Archive for the ‘Campo Magnético Hum’ Category

A Fórmula da Matrix/DNA é Bipolar! Virá daí as origens do Campo Magnético da Terra, dos Polos Norte e SUL, do Campo Elétrico, etc.?

sexta-feira, novembro 7th, 2014

Hipótese intuída a partir da teoria sobre a causa da “galactic rotation curve” – com links abaixo.

Vamos começar trazendo a formula da Matrix/DNA:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

É fácil perceber que esta formula é bipolar. F1 representa um Polo e F4 representa o outro. vamos ver mais abaixo qual é o Polo Norte e qual é o Sul.  Alem de lançar luz sobre as origens do campo magnético dos astros, esta descoberta me remete de pronto a um dos mistérios ainda não cientificamente explicados: porque as galaxias giram? Mais exatamente, existe um problema sobre esta rotação, denominada de “galactic rotation curve” – o que não é relacionado com a causa da rotação da galaxia – que me levou a repensar a fórmula e descobrir que ela contem as origens do porque os sistemas no espaço são rotativos.

Uma teoria sugerida recentemente ( veja link abaixo) sugere que a curva na rotação galáctica é devido ao núcleo ser eletricamente carregado, positivo, e a periferia ser negativa, sem carga elétrica. Os movimentos de energia entre estes dois polos explicaria a curva. Mas não foi apresentado evidencias convincentes ( como diz o texto abaixo). Porem, para a teoria da Matrix/DNA, esta teoria faz sentido em relação à causa da rotação da galaxia e todos os outros sistemas/corpos astronômicos e pode até estar correta. Pois galaxias são sistemas naturais e como tais estão assentados sobre a fórmula. Seja como for, o artigo de Brian Koberlein ( link abaixo) que trouxe esta teoria à cena, me fez postar o seguinte comentario:

Louis Morelli – 07, November,2014

Your comment is awaiting moderation.

This issue is very important for understanding cosmological and biological evolution, I think. For yours sake, this issue can explains how and why there are this things called “gene expression”. “If”… there is this difference of charges, what would be the cause? I am a layman about academic official astronomy, but, studying those different natural systems that composes the Amazon jungle’s biosphere I was obligated to deal with the Nature about the space and its elements above the biosphere, which was existing before this terrestrial biosphere, so ( I thought) this astronomical system must be the creator of life here, I need studying astronomy also. And, finally, I got a different cosmological model. But, I had no time for studying everything that Science has collected about the out space and what really is known about this issue about charges of astronomical systems.

My theoretical model is suggesting the following:
a) DNA is the biological shape produced by evolution from a universal natural formula called “Matrix/DNA” which is the “DNA” of atoms and astronomical systems;
b) This formula was evolved from simple light waves at the universe’s origins and can be drawn as a simple software diagram – as can be seeing at Matrix/DNA website;
c) Observing this formula we see that it is dipole, or bipolar: the flow of energy/information that runs inside the spiral circuit is alternated, then, sometimes the nucleus is charged and the periphery is not, and other times this situation is reversed. This should explain lots of things, like galactic rotation, the flip between Sun’s poles, the movements of Earth’s magnetic field, etc.
d) Evolving from astronomical systems to biological systems, the building block of astronomical systems became the building block of DNA, which is a lateral pair of nucleotides. The mechanism of polar variant charges became the mechanism that swift genes in or out;

And so on… I know that this is weird for academic world view, but… the heliospheric model was also weird to the current academic view at Middle Age… and our scientific knowledge should be delayed if Copernicus, Galileo, Kepler, etc., had no fighting for their ideas. With the difference that their idea was the right one, and my idea can be the wrong one… only more data and time will be the judge.

Esta teoria sobre a “rotation galactic curve”, não é uma teoria da sobre a causa da rotação da galaxia, que isto fique bem claro. Ela se refere a um fenomeno misterioso apontado por medições da velocidade da rotação da galaxia, o qual indicou que esta velocidade varia para mais e para menos dentro da própria galaxia, o que, para mim, é muito estranho. Como pode um rodamoinho ter diferentes velocidades em suas espirais?! Porque? Uma explicação seria a de que o rodamoinho esteja num ambiente dividido em diferentes camadas, com diferentes temperaturas, diferentes densidades da substancia espacial, etc. Mas… o fundo do Universo parece ser homogeneo e não dividido em camadas. Para entender esta diferença é preciso ver o grafico:

Rotation’velocity'(km/s)’ X Distance’from’galactic’centre'(kpc)’ , em:

 http://arxiv.org/ftp/arxiv/papers/1409/1409.3096.pdf

Antes de tudo, é preciso lembrar que a fórmula é uma espiral e que na figura parece circular, esférica, porque ainda não tive tempo para conserta-la. O fluxo de energia sai de F1 e sobe para F2, até F4, quando então continua porem agora caindo, até F1. Mas quando a energia ainda está em F1, F4 não existe. E quando está em F4, F1 não existe. Ou seja, o não existe significa que apenas existe em potencial, dentro do fluxo. Assim podemos dizer que enquanto a energia está em F1, este é o polo carregado eletricamente e o outro, negativo, descarregado. Bem, parece-me que assim funciona o campo magnético da Terra.

Vamos traze-lo para cá:

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Mas outro dado interessante veio recententemente: a cada 11 anos o Sol muda de polo, ou seja, Morte torna-se Sul e Sul torna-se Norte.

Vamos trazer isto para cá:

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A Ciência Oficial não sabe explicar porque isto acontece no Sol. Mas a fórmula da Matrix/DNA tambem é assim: a cada meio-ciclo do fluxo de energia, o polo carregado muda. Ora. se a fórmula para sistemas naturais é assim, o sistema solar é natural, tem que ser assim.

Vejamos a pesquisa sobre este assunto:

Not Even Wrong

https://briankoberlein.com/2014/11/04/even-wrong/

Recently a science blog that should know better picked up a story about a new theory that could explain dark matter as an electrical effect within our galaxy. The story was then picked up by several popular science sites. It all stems from a paper that appeared recently on the arxiv. Calling it a paper is a bit of a stretch. It’s actually two pages of unsubstantiated claims with a half-page graph of the galactic rotation curve.

Measurements galactic rotation curve was one of the first hints of dark matter, but the author claims dark matter isn’t needed if the Milky Way is positively charged near its center, and negatively charged near its periphery. Assume this, and the galactic rotation curve can be explained without dark matter. Assuming that to be true for a moment, what evidence does the author give to support the idea? Simply (and I quote) “In fact it is quite implausible that the [galactic] core should remain electrically neutral.” That’s it. There are no details presented at all. Just “we can tweak the electric charge of the galaxy to fit the rotation curve.”

Vamos então destrinchar esta teoria:

 http://arxiv.org/ftp/arxiv/papers/1409/1409.3096.pdf

Galactic Charge
S. Reucroft1
ThinkIncubate, Inc., Wellesley, Mass., USA
Abstract
The hypothesis of a galactic charge separation between core and periphery is noted as a
possible explanation of the apparent anomalous rotation behaviour.

( continuar a ler)

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http://en.wikipedia.org/wiki/Electric_dipole_moment

Animation showing the electric field of an electric dipole. The dipole consists of two point electric charges of opposite polarity located close together. A transformation from a point-shaped dipole to a finite-size electric dipole is shown.

Esta figura sugere a fórmula da Matrix/DNA claramente dividida entre suas duas faces, a esquerda e a direita. Com uma diferença: o fluxo de energia sai sempre da carga possitiva, e na direção da carga negativa. O pulsar não as faz inverterem os polos.

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Importante notar:

Earth’s electromagnetic field

An electromagnet is a magnet that is created by a current that flows around a soft iron core.[18] Earth has a solid iron inner core surrounded by semi-liquid materials of the outer core that move in continuous currents around the inner core;[19] therefore, the Earth is an electromagnet. This is referred to as the dynamo theory of Earth’s magnetism.

Portanto, não é o núcleo que cria o campo magnético, mas sim a camada semi-liquida que rodeia o nucleo e se move em continuas correntes em volta do nucleo.

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Schematic illustration of the invisible magnetic field lines of Earth, represented as a dipole magnet field.

Schematic illustration of Earth’s magnetic field. Credit/Copyright: Peter Reid, The University of Edinburgh

O ancestral dos Centriolos? Dipolo Elétrico?

sexta-feira, novembro 7th, 2014

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Observando o movimento do campo elétrico ( que está relacionado ao campo magnético da Terra e ao mecanismo bipolar da fórmula da matrix/DNA) lembra-se do movimento dos centriolos na divisão celular. Então, o centriolo que tem sido um mistério para a Matrix/DNA, se é um representante de um mecanismo bipolar da forma, teve como ancestral o campo eletrico? Registro isso aqui para posterior pesquisa.

http://en.wikipedia.org/wiki/Electric_dipole_moment

Animation showing the electric field of an electric dipole. The dipole consists of two point electric charges of opposite polarity located close together. A transformation from a point-shaped dipole to a finite-size electric dipole is shown.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Centr%C3%ADolo

A mother and daughter centriole, attached orthogonally.

Micrograph showing condensed chromosomes in blue, kinetochores in pink, and microtubules in green during metaphase of mitosis

Como a Cobra Inventou Seu Modo de Mover-se? A Onda de Luz Natural e a Fórmula da Matrix/DNA Explicam

quinta-feira, outubro 2nd, 2014

Na selva cada detalhe observado levantava a pergunta: Porque? De onde veio isso? Como a Natureza chegou a esse ponto aqui?

Assim foi quando uma cobra passou à  minha frente. Como ela descobriu que fazendo aquele tipo de movimentos ela podia se deslocar, mover-se de um ponto a outro?! É preciso notar que a maneira descoberta pela cobra para “caminhar” requer inteligencia, muita engenharia e conhecimento dos princípios da Física. Justo na semana passada o New York Times publicou um robot que foi desenvolvido baseado numa intrigante descoberta (ver link e video em : Secrets of the Sidewinder – http://www.nytimes.com/2014/10/09/science/secrets-of-the-sidewinder.html?ref=science

. Pesquisadores queriam saber como uma cobra consegue mover-se sobre areia, principalmente subir uma colina arenosa. Levaram areai para um laboratório e observaram filmando os movimentos para descobrirem atonitos que a cobra imita dois tipos de ondas. Uma onda é horizontal, o corpo sempre firme na superficie, mas a outra onda é vertical quando partes do corpo da cobra se levanta da superficie. E assim concatenando ondas verticais com ondas horizontais a cobra consegue subir uma colina sem solo firme, como é arenosa.

A grosso modo, a cobra é uma linha, e assim ela surgiu no mundo. Se a Natureza não tivesse inventado aqui a Vida, todo objeto na forma de linha seria estático, imóvel. Mas vemos ali uma linha se movendo.

É preciso profundos conhecimentos de Física, que uma criança humana não descobriria por si mesma. É preciso primeiro encurvar a linha na forma de “S”. Que uma linha reta se mova tornando-se um “S” já é um fenômeno, uma descoberta intrigante, para uma coisa que não tem cérebro de pensar. É preciso se colocar no lugar da cobra mas mão se esquecendo que ela praticamente não tem cérebro, tal como o entendemos: é simplesmente um difuso sistema nervoso com um núcleo. Mas de nada adiantaria adquirir a forma de S se não houver o passo seguinte. É preciso fixar uma ponta em solo firme e fazer a outra ponta mover-se. Mas qual ponta vai fazer o que? Tentei cutucar a cobra na ponta da frente, na cabeça, para ver se ela dava marcha-a-ré pelo mesmo movimento que ela avança para a frente. Ela não fez isso, apenas continuou movendo a ponta da frente, para o lado, e retornando para trás sempre avançando para a sua frente. Falta repetir a experiencia muitas vezes e com outras cobras, talvez ela também saiba dar marcha-a-ré.

É preciso fixar a ponta de trás, e a partir dessa ponta, imprimir um impulso para desfazer o S. Assim, quando a linha se esticar, a cabeça estará alguns pontos mais a frente. Feito isso, é preciso novamente repetir a forma de S. E nova esticada, mais alguns pontos são alcançados. Se de repente algo indica que a direção melhor é para um lado, o S terá que ser inclinado, e a cobra se inclina. Toda uma inteligente engenharia está aplicada aí. Senão houvesse essa inteligencia, ou sentir-se queimada por um fogo, a cobra se enrolaria, pularia, desesperada, faria todos os movimentos possíveis, a linha adquiriria muitas formas diferentes, mas ela não sairia do mesmo lugar. isto seria o que eu deveria estar vendo ali à minha frente. Mas o que estou vendo mão é normal, não é o curso lógico do longo fluxo irracional de causas e efeitos a se esperar dos movimentos físicos brutos da matéria. Tem algo sutil e invisível ali inserido na cobra fazendo aquele movimento de causa não-material. Tem que ter. Mas o que?!

A coisa se complica quando olhamos para alem da cobra. Existem muitas outras formas de vida movendo-se com o mesmo movimento. Os peixes nadando no mar, é praticamente o mesmo movimento serpenteante. Antes ainda, na evolução, existem os minúsculos e quase invisíveis “candirus”, que são linhas biológicas a moverem-se na água dos rios e tragédia dos animais, os quais me fizeram passar por verdadeiros momentos de terror, mêdo, quando tinha que descer da “voadeira” e entrar na água para retirar pedaços de galhos e cipós que se enroscavam nas hélices do motor. O candiru é uma linha quase invisível que sente atração pelo cheiro ou presença de urina e vai atrás, penetrando no orifício do pênis ou vagina e uma vez lá dentro, começa a comer tudo ao seu redor. Ví uma vez uma mulher gritando de dor e sendo carregada pelos nativos devido um bicho que penetrara por alguma ferida no calcanhar de um pé, e os nativos dizendo que era o candiru. Outra vez conheci um garimpeiro na fila de um centro de saúde na selva, dizendo que já tinha perdido as bolas do saco, o pênis, e feito varias cirurgias para tirar o candiru, mas sentia que continuava sendo comido por dentro. Terrível! Quanto desejei ter na selva um destes saquinhos plásticos com zíper para guardar salsicha na geladeira… Aqui não damos valor aquilo e jogamos no lixo sem pestanejar, mas somente estando sem acesso a ele é que percebemos que o “saquinho”pode salvar outro saco muito importante para nós  e também salvar uma vida…

Mas essa coisa sem cérebro algum, se move devido uma complicada e inteligente engenharia aplicando princípios fundamentais da Física. E isso não é natural, a não ser que não conhecemos a verdadeira Natureza.

Hoje eu suspeito que sei o que criou aquela maneira de “caminhar” neste Universo material. Se meus modelos de astronomia estiverem corretos, ã 10 bilhões de anos atras, cometas no céu já aplicavam aquele principio.  Esferas de magmas chamejantes emitidas pelos gigantescos vulcões dos pulsares caiam no espaço sideral mas eram capturadas no circuito magnético do sistema, que tem a forma espiral, e assim impulsionados em queda na direção do núcleo do sistema. nesta queda as esferas sofrem o atrito com a substancia espacial, o que provoca uma erosão na sua superfície,  e os fragmentos desta erosão continuam o movimento da queda, e continuam próximos da esfera pela atração gravitacional, e assim surge a cauda do cometa. Ora, correndo numa estrada encurvada como é a linha de uma espiral, a cauda se contorce, se distorce, adquire a forma de S. talvez aqui pela primeira vez a natureza expressou esta novidade, ou talvez e mais provavelmente, este tipo de deslocamento venha de antes, de algum aspecto dentro dos sistemas atômicos. Assim cheguei na imagem do espectro eletromagnético de uma onda de luz natural. para encaixar a luz na teoria de maneira que explicasse os efeitos que observo aqui e agora, para explicar a evolução cosmológica, a origem e desenvolvimento das primeiras partículas, etc., tive que mudar a atual teoria da luz elaborada pela comunidade acadêmica, seja o resultado certo ou errado. E neste modelo a luz é resultado do desfazimento de uma fonte em espiral, algo fantasmagórico como um vórtice quântico, que teria sido a origem e primeira manifestação da matéria quando a luz penetrou o oceano espacial cheio com uma substancia, com o nome qualquer de éter, ou dark matter, etc. Veja onde a cobra está nos levando!

Quando a fonte natural espiralada de luz natural se desfaz na forma de linha, ela continua se expandindo inicialmente conservando o movimento espiral, o qual é todo constituído por trechos em forma de S. A um observador desavisado meio-cego a onda é concêntrica, mas um observador apoiado numa inteligencia sabe que na verdade a onda continua sendo espiral. Pode até se tornar depois numa linha reta, uma seta,  como quando capturada dentro de cabos ou transformada por fontes de laser, artificialmente pelos humanos. E desde que a luz natural original aconteceu pela primeira vez neste Universo emitida por big bangs, e assim espiralada ela se expandiu penetrando a matéria, a causa inicial do movimento da cobra vem de alem do Universo, do antes do Big Bang. Ela veio na Matrix, na sua fórmula, pois se F5 não se contorcer na forma espiral cheia de Ss, a fórmula não funcionaria. A onda de luz capturada na tela do computador se torna uma senoide expandindo-se num grafico cartesiano, e assim percebemos que ela foi a primeira coisa neste Universo a expressar a força do ciclo vital, ela continha já em si o código da Vida. Uma onda de luz natural é em si mesma uma forma de Vida. Isso nos faz pensar no que vamos encontrar neste Universo a fora sem perceber que estamos perante formas de Vida.

O movimento intencionado de deslocamento no espaço da  cobra não foi por ela inventado, nem por seus ancestrais vivos, biológicos. É algo que já estava entranhado, inscrito, na sua matéria, a nível dos átomos que constituem seu corpo, da energia dentro destes átomos.

Observar a Natureza nos seus detalhes mais insignificantes sobre os quais passamos os olhos sem vê-los, é o me’todo pelo qual se desenvolve o cérebro e se captura a Natureza universal transformando-a toda dentro de uma pequeno cérebro numa substancia plasmática iluminada com luz natural invisível cujo total denominamos “mente”, Ou auto-consciência. Metafisicas à parte, que podem ser a verdade ou mero produto da nossa imaginação, da nossa interpretação errada de fenômenos naturais, o fato é que estas observações nos leva a descobrir, conhecer, os mecanismos e processos naturais, e tentando imita-los a nosso favor, assim criamos e desenvolvemos a nossa tecnologia. Alem de ser um estado emocional de contemplação e satisfação indescritível, daqueles que nos produzem lagrimas verdadeiras nos olhos. A Natureza Universal é realmente “estonteante”.

Para ajudar a entender os argumentos acima, copiamos aqui alguns dos modelos da Matrix/DNA Theory, uma visão de mundo iniciada a partir da simples observação de detalhes como o arrastar-se de uma cobra na selva.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

É preciso lembrar que a fórmula acima tem na verdade a forma de espiral e não esfera, porem ainda não tive tempo de mudar esse desenho. O movimento serpenteante acontece em F5, quando em queda pela linha de força dentro co campo eletro- magnético espiralado.

Por a Bicicleta na Horizontal… E sair voando nela! ( Veja Video)… Porque não tive essa idéia antes?

quinta-feira, agosto 28th, 2014

Antes de ler esse artigo, veja este vídeo ( mas volte aqui pois este artigo tem excelentes novas lições para aprender sobre a Natureza):

The World’s First Hoverbike Could Revolutionize the Drone Industry (Mehta Websolution)

https://www.youtube.com/watch?v=mNkLjv–q7Y

Os aros da roda de uma bicicleta podem tornarem-se como as hélices do helicóptero, empurrando o ar para baixo, gerando uma cama de ar, e… voar.basta tirar a bicicleta da sua posição normal, vertical, pô-la na horizontal, fazer umas modificações, acrescentar um motor… Imagine o quanto nossa vida teria sido facilitada se alguém tivesse feito isso antes. No minimo, nossas cidades teriam sido desenhadas e desenvolvidas diferente do absurdo que são estas cidades de hoje. Num rápido passeio o agricultor teria uma visão total de cima das suas plantações. A maioria das pessoas que morreram afogadas, ou quando apanhadas em enchentes, teriam sido salvas pelos próprios moradores locais. Sim, a vida teria sido melhor do que foi, e tudo isso só porque não pusemos a mente a trabalhar no lugar certo. Ela estava assistindo futebol ou telenovelas, na cama fazendo sexo, ou raptada pela cerveja, sempre vagabundeando por aí. O tema deste website – fornecendo a fonte para mil novas idéias como essa – causa pavor, pois tem que se concentrar e ler duro, o autor é um “chato”… e assim ninguém lê isso aqui, e assim, sozinho, não consigo os recursos para desenvolver as idéias que emanam destas descobertas.

A Natureza contem muitos mecanismos e processos, e cada vez que descobrimos mais um destes mecanismos, produzimos uma imitação tecnológica. Não existe tecnologia humana que não tenha já antes sido “criada” pela natureza. Nós não criamos nada, nós copiamos tudo. Então quando surge uma nova “invenção” humana, corro a buscar na fórmula natural da Matrix/DNA e na sua História natural Universal, onde e quando a Natureza já aplicava aquela tecnologia. E sempre encontro a resposta. A qual sempre fornece mais idéias para melhorar aquela tecnologia.  Mas, quem me conhece sabe que nasci pelado e sem um naco de terra, e assim as famílias cristãs das cidades por onde passei sempre viram a oportunidade em mim de ter mais uma mão de obra escrava para fazer aqueles serviços que eles não querem fazer e não querem pagar valores proporcionais às rendas que ganham. Então, se fico na cidade tenho que trabalhar duro para arrumar o dinheiro para pagar o quarto da pensão à noite e o jantar, senão quiser ir dormir no mato e comer pão com banana. geralmente escapo para a selva, mas lá não tem como levar as ferramentas. Sem um galpão para uma oficina mecânica, um laboratório, todas estas idéias vão comigo para o tumulo. Não tem problema, não tenho um passarinho para dar de comer, esse mundo não é meu, quando puder, volto para a selva, onde minha mente fica livre para ter orgasmos mentais cada vez que descubro mais uma das estonteantes peripécias desta Natureza.

Onde a Natureza aplicou o mecanismo de rodas com raios na horizontal para ficar boiando no ar? Ora, isto já se descobre rapidamente, bastando dar uma olhada na fórmula natural para sistemas naturais, a “minha” amada Matrix/DNA. deixa-me trazê-la para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Mas para ver melhor ainda essa bicicleta voadora natural, deixa-me trazer para cá o desenho rustico feito na selva, que contem encoberta, esta fórmula:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Onde está o mecanismo aplicado na bicicleta voadora?

Observe F1 na fórmula, que corresponde ao vórtice turbilhonar no desenho. É um rodamoinho, uma espiral formada de linhas de fôrça, que ficam girando na horizontal, mantendo o sistema boiando no espaço sideral. Pronto! Fácil, não?

Mas não se para por aqui. A fórmula deve fornecer mais idéias de como melhorar, como incrementar a bicicleta voadora vista no vídeo.

Eu notei ainda na selva, há 30 anos atrás, que esta roda cósmica foi o principio nas estrelas que mais tarde serviu de projeto para a natureza desenvolver a boca dos sistemas biológicos, até chegar neste tipo de boca humana ( também o nariz, com seus dois buracos e exata função respiratória está encoberto na fórmula, mas o nariz é outra história). Ora, a função do cone astronômico é ingerir a massa interestelar misturada com a energia vinda nos cometas, mistura-las internamente, e produzir as bolotas, emitindo-as para fora, as quais são germes de novas estrelas. No sistema celular este mecanismo todo está dentro do núcleo, onde o DNA ( após um pedido feito pelo sistema e trazido como mensagem pelo RNA), capta os átomos selecionados, mistura-os, dá-lhes uma forma, produzindo proteínas… e mandando-as para o espaço intracelular.

Então, em outras palavras, há 10 bilhões de anos atrás a Natureza produzia um sistema que tinha uma boca, comia, triturava os grandes pedaços de alimento pelo processo de jogar uns contra os outros, despedaçando-os cada vez mais, mas que fazia tambem o papel de uma “boca feminina”, que gerava novos bebês. Porque nessa massa e nessa energia estavam ocultos os fótons-genes para produzir estrelas.

Assim, existem no minimo duas maneiras para se “mastigar” alimentos. Uma, fazendo uma roda horizontal no espaço sideral utilizando linhas do campo magnético, gerando algo parecido com um “liquidificador”. Outra, é transformando esta boca adaptada para as condições nas superficies de planetas e nas dimensões menores, microcósmicas. Basta virar a roda da horizontal para a vertical, separa-la em duas metades iguais, porem, fazer com que uma metade seja fixa e a outra movente, repetindo o mesmo movimento que as linhas magnéticas fazem no espaço sideral. isso a natureza conseguiu fazer desenvolvendo o que chamamos de “maxilares”, colocados na metade de baixo da boca.

Você ainda duvida? Ok… leve sua mão à sua boca e segure firme o lábio superior. Agora mastigue o ar. Perceba que sua mão não se move. Agora segure firme o lábio inferior. Perceba como sua mão se move. Como cético que sou ( só acredito vendo), e sempre desconfiado que a Matrix está querendo me enganar, eu não acreditei nisso e fui tirar a prova. Prendi meu lábio inferior numa morsa, atarrachei bem até não aguentar mais a dor do apêrto, aí enfiei as unhas por baixo dos dentes superiores e tentei levantar a boca para mastigar o ar. ~Botei força prá car… alho,  e não consegui levantar minha cabeça de burro empacado. Tentei usar alicate, o macaco de levantar o carro… e nada. Assim cientificamente, provei mais uma das minhas teorias.

É simplesmente estonteante…, de uma beleza incomparável…, produzindo na mente orgasmos a nível cósmico…, quando descobrimos estes truques evolucionários da grande mestra e mamãe Natureza. Que engenheira genial. Em outra ocasião, ela precisava aplicar o mesmo mecanismo, mas desta vez, ao invés do corpo-cone ficar pairando no ar, ela queria que o corpo se movesse no espaço, adquirisse velocidade, etc. Então ela botou seu cocuruto a trabalhar, e o que ela inventou? Pegou o mecanismo das forças na forma de linhas magnéticas do cone do espaço sideral, imitou-as na forma de matéria biológica, conservou-as na vertical, para empurrar o ar para a frente e para trás na horizontal… e se saiu com estas coisas que chamamos de “asas”. Os passarinhos ficaram felizes da vida…

Mas o homem às vezes não é tão burro no seu nível de subconsciência ( só é muito burro no seu nível de super-consciência) e tambem deu seu jeito de aplicar este processo evolucionário na forma de tecnologia mecânica: observe as rodas dentadas de qualquer engrenagem de maquinas, como algumas estão na horizontal, para fazer girar outras que ficam na vertical, etc. isto se deve aquelas intuições que de repente pipocam numa cabeça, dando a impressão que Deus ou Santa Bárbara está sussurrando um ideia para dar uma ajudazinha, mas que na verdade é o nosso DNA emitindo imagens internas de coisas estranhas nunca vistas no mundo externo, porque este passado evolucionário cósmico está todo registrado naquelas regiões do DNA a que alguns não- amantes da mãe natureza chamam de DNA-lixo… Fazer o que? A arrogância os cegam…

A arrogância dos que foram criados em famílias e protegidos/alimentados dentro de um lar, faz com que, quando chegam na selva, assumem o ar de superioridade, botam suas maquinas a trabalhar e destroem a selva. Se tivessem nascido e sido criados como eu, o tempo todo ouvindo falar que “você é um moleque sujo de rua”, “você não é nada”, “veja se se enxerga”, etc., teriam reduzido a arrogância natural e aprendido a serem ao menos um pouco humildes, e teriam chegado na selva quietinhos, com o rabo entre as pernas, sabendo-se incapaz de ali sobreviver perante as forças descomunais dos espíritos da selva, e teriam aberto os ouvidos para ouvir e prestar atenção nos sussurros dos movimentos na selva, para aprender e descobrir um montão de coisas novas. Que não se descobre em laboratórios com ar condicionado. Mas…paciência, fazer o que? A Natureza sempre defendeu e sempre defenderá o seu projeto evolucionário, passando por cima de todos que se opõem como obstaculo ao seu caminhar. Cadê os dinossauros? Cadê as grande e poderosas civilizações dos faraós egípcios, dos imperadores romanos? Um dia se perguntará tambem: “Cadê a grande e poderosa civilização dos bilionários do século 21? Dos torcedores de futebol e assistidoras de telenovelas? “… se eles não acordarem rápido para a visão de mundo revelada pela Matrix/DNA que veio lá do meio das selvas,  ouvi-la, e começar a consertar o que ela está mandando consertar.

A bicicleta voadora do vídeo acima é uma visão animadora, espetacular. este pessoal que está concentrando o cérebro no seu tempo livre na busca de trazer o projeto para a realidade são verdadeiros heróis da Humanidade. Um brinde de todo coração a eles! Ela é possível de se tornar real aqui, porque ela já estava desenhada nas estrelas!

Mas… e quanto as idéias fornecidas pela fórmula da Matrix/DNA para incrementar, melhorar a bicicleta voadora e obter dela mais utilidades para a vida humana? para isso temos que voltar a observar a fórmula. E logo percebemos que a roda cósmica está circundada por uma “carga”de poeira estelar. Se esta roda se mover no espaço sideral, ela “carregará”essa carga junto com ela. ma observe que a carga sideral tambem tem seu motor próprio. Trata-se do cadáver estelar em F7. Então, começa a despontar a visão de uma grande bicicleta voadora carregando uma carga, um novo tipo de transporte aéreo de cargas grandes e pesadas, movida por dois motores… etc. Isto se tornará realidade no futuro. Pois tambem já foi desenhado nas estrelas. Bem vindos a bordo do submarino espacial.

( Raios… só agora quando terminei o artigo e levantei da cadeira percebi que ainda carrego a morsa presa e pendurada no lábio inferior… Essa gamação pela natureza está me deixando cada dia mais maluco… Socorrooooooo!)