Archive for the ‘Sistemas’ Category

Abelhas, sistema social e a formula da Matrix/DNA

segunda-feira, setembro 4th, 2017

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Incrivel como o sistema social das abelhas revela a formula da Mattrix/DNA. O fato do hive alimentar a que sera rainha com abundancia decorre da Funcao 7 quando fornece material em abubdancia para criar F1, que sera a rainha do sistema! Registrado aqui para entrar no capitulo relacionado do livro.

https://www.reddit.com/r/askscience/comments/6xvtf6/how_is_queen_bee_becoming_a_queen_bee_is_it/

How is queen bee becoming a queen bee ? Is it natural or is it acquired ? from askscience

[–]thatguybuster 15 pontos 

From Wikipedia :

“All bee larvae are fed some royal jelly for the first few days after hatching but only queen larvae are fed on it exclusively. As a result of the difference in diet, the queen will develop into a sexually mature female, unlike the worker bees. Queens are raised in specially constructed queen cells.”

Apparently there are already Queen larvae chosen from a previous queen from a hive.

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[–]natalieisnatty 14 pontos 

Any female bee can become a queen bee based on diet, so it is an acquired trait.

Extra information (aka me info-dumping on bees because I love them):

The way bee sexes work is that the queen can lay fertilized (two sets of chromosomes, one from her and one from a mate) and unfertilized (one set of chromosomes, only from the queen) eggs. The unfertilized eggs become male bees and the fertilized eggs become female bees.

The vast majority of fertilized eggs hatch into worker bees. They are female, but sterile and cannot usually produce eggs. However, if the worker bees decide that the hive is too crowded, or that their queen is sick, they will build a special place for her to lay an egg called the “queen cup.” It’s much larger than a normal honeycomb cell. She’ll lay a perfectly normal fertilized (female) egg in there and then forget about it. Then, once the egg hatches the worker bees feed it tons of food and royal jelly. The proteins in the royal jelly activate parts of the baby bee’s DNA that are normally suppressed, and she grows into a queen bee. She’s big, female, and fertile.

If the hive is too crowded, then the old queen bee will leave with a large portion of bees and start a new hive somewhere else before the young queen hatches. If the old queen is sick, then the worker bees will kill her before the young queen hatches. Queens never cohabitate.

Once the new queen emerges successfully, she’ll go on a “nuptial flight” where she meets drones and collects a lifetime supply of sperm. This takes a few days, and sometimes she gets eaten by a bird. This is the worst possible thing that can happen to her hive. Since they’re fresh out of eggs (from killing the old queen a few days ago) they can’t turn any new larvae into queens (a queen bee made in a normal cell, as opposed to a queen cup, is called an ‘emergency queen’). In this scenario, some worker bees will start laying eggs. However, since they’ve never mated, their eggs are unfertilized and hatch into drones. These drones fly off and (hopefully) propagate the hive’s DNA by mating with a queen. The rest of the hive dies :(

So, yeah! Royal jelly and lots of food is what makes a queen bee, not genetics. Royal jelly is a very complex mixture of protein and other molecules, so it’s hard to know exactly what part of it switches off the “worker genes” and turns on the “queen genes”.

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A cultura humana foi produzida pela sua biologia, porem, já existia cultura nas estrelas – revela a Matrix/DNA

sexta-feira, setembro 1st, 2017

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Bom artigo sobre origens e desenvolvimento da cultura humana, defende a tese de que a biologia é a causa produtora da cultura. Por meu lado, fui consultar a formula da Matrix/DNA e conclui que a cultura humana esta’ para o sistema social humano assim como a identidade dos sistemas naturais estão para os sistemas, portanto, o que se entende por cultura já existia antes das origens dos sistemas biológicos. Postei um comentário explicando isso no artigo, o qual vai copiado abaixo do link:

O ser humano como um animal biologicamente cultural

https://universoracionalista.org/o-ser-humano-como-um-animal-biologicamente-cultural/?utm_medium=botao&utm_source=ur&utm_campaign=onesignal

O ser humano como um animal biologicamente cultural

Louis C. MorelliLouis C. Morelli – 1/9-set/2017

Good food for thought! Mas eu acrescentaria algo ao artigo. Dizer que a cultura é biológica leva a crer que a biologia criou a cultura pela primeira vez na Natureza, mas vou buscar fatos no passado quando ainda não existia a biológica organização da matéria para sugerir que cultura veio antes, seria uma constante universal. A formula universal para todos os sistemas naturais sugere que cultura é um nome para outra coisa existente mais profunda: a identidade de um sistema natural qualquer.

Como a formula demonstra, sistemas são o conjunto de partes especificas e funcionais inter-conetadas dentro de um involucro qualquer. A soma de informações de cada parte gera o sistema que tem mais informação do que todas suas partes separadas. Porem, como estas partes interagem entre si gerando sub-partes que também interagem, mais informações internas são geradas, as quais não são agregadas `as partes, porem são acrescentadas ao conjunto total de informações que é o sistema. Com isso, o sistema gera uma identidade própria, diferente e muito maior que a identidade de cada parte.

E’ esta identidade de sistema que controla o equilíbrio interno ( que vem da evolução do equilíbrio termodinâmico nos sistemas “não-vivos”) entre todos os seus elementos. E isto acontece em qualquer sistema natural, desde os mais simples como átomos, sistemas estelares, galácticos, vegetais, bacterianos, etc. Pois esta identidade destes sistemas simples, muitos antes da biologia aparecer, que evoluiu para cultura quando a humanidade criou sistemas sociais.

Vendo ” cultura” por esta perspectiva se entende melhor este fenômeno, pois vamos buscar suas raízes, suas causas primeiras desde o Big Bang. E assim encontramos explicação para algo que é dito no artigo mas fica difícil de engolir: que novos genes são produzidos para encaminhar ao homem cultural. Não se trata de novos genes, a função e seu mecanismo já existia disponível na nossa herança dos sistemas não-biológicos, bastava expressa-la. E também acabamos de criar outra definição para cultura: é a identidade de um sistema. Cultura também pode ser a sua mente em relacao ao seu corpo como sistema, ou ainda, cultura é uma espécie de software que permeia um sistema natural físico, o qual é o hardware. Mas tudo isso que digo é resultante da minha interpretação dos modelos teóricos da Matrix/DNA Theory e posso estar cometendo erros de interpretação.

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O paragrafo notável do artigo que revela sua tese da cultura como produto biológico é o seguinte:

”  O ser cultural do homem deve ser entendido como biológico. Há mais do que um jogo de palavras na afirmação de que o homem é naturalmente cultural, ou ainda, de que a chave para a compreensão da natureza humana está na cultura e a chave para a da cultura está na natureza humana. O homem é a um só tempo, criatura e criador da cultura. Nas palavras de Morin (1973, p. 92), “o que ocorreu no processo de hominização foi uma aptidão natural para a cultura e a aptidão cultural para desenvolver a natureza humana”. Desse modo, “desaba o antigo paradigma que opunha natureza e cultura” (p. 94). Entretanto, apesar da força do argumento, mesmo várias décadas depois, ainda não se foi muito adiante.”

Universal Systems Model : Academic perspective x Matrix/DNA perspective

quinta-feira, agosto 24th, 2017

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Na area academica do ensino denominada Universal Systems Model, eles usam um diagrama:

Input > Process > Output > Feedback > Input > Process > ….

Observe que isto e’ um diagrama resumido da formula da Matrix/DNA, onde:

Input = F1

Process = F2,F3.F4,F6

Output = F7

Feedback = F7>F1

A principal diferenca e’ que a formula da Matrix/DNA se refere a sistemas naturais, os quais funcionam movidos pela forsa do ciclo vital, enquanto que a formula academica se refere a sistemas mecanicos, para maquinas ou operacoes automatizadas. Uma segunda nota, e’ a que ( como vemos no texto abaixo), os academicos se referem a ” open loop ” e “closed loops”, onde o Sistema comeca com o open loop e o component “feedback” constitui o closed loop, numa clara referencia aos estados de sistemas abertos e sistemas fechados da formula da Matrix/DNA.

The MatrixDNA as Astronomic Closed System

The MatrixDNA as Astronomic Closed System

Devo pesquisar os textos academicos desta area, assim como os nomes tecnicos da disciplina, etc.,  para buscar modos de interacao entre as duas formulas visando aplicar a formula da Matrix/DNA para otimizar a tecnologia.

Neste sentido, o primeiro passo e’ googlar ” universal systems model” e ver os itens. Iniciando, registro o link para um PDF:

https://www.wsfcs.k12.nc.us/cms/lib/NC01001395/Centricity/Domain/1555/3.03_Universal_Systems_Model.pdf

Technology Competencies Problem-Solving
Fundamentals of Technology

Onde se inicia lendo:

Explain the universal systems model

• Explain the components of the universal systems model

• Explain systems models in the context of the systems of technology such as communication and transportation

• Explain the elements or resources of technology as inputs to systems
The universal systems model is an attempt to graphically depict processes of all sorts. Viewing something through the scheme of the universal systems model is an attempt to simplify something that is relatively complex. The model typically includes a look at system inputs, processes, and outputs for open loop systems and a fourth component, feedback, is included in systems that are perceived to be closed loops.

These are often referred to as the “resources of technology.” System Inputs • People • Information • Tools and Machines • Materials • Energy • Time • Capital

Processes vary depending on the area of endeavor. For example, one of the main processes for a manufacturing company would be secondary material processes: separating, combining, conditioning, forming, and casting. However, a communication company would be encoding, storing, retrieving, transmitting, receiving, and decoding information. Outputs generally include certain eventualities such as expected, unexpected, desirable, and undesirable. For example, a manufacturer expected to make a profit, and this is desirable. However, the company did not expect to pollute the water when it accidentally spilled chemicals onto its loading dock. This output is undesireable.

Systems experience entropy.  Entropy is the degradation of all systems whether man-made or natural.  For example, the fuel system in an automobile malfunctions over time. Systems and sub-systems are interdependent. For example, in order for the automobile’s fuel and electrical systems to work together, the engine must be correctly timed.

Component Systems of Technology
The component systems of technology are:
B. Communication Systems – Systems that change information into messages that can be transmitted.  These systems include a sender, message, receiver, and feedback.
B.  Structural Systems – Systems that use goods and materials to build structures that will resist external force, support a load, and hold each structural element in a relative position to other parts.
C.  Manufacturing Systems – Systems using materials and processes to produce usable products.
D.  Energy, Power and Transportation Systems – Systems that convert energy into mechanical, fluid, electrical, radiant, chemical, and thermal energy.

Circuitos em Eletronica: Importante Paper Explicativo

sábado, agosto 5th, 2017

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ler este paper/e-book elucidativo. Por exemplo, veja texto abaixo:

Chapter 12: Basic Electronics

http://www.free-energy-info.com/Chapter12.pdf

Voltage.

Voltage is the key to understanding electronics. Without voltage, nothing happens in electronics. What is it? Nobody knows. We know how to generate it. We know what it does. We know how to measure it, but nobody knows what it actually is. It is also called “Electro Motive Force” or “EMF” which is no help whatsoever in knowing what it is. That, is roughly equivalent to saying “the thing that pushes is the thing that pushes” – very true but absolutely no help whatsoever. OK, having admitted that we really don’t know what it is, we can start to say the things we do know about it:

Movimento Holistico Orion: Para uma nova Consciencia

quarta-feira, agosto 2nd, 2017

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http://www.orion.med.br/

Historia da formacao e estado atual do movimento

Nos idos de 1970 foi fundada, em Paris, a primeira Universidade Holística, por iniciativa de Monique Thoenig. Essa Universidade teve um importante papel na introdução da Psicologia Transpessoal e da Visão Holística na França e mesmo na Europa. Monique Thoenig introduziu no cenário europeu grandes pioneiros como Rupert Sheldrake, Beverly Silverman, N. Bammate, Stanislav Grof, Stanley Krippner, estabelecendo contatos e pontes entre estes e grandes pensadores franceses como Jean-Emile Charon, Michel Random, Basarab Nicolescu, Stephan Lupasco e muitos outros ainda.

Em 1985, cansada por esse esforço gigantesco, Monique nos escreveu, exausta, querendo acabar essa importante tarefa e pedindo-nos ajuda. Travando conhecimento com ela, aceitei e sugeri também a colaboração de Jean-Yves Leloup, que naquela época estava dirigindo o Centre International de Ia Sainte-Baume, hoje extinto.

Jean-Yves Leloup sugeriu criarmos a Universidade Holística Internacional no lugar da Universidade de Paris. Criamos os estatutos e começamos a trabalhar na redação de uma Carta Magna, anexada à presente publicação. A segunda tarefa foi desenhar as linhas gerais de uma Formação Holística de Base.

Embora a Universidade Holística Internacional tivesse realizado um simpósio sobre o tema da “Aliança”, ela não se desenvolveu em Paris, mas tomou corpo em Brasília, quando o então Governador José Aparecido de Oliveira, em 1987, nos convidou para integrar uma comissão do Governo do Distrito Federal e, posteriormente, para assumir a responsabilidade de presidir e estruturar a Fundação Cidade da Paz, como mantenedora da Universidade Holística Internacional de Brasília.

Foi em Belo Horizonte, num curso de formação em Cosmodrama, realizado no Salão de Encontro de Noemy Gontijo, que passei ao planejamento da Formação Holística como tarefa prática, que consistia em adaptar o referido planejamento à realidade brasileira e à estrutura do Cosmodrama. Desse curso faziam parte, entre outros, Roberto Crema, Lydia Nunes Rebouças, Luiz Montezuma, Flávio e Sandra Rodrigues da Silva, Crestes Diniz Neto e Betty Clark.

Logo depois da inauguração da Universidade Holística Internacional de Brasília, na Granja do Ipê, em 14 de abril de 1989, definiu-se, sob o impulso de Roberto Crema, com base numa forma aperfeiçoada daquele trabalho prático, a estrutura da Formação Holística de Base, e iniciou-se a primeira turma com mais de oitenta candidatos, em 1989.

Criou-se o colegiado da Formação Holística, que continua se reunindo periodicamente, aperfeiçoando o processo de maneira constante, fazendo revisões para adequar o curso à estrutura geral do programa “A Arte de Viver em Paz”, reconhecido pela 26a assembléia geral da UNESCO como sendo um novo método holístico de Educação para a Paz.

A Formação Holística de Base está se mostrando, através da experiência de todos esses anos, um poderoso método de transformação, no sentido de despertar uma nova consciência para o terceiro milênio. Para cada um dos Aprendizes há a pessoa antes e depois da Formação: maior compreensão de si mesmo, dos outros, e sobretudo do significado desta nossa existência; maior tolerância, paciência e amor. Tais são, sem dúvida, os frutos colhidos por muitos participantes. A Formação Holística é um processo de perpétuo aperfeiçoamento.

A UNIPAZ é um movimento sem fins lucrativos, cujo objetivo maior é a introdução de uma nova consciência. Esta meta atende ao acordo na Declaração de Veneza da Unesco (1986) e na Carta de Brasília – este último documento-síntese publicado Diário Oficial da União em 17 de abril de 1997.

Atualmente a Unipaz mantém 9 campi: UNIPAZ-PT (Portugal), UNIPAZ-DF, UNIPAZ-BA, UNIPAZ-CE, UNIPAZ-SC, UNIPAZ-MG, UNIPAZ-RJ, UNIPAZ-SP (Campinas) e UNIPAZ-Sul. Além de 18 Núcleos espalhados pelo país: Belém-PA, Curitiba-PR, Goiânia-GO, Londrina-PR, Presidente Prudente-SP, Recife-PE, Triângulo Mineiro-MG, Vitória-ES, Aracaju-SE, Natal-RN, Araxá-MG, São Paulo-SP, Altinópolis-SP, São José dos Campos-SP, Chapecó-SC, Criciúma-SC, Pelotas-RS e Santa Maria-RS.

Na estrutura internacional, há 7 núcleos nos países como a Argentina, Bélgica, Equador, França, Israel, Honduras e Portugal, totalizando 33 unidades. A essência do trabalho da Unipaz é trazer o global para o local. Desenvolve, assim, várias atividades de cunho nacional e internacional para a ampliação de conhecimentos e troca de experiências, construíndo deste modo, uma nova visão de mundo. O atual Reitor da Unipaz é o professor Dr. Pierre Weil e o Vice-reitor o Psicólogo Roberto Crema

Duas diferentes cosmovisões debatem: Quais as diferenças entre o computador hardware/software e o humano corpo/mente?

quinta-feira, abril 6th, 2017

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Minha questao postada no Quora e acompanhamento do debate:

https://www.quora.com/Whats-the-difference-between-computer-software-hardware-and-human-body-mind

What’s the difference between computer software/hardware and human body/mind?

Jonathan DayJonathan Day, 4/6/2017
Ultimately, none.

Alan Turing created an imaginary computer, the Turing Machine, that could perform a few basic functions, moving around a tape or set of tapes. He proved that all systems based on logic MUST be equivalent or inferior to a Turing Machine. No exceptions.

We now know that there are no quantum effects in the brain and that the sorts of quantum effects that you could get in regular cells can all be reduced to systems based on logic.

A human being, therefore, is a highly complex machine (the brain has 85 billion neurons and a neuron can have up to 3,000 synapses, so you’re dealing with 255 trillion connections that can amplify/suppress signals – we’re getting into serious numbers here). A machine so complex that attempting to reproduce it with modern technology would result in a computer around ten blocks square and two or three storeys high.

So, human brains are smaller for now. That’s kinda cheating because it’s not an intrinsic difference, merely a technological one.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 4/6/2017

Very helpful, Jonathan. Thanks. But… I think that with yours world view we will not make progress towards quantum computation and knowledge of human mind and consciousness. Yours perspective is totally mechanistic, based on Physics and Math, as the modern scholar mindset. Maybe you are right, but is is not what my personal research and world view is suggesting.

First of all, Turing did not know what a natural system is. So he did not know the logic running in these systems. If you are interested go to my website to see the formula for all natural systems.

Second there is no quantum effects in the human mind as software because quantum effects are related to an inferior level of organization of matter: it fills the boundary between Newtonian mechanics and biological organization, the frontier between the hard and bone skeleton _ studied by the fields of Physics and Math – and the beginning of the soft meat ( where begins biological organization. The human psyche organization is a superior level).

Third, we can not build a computer reproducing the human brain with this actual technology, neither hundred blocks square: complexity has a limit at any evolutionary lineage. When reaching that limit, occurs an evolutionary jump, a transformation. As happened to human brain, the jump to consciousness. It means that we need to proceed a transformation of our actual technology. Not based on binary digits and so, based on seven variables, like the DNA code. By the way, I think it is good talking between different world views. Thanks.

 

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

Sistemas: Síntese da Teoria Geral

domingo, março 5th, 2017

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1 – Introdução

Os Sistemas estão em toda parte

Por consequência do avanço tecnológico, o termo “sistemas” vem se difundindo na sociedade
moderna. A necessidade de se encontrar novos meios para realizar tarefas faz surgir novas profissões voltadas ao “enfoque sistêmico”, com o objetivo de não somente realizar a tarefa pretendia, mas a realizar com o máximo de eficiência e menor custo possíveis.
Todos essas mudanças levam o período atual a se caracterizar como uma “Segunda Revolução Industrial”, pois os sistemas estão presentes em todos os campos da ciência. Essa transformação ocorre na maneira do homem pensar, que passa a encarar tudo como se fossem grandes complexos (sistemas), reorientando o pensamento científico.
As novas descobertas nos campos da biologia molecular, genética, medicina, entre outros, já se tornaram conhecimento comum, porém falta uma visão voltada mais ao nível da organização
da matéria viva, e não somente uma visão mais aprofundada dos complexos da matéria.
A teoria sobre sistemas pode servir para diversos campos, até mesmo nas ciências sociais, onde se deve tratar os fenômenos sociais contemporâneos como sendo “sistemas”, mesmo sabendo a complexidade das definições sócio-culturais dos povos atuais.
Os grandes acontecimentos da história foram tidos como atos de indivíduos, que foram tomados como seres fora dos padrões humanos (tratados como gênios, pessoas com capacidades sobre-humanas), mas que na verdade não são os grandes encarregados pelos acontecimentos, somente uma pequena peça de um grande “sistema”, que pode ser representado por ideologias e tendências sócio-culturais.
Mesmo sabendo das deficiências das teorias como das de Spengler e Toynbee, as leis dos sistemas sócio-culturais são dotadas de sentido, mas não formam algo inevitável.
Apesar da história e a sociologia tratarem de organizações informais, foi desenvolvido a “teoria das organizações formais”, que podem ter como exemplos empresas comerciais que seguem algum tipo de “padrão/regras”. O estudo dessas organizações, no ponto de vista
sistêmico, as trata como um sistema de variáveis mutuamente dependentes (se interagem). Por consequência se equipara a teoria por trás das organizações com a teoria geral dos sistemas, que procura tratar os sistemas como sendo uma grande entidade, e não um aglomerado de partes.
Tudo o que já foi comentado pode ilustrar o conceito de “sistemas”. Uma consequência do
conhecimento sobre sistemas é que o “novo mundo” não se refere mais a pessoas, mas sim a “sistemas”. O ser humano, “o objeto falível”, se torna um item de consumo que pode ser facilmente substituído, e deve ser eliminado e substituído por máquinas que ele mesmo criou ou
se tornar um ser idiota treinado para uma única coisa (um ser “super especializado”). O indivíduo não passar a ser nada mais do que uma “roda dentada” do grande sistema, regido por alguns
“líderes” que só se preocupam com o próprio sistema.
Não importa se considerarmos essa expansão do conhecimento como sendo algo benéfico ou
uma extensão do pensamento de “linhas de produção”, devemos saber que esses fatos são dignos
de um intenso estudo.História da Teoria dos Sistemas

O conceito de “Sistema” possui uma longa história, apesar de que o termo “Sistema” não era mencionado. Vários pensadores importantes fizeram parte dessa história, como Leibniz, Nicolau de Cusa, Marx e Hegel.
Outro precursor dos “Sistemas” foram as “Gestalten físicas”, escritas por Kohler, que seguiam
um pensamento parecido, porém se limitava à física, e não tratava de toda a generalidade do problema. Em uma publicação posterior, Kohler deu mais um avanço, criando um postulado de
uma teoria dos sistemas, que era destinada a sistemas orgânicos e inorgânicos. A obra clássica de Lotka se aproximou mais do objetivo, ao tratar a sociedade como um sistema e se preocupar mais com problemas da sociedade do que problemas biológicos de um indivíduo.
A necessidade da abordagem dos sistemas só se tornou visível recentemente, quando se
percebeu que não era viável tratar as ciências por partes isoladas. Com essa nova abordagem, novas criações se tornaram viáveis em todos os ramos da ciência.
Ludwig ficou intrigado com peças que faltavam na biologia. A abordagem atual não tratava
do organismo como um sistema, que interagia para criar condições de vida, mas sim tratava
com um enfoque mecanicista.
Idéias semelhantes começaram a surgir em outros lugares, mostrando que esse era o início de uma nova tendência, que necessitava de tempo para ser aceita.
Juntamente com o trabalho sobre o metabolismo e as novas teorias sobre o organismo, a teoria dos sistemas abertos foi proposta, baseando-se no fato que o organismo é um sistema aberto, apesar de que na época não existia nenhuma teoria desse tipo. Assim, a biofísica passou a exigir
uma melhora da física convencional, o que mais tarde acabou ficando conhecida como termodinâmica irreversível.
A biologia até então era tida igual ao trabalho em laboratório, o que fez o autor passar por
rejeições ao publicar “Theoretische Biologie”, que tratava de um outro campo da biologia, que
só passou a ser aceito e divulgado mais tarde. Por causa da última guerra, parte das publicações
foram destruídas. Após a guerra, a teoria geral dos sistemas foi amplamente discutida entre físicos e em conferências.
Um grande obstáculo para a aceitação da teoria dos sistemas foi o fato que ela era tida como trivial e falsa, por causa de suas analogias superficiais que mudavam as diferenças reais, conduzindo a conclusões erradas.
Os ataques à teoria dos sistemas não atingiam o verdadeiro objetivo dela, que era ter uma interpretação generalista e uma teoria sobre assuntos que até então não existiam.
Outra linha de desenvolvimento estava surgindo, com a publicação do livro “Cybernetics” de Norbert Wiener, que foi o resultado dos recentes estudos da tecnologia de computadores, teoria
da informação e das máquinas auto-reguladoras. Wiener levou os conceitos cibernéticos de retroação além dos campos da tecnologia, generalizando-os nos campos biológicos e sociais.
A teoria dos sistemas não surgiu por causa dos esforços feitos para a guerra, mas sim pelos
esforços que já haviam sido feitos antes.

Rumos da Teoria dos Sistemas

A sociedade estava em uma época que encarava qualquer nova descoberta ou mudança como uma revolução, por mais trivial que ela fosse. O início da implementação da teoria dos sistemas não fugiu muito disso.
Kuhn define uma revolução científica como o aparecimento de novos paradigmas conceituais que mostram aspectos que estavam escondidos anteriormente na ciência convencional. De acordo com essa definição, a implantação da teoria dos sistemas ocasionou uma mudança nos métodos na prática científica.
Mas esse novo conhecimento leva ao aumento da importância de se fazer uma análise filosófica, que normalmente é deixada de lado. Com grande frequência, as versões primitivas de um novo “paradigma” são voltadas somente à resolução de problemas específicos, falhando quando se tenta aplicar em outros problemas. O novo paradigma engloba novos problemas, inclusive os que antes foram deixados de lado como “metafísicos”.
O grande problema do sistema são as limitações existentes na forma em que a ciência analisa os fatos e dados.
A ciência clássica faz uso do “procedimento analítico”, que estuda uma entidade a separando em partes e estudando separadamente cada uma. Ela procura por unidades “atômicas”.
Para aplicar o “procedimento analítico”, deve-se atender a dois pré-requisitos: Não devem haver interações entre as “partes” ou as interações devem ser desprezíveis. Esses requisitos garantem que a entidade possa ser estudada matematicamente.
Teoria dos compartimentos: É um aspecto dos sistemas complicado o suficiente para ser tratado separadamente. É uma teoria segundo o qual os sistemas podem ser divididos em “sistemas menores”, que interagem com outros “sistemas menores”. Existem dificuldades matemáticas ao se analisar um número razoável de “compartimentos”, somente sendo possível o cálculo utilizando as Transformações de Laplace, a introdução das redes e dos gráficos.
Teoria dos conjuntos: As propriedades formais dos sistemas podem ser axiomatizadas. Este enfoque se mostra superior às formulações mais primitivas da teoria dos sistemas.
Teoria dos gráficos: Muitos problemas não tratam de relações quantitativas, mas sim à relações topológicas dos sistemas. Uma boa abordagem à esse tipo de problema é utilizando a teoria dos gráficos. Em termos matemáticos, essa teoria se liga à álgebra das matrizes e forma modelos seguindo a teoria dos compartimentos.
Teoria das redes: A teoria das redes tem ligação com as teorias já descritas. É aplicada em sistemas como as “redes nervosas”.
Cibernética: Trata da “transferência de informação” e da “retroação”. Tem grande aplicação, porém não caracteriza a “teoria dos sistemas” em geral. É utilizada para descrever os mecanismos reguladores, e serve até mesmo para sistemas do tipo “caixa preta” (quando não se conhece o mecanismo real, e só é definido pelos resultados da entrada de dados).
Computação e simulação: Para resolver conjuntos de equações que seriam muito cansativas ou praticamente impossíveis, usa-se os computadores para realizar o cálculo.
Teoria da informação: Baseia-se no conceito de que a informação pode ser usada como medida de organização. Não possui muitas aplicações, excluindo no campo de engenharia da comunicação.
Teoria dos autômatos: Autômatos são “máquinas algorítmicas”, capazes de calcular qualquer processo de qualquer complexidade, se o número de operações lógicas puder ser expresso e for finito.
Teoria dos jogos: Apesar de ser diferente das outras teorias, ela se enquadra como sistema pois trata do comportamento do “jogador”, que procura ter o maior ganho e menor perda possíveis.
Teoria da decisão: “É uma teoria matemática que trata de escolhas entre alternativas”.
Teoria da fila: Trata da otimização de arranjos. Mostra que existem diferentes enfoques para se investigar sistemas, incluindo grandes métodos matemáticos. Existe incompatibilidades entre os modelos e a realidade, pois mesmo tendo um modelo complicado e bem elaborado, pode ser difícil encontrar uma aplicação prática para ele. Grande parte das teorias causaram muita expectativa, mas não tiveram resultados do nível esperado, como por exemplo o caso da teoria da informação, que tem um alto desenvolvimento matemático, mas não serviu em nada para campos como psicologia e sociologia.
As vantagens de modelos matemáticos são bem conhecidas e exploradas, como a ausência de ambiguidade e a possibilidade de se verificar resultados observando os dados que são utilizados. Esses modelos, porém, não substituem os modelos formulados em linguagem ordinária.
A matemática representa algoritmos que são muito mais precisos do que a linguagem ordinária. Expressões em linguagem ordinária precederam os algoritmos, e algumas teorias, como a de Darwin, só ganharam seus modelos matemáticos mais tarde.
Não é necessário possuir um modelo matemático para algo ser caracterizado como um “sistema”, como por exemplo sistemas no campo da sociologia.
Existem um grande problema ao se tratar de sistemas com muitas equações/números imensos, pois, apesar de teoricamente algum autômato poder calcular qualquer cois que possa ser expressa em números e ser finita, é praticamente impossível e ruim de se calcular um sistema com um enorme número de etapas.
De acordo com Hart, as invenções humanas são combinações de elementos conhecidos. Seguindo o pensamento de Hart, conclue-se que quando se aumentar o número de permutações e combinações dos elementos existentes, vai se aumentar a o número de novas invenções. Hart também apresentou curvas mostrando a velocidade de crescimento cultural e outras áreas humanas. Essas curvas constituem uma superaceleração à maneira da curva “log-log”.
A concepção mecanicista, mesmo tomada na forma moderna e generalizada de um autômato de Turing, falha ao tratar de regulações subsequentes a perturbações arbitrárias, como também ao tratar de números imensos.
As considerações acima referem-se a conceitos fundamentais da teoria dos sistemas, como o de ordem hierárquica. Podemos ver o universo como uma grande hierarquia, das partículas elementares até os grandes complexos. As leias de organização atuais são insuficientes para o mundo sub atômico.
Os princípios da ordem hierárquica podem ser descritos pela linguagem verbal, e possui idéias “semimatemáticas” relacionadas com a teoria das matrizes em termos da lógica matemática.

2 – O significado da teoria geral dos sistemas

A procura de uma teoria geral dos sistemas

A principal característica da ciência moderna é a especialização, que acaba dividindo a ciência em vários ramos e sub-ramos, prendendo o cientista em um universo privado, com pouca comunicação com outras áreas à sua volta.
Esse fato se opõe a outro aspecto. Concepções (e problemas) semelhantes surgiram em áreas bem diferentes.
A física clássica tinha como meta resolver os fenômenos naturais, o que foi expresso no ideal do “espírito laplaciano”, que diz que pode-se predizer o estado do universo partindo da posição e do momento das partículas. Quando as leis da física foram substituídas por leis estatísticas, essa concepção, apesar de mecanicista, não foi alterada, mas sim reforçada. Contrastando com essa concepção mecanicista, criou-se problemas de totalidade, interação dinâmica e organização em vários ramos da física.
Na concepção organimística da biologia, é necessário estudar todo o sistema, e não somente as partes isoladas, sistema esse resultante da interação dinâmica das partes. Se as partes fossem estudadas separadamente, iam se obter outros resultados. Este conceito também serve para outras áreas, como por exemplo na psicologia.
Pouco tempo atrás, a ciência exata identificava-se quase por completo com a física teórica. Não se tentava enunciar leis exatas em campos diferentes da física (poucos obtiveram reconhecimento). Porém, com o progresso nessas áreas, torna-se necessário uma expansão dos conceitos, com o objetivo de permitir o estabelecimento de sistemas de leis onde a física não pode estar presente.
Organismos vivos são tomados como sistemas abertos, pois interagem com o ambiente, enquanto a física e outros campos exatos tratam de sistemas fechados. Somente mais tarde a física passou a englobar também sistemas abertos e estados de desequilíbrio.
O significado dessa disciplina é que nada obriga a por um um termo aos sistemas tratados em física, pois pode-se aspirar a princípios aplicáveis aos sistemas em geral, independente da sua natureza. Pode se verificar que existem modelos, princípios e leis que se aplicam aos sistemas, independente do seu tipo particular.
Por consequência ao que foi dito acima, começam a aparecer semelhanças nas estruturas em diferentes áreas. Uma mesma lei pode servir ao mesmo tempo para o campo da biologia quanto ao campo da matemática.
A formulação de uma teoria geral dos sistemas poderia fornecer modelos a serem usados em vários campos, economizando tempo e trabalho, aumentando o progresso nos campos.
O método clássico era adequado para resolução de problemas que podiam ser isolados e calculados separadamente, porém não serve para processos que incluem interações, exigindo um novo pensamento matemático.
Não se deve pensar que, por exemplo, pela teoria geral dos sistemas os países são organismos superiores, e as pessoas são apenas células insignificantes. Esse pensamento está errado e leva a
analogias sem significação.
Existem áreas, como a genética e a economia, que são de alta complexidade, e formular uma teoria completa é uma tarefa muito difícil, e devemos nos contentar com uma “explicação em princípio”.

Propósitos da teoria geral dos sistemas

Pontos de vistas semelhantes surgiram em várias disciplinas da ciência, como também problemas que não são entendíveis se analisar apenas as partes isoladas. Essa correspondência é muito importante e indica uma mudança na atitude da física, que passa a tentar achar uma teoria geral que sirva para todas as áreas da ciência, tentando encontrar uma teoria exata nos campos não físicos da ciência.
Estas considerações levam ao postulado de uma nova disciplina, chamada de “Teoria Geral dos Sistemas”, que deixa menos vago o conceito de “totalidade”.

Sistemas fechados e abertos: limitações da física convencional

A física convencional só trata de sistemas fechados, que são aqueles que estão isolados do seu ambiente. Porém, normalmente esses sistemas que só são estudados em casos isolados nunca aparecem separados do meio, mas sim interagindo com outros sistemas. Somente nos últimos anos que a física passou a englobar alguns casos de sistemas abertos.
Existe um grande contraste entre a natureza animada e a natureza inanimada, no ponto de vista da física convencional. O próprio metabolismo humano é um grande paradoxo, como também o princípio da eqüifinalidade.
Ao pegar o ponto de vista dos sistemas generalizados, muitas das supostas violações, paradoxos e contradições da física convencional desaparecem, e o conceito de sistema aberto pode ser aplicado à níveis não físicos.

Informação e entropia

Outro ramo da física, a teoria da comunicação, é estreitamente ligado à teoria dos sistemas. Em muitos casos, o fluxo de informações se parece com um fluxo de energia, em outros, não. Porém, existem formas de “medir” a informação, em termos de “decisões”.
O segundo conceito geral da teoria da comunicação é o conceito da retroação. Este conceito é muito usado nos sistemas auto-reguladores, pois garantem uma “direção” da ação. Um bom exemplo são os mísseis que possuem um sistema próprio de radar e que procuram pelo alvo. Porém, não é somente em aparatos tecnológicos que existe retroação. Vários fenômenos biológicos correspondem ao modelo da retroação, como por exemplo o fenômeno da homeostase.

Causalidade e Teologia

Na concepção mecanicista da física, o mundo dos organismos era visto como um “produto do acaso”, onde não se entendia o movimento dos átomos, nem as leis da causalidade.
Os conceitos de teologia e finalidade pareciam estar fora do âmbito da ciência, e eram tratados como algo estranho pela ciência . Porém, não se pode conceber um organismo vivo sem tratar dos conceitos da adaptação, finalidade e etc. A concepção atual considera esses aspectos como “partes” da ciência, e já trata de modelos como a eqüifinalidade, retroação e o modelo do “comportamento” adaptativo.

Que é a organização?

A organização era estranha ao mundo mecanicista. Os organismos são exemplos de “coisas organizadas”, assim como as os átomos e as moléculas. Uma organização tem como características, tanto para organismos vivos quanto para outros tipos de “sistemas organizados”, noções de crescimento, diferenciação, ordem hierárquica, controle, entre outras. Pela lei do oligopólio, se existirem organizações competindo, os conflitos entre elas aumentam a medida em que o número de organizações vão diminuindo. Quando sobram apenas um par, o atrito é tão grande que pode levar a destruição das duas organizações restantes.

A teoria geral dos sistemas e a unidade da ciência

A teoria geral dos sistemas tem como função integrar a ciência. Essa integração não tem como objetivo de reduzir tudo ao nível da física, mas sim na elaboração de leis que sirvam para todas as áreas.
A concepção humana de “desenvolvimento” está muito ligada ao desenvolvimento de novas tecnologias e inventos, que inclusive levaram a grandes catástrofes do nosso tempo. É possível que se tratarmos o mundo como uma grande organização, daremos mais importância aos seres vivos. Importância esta que quase perdemos nas últimas décadas.

A teoria geral dos sistemas na educação: a produção de generalistas científicos

A educação convencional trata os campos como domínios separados, e constrói especialistas, pois não acredita que é possível uma “educação integrada”, onde o que se aprende possa ser usado mais genericamente, e não só para problemas específicos.
Os benefícios do domínio humano sobre as leis da física são claros, como por exemplo a nossa tecnologia. Nos campos biológicos, apesar de não serem tão evoluídos, conseguimos melhoras na qualidade de vida e espectativa de vida. Mas, todo o controle do ser humano sobre a tecnologia também traz um grande perigo: o da destruição. Muitas vidas foram tiradas por inventos que nós mesmo criamos. O homem não é somente um pequeno “animal político”, mas sim um indivíduo que merece sua importância.

3 – Alguns conceitos dos sistemas considerados em termos matemáticos elementares

O conceito de sistema

Podemos distinguir complexos de acordo com o seu número, espécie ou de acordo com suas relações. Existem as características somativas e as características constitutivas. As somativas representam, por exemplo, a massa molecular e o calor, enquanto as constitutivas não são explicáveis a partir de características de alguma parte isolada, seguindo o pensamento de que “o todo é mais do que a soma das partes”.
Um sistema pode ser representado por um complexo de elementos em interação, e pode ser definido de várias várias maneiras, como por exemplo um sistemas de equações diferenciais simultâneas.

Crescimento

Equações desse tipo podem ser encontradas em vários campos, portanto pode demonstrar a existência de uma teoria geral dos sistemas.
A lei exponencial, também chamada de “lei do crescimento natural”, é válida para muitos campos, e pode ser usada para descrever o crescimento de populações (no caso de recursos ilimitados), crescimento de capital a juros compostos. A Lei de Malthus significa que o nascimento é maior do que a taxa de mortalidade, o que cria um crescimento infinito.
Outra “curva” que tem grande aplicação é a “curva logística”, que descreve, por exemplo, o crescimento de populações com recursos limitados e reações autocráticas. Esses exemplos mostram que existe uma uniformidade na natureza.

Fonte: http://www.infoescola.com/filosofia/sintese-teoria-geral-dos-sistemas/

Lucas Hermann Negri – Ciência da Computação – Udesc

Sistemas: Boa Definição da Reprodução do Ancestral Fechado como Sistema Biosferico

quinta-feira, março 2nd, 2017

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Obtido em:

http://www.infoescola.com/filosofia/sintese-teoria-geral-dos-sistemas/

Uma consequência do conhecimento sobre sistemas é que o “novo mundo” não se refere mais a pessoas, mas sim a “sistemas”. O ser humano, “o objeto falível”, se torna um item de consumo que pode ser facilmente substituído, e deve ser eliminado e substituído por máquinas que ele mesmo criou ou
se tornar um ser idiota treinado para uma única coisa (um ser “super especializado”). O indivíduo não passar a ser nada mais do que uma “roda dentada” do grande sistema, regido por alguns
“líderes” que só se preocupam com o próprio sistema.
Não importa se considerarmos essa expansão do conhecimento como sendo algo benéfico ou
uma extensão do pensamento de “linhas de produção”, devemos saber que esses fatos são dignos
de um intenso estudo.

O que e’ Vida? A Morte e’ Real?

sexta-feira, janeiro 6th, 2017

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What Is Life? Is Death Real?

https://www.youtube.com/watch?v=QOCaacO8wus

E meu comentario postado no Youtube.

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Jan-01/06/2016

Matrix/DNA Theory has solved this problem 30 years ago, and the key here is “SYSTEMS”. All natural systems are composed by hardware and software. The words “life”, “living” are wrong concepts that makes no sense, it was created by ancient people that didn’t know systems and softwares. Thoday, those that does not know the universal formula that Nature has applied for crating systems (from atoms to galaxies to human bodies) also does not understand what is a natural system. The formula called Matrix/DNA creates matter picking up an initial non-animated object (let’s say, a star, a proton, an amino acid, etc) and makes that a wave of cosmic radiation (resulting from all seven kinds of electromagnetic radiations, from radio to gamma-ray,etc., aka, wave of light, which will perform the role as software) pass through it and be absorbed. Since that this wave has seven different frequencies/vibrations which are eternally in motion, the object is splitted and transformed into seven different shapes. It happens that the dynamics of that wave is just what we call ” the process of life’s cycles”. It is like picking up a human fetus and applying this wave, the fetus will develop into seven principal different shapes (embryo, baby, kid, teenager,etc.). So, the initial star will be a supernova, a red giant, star dust, black hole inside a quasar, a planet, a pulsar, a comet). Like the shape of kid is connected with the shapes of babies and teenagers by the life’s cycle, this astronomic bodies self-conected among them in the same sequence of the life’s cycle. Now we have a real complete system with the seven universal systemic functions. The cell system was made through symbiosis by six organelles plus nucleus by same process, so the atom with seven electronic orbitals. A system creates an identity that is the sum of informations of all its parts plus the informations from the exchanges of these parts. The identity is bigger than the system, controls everything inside the system, in a vital performance. The identity of yours brain is yours mind. It is the software, everything else is the hardware. So, life is the software made of waves of light emitted at the Big Bang. If you say that a human is alive, so, you must say that an atomic system, a galaxy system are alive too and that’s why Matrix/DNA discovered that the building block of galaxies has a cover of phenomena that all life properties that our body performs. And that the building blocks of galaxies has as template a formula that is the same formula/template of the building block of DNA… and atoms. The difference between our dynamic body (aka “life”) now and our stopped body under decomposition (there is no death for us)? The difference is that the hardware does not works but the working software will emigrate for a new and better hardware. This software was sleeping at atoms, dreaming at galaxies, began waken up at plants and animals, but, at human beings, it is still a embryo of consciousness, which have not opened its own eyes for to see its substance and shape of its body. This ex-machine embryo is the real “you”. Yours existence began at the Big Bang ( the fecundation) and you are going to your birth at the day of The Big Birth. More details in Matrix/DNA world view.