Archive for the ‘Doenças Mentais’ Category

Chocante! Medica Vira Viciada e Prostituta, Mendiga de Rua! O que Podemos Fazer

domingo, novembro 8th, 2015

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O video no link abaixo diz tudo:

https://www.facebook.com/chegandonahora/videos/1003044509717990/?fref=nf

E meu comentario com minha sugestao postado no Facebook:

 

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – Nov – 08 – 2015
Em primeiro lugar, e’ preciso tirar essa mulher da rua, sem tira-la do crack, claro. Senão não tem quem a segura. A sociedade deve construir um ambiente adequado para viver e com laboratorio produzindo crack para os doentes internados.
Não?… Então arruma outra solução, agora, p…! Você que disse não, e’ responsável pelo que acontecer a ela na rua. A esperança e’ que neste ambiente se descubra a maneira dela deixar o crack.
Segundo: Não consigo entender como a medicina tao moderna ainda permite que meras substancias inanimadas, químicas, destruam seres humanos! Vírus ainda se entende, porque são objetos mil vezes mais complexos. Suspeito que estas drogas cortam o elo entre neurônios e consciência, expulsando esta. A neurologia não consegue descobrir como os neurônios e suas sinapses produzem os pensamentos, a mente. Nos temos que apoiar outro tipo de abordagem, como a que esta sendo sugerida pela Matrix/DNA cosmovisão. As milenares mortais doenças como câncer nunca serão eliminadas por este tipo de método cientifico reducionista em que se baseia a medicina ocidental, apesar de todo poderoso aparato que a tecnologia coloca a seu dispor. Porque estas doenças, e o vicio pelas drogas e’ um defeito de sistema, do ser como sistema total, que engloba as partes físicas mais a entidade abstrata dos sistemas, o qual inclusive contem detalhes do campo magnético do corpo.
O reducionismo separa as partes e assim não vê o conjunto, o sistema. O pensamento e abordagem sistêmica esta totalmente ignorado no meio acadêmico, e estamos pagando caro, com a nossa tortura perante inimigos tao absurdos como estes. Não? estou falando besteira? Você não vai apoiar? Não acha que este assunto merece todas as tentativas possíveis? Assim vamos para mais mil anos suportando o preço desta mentalidade tacanha…
E para não ficar só no papo como e’ a moda neste pais, vamos aproveitar a oportunidade e abrir já um abaixo-assinado para construir o Hospital do Crack e contratar um advogado para conseguir a liberação do laboratorio que sera vigiado pelo padre da catedral local. Quando tivermos algumas milhares de assinaturas, veremos quanto cada um pode contribuir para uma conta deste hospital. Eu darei minha parte. E o grupo pode tambem decidir se vamos montar um laboratorio para iniciar a pesquisa sistêmica.
Lista:
1) Luis Morello e-mail: austriak727@hotmail.com

Proteína Implicada na Formação de Células Cancerosas e Analise da Matrix/DNA

sexta-feira, agosto 7th, 2015

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Protein That Kills Cells in Neurodegenerative Diseases Implicated in Cancer Cell Metabolism

http://neurosciencenews.com/hsp90-cancer-cell-metabolism-2391/

Pesquisadores observaram uma proteína que corta o fornecimento de oxigênio as mitocôndrias que fornecem energia para as células neuroniais, com isso conduzindo estas células a um processo degenerativo e até canceroso. Mas ficou muito interessante este caso quando o analisei sob a luz da Matrix/DNA. Vejamos:

( Tradução e analise do artigo pela perspectiva da Matrix/DNA que abre mais este campo de pesquisa.)

Vamos iniciar com uma breve comparação entre o gráfico do ciclo desta proteína e o gráfico da formula da Matrix/DNA, especificamente o gráfico relacionado aos cromossomas:

This image shows the Hsp90 chaperone cycle.

Hsp90 is one of the most studied proteins in terms of potential cancer-fighting drugs, but progress has been slow. This image is for illustrative purpopses only and the diagram shows the Hsp90 chaperone cycle.

E o gráfico com a formula da Matrix/DNA:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Minha interpretação pode ser errada portanto é temporária. Proteínas são os ingredientes biológicos que correspondem ao circuito esférico da formula. Cada proteína representa um pequeno trecho numa determina locação do circuito, todas as milhares de especies de proteínas somadas representam o circuito inteiro.

Por sua vez, cada proteína tem um ciclo vital o qual é tambem uma copia da formula inteira. Então essa proteína Hsp90 apresenta esse “chaperone cycle” – como não sei o que é chaperone, abaixo registrarei a pesquisa a respeito. Imediatamente a intuição me indica que o “early complex” `a esquerda representa F1, na formula da Matrix/DNA. A partir dai o fluxo de energia/massa/informação que corre dentro do circuito esférico do sistema como vemos na formula,  deveria andar para a esquerda, mas no gráfico se diz que se move para a direita, porem isso pode ser apenas questão de como colocar o desenho num papel bidimensional. Ainda não li o scientific paper e por isso não sei o que representa o X e Y, mas a posição destas letras no gráfico logo mostra uma semelhança com a formula no seu aspecto especifico como a funcionalidade dos cromossomas. Obviamente a proteína nada tem a ver com cromossoma, mas tambem do gráfico da formula aqui arrolado não estamos focando a questão dos cromossomas. O fato é  que nos dois gráficos, coincidem que X e Y estão em F1. Tambem os ingredientes em roxo e rosa do ” early complex” coincidem com os dois ingredientes em F1, que são massa e energia.

A seguir o fluxo de informação/energia se dirige ao ” Intermediate complex”, o que na formula seria F2 e F3. Mais uma vez os graficos coincidem: na formula, F2 representa quando o germe que nasce em F1 penetra na sopa de ingredientes do ambiente os quais se agregam no germe fazendo-o crescer. Então os varios elementos ali como o Hsp40, o HOP, etc., serão os nutrientes agregados ao germe. Se no grafico da proteina a segunda parte do intermediate complex desapareceu o Hso40, tambem quando observamos a formula no seu aspecto astronomico vemos que em F3 – que corresponde a planetas –  o gelo da poeira congelada desaparece dando lugar a água, a qual se mistura no meio dos outros ingredientes.

A partir de F2+F3 o circuito se abre numa relacao com o exterior permitindo a vazão de um elemento, o que significa que o ciclo chaperone é um sistema aberto. Quando o fluxo chega no que se diz ” final complex” na formula significaria que o fluxo chegou em F4 ( porem aqui retorna o problema da direção do fluxo, se para a esquerda ou direita. Se a direção for a inversa, ou seja, para a direita, então F1 sera o ” final complex” e F4 seria o ” early complex”. Então mudaria tudo: as duas fases do intermediate complex seriam F6 e F7, e ao invés de ser energia em crescente, seria um processo entropico, decrescente. Pode ser mas existem mais indícios para o contrario, como lemos o grafico inicialmente.

Porem aqui no ” final complex” temos outro problema: é possivel que a sequencia a seguir seja na formula da Matrix/DNA a sequencia normal esferica, onde o fluxo vai para F6 e F7. Mas tambem a liberacao dos dois X a seguir sugere que em F4 o fluxo tomou o caminho do ramo lateral interno, ou seja, F5. O que tambem seria possivel, indicando que o ciclo vital da proteina é apenas meia-lua, ou apenas metade da face da Matrix, E a intuição me sugere ser este o caso, mas posso estar errado.

Aceitando que o ciclo da proteina seja meio-ciclo, surgiriam alguns indícios: a) esta proteina expressa apenas e fortemente a função masculina da Matrix,  O fato de X acompanhar o fluxo de F1 a F4 é porque na formula isso acontece e Y ontem tambem X, apenas não o expressa nos sistemas biológicos. Não sei ainda qual a implicação de uma proteina ser “macho”, pois isto seria uma novidade para mim. Seriam as proteinas tambem divididas em machos e fêmeas?! E isto seria logico, racional. Todos os elementos que entraram no tronco da arvore da evolução tinham essa característica dicotômica e a proteina deveria ser inserida na arvore de Darwin se estendermos a arvore para alem dos sistemas vivos completos, entrando no passado da evolução no tempo das moléculas. b) estou aqui sentindo a presença da quiralidade. Pois se um elemento tem apenas meio ciclo vital, representa apenas uma metade da face da Matrix,  seria o que em Inglês se chama left-handed ou right-handed. E isto significa o spin ou seja a direção de giro do elemento.

A Natureza foi muito sabia ao determinar que o emergente fenômeno da vida selecionasse dentre todas as moléculas organicas, apenas aquelas com spin a esquerda, ou seja left-handed. Basta dar uma olhada rapida na formula da Matrix para entender isto. A face esquerda da Matrix é quando a energia esta em sua fase de crescente, que vai do baby ao jovem-adulto. A partir daqui a energia entra em estado entropico, decrescente, que vai do adulto ao cadaver. Então se um elemento possuir apenas a metade esquerda e dai o Fluxo cai de repente de F4 para F1, ele se livra do fenômeno ” morte”, pois em F1 ele se recicla retornando a forma de baby. Ora, se naquela árdua luta nas origens da vida, para tentar formar e manter as primeiras moléculas organicas em ambiente hostil com todos os fatores ameaçando sua existência, estas moléculas tivessem em si as duas meia-faces, o projeto da Vida teria ficado patinando no principio eternamente sem sair do lugar. Pois antes de crescer e se duplicar os aminoacidos morreriam, nunca conseguindo formar as primeiras cadeias de polipeptidos, e as proteínas. Nem RNA e DNA. O fato constatado cientificamente e que a Vida foi montada apenas com moléculas left-handed. As moleculas right-handed são venenosas, toxicas. Mas se esta proteina, Hsp90 tem realmente sua direção para a direita, se corresponde a meia-face direita, não da’  para entender como ela se inseriu no meio vital. Se isto for o fato, ela seria um veneno no organismo, seria toxica e surpreendentemente é justamente isto que a pesquisadora autora do artigo diz: ” “We have found a protein that is modified only in pathological conditions,” said Franco, an assistant scientist at the Burnett School who led the research team. “In the nervous system, it is toxic to the cells that are affected by neurodegenerative diseases, while in tumor cells it may actually be acting as a pro-survival agent. In both cases, targeting this oxidized protein may be a potential therapeutic alternative.”

traduzindo: Nos descobrimos uma proteina que e` modificada somente em condições patológicas. No sistema nervoso ela é toxica para células que foram afetadas por doenças neuro-degenerativas, enquanto em células de tumores ela pode realmente estar atuando como uma agente pro-sobreviventes. Em ambos os casos, objetivando sta proteina oxidante pode ser uma potencial alternativa terapêutica”

Bem, parece ser o tal caso comum: Um individuo pode ser bom para um sistema social capitalista, mas se o sistema mudar para comunista, ele se tornara mal para o sistema, porque ele continuara a ser capitalista. Mas se a a doutora estiver certa, ela diz que a proteina é quem é modificada. Isto significaria que um individuo era bom para o sistema que era capitalista, mas o individuo se modificou, tornou-se comunista, e assim passa a ser mal para o sistema. Mas parece-me que a doutora esta’ se contradizendo sem o perceber. Ela diz que a condição do sistema se tornou patológica, ou seja, o sistema foi mudado antes. Isto só tem uma maneira de resolver: sera’  ela mostrar a configuração dos compostos da proteina, antes e depois da patologia. Talvez ela faça isso no artigo cientifico, o qual ainda não li.

Então depois de F4 ( ou F1 se o sentido de giro for inverso), e depois de liberar ois X, vem aquelas duas formas de lagosta que não sei ainda o que é, sendo que a ultima fase apresenta um elemento acrescentado, o HOP. Elas podem serem apenas a representação de F5 no seu caminho a F1, se o ciclo for meia-lua, ou se a representação de F6 e F7, se o ciclo for completo. Mas o jeito que o grafico da proteina mostra a seta a seguir, indica uma reafirmação de que o ciclo seja realmente meia-lua. Pois a seta não vai de HOP direto para ” early complex”. Ela passa direto sem tocar nele e vai para F2. Das duas uma: ou o early complex só entra no circuito no primeiro ciclo e depois nunca mais retorna, ou o ” early complex”  é uma estrutura `a parte e sempre fixa, que torna a entrar no circuito toda vez que o fluxo passa perto dele.  O que seria muito esquisito. Se realmente o fluxo passa longe do “early complex” e entra novamente numa zona de ingredientes, isto sgnifica que o corpo esta continuamente alimentando aquela zona com ingredientes. Mas ai faltaria umas setas vindas de elementos de fora entrando no circuito.

A zona dos ingredientes ( o que em astronomia e denominado de “horizonte de eventos em volta do nucleo galáctico, ou buraco negro”, e em embriologia é denominado simplesmente de placenta nutritiva), quando um sistema é fechado, é produzida pelo decaimento do circuito, ou seja, pelos fragmentos degenerados do ultimo ciclo ( no caso astronomico os ingredientes são a poeira interestelar). Novamente retorna nosso problema: se o ciclo for meia lua e esquerda, não poderia ele mesmo formar essa zona, mas como o sistema é aberto, significaria que ele passa por uma zona sempre retroalimentada pelo organismo; se o circuito for meia lua e left-handed e ainda, sistema fechado… não existe essa possibilidade, nunca poderia existir essa zona. Se o circuito for meia-lua, right handed e sistema fechado, esta zona seria produzida por ele próprio, num processo de auto-reciclagem, o que não é normal em sistemas biológicos. Se o sistema for right-handed, meia-lua e aberto,  a zona seria fornada pelo proprio circuito e mais ingredientes fornecidos pelo organismo.

So teria uma maneira de resolver este problema. Saber se cada vez que o ciclo chega a ” intermediate complex” trata-se da mesma velha proteina ou se é sempre uma nova proteina. O unico jeito seria marcar os atomos de uma proteina e ver se eles continua na proteina depos do intermediate complex. Se sim, cada ciclo seria uma nova proteina, formada inteiramente com nutrientes fornecidos pelo organismo.

Enfim, estamos constatando aqui como são árduos os caminhos numa nova ciência quando ela esta’ engatinhando. Tudo depende de mais dados. Mas vale a pena este esforço, pois o câncer  é um poderoso e antigo terrorista inimigo da Humanidade numero 1, e nunca foi vencido, eliminado de uma vez por todas em suas causas, e esta nova abordagem da Matrix/DNA pode ser o grande golpe que estamos precisando.

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Ensaio de um comentário a ser postado no artigo:

Would be very useful for researchers if they look to the analyses of this issue from Matrix/DNA Theory perspective. All natural cycles and systemic circuits are based on a unique natural formula, perfect and complete. Bring on the table the two graphics: one, the cycle of the element being studied, and other, the graphic of Matrix’s formula. Comparative anatomy will reveal the errors or imperfections of the element’s cycle, if it is a pathogen. And with some lucky, will suggest the cause and the treatment for the disease.

I tried doing it, but for a conclusion I would need lots of more data, like the atomic compositions of these molecules.  In a first observation, it seems that Hsp90 is a normal left-handed molecule for an organism in healthy conditions, but, if it becomes a pathological condition, the protein becomes right-handed, and so, a toxic agent. The Hsp90 cycle is suggesting lots of novelties, like suggesting that it is a half-cycle, which means a strong expression of the Y counterpart of natural systems. It could be true when we see at the graphic that it expels two X from the circuit. Other problem is the “early complex” : the arrows that arrives to it, does not penetrate it again? Is is merely an initial condition for formation of the cycle and after that, it disappears?

Other question: the ingredients entering the circuit at the “intermediate complex” were produced by the prior cycle or are they furnished by the organism at every new cycle?

The answers for these question are dependable of more data, like the atomic composition of each molecule. But, since that cancer is our millennial and mortal enemy, and since that all applied approaches have not eliminated it, I think that new approaches never experimented before, like this one suggested by Matrix/DNA’s formula, deserves all effort.  So, if someone is interested i have written an detailed analyses ( sorry, it is in Portuguese, but, I could translate it), at http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/

Optogenetics: Luz Ligando e Desligando Neuronios – Nova Técnica Contra Obesidade?!

sexta-feira, março 6th, 2015

xxxx ( Dois artigos aqui) xxxx

http://www.ozy.com/rising-stars-and-provocateurs/getting-cravings-out-of-your-head/38829

Getting Cravings Out of Your Head

( Retirando ansias, estress, etc., de sua cabeça)

According to the CDC, more than 78.6 million American adults are obese. SOURCE Siegfried Marque/Gallerystock

Enquanto a maioria está pensando que obesidade é produto da alimentação, alguns cientistas estão pensando em outra causa: seriam defeitos nas conexões e circuitos entre neuronios do cérebro produzindo ansiedade, estress, etc., que induziriam aos maus hábitos que levam à obesidade…! Será mesmo? Em vista disso estão aplicando uma nova técnica denominada optogenetics, pela qual usam luz para ligar ou desligar neuronios e assim mudar circuitos.

Neste ponto os cientistas tocam em cheio na Teoria da MatrixDNA porque ela tem os modelos de como são os circuitos no cérebro e como explico no comentario abaixo que postei no artigo da Ozy.com, se os cientistas conhecerem a teoria e seus modelos poderão caminhar muito mais rápidos nesta pesquisa.

Tradução do texto:

January 31, 2015

It all comes down to a concept called optogenetics. First described in 2005 by MIT neuroscientist Ed Boyden and Stanford University bioengineer Karl Deisseroth, who mentored Tye when she did a postdoc in his lab, optogenetics is a technique in which scientists use light to switch neurons on and off. Since then, researchers around the world have used it to trigger and suppress seizures and depression-anxiety- and PTSD-like symptoms.

Tudo se resume a um conceito chamado optogenetics. Primeiro descrito em 2005 pelo neurocientista do MIT, Ed Boyden e pelo bio-engenheiro Karl Deisseroth da Stanford University, que foram os mentores de Tye quando ela fez um “postdoc” em seu laboratório, optogenetics é uma tecnica na qual cientistas usam luz para ligar ou desligar neuronios. Desde então, pesquisadores à volta do mundo tem usado a técnica para induzir ou suprimir ansiedades, depressões e sintomas como do PTSD.

Kay Tye is Skyping from a hotel in Turks and Caicos, a sultry escape from her hometown of frigid Cambridge, Massachusetts.

Kay Tye está no alto do hotel em Turks, numa rapida escapadela da sua cidade natal, Cambridge, Massachusetts.

( continuar tradução)  

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Meu comentario postado no artigo:

Avatar

“A vast network of circuits spans our most complex organ”

There is a method for isolating and identifying the function of each circuity – suggested by Matrix/DNA theoretical models.

Every circuit is produced by one thought ( be it a response, an imagination, an observation, etc.). Thoughts are like us, they obeys the process of vital cycle, so, they are born, grows, get maturity, degeneration and dies, its cadaver can be memorized or not. And all natural circuits are diversified copies of a circuit template, which is showed by Matrix/DNA’s formula. If you have the formula at hands and MRI you can do it.

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2* Artigo:

Dr. Karl Deisseroth

http://www.ozy.com/rising-stars-and-provocateurs/dr-karl-deisseroth/3880

One idea was to use light to control neuronal firing, which is triggered by the flow of ions through protein channels in the neuron cell membrane. Both researchers knew of similar proteins, called opsins, which open in response to light to allow ions in and out of cells. If they could engineer neurons to express opsins, they could activate or inhibit them with the flip of a light switch — in theory. Until that point, scientists had struggled to get opsins into mammalian neurons.

Humanos Atraindo as Doenças Mortais Porque Não Combatem Suas Farsas Culturais que São Mortais a Vida no Planeta

sábado, dezembro 28th, 2013

 

A Natureza no seu conjunto total tem seus anticorpos e se defende da mesma maneira que nosso corpo os tem e se defende. Claro, pois a idéia de inventar anti-corpos e auto-defesa não caiu do céu, não foram inventadas pela primeira vez no Universo pelos animais da Terra, se existem aqui é porque seus princípios vieram de algum lugar. Na selva descobri que é possível montar um quadro geral da Natureza e seu funcionamento de uma maneira nunca feita antes pelos humanos, e como esse novo quadro tem sido tão ou mais lógico que todos os outros, isto significa que é possível que existam muitas coisas ainda na Natureza atuando sobre nós do que as que conhecemos baseados em nossos conhecimentos modernos. Dentre as fôrças e elemntos naturais ainda desconhecidos, estão aqueles que são as causas destas doenças mortais que apareceram junto com o nosso moderno estilo de vida.

Um dos aspectos interessantes da Natureza é o que ela produz substancias que são benéficas a uma nova criatura, porem, as mesmas substancias se tornam malignas e até mortais se essa mesma criatura a trair e perturbar seu estado de equilíbrio. Um único vírus pode ser benéfico ou mortal dependendo de como o corpo onde está, que é seu meio-ambiente,  atua sobre ele, assim como um humano pode ser benéfico ao sistema social ou pode ser um criminoso, dependendo do que o sistema social faz com a vida dêle.  Assim são os hormônios. Veja um exemplo no texto extraído de um artigo do cardiologista e professor B. M. HEGDE.  Hormonios como adrenalina e cortisol são as fôrças naturais existentes no humano que o possibilita sair correndo se ver se aproximar um tigre. Se não existissem estes hormonios, o corpo humano permaneceria parado como uma banana, e como tal, facilmente devorado, mesmo que o corpo fosse inteligente e desejasse desesperadamente se salvar. Portanto são elementos criados para beneficio de uma criatura. Porem, essa criatura desenvolveu uma cultura, hábitos de vida, que estão transformando o ecossistema. Essa criatura com sua inteligencia conseguiu eliminar de seu ambiente a ameaça dos felinos. Na vaga deixada pelos felinos essa criatura criou outros elementos que lhe dão vantagens e prazeres, como automóveis, aviões de guerra, etc. . Acontece que estes outros elementos são perniciosos ao corpo da Natureza. Então a Natureza simplesmente transformou os elementos que foram feitos para salvar a criatura, em elementos para matar a criatura. Aqueles hormonios que moveriam nossos corpos numa correria, agora movem rapidamente o interior de um corpo sedentário, sentado na poltrona, matando-o. Às vêzes eles aceleram a reprodução de células, gerando tumores, matando o corpo lentamente. O efeito direto, real, sentido na pele aqui e agora, sôbre nós, é que a cada dia maior numero de familias tem alguem neste momento sofrendo de alguma doença incurável em casa ou no hospital. Portanto, apesar de incomodo e chato como é, precisa-se entender que o chato não é o autor desta mensagem para estragar seu final de semana, e sim a ameaça que paira no ar, e que você precisa saber que ela existe e como sair correndo fora de suas garras.

Está ocorrendo uma carnificina a nossa volta e ela pode vir em cima de nós. A todo momento estou sendo surpreendido por noticias de que “aquele vizinho que é ainda jovem, alegre e cheio de vida, descobriu que está com um tumor cancerigeno”, ou, até mesmo como foi a noticia desta semana, “aquele magnata que era todo sorrisos pois tinha 800 milhões de dólares e uma mansão no West Park, se suicidou atirando-se da janela ontem… revelando que tinha algum tipo de tumor mental”. As chamadas doenças produzidas pelo nosso moderno estilo de vida, tais como Diabete Tipo II, ataque cardíaco, parada cerebral, refluxo de ácidos, ansiedade cronica, asma, depressão, acnes, pés inchados, alta pressão sanguínea, dor na coluna, osteoporose, etc. e etc., continuam aí sendo um mistério para cientistas e doutores, ninguem consegue descobrir suas causas pois elas continuam aí, e tudo isso se deve a que nosso modelo de conhecimento da natureza está tão errado que não temos consciência quando estamos sendo bons cidadãos naturais ou criminosos. E a maioria de nós estamos sendo exatamente isto: criminosos. A Natureza cada vez mais mandando criminosos para a pena de morte. Por isso tambem estou me portando como militante chato, aguerrido, empedernido, insistindo que devemos buscar todas as maneiras de desmascarar essa nossa cultura tradicional, que se tornou uma entidade virtual, uma face negra de uma Matrix, constituída de falsos conhecimentos e falsos conceitos sôbre cada um dos fenômenos e eventos naturais. Assim como a selva me pegou – a um cérebro bem informado e condicionado por 15 mil anos da cultura da civilização – me atacou de todas as maneiras, me lançou todos seus venenos, espinhos e feras para me torturarem, me levou ao leito da morte varias vezes, realizando um total colapso desta cultura, uma completa lavagem cerebral, e depois me soltou forte e defensivo como um semi-macaco de mente vazia, no seu aspecto bruto, selvagem, tão primitivo remontando as origens da Vida, para reiniciar meu aprendizado do que realmente é a Natureza, inclusive nos seus niveis atômicos e astronômicos, assim vocês que estão vivendo na civilização agora, ou se decidam a enfrentar, repensar, investigar, seus conceitos mentais produzidos pela sua interpretação das coisas naturais que ainda restam no seu ambiente, procurar o sentido lógico que estás dando ao que acredita ser o significado de sua existência como individuo e seu comportamento social, ou a Natureza vai descartar para sempre a nossa espécie, antes  acelerando o envio prematuro de um a um ao leito da morte. Tente fazer um esforço e entender o novo quadro da Natureza que encontrei na selva, veja como tudo o que te ensinaram sobre cada fenômeno e evento natural muda de interpretação assim como Copérnico mudou a interpretação do Sistema Solar tornando a crença comum de cabeça para baixo. Pois basta uma súbita descoberta, uma rápida nova maneira de entender o mundo, para inconscientemente mudar seus valores psicológicos e automaticamente veres seu comportamento e hábitos sendo mudados. Foi isso que aconteceu comigo nos últimos 30 anos que apesar de estar vivendo uma vida totalmente descontrolada se analisada pelo ponto de vista da cultura moderna,  nestes 30 anos nunca precisei tomar um comprimido sequer, pois nem sei mais o que é uma enxaqueca ou dor de cabeça… É meu dever informar aos meus irmãos de espécie o que me está fazendo bem.

A seguir o texto extraído e um estudo geral do grande artigo do professor B.M.Hegde (voltarei aqui para traduzir e completar assim que sobrar tempo).

Evolutionary mismatch

http://www.thehindu.com/opinion/open-page/evolutionary-mismatch/article5512897.ece?homepage=true

by PROFESSOR B. M. HEGDE – December 29, 2013 04:04 IST

If a man sees a tiger approaching him in the forest he must try to run away. The above mentioned two systems are there to help him run away from the wrath of the angry tiger. Adrenaline and cortisol are the two hormones through which the two systems keep one away from danger. Such a Palaeolithic body today is placed in a very hostile modern society of monetary economy and technologically advanced society where life has got itself transformed into a heartless, cruel rat race.

Our greatest stress today is to acquire mundane things. In that rat race where the world is too much with us we spend most of our energy getting and spending. We have no time to see the good things in nature that give us tranquillity and pleasure. We seem to have sold our soul to the devil. It is a sordid boon. In this rat race we encounter many tigers in life. Our Palaeolithic body produces the same fight-flight response producing adrenaline and cortisol. The latter would be used to run away from the forest tiger in our Palaeolithic age. But the tigers in life today (stresses) do not let you expend the two hormones by running.

The hormones that thus accumulate in the system are the cause of most of the killer diseases. While this is the leading mismatch, there is another equally important mismatch in that our cultural evolution vis-à-vis our biological evolution leaves us today much more sedentary than our ancestors who had to trek miles daily to get their next meal. We hardly move around as the technological comforts have brought everything to our global village. Some of us use our vehicles even to go to the toilet. This compounds the stress hormone damage, causing more grievous injury to our systems.

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Pesquisa:

Wikipedia: Match/mismatch

The match/mismatch hypothesis (MMH) was first described by David Cushing (1969). The MMH “seeks to explain recruitment variation in a population by means of the relation between its phenology—the timing of seasonal activities such asflowering or breeding – and that of species at the immediate lower level”, see Durant et al. (2007). In essence it is a measure of reproductive success due to how well the phenology of the prey is able to meet the requirements of its predator. In ecological studies, a few examples include; the seasonal occurrence of breeding bird species to that of their primary prey (Visser et al. 1998, Strode 2003), the interactions between herring fish reproduction and copepod spawning (Cushing 1990), or the relationship between winter moth egg hatching, and the timing of oak bud bursting ( ver mais)

Cérebro: Sensacional Tema para Entender Nosso Cérebro e Grande Oportunidade para a Matrix/DNA Theory

segunda-feira, novembro 11th, 2013

Desde que Teilhard du Chardin escreveu sua tese sobre “uma camada de inconsciente coletivo que paira sobre o planeta Terra” (creio que o nome do livro era ” O Fenômeno Humano”, e Carl Gustav Jung publicou suas teses na mesma linha de pensamento, e desde que encontramos a formula da Matrix/DNA, tenho suspeitado e desenvolvido na medida do possível a tese de que o cérebro é um sistema também estruturado pela formula, mas não apenas o cérebro carnal. Manifestações elétricas na forma de sinapses que se formam e desaparecem a cada novo pensamento, me parecem que estão forçando se fixarem permanentemente e também na forma de sistema, o mesmo sistema da Matrix/DNA. Isto significaria que o que entendemos por mente será mais uma nova forma evolucionaria de um sistema universal que começou com o Big Bang e vem evoluindo. Mas a suspeita não para ai. Os cérebros individuais de 7 bilhões de humanos estão se comunicando a nível mental estruturando uma espécie de mente social, e…. tornando-se um novo sistema nos mesmos moldes da Matrix. Esta mente social seria a camada mental de Chardin, as nourees de outro grande pensador que me esqueço o nome agora, o inconsciente coletivo de Jung, agora se tornando algo inteligível, um sistema perceptível, com uma figura visível. nesta linha de pesquisa me deparo agora com uma volumosa pesquisa de outro autor, por duas décadas estudando os efeitos de suas aplicações de MRI, descrito no artigo com link abaixo, o qual fica aqui copiado para eu pesquisar cada detalhe, ler o livro, etc.

O autor mostra que problemas sociais produzem ativação das mesmas regiões do cérebro que são ativadas quando ocorrem dores físicas. Por exemplo a perda de um ente familiar. Isto para mim é evidência de que a mente individual esta ampliada como mente social e a mente social esta se estruturando no mesmo modelo da mente individual, a qual esta estruturada na configuração do cérebro como sistema operacional, o qual esta estruturado em cima da formula da Matrix/DNA. Então, conhecendo a formula da Matrix, podemos começar a delinear e entender essa camada do inconsciente coletivo, ou mente social. Trechos como este a seguir são verdadeiras joias para a Matrix/DNA:

The neural basis for our personal beliefs overlaps significantly with one of the regions of the brain primarily responsible for allowing other people’s beliefs to influence our own. The self is more of a superhighway for social influence than it is the impenetrable private fortress we believe it to be.

Isto vem afrontar as modernas correntes cientificas baseadas na crença de que a psicologia e comportamentos são causados pela genética e química, que o individual tem a tendência inata para adotar uma religião, uma ideologia, etc., pois isto sugere que o individual nasce limpo como as paginas em branco de um livro e é a cultura social vinda do exterior que preenche estas paginas. na logica da Matrix/DNA, tanto a genética quando a cultura social entram com 50% cada.

http://www.brainpickings.org/index.php/2013/11/08/social-why-our-brains-are-wired-to-connect-lieberman/

The Science of Why Our Brains Are Wired to Connect

by

“The self is more of a superhighway for social influence than it is the impenetrable private fortress we believe it to be.”

Pela visão da Matrix/DNA, isto sugere que o ^Eu^ é uma peça na formula de sistemas com seus dois terminais abertos, um se comunicando com a peça anterior e outro com a peça posterior para formar um circuito, e não que o cérebro individual, o ^Eu^,  seja um sistema completo e fechado em si mesmo.

“Without the sense of fellowship with men of like mind,” Einstein wrote, “life would have seemed to me empty.” It is perhaps unsurprising that the iconic physicist, celebrated as “the quintessential modern genius,” intuited something fundamental about the inner workings of the human mind and soul long before science itself had attempted to concretize it with empirical evidence. Now, it has: In Social: Why Our Brains Are Wired to Connect (public library), neuroscientist Matthew D. Lieberman, director of UCLA’s Social Cognitive Neuroscience lab, sets out to “get clear about ‘who we are’ as social creatures and to reveal how a more accurate understanding of our social nature can improve our lives and our society. Lieberman, who has spent the past two decades using tools like fMRI to study how the human brain responds to its social context, has found over and over again that our brains aren’t merely simplistic mechanisms that only respond to pain and pleasure, as philosopher Jeremy Bentham famously claimed, but are instead wired to connect. At the heart of his inquiry is a simple question: Why do we feel such intense agony when we lose a loved one? He argues that, far from being a design flaw in our neural architecture, our capacity for such overwhelming grief is a vital feature of our evolutionary constitution:

The research my wife and I have done over the past decade shows that this response, far from being an accident, is actually profoundly important to our survival. Our brains evolved to experience threats to our social connections in much the same way they experience physical pain. By activating the same neural circuitry that causes us to feel physical pain, our experience of social pain helps ensure the survival of our children by helping to keep them close to their parents. The neural link between social and physical pain also ensures that staying socially connected will be a lifelong need, like food and warmth. Given the fact that our brains treat social and physical pain similarly, should we as a society treat social pain differently than we do? We don’t expect someone with a broken leg to “just get over it.” And yet when it comes to the pain of social loss, this is a common response. The research that I and others have done using fMRI shows that how we experience social pain is at odds with our perception of ourselves. We intuitively believe social and physical pain are radically different kinds of experiences, yet the way our brains treat them suggests that they are more similar than we imagine.

Citing his research, Lieberman affirms the notion that there is no such thing as a nonconformist, pointing out the social construction of what we call our individual “selves” — empirical evidence for what the novelist William Gibson so eloquently termed one’s “personal micro-culture” — and observes “our socially malleable sense of self”:

The neural basis for our personal beliefs overlaps significantly with one of the regions of the brain primarily responsible for allowing other people’s beliefs to influence our own. The self is more of a superhighway for social influence than it is the impenetrable private fortress we believe it to be.

Contextualizing it in a brief evolutionary history, he argues that this osmosis of sociality and individuality is an essential aid in our evolutionary development rather than an aberrant defect in it:

Our sociality is woven into a series of bets that evolution has laid down again and again throughout mammalian history. These bets come in the form of adaptations that are selected because they promote survival and reproduction. These adaptations intensify the bonds we feel with those around us and increase our capacity to predict what is going on in the minds of others so that we can better coordinate and cooperate with them. The pain of social loss and the ways that an audience’s laughter can influence us are no accidents. To the extent that we can characterize evolution as designing our modern brains, this is what our brains were wired for: reaching out to and interacting with others. These are design features, not flaws. These social adaptations are central to making us the most successful species on earth.

 

The implications of this span across everything from the intimacy of our personal relationships to the intricacy of organizational management and teamwork. But rather than entrusting a single cognitive “social network” with these vital functions, our brains turn out to host many. Lieberman explains:

Just as there are multiple social networks on the Internet such as Facebook and Twitter, each with its own strengths, there are also multiple social networks in our brains, sets of brain regions that work together to promote our social well-being.

These networks each have their own strengths, and they have emerged at different points in our evolutionary history moving from vertebrates to mammals to primates to us, Homo sapiens. Additionally, these same evolutionary steps are recapitulated in the same order during childhood.

He goes on to explore three major adaptations that have made us so inextricably responsive to the social world:

  • Connection: Long before there were any primates with a neocortex, mammals split off from other vertebrates and evolved the capacity to feel social pains and pleasures, forever linking our well-being to our social connectedness. Infants embody this deep need to stay connected, but it is present through our entire lives.
  • Mindreading: Primates have developed an unparalleled ability to understand the actions and thoughts of those around them, enhancing their ability to stay connected and interact strategically. In the toddler years, forms of social thinking develop that outstrip those seen in the adults of any other species. This capacity allows humans to create groups that can implement nearly any idea and to anticipate the needs and wants of those around us, keeping our groups moving smoothly.
  • Harmonizing: The sense of self is one of the most recent evolutionary gifts we have received. Although the self may appear to be a mechanism for distinguishing us from others and perhaps accentuating our selfishness, the self actually operates as a powerful force for social cohesiveness. During the preteen and teenage years, adolescent refers to the neural adaptations that allow group beliefs and values to influence our own

The rest of Social: Why Our Brains Are Wired to Connect, which dives deeper into this trifecta of adaptations and their everyday implications, is absolutely fascinating — necessary, even. Get a teaser-taste with Liberman’s TEDxStLouis talk based on his research and the resulting book:

http://www.youtube.com/watch?v=NNhk3owF7RQ

Porque os Cruéis São Cruéis: Defeito no Cérebro, Neurologia Explica

quarta-feira, setembro 25th, 2013

(Artigo ainda em Construção)

A neurological basis for the lack of empathy in psychopaths

Quando uma pessoa normal vê outra sendo torturada sob terrível dor, as imagens do cérebro mostram uma área sendo altamente ativada, e a isso – a sensibilidade de sentir a dor dos outros como se fosse nossa mesmo – se chama “empatia”. Mas indivíduos que estão presos por ter cometido crimes cruéis, mostram o cérebro nesta região sem qualquer alteração  Ate pelo contrario, o cérebro deles é ativado numa outra região ligada ao prazer! Monstros? Doentes mentais? Vou levar um para casa para estudar ele direitinho…

O assunto é muito interessante com valiosas informações sobre o que é e como funciona o cérebro,  tanto que vou copiar o artigo inteiro aqui para analisar tudo sob a ótica da formula da Matrix/DNA. Quero saber o que deu de errado na passagem ou involução do nosso ancestral sistema astronômico que é um sistema como uma maquina perfeita, ate chegar nessas anomalias do sistema cerebral. Talvez o jeito de consertar o cérebro destes caras é mesmo usando martelo, marreta e pé de cabra, para colocar algumas peças no lugar.

http://www.eurekalert.org/pub_releases/2013-09/f-anb092313.php

Public release date: 24-Sep-2013

Prof Jean Decety -Department of Psychology and Department of Psychiatry and Behavioral Neuroscience
University of Chicago, USA

Caption: This is response in the right amygdala across groups of low (L), medium (M) and high (H) psychopathy participants, when they adopted an imagine-self and an imagine-other affective perspective while viewing bodily injuries. Groupwise effects (bars at the bottom of the figure) are expanded to show the contribution of continuous PCL-R subscores on factor 1, which encompasses the emotional/interpersonal features of psychopathy.

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When individuals with psychopathy imagine others in pain, brain areas necessary for feeling empathy and concern for others fail to become active and be connected to other important regions involved in affective processing and decision-making, reports a study published in the open-access journal Frontiers in Human Neuroscience.

Psychopathy is a personality disorder characterized by a lack of empathy and remorse, shallow affect, glibness, manipulation and callousness. Previous research indicates that the rate of psychopathy in prisons is around 23%, greater than the average population which is around 1%.

To better understand the neurological basis of empathy dysfunction in psychopaths, neuroscientists used functional magnetic resonance imaging (fMRI) on the brains of 121 inmates of a medium-security prison in the USA.

Participants were shown visual scenarios illustrating physical pain, such as a finger caught between a door, or a toe caught under a heavy object. They were by turns invited to imagine that this accident happened to themselves, or somebody else. They were also shown control images that did not depict any painful situation, for example a hand on a doorknob.

Participants were assessed with the widely used PCL-R, a diagnostic tool to identify their degree of psychopathic tendencies. Based on this assessment, the participants were then divided in three groups of approximately 40 individuals each: highly, moderately, and weakly psychopathic.

When highly psychopathic participants imagined pain to themselves, they showed a typical neural response within the brain regions involved in empathy for pain, including the anterior insula, the anterior midcingulate cortex, somatosensory cortex, and the right amygdala. The increase in brain activity in these regions was unusually pronounced, suggesting that psychopathic people are sensitive to the thought of pain.

But when participants imagined pain to others, these regions failed to become active in high psychopaths. Moreover, psychopaths showed an increased response in the ventral striatum, an area known to be involved in pleasure, when imagining others in pain.

This atypical activation combined with a negative functional connectivity between the insula and the ventromedial prefrontal cortex may suggest that individuals with high scores on psychopathy actually enjoyed imagining pain inflicted on others and did not care for them. The ventromedial prefrontal cortex is a region that plays a critical role in empathetic decision-making, such as caring for the wellbeing of others.

Taken together, this atypical pattern of activation and effective connectivity associated with perspective taking manipulations may inform intervention programs in a domain where therapeutic pessimism is more the rule than the exception. Altered connectivity may constitute novel targets for intervention. Imagining oneself in pain or in distress may trigger a stronger affective reaction than imagining what another person would feel, and this could be used with some psychopaths in cognitive-behavior therapies as a kick-starting technique, write the authors.

xxxxx

Pesquisa:

anterior insula

anterior midcingulate cortex

somatosensory cortex

right amygdala

ventral striatum

ventromedial prefrontal cortex

xxxxxxx

Anterior Insula

Doenças mentais/Cultura Virtual: Síntese de Pesquisas, Artigos

domingo, junho 23rd, 2013

Por enquanto, minha interpretação das formulas da Matrix/DNA estão indicando que as doenças mentais são causadas pela imposição social de uma configuração cerebral no cérebro humano que naturalmente tenderia a criar sua própria configuração. Esta artificial configuração vem da cultura milenar virtual elaborada pelos dominantes para escravizar psicologicamente as massas e pela seleção e discriminação mecânica dos dados científicos obtidos apenas por sensores mecânicos, criando uma visão de mundo que pega a rodos, dominados e dominantes.

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Ver meu artigo aqui e debate sobre este artigo:

Mental Illness: It’s Not in Your Genes – http://bigthink.com/devil-in-the-data/mental-illness-its-not-in-your-genes

Autism, schizophrenia, Alzheimer’s, ADHD, alcoholism, depression, are ailments “known” to have major genetic components.

The problem is, many neuropsychiatric ailments that are assumed to have a major genetic component don’t seem to have one.

(Wikipedia) Mental disorder

1* Paragrafo (Pesquisa dos nomes e depois parte para 2* paragrafo)

mental disorder or psychiatric disorder is a psychological pattern or anomaly, potentially reflected in behavior, that is generally associated with distress (suffering, sofrimento), or disability, and which is not considered part of normal development in a person’s culture. Mental disorders are generally defined by a combination of how a person feelsactsthinks or perceives. This may be associated with particular regions or functions of the brain or rest of the nervous system, often in a social context. The recognition and understanding of mental health conditions have changed over time and across cultures and there are still variations in definition, assessment and classification, although standard guideline criteria are widely used. In many cases, there appears to be a continuum between mental health and mental illness, making diagnosis complex.[1] According to the World Health Organisation(WHO), over a third of people in most countries report problems at some time in their life which meet criteria for diagnosis of one or more of the common types of mental disorder.

2*Paragrafo

The causes of mental disorders are varied and in some cases unclear, and theories may incorporate findings from a range of fieldsServices are based in psychiatric hospitals or in the community, and assessments are carried out by psychiatristsclinical psychologists and clinical social workers, using various methods but often relying on observation and questioning. Clinical treatments are provided by various mental health professionalsPsychotherapy and psychiatric medication are two major treatment options, as are social interventions, peer support and self-help. In a minority of cases there might be involuntary detention or involuntary treatment, where legislation allows. Stigma and discrimination can add to the suffering and disability associated with mental disorders (or with being diagnosed or judged as having a mental disorder), leading to various social movements attempting to increase understanding and challenge social exclusion. Prevention is now appearing in some mental health strategies.

3* Paragrafo

Classifications

The definition and classification of mental disorders is a key issue for researchers as well as service providers and those who may be diagnosed. Most international clinical documents use the term mental “disorder”, while “illness” is also common. It has been noted that using the term “mental” (i.e., of the mind) is not necessarily meant to imply separateness from brain or body.

There are currently two widely established systems that classify mental disorders;

Both these list categories of disorder and provide standardized criteria for diagnosis. They have deliberately converged their codes in recent revisions so that the manuals are often broadly comparable, although significant differences remain. Other classification schemes may be used in non-western cultures, for example the Chinese Classification of Mental Disorders, and other manuals may be used by those of alternative theoretical persuasions, for example the Psychodynamic Diagnostic Manual. In general, mental disorders are classified separately from neurological disorderslearning disabilities or mental retardation.

Unlike the DSM and ICD, some approaches are not based on identifying distinct categories of disorder using dichotomous symptom profiles intended to separate the abnormal from the normal. There is significant scientific debate about the relative merits of categorical versus such non-categorical (or hybrid) schemes, also known as continuum or dimensional models. A spectrum approach may incorporate elements of both.

In the scientific and academic literature on the definition or classification of mental disorder, one extreme argues that it is entirely a matter of value judgements (including of what is normal) while another proposes that it is or could be entirely objective and scientific (including by reference to statistical norms).[3] Common hybrid views argue that the concept of mental disorder is objective even if only a “fuzzy prototype” that can never be precisely defined, or conversely that the concept always involves a mixture of scientific facts and subjective value judgments.[4] Although the diagnostic categories are referred to as ‘disorders’, they are presented as medical diseases, but are not validated in the same way as most medical diagnoses. Some neurologists argue that classification will only be reliable and valid when based on neurobiological features rather than clinical interview, while others suggest that the differing ideological and practical perspectives need to be better integrated.[5][6]

The DSM and ICD approach remains under attack both because of the implied causality model[7] and because some researchers believe it better to aim at underlying brain differences which can precede symptoms by many years.

Pesquisa: ICD-10 Chapter V: Mental and behavioural disorders – http://en.wikipedia.org/wiki/ICD-10_Chapter_V:_Mental_and_behavioural_disorders – The International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems 10th Revision (ICD-10) is a coding of diseases and signs, symptoms, abnormal findings, complaints, social circumstances and external causes of injury or diseases, as classified by the World Health Organization (WHO).[1] This page contains ICD-10 Chapter V: Mental and behavioural disorders.

(F00–F09) Organic, including symptomatic, mental disorders[edit]

 

4* Paragrafo:

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Autism