Arquivo para a ‘Epigenética’ Categoria

Ciclo do Nitrogênio Desvendado Pela Matrix/DNA, tem Relação com Câncer?

quinta-feira, janeiro | 24 | 2013

E esta matéria veio de uma pesquisa em outra area : Ver Categoria Doenças – Câncer. Parece que Este ciclo tem algo com causas do cancer!

Click na Imagem:

Ciclo do Nitrogênio - Desenho deve ser refeito Adaptando-o à Matrix/DNA

Ciclo do Nitrogênio - Desenho deve ser refeito Adaptando-o à Matrix/DNA

Consertar isto que fiz por telemovel e inserí no Facebook no dia … Tenho que aumentar o tamanho aqui mesmo, E refazer tudo

Plantas produzindo…musica?! Veja Vídeo e a opinião da Matrix/DNA

segunda-feira, dezembro | 31 | 2012

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=nXhhAXjKmIU#!

Singing Plants at Damanhur | Des plantes qui jouent de la musique

Se isto for real ( se os eletrodos estão realmente captando ondas de som emitidas por plantas), o som produzido imediatamente me lembra algo previsto na Teoria da Matrix/DNA, mas antes de explicar é preciso conhecer êste modêlo de ondas da Matrix.

Light - The Electric-Magnetic Spectrum by Matrix/DNA

Agora vamos ao som da musica. Repare que a musica é composta de partituras, ou seja, existe uma sequencia, um ritmo que se repete. O ritmo começa mais forte e vai se esvanecendo até chegar a um silêncio temporário, daí recomeça novo ciclo. Cada partitura tem alguma diferença com as outras, de maneira que nos parece, não existir uma partitura exatamente igual a outra.

Agora observe o grafico e situe o inicio de cada partitura em gamma-ray, alta vibração. À medida que avança o som vai enfraquecendo assim como a vibração no grafico acima vai diminuindo. No final de cada ciclo note como o som se fragmenta, assim como se fragmentam os cadaveres. Isto significaria que cada partitura é o enredo de um ciclo da vida, cada diferente periodo de vibração é uma das diferentes formas no ciclo da vida da planta.

Mas porque a planta emitiria isso? Ela não está fazendo isso porque é inteligente ou querendo revelar que existe, que tem uma história. Ela está ligada diretamente com uma estrêla pela fotossintese. A energia/luz da estrêla a está penetrando, passando por ela. E como sugere a fórmula da Matrix, cada pulsar, cada influxo de energia solar emite uma onda de luz que será igual à do grafico acima. Então, se é verdade que a musica está contando que existe o processo vital, que a planta é algo vivo, ao mesmo tempo o som está repetindo o que a onda de luz faz em todo o Universo: invade a matéria, anima-a com vibrações, mas separa a matéria em porções porque ela traz diferentes vibrações. Porem estas porções se conectam na mesma sequencia da sequencia das vibrações do grafico acima.

O DNA é composto por nucleotideos, cada bi-lateral par de nucleotideos é sua unidade fundamental de informação. Cada uma destas unidades é composta por seis elementos (4 bases e dois açucares laterais), cada elemento é o resultado material de cada frequencia de vibração. Exustem 7 tipos de frequencias da luz e apenas seis elementos no DNA, qial a explicação para diferença? observe a formula-software da matrix. A Função numero 5 é responsavel é um ramo lateral do circuito, responsavel pela reciclagem do sistema. Então essa função não aparece como som, mas é o elo entre dois ciclos, é o que produz a repetição de ciclos.  Então parece-me que  cada onda de luz solar perpassa o DNA tocando seus nucleotideos como os dedos de um pianista toca as teclas, as notas,  de um piano. A musica é “cantada” pela planta, os instrumentos são os building blocks do DNA de cada cédula da planta, mas a composição é da estrêla.

Será?!

Dendrochronology: A Matrix/DNA Rompendo os Mistérios por tras da Formação dos Anuais Nós das Arvores!

sexta-feira, dezembro | 14 | 2012

Dendrochronology: Formação Anual dos Nós das Arvores

Dendrochronology: Formação Anual dos Nós das Arvores

Dendrochronology – inicio desta pesquisa:

http://uts.cc.utexas.edu/~wd/courses/373F/notes/lec20den.html

Created by William E. Doolittle. Last revised 11 July 2009, wed

http://uts.cc.utexas.edu/~wd/courses/373F/jpg/dendro08.jpg

( Obs. da Matrix/DNA: No exato periodo de um ano humano, arvores formam um novo nó! Sabendo-se que  arvores não sabem nada da divisão do tempo por humanos, pergunto-me como elas adotaram essa divisão?! E porque ela escolheu 1 ano, e não 9 meses, 2, cinco anos? Afinal, porque arvores formam novos nós? Eu tive conhecimento hoje de um estudo denominado “dendrochrology”, que está sendo desenvolvido pela UNIVERSIDADE DO TEXAS, e uma rápida olhada me fez acender novamente a lampadinha criativa e me causou o costumeiro arrepio quando sinto o florescer de uma nova grande descoberta dos profundos mistérios desta Natureza. Novos nós  (acho que esta é a palavra em português para rings, em inglês), deve ser reciclagem/replicação de existente ultimo nó, e isto nos leva imediatamente à fórmula da Matrix/DNA na forma de software de sistema fechado perfeito, pois ali está bem visivel todos os mecanismos e o inteiro processo que deflagra esta ocorrencia. Portanto este assunto merece um detalhado estudo porem a falta de tempo agora vai postergá-lo, mas para isso copio aqui o primeiro paper encontrado para analiza-lo item por item.)

Dendrochronology

Geographical phenomena, regardless if they are physical or human, share one thing in common in addition to involving the surface of the earth–change. Soils evolve; sediment is transported; streams flow; and vegetation grows. Time is involved with each of these, but all too often we tend to envision the environment as static rather than dynamic. This is perhaps more so for vegetation than anything else. There are many ways of assessing vegetation change, but one of the oldest and most reliable is by dendrochronology–the study of tree rings [example].

Factors influencing growth. Most people think that trees add a ring for every year of growth. To a great extent this is true, but there is more. Ring formation is as much a function of moisture as any annual cycle; years with greater-than-average rainfall result in thick rings whereas years with less-than-average rainfall result in thin ones.[example] Many scientists have been very successful in reconstructing past weather and climatic conditions and patterns by assessing tree ring widths. Coniferous trees have proven to be the best and easiest, but not the only, trees with which to work.

Trees also add one ring for each rainy season within a year. If the climate of a particular region is wet year-round, as in the tropics, rings tend to be very thick and almost indistinguishable. If the climate of an area has two distinct rainy seasons separated by periods of no rain, trees will add two rings per year. Now, here’s a problem to consider. How might one interpret tree rings if an area with bimodal rainfall experiences an anomolous year in which there is only one rainy season? Clearly, dendrochronology isn’t as easy and clearcut as it might seem at first glance.

Problems affecting growth. Complicating the interpretation of tree rings are other factors, three of the most common of which are burning, sloping terrain, and multiple trunks. Forest fires can burn off the bark and outer rings on one side of a tree and thereby affect the tree’s growth, and hence ring formation, in following years. “False rings” can make life difficult for dendrochronologists. Slopes can affect the centricity of tree ring formation. It is not at all unusual to find trees with thicker rings on one side of the tree than on the other.[example] In those cases were trees are growing on stable slopes, the rings tend to be thick on the downslope side. On unstable slopes, where landslides have disturbed vegetation, rings tend to be thicker on the upslope side. Trees with multiple trunks, junipers, for example, pose special problems. Growth patterns above points of bifurcation are usually different from that below the fork although the ages of the two segments might well be the same.

Uses. Dendrochronology has its widest application in archaeological and forestry studies. Archaeologists study the ring patterns in timbers they find during excavation of prehistoric and historic sites. They do so principally to determine the ages of sites, but increasingly are concerned with understanding past environmental (climate) conditions.

How does one date an archaeological site with dendrochronology? By reconstructing the tree ring sequence if a preserved timber is found. This is done by examining the timber and numerous samples from several other sites and proveniences within reasonable proximity to each other.[example] The ring patterns from each sample are compared in anticipation of finding identical patterns in samples that overlap, but are from trees that sprouted and were cut at different times.[example] Once the sequence is complete, the archaeological site under investigation can be dated in reference to the exact year in which the timber was cut.[example]

In some places, such as parts of the American Southwest, a sufficient number of tree ring specimens have been collected, curated, and studied for so long that a very long dendrochronological sequence exists.[example] In other places, for example northern Mexico, relatively recent and relatively old sequences have been established, but there is a gap spanning late prehistoric and early historic times (ca. A.D. 1500). This gap means that the actual dates of the prehistoric sequence cannot be determined at this time. Sequences of this nature are described as floating sequences [example]. Also, in some archaeological contexts, the outer “soft wood” has deteriorated, leaving only the inner “heartwood” for analyses [example].

Archaeological scientists deal with trees that have been cut down, and, therefore, are dead. Foresters and other scientists concerned with the age, health, and vigor of living trees, and their productivity in terms of timber resources, also use dendrochronology, but these people do not cut down trees in order to examine the growth rings. They use a special coring device.

Increment borers have three parts–the borer bit which is hollow and threaded at the tip, an extractor which is a trough that slides inside the bit, and a handle which attaches to the bit in the shape of a T and also serves as a storage tube for the bit and the extractor. To use an increment borer the bit is removed from and then attached to the handle. The extractor is removed and set aside. The bit lubricated with beeswax and screwed into the subject tree. Care is taken to insure that the bit is parallel to the ground and pointed directly at the center of the tree. It is inserted slightly past the tree’s center. Once in place, the extractor is carefully inserted into the tube, between the inside of the bit and the top of the core, concave side down. The handle is then turned one-half turn counterclockwise to break the core loose. The core is removed in the extractor and either examined on the spot or placed in a plastic soda straw or specially made tray for transport back to the lab. The bit is then extracted and the hole in the tree filled with puddy.

In the lab, cores are permanently mounted, labeled, analyzed, and stored. Mounting typically involves a half-round piece of wooden moulding with a groove cut length-wise on a table saw. Cores are glued into the grooves and then sanded flat. Sometimes they are stained. Data about the core are written directly on the moulding mount.

An excellent website dealing with dendrochronology can be found by clicking here.


Suggested Additional Readings

Xanthine: Molécula Envolvida nas Origens da Vida e Encontrada em Meteóritos, Reforçam a Teoria da Matrix/DNA

sábado, dezembro | 8 | 2012

Lendo o artigo sôbre Panspermia, descrito abaixo, descubro hoje a existência de uma molécula, Xanthine, e uma rápida pesquisa revelou que tudo nela, inclusive sia fórmula quimica, bate em tudo com as previsões dos modêlos teóricos da Matrix/DNA feitas há 30 anos atrás. É fascinante a explicação sôbre o que produziu esta molécula, porque ela foi feita aqui, e para que veio.  O artigo onde a encontrei estará em outro artigo a ser feito aqui porque n6ele estamos analizando a questào da panspermia:

Panspermia Theory for Life’s Origins Gets Boost from Top Scientists

http://mensnewsdaily.com/2008/06/20/panspermia-theory-for-lifes-origins-gets-boost-from-top-scientists/

2008-06-20

By NewsWax

Life is all about information – its replication and processing.” — Professor Paul Davies

(Artigo copiado aqui para ser analizado e comentado item por item pela Matrix/DNA Theory)

A team of scientists from the United States, United Kingdom and the Netherlands have determined that chemicals in a meteorite that form the building blocks of DNA and RNA had formed before the meteorite fell to Earth. In a paper published in Earth and Planetary Science Letters on June 15, the team documents an examination of molecules found in the Murchison meteorite, fragments of which landed near the village of Murchison, Victoria in Australia in 1969.

Previous studies had identified amino acids and sugars in the meteorite that were believed to have formed in space. The samples the current study examined included molecules of uracil and xanthine,

Matrix/DNA: “Isto relembra a previsão feita a 30 anos atrás baseada nos modêlos teóricos da Matrix/DNA de que a uracil é a molécula dos nucleotídeos que foi feita pela função sistêmica universal numero 5, a qual, quando está na forma de building block de galaxias, faz os astros denominados “cometas”, e quando está na forma de sistema celular faz os RNA’s M e T ( mensageiro e transportador). Xanthine é uma novidade para mim, portanto vamos conhecer ela recorrendo inicialmente à Wikipedia:

Xantina é uma base purínica, composto orgânico encontrado na urina e também em diversos tecidos do corpo humano, além de estar presente em algumas plantas.

Um exemplo comum de xantina é a cafeína.

O termo Xantina deriva do grego Xanthos – que alude à cor amarela…

Lol!… Não precisou mais que 3 minutes para identificar na fórmula da Matrix de onde veio a Xanthine e saber para que veio. Ela é uma catalista, ou seja, é como uma bacia chacoalhando e mexendo as substancias dentro dela. Diferentes velocidades do chacoalho, diferentes durações dos chacoalhos e talvez diferentes direçôes dos movimentos produzem diferentes compostos finais. Isto é, a grosso modo, denominado “catálise”. A Xanthine foi produzida aqui na Terra pelas particulas-informação vindas de radiações estelares como o Sol, e/ou de radiação de nucleos planetários, na forma de fótons, que invadem átomos “inertes” obrigando-os à novas conexões, na tentativa de reproduzir o sistema de onde vieram ( pura ação genética).  As informações embutidas na Xanthine se referem ao trecho do circuito sustêmico da fórmula da Matrix/DNA que vai da Função 7 à Função 1. Ou seja, no corpo humano vai do órgão “fígado” ao órgão “coração”; no sistema celular é o trecho que vai da organela “lisossoma” ao nucleo celular: no building block astronomico é o trecho que vai do cadaver estelar ao vortex nuclear. Pela sua ação catalizadora, eu aposto que suas informações sejam mais relacionadas à ultima parte do segmento daquele trecho, devendo já conter metade de informações para elaborar o vortex: ela faz o que faz o vortex no espaço sideral – chacoalhar massa e energia degradada. Se no meteórito encontramos uracil e xanthine juntos, isto significa que a o vortex que está sendo iniciado na forma de Xanthine já está recebendo cometas, espermatozóides do espaço, o que, a nivel biologico significa que naquele meteórito já estava toda a infraestrutura instalada para se iniciar a construção da Vida, ou melhor, de um par de base de nucleotideos. Fantástico!

A fórmula quimica da xanthine reforça nossas interpretações. Vemos um ring completo, com seis átomos ou seja, hexagonal ( o que significa que a forma astronomica foi copiada uma vez e completa, mais uma estensão com uma figura pentagonal, cinco átomos, o que significa que uma segunda cópia da mesma forma foi parada na função 7 ( não conta a F5, que é o ramo interno do fluxo sistêmico, nem conta a F1, que representa-se como a primeira cópia em torno da qual se desenvolve a segunda).  A forte presença do átomo N ( nitrogênio) na segunda cópia (segundo anel) é sempre indicativa de que a fórmula quimica expressa dominantemente o aspecto entrópico degenerativo da face direita da Matrix, pois êste átomo tem numero atômico 7, justamente um a mais do que o Carbono, que na Terra é a cópia fiel da Matrix astronomica. Ora, se um átomo tem em si o sistema completo (6 atomos) e mais um somando 7, isto significa que êle está reforçando a espressão da Função 7 e já abrindo caminho para a construção da Função 1. Por isso a fórmula inteira da Xanthine é esta mensagem: ” aplique-se a êste composto movimentos expressados por mim ( direção, duração, velocidade) que faça um cadaver de sistema ser mais fragmentado, degradado, para ser ressuscitado, ou seja, que um sistema seja reciclado, reiniciado”. Veja na Wikipédia esta informação: “xanthine é o processo resultante da degradação de uma purina”, o que bate mais uma vez com nossas previsões.   Assim a descrição do fenômeno com palavras como está no texto da Wikipedia bate com a informação revelada pela fórmula quimica, e as duas descrições bate com a descrição da fórmula astronomica da Matrix/DNA e as três descrições batem com a descrição da Matrix/DNA sôbre o que são nucleotideos, para depois tôdas estas descrições baterem com o significado existencial que a Matrix/DNA sugeriu para atomos, galaxias, células, corpos humanos. Assim funciona uma lógica numa teoria racional (claro, uma pobre racionalidade como só poderia ser a racionalidade limitada ao nosso pequenino cérebro perdido nêste pontinho insignificante dêste imenso Universo. Com o avançar do nosso conhecimento deve avançar o alcance da nossa racionalidade e então, suponho, mais completa e rica será a descrição).

Copiemos aqui a fórmula da Xanthine:

Xanthine A Molécula na Origem da Vida do trecho entre F7 e F1

Xanthine A Molécula na Origem da Vida do trecho entre F7 e F1

E sua aparência como compôsto atômico:

Xanthine: A Molécula na Origem da Vida do Trecho entre F7 e F1 - Aparência Atômica

Xanthine: A Molécula na Origem da Vida do Trecho entre F7 e F1 - Aparência Atômica

Wikipedia:

Xanthine is a purine base found in most human body tissues and fluids and in other organisms. A number ofstimulants are derived from xanthine, including caffeine and theobromine.

Xanthine is a product on the pathway of purine degradation.

Terei que rever tudo sôbre purinas, guanine, PNP, para aprender mais como é isso tudo. Por enquanto, paro aqui porque o trabalho está exigindo minha presença lá fora, para retornar e continuar isto se a vida o permitir.

Alan Turing’s paper:” The Chemical Basis of Morphogenesis”: Mais um “Pdf” Sendo Analizado Pela Matrix/DNA

sábado, novembro | 24 | 2012

http://www.dna.caltech.edu/courses/cs191/paperscs191/turing.pdf

Alan Turing Basic Machine

Alan Turing Basic Machine

Alan_Turing_photo

Alan_Turing_photo

THE  CHEMICAL  BASIS  OF  MOKPHOGENESIS

BY A.  M.  TURING,  F.R.S.  University qf  Manchester

(Received 9  November  195 1-Revised  15 March  1952)

Introdução dêste autor:

Dezenas ou centenas de vêzes desde munhas leituras na infancia tenho trombado com menções a êste nome – Alan Turing – e descrições. discussões sôbre seu trabalho. Mas agora localizei um “paper” direto de sua autoria e vou tentar arrumar tempo para estudá-lo. Tenho préviamente negativas idéias sôbre suas teorias porque tenho-as visto como suporte do grupo intellectual que boicotou o inicio pioneiro de Ludwig Bertalanffy “A Teoria Geral dos Sistemas” desviando-o da sua ótica sôbre fenômenos e sistemas naturais para a área da cibernética/matemática artifical de sistemas computacionais. Mas vamos agora ver a fonte na origem para ver o que se conclui sob a cosmovisão da Matrix/DNA.

Bom vídeo para “sentir” o autor:

https://vimeo.com/45394167

XXX

Turing têve uma vida trágica, era homossexual e foi condenado pela mentalidade religiosa inglêsa ( mais um crime dos cristãos?), morreu cêdo, como pode ser visto aqui:

http://en.wikipedia.org/wiki/Alan_Turing

Turing’s homosexuality resulted in a criminal prosecution in 1952, when homosexual acts were still illegal in the United Kingdom. He accepted treatment with female hormones (chemical castration) as an alternative to prison. Turing died in 1954, just over two weeks before his 42nd birthday, from cyanide poisoning. An inquest determined that his death was suicide; his mother and some others believed his death was accidental. On 10 September 2009, following an Internet campaignBritish Prime Minister Gordon Brown made an official public apology on behalf of the British government for “the appalling way he was treated”. As of May 2012 a private member’s bill was before the House of Lords which would grant Turing a statutory pardon if enacted

Algumas defimições de palavras/conceitos mais usados aqui:

Morphogenesis ( Morfogênese ) - (from the Greek morphê shape and genesis creation, literally, “beginning of the shape”) is the biological process that causes an organism to develop its shape. It is one of three fundamental aspects of developmental biology along with the control of cell growth and cellular differentiation.

The process controls the organized spatial distribution of cells during the embryonic development of an organism. Morphogenesis can take place also in a mature organism, in cell culture or inside tumor cell masses. Morphogenesis also describes the development of unicellular life forms that do not have an embryonic stage in their life cycle, or describes the evolution of a body structure within a taxonomic group.

Morphogenetic responses may be induced in organisms by hormones, by environmental chemicals ranging from substances produced by other organisms to toxic chemicals or radionuclides released as pollutants, and other plants, or by mechanical stresses induced by spatial patterning of the cells.

XXXXXX

Morphogen – is a substance governing the pattern of tissue development, and the positions of the various specialized cell types within a tissue. More precisely, a morphogen is a signaling molecule that acts directly on cells to produce specific cellular responses depending on the local concentration of the morphogen.

Since morphogens diffuse through the tissues of an embryo during early development, concentration gradients are set up. These gradients drive the process of differentiation of unspecialised (stem) cells into different cell types, ultimately forming all the tissues and organs of the body.

XXX

Entropia Genética: Ver esta teoria de John C. Stanford

quarta-feira, setembro | 19 | 2012

( Forum no Youtube – Bill Nye)

Genetic entropy is not a term that exists anywhere in genetics. It was invented by creationist John C. Sanford in his book “Genetic Entropy & the Mystery of the Genome”. In it, Sanford proposes that there are very small deleterious mutations whose effects are so negligible that they don’t truly impact fitness in any way but whose cumulative effect is to make the genome “run” down until the genetic load becomes unendurable. Thus genomes were created perfect and only got worse since.

Meu post como resposta:

Promoting the marriage between Creationists and Darwinists: how to understand the language of your partner. For instance, when Darwinists says “genetic entropy” it means “the Fall from the Garden Paradise”. Explanation. There was a perfect closed system called “Milk Way”. This system is a sin due being extremely selfish, and it was created by Adam/Eve as the software (spirit) of this hardware (matter). Entropy attacked the Universal Matrix which falls in shape of DNA. Couple, one kiss, please.

TheMatrixDNA 1 second ago

( Desemvolver esta idéia de promover o casamento entre criacionistas e darwinistas e acrescentar este interessante assinto no livro)

Seu Corpo Não é Seu, A Maior Parte Pertence às Bactérias: Veja as Recentes Surpreendentes Descobertas!

quinta-feira, agosto | 23 | 2012

Apenas muito recentemente se descobriu que em cada dez células que constitui um corpo humano, nove são bactérias unicelulares e apenas uma pertence e pode ser controlada pelo cérebro! Nós somos um ecossistema que caminha! E isto vem corroborar uma frase que gritei no meio da selva amazônica a 30 anos atrás numa madrugada quando acordei com uma nova intuição: “O Universo cheio de galáxias é apenas um nosso ancestral, um fóssil a ser extinto! O Homem é o Real Universo que adquiriu pernas e agora caminha!”

Agora virou moda no meio cientifico da quimica e biologia, e existe uma verdadeira correria competitiva, buscando mais informações devido a êste novo surpreendente quadro do corpo humano, principalmente pelas industrias farmacêuticas, pois suspeita-se que muitas das doenças milenares como cancer, diabetes, etc., estejam relacionadas com esta fauna complicada de  bactérias. E eu aqui com a fórmula da Matrix/DNA estou muito excitado e ao mesmo tempo me remoendo de raiva por não ter tempo de acompanhar as novidades, vê-las confirmando as previsões da fórmula, e sugerindo soluções.

Foi publicado um artigo relacionado o qual copiei a seguir para analizar item por item, se tempo houver):

LabSpaces

http://www.labspaces.net/122871/Research_boosts_bacterial_understanding

Research boosts bacterial understanding

Thursday, August 23, 2012

Bacteria image Courtesy of Shutterstock

Bacteria image Courtesy of Shutterstock

(Obs: A fórmula da Matrix me conduziu a identificar cada detalhe na fascinante e robotizada sociedade de abelhas e formigas como sendo cópias biológicas de cada detalhe eletro/magnético/mecânico de um sistema galáctico, sugerindo que a Vida aqui é produto de uma direta linhagem evolucionaria do sistema astronomico que a criou. Por exemplo, a abelha rainha sobe no ar a seis metros do solo, chama os machos que se põem em fila, copulam com ela, e cada um vai caindo morto! Porque? Porque no céu, um ancestral, desde há 10 bilhões de anos atrás, tem um buraco negro dentro de uma bela quasar, que é a rainha do sistema, e ela paira no espaço, atrai pulsares, os quais emitem cometas em sua direção que a penetram, e imediatamente os pulsares “morrem” explodindo como supernovas e o quasar gera nova ninhada de estrêlas! Podes ver isso claramente no desenho da fórmula, em azul, aqui nesta Home Page. Tenho artigos nêste website explicando isso, só que não sei onde, … tem que procurar. Veja agora como os novos detalhes descobertos sôbre formigas continuam se encaixando nas previsões da fórmula.

Mas perceba como o mundo se torna curioso e inteligivel quando se conhece a fórmula. No artigo um cientista diz: ” Esta descoberta faz parecer que cada planta e animal na Terra, incluindo humanos, recebem uma multitude de beneficios de suas comunidades de micróbios.” O cientista desconhece a Matrix/DNA por isso ainda tateia no escuro percebendo que algo existe, sem saber o que é,  e distorce um pouco da realidade recorrendo a nomes da cultura humana que não faz sentido aqui, como a palavra que êle usou, “beneficios”. Ao conhecer exatamente o que é uma galáxia, o que é a Via Láctea, qual o processo pelo qual ela se miniaturiza e se projeta na matéria da superficie terrestre, e como surgem os seres vivos desta projeção, temos um quadro muito mais inteligivel para entender num relance o que está acontecendo. A principal diferença entre evolução cosmológica e evolução biológica está no fato que, enquanto os seres vivos se transmitem genéticamente mantendo seus genes encerrados dentro de saquinhos cromossomicos, galaxias transmitem seus fotons-genes de forma aleatória, espalhados dentro dela. Essa chegada na Terra dêstes genes semi-vivos em diferentes lugares e tempos é o que gera esta enorme diversidade de espécies e esta riqueza da biosfera, mas é preciso ver que a biosfera inteira, a soma de todos seus elementos, desde plantas, animais, oxigênio no ar, etc,  é uma fase intermediaria de um processo maior, que visa no final reproduzir da melhor maneira possivel um unico grande quase-organismo, o criador que jaz no espaço. É isto que me fêz perceber que a Humanidade tende a caminhar na direção de construir na Terra o Admiravel Mundo Novo de Huxley, sob as ordens de uma Grande Mãe, que seria igual à Abelha Rainha, ao Big Brother de Orwell. Somos dirigidos por fôrças naturais inconscientemente para êste destino, mas a prresença da auto-consciencia aqui, uma coisa que a galaxia não tem, fomenta uma esperança que teremos chance de mudar esse destino. Fica claro que a sinbiose entre organismos e seres unicelulares não ocorre por ação dos organismos, porque isto os beneficia, pois organismos “de per se”  nada fazem com seres que seus sentidos não percebem como os micróbios, mas sim porque os seres unicelulares são portadores dos fotons genes que devem ser incorporados aos organismos neste processo de reproduzir a maquina celestial ancestral. De fato, a nova visão de mundo sugerida pela fórmula da Matrix eleva o homem a um novo e espetacular entendimento do mundo em que existe.)

Vamos ao artigo da LabSpace:

Findings published today in Ecology Letters show how researchers applied a strategy used by insurance companies to understand how animals and plants recruit beneficial bacteria. ( Tradução? Descobertas publicadas hoje no Ecology Letters mostram como pesquisadores aplicaram a estratégia usada pelas companhias de seguro para entender como animais e plantas recrutam batérias benéficas.)

Comentário da Matrix/DNA:

Isto é o que se chama de evolução por tentativas e êrros, pois estão aplicando uma estratégia certa vinda de uma idéia errada mas que produz o resultado certo! Nem cérebros nem mentes em plantas, em animais, e em corpos humanos, recrutam e absorvem conscientemente bactérias do meio-ambiente. Você consegue fazer isso, autonômamente? Para entender melhor isso, notamos que esta é uma situação análoga ao que está acontecendo aqui nos Estados Unidos em relação aos imigrantes trabalhadores nos serviços pesados. Os americanos evoluíram e hoje precisam se envolverem em profissões administrativas, pesquisas cientificas e tecnológicas, não podem perder tempo lavando banheiros ou cozinhando. Em relação aos Estados Unidos, os poucos descendentes dos habitantes na época dos Founder Fathers quando isto se tornou uma nação, que seriam os mais autenticos americanos, são como as poucas células genuínas de seu corpo. A grande massa de bactérias trabalhando na industrialização e aproveitamento dos alimentos, ou nas limpezas dos poros da pele, etc., são imigrantes, alguns tão absorvidos pelo sistema social americano que são legais, outros ainda ilegais, e muitos criando doenças no corpo social, como os atos criminosos. A propósito, êste deslumbrado autor desconhecido, é um imigrante já legalizado, que trabalha duro no pesado até 70 horas semanais, recolhe mensalmente seus impostos, e não tenho nenhum problema em me auto-comparar com bactérias, quando já descobrí que não passo de um vírus em relação a êste imenso Universo e que se pergunta se êste Universo é amigável ou não a mim, se me aceitará ou não como bactéria benéfica. Pois sinto satisfação e orgulho de  estar ajudando a fazer a História desta admirável nação e dêste fascinante Universo. O que existe por trás dêsse movimento de bactérias entrando e se alojando no corpo humano? O que produziu esta situação de imigração para os Estados Unidos?

Na evolução da Vida, o que ocorre é um processo de simbiose entre compostos moleculares, onde atuam até mesmo as fôrças de atração e repulsão entre átomos. Isto pode se dar a nivel bruto e cru, a nivel da quimica e da fisica, pois a biologia só aparece no quadro total do ecosistema quando se tornam os organismos vivos. Mas seria esta simbiose um produto do mero acaso, e o ecossistema vivo seria um inevitável produto da seleção natural atuando para manter as simbioses benéficas e descartando os parasitismos maléficos? Não acredito, pois isto seria acreditar na hipótese de que a seleção natural tem um propósito projetado no futuro! Caso contrário, nenhum composto molecular manteria uma experiencia benéfica a ponto de passa-la hereditariamente a novos compostos, e tôdo novo composto molecular que repetir essa experiencia,  o que significa que a evolução teria estagnado nos compostos moleculares, ficando aí patinando eternamente sem sair do lugar, sem dar o próximo passo evolutivo. É por issso que o composto formado pelos ingredientes de Miller/Urey – aquêles primitivos aminoácidos – nunca conseguiu dar o próximo passo evolutivo e se tornar proteínas e fazer florescer dentro do laboratório uma nova réplica do RNA-World.

Então temos um grande problema para resolver e vamos tentar outra alternativa. Considerando-se que cada organismo é um sistema, e todo sistema tem uma identidade própria, a qual emerge da soma de tôdas as informações de todas suas partes, mais as informações geradas pelas conexões entre as partes, seria de se esperar que o sistema seria o agente selecionador de bactérias. Mas nos organismos muito primitivos sem sistema nervoso diretor ou com sistema nervoso ainda muito difuso – indicando que o organismo ainda não tem uma identidade sistêmica –  já ocorre esta seleção. E no tôpo da evolução o ser humano sabe que não é êle que faz esta seleção. Mas tambem a outra alternativa apontada, a do mero acaso, não é para minha curta inteligencia e pouco conhecimento, nem lógica nem racional, quando refaço na memória a versão que conheço da História da Evolução.

Tenho um problema em que a solução tem que ser uma terceira alternativa. E esta surge quando me volto para os teóricos modêlos da Matrix/DNA. Êles sugerem um quadro composto por uma vasta hierarquia de sistemas naturais. Particulas estão dentro de átomos, átomos dentro de células, células dentro de organismos, organismos dentro de sistemas estelares, seistemas estelares dentro de sistemas galácticos, os quais estão dentro de universos… Os organismos vivos são produzidos e controlados por elementos de um planeta mais a energia de uma estrêla que perfazem um sub-sistema de uma galáxia.  A galáxia, assim, desponta como sendo um sistema maior que estaria encriptado no genoma dos organismos ao mesmo tempo que estaria produzindo a biosfera que os envolvem. Êste sistema maior e real criador dos organismos estaria no lugar da identidade de sistema que está faltando para solucionar êste caso, estaria atuando no lugar do seu cérebro e quiçá, da sua mente, que não percebem o que seus átomos e células percebem. Êste sistema maior é quem está escolhendo os nove vizinhos para morarem na quadra onde cada célula sua mora. Êle está ajeitando as coisas para que um americano da NASA tenha imigrantes (“legais” – não os comprometemos com as leis), à sua volta fazendo os serviços de suporte. Ora, êste sistema maior, como indica a fórmula da Matrix, quando ela se encontra na sua forma etária astronomica, é a maquina mais perfeita que pode existir naturalmente. Então os sistemas biológicos, ou organismos vivos, tendem a se configurarem como cópia á imagem e semelhança do seu criador, o qual é uma máquina perfeita. Mas enquanto o criador foi feito apenas com os estados gasoso e sólido da matéria, e no espaço gravitacional sideral, o útero que gera os organismos biológicos é uma paisagem diferente e contando com um novo estado da matéria, o líquido, o que provoca mutações nêste processo meramente genético reprodutivo. A máquina não pode ser reproduzida tão perfeita como é sua máquina criadora, muitos bits-informação da máquina criadora ficaram espalhados no espaço, na forma de bactérias, e como são informações indispensaveis no corpo material da maquina, a própria matéria aqui é dirigida no sentido de re-agrupar estas informações. Isto acontece pela ação dos fotons-genes vindos principalmente do Sol, que adentram átomos terrestres como agentes subversivos adentraram a Coréia do Norte, assumiram a maquinaria celular, e condiziram estes átomos a se recombinarem compondo um novo regime social… o regime da galáxia, do relógio newtoniano. Eu acho que esta é uma solução racional, guardadas as devidas precauções sabendo-se que a fórmula da Matrix seria uma espécie de software natural e como tal dificil de ser captada pelos nossos sentidos e portanto de ser comprovada, apesar das milhares de evidencias a seu favor. Mas esta solução não seria inutil se puder-mos ter em mente a possivel formula da Matrix quando estamos trabalhando no laboratório, inclusive sugerindo novas experiencias.

Voltemos ao artigo:

The research brings scientists closer to understanding the human body’s relationship with bacteria, which account for nine cells out of every 10 in our bodies.

The research has been carried out by Dr Douglas Yu from UEA’s school of Biological Sciences and Dr István Scheuring from Eötvös University in Hungary.

Dr Yu said: “It looks like every plant and animal on earth, including humans, receives a multitude of benefits from their microbial communities. The good bacteria in our bodies help digest our food, protect us from infections, and perhaps even prevent some cancers.

“The selection of symbionts can’t be random. Hosts appear to choose beneficial microbial partners out of a huge pool of candidates. But until now, it hasn’t been known how successful partner choice evolves. This is now one of the leading questions in biology.

“One great example is the leafcutter ant – they have a lot of nice bacteria on them that make antibiotics, which kill pathogenic moulds on the fungus that they farm for food.

Comentário da Matrix/DNA

Porque às formigas foram agregados antibióticos? Nenhum detalhe, nenhum fenômeno, dos corpos dos seres vivos, de seus instintos e comportamentos, e mesmo de suas invenções e sistemas sociais, surgiram aqui por mero acaso e nem caíram de céu por mágica. Estamos conseguindo reduzir toda essa complexidade calculando a involução ao inverso e depois de descobrir-mos que tudo já existia nos sistemas simples astronomicos, parece-nos agora que tudo se resume a uma grande população de  simples vórtice imateriais que jé em si eram sistemas. contendo as setes fôrças brutas da Natureza que se materializam em partículas e corpos materiais tornando-se as sete funções sistêmicas universais. A fórmula da Matrix serve para isto tambem: tôda vêz que nos deparamos com um detalhe na Natureza devemos nos perguntar: de onde vem isso? como? quais foram seus ancestrais, desde agora até o Big Bang? Ao menos até agora ela tem explicado tudo e dentro de uma unica lógica evolutiva, tudo como produto de uma unica cadeia de causas e efeitos, sem nenhuma interferencia supernatural. Se existe o supernatural êle apenas pôs tudo naqueles vórtices antes das origens da matéria, e a coisa se desenvolveu por si própria. Mas e então, qual a relação entre formigas+bactérias+antibióticos?

A solução veio com uma informação do Dr. Yu: ” E uma vez que a superficie do corpo da formiga é coberta com antibióticos…” . Uma das sete funções universais é responsável por construir paredes protetoras em todos os sistemas naturais. Se será uma parede forte, impermeável, ou fraca, permeável, ou mesmo difusa, dependerá do material e circunstancias que ela tem para trabalhar. Ela constrói as cascas dos troncos e galhos das arvores, as peles dos animais, as membranas das células, a camada aureolar de poeira estelar que circunda os nucleos galácticos, o Cinturão de Belt no sistema solar, ela porá dois eletrons na ultima camada superficial dos átomos  girando a tão alta velocidade que o átomo parecerá ter uma casca inteiriça. Pois as formigas foram uns dos seres vivos mais dóceis e submissos à autoridade do comando reprodutivo que vem da máquina celestial, basta notar que seu sistema social é exata cópia do sistema celeste. Portanto tôdas as fôrças e suas funções do ancestral astronomico possuem liberdade para atuar entre as formigas, abelhas, etc. Mas elas estavam com um problema: vivem em cima de fungos que possuem venenos mortais para elas. Ora, o criador não poderia admitir isso para  seus filhos mais fiéis, os quais ainda mereciam uma recompensa por seu comportamento exemplar. A coisa funciona automaticamente: um sistema fechado em si mesmo tenderá à perfeição nesse fechamento e auto-proteção. Então a função das paredes protetoras expressa-se dominante e com fôrça, identifica o inimigo, e como no ancestral existem todas as dualidades, todo o bem e todo o mal, todo agente e seu anti-agente,  ela produz o tipo de tijolo antídoto e tudo faz para com êstes tijolos cercar seu tesouro. Bactérias são apenas ferramentas nêste trabalho.”

Voltemos ao texto: ( mas… infelizmente só depois que eu voltar do trabalho braçal… he…he..he…)

“We argue that the ant host has evolved living conditions under which antibiotic-producing bacteria have a competitive advantage for the ant niche.

Comentário da Matrix/DNA:

A Ciência acadêmica reducionista descobre um fenômeno, observa-o anotando todos os detalhes até ter uma descrição completa do fenômeno aqui e agora, e procura saber “como” o fenômeno acontece, seja para elominar sua causa ou para copiar seu processo na forma de tecnologia. A filosofia naturalista busca estas informações fornecidas pela Ciência prática, pergunta-se o “porque” do fenômeno existir, qual seu significado existencial, e tenta encontrar as conexões entre os detalhes, quando então monta o quebra-cabeças. mas como sempre faltam informações pois sempre há mais detalhes desconhecidos, sempre falta peças para completar o quebra-cabeças, por isso o quadro fica cheio de brechas, por isso ao inv;és da verdade ultima, 6estes quadros são chamados de mod6elos teóricos. Êles sugerem o que deve existir no lugar das brechas, com isso retorna à Ciência aplicada com sugestões de pistas e experiências, para isso servem as teorias. Acontece que tem muitas pessoas que não querem se dar ao trabalho árduo do filósofo naturalista e tira conclusões apressadas da descrição fornecida pela Ciência. Na frase acima, estas pessoas simplesmente deduzem que a formiga nota uma substancia na sua pele, observa que essa substancia a livra do veneno dos fungis, aí descobre que a susbstancia é produzida por uma espécie de bactéria, e então convoca uma equipe diplomatica que vai às bactérias oferecendo alojamento, alimento, proteção em troca de seus serviços. Como países procuram imigrantes trabalhadores. Ora… com’on ! Assim o Dawkins está acreditando que genes, um mero amontoado de átomos, tem propósitos futuros e inteligentes, como o de se reproduzirem o mais possível para se perpetuarem… O antibiótico aparece ali porque a máquina está se re-organizando, nem formigas nem bactérias sabem o porque.

“To do this, we applied the same sort of strategic thinking that insurance companies use to identify high-risk customers. For instance, car breakdown insurers differentiate customers with bad cars from those with good cars by forcing drivers to pay more if they also want their cars rescued at home, known as the ‘homestart’ option.

“If homestart is priced high enough, mostly drivers with bad cars will choose it because they have a greater fear that their car won’t start in the morning. Their choice reveals the kind of car that they have, which lets the insurer avoid costly inspections and still ‘screen out’ bad-car owners from the cheaper policies.

“We argue that a host can also ‘screen out’ bad bacteria and ‘screen in’ good, antibiotic-producing bacteria, even if a host cannot tell the bacteria apart.

“Our model shows that if the host produces a lot of food for bacteria, it fuels fighting via antibiotics. It’s the reason bacteria produce antibiotics in the first place – to kill competitors. And once the ant’s surface is covered in antibiotics, it becomes intolerable for non-antibiotic-producing bacteria, the freeloaders, because they tend to be less resistant to antibiotics. If the host sets the right conditions, the bacteria screen themselves, just like the car owners.”

It is hoped that the findings will also advance our understanding of the human body.

“The same logic can be used, for instance, on the human vaginal microbiome, which provides high levels of carbohydrates, glycogen, for its beneficial bacteria, Lactobacillus. Some of that glycogen is turned into lactic acid, producing an acidic environment that deters the growth of pathogenic bacteria.

“A bonus feature of our model is that it naturally creates ‘alternative stable states,’ which are distinct communities of bacteria. In the gut they are called enterotypes, and people all around the world belong to one of a few different types.

“The invasion resistance of these alternative states, their ‘stability,’ is why it’s difficult to make a permanent shift from one enterotype to a different, possibly healthier, one – despite eating the right foods and drinking pro-biotic drinks.”

University of East Anglia: http://comm.uea.ac.uk/press ( ver êste paper)

Thanks to University of East Anglia for this article.

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As formigas continuam a nos surpreender com sua sabedoria. Veja mais um interessante vídeo.

quinta-feira, maio | 31 | 2012

O que é que gratifica animais sociais como formigas, abelhas e humanos com uma vantagem evolucionária? A esta pergunta cientistas tem respondido: a capacidade de desenvolvida comunicação. E o cientista autor do vídeo abaixo sugere uma surpreendente novidade: “A principal forma de comunicação entre as formigas é o cheiro, uma variedade dêles que podem formar palavras, frases, textos, e êstes cheiros vem de substancias produzidas no corpo da formiga, como hormonios.”

Bem… de fato, comunicação é uma característica comum a tôdas as três espécies. Mas não estou entendendo como funcionam as operações cerebrais dêstes meus companheiros de causa na investigação dos místérios da Natureza, os quais foram educados nas universidades enquanto tive essa educação no mundo selvagem da selva amazônica tambem. Pois existe uma outra palavra-chave, uma característica emergente nova, que apenas existem nestas três espécies: ” SISTEMA”. Os individuos se organizam num “sistema”, ao qual denominamos “social”. Creio que a diferença entre nossas formas de ver o mundo está em que na universidade somos condicionados pelo método cientifico que é reducionista e prova disso é que as ciências dos sistemas naturais está paralizada, negligenciada, desde que os matemáticos e cibernéticos como Wiener e Rosenthal se apossaram da atitude pioneira de Bertallanffy ao erigir a Teoria Geral dos Sistemas e a desviaram para sistemas artificiais computacionais. Enquanto isso, na selva, os nativos na sua simplicidade e desconhecimento cientifico acreditam que quando ocorre uma eclipse da lua é porque ela está menstruada, ou seja, tudo estaria conectado num universo vivo que funciona como um sistema.

Enquanto “sistema” é uma característica apenas destas três espécies, a comunicação não é. Vemo-la entre pássaros, baleias, e agora estamos descobrindo que ela existe até entre as criaturas mais primitivas como os corais, pois o “quorum sensing” é uma forma de comunicação. Porque ela não gratifica tambem as outras espécies? “Porque não é tão desenvolvida”- responderiam. Eu sou cuidadoso com essa palavra, “desenvolvido”, porque acho que ela é relativa: animais ou até plantas só precisam se comunicarem até que conseguem praticamente satisfazerem suas necessidades primárias. Para que bactérias iriam desenvolver mais sua comunicação? Para debater filosofia?

A captação da característica “sistemas” me fêz sair correndo atrás dos modêlos da Matrix, pois é a unica fonte existente no conhecimento da humanidade sugerindo a fórmula de um sistema natural perfeito e completo. Como estaria êsse fenômeno denominado “cheiros”,  representado na fórmula? Ou melhor: quais seriam os elementos e fôrças eletro-magnéticas, atômicas, astronômicas, que foram os principios ancestrais dessa forma mais complexa que emergiu nos sistemas biológicos?

E o que achei nos modêlos? Estas substancias, hormonios, são a contrapartida biológica dos trechos do circuito da fórmula universal para sistemas naturais, e a soma dêstes “trechos” resulta no circuito completo. Ora o circuito inteiro produz a “identidade”, a “personalidade própria” do sistema, que é superior e diferente a cada uma das personalidades de suas peças. Portanto é o sistema que, para funcionar e encontrar seu ponto ótimo de equilibrio termo-dinamico, faz as suas peças, que nêste caso particular, são as formigas, se conectarem, e para isso aplica o que denominamos “comunicação”. O que era simples campos de fôrças magnéticas nos sistemas astronomicos foram mais sólidamente materializados na superficie terrestre na forma de hormonios quando a fórmula natural queria erigir sistemas sociais entre seres vivos mais primitivos. Assim como já descobrimos aqui que a mesma função de expressar trechos do circuito sistêmico nos sistemas celulares é executada pelas proteínas. Se queres entender mais profundamente o que são proteínas pense em veículos de comunicação.

A causa fundamental do sucesso dos sistemas sociais é o fenômeno sistêmico, a comunicação é apenas um de seus efeitos. Vejamos o excelente video e depois a seguir descrevo o motivo do debate e a explicação mais detalhada da minha teoria.
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Estas três espécies são as três mais evoluídas e que melhor qualidade de vida conseguiram, dentro de suas respectivas grandezas: formigas dentre os insetos rastejadores, abelhas dentre os voadores, humanos dentre os mamiferos. É possível que os cientistas tenham razão e quem sou eu para questiona-los? Porem estou suspeitando que a comunicação é apenas um efeito de algo que vem antes, de uma outra causa fundamental. Os cientistas não conhecem a Teoria da Matrix/DNA – e se ouvissem ela ser definida em poucas palavras, como por exemplo –  ”A Matrix é o código genético universal que vem evoluindo incorporada em átomos, galáxias e seres vivos. ” – fatalmente mandariam parar imediatamente e diriam não mais querer ouvir falar sôbre tamanha incoerência. Mas até agora ninguem mostrou em têrmos racionais e fundamentados na lógica natural pura o que de real e natural a proíbe de existir, e onde está essa incoerência. A meu ver, a cosmovisão acadêmica, ao separar a evolução cosmológica da evolução biológica, é que é a incoerente. Portanto, considero essa teoria ainda uma científica possibilidade e sendo assim comparo todos os fenômenos naturais que vou conhecendo com a lógica da fórmula da Matrix, enquanto ela resistir a êsse teste. Por exemplo, observo detalhadamente os sistemas sociais de formigas, abelhas e humanos, e vejo-os a todos como mera cópia reprodutiva da fórmula sistêmica da Matrix em diferentes regiões e tempos e com diferentes materiais. Já tenho registrado aqui vários artigos cada qual mostrando como cada detalhe dos sistemas sociais de formigas, abelhas e seres humanos, são reflexos de detalhes da fórmula da Matrix. Ora, o sistema social destas três espécies apresentam uma grande quantidade de características em comum. Mas todas estas caracteristicas comuns estão presentes tambem em mais três sistemas, se êstes realmente são como a Matrix sugere: o sistema galáctico original, os sistemas atômicos e o sistema nucleotideo. Por ultimo tôdas estas caracteristicas são encontradas tambem em outro lugar: na fórmula da Matrix!

Suponhamos por um breve momento que a teoria está mais certa que errada e a Matrix exista. O que salta de imediata à nossas conclusões é que a comunicação não é a resposta certa. Pois as partículas de átomos e os astros de galáxias não devem se comunicarem. E no entanto apresentam as mesmas caracteristicas, a mesma vantagem evolucionaria, e a mesma qualidade de existência. Portanto, quando comparamos as três espécies citadas acima, não apenas entre si, mas acrescentando mais outros tipos de sistemas naturais, a comunicação deixa de ser uma caracteristica comum. Isto se a teoria da Matrix estiver mais certa que errada.

Sequindo ainda essa suposição, a comunicação de todos os indivíduos de um sistema social, é um fenômeno recente, pois existiam sistemas sociais antes de aparecerem os seres vivos que não possuem essa propriedade. Existe nêstes sistemas primordiais sim, um principio, um protótipo, de comunicação, mas ela é restrita a apenas dois indivíduos, ou duas peças, ou seja, é uma comunicação que só existe entre pares. A comunicação entre um par qualquer de individuos não é captada pelo restante da população. Essa comunicação inanimada, primordial, abstrata é efeito da fôrça do ciclo vital que já atuava sõbre particulas de átomos e astros de galáxias. Para ilustrar vamos recorrer ao corpo humano. Sob o efeito do ciclo vital êsse corpo muda de forma a cada minuto que uma célula morre e sua cópia vem substitui-la, mas sempre com alguma minima diferença. Para facilitar nosso entendimento vamos negligenciar as milhares ou milhões de formas diferentes que um corpo humano apresenta ao longo de 80 anos de vida, e vamos agrupa-las em dez principais: as formas de mórula, blastula, feto, embrião, bebê, criança, jovem, adulto, idoso e cadáver. E agora uma pergunta estupida: existe alguma forma de comunicação entre estas formas de um unico corpo?

A uma pergunta esdruxula talvez surja uma resposta interessante: “Impossível, pois nunca duas formas existem ao mesmo tempo. Quando uma forma está existindo, tôdas as outras não existem.” Mas… será mesmo?

A Matrix sugere que existe uma situação em que duas formas suscessivas de um ciclo se comunicam. É quando um grupo de ciclos vitais se juntam e formam um sistema.

Hã?! É o método usado pela Natureza para montar os sistemas naturais inanimados, como átomos e galáxias. Antes das origens de tais sistemas existem apenas um tipo de corpo, com uma só forma. Por exemplo quando a nebulosa de átomos se dividiu em muitos corpos contendo colonias de átomos. Todos os corpos eram de um unico tipo, uma forma. Mas alem dêsse corpo, no Universo existe ondas de luz, cada emissão de luz contem sete tipos de vibrações ( desde o raio X ao infravermelho e o radio, etc.). E é interessante notar que estas vibrações se transformam, e sempre numa mesma sequencia. Esta propriedade de transformação em sete formas de frequencias faz com que uma emissão de luz apresente uma fôrça idêntica à força do ciclo vital. Então suspeitamos que ao incidir e penetrar um daqueles corpos originais de mesma espécie, e ao ser aprisionada dentro dos corpos, a luz modela a matéria do corpo no sentido em que ela é movida. Isto, transporta para os corpos a propriedade dos ciclos vitais. Então aconteceu que aquela forma de corpo original começou a se transformar até apresentar milhões de formas diferentes mas vamos resumir em poucas formas principais: neutrons, protons, eletrons para as particulas, e estrêlas, pulsares, planetas, buracos negros, etc., para os astros.

Flutuando no espaço sideral, agora teriamos milhões de astros e em muitas formas diferentes, mas espalhados ao acaso, caóticamente. Porem existia um motivo para duas formas diferentes se aproximarem e orbitarem-se mutuamente: o elo do ciclo vital entre um jovem e um adulto, ou entre crianças e adolescentes, o qual torna-se difuso entre duas formas distantes, por exemplo, entre idosos e adolescentes. A Matrix está sugerindo que o Universo tenha uma substancia de fundo que seja uma espécie de luz natural universal, talvez efeito do Big Bang, tão forte que nos cega os olhos e por isso estamos vendo-a com olhos cegados e pensando que é matéria ou energia escura. Essa matéria escura apresentaria a mesma propriedade das sete vibrações e portanto o Universo seria dividido entre regiões por intensidade de vibrações, o qual seria o fator que mantem e expressa um elo entre dois astros suscessivos. Isto será testável e provado quando tiver-mos meios, por exemplo, de medir a fôrça gravitacional no inteiro Universo. Mas pode ser que não precisemos apelar para essa matéria escura “viva”, talvez a aproximação entre duas formas vizinhas e suscessivas de um ciclo vital seja automatica, natural. É este elo proporcionado pelo ciclo vital que a Matrix sugere ser os primórdios da primeira comunicação no Universo. ANTES DAS ORIGENS DOS SERES VIVOS.

Se não for a comunicação, então o que é que existe na Natureza que gratifica os corpos mateirias que se tornam unidos num sistema social? Ora a pergunta já se respondeu: sistemas naturais.

Êstes sim, existem antes dos seres vivos e desde os momentos iniciais do Universo, e provavelmente ainda antes dessa origem. Sistema é a caracteristica comum que está presente em todas estas espécies de corpos mateirias, de átomos a formigas. E sistema é algo que está gravado num par de nucleotideos, que é a unidade fundamental de informação no RNA e DNA. Mas a forma do sistema que está ali gravada é a mesm forma para sistemas galácticos. Conclue-se então, enfim, que quem dá essa vantagem evolucionaria é a fórmula da Matrix Universal.

Fantástico! Matrix/DNA Explica Porque Batidas de Antena da Abelha Rainha Produz Mais Rainhas ou Escravos

segunda-feira, abril | 30 | 2012
A Rainha Vibra Antena Para as Câmaras do Favo

A Rainha Vibra Antena Para as Câmaras do Favo

Um mistério parece que foi resolvido. É sabido que tôdas as abelhas de uma colonia nascem das desovas da rainha. E que todos os ovos são exatamente iguais. Porem quando começam a nascer, os filhotes aparecem divididos em dois grupos diferentes: um grupo constituirá a casta das “operárias” ( que constroem os ninhos e cuidam dos jovens, possuem pouca reserva de energia e gordura, não reproduzem ovos,  e morrem fácil por não resisitir ao frio dos invernos), e a casta das pré-rainhas ( possuem grande estoque de gordura e outros nutrientes que as faz resisitirem aos invernos, reproduzem ovos e podem tornarem-se rainhas).

Mas como, se os ovos são exatamente iguais?! O que de invisivel dentro do ovo decide se um embrião vai ser um escravo ou um rei?

Durante milhares de anos os criadores de abelhas acreditaram que a diferença se explicaria pela qualidade nutricional do alimento dado à larva sob desenvolvimento: futuras rainhas receberiam ( segundo a teoria) o rico nutriente “geléia-real”, enquanto futuras operárias receberiam apenas polen e nectar. Todavia, cientificamente nunca se encontrou evidências que a rainha alimenta suas jovens operárias e pré-rainhas diferente.

Por outro lado tem outro mistério na colméia que tem intrigado cientistas e seres humanos por muito tempo… (espera aí… isto escreví errado… por acaso cientistas não são seres humanos?… Ahhh…você entendeu, né?).

Acontece que a rainha, enquanto está alimentando uma colonia de larvas, periódicamente bate suas antenas num padrão ritmico contra as cãmaras do ninho, um comportamento conhecido como “bateria antenada”. O comportamento baterístico é claramente audível para humanos e tem sido observado por décadas, provocando inumeras hipóteses a respeito de seu propósito, como relata Robert Jeanne, um emérito professor de entomologia da Universidade de Wisconsin-Madison. Muitos estudiosos tem proposto que a bateria serve como um sinal de comunicação entre a rainha e a larva dentro do ovo. Será? O que ela estaria comunicando? Talvez algo como: “Façam xixi no pinico…” ?

Agora cientistas (parece) que resolveram os dois mistérios como uma só solução, matando dois coelhos com uma só cajadada! Como está exposto no artigo do “link” abaixo, seria o bater da antena produzindo vibrações que invadem os ovos que determinariam se um feto vai ser operário ou rainha. Como?!

Os pesquisadores, Jeanne e Surynarayanan, trouxeram colonias para o laboratório e fizeram experimentos com aparelhos pizoelétricos que imitam as vibrações das antenas e comunicaram suas conclusões. Os resultados sugerem que abelhas usam a bateria antenada para dirigir as larvas em desenvolvimento para uma casta social ou outra. “Nós pensamos que a bateria antenada inicia uma cascata de eventos de sinalizações bioquimicas. Larvas que recebem esta bateria de vibrações podem expressar um conjunto de genes que são diferentes de larvas que não recebem, genes para proteínas relacionadas com casta social”. – diz Jeanne – “Algumas possibilidades podem incluir hormonios, neurotransmissores, ou outras moléculas menores biológicamente ativas” – Jeanne acrescenta.

Ok, você pode ler o “cientifico paper” e tirar suas conclusões. Mas cá entre nós… chegue mais perto… e pense comigo…

A solução encontrada pelos cientistas está sugerindo que abelhas entende mais de genética que nossa Ciência. Elas sabem tudo sôbre a existência de genes, DNA, etc., e para falar a verdade, foram elas que cochicharam êsse segrêdo nos ouvidos do Mendell lá naquela horta do mosteiro onde êle cruzava ervilhas verdes com rugosas e disse que começou a descobrir a genética. E elas sabem que vibrações produzem ondas sonoras que espalhadas no espaço e adentrando ovos vão mexer com certos genes lá dentro. Para que bisturi, então? Mas abêlhas tambem – e não vá contar essa para mais ninguem, hein? – são mais sábias em ciências politicas e divisão em classes sociais que o Karl Max. O regime ideal é a monarquia – ensinam elas – e uma sociedade perpétua só pode existir se tiver escravos e reis. Com prazer elas condenam metade de seus próprios filhos e filhas a serem escravos e eunucos, nunca terão direito a darem à luz a rebentos. E tudo isso se pode conseguir divertindo-se, usando as antenas como as varetas e tocando bateria ao ritmo de samba…

Você acredita mesmo nisso?!

Uma abelha nem mesmo o que se pode chamar de cérebro tem. O bicho de vez em quando vai no favo onde estão seus ovos e começa a vibrar sua antena. Depois de alguns minutos fazendo isso, pára, e vai cuidar da vida. Passa um certo tempo e ela volta, faz a mesma coisa, e se afasta. Para quê?!

Parece que alguem aí ficou biruta;  ou a rainha das abelhas ou os cientistas Jeanne e  Suru… (ou Suryn… ah… é o nome dificil do cara aí em cima…) ?!A rainha ficou biruta, é?

Ultimamente eu tenho ficado embasbacado quanto mais “papers” cientificos leio, principalmente de biologia. Parece que tudo começou com o papa dos ateus, Richard Dawkins, quando êle escreveu o livro “O Gene Egoísta”. Estão emprestando a personalidade emotiva e  inteligente humana a genes, um monticulo de átomos! Agora às abelhas tambem!

Mas o problema é que os cientistas não têm outra alternativa. Êles estão observando fatos e fazendo experimentos testando a veracidade dos fatos. Em seguida se limitam a descrever os resultados. As vibrações produzem sinais bioquimicos que fazem genes se expressarem ou inibirem-se… Êste é o fato, incontestável. Quando pegamos o fato em si, apenas o processo e os objetos envolvidos no evento – genes e antenas – é uma coisa. Descreve-se o que se vê e pronto. Mas agora, quando subimos ao nivel mais amplo do fato, ao nível das ondas vibratórias, de abelhas, de classes sociais – aos quais pertencem aqueles objetos, e os quais determinam o significado existencial do fato… é outra coisa. Êles aqui saem correndo, lavam as mãos como Pilatos e não tentam explicar nada! Não querem nem pensar no assunto. Se perguntar êles respondem resmungando: “Estou fora do laboratório, não misturo lazer com trabalho, aqui não falo do trabalho!”

O sistema social de insetos como abelhas e formigas é muito mais engenhoso e eficiente que qualquer dos sistemas sociais já inventados pelos humanos, pois a civilização dêles baseada no seu sistema de divisão de castas e organização já dura mais de 600 milhões de anos enquanto que tôdas as civilizações que criamos caíram e rápido. Está provado que os melhores administraores de sociedades são os que não tem cérebro. Portanto, o melhor politico é aquêle que não tiver cérebro! Devíamos mesmo extrair fora o cérebro de todos os politicos, ou então enfiar em suas cabeças o pequenino cérebro de formigas,  nossa vida ia ser melhor. Não sou eu quem diz isso, são as abelhas e as formigas.

Mas eu e você não fugimos de uma boa briga. Nós vamos ficar aqui e botar a cabeça para solucionar isso. Diz a lógica pura que a abelha rainha não pode saber ligar o evento do bater da antena com o futuro evento do produto que são abelhas divididas em operárias e pré-rainhas. Mas agora sabe-se que o evento do bater da antena produz o futuro evento da divisão social. E que esta divisão social do trabalho e privilégios produz um novo sistema natural funcional – o sistema social dos insetos. O qual é uma produção de outro sistema natural: o corpo da abelha. Portanto, vibrações = sistema social natural. É preciso muita explicação para se explicar que a origem e organização de um sistema natural se dá por ação de ondas vibratórias? As quais certamente são sinais em código que carregam um comando de instruções? De um sistema existente se reproduzindo com algum grau a a mais de complexidade? A ligação entre o evento do bater da antena e o evento da larva operária ou pré-rainha é feita por um agente que passa por dentro de genes, de antenas, de abelhas, de formigas, e nem genes, nem abelhas, nem formigas sabem bulhufas sôbre isso, muito menos tomariam iniciativas para qualquer comportamento relacionado à atividade dêsse agente. Claro! O comando que produz êsse fenômeno natural é um agente natural que está dentro e por fora de abelhas e da colmeia inteira. Assim como girafas produzem girafinhas sem saber porque e como. DNA, my friend, DNA! Aí moram os deuses! Transmissão genética de sistema a sistema, desde átomos a girafas a sistemas sociais naturais.

Vamos explicar a explicação da qual os cientistas fogem como do capêta. Para tanto, primeiro é preciso observar a fígura abaixo ( clique na figura para ver ampliada):

MatrixDNA e os Ancestrais dos Cromossomas Sexuais

MatrixDNA e os Ancestrais dos Cromossomas Sexuais

Não posso me estender aqui para explicar o que já tem sido explicado no meu website. Já tenho explicado aqui em outro artigo como a organização da sociedade dos insetos é uma exata reprodução da fórmula da Matrix/DNA. Em outro artigo descobrimos que o fato dos machos das abelhas subirem 6 metros para formarem fila, fecundarem a rainha e cairem mortos é exatamente o mesmo mecanismo da fórmula quando o macho “pulsar” se distancia da base onde foi gerado, subindo, emite cometas que fecundam o nucleo galáctico, e morrem ao se transformarem em supernovas. Em outro artigo ainda revelamos a descoberta que as diferentes frequências de um raio de luz original compõem os sete estágios de um ciclo vital e produzem as vibrações com as quais a luz original imprime vida à matéria inerte ( http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1298 ). Todos êstes processos que ocorrem nas profundezas da Natureza são expressados nos sistemas sociais dos insetos porque êstes estão mais próximos evolutivamente daqueles principios naturais que os complexos humanos e suas complexas sociedades.

Vamos então direto à explicação do porque o bater da antena causa a diferença nas larvas dentro dos ovos. O fluxo de informações de um sistema natural tem inicio no turbilhão rotativo da F1 avança normalmente até F4 onde se divide em dois fluxos: um vai constituir F5 e outro continua o circuito esférico para F6, F7, F1, etc. Portanto a esfera pode ser dividida em duas metades, duas meias-faces, sendo uma F1+F2+F3+F4+F1. e a outra, F1+F2+F3+F4+F6+F7+F1, etc. F4 é o elemento “macho” do sistema e F1 é o elemento feminino. O circuito menor contem informações num total a que damos o nome de “Y” e o circuito maior o nome de “X”. O cromossoma X feminino contem e expressa 100% das informações do sistema, enquanto a meia-face Y contem 100% mas expressa apenas 50%, mais fortemente o elemento macho.

Está sub-entendido na fórmula que a face inteira necessita, para se expressar, de 100% das rotações do turbilhão central, enquanto a meia-face apenas 50%. Cada rotação é uma unidade vibratória. Cem rotações produz um cromossoma X, 50 vibrações produz um cromossoma Y. Assim… o mecanismo que diferencia os sexos no sistema biológico é o mesmo mecanismo usado pela Natureza que diferencia abelhas em operárias e pré-rainhas. Elementar… meu caro Watson.

100 batidas de uma antena de abelha produz 100 vibrações que atingem os primeiros 50% de ovos. Suas larvas são estimuladas a prosseguirem até o final de seu desenvolvimento saindo-se como uma pré-rainha, assim como o fluxo de informações na linha de cor azul da fórmula da Matrix/DNA é levado a completar o circuito sistêmico inteiro. A metade das batidas da mesma antena ( ou batida nenhuma, penso eu, porque as ondas vibratórias não devem chegar aos ovos mais distantes, deixando apenas o natural processo que produz duas metades sexuais iguais em qualquer população atuar normalmente), não excita a larva a continuar a se desenvolver mais alem do que já é estrutura suficiente para ela existir, saindo-se pobremente como uma mera operária.

O DNA é a penas a forma evolucionaria provisória da Matrix Universal a qual vem desde os sistemas atômicos se transferindo para organizar nova matéria em sistemas cada vez mais complexos. Já vimos em outros artigos como ela se transfere, como ela se insere nos corpos do sistema e como dirige estes sistemas através das fôrças do meio-ambiente o qual nada mais é que outra forma dela mesma. Eis o agente invisivel que entende de genes, de divisão de funções sistêmicas sociais, de abelhas e de cientistas como o Dr. Jeanne. Em outras palavras, as abelhas obedecem um comportamento instintivo quando batem suas antenas nos favos porque são manipuladas como marionetes pelas fôrças naturais que constituem êsse nosso mundo.

É preciso dizer mais?

Link para o artigo (aconselho a ler, pois é mais uma obra formidável da nossa Ciência com alto teor informativo).

PhysOrg.Com

Rhythmic vibrations guide caste development in social wasps

http://phys.org/news/2011-01-rhythmic-vibrations-social-wasps.html

Obs: Gyne: is the primary reproductive female caste of social insects (especially antswasps, and bees of order Hymenoptera). Gynes are those destined to become queens, whereas female workers are typically sterile and cannot become queens. (Wikipedia)

Epigenética: Nova Ciência de Sistemas em Biologia

sábado, dezembro | 31 | 2011

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Illustration of a DNA molecule that is methylated at the two center cytosines. DNA methylation plays an important role for epigenetic gene regulation in development and disease.

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Artigo inspirado em:

Life Technologies

Working Epigenetic Evolution

http://www.lifetechnologies.com/global/en/home/new-ideas/new-ground/epigenetics.html

(Estado atual da pesquisa: lendo os muitos capitulos, assistindo os vídeos que aparecem quando se clica “people”…)

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Houve um tempo que você era apenas uma célula, uma pequena bolinha. Naquêle tempo eu gostava de brincar com a bolinha, ora fazendo-a de pingpong, outras vêzes gritando-lhe: “Sei que estás aí dentro, sai para fora…”. Depois a bolinha – quer dizer… você – se multiplicou e ficou duas bolinhas coladas, daí as duas se duplicaram e você era apenas quatro bolinhas coladas, iguais. Alguns meses depois você deixou todos os cientistas de queixos caídos, boquiabertos. Cada bolinha se posicionou num lugar e ficou diferente em algum detalhe de tôdas as outras milhões de bolinhas que você era. Cada bolinha se comportava diferente das demais em alguma coisa, por exemplo, a que estava no dedão do pé fazia unhas grandes, e a que estava no dedão da mão fazia unha tambem, porem sempre menores. A que estava interna ao nariz, cheirava, a que estava nas palpebras soltava lágrimas, a outra na ponta da lingua dizia se uma coisa era gostosa ou apimentada demais. Raios!

Raios e raios! Exclamaram os cientistas. Quem ou o que fêz elas se diferenciarem entre si, se a bolinha original era uma só?! O que deu nas células? Resolveram montar um complô? Será isto mais uma teoria da conspiração? Então de repente um cientista estalou o dedo e disse: “Acho que matei a charada! É só fazer um paralelo com a evolução humana. No principio era apenas alguns primitivos, meio-brancos, meio-morenos, no norte da Africa. Então alguns foram imigrando para Europa, outros para Ásia e com o tempo uns ficaram amarelos, outros louros. Mas a cultura, o comportamento da tribo original tambem mudou em cada lugar…” – “Nada disso – gritou outro cientista – Existe uma grande diferença. Os humanos saíram de um ligar e foram para outros continentes que já existia antes dêles. Mas não existia o pé do embrião para a célula ir. As células construiram seus próprios continentes e os fizeram diferenciados. Quer dizer que a diferenciação já estava determinada antes da tribo se dividir.”

- “Muito bem! Apoiado!” – aplaudiram todos. As células construíram seus próprios continentes!

Até hoje cientistas no mundo todo coçam o cocuruto intrigados com êsse mistério e ninguem conseguiu resolvê-lo. Porque nós não temos lembranças do que fizemos nos nossos tempos de bolinhas.

Aqui em casa – quer dizer, na casa da Matrix/DNA – temos nossa própria opinião sôbre a solução para o mistério, porque nós vemos tôda a matéria quando organizada em sistemas com duas faces que se retro-alimentam, o hardware e o software. Quando o Bill Gates fêz o software do Windows, existia o computador ENIAC de dois quarteirões, mas êste não era capaz de executa-lo, então a mente por trás do software fêz um monte de pequenas peças diferenciadas entre si e montou uma coisa chamada micro-computador… Não havia uma placa-mãe estabelecida em algum lugar para um átomo de placa-mãe ir, êles tiveram que construir sua placa-mãe, a qual foi projetada pelo software que foi projetada por uma mente existente fora do mundo dêles. O agente por trás da diferenciação celular deve ter sido o software existente em nossos macacos… oh! não… eu queria dizer: nossos pais. Mas enquanto não provar-mos a Matrix, só temos mais uma teoria.

Depois do Projeto Genoma, que foi um fiasco porque se esperava do mapeamento total do DNA a cura de tôdas as doenças, o pessoal da Biologia começou a acordar para o pensamento sistêmico. Na selva – há 30 anos antes do Projeto Genoma – eu, como filósofo naturalista maluco amante e praticante do pensamento sistêmico, tive a intuição e a cochichei aos mosquitos chupa-chupa que faziam a festa com meu sangue: “O primeiro ser vivo que saiu rastejando na Terra era um sistema completo, uma célula, portanto, quem a criou só pode ter sido um sistema que de alguma maneira estava embutido naquela sôpa primordial. O que vocês acham da minha idéia, senhores mosquitos?” Com a anatomia comparada chamando os dados cientificos para relatarem o que sabiam como testemunhas que foram no evento da origem da vida, obtive informações para desenhar um retrato falado, e aí saí na captura do bandido, quer dizer, do sistema oculto na sôpa. O danado estava no céu… mas mesmo assim eu o peguei!… Ou penso que peguei o bicho certo.

Desde o Genoma a atenção para sistemas em biologia tem aumentado, e criaram uma nova área, a “epigenética.” Esta palavra vem do grego “epi” que quer dizer, além, acima, mais o nome “genética”. Mais ou menos seria algo, um sistema, atuante desde o exterior, acima dos genes.

Eu fico louco da vida com os responsáveis pelo curriculum escolar brasileiro que parecem querer infernizar o cérebro da pobre criança ao invés de ensinar. E fico louco com os conteúdos em português do Wikipedia, além de serem muitos mais resumidos e pobres em explicações que os ingleses, retratam bem os curriculuns. Talvez eu seja o errado, afinal de contas, não tenho um diploma como êles tem. Mas prestem atenção nesta definição em português:

Wikipedia: – ” Epigenética é um termo usado na biologia para se referir a características de organismos unicelulares e multicelulares (como as modificações de cromatina e DNA) que são estáveis ao longo de diversas divisões celulares mas que não envolvem mudanças na sequência de DNA do organismo.[1] Estas mudanças epigenéticas desempenham um importante papel no processo de diferenciação celular, permitindo que as células mantenham características estáveis diferentes apesar de conterem o mesmo material genômico.”

Agora peçam ao aluno responder na prova o que é epigenética… Ou eu sou muito burro ou ninguem entendeu nem aprendeu nada aí…

Namos pedir à Matrix explicar isso, do ponto de vista dela?

Matrix: : O que é DNA? É feito de tijolinhos chamados nucleotideos. Vocês se lembram da aula anterior, o que é nucleotideo? Cada um tem um grupo de átomos chamado “açucar desoxiribose” que fica fixo numa haste que é uma fita longa, e cada “açucar” (êta nome errado para isso!) fica segurando ou um ou dois outros grupos menores de átomos, chamados “bases”, e as bases são de quatro tipos diferentes: citozina, guanina, timina, alanina. Êstes tijolinhos são empilhados, de dois em dois, ou seja, um ao lado de outro, milhões de vêzes. Só isso. O DNA não é nem um bicho de sete cabeças, é essa coisa simples: uma pilha de nucleotideos. Mas o DNA faz milhões de coisas, milhares de proteínas diferentes, tôdas as características do corpo, etc. Como é que uma pilha de tijolos iguais consegue fazer coisas diferentes?! Se uma parede de tijolos fizesse alguma coisa, digamos, soltasse fumaça, ela faria só isso e tôda fumaça teria que ser igual, certo? A parede do quarto do casal vizinho tôda a noite faz o mesmo som, já estou acostumado. Qual o segrêdo do DNA?

O pessoal da biologia diz que a explicação está em que o DNA contem os tijolos agrupados em várias turmas, chamadas “genes”, como as gangs do Morro do Carioca. Mas… (aí é minha vez de coçar o cocuruto) … se os individuos são todos exatamente iguais, como é que as gangs são diferentes entre si? Teriam que serem todas iguais, não é? Então os biólogos completam: “Existe um mecanismo que ora liga ou ativa uns tijolos e mantem outros desativados, em seguida muda, desativando os ativados e ativando os desativados que estavam antes ativ… é o que se chama de “expressào dos genes”. Quando “a” se expressa e “b” não, se produz a proteina “Carlão”; quando “j”se expressa, sai a proteína “”Maricota”. E assim por diante.

Muito bem! Mataram a charada! Palmas…

Mas… se o DNA é apenas uma pilha de tijolos iguais, quem ou o que está apertando os botões dêsse mecanismo? Se não existe mais nada no DNA, apenas milhões de tijolos iguais, como êstes tijolos podem apertar botões diferentes?!

Ora, esta é facil, diriam êles: os tijolos não são iguais. São quatro tipos diferentes. E antes que você grite conclamando seus conhecimentos de aritmética do grupo escolar onde um conjunto de quatro gerando todas as combinaç~ies diferentes possiveis nunca chegaria a 20.000 resultantes proteínas, vamos explicar lembrando que o DNA é uma fita muito longa, se estendida nessa mesa daria 1,80 metros de comprimento. Então êle pode ser dividido em infinitas posições diferentes entre si, e cada posição dá uma função diferente para os tijolos que nela estão.

Muito bem. Mataram a charada outra vez. Palmas…

Mas se o DNA está sempre dentro de um invólucro, e todos os invólucros são iguais, como pode haver posições diferentes?! Acho que aqui já estou fazendo perguntas idiotas, mas como não tenho professor na selva e os livros não respondem minhas perguntas, vou fazendo-as. Deixa-me pensar… Uma estrada. A estrada Belem-Brasilia poderia ser dividida em muitos trechos que seriam diferentes entre si se arrolar-mos a paisagem, pois a paisagem muda de ponto a ponto. Mas o saquinho do cromossoma não foi lembrado por vocês para explicar a diferença entre os trechos do DNA. Eu não sei como são estes saquinhos, imagino que contenham um liquido no qual está mergulhado o DNA. Um liquido como se fôsse um oceano… mas as águas do oceano é sempre H2O em qualquer lugar. A paisagem de uma estrada muda, mas a paisagem dlinha do DNA nunca muda. Então como se poderia dizer que nela existam “posições diferentes”? Ninguem me explica, fico na selva sózinho com essas perguntas de criança escolar na cabeça. Mas a Matrix tem outra explicação:

Não existe um nucleotideo sequer igual a outro. O DNA não é um código. Cada nucleotideo é um “sistema”. Mas cada um tem alguma coisa diferente, que seja apenas uma de suas milhões de partículas, fazendo algo diferente que suas iguais fazem nos outros sistemas. O DNA é uma pilha de sistemas diferenciados entre si. Assim como se fizessemos uma fila de centenas de quilometros se colocassemos todos os sete bilhões de humanos vivos de mãos dadas. Como cada ser humano tem algo seu próprio que o difere dos outros todos, assim são os nucleotideos. Mas essa fila de humanos não seria um código. O DNA não é um código vindo do alem, nem de lugar nenhum. Os nucleotideos são sementes produzidas por uma unica arvore, a galaxia, mas como são lançadas em todas as diferentes direções, aí se tornam diferenciadas.

Lembre-se: A Matrix sugere que o ancestral comum de todos os seres vivos era um astro que existiu sob o ciclo vital e conseguiu tornar o circuito do ciclo vital num sistema quando ligou as duas pontas do circuito. Mas tornou-se um sistema fechado, egoísta, bloqueador da evolução, cometeu o grande pecado antes das nossa origens, que por isso foi chamado “pecado original”, de onde herdamos o nosso “gene egoista”. O Universo “Zeus”acionou a Lei de Clausius, que é o segundo principio da termodinamica, que produz a entropia, a qual traz aos sistemas a degeneração e sua morte. Com a morte a desomposição do corpo. As sementes da vida são isso: os fragmentos da galaxia. O sistema fechado é uma fórmula e essa fórmula na forma de semente é um nucleotideo. O grande pecador foi fragmentado em bilhões de pedaços pequenos-pecadores para se defrontarem e verem o defeito-pecado no outro, e odiar tal defeito, para cada pequeno-pecador não querer o pecado que vê no outro para si. Quando todos os pequenos odiarem todos os pequenos pecados, voltam a ser o grande odiando o grande pecado. Assim, o filho da galaxia fica depurado do defeito do genitor. Simples like that!

O pessoal da biologia não encontra o agente misterioso responsável pela diferenciação celular. Mas acreditam que resolveram o mistério da diferencoação entre os tijolos do DNA, arrolando conceitos como “posições”. Acho que não, que o mistério continua mais profundamente, aplicando-se tambem ao DNA. Não o encontraram porque êle não está na Terra, e sim, no céu… apesar de que a própria Terra é cópia do astro pecador, portanto ela contem o agente misterioso tambem.

Após esta explicação do ponto de vista da Matrix, voltemos a aprender e pesquisar o que é epigenética, pois nós estamos excitados com essa novidade presenteada pelos incansáveis batalhadores que são os biológos e que nos fornecem os dados em que nos baseamos para desenvolver e testar a teoria da Matrix, alem do fato que estamos torcendo para que os biólogos pensem cada vez mais em epigenética, pois ela é o nosso pensamento, o pensamento sistêmico.

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Pesquisa:

1) Wikipedia: DNA methylation stably alters the gene expression pattern in cells such that cells can “remember where they have been” or decrease gene expression; for example, cells programmed to be pancreatic islets during embryonic development remain pancreatic islets throughout the life of the organism without continuing signals telling them that they need to remain islets.

2) … ( a continuar)


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