Archive for the ‘Big Bang Theory’ Category

Universo nao tem centro e Big Bang nao e’ explosao, mas sim, espansao ( visao cientifica)

quarta-feira, julho 11th, 2018

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jcanive.blogspot.com/2012/01/donde-esta-el-centro-del-universo.html

lunes, 16 de enero de 2012

Dónde está el centro del Universo?

Rob Knop

Aos radicais e fundamentalistas cientificistas: nao existem bases factuais para um entendimento da existencia.

terça-feira, junho 19th, 2018

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Tendo sido todas as observações astronômicas, fenomênicas, mensurações, contagens, teoremas, teorias, formulações e colocações inteligíveis da ciência baseados no empirismo dos últimos 10.000 anos, isso não seria pouco para se assegurar as suas veracidades e aplicação geral pelo Universo (durante todo tempo e espaço)?

Quem já leu sobre a história da ciência, sabe que foi crível a colocação de a Terra ter 100.000 anos de existência e o Universo só 1 milhão deles ao fim do séc. XIX! Quem ve uma foto recente do Universo por um aparelho possante como Hubble, nao pode evitar a sensacao que vem da conscientizacao da nossa pequenez e do quanto pouco podemos saber por enquanto. O espaco se perde na imensidao de galaxias em galaxias sem fim, e sendo logico concluir que nenhuma galaxia e’ igual a outra, que cada uma tem um aspecto diferente que revela mais algum detalhe da natureza universal, portanto, para conhecer esta totalidade, teriamos que conhecer antes galaxia por galaxia.

Sem detalhar aqui o fato que nossos sensores que captam os fatos sao limitados e poucos, captando apenas um setimo da realidade do mundo, aquela faixa que se refere `a luz visivel, e sem detalhar o fato de que a desconhecido dark matter parece compor 95% da realidade que nos e’ desconhecido, concluimos que loucos sao aqueles que vociferam com radicalismo arrogante qualquer que seja sua visao ou entendimento do mundo. temos que nos concientizar que quase nada sabemos para nos incentivar a buscar mais conhecimento com animo.

O princípio acadêmico que julga e pondera nao apenas os fatos conhecidos e realmente provados, mas tambem as teorias e hipoteses, tendo por base aprovar apenas as teorias que sejam sequencias calculadas a partir do conhecimento academico, refutando como “pseudociencias” todas as demais, não seria um modelo ultrapassado? Pois lida com apenas a parte conhecida, descartando a maior parte, ou seja, a desconhecida na razão de 1 para o infinito?

Cientistas Brasileiros Contestam a Teoria do Big Bang

sábado, dezembro 16th, 2017

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A origem do Universo e’ como um acidente de carros, onde a polícia interpreta de uma maneira, o mecânico vê o estrago nos carros, o médico ve as vitimas, etc. Nao existe “teoria ciencifica oficial” pois as tres evidencias reunidas para a teoria do Big Bang e’ nada para um evento que precisaria de milhoes de evidencias. na fase de crescimento um corpo humano em expansao as celulas estao se afastando entre si… entao devemos dizer que a origem de um corpo humano foi um Big Bang? Mas foi justamente a esta interpretacao que a Teoria da Matrix/DNA chegou: a a origem de todos os sistemas naturais, inclusive corpos humanos ainda imitam exatamente a origem daquilo que criou a todos: o Universo. Havia um ovulo com um oceano de uma substancia ( o amnion corresponderia a dark matter), nessa substancia haviam as partículas virtuais que nao conseguiam firmar existencia ( como acontece com o genoma feminino no óvulo se este nao for fecundado) e de repente entrou um espermatozoide que, ao atingir o centro do ovulo teve subitamente rompida sua membrana e liberou partículas opostas e complementares, também virtuais. Ao se juntarem duas particulas opostas virtuais, firmam-se e manifesta-se a matéria normal. Dai a forma de morula corresponde a nebula de estrelas, depois a blastula corresponde a formacao de galaxias, etc. Mas neste caso podemos dizer também que os corpos humanos sao cíclicos existindo sob contração e expansão: quando atinge 20 anos e 80 kilos um corpo se contrai microscopicamente na forma de um genoma que depois vai se expandir e novamente alcançar 20 anos e 80 kilos… Enfim, os físicos veem o evento nas origens como mecânicos, eu vejo o mesmo evento pela perspectiva vital biologica… talvez todos estejamos certos e errados…

Comentário postado na seção de comentários em 12/16/17 do artigo com link abaixo:

https://universoracionalista.org/possiveis-vestigios-de-um-universo-antes-do-big-bang/

Possíveis vestígios de um universo antes do Big Bang

Material Escolar Usando Figuras com fonte deste Website: PDF – Teoria do Big Bang

quarta-feira, novembro 15th, 2017

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Material do Ensino Medio, contem 3 figuras do meu website

DO BIG-BANG AO URÂNIO:

As Nucleossínteses Primordial, Estelar e Explosiva – Uma abordagem para o Ensino Médio.

http://www1.pucminas.br/imagedb/documento/DOC_DSC_NOME_ARQUI20140721092520.pdf

Luis Adriano Pedrosa

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática

Área: Física

E o link para este PDF no meu arquivo:

file:///C:/Users/austr/Downloads/DO%20BIG-BANG%20AO%20URÂNIO%20%20PUC.pdf

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna, versus a Genese segundo a Matrix/DNA Theory

terça-feira, agosto 1st, 2017

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O artigo copiado abaixo e’ a mais recente e bem explicada para os leigos, sintese do que se acredita hoje no nivel dito ‘cientifico”, tenha sido as origens e desenvolvimento do universo, nosso unico mundo palpavel. Deve-se reconhecer nele o gigantesco e heroico esforco de humanos por seculos em busca do conhecimento existencial. Muitos passos desta teoria foram calculados apos observacao do que acontece aqui e agora, nas reacoes quimicas e fisicas dos laboratorios. Entao se aqui a fusao de hidrogenio produz helio, e hidrogenio deve ter sido o primeiro elemento produzido nas origens, entao conclui-se que da nebulosa de hidrogenios veio a nebulosa de helio, e assim por diante.

Eu, particularmente, e ainda na minha infancia, me senti insatisfeito acompanhando o rumo que essa teoria tomava, pensava que os metodos de deducao estavam incorretos. parecem-me demasiado reducionistas. Para um microbio dentro de um ovulo que observasse a fecundacao e os primeiros passos do desenvolvimento fetal de um humano, sua teoria seria igualmente reducionista, analisando os movimentos fisico-quimicos. Porem o responsavel por todos os movimentos seria algo invisivel, o DNA, e entao a teoria do microbio teria saido totalmente fora da razao.

Quantas coisas mais havia nas origens do universo alem das particulas efemeras, do hidrogenio? O problema deste reducionismo e’ que a teoria final induz a pensar-se num universo sem sentido, sem significado existencial, fator que e’ o mais importante para nos quando buscamos qual o significado da nossa existencia. Desconhecendo a existencia do DNA, e do universe muito maior e mais complexo alem do pequeno ovulo, ignorando o produtor de tudo aquilo, que foi uma criatura humana, o microbio veria meros movimentos que julgaria sem conexao e portanto tudo produto do acaso no mero desenrolar de forcas brutas.

O metodo de usar o que acontece aqui e agora para deduzir o que aconteceu la’ e’ logico, racional, o unico racional que temos. Mas como surgem varias ramificacoes religiosas de um unico livro porque cada grupo seleciona algumas mencoes e ignora outras, me pergunto porque a inteligencia moderna esta selecionando apenas as reacoes fisico-quimico e entre apenas o que estamos vendo, para elaborar esta teoria cosmologica do todo. E se havia elementos, principios, biologicos, neurologicos, ou ate’ mesmo mentais, incluidos nos eventos da origem? Onde estava na simplicissima nebulosa de hidrogenio inicial as forcas e elementos naturais que mais tarde produzria a biologia, a neurologia, a consciencia? Sem ver o DNA e o universo la’ fora, o microbio nem sequer pensaria nisso. Fecharia questao em torno de sua grande visao teorica e tudo isso que outros aventassem seria considerado imaginacao ou sonhos de poetas. Mas sabemos o quanto ele estaria errado. Mas nao podemos permitir que mentalidades de microbios facam as cabecas e doutrinem nossos filhos nas escolas, como esta’ infelizmente acontecendo, basta ler o artigo abaixo.

Na visao academica escolar estou vendo um enredo que imita o que acontece na Biblia quando ela se divide em velho e Novo Testamentos. No novo testamento, o Deus do velho feito homem surge e age totalmente diferente do deus no velho, para desespero dos judeus. O Messias nao foi nada do que esperavam, tendo sua visao de mundo baseada no Deus vingativo, cruel, escravagista e selecionador de alguns filhos em detrimento dos demais, todos fatores que lhes convinham. Assim, a moderna cosmovisao dita cientifica dividiu a Historia Universal em dois capitulos, a Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ 10 bilhoes de anos de idade, e a Evolucao Biologica nos ultimos 3 a 4 bilhoes de anos. Uma nada tem a ver com a outra. Assim como os hebreus deturparam totalmente deus no velho testamento, a moderna academia deturpou totalmente o velho testamento da Historia Universal.

Eu coloquei em cheque a teoria academica e experimentei usar outros fenomenos naturais reais do aqui e agora, aplicando-os para deduzir o que aconteceu la’. Pois na evolucao biologica houve na verdade desde suas origens, a transformacao de uma especie de celula inicial em novas especies com mais complexidade e essa linhagem perdurou ate’ chegar no humano. Muitas especies paralelas surgidas e que nao levavam ao humano foram descartadas. Entao intui que tambem a nivel universal, desde um tipo inicial de sistema natural evoluiram outras formas deste sistema, cada vez mais complexas, ate chegar a celula viva inicial, e depois ao homem. E porque nao? Porque a evolucao universal teria aplicado uma regra para a cosmologica e outra diferente para a biologica?!

Mas se foi assim os atomos, as galaxias sao tao nossos ancestrais quanto o sao as bacterias e os ditos primos do macaco. E se foi assim, dentro daqueles atomos e galaxias havia uma especie de DNA dirigindo tudo como existiu sempre nos ultimos 4 bilhoes de anos.

Este foi um dentre outros motivos que me fez arregacar as mangas, ir la na natureza virgem da selva intocada ainda testemhunha dos primeiros eventos nas origens da vida, buscar esquematizar este Sistema e esmiucar tudo em busca do ancestral cosmologico do DNA. E como resultado encontrei a formula da Matrix/DNA, a qual muda muita coisa na descricao historica do artigo academic abaixo mas o mais importante, aponta na direcao de um estupendamente racional significado da existencia deste mundo e de nos mesmos dentro dele.

Vamos a ver como esta a ultima forma mais atualizada da cosmovisao escolar academica: 

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna

 

Trezentos mil anos após o Big-Bang a luz surgiu, em meio a uma mistura negra de gases primordiais e imersa em um oceano de matéria invisível. Centenas de milhares de anos depois, o Universo foi lentamente mergulhando em trevas, uma fase desconhecida da formação do Universo conhecida como “Idade das Trevas” que durou quase meio bilhão de anos. Então em meio às camadas de gás (hidrogênio, hélio e pequena quantidade de lítio) houve um acúmulo desses gases em nuvens difusas até que, à medida que se esfriavam, passaram a se concentrar no centro de cada nuvem em aglomerados do tamanho do nosso Sol. Atraindo cada vez mais gás circundante, cada aglomerado transformou-se em um gigante astro, cerca de 100 vezes maior que o nosso Sol, e a intensa compressão de seus núcleos desencadeou as reações de fusão nuclear do hidrogênio que deram origem às primeiras estrelas do Universo.

Com uma vida breve de cerca de alguns milhões de anos, elas se extinguiram em explosões (supernovas), lançando no Universo elementos mais pesados, como o oxigênio e o carbono, sementes de futuras estrelas e planetas. Dessa forma, 2 bilhões de anos depois do Big-Bang já tínhamos as primeiras galáxias, com seus buracos negros e quasares, e, 4 bilhões de anos depois, as estrelas em seus vários tipos: supernovas, gigantes vermelhas, gigantes azuis e anãs marrons. Estima-se que em aproximadamente 100 trilhões de anos cintilará a última estrela formada de maneira convencional e uma nova era terá início.

Existem duas maneiras possíveis para a formação dos astros. Na primeira, a nuvem de gás e pó interestelares inicia a sua contração quando o campo magnético que a percorre começa a se reduzir, em virtude de sua difusão para fora dos limites da mesma. A força magnética, assim reduzida, pode chegar a um ponto em que se torna demasiadamente débil para conseguir se opor à força da gravidade da nuvem, a qual, ao contrário, cresce com o aumento da densidade durante o colapso. A este tipo de formação estelar dá-se o nome de espontânea, em oposição ao nascimento de estrelas “induzido” por acontecimentos exteriores como, por exemplo, os ventos solares, a pressão da radiação, ou ainda, as ondas de choque.

Em resumo, o nosso Sistema Solar pode ter nascido de um disco protoplanetário, devido à ação do vento estelar ou da explosão de uma estrela maciça próxima. Ou pode ser que a herança preservada no interior dos meteoritos primitivos nos tenha sido legada por uma família inteira de estrelas maciças que terminaram a sua vida numa espécie de fogos de artifício cósmicos de supernovas. Em tais condições, não existe nenhum rastro que nos permita identificar de onde, nem como, terá surgido o Sistema Solar.

Será que novamente deixaremos ao acaso o motivo de toda essa ordenação obtida após o tumult? Não será possível que haja uma Consciência Cósmica diretora desses fatos? A palavra ordenação implica a existência de “ordem”. Ordem faz pressupor a existência de Algo ou Alguém que ordene. Algo ou Alguém ordena e a criação se faz.

Durante os seus primeiros 100 milhões de anos, o gás e a poeira que giravam no disco protoplanetário ao redor do Sol foram se aglomerando, até que há cerca de 4,6 bilhões de anos começou a história de nosso planeta. Em geral, planetas como a Terra são formados durante dezenas de milhões de anos, mas recentemente pesquisadores da Espanha, Alemanha e EUA fotografaram pela primeira vez 18 corpos celestes na constelação de Órion que parecem ser planetas “flutuantes”, pois não orbitam nenhuma estrela. Esses astros detectados teriam sido formados num curto espaço de tempo (a constelação tem “apenas” 5 milhões de anos), graças ao colapso gravitacional de partes de uma nuvem molecular, também composta por gases e poeira. Atualmente eles são bolas gigantes de gás, com massa entre 8 e 15 vezes maior que a de Júpiter. Contudo, esses “aglomerados” não ficaram grandes o suficiente para iniciarem as reações de fusão nuclear típicas de estrelas (queima de hidrogênio) ou de anãs marrons (estrelas pequenas que queimam deutério, um dos isótopos mais frágeis do hidrogênio).

Por definição, um planeta tem até 13 Mj (Massa de Júpiter), e uma anã marrom, entre 13 e 75 Mj. Acima de 75 Mj, há energia suficiente para o início da fusão nuclear, a fornalha que alimenta as estrelas e as faz emitir uma luz mais intensa. No núcleo dessas estrelas, os prótons colidem entre si e um deles se transforma em nêutron convertendo o átomo de hidrogênio em hélio e liberando um fóton. Na migração para a superfície o fóton de luz vai colidindo com os átomos de hidrogênio e hélio, gerando calor, e empurrando-os para fora contra a força gravitacional da estrela que os puxa para o centro. Estima-se que cada fóton, produzido no nosso Sol, demore 1 milhão de anos para sair dele.

 

Meu comentario postado no artigo:

Excelente artigo. Este artigo favorece a minha teoria astronomica e desfavorece a teoria astronomica academica official. Pois o artigo inteiro descreve interpretacoes teoricas, o unico fato real mencionado e’ a observacao dos 18 planetas de Orion, e a conseguente especulacao sobre suas origens. Mas este unico fato justamente se encaixa perfeitamente no meu modelo geral. Uma grande surpresa aguarda a cosmovisao academica: essas bolas de aparente gaz que formam estes que eles chamam de planetas na verdade sao os gemes de novos astros. Foram emitidos por um vortices nuclear nesta nebulosi, serao contraidos ao atravessarem espaco frio, tornando-se os nucleos ou germes de estrelas incubadas. Depois a estas bolas efervencentes contraidas serao agregadas massa entropica do espaco, quando se tornam planetas. mas continuara seu desenvolvimento, tornar-se-ao pulsares e apenas entao florescerao como estrelas supernovas. Este e’ o principio ancestral astronomico do ciclo vital, que hoje produz sistemas biologicos seguindo a mesma sequencia de formas e desenvolvimento. Qualquer curiosidade veja a teoria no meu website. Mas claro, nao sou o dono da verdade, e toerias sao teorias sujeitas a serem “debunkadas” ou consertadas e promovidas a fato real.

Filamentos Cosmicos produzidos por gases do Big Bang

segunda-feira, julho 31st, 2017

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Em algum post recente aqui mencionamos a teoria academica de que o estranho sincronismo entre eixos de rotacao dos quasares distantes entre si talvez deva-se aos filamentos cosmicos, que seriam extensas vias de gas remanescente do Big Bang e que pairam entre as galaxias. Mas naquele post nao se descrevia de onde e como surgiu a teoria ou descoberta dos filamentos. O presente post com o artigo a seguir preenche aquela falha. Devo considerar este detalhe para pesquisar como ele se encaixa ou afeta o modelo astronomico da Matrix/DNA.

Filamentos cósmicos intergalácticos são revelados pela primeira vez

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/08/filamentos-cosmicos-intergalacticos-sao.html

 

Vendo a Network Cosmica de Filamentos nos Espacos Entre Galaxias

No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, os astrofísicos suspeitavam que o gás primordial,  aquele que foi originado logo após o Big Bang, não estava distribuído de forma homogênea no universo, mas sim em canais que fluíam entre as galáxias, uma rede cósmica de filamentos finos e grossos que se cruzavam na vastidão do espaço. Christopher Martin, professor de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, EUA), conta que desde os tempos em que era aluno de graduação ele estava pensando no meio intergaláctico, que contém a maior parte da matéria normal do universo, e que também é o meio em que as galáxias se formam e crescem. Para recordar a contabilidade do universo, 96% do que o compõe são a matéria e energia escuras, e dos 4% restantes, apenas a quarta parte está na forma de estrelas e galáxias. Os outros 3% são o meio intergaláctico, ou IGM. Uma das características do IGM é que ele é difícil de ver. Antigamente, ele era observado indiretamente, pela absorção de luz que ocorre entre um objeto distante, como um quasar, e o observador, na Terra. Assim, o astrônomo percebia que havia algum gás intergaláctico na frente do quasar, provavelmente distribuído em filamentos a várias distâncias, mas não tinha como saber a distribuição destes filamentos. Pensando no problema de visualização, Martin concebeu e desenvolveu o Cosmic Web Imager (CWI, ou “Visualizador da Teia Cósmica”). O CWI é um espectrógrafo capaz de fazer imagens usando vários comprimentos de ondas diferentes, simultaneamente. A partir destas imagens, um modelo 3D da estrutura dos filamentos pode ser feita, revelando sua estrutura. A primeira observação do CWI foi feita nas vizinhanças de dois objetos brilhantes, um quasar chamado QSO 1549+19 e uma bolha Lyman alfa em um aglomerado de galáxias conhecido como SSA22. Estes objetos foram escolhidos para a primeira observação do CWI porque são bastante brilhantes e iluminam o IGM próximo, reforçando o seu sinal. Examinando aquela região, foi encontrado um filamento estreito, com um milhão de anos-luz de comprimento, fluindo do quasar, possivelmente alimentando o crescimento da galáxia que contém o quasar. Além deste, outros três filamentos foram observados circundando a bolha Lyman alfa, com uma rotação que mostra que estes filamentos estão fluindo para dentro da bolha e afetando sua dinâmica. Estes filamentos encontram-se a uma distância que corresponde a um período de rápida formação de galáxias, cerca de 2 bilhões de anos após o Big Bang. Martin acredita que, no caso da bolha Lyman alfa, o que foi observado é uma protogaláxia, uma galáxia em formação com 300.000 anos-luz de diâmetro, três vezes o tamanho da nossa Via Láctea. O CWI permite aos astrônomos não só visualizar os filamentos e sua estrutura, mas também medir sua composição, massa e velocidade. A instalação atual foi feita no Observatório Palomar, e uma nova versão, mais sensível, está sendo preparada para instalação no Observatório W. M. Keck, no topo do Mauna Kea, no Havaí. A intenção é observar filamentos com brilho médio, e não só os que estão sendo iluminados por quasares. Além disso, Martin tem planos para observar o IGM usando telescópios em um balão e em um satélite. Colocando seus instrumentos acima da atmosfera, ele será capaz de ver o IGM mais próximo, de épocas mais recentes na história do universe.

Luz original com o Codigo pode ser a Cosmic MicroWave Background, segundo a Ciencia

segunda-feira, maio 8th, 2017

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Mais uma sugestão dos meus modelos teóricos torna-se possivelmente a previsão de uma grande descoberta. Quando percebi que o espectro eletromagnético contem a primeira forma da formula da Matrix/DNA, logo me perguntei como esta formula se espalha no universo e imaginei uma luz especial, não captável pelos nossos sentidos se espalhando pelo espaço. A descoberta de Spenzias e Wilson, sobre a cosmic microwave background, e que isto deveria vir do Big Bang, me chamou a atenção, mas não sei porque interpretei que fosse uma onda de som, e portanto não se relatava a luz que eu procurava. Mas agora com esse vídeo – eles falam que a CMB e’ uma luz. Bateu a previsão?

1 Percent of TV Static Comes from Light of the Big Bang

http://www.sciencechannel.com/tv-shows/how-the-universe-works/videos/1-percent-of-tv-static-comes-from-light-of-the-big-bang/?utm_campaign=trueAnthem%3A+Trending+Content&utm_content=590fdf36a167da0007248cb9&utm_medium=trueAnthem&utm_source=facebook

1 Percent of TV Static Comes from Light of the Big Bang

 

Universo Antes da Origem – Teoria Academica Oficial

domingo, março 5th, 2017

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http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/before_the_beginning.htm

Antes do Comeco

Diferenca entre Luz e Radiacao: Desacoplamento da Materia da Radiacao

domingo, março 5th, 2017

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Qual a diferença entre Luz ( pela definição da MatrixDNA) e radiação e espectro eletromagnético? Qual a diferença entre o estado inicial da luz no Universo visto pela teoria acadêmica e pela teoria da MatrixDNA? O texto a seguir lança alguma luz na questão:

Texto lido em ( seguindo o texto vem nosso estudo e conclusão):

http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/decoupling.htm

Era do Desacoplamento

Em todos os instantes iniciais, antes de cerca de 105 anos, a formação dos átomos foi sufocada pelas colisões energéticas de partículas com outras partículas. Para o elétron instalar-se numa vizinhança, grande o suficiente, de um próton, para as forças eletromagnéticas os ligarem, um certo período de paz relativa teve que ser estabelecido. O universo inicial foi, porém, algo mais calmo. As partículas eletricamente carregadas (principalmente prótons e elétrons) fortemente interagiram com radiação altamente energética (fótons) de tal um modo que nenhuma estrutura eletricamente neutra (tais como átomos) fosse capaz de existir. Quando a matéria estiver em um estado eletricamente carregado como este, é dita estar num estado de plasma. Daí a analogia do universo inicial com uma festa selvagem que tem sido usada para a época muito inicial do universo, a “festa” ainda continua a plena velocidade neste momento. Fique tranqüilo, as “fações anti-sociais” como os neutrinos já se foram, e as partículas exóticas, como os quarks, tem sido subjulgados em outras partículas, como os elétrons e prótons, e os fótons “social butterfly” ainda estão tendo um tempo selvagem juntos. Porém, é inevitável que as partículas eventualmente se ligarão eletricamente, pois o universo continua a se expandir. Esta expansão significa que as partículas se esfriam, o que é igual a dizer que a energia cinética que elas previamente tiveram das colisões com outras partículas, começa a se encolher. Aí entra um ponto, quando o fluxo de colisões não é grande o suficiente para prevenir a ligação elétrica. Finalmente são formados átomos estáveis. Estes átomos são os átomos mais simples desde que só os núcleos mais simples tiveram chance de serem formados no universo inicial. Conseqüentemente, o átomo mais abundante é o átomo de Hidrogênio. A maioria do universo seria Hidrogênio atômico (aproximadamente 75%). O resto seria principalmente Hélio

Os fótons que adoram interagir com partículas carregadas por espalhamento delas, têm agora que competir com estruturas atômicas eletricamente neutras. O número de fóton espalhando cai. Uma multidão de fótons, de repente nada tem a fazer. A festa finalmente terminou. Os fótones fluem fora passado os átomos recentemente formados. É dito agora que o universo é transparente a fótones. Este período, entre 1/10 de um milhão de anos e um milhão de anos após o big bang, veio ser chamado de ERA DO DESACOPLAMENTO pois os fótons desacoplam das partículas carregadas durante este período. Eles seguem adiante os “passos” dos neutrinos que fluiram para fora anteriormente,  somente 1 segundo após o big bang. A era anterior a este tempo de desacoplamento às vezes é chamada de ERA DOMINADA PELA RADIAÇÃO, pois a radiação foi tão crucial ao desenvolvimento deste estágio mais primitivo. A radiação destes instantes mais primitivos era a principal forma de energia. A matéria era a princípio quase inexistente e somente gradualmente tornou-se significante quando o número de partículas elementares foram produzidas do instante posterior a Era Inflacionária em diante. Quando os fótons desacoplaram, o último controle significante que radiação teve sobre a matéria diminuiu. Conseqüentemente, depois que este tempo de desacoplamento a era é chamada de ERA DOMINADA PELA MATÉRIA.

Fig 1: Desacoplamento da Materia e Radiacao – Big Bang Theory ( verde significa a era inicial de plasma de hidrogenio. Amarelo sinifica a formacao do primeiro atomo, de hidrogenio).

 

Os fótons que são libertados constituem uma nuvem de radiação que cobre o universo inteiro. Considerando que o  universo está principalmente vazio, não há nada que capturaria todos estes fótons. Conseqüentemente, eles ainda deveriam estar hoje ao redor. Além disso, desde que o big bang aconteceu em todos lugares, que estes fótons deveriam estar em todos lugares. Esta é uma predição da teoria do Big Bang.

Matrix: E esta teoria de que os fótons do Big Bang devem estar em todos os lugares ainda hoje seria a causa da radiação de fundo cósmica. Eles seriam a radiação. A radiação que segue este tipo de curva foi observada como vinda de todas as direções do espaço em 1965, nos Bell Laboratories Estados Unidos, por Arno Penzias e Robert Wilson.

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” … Após a temperatura ter atingido níveis mais baixos, aproximadamente 3000 K, a Nucleossíntese Primordial cessou, pois, não mais existia calor suficiente para prosseguir com as reações de formação de novos elementos

Neste momento, o Universo tornou-se transparente à radiação. Este processo é conhecido como desacoplamento da matéria e da radiação (figura 1)

Nesta fase, com o decrescimento da temperatura a níveis cada vez menores, prótons puderam combinar com elétrons livres para formar o primeiro átomo, o átomo de Deutério. E, tendo o átomo de Deutério grande instabilidade, pares destes átomos puderam se unir formando uma molécula de Hidrogênio,H2.  2

A partir desta época, a matéria estava livre para se condensar. Agora, a matéria passa a dominar o panorama. O que antes era domínio da radiação passa a ser domínio dos átomos e moléculas e a gravidade reivindica o seu poder.

A gravidade, atraindo a matéria para regiões mais densas que outras da vizinhança durante milhões de anos, provocou a formação de grandes nuvens moleculares de onde serão formadas as estrelas e da reunião das estrelas, galáxias.

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Analise da MatrixDNA:

Primeiro, o conhecimento agora de que a teoria sugere ter havido nas origens do universo uma separação entre matéria e radiação ( que seria luz para Matrix) incita uma suspeita inquietante e muito profunda. Houve um conflito da matéria ou da formula da Matrix quando o sistema astronomico se formou como sistema fechado, cortando relações com o resto do mundo. Então seria o segundo conflito. Isto sugere a inquietante possibilidade de que neste universo existe duas entidades opostas, sempre se defrontando. E como estas substancias destas duas identidades vieram de antes do Big Bang, então parece que o conflito vem do alem do universo. E seriamos nos uma destas duas entidades ou um terceiro elemento que fica pagando o pato nestas guerras? Tenho que tentar esquecer esta suspeita, de entidades em conflito ( deuses e demônios?!), pois nunca poderia resolver isto.

Segundo, estes fótons seriam os bits-informação genéticos escapados da formula da Matrix na onda de luz primordial. Ou seriam os fótons negativos, escuros, do reino da energia negra e dark matter, que estão retornando, recompondo a luz, tendo como meta retornar a fonte da luz? Novamente sinto que estou saindo fora do aqui e agora pratico, vamos esquecer isto…

 

Antes do Big Bang: Um Universo Gêmeo? Dizem que sim, a Matrix/DNA diz que “Quase”

quinta-feira, novembro 17th, 2016

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O principal artigo saiu na Phys.Org, em 2008. Aplicando física e matemática, pesquisadores chegaram a resultados sugerindo que antes deste Universo havia outro igual. Mas eu escrevi e registrei isso a 35 anos atras… A base da teoria da Matrix/DNA sugere que dentro deste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução similar ao genético/computacional processo pelo qual nos mesmos nos reproduzimos. Porem, na Matrix/DNA o objetivo principal não ‘e o Universo e sim o seu conteúdo. Universos são como ovos, ou placentas. A placenta da filha quando ficar gravida vai ser praticamente igual a placenta da mãe que lhe gerou, assim são os universos. O que vale e’ a reprodução do que esta dentro da placenta. E isto explico no comentário abaixo… No entanto, vale notar que eu antecipei a Ciência em 30 anos…

Before the Big Bang: A Twin Universe?

http://phys.org/news/2008-04-big-twin-universe.html

April 9, 2008

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¿UN UNIVERSO GEMELO ANTES DEL BIG BANG?

https://alejandralcrv2012.blogspot.com/2012/04/un-universo-gemelo-antes-del-big-bang.html?showComment=1479359383629#c492203356472571920

Meu comentario postado no blog:

Los ninos se parecem mucho com sus padres, todos lo sabemos. Pero ninguno cree que nuestros padres son nuestros gemelos, ni que son ” paralelos” a nosotros. Se la Naturaleza produz aqui aos nossos ojos uno fenomeno onde de um objeto se reproduce otro igual objeto, porque e para que imaginar cosas que nunca ninguno viu? Esta teoria de que este Universo es reproducion de otro anterior foi publicada a 30 anos atras e com toda una descricion tecnica do fenomeno. Pero, non se debe fixar-se no Universo, e si no que esta evoluindo dentro dele. Este Universo es solamiente el huevo, la placenta, e la placenta da nina sera equal la placenta de su madre. Es lo que esta evoluindo dentro ( la vida, la consciencia) que reproduz o que havia no universo anterior. veja teoria completa em http://theuniversalmatrix.com