Archive for the ‘astrobiologia’ Category

Espaço Interestelar: Pesquisa Sobre Moléculas e Outros Componentes

sábado, janeiro 2nd, 2016

xxxxx

O que existe nos imensos espaços entre as estrelas, ou sistemas estelares, se a estrela conter planetas,etc.?!

Bem… alem da provável dark matter ( e dark energy?), as ciências astronômicas tem detectado grãos de poeira e moléculas. Então este assunto e’ de muita importância para a Matrix/DNA Theory porque… segundo esta teoria por estes espaços viajam os ” genes semi-vivos”, ou seja, os bits-informação do building block astronomico que produzem os building blocks dos sistemas biológicos, ou seja, da Vida.

Neste capitulo vamos armazenar a pesquisa deste assunto.

1) O link abaixo conduz a um interessante e resumido PDF:

Interstellar Molecules

( foi obtido a partir de: http://prospect.rsc.org/blogs/cw/wp-content/uploads/2015/12/Interstellar-Hydrogen-Bonding-Poster-.pdf

e de:  http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2015/12/09/isacs18-poster-prize-winner-emmanuel-etim/#more-16567  )

2) Chemistry WorldBlog 

http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2015/12/09/isacs18-poster-prize-winner-emmanuel-etim/#more-16567

ISACS18 poster prize winner: Emmanuel Etim

Posted by Jennifer on Wed 9 Dec 2015
Categories: Conferences | [14] Comments

Chemistry World was pleased to sponsor a poster prize at ISACS18 (Challenges in Organic Materials and Supramolecular Chemistry), held in Bangalore, India, last month. PhD student Emmanuel Etim from the Indian Institute of Science, India, was the winner with his poster titled: Interstellar hydrogen bonding.

Emmanuel Etim

Emmanuel explains his work:

‘We are interested in understanding the chemistry of interstellar molecules – ie molecules that exist in the space between the stars – because of their importance in astrochemistry, astrophysics, astrobiology, astronomy and related fie

Over 200 of these molecules have been detected in different astronomical sources largely via their rotational spectra. Isomerism is a conspicuous feature of these molecules with over 40% of the known molecules (excluding the diatomics and other special species like the C3, C5, which cannot form isomers) observed in more than one isomeric form.

But why are some isomers observed and others are not has been a question for decades. In addressing this question, we investigated 130 molecules from 31 isomeric groups and we found a unique relationship, which accounts for the detection of some isomers and the non-detection of others. According to the Energy, Stability and Abundance (ESA) relationship, interstellar abundances of related species are directly proportional to their stabilities. However, we observed some deviations from the ESA relationship in a few isomeric groups: Where the most stable isomers are not observed and where the most stable isomers are not the most abundant. What could be responsible for these deviations?

How are these molecules formed? Reactions that occur on the surfaces of interstellar dust particles have been invoked in the formation of molecular hydrogen; as well as for the synthesis of larger interstellar molecules. Water molecules constitute about 70% of the interstellar dust grains (interstellar ice). These water molecules serve as the platform for hydrogen bonding. This interstellar hydrogen bonding causes a greater portion of these molecules to be attached to the surface of the dust grains. This reduces the overall abundances of the molecules in the gas phase.

Our high level quantum chemical calculations for the hydrogen bond interaction between the interstellar molecules (known and possible) and water, shows a direct correlation between the binding energies of these complexes and the abundances of the interstellar molecules. This accounts for the observed deviations from the ESA relationship.

From both ESA relationship and interstellar hydrogen bonding, we predicted ketenes as potential candidates for astronomical observation. In line with this, ketenyl radical has just been observed in space.

Finally, the weakly bound complexes that are formed in the interstellar medium (ISM), are they detectable? The conditions in the terrestrial laboratories where weakly bound complexes are observed are similar to the conditions in ISM and the high binding energies of the complexes imply that these complexes are detectable in ISM.’

xxxx

Postei o seguinte comentário no Chemistry world blog:

 

Descoberta de planeta igual Jupiter em outro sistema indica a existencia de sistema solar 2.0

quinta-feira, julho 16th, 2015

xxxx

Pegasi

Outro gêmeo de Jupiter em volta de outra estrela. Source: ESO/M. Kornmesser/Nick Risinger Source: Supplied

Nota: Quando dizem “2.0”, eu penso que significa que o sistema solar é uma duplicata do nosso sistema solar e bem próximo da exatidão, por isso o zero depois do ponto. Se fosse um pouco mais diferente seria 2.1 ou 2.2, etc. Se estou errado, por favor, me corrijam. mas o artigo é mais uma afirmação de que os correntes modelos astronômicos de formações de sistemas estelares e galácticos estão muito incipientes ainda e atesta minha briga solitária de que estes modelos tem que tem participação de bioquímicos e biólogos, pois na minha macaquica opinião de semi-macaco recém saído da selva amazônica, as propriedades vitais que mais tarde foram reveladas nos sistemas biológicos que surgiram dentro do único sistema solar que conhecemos com mais detalhes tem que terem estado presente de alguma maneira nos sistemas astronômicos, pois foram estes que produziram os sistemas biológicos. Estas propriedades vitais biológicas tem que terem sido representadas por suas congeneres menos evoluídas, seus princípios básicos naturais, nos processos de formação dos sistemas astronômicos, pois não posso acreditar que a matéria estupida de um planetinha perdido na imensidão sideral tenha inventado do nada coisas tao complexas que nunca teriam existido no Universo. E depois dizem que a logica do macaco e’ inconsistente. Para mim e meus macaquicos raciocínios, inconsistentes são as logicas que os acadêmicos estão aplicando nos seus modelos astronômicos. O meu modelo teórico e’ diferente e do modelo deles porque eu considerei o final produto destes sistemas – que foi a vida biológica – para calcular o modelo, e eles estão se esquecendo disso por isso sua teoria prossegue sendo obrigada a sugerir que a vida caiu do céu de graça, ou seja, seria produto do acaso. E nesta luta não posso deixar passar estes artigos sem chamar atenção para este problema postando a versão que emerge da Matrix/DNA Theory na seção de comentários.

Qual a utilidade pratica que estou visando ao destacar e trazer estes assuntos astronômicos para cá… Acontece que o departamento de astrobiologia da NASA e da agencia europeia ESA estão gastando bilhões na busca de vida la fora e um exercito de astronômicos profissionais e amadores espalhado pelo mundo estão ávidos na busca destes novos mundos possivelmente habitáveis. na minha opinião, enquanto não conhecerem a formula e os modelos da Matrix/DNA Theory estarão desperdiçando tempo e dinheiro ( o que significa que estão desperdiçando os produtos do trabalho árduo e sofrido de milhões de seres humanos), pois esta teoria sugere muitas novidades que não estão sendo aplicadas para se realizar esta busca.

Discovery of ‘twin Jupiter’ points to Solar System 2.0

http://www.news.com.au/technology/science/discovery-of-twin-jupiter-points-to-solar-system-20/story-fnjwlcze-1227444156515

Meu comentario enviado e aguardando moderaçao:

Louis C. Morelli

Thu, 16, July, 2015

The article says: ” If life was to evolve in these challenging conditions, it would need to be very different to our own.”

That’s the problem of theoretical models made by Physics and Math alone. Why don’t you think in the opposite way, like: “If this theoretical challenging conditions are not suitable for life, the real conditions would need to be very different to our theoretical models”…

The unique stellar system we know is suitable for life when is 5 billion years old, which, rationally suggests that the normal and most part of other solar systems are also suitable for life when is 5 billion years old.

The problem of astronomical models made only by Physics is that they forget the final result of a solar system: it creates life in within. Would be better saying: the evolution of solar systems is tunneled to be a biological system. Our system afirms this conclusion. So,…

The formation of first biological system must be a little bit more complex than the formation of solar and galactic systems, but, must be considered when calculating formation of their astronomical ancestors. Only Matrix/DNA Theory’s astronomical model is based in this logical consistence.

Descoberto em Novo Sistema Estelar Moléculas Orgânicas Complexas

quinta-feira, abril 9th, 2015

xxxx

Mais evidencias para a Matrix/DNA Theory:

Complex organic molecules discovered in infant star system – Hints that the building blocks of the chemistry of life are universal

http://www.eurekalert.org/pub_releases/2015-04/e-com040715.php

This is an artist impression of the protoplanetary disc surrounding the young star MWC 480. ALMA has detected the complex organic molecule methyl cyanide in the outer reaches of the disc in the region where comets are believed to form. This is another indication that complex organic chemistry, and potentially the conditions necessary for life, is universal. CREDIT – Saxton (NRAO/AUI/NSF)

O Universo Planejado Para Gerar Sistemas Biológicos e Gerar Úteros Planejados Para Gerar Sistemas Auto-Conscientes – Veja Vídeo

quinta-feira, março 26th, 2015

As “Wheels Within Wheels”, de Michael Denton derivam da consciência cósmica na forma de bolhas dentro de bolhas

xxxx

ATP Sintase - How it Came From LUCA

Como o motor celular da Síntese de ATP veio do motor central rotatório no centro da galaxia: ATP Sintase – How it Came From LUCA – Teoria da Matrix/DNA

Ao ter conhecimento do incrível numero de fascinantes detalhes arrolados neste vídeo e que vieram compondo a evolução desde as origens deste Universo, não há como, racionalmente apostar na teoria de que antes das origens do Universo havia um plano, um programa, ou seja lá o que for, que determinava exatamente este tipo de evolução que ocorreu nestes 13,7 bilhões de anos, a produzir sistemas vivos e auto-conscientes, tenha ou não desejado esse resultado aquilo ou aquele que continha o programa.

Mas isto não é novidade para nós, pois vemos aqui esta mesma história se repetir todos os  dias quando nasce um ser humano. Havia a barriga de uma mulher que foi feita pelo programa genético de seres que existiam antes da mulher existir. Esta barriga foi crescendo, se transformando, evoluindo no sentido de tornar-se cada vez mais complexa e tornou-se a arquitetura exatamente definida em todos os seus mínimos detalhes para receber, hospedar e nutrir um  sistema natural auto-consciente, até que ele esteja pronto para existir fora dela.

Então porque ficamos tão admirados com o mesmo processo que – somente agora estamos descobrindo – ocorreu com o Universo como um todo? O processo está aqui perante nossos olhos, cientificamente comprovado, que é possível ocorrer neste mundo material. Mas o que não  consigo entender é que existem pessoas – e por incrível que  pareça “existiram bilhões de pessoas que já morreram e hoje existem 8 bilhões de pessoas” que não  conseguiram ainda fazer a operação racional mais simples deste mundo. Esta operação é a seguinte:

Se vemos o inicio,  meio e fim de uma história que ocorreu no espaço e tempo em que existimos, e ao mesmo tempo não vemos o inicio nem o fim de  uma outra história ocorrendo em tempo e espaço maior do que podemos ver, mas  de cuja história vemos perfeita e nitidamente o meio, e constatamos que é exatamente o mesmo meio da história que conhecemos aqui e agora, não  existe outra alternativa mais racional que construir uma teoria cientifica em que o inicio e o fim que não vemos da história na dimensão maior sejam exatamente iguais ao inicio e fim conhecido na nossa dimensão.

Não tem como… não existe possibilidade estritamente racional para qualquer ser pensante neste mundo construir teorias com outras alternativas. Se o fizer,  certamente, inevitavelmente, essa pessoa deixa de ser naturalmente racional porque terá de apelar para invenções do imaginário que só existem no seu mundo de sua imaginação. Os seres humanos primitivos que produziram as teorias mais próximas do naturalismo, como os asiáticos produtores das filosofias orientais, tambem se desviaram do óbvio e apelaram às criações da imaginação mas por um motivo perfeitamente compreensível: eles não tinham o conhecimento do que  ocorre na barriga da mulher que os gerou e  nem o conhecimento do  Universo que  temos hoje. Mas depois  deles e até  os  dias de hoje a razão humana se desviou de suas raízes naturais  e degringolou pelos reinos  das fantasias de uma forma irracional. Hoje a humanidade está composta por uma grande maioria que acredita piamente que na barriga universal apareceu um ser sobrenatural com uma varinha magica fazendo o acabamento na barriga para instalar bebês já prontos feitos tambem por mágica…!!! Mas de onde tiraram essa idéia absurda! Isto nunca foi visto por nenhum humano  e nenhum alienígena comprovadamente está vindo aqui e dizendo a cada um destes humanos que ele teria visto o tal ser mágico. É sabido que homens possuem imaginações capazes de comporem longas fábulas imaginarias. Temos muitas delas, como as varias lendas gregas com heróis que tinham superpoderes, as lendas modernas de super-homens com iguais superpoderes,  o mais moderno mundo imaginário de Harry Potter… mas daí a gente ser obrigado a ver que existem pessoas que acreditam que estas construções imaginarias ocorreram ou ainda ocorrem… é ser obrigado a tristemente constatar que a razão humana se desvia da  sua raiz natural e sai a flutuar no espaço sem suporte concreto de apoio. Se isto continuar,daqui  há mil anos alguem vai desenterrar um livro  de ‘Harry Potter e vai erguer altares aos personagens crendo  que aquilo foi e é o mundo real.

Mas alem dos primitivos e desta moderna maioria desviada, existe o resto, uma minoria que está  crescendo a cada dia porque os  bancos escolares os estão assim produzindo, que está indo no  caminho da outra face da moeda das ilusões imaginarias. Alguem que apesar de ver perfeitamente todos os dias novos indivíduos nascendo de barrigas e ter um razoável conhecimento do meio da história deste Universo, tambem irracionalmente está construindo e fortalecendo a teoria de que os humanos, a vida, foi um cisco ao acaso que se formou e tornou-se um  cisco complexo dentro desta barriga universal…

Novamente…à p… que pariu, parem este mundo louco que  eu quero descer…  Isto não tem cabimento! É tão ou mais irracional do que a teoria absurda da maioria.  E vão mais longe: ao invés de transporem o conhecido daqui que atuou nas origens da barriga da sua mãe, naturalmente, para o desconhecido evento natural antes das origens da barriga universal; e de transporem o conhecido final da história natural aqui, para o desconhecido final da mesma história que tem o mesmo meio, porem numa dimensão natural maior, criaram imaginariamente um  NADA magico que ao invés de usar uma varinha usa vibrações magicas que teria criado tudo, para preencherem aquele vazio desconhecido antes da origem da barriga universal, e depois imaginam uma infinidade de barrigas universais existindo alem desta para preencherem o vácuo desconhecido no final desta história… Mas onde viram e tocaram este tal de Nada vibrante e outras barrigas universais construídas de maneira diferente da nossa porque esta  aqui produziu o cisco por acaso que não pode acontecer nas outras barrigas porque então seria a regra, e não um acaso..? Certamente não viram isto no inicio e no fim das barrigas aqui geradoras da vida.  Podem até ver algo indicativo disso e termina-lo com a lógica inventada por humanos chamada de Matemática, mas somente estes indícios aparecem em ambientes artificiais. Ora… acreditar que o Universo é um produto  artificial e não  natural… é perder o controle das faculdades mentais.

Então resta na Humanidade o incrível e absurdo fato de que apenas um humano – dentre os bilhões que morreram e os  8 bilhões que estão ainda vivos hoje – que elaborou a sua teoria de maneira que foi o único a escrever até hoje: neste Universo está ocorrendo meramente uma história natural de reprodução genética. E a partir dessa máxima, construiu uma teoria da história do todo transpondo para ela os mesmos roteiros do inicio e do fim vistos aqui para completarem o meio visto daquela história. Isto novamente é um absurdo: o que devia ser a regra geral consiste numa exceção unica, absoluta!

Bem, o vídeo apresentado aqui foi  elaborado por alguem que realmente, honestamente, e com muitos lampejos de racionalidade natural, coletou as estonteantes jóias de detalhes que nos levam a teoria racional de que este Universo tem funcionado como uma grande barriga à imagem e semelhança das barrigas de nossas mães aqui na Terra. Mas ao mesmo tempo que o  autor revela sua genialidade natural, de repente se desvia de foco e nega a barriga de sua mãe para adornar o Universo com fantasias de amigos fantasmas imaginários com quem conversa no escuro de suas noites, tal como qualquer criança no alvorecer da razão o faz.  Qual o motivo da vergonha da barriga de sua mãe? Para nega-la dessa forma? Não é suficiente ao estuda-la e à sua história de formação e desenvolvimento a extraordinária engenharia ali visível para ver que o Universo há fora tambem foi formado e desenvolvido pela mesma extraordinária engenharia? E o que dizer do incrível programa que vem na forma de espermatozoides e óvulos na barriga da mamãe girafa quando ela produz uma nova girafinha sem aplicar qualquer recurso de inteligencia?! Qual o problema em entender que este programa denominado DNA atuante aqui é a face terrestre do programa que tem atuado nesta barriga  universal denominado “Matrix/DNA”?

O autor deste vídeo denominou-o “Rodas dentro de rodas”, evidenciando que o que vemos aqui na média dimensão é igual ao que se descobre existir nas macro e micros dimensões. Mas rodas não existem para gerarem vida, e barrigas sim. Então porque não usou o nome de “Barrigas dentro de Barrigas”? Porque ele tem vergonha de barrigas e/ou acha que o fenômeno natural é muito simples para alcançar e fornecer cores à sua inteligencia. Falar em rodas pressupõe um agente inteligente como construtor, é mais atrativo para expor sua vaidade pessoal como  ser inteligente. Porem eu revi a história em que a barriga da minha tataravó produziu a barriga da minha avó  que produziu a barriga da minha mãe que me produziu… e nunca vi nem minha tataravó, nem minha avó, aplicando suas inteligencias para produzirem barrigas… Apenas vi Natureza e por isso alem do Universo minha razão natural sugere existir um continuum de Natureza, nenhuma fantasia a mais…. tais como oceanos infinitos de ondas de nadas vibrantes…

Todo individuo humano na sua forma de criança por nada entender da avalancha de objetos e de movimentos que se apresentam a seus olhos recém-abertos cria  fantasias de amigos imaginários fantasmas com quem conversar e trata todos os objetos como brinquedos, e assim é compreensível que a Humanidade como um todo na sua infância também assim tenha se comportado. Porem, estamos no ano 2.000, depois de quinze mil anos de cultura e conhecimento acumulados, já está na hora dessa Humanidade se tornar adulta, de entender a verdadeira razão da existência dos  fenômenos naturais e as causas produtoras destas existências. Não existe capacidade infantil imaginaria humana capaz de criar um mundo fantasiosos que supere em beleza e alegria o verdadeiro mundo real e natural, como estou descobrindo mais a cada dia.

Este vídeo tem um documento em PDF do  mesmo autor, o qual copio  abaixo para ir traduzindo-o quando o tempo permitir.  O árduo trabalho da tradução é um dos principais métodos de estudo autodidata que tenho empregado desde minha infancia para melhor entender, raciocinar e memorizar conteúdos cientificos/filosóficos não corriqueiros na nossa vida normal. Alem do que é um bom exercício para melhor se aprender outros idiomas.

Privileged Species

https://www.youtube.com/watch?v=VoI2ms5UHWg

Artigo relacionado: 

Wheels Within Wheels: Michael Denton on the “Coincidences” that Make Us Possible

http://www.evolutionnews.org/2015/03/wheels_within_w094691.html  

The Place of Life and Man in Nature: Defending the Anthropocentric Thesis – PDF

http://bio-complexity.org/ojs/index.php/main/article/view/BIO-C.2013.1/BIO-C.2013.1

Michael J. Denton, Aditya Jyot Eye Hospital, Mumbai, INDIA 2 Discovery Institute, Seattle, Washington, USA

Abstract

Here I review the claim that the order of nature is uniquely suitable for life as it exists on earth (Terran life), and specifically for living beings similar to modern humans.

Aqui revejo o argumento de que a ordem da natureza é unica e especificamente projetada para a Vida tal como ela existe na Terra,  e especificamente similar ao humanos modernos.

I reassess Henderson’s claim from The Fitness of the Environment that the ensemble of core biochemicals that make up Terran life possess a unique synergistic fitness for the assembly of the complex chemical systems characteristic of life.

Eu reafirmo o argumento de Henderson “O Tunelamento do Ambiente” que a montagem nuclear dos bioquímicos que formaram a vida terrestre possuem uma unica modelagem sinergística para a montagem dos sistemas químicos complexos característicos da vida.

( continuar tradução) 

Busca por Vida Extraterrestre: Cientistas Começam a Perceber o Que Foi Dito Pela Matrix/DNA

quarta-feira, março 11th, 2015

xxxx

Search for Alien Life Should Consider All Possibilities, Experts Say

http://www.space.com/28756-alien-life-search-exoplanet-atmospheres.html?cmpid=514630_20150308_41709196&adbid=10152681917271466&adbpl=fb&adbpr=17610706465

by Mike Wall, Space.com Senior Writer   |   March 06, 2015 04:01pm ET

Kepler-186f Exoplanet Ilustration

Kepler-186f, o primeiro planeta do tamanho da Terra e orbitando na zona habitável de sua estrela. Credit: NASA Ames/SETI Institute/JPL-CalTech

Sobre este tema ver tambem a tese de Lovelock neste artigo:

Thermodynamics and the recognition of alien biospheres

http://www.jameslovelock.org/page32.html

xxxx

– “Não é um planeta que tem todas as informações para gerar a Vida em sua superfície, como pensam os astrônomos e outros cientistas. É apenas o conjunto de um sistema astronomico galáctico que contem todas as informações necessárias e  suficientes para desenvolver de amebas a macacos e em qualquer lugar que reúna as ótimas condições dentro do  corpo da galáxia.  O sistema inteiro é nanotecnologizado e assim se projeta por inteiro como sementes da Vida, espalhadas no espaço e tempo inteiros da galáxia. O processo é a imitação da geração de uma vida individual humana: os corpos  de humanos adultos são nanotecnologizados para caber dentro  dos minúsculos óvulos e espermatozoides, os quais germinam a nova vida dentro de seus próprios corpos.”

É isto que os modelos da Matrix/DNA Theory tem me sugerido há 30 anos e com estas palavras acima tenho divulgado apenas em comentários seguindo artigos como este da Space.com . Os building blocks dos sistemas astronomicos são iguais os building blocks do DNA biológico.

Estes experts estão corretos. Não é sinais de vida biológica que nós deveríamos estar  procurando, mas sim, qualquer sistema natural funcionando e  mais evoluído que galáxias, baseado no modêlo da Matrix/DNA destas sementes cosmicas, as quais talvez não necessitem nenhuma espécie de gases para sobreviverem e se tornarem inteligentes como nós.

Vamos traduzir aqui o artigo, mas antes, traduzindo para o inglês, o comentario acima postado na Space.com:

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed – March,11,2015

– “It is not a planet that has all the information to generate life on its surface, as astronomers and other scientists are thinking. It is only the set of a astronomical galactic system that contains all the necessary and sufficient information to develop amoebas to apes, anywhere that meets the optimum conditions within the body of the galaxy. The whole system is nanotechnologized and thus projects itself in full as seeds of Life, scattered in the whole galaxy’s space and time. The process is the imitation of the generation of an individual human life: the adult humans bodies are nanotechnologizeds to fit inside the tiny ovule and sperm, which germinate the new life within their own bodies. ”

These experts are right. It is not biological life that we should searching signs for, but, any natural working systems more evolved than galaxies, based in Matrix/DNA model  of these cosmic seeds,  which maybe does not need any kind of gases for existing and becoming intelligent like us.

 

This is what the models of the Matrix / DNA Theory has suggested me for 30 years and with these words disclosed above I have only commented following articles like this from Space.com. The building blocks of astronomical systems is equal the building blocks of biological DNA, as you can see at Matrix/DNA Theory.

xxx

Tradução:

Search for Alien Life Should Consider All Possibilities, Experts Say

A busca por vida alienigena deveria considerar tôdas as possibilidades, dizem os especialistas

The hunt for signs of life on planets beyond our solar system should cast as wide a net as possible, some researchers stress.

A caçadapor sinais de vida emplanetas alem do nosso sistema solar deveria lançar uma rede mais ampla possivel, alguns pesquisadores alertam.

( continuar tradução)

 

 

 

Origem da Vida x Cometa 67P : Mais evidências para Matrix/DNA Theory

domingo, fevereiro 8th, 2015

xxxx

Comet 67P’s carbon blanket promises solar system birth insights

http://www.rsc.org/chemistryworld/2015/01/comet-67p-rosetta-carbon-blanket-promises-solar-system-birth-insights

‘Organic compounds are formed in molecular clouds such as those existing before the solar system was born,’ he explains. The molecular clouds would initially have contained solid grains where mixtures of water ice and ices of simple organic compounds like methane, methanol, carbon dioxide and carbon monoxide were present. Energy from ultraviolet light or cosmic rays could then have converted these simple molecules into larger organics. Similar phenomena should have also occurred in the pre-solar nebula’s outer reaches, where ices were safe from sublimation by the growing Sun’s heat. “

Reler e pesquisar este artigo. 

Gamma-ray emitido pela Terra?! Opinião da Matrix/DNA

segunda-feira, fevereiro 2nd, 2015

xxxxx

Terrestrial Gamma-ray Flashes, More Common Than Previously Thought?

http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2014/31dec_tgfs/

Ver video no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=JgK4Ds_Sj6Q

Louis Charles Morelli – February,02,2015 

 Humm… We should repeating the Miller/Urey experiment applying gamma-ray discharges, is suggesting Matrix/DNA Theory. Maybe it works now. That experiment was not successfully because the amino acids got there were not the amino acids used by life and they did not give the next evolutionary step towards proteins. The Matrix/DNA model for light spectrum suggests that gamma-ray is the frequency applied by Nature every time it will create a new shape of natural systems, like those biological systems at life’s origins.

Origem da Vida: a Teoria Atualizada da Quimica e Astrobiologia

quinta-feira, janeiro 29th, 2015

https://conexaociencia.wordpress.com/2009/10/19/astrobiologia-e-origem-da-vida/

Palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

As possibilidades de como a vida se originou

Como a vida surgiu e evoluiu? Existem seres vivos em outros planetas? E qual vai ser o destino da Terra? “Todas as respostas para essas perguntas podem estar na Astrobiologia”, afirma o Prof. Dr. Dimas Zaia – graduado em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e em Física pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), mestre e doutor em Química Analítica pela Universidade de São Paulo (USP), e bolsista de um doutorado sanduíche (1) pela Rockfeller University, Nova Iorque entre 1992 e 94 – em uma das palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

Astrobiologia, segundo  o professor Zaia, é o estudo da origem, evolução, distribuição e do futuro da vida no universo. De acordo com o site da NASA (http://astrobiology.nasa.gov/about-astrobiology/), o termo foi criado em 1996 pela própria agência. E, segundo o professor, essa ciência conta com os estudos de profissionais de diversas áreas – como químicos, físicos, astrônomos, geólogos, biólogos, matemáticos e até mesmo filósofos.

Matrix/DNA: Ôpa! Preciso descobrir quem são os filósofos que estão lá…

Na palestra, o pesquisador comentou que, dos estudos da Astrobiologia, é possível retirar algumas hipóteses sobre a origem de seres vivos na Terra. Uma delas, desenvolvida pela chamada Química Prebiótica (2), afirma que a vida começou a partir de precursores cósmicos e planetários, ou seja, moléculas – como amônia, gás carbônico e metano – vindas do próprio planeta terrestre e de outras partes do universo. Segundo o professor, é possível que essas moléculas tenham sido trazidas por poeiras estelares e por micro meteoros que se chocaram com a Terra, há bilhões de anos. Ao perfurar a atmosfera terrestre, esses asteroides carregariam grande quantidade de energia, a qual aumentaria a temperatura dos oceanos, permitindo que ocorressem reações químicas, originando os primeiros aminoácidos – estruturas componentes dos peptídeos, os quais, por sua vez, compõem as proteínas, que são os principais elementos constituintes dos seres vivos.

Matrix/DNA: “Então ele está querendo dizer que as primeiras moléculas da vida foram “cozinhadas” num recipiente de água quente? Isto  seria fácilverificar pela quimica. Foi feito experiencias colocando-se estes ingredientes – amônia, gás carbonico e metano – numa panela com agua salgada do oceano e levada ao fogo?”

De acordo com o Prof. Dr. Dimas Zaia, a Química Prebiótica também deu espaço para a hipótese de que as moléculas necessárias para as reações químicas poderiam ser produzidas aqui, e não vindas do espaço como a teoria citada anteriormente acreditava. Para isso, a energia usada nas ligações entre as moléculas seriam originárias dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol. Segundo o professor, a criação dessas duas hipóteses deixa uma grande questão a ser respondida: “qual seria a origem das moléculas que se reagiriam dando origem aos aminoácidos?”

Matrix/DNA: “Porque os raios ultravioletas e não os outros? Segundo minha fórmula, nas origens devem serem aplicados os raios X e gama.

Para reforçar a segunda possibilidade, Dimas Zaia explica que, nas análises dos meteoros, foi possível identificar aminoácidos que não seriam protéicos, ou seja, aminoácidos que não compõem a proteína. Porém, ele reforça que é necessário ficar atento ao fato de que isso tudo não passa de uma possibilidade, e que talvez os aminoácidos que deram origem à vida terrestre tenham sido produzidos na Terra; e pode ser também que, futuramente, seja provado o contrário.

Matrix/DNA: ” Nos meteoros, os aminoácidos não compõem a proteína. Hummm… interessante. Um caminho  aberto para formas de vida muito diferente da nossa?

Entre os trabalhos que o Prof. Zaia desenvolve, um refere-se ao assunto. No projeto, ele realiza um estudo sobre a absorção de biomoléculas – bases nitrogenadas de DNA e RNA (3) e aminoácidos – em materiais que apresentam alto teor de minerais, como a argila. Ele também afirmou, durante a sua palestra, que já criou, em laboratório, alguns protonoides – estruturas resultantes do aquecimento do aminoácido a 250°C e que se assemelha a uma célula de um ser vivo.

A cronologia da vida na Terra

O professor André Celligoi, graduado em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), com mestrado e doutorado em Geociências (Recursos Minerais e Hidrogeologia) pela Universidade de São Paulo (USP), ministrou a palestra “Evidências da vida Primitiva”, que ocorreu no dia 30 de setembro de 2009, nas dependências do departamento de Geociências da UEL.

A palestra tinha como objetivo analisar as evidências da origem da vida no planeta Terra, levando em consideração as condições climáticas, geográficas e químicas da época. O geólogo destacou que não é possível saber como se deu a origem da vida no planeta Terra, já que o tempo em que esses eventos ocorreram é um fator que atrapalha as pesquisas sobre o assunto. Entretanto, estudos direcionados a esse tema revelam possíveis evidências da origem da vida em nosso planeta. De acordo com o palestrante, o fóssil foi tomado como objeto de estudo para as pesquisas na área. A partir das análises feitas nessas estruturas foi possível encontrar vestígios de organismos que viveram há bilhões de anos. “Os fósseis foram usados para traçar uma linha de pesquisa e tentar descobrir hábitos de vida de animais, através de análises de uma pegada, por exemplo” palestrou  o prof. Dr. Celligoi.

O professor atentou durante toda a palestra para a questão da temporalidade das eras geológicas para traçar a explicação dos acontecimentos que tiveram mais importância em determinados intervalos de tempo. Declarou também que foi a partir de 600 milhões de anos atrás que surgiram os animais no planeta, na era Pré-cambriana, que é compreendida entre o aparecimento do Planeta Terra, há certa de 4,5 bilhões de anos, até o surgimento de uma grande quantidade de fósseis, que marca o início do período Cambriano, há cerca de 540 milhões de anos.

Mas, colocando em ordem de acordo com a temporalidade anteriormente citada, foi há muitos milhões de anos que surgiu a primeira evidência de vida. “Os estromatólitos são a primeira evidência de vida no planeta. Eles têm uma datação que gira em torno dos 3,5 bilhões de anos”, explicou André Celligoi. O professor complementou ainda que esses seres são estruturas formadas por algas cianofíceas, conhecidas popularmente como algas azuis, encontrados em maior número na Austrália nas zonas de intra-maré, devido a condições pré-determinadas, como uma maior temperatura das águas nessas regiões inter-tropicais. Em seguida, aparecem na classificação o Sélex Gunflint (2 bilhões de anos), um ser vivo que não tinha ainda um núcleo organizado.

Matrix/DNA: “Pesquisar estromatólitos ( algas cianofíceas) e Sélex Gunflint.

1) estromatólitos: Estromatólito pode ser definido como uma rocha fóssil formada por atividades de microrganismos (ciamobaterias) em ambientes aquáticos,  que, quando acumulados no fundo de mares rasos, formam uma espécie de recife

Estromatólitos, de 3,5 bilhões de anos, formados por bactérias

As cianobatérias podem ter sido os antepassados dos cloroplastos – ver teoria da endossimbiose), pois eram exclusivamente fotosintétizadores. As cianobactérias foram os principais produtores primários da biosfera durante mais ou menos 1.500 milhões de anos, e continuam sendo nos oceanos. A Terra continha pouco ou nenhum oxigênio naquela época. Alguns cientistas consideram que a atmosfera primitiva continha apenas 0,0001% de oxigênio.7 8 O mais importante é que através da fotossíntese elas encheram a atmosfera de oxigênio.9 Continuam sendo as principais provedoras de nitrogênio para as cadeias tróficasdos mares, sendo ainda de utilidade para a alimentação humana e produção de biocombustíveis como o biodisel 

2) Silex Gunflint

The Gunflint chert is a sequence of banded iron formation rocks that are exposed in the Gunflint Range of northern Minnesota and northwestern Ontario along the north shore of Lake Superior. The black layers in the sequence contain microfossils that are 1.9 to 2.3 billion years in age. Stromatolite colonies ofcyanobacteria that have been converted to jasper are found in Ontario. The banded ironstone formation consists of alternating strata of iron oxide-rich layers interbedded with silica-rich zones. The iron oxides are typically hematite or magnetite with ilmenite, while the silicates are predominantly cryptocrystalline quartz aschert or jasper, along with some minor silicate minerals.

Stanley A. Tyler examined the area in 1953, and noted the red-colored stromatolites. He also sampled a jet-black chert layer which, when observed petrographically, revealed some lifelike small spheres, rods and filaments less than 10 micrometres in size. Elso Barghoorn, a paleobotanist at Harvard, subsequently looked at these same samples. Barghoorn concluded that “they were indeed structurally preserved unicellular organisms.”[2] In 1965, the two scientists published their finding, and named a variety of the Gunflint flora.[3] This created an academic “stampede” to explore Precambrian microfossils from similar Proterozoic environments.

xxxx

Meu comnetario postado no “Conexão Ciencia””

LouisMorelli:

A vida foi produzida por uma parte ( um planeta) de um sub-sistema ( o solar) ou por um sistema astronomico completo ( a galaxia)? Ou seja: quais destes teriam as informações suficientes para produzir a vida?

As teorias quimicas estão reduzindo a possibilidade ao planeta apenas, baseados na experiencia de Miller/Urey. Porem existe a teoria da Matrix/DNA que apresenta um modelo de sistema astronomico que se encaixa como precessor da vida biológica. Este modelo de um building block dos sistemas astronômicos tem a mesma configuração e funcionalidade de um building block do DNA, que é um par lateral de nucleotídeos. Se assim for, não são eventos espontâneos ao acaso que produzem vida em planetas, mas sim uma evolução continua que vem desde as origens do Universo, a qual, quando chegou na forma de galaxias, entrou em entropia e se projetou como sistema inteiro na forma de sistemas biológicos. Esta teoria ( de minha autoria) surgiu quando eu fazia estudos de anatomia comparada entre os sistemas naturais vivos e os dito “não-vivos”, como átomos e sistemas astronômicos. Se esta teoria estiver correta, estava faltando na sopa primitiva de Oparin e Miller/Urey, a descarga de fótons provenientes da luz solar e radiação cósmica para obter os certos aminoacidos que teriam dado o segundo passo da evolução, formando as proteínas.

Lembre-se que o primeiro ser vivo real e completo foi um “sistema” – o sistema celular – e sistemas só podem vir de outros sistemas, e não de meras partes, como é a Terra.

O DNA Disperso das Bactérias… Estava Escrito nas Estrêlas

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Você sabia que seu corpo não é… bem… não é seu? Vocé só é dono/dona de 10% de seu corpo. Os outros 90% não lhe pertencem.

Calma, não fique alarmado/a porque não vou denunciar mais uma dessas teorias da conspiração, dizendo que alguma companhia ou governo se apossou do titulo de propriedade de 90% do seu corpo.

Acontece que seu corpo é formado por bilhões ou trilhões de células, mas 90% destas células pertencem a outros seres vivos, chamadas “bactérias”. Você é um eco-sistema ambulante! Portanto louco daquele que negligencia, ignora o conhecimento sobre o que é, como vivem, o que precisam, quem é, uma bactéria. Estará ignorando a maior parte de si mesmo. Vamos então aprender algo muito importante sôbre as bactérias.

Observe a estrutura básica de uma bactéria

 

As bactérias são dos seres vivos mais primitivos que apareceram na Terra, consistem apenas de uma célula, a qual está incompleta em relação as células mais modernas, como as que compõem 10% dos nossos corpos. Elas não possuem uma membrana separando o núcleo do resto da célula. Sem uma membrana nuclear, o seu DNA fica disperso, nadando, no liquido da célula, o citoplasma. Ora, isto nos leva a pensar que o ser ainda mais  primitivo que existia antes e evoluiu para bactéria, também não tinha membrana nuclear, que seu DNA tambem estava livre da cela nuclear. E é justamente isso que descobrimos depois da fórmula da Matrix/DNA. Acontece que esse ancestral da bactéria não estava na superfície da Terra e o seu corpo inteiro nada mais era que o próprio DNA. As organelas que hoje temos em nossas células – como ribossomos, mitocôndrias, lisossomos, etc. – estavam “dentro” do DNA! Eram as bases nitrogenadas e açucares que hoje constituem os nucleotídeos. Coisa de louco… mas totalmente racional.

Sugere a fórmula, que os sistemas astronômicos como os estrelares e galácticos, tiveram uma unidade fundamental comum a todos eles, assim como o DNA é hoje aqui na Terra, a unidade fundamental comum a todos os seres vivos. Essa unidade fundamental é como um tijolo, um bloco de uma construção, mas como esse nome no idioma português fica meio esquisito,vamos usar o nome em inglês: “building block”. Portanto, os sistemas astronômicos tiveram seu building block, mas a grande surpresa é que, ao montar a anatomia desse building block astronomico, a Matrix/DNA nos levou a perceber que se ele for miniaturizado – ou seja, reduzido seu tamanho astronomico para o tamanho microscópico – ele tem a mesma figura e funcionalidade de um par lateral de nucleotídeos… que é o building block do DNA! Imediatamente gritamos “Heureka!!!”… ao descobrir que o DNA nada mais é que o atual produto evolucionário de um building block universal, uma “Matriz”, que vem desde antes da formação dos primeiros astros e galaxias!

 

Mas tínhamos um problema: como é que o building block astronomico veio parar na superficie da Terra e levantar-se, sair caminhando como um ser vivo?!

Tem que ter sido por um mecanismo parecido com o processo genético: memória registrada de um corpo-sistema adulto, duplicação dessa memória e separação entre as duas duplicatas, transmissão dessa segunda cópia para um novo ambiente externo, construção de outro corpo-sistema obedecendo a ordem cronológica de como os dados foram registrados na memória, nova duplicação dessa memória, e assim se dá o ciclo da Vida que denominamos “genética”. Porque denominamos os dados registrados nessa memória, de “genes”.

Mas porque o processo genético tem que ter sido o mesmo aplicado na passagem do building block astronomico, para o building block dos seres vivos? Ora… pura dedução racionalista: não conhecemos outro processo natural que faça isso, todas as passagens posteriores dos building blocks biológicos foram por este processo, seria ilógico inventar imaginariamente outro processo por achar que antes os building blocks se moviam, se transmitiam, de modo diferente.

Então o que descobrimos quando aplicamos o processo genético para calcular como uma galaxia caiu na Terra e diminuiu tanto de tamanho e saiu por aí engatinhando atrás de comida?!

Não posso aqui descrever completamente como foi esse calculo,  pois isto demandaria um livro. Então vamos resumir.

O building block astronomico é um sistema e dinamico, funcional, quase assim como é o corpo de um ser vivo. Com uma importante diferença: enquanto o building block do DNA e todos os seres vivos são sistemas abertos – interagem com as coisas do mundo externo a eles, evoluem, etc. – o building block astronomico é um sistema fechado em si mesmo, não interagindo com nada desse mundo e pretendendo ser eterno, sem se transformar e evoluir. Tais sistemas seriam uma espécie de moto continuo, um motor perpétuo, se não existisse a lei natural da degeneração e morte, a qual pode ser medida por nós. A unidade de medição dessa degeneração não é o metro nem o quilo, ela se chama “entropia”. E quando  a entropia ataca o building block astronomico ela não começa pelo centro nuclear do sistema, mas sim pela superficie, pela periferia do sistema. Nos sistemas abertos, a degeneração e morte já está determinada no DNA, ela vem de dentro para fora; no sistema fechado ela vem de fora para dentro, como ocorre nas erosões das rochas. Parece até que Deus ou o Universo tem um propósito para as coisas que existem dentro do Universo formando a Natureza, esse propósito determina que haja evolução, que ninguem fique parado e eternizado numa forma provisória dessa evolução, por isso todas as formas são  provisórias, todas tem que serem transformadas e as antigas desaparecem, e se alguem tentar o contrario, não adianta, pois o Universo tem uma carta escondida nas mangas e aciona-a: “A Morte!” Brrrrr….

Começando de fora para dentro, a degeneração vai fazendo com que as menores particulas de um corpo saiam fora do seus canais e fluxos normais, de suas posições anteriores, e como o sistema é fechado não permitindo que nada entre nem saia dele, estas particulas degradadas de massa e energia se interiorizam, indo direto para o centro do sistema. Voces já ouviram falar nos temidos e nocivos radicais livres que se movem dentro dos nossos corpos? Pois são as tais partículas entrópicas, com a diferença que nossos corpos são sistemas abertos e podem expulsa-los.

Assim um sistema termodinâmico em equilíbrio começa a desmoronar e colapsa-se sobre si mesmo. Mas em se tratando de sistema astronomico, esse colapso demora milhões ou bilhões de anos humanos. Graças a esse tempo gigantesco, seres vivos podem surgirem dentro de um sistema em colapso, tem tempo para evoluírem e emigrarem para fora de um sistema solar e de galaxias antes que caiam sobre suas cabeças. Ora, quando os radicais -livres, que são as menores particulas de um sistema, e por isso vamos chama-las de bits-informação de um sistema, caem em direção a um centro nuclear, eles podem encontrarem no caminho um obstaculo, tal como um planeta, e assim se quedam e se agregam ao planeta. Ao continuarem caindo se juntam em certos locais. Acontece que cada particula imita o tôdo, é o todo miniaturizado, e se o todo é um sistema funcional, como são os sistemas vivos, estas particulas parecem e se comportam como “vivas”. Ao se encontrarem com suas antigas vizinhas vão se conectando e depois se conectam com as que eram vizinhas mais distantes… e acabam por recriar o sistema de onde vieram… em miniatura! Isso é o mesmo que… genética! Esta era a forma não-viva, cosmológica, da genética, antes dela chegar a nós. Um corpo humano adulto, medindo 2 metros e pesando 80 quilos, é reduzido a um microscópico óvulo ou espermatozóide, transmitido para um novo ambiente, e dali, um corpo humano é formado com 30 centimetros e 3 quilos, para crescer e ter as mesmas medidas do corpo do qual veio! Nanotecnologia e giantologia naturais! Esse mundo não é mesmo… bonito ?!

E fica ainda mais bonito quando percebemos como agora… que tudo já estava escrito nas estrêlas!

Mas notamos que existe uma diferença na transmissão genética entre um buiding block astronomico para um building block do DNA, e na transmissão da memória de um corpo humano adulto para um bebê: enquanto no caso humano o genoma vai encerrado dentro de um pacotinho, uma membrana nuclear ( como é o espermatozóide, o óvulo), no caso astronomico ele vai “disperso”, com seus bits separados, no tempo e no espaço.

Êpa!… Êpa! Pera aí… Você disse “disperso”? Mas já ouvi essa palavra hoje e aqui… onde foi mesmo?

Dissemos que o DNA da bactéria está disperso no citoplasma. Ele tambem não tem uma membrana como nos espermatozóides ou nas células modernas. Mas o DNA das bactérias já apresentas um grande avanço evolutivo em relação a seu ancestral que paira nos céus: ao menos, ele não tem seus bits, seus genes dispersos.

Você percebeu como fica bonita a História do Mundo quando conseguimos entender mais coisas e começamos a juntar os palitinhos? A conetar os elos evolucionários? A bactéria é uma forma intermediaria entre o ancestral celeste e a primeira célula realmente completa na Terra. Antes era a dispersão total, dos genes separados entre si e das cópias da “Matriz/DNA” tambem separadas entre si. Depois os genes conseguiram se unir e formar um todo coeso, mas esse todo ainda era disperso no ocano de citoplasma. Depois se gerou uma membrana para separar o todo coeso do resto da matéria externa, nada mais é disperso agora. Assim caminha a evolução: passo a passo, degrau por degrau, os building blocks vão construindo um edifício cada vez mais sólido, perfeito. Uma bolinha inicial no meio de um oceano – uma mórula no meio amniótico – se torna um forte e belo edifício… glup… quero dizer… um belo bebê!

Mas parece mesmo que tem alguma inteligencia fantástica por trás disso tudo! Essa diferença entre transmissão de dados dispersos ou empacotados causa um resultado tambem bem diferente: se os genes chegam num ambiente dispersos, se juntam meio caoticamente e formam sistemas incompletos, de muitas formas diferentes; se os genes chegam todos unidos dentro de uma nave ou capsula membranosa, só existe uma forma possível a ser gerada, que é a cópia exata do sistema de onde vieram. Por isso que os genes vindos do céu criaram na terra essa enorme diversidade de formas de seres vivos…, enquanto os genes que vieram de nossos pais só poderiam criar uma unica forma de ser vivo… à imagem e semelhança de nossos pais. Entendeu agora de onde surgiu essa diversidade das espécies? E o mundo não é mesmo uma belezura?

Devido o mundo e suas criações – como os corpos humanos – serem belos, é que eu queria ser o dono único do meu corpo total. Estou mesmo decidido a botar estes 90% de bactérias para fora…

Glup… Mas aí vou ficar com apenas 18 centimetros de altura, 8 quilos, e não acho que meu corpo vai funcionar mais direito. Está decidido! Podem ficar aí… donas bactérias.

Origem da Vida: NASA, Astrobiologia e Vida Extraterrestre

quinta-feira, janeiro 1st, 2015

(copiado p/ traduzir)

About Astrobiology

December 7, 2014 ( portanto, atualizado)

https://astrobiology.nasa.gov/about-astrobiology/

Astrobiology is the study of the origin, evolution, distribution, and future of life in the universe. This multidisciplinary field encompasses the search for habitable environments in our Solar System and habitable planets outside our Solar System, the search for evidence of prebiotic chemistry and life on Mars and other bodies in our Solar System, laboratory and field research into the origins and early evolution of life on Earth, and studies of the potential for life to adapt to challenges on Earth and in space.

NASA’s Astrobiology Program addresses three fundamental questions: How does life begin and evolve? Is there life beyond Earth and, if so, how can we detect it? What is the future of life on Earth and in the universe? In striving to answer these questions and improve understanding of biological, planetary, and cosmic phenomena and relationships among them, experts in astronomy and astrophysics, Earth and planetary sciences, microbiology and evolutionary biology, cosmochemistry, and other relevant disciplines are participating in astrobiology research and helping to advance the enterprise of space exploration.

The Astrobiology Program has six elements: the NASA Astrobiology Institute,Exobiology and Evolutionary Biology, Planetary Science and Technology Through Analog Research, MatiSSE, PICASSO and the Habitable Worlds Program. NASA established the Astrobiology Program in 1996. However,NASA studies in the field of exobiology – a predecessor to astrobiology – date back to the beginning of the U.S. space program.

NASA funded its first exobiology project in 1959 and established an Exobiology Program in 1960. NASA’s Viking missions to Mars, launched in 1976, included three biology experiments designed to look for possible signs of life. In the 21st century, astrobiology is a focus of a growing number of NASA solar system exploration missions. As noted above, exobiology research is now an element of the Astrobiology Program. (For more information on the history of NASA’s Astrobiology Program, see The Living Universe: NASA and the Development of Astrobiology, by Steven J. Dick and James E. Strick, Rutgers University Press, New Brunswick, NJ, 2004.)

Astrobiology is a cross-cutting theme in all of NASA’s space science endeavors, knitting together research in astrophysics, earth science, and heliophysics as well as planetary science. NASA’s Astrobiology Roadmap, prepared in consultation with the scientific community, outlines multiple pathways for research and exploration and indicates how they might be prioritized and coordinated. The Astrobiology Program also solicits advice from the Space Studies Board of the National Research Council (see publicationspage).

The Astrobiology Program is managed by the Planetary Science Division of theScience Mission Directorate at NASA Headquarters. Mary Voytek is the Senior Scientist for Astrobiology in the Planetary Science Division. The Astrobiology Program is closely coordinated with NASA’s Mars Exploration andPlanetary Protection Programs.