get to space and still be on the ground,” said BICEP2 co-principal investigator John Kovac, an associate professor of astronomy and physics at Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, who led the deployment and science operation of the project. “It’s one of the driest and clearest locations on Earth, perfect for observing the faint microwaves from the Big Bang.”

The researchers were surprised to detect a B-mode polarization signal considerably stronger than many cosmologists expected. The team analyzed their data for more than three years in an effort to rule out any errors. They also considered whether dust in our galaxy could produce the observed pattern, but the data suggest this is highly unlikely.

“This has been like looking for a needle in a haystack, but instead we found a crowbar,” said co-leader Clem Pryke, an associate professor of physics and astronomy at the University of Minnesota.

Physicist Alan Guth formally proposed inflationary theory in 1980, when he was a postdoctoral scholar at SLAC, as a modification of conventional Big Bang theory. Instead of the universe beginning as a rapidly expanding fireball, Guth theorized that the universe inflated extremely rapidly from a tiny piece of space and became exponentially larger in a fraction of a second. This idea immediately attracted lots of attention because it could provide a unique solution to many difficult problems of the standard Big Bang theory.

However, as Guth, who is now a professor of physics at MIT, immediately realized, certain predictions in his scenario contradicted observational data. In the early 1980s, Russian physicist Andrei Linde modified the model into a concept called “new inflation” and again to “eternal chaotic inflation,” both of which generated predictions that closely matched actual observations of the sky.

Linde, now a professor of physics at Stanford, could not hide his excitement about the news. “These results are a smoking gun for inflation, because alternative theories do not predict such a signal,” he said. “This is something I have been hoping to see for 30 years.”

BICEP2’s measurements of inflationary gravitational waves are an impressive combination of theoretical reasoning and cutting-edge technology. Stanford’s contribution to the discovery extends beyond Kuo, who designed the polarization detectors. Kent Irwin, a professor of physics at Stanford and SLAC, also conducted pioneering work on superconducting sensors and readout systems used in the experiment. The research also involved several researchers, including Kuo, affiliated with the Kavli Institute for Particle Astrophysics and Cosmology (KIPAC), which is supported by Stanford, SLAC and the Kavli Foundation.

BICEP2 is the second stage of a coordinated program, the BICEP and Keck Array experiments, which has a co-principal investigator structure. The four PIs are Jamie Bock (Caltech/JPL,) John Kovac (Harvard), Chao-Lin Kuo (Stanford/SLAC) and Clem Pryke (UMN). All have worked together on the present result, along with talented teams of students and scientists. Other major collaborating institutions for BICEP2 include the University of California, San Diego; University of British Columbia; National Institute of Standards and Technology; University of Toronto; Cardiff University; and Commissariat à l’Énergie Atomique.

BICEP2 is funded by the National Science Foundation (NSF). NSF also runs the South Pole Station where BICEP2 and the other telescopes used in this work are located. The Keck Foundation also contributed major funding for the construction of the team’s telescopes. NASA, JPL and the Moore Foundation generously supported the development of the ultra-sensitive detector arrays that made these measurements possible.

Technical details and journal papers can be found on the BICEP2 release website: http://bicepkeck.org

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Mais informacoes neste artigo:

Big questions confront astronomers as Big Bang signs become clearer

Read more: http://www.sciencerecorder.com/news/big-questions-confront-astronomers-as-big-bang-signs-become-clearer/#ixzz2wSWHFkQH

They also found the first direct evidence of gravitational waves—ripples in  space-time caused by the Big Bang’s unimaginably momentous impact. Albert  Einstein had predicted gravitational waves in his general theory of relativity,  and their supposed existence had allowed for a rare exception to the rule that  nothing can travel faster than light: The explosion ripped apart space-time and  sent matter flying outward at faster than light speed, in a process that  researchers call “cosmic inflation.”

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Um Universo que não cabe no Nobel

http://teoriadetudo.blogfolha.uol.com.br/2014/03/19/um-universo-que-nao-cabe-no-nobel/#comment-74387

E meu comentario postado aqui ( não publicado, aguardando moderação)

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    Louis Morelli comentou em 19/03/14 at 9:30 pm

    Voce diria que o dedo do pianista, ao tocar uma nova tecla, está deixando uma marca na musica de fundo? Acho que sim, e é isto que o BICEP2 encontrou, uma nova nota na criação da musica universal, o tal cosmic background microwave. Mas temos um sutil problema aqui: a interpretação humana e partindo de fisicos e matematicos é como a interpretação de um cego de como seria o corpo de um elefante apenas tocando o rabo dele. Impossivel acertar com a complexidade da verdade final.

    O que me deixa aturdido é a insistencia do homem moderno ainda alimentando o “pensamento magico”. Coisas como “o que deflagrou o Big Bang foi um minusculo ponto de energia super-condensada”, ou como “Something from Nothing”, que é o best-seller atual dos estudantes encantados, ou ainda que “o cérebro de macacos produziu a auto-consciencia”.
    Existem algumas evidencias ( ainda indiretas) de que o Universo material nasceu de uma “explosão”. Mas para interpretar os significados existencias do Universo e desta possivel explosão, os acadêmicos materialistas ao invés de acreditarem no pai de carne e osso, inventam e acreditam num Papai Noel. “Era uma vez, um minusculo ponto magico que criou tudo isso que aqui está…desde a formidavel maquina Newtoniana, desde o incrivel DNA, até esta misteriosa mente humana…Vibrações quanticas flutuando no Nada Absoluto…voce não é capaz de senti-las?!” Qual a diferença com os apostolos que diziam “eu ouço vozes vindas de Deus, voce não?!”
    Aqui e agora, debaixo dos nossos narizes, a natureza está aplicando nanotecnologia e giantologia ( bem, acabei de criar uma nova palavra, na falta de outra). Ela pega um humano adulto com 80 quilos, dois metros, 25 anos de idade, e enfia ele todo dentro de um minusculo cromossoma. Entao esse cromossoma “explode” seu envelope externo no centro de um óvulo e …voilá!…tem origem um novo corpo, um novo sistema natural. Nos momentos após a “explosão” uma célula inicial começa a se multiplicar aceleradamente, formando a mórula, blástula, etc. Eu não vejo como contestar que esse comprovado processo não seja`à imagem e semelhança do processo que as pouquissimas indiretas evidencias que temos estão indicando como nasceu este Universo. Mas se irritam com essa possibilidade como qualquer criança se irritaria com os pais explicando que ela está conversando com amigos imaginarios no céu, ou que não existe Papai Noel, não existe evidencias de magicas aqui, nem mesmo as supostas aplicadas pelo acaso absoluto usando sua varinha de produzir eventos por acidente. Eu suponho que A Natureza não engana suas criaturas: ela faz as coisas escondidas de nós pelo tamanho do espaço e do tempo, do mesmo jeito que faz as coisas aqui na frente dos nossos narizes. Quando queres saber como ela fez no passado ou num lugar muito distante, pergunte humildemente à sua mãe natureza, ela te mostra aqui e agora um parametro onde se aplica o mesmo processo. Acho que houve expansão rapida de luz emitida pelo Big Bang penetrando a massa inerte e eterea que preenche o espaço a qual denominam dark matter mas como essa luz carrega o código da vida, ela dividiu por frequencias e vibraçoes essa massa em corpos moventes, diferenciados, funcionais, e assim criou os primeiros sistemas, como atomos, galaxias, assim como naquela mórula um elemento quase invisivel, chamado código genetico, se espalha e começa a diferenciar a blastula em órgãos diferenciados. Eu tentei este caminho iniciando pela observação dos sistemas biologicos aqui e agora e descendo na escala do tempo e espaço para inquirir o que foi a origem do mundo material, meu resultado final é que uma teoria do tudo tem que envolver não apenas fisicos e matematicos, mas biologos, neurologistas, quimicos, pois até meu modelo de galaxias indicam uma cobertura de propriedades vitais. Acho que fisicos e matematicos são muito bons para estudar o esqueleto, mas dai para explicarem a parte carnal e mental do meu corpo… ou os mistérios de um Universo que tinha informações para criar a vida e a mente, as notas musicais para compor essa universal ópera, vai uma grande distancia. Se queres ver meus modelos procure aqui: “The Universal Matrix of Natural Systems and Life’s Cycles”.

    Comentario postado no artigo e resposta da Matrix/DNA: 

    Lúcio T. Fernandes comentou em 19/03/14 at 11:56 am Responder

    A teoria do Big-Bang parte do raciocínio inverso da constatação de que as Galáxias estão se afastando entre si: Se elas estão se afastando entre si, então houve um tempo em que todas estavam juntas.

    Porém, para considerá-la válida, é preciso desconsiderar o paradoxo do espaço e tempo – exatamente para que seja objeto da ciência. Daí derivariam as perguntas:

    01. Houve um início absoluto para a contagem do tempo. Ora, então o que havia antes dessa contagem? Nada?! Então como que do nada surge a contagem do tempo?

    02. O Universo está em expansão. Ora, então o que existe para além de suas fronteiras? Nada?! Uma placa escrita “aqui o o limite do universo”?

    Posta essas razões faz sentido acreditar que “no universo nada se perde, mada se cria; tudo se transforma”; ou seja, o universo a cíclico.

    Como para ser objeto da ciência é preciso estar sujeito ao espaço e tempo e fazer, até que não tenhamos a capacidade de desenvolver um experimento que reproduza tais condições, não teremos a capacidade de entender o universo em sua total extensão – o que entendo por Deus.

    Louis Morelli comentou em 20/03/14 at 8:37 pm

    De que estás falando, Lucio?! Não é o Universo nem a natureza universal que faz contagens do tempo, e sim a espécie humana, que inventou isso. Não existe uma entidade ou substancia ou força natural denominada “tempo”, isto é apenas noção humana para situar cronologicamente os eventos numa sucessão que torne a história natural mais compreensivel.

    O que existe alem das fronteiras do Universo? Voce quer dizer “alem desta dimensão de matéria que os sensores do seu cérebro e os sensores ou medidores técnológicos podem captar? Eu tenho usado um método que tem fornecido explicações para o invisivel: pergunto direto à Natureza. Acho que ela não engana suas criaturas. Como resposta ela sempre mostra aqui e agora um fenomeno que se assemelha ao perguntado. Aqui tem um processo que se assemelha em tudo com as origens do Universo: é a origem de cada corpo humano. Então um embrião, um feto, está em expansão dentro de uma placenta de “dark matter”. O que existe alem do pequeno universo do embrião? Algo muito, muito complexo: os corpos da mãe, do pai, tudo natural, nada mágico. Pois alem deste Universo não deve ser diferente.

A Radiação Cósmica é a Onda de Luz Vital do Big Bang?!

segunda-feira, novembro 18th, 2013

(Artigo sob construcao, leitura e pesquisa em andamento)

Big Bang pode ter sido o fim de um outro Universo

http://www.galeriadometeorito.com/2013/08/big-bang-pode-ter-sido-o-fim-de-um.html?spref=fb

Notas extraídas do artigo (os grifos são meus):

 O trabalho foi em parceria com o armênio Vahe Gurzadyan, da Universidade Estadual de Yerevan. Há três anos eles analisam dados do satélite WMAP. A sonda americana foi projetada para fazer um mapeamento universal da radiação cósmica de fundo (conhecida como o “eco” do Big Bang), gerada quando o Universo tinha menos de 400 mil anos de existência, e detectado pelo satélite na forma de micro-ondas.

Penrose e Gurzadyan já diziam, desde 2010, que conseguiram detectar pequenas flutuações na radiação cósmica de fundo, na forma de círculos concêntricos.

Isso, segundo eles, seria resultado da colisão de buracos negros gigantes, numa época que precedeu o Big Bang, ou seja, seria implicação de que o Universo já existia, em outra forma, antes do período de expansão que conhecemos e observamos hoje.

Os cosmólogos constataram, com alguma surpresa, que os círculos apontados por Penrose e Gurzadyan estavam de fato lá, e haviam passado despercebidos até então. Entretanto, realizando simulações de como seria a radiação cósmica de fundo com base na cosmologia clássica -para a qual tudo começa no Big Bang-, constataram que os círculos também apareciam.

Ou seja, o fenômeno era real, mas a parte que dizia respeito a outro universo antes deste parecia ser apenas elucubração da dupla.

Penrose e Gurzadyan agora retornaram com a divulgação do Universo Cíclico, mas desta vez, com novas evidências. Em uma análise mais profunda dos círculos, publicada recentemente no “European Physical Journal Plus”, eles concluem que o padrão observado se encaixa melhor na hipótese de um universo cíclico, com eventos que antecedem o Big Bang.

Meu comentario postado no artigo:

Anônimo –  15 de novembro de 2013 07:26

O Big Bang emitiu ondas de luz que penetram a substancia inerte que preenche o espaco imprimindo movimentos que sao a base da dinamica dos ciclos vitais. Portanto a luz contem o codigo ra Vida. Se a radiacao cosmica apresenta estas ondas concentricas, entao ela e a propria luz. Isto e o que estao sugerindo os modelos da Matrix /DNA Theory.

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