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A Matriz explicando a Complexidade Irredutivel

quinta-feira, fevereiro 19th, 2009

( este artigo e’ apenas uma anotacao pois a introducao esta sendo elaborada)

A Matriz considera sim, que a complexidade irredutivel em relacao aos sistemas biologicos pode acontecer. Porem a irredutibilidade termina em LUCA.

E como pode ocorrer esse negocio da Natureza desenvolver duas ou mais linhas separadas de evolucao e depois junta-las numa so’? Vamos recorrer a uma analogia:

Primeiro surgiu o abaco numa linha evolucionaria, enquanto noutra surgia o tear. Juntaram-se as duas coisas e deu na maquina de calcular mecanica, a manivela. Em outra area desenvolvia-se a eletronica. Juntaram as duas e deu na maquina de calcular eletronica. Depois acrescentaram na eletronica a linha da informatica resultando no computador. Enquanto isso desenvolviam-se os foguetes dotados de sensores. Os sensores foram juntados com o computador e numa nave temos um cerebro eletro-mecanico dotado de tentaculos, ou complexo sensorial proprio. E’ impossivel reduzir evolutivamente essa historia seguindo-se uma unica linha evolucionaria.

Com os seres vivos, nao apenas isto seria possivel acontecer, como “teria que acontecer”. Hoje ja’ temos noticia de especies que de uma se desdobra em duas (caso da larva que continua a existir depois da metamorfose produzir a forma final) assim como juntando duas especies numa (caso da hibridizacao e diversificacao horizontal (?)). Mas o que desconheciamos e’ a possibilidade de ocorrer irredutivel complexidade devido aos mecanismos da macro-evolucao, coisa que apesar de teorica ainda, e’ aceitavelmente logica.

Tratando-se de um evento macro-evolucionario (porque foi uma reproducao com mutacao do sistema natural universal) a passagem do building block astronomico para celula vital  ocorre por um mecanismo fundamental: entropia ataca o sistema apice da evolucao, fragmenta-o em bits/informacao, os quais sao os genes, as informacoes na forma de massa e’ expelida primeiro e vai na frente de um fluxo colapsante interno, rumo ao centro do sistema, onde a paisagem antiga e’ modificada pelas novas informacoes. Ate’ aqui falamos do sistema no seu aspecto fisico de hardware. Em seguida vem o fluxo na forma de energia – o sistema no seu aspecto fisico de software –  o qual contem as informacoes geneticas que construira oi sistema descendente. Porem, diferentemente do que ocorre nos ciclos micro-evolucionarios biologicos, a carga genetica nao vem encerrada dentro de envelopes fechados, como os saquinhos cromossomicos. Se viessem, apenas uma especie teria se levantado na Terra, e apenas uma unica vez no tempo. Poderia depois se diversificar com o espalhamento pelo planeta, mas nao explicaria a quantidade e diversidade ocorrida.

Portanto, genes semivivos (particulas, fotons, diferenciadas entre si por conter cada uma um especifico bit-informacao) caem na Terra em diferentes lugares e diferentes epocas. Como se recomporiam estes genes num unico pacote novamente para gerar o filho de LUCA? Impossivel.

Mas sabendo-se que cada parte do sistema natural possui em si a soma total das informacoes das partes (basta lembrar que o fluxo no circuito sistemico carrega todas as informacoes para fazer todas as partes, assim como um bebe humano carrega em si uma carga genetica com informacao para fazer todas as formas futuras), quando num certo local e dado momento caem e se reunem genes de apenas uma das partes astronomicas, pode-se levantar um sistema biologico. Se reunirem-se em outro local, genes de duas partes consecutivas de LUCA, levantar-se-a outra especie mais complexa. Agora considere-se que a aproximacao entre pacotes geneticos da Funcao 2, por exemplo, com pacote genetico da Funcao 4, ou 5, 6, 7, etc. pode resultar em arranjos e combinacoes meio-termistas. Todos sabem que da logica binaria pode resultar a chamada “fuzzy logic”. Portanto, as possibilidades de especies diferentes surgidas por sua propria conta e risco pode ser de um numero incalculavel. Em outras palavras, surgem diferentes muitas linhas evolucionarias.

Mas acontece que, por exemplo, que o pacote genetico da Funcao 4 caiu perto daquele vindo da Funcao 5. Ora, em LUCA eles estao ligados sucessivamente, sem nenhuma lacuna entre eles, por isso a atracao aqui seria fatal, e duas linhas evolucionarias se juntariam numa so. No caso deste exemplo, teriamos um micro-organismos derivado do pulsar como e’ a mitocondria, juntado a um micro-organismo derivado do cometa, que e’ a maquinaria ciliar: um bicho parecido com uma mitocondria dotado de cauda.  Seria possivel reduzir esse bicho a um unico cepo primitivo comum aqui na Terra? Claro que nao. Irredutivel Complexidade explicando o Darwinismo…

(Mas temos estudado bastante o material divulgado pelo pessoal do Intelligent Designer, e apesar de nao ser criacionista no sentido religioso, fiquem sabendo que estou muito feliz por existirem, estou torcendo para que continuem nessa linha, testando a teoria, buscando as provas, e que tenham sucesso, pois tambem assim estarao colaborando para a evolucao da teoria da Matriz. Esperemos em breve ampliar este arquivo juntando tudo o que ja temos anotado em papelitos…)