Archive for the ‘Sistemas’ Category

Duas diferentes cosmovisões debatem: Quais as diferenças entre o computador hardware/software e o humano corpo/mente?

quinta-feira, abril 6th, 2017

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Minha questao postada no Quora e acompanhamento do debate:

https://www.quora.com/Whats-the-difference-between-computer-software-hardware-and-human-body-mind

What’s the difference between computer software/hardware and human body/mind?

Jonathan DayJonathan Day, 4/6/2017
Ultimately, none.

Alan Turing created an imaginary computer, the Turing Machine, that could perform a few basic functions, moving around a tape or set of tapes. He proved that all systems based on logic MUST be equivalent or inferior to a Turing Machine. No exceptions.

We now know that there are no quantum effects in the brain and that the sorts of quantum effects that you could get in regular cells can all be reduced to systems based on logic.

A human being, therefore, is a highly complex machine (the brain has 85 billion neurons and a neuron can have up to 3,000 synapses, so you’re dealing with 255 trillion connections that can amplify/suppress signals – we’re getting into serious numbers here). A machine so complex that attempting to reproduce it with modern technology would result in a computer around ten blocks square and two or three storeys high.

So, human brains are smaller for now. That’s kinda cheating because it’s not an intrinsic difference, merely a technological one.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 4/6/2017

Very helpful, Jonathan. Thanks. But… I think that with yours world view we will not make progress towards quantum computation and knowledge of human mind and consciousness. Yours perspective is totally mechanistic, based on Physics and Math, as the modern scholar mindset. Maybe you are right, but is is not what my personal research and world view is suggesting.

First of all, Turing did not know what a natural system is. So he did not know the logic running in these systems. If you are interested go to my website to see the formula for all natural systems.

Second there is no quantum effects in the human mind as software because quantum effects are related to an inferior level of organization of matter: it fills the boundary between Newtonian mechanics and biological organization, the frontier between the hard and bone skeleton _ studied by the fields of Physics and Math – and the beginning of the soft meat ( where begins biological organization. The human psyche organization is a superior level).

Third, we can not build a computer reproducing the human brain with this actual technology, neither hundred blocks square: complexity has a limit at any evolutionary lineage. When reaching that limit, occurs an evolutionary jump, a transformation. As happened to human brain, the jump to consciousness. It means that we need to proceed a transformation of our actual technology. Not based on binary digits and so, based on seven variables, like the DNA code. By the way, I think it is good talking between different world views. Thanks.

 

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

Sistemas: Síntese da Teoria Geral

domingo, março 5th, 2017

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1 – Introdução

Os Sistemas estão em toda parte

Por consequência do avanço tecnológico, o termo “sistemas” vem se difundindo na sociedade
moderna. A necessidade de se encontrar novos meios para realizar tarefas faz surgir novas profissões voltadas ao “enfoque sistêmico”, com o objetivo de não somente realizar a tarefa pretendia, mas a realizar com o máximo de eficiência e menor custo possíveis.
Todos essas mudanças levam o período atual a se caracterizar como uma “Segunda Revolução Industrial”, pois os sistemas estão presentes em todos os campos da ciência. Essa transformação ocorre na maneira do homem pensar, que passa a encarar tudo como se fossem grandes complexos (sistemas), reorientando o pensamento científico.
As novas descobertas nos campos da biologia molecular, genética, medicina, entre outros, já se tornaram conhecimento comum, porém falta uma visão voltada mais ao nível da organização
da matéria viva, e não somente uma visão mais aprofundada dos complexos da matéria.
A teoria sobre sistemas pode servir para diversos campos, até mesmo nas ciências sociais, onde se deve tratar os fenômenos sociais contemporâneos como sendo “sistemas”, mesmo sabendo a complexidade das definições sócio-culturais dos povos atuais.
Os grandes acontecimentos da história foram tidos como atos de indivíduos, que foram tomados como seres fora dos padrões humanos (tratados como gênios, pessoas com capacidades sobre-humanas), mas que na verdade não são os grandes encarregados pelos acontecimentos, somente uma pequena peça de um grande “sistema”, que pode ser representado por ideologias e tendências sócio-culturais.
Mesmo sabendo das deficiências das teorias como das de Spengler e Toynbee, as leis dos sistemas sócio-culturais são dotadas de sentido, mas não formam algo inevitável.
Apesar da história e a sociologia tratarem de organizações informais, foi desenvolvido a “teoria das organizações formais”, que podem ter como exemplos empresas comerciais que seguem algum tipo de “padrão/regras”. O estudo dessas organizações, no ponto de vista
sistêmico, as trata como um sistema de variáveis mutuamente dependentes (se interagem). Por consequência se equipara a teoria por trás das organizações com a teoria geral dos sistemas, que procura tratar os sistemas como sendo uma grande entidade, e não um aglomerado de partes.
Tudo o que já foi comentado pode ilustrar o conceito de “sistemas”. Uma consequência do
conhecimento sobre sistemas é que o “novo mundo” não se refere mais a pessoas, mas sim a “sistemas”. O ser humano, “o objeto falível”, se torna um item de consumo que pode ser facilmente substituído, e deve ser eliminado e substituído por máquinas que ele mesmo criou ou
se tornar um ser idiota treinado para uma única coisa (um ser “super especializado”). O indivíduo não passar a ser nada mais do que uma “roda dentada” do grande sistema, regido por alguns
“líderes” que só se preocupam com o próprio sistema.
Não importa se considerarmos essa expansão do conhecimento como sendo algo benéfico ou
uma extensão do pensamento de “linhas de produção”, devemos saber que esses fatos são dignos
de um intenso estudo.História da Teoria dos Sistemas

O conceito de “Sistema” possui uma longa história, apesar de que o termo “Sistema” não era mencionado. Vários pensadores importantes fizeram parte dessa história, como Leibniz, Nicolau de Cusa, Marx e Hegel.
Outro precursor dos “Sistemas” foram as “Gestalten físicas”, escritas por Kohler, que seguiam
um pensamento parecido, porém se limitava à física, e não tratava de toda a generalidade do problema. Em uma publicação posterior, Kohler deu mais um avanço, criando um postulado de
uma teoria dos sistemas, que era destinada a sistemas orgânicos e inorgânicos. A obra clássica de Lotka se aproximou mais do objetivo, ao tratar a sociedade como um sistema e se preocupar mais com problemas da sociedade do que problemas biológicos de um indivíduo.
A necessidade da abordagem dos sistemas só se tornou visível recentemente, quando se
percebeu que não era viável tratar as ciências por partes isoladas. Com essa nova abordagem, novas criações se tornaram viáveis em todos os ramos da ciência.
Ludwig ficou intrigado com peças que faltavam na biologia. A abordagem atual não tratava
do organismo como um sistema, que interagia para criar condições de vida, mas sim tratava
com um enfoque mecanicista.
Idéias semelhantes começaram a surgir em outros lugares, mostrando que esse era o início de uma nova tendência, que necessitava de tempo para ser aceita.
Juntamente com o trabalho sobre o metabolismo e as novas teorias sobre o organismo, a teoria dos sistemas abertos foi proposta, baseando-se no fato que o organismo é um sistema aberto, apesar de que na época não existia nenhuma teoria desse tipo. Assim, a biofísica passou a exigir
uma melhora da física convencional, o que mais tarde acabou ficando conhecida como termodinâmica irreversível.
A biologia até então era tida igual ao trabalho em laboratório, o que fez o autor passar por
rejeições ao publicar “Theoretische Biologie”, que tratava de um outro campo da biologia, que
só passou a ser aceito e divulgado mais tarde. Por causa da última guerra, parte das publicações
foram destruídas. Após a guerra, a teoria geral dos sistemas foi amplamente discutida entre físicos e em conferências.
Um grande obstáculo para a aceitação da teoria dos sistemas foi o fato que ela era tida como trivial e falsa, por causa de suas analogias superficiais que mudavam as diferenças reais, conduzindo a conclusões erradas.
Os ataques à teoria dos sistemas não atingiam o verdadeiro objetivo dela, que era ter uma interpretação generalista e uma teoria sobre assuntos que até então não existiam.
Outra linha de desenvolvimento estava surgindo, com a publicação do livro “Cybernetics” de Norbert Wiener, que foi o resultado dos recentes estudos da tecnologia de computadores, teoria
da informação e das máquinas auto-reguladoras. Wiener levou os conceitos cibernéticos de retroação além dos campos da tecnologia, generalizando-os nos campos biológicos e sociais.
A teoria dos sistemas não surgiu por causa dos esforços feitos para a guerra, mas sim pelos
esforços que já haviam sido feitos antes.

Rumos da Teoria dos Sistemas

A sociedade estava em uma época que encarava qualquer nova descoberta ou mudança como uma revolução, por mais trivial que ela fosse. O início da implementação da teoria dos sistemas não fugiu muito disso.
Kuhn define uma revolução científica como o aparecimento de novos paradigmas conceituais que mostram aspectos que estavam escondidos anteriormente na ciência convencional. De acordo com essa definição, a implantação da teoria dos sistemas ocasionou uma mudança nos métodos na prática científica.
Mas esse novo conhecimento leva ao aumento da importância de se fazer uma análise filosófica, que normalmente é deixada de lado. Com grande frequência, as versões primitivas de um novo “paradigma” são voltadas somente à resolução de problemas específicos, falhando quando se tenta aplicar em outros problemas. O novo paradigma engloba novos problemas, inclusive os que antes foram deixados de lado como “metafísicos”.
O grande problema do sistema são as limitações existentes na forma em que a ciência analisa os fatos e dados.
A ciência clássica faz uso do “procedimento analítico”, que estuda uma entidade a separando em partes e estudando separadamente cada uma. Ela procura por unidades “atômicas”.
Para aplicar o “procedimento analítico”, deve-se atender a dois pré-requisitos: Não devem haver interações entre as “partes” ou as interações devem ser desprezíveis. Esses requisitos garantem que a entidade possa ser estudada matematicamente.
Teoria dos compartimentos: É um aspecto dos sistemas complicado o suficiente para ser tratado separadamente. É uma teoria segundo o qual os sistemas podem ser divididos em “sistemas menores”, que interagem com outros “sistemas menores”. Existem dificuldades matemáticas ao se analisar um número razoável de “compartimentos”, somente sendo possível o cálculo utilizando as Transformações de Laplace, a introdução das redes e dos gráficos.
Teoria dos conjuntos: As propriedades formais dos sistemas podem ser axiomatizadas. Este enfoque se mostra superior às formulações mais primitivas da teoria dos sistemas.
Teoria dos gráficos: Muitos problemas não tratam de relações quantitativas, mas sim à relações topológicas dos sistemas. Uma boa abordagem à esse tipo de problema é utilizando a teoria dos gráficos. Em termos matemáticos, essa teoria se liga à álgebra das matrizes e forma modelos seguindo a teoria dos compartimentos.
Teoria das redes: A teoria das redes tem ligação com as teorias já descritas. É aplicada em sistemas como as “redes nervosas”.
Cibernética: Trata da “transferência de informação” e da “retroação”. Tem grande aplicação, porém não caracteriza a “teoria dos sistemas” em geral. É utilizada para descrever os mecanismos reguladores, e serve até mesmo para sistemas do tipo “caixa preta” (quando não se conhece o mecanismo real, e só é definido pelos resultados da entrada de dados).
Computação e simulação: Para resolver conjuntos de equações que seriam muito cansativas ou praticamente impossíveis, usa-se os computadores para realizar o cálculo.
Teoria da informação: Baseia-se no conceito de que a informação pode ser usada como medida de organização. Não possui muitas aplicações, excluindo no campo de engenharia da comunicação.
Teoria dos autômatos: Autômatos são “máquinas algorítmicas”, capazes de calcular qualquer processo de qualquer complexidade, se o número de operações lógicas puder ser expresso e for finito.
Teoria dos jogos: Apesar de ser diferente das outras teorias, ela se enquadra como sistema pois trata do comportamento do “jogador”, que procura ter o maior ganho e menor perda possíveis.
Teoria da decisão: “É uma teoria matemática que trata de escolhas entre alternativas”.
Teoria da fila: Trata da otimização de arranjos. Mostra que existem diferentes enfoques para se investigar sistemas, incluindo grandes métodos matemáticos. Existe incompatibilidades entre os modelos e a realidade, pois mesmo tendo um modelo complicado e bem elaborado, pode ser difícil encontrar uma aplicação prática para ele. Grande parte das teorias causaram muita expectativa, mas não tiveram resultados do nível esperado, como por exemplo o caso da teoria da informação, que tem um alto desenvolvimento matemático, mas não serviu em nada para campos como psicologia e sociologia.
As vantagens de modelos matemáticos são bem conhecidas e exploradas, como a ausência de ambiguidade e a possibilidade de se verificar resultados observando os dados que são utilizados. Esses modelos, porém, não substituem os modelos formulados em linguagem ordinária.
A matemática representa algoritmos que são muito mais precisos do que a linguagem ordinária. Expressões em linguagem ordinária precederam os algoritmos, e algumas teorias, como a de Darwin, só ganharam seus modelos matemáticos mais tarde.
Não é necessário possuir um modelo matemático para algo ser caracterizado como um “sistema”, como por exemplo sistemas no campo da sociologia.
Existem um grande problema ao se tratar de sistemas com muitas equações/números imensos, pois, apesar de teoricamente algum autômato poder calcular qualquer cois que possa ser expressa em números e ser finita, é praticamente impossível e ruim de se calcular um sistema com um enorme número de etapas.
De acordo com Hart, as invenções humanas são combinações de elementos conhecidos. Seguindo o pensamento de Hart, conclue-se que quando se aumentar o número de permutações e combinações dos elementos existentes, vai se aumentar a o número de novas invenções. Hart também apresentou curvas mostrando a velocidade de crescimento cultural e outras áreas humanas. Essas curvas constituem uma superaceleração à maneira da curva “log-log”.
A concepção mecanicista, mesmo tomada na forma moderna e generalizada de um autômato de Turing, falha ao tratar de regulações subsequentes a perturbações arbitrárias, como também ao tratar de números imensos.
As considerações acima referem-se a conceitos fundamentais da teoria dos sistemas, como o de ordem hierárquica. Podemos ver o universo como uma grande hierarquia, das partículas elementares até os grandes complexos. As leias de organização atuais são insuficientes para o mundo sub atômico.
Os princípios da ordem hierárquica podem ser descritos pela linguagem verbal, e possui idéias “semimatemáticas” relacionadas com a teoria das matrizes em termos da lógica matemática.

2 – O significado da teoria geral dos sistemas

A procura de uma teoria geral dos sistemas

A principal característica da ciência moderna é a especialização, que acaba dividindo a ciência em vários ramos e sub-ramos, prendendo o cientista em um universo privado, com pouca comunicação com outras áreas à sua volta.
Esse fato se opõe a outro aspecto. Concepções (e problemas) semelhantes surgiram em áreas bem diferentes.
A física clássica tinha como meta resolver os fenômenos naturais, o que foi expresso no ideal do “espírito laplaciano”, que diz que pode-se predizer o estado do universo partindo da posição e do momento das partículas. Quando as leis da física foram substituídas por leis estatísticas, essa concepção, apesar de mecanicista, não foi alterada, mas sim reforçada. Contrastando com essa concepção mecanicista, criou-se problemas de totalidade, interação dinâmica e organização em vários ramos da física.
Na concepção organimística da biologia, é necessário estudar todo o sistema, e não somente as partes isoladas, sistema esse resultante da interação dinâmica das partes. Se as partes fossem estudadas separadamente, iam se obter outros resultados. Este conceito também serve para outras áreas, como por exemplo na psicologia.
Pouco tempo atrás, a ciência exata identificava-se quase por completo com a física teórica. Não se tentava enunciar leis exatas em campos diferentes da física (poucos obtiveram reconhecimento). Porém, com o progresso nessas áreas, torna-se necessário uma expansão dos conceitos, com o objetivo de permitir o estabelecimento de sistemas de leis onde a física não pode estar presente.
Organismos vivos são tomados como sistemas abertos, pois interagem com o ambiente, enquanto a física e outros campos exatos tratam de sistemas fechados. Somente mais tarde a física passou a englobar também sistemas abertos e estados de desequilíbrio.
O significado dessa disciplina é que nada obriga a por um um termo aos sistemas tratados em física, pois pode-se aspirar a princípios aplicáveis aos sistemas em geral, independente da sua natureza. Pode se verificar que existem modelos, princípios e leis que se aplicam aos sistemas, independente do seu tipo particular.
Por consequência ao que foi dito acima, começam a aparecer semelhanças nas estruturas em diferentes áreas. Uma mesma lei pode servir ao mesmo tempo para o campo da biologia quanto ao campo da matemática.
A formulação de uma teoria geral dos sistemas poderia fornecer modelos a serem usados em vários campos, economizando tempo e trabalho, aumentando o progresso nos campos.
O método clássico era adequado para resolução de problemas que podiam ser isolados e calculados separadamente, porém não serve para processos que incluem interações, exigindo um novo pensamento matemático.
Não se deve pensar que, por exemplo, pela teoria geral dos sistemas os países são organismos superiores, e as pessoas são apenas células insignificantes. Esse pensamento está errado e leva a
analogias sem significação.
Existem áreas, como a genética e a economia, que são de alta complexidade, e formular uma teoria completa é uma tarefa muito difícil, e devemos nos contentar com uma “explicação em princípio”.

Propósitos da teoria geral dos sistemas

Pontos de vistas semelhantes surgiram em várias disciplinas da ciência, como também problemas que não são entendíveis se analisar apenas as partes isoladas. Essa correspondência é muito importante e indica uma mudança na atitude da física, que passa a tentar achar uma teoria geral que sirva para todas as áreas da ciência, tentando encontrar uma teoria exata nos campos não físicos da ciência.
Estas considerações levam ao postulado de uma nova disciplina, chamada de “Teoria Geral dos Sistemas”, que deixa menos vago o conceito de “totalidade”.

Sistemas fechados e abertos: limitações da física convencional

A física convencional só trata de sistemas fechados, que são aqueles que estão isolados do seu ambiente. Porém, normalmente esses sistemas que só são estudados em casos isolados nunca aparecem separados do meio, mas sim interagindo com outros sistemas. Somente nos últimos anos que a física passou a englobar alguns casos de sistemas abertos.
Existe um grande contraste entre a natureza animada e a natureza inanimada, no ponto de vista da física convencional. O próprio metabolismo humano é um grande paradoxo, como também o princípio da eqüifinalidade.
Ao pegar o ponto de vista dos sistemas generalizados, muitas das supostas violações, paradoxos e contradições da física convencional desaparecem, e o conceito de sistema aberto pode ser aplicado à níveis não físicos.

Informação e entropia

Outro ramo da física, a teoria da comunicação, é estreitamente ligado à teoria dos sistemas. Em muitos casos, o fluxo de informações se parece com um fluxo de energia, em outros, não. Porém, existem formas de “medir” a informação, em termos de “decisões”.
O segundo conceito geral da teoria da comunicação é o conceito da retroação. Este conceito é muito usado nos sistemas auto-reguladores, pois garantem uma “direção” da ação. Um bom exemplo são os mísseis que possuem um sistema próprio de radar e que procuram pelo alvo. Porém, não é somente em aparatos tecnológicos que existe retroação. Vários fenômenos biológicos correspondem ao modelo da retroação, como por exemplo o fenômeno da homeostase.

Causalidade e Teologia

Na concepção mecanicista da física, o mundo dos organismos era visto como um “produto do acaso”, onde não se entendia o movimento dos átomos, nem as leis da causalidade.
Os conceitos de teologia e finalidade pareciam estar fora do âmbito da ciência, e eram tratados como algo estranho pela ciência . Porém, não se pode conceber um organismo vivo sem tratar dos conceitos da adaptação, finalidade e etc. A concepção atual considera esses aspectos como “partes” da ciência, e já trata de modelos como a eqüifinalidade, retroação e o modelo do “comportamento” adaptativo.

Que é a organização?

A organização era estranha ao mundo mecanicista. Os organismos são exemplos de “coisas organizadas”, assim como as os átomos e as moléculas. Uma organização tem como características, tanto para organismos vivos quanto para outros tipos de “sistemas organizados”, noções de crescimento, diferenciação, ordem hierárquica, controle, entre outras. Pela lei do oligopólio, se existirem organizações competindo, os conflitos entre elas aumentam a medida em que o número de organizações vão diminuindo. Quando sobram apenas um par, o atrito é tão grande que pode levar a destruição das duas organizações restantes.

A teoria geral dos sistemas e a unidade da ciência

A teoria geral dos sistemas tem como função integrar a ciência. Essa integração não tem como objetivo de reduzir tudo ao nível da física, mas sim na elaboração de leis que sirvam para todas as áreas.
A concepção humana de “desenvolvimento” está muito ligada ao desenvolvimento de novas tecnologias e inventos, que inclusive levaram a grandes catástrofes do nosso tempo. É possível que se tratarmos o mundo como uma grande organização, daremos mais importância aos seres vivos. Importância esta que quase perdemos nas últimas décadas.

A teoria geral dos sistemas na educação: a produção de generalistas científicos

A educação convencional trata os campos como domínios separados, e constrói especialistas, pois não acredita que é possível uma “educação integrada”, onde o que se aprende possa ser usado mais genericamente, e não só para problemas específicos.
Os benefícios do domínio humano sobre as leis da física são claros, como por exemplo a nossa tecnologia. Nos campos biológicos, apesar de não serem tão evoluídos, conseguimos melhoras na qualidade de vida e espectativa de vida. Mas, todo o controle do ser humano sobre a tecnologia também traz um grande perigo: o da destruição. Muitas vidas foram tiradas por inventos que nós mesmo criamos. O homem não é somente um pequeno “animal político”, mas sim um indivíduo que merece sua importância.

3 – Alguns conceitos dos sistemas considerados em termos matemáticos elementares

O conceito de sistema

Podemos distinguir complexos de acordo com o seu número, espécie ou de acordo com suas relações. Existem as características somativas e as características constitutivas. As somativas representam, por exemplo, a massa molecular e o calor, enquanto as constitutivas não são explicáveis a partir de características de alguma parte isolada, seguindo o pensamento de que “o todo é mais do que a soma das partes”.
Um sistema pode ser representado por um complexo de elementos em interação, e pode ser definido de várias várias maneiras, como por exemplo um sistemas de equações diferenciais simultâneas.

Crescimento

Equações desse tipo podem ser encontradas em vários campos, portanto pode demonstrar a existência de uma teoria geral dos sistemas.
A lei exponencial, também chamada de “lei do crescimento natural”, é válida para muitos campos, e pode ser usada para descrever o crescimento de populações (no caso de recursos ilimitados), crescimento de capital a juros compostos. A Lei de Malthus significa que o nascimento é maior do que a taxa de mortalidade, o que cria um crescimento infinito.
Outra “curva” que tem grande aplicação é a “curva logística”, que descreve, por exemplo, o crescimento de populações com recursos limitados e reações autocráticas. Esses exemplos mostram que existe uma uniformidade na natureza.

Fonte: http://www.infoescola.com/filosofia/sintese-teoria-geral-dos-sistemas/

Lucas Hermann Negri – Ciência da Computação – Udesc

Sistemas: Boa Definição da Reprodução do Ancestral Fechado como Sistema Biosferico

quinta-feira, março 2nd, 2017

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Obtido em:

http://www.infoescola.com/filosofia/sintese-teoria-geral-dos-sistemas/

Uma consequência do conhecimento sobre sistemas é que o “novo mundo” não se refere mais a pessoas, mas sim a “sistemas”. O ser humano, “o objeto falível”, se torna um item de consumo que pode ser facilmente substituído, e deve ser eliminado e substituído por máquinas que ele mesmo criou ou
se tornar um ser idiota treinado para uma única coisa (um ser “super especializado”). O indivíduo não passar a ser nada mais do que uma “roda dentada” do grande sistema, regido por alguns
“líderes” que só se preocupam com o próprio sistema.
Não importa se considerarmos essa expansão do conhecimento como sendo algo benéfico ou
uma extensão do pensamento de “linhas de produção”, devemos saber que esses fatos são dignos
de um intenso estudo.

O que e’ Vida? A Morte e’ Real?

sexta-feira, janeiro 6th, 2017

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What Is Life? Is Death Real?

https://www.youtube.com/watch?v=QOCaacO8wus

E meu comentario postado no Youtube.

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Jan-01/06/2016

Matrix/DNA Theory has solved this problem 30 years ago, and the key here is “SYSTEMS”. All natural systems are composed by hardware and software. The words “life”, “living” are wrong concepts that makes no sense, it was created by ancient people that didn’t know systems and softwares. Thoday, those that does not know the universal formula that Nature has applied for crating systems (from atoms to galaxies to human bodies) also does not understand what is a natural system. The formula called Matrix/DNA creates matter picking up an initial non-animated object (let’s say, a star, a proton, an amino acid, etc) and makes that a wave of cosmic radiation (resulting from all seven kinds of electromagnetic radiations, from radio to gamma-ray,etc., aka, wave of light, which will perform the role as software) pass through it and be absorbed. Since that this wave has seven different frequencies/vibrations which are eternally in motion, the object is splitted and transformed into seven different shapes. It happens that the dynamics of that wave is just what we call ” the process of life’s cycles”. It is like picking up a human fetus and applying this wave, the fetus will develop into seven principal different shapes (embryo, baby, kid, teenager,etc.). So, the initial star will be a supernova, a red giant, star dust, black hole inside a quasar, a planet, a pulsar, a comet). Like the shape of kid is connected with the shapes of babies and teenagers by the life’s cycle, this astronomic bodies self-conected among them in the same sequence of the life’s cycle. Now we have a real complete system with the seven universal systemic functions. The cell system was made through symbiosis by six organelles plus nucleus by same process, so the atom with seven electronic orbitals. A system creates an identity that is the sum of informations of all its parts plus the informations from the exchanges of these parts. The identity is bigger than the system, controls everything inside the system, in a vital performance. The identity of yours brain is yours mind. It is the software, everything else is the hardware. So, life is the software made of waves of light emitted at the Big Bang. If you say that a human is alive, so, you must say that an atomic system, a galaxy system are alive too and that’s why Matrix/DNA discovered that the building block of galaxies has a cover of phenomena that all life properties that our body performs. And that the building blocks of galaxies has as template a formula that is the same formula/template of the building block of DNA… and atoms. The difference between our dynamic body (aka “life”) now and our stopped body under decomposition (there is no death for us)? The difference is that the hardware does not works but the working software will emigrate for a new and better hardware. This software was sleeping at atoms, dreaming at galaxies, began waken up at plants and animals, but, at human beings, it is still a embryo of consciousness, which have not opened its own eyes for to see its substance and shape of its body. This ex-machine embryo is the real “you”. Yours existence began at the Big Bang ( the fecundation) and you are going to your birth at the day of The Big Birth. More details in Matrix/DNA world view.

A Celula Viva E Seu Complexo Circuito Eletrico

terça-feira, novembro 15th, 2016

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THE LIVING CELL A COMPLEX ELECTRICAL CIRCUIT

http://www.spiritualgenome.com/index.php/articles/47-the-living-cell-a-complex-electrical-circuit

Teoria e artigo de:

Bradley York Bartholomew initially trained as a lawyer in Queensland, Australia. He subsequently came across the works of Sigmund Freud and experienced a profound realization that Freud’s Unconscious Mind and the Hindu Inner Self were one and the same. From then on he has devoted his life to tracking the Inner Self. After spending considerable time in an Ashram in India he wrote several articles about Hindu Philosophy in the 1990s that were published in prestigious philosophical journals in India including the Indian Philosophical Quarterly. His revelations that the Hindu Upanishads have a Quantum Mechanical interpretation led him back to University to formally study Physics and Genetics where he made a pivotal discovery how the DNA acts as a Quantum Computer. This discovery has brought Hinduism into the information age.

Artigo copiado para traduzir e pesquisar:

In an article in New Scientist (8/29/15) entitled Power from within it has been announced that for the first time scientists have been able to harvest the energy from inside the body. They have done this by implanting thin layers of metal in the living cells. Essentially what they are harvesting is our Orgone energy (or life force).

At this point they have simply managed to generate 3.73 volts which is about enough to run a pacemaker but as this technology develops, and with the use of amplifiers etc, there would appear to be no limit to the amount of Orgone energy that can be collected. So let’s see just exactly what is this “life force.”

There is a well-known theory of consciousness advanced by Hameroff & Penrose more than 20 years ago, to the effect that the microtubules in the neuron are responsible for generating our consciousness.

I deal with their theory in my book. Briefly, to quote Hameroff: “Consciousness depends on anharmonic vibrations of microtubules inside neurons, similar to certain kinds of Indian music, but unlike Western music which is harmonic.” These quantum vibrational computations in microtubules are “orchestrated” by synaptic inputs and memory stored in the microtubules. Essentially then quantum computing is occurring in these microtubules.

So what is a microtubule. For a start, they are not just found in neurons. They are pretty much everywhere in the cells of animals and plants, in the cytoskeleton where they are responsible for the structure of the cell, the cytoplasm were they connect various organelles inside the cell, and in the genome where they play important roles in various genetic processes including mitosis, meiosis and gene expression. We are told that they are tubular in shape and principally composed of the protein tubulin. We are also told that microtubules have a polarity, that is to say they have a positively charged end and a negatively charged end. Two microtubules can join with the positive end of one attached to the negative end of the other. Similarly the positive end of a microtubule will attach to a negatively charged area in an organelle in the cell.

There are a group of scientists who are trying to establish consciousness and intelligence in plants. I wrote about them in my article Plant Consciousness and the Networked Intelligence (on this website). Essentially they used to call themselves The Society for Neurobiology in Plants, but after stinging criticism from some of their colleagues they were forced to change the name to the Society for Plant Signaling and Behavior in Plants. The criticisms centered around the fact that plants do not have neurons and therefore to talk about neurobiology in plants was an oxymoron. Furthermore, because plants don’t have neurons it was therefore impossible for them to have intelligence or consciousness.

A member of this society, Dr Peter Barlow, from the University of Bristol in the UK wrote to me and told me that he was working on a paper with the title The Natural History of Consciousness, and the Question of whether Plants are Conscious, in Relation to the Hameroff-Penrose Quantum-Physical ‘Orch OR’ Theory of Universal Consciousness. He even sent me a copy of the abstract and introduction to this paper. Essentially he is arguing that although it is true that plants do not have neurons, they do have microtubules in abundance in the cell and therefore if Hameroff & Penrose are right with their hypothesis that quantum computing in the microtubules of neurons were responsible for our consciousness, then it could well be the case that these cytoskeletal microtubules in plants were responsible for plant consciousness as well. I applauded his work and told him that although I had dealt with the Hameroff & Penrose theory in my book I had not tipped to this point that in fact there is a plethora of microtubules in all eukaryotic cells, plants included. He had ordered a copy of my book, and I referred him to the relevant pages where I assert that the microtubules in the neurons act merely as a conduit for electromagnetic activity emanating from the genome, i.e. the nucleus of the neuron. I also told him that his observation about microtubules in the cells of plants was a vital piece of information for me, because any theory about consciousness or intelligence in the DNA would be inadequate if it did not also account for the plant kingdom.

Just by chance I received a spam email about a mitochondrial antioxidant supplement. This spam email contained the following statements:

Not many people know that they have tiny power plants in almost every cell in their body. These power plants are called mitochondria. They take the air that we breathe and the food that we eat and produce ATP – the energy molecule that provides the power to every one of our cells.

Mitochondrial function peaks around the age of 28 and then starts to decline. We start to feel this as we head into our 40s and beyond. We have less energy, we start to slow down, we feel tired, we don’t recover from illness or injury as quickly and we start to see health problems emerging.

As a by-product of the energy production process mitochondria generate free radicals. To protect themselves mitochondria have very strong natural antioxidant protection systems. One of the key antioxidants mitochondria use is CoQ10 (also known as CoenzymeQ10 or ubiquinone).

CoQ10 levels decline as we age leaving mitochondria increasingly susceptible to free-radical damage. This damage reduces mitochondrial function leading to less energy being available to your cell. With less CoQ10 available we also see increasing levels of free radicals leak into the cell causing damage to cell contents and DNA.

It makes sense that we should supplement with CoQ10 to replace levels lost as we age. It’s a reasonable line of thought but with one serious flaw. CoQ10 is a very oily sticky molecule that doesn’t cross into the mitochondria easily. Mitochondria make their own CoQ10 for this very reason. The reality is that whilst you might get a small benefit from taking CoQ10 very little of your supplement is actually getting to where it needs to get to.

A breakthrough. 

Scientists at the University of Otago, Dunedin, New Zealand were studying mitochondrial dysfunction and its link to diseases of the brain, heart, liver and kidneys. They stumbled upon a way to get CoQ10 into the mitochondria by simply adding a positive charge. This simple change caused CoQ10 to flood the mitochondria – a significant breakthrough as no one had ever been able to deliver antioxidants to the mitochondria before.

Umm! I thought about this for awhile. This random spam email was trying to tell me something. The things that caught my eye were the statement that the release of this ConenzymeQ10 from mitochondria was involved in the protection of the DNA from free-radicals, and the fact that simply adding a positive charge to the mitochondria resulted in a CoQ10 “flood.” I decided to look into it, and lo and behold the first thing I found was that the mitochondria are connected by microtubules. Microtubules that have a positively charged end and a negatively charged end. The simple fact of adding a positive charge to the mitochondria can only mean one thing – the microtubules are conducting electricity.

Once I came to this realization, then it became crystal clear to me that the living cell in animals and plants are actually an incredibly sophisticated, complex and compact electrical circuit. These microtubules run everywhere through the cytoskeleton and the cytoplasm. And not just microtubules. There are also many other connections like microfilaments and intermediate filaments that are all conducting electricity. In addition the mictrotubules that play a key role in genetic processes, like the mitotic spindles that pull the chromosomes apart, must also be conducting electricity. No wonder Hameroff and Penrose were able to detect “quantum fluctuations” in the microtubules of neurons. Quantum processes were at work, namely the passage of electrons as an electrical current.

Hameroff and Penrose have introduced a new argument in favor of their theory. The underlying origins of EEG rhythms (brain waves) remains a mystery even after a century of clinical use, and they now assert that quantum vibrations (e.g. in megahertz) appear to interfere and produce much slower EEG “beat frequencies.” We are therefore in a position to put this question to rest once and for all. It is not the quantum microtubule fluctuations in the microtubules of the neurons that are causing the brain waves. It is simply the electrical currents flowing all through the cell in the microtubules, the microfilaments and the intermediate filaments that are combining into certain characteristic frequencies as different groups of cells are turned on in the various states of consciousness, that is responsible for the EEG. What else would you expect now that you realize that the living cell is not a chemical unit at all, but is actually an exquisitely complex unit of electrical circuitry. A pulsating ball of electromagnetic energy of incomparable sophistication. And there are trillions of them in every living creature, each cell being orchestrated and directed by quantum computing processes in the DNA.

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Criando um comentario:

 – then quantum computing is occurring in these microtubules.

  • We are also told that microtubules have a polarity, that is to say they have a positively charged end and a negatively charged end.

Crise no Brasil: A Causa Profunda e Desconhecida – Mensagem da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2016

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Postado no Facebook em 10 (Out)/30/2016

Louis Charles Morelli
Eu penso que…

A atual crise no Brasil ( e eterna no mundo) não seja uma punição de deuses a um povo erradio, nem apenas produto do animalista instinto para predador dos aristocratas do Brasil. Esta crise e’ simplesmente o efeito normal, inevitavel, do eterno fluir da longa cadeia de causas e efeitos naturais que comecou com as origens deste mundo. Vou explicar:

Nesta semana passada estive envolvido na pesquisa de um fenomeno natural alardeado no meio cientifico: a descoberta de algo mais sobre o mecanismo do DNA corrigir seus erros na reproducao para evitar que nascam defeituosos. E como sempre, vi algo mais do que os cientistas neste fenomeno, porque eu tenho a formula da Matrix/DNA e eles nem a conhecem.
Pois a crise no Brasil e’ produzida pelo mesmo mecanismo que o sistema social humano herdou do mecanismo em seu sistema genetico.
Os sistemas naturais – como o atomo,o genetico, o social humano – sao feitos de um circuito esferico que funciona como um canal dentro do qual flui a sua energia carregando seus bits de informacao. Este fluxo passa por todas as partes do sistema. Ora, tambem acontece que estes sistemas possuem uma identidade propria, uma especie de mente em relacao ao nosso corpo, que apesar de ser abstrata, invisivel, ela tem uma forssa (sei do erro, mas meu teclado nao fala portugues) que pode mover e dirigir nosso corpo segundo a vontade dela. Esta identidade e’ formada pela soma de todas as informacoes de todas suas partes, mais as informacoes que surgem das interacoes entre estas partes e – no caso dos sistemas abertos – das relacoes entre estas partes e coisas do mundo externo.

Entao, o fluxo flui dentro de um canal estreito, esferico, para o sistema funcionar bem. Acontece que algumas perturbacoes fazem com que particulas deste fluxo se desviem e tentem sair fora do fluxo. Ora, alem de prejudicar, de causar dores no sistema, se isto continuar o sistema morre. Entao a identidade do sistema e’ como um template, uma forma de fundo, que tenta obrigar a forma do fluxo ser igual a ela. E agora vamos chegar a causa destas crises sociais.

Os humanos brasileiros se comportam sempre saindo fora do fluxo. Isto porque a meta suprema da nossa existencia imposta pela Natureza imediata e’ ser parte de um ser que reproduza nosso ancestral e criador – o sistema astronomico que nos envolve e dentro do qual, a forma de sistema biologico, ou seja, a vida,  emergiu –  assim como nossos pais sao nossos ancestrais e criadores. Entao somos objetos de reproducao de algo que não e’ humano, e sim algo que vai abranger a totalidade desta biosfera terrestre. Somos meras partes, pessas.

Ora, a identidade de sistemas precisa que todas suas partes se conectem sob as regras deste processo de reproducao. E os brasileiros – diferente dos Americanos, por exemplo – sao rebeldes a essa conexao. Essa interatividade entre partes, individuos, se realiza pela associacao dos individuos, formando grupos maiores, que serao partes maiores do sistema. Mas os brasileiros se recusam a associarem-se ate dentro da propria familia, muito menos com os vizinhos do seu bairro, menos ainda com os confrades cidadaos de suas cidades. E quanto pior em termos de pais, de nacao. Enquanto nos USA – e a maioria dos paises ricos – existem associacoes para tudo ( associacao dos com bigodes, dos sem bigodes, dos veteranos de guerra, dos motoristas da Uber, das maes e esposas da cidade, etc.), a maioria dos brasileiros nao pertencem, nao formam, associacao alguma. Isto revela o grau de egoismo individualista de um povo.

Entao, a formula da Matrix, a identidade do sistema social brasileiro, que e’ uma criacao natural, atua como o mecanismo de auto-cura do DNA. Ele se agita, estrebucha, se sacode todo, tentando montar e controlar o fluxo das particulas individuais correndo em suas veias, e seus efeitos sao sentidos pelos humanos nas bases dos processos que mais os afetam, como a economia, que se relata aos bens materiais que sao necessarios as suas sobrevivencias.

Os 5.000 aristocratas do Brasil se associam numa mafia para prejuizo da nacao, pois funcionam como um buraco negro da economia, retirando os produtos economicos do pais para levar as suas posses na Europa. A classe media se associa apenas quando seus privilegios ( principalmente como maioria de funcionarios no setor publico) diminuem e ai derrubam os PTs da vida, mas nunca enfrentam os grandes predadores aristocratas. E o povao… estes nao tem a minima consciencia de sociedade, e’ cada um para si e salve-se quem puder. Mas a Natureza flui e de qualquer maneira impoe suas regras, e estas exigem a associacao entre as partes dentro do fluxo geral. O ser ancestral que esta sendo reproduzido aqui era – e ainda e’ – a maquina mais perfeita que a Natureza conseguiu montar, tanto que esta maquina funciona em sincronia com os relogios, uma sincronia eterna. E esta maquina, para ter um baby que a reproduza, apenas o tem quando suas partes estiverem perfeitamente associadas como uma maquina.

Nao devemos permitir que nos tornemos partes de uma maquina, principalmente quando conhecemos o destino desta maquina, que e’ a degeneracao e morte. A “Queda”, da qual somos os atuais resultados. Temos que trilhar um destino a revelia do que quer nosso criador. Mas isto tem que ser feito com inteligencia. Nos precisamos da biosfera terrestre funcionando perfeitamente como uma maquina. Nos libertar do trabalho escravo rotineiro, dos instintos herdados dos animais, dos seres que causam nossa doencas mortais, etc. Nos temos que ir na direcao do ” Admiravel Novo Mundo” previsto por Huxley. Mas nisso entra nossa inteligencia: nossos corpos continam sendo levados pelas regras do erradio criador, mas nossas mentes, nao! Se quisermos, o criador jamais pora’ suas patas sobre nossas mentes. Pois ele nao tem mente, consciencia, nao sabe o poder destas coisas. Estas coisas estao vindo de algo alem do criador imediato, e temos que nos abrir-mos para sua acessibilidade, e manter-nos firmes para continuar sobre seu controle.

Entao os brasileiros tem que associarem como individuos, prinicpalmente nas atividades de suas necessidades basicas, que e’ sua economia. Os Americanos fazem isto quando cada cidadao, depois de conseguirem sua poupanca basica, investem cada dolar comprando acoes de suas corporacoes. Assim se associam economicamente. Mas eles criaram estas corporacoes  e entre eles, se repartem os lucros destas corporacoes. A partir de iniciativas individuais ou de vizinhos de bairro. Enquanto os brasileiros continuarem resistindo a montarem a rede de conexoes que estruturam os sistemas naturais, como o social humano, os individuos sao particulas desviadas do fluxo natural, e como faz o DNA dentro de nossos sistemas celulares, ele se estrebucha, se contorce, distorce, mas acaba expulsando ou se impondo sobre as particulas desviadas e retorna a ser a formula que o construiu. Nesta reacao da identidade do sistema, as particulas as sentem como crises.

Procurem seus familiares e procurem como se associarem nas atividades do trabalho economico. Depois procurem as familias vizinhas e expandam-se como grupo. Depois procurem os cidadaos de sua cidade, de seu estado, de seu pais e estejam prontos para fazerem parte da grande e sagrada familia universal, aquela sonhada por aquele pobre carpinteiro mas que com essa ideia se revelou o mais sabio profeta e genio dos homens: Jesus Cristo!

Excelente Video Mostrando Como e Porque Girassois Acompanham a Luz do Sol

sábado, agosto 6th, 2016

Clique no link abaixo e veja o instrutivo video, uma grande descoberta que responde parte de uma pergunta feita pela Humanidade a milhares de anos. Esta em ingles, porem as imagens explicam tudo. Mas como sempre, nao espere a resposta ultima para o fenomeno, pois a Ciencia descreve como esta funcionando um sistema, nao sua origem e como isto foi criado. Parte da resposta encontrada pelos cientistas esta no tal “relogio biologico”, – circadian clock em ingles – mas uma observacao mais profunda logo mostra que o grande protagonista do fenomeno sao os genes, mas os cientistas nao tocam no assunto de explicar porque. A formula da Matrix/DNA sugere algo do porque os genes fazem isso: e’ um simples caso de fractal dentro de fractal dentro de fractal…

Me expliquem uma coisa:

Imagine uma lagartixinha, dentro de uma lagartixa media, que esta dentro de uma lagartixona. Agora responda: Voce acha que os tres coracoes bater diferente ou no mesmo ritmo, sendo as mesmas pulsacoes nas tres lagartixas?

Claro que sera a mesma, para assim existirem teriam que ser completamente iguais, unica diferenca seria os tamanhos. Sao fractais dentro de fractais, quem comanda tudo e’ o fractal maior, a lagartixona.

Como a formula da Matrix/DNA sugere, genes sao microscopicos fractais dentro dos mesmos fractais maiores que estao dentro de maiores ainda,… ate chegar no grande fractal que e’ este sistema astronomico, a Via Lactea… a qual funciona como um relogio, por coincidencia…

Eu tenho ditto aos cientistas para procurarem dentro de seus corpos, das plantas, etc., se encontram algum relogio perdido por ai, pois somente assim poderiam derrubar minha teoria. E botei o comentario copiado abaixo no artigo…

The Mystery Of Why Sunflowers Turn To Follow The Sun — Solved

http://www.npr.org/sections/thetwo-way/2016/08/05/488891151/the-mystery-of-why-sunflowers-turn-to-follow-the-sun-solved

Newly published research explains why young sunflowers turn to face the sun as it moves across the sky.

Meus dois comentarios postados no artigo:

Louis Charles Morelli – 08/06/2016

Great job, but,… once time more, Science leave the deepest question unanswered: How genes do that? Is it genes that build the circadian clock of the plant or, as said the article, the plant builds it by itself and informs the genes? Now light operates over genes, how genes knows or feels about the magnetic field? I have theories answering these questions based upon the universal formula for natural systems, called Matrix/DNA. The stem’s sides contraction and extensions are merely muscles mechanisms, and muscles obeys the identity of the whole system. The formula suggests there are no circadian clock inside every biological system, since this clock is the entire working solar system.

Louis Charles Morelli – 08/08/2016

It is fractals inside fractals inside frac… Have you observed that the entire plant mimics the shape of this galaxy? The stem is the system’s axis, the branches are the galaxy’s arms, the leaves are the planets, the flower are the stars. The galaxy’s model by Matrix/DNA’s Theory explain inclusive what’s the roots. And the building block of galaxies is a system nanotechnologisied as a lateral base pair of nucleotides, the DNA’s unit of information and building blocks.

So, the galaxy rotates, their smaller and interior fractal – stars systems – moves, the smallest fractal inside them – a plant – try to move also, although it is almost impossible due sunflowers are not free in space.

Somebody here said that the “Why ?” is explained because the flower goes after light because light is their food. But… why light is their food? Because biological systems like plants are not as perfect fractal like the biggest fractal – the galaxy – which is a perfect machine. The bits-information of this galaxy are photons and that’s why biological systems goes after photons, not light. Then, evolution here has an agent behind natural selection, an agent that is driven biological evolution, which is the Milk Way. As suggests Matrix/DNA formulas and models, the whole purpose of this biosphere and its creatures is to reproduce its creator – this galaxy. Of course, with the mutations due new environment.

Ninguem entende e pode controlar a bagunca tecnologica. Matrix/DNA tem uma sugestao

quarta-feira, julho 20th, 2016

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http://www.wsj.com/articles/the-rise-of-the-kluges-1468968418

The Rise of the Kluges

(kluges – overly complicated, inelegant, cobbled-together messes. Even experts can no longer fully understand or control them. Cobbled – uma bagunça, uma desordem de remendos conectados entre si). 

From the electrical grid to Toyota’s software to online dating sites, the systems we live by are inelegant messes that no one fully understands.

( interromperam meu acesso ao artigo quando ia postar o comentario abaixo. Voltar depois e tentar ler o artigo novamente)

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Louis Morelli:

Yes, there is a formula of life (it is in my website), because life is a body which is a system and as system, it is merely the biological shape of a universal system that have another shapes, less evolved, like atoms, galaxies, etc. And this universal system is based over a formula. We are lost in this messes of systems because we don’t have the complete design of all systems that we can do if, instead drawing the systems, we draw their formula, which is one.

But, thankfully, we don’t have the understanding and control of this mess because if we will get it before the necessary evolution of our world view, we will have the Big Brother and then, we will be lost forever.

As we build our houses applying the anatomy of a human body ( the kitchen is the mouth, the bathroom is the expelling apparatus, the corridors or halls are the esophagus, etc) because the goal of a house is to accommodate and to connect the body in adaptive way to the environment, all technology are extensions of a natural system, and since this natural system is based on a formula, every branch of technology is designed by the same formula, as extensions of that formula.

Man can not create information from nothing. Every technological device is am information performing a mechanism or process already being applied and used by Nature. And as I have observed by 30 years since that I knew the formula, all mechanisms and process are inside the universal formula. We need identificate every layer of technology, every device, with its correspondent function in this formula, then, we will see the complexity as a whole and will understand it.

Dyson Sphere – Uma Tecnologia a ser Pesquisada pela MatrixLight/DNA

domingo, maio 8th, 2016

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https://en.wikipedia.org/wiki/Dyson_sphere

Com o desenvolvimento tecnológico da Humanidade, calcula-se que chegaremos a um ponto quando toda energia captada na Terra sera insuficiente para manter a estrutura instalada e muito menos permitir a continuidade deste desenvolvimento. Pensadores já tem percebido essa questão a longo tempo e de todas as alternativas imaginadas surgiu a ideia da Esfera de Dyson: seria mais ou menos a ideia de construir estacoes espaciais orbitando rente em torno do Sol, absorvendo toda sua energia e re-emitindo-a para a Terra. Seria como fazer uma cela para enclausurar o Sol.

A Dyson ring — the simplest form of the Dyson swarm — to scale.

Depois de Dyson alguns pensadores tem imaginado uma especie de esfera material completa em volta do Sol, mas o mesmo Dyson achou a ideia tao infactível que solicitou não usarem o nome dele nestas ideias.

Esta ideia esta tao atuante na mente dos ficcionistas e astrônomos que recentemente, uma estrutura altamente energética captada pelo Hubble numa galaxia distante, sem que os astrônomos encontrem uma explicação racional para sua existência, ter sido aventada a hipótese que se trata de algo como a Esfera de Dyson construída por alguma civilização de alienígenas mais desenvolvidos. ( veja:  http://www.theatlantic.com/science/archive/2015/10/the-most-interesting-star-in-our-galaxy/410023/

A cut-away diagram of an idealized Dyson shell, a variant on Dyson’s original concept, with a radius of 1 AU

Por nosso lado, esta ideia nos remete `a formula da MatrixLight/DNA para vê-la por essa diferente perspectiva. Estrelas estão localizadas na função 6 e ate’ 7 da formula – o que e’ uma região entropica na face direita da formula – e sua energia degradada tende a formar uma nuvem junto com a massa degradada no fim do sistema para serem reciclados. Mas seria possível tratar esta energia como ela e’ na realidade – uma energia perfazendo um ciclo vital – e dai encontrar uma maneira de mudar seu processo natural, dirigindo-a para a Terra ao invés de ser dispersa como nuvem no espaço?

Vamos começar a pensar no problema, e não tem como começar senão trazer a formula para ca’:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Um método seria mudar a seta vector em F6: ao invés dela continuar na direcao de F7, mudar seu curso na direcao de F3 -que ‘e a posição dos planetas na formula. Claramente isto e’ impraticável pois teríamos que atuar no núcleo genético da estrela com uma re-engenharia genética. E’ preciso ao leitor entender que este desenho da formula esta’ num plano de duas dimensões, quando na verdade a formula acontece como uma espiral, a qual não da para ser desenhada numa folha plana. E desde que a espiral e’ rotativa, a seta/energia que sai de F6 e vai a F7 na verdade se dirige na sua maior parte internamente para todo o sistema formando a nuvem entropica. O que resta e vai para F7 ‘e o núcleo esquelético da estrela já quase inteiramente sugado em sua energia.

Uma estacão espacial que funcionasse como um ralo rotativo chupando essa nuvem seria uma solução. mas tambem poderia ser a extinção da vida pois alteraria o sistema estelar inteiro.

Bem… geralmente, novos problemas a serem resolvidos surgem e logo cansam nosso cérebro devido sua complexidade, nos obrigando a retira-los da nossa frente. Mas o problema foi levantado, registrado na memoria, e vai voltar sempre a memoria quando raciocínios abordam temas relacionados. Geralmente deixo o problema e vou dormir, e nalgum dia depois, sem querer, acordo com uma solução na mente. Sera  caso deste problema aqui… vamos deixa-lo de molho, por ora.