Arquivo para a ‘origem da Vida’ Categoria
quarta-feira, setembro | 1 | 2010
Artigo publicado no ScienceNews sugere que as esponjas são a base da evolução animal. Porem elas surgiram já com 18.000/30.000 genes! Genes são armazenadores e processadores de informações, portanto não deve existir gene sem informação estocada nêle. Então pergunto: eram informações sôbre o que?
Bem…, pode ser informações sôbre si próprios, ou seja desde que surgiu o primeiro gene até a molécula somar os 18.ooo, o qual seria praticamente o registro da história de milhões ou bilhões de anos da biogênesis mais a história da evolução dos seres unicelulares. E ainda podemos supor que as esponjas descendem de algum tipo de vegetal primitivo, o qual seria a fonte de mais informações.
Mas a Teoria da Matriz está sugerindo outra coisa: são tôdas as informações acima, mais as informações do planeta Terra no papel de LUCA, mais tôdas as informações da Evolução Cosmológica desde o Big Bang.
O artigo tem pontos importantes a serem reestudados quando tiver-mos tempo:
1) O cancer só existe nos seres multicelulares. Não existem naqueles que permaneceram unicelular. Então é preciso focalizar LUCA como “unicelular” e cuja multiplicação era mera auto-reciclagem, para lembrar que o multicelularismo foi uma invenção na Terra. Porem a diferenciação celular indica que a invenção visava apenas ampliar as partes de LUCA para assim permitir a livre produção da complexidade. Talvez as células cancerosas seriam aquelas que resistem à diferenciação? Qual o fator inibidor da diferenciação?
2) Uma intuição inquetante me ocorreu quando lia dois artigos cruzados – êste artigo e o outro sôbre fractais ( vide aqui Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz) . Teremos que pesquisar isto, parece-me muito importante. Pois aqui os pesquisadores dizem:
” Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.”
E numa resposta a um comentário meu no artigo de fractais o autor explica:
” Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.”
Não seria o caso da causa da esponja enfatizar a produção da kinase para unir proteínas entre si e assim resolver o problema da tendência dos átomos em criar espaços vazios entre si?! Pois basta ver uma esponja para “sentir” como a Evolução deve ter-se sentido ao ver e apalpar aquêle corpo que era na época o tôpo da evolução, a sua obra mais aprimorada. Era muito mole, quase informe e sem a consistência necessária para desempenhar as funções que o sistema biológico teria que assumir. Para tanto ela rebuscou nos ancestrais astronomicos todos os elementos e mecanismos que serviram para preencher espa;cos vazios e unir matéria, e trouxe-os todos para a pilha de nucleotídeos que era o DNA da esponja. Foi uma operação de emergência. Necessitando concentração de fôrças e recursos. Por isso a quantia exagerada de 705 genes para produzir o elemento colante, denominado kinase. Depois que estes genes trabalharam e transformaram a esponja na espécie seguinte, menos “esponjosa”, mais consistente, o aparato exagerado reunido na forma de 705 genes deixou de ser necessário, o que os fêz atrofiarem nas espécies seguintes… Então qual o problema dos pesquisadores? O que eles não estão vendo aqui? Seja como for, “ufa!”, esta novidade trouxe farto material novo para expandir nosso entendimento da coisa tôda.
Vamos ao artigo em ScienceNews ?
http://www.sciencenews.org/view/generic/id/61805/title/Sponge_genes_surprise
Sponge genes surprise
Primitive animals have untapped genetic potential
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Scientists have deciphered the genetic makeup of a sponge, shown here living inside a coral, and have found that these primitive animals are surprisingly complex. The common ancestor of all animals may have resembled a certain absorbent, yellow, porous someone who lives in a pineapple under the sea.
The evidence lies in the genes, not the pants.
A complete genetic catalog of the sponge Amphimedon queenslandica suggests that the first animals already had a complex kit of genetic tools at their disposal. Sponges harbor between 18,000 and 30,000 genes — roughly the same number as humans, fruit flies, roundworms and other animals, an international team of researchers reports in the Aug. 5 Nature.
Comparison of the sponge’s genetic blueprints with those of other animals reveals that sponge genes are lined up in the same way as those of other animals. Analyses in the new study also support the idea that sponges form the base of the animal branch of the evolutionary tree, says April Hill, an evolutionary developmental biologist at the University of Richmond in Virginia who was not involved in the work.
“That makes them a pretty important group,” Hill says.
Recently, some scientists had suggested that comb jellies, not sponges, were the first multicellular animals (SN: 4/5/08, p. 214).
Sponges don’t make certain types of organs, such as muscles, nerves and epithelial tissues like skin or gut linings, which help form a barrier to the outside world in more complex animals. Yet proteins that nerve cells use to communicate and connect with each other are among those encoded in sponges’ genes, the researchers say. So are proteins needed for epithelial tissues. Sponges also have some genes that are important in other animals for helping the immune system tell an animal’s own cells apart from foreign cells.
“The thing that really captivates me the most is that so many gene families evolved between the unicellular organisms and the animals,” says Hill. “You see a lot of innovation.”
One thing that really struck researchers, says lead author Mansi Srivastava of the Whitehead Institute in Cambridge, Mass., was that genes shared between humans, sponges and other animals are some of the very genes involved in cancer. “So cancer is really a disease of multicellularity,” she says. “Cancer arises when multicellularity is interfered with.”
Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.
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terça-feira, agosto | 17 | 2010
| Muito se fala da questão das origens da Vida nas o artigo abaixo merece ser copiado aqui por ser bem conciso e completo e realçar excatamente como se encontra o conhecimento atual. Porem compare-se esse conhecimento com a Teoria da Matriz e note-se que esta deveria ser melhor conceituada ( se de alguma maneira fôsse divulgada além dêste obscuro website).
Artigo publicado em: Com Ciência
no site: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=58&id=731 |
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Por Alessandra Pancetti |
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| Em maio deste ano, o cientista e empresário Craig Venter anunciou a criação da primeira célula coordenada a partir de um cromossomo sintético já feita pelo homem. O anúncio de Venter, e a publicação do trabalho na prestigiosa revista científica Science, causaram bastante alvoroço na mídia. Os criadores argumentam que, em pouco tempo, células poderão ser programadas para “trabalhar” em atividades específicas, como a produção de biocombustíveis, a retirada de poluentes da atmosfera ou ainda a produção de vacinas. Segundo o press-release do Craig Venter Institute, a nova célula “é a prova de que os genomas podem ser desenhados em computador, feitos quimicamente no laboratório e transplantados para uma célula recipiente para produzir uma nova célula auto-replicante controlada unicamente pelo genoma sintético”.
Dentro da comunidade científica, as opiniões a respeito do experimento se dividiram. Enquanto alguns pesquisadores criticaram o projeto por ser apenas uma montagem de vários pedaços de DNA e não apresentar nenhuma nova informação científica, outros se mostram entusiasmados pelas possíveis implicações para os estudos de genética e para o desenvolvimento das técnicas em biologia molecular. Entretanto, Venter alega que as implicações do seu trabalho são mais de ordem filosófica do que científica: a geração e produção de vida a partir de informações contidas em um computador e sintetizadores contendo elementos químicos colocaria em questionamento a natureza da própria vida.
Questionamentos filosóficos que se seguem às grandes descobertas científicas não são novidade na história. Há aproximadamente 150 anos, a biologia esteve no cerne de uma grande revolução das ideias e da sociedade. Na metade do século XIX, a teoria de Charles Darwin sobre a origem das espécies causou um grande abalo na sociedade da época, e o seu impacto continuou reverberando conforme as implicações da teoria da evolução foram sendo absorvidas pela sociedade vitoriana. Fábio de Melo Sene, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, explica que a ideia da evolução darwiniana é considerada uma das três ideias que mais afetaram filosoficamente a humanidade, sendo a teoria de Copérnico, do universo heliocêntrico, e de Freud, sobre o inconsciente, as outras duas. “Os impactos foram enormes, especialmente após 1871, quando ele (Darwin) publicou o livro A descendência do homem e a seleção em relação ao sexo e estendeu à espécie humana os conceitos expressos em A origem das espécies, publicado doze anos antes, em 1859”, diz.
Segundo Sene, do ponto de vista científico, a questão da origem das espécies estava em grande discussão desde o final do século XVIII, porque para muitos pesquisadores da época, as evidências apontavam contra o fixismo das espécies – que era a ideia, até então vigente, de que as espécies surgiram e sempre permaneceram da mesma forma, sem nenhuma mutação. Os pesquisadores perceberam que o fixismo não conseguia explicar a variação geográfica detectada nas diversas populações das espécies ao longo da sua distribuição territorial. O professor da USP explica que a proposta inovadora de Charles Darwin foi sugerir um mecanismo para a mudança nas populações, o da seleção. A ideia de seleção não era desconhecida, pois os cultivadores de plantas e animais, já naquela época, selecionavam os indivíduos com características desejadas para cruzamento ou propagação. Em comparação a essa seleção feita pelo homem – portanto, artificial –, Darwin chamou o processo que ocorre na natureza de seleção natural.
As implicações de uma evolução da vida segundo a qual a origem do homem se equipara à dos demais seres vivos, ao invés de ter sido especialmente criado, foi um golpe que Freud, mais tarde, compararia à descida – ou destruição – de um dos pedestais em que o homem havia, ingenuamente, se colocado. Para Sene, da USP, na época de Darwin, apoiar sua teoria era politicamente perigoso, o que gerou certo radicalismo. “Havia os que se posicionavam a favor de forma irrestrita (poucos) e os que se posicionavam contra (a maioria) de forma até fanática, tentando achar eventuais pontos falhos para tentar derrubá-la”, conta. Grande parte dos detratores criticava o fato de ser desconhecida a forma como a variação era gerada nas populações e como essa variação era transferida de uma geração para a outra. “O não esclarecimento dessa questão fez com que a teoria ficasse no ‘esquecimento’ por 50 anos, de 1880 a 1930”, explica Sene, pois ela só foi sendo resolvida ao longo dos anos, com o desenvolvimento da genética.
A genética, um ramo ciência com aproximadamente 100 anos, pode ser considerada relativamente jovem quando comparada com outras disciplinas da biologia, como a botânica ou a fisiologia. Gregor Mendel, monge e cientista austríaco considerado o “pai da genética”, publicou seu famoso artigo contendo as bases matemáticas da hereditariedade em 1866. Mendel é famoso atualmente, mas permaneceu obscuro no período após essa publicação, pois seu trabalho não teve muita repercussão na comunidade científica da época. Assim, embora contemporâneo de Darwin, as conexões entre os seus trabalhos não foram esclarecidas por muitos anos. O artigo de Mendel sobre a hereditariedade foi redescoberto em 1900, mas apenas em meados de 1930 ele foi correlacionado com a teoria da evolução de Darwin. Isso porque, por um tempo, os cientistas acreditaram que a mutação gênica (teoria mutacionista), e não a seleção natural (teoria selecionista), fosse responsável pela variação genética. “A junção da teoria mutacionista com a teoria selecionista, ao redor de 1930, foi denominada teoria sintética ou síntese moderna ou ainda neodarwinismo, e só ocorreu quando foram postulados os princípios matemáticos que estenderam as ideias de Mendel para as populações de organismos de reprodução sexuada, dando origem a uma área da genética chamada genética de populações”, explica Sene.
As descobertas e os experimentos de toda uma geração de cientistas foram adicionando dados e tornando basilares os trabalhos pioneiros de Mendel e Darwin, além de incorporar a contribuição de vários cientistas contemporâneos a eles. Uma série de outros estudos que se sucederam, como, por exemplo, os que determinaram a existência de células somáticas e germinativas, ou a descrição dos cromossomos, foram de importância fundamental para o entendimento dos mecanismos de herança genética. Embora todos os estudos científicos tenham sempre corroborado de forma irrefutável a teoria da evolução, ela ainda enfrenta resistência em algumas instâncias – e aí, talvez precisemos retornar a Freud, novamente, para tentar compreender o quão profundo foi o abalo que tais ideias surtiram na psique humana.
Em seu ensaio “Podemos completar a revolução de Darwin?”, o famoso paleontólogo e escritor Stephen Jay Gould diz que, conhecida e ensinada por tantos anos, a teoria evolucionista é, entretanto, pouco compreendida por uma grande parcela das pessoas. Para Gould, a necessidade de preservar um lugar privilegiado na criação e, acima de tudo, de atribuir um “propósito” para esta, proporcionaram a proliferação de ideias que maquiam a teoria evolucionista e prejudicam seu entendimento. Gould acredita que todos os mal entendidos que foram surgindo em relação ao evolucionismo refletem a angústia que suas implicações parecem gerar. “Os humanos não são o resultado final de um progresso evolucionário previsível, mas sim uma reminiscência cósmica fortuita, um pequenino galho na enorme árvore da vida, o qual, se replantado da semente, muito provavelmente não cresceria novamente, e talvez não cresceria galho nenhum com qualquer propriedade que nós pudéssemos chamar de consciência”, sentencia.
A criação da vida
Ainda que revolucionária em sua essência, a teoria de Darwin se ocupou da evolução da vida, nunca de sua criação. Mas, desde a Antiguidade, a questão da criação da vida na Terra tem intrigado um grande número de filósofos e cientistas. As primeiras ideias apontavam para a criação espontânea a partir da matéria inanimada, ou abiogênese, e um dos seus proponentes foi Aristóteles, ainda na Grécia antiga. A hipótese da geração espontânea ganhou força e se enfraqueceu algumas vezes ao longo do tempo, conforme os cientistas conseguiam ou não explicar o “aparecimento” de vida.
No século XVII, o cientista Francisco Redi fez um experimento para provar que o crescimento de moscas e larvas de insetos a partir de carne em putrefação não se dava de forma espontânea, reforçando a ideia de que toda vida provem de uma vida já existente. Mas a discussão foi retomada novamente no século XVIII, com a invenção do microscópio e a descoberta da vida invisível a olho nu. Somente após uma série de famosos experimentos realizados por Louis Pasteur em 1862, provando que o crescimento microbiano acontecia apenas quando o meio de cultura previamente esterilizado entrava em contato com o ar, a noção de geração espontânea foi definitivamente abandonada.
Com a descoberta de Pasteur e com a posterior aceitação da teoria da evolução das espécies de Darwin, a comunidade científica passou a elaborar novas hipóteses para explicar a criação da vida na Terra. Mas foi apenas em 1924 que o russo Aleksandr Oparin publicou a primeira teoria moderna para resolver essa questão, contida em seu livro A origem da vida. Para Oparin, o ambiente existente na Terra nos primórdios da vida era diferente daquele que encontramos hoje. Isso é condizente com a teoria de Darwin, uma vez que a evolução dos seres vivos é um reflexo da seleção natural, exercida na interação dos organismos com o meio ambiente, e diferentes formas de vida surgiram e desapareceram do planeta até chegarmos às espécies existentes hoje – uma prova disso são os registros fósseis.
Em 1953, os pesquisadores Stanley Miller e Harold Urey realizaram em laboratório experimentos baseados na teoria de Oparin, em que uma mistura de elementos químicos básicos foi submetida a raios ultravioleta e descargas elétricas – condições que procuravam a simular o ambiente da Terra primitiva. Após certo tempo, os pesquisadores detectaram a presença de alguns aminoácidos naquela “sopa primordial”. Posteriormente, outros pesquisadores conseguiram comprovar em laboratório a formação de bases nitrogenadas, essenciais para a formação dos ácidos nucléicos (DNA e RNA), e a formação de polímeros, essenciais na produção de proteínas.
Apesar de sugerir a formação de moléculas essenciais para a vida no ambiente terrestre primitivo, a teoria de Oparin deixa ainda alguns aspectos sem explicação. As proteínas e os ácidos nucléicos, componentes do material genético, são indispensáveis para a vida dos organismos. Mas sua produção inicial, ao acaso, a partir de uma mistura de elementos químicos, não explica sua manutenção e perpetuação. Afinal, proteínas são perpetuadas quando sua informação está preservada no material genético, e este, por sua vez, é produzido pela ação de proteínas. “A primeira forma de vida ‘envelopou’ e organizou minimamente uma molécula com características de material herdável (provavelmente RNA) e com características catalíticas, para realizar reações metabólicas muito simples”, acredita o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Carlos Frederico Martins Menck. As atividades catalíticas são importantes para algumas reações indispensáveis para a manutenção da vida. No caso de uma molécula primordial, as reações metabólicas simples deveriam gerar a replicação do material herdável e garantir o suprimento necessário para essa replicação.
Embora essas ideias estejam de acordo com a proposta de Oparin, Menck acredita que essa evolução inicial pode não ter acontecido aqui no nosso planeta. Para o professor da USP, do período em que a vida se iniciou, com o surgimento e evolução da célula de RNA, até o aparecimento das complexas células de DNA, onde o RNA existe em funções intermediárias, o tempo é muito curto, em termos de evolução. Como os seres vivos são muito semelhantes, uma vez que todos carregam o material genético no DNA, utilizando RNA e proteínas para o metabolismo, sabemos que somos descendentes de um mesmo processo – temos uma origem comum. Ou seja, nesse caso, as células de RNA devem ter sido extintas pela competição com as células de DNA, nossas ancestrais. Mas o tempo curto em que esse processo teria ocorrido faz com que isso seja improvável, e não parecem existir descendentes das células de RNA. Também é improvável que as primeiras células já tivessem surgido diretamente na complexidade e organização atual. Assim, alguns cientistas acreditam que as primeiras células de DNA tenham sido trazidas por meteoros que colidiram com a Terra. Ou seja, as células de RNA, ou “o Mundo de RNA”, como é conhecida essa hipótese, teria existido apenas em outro planeta, assim como essa primeira fase na evolução da vida.
A ideia de que o surgimento da vida na Terra se deu através da chegada de microrganismos em meteoros, vindos de outras partes do Universo, não é recente. Essa teoria, denominada Panspermia Cósmica, é datada da Antiguidade e foi retomada no século XIX por uma série de cientistas e, no início do século XX, pelo famoso físico e químico Svante Arrhenius. As maiores objeções a essa noção estão relacionadas à difícil sobrevivência desses organismos no ambiente inóspito do espaço, em especial à radiação e ao aquecimento. Entretanto, a descoberta de microrganismos em meteoritos, como os provindos de Marte, sugere que talvez tenha sido possível. Atualmente, uma disciplina da ciência denominada astrobiologia promove estudos em laboratório em que se procura replicar as condições ambientais de diversas regiões do espaço, assim como as da Terra primitiva, na tentativa de responder, entre outras coisas, como se deu a criação da vida.
A nova criação
No cenário atual, embora muitas das questões envolvendo a criação da vida se encontrem ainda em aberto, as provas da evolução são incontestáveis. E é dentro dessa perspectiva que o experimento do DNA sintético proposto pelo grupo de Craig Venter busca encontrar seu lugar na história das ciências biológicas. Como observa o correspondente Ian Sample, do jornal britânico The Guardian, “cientistas criaram a primeira forma de vida sintética do mundo, em experimento que é o marco que pavimenta o caminho para o design de organismos que são construídos, ao invés de evoluir”.
Carlos Menck, da USP, explica que a ideia da criação da célula sintética existe há pelo menos 15 anos, e foi concebida pelo próprio Craig Venter. Menck diz que os objetivos iniciais eram desenhar em computador a sequência genômica básica e mínima para sustentar a vida e, utilizando-se uma série de tecnologias químicas e biológicas, fazer a molécula final. “Ele fez algo muito parecido com uma bactéria atual, que tem as características mínimas e básicas que ele queria no início”, diz. Existe o risco de as pessoas acreditarem que a equipe de Venter criou vida em laboratório, o que não foi feito. Na verdade, o grupo montou in vitro o DNA de uma bactéria e substituiu o DNA de outra. Dessa forma, quando o DNA da célula hospedeira foi retirado, ela passou a obedecer aos comandos do DNA novo, sintético.
Como o caso gerou grande repercussão na mídia, alguns pesquisadores ficaram temerosos que especulações infundadas sobre a criação de vida no laboratório gerassem um efeito negativo. Entretanto, para Menck, a perspectiva para a vida sintética é “evoluir” a bactéria na tentativa de ampliar as características do organismo. Mas a produção de organismos que possam ter atividades benéficas para o homem ainda não é assim tão simples. O professor da USP cita, por exemplo, a capacidade de sequestro de gás carbônico (CO2) da atmosfera, que é uma das metas do grupo de Venter. “Eu não vejo ainda vantagens nesse sistema em relação à biologia molecular já realizada. Pode ser mais rápido, mas como ainda não conhecemos as interações entre todas as vias metabólicas, ele deverá ter problemas”, completa.
Quaisquer que sejam os próximos passos no campo do DNA sintético, após 15 anos, essa área está apenas começando. Ela trabalha a partir da imagem e semelhança de alguma forma de vida que começou a existir há alguns bilhões de anos neste planeta. Os passos dessa evolução são impossíveis de se prever. Mas a expectativa é que o projeto de Venter continue a produzir resultados importantes para o desenvolvimento da engenharia genética e para a compreensão de vias metabólicas importantes, ainda desconhecidas. A partir da descoberta do material genético e do avanço da biologia molecular, importantes ferramentas foram e continuam sendo geradas, as quais ampliaram as investigações nas mais diversas áreas da biologia, dos estudos da variabilidade de populações às pesquisas com células-tronco. Agora, nos resta aguardar o desenrolar dessa história. |
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quarta-feira, julho | 14 | 2010
 Synthetic Biology
Fonte: http://www.raeng.org.uk/news/publications/list/reports/Synthetic_biology.pdf
Estou fazendo das tripas coração tentando ter o tempo para ler as 200 páginas do debate ocorrido recentemente no Govêrno Americano, onde Craig Venter dá importante e esclarecedor depoimento, mais exatamente no
Committee on Energy and Commerce
“Effects of Developments in Synthetic Genomics”
May 27, 2010, Statement of Rep. Henry A. Waxman
Chairman, (vide em pdf)
e no meio me surge o seguinte pensamento:
Fabricar DNA no laboratório significa acrescentar mais alternativas às já realizadas pela Matriz que fêz isso com o intuito de exorcisar de si o gene egoista. Ela usou um método que para explica-lo podemos fazer a analogia com um macaco atrapalhado com um côco querendo comer todo o saboroso miolo branco. Quando o macaco quer obter todo o miolo branco do côco êle tem que quebrar a casca no maior numero de pedaços possivel. Se êle quebra-lo apenas em dois pedaços, vai ser muito dificil obter as partes do miolo que ficam nas curvas do fundo. Já tendo pequenos pedaços onde as curvas e fundos desaparecem, é certeza que o macaco vai conseguir retirar tudo e com maior facilidade em menos tempo. Pois a Matriz tinha como que um côco representando o caráter duro, inflexível e fechado, do gene egoista. Para limpar-se dessa peste ela se fragmentou em seus menores bits informação, em todas suas unidades de informação, de maneira que – se der-mos um valor de 100% ao gene egoista e supormos que a Matriz se quebrou em 100 pedaços – significa que cada pedaço-bit contem 1% do gene egoista que é diferente de todos os outros 99 bits. Pondo estes 100 diferentes tipos de DNA a se confrontarem em seu egoismo e num meio caótico como o é a biosfera terrestre, impondo sofrimento a todos, espera a Matriz depurar a todos levando-os a se limparem por si mesmos. Depois é só recompor o DNA ajuntando todos os 100 pedaços limpos que teremos a Matriz novamente retornada ao seu estado puro como era quando fazia parte do criador deste universo.
Então o que Mr. Craig Venter e a biologia sintética está procurando fazer é obter novos diferenciados bits que a Matriz nunca fêz aqui. Assim de chôfre somos levados a pensar:
- “Não pode! Não devemos fazer isto! Podemos atrapalhar todo o plano da Matriz, e certamente vamos fazê-lo, pois quem vai construir os novos bits são os homens, os quais são portadores do gene egoísta e vão fazê-lo buscando atenderem seus propósitos egoístas. Em outras palavras, quem está fazendo isto é o gene egoista, um ardil dêle para se livrar do castigo pelo pecado original e reconstruir aqui na Terra o seu falso paraiso na forma do circuíto da serpente.”
Mas a gente não pode tomar decisão em cima de uma primeira impressão sem analizar bem a coisa antes trazendo outros aspectos à questão. Nós descobrimos que existe o gene egoísta, nós desmascaramos o demonio em nosso interior, e parece-me não ser de nossa índole fazer pacto com o demônio. Em outras palavras nós o queremos fora de nós, queremos exorcizá-lo de nós. Não sei se posso falar pela maioria dos humanos, ao menos eu quero isso, e vejo que gente que não é nada santo, como o ateu Richard Dawkins, com vontade de declarar guerra ao demonio, ao gene egoísta. Portanto, não estamos dominados pelo demonio e sim nos predispondo a unir forças com a Matriz pura do criador.
Os seres humanos tem sofrido muito devido suas fragilidades e ao ambiente caótico. Tem sido uma verdadeira carnificna e campo de tortura para a maioria. Será necessário tanta impiedade para com um fora-da-lei? O fato é que o mundo pensa que sim, a carnificina é fato e está aí para todo mundo ver. Mas temos que lembrar que o criador do Universo ainda não é o Deus dos religiosos, êle não é mágico, e sim natural como nós, apenas muito mais consciente e poderoso. Mas seu poder não pode evitar que seus filhos-herdeiros sejam castigados na prisão em que caíram por vontade própria. Então, se tiver-mos condições de fabricar porções da Matriz Biológica que minimize os castigos, estaremos fazendo a vontade do criador que sofre vendo o sofrimento de seus filhos e estaremos gerando benefícios para nós. Basta fazer os genomas certos que se encaixem onde os pontos de caoticidade da biosfera sejam mais extremos, para ameniza-la e dirigir o ambiente para o estado de ordem o mais rápido possível.
“- Um momento! Êste estado de ordem ( para os humanos desconhecedores da Causa da Grande Queda – o falso Paraíso do Éden), que os humanos tem em mente é a reconstrução do falso paraíso. É o Admirável Mundo Novo sob a tutela da Grande Mãe Eva, uma feliz criação para acomodar o corpo carnal e dar-lhe tôdas as satisfações, todos os prazeres, mas significa o interrompimento da gestação da auto-consciência dentro do nosso ôvo-cabeça. Um paraíso que visa eternizar a estupidez, fechando as portas à evolução até que o Universo tenha que intervir novamente impondo nova Grande Queda.”
Ora, acho que não iremos por este caminho, se tivermos tempo de levar, senão a todos, ao menos à maioria, o conhecimento da Matriz que desmascara o demônio. Temos a oportunidade de criar um ambiente terrestre mais amigável ao ser humano, ao planeta, ao Cosmos como um todo, ao mesmo tampo que mantemos livre e evoluindo a nossa auto-consciência. Para realizar isto necessitamos sim, fabricar os acêrtos que substituam os acidentes e êrros do caos ou preencham as lacunas dos recursos necessitados.
Enfim, nosso destino depende de que
”a velocidade do desenvolvimento tecnológico para fabricar novas espécies de vida microbinana deve ser menor que a velocidade do ensinamento sôbre a Matriz para todos os povos.”
Assim, quem estará por trás e dirigindo todo o processo será a Matriz pura do criador e não a Matriz viciada do gene egoísta.
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sábado, julho | 10 | 2010
 Synthetic Biology
Fonte: http://scicollege.net/archives/120
Veja artigo no Guardian.co.uk
http://www.guardian.co.uk/science/2010/may/20/craig-venter-synthetic-life-form
Craig Venter creates synthetic life form
Grande marco na história da Ciência e gigantesco passo para a Humanidade!
Na minha opinião, o que Venter fêz foi pular o capitulo iniciado teóricamente por Oparin e experimentado por Mulley/Urey que consiste na busca da redução da atmosfera e condições terrestres ao nível do que era a 4 bilhões de anos atrás para ver se da matéria abíotica obtem-se os componentes básicos da Vida. Esta pesquisa está meio abandonada porque tudo o que produz não dá os passos seguintes sózinho, ou seja, os aminoácidos surgidos na experiência de Urey ficam inertes e não se ligam em polímeros para formar o próximo passo, que seria as proteínas. Alem disso os aminoácidos de Urey não são os aminoácidos usados pela Vida. Então Craig preferiu observar um genoma pronto e copia-lo, pegamdo átomos, combina-los na forma de aminoácidos e outros componentes, etc. Inserindo isso numa bactéria ela se reproduziu passando o genoma sintético de Craig para os filhos, os quais agora devem ser filhos da mãe bactéria e do pai Craig. Estes filhos terão outros filhos indefinidamente, portanto uma nova espécie surgiu na Terra, carregando um sinal de Caim na testa, que são as quatro marcas d’àgua no genoma. Fantástico! Mas…
A maioria dos ateus e críticos das religiões vieram correndo à midia perguntando: “E como fica o criacionismo agora? Hein?”
No meu caso me perguntei imediatamente: “E como fica a Teoria da Matriz/DNA Universal agora”? Hein? Será que chegou a hora de por tudo no lixo e retirar-me de cena?”
Claro que êste evento vai me obrigar a reestudar a Teoria e compara-la com a nova situação. Mas já de antemão parece-me que a teoria não sofre nenhum abalo, ao contrário, parece que ela sai do episódio mais reforçada. Ela sugere que os átomos na superficie da Terra estão acessíveis a serem penetrados pelos fótons que vem da energia solar, que tais fótons são bits-informação de LUCA. O objetivo supremo dos fótons-genes é reproduzir o sistema de onde vieram, assim como se os chineses imigrantes em New York, tivessem dinheiro e material suficiente, criariam um bairro para morar reproduzindo o ambiente da China, na medida que permitisse os materiais e condições de New York. Ora, Craig Venter usou átomos da superfície terrestre, que contem imigrantes vindo de LUCA – o qual é a própria Terra mais o Sol formando um proto-sistema. O que êle fêz foi apenas substituir o grande meio ambiente – que é produzido por LUCA, assim como nós produzimos tôda a medicina no acompanhamento da gestante e depois a sala do parto. Craig fêz em 10 anos o trabalho que a Natureza demorou bilhões de anos para fazer no período ultimo da biogêneses, quando ela já tinha feito os ingredientes.
Mas acho que poderíamos pregar uma peça no Craig, da mesma forma que Louis Pasteur pegou de jeito os defensores da teoria da geração espontânea. Pasteur esterilizou e lacrou herméticamente os frascos contendo a matéria que diziam gerar formas de vida como micróbios. Não foi gerado nada, provando que os principios vitais vinham pelo ar ou algo mais. Da mesma forma poderíamos tentar colher átomos de uma certa região profunda da Terra, que não têve contacto nem êles nem seus vizinhos, com a energia solar mas que também não foram de alguma forma alcançados pelas substâncias que sobem desde o nucleo do planeta. Na nossa linguagem da Matriz seriam átomos estéreis, os principios vitais vem de algo mais. Daríamos estes átomos a Craig e pediria para ele repetir a experiência . Se a Teoria da Matriz/DNA Universal estiver correta, êle jamais conseguiria copiar o genoma. Teria o mesmo problema dos pesquisadores no laboratório que tentam acrescentar pedaços de polímeros ou proteínas às pequenas moléculas que se formam na Natureza e que deveriam evoluir para RNA ou DNA mas ao invés disso, quando chegam a certo ponto, suas duas pontas se atraem, se curvam e se conectam formando uma anel fechado para sempre. Porque? Porque átomos simples tem suas próprias fôrças de atração que os leva deterministicamente a se conectarem a átomos específicos tambem simples e constituirem arranjos que resultam em rochas, àgua, coisas inorgânicas. Mas os átomos usados por Venter são especiais, eles contem o principio vital. Nós teríamos fechado o frasco, provando que a matéria de Craig é estéril. Daria Pasteur na cabeça!
No entanto, vamos continuar analizando isso tudo, é muito recente para conclusões definitivas.
Abraços,
Louis Morelli
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sexta-feira, julho | 9 | 2010
Veja artigo completo em: http://cienciadiaria.com.br
E veja a seguir a versão da Matriz
Um trabalho desenvolvido por cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia, EUA, mostra que pequenas moléculas poderiam ter agido como “parteiras moleculares” para ajudar na construção de blocos de longas cadeias de material genético, bem como auxiliado na seleção de pares de bases da dupla hélice do DNA. Para os pesquisadores, há evidências de que, antes de haver enzimas de proteínas para a produção de ambos, pequenas moléculas presentes na Terra pré-biótica (anterior ao surgimento da vida no planeta) teriam ajudado na formação destes polímeros ao promoverem sua automontagem
Durante os experimentos, os cientistas observaram que a molécula de etídio pode auxiliar oligonucleotídeos (curtos fragmentos de uma cadeia simples de DNA ou RNA) na formação de polímeros. Um dos maiores desafios para a obtenção de um polímero é que, enquanto ele cresce, suas pontas começam a reagir umas com as outras em vez de formar cadeias longas – problema que é conhecido como ciclização. Mas, ao usar uma molécula que se liga entre pares de base vizinhas de DNA (conhecida como intercaladora), é possível formar peças curtas de DNA e RNA de forma a facilitar a criação de moléculas maiores. Agora, os pesquisadores buscam a verdadeira identidade desta molécula “mãe de todas”, responsável pela formação dos primeiros polímeros genéticos da Terra. A molécula altruísta que deu o primeiro passo no desencadeamento do complexo e explosivo surgimento da vida.
Primeira Versão da Matriz
Êste tema revela como foi árdua a luta da Natureza para recuperar os descendentes de LUCA aqui na Terra para a evolução, para corrigi-los do vício que levou seus ancestrais celestes a cometerem o pecado original. Uma batalha a nível de moléculas onde os agentes da Natureza tiveram que invadir muralhas cerradas de fortalezas onde se encerraram os descendentes viciados e trazê-los para fora onde os agentes esperavam-nos de mãos estendidas para formarem uma nova e mais ampla sociedade.
Vamos analizar o fenômeno friamente, sem impregná-lo com nossas místicas. Se entendo direito o que o texto diz, estamos observando o passado, antes das origens da vida, e vemos um grupo de átomos conectados formando como uma fita e sabemos que aquela molécula é parte inicial de uma grande fita que se comporia mais tarde e se chamaria RNA ou DNA. Porém, ainda pequena a fita muda de destino, suas pontas se ligam e formam um anel. Adeus RNA, não foi dessa vez. Mas observamos outro grupo menor ainda - que fatalmente iria curvar suas pontas e fechar-se – porém acontece algo estranho: aparece por perto um grupo pequeno de átomos conhecido como molécula de etílico que se agarra numa das pontas da pequena molécula evitando que se curve e feche, e traz outros átomos ligando-os naquela ponta. Parece que a ponta sofreu alguma mudança pois agora ela não se atrai mais pela outra ponta, e assim continua sendo agregado átomos a ela. Dessa forma um dia chegou-se a obter uma molécula completa de RNA e daqui a Vida apareceu. Por sua vez, a molécula de etilico com sua missão cumprida, desaparece quietinha da cena, não espera os repórteres, a televisão, a recompensa do govêrno, a fama de heroína, e vai anônima procurar outra molécula-bebê a quem ajudar a crescer…
Pô… mas estamos falando de átomos, uma gang ou turminha de átomos! Átomos são conjuntos de partículas, êles não tem propósitos, êles não movem uma palha a não ser quando estão carentes de energia e procuram comida na forma de um elétron na camada superficial de outros átomos. Se tem um grupo dêles agindo diferente, com comportamentos anormais, e ainda mais com propósito de ajudar, ser babá de bebês, parteiros, está claro que não sabem o que fazem nem porque fazem aquilo. Deve existir alguma ou algumas fôrças, dentro ou fora dêles, com mais poder que a fôrça natural dêles, dirigindo-os. Ou isso ou então nos despimos do avental de cientista, mandamos a Ciência ir plantar batatas porque o mundo não é lógico.
Eu penso que sómente a existência de sistemas pode explicar essas fôrças. É a unica coisa que conhecemos e sabemos comprovadamente que pode atuar na matéria sem nos ser visível. Um árabe que deveria estar trabalhando e procurando namorada de repente se enche de bomba e se mata. Um comportamento ilógico que veio de fora dêle: um sistema invisivel conhecido por religião islãmica ( ou ao menos um sistema ideológico de terroristas). Sistemas hierarquicamente maiores ou superiores em complexidade atuam sôbre sistemas menores externos ou sôbre seus sub-sistemas ou ainda, a essência de um sistema, aquilo que lhe dá sua identidade, que é o excesso de informação além da soma de informações de tôdas suas partes, atua sôbre suas próprias partes. Este excesso de informação que não está em nenhuma das partes, que resulta das experiências das interações entre as partes é a mente invisível do sistema. Assim como no homem existe uma entidade, que é abstrata, intocável, chamada mente, que é diferente do corpo que a produz, é diferente de todas as partes do corpo, mas tem poder de dirigir o corpo para onde ela decida. Átomos por si só não são heróis nem altruístas. Ponha bilhões de átomos conectados e eles formam uma pedra, que não move uma palha, porque pedras sôltas são pedaços desconectados de um sistema.
Mas qual então o sistema que existe naquela área, naquela sôpa de lama, conduzindo um grupo de átomos a comportamentos anormais? Ninguém vai procurar porque ali não se vê sistema nenhum, todo mundo jura que não existe sistema ali.
Como resultado, somos tentado a ver grupinhos de átomos como se fossem entidades pensantes, com propósitos! Está na moda dizer que genes tem propósitos, que tem conhecimento do futuro, pois êste outro amontoado de átomos possue o propósito supremo de se perpetuar! Parou-se totalmente de buscar fôrças externas aos átomos, conferiu-se personalidade a êles. Perdemos o juízo! Rindo de nós ficaram os religiosos, pois êles acreditam que sabem de onde vem as fôrças: Deus.
Existe um sistema completo, muito grande, descomunal mesmo, dentro de uma massa informe de células muito minuscula. Me refiro ao código genético dentro de uma mórula no meio da sôpa amniótica de onde vai se desenvolver um ser humano. O ser humano é o sistema que está dirigindo o comportamento de átomos dentro daquela sôpa. Êle foi transfigurado, decodificado, e colocado como uma molécula composta por átomos dentro da massa amôrfa. Então se temos uma solução comprovada aqui na Terra, porque emitir carteira de identidade para moléculas ou rebaixar Deus das alturas para vir aqui e ficar mexendo com lama? Porque não procurar um sistema maior fora da sôpa?!
Foi a conclusão que cheguei no Amazonas. Quando estava agachado revirando lama do pantâno, pensando no sistema, me acendeu essa luzinha, pensei nisso, deixei a lama e levantei os olhos, sondando os arredores, arriscando um olhar inquiridor para os céus… Nunca mais voltei à lama a procurar as respostas para as origens da vida. Com certeza não estavam lá, assim como meu pai e minha mãe não estavam em pessoa dentro do ovinho de meus primeiros dias.
Então… se brigo por essa idéia, tenho agora que, pelo menos, sugerir onde está e quem é o misterioso sistema.
Quando o texto científico diz “Um dos maiores desafios para a obtenção de um polímero é que, enquanto ele cresce, suas pontas começam a reagir umas com as outras em vez de formar cadeias longas – problema que é conhecido como ciclização.”, podemos entender isto na linguagem da Matriz. Antes recorde que “polimero” são átomos reunidos conectados formando uma fita, como se fôsse uma minhoca e êles se uniram porque a energia do Sol e substâncias do núcleo da Terra inoculam nos átomos partículas de luz chamadas fotons, as quais são unidades de informação do “DNA/Matriz” de LUCA. Êstes fótons tentam criar um corpo para encarnarem-se como software, assim como nós tentamos fazer um hardware de computador mais avançado para operar o ultimo software mais desenvolvido que os anteriores. Os fótons agem como agentes subversivos de um regime estrangeiro sôbre as partículas dos átomos conduzindo-os a se conectarem de nova maneira. Mas fótons de LUCA herdaram o supremo egoismo de LUCA e assim que tenham alinhado átomos suficientes tentam unir as duas pontas da minhoca para transforma-la num anel.
Benzeno, um composto cíclico simples

O mais primitivo anel quimico foi o Benzeno, descoberto por Kekulée quando viajava numa carruagem e começou a dormir mas assim como os solavancos da carruagem faziam seu corpo dançar êle sonhou com átomos dançando e formando rodas de cirandas. De repente êle gritou para o cocheiro parar, saiu da carruagem, levantou os braços para os céus e gritou para o mundo: “Descobrí o Benzeno!” . E deu um tapa carinhoso no traseiro do cavalo dizendo “obrigado amigão, seu trotar valeu, quando chegar-mos você vai ter alfafa da melhor à vontade e uma semana de férias!”
Formando o anel os genes de LUCA fecham o sistema, se recolhem para dentro dêle como a tartaruga faz recolhendo-se dentro da casca e preparam-se para viver eternamente seu paraíso termodinâmico. Porém a Natureza não quer isso, ela tem uma missão muito maior a alcançar que ser apenas bolinhas duras por aí ou esferas no céu, por isso ela tem que abrir aquelas pontas para agregar mais átomos que serão necessários para montar sistemas mais complexos e deixá-los abertos para evoluírem. Quando ela rompe um anel isto é chamado pelos químicos de “ciclização”e veja um exemplo:
Ring opening metathesis polymerisation
Veja os detalhes em Wikipedia. Estás vendo como um anel fechado, quando envolvido numa substância catalizadora num laboratório, torna-se uma linha aberta como uma minhoca? Agora vejamos um exemplo contrário, quando uma cadeia de átomos na forma de linha - ou sistema aberto – faz suas pontas reagirem-se e colarem-se formando um anel, sistema fechado:

Dieckmann condensation
No experimento dos cientistas o agente da Natureza para corrigir os herdeiros de LUCA foi a molécula de etídio, a qual estaria no lugar da base –ROH acima. Acho que êste exemplo não é bem apropriado, mas nesta pressa não posso procurar outro (se você tiver tempo tens a missão de ajudar-me e aproveitar para aprender por si mesmo(a)). Pois como o texto diz: “… pequenas moléculas poderiam ter agido como “parteiras moleculares” para ajudar na construção de blocos de longas cadeias de material genético” – a ação da molécula de etídio não é atacar e romper anéis depois que se fecharam mas ela age antes das duas pontas da cadeia de átomos se unirem, inserindo nestas pontas novos átomos selecionados para cumprir um plano de um composto maior e mais complexo. Portanto, a molécula de etídio funciona mais como os missionários e psicólogos que se ocupam dos jovens tendentes a se viciarem tentando convencê-los a seguir outro caminho. Ou como a mensagem da Matriz tenta transmitir uma mensagem naturalista mais saudável ao jovem que perdeu a fé religiosa dos pais e está prestes a ser capturado na rede do niilismo transmitido pelas teorias materialistas.
Diz o texto: “Agora, os pesquisadores buscam a verdadeira identidade desta molécula “mãe de todas”, responsável pela formação dos primeiros polímeros genéticos da Terra. A molécula altruísta que deu o primeiro passo no desencadeamento do complexo e explosivo surgimento da vida.” Ora, êsse nome “molécula da Vida”, ou “mãe de todas” são recursos publicitários para enaltecer a teoria materialista da abiogênese. Acreditam que existiria uma molécula criadora ou parteira da vida? Mas será que se esqueceram o que está por trás, o verdadeiro significado, da palavra “Vida”? É a coisa mais complexa existente nestas regiões do Universo, uma engenharia extraordinária que jamais conseguimos imitar, e então quem criou essa coisa fantástica teria sido um punhado de átomos mais estúpidos que uma pedra?! Ora, comm’on! Seja como for, prefiro o raciocinio da Teoria da Matriz que sugere que são muitas diferentes moléculas como agentes da polimerização, que essas moléculas são trechos ou pedaços do circuito de LUCA procurando por afinidade iônica outras moléculas que contenham trechos com os vizinhos de outrora, assim como um chinês chegado a New York não vai procurar o bairro turco para morar mas sim o bairro que contem seus conterrâneos vindos da China.
Um outro tema relacionado com isto e que está na moda ecológica é o fato de que a as técnicas de laboratório industriais descobrem como fechar linhas em anéis ou ao contrário, como abrir anéis em linhas, e o resultado destas experiências são materiais como o nylon, o polietileno, etc. Uma técnica conhecida como “Ring-opening metathesis polymerization of cycloalkenes” produz importantes petroquímicos. Daqui dá para entender porque alguns dêstes produtos são tóxicos poluentes ou não-degradáveis, pois estamos criando novos compostos químicos que podem ser mortais para aquêles formados naturalmente, tanto para os fechados em anéis como para os abertos que seriam utilizados pela evolução.
Veja algumas definições úteis aqui:
Em química orgânica, um composto cíclico é um composto no qual uma série de átomos de carbono são conectados formando um laço ou anel.[1] O benzeno é um exemplo bem conhecido. O termo “policíclico” é usado quando mais de um anel formam uma molécula como por exemplo no naftaleno, e o termo macrociclo é usado para um anel contendo mais que uma dúzia de átomos.
Uma reação química orgânica que forma um ciclo, ou seja, produz uma molécula cíclica a partir de um composto não cíclico, é chamada reação de ciclização. Um exemplo genérico para se entender tal tipo de reação seria a ciclização do hexano em cicloexano. Um exemplo de reação que produz ciclização é a condensação de Dieckmann.
Abraços,
Louis Morelli
Tags: benzeno, ciclização, polímeros Postedo na origem da Vida | Sem Comentários »
quinta-feira, julho | 8 | 2010
Veja uma tradução resumida aqui e o completo artigo em Inglês no site:
http://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2007/01/08/01288.html
Título: Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA
E depois veja a seguir a versão da Teoria da Matriz/DNA a respeito.
Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano estão divulgando uma teoria impressionante. Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, “seqüências não-codificadas” são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres.
As seqüências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células à peixes à humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.
As seqüências não-codificadas, originalmente conhecidas como “DNA-LIXO”, foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. Mas elas constituem a esmagadora maioria do DNA humano. Os cientistas acreditam que estes “genes-lixo ” são extraterrestres e que simplesmente “curtem o passeio” com os outros genes ativos, passando de geração à geração.
Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang se perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de “programador extraterrestre”. “As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente à todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos”, observa o professor Chang.
O professor Chang estipula também que “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo.”
Chang, além disso, ressalta que “Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos “programadores extraterrestres” provavelmente estavam trabalhando em “um grande código” consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram “o grande código”, executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente.”
Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que “Os “programadores extraterrestres” talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no “projeto Terra” a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os “programadores extraterrestres” cortaram drasticamente o “grande código” e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra. Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que divulgam esta teoria sôbre origens extraterrestres para a Humanidade, vindas de outros seres inteligentes.
Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no sequenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.
O professor Chang ainda aponta que “o que vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código.” Chang então afirma que “o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais “no jogo”.
“Cedo ou tarde”, diz Chang, “nós teremos que enfrentar a inacreditável idéia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos “primos extraterrestres” e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos.” Por John Stokes (tradução: Mario Barros)
Versão da Teoria da Matriz
O DNA-Lixo em certos trechos tem sequências de centenas de repetições de uma mesma letra. Imagine um livro onde palavras como “lua” tivesse cento e vinte “l”, duzentos “u”… Por isso dizem que estes trechos não codificam para nada pois não parece um código. Mas o Dr. Sam Chang foi condicionado desde a escola e a comunidade científica que com ele convive a acreditar que o DNA surgiu na abiogenese ou biogenese e contem informações da evolução dos 3,5 bilhões de anos da evolução orgânica biológica. Quando surgem problemas como êsse que não se encaixam nessa crença, como ser racionalista que é, vai afastando-a paulatinamente de si. Porem algo tem que vir ocupar seu lugar, êle busca, suspeita com razão que no contexto da evolução atuaram fôrças que êle não está captando. Mas que fôrças, se a comunidade científica tem atuado como quem “sabe” que já desvendou tudo o que tinha a ser desvendado na matéria da Terra em relação à evolução? Basta entrar num forum, num debate com êles, argumentar que existem problemas como a causa da primeira molécula auto-replicadora, da primeira auto-organização do sistema celular, da origem do sistema em código, da redução da atmosfera terrestre que não produz os corretos aminácidos usados pelos vivos, etc. e eles sempre tem dito que laboratórios já sintetizam isto e e aquilo, e o que não fazem ainda exatamente como a Vida fêz, será feito, é só uma questão de tempo. Então na mentalidade do Dr, Chang resta apenas uma saída: a força ou fôrças desconhecidas vieram de fora do planeta Terra. E bombardeado com a presença da tecnologia computacional à sua volta não pode evitar de ver as causas dos códigos no computador, vindo da mente de homens como Bill Gates, para associar a idéia de que estas fôrças tiveram origem inteligente. Daí os extraterrestres é a unica opção racional.
Mas existe uma outra maneira também racional de abordar a questão cuja saída final inevitável não aponta na direção dos extraterrestres inteligentes ou não, do Dr. Chang. E aponta também que o Dr. Chang e tôda a comunidade científica tiveram uma formação errada, quando seus instrutores das gerações passadas quebraram a História Natural em dois blocos, separaram-nos entre si, deixando um abismo no meio, o qual tinha que ser preenchido com algo. Refiro-me à História Natural de 13,7 bilhões de anos ter sido dividida em Evolução Cosmológica por 10 bilhões de anos e Evolução Biológica nos ultimos 3,7 bilhões de anos. A Evolução Natural foi quebrada em duas partes de maneira que as leis da evolução daqui não fou aplicada para calcular a evolução de lá e nem vice-versa. O sistema de código que redistra e suporta a evolução vista aqui não fou procurado lá, os principios da auto-replicação ídem, da auto-organização, do metabolismo, do Ciclo de Cori, do Ciclo de Krebs, etc. e etc., não existiam nos antepassados que ficaram na outra margem alem do abismo. Mas o abismo é apenas imaginário, só existe na cabeça do homem enquanto nossa mente e inteligencia ainda está no seu nascedouro e portanto ainda é infantil. Pois basta olhar com os olhos e vemos os antepassados dos 10 bilhões de anos convivendo conosco:astros, partículas, átomos, etc. A Natureza é uma só, suas leis evoluem de simples para complexas como os iniciais usos e costumes das tribos humanas evoluiram para constituiçoes nacionais. É na Natureza que temos de buscar os rudimentos do DNA, das três variaveis da teoria da evolução, da auto-irganização. Se aí não os encontrar-mos, apenas então nos restará a possibilidade que a Vida e seu código existente aqui foi inventado por alguém que não foi produzido pela Natureza, que tambem teria que ter sido inventado por algo alem do natural. Se os extraterrestres do Dr. Chang são os produtores do DNA que aqui está, eles são inevitavelmente, sobrenaturais. Se a Vida não é produto da Evolução Cosmológica então ela não poderia tambem ter produzido extraterrestres vivos. Se ela os fêz lá, então porque não poderia nos ter feito aqui?!
O primeiro ser vivo real, completo que conhecemos já veio com um pacote genético de mais ou menos 300 genes. Cada gene possui milhões de partículas que podem por sua vez serem unidades diferenciadas de informação como são os genes. Portanto é possível que o código do primeiro ser vivo continha bilhões de informações. Informações sôbre o que? Sôbre o período desde que se formou o primeiro nucleotídeo até o aparecimento do primeiro sistema celular? Mas e as informações dos 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica? Quem garante que a matéria burra da Terra inventou o Windows natural, que criou-o do nada? Mais especificamente, que ela inventou tudo o que aí está, como a extrordinária engenharia do sistema reprodutor sexual? Esta crença é mais racionalista, mais inteligente, do que aquela que suspeita que os principios rudimentares de todos estes fenomenos vivos vieram se desemvolvendo sob as leis da evolução desde o Big Bang, e se disponibiliza a ir procura-las? Acho que é mais cientifico o homem que vai esmiuçar a matéria antiga em busca das respostas que o homem que não aceita fazer isso e vai procurar UFOS no espaço, ou cruza os braços esperando até o dia que resolvam ouvir nossas rezas e se disponham a falar conosco.
A evolução Cosmógica se deu num ritmo milhões de vêzes mais lenta que o ritmo da evolução biológica, e ‘’e fácil entender porque: a evolução biológica demorou bilhões de anos para produzir um mamífero e apenas alguns milhões para produzir um Sócrates. Poderíamos dizer que a evolução tem sua velocidade acelerada numa progressão geométrica sem mêdo de errar, somos testemunhas disto aqui. E aqui talvez esteja a explicação da existência das letras repetitivas compondo o DNA-Lixo.
Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal surgiram quando experimentei calcular uma idéia: a de que êsse fenômeno a que denominamos ciclo vital e é fundamental para distinguir sistemas naturais animados da matéria inanimada não teria sido inventado aqui na Terra , mas e assim seria produto de uma evolução iniciada com o Universo, portanto, a própria Terra teria que se sujeitar a uma especie de proto-ciclo vital. Se isto fôsse verdade, a Terra seria algo mais do estamos pensando que seja, seria um fenômeno mais complexo do que a simplicidade com que a temos revestido teóricamente. Calculando-a desta maneira, os resultados apontaram que se a Terra está sob um ciclo vital ela perfaz um proto-sistema o qual tem a mesma configuração de um proto-nucleotideo. Ora, se o DNA está nos sistemas biológicos e nos sistemas astronômicos, porque não estaria ainda em forma mais rudimentar nos sistemas atômicos? Para resumir fui concluir que o rudimento ultimo do DNA, o seu unicio mais simples possível está em algo que todos conhecemos: um vórtice. E não sou que teorizei que ao se adentrar a matéria cada vez mais no seu intimo chegamos a um ponto que ela desaparece e restam vórtices. Mas se observar-mos um vórtice, mais detalhadamente, ele já se comporta como um ser vivo e possui os rudimentos das propriedade vitais nas formas de fôrças brutas, ou conceitos. Assim surge a possibilidade de que A Natureza apenas compôs o nosso código genético, ela não precisou da ajuda de extraterrestres sobrenaturais.
Porem, sei que isto não resolveria a questão real que eu, o Dr, Chang, todos nós humanos temos perante o DNA-Lixo. Mas existe um outro fenômeno natural acontecendo no DNA que parece ter recebido a atenção que merece por parte dos pesquisadores.
O fato estranho da repetição de letras e aparente inutilidade de 97% do DNA torna-se ainda mais estranho quando observamos os outros 3% e nos conscientizamos que vemos no meio da matéria inconsciente um arranjo de atomos formando um código complexo composto de memória no seu conjunto significando que é um comando de instruções fantasma, invisivel, mas que tem fôrça para atuar nesta matéria dirigindo-a para executar atos! Assim como essa coisa que denominamos pensamento ou mente, parece abstrato mas tem fôrça para mover nossa mão para executar uma ação. Não é atôa que O Dr. Chang tira o avental de cientista, deixa o laboratório e vai para a rua anunciar que existem extraterrestres inteligentes criadores de sementes de DNA espalhando-os pelos planetas. Não tem mais como evitar o indesejado anuncio de que existe alguma inteligência por traz dessa história tôda. Já completou século que a Ciência revirou a matéria dos 3,7 bilhões de anos de cabeça para baixo e não encontrou as causas dos acasos que teria prenchido o abismo entre as duas Histórias. Mas o fato da Ciência estar admitindo que a Natureza não poderia por si só produzir o nosso DNA e que varificou que as leis são as mesmas em todo o Universo implica que ela também não poderia ter produzido êese DNA em nenhum outro lugar. Então os extraterrestres que inventaram o nosso DNA não teriam DNA, pois êles existiam antes do DNA, que foi invenção dêles?
Existe uma outra situação real, acontecendo na matéria que parece repetir a mesma situação que observamos no DNA. Me refiro ao fato de que o homem produz uma máquina, denominando-a hardware e insere nela uma estrutura arranjada que denominamos diagramas de software de maneira que opera como um comando de instruções, inclusive exercendo uma fôrça na matéria se pusermos o computador como cérebro de um robot ambulante. O computador não é exatamente igual a um cérebro mais mente, mas também a interação entre o hardware DNA e o comando de instruções que ali opera não é como a interação entre o cérebro e a mente. Tanto no caso do computador quanto no DNA, o comando de instruções é determinado, o hardware só tem um mensagem final, um destino determinado, produzir uma proteína X e depois um ser da espécie tal, enquanto a mente tem lívre-arbitrio e não está totalmente modelado pelo cérebro e ambiente, por isso seres humanos tem entre si uma infinidade de destinos diferentes. Resumindo, existem três fenômenos (DNA, Computador, Homem) que se assemelham na composição (software mais hardware), mas que apenas dois (DNA e Computador) compartilham o mesmo modo de existir. DNA e computador continuam emparelhados se assemelhando em tudo, apenas se diferenciam na matéria em que se constituem e no fator menos relevante que um é mais simples, operando com duas variaveis (o computador com seus 0 e 1) e o outro, com sete variaveis ( o DNA com as cinco bases e mais os dois açucares).
Mas porque estou aventando a idéia de que devemos olhar o DNA como sendo uma composição entre hardware e software? Porque isto explicaria a repetição das letras e tôdo o DNA-Lixo. A evolução do computador foi um processo de retroalimentação entre software e hardware. Tínhamos um hardware simples – a máquina de calcular – aí inserimos nela um software simples. A máquina revelou-se mais capaz que a mente humana para realizar certas tarefas, ela acelerou a obtenção de informações fazendo com que a mente humana elaborasee um software mais evoluido. Mas para operar esse novo software era preciso incrementar a maquina. Feito isso novamente a maquina empurrou a evolução do software o qual empurrou a evolucão do herdware… Existem prtanto duas evoluções em paralelo. Se a tecnologia não evolui, o software mais complexo fica estacionado na mente do homem que é obrigado a repetir o mesmo hardware ano após ano, esperando que alguem, por exemplo, descubra um tipo de chip mais potente, Veja-se a repetição dos modêlos de computadores como as repetições de letras no DNA. E veja-se o que chamanos de DNA-Lixo como sendo a parte do DNA que registra os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica. Se elominar-mos as nossas longinquas ancestrais plantas do planeta, ficaremos sem alimento: se o DNA elimiasse seus ancestrais ficaria do mesmo jeito. Por isso os 97% continuam existindo.
Não vou estender-me mais para explicar onde quero chegar. O computador é mais simples do que o DNA porque a mente que criou o computador é menos inteligente que a mente que criou o DNA. Então caímos na mesma esparrela do Dr. Chang? Acho que não. A mente inteligente em que o Dr. Chang acredita é sobrenatural porem vive dentro do Universo, a mente inteligente que eu acredito é natural, porem vive fora do Universo. É natural porque vejo isso tudo, essa inteira História Natural do Universo como um mero processo de reprodução genética, o que indica que ninguem inventou o DNA, ele vem do que existia antes do Big Bang. Suspeito que esse ser natural que está sendo reproduzido é inteligente porque aqui o feto cosmológico se torna embrião e em seguida se torna inteligente. Eu não estou apenas deslocando a solução do Dr. Chang, que estaria dentro do Universo, e mandando-a para alem do Universo irracionalmente. A solução sobrenatural, irracional é a do Dr, Chang. A minha é e continuará sendo sempre natural, por isso ao invés de sentar no quintal esperando UFOS eu carrego a Ciência avante. Mas o mais provavel é nenhum de nós dois estejamos completamente certos. Se sei disso porque insisto nêsse caminho? Porque acredito que o caminho se faz ao caminhar.
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quarta-feira, julho | 7 | 2010
Os modêlos da Matriz fornecem explicações surpreendentes para os fenômenos da Vida, mas talvez seu maior benefício é que estas explicações pode ser transmitidas num jargão popular inclusive de forma alegórica e irônica que capta a atenção de jovens levando-os a compreender profundamente o sentido da Vida e estimulando-os para o naturalismo científico. Veja por exemplo nesta abordagem que escrevemos sôbre o papel do nitrogênio na Vida inspirados no seguinte artigo, publicado no website http://cienciadiaria.com.br , sob o título…
Atmosfera de Titã pode dar pistas sobre como a vida surgiu na Terra
(obs.: é interessante ler o artigo)

Imagem obtida pela sonda Cassini em 15 de outubro de 2007 mostra Saturno com seus anéis, a pequena lua de Epimeteu e a grande Titã. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute
O artigo diz entre outras que “Ainda é um mistério como complexas moléculas orgânicas se tornaram nitrogenadas.” Ora, para quem está treinado na leitura dos mapas da Matriz, basta uma rápida olhada no modêlo do átomo de nitrogênio e das fórmulas das moléculas orgânicas onde êle está para compreender porque o nitrogênio foi convocado para fazer parte da Vida.
Observe o modêlo do átomo de nitrogênio, contendo 7 protons, 7 neutrons e 7 eletrons.

E agora observe o software-Matriz como sistema fechado, contendo as 7 funções universais. Existe apenas uma maneira no Universo de se construir um sistema fechado em si mesmo, e isto se tôdas as sete funções sistêmicas estiverem ali representadas e na sequência exata. Em cada nível da evolução vai existir sempre uma espécie que melhor se aproxime desta representação, e no nível dos átomos o nitrogênio é por excelência o átomo em que a Natureza mais se aproximou da sua meta suprema de atingir o equilibrio termodinâmico. Mas não seria com os pequenos átomos que ela conseguiria seu paraíso eterno, para tanto el têve que organiza-los em corpos astronômicos. Por isso, o nitrogênio é, dentre os átomos, o que faz brilhar a estrêla quando ele nasce formado na fusão nuclear inter-estelar, por isso ele é o átomo eleito por LUCA.

Para posterior análise vamos precisar lembrar o retrato material de LUCA, ou seja o hardware formado pelo software-Matriz acima:

E agora vamos responder porque o nitrogênio está no nosso meio dos vivos.
O que faz um sistema fechado entre nós, no meio da Vida?
O nitrogênio é um gás tão inerte que Lavoisier se referia a ele como azote (ázoe), que é uma palavra francesa que significa “impróprio para manter a vida”. Alguns anos depois, em 1790, foi chamado de nitrogénio, por Chatpal. Lavoisier acertou dizendo que um sistema fechado é impróprio para a Vida, sem saber quem era o nitrogênio. Sistemas fechados são inacessíveis para a evolução, esta necessita de sistemas abertos como os vivos. E tornando-se fechado ele torna-se imóvel externamente por isso aparenta ser inerte, apesar de que internamente existe intensa atividade.
O nitrogênio – o átomo que é o embaixador oficial de LUCA, um regime ditatorial fechado – conseguiu instalar uma embaixada no meio de nações inimigas, de regime democrático aberto! Estamos falando dos aminoácidos do tipo “alfa” (cerca de vinte) que são os constituintes de todas as proteínas e peptídeos, portanto, de toda matéria viva, a qual é um regime aberto à evolução. Mas porque elas permitiram a intrusão desse indesejado? Na cabeça humana existe uma espécie de caroço a que dão o nome de de Complexo R, que vem de Reptiliano. Dizem que é nossa herança dos nossos ancestrais répteis. Ao menos se confirma que dali só sai ato impulsivo, criminoso, aliás, bem próprio de um réptil. Tem gente que quando bebe muito ou ingere drogas entorpece o cortex, quase todo o cérebro evoluído, e então que vem lá do fundo para dominar o comportamento do individuo é seu ancestral réptil. E aí… se torna violenta. Mas se não existisse o réptil, assim como qualquer outro de nossos ancestrais, nós não existiriamos hoje. Certo? Nosso Dna tem 98% do DNA do macaco. Acontece que LUCA é nosso ancestral. Na verdade, LUCA é a Terra, é o Sol, foi quem nos transmitiu o nucleotídeo, não poderia faltar nos aminoácidos. É indesejado, mas inevitável. Veja uma estrutura de um aminoácido:

Repare onde está o Nitrogênio. A esfera azul na ponta esquerda. Para quem é treinado nos mapas da Matriz entende tudo num relance, mas é dificil explicar com palavras. A esfera azul está iniciando um ciclo, Função 1, representa astronomicamente um buraco negro. Em volta dela existem os àtomos de hidrogênio, representando a poeira estelar que constitui o horizonte de eventos, parte da Função 7. O primeiro átomo de carbono a seguir representa a Função 3, o planeta que cria diversas novas formas, por isso ali está pendurado o Radical R. O carbono seguinte é a Função 4. Mitocondria na célula, pulsar no céu… A partir daí o circuito entra em decaída, partindo para as Funções 6 e 7, produzindo o cadaver estelar que será limpado do sistema pelo senhor celeste da limpeza que é o Oxigênio (veja explicação abaixo). Mas porque o Nitrogênio entra no lugar do buraco negro? Porque a Função 1 é a fôrça dominante dos sistemas fechados, ela representa a parte feminina quando uma organização social qualquer é matriarcal, como no caso da rainha abelha em sua sociedade. O macho tende a abrir o sistema, se dispersar, passa seu semen para qualquer uma estrangeira que pintar na sua frente, sai para a caça, para a guerra e muitas vêzes não volta mais dissolvendo a familia. Mas a fêmea… esta tem como objetivo msupremo a segurança e o conforto doméstico, principalmente se este for um palacio real e ela na posição mde comando. Aí… podem acabar com o mundo lá fora, ela não está nem aí, ela existe para sua familia, sua casa. Isso foi muito bem explicado alegóricamente em Gênese, na Bíblia, pelo autor que conseguiu arrancar de sua memória as imagens do estrago que seu antepassado fêz no céu. Foi Eva quem enganou Adão com seu sonho impossível de ter um lar paradisiaco eterno. E tudo isto está ali, representado nos aminoacidos, os tijolinhos básicos dos seres vivos. O nitrogênio está ali, mas e se não estivesse? Seria o mesmo que na Terra só existirem machos, nenhuma fêmea. Deus as teria enviado ao inferno por causa de seu pecado no paraíso, mas nêsse caso, onde tem mulheres, lá estarei, portanto eu saíria correndo para o inferno. LUCA está no meio da Vida, assim como o homem está, ambos para se corrigirem de um êrro cometido no céu quando eram primitivos, e retornarem como seres puros e evoluídos. Assim espero, ou pelo menos isto é o que sugere os modêlos da Matriz. O nitrogênio está no ácido nucleico, ou DNA, porque êste é formado de nucleotídeos, e nucleotídeo, como bem o sabemos, é a alma de LUCA descida à Terra. Claro que ela traria com destaque o seu corpo predileto no qual encarnar, o qual é o átomo de nitrogênio. Não há mistérios aqui, está tudo muito claro nos mapas da Matriz.
O Nitrogênio como o alimento mais saboroso e nutritivo para as plantas
O nitrogênio é o elemento que as plantas necessitam em maior quantidade. É um macronutriente primário ou nobre. Por isso é o elemento básico dos fertilizantes. Porque? Porque LUCA é o único objeto natural que contém todas – sem nenhuma excessão – partículas- informação que constituem os seres vivos. E seu maior representante no mundo dos átomos é o nitrogênio: são sete as funções sistêmicas suficientes e necessárias para montar um sistema fechado em si mesmo, são sete as partes/orgãos de LUCA, e o unico átomo que tem sete prótons (cada qual é um principio de uma função), é o nitrogênio. Então porque as plantas são famintas por nitrogênio? Ora, como seria delicioso e o mais nutritivo prato que contivesse na dose exata tôdas as vitaminas, proteínas, carbohidratos, (enfim, tudo o que nosso corpo consome) para o ser humano? Mas nitrogênio puro para os animais não serve como alimento. Porque? Eu acho que os mataria. Imobilizaria tôdas suas células, anestesiando-as. Células animais são sistemas abertos porque lhes falta uma organela representante de uma função universal, exatamente lhes falta a Função 6, que no céu é executada pelas estrêlas e nas plantas pelos cloroplastos. Os cloroplastos é que fazem a fotossíntese, o que liga o seu cloroplasto diretamente a uma estrêla, permitindo à planta facilidade total em se alimentar , por isso ela não é tão filha da necessidade como o animal, ela conseguiu copiar mais fielmente o “paraíso” celeste, mas isso foi sua perdição, imitando o pecado original: tornou-se uma porta fechada à evolução, como é LUCA. A Cézar, suas moedas; ao vegetal, seus egoístas nitrogênios! Que tenha um prato cheio dêles nos fertilizantes que lhes fornecemos.
As origens do átomo de Nitrogênio
Tem-se observado compostos que contém nitrogênio no espaço exterior. Textos acadêmicos de Astronomia sugerem a teoria de que o isótopo 14N se criaria nos processos de fusão nuclear das estrêlas. Bem… Aqui a Teoria da Matriz acertaria em cheio! Lembra-se da nossa tese sôbre as origens dos cromossomas sexuais? Se nao viu ainda, veja na página “home”do nosso website inclusive o desenho. Observe o fluxo “X”. Êle se separa livre pela primeira vez de “Y” quando forma uma estrêla, uma supernova. O pulsar deve ser formado por átomos sociaveis, ou seja, dependentes de elétrons na ultima camada e portanto dados a fazerem ligações com outros átomos, por isso constituíam as rochas quando ele era planeta, lua. Portanto, quando o pulsar se transforma, o elemento “Y” que é o abridor de sistemas sai fora do circuíto, a ideologia de sistema fechado domina o ambiente, provocando as reações nucleares que transformam átomos abertos em fechados, e aí… cria-se o representante-mór de LUCA entre as espécies de átomos, que é o Nitrogênio. O isótopo 14N ! Eu ainda acho que a Teoria da Matriz é a melhor professora para nos ensinar como nossas vovós estrêlas – que nada mais são que pulsares na menopausa – se formam. Porém, a entropia ataca as estrêlas, assim como o envelhecimento impiedoso pega nossas vovós. A vitalidade de seus corpos vai diminuindo irradiada para o espaço envolvente, na forma mesma da energia solar. Os átomos derivados de Nitrogênio que não são quebrados na estrêla mas são apanhados pelos ventos estelares ou emissões das reminicências dos vulcões gigantescos são lançados ao espaço exterior na forma de gazes e assim vêm parar na atmosfera da Terra e outros astros ccomo Titã. As plantas – arrotando de barriga cheia – agradecem.
O senhor da limpeza no céu se assenta na Terra como o senhor da limpeza terrestre.
O nitrogênio, também conhecido como “azoto”, é o componente essencial dos aminoácidos e dos ácidos nucleicos, vitais para os seres vivos. Porque? Ora, se o DNA do macaco ou seja lá quem foi o ancestral direto do homem não fôsse constituinte do DNA Humano não haveriam seres humanos. Se o DNA de nossos pais não entrassem na constituição de nosso DNA, não existiríamos. Assim, todo ancestral torna-se componente de sua descendência. O nitrogênio é o átomo preferencial de LUCA, assim como o Carbono é o átomo preferencial da matéria orgânica, dos seres vivos. Nitrogênio, com sete prótons representando as sete funcões sistêmicas universais, representa um sistema completo, fechado, enquanto o carbono, com seis protons, siginificando que não obteve o ultimo para se fechar, é o átomo inferior mais próximo da representação de LUCA que representa um sistema aberto, o qual torna-se a base dos sistemas biológicos abertos à evolução. O outro átomo que foi quase fiel na representação de LUCA será óbviamente aquêle que tiver número atômico 8, o qual é o oxigênio. Êste passou dos limites da fechadura, quando o fluxo sustêmico vinha do cadaver estelar ou Função 7, que deveria ir para o buraco negro ou Função 1 e recomeçar novo ciclo, foi direto para fora do sistema abocanhando mais um próton. Por isso o oxigênio é incendiário. Cabra valente e violento, queria a liberdade na marra, na base do ïndepêndencia ou morte”. Mas como êle saiu da fornalha com a função de limpar o sistema de tudo que ficara do velho ciclo e estava sintetizado no cadaver estelar, que só sabia fazer na vida triturar e decompor cadaveres, surgiu no nosso mundo como o exterminador, entrando por exemplo como o agente da nossa respiração que bota tudo que não presta pra fora do corpo na forma de gaz carbonico. E como seu negócio é limpeza, perguntou aqui na Terra para uma mulher o que seria bom para lavar tudo. Ela respondeu que na sua idëia seria algo, um líquido que penetrasse nas coisas e trouxesse para fora tudo o que ali estivesse solto, pois certamente seria tudo sujeira. Aí ele pensou um pouco, subiu na atmosfera, abocanhou dois atomos de um gaz chamado hidrogênio e inventou a água! H2O ! O senhor da limpeza no céu se assentava na Terra como o senhor da limpeza terrestre. Claro!
O Nitrogênio como o mais egoísta dos átomos
No entanto, devido à multiplicidade de reações química e biológicas, à dependência das condições ambientais e ao seu efeito no rendimento das culturas, o nitrogênio é também o elemento que apresenta maiores dificuldades de manejo na produção agrícola mesmo em propriedades tecnicamente orientadas. Porque? Devemos entender o circuíto de um sistema fechado como o mais resistente que existe, principio mesmo da posterior evolução que produziu as cascas duras envolvendo frutas. Êle não admite nenhum intruso e nem permite a nenhuma de suas partículas escaparem. Eu ainda não tive tempo para observar o circuíto buscando uma técnica para rompê-lo, mas isto seria muito bom, baixaria o custo do fertilizante.
Por ser um sistema fechado e portanto dado a poucos amigos, ou melhor, a nenhum (é o sujeito mais anti-social que existe) e apesar de ser o nutriente mais abundante da atmosfera terrestre, o N não figura como constituinte de qualquer rocha terrestre. Talvez, seja por este motivo ele é o elemento mais caro dos fertilizantes, pois, para sua formação são necessárias diversas reações químicas, as quais necessitam de muita energia. Tal afirmação é justificada pelo fato da difícil síntese e alto custo energético da formação do NH3. Por sua índole ele prefere ficar livre e sózinho no espaço que unido fortemente com os outros átomos abertos sociáveis que formam as rochas.
O Principio da Explosão do Nitrogênio e dos Sistemas Fechados
O Ser que só morre explodindo-se alimenta as guerras entre humanos
O fato de um sistema ser super-fechado e manter a unhas e dentes sua energia potencial – aquela quantidade de energia que ele recebeu ou abocanhou quando se formou – significa que êle põe tôda sua fôrça para evitar perder qualquer partícula ao espaço ou ser surrupiada por algum agente externo. O menor bit-informação que por acaso deixasse o sistema seria sua morte, ou ao menos o deixaria aleijado ou muito doente. Para nós se perdessemos genes formadores de um braço ficariamos aleijado ou uma proteína envolvida no metabolismo ficaríamos muito doentes. Só se consegue usurpar energia de um sistema fechado se quebrar-mos sua casca, interromper-mos seu fluxo circuital interno de energia, mas se fizermos isso ele pode tambem nos matar. Porque? Ora, sistema fechado é avarento, abocanhou mais energia potencial do que precisava, o que significa que é super carregado de energia, esta energia que foi feita para ser livre no espaço está ali prisioneira, se o perfurar-mos… ela sai tôda de uma vez, como se de repente abrissemos a porteira de uma fazenda cheia de escravos. Em linguagem usada para fenômenos energéticos, essa “saída abrupta” significa “explosão”. Porque o tempo no mundo das partículas é muito menor que em nosso mundo, essa saída seria para nós medida em milionésimos de milionésimos de segundos. Explosão. Sómente assim um sistema fechado se entrega… mas sua má índole é tanta que até na hora da morte ele aplica-a tentando matar seu assassino. E o que significa a capacidade ou propriedade dos sistemas fechados como o Nitrogênio de explodirem? TNT ! Sim, os compostos orgânicos de nitrogênio como a nitroglicerina e o Trinitrotolueno, que é o temido TNT, são muito explosivos, a base da dinamite. Outro composto como a hidrazina e seus derivados são usados como combustível para foguetes. Imagina só! O Nitrogênio que se fêz para existir livre no espaço é quem manda-nos dentro de foguetes para o espaço.
O ser que pretendeu eternizar-se exige muita fôrça para ser morto
O Nitrogênio está presente na composição de substâncias excretadas pelos animais, usualmente na forma de uréia e ácido úrico. Porque? Êle é um sistema fechado que existe na atmosfera, no estado gazozo. Mas é capturado por certas coisas da superfície terrestre, inicialmente pelas bactérias. Daí passam para as plantas, por ser excelente – o melhor – nutriente para elas. Mas as plantas tem recursos para aproveitá-lo como nutriente. Que pode ser dêle em outro composto como a amônia, ou mesmo do átomo intacto para catalizar ou produzir outros processos em seu metabolismo. Às vêzes, penso eu, a planta está fraca dêstes recursos e não consegue quebrar a casca dos átomos mais resistentes, êles permanecem inteiros prisioneiros dentro da planta. Aí vem o animal que se alimenta da planta e êste, coitado, não tem recurso nenhum para quebra-los. Sorte dêles, pois a ideologia de ser um sistema fechado, entrando num sistema aberto, como a célula animal, seria o mesmo que os soldados comunistas de Stalin invadindo uma pequena nação capitalista. Acontece o esperado, ou seja, o Nitrogênio atravessa todo o sistema digestivo e sai intacto em meio às substâncias excretadas. Saindo na forma de uréia vai ser usado pelo homem como adubo para plantas, ou seja, alimento para plantas. Ao perceber que está caindo numa planta, o nitrogênio, que estava no meio dos excrementos, que ao sair do corpo animal sonhava em voltar livre para a atmosfera mas que foi capturado novamente por outra planta deve esbravejar: “Outra vez? Nãããoooo…!” Mas esperemos que desta vez a planta seja mais forte e consiga quebra-lo para sugar seu valioso alimento. As bactérias conseguem invadir o nitrogênio, quebra-lo ou altera-lo ( não conheço a química dessa transformação), convertendo-o em amônia. Mas só algumas bactérias conseguem converter nitrogênio em amônia. A conversão de nitrogênio a amônia, chamada de fixação de nitrogênio, é feita por um sistema enzimático complexo, denominado nitrogenase, que utiliza NADPH como doador de elétrons e só é processado com um consumo muito grande de ATP, a energia produzida pela mitocondria. Estas bactérias devem ser muito fortes, as gladiadoras das arenas bacteriais. Mas saber o fato de que o ATP entra no processo me faz sentir pulgas atrás da orelha. Lembro-me que o nitrogênio é produzido na Função 6 do software Matriz, a qual produz as estrêlas, as quais produzem nitrogênio como isótopos. Mas o ATP é produzido na Função 4, representada pelo pulsar no céu e pela mitocondria na célula. Ora, o fluxo sistêmico vai direto de F4 para F6 (pois F5 é o ramo lateral que se desloca para fora do fluxo), e assim fatalmente ele vai produzir nitrogênio em F6 ( estrêla no céu, cloroplasto na Terra). Mas para existir F4 no céu é preciso que F3 (um planeta) receba a energia de uma estrêla. Esta estrêla fica por perto até que o pulsar fique demasiado leve e escape de sua órbita. Ora, a conversão de nitrogênio em amonia necessita que a substância sob reação quimica receba energia – dois elétrons – que vem da molécula de NADPH, a qual está envolvida com o ATP da mitocondria, a qual representa o pulsar, o qual tem uma estrêla lhe fornecendo energia para que opere-se sua transformação e vá produzir nitrogênio na forma de estrêla! Acabamos de descobrir que todo esse processo quimico é uma cópia da Matriz, das coisas ocorrendo no céu! Como se chama? Nitrogenase! Vamos correndo abrir um artigo para não esquecer que temos de estudar nitrogenase, obter toto o quadro destas reações e exibi-la lado a lado com o software da Matriz. Como fizemos com o ciclo do mal colesterol.
E isto sugere que para certas plantas, fracas em tais recursos, a uréia não deve servir como adubo. Portanto fica com a palavra os agronômos. Existem plantas nutritivas para nós que rejeitam ou não assimilam a uréia? Se sim, outra pergunta: está identificada a substância das plantas que desfaz ou decompõe o nitrogênio e/ou seus derivados? Se sim, a última pergunta: existe uma maneira de implantar os genes de tal substância nas plantas que não a tem? A Humanidade tem fome, tôda iniciativa que aumente nossa produção de alimentos será bem vinda.”
Para finalisar, estudos em aberto envolvendo o nitrogênio
Todos os aminoácidos são derivados de intermediários da glicólise, do ciclo do ácido cítrico ou das via das pentoses-fosfato. O nitrogênio entra nessas vias através de um aminoácido, o glutamato. O ácido glutâmico ou glutamato é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.Acontece que o ácido glutâmico, ou glutamato, contendo nitrogênio, é muitíssimo importante, veja só, no nosso cérebro! Vejamos a estrutura de um glutamato.

Aminoácido glutamato
Onde está o nitrogênio? Lá, na mesma posição de iniciador do circuito. Observe a sequência de átomos pendurados no segundo carbono que representa a Função Planeta que é a função geradora da diversidade de novas espécies. Tudo aquilo vai dentro do que se chama Radical R. Não sei porque puseram esse nome, pois isto significa a nivel astronomico que os sistemas biológicos, ou sejam, nós, os seres vivos, somos o Radical R do espaço sideral. Mas… O glutamato é um neurotransmissor excitatório do sistema nervoso, o mais comum em mamíferos. É armazenado em vesículas nas sinapses. O impulso nervoso causa a libertação de glutamato no neurónio pré-sináptico; na célula pós-sináptica, existem receptores que ligam o glutamato e se activam. Pensa-se que o glutamato esteja envolvido em funções cognitivas no cérebro, como a aprendizagem e a memória. O glutamato é precursor na síntese de GABA, um ácido que é o principal neurotransmissor inibidor no sistema nervoso central dos mamíferos. Ele desempenha um papel importante na regulação da excitabilidade neuronal ao longo de todo o sistema nervoso. Nos seres humanos, o GABA também é diretamente responsável pela regulação do tônus muscular.
O nitrogênio na dieta humana
O glutamato ( acido contendo nitrogênio explicado abaixo) está presente em diversos alimentos. É responsável por um dos sabores sentidos no paladar humano, especialmente quando na forma de sal de sódio. O glutamato monossódico é por esta razão usado como aditivo alimentar para realçar o sabor de alimentos.
Cerca de 95% do glutamato ingerido é absorvido rapidamente no intestino, o qual 50% deste é metabolizado em C02. Provou-se, através de pesquisas, que o glutamato metabolizado aí é o maior contribuidor na produção de energia usada pelo intestino. Mais uma vez confirmamos o poder energético explosivo dos sistemas fechados.
FIM
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quarta-feira, março | 24 | 2010

Geyser: Origens da Vida? Geyser in Yellowstone Nat. Park

Pantano (Mudpot)
A Teoria da Matriz/DNA sempre sugeriu que os primeiros elementos nas origens da vida vieram da radiação do nucleo terrestre e do espaço principalmente do Sol. Vindo das entranhas da Terra ela passou por muitos caminhos e formas, inclusive pode ter constituido os ventos termais. Agora um novo “paper” fortalece a teoria. Veja o paper:
AlphaGalileo
New Research Rejects 80-year Theory of ‘Primordial Soup’ as the Origin of Life
02 February 2010 Wiley – Blackwell
Earth’s Chemical Energy Powered Early Life through ‘the most revolutionary idea in biology since Darwin.’
For 80 years it has been accepted that early life began in a ‘primordial soup’ of organic molecules before evolving out of the oceans millions of years later. Today the ‘soup’ theory has been over turned in a pioneering paper in BioEssays which claims it was the Earth’s chemical energy, from hydrothermal vents on the ocean floor, which kick-started early life.
“Textbooks have it that life arose from organic soup and that the first cells grew by fermenting these organics to generate energy in the form of ATP. We provide a new perspective on why that old and familiar view won’t work at all,” said team leader Dr Nick lane from University College London. “We present the alternative that life arose from gases (H2, CO2, N2, and H2S) and that the energy for first life came from harnessing geochemical gradients created by mother Earth at a special kind of deep-sea hydrothermal vent – one that is riddled with tiny interconnected compartments or pores.”
The soup theory was proposed in 1929 when J.B.S Haldane published his influential essay on the origin of life in which he argued that UV radiation provided the energy to convert methane, ammonia and water into the first organic compounds in the oceans of the early earth. However critics of the soup theory point out that there is no sustained driving force to make anything react; and without an energy source, life as we know it can’t exist.
“Despite bioenergetic and thermodynamic failings the 80-year-old concept of primordial soup remains central to mainstream thinking on the origin of life,” said senior author, William Martin, an evolutionary biologist from the Insitute of Botany III in Düsseldorf. “But soup has no capacity for producing the energy vital for life.”
In rejecting the soup theory the team turned to the Earth’s chemistry to identify the energy source which could power the first primitive predecessors of living organisms: geochemical gradients across a honeycomb of microscopic natural caverns at hydrothermal vents. These catalytic cells generated lipids, proteins and nucleotides giving rise to the first true cells.
The team focused on ideas pioneered by geochemist Michael J. Russell, on alkaline deep sea vents, which produce chemical gradients very similar to those used by almost all living organisms today – a gradient of protons over a membrane. Early organisms likely exploited these gradients through a process called chemiosmosis, in which the proton gradient is used to drive synthesis of the universal energy currency, ATP, or simpler equivalents. Later on cells evolved to generate their own proton gradient by way of electron transfer from a donor to an acceptor. The team argue that the first donor was hydrogen and the first acceptor was CO2.
“Modern living cells have inherited the same size of proton gradient, and, crucially, the same orientation – positive outside and negative inside – as the inorganic vesicles from which they arose” said co-author John Allen, a biochemist at Queen Mary, University of London.
“Thermodynamic constraints mean that chemiosmosis is strictly necessary for carbon and energy metabolism in all organisms that grow from simple chemical ingredients [autotrophy] today, and presumably the first free-living cells,” said Lane. “Here we consider how the earliest cells might have harnessed a geochemically created force and then learned to make their own.”
This was a vital transition, as chemiosmosis is the only mechanism by which organisms could escape from the vents. “The reason that all organisms are chemiosmotic today is simply that they inherited it from the very time and place that the first cells evolved – and they could not have evolved without it,” said Martin.
“Far from being too complex to have powered early life, it is nearly impossible to see how life could have begun without chemiosmosis”, concluded Lane. “It is time to cast off the shackles of fermentation in some primordial soup as ‘life without oxygen’ – an idea that dates back to a time before anybody in biology had any understanding of how ATP is made.”
Obs: Agora vamos fazer uma pesquisa nos detalhes desta noticia, traduzir e retornaremos ao artigo.
Wikipedia:A hydrothermal vent (observar que vent não é vento, é uma fissura, abertura, orificio) is a fissure in a planet’s surface from which geothermally heated water issues. Hydrothermal vents are commonly found near volcanically active places, areas where tectonic plates are moving apart, ocean basins, and hotspots
Mudpots form in high-temperature geothermal areas where water is in short supply. The little water that is available rises to the surface at a spot where the soil is rich in volcanic ash, clay and other fine particulates. The thickness of the mud usually changes along with seasonal changes in the water table.
Wikipedia: Hydrothermal origin of life
Günter Wächtershäuser proposed the Iron-sulfur world theory and suggested that life might have originated at hydrothermal vents. Wächtershäuser proposed that an early form of metabolism predated genetics. By metabolism he meant a cycle of chemical reactions that produce energy in a form that can be harnessed by other processes.[15]
It has been proposed that amino-acid synthesis could have occurred deep in the Earth’s crust and that these amino-acids were subsequently shot up along with hydrothermal fluids into cooler waters, where lower temperatures and the presence of clay minerals would have fostered the formation of peptides and protocells.[16] This is an attractive hypothesis because of the abundance of CH4 and NH3 present in hydrothermal vent regions, a condition that was not provided by the Earth’s primitive atmosphere. A major limitation to this hypothesis is the lack of stability of organic molecules at high temperatures, but some have suggested that life would have originated outside of the zones of highest temperature. There are numerous species of extremophiles and other organisms currently living immediately around deep-sea vents, suggesting that this is indeed a possible scenario.
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quarta-feira, fevereiro | 10 | 2010

Molécula de RNA
O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar ao processo biológico da auto-duplicação.
Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World.
Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto; 2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.
Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm
que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!
Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:
Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….
Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se. Porque? Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………
Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………
Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..
Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula……………………………………. Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.
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domingo, setembro | 27 | 2009

Este é mais um forte indicio de que os modelos desta teoria podem estar corretos, ou ao menos, se aproximam mais da realidade que quaisquer outros feitos até hoje. Estas formulas acima ajudam a entender e interpretar a formula da Matriz quando estava na sua forma astronomica, momentos antes das origens da vida na Terra.
Veja a importancia dos “pyrroles” no texto seguinte:
ASTROBIOLOGY MAGAZINE
| Cooking Life’s Ingredients, with a Pinch of Salt |
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Cooking Life’s Ingredients with a pinch of salt
http://www.astrobio.net/pressrelease/3255/cooking-lifes-ingredients-with-a-pinch-of-salt
“Approximately 4.5 to 3.8 billion years ago, the Earth was probably covered by a salty ocean, rich in organic compounds, dotted with active volcanic islands and short-lived continents. The team from the University of Hohenheim in Stuttgart has simulated some of the chemical processes that might have taken place along hot volcanic coasts during this Hadean era by evaporating solutions of artificial primordial seawater and then baking the salty residue in an atmosphere of nitrogen and carbon dioxide to volcanic temperatures of 350 degrees Celsius. They found that compounds such as pyrroles, which are contained in chlorophyll and haeme (the oxygen-carrying component of haemoglobin), are created.”
Mas o que são “pyrroles”? Vejamos Wikipedia:
” Pyrrole is a heterocyclic aromatic organic compound, a five-membered ring with the formula C4H4NH.[1] Substituted derivatives are also called pyrroles. For example, C4H4NCH3 is N-methylpyrrole. Porphobilinogen is a trisubstituted pyrrole, which is the biosynthetic precursor to many natural products.[2]
Pyrroles are components of more complex macrocycles, including the porphyrins of heme, the chlorins, bacteriochlorins chlorophyll, porphyrinogens…”
Agora observe o composto quimico da figura acima e mantenha ao lado um mapa de LUCA. Observe como LUCA se reproduz em forma, como os fragmentos irradiaos de seu corpo-sistema penetram os atomos terrestres e dirigem-nos a se combinarem como reprodução da anatomia de LUCA. O Nitrogenio está fazendo a Função n.1, os quatro hidrogenios estão fazendo as funções 3,4,6,7. A função 5, (reprodutora, que é executada por cometas no nivel astronomico, RNA no nivel cellular , uracila no nivel de nucleotideos, etc.) está aí representada pelo átomo de hidrogenio que está fora do circuito sistemico e ligado ao nitrogenio, assim como a uracila aparece de fora e esporadicamente no código genetico quando as outras quatro bases são sempre permanentes. Pyrroles são cópias transformadas de LUCA, pois enquanto este é um sistema fechado, suas cópias biológicas se tornaram sistemas abertos. Assim como o planeta precisa de uma estrela existente fora de seu ciclo vital para estimular seu nucleo a iniciar reações nucleares e se transformar em pulsar, ou assim como um atomo instavel aceita um eletron externo para se equilibrar, o pyrrole encontra o hidrogenio externo para euqilibrar-se e perpetuar seu circuito. O cometa permite o continuo reciclar de LUCA, e é exatamente isto que faz este hidrogenio externo. Não é por mero acaso que o pyrrole estava em abiogênese, na cena das origens da vida.
Pyrroles are structures rooted on the same precursors of aminoacids. The difference is about the structure speciation, like the nervous cells are different from the liver cells due to speciation. The central ring of aminoacids and pyrroles have the same shape derivated from LUCA.
About the question – “Why the pyrroles were formed earlier if they were used only latter, in photosynthesis and haemoglobin?!”- is answered by the processes about macro-evolution reproduction, like atoms systems to stellar systems, or from galaxies systems to biological systems. In macro-evolution the genes from the precursor are not transmitted in a closed envelope like the chromosomes does in micro-evolution. The genes, be them particles, photons, quantum bits-information, whatsoever, are spreaded free in time and space. So, the way they get linked together is very promiscuous, given to chance a lot of possibilities. That’s is the explanation for the great diversity of biological systems at Earth and elsewhere in the space.
( pretendo voltar e estudar melhor pyrroles e o artigo acima para desenvolver este conhecimento)
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