Archive for the ‘Computação’ Category

Computação Natural? Uma nova disciplina escolar?

sexta-feira, julho 27th, 2018

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Iniciar pesquisa sobre este nome vendo os links aqui:

http://homepages.dcc.ufmg.br/~glpappa/compnatural.html

Disciplina de Computação Natural

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E-mail enviado na tentativa de contacto: 27/07/18

Prezada professora,

Todos os sistemas naturais – de átomos a galaxias a organismos – são formados por uma mesma e unica formula natural, assim como todos os seres vivos são formados pela formula natural denominada DNA. Acontece que o DNA biológico nada mais e’ que um produto evolucionário de uma formula que vem desde a evolução cosmológica, temos os cálculos sobre as origens e evolução desta formula, a qual chamo de Matrix/DNA. Tenho representado a formula na forma de um simples diagrama de software e por coincidência, pois quando a obtive não percebi a correlação com algoritmos por ser leigo em computação. A formula esta em meu website – http://theuniversalmatrix.com

A formula parece muito simples e algo infantil a quem não entende e não consegue de imediato vê-la funcionando e revelando em suas entrelinhas uma incrível complexidade natural.

Estou consultando-a aqui para ver se existe alguma possibilidade de fazeres uma analise da formula/algoritmo, dar uma opinião que seja, e se for o caso, envie-me um orçamento dos custos. Tambem existe a possibilidade de unirmos duas perspectivas vindas de direções tao diferentes e convergindo para o assunto “computação natural”, e dai desenvolver-mos algum trabalho em conjunto. Observe que tenho no site, setor “Artigos”, quase 3.000 artigos reunindo descobertas,previsões já acertadas, evidencias, etc., neste esfôrço de desenvolver esta nova ciência. No aguardo…. Louis C. Morelli

theuniversalmatrix.com
Website about The Universal Matrix of the Systems and Natural Cycles. Website sobre A Matriz Universal dos Sistemas e Ciclos Naturais

O cerebro humano esta’ cheio de irracionalidades. A IA vai ajudar a corrigir isso?

quarta-feira, junho 27th, 2018

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No combate aos instintos herdados dos animais irracionais, principalmente os instintos para predadores e presas,  o qual visa tornar o cerebro humano menos irracional e mais logicamente universal, notas como esta captada na Internet ajudam:

“Os seres humanos são produto da evolução e nossas mentes estão cheias de todo tipo de irracionalidade. Para uma IA passar no teste de Turing, seria necessário reproduzir todas essas irracionalidades humanas. Isso é muito difícil de fazer…”, Zhang opina.

“Para que uma IA passe no teste de Turing, ela deve ser capaz de responder a perguntas de maneira indistinguível à de um ser humano. Zhang acha que esse teste é falho porque é subjetivo.”

Matrix/DNA: ” Zhang foi o chefe da equipe que conseguiu fazer com a Inteligência Artificial, por sua própria conta, elaborasse uma table periódica dos elementos. E acontece que ela elaborou a tabela idêntica `a que já’ tínhamos, feita por humanos. Isto comprova que a Inteligencia Artificial se sincroniza com a logica universal e pode funcionar por esta logica.

No meu entender, a IA vai apontar muitas das irracionalidades subjetivas do cérebro humano, o que nos ajudara’ a nos auto-corrigir vencendo esta heranca animalesca irracional.” 

Outra dica importante captada pela Matrix/DNA:

“A IA do Google funciona convertendo palavras em códigos numéricos ou vetores. Ao analisar os vetores, o programa pode estimar a probabilidade de uma palavra aparecer em um texto. Por exemplo, a palavra “rei” é frequentemente acompanhada por “rainha”, e “homem” por “mulher”. Assim, o vetor matemático de “rei” pode ser traduzido aproximadamente como “rei = uma rainha menos uma mulher mais um homem”.”

Matrix/DNA: ” Assim a IA pode superar uma das maiores irracionalidades do cérebro acadêmico científico atual: separar a História Universal em Historia Cosmológica e Historia Biológica. Ela poderia descobrir o que descobri obedecendo a lógica universal mas que os cerebros acima se recusam a entender e aceitar. Em relacao ao conceito de DNA a IA dirá:

” DNA = um código biológico sem o biológico mais uma Matriz Universal”

E mais:

” “Podemos aplicar a mesma ideia aos átomos”, explicou Zhang. “Em vez de alimentar todas as palavras e frases de uma coleção de textos, nós fornecemos à Atom2Vec todos os compostos químicos conhecidos, como NaCl, KCl, H20 e assim por diante”.

Matrix/DNA: Agora sim, este cientista está rodeando em torno de outra das mais importantes descobertas do mundo: a de que neste Universo existe apenas um tipo de sistema natural que emergiu com o Big Bang  e vem evoluindo ate’ hoje, tendo passado pelas formas de átomo, galaxias, células, corpos humanos, cerebros e chegando agora a talvez ultima forma deste sistema, que e’ a auto-consciencia. Ao aprender que átomos e galáxias são tão nossos ancestrais como o são as bactérias e macacos, a palavra Vida vai mudar totalmente seu significado. Zhang levara’ a IA a descobrir isso se ao inves de apenas focar os diferentes tipos de atomos, colocar num mesmo saco da memória do computador todos as formas de sistemas naturais conhecidos, vivos com não-vivos. Como eu apliquei a anatomia comparada entre estes sistemas para descobrir o que está demasiado obvio a cerebros mais lógicos.”

E mais ainda:

” A partir desses dados, o Atom2Vec descobriu, por exemplo, que o potássio (K) e o sódio (Na) devem ter propriedades semelhantes, porque ambos os elementos podem se ligar ao cloro (Cl). “Assim como o rei e a rainha são semelhantes, o potássio e o sódio são semelhantes”, afirmou Zhang.

Matrix/DNA: Tateando outra grande descoberta sobre a origem e significado dos elementos atômicos que fizemos a 30 anos atras. O potássio e o sódio tem propriedades semelhantes porque o sistema universal evolui obedecendo a lei do ciclo natural o qual faz com que os corpos mudem de forma ao longo de sua vida. E cada nova forma do sistema universal cria os novos elementos que serão a base para compor a forma evolutiva seguinte. Assim como fazemos um edifício de baixo para cima sempre antes criando o alicerce do que será construído em cima. Ou como nosso corpo cria as glândulas capilares antes de produzir os cabelos. Como cada ciclo vital produz geralmente sete a oito formas principais diferentes do mesmo corpo, a tabela periódica repete, a cada sete elementos, todas as propriedades dos sete elementos anteriores. Assim o elemento 8 repete as propriedades do elemento 1, porque ambos significam o início de um novo ciclo. E o potassio K, numero atomico 19, repete a propriedade do sódio NA, número 11.  E assim por diante. E conhecendo a fórmula da Matrix/DNA percebe-se que estes dois elementos perfazem a função número 3 e/ou 4 nos sistemas. Esta percepção será de valiosa ajuda na compreensão dos sistemas naturais, como por exemplo, quando deparar-mo-nos com sistemas alienigenas ou na astrobiologia procurando vida extraterrestre. Mas para enxergar o ciclo vital como alicerce de suporte e origens dos elementos na tabela periódica, a quem está com o cerebro bloqueado por irracionalidades, será dificil. So’ mesmo a IA.

O texto foi visto em:

Inteligência artificial recria a Tabela Periódica dos Elementos sem a ajuda de humanos

A comparacao entre a formula simples do computador digital com a formula da Matrix/DNA e similaridade com o computador quantico

domingo, março 4th, 2018

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Uma das primeiras estranhezas que as pessoas notam quando apresento a formula da Matrix/DNA e que as conduzem `a incredulidade surge quando digo que ela e a construtora de todos os sistemas e seus acessorios naturais. Parece-nos algo igual a antidga forma de dizer  “Deus fez tudo”. Mas…

As pessoas se esquecem que o modernos computadores usam bilhoes de transistores e multiplos niveis de codigos para produzir videos de alta definicao e complexos apps, mas se olharem mais atentamente vao notar que tudo deste mundo digital se reduz a uma simples series de bits, com duas variaveis apenas, 1 e 0.

Ok, o mundo real, o universo, tem muito mais coisas do que as que podemos ver produzidas nas telas dos computadores. Mas tambem tudo se reduz a uma formula muito mais complexa do que a formula do computador. vamos classificar as diferencas:

  1. Para comecar esta formula tem 7 variaveis principais e nao apenas duas.  Se conseguirmos um computador com sete variaveis – e teria que ser quantico para entrelacar com velocidade da luz estas variaveis – ele sera milhoes de vezes mais poderoso do que o atual. Mas note que eu disse ” principais variaveis”. Porque? Ora, o fluxo da corrente energetica ou de informacoes que corre dentro da formula obedece ao processo do ciclo vital. E o que este processo produz nos organismos, nos nossos corpos? Que a cada minute more uma celula e entao e’ produzida outra para ocupar seu lugar mas a nova sera em algum detalhe diferente da anterior porque o momento, forma, e estado do corpo quando a celula morreu vai se transformar e o momento, forma e estado do coepo quando a outra celula vier tera algum detalhe de diferenca.  Num corpo humano nos dizemos por conveniencia que existem seis estados ao longo de uma vida:  forma fetal, embrionaria, infantil, juvenile, adulto, senil, cadaver, ou seja la que outro tipo voce queira divider isso. Estas sao as variacveis peincipais, os carros-chefes, as que mais vixsiveis vemos. Mas atras delas vem as variaveis de cada minute, cada Segundo que o corpo tem um estado e forma unica, entao a formula tem uma quantidade de variaveis que tende ao infinito, se voce for dividindo as principais e entrelacando-as com suas variaveis vizinhos obtendo as intermediarias, etc. Nao sao apenas os bits que tendem ao infinito, mas tambem o numero de letras do algfabeto da linguagem que a Matrix fala. Nossa mente nao tem o poder para sequer imaginaar a grandeza disso.
  2. Em segundo lugar, o movimento da energia dentro do computador que conduz o software, os comandos de instrucao, e’ unidirecional, so tem um caminho e para a frente, um caminhar sem outro significado senao o de ir galgando degraus como quando se move numa escada, subindo. Cada novo dado inserido nesse fluxo de informacoes e ele apenas e’ acrescentado, quantitativmente, para fazer crescer em volume e peso o fluxo, nao sao dados que inseridos vao transformar retroativamente os dados anteriores para melhorar a qualidade e desta aumentando tambem a diversidade de produtos.  Ora, na formula da Matrix/DNA o movimento do fluxo de informacoes e’ feito pelo processo do ciclo vital, de maneira que as informacoes internas ja possuem a instrucao para transformar estados de um momento para diferentes estados nos momentos seguintes, o que significa que existem muitos mais niveis, camadas, dimensoes de codigos previstos na formula.
  3. Alem disso, as duas variaveis do computador nao constituem um sistema functional e sim apenas um processo de bate e rebate com igual direcao, intensidade e significado. E’ preciso diferenciar sistemas de processos: processos sao apenas as trocas, as interacoes automaticas entre dois ou tres elementos onde o objeto que circula entre os agentes permanence sempre o mesmo. Sistema e’ o conjunto de todos estes processos internos mais os extrnos e ainda de uma maneira que pelo ciclo vital transforma os objetos que circulam. O priocesso entre as duas variaveis no computador e’ como ficar eternamente “hitting around the bush”, rodeando em circulos sem avancar do lugar, por isso o computador nao sabe criar nada de si mesmo, nao sabe transformar, apenas engrossar. Se o fluxo avanca mecanicamente, linearmente, de uma posicao para outra, ‘e por pura contingencia das forssas fisicas. Enquanto isso, a formula da Matrix/DNA, as variaveis principais tem a escolha ou possibilidade de seis caminhos diferentes na interacao com as seis outras variaveis e depois uma infinidade de caminhos nas interacoes com as variaveis secundarias. Quando ela pode fazer este entrelacamento, esta danca flexivel, ela pode trnsformar e criar coisas novas.
  4. Nos nao inventamos o computador por uma ideia vindo do nada. Conscientemente ou nao nos estamos fazendo computadores porque nos temos uma natureza que possui recursos, mecanismos e processos, para fazer cerebros que fazem processamento de informacoes. Nos comecamos com pedrinhas substituindo os dedos para criar numerous e contas primarias, depois substituimos as pedrinhas pelo abaco e chegamos as maquinas mecanicas a manivela de calcular. Quando aplicamos energia eletrica nestas maquinas a potencialidade delas surgiram multiplicadas e entao comecamos, inconscientemente, a perceber que aquela maquina podia manter memoria, processar informacoes pela simples tecnica de acrescentar dados, e hoje, a cada dia mais, o verdadeiro criador do computador, que e’ o cerebro humano, nao o esta criando do nada mas sim se auto-projetando num Claro processo de autoreplicacao. Ora, mas o cerebro humano foi feito, criado, depois de muito trabalho evolutivo, pela formula da Matrix/DNA. Entao, indiretamente, quem produziu e esta aprimorando a maquina computadora ‘e a Matrix. Ela nao pode ainda se autoprojetar com sua quase infinita capacidade, ela tem ainda apenas nem um feto, tem uma morula, uma blastula desta autoprojecao. Entao nao se admire que tudo o que voce ve o computador fazer vindo de uma formula tao simples seja uma analogia veridical com tudo o que voce ve vindo da formula da matrix/DNA.

A seguir algumas dicas para entender melhor um computador nos seus aspectos relacionados `a sua formula:

Let’s begin by reminding ourselves how digital computers work.

Vamos comecar lembrando-nos como computadores digitais funcionam.

The basic ingredient is the binary digit, or bit, which may take only the values 0 or 1. In modern computers, bits take the form of tiny electrical switches called transistors. Transistors are in one of two states. When they are switched on, they conduct electrical current. This is the “1” state. When switched off, they are not conducting current. This is the “0” state.

O ingrediente basico e’ o digito binario, ou “bit”, o qual pode ter apenas dois valores: ou 1 ou 0.

In a physical computer chip, we might find a series of transistors in the following states: on, on, off, on. In binary, the mathematical language of computation, the series becomes 1101.

This might appear to be an inadequately crude method of communicating information—how could we possibly convey the rich tapestry of the world using only this black-and-white mold? The first step is recognizing that bits can represent numbers in our traditional counting system. For example, 1101 represents the number 13 and 0110 represents the number 6.

In fact, these are the only ways we can represent 13 and 6 using bits, creating a unique translation dictionary between strings of bits and normal numbers. In this way, we can assemble arbitrarily large numbers by stringing together bits. The MacBook Pro uses a 64-bit processor to express every number up to 18,446,744,073,709,551,615.

But if computers could merely store numbers, we would not find them very useful. The reason computers have become ubiquitous is we can use these numbers to further represent many other things.

Take shades of gray: simply interpolate between pure black (0) and pure white (255, by convention). Colors can be decomposed into red, green, and blue components, each having their value interpolated up to 255. Logic operations, musical notes, letters in the alphabet, internet pages, online dating profiles and many other types of information may be expressed in the same way.

Modern computers use billions of transistors and multiple levels of code to produce high-def video and complex apps, but look closely enough, and the digital world reduces to a simple series of bits. 

(Check out this video to learn more about how binary works.)

https://www.youtube.com/watch?time_continue=14&v=kcTwu6TFZ08

Bem, agora a evolucao dos computadores estao entrando na era dos computadores quanticos. A grosso modo eles sao milhoes de vezes mais eficientes e poderosos do que os atuais digitais porque enquanto o digital so pode fazer uma operacao a cada vez, limitado pelas portas 1 ou 0, os quanticos poderao fazer milhoes de operacoes ao mesmo tempo. Os muitos estados em que ocorrem as operacoes me parece uma timida imitacao dos quase infinitos estados que um organism pode apresentar como variaveis. Vamos ver no link abaixo uma  das melhores explicacoes sobre o que e’ computador quantico:

 This Is What Makes Quantum Computers Powerful Problem Solvers

https://singularityhub.com/2017/03/30/this-is-what-makes-quantum-computers-powerful-problem-solvers/#sm.0000ts2qoko8sfrnuve1ro1f2je6a

This Is What Makes Quantum Computers Powerful Problem Solvers

 

Qual a origem das informacoes que transformaram o universo simples em universo complexo? Pela Perspectiva de um acdemico moderno.

sábado, setembro 2nd, 2017

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https://www.edge.org/conversation/the-computational-universe

THE COMPUTATIONAL UNIVERSE

Seth Lloyd [10.22.02]

… by the basic laws of quantum mechanics, full of quantum fluctuations are all the time injecting, programming the universe with bits of information.”

(… pelas basicas leis da mecanica quantica, cheia de flutuacoes quanticas, estao todo o tempo injetando, programando o universe com bits de informacao).

Visao de um mundo puramente casuistico. Assim diria um microbio assistindo a evolucao de um feto e estando dentro do ovo. A Matrix/DNA sugere outra resposta, baseada na opiniao de outro microbio assistindo o mesmo processo estando fora do ovo: as informacoes foram fornecidas pelos pais, elas sao expressadas devido aos movimentos (flutuacoes) dos genes.

O fato e’ que ninguem sabe explicar o que sao flutuacoes quanticas e menos o que as produzem, assim como ninguem explica energia,gravidade, apenas sabemos descrever o que as vemos fazer. Entao, o que ha’ de errado com a tese na minha Matrix/DNA Theory comparando flutuacoes quanticas nas origens do sistema universal com movimentos geneticos na origem de um sistema biologico?!

(… hi… hi…hi… Acontece que penso como filosofo sistemico sempre conduzindo minha mente fora de um sistema para analiza-lo melhor, enquanto o metodo reducionista que estes caras sempre praticaram e so’ sabem fazer os mantem sempre dentro do ovo…)

Eis um trecho da tese de Seth Lloyd:

Another feature that everybody notices about the universe is that it’s complex. Why is it complicated? Well nobody knows. It turned out that way. Or if you’re a creationist you say God made it that way. If you take a more Darwinian point of view the dynamics of the universe are such that as the universe evolved in time, complex systems arose out of the natural dynamics of the universe. So why would the universe being capable of computation explain why it’s complex?

There’s a very nice explanation about this, which I think was given back in the ’60s, and actually Marvin, maybe you can enlighten me about when this first happened, because I don’t know the first instance of it. Computers are famous for being able to do complicated things starting from simple programs. You can write a very short computer program which will cause your computer to start spitting out the digits of pi. If you want to make it slightly more complex you can make it stop spitting out those digits at some point so you can use it for something else. There are short programs that generate all sorts of complicated things. That in itself doesn’t constitute an explanation for why the universe itself exhibits all this complexity, but if you combine the fact that you have something that’s dynamically, computationally universal with the fact that you’re constantly having information injected into the universe, — by the basic laws of quantum mechanics, full of quantum fluctuations are all the time injecting, programming the universe with bits of information — then you do have a reasonable explanation, which I’ll close with.

Debate no NYT sobre beneficios/maleficios da Inteligencia Artificial

quarta-feira, maio 31st, 2017

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December 5, 2016

Is Artificial Intelligence Taking Over Our Lives?

https://www.nytimes.com/roomfordebate/2016/12/05/is-artificial-intelligence-taking-over-our-lives

E meu comentario postado no debate ( na pagina do primeiro artigo: As Robots Replace Old Jobs, New Jobs Should Be Invented )

Louis Charles Morelli

New York, NY

Will the biological brain imposes its rules upon the electro mechanic brain or will be the opposite? Let’s see it:

1) At fifty years ago there was a biological brain that decided to build its copy with hard matter in a mechanistic fashion;

2) The mechanic brain was developed till getting its own mechanistic sensors, like cameras mimicking vision, etc. But there was a novelty here: the mechanistic brains’ sensors can see where human sensors can not, like the microscopic and astronomic levels;

3 Then, the biological brain ( still imposing his software with its rules) sent these sensors into micro devices exploring the world of atoms, molecules, and spatial devices exploring the space;

4) These sensors came back with new informations that the biological brain never knew about. Based on these informations, the biological brain rewrote the software, remodeling the hardware and sent back the brains’ robots to the micro and macro world. This process is being repeated till today.

But,… mechanistic sensors are racists, they selects some data and rejects another kind of data, which would not be selected by biological sensors. Without humans perceiving it, the mechanistic brain was changing inside the biological brain, the living vision of the world by the mechanistic vision of the world. Life and the universe’s theories describes it as machines. What do you think?

Relações “mente x cérebro” e “software x hardware”

sábado, maio 20th, 2017

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O texto abaixo é de um comentário postado na Internet. Alguns pontos estão relacionados com a sugestão da Matrix/DNA, como por exemplo, a sugestão de que existe um processo de feed-back evolucionário entre software e hardware. O autor relata que a mente ( o software), pode mudar a estrutura do cérebro ( o hardware), mesmo enquanto um cérebro existe… o que não foi sugerido pela Matrix/DNA. Vejamos o comentário e uma interessante resposta a ele:

” No computador, a programação está representada em estados elétricos, na mente, a memória é representada de forma simbólica, e está armazenada nas sinapses, as conexões entre os neurônios.

Só que, diferente de um computador, no cérebro a programação (que é em parte introduzida via interação social, parte já vem “pronta”, como os instintos de sobrevivência) altera a própria estrutura do cérebro. Experiências traumáticas deixam marcas indeléveis no cérebro, marcas que se traduzem em traumas e fobias.

No momento que a pessoa morre, a sua consciência se desfaz, à medida que as sinapses vão se desfazendo e os neurônios vão morrendo. Por isto um acidente que resulte em asfixia pode causar traumas tão sérios no cérebro. Também aneurismas costumam comprometer regiões do cérebro resultando em perda de memórias e perda de habilidades, que tem que ser reaprendidas (a pessoa passa a treinar outras regiões do cérebros para fazer aquela atividade que era responsabilidade da região perdida).

Não tem computador no mundo que funcione desta forma. Você pode, por exemplo, copiar a memória de um computador em outro computador, e os dois terem a partir daquele momento exatamente o mesmo conteúdo, mas como é que você vai copiar a matriz de sinapses de um cérebro em outro? Por isto também não tem como fazer a transferência de mente de um corpo para outro sem que se faça a transferência de todo o sistema neurológico (tronco cerebral completo).”

Resposta de outro comentador:

” O computador realmente não tem memória, mas assim como o cérebro, retém cargas elétricas armazenadas para indicar uma atividade. Essas cargas em forma de ponto dependem extremamente do sistema e sem este nada é.
Por favor, qualquer um que entenda informática sabe que o pc reproduz imagem e video mas não os vê, reproduz música, mas não a escuta. Da mesma forma armazena dados como se tivesse memória própria, mas não lembra de nada!”

E outro comentario:

Para melhor explicar o que penso, vou fazer uma analogia.
Vamos tomar como exemplo um PC e vamos considerar que o cérebro do PC é o processador. O processador é responsável por todas as atividades do computador e tem uma memória responsável para efetuar tarefas repetitivas. Porém não tem inteligência para escrever um texto, desenhar uma figura ou efetuar cálculos necessários para a construção de um prédio por exemplo. Todavia, o dono do computador, que está fora dele, e que consideraremos como a Consciência, resolve instalar um programa chamado Office para escrever textos e que pode ser considerado como um atributo inteligente. Assim, essa Consciência, mesmo estando fora do computador e do processador interfere nele integralmente. Depois de alguns textos escritos, o processador já saberá como se comportar e vai repetir automáticamente as tarefas de abrir o editor, escrever o texto e salvar o arquivo, mas não terá a menor noção da importância do conteúdo do texto. Quem vai ter essa noção é o dono do computador que está fora dele, ou seja, a Consciência do computador. O processador do computador poderá com o tempo apresentar defeitos o que impossibilitará a Consciência (o dono) de utilizar o computador. Da mesma forma, o nosso cérebro desempenha funções meramente automáticas e repetitivas, absorve atributos inteligentes e utiliza-os repetindo as mesmas funções automáticamente. Só a Consciência que está fora do corpo e do cérebro é capaz de fazer uso inteligente desses conteúdos. Se nosso cérebro apresentar defeitos quer por desgaste quer por uso de drogas, a Consciência não poderá mais interagir com ele.

Duas diferentes cosmovisões debatem: Quais as diferenças entre o computador hardware/software e o humano corpo/mente?

quinta-feira, abril 6th, 2017

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Minha questao postada no Quora e acompanhamento do debate:

https://www.quora.com/Whats-the-difference-between-computer-software-hardware-and-human-body-mind

What’s the difference between computer software/hardware and human body/mind?

Jonathan DayJonathan Day, 4/6/2017
Ultimately, none.

Alan Turing created an imaginary computer, the Turing Machine, that could perform a few basic functions, moving around a tape or set of tapes. He proved that all systems based on logic MUST be equivalent or inferior to a Turing Machine. No exceptions.

We now know that there are no quantum effects in the brain and that the sorts of quantum effects that you could get in regular cells can all be reduced to systems based on logic.

A human being, therefore, is a highly complex machine (the brain has 85 billion neurons and a neuron can have up to 3,000 synapses, so you’re dealing with 255 trillion connections that can amplify/suppress signals – we’re getting into serious numbers here). A machine so complex that attempting to reproduce it with modern technology would result in a computer around ten blocks square and two or three storeys high.

So, human brains are smaller for now. That’s kinda cheating because it’s not an intrinsic difference, merely a technological one.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 4/6/2017

Very helpful, Jonathan. Thanks. But… I think that with yours world view we will not make progress towards quantum computation and knowledge of human mind and consciousness. Yours perspective is totally mechanistic, based on Physics and Math, as the modern scholar mindset. Maybe you are right, but is is not what my personal research and world view is suggesting.

First of all, Turing did not know what a natural system is. So he did not know the logic running in these systems. If you are interested go to my website to see the formula for all natural systems.

Second there is no quantum effects in the human mind as software because quantum effects are related to an inferior level of organization of matter: it fills the boundary between Newtonian mechanics and biological organization, the frontier between the hard and bone skeleton _ studied by the fields of Physics and Math – and the beginning of the soft meat ( where begins biological organization. The human psyche organization is a superior level).

Third, we can not build a computer reproducing the human brain with this actual technology, neither hundred blocks square: complexity has a limit at any evolutionary lineage. When reaching that limit, occurs an evolutionary jump, a transformation. As happened to human brain, the jump to consciousness. It means that we need to proceed a transformation of our actual technology. Not based on binary digits and so, based on seven variables, like the DNA code. By the way, I think it is good talking between different world views. Thanks.

 

Bayes Theorem ou Bayesian Inference (Deducao): A probabilidade de Uma Crença se tornar ou não um fato provado

terça-feira, abril 4th, 2017

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Artificial Inteligencia esta’ na moda e interessa a Matrix/DNA. Muitas vezes os artigos falam em Bayes, principalmente Bayesian Inference, que e’ derivada do Teorema de Bayes. Como AI envolve computação, e esta envolve probabilidades e estatística, o Bayesian Inference e’ um dos pilares destas duas áreas matemáticas. Tal como o assunto esta na Wikipedia não e’ difícil para o leitor leigo em matemática entende-lo.

Para quem tem uma teoria sobre um fato ainda desconhecido, não provado ( claro isto não e’ um fato, porem suponha-se que vem a se-lo), como eu e a formula da Matrix/DNA. o Teorema de Bayes ajuda a ir calibrando a probabilidade do fato ser real `a medida que vou colhendo mais evidencias, ou não ser real `a medida que surjam mais evidencias contrarias.

Para ver Bayes Teorema:

https://en.wikipedia.org/wiki/Bayes%27_theorem

Para ver Bayes Inference:

https://en.wikipedia.org/wiki/Bayesian_inference

Mas um excelente e mais completo trabalho, em Portugues, ensinando  Bayes esta’ em:

Introdução a Inferência Bayesiana

http://leg.ufpr.br/~paulojus/CE227/ce227/ce227.html

Software Computacional: Importante Informacao

segunda-feira, fevereiro 27th, 2017

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Entendendo a relacao entre software e hardware. Como e’ e como funciona. Como se transportam pensamentos humanos transformados em processadores e memorias, para dentro da materia da maquina.

Portugues:

Um chip (modular… ?) feito de três camadas, como um sanduíche: a camada de cima, reusavel, e’ feita de partículas condutoras de eletricidade diretamente imprimidas sobre uma folha de polietileno. A camada de baixo, e’ uma usável câmara de silicone desenhada para segurar e manter fluidos biológicos. Uma fina e isolante barreira separa a eletrônica de cima da câmara de baixo.

Ingles:

The new chip, dubbed FINP chip, is a modular, three-layered sandwich: the top reusable layer is made of commercially available conductive particles directly printed onto a flexible polyethylene sheet. The bottom layer is a disposable silicone chamber designed to hold biological fluids. A thin insulating barrier separates the top electronics from the chamber.

Obtido em ( este artigo esta bem escrito e informativo para se entender melhor como e’ a tecnologia atual compitacional e por isso vai copiado abaixo para traduzir e rememorar):

https://singularityhub.com/2017/02/19/one-cent-lab-on-a-chip-can-detect-cancer-and-infections/?utm_content=buffere7983&utm_medium=social&utm_source=facebook-hub&utm_campaign=buffer

This One-Cent Lab-on-a-Chip Can Diagnose Cancer and Infections

Medical diagnostics often feels like magic to me. With just a few drops of blood, doctors can quickly decipher a patient’s general health status—are biomarker levels in range? Are there telltale signs of infection? Are the patient’s cells healthy, or have some quietly mutated into cancerous time bombs?

Diagnósticos médicos frequentemente parecem mágicos, para mim. Com justas poucas gotas de sangue, doutores podem rapidamente decifrarem rapidamente o estado de saúde de um paciente – estão marcar biológicas `a vista? Existem indicações de infecção? Estão as células do paciente saudáveis, ou algumas mutaram para bombas cancerosas?

(continuar tradução)

Behind that magical facade, however, diagnostics lives and breathes technology. Most lab tests rely heavily on specialized machinery and teams of technicians to ensure they’re done safely and correctly. It’s a pricey endeavor: even the most basic equipment—a centrifuge that separates different components of the blood, for example—can cost several thousands of dollars, a price tag far beyond what developing countries can afford.

Without access to cheaper options, many countries stricken by HIV or malaria are severely handicapped in their battles against insurgent epidemics. For them, modern diagnostics might as well be magic.

Now, a team of Stanford engineers has figured out a cheaper alternative. A study published in Proceedings of the National Academy of Sciences describes a small, reusable microchip that can diagnose multiple diseases.

Here’s the kicker: each chip is made by standard inkjet printing, requires just 20 minutes to assemble, and the cost? A single penny.

“To the best of our knowledge, such a platform with similar functionalities, cost and advantages has not yet been reported,” the team, led by Dr. Ronald Davis, concluded in their paper.

“[This] is really a breakthrough,” says Dr. Eric Topol at the Scripps Translational Science Institute (not involved in the study). “And I don’t use that word too liberally.”

Diagnostics: from physical labs to lab-on-a-chip

When a disease like HIV or malaria strikes, not every cell in the body is infected. In order to get an accurate readout, scientists often first try to isolate the culprit cells.

Since diseased cells are usually a much smaller population than healthy cells, scientists often need to tag them with a special marker in order for the machines to reliably pick them out—kind of like sticking a reflective sticker on a night-time cyclist for more visibility. This step is long and tough: not all target cells get tagged with the marker, and sometimes the marker itself can change the properties of a cell, which disrupts subsequent readouts.

About 15 years ago, scientists began exploring the possibility of simplifying—and miniaturizing—the whole process. Most cells and biomolecules have distinctive properties—size, shape, density and electronic charges, to name a few. Exploiting these properties, scientists made dozens of specialized sensors that only capture bioparticles with a particular property.

When combined with microfluidics, a technology that deals with small amounts of liquid, the sensors were about to isolate blood cells, sequester bacteria, or grab onto various proteins and DNA molecules from droplets of blood and other biological samples—and the first lab-on-a-chip devices were born.

Almost immediately, global health advocates realized the potential of these portable diagnostic wonders for helping poor, developing countries. But they were tough to make.

“[These] platforms often require access to a clean room, sophisticated equipment, and highly trained personnel to perform…manufacturing procedures,” says study author Dr. Rahim Esfandyarpour to Singularity Hub. “This entire procedure can take several days or weeks.”

The flexible inkjet-nanoparticle-printed biochip

To circumvent these problems, Davis’s team turned to a surprising manufacturing device: an ink-jet printer, similar to the one you probably have at your workplace.

The new chip, dubbed FINP chip, is a modular, three-layered sandwich: the top reusable layer is made of commercially available conductive particles directly printed onto a flexible polyethylene sheet. The bottom layer is a disposable silicone chamber designed to hold biological fluids. A thin insulating barrier separates the top electronics from the chamber.

Making the chip is an easy two-step process.

First, users can use any vector-drawing software—for example, Adobe Illustrator—to draw a customized electronic configuration. Because different configurations can be used for different diagnostic purposes, this step tailors the chip to a user’s exact needs.

Next, using any inkjet printer, the drawn electronic pattern is printed onto a cheap, plastic-like sheet, and plopped onto single-use chambers that can be supplied to the user in bulk.

Just like 3D printing, these designs may eventually be downloadable, allowing anyone with a printer to produce their own biochips when needed.

“Production only takes 20 minutes,” says Esfandyarpour.

Similar to previous microchips, the FINP chip isolates cells and biomolecules based on their intrinsic electrical properties. As proof-of-concept, the team designed a chip with two types of chambers: one that isolates cells, and one that analyzes them. They then ran the device through a series of experiments to validate the chip.

In one test, the team showed that the device could efficiently capture breast cancer cells from a fluid sample. Similar to most biomolecules like proteins and DNA, cancer cells have a unique surface charge. By manipulating the electronic field, researchers were able to steer the cancer cells toward a specific chamber on the chip and trap them there, away from all the other cell types.

Since the ability to pick out rare circulating tumor cells can increase our understanding of cancer metastasis, the device could help us detect early spread and potentially save lives, especially in developing countries, the authors explain.

In another experiment, the team wanted to see if the chip could be used to accurately count the number of cells in a given sample. Immune cell counts are often used to diagnose infectious diseases like tuberculosis and malaria, and traditionally done with a technique called flow cytometry that can cost $100,000 for the equipment alone. The penny chip performed just as well.

Democratizing diagnostics

The FNIP chip is the latest win for frugal science—a field that’s bringing cheap, portable and reliable tools to doctors anywhere in the world.

You’ve probably heard of some previous designs: a foldable microscope that costs just 50 cents, or a paper centrifuge that doesn’t require electricity.

Davis and his team are now working hard to get their chip ready for commercialization.

“Any platform for diagnostics or other biomedical applications must go through several testing, validation and optimization paths before commercialization, and we’ll take and follow it very seriously,” says Esfandyarpour.

But the team is optimistic that their device can make a difference.

“[We believe] this work will enable greater individual access to… diagnostic applications in resource-poor and developing countries,” says Davis.

Oportunidade Pratica para Matrix/DNA: As Simples e Brutas Regras da Evolução Podem Fazer Máquinas Criativas

terça-feira, dezembro 6th, 2016

xxxx Obs. Voltar a este artigo porque e muito importante para buscar atividade prática e lucrativa para a formula)

Evolution’s Brutally Simple Rules Can Make Machines More Creative

http://singularityhub.com/2016/12/04/evolutions-brutally-simple-rules-can-make-machines-more-creative/#.WEW6sEBSwOs.facebook

BY  ON DEC 04, 2016

evolutionary-algorithms-31

Computer-designed satellite antenna. Image Credit: NASA

Ideia/informacao resumida: Biological evolution can take millennia to show noticeable results. Fortunately, computers make it possible to cycle through virtual generations incredibly quickly, and because evolutionary systems involve large populations of individual candidates they are “embarrassingly parallelizable”. In other words, they can take advantage of highly-scalable parallel computing, where many calculations are carried out simultaneously on multiple processors. ( Evolucao biologica pode durar milênios para mostrar um resultado notável. Felizmente, computadores tornam possível circular através de virtual gerações incrivelmente rápido, e porque sistemas evolucionários envolvem grandes populações de individuais candidatos, eles sao ” embaraçosamente paralelizaveis”. Em outras palavras, eles têm a vantagem da computação paralela em alta escala, onde muitos calculos podem ser feitos simultaneamente, em múltiplos processadores.)

Traducao do Artigo:

Despite nature’s bewildering complexity, the driving force behind it is incredibly simple. 

Apesar da desconcertante complexidade na natureza, a força diretora por trás dessa complexidade e’ simples.

( Matrix/DNA : Uau! Ate que enfim estão dizendo o que a formula da matrix/DNA mostrou a 30 anos atras. Todas as arquiteturas naturais, que sao todos os sistemas naturais, de atomos a galaxias a cerebros humanos, foram construidos por uma unica formula natural, que, a primeira vista, e’ de uma simplicidade desconcertante. Porém, `a medida que vamos imaginando os movimentos e conexões que esta formula e’ capaz de fazer, vamos vendo que nas suas entrelinhas existem todos os mecanismos, todos os processos, toda a complexidade conhecida deste mundo.)

‘Survival of the fittest’ is an uncomplicated but brutally effective optimization strategy that has allowed life to solve complex problems, like vision and flight, and colonize the harshest of environments.

“Sobrevivência do mais adaptado” e’ uma estratégia otimizada, nao-complicada, mas brutalmente eficiente que tem permitido `a vida resolver os mais complexos problemas., como a visão e o voo, e colonizar os mais severos ambientes.

Researchers are now trying to harness this optimization process to find solutions to a host of science and engineering problems. The idea of using evolutionary principles in computation dates back to the 1950s, but it wasn’t until the 1960s that the idea really took off. By the 1980s the approach had crossed over from academic curiosities into real-world fields like engineering and economics.

Pesquisadores estão agora tentando imitar este processo de otimização para achar soluções para grande quantidade de problemas em ciências e engenharia. A ideia de usar principios evolucionarios em computacao remonta aos anos 1950, mas foi apenas em 1960 que a ideia avançou. Nos 80 esta abordagem tinha atravessado sobre a curiosidade acadêmica para o mundo real nas suas areas como engenharia e economia.

Applying natural selection to computing

Aplicando seleção natural na computação

Evolutionary algorithms are numerous and diverse, but they all seek to replicate key features of biological evolution, such as natural selection, reproduction and mutation.

Algoritmos na evolução sao numerosos e diversos, mas todos eles procuram replicar caracteristicas chaves da evolução biológica, tal como seleção natural, reprodução e mutação.

( continuar tradicao)

Typically these methods rely on a kind of trial and error — a large population of potential solutions to a problem are randomly generated and tested against a so-called “fitness function.” This lets the system rank the solutions in order of how well they solve the problem.