Archive for the ‘biologia’ Category

Porque Físicos e Biólogos não alcançaram as alturas da Matrix/DNA

domingo, abril 9th, 2017

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Segundo a minha Teoria da Formula Matrix/Dna esta’ sugerindo, os fenômenos do nível quântico são relacionados `a linha de fronteira entre a Física e a Biologia. Para entender melhor vamos fazer uma analogia com o corpo humano: a Física lida e se limita ao mecanismo do esqueleto ósseo; a Biologia lida e se limita aos campos das carnes moles e substancias liquidas; a partir das carnes entra o cérebro com a Neurologia, a Psicologia. Ora todos estes campos dos ossos, das carnes, da massa cerebral, são compostos de átomos e partículas, os reinos microscópicos da física quântica. Então nas fronteiras de transição entre estes campos, os átomos ali alojados devem apresentar processos do campo anterior misturados com processos do campo posterior. Por isso os Físicos encontram estranhezas não explicadas no nível quântico, pois eles entendem de Física e ali estão sendo confrontados com efeitos intermediários com Biologia. Ou na fronteira posterior – entre a carne e a massa cerebral, com efeitos intermediários entre a massa cerebral e os pensamentos, a mente, etc. O método que aplico com a Matrix/DNA é multidisciplinar com foque centralizado nos processos de transformações, gerando modelos teóricos dos links ou elos evolucionários entre formas diferentes,  portanto tenho mais chances de entender os processos intermediários – se eu acertar na interpretação das minhas formulas e modelos. Por ser fases de transições com processos muito delicados principalmente na hora que o DNA faz suas traduções e replicações de proteínas, aqui moram muitas das doenças serias que afligem a humanidade e continuam por milênios sem que tenha sido encontrado os meios para suas definitiva eliminação.

A seguir cito uma frase (cujo autor e link vai abaixo), de alguém da Física que esta’ começando a entender isto:

” Os biólogos tem até recentemente sido desfalcados do contra-intuitivo aspectos da teoria quântica e sentem ser isso desnecessário, preferindo seus tradicionais modelos de “ball-and-stick” das estruturas moleculares da vida. Da mesma forma, os físicos tem sido relutantes em se aventurarem no complicado e complexo mundo da célula viva – e porque deveriam eles se podem testar suas teorias de maneira mais clara no controlado ambiente dos laboratórios de Física?”

Em ingles:

“… biologists have until recently been dismissive of counter-intuitive aspects of the quantum theory and feel it to be unnecessary, preferring their traditional ball-and-stick models of the molecular structures of life. Likewise, physicists have been reluctant to venture into the messy and complex world of the living cell – why should they when they can test their theories far more cleanly in the controlled environment of the physics lab?…”

O autor menciona esta frase quando faz a palestra no vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=wwgQVZju1ZM

Jim Al-Khalili – Quantum Life: How Physics Can Revolutionise Biology

Sistema Imunológico: Como a Natureza o Inseriu nos Sistemas Biológicos?

sexta-feira, março 17th, 2017

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Vídeo da batalha entre vírus e anticorpos. Mas antes de assistir…

A humanidade esta’ pagando um preço muito caro por ainda não ter entendido a Natureza. Milhões, bilhões de humanos continuam sendo barbaramente torturados por doenças absurdas sem que a nossa Ciência nada consiga fazer para salva-los. Mas a Ciência não tem culpa disso, ela oferece a visão e os instrumentos suficientes para esse entendimento da Natureza. A culpa esta sendo dos humanos, cuja racionalismo esta empacado pela mistica. Soma-se `a esta imaginação infantil criadora de fantasias que impede a humanidade sair de sua infância e entrar na fase adulta, os interesses mesquinhos materiais e a arrogância dos humanos que se apoderaram da Ciência. A Natureza se abre como um livro para o estudante humilde e bem intencionado, mas para entende-la é preciso uma razão muito naturalista e concentrada no esforço de aprender com admiração, pois nas suas profundezas a Natureza universal, que produziu átomos, galaxias, elefantes e humanos, é muito, mas muito complexa…

Um exemplo é a moda cientifica atual de procurar e delegar as doenças a genes, um pequeno amontoado de átomos. genes teriam propósitos, como o de dirigir organismos complexos a se reproduzirem, sendo que genes não possuem o menor resquício sequer de algum principio de sistema nervos, quanto mais inteligência para ter propósitos para o futuro…Assim nunca vão erradicar as doenças mortais que a milênios estão ai’, torturando e matando humanos. Enquanto isso, esta’ visível que os genes pertencem a um sistema – o DNA – e que agem por comandos deste sistema. Mas a inteligencia humana se desviou do foco em sistemas naturais a seculos, e sem conhecer algo de sistemas naturais não se vai nunca descobrir a causa destas doenças.

Temos aqui outro exemplo, um vídeo tecnicamente muito bem feito, porem, revelando um conhecimento superficial que jamais resolvera’ o mal que ele relata.

Não faça como todo mundo, tal como se estivessem assistindo uma batalha mas sem saber quais países estão guerreando, quais armas e meios de comunicação estão sendo aplicados, sem conhecer os generais e presidentes dos países, porque estão guerreando, etc… No final, você viu uma batalha, viu o território onde foi realizada, mas saiu sem saber mais nada. E você ouviu um narrador contando a batalha, sem explicar nada.

Lembre-se que células e vírus nem sistema nervoso possuem, quanto mais um cérebro, o qual seria necessário para explicar as operações complexas nesta batalha. No filme, uma simples célula, sai de um rio de sangue, sobre nas margens, atravessa um longo território, passa por milhares de outras células, e vai diretamente sobre uma célula, adentra-a e la dentro encontra o que saiu a buscar: vírus. Ora, nem macacos com cérebros conseguiriam fazer isso, talvez nem humanos sem aparelhos técnicos. Mas para ela se decidir a sair do rio, recebeu antes a visita de uma outra célula que lhe trouxe uma ordem de comando para fazer aquilo. Ora, células não poderiam se comunicarem desta maneira.

Então qual a causa desta batalha que se torna tao complexa apenas imitada por humanos inteligentes? A resposta é simples, porem desconhecida de todos os envolvidos nestas observações. Acontece que cada célula possui átomos e estes, elétrons. Estes elétrons são invadidos por partículas de luz, chamadas fótons, como estas que vem do sol. Estes fótons vieram de um sistema completo e funcional, muito simples (abaixo mostrarei a face deste sistema). O sistema de onde vieram foi fragmentado em seus bits-informação, registrados nestes fótons, cada fóton é uma informação que continua ativa, e quando se encontram em qualquer outro lugar, tendem a se enfileirarem numa sequencia ordenada que é a mesma sequencia de posições que estavam no sistema desfeito. E assim tentam reconstruir materialmente o hardware, a arquitetura física, do sistema de onde vieram. Se o sistema reconstruído é uma célula, ela vai contem uma rede de network formada por estes fótons dentro dos elétrons de suas organelas e demais substancias. Depois de construírem as células, estes fótons usam-nas para construir organismos, pois buscam repetir a incrível perfeição do sistema de onde vieram.

Você vai assistir uma batalha dentro de um organismo, entre células e vírus. Os vírus também não sabem o que fazem, eles jamais teriam a capacidade para sair de um meio formado de células para entrarem num rio de sangue e irem pescar diretamente apenas um tipo único exclusivo de peixe, chamado de célula CD4.

Tanto células como vírus estão aqui movendo-se sob o comando de uma entidade de um sistema, na forma de uma maquina quase perfeita. Cada tipo de célula ou vírus representa uma peça dessa maquina, e peças funcionam sem intenções, percepções, inteligencia. Elas não se movem por si mesmas, são movidas pela engrenagem, e determinadas a fazerem um tipo de movimento. Depois do vídeo vou apresentar o sistema de onde vieram as informações que compõem o quadro onde se realiza a batalha. Você vera que neste sistema, e a bilhões de anos atras, muito antes das origens de células e vírus, a peça representada pelos vírus são movidas de uma posição e dirigidas para um único local exato. Então a célula alvo dos vírus, representa naquele sistema, a peça que esta naquele local naquele momento.

Apenas conhecendo-se a formula dos sistemas naturais, a formação de sua identidade e capacidade de controle do todo interno, mais seu aspecto hardware/software, realmente se entende e conhece este processo complexo. A unica outra alternativa racional seria a de uma montagem inteligente, porem, tendo-se conhecimento da formula não se necessita desta alternativa… a não ser que a formula – que surgiu no meio desta Natureza impressa em ondas de luz desde o Big Bang – tenha sido criada com inteligencia alem deste Universo.

Bem, aqui esta a “alma” do sistema que criou vírus, células e organismos.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Já foi detectado que os vírus são os representantes biológicos da função 5, ou F5. Produzidos em F4, se dirigem a F1. Então a célula alvo na corrente sanguínea esta’ representando F1. Os vários tipos de células que formam o sistema de defesa são peças formadas na sequencia desta formula pelo processo do ciclo vital. Então temos que identificar qual é F2, F3, e assim por diante. Quando o vídeo diz que a célula tal se dirige a outra célula tal e lhe passa uma informação é preciso entender que são representantes de duas funções vizinhas no circuito da formula. Uma célula, digamos, F2, se dirige apenas a F3, sem possibilidades de errar, pelo mesmo motivo que o ciclo vital faz com que a forma criança de um humano se dirija a forma de adolescente e esta a forma de adulto, pois não teria como um adolescente errar e ir para outra forma senão a de adulto.

Uma questão ainda não respondida pela Matrix/DNA. O nosso ancestral sistema astronomico, na sua forma de sistema fechado, não realizava qualquer troca com o mundo externo, portanto, devia ter um mecanismo impedindo invasores. Mas provavelmente se tratava apenas de um campo magnético, assim como o planeta Terra se defende. Existiria outro mais eficaz?

Porque senão existia, o sistema de imunidade biológica foi um salto demasiado grande na evolução… não vejo a base solida para dar esse salto. E como não vejo uma função sistêmica capaz de exercer esta função de defesa, suspeito que isto seja produto da entidade do sistema.

Observando o vídeo:

  1. A corrente sanguínea imita o circuito esférico da formula para sistemas. Enquanto no circuito trafega energia e fótons na forma de informação, na corrente sanguínea trafegam muitos elementos, como nutrientes, células, etc.
  2. A entrada de vírus na corrente seria como a entrada de meteoritos ou qualquer outro invasor dentro do circuito astronomico. Desde que o circuito é um corpo rolando no espaço/tempo, estes invasores também no sistema astronomico adentram o corpo do sistema.
  3. Porque os vírus atacam o Linfócito CD4 (pesquisar), e não os outros elementos? Porque atacam diretamente os policias, os soldados do organismo? O que os informa, ou como eles sabem que são os soldados e não os civis, os primeiros a serem eliminados? Porque vírus e linfócitos são opostos entre si? Ou seria uma relacao predador/presa? Tera’ o linfócito, e apenas ele, um tipo de nutriente preferido pelos vírus? ( Ver a composição atômica e molecular dos dois).
  4. Com a morte dos linfócitos, macrófagos são atraídos pelos vírus. O que produz os macrófagos e como sabem que tem vírus? Pesquisar ou rememorar o que são macrófagos. Morreu a infantaria, agora vem a policia montada.
  5. Macrófagos passam uma informação aos linfócitos CD4, os quais se ativam. Ora isto é uma network! Coisa da entidade do sistema. Mas o que significa passar informação e o que significa ficar ativado, a nível molecular?
  6. Linfócito CD4 informa linfócito B e CD8 para ficarem ativados… ( eles não possuem radio ou telefone, tem que ter mensageiro levando as mensagens em mãos). Isto esta’ parecendo mais uma repetição do ciclo vital. Seriam as varias formas de linfócitos produzidas na sequencia do ciclo vital?
  7. Linfócitos CD8 saem da circulação sanguínea… Sera’ que vão combater os vírus no local que entram para invadir?
  8. Hummm… vão para as células infectadas pelos vírus. Apenas quando os vírus entraram na corrente sanguínea alertaram o sistema de defesa. Quer dizer que este Sistema não capta quando as células são invadidas?
  9. Os CD8 matam as células infectadas com vírus! Bons médicos…
  10. Linfócito B vai ao gânglio para produzir anticorpos… O que são gânglios? Como eles se encaixam na formula da Matrix/DNA? Como esse linfócito sabe que tem de ir la? E os linfócitos já não são, em si mesmos, anticorpos?
  11. Linfócito B sai dos gânglios carregado de anticorpos… e volta para a corrente sanguínea. Hummm… fazendo o papel de RNA-mensageiro e RNA-transportador?
  12. Então foram ativados dois tipos de linfócitos: um tipo para matar as células infectadas, e outro para produzir anticorpos e atacarem os virus dentro da corrente sanguínea… Mas os anticorpos não matam os virus, apenas os cercam, neutralizando-os. Entao vem os macrofagos que comem os virus na corrente. FIM

Raios! O que significa “inteligencia”? Senão um método complexo de apresentar resultados? E não acabamos de assistir um método complexo apresentando resultados? Eximias estrategias militares. Qual a diferença entre o método destas pequenas criaturas e o método dos humanos? Então existe inteligencia no mundo microcósmico? E antes das origens do homem?  Seriam estas pequenas criaturas, células, vírus, inteligentes?

Tem algo desconhecido ai’. Tem uma inteligencia dentro deste meio ou atuando neste meio desde fora. Se estiver dentro do meio, significa que a Natureza é e sempre foi inteligente, mesmo antes das origens do homem. Então… o que é “Natureza”? Mas se tiver fora… Seria a tao sugerida face software que a Matrix/DNA esta’ sugerindo existir em todo hardware-sistema? Tambem natural, porem imperceptível aos nossos sentidos?

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Pesquisa: (ver linfócitos,macrófitos,gânglios)

  1. Linfocito CD4:

 

Linfócito é um tipo de leucócito (glóbulo branco) presente no sangue. São produzidos pela medula óssea vermelha, através das células-tronco linfoides…

Obs: Bem,… então antes temos que ver o que é leucócito.

Os leucócitos, também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células-tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sangue.

Obs 1: medula óssea, base da produção do sistema imunológico, seria o campo do campo magnético?

Obs 2: as células troncos não devem serem diferenciadas, seriam as primeiras células formadas na fecundação. A partir delas começa a diferenciação celular mas veja no quadro seguinte algo bem interessante:

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Obs: As primeiras células não são diferenciadas entre si, portanto iguais – e que devem formar a morula – se diferenciam em apenas dois tipos de células, as quais são ainda indiferenciadas. Um tipo, a mieloide, é que vai se desdobrar nas muitas células diferenciadas que vão compor a estrutura sistêmica e funcional do organismo. Mas o outro tipo é o grande mistério. Ele parece surgir como um ramo lateral vindo de algo estranho `a estrutura. E’ a célula indiferenciada linfoide. A partir dela vai surgir vários tipos de células diferenciadas, mas todas tem como unica função a defesa do sistema. Isto parece uma nova invenção no Universo, o mecanismo de auto-defesa ( porem a Matrix diz que isto não pode acontecer, este Universo não pode produzir nova informação do nada). A não ser que…

Isto me lembra o planeta Terra. Ele foi formado por material visível – poeira gazes – formando uma mistura indiferenciada e esta vai produzir a estrutura do planeta, vai se diferenciar em rochas, água, etc. Afora isso, e depois de estruturado surge um segundo elemento, invisivel, que parece vir de fora da linhagem hereditaria solida dos astros: o campo magnetico. E este exerce a funcao de defesa do planeta.

Isto sugere que … A CELULA TRONCO TENHA UM CAMPO MAGNETICO…!!!

Ou uma substancia biologica que imite ou represente os campos magneticos?

Não gosto disso. Parece que estou descambando para a metafisica. Mas busco a verdade, esta esta’ com o Universo, e o Universo esta’ pouco se lixando para o que eu gosto ou não…

Bem,… em varias outras situações a formula tem sugerido que todos os sistemas naturais tem como contrapartida um campo magnético, inclusive sistemas vivos. O qual – e aqui avançando muito na especulação – poderia ser a “identidade do sistema”.

Devo continuar este estudo. Parei na Wikipedia vendo leucócitos e linfócitos… 

Fecundação e Embriogênese: Video Imperdível!

quarta-feira, janeiro 4th, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=iZGjgJIn3FE

EES: Extended Evolutionary Synthesis – O Clamor por Uma Nova Teoria da Evolução

segunda-feira, dezembro 5th, 2016

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( Este artigo deve ser lido e acoplado com outro que iniciei ontem sobre o mesmo assunto “Lista dos rebeldes..”)

The extended evolutionary synthesis: its structure, assumptions and predictions

http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/282/1813/20151019

Kevin N. Laland, Tobias Uller, Marcus W. Feldman, Kim Sterelny, Gerd B. Müller, Armin Moczek, Eva Jablonka, John Odling-Smee

(A copia e traducao deste paper tem a finalidade de estudar os detalhes, memorizar os novos temas da biologia evolucionária, e ao mesmo tempo, registrar as análises da Matrix/DNA Theory)

Abstract

Scientific activities take place within the structured sets of ideas and assumptions that define a field and its practices.

Atividades cientificas tomam lugar dentro de um estruturado conjunto de ideias e conjecturas que definem o campo e suas praticas.

( Matrix/DNA : Este o meu argumento quando me pedem fatos para provar as sugestões extraordinárias da minha teoria, como por exemplo, provar o meu modelo astronomico. A interpretação humana do mundo e’  baseada nos cinco sentidos sensoriais humanos e os instrumentos tecnologicos que ampliam o poder desta sentidos limitados. Como, por exemplo, somos praticamente cegos, pois so podemos ver uma pequena faixa dentre as sete faixas de luz emitidas pelas radiações eletromagnéticas, sendo que estas invisíveis faixas tornam invisíveis e intactas a maioria da realidade de qualquer fenômeno natural, como somos muito lentos para entender os eventos e elementos do mundo microscópico que acontecem em velocidades vertiginosas, como somos muito rápidos para entender os eventos e elementos do mundo macroscópico que acontecem em escalas de tempos astronômicos, e como com certeza nos falta ainda importantes sensores ( como as antenas organicas dos insetos) para captar outras dimensoes paralelas `as nossas, nosso espectro conhecível da natureza e’ demasiado limitado ainda. Pouco avançamos em relacao aos nossos ancestrais animais irracionais cujo espectro de conhecimento se limita ao espaço imediato circundante e ao tempo presente. Este imediatista conhecimento e’ o que tem impedido, por exemplo, `a curiosidade humana desejar saltar da superfície terrestre para englobar o Cosmos quando se estuda um fenômeno como a evolução. Para satisfazer esta lacuna e indolência inventa-se que a evolução na superfície da Terra foi inventada na Terra e nos últimos 4 bilhões de anos e nada tem a ver com a evolucao cosmologica que aconteceu nos 10 bilhoes de anos anteriores. Porque somos capazes de perceber apenas o que está no teto do edifício da evolução, acreditamos que o teto e’ tudo o que existe e se ignora totalmente o edificio que o suporta. O maior problema e’ que esta pequena faixa de sensores naturais e seus correspondentes instrumentos cientificos nos faz acreditar que conhecemos algo extenso do mundo e desenvolvemos mais e instrumentos e mais ideias projetando apenas esua pequena faixa, ficando a maior parte que esta fora desta faixa sem ser perturbada pelas nossas pesquisas. Entao, por enquanto, nao existem metodos, ideias, instrumentos, sensores, para comprovar os meus modelos teoricos de atomos, galaxias, celulas, cerebros, consciencias e evolucao. Existe – e isto e’ o mais importante – a logica e raciocinio sobre a longa cadeia de causas e efeitos que vem desde o Big Bang ate a ponta atual final desta avalancha de eventos, que e’ esta nova forma de sistema natural a que sdenominamos mente ou consciencia humana, a qual, ao mesmo tempo, e’ o topo da complexidade, e portanto da evolucao, aqui nesta diminuta regiao deste Universo e neste rizivel microscopico tempo cosmico. Como dise Einstein, ” O autor nao tem que provar sua teoria, apenas tem que mostrar que ela faz mais sentido que as outras existentes”.

The conceptual framework of evolutionary biology emerged with the Modern Synthesis in the early twentieth century and has since expanded into a highly successful research program to explore the processes of diversification and adaptation.

A estrutura conceitual da biologia evolucionária emergiu com a Moderna Síntese no início do século xx e tem desde então se expandido numa altamente e bem sucedida programação de pesquisa para explorar os processos da diversificação e adaptação.

Nonetheless, the ability of that framework satisfactorily to accommodate the rapid advances in developmental biology, genomics and ecology has been questioned.

Todavia, a habilidade desta estrutura para acomodar satisfatoriamente o rápido avanço em biologia desenvolvimentista, genomica e ecologia tem sido questionada.

We review some of these arguments, focusing on literatures (evo-devo, developmental plasticity, inclusive inheritance and niche construction) whose implications for evolution can be interpreted in two ways—one that preserves the internal structure of contemporary evolutionary theory and one that points towards an alternative conceptual framework.

Nos revemos alguns destes argumentos, focalizando na literatura (evo-devo, plasticidade desenvolvimentista, inclusive herança e construção de nicho) cujas implicações para a evolução podem ser interpretadas de duas maneiras – uma que preserva a estrutura interna da teoria contemporânea evolucionária e outra que aponta na direcao de uma concepção alternativa desta estrutura.

The latter, which we label the ‘extended evolutionary synthesis’ (EES), retains the fundaments of evolutionary theory, but differs in its emphasis on the role of constructive processes in development and evolution, and reciprocal portrayals of causation. In the EES, developmental processes, operating through developmental bias, inclusive inheritance and niche construction, share responsibility for the direction and rate of evolution, the origin of character variation and organism–environment complementarity.

A ultima, a qual denominamos de ” sintese evolucionaria extendida” (EES), mantém os fundamentos da teoria evolucionária, mas difere na sua ênfase a função do processo construtivo no desenvolvimento e evolução, e recíprocas figuras da causacao. Na EES, processos desenvolvimentistas, operando através de tendências de desenvolvimento, inclusive herança e construção dos nichos, compartilha responsabilidade para a direcao e razão da evolução, a origem da variação das características e dos organismos – complementaridade ambiental.

We spell out the structure, core assumptions and novel predictions of the EES, and show how it can be deployed to stimulate and advance research in those fields that study or use evolutionary biology.

Nos expomos a estrutura, conjecturas essenciais e predições novas da EES, e mostramos como pode ser aceita para estimular o avanço na pesquisa destes campos de estudos da biologia evolucionaria.

1. Introduction

To make progress, scientists must specify phenomena that require explanation, identify causes and decide on what methods, data and analyses are explanatorily sufficient.

Para progredir, os cientistas devem especificar os fenômenos que requerem explicação, identificar causas e decidir quais métodos, dados e análises serão suficientes como explicações.

( continuar traducao)

 

In doing so, they may inadvertently create a ‘conceptual framework’—a way of thinking for their field, with associated assumptions, concepts, rules and practice, that allows them to get on with their work [13]. Conceptual frameworks are necessary in science, but they, and their associated practices, inevitably encourage some lines of research more readily than others. Hence, it is vital that the conceptual frameworks themselves evolve in response to new data, theories and methodologies. This is not always straightforward, as habits of thought and practice are often deeply entrenched. In this regard, alternative conceptual frameworks can be valuable because they draw attention to constructive new ways of thinking, additional causal influences, alternative predictions or new lines of enquiry.

Origem e Evolução dos Órgãos Sensoriais

quarta-feira, novembro 23rd, 2016

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Medusas Cnidarias – Primeiro sensor?

De onde a Natureza tirou a ideia de criar órgãos sensoriais em certos corpos para perceberem o mundo a sua volta?! Talvez a pergunta esteja mal formulada. Como e porque num corpo natural – e pela primeira vez nos 13,8 bilhões de anos do Universo – a Natureza se moveu na direcao de fazer este corpo perceber o mundo a sua volta?! Quais forças e elementos naturais abriram este caminho, e porque?

As outras formas de vida alienígenas, que tipos de sensores terão? Os nossos sensores vão evoluir? Por exemplo, a visão, evoluirá para enxergar as outras faixas do espectro eletromagnético? Nos desenvolveremos outros sensores ainda nem sequer imaginados?

Como sera para sempre proibido ter certeza do que ocorreu exatamente nos primórdios dos órgãos sensoriais ( a não ser que exista um espelho do tempo onde esteja filmada toda a historia passada), todo mundo terá apenas teoria. E talvez uma destas teorias acerte exatamente com as respostas.

Na minha teoria cosmovisionária – a Teoria da Matrix/DNA – os órgãos sensoriais “biológicos” se explica a partir da intuição de que o que criou os sistemas biológicos foram os sistemas astronômicos. E os criou por um processo primitivo similar ao processo genético biológico. Ou seja – sistemas biológicos são meras evoluções dos sistemas astronômicos.

O estado de sistema em que estava este sistema galáctico denominado Via Láctea era o de sistema fechado em si mesmo, oposto ao sistema aberto. Ao menos e’ isso que se conclui ao se observar o meu modelo cosmológico. E um sistema fechado em si mesmo jamais vai criar órgãos sensoriais voltados ao exterior, pois ele se encontra isolado do mundo externo e não teria qualquer motivo para realizar o esforço dessa criacao.

Porem, a cria dos sistemas astronômicos na superfície terrestres sofreram uma mutação devido ao aparecimento do estado liquido da matéria, e esta mutação os fez como sistemas abertos. E os sistemas abertos dependem mortalmente das interações com o mundo externo para sobreviver. Então os órgãos sensoriais biológicos foram criados aqui, pela matéria orgânica e seus sistemas. Porem, como a natureza nunca pode criar informação do nada, deduz-se que os órgãos sensoriais biológicos foi mais uma evolução mutada de sensores existentes nos sistemas ancestrais – astronômicos e atômicos. Teremos que incluir na pauta de nossas pesquisas a busca do que eram e como estavam estes ancestrais dos sensores biológicos nos sistemas não-biológicos. Por exemplo, se uma partícula interage com outra a distancia, ou mesmo uma estrela se conecta a um planeta, e’ porque possuem sensores para perceberem o que alem delas, mesmo que não tenham consciência que o percebem.

Alem de suscitar uma grande indagação filosófica existencial, o conhecimento total da historia das origens no Big Bang e sua evolução ate chegar aos nossos sensores atuais – e nos que ficaram perdidos em outras especies inferiores – nos devera ajudar sobremaneira a desenvolver nossa tecnologia.

Portanto, abre-se mais este capitulo de pesquisa. Iniciaremos por registrar um paper cientifico para posterior leitura, tradução, e pesquisa:

Evolution of sensory structures in basal metazoa

http://icb.oxfordjournals.org/content/47/5/712.full

Abstract

Cnidaria have traditionally been viewed as the most basal animals with complex, organ-like multicellular structures dedicated to sensory perception. However, sponges also have a surprising range of the genes required for sensory and neural functions in Bilateria.

Family tree of Cnidaria and the origins of animals ( ver melhor em https://en.wikipedia.org/wiki/Cnidaria:

Metazoa
Glass sponges
Demosponges
Calcareous sponges
Eumetazoa
Ctenophora (comb jellies)
Planulozoa
Cnidaria
Anthozoa
(sea anemones and corals)
Medusozoa
Hydrozoa
(Hydra, siphonophores, etc.)
Cubozoa
(box jellies)
Staurozoa
Scyphozoa
(jellyfish, excluding
Staurozoa)
Placozoa
Bilateria
Myxozoa
Other Bilateria
(more complex)

 

Taxonomia x Sistemática: Artigo Informativo

domingo, novembro 6th, 2016

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Taxonomia x Sistemática – A contribuição para as outras áreas da Biologia

E meu comentario postado no artigo ( aguardando moderacao)

Louis Morelli – Nov(11)/06/2016

Grande e util texto. Os homens sempre arrumando problemas para a Ciência. A palavra “sistemática” esta’ errada neste contexto. Estudar a dinâmica filogenética entre especies e’ estudar um processo e não um sistema. Sistema são entidades com compartimento limitado a si mesmos, processos são os movimentos que ocorrem dentro de um sistema. Deveriam procurar outro nome para esta disciplina, como “hereditarismo”, etc. Isto vai causar a Ciência o mesmo problema que causou a utilização errada da palavra “teoria”, e que hoje acarreta ataques de anti-evolucionistas, se aproveitando desta palavra. Mas o erro vem do fato que as ciências academicas ainda não entenderam o que e’ de fato um sistema natural, o qual só pode ser entendido conhecendo-se a formula para sistemas em meu website

Eras Geológicas e Historia da Evolução Biologica

quinta-feira, novembro 3rd, 2016

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eras-geologicas-e-evolucao-biologica

The Geologic History of Earth. Note the timescales. We are currently in the Holocene, which has been warm and moist and a great time to grow human civilization. But the activity of civilization is now pushing the planet into a new epoch which scientists call the Anthropocene. Ray Troll/Troll Art

 

 

O Maior Segredo da Vida: O Que e’ o Comando de Instruções do DNA ?!

terça-feira, outubro 11th, 2016

Artigo em constricao, faltandocorrigir a ortografia

Esqueça a equipe de engenheiros da NASA, a equipe dos agentes da inteligencia da CIA, e a equipe que constrói os aviões gigantes da Boeing. Pois a equipe que constrói o engenho mais complexo conhecido deste Universo – o Corpo Humano – é outra, também quase desconhecida ainda: a equipe dos GENES. Mil vezes mais gênios que os maiores gênios humanos. Basta pensar no cérebro humano e na sua auto-consciência.

Mas os genes são os trabalhadores, os operários. São os que arregaçam as mangas e poe as mãos na massa, executando um projeto. E toda equipe de operadores funcionam sob um comando central. Então aqui esta o maior mistério. O que, ou quem, comanda as instruções aos genes no DNA?!

Seria absurdo crer que os genes atuam por conta própria, sem um comando. Seria demonstrar total ignorância do que o grupo dos genes, a equipe genética, produz, e como funcionam. Na verdade, genes são pacotinhos de nucleotídeos, os quais, são pacotinhos de átomos. No fim tudo se resume a um montículo de átomos, como é um punhado de terra, ou uma pedra. Mas quando este montículo de átomos especial inicia a se mover e atuar na matéria circundante tambem feita de átomos, revela-se a orquestra mais afinada do Universo. Quem, ou o que é o Maestro desta orquestra?! De onde veio, como surgiu num planeta a 3,5 bilhões de anos atras quando sua superfície era apenas rochas, areia e água? Um planeta totalmente pelado, árido, ora sob o gelo, ora sob o calor tórrido do magma interno que aflorava `a superficie? O que fez com que estes átomos – que so’ sabiam se combinarem na forma de terra, água e quando muito, vento e gazes – de repente passassem a se combinar de uma forma nunca experimentada antes, iniciando o mais espetacular fenômeno de todos os tempos – a VIDA?! O QUE FOI, DE ONDE VEIO, A FORÇA NATURAL QUE MOVEU E DIRIGIU ESTES ÁTOMOS?!

E’ absurdo crer que uma mera sucessão de movimentos ao acaso, através de trilhões de eventos acidentais, culminou com a cena que vemos hoje: um corpo feito apenas de átomos, de extraordinária engenharia – o corpo humano, seu cérebro, sua consciência. Da mesma maneira que é absurdo crer que uma inteligencia alienígena tivesse por tecnologia ou magica gerado um baby humano para deixa-lo abandonado num mundo sem inteligencia e segurança alguma, num berço numa cabana e ser devorado por uma serpente, como tem acontecido. Então continua o supremo mistério: qual a força que atuou sobre aqueles átomos a 3,5 bilhões de anos atras e continua atuando ate hoje, já que, sabemos, a evolução não foi interrompida? E o que era esta força, capaz de inventar a obra mais espetacular de todos os tempos nestas regiões do Universo?!

E’ absurdo acreditar que um montículo de átomos denominado de “gene” fique inativo, adormecido, por 16 anos, e quando chega exatamente nos 16 anos e 31 dias, as 4 horas da tarde, acorda, começa a se mover, começa a manipular outros átomos a sua volta, desloca-se de lugar, e vai exatamente encima de um ponto especifico, na face de um jovem humano macho e depois de alguns dias produz algo que nunca existiu naquela face: barba e bigode. Na NASA tem um montículo de engenheiros que ficam inativos por 3 anos, mas quando chega aos 3 anos e 27 dias, a equipe se dirige `a area onde esta’ sendo construído um satélite espacial, movem-se para dentro da cabina, e num lugar especifico constroem ou instalam a caixa preta. Outra equipe acorda depois e vem dar a pintura final na maquina. Mas seria impossível eles estarem tanto tempo fazendo outras coisas em outros lugares e sem aviso de lugar algum, de comando algum, chegarem exatamente no momento certo, e saberem fazer o que deve ser feito. E’ obvio que os genes estão sob um comando de instruções invisível, ao menos aos olhos humanos. Mas o que é este “comando”?! Como ele surgiu? Como ele veio parar aqui?!

Sera’ que este comando existe internamente aos genes? Ou sera’ que ele existe fora dos genes? Assim, de repente, me vem uma situação que pode responder esta questão.

Tanto no embrião humano masculino como feminino, deve existir o gene para barba e bigode. Mas no corpo feminino, quando chega os 16 anos, este gene não acorda, e não vai acordar nunca. Em palavras mais técnicas, o gene não se expressa. Porem no corpo masculino ele acorda aos 16 anos e faz o diabo! Como pode dois genes iguais agirem de forma tao diferente? Penso que isto so pode ser explicado se pensar-mos que o comando de instrução para acordar não esta’ dentro dos dois genes, mas sim fora deles. Então o comando de instruções é algo existente fora dos genes. os genes não atuam sozinhos por conta própria. Não é uma banda de rock, sem maestro. Pertencem a uma incrível e gigantesca orquestra. A qual deve ter um MAESTRO.

Raios, raios e mais raios…. pelo amor de Deus, alguém me mostre este MAESTRO, senão vou morrer como o cara mais frustrado deste planeta. Este mistério me pintou no cérebro na primeira aula de biologia ainda criança e desde então tem me perseguiu ate os 35 anos de idade, 24 horas por dia. Foi quando suspeitei que descobri o MAESTRO. Desenhei um retrato falado da face dele, segundo o resultado das minhas investigações. E depois  dos 35 minha vida foi dedicada a buscar dia e noite na Natureza o suspeito cuja face se encaixe no retrato. Não o encontrei, porem depois de milhares de evidencias e tantos acertos de predição, mais me convenço que o retrato corresponde a um sujeito real.

E o SUJEITO neste caso é o Comando de Instruções da Vida!

Para reforçar o conceito espetacular do que e’ este comando de Instruções – doravante aqui resumido a sigla CI – vamos recorrer a analogia com uma historia que todos conhecemos.

Existe um individuo cuja função na vida é construir prédios para si próprio, para aluga-los, na forma de apartamentos, escritórios, garagens e lojas. Então este individuo – que se chama John – esgotou o estoque de todos os terrenos vazios ou com prédios velhos para demolir da sua cidade, tornou-se muito rico dono de uma grande construtora. Num belo dia John vai a cidade vizinha – digamos que se chama Kearny – vê um terreno vazio e compra-o. Neste momento, ele se assemelha ao Comando de Instruções – CI – que inteira-se da existência de um ovulo num corpo humano e decide que ali fara’ mais uma obra ( não preciso dizer que o corpo é feminino, pois não?).

John observa o terreno, pega o celular e começa a distribuir instruções, chamando as equipes que serão contratadas, cada qual especializada em fazer um detalhe da obra. E no dia seguinte começam a chegar os veículos trazendo os operários. Isto se assemelha `a chegada dos cromossomas, trazendo os genomas masculino e feminino. Começa a obra e dai para a frente… sabemos qual vai ser o resultado. O John tera’ mais um prédio, e o CI tera’ mais um baby humano.

Eu fui a Kearny observar o comportamento do John desde o inicio em que ele la chegou, mas ao invés de John, eu esforçava minha mente para a todo momento pensar que John era o CI dos genes. Então vi o John no meio da obra a distribuir dinheiro, cheques, para todas as equipes contratadas. Assim John fornecia a “energia” aos trabalhadores para que estes se movessem e trabalhassem. O dinheiro do John era a energia, a mola propulsora. Isto sugeria que o CI fornece energia aos genes. Esta energia vinda do CI seria o que os bioquímicos denominam de “sinais” que percorrem as reações dentro de uma célula, ou entre células. Os sinais são os papeis com desenhos arquitetônicos para cada equipe executar.

Então sera o CI que fornece a energia que faz o montículo de átomos denominado de gene, que estava adormecido, a começar a mover-se?! Sim pois se o gene não atua antes da hora que e’ acionado, se ele estava inerte, é porque não tinha a energia, o combustível, para estar se movendo.

E então. ali na obra do John, me lembrei da visão do mundo que a natureza virgem da Amazônia me contou ser a real. Nesta visão do mundo, nas origens do Universo, e como resultado do Big Bang, ondas de luz natural, contendo em si o código para construção de sistemas naturais, ou em outras palavras, o código da vida, se expandiram infiltrando-se na substancia do espaço, que era uma matéria escura, inerte. Quando as ondas avançavam causavam atritos com esta substancia, e deste atrito, desta friccao, surgia a energia na forma de eletricidade. A qual trouxe a dinâmica dos movimentos ao cósmico espaço inerte. Se isto for a verdade – e não sei ainda se é ou não a verdade – quem fornece energia é a… LUZ. E isto nos leva imediatamente a uma fantastica suspeita: O CI é uma entidade feita de… LUZ. Ou talvez seja a luz que esta’ embutida em toda eletricidade.

Isto beira a metafisica, e não gosto quando a minha investigação começa a me jogar para a metafisica. Resisto, esperneio, não entro nela e volto correndo para meu mundinho materialista. Porque os problemas de meus irmãos humanos que sonho em resolver, so podem serem resolvidos com soluções praticas materialistas. Mas a dimensão da LUZ sera’ metafisica ou sera’ que nosso pobre e limitado cérebro não possui ainda os sensores para lidar com ela como lidamos com os outros aspectos materiais? Hein? E se não temos sensores naturais cerebrais para determinada dimensão, não podemos construir os instrumentos científicos para processar esta dimensão, pois até agora so’ construímos equipamentos científicos que são extensões tecnológicas dos nossos sensores naturais. Ou quando muito, sensores de outras criaturas, como as antenas dos insetos. Então continua livre a possibilidade de que a luz seja algo muito mais complexo do que sabemos até agora.

Esta suspeita de que o CI seja algo relacionado diretamente com a luz, ou indiretamente, se ele estiver relacionado com a energia que contem em si e como sua fonte, a luz, aumentou quando me lembrei que em outra parte da visão do mundo obtida na selva, os átomos terrestres começaram a se organizar organicamente devido terem seus elétrons penetrados por fótons vindos de três fontes: do Sol, do núcleo terrestre e do cosmos. O que pode ser resumido em duas fontes se a radiação cósmica que alcança a Terra seja meramente energia de outras estrelas. E fótons nada mais são que… as partículas da luz. Assim o CI agora começava a receber o mesmo tratamento que teve o elo entre os vivos e os não-vivos, em outra parte da minha investigação: começou a ser retratado no papel, tendo sua face desenhada, de acordo com as descrições das testemunhas e das evidencias. E neste retrato o CI começava a se apresentar como sendo uma network, uma rede sistêmica de fótons. Existente dentro do DNA. mas por mais uma destas incríveis coincidências – ou talvez não sejam meras coincidências – o retrato final desta red de fótons não apenas era a formula da Matrix/DNA, mas também era surpreendentemente ao desenho que os antigos orientais fizeram da “aura”! Como a formula é o building block básico do DNA – quando ela forma os pares laterais de nucleotídeos – a formula é igual a uma secção do DNA, e o que aparecia neste retrato como as duas hastes laterais, correspondia ao desenho das duas serpentes de kundaline na aura, enquanto as moléculas de bases nitrogenadas entre as duas hastes representavam os chacras que estão entre as duas serpentes enroladas em espiral! Sei que a aura é uma hipótese e nada aceita ni mundo e cultura ocidental. E não faz sentido que antigos primitivos tivessem alguma capacidade mental para ver o que não vemos. Mas também o mecanismo dessa capacidade em cérebros primitivos e consciência ainda límpida da cultura, já foi explicado em outra tese da Matrix/DNA. Eu presenciei eventos semelhantes com os nativos da Amazônia. O fato é que uma imagem que um método extremamente materialista e racionalista de investigação ( anatomia comparada) apontou como existente ( a network de fótons, a formula da Matrix/DNA), é exatamente a imagem “visionaria” descrita pelos orientais. Se isto corresponder `a verdade – e ainda não foi comprovado, porem muitas evidencias apontam nesta direcao – o DNA tem uma… ” aura”! Invisível a nos e nossos instrumentos científicos porque feita de partículas de luz separadas entre si em longas distancias microscópicas. E esta “aura” seria o Comando de Instruções…

Nada mais logico! Enquanto um feto humano esta sendo construído, o CI que comanda a operação ( mesmo que ele seja apenas o DNA molecular como querem os biólogos modernos), veio dos pais do novo ser. Ora, quem gerou os seres vivos na superfície deste planeta foi esta galaxia. Ela foi a mãe, o pai ( já que ela é hermafrodita, como podemos ver no seu modelo feito pela Matrix/DNA) dos seres vivos, os quais possuem o DNA, o comando de instruções. E em outra parte descobrimos que o building block desta galaxia foi miniaturizado e transmitido para os seres vivos na forma de building block do DNA assentado numa network de fótons que esta’ vindo de astros desta galaxia. Nada mais logico.

E o sistema que estes fótons apresentam eu já o tenho desenhado. E’a formula da Matrix/DNA. Ela existe no DNA, mas é a mesma comandante que construiu as galaxias e, mais, pelo mesmo processo genético! Nada mais logico.

Neste momento novamente meus cálculos querem me empurrar para o reino da metafisica. Sinto um arrepio come se tivesse tocando os pês de uma divindade. Pois essa Matrix parece-me transcender este Universo. E esperneio para voltar correndo e por os pês no chão.

E voltando ao solo firme, me lembro que a questão sendo tratada é: quem, ou que é, o CI da Vida? Bem… me parece que ele é uma especie de John, invisível a nos porque nossa visão e percepção apenas percebe uma limitada faixa de uma onda de luz.

Penso que, nesta altura dos acontecimentos, os biólogos devem estarem rindo a valer da leiguice deste leigo. Eu estudei administração de empresas e filosofia na escola, minha biologia escolar é primaria, e obtida a 40 anos atras, então sou leigo em biologia, em embriogênese. Mas o desespero para saber a resposta a esta questão suprema me fez um aguerrido auto-didata, usando o máximo do pouco tempo livre para estudar lendo todas as outras areas das ciências exatas e humanas. Nunca testei meus conhecimentos perante biólogos, como não o fiz com físicos da quântica, com os bioquímicos das reações moleculares orgânicas. Portanto não sei se cometi algum erro infantil na exposição acima ou ate mesmo se errei tudo. Mas talvez não errei tanto. Talvez os biólogos acham que tem erros porque eu não me expresso no linguajar técnico deles e talvez principalmente porque minha mestra principal – a selva amazônica – me ensinou uma visão de mundo totalmente diferente. Se esta visão de mundo esta totalmente errada na visão de mundo dos biólogos modernos, eles terão que mostrarem os erros com fatos, e não com teorias, pois ai seria teoria contra teoria, meras abstrações. Então penso que se algum biólogo lesse o que estou escrevendo, ele estaria estranhando minha insistência na existência de um mistério que para ele não é mistério algum, ele já sabe a resposta: o comando de instruções para os genes chama-se “DNA”. E eu ano vou concordar e eles não vão poder provar isso na bancada de um laboratorio. Na verdade, sei que eles não podem acreditar nesta resposta que tem sido apontada pelo ensino acadêmico, principalmente depois que a teoria de que cada gene, cada doença, foi desbancada pelo Projeto Genoma, quando se descobriu que doenças são causadas por grupos de genes. Isso confirma que eles não podem saber que o comandante e’ o DNA, pois erraram na teoria, apesar de que não avisaram os elaboradores do curriculum escolar.

Não creio que o comandante seja o DNA porque a minha na minha visão de mundo o DNA aparece com uma definição diferente da definição acadêmica e porque a minha definição tem juntado mais evidencias e acertado mais previsões.  Na minha visão do DNA, não existe o ao propalado “código da vida”. O DNA não é nenhuma mensagem em código, como afirma o ensino acadêmico quando quer por enfase em seu conhecimento e atua de forma publicitaria, utilizando metáforas bombásticas. Mensagem implica num emissor consciente, inteligente, e não existe inteligencia nenhuma aplicada no DNA, tudo ali foi produzido naturalmente, assim como a mamãe girafa produz uma girafinha – uma obra de extraordinária engenharia,- sem aplicar um minimo de inteligencia, tudo ocorre naturalmente. Pois o DNA é construído com tijolinhos aparentemente iguais, os chamados nucleotídeos. E segundo a minha visão do mundo, cada par lateral e horizontal de nucleotídeos forma uma unidade de informação do DNA, porem esta unidade de informação e’, em si mesma, um sistema, completo e funcional, vivo, operante. E a anatomia deste sistema é novamente a face da formula da Matrix/DNA. Acontece que assim como não existe um humano exatamente igual a outro, também não existe tijolinho do DNA exatamente igual a outro. Todos os milhões ou bilhões de nucleotídeos do DNA nada mais são que copias com alguma diferenciação de um único sistema original. E neste sentido, o DNA nada mais é que uma pilha de tijolos, de sistemas. O DNA em si não é um sistema. O que o faz parecer ser um sistema é o comando de instruções dentro dele. Então os biólogos tem sua teoria, eu tenho uma teoria, ninguém consegue provar sua  teoria, e assim vamos ficar ate que algum fato novo derrube uma, ou ambas.

Resumindo, o grande misteriosos e genial Comando de Instruções da Vida é a formula da Matrix/DNA, constituída de fótons. Vinda das galaxias, mas antes disso, vinda do Big Bang… ou da fonte que produziu o Big Bang, uma fonte alem deste Universo. Torna-se muito estranho a mim pensar que é possível que dentro do corpo humano tenha algo que tenha vindo do alem e do antes deste imenso Universo material. Mas é o que minha investigação esta’ indicando…

Porem, se este mistério parece ter sido solucionado, na verdade ele esta’ começando mesmo é agora. Pois aqui emerge uma questão ainda mais intrigante.

Nos sabemos e podemos compreender porque o John tem este comportamento. Ele constrói prédios tendo por base um motivo logico, racional, compreensível: obter lucro.

Mas qual o objetivo do Comando de Instruções em construir todos estes Sistemas Naturais, incluindo os biológicos, ou seja, a Vida?… Pois se em tudo seu comportamento se assemelha ao comportamento do John, e o John faz tudo isso tendo uma meta suprema, o CI também tem que ter sua meta suprema.

Esta questão também foi respondida pela formula da Matrix/DNA. Quando ela diz: ” Este Universo, este superaglomerado de galaxias, nada mais e’ que a contraparte primitiva representando a placenta, ou um ovo fecundado. Em meio a essa placenta esta’ sendo gerado um sistema natural, que já passou pelas fases de ondas de luz, átomos, galaxias, e no planeta Terra, pelas fases de células vivas, plantas e animais, cérebro humano e agora entra na fase de sistema auto-consciente, assim como esta acontecendo em muitas outras regiões do Universo. Portanto neste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução genética, a qual, vista de dentro, parece ser um processo de evolução. E reprodução de que? De quem? Sinto muito mas a Matrix/DNA apenas chegou a fronteira ultima deste Universo, ela não pode dar um passo alem e olhar la fora para saber esta resposta.”

Agora estou realmente enrolado! Vai começar novo tormento, as noites perdidas de sono vão continuar, um mistério acabou, um mistério novo começou. A quem o CI esta reproduzindo?!

E suspeito que a resposta para este mistério jaz alem do Universo. Agora sim, parece que encontrei o ultimo mistério, o qual nunca vou conseguir solucionar. Eu devia ter ouvido Goethe quando disse: ” Ninguem pode saber a verdade de um sistema estando dentro dele”. Sim, para saber o significado ultimo da existência deste Universo, sera preciso sair fora dele. Este mistério vou levar para o tumulo. Mas a Matrix/DNA esta’ afirmando que o CI que esta’ no meu corpo tem muito mais que os 13,8 bilhões de anos deste Universo, o que gera a conclusão que tem existência muito mais longa que o Universo, portanto, quando este Universo se extinguir, eu vou pular fora dele… e encontrarei a resposta para o ultimo mistério.

 

Autofagia Celular: A Auto-Reciclagem da Galaxia Projetada na Célula Viva

sábado, outubro 8th, 2016

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(Artigo/tese em construcao)

Na célula vao se juntando materiais que nao funcionam mais, como organelas, proteinas, etc. Se isto continuar pode tornar a celula inoperante e leva-la a destruicao. Mas no microscopico mundo dos atomos e moleculas, surgiu um mecanismo de extraordinaria engenharia para salvar a celula. Os materiais desgastados sao reunidos, em volta deles se forma uma membrana e como um bolido este saco de materiais degradados e’ conduzido `a usina de destruicao de lixo da celula, o lisosomo. Daqui esse corpo e’ expulso para fora. Este mecanismo e’ denomainado ” autofagia” e foi descoberto pelo cientista japones Oshumi, o qual ainda descobriu 15 genes envolvidos no processo. Acontece que as vezes este mecanismo nao funciona bem e isto e’ causa de mortais doencas, como Parkinsons, diabetes, cancer, etc. Por isto Oshumi ganhou o Premio Nobel para Fisiologia e Medicina de 2016.

Tudo bem… Assim como esta escrito acima, a Ciência Academica faz seu trabalho, que e’ observar um fenomeno existente, tentar repeti-lo ou imita-lo tecnologicamente, tentar manipula-lo experimentalmente para corrigir erros, transmitir a descricao do fenomeno aos estudantes.

Porem, eu trabalho com filosofia naturalista, a qual busca se informar sobre estas informacoes que vem da Ciencia Academica ou empiricamente, tenta conectar os fenomenos num quadro para buscar uma visao de conjunto geral da Natureza. Mas nao e’ apenas conecta-los em termos de espaco, e sim, tambem conecta-los em termos de tempo, de sequencia de eventos, buscando conhecer a evolucao universal. Para isso, o filosofo naturalista, ao ler esta informacao, imediatamente se faz a pergunta: “Qual a causa”? Ou seja: como, porque e de onde a Natureza obteve forcas, recursos e informacoes, para construir este fenomeno – que no caso acima, e’ um mecanismo, ou um processo?

A Ciencia Academica descreve o que esta acontecendo no presente, pois ela apenas pode lidar com fatos existentes aqui e agora. Existe uma area derivada desta Ciencia que tenta conectar os fatos atuais com resquicios, fosseis, de teorizados fatos ou eventos ocorridos no passado, tambem buscando uma visao de conjunto, que e’ a area da teoria evolucionista.

Mas para conectar fatos entre si, no tempo, e’ preciso imaginar um mecanismo ou processo universal guiando estas conexoes. Se uma pessoa torna-se um suicida atrelando ao corpo uma bomba, imediatamente nossa mente conecta o evento da explosao com algum grupo ideologico/religioso, e esta conexao e’ o processo imaginado que explica a ocorrencia. Sendo um animal pragmatico, que busca acima de tudo sua sobrevivencia, o ser humano normalmente nao se suicida, ao menos, nao dessa maneira. Nao existe uma explicacao naturalista, materialista, racionalista, para tal processo. Somos obrigados a recorrer a abstracao e aceita-la como sendo uma forca real dirigindo tal processo.

Assim nasceram as religioes. Inventamos imaginariamente uma entidade abstrata, um mecanismo ou processo abstrato, para explicar os fatos sem conhecimento de causas que presenciamos na vida real. A teoria evolucionista nao poderia ser diferente, e o processo ou mecanismo abstrato que ela encontrou para satisfazer sua necessidade de explicacoes foi uma entidade abstrata – o Acaso Absoluto Construtor de Complexidade. Entao, como no texto da organizacao do Premio Nobel explicando o trabalho de Oshumi ( copiado abaixo para ser traduzido e rememorado), e como no texto do Professor de Biologia – PZ Myers (tambem copiado aqui abaixo), descreve-se o fato descoberto e para-se nesta descricao. Diz-se que a celula tem um mecanismo chamado autofagia… e so’. O mecanismo foi inicialmente descoberto na celula de um micro-organismo – o yeast – e depois Oshumi verificou que celulas humanas tambem apresentam o mecanismo. Se a teoria evolucionaria se ocupasse de tambem estudar as evolucoes dos mecanismos, iria investigar a diferenca entre o processo na celula do micro-organismo e o processo na celula humana, mas com certeza, as diferencias seriam imputadas a mutacoes nos genes que dirigem o processo e estas mutacoes, como acreditam, ocorrem por acaso, ou mais literalmente, por erros de transcricao na reprodução. Alguns erros -segundo esta teoria – coincidem de providenciarem melhorias ao organismo, e por isso são mantidos hereditariamente. A causa fundamental sera’ sempre o tal do acaso.

Em vista disso, o que a humanidade vai fazer na tentativa de combater as mortais doencas? Primeiro – e ja comecou a corrida entre competidores – sera descobrir drogas que inibam a proteina tal que faz tal coisa, etc. Ou seja, atuar depois do mal instalado e nao para elimina-lo de vez e sim para atenuar seus efeitos danosos. Num segundo caso e numa investigacao mais profunda, tentar-se-a’ eliminar estes genes mutados inserindo os genes originais. mas isto nao tem funcionado com estas doencas milenares mortais, elas continuam existindo.

Entao, nesta altura dos acontcimentos, entra em cena o filosofo naturalista. Ao inves de ir ao laboratorio procurar as drogas e os genes mutados, ele parou antes, ao receber a informacao da existencia do mecanismo, justo no momento que o texto diz: a celula tem um mecanismo…

Como?… a celula tem um mecanismo? Celula ‘e um amontoado de atomos que com a evolicao de junaram em moleculas, algumas se juntaram formando organelas, o DNA e o RNA, etc. Cada um destes elementos, que sao os resultados finais das diferentes combinacoes de diferentes atomos, tem sua historia evolutiva. Mas qual a historia evolutiva deste mecanismo? Como a natureza bruta e cega produziu isto, e dentro de um sistema celular?

Aqui comeca o trabalho do filosofo naturalista, e apesar de ser desprezado e, muitas vezes, motivo de ironias por parte dos investigadores cientistas que atuam com “as mãos na massa”, eu penso que a maioria dos seres humanos iriam preferir botar o guarda-po branco e correr para a mesa do laboratorio do que escrever estas perguntas no papel e começar a raciocinar buscando as respostas apenas mentalmente.  Como, porque, de onde a natureza bruta e cega obteve informacoes para criar isto?!

E entao, primeiro o filosofo tenta se concenrar na essencia, no conceito do que ele esta buscando. Neste caso o conceito e’ denominado”mecanismo”. O que e’ mecanismo? E logo vem a mente de como o homem faz um projeto no papel “criando” um mecanismo:

Assim esta desenhado um mecanismo pela inteligencia humana. Mas este desenho e’ semelhante ao desenho de um mecanismo criado pela Natureza. A celula, os organismos, contem milhares de mecanismos similares. Desde que refutei a teoria religiosa e a teoria do acaso, tive que procurar uma outra teoria para explicar como este desenho existe naturalmente. A minha teoria se inicia correndo em paralelo a teoria do acaso, porque ambas rebuscam um processo imaginario, que ‘e a evolucao. Porem o paralelismo termina ai’. Na teoria do acaso, este desenho acima teria comecado num sistema biologico, ou ainda num amontoado de atomos chamado de molecula, com uma das suas pecas, digamos, a peca numero um. Uma barra feita de atomos alinhados e’ movida como um pendulo e seu movimento de vai-e-vem por alguma forca externa, como o vento, ou a corente de fluxo sanguineo, etc. Ao assim se mover ela vai atritando com outra peca proxima – outro montoado de atomos – de maneira que vai gerando dentes nas duas pecas e assim surge uma engrenagem. na teoria do acaso o acaso estaria na existencia desta primeira barra, ela surgiu porque aomos foram empurrados para um mesmo ponto no espaco e no mesmo tempo, etc. Os acontecimentos seguintes foram nao mais por acaso e sim um mero e normal desenrolar de movimentos e seus efeitos. Ate a coisa toda culminar com o desenho acima completo. Na minha teoria, se quebrar-mos uma onda de luz natural em sete pedacos – cada qual contendo uma de suas sete vibracoes/frequencias – e solta-las livre em um mesmo ponto do espaco/tempo, elas se misturam com a substancia espacial, geram eletricidade e depois se juntam na mesma sequencia que estavam antes, e como resultado final surge um mecanismo igual ao do desenho. Mas isto nunca foi feito, e nem a natureza o fez, com uma onda de luz natural. A natureza fez este mecanismo usando sistemas que resultaram da evolucao de sistemas anteriores de maneira que regredindo no tempo, so assim entao, vamos chegar a onde de luz primordial. Entao para produzir isto na celula a natureza antes produziu-o de forma menos complexa no sistema astronimico que oriduziu a celula, e antes aindam nos atomos que produziram o sistema astronomico, e antes ainda, nas particulas… de maneira que todas estas fases da evolucao podem ser desenhadas na forma de uma formula, e nest formula se ve claramente o desenho deste mecanismo. Assim a natureza bruta e cega teria produzido esta obra de engenharia na celula vital. O problma esta na “engenharia”. Naturezas brutas e cegas nao geram engenharias. esta engenharia esta na onda de luz natural a qual veio com o Big Bang de algum lugar antes e acima do Big bang, de um lemento que produziu o Big Bang. O qual deve ser um elemento natural, porem, extra-universal, e considerando-se o seu produto, deve tratar de uma natureza mais complexa que a que vemos dentro deste Universo.

Acontece que no meu caso em particular, em que ja se conta 50 anos trabalhando este metodo, fui obtendo respostas racionais porem ainda teoricas, que explicam como a natureza criou todos os elementos envolvidos neste mecanismo, desde as organlas, as proteinas ao Dna. E acontece ainda que todas estas respostas desembocaram numa resposta universal, a qual e’ um novo processo imaginado que substitue os imaginados pelas religioes e pela Cencia Academica. Mas nao apenas os elemtnos factuais, visuas, palpaveis, chegaram na mesma resposta universal; tambem os mecanismos e processos naturais sao explicados na mesma resposta. E ela foi denominada ” Formula da Matrix/DNA”.

( Pausa: busca da definicao de “mecanismo”

Significado de Mecanismo

Dicionario portugues: Combinação de órgãos ou de peças dispostos de maneira que se obtenha um resultado determinado.Conjunto de órgãos, cuja atividade é interdependente: o mecanismo do corpo humano.[Figurado] Modo de funcionamento: o mecanismo do raciocínio ou da linguagem.

Mecanismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Mecanismo em movimento

Mecanismo é um conjunto de elementos rígidos, móveis uns relativamente a outros, unidos entre si mediante diferentes tipos de junções chamadas pares cinemáticos (pernas, uniões de contato, passadores, etc.), cujo propósito é a transmissão e/ou transformação de movimentos e forças. São, portanto, as abstrações teóricas do funcionamento das máquinas, e de seu estudo se ocupa a Teoria de Mecanismos.

Baseando-se em princípios da álgebra linear e física, se criam esqueletos vetoriais, com os quais se formam sistemas de equações. A diferença de um problema de cinemática oudinâmica básico, um mecanismo não é considerado como uma massa pontual e, devido a que os elementos que conformam a um mecanismo apresentam combinações de movimentos relativos de rotação e translação, é necessário levar em conta conceitos como centro de gravidade, momento de inércia, velocidade angular, etc.

 

 

 

Autophagy wins a Nobel

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/10/03/autophagy-wins-a-nobel/

Posted by PZ Myers on October 3, 2016

Well, actually, Yoshinori Ohsumi has won the prize for his work on autophagy, a cellular process you may have never heard of before. The word means “self eating”, and it’s an important pathway that takes chunks of the internal content of the cell and throws them into the cell’s incinerator, the lysosome, where enzymes and reactive chemicals shred them down into their constituent amino acids and other organic compounds for reuse. What makes it interesting is that the cell doesn’t want to just indiscriminately trash internal components; there are proteins that recognize damaged organelles and malfunctioning bits and packages them up in a tidy little double membrane bound vesicle that fuses with the lysosome and destroys them.

At least, most of the time it’s selective. It was first characterized by Ohsumi in yeast, where, if you starve the cells, they start self-cannibalizing to survive. If you use mutant yeast that lack some of the degradative enzymes, they are unable to break down the materials being dumped into the lysosome, and the vacuoles just get larger and larger, making it relatively easy to screen for changes in the machinery for autophagy.

Autophagy in yeast. In starvation-induced (non-selective) autophagy,  the isolation membrane mainly non-selectively engulfs cytosolic constituents and organelles to form the autophagosome. The inner membrane-bound structure of the autophagosome (the autophagic body) is released into the vacuolar lumen following fusion of the outer membrane with the vacuolar membrane, and is disintegrated to allow degradation of the contents by resident hydrolyases. In selective autophagy, specific cargoes (protein complexes or organelles) are enwrapped by membrane vesicles that are similar to autophagosomes, and are delivered to the vacuole for degradation. Although the Cvt (cytoplasm-to-vacuole targeting) pathway mediates the biosynthetic transport of vacuolar enzymes, its membrane dynamics and mechanism are almost the same as those of selective autophagy (see the main text).

Autophagy in yeast. In starvation-induced (non-selective) autophagy, the isolation membrane mainly non-selectively engulfs cytosolic constituents and organelles to form the autophagosome. The inner membrane-bound structure of the autophagosome (the autophagic body) is released into the vacuolar lumen following fusion of the outer membrane with the vacuolar membrane, and is disintegrated to allow degradation of the contents by resident hydrolyases. In selective autophagy, specific cargoes (protein complexes or organelles) are enwrapped by membrane vesicles that are similar to autophagosomes, and are delivered to the vacuole for degradation. Although the Cvt (cytoplasm-to-vacuole targeting) pathway mediates the biosynthetic transport of vacuolar enzymes, its membrane dynamics and mechanism are almost the same as those of selective autophagy (see the main text)

Taking out the trash is a vital procedure for cells, as well as for maintenance of your household, and there are cases where autophagy is implicated in human diseases. For instance, mitochondria are intensely active metabolically, and experience a lot of wear and tear. Your cells take old, busted mitochondria, tag them with proteins, and recycle them with a specific subset of autophagy called mitophagy, or mitochondria-eating. Some forms of Parkinson’s disease seem to be caused by defects in the mitophagy machinery, causing defective mitochondria to accumulate in the cell and impairing normal function.

Autophagy also seems to have some complex roles in cancer. It can be a good thing, in that early on if defective proteins and organelles accumulate, they can be sensed and destroyed, so autophagy in that case is a defense against cancer. However, cancer can also subvert that machinery and route the cell’s defenses right into the trash.

But also, autophagy seems to be involved in every step in cancer metastasis. This shouldn’t be a surprise, since autophagy is used to regulate the activity of the cell in all kinds of behaviors.

Schematic illustrating roles of autophagy in the metastatic cascade. Autophagy increases as tumor cells progress to invasiveness and this in turn is linked to increased cell motility, EMT, a stem cell phenotype, secretion of pro-migratory factors, release of MMPs, drug resistance and escape from immune surveillance at the primary site in some tumors. Many aspects of these autophagy-dependent changes during acquisition of invasiveness also likely contribute to the ability of disseminating tumor cells to intravasate, survive and migrate in the circulation before extravasating at secondary site. At the secondary site, autophagy is required to maintain tumor cells in a dormant state, possibly through its ability to promote quiescence and a stem cell phenotype, that in turn is linked to tumor cell survival and drug resistance. Emerging functions for autophagy in metastasis include a role in establishing the pre-metastatic niche as well as promoting tumor cell survival, escape from immune surveillance and other aspects required to ultimately grow out an overt metastasis.

Schematic illustrating roles of autophagy in the metastatic cascade. Autophagy increases as tumor cells progress to invasiveness and this in turn is linked to increased cell motility, EMT, a stem cell phenotype, secretion of pro-migratory factors, release of MMPs, drug resistance and escape from immune surveillance at the primary site in some tumors. Many aspects of these autophagy-dependent changes during acquisition of invasiveness also likely contribute to the ability of disseminating tumor cells to intravasate, survive and migrate in the circulation before extravasating at secondary site. At the secondary site, autophagy is required to maintain tumor cells in a dormant state, possibly through its ability to promote quiescence and a stem cell phenotype, that in turn is linked to tumor cell survival and drug resistance. Emerging functions for autophagy in metastasis include a role in establishing the pre-metastatic niche as well as promoting tumor cell survival, escape from immune surveillance and other aspects required to ultimately grow out an overt metastasis.

It may also affect Crohn’s disease and other inflammatory syndromes. There are mutated proteins associated with Crohn’s that are part of the autophagy pathway; macrophages carrying these mutations deliver bigger doses of inflammatory cytokines when stimulated. Selective autophagy plays a role in regulating the balance of exports from the cell.

Those are the mild diseases caused by defects in this pathway. Look up Vici syndrome, a heritable disorder that causes devastating problems for those afflicted. It’s caused by mutations in the EPG5 gene, which is an important regulator of autophagy.

It’s not just about human diseases, though. Autophagy is universal in eukaryotes: yeast have it, plants have it, animals have it. Genes in the pathway are studied in yeast and nematodes and flies and mice, so this is a common mechanism of regulating the internal traffic of the cell.

Procurar estas referencias:

Jiang P, Mizushima N (2014) Autophagy and human diseases. Cell Res 24(1):69-79.

Nakatogawa H, Suzuki K, Kamada Y, Ohsumi Y (2009) Dynamics and diversity in autophagy mechanisms: lessons from yeast. Nat Rev Mol Cell Biol 10(7):458-67.

Mowers EE, Sharifi MN, Macleod KF (2016) Autophagy in cancer metastasis. Oncogene doi: 10.1038/onc.2016.333.

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Nobel Prize Org.

The Nobel Prize in Physiology or Medicine 2016
Yoshinori Ohsumi

http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/2016/press.html

Press Release

2016-10-03

The Nobel Assembly at Karolinska Institutet has today decided to award

the 2016 Nobel Prize in Physiology or Medicine

to

Yoshinori Ohsumi

for his discoveries of mechanisms for autophagy

Summary

This year’s Nobel Laureate discovered and elucidated mechanisms underlying autophagy, a fundamental process for degrading and recycling cellular components.

The word autophagy originates from the Greek words auto-, meaning “self”, and phagein, meaning “to eat”. Thus,autophagy denotes “self eating”. This concept emerged during the 1960’s, when researchers first observed that the cell could destroy its own contents by enclosing it in membranes, forming sack-like vesicles that were transported to a recycling compartment, called the lysosome, for degradation. Difficulties in studying the phenomenon meant that little was known until, in a series of brilliant experiments in the early 1990’s, Yoshinori Ohsumi used baker’s yeast to identify genes essential for autophagy. He then went on to elucidate the underlying mechanisms for autophagy in yeast and showed that similar sophisticated machinery is used in our cells.

Ohsumi’s discoveries led to a new paradigm in our understanding of how the cell recycles its content. His discoveries opened the path to understanding the fundamental importance of autophagy in many physiological processes, such as in the adaptation to starvation or response to infection. Mutations in autophagy genes can cause disease, and the autophagic process is involved in several conditions including cancer and neurological disease.

Degradation – a central function in all living cells

In the mid 1950’s scientists observed a new specialized cellular compartment, called an organelle, containing enzymes that digest proteins, carbohydrates and lipids. This specialized compartment is referred to as a “lysosome” and functions as a workstation for degradation of cellular constituents. The Belgian scientist Christian de Duve was awarded the Nobel Prize in Physiology or Medicine in 1974 for the discovery of the lysosome. New observations during the 1960’s showed that large amounts of cellular content, and even whole organelles, could sometimes be found inside lysosomes. The cell therefore appeared to have a strategy for delivering large cargo to the lysosome. Further biochemical and microscopic analysis revealed a new type of vesicle transporting cellular cargo to the lysosome for degradation (Figure 1). Christian de Duve, the scientist behind the discovery of the lysosome, coined the term autophagy, “self-eating”, to describe this process. The new vesicles were named autophagosomes.

Autophagosome.

Figure 1: Our cells have different specialized compartments. Lysosomes constitute one such compartment and contain enzymes for digestion of cellular contents. A new type of vesicle called autophagosome was observed within the cell. As the autophagosome forms, it engulfs cellular contents, such as damaged proteins and organelles. Finally, it fuses with the lysosome, where the contents are degraded into smaller constituents. This process provides the cell with nutrients and building blocks for renewal.

During the 1970’s and 1980’s researchers focused on elucidating another system used to degrade proteins, namely the “proteasome”. Within this research field Aaron Ciechanover, Avram Hershko and Irwin Rose were awarded the 2004 Nobel Prize in Chemistry for “the discovery of ubiquitin-mediated protein degradation”. The proteasome efficiently degrades proteins one-by-one, but this mechanism did not explain how the cell got rid of larger protein complexes and worn-out organelles. Could the process of autophagy be the answer and, if so, what were the mechanisms?

A groundbreaking experiment

Yoshinori Ohsumi had been active in various research areas, but upon starting his own lab in 1988, he focused his efforts on protein degradation in the vacuole, an organelle that corresponds to the lysosome in human cells. Yeast cells are relatively easy to study and consequently they are often used as a model for human cells. They are particularly useful for the identification of genes that are important in complex cellular pathways. But Ohsumi faced a major challenge; yeast cells are small and their inner structures are not easily distinguished under the microscope and thus he was uncertain whether autophagy even existed in this organism. Ohsumi reasoned that if he could disrupt the degradation process in the vacuole while the process of autophagy was active, then autophagosomes should accumulate within the vacuole and become visible under the microscope. He therefore cultured mutated yeast lacking vacuolar degradation enzymes and simultaneously stimulated autophagy by starving the cells. The results were striking! Within hours, the vacuoles were filled with small vesicles that had not been degraded (Figure 2). The vesicles were autophagosomes and Ohsumi’s experiment proved that authophagy exists in yeast cells. But even more importantly, he now had a method to identify and characterize key genes involved this process. This was a major break-through and Ohsumi published the results in 1992.

Yeast.

Figure 2: In yeast (left panel) a large compartment called the vacuole corresponds to the lysosome in mammalian cells. Ohsumi generated yeast lacking vacuolar degradation enzymes. When these yeast cells were starved, autophagosomes rapidly accumulated in the vacuole (middle panel). His experiment demonstrated that autophagy exists in yeast. As a next step, Ohsumi studied thousands of yeast mutants (right panel) and identified 15 genes that are essential for autophagy.

Autophagy genes are discovered

Ohsumi now took advantage of his engineered yeast strains in which autophagosomes accumulated during starvation. This accumulation should not occur if genes important for autophagy were inactivated. Ohsumi exposed the yeast cells to a chemical that randomly introduced mutations in many genes, and then he induced autophagy. His strategy worked! Within a year of his discovery of autophagy in yeast, Ohsumi had identified the first genes essential for autophagy. In his subsequent series of elegant studies, the proteins encoded by these genes were functionally characterized. The results showed that autophagy is controlled by a cascade of proteins and protein complexes, each regulating a distinct stage of autophagosome initiation and formation (Figure 3).

Stages of autophagosome formation

Figure 3: Ohsumi studied the function of the proteins encoded by key autophagy genes. He delineated how stress signals initiate autophagy and the mechanism by which proteins and protein complexes promote distinct stages of autophagosome formation.

Autophagy – an essential mechanism in our cells

After the identification of the machinery for autophagy in yeast, a key question remained. Was there a corresponding mechanism to control this process in other organisms? Soon it became clear that virtually identical mechanisms operate in our own cells. The research tools required to investigate the importance of autophagy in humans were now available.

Thanks to Ohsumi and others following in his footsteps, we now know that autophagy controls important physiological functions where cellular components need to be degraded and recycled. Autophagy can rapidly provide fuel for energy and building blocks for renewal of cellular components, and is therefore essential for the cellular response to starvation and other types of stress. After infection, autophagy can eliminate invading intracellular bacteria and viruses. Autophagy contributes to embryo development and cell differentiation. Cells also use autophagy to eliminate damaged proteins and organelles, a quality control mechanism that is critical for counteracting the negative consequences of aging.

Disrupted autophagy has been linked to Parkinson’s disease, type 2 diabetes and other disorders that appear in the elderly. Mutations in autophagy genes can cause genetic disease. Disturbances in the autophagic machinery have also been linked to cancer. Intense research is now ongoing to develop drugs that can target autophagy in various diseases.

Autophagy has been known for over 50 years but its fundamental importance in physiology and medicine was only recognized after Yoshinori Ohsumi’s paradigm-shifting research in the 1990’s. For his discoveries, he is awarded this year’s Nobel Prize in physiology or medicine.

Key publications

Takeshige, K., Baba, M., Tsuboi, S., Noda, T. and Ohsumi, Y. (1992). Autophagy in yeast demonstrated with proteinase-deficient mutants and conditions for its induction. Journal of Cell Biology 119, 301-311

Tsukada, M. and Ohsumi, Y. (1993). Isolation and characterization of autophagy-defective mutants of Saccharomyces cervisiae. FEBS Letters 333, 169-174

Mizushima, N., Noda, T., Yoshimori, T., Tanaka, Y., Ishii, T., George, M.D., Klionsky, D.J., Ohsumi, M. and Ohsumi, Y. (1998). A protein conjugation system essential for autophagy. Nature 395, 395-398

Ichimura, Y., Kirisako T., Takao, T., Satomi, Y., Shimonishi, Y., Ishihara, N., Mizushima, N., Tanida, I., Kominami, E., Ohsumi, M., Noda, T. and Ohsumi, Y. (2000). A ubiquitin-like system mediates protein lipidation. Nature, 408, 488-492

 

Yoshinori Ohsumi was born 1945 in Fukuoka, Japan. He received a Ph.D. from University of Tokyo in 1974. After spending three years at Rockefeller University, New York, USA, he returned to the University of Tokyo where he established his research group in 1988. He is since 2009 a professor at the Tokyo Institute of Technology.

 

The Nobel Assembly, consisting of 50 professors at Karolinska Institutet, awards the Nobel Prize in Physiology or Medicine. Its Nobel Committee evaluates the nominations. Since 1901 the Nobel Prize has been awarded to scientists who have made the most important discoveries for the benefit of mankind.

 

 

Cosmovisao Materialista da Ciencia Oficial Como a Doutrina Modelando os Cerebros dos Jovens

domingo, setembro 25th, 2016

As palavras a seguir sao o testamento  de um famoso e seguido professor de Biologia, Pz Myers, dono do famoso blog Pharyngula.”

” We are not ‘designed’ to do anything and neither is any part of the natural world. We evolved from a random sequence of evolutionary accidents, existing only because certain characteristics keep us marginally ahead in the arms race of existence. Nature is not pure and benign, it has no wisdom and it does not exist to nourish us and help us thrive. Nature is vicious, harmful and for thousands of years has been trying to fucking kill us. In the Palaeolithic period it was far better at doing this, with survival beyond thirty being extremely unlikely. Our ability to control the natural world, to process and store foods and to adapt our environment to meet our requirements is the one thing that has kept our head above the evolutionary waters and saved us from the miserable fate that befell every other hominid species in history.”

Read more: http://freethoughtblogs.com/pharyngula/#ixzz4LJAtUwns