Archive for the ‘Ciência Oficial Acadêmica’ Category

Mais Uma Vitoria da Matrix/DNA? Descoberta Estrela Moribunda Sem Virar Buraco Negro.

sexta-feira, maio 26th, 2017

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http://hypescience.com/pesquisadores-flagram-estrela-virando-buraco-negro-sem-explodir/

Diz o artigo:

” Astrônomos acreditam que uma estrela moribunda tenha se transformado em um buraco negro sem uma explosão…. O ponto de vista típico é que uma estrela pode formar um buraco negro apenas depois de virar supernova. Se uma estrela consegue pular a supernova e ainda se transformar em buraco negro, isso poderia ajudar a explicar porque não vemos supernovas se formando a partir de estrelas massivas” (ler mais…)

Bem,… no meu modelo astronomico ( teorico, claro), estrelas moribundas nao viram buracos negros, como pode ser visto na figura a seguir:

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

Estas figuras sugerem que astros nascem, crescem, vivem e morrem pelo mesmo processo de força vital que nos humanos. Então o que se vê na figura é apenas um astro nascendo, tendo suas formas mudadas como mudam as formas dos corpos humanos. Então quando o astro chega na forma de pulsar (F4) ele se torna uma estrela supernova, a qual vai envelhecendo em F6 e quando chega a F7, moribunda, ela se desfaz no seu pó, ou seja, suas partículas de massa, já que sua energia se perdeu antes. Sua poeira forma uma nuvem, a qual inicia a rodopiar sobre si mesma pelo rodopiar da galaxia, formando uma especie de ralo ou turbilhão no centro, que vai dai gerar novo astro. Então não existe buraco negro no meu modelo tal como esta’ teorizado pela Física. O que existe é um buraco, porem igual o que vemos se formar em qualquer vórtice, qualquer rodamoinho.

Mas,… tenho um problema. Este modelo se refere aos primeiros sistemas astronômicos primordiais, pois assim apareceram as sete formas de astros conhecidas hoje. E segundo ainda o modelo maior da teoria da Matrix/DNA, que engloba este modelo astronomico para ser um modelo cosmológico total incluindo o fenômeno das origens e desenvolvimento da vida e da consciência, as galaxias tiveram dois processos diferentes de formação. Mas também o sistema celular teve dois processos de formação. O primeiro foi por simbiose, que juntou separados micro-organismos que se tornaram organelas e assim formaram a primeira célula. Depois elas aprenderam a se reproduzirem, sem ser preciso repetir o processo das galaxias originais. E ainda não calculei como o primeiro processo se modificou para produzir as galaxias mais novas. Então, no caso desta estrela referida no artigo, não sei se foi feita pelo primeiro ou segundo processo.

Mas, em todo caso, na minha intuição, quando uma estrela de segunda geração morre, o processo pelo qual ela passa a seguir não deve ser muito diferente do primeiro, e jamais vai formar o fantasmagórico e nunca visto e impossível pelas leis naturais, buraco negro dos físicos. Mas vamos esperar mais dado, apenas o tempo e nosso esforço em obter mais dados serão os juízes nesta controvérsia.

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

Diferenca entre Luz e Radiacao: Desacoplamento da Materia da Radiacao

domingo, março 5th, 2017

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Qual a diferença entre Luz ( pela definição da MatrixDNA) e radiação e espectro eletromagnético? Qual a diferença entre o estado inicial da luz no Universo visto pela teoria acadêmica e pela teoria da MatrixDNA? O texto a seguir lança alguma luz na questão:

Texto lido em ( seguindo o texto vem nosso estudo e conclusão):

http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/decoupling.htm

Era do Desacoplamento

Em todos os instantes iniciais, antes de cerca de 105 anos, a formação dos átomos foi sufocada pelas colisões energéticas de partículas com outras partículas. Para o elétron instalar-se numa vizinhança, grande o suficiente, de um próton, para as forças eletromagnéticas os ligarem, um certo período de paz relativa teve que ser estabelecido. O universo inicial foi, porém, algo mais calmo. As partículas eletricamente carregadas (principalmente prótons e elétrons) fortemente interagiram com radiação altamente energética (fótons) de tal um modo que nenhuma estrutura eletricamente neutra (tais como átomos) fosse capaz de existir. Quando a matéria estiver em um estado eletricamente carregado como este, é dita estar num estado de plasma. Daí a analogia do universo inicial com uma festa selvagem que tem sido usada para a época muito inicial do universo, a “festa” ainda continua a plena velocidade neste momento. Fique tranqüilo, as “fações anti-sociais” como os neutrinos já se foram, e as partículas exóticas, como os quarks, tem sido subjulgados em outras partículas, como os elétrons e prótons, e os fótons “social butterfly” ainda estão tendo um tempo selvagem juntos. Porém, é inevitável que as partículas eventualmente se ligarão eletricamente, pois o universo continua a se expandir. Esta expansão significa que as partículas se esfriam, o que é igual a dizer que a energia cinética que elas previamente tiveram das colisões com outras partículas, começa a se encolher. Aí entra um ponto, quando o fluxo de colisões não é grande o suficiente para prevenir a ligação elétrica. Finalmente são formados átomos estáveis. Estes átomos são os átomos mais simples desde que só os núcleos mais simples tiveram chance de serem formados no universo inicial. Conseqüentemente, o átomo mais abundante é o átomo de Hidrogênio. A maioria do universo seria Hidrogênio atômico (aproximadamente 75%). O resto seria principalmente Hélio

Os fótons que adoram interagir com partículas carregadas por espalhamento delas, têm agora que competir com estruturas atômicas eletricamente neutras. O número de fóton espalhando cai. Uma multidão de fótons, de repente nada tem a fazer. A festa finalmente terminou. Os fótones fluem fora passado os átomos recentemente formados. É dito agora que o universo é transparente a fótones. Este período, entre 1/10 de um milhão de anos e um milhão de anos após o big bang, veio ser chamado de ERA DO DESACOPLAMENTO pois os fótons desacoplam das partículas carregadas durante este período. Eles seguem adiante os “passos” dos neutrinos que fluiram para fora anteriormente,  somente 1 segundo após o big bang. A era anterior a este tempo de desacoplamento às vezes é chamada de ERA DOMINADA PELA RADIAÇÃO, pois a radiação foi tão crucial ao desenvolvimento deste estágio mais primitivo. A radiação destes instantes mais primitivos era a principal forma de energia. A matéria era a princípio quase inexistente e somente gradualmente tornou-se significante quando o número de partículas elementares foram produzidas do instante posterior a Era Inflacionária em diante. Quando os fótons desacoplaram, o último controle significante que radiação teve sobre a matéria diminuiu. Conseqüentemente, depois que este tempo de desacoplamento a era é chamada de ERA DOMINADA PELA MATÉRIA.

Fig 1: Desacoplamento da Materia e Radiacao – Big Bang Theory ( verde significa a era inicial de plasma de hidrogenio. Amarelo sinifica a formacao do primeiro atomo, de hidrogenio).

 

Os fótons que são libertados constituem uma nuvem de radiação que cobre o universo inteiro. Considerando que o  universo está principalmente vazio, não há nada que capturaria todos estes fótons. Conseqüentemente, eles ainda deveriam estar hoje ao redor. Além disso, desde que o big bang aconteceu em todos lugares, que estes fótons deveriam estar em todos lugares. Esta é uma predição da teoria do Big Bang.

Matrix: E esta teoria de que os fótons do Big Bang devem estar em todos os lugares ainda hoje seria a causa da radiação de fundo cósmica. Eles seriam a radiação. A radiação que segue este tipo de curva foi observada como vinda de todas as direções do espaço em 1965, nos Bell Laboratories Estados Unidos, por Arno Penzias e Robert Wilson.

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” … Após a temperatura ter atingido níveis mais baixos, aproximadamente 3000 K, a Nucleossíntese Primordial cessou, pois, não mais existia calor suficiente para prosseguir com as reações de formação de novos elementos

Neste momento, o Universo tornou-se transparente à radiação. Este processo é conhecido como desacoplamento da matéria e da radiação (figura 1)

Nesta fase, com o decrescimento da temperatura a níveis cada vez menores, prótons puderam combinar com elétrons livres para formar o primeiro átomo, o átomo de Deutério. E, tendo o átomo de Deutério grande instabilidade, pares destes átomos puderam se unir formando uma molécula de Hidrogênio,H2.  2

A partir desta época, a matéria estava livre para se condensar. Agora, a matéria passa a dominar o panorama. O que antes era domínio da radiação passa a ser domínio dos átomos e moléculas e a gravidade reivindica o seu poder.

A gravidade, atraindo a matéria para regiões mais densas que outras da vizinhança durante milhões de anos, provocou a formação de grandes nuvens moleculares de onde serão formadas as estrelas e da reunião das estrelas, galáxias.

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Analise da MatrixDNA:

Primeiro, o conhecimento agora de que a teoria sugere ter havido nas origens do universo uma separação entre matéria e radiação ( que seria luz para Matrix) incita uma suspeita inquietante e muito profunda. Houve um conflito da matéria ou da formula da Matrix quando o sistema astronomico se formou como sistema fechado, cortando relações com o resto do mundo. Então seria o segundo conflito. Isto sugere a inquietante possibilidade de que neste universo existe duas entidades opostas, sempre se defrontando. E como estas substancias destas duas identidades vieram de antes do Big Bang, então parece que o conflito vem do alem do universo. E seriamos nos uma destas duas entidades ou um terceiro elemento que fica pagando o pato nestas guerras? Tenho que tentar esquecer esta suspeita, de entidades em conflito ( deuses e demônios?!), pois nunca poderia resolver isto.

Segundo, estes fótons seriam os bits-informação genéticos escapados da formula da Matrix na onda de luz primordial. Ou seriam os fótons negativos, escuros, do reino da energia negra e dark matter, que estão retornando, recompondo a luz, tendo como meta retornar a fonte da luz? Novamente sinto que estou saindo fora do aqui e agora pratico, vamos esquecer isto…

 

Evolucao: Texto Atualizado e Bem Informado

sábado, fevereiro 11th, 2017

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Creio que ninguém racionalmente possa negar a existência do processo da evolução natural. Eu posso vê-la com meus olhos aqui e agora em 9 meses observando como uma pequena bolota de células se transforma – evoluindo do mais simples para o mais complexo – para a forma de feto, embrião, etc. Observar o acervo de milhões de fosseis alinhados numa sequencia evolucionaria e’ outra maneira de inclinar-se a aceitar a evolução como fato.

O problema humano se refere `as diferentes interpretações do que se vê, porque a evolução natural se estende a dimensões no tempo e espaço que não podemo ver, então temos que elaborar teorias e esta teorias indicam significados, um sentido ou falta de sentido neste fenômeno da evolução natural. Isto nos afeta sobremaneira porque o sentido ou falta de sentido da evolução implica diretamente no sentido da nossa existência como humanos. E outra forma muito importante de nos afetar e’ que cada interpretação, cada sentido encontrado, e’ a fonte dos valores morais, os quais vão modelar nossos sistemas sociais, nossas inter-relações entre humanos e nosso comportamento perante o mundo externo.

A mais influenciável teoria da evolução natural vem do meio acadêmico. Digamos que seja a Teoria Academica da Evolução (TAE). No tocante restritamente particular `a minha pessoa, tenho também em consideração outra teoria, minha própria, a teoria universal da Matrix/DNA, digamos aqui, Teoria da Matrix/DNA da Evolucao (TME).

O estado de espirito da Academia se projeta tanto nas suas teorias da origem do Universo, da origem da vida, como da evolução natural. A mesma visão de mundo vê o mesmo significado de existência nestes três eventos. Isto também ocorre com a TME. Com uma importante diferença:

A TAE baseia-se na existência produzida por Acaso. Com isto, o processo da origem do Universo não e’ o mesmo processo da origem da vida e não e’ o mesmo processo de nenhum destes dois eventos que  dirige a evolução. Claro, se os três eventos, ou mesmo apenas dois deles fossem executados pelo mesmo processo naos seria acaso, seria uma regra, uma lei natural. Por seu lado, a TME sugere e apresenta o processo que produz a embriogênese e evolução de um sistema biológico como sendo o mesmo processo que teria produzido a origem do universo e da vida e que dirige a evolução universal. Enfim, as duas visões do mundo sugerem um sentido da vida e valores morais totalmente diferentes.

No texto a seguir ( obtido no link abaixo) vamos ver uma ótima sintetização da historia, evolução e estado atual da TAE:

http://simbiotica.org/teorias.htm

Unidade na Diversidade

Aparentemente a diversidade é a regra no mundo biológico, sendo, até ao final do século XIX, considerada a sua característica principal. Os biólogos calculam que existam, atualmente, entre 30 a 50 milhões de espécies, das quais apenas  2 milhões foram descritas e denominadas.

No entanto, a partir do início do século XX os estudos bioquímicos fizeram ressaltar as semelhanças estruturais e fisiológicas dos indivíduos. Todos estes factos parecem apontar para uma origem comum para todos os seres vivos actuais, seguida de uma enorme diversificação.

As explicações para estes factos foram surgindo ao longo dos séculos, sempre baseadas em princípios religiosos, filosóficos e culturais, podendo ser atualmente classificadas  em dois grandes grupos:

  • Hipóteses fixistas – aceites sem discussão até ao século XVIII, consideram que as espécies, uma vez surgidas, se mantiveram inalteradas ao longo do tempo;
  • Hipóteses evolucionistas – também conhecidas por transformistas, surgiram no século XIX e consideram as espécies atuais o resultado de lentas e sucessivas transformações sofridas por espécies que já existiam no passado.

Fixismo

Existiram numerosas hipóteses fixistas ao longo da história da Biologia, umas mais duradouras que outras, umas mais fundamentadas que outras. Considerando-se que as espécies permaneceram imutáveis ao longo das eras, surge novamente a necessidade de identificar a causa do surgimento das espécies ancestrais.

Dessas hipóteses salientam-se as mais conhecidas:

  • Hipótese da geração espontânea – originalmente apresentada por Aristóteles, por sua vez influenciado por Platão (que referia que os seres vivos eram cópias imperfeitas de formas perfeitas de uma ideia – essencialismo) , considerava que os seres vivos seriam constantemente formados, a partir de matéria não-viva como o pó e a sujidade. Os seres vivos estariam organizados num plano, designado Scala Naturae, eterna e imutável, pelo que os organismos assim formados não teriam a possibilidade de alterar as suas características;
  • Hipótese Criacionista – baseada na reunião de escritos bíblicos e das teorias universalmente aceites de Aristóteles, considera que Deus terá criado todas as espécies, animais e vegetais, num único ato. Após esse momento, as espécies permaneceriam imutáveis, sendo qualquer imperfeição resultante das condições ambientais.

Evolucionismo

Durante a segunda metade do século XVIII começaram a surgir as primeiras ideias transformistas, contrariando o dogma criacionista-essencialista, que dominava firmemente o pensamento ocidental á muitos séculos. O centro da polêmica deixou de ser o facto de existir ou não evolução, passando a ser o mecanismo dessa evolução.

Duas novas áreas de conhecimento vieram revolucionar a visão da ciência relativamente ao mecanismo de formação das espécies:

  • Sistemática – esta ciência teve um desenvolvimento extraordinário durante o século XVIII, tendo como ponto alto o trabalho de Lineu, botânico sueco que estabeleceu o sistema hierárquico de classificação dos organismos, ainda hoje utilizado. Os estudos de Lineu, cujo objectivo era revelar o plano de Deus, permitiram a outros cientistas identificar semelhanças e diferenças entre seres vivos e uma possível origem comum a todos eles, originando terreno fértil para as ideias evolucionistas;
  • Paleontologia – no século XVIII, o estudo dos fósseis revelou a presença de espécies, distintas em cada estrato geológico, que não existiam na atualidade, contrariando a imutabilidade defendida pelo fixismo.

Novamente, numerosos cientistas conceituados propuseram teorias tentando esclarecer estes fenómenos, nomeadamente:

  • Erros – teoria proposta por Pierre Maupertuis no início do século XVIII, considerava que todos os organismos derivavam de uma mesma fonte original, apresentando ligeiras alterações em relação aos progenitores ao longo das gerações, devido a acasos e erros na reprodução. Estes erros eram devidos ao facto de o descendente resultar da união de uma “semente” masculina e de uma “semente” feminina, formadas por partes que se organizavam no embrião  graças a uma “memória” que podia ser errada. Deste modo, a partir de uma única espécie, poderiam obter-se numerosas outras aparentadas entre si, devido a diversos graus de “erro”;
  • Variações geográficas – teoria da autoria de Georges Leclerc, Conde de Buffon, intendente do Jardim do Rei em Paris em 1739, referia a existência de variações geográficas entre indivíduos da mesma espécie. O povoamento inicial teria sido feito por um certo número de espécies, as quais teriam sofrido uma sucessão de variações geográficas adaptativas, de acordo com as condições geográficas e alimentação do local para onde teriam migrado. Esta variação seria devida a sucessivas degenerações da espécie inicial, indicando já uma visão transformista do mundo natural. Buffon foi, também, o primeiro a questionar a idade da Terra, tendo proposto que a sua verdadeira idade seria de cerca de 70000 anos;
  • Hipótese catastrofista – teoria da autoria de Cuvier, naturalista muito conceituado na época (1799), que considerava que cataclismos locais (glaciações, dilúvios, terramotos, etc.) sucessivos teriam aniquilado as formas de vida preexistentes nessa zona, sobrevindo a cada um desses cataclismos um novo povoamento com novas espécies, vindas de outros locais. Deste modo explicava a descontinuidade entre estratos geológicos. Seguidores de Cuvier levaram esta teoria ao extremo de catástrofes globais destruírem a totalidade das espécies da Terra, sendo depois repostas por novos actos de criação divina (teoria das criações sucessivas). Esta teoria, portanto, tenta encontrar um meio termo entre o fixismo, que considera correto, e as evidências fósseis encontradas.

Apenas no século XIX as ciências em geral abandonam a visão estática do mundo, até então prevalecente:

  • Newton apresenta explicações matemáticas para o movimento dos planetas e objetos na Terra;
  • Descobrimentos revelam grande diversidade de organismos, até então desconhecidos;
  • Hutton, geólogo, indica uma idade da Terra muito superior ao até então aceite;
  • Lyell, em 1830, apresenta uma explicação para a descontinuidade biológica entre os diversos estratos geológicos. Este geólogo considerou a ação erosiva da chuva e dos ventos a responsável pela eliminação dos estratos em falta, provocando a ilusão de descontinuidade entre eles. Esta teoria ficou conhecida como  Lei do uniformismo, que inclui o Principio das causas atuais, segundo o qual os fenômenos que provocaram determinadas alterações geológicas no passado são iguais aos que provocam os mesmos acontecimentos no presente.

Um aspecto é de salientar na análise de todas estas teorias, é que nenhuma delas propõe um mecanismo de evolução.

As verdadeiras teorias explicativas do mecanismo da evolução só surgiram após da avaliação da idade da Terra em milhares de milhões de anos, por oposição á idade considerada desde o tempo de Aristóteles, que era de cerca de 6000 anos. Este facto permitiu a existência de uma evolução muito lenta, ao longo de incontáveis gerações de indivíduos.

Jean-Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck é considerado o verdadeiro fundador do evolucionismo, elaborando uma teoria que considera a ação evolutiva das circunstâncias ambientais a causa da variabilidade existente nos organismos vivos. No entanto, como não conseguiu apresentar provas concretas para a sua teoria e como não tinha amigos e relações importantes no meio científico, as suas ideias não foram levadas a sério, apesar de alguns dos seus discípulos terem continuado a defender as suas ideias, como Saint-Hilaire, que realizou importantes estudos de anatomia comparada. Lamarck é, também, o autor do termo Biologia, que baptiza em 1802.

Teoria de Lamarck

Lamarck era um botânico reconhecido e estreito colaborador de Buffon no Museu de História Natural de Paris. No entanto, tal não o impediu de ser severamente criticado pelas suas ideias transformistas, principalmente por Cuvier, tendo as suas teorias sucumbido ao fixismo da época.

A propósito dos seus trabalhos de sistemática, Lamarck enunciou a Lei da gradação, segundo a qual os seres vivos não foram produzidos simultaneamente, num curto período de tempo, mas sim começando pelo mais simples até ao mais complexo. Esta lei traduz a ideia de uma evolução geral e progressiva.

Lamarck defendia a evolução como causa da variabilidade mas admitia a geração espontânea das formas mais simples.

Observando os seres vivos à sua volta, Lamarck considerava que, por exemplo, o desenvolvimento da membrana interdigital de alguns vertebrados aquáticos era devida ao “esforço” que estes faziam para se deslocar na água.

Assim, as alterações dos indivíduos de uma dada espécie eram explicadas por uma acção do meio, pois os organismos, passando a viver em condições diferentes iriam sofrer alterações das suas características.

Estas ideias levaram ao enunciado da Lei da transformação das espécies, que considera que o ambiente afecta a forma e a organização dos animais logo quando o ambiente se altera produz, no decorrer do tempo, as correspondentes modificações na forma do animal.

O corolário desta lei é o princípio do uso e desuso, que refere que o uso de um dado órgão leva ao seu desenvolvimento e o desuso de outro conduz á sua atrofia e, eventual, desaparecimento.

Todas estas modificações seriam depois transmitidas às gerações seguintes – Lei da transmissão dos caracteres adquiridos.

O mecanismo evolutivo proposto por Lamarck pode ser assim resumido:

  • variações do meio ambiente levam o indivíduo a sentir necessidade de se lhe adaptar (busca da perfeição);
  • o uso de um órgão desenvolve-o e o seu desuso atrofia-o (lei do uso e desuso);
  • modificações adquiridas pelo uso e desuso são transmitidas aos descendentes (lei da transmissão dos caracteres adquiridos).

Deste modo, a evolução, segundo Lamarck, ocorre por ação do ambiente sobre as espécies, que sofrem alterações na direção desejada num espaço de tempo relativamente curto.

Alguns aspectos desta teoria são válidos e comprováveis, como ocaso do uso e desuso de estruturas. É sabido que a atividade física desenvolve os músculos e que um organismo sujeito a infecções desenvolve imunidade. Do mesmo modo, uma pessoa que fique paralisada, sofre atrofia dos membros que não utiliza.

No entanto, também existem numerosas críticas ao Lamarquismo:

  • a necessidade de adaptação, a “busca de perfeição” pelos organismos, não pode ser provada;
  • modificações devidas ao uso e desuso são adaptações individuais somáticas (fenotípicas), não são transmissíveis, não devendo ser confundidas com adaptações evolutivas, as quais implicam sempre uma modificação genética. Este facto foi comprovado por uma famosa experiência realizada por Weissman em 1880, que cortou caudas a sucessivas gerações de ratos e estes sempre nasceram com cauda;
  • Lamarck afirmava que a função determinava a estrutura mas tal não é verdade pois os caracteres surgem independentemente da ação do meio (como os caracteres inconvenientes ou nefastos). Actualmente considera-se a relação função/estrutura como biunívoca.

Pode-se concluir daqui que a teoria de Lamarck foi um importante marco na história da Biologia mas não foi capaz de explicar convenientemente o mecanismo da evolução.

No entanto, deve ser referida a existência dos chamados neo-lamarckistas, uma minoria no panorama actual da Biologia, mas que defendem que o meio realmente modela o organismo. Consideram possível a presença de proteínas citoplasmáticas que alteram o DNA, tentando explicar à luz da genética molecular os fundamentos lamarckistas. Reconhecem, no entanto, que apenas alterações nos gâmetas podem ser transmitidas á descendência.

Os anos seguintes foram férteis na recolha de dados de anatomia comparada, geologia e paleontologia, de tal modo que a teoria evolutiva de Darwin (1859) teve um impacto muito maior.

Desde essa data que a teoria da seleção natural de Darwin e Wallace se tornou um dos grandes princípios unificadores da Biologia, juntamente com a teoria celular e a dupla hélice do DNA.

Teoria de Darwin

Darwin era um médico sem vocação, filho de uma família abastada e com enorme interesse na natureza, tendo por esse motivo feito uma viagem de 5 anos no navio cartográfico Beagle, aos 22 anos. No início da sua longa viagem, Darwin acreditava que todas as plantas e animais tinham sido criadas por Deus tal como se encontravam, mas os dados que recolheu permitiram-lhe questionar as suas crenças até à altura.

Darwin sofreu várias influências, as quais permitiram a criação da sua teoria sobre a evolução dos organismos:

  • Charles Lyell, devido à sua lei do uniformismo e à idade da Terra, terá mostrado a Darwin que o mundo vivo poderia ter tido tempo para sofrer alterações muito graduais. Igualmente, devido a essa mesma lei, a falta de fósseis não mais poderia ser argumento contra a evolução;
  • Diversidade dos organismos de zona para zona e dentro da mesma espécie, embora pudessem ser notadas semelhanças, talvez devido a uma origem comum. Esta diversidade parecia relacionada com variações ambientais. Tal facto tornou-se aparente na sua viagem às Galápagos;
  • Selecção artificial, um aspecto do qual Darwin tinha experiência pessoal, devido a ser um criador de pombos conceituado. A escolha de certos cruzamentos leva a que características dos descendentes sejam muito diferentes das dos seus ancestrais, o que considerou poder ser uma pista para o modo como a natureza actuava (selecção natural, por oposição á selecção artificial ,devida ao Homem);
  •  Thomas Malthus, no seu trabalho Essai sur la population, considerou que a população humana cresce muito mais rapidamente que os meios de subsistência pois a população cresce geometricamente (2n) e os alimentos crescem aritmeticamente (2n). Deste modo, a Terra estaria rapidamente superpovoada pois a sua população duplicaria a cada 25 anos e os homens sofreriam a acção da selecção natural (fome, doenças, miséria, desemprego, etc.), que eliminaria as famílias pobres e de poucos recursos, os indivíduos de classe baixa, de modo geral. Darwin, abstraindo-se dos conceitos racistas e de classes implícitos na teoria de Malthus, transpô-la para as populações naturais, onde existiria uma “luta pela vida”: um ambiente finito, com recursos finitos, não pode sustentar um número infinito de indivíduos.

O crescimento das populações naturais faz-se segundo uma curva sigmóide, em que após uma fase inicial de crescimento exponencial (a natalidade é superior á mortalidade pois há muito alimento disponível), a população entra numa fase de desaceleração do crescimento (quando a mortalidade é superior à natalidade devido á escassez de alimento), a população estabiliza (quando a mortalidade e a natalidade são iguais).

Este “patamar” é bastante estável, mantendo-se a população nesse ponto durante gerações, se não surgirem alterações importantes no meio ambiente ou outro tipo de intervenções externas.

Darwin não se satisfez com o facto de as populações naturais funcionarem desse modo, quis, também, descobrir o modo como esse equilíbrio é atingido e mantido.

Dado que o ambiente não fornece os meios de subsistência a todos os indivíduos que nascem, é necessário que ocorra uma luta pela sobrevivência, sendo eliminados os indivíduos excedentes, mantendo-se a população num estado estacionário á volta de um valor mais ou menos constante.

Deste modo, é necessário conhecer os fenómenos que regulam o número de indivíduos numa população, ou seja, os factores que afectam as taxas de mortalidade e natalidade.

Os principais factores desse tipo são:

  • Abastecimento de alimento – depende dos autotróficos existentes e do fornecimento de energia radiante;
  • Predação – afecta a grandeza das populações de presas e de predadores;
  • Parasitismo – afecta o crescimento da população de hospedeiros;
  • Competição – intra ou interspecífica, pelo alimento, nicho ecológico, fêmea, etc., afecta o crescimento populacional;
  • Cooperação – favorece o crescimento populacional das espécies envolvidas.

Nas populações naturais existe variabilidade, mas como avaliá-la numericamente ?

O estudo dos caracteres quantitativos é fácil pois estes podem ser traduzir-se em valores numéricos e gráficos. Verifica-se que todas as características das populações apresentam uma distribuição quantitativa que, em gráfico, segue uma curva em forma de sino, simétrica em relação a um ponto médio e máximo, ou seja, uma curva normal.

Esse ponto médio (ponto de ajuste ou de aferição) varia com as populações e deve corresponder, teoricamente, ao ideal para a característica considerada, nesse momento e nesse ambiente.

Com base nos dados que foi recolhendo, Darwin formou a sua teoria sobre o mecanismo da evolução mas decidiu não a publicar, instruindo a sua mulher para o fazer após a sua morte. No entanto,  por insistência de alguns amigos e da mulher, começou a preparar a sua publicação, em 4 volumes, em 1856.

Em 1858, recebeu uma inesperada carta de um naturalista, Alfred Wallace, que descrevia resumidamente as mesmas ideias sobre a evolução. Mesmo assim, publicou a sua A origem das espécies em 1859, onde descrevia a teoria da seleção natural, a qual pode ser resumida da seguinte forma:

  • existe variação entre os indivíduos de uma dada população;
  • cada população tem tendência para crescer exponencialmente, se o meio o permitir, levando à superprodução de descendentes;
  • o meio não suporta tantos descendentes logo desencadeia-se uma luta pela sobrevivência entre os membros da população;
  • indivíduos com caracteres que lhes confiram uma vantagem competitiva num dado meio e tempo são mantidos por selecção e produzem mais descendentes – reprodução diferencial -, enquanto os restantes são eliminados, não se reproduzindo – sobrevivência do mais apto;
  • por reprodução diferencial, as características da população vão mudando num espaço de tempo mais ou menos alargado.

A teoria de Darwin considera que o ambiente faz uma escolha dos indivíduos, tal como o Homem faz na domesticação. Saliente-se, ainda, o facto que Darwin considerava possível a herança dos caracteres adquiridos, tal como Lamarck.

No entanto, para Darwin as forças responsáveis pela variação e pela selecção são diferentes: a variação ocorre ao acaso, sem qualquer orientação evolutiva, enquanto a selecção muda a população conferindo maior êxito reprodutivo às variantes vantajosas.

O vigor, a força, a duração da vida de um dado indivíduo apenas são significativos em termos da população na medida em que podem afectar o número de descendentes que lhe sobrevivem.

O ser mais apto é, deste modo, um conceito relativo (uma característica pode não ser favorável mas ter pouco significado no conjunto de muitas outras características favoráveis que constituem o genoma do indivíduo) e temporal (uma característica favorável num dado momento pode ser altamente desfavorável noutro, como o exemplo das borboletas Biston betularia bem o demonstra).

Existem dois tipos principais de selecção: a selecção artificial e a selecção natural.

A selecção artificial, como o nome indica, é devida á intervenção humana nos ecossistemas e na reprodução dos organismos, sejam eles animais ou vegetais. O papel do Homem corresponde ao da competição e da luta pela sobrevivência na natureza, “escolhendo” os indivíduos que sobrevivem e os que são eliminados. Deste modo, controlando os indivíduos que se reproduzem, condiciona-se o património genético das gerações futuras, bem como a sua evolução.

A seleção natural é definida como um conjunto de forças ambientais que atuam nas populações, tanto no sentido positivo (sobrevivência diferencial e capacidade reprodutora diferencial), como no sentido negativo (mortalidade diferencial).

Neodarwinismo

O principal problema, ou ponto fraco, da teoria de Darwin era a origem e a transmissão das variações que se verificam entre os indivíduos de uma mesma espécie.

Apenas em 1930 e 1940 os investigadores combinaram as ideias de Darwin com os dados, entretanto surgidos, de genética, etologia e outros.O resultado foi o surgimento de uma teoria denominada teoria sintética da evolução ou Neodarwinismo, que combina as causas da variabilidade com a selecção natural.

Estudos genéticos demonstraram que os fenótipos dos indivíduos resultam da acção do meio sobre os respectivos genótipos. Um genótipo é, potencialmente, capaz de originar uma multiplicidade de fenótipos, os quais se podem concretizar, se o ambiente necessário para as suas potencialidades se manifestarem existir.

Existem dois tipos de variação fenotípica: variações não hereditárias ou flutuações , devidas á influência do meio sobre o genótipo, e as variações hereditárias resultantes da expressão fenotípica de diferentes genótipos. Estas últimas são as únicas com interesse evolutivo.

Weissman considerou nos indivíduos a existência de duas linhas celulares independentes, que designou o soma e o gérmen. O gérmen, formado pelas células sexuais, era considerado imortal pois era transmissível. Deste modo, apenas as alterações que envolvam as células sexuais são hereditárias e têm influência evolutiva.

É certo que é pela reprodução que são transmitidos os caracteres das espécies de geração em geração. No entanto, se a reprodução assexuada tende a manter as características, a reprodução sexuada tende a aumentar a variabilidade dessas populações e das espécies.

De que modo isso acontece ?

  • Meiose, processo de produção de células haplóides – gâmetas -, apresenta alguns aspectos particulares que favorecem o aumento da variabilidade nos descendentes, nomeadamente:
  • separação ao acaso dos homólogos – cada ser diplóide apresenta pares de cromossomas homólogos, metade de origem paterna e metade de origem materna. Durante a meiose (processo fundamental para a formação das células sexuais, devido á redução cromossómica) dá-se a recombinação génica. As células haplóides resultantes do processo apresentam os cromossomas resultantes da separação ao acaso dos homólogos. Considerando uma célula com apenas 4 cromossomas (2 pares), as células-filhas podem ficar uma de quatro combinações possíveis de dois cromossomas. Este facto resulta de o número de combinações ser 2n, em que n é o número de pares de cromossomas (no caso humano será 223 =  8388608 possibilidades);
  • crossing-over – o sobrecruzamento dos cromossomas durante a meiose I pode fazer aumentar a variabilidade genética dos gâmetas. O cross-over permite a recombinação de genes localizados em cromossomas homólogos. Dado que cada cromossoma contém milhares de pares de bases e  que o cross-over pode ocorrer entre qualquer delas, as combinações são incalculáveis.

A fecundação, o fenómeno que permite transmitir ao novo indivíduo a constituição genética dos dois gâmetas. A união de dois dos gâmetas, entre milhares deles formados ou possíveis, faz com que a constituição genética de um novo indivíduo seja totalmente imprevisível.

Resumindo, a reprodução sexuada pode contribuir para a variabilidade das populações por  três vias: distribuição ao acaso dos cromossomas homólogos, sobrecruzamento e união ao acaso dos gâmetas formados. No entanto, a reprodução sexuada não cria nada de novo, apenas rearranja o que já existe nos progenitores.

O mesmo não se pode dizer das:

  • Mutações – as mutações, génicas e cromossómicas, alteram, respectivamente, a sequência nucleotídica (estrutura) e o arranjo dos genes ao longo do cromossoma. As mutações génicas podem ser delecções (perda de um ou mais nucleótidos), duplicações (acrescento de um ou mais nucleótidos) ou inversões (troca de posição entre nucleótidos). As alterações no número de cromossomas são geralmente devidas á não disjunção na meiose, por altura da separação os homólogos, levando á falta ou ao excesso de cromossomas de um dado par nos gâmetas produzidos. De um modo ou de outro, a mensagem é alterada, reflectindo-se na sequência de aminoácidos das proteínas sintetizadas, nas suas propriedades e, finalmente, nas características evidenciadas pelos organismos.

Por esta ordem de ideias, as mutações eliminam certos genes e originam outros. A maioria das mutações produz alterações tão profundas que os indivíduos delas portadores não são viáveis mas existem casos em que a mutação pode ser favorável, conduzindo á sua fixação. Deste modo, as mutações podem ser um importante factor de variabilidade e criação de novas espécies. É o caso das chamadas mutações tandem, duplicações de genes inteiros, que permitem a  libertação de um dos genes duplicados para a evolução para outra função, sem impedir o desenrolar da função.  Saliente-se, por último, que as mutações, tal como qualquer característica, também apresentam um valor relativo e temporal.

Um bom exemplo do efeito de uma pequena mutação nas características evidenciadas pelo indivíduo é o caso da hemoglobina S, a qual se forma por uma troca de um nucleótido na posição 6 da cadeia b da molécula:

DNA                 … C A T…                                             …C T T…

RNA                 … G U A…         em vez de                      …G A A…

aminoácido        … Val …                                               … Glu …

 

ou seja

 

hemoglobina S                   em vez de                  hemoglobina normal

Esta mutação provoca a doença anemia falciforme pois a hemoglobina mutante precipita nos glóbulos vermelhos, deformando-os. Este facto faz com que os glóbulos vermelhos, vistos ao M.O.C. apresentem um aspecto de foice.

A hemoglobina mutante não é eficiente no transporte de O2, logo os indivíduos portadores deste gene modificado apresentam uma menor capacidade respiratória, morrendo jovens em casos de homozigotia.

Esta situação potencialmente incapacitante é, no entanto, mantida em certas populações africanas particularmente sujeitas á malária, pois os glóbulos vermelhos falciformes não permitem a infecção pelo parasita causador da malária. Deste modo os indivíduos heterozigóticos para a anemia falciforme são seleccionados, pois a sua incapacidade respiratória não é dramática e são menos sujeitos á morte por malária.

Este exemplo apenas reforça a ideia de que é a população e não o indivíduo a unidade de evolução pois estes não são heterozigóticos por opção, atendendo ás vantagens fisiológicas que tal facto lhes permite em termos de adaptação ao meio, tal como não podem escolher se os seus descendentes o podem ser.

No que se refere á sua  constituição genética, cada população é como um sistema aberto, em que existe um contínuo fluxo de genes: negativo pela morte e positivo pela reprodução.

Outros importantes factores de variabilidade são:

  • Selecção natural – a recombinação genética e a mutação, referidas anteriormente, originam a variabilidade e a selecção natural “escolhe” entre os indivíduos portadores dessa variabilidade os que irão sobreviver, exercendo a sua acção continuamente, favorecendo os melhor adaptados. Conclui-se daí que a selecção natural diminui a variabilidade;
  • Isolamento – também diminui a variabilidade pois preserva e diferencia a população isolada em relação ás suas parentes mais diretas.

Considerando todas estas contribuições, bem como a intervenção directa de cientistas como Huxley, Dobzhansky e Simpson, a teoria sintética da evolução, ou Neodarwinismo, pode ser resumida da seguinte forma:

  • nas células, são os cromossomas que transportam os genes responsáveis pelo desenvolvimento dos caracteres de um indivíduo;
  • os gâmetas, formados por meiose, transportam metade da constituição cromossómica da espécie, devido á separação dos homólogos;
  • durante a meiose pode ocorrer cross-over, formando novas combinações genéticas;
  • mutações aumentam a variabilidade;
  • após a fecundação refaz-se o número diplóide da espécie, resultando uma descendência com diferentes possibilidades de combinações;
  • o potencial reprodutor das espécies é enorme, logo é sobre a variedade de descendentes que a selecção vai actuar, pois o meio não os pode manter a todos;
  • indivíduos melhor adaptados a um dado meio têm maior probabilidade de atingir a idade adulta – ser mais apto;
  • seres melhor adaptados reproduzem-se mais e transmitem os seus genes à geração seguinte – reprodução diferencial;
  • a população, formada agora por um novo conjunto genético (alguns genes surgiram e outros foram eliminados), pode, por isolamento, preservá-lo e evoluir.

Críticas às teorias darwinistas da evolução

As maiores críticas às teorias darwinistas estão relacionadas com a dificuldade em explicar o surgimento de estruturas complexas, que dificilmente teriam origem em apenas um acontecimento, por ação da seleção natural, como o olho, o cérebro, etc.

Um exemplo dessa dificuldade está na explicação da origem das asas dos insectos. As asas dos insectos são expansões do tegumento dorsal, não resultando de membros modificados.

Dada a complexidade da estrutura actual, é razoável considerar que inicialmente teriam surgido pequenas saliências dorsais no corpo dos indivíduos.

Porque teriam sido seleccionadas ?

Experiências demonstraram que as proto-asas trariam mais dificuldades que vantagens, pois não permitiam que o indivíduo planasse de modo controlado. Considerar que a selecção natural sabia antecipadamente a vantagem que o indivíduo teria com as asas plenamente desenvolvidas é tão absurdo como considerar que estas teriam surgido por uma única mutação, prontas a usar.

Novas experiências permitiram esclarecer, de algum modo, essa dificuldade pois revelaram que as proto-asas são excelentes termorreguladores, o que pode justificar a sua selecção. Actualmente as asas dos insectos desempenham essas duas funções.

Os principais críticos às teorias darwinistas consideram que estas não permitem explicar a macroevolução (diversificação dos grandes grupos), apenas explicando a microevolução (diversificação das espécies).

Deste modo, foram surgindo teorias alternativas, ainda não comprovadas, baseadas na teoria de Darwin mas com algumas alterações:

  • Neolamarckismo – o motor para a evolução seria a intervenção do meio sobre o genótipo, fazendo aparecer novos genes ou alelos. Este facto seria possível por acção de mutagénios, que aumentariam a taxa de mutação. No entanto, a principal dificuldade desta teoria é o facto de um aumento do número de mutações não conduzir a uma evolução direccionada pois as mutações continuam a ser aleatórias;
  • Teoria neutralista – esta teoria considera que o papel da selecção natural se reduz ao de eliminar as mutações negativas. Segundo esta teoria a maioria das mutações seria neutra do ponto de vista adaptativo, podendo fixar-se na população sem qualquer vantagem para os indivíduos delas portadores;
  • Teoria do equilíbrio pontuado – segundo esta teoria, a evolução decorreria em curtos períodos de alterações bruscas e radicais, em que se formariam numerosas espécies (a maioria das quais acabaria por se extinguir), intervalados por longos períodos de calma e de evolução muito lenta das espécies sobreviventes. As espécies novas seriam formadas por pequenas populações marginais da espécie-mãe, onde as mutações se espalhariam rapidamente. Neste caso, a sobrevivência da espécie não se deve exclusivamente à “sobrevivência do mais apto” mas também um pouco ao acaso.

“Nós somos filhos do Cosmos” – Dizem as Universidades. Nao somos. E Veja Porque

domingo, dezembro 11th, 2016

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Artigo em resposta ao artigo com link:

Nós somos filhos do Cosmos

http://www.universoracionalista.org/nos-somos-filhos-do-cosmos/

Este tipo de crenca, ideologia, visao de mundo, reina nos meios academicos e na midia noderna. Crêem que somos meros produtos da poeira de estrelas, e por isso – dizem – quando morremos, o que resta de nos sao apenas nossos átomos, os quais voltam a natureza para serem reciclados. E’ uma visão extremamente materialista, niilista, pela qual, a nossa existencia nao teria nenhum sentido nobre, e nao sei que tipo de humanos ela esta criando, o que estão fazendo com estas nossas novas gerações de desavisados. Algum tipo de mero zumbi vivo, buscando desesperadamente aproveitar o máximo de prazeres da vida aqui e agora, sem nenhum norte a guiar seu futuro?

O problema nao e’ os jovens zumbis – se o mundo determinasse que a existencia deles fosse o resultado de sua evolução. O que o mundo faz, cabe-me aceitar e nada mais. O problema e’ que a história desse mundo está provando que esta visão – de que sejamos mero produto da poeira de estrelas, ou casuísticos filhos do Cosmos material perceptível aos nossos cinco sentidos e alguns instrumentos tecnológicos que sao meras extensoes destes sentidos), esta errada. Eles querem ser racionalistas, mas nao atuam racionalmente, procurando os fatos e eventos naturais que indiquem o que somos, ou o que e’ este mundo. Veja no meu comentário abaixo como e’ fácil, racionalmente, destruir esta crenca de que sejamos gerados por estrelas e seremos mera poeira de estrelas:

E minha resposta enviada a seção de comentários ( aguardando moderação):

Louis Charles Morelli – dez-12/11/2016
Desculpe-me, mas dizer que somos filhos do Cosmos e’ o mesmo que dizer que somos filhos da placenta, e nao de nossos pais. “Aquela placenta” e’ o atual estado evolucionário da sopa terrestre primordial onde se iniciaram os sistemas biologicos (erroneamente definidos como “vida”). Mas nem a placenta e nem a sopa teria iniciado nem a “vida biologica” e nem a vida do meu corpo, se na sopa e na placenta nao estivesse presente o “código da vida”. No caso da placenta este codigo seria o genoma com seu DNA. No caso da sopa o codigo presente foi o “genoma” do sistema natural que se reproduziu na forma do primeiro ser biológico ( um simples sistema celular). Isto e’ racionalismo, qualquer outra teoria ou crença será mística, pois temos perante os nossos olhos aqui e agora como a coisa funciona, e rejeitamos esta evidência para acreditar que alguma entidade “viva” surja apenas de uma sopa de atomos juntados caoticamente. Os átomos, por certo, vieram das estrelas, do Cosmos, mas nunca ninguém comprovou cientificamente que estes apenas, por si so, podem se conectarem e formarem sistemas complexos, não existe nenhuma para essa teoria.

O primeiro ser vivo foi em si um sistema completo e funcional, portanto ele so pode ter sido gerado por outro sistema, mesmo que seja muito mais simples, e tem que ter estado naquela sopa. E a logica indica que esse sistema foi a Via Láctea, pois a vida surgiu dentro dela, produzido por ela, e galáxias eram o sistema natural mais evoluído na época da emergência dos sistemas biológicos. A existência do genoma com seu DNA no meio da placenta indica que no meio da sopa existia o genoma ou DNA da galaxia. E isto foi comprovado quando descobrimos que o building block do DNA – ou seja – a sua unidade fundamental de informação – tem exatamente a mesma configuração, a mesma imagem e a mesma operação funcional do building block das galáxias. Entao nao recebemos apenas os átomos do Cosmos, recebemos também o nosso codigo existencial.

Este codigo tambem foi o responsável pela montagem dos sistemas atômicos e por ultimo, estamos descobrindo que ele existe encriptado numa simples natural onda de luz. A qual pode ter sido emitida pela fonte que deflagrou o Big Bang. O que sugere que somos filhos de algo existente antes e alem desse perceptivel Cosmos. Eu sugiro irmos devagar com o andor, pois com certeza nao temos um cérebro e inteligencia capacitados ainda a entender este mundo, a verdade vai mais além. Nem por isso devemos estagnar nossa busca apontando alguma imaginação mística – como deuses mágicos – o que seria outro grave engano nao-racional. ( se queres ver como ‘e esse building block e toda esta historia, google ” A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”. E estarei aqui para qualquer debate… Abraços e congratulations por tentar trazer mais racionalidade a estas mentes ainda misticas…

O Universo e’ o Comeco e o Fim do Mundo ( Teoria da Fisica Moderna), ou Ele Termina no Meio do Mundo (Teoria da Matrix/DNA) ?

terça-feira, novembro 29th, 2016

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Este video e’ importante porque nos atualiza sobre o que a vanguarda da inteligência humana conhece e pensa sobre o nosso mundo, este Universo. No que tange ao pensar, ou seja, em relacao a sua teoria atual, e como eu tenho uma teoria diferente, postei um comentario no Youtube, o qual vai transcrito abaixo:

Louis Charles Morelli  Louis Charles Morelli – Dez/12-02-2016

We can’t understand the Universe without Physics and Math as we can’t understand the human body without the bone skeleton. Since that my personal method of investigation lead to a model of a galaxy expressing and covered by biological phenomenons, and that any natural wave of light expands in spacetime by the same way that a human body expands in spacetime – which suggests that light is moved by a vital cycle – I am suggesting that the understanding of the Universe only will be accomplished if biologists and neurologists ( due the presence of consciousness) comes to these telescopes and work together with astronomers, Physicists, Mathematicians, etc.

My results are not suggesting that the Universe is alive, or that it is an organism. It is a kind of bone skeleton made off fossils of our ancestors systems (atoms,galaxies…). The Universe stopped evolving while structured as the ground. What is evolving after galaxies is a flow inside the Universe, making the soft meat, like crustaceos with external skeleton and internal meat . My results are suggesting that the universe seems as an egg, dark matter could be like the amnion, but the mist important thing in this history is that our biological DNA is merely the biological shape of a universal DNA, which I called Matrix/DNA, which began in shape of light wave at the Big Bang and has modelling all natural systems, from atoms to galaxies to human brains.

So, the theory is suggesting that in this Universe is occurring a process of natural genetic reproduction of the thing that created it ( be it another universe containing biological coberture and consciousness, or other possible system). This theory was elaborated 30 years ago and since then I am trying to testing it, adding lots of predictions that were confirmed in this time, and registering thousands of evidences at its website. If you are curious about see ” The Universal Matrix for Natural Systems and Life’s Cycles”. Remember that the human bone skeleton is made by biological process. If the Universe is the skeleton, Physics and Math alone never will grasp what made the Universe, or what was before the Big Bang.. And they never will found the meaning of life.

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The Great Debate: PARALLEL REALITIES (OFFICIAL) – (Part 1/2)

https://www.youtube.com/watch?v=y8brILtcOSw

RNAs Auto-replicadores e a Controversia entre a Teoria Academica e Teoria da Matrix/DNA

domingo, novembro 6th, 2016

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RNAs copiadores reforçam ideia de como a vida na Terra começou

http://www.universoracionalista.org/rnas-copiadores-reforcam-ideia-de-como-a-vida-na-terra-comecou/

Meu comentário postado no artigo ( aguardando moderação)

Louis Morelli – (NOV)11/06/2016

O método de investigação da Matrix/DNA Theory esta sugerindo uma diferente versão para este tópico. E nunca foi encontrado nada no mundo capaz de auto-copiar com 100% de exatidão, então esta ideia é metafisica e porque forçar em sua busca e não revisar sua teoria?
Seja como for, o mecanismo da replicação tem que ter vindo de um mecanismo mais simples do estado do mundo físico momentos antes da origem da da matéria orgânica. Isto é racionalismo, pois do contrario teria que se acreditar que a matéria orgânica e aqui na Terra inventou do nada pela primeira vez no Universo este mecanismo. Então de onde veio, quais eram as forças naturais e elementos que executavam esse mecanismo mais simples? Assim trabalha a Matrix/DNA Theory, levantando questões racionais e buscando suas respostas racionais, dentro da logica natural conhecida. E nos encontramos uma resposta racional.

O RNA é a contraparte na forma biológica de uma função dos sistemas naturais que já haviam se apresentado nas formas eletromagnéticas, mecânicas, etc. como átomos, galaxias,etc. Na formula geral para sistemas naturais, o RNA foi identificado como executor da Função 5, ou seja, a função da reprodução destes sistemas. Na forma mecânica de sistemas como é a forma astronômica, a auto-replicação era mais simples, um simples processo de auto-reciclagem, onde o sistema tem que “morrer”, se desfazer, e de sua matéria ele se reconstrói. Isto é replicação ou reprodução menos evoluída, mais simples. Então sua contraparte biológica – o RNA – jamais poderia se auto-replicar, pois para isso depende da presença de outras funções sistêmicas, e neste caso, proteínas e talvez enzimas fossem suficientes. mas isto implica que RNA e proteínas surgiram separadamente, na mesma época e lugar.

Esta implicação vai contra o que se acredita na ciência acadêmica com tendencia ateísta, pois implicaria também na conclusão de que houve não-reducionismo da complexidade a um cepo único primitivo comum. Erra também o pessoal que defende o deísmo acenando com a ideia de irredutível complexidade. Porem, o problema é que a teoria acadêmica ainda acredita que o cepo primitivo comum (LUCA) existiu na Terra, quando na verdade, a Terra era uma parte deste cepo, pois ele compreende o sistema astronomico dentro do qual a vida surgiu (veja seu modelo teórico em meu website). E tanto RNA como proteínas são redutivos a um cepo localizado no espaço sideral. Nunca vão conseguir Um RNA que se auto-replique sozinho e por si só, a não ser que alguma elaboração sintética artificial o faça. Para entender isto sera bom ver a formula para sistemas no meu website ( proteínas são pedaços do circuito esférico do sistema).

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Cosmovisao Materialista da Ciencia Oficial Como a Doutrina Modelando os Cerebros dos Jovens

domingo, setembro 25th, 2016

As palavras a seguir sao o testamento  de um famoso e seguido professor de Biologia, Pz Myers, dono do famoso blog Pharyngula.”

” We are not ‘designed’ to do anything and neither is any part of the natural world. We evolved from a random sequence of evolutionary accidents, existing only because certain characteristics keep us marginally ahead in the arms race of existence. Nature is not pure and benign, it has no wisdom and it does not exist to nourish us and help us thrive. Nature is vicious, harmful and for thousands of years has been trying to fucking kill us. In the Palaeolithic period it was far better at doing this, with survival beyond thirty being extremely unlikely. Our ability to control the natural world, to process and store foods and to adapt our environment to meet our requirements is the one thing that has kept our head above the evolutionary waters and saved us from the miserable fate that befell every other hominid species in history.”

Read more: http://freethoughtblogs.com/pharyngula/#ixzz4LJAtUwns

Boa Informacao Cientifica Porem Fraca Argumentacao Racionalista.

sábado, abril 23rd, 2016

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( E melhor assistir o video no TED onde tem transcript, legenda, etc. Copie e paste   http://www.ted.com/talks/kenneth_lacovara_hunting_for_dinosaurs_showed_me_our_place_in_the_universe?language=en

 

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Meu comentario postado no TED:

Louis Morelli

Posted 4/23/2016
Great job, but the final Mr. Lacovara’s conclusion is a non-sequitur from scientific data. The final message is not the best for humanity salvation from extinction. This history of only 100 millions years and lomited to forces of this solar system are not enough for pointing out our place in the Universe. ……………….. If at the time of 5 mass extinctions no species had the opportunity for choices, and as believed by Mr. Lacovara, only events by chance could coming from the beyond the solar system, the emerged property of free-will at any species would be strongly not probable. Which and how any event by chance could create from nothing a new property where it never existed during the time of 5 mass extinctions? The unique possibility would be ” not expressed potential forces inside the solar system”, like happens with genetics. But, then, Science nas been not able to grasp this potential force, so, Mr. Lacovara is basing its conclusion on a non scientific perspective. ……………… A world view materialistic where mutations at some points in space/time inside this universe are under events by chance, never will get humans suppressing their addictions inherited from animals that would be necessary for the best plan just now. …………… We need something mentally stronger that could re-hardwiring our brains. By another hand, a mystical religious world view that believes in forces or elements coming from outside the solar system is not good also, it is worstt, because people instead trying will not fight, waiting the external miracle. I think that the naturalistic world view suggested by MatrixLight/DNA theoretical models, formulas and conclusions could do the job. …………… Since this issue is such important due being a case of our extinction or salvation, I would appreciate a debate here. Thanks.

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00:12 How do you find a dinosaur? Sounds impossible, doesn’t it? It’s not. And the answer relies on a formula that all paleontologists use. And I’m going to tell you the secret.

00:26 First, find rocks of the right age. Second, those rocks must be sedimentary rocks. And third, layers of those rocks must be naturally exposed. That’s it. Find those three things and get yourself on the ground, chances are good that you will find fossils.

00:47 Now let me break down this formula. Organisms exist only during certain geological intervals. So you have to find rocks of the right age, depending on what your interests are. If you want to find trilobites, you have to find the really, really old rocks of the Paleozoic — rocks between a half a billion and a quarter-billion years old. Now, if you want to find dinosaurs, don’t look in the Paleozoic, you won’t find them. They hadn’t evolved yet. You have to find the younger rocks of the Mesozoic, and in the case of dinosaurs, between 235 and 66 million years ago.

01:22 Now, it’s fairly easy to find rocks of the right age at this point, because the Earth is, to a coarse degree, geologically mapped. This is hard-won information. The annals of Earth history are written in rocks, one chapter upon the next, such that the oldest pages are on bottom and the youngest on top.

01:42 Now, were it quite that easy, geologists would rejoice. It’s not. The library of Earth is an old one. It has no librarian to impose order. Operating over vast swaths of time, myriad geological processes offer every possible insult to the rocks of ages. Most pages are destroyed soon after being written. Some pages are overwritten, creating difficult-to-decipher palimpsests of long-gone landscapes. Pages that do find sanctuary under the advancing sands of time are never truly safe. Unlike the Moon — our dead, rocky companion — the Earth is alive, pulsing with creative and destructive forces that power its geological metabolism. Lunar rocks brought back by the Apollo astronauts all date back to about the age of the Solar System. Moon rocks are forever. Earth rocks, on the other hand, face the perils of a living lithosphere. All will suffer ruination, through some combination of mutilation, compression, folding, tearing, scorching and baking.

02:52 Thus, the volumes of Earth history are incomplete and disheveled. The library is vast and magnificent — but decrepit. And it was this tattered complexity in the rock record that obscured its meaning until relatively recently. Nature provided no card catalog for geologists — this would have to be invented. Five thousand years after the Sumerians learned to record their thoughts on clay tablets, the Earth’s volumes remained inscrutable to humans. We were geologically illiterate, unaware of the antiquity of our own planet and ignorant of our connection to deep time.

03:36 It wasn’t until the turn of the 19th century that our blinders were removed, first, with the publication of James Hutton’s “Theory of the Earth,” in which he told us that the Earth reveals no vestige of a beginning and no prospect of an end; and then, with the printing of William Smith’s map of Britain, the first country-scale geological map, giving us for the first time predictive insight into where certain types of rocks might occur. After that, you could say things like, “If we go over there, we should be in the Jurassic,” or, “If we go up over that hill, we should find the Cretaceous.”

04:14 So now, if you want to find trilobites, get yourself a good geological map and go to the rocks of the Paleozoic. If you want to find dinosaurs like I do, find the rocks of Mesozoic and go there. Now of course, you can only make a fossil in a sedimentary rock, a rock made by sand and mud. You can’t have a fossil in an igneous rock formed by magma, like a granite, or in a metamorphic rock that’s been heated and squeezed. And you have to get yourself in a desert. It’s not that dinosaurs particularly lived in deserts; they lived on every land mass and in every imaginable environment. It’s that you need to go to a place that’s a desert today, a place that doesn’t have too many plants covering up the rocks, and a place where erosion is always exposing new bones at the surface. So find those three things: rocks of the right age, that are sedimentary rocks, in a desert, and get yourself on the ground, and you literally walk until you see a bone sticking out of the rock.

05:15 Here’s a picture that I took in Southern Patagonia. Every pebble that you see on the ground there is a piece of dinosaur bone. So when you’re in that right situation, it’s not a question of whether you’ll find fossils or not; you’re going to find fossils. The question is: Will you find something that is scientifically significant? And to help with that, I’m going to add a fourth part to our formula, which is this: get as far away from other paleontologists as possible.

05:43 (Laughter)

05:45 It’s not that I don’t like other paleontologists. When you go to a place that’s relatively unexplored, you have a much better chance of not only finding fossils but of finding something that’s new to science. So that’s my formula for finding dinosaurs, and I’ve applied it all around the world.

06:00 In the austral summer of 2004, I went to the bottom of South America, to the bottom of Patagonia, Argentina, to prospect for dinosaurs: a place that had terrestrial sedimentary rocks of the right age, in a desert, a place that had been barely visited by paleontologists. And we found this. This is a femur, a thigh bone, of a giant, plant-eating dinosaur. That bone is 2.2 meters across. That’s over seven feet long.

06:30 Now, unfortunately, that bone was isolated. We dug and dug and dug, and there wasn’t another bone around. But it made us hungry to go back the next year for more. And on the first day of that next field season, I found this: another two-meter femur, only this time not isolated, this time associated with 145 other bones of a giant plant eater. And after three more hard, really brutal field seasons, the quarry came to look like this. And there you see the tail of that great beast wrapping around me. The giant that lay in this grave, the new species of dinosaur, we would eventually call “Dreadnoughtus schrani.” Dreadnoughtus was 85 feet from snout to tail. It stood two-and-a-half stories at the shoulder, and all fleshed out in life, it weighed 65 tons. People ask me sometimes, “Was Dreadnoughtus bigger than a T. rex?” That’s the mass of eight or nine T. rex.

07:29 Now, one of the really cool things about being a paleontologist is when you find a new species, you get to name it. And I’ve always thought it a shame that these giant, plant-eating dinosaurs are too often portrayed as passive, lumbering platters of meat on the landscape.

07:45 (Laughter)

07:46 They’re not. Big herbivores can be surly, and they can be territorial — you do not want to mess with a hippo or a rhino or a water buffalo. The bison in Yellowstone injure far more people than do the grizzly bears. So can you imagine a big bull, 65-ton Dreadnoughtus in the breeding season, defending a territory? That animal would have been incredibly dangerous, a menace to all around, and itself would have had nothing to fear. And thus the name, “Dreadnoughtus,” or, “fears nothing.”

08:23 Now, to grow so large, an animal like Dreadnoughtus would’ve had to have been a model of efficiency. That long neck and long tail help it radiate heat into the environment, passively controlling its temperature. And that long neck also serves as a super-efficient feeding mechanism. Dreadnoughtus could stand in one place and with that neck clear out a huge envelope of vegetation, taking in tens of thousands of calories while expending very few. And these animals evolved a bulldog-like wide-gait stance, giving them immense stability, because when you’re 65 tons, when you’re literally as big as a house, the penalty for falling over is death. Yeah, these animals are big and tough, but they won’t take a blow like that. Dreadnoughtus falls over, ribs break and pierce lungs. Organs burst. If you’re a big 65-ton Dreadnoughtus, you don’t get to fall down in life — even once.

09:16 Now, after this particular Dreadnoughtus carcass was buried and de-fleshed by a multitude of bacteria, worms and insects, its bones underwent a brief metamorphosis, exchanging molecules with the groundwater and becoming more and more like the entombing rock. As layer upon layer of sediment accumulated, pressure from all sides weighed in like a stony glove whose firm and enduring grip held each bone in a stabilizing embrace.

09:44 And then came the long … nothing. Epoch after epoch of sameness, nonevents without number. All the while, the skeleton lay everlasting and unchanging in perfect equilibrium within its rocky grave. Meanwhile, Earth history unfolded above. The dinosaurs would reign for another 12 million years before their hegemony was snuffed out in a fiery apocalypse. The continents drifted. The mammals rose. The Ice Age came.

10:17 And then, in East Africa, an unpromising species of ape evolved the odd trick of sentient thought. These brainy primates were not particularly fast or strong. But they excelled at covering ground, and in a remarkable diaspora surpassing even the dinosaurs’ record of territorial conquest, they dispersed across the planet, ravishing every ecosystem they encountered, along the way, inventing culture and metalworking and painting and dance and music and science and rocket ships that would eventually take 12 particularly excellent apes to the surface of the Moon.

10:59 With seven billion peripatetic Homo sapiens on the planet, it was perhaps inevitable that one of them would eventually trod on the grave of the magnificent titan buried beneath the badlands of Southern Patagonia. I was that ape. And standing there, alone in the desert, it was not lost on me that the chance of any one individual entering the fossil record is vanishingly small. But the Earth is very, very old. And over vast tracts of time, the improbable becomes the probable. That’s the magic of the geological record. Thus, multitudinous creatures living and dying on an old planet leave behind immense numbers of fossils, each one a small miracle, but collectively, inevitable.

11:47 Sixty-six million years ago, an asteroid hits the Earth and wipes out the dinosaurs. This easily might not have been. But we only get one history, and it’s the one that we have. But this particular reality was not inevitable. The tiniest perturbation of that asteroid far from Earth would have caused it to miss our planet by a wide margin. The pivotal, calamitous day during which the dinosaurs were wiped out, setting the stage for the modern world as we know it didn’t have to be. It could’ve just been another day — a Thursday, perhaps — among the 63 billion days already enjoyed by the dinosaurs. But over geological time, improbable, nearly impossible events do occur. Along the path from our wormy, Cambrian ancestors to primates dressed in suits, innumerable forks in the road led us to this very particular reality. The bones of Dreadnoughtus lay underground for 77 million years. Who could have imagined that a single species of shrew-like mammal living in the cracks of the dinosaur world would evolve into sentient beings capable of characterizing and understanding the very dinosaurs they must have dreaded?

13:03 I once stood at the head of the Missouri River and bestraddled it. There, it’s nothing more than a gurgle of water that issues forth from beneath a rock in a boulder in a pasture, high in the Bitterroot Mountains. The stream next to it runs a few hundred yards and ends in a small pond. Those two streams — they look identical. But one is an anonymous trickle of water, and the other is the Missouri River. Now go down to the mouth of the Missouri, near St. Louis, and it’s pretty obvious that that river is a big deal. But go up into the Bitterroots and look at the Missouri, and human prospection does not allow us to see it as anything special. Now go back to the Cretaceous Period and look at our tiny, fuzzball ancestors. You would never guess that they would amount to anything special, and they probably wouldn’t have, were it not for that pesky asteroid.

14:02 Now, make a thousand more worlds and a thousand more solar systems and let them run. You will never get the same result. No doubt, those worlds would be both amazing and amazingly improbable, but they would not be our world and they would not have our history. There are an infinite number of histories that we could’ve had. We only get one, and wow, did we ever get a good one. Dinosaurs like Dreadnoughtus were real. Sea monsters like the mosasaur were real. Dragonflies with the wingspan of an eagle and pill bugs the length of a car really existed.

14:38 Why study the ancient past? Because it gives us perspective and humility. The dinosaurs died in the world’s fifth mass extinction, snuffed out in a cosmic accident through no fault of their own.

Matrix: Os dinossauros não foram culpados pela sua extinção? Bem… primeiro temos que tentar definer o que era um dinossauro. E claro, nessa definicao vai ter confucao de opoinioes, pelo velho problema de que cada obsrervador tem um construida mentalidade diferente de todos osoutros. Na minha visao, como eu define um dinossauro? Em primeiro ligar, eu vejo um “objeto”. Mas nao e’ um objeto como um pedaco de rocha, uma pedra, ou um galho de arvore caido, seco, sem movimentos.

Estou vendo um objeto onde seus atomos estao organizados de uma maneira muito mais complexa do que numa pedra. Isto me sugere que naquele objeto tem uma vsriedade muito mior de particulas diferenciadas entre si, particulas que cahmo de ” unidades de informcao unica”. Portanto, a historia de eventos naturais, os quais sao movimentos naturais especificos com seus estados temporarios, seus “angular momentos”, naquele ponto de onde emergiu tal objeto, naquela regiao de ambiente do universe natural, foi diferente da historia de eventos que produziu a pedra ou o galho seco que vejo ao lado do objeto dinossauro.

E aqui ja surge um problema a resolver. Aqueles 3 objetos estao agora ali, ladoa lado. Mastodos surgiram daquele ponto, ou um ou alguns, vieram sendo trazidos por foras naturais de outros pontos, o que significaria uma hostoria de eventos passados diferenyte, ou sejaseriam 3 historias difrentes mo sentido que emergiram de 3 pontos diferentes? Ou todos os 3 objetos emergiram do mesmo ponto, porem, as frcas do ponto se separaram a medida que iam avancando no tempo e avcabaram poe se constituirem em objetos bastante diferenciados entre si? Mas existe uma Terceira alternative. E’ possivel qie na unica historia de eventos daquele ponto ambiental especifico, tenha vindo de for a daquele ponto, forcas ineditas, nunca existidas na historia daquele pont. Ao chegar naquele ponto especifico do qual estava emergindo um ou mais objetos, estas forcas se infiltram em um oi mais objetos e passaram a dirigir o desenvolvimento do seu objeto …?

Ora, posso me segurar numa resposta com confianca porque acredito piamente nela: o objeto dinossauro veio do objeto lagarto ou lagartixa, a qual veio do objeto cranguiejo, o qual veio do objeto anfibio, o qal veio de uma bacteria, a qual veio de um ponto que era uma sopa de lementos num determinado ponto maior. No espacode ponto maior tem o objeto pedra, que veio de uma rocha maior, a qual veio de um planeta rochocso, o qual veio de poeira no espaco. E o objeto galho seco, o qual e’ im pedaco extraido tornado inerte nesta extracao, de uma arvore, a qual veio de uma plantinha, a qual veio ce uma celula vegetal, a qual veio de um ponto da mesma sopa qie veio o objeto dinossauro. ntao para encontrar a resposta a questao de quails foram as historias de events naturais que produziram aqueles 3 objetos agora lado a lado, temos que descer ao estado da Natureza quando era uma mera nuvem de poeira flituando no espaco sidereal. Aquela nuvem de poeiratem sua historia especifica, unica a ela, mas uando vamos ve essa historia, descobrimos que dentro dela ela se dividiu em dterminados temos de seu desenvolvimento, em tres sub- historias diferentes

Mas como e porque uma nuvem de poeura flutuando no espaco sidereal e tendo forcas internas se movendo, e stas forca ‘e que fizeram sua historia geral depois do seu estado inicial, como e porquedesta sopa seca e quase gasosa, cosmica, oi este ponti especifico dentro do objeto maior que se chama ” matureza e universal”, a material seria dividida em 3, e em dado momento uma parte dse separaria das oitras devido maior concentracao nela de uns tipos de forcas ou elementos de massa, emesm cntinandoa existir ali no mesmo ponto, lado a lado cm outros duas parted de sua mesma substancia inicial, seguiu uma tendencia diferente das outras duas parts? E mais tarde no tempo, stas duas partsque continuaram unidas apos a primeira separacao de tendencias, tambem se bifurcaram, se tdividiram em das dferentes tendencias? De maneira que hoje, naquele ponto da nebulosa de poeira, temos as tres tendencias se constituind em 3 objetos bastante difertentes unm dos outros?!

Entao, tivemos que regredir aquela primordial porcao de nuvem de poeitra flituando no rspcao e descobrios que nela existiam forcas diferenciafas entre s, elementos diferenciados entre si, e havia nela varias tendencias diferenciadas entre si. E este quadro inicial produziu estes 3 objetos que vejo agora.

Mas… nao posso afirmar com certeza qur foi assim. Pois nao tenho como saber se, apos inciada ahistoria geral daquela nuvem sidereal, nao tenha vindo elementos ou forcas de for a da nuvem, num mesmo tempo ou divididos em tempos dgferentes, que promoveram aquelas divisoes de tendencias. Entao,eu consigo montar uma historia geral daquela nuvem, mas nao posso confiar nela. Seeu quero e preciso de uma histroia geral em que confiar, vou ter que alem daquela nuvem, alem no tempo remote remote re no espaco sidereal. Aquela nuvem formou uma galaxia, esta galaxia e’ im ponto dentro da natureza, rodeadopor outros pontos onde tem outras galaxias, entao pereciso ir ao conjunto destas galaxias, ou seja, ao que chamo de Universo.

Mas nao vou. nao preciso mais perder tempo neste raciocinio porque agora ja sei o quevou encntrar alu: oponto do Universo nao sera suficiente para eu pobter uma historia em que acredite, terei que ir alem deste ponto do universe, ver  que tem ao redor, para saber se de la nao veio algumas forcas e elementos que interferiram na minha historia geral do Universo.

E aqui consigo a definicao para outros tres objetos-fenomenos existentes e interessantes. os fenomenos do ateismo e do deismo. Ateismo ‘e a mente que acredita piamente na sua historia construida do niverso, e esta historia nao contem de maneira alguma forcas ou elementos vinds e for a do ponto do universe; deismo, e’ a mentalidade qie acredita piamente na historia que ela construiu ou elaborou ou pensa ter vistodo universe, e ainda acredita nesta historia que contem forcas e ou elementos vindos de for a deste ponto do Universo. E agnosticismo, e a mentalidade que acredita ela nao tem condicoes de elaborar uma historia confiavel do universe. Eu particularmente nao vejo racionalismo nas duas primeiras mentalidades, entao fico com a Terceira e acredito que sou agnostico.

Com isso podemos voltar a palestra. O orador diz que a terra e’ muito velha, 4,5 bilhoes de anos, que nela existeebulicao, caos de movimentos, jofgode forcas internas e influencias de forcas externas, e neste contexto, existiram dinossauros, os quais conseguiram por 100 milhoes de anos sobreviverem no meio deste caos, mas ate que um evento deste caos foi mais forte que eles todos e neste evento desapareceram como objetos-istemas vivos, e se tornaram ossos que ficaram no meio deste rebulico, intactos, por mais 60 mlhoes de anos. O orador construiu sua versao teorica da historia deste ponto dentro da natureza universal que denominamos ” o Ponto Sistema Solar”, uma versao que nao contem forcas e elementos vindos defora do Sistema solar interferindo nest historia, e ele acredita piamnete nesta historia. O limite usado por lele para construer esta historia e’ o sstema solar, do qual ele nao conhece todas as forcas e elementos que o constutite. Este limite esta estrutuado em outra historia teorica em que ee acredita, que e a historua do ponto dentro da natureza universal chamadode galaxia. Sua historia teorica do Sistema solar se baseou na sua historia teorica da galaxia

Mas ele foi alem, e construiu uma historia teorica do pjnto dentro da natureza universal onde estao as galaxias, uma hstiria de 13,7 bilhoes de anos, que contem big-bangs, e que fala de um ponto dentro da Natureza miss que universal, chamdo de ponto do universe. Ele nao citou nunca as suas hirstorias teoricads da galaxia, d universe, e sto indica com certeza para mim que ele acredita pimante que conhece o Sistema slar e sua historia e que neste conhecimento desta historia e ele tem certeza que nenhuma forca ou element veio das galaxias, ou do universe de galaxias, ou  do ponto maior onde esta o ponto-universo, que tenha interferido na hostria dentro do Sistema solar. Assim ele termina afirmando que existe dentro do calculo das probabilidades, a certza de que todas as probabilidades sao ossiveis de acontecer na Terra, porque a Terra, apesar de seu metabolism interno, existe por muitos bilhoes de anos, dentro entao de um ponto nde o tempo parece estar parado. E dentro destas probabilidades, existe a probabilidade que tem de se confirmer, de acontecer num dia deste infinito numerous de dias, o evento da 6 extincao em massa. Para afirmar isto, ele tem que ter certeza que entre o tempo que aconteceram outras 5 extincoes de massas e o tempo ou interval do tempo da quanta para a sexta xtinao, nada de for a do Sistema slar vai veir oi veio aqui para interferer e midar a histora de algum ponto menor dentro do ponto maior chamdo de Sistema solar.

Alem daafirmar e acreditar que havera uma sexta extincao m massa, que nesta extincao a forma humana nao se sealvara, ele acredita e aforma que dentro doponto Sistema slar existe um ponto chamdoserhumano que tem o libvre-arbitrio e aforca a forca para se salvar deste evento de sexta extincao.

Ate sua crenca de que havera com certeza um sexton eventode extincao em massa, eu concord, apesar de nao concordar com sas versao da hostoria geal e sua crenca numa versao de historia geral. Mas eu vejo despontar entre seu conhecimento veridico de uma sexta extincao e seua crenca de que a humahidade tem o poder de escolher se salvar sdsta extincao, uma confusao mental causando um racioncinio paradoxal que cntem uma controversia interna, que anula racionalmente sua conclusao final. Se nada de fora do Sistema estelar veio intererindo durante o longo tempo wue conteve os 5 eventos  de extincao em massa; se todsos os elementos existentes dentro deste ponto sob estes 5 eventos nuca tiveram a capadidade de escolher entre se salvar ou nao, como e’ o que o Sistema solar criou ultimante uma novidade nunca existida dentro dele que se chama libre-arbitrio, ou seja, a capacidade de um dos elementos dentro do Sistema slar escolher que se quer se salvar ou nao? Olhe que isto se constitue numa … eu nao diria numa nova forca natural pois esta teria que ter emergido do nadae popocado dentro do espaco ds Sistema solar – mas eu diria uma nova, indedita, nunca existindo antes dentro Sistema slar… propriedade ao ququqla denomino de tendencia de forca? isto imploca que uma forca que vem de 13,7 bilhoes de anos como sao as forcas naturaus, de repente e nas ultimas fracoes do tempo cosmico, se transmutou sozinha, alterou sua tendencia natural tradicional. E sinto muito, no psso concordar eacreditar nisso. Uma forca natural e’ o mesmo que uma lei natural, ou seja, ela e’uma das absolitas leis naturais que existem. Poso ate aceitar a possibilidade que o corpo que carregue uma lei possa se mudra no tempo, mas nao consigo digerir a ideia de que a lei que ele carrega, ou seja, a sua tendencia, possa ser mudada. Vamos imaginar por xemplo, midando a lei absoluta da forca gravitcional, u do rlrmrno forvca denominado ondas de luz. isto altersria toda a natureza imedatamente de maneira que a desintegraria imrdiatamente. Acho we isso nunca aconteceu, portanto, aqui nuca se aplicou a le das probabilidades, aqui nunca existiu tal tipo de efeitos como variacao, mudanca, os 13,7 bilhoes de anos estao fundamentados sobre uns piucos pilaes absolittistas. Se algo pode vir de for a destes 13,7 bilhoes de anos, ou seja, de for a do Universo, que mude, fragmente o Universo, nao sera algo com tamanho que possa penetrar o Sistema solar e passer a sobreviver dentro dele, alterando sua historia. Criando uma tendencia nova nunca existida dentro do Sistema solar. A tendencia de um objeto dentro do Sistema solar de sair for a do unico camilho possivela todos os outros objetos xistentes dentro do Sistema slar. A tendencia que produzria o fenmeo conhecido como ” o objeto humano pde atuar diferente de todos s outros objetos em tdas sas historias, e escolher um caminho movo, inedito, nunca trilhado antes por nada dentro do sistema slar. Das duas ma. Ou nos nao temos a capacidade, a forca, o poder de escolher e portnto nada impedira que perecemos na sexta extincao, ou alguma forca ou lemento veio de for a do Sistema solar e caiu diretamente em cima da nossa especie.e assim sim, nos adquirims a capacidade, o poder, de evitar nossa xtincao n sexto evento.  Nao vejo nenheuma possivel Terceira alternative aqui. Entao, algo esta errado no racionicio do orador.

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objeto que auto se move, portanto nao ‘e igual ao galho caido, o qual ‘e inerte.

Uma imagem similar seria a de um robo, livre e solto na superficie da Terra,  sem inteligencia artificial, aoenas programado para repor sua energia e massa erodida, degradada, atraves de sensores que sentem a presenca externa do tipo de energia que precise, mais um programa de maquinas auto-reprodutivas divididas em duas unidades que se auto-complementam, portanto mais sensors para detector a unidade de complement. O que mais? Entao uma simples maquina tocada por m fluido corrente interno frio e transpostador de energia, uma maquina cujo unico sentido de existencia ‘e manter sua existencia, procurer e captar certo tipo de material, triturar esta material, fragmenta-la, que assim esta material fragmntda se insere automaticamente em seu corpo material, mantendo-o existindo.

Como a Natureza produziu tal fenmeno de dentro de si mesma? Se tem uma razao, mesmo inconsciente, apenas mero jogos de forcas naturais, para ter se saido com este fenomeno, devemos perguntar alem do como, porque tal maquina foi construida e qual o efeito desta maquina dentro dela propria, da Natureza?

Primeiro, na podemos esqucer do “que”, ou “quem” esta fazendo esta pergunta `a Natureza.  Sao os seres humanos. E o que ou quem sao so seres humanos? Apenas outro tipo de “sistema natural”

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( cont. do transcript)

They didn’t see it coming, and they didn’t have a choice. We, on the other hand, do have a choice. And the nature of the fossil record tells us that our place on this planet is both precarious and potentially fleeting. Right now, our species is propagating an environmental disaster of geological proportions that is so broad and so severe, it can rightly be called the sixth extinction. Only unlike the dinosaurs, we can see it coming. And unlike the dinosaurs, we can do something about it. That choice is ours.

15:34 Thank you.

15:35 (Applause)

Físicos/Matematicos com seus Megaprojetos Desequilibrando o Estado Evolucionário da Humanidade

sábado, abril 25th, 2015

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Este artigo é uma propaganda da Físca+Matemática visando receber mais fundos para continuarem seus grandes projetos. Mas leio-o pensando na conjuntura global da Humanidade e das Ciências gerais e sinto que está havendo um desequilibrio no progresso das Ciências e na qualidade de vida da maioria dos humanos, tambem tendo como causa esta seleção pelo investimento das economias da Humanidade.  Registro o artigo aqui para voltar nele com mais tempo e refletir melhor, mas já adianto alguns tópicos:

1) Os grandes investimentos no CERN, no Hubble, na estação espacial e agora no que será o substituto do Hubble estão nos levando em profundidade nas dimensões do micro ( Higgs Boson, neutrinos, etc.) e do macro ( origem do Universo, galaxias distantes, Marte, procura de vida nos exoplanetas, etc.) O lastimavel estado atual de 90 % dos humanos ainda escravos do trabalho forçado em nada está se beneficiando do desbravamento do micro e do macro, indicando que o maior investimento deve ser no médio, na nossa dimensão de atuação aqui e agora. E isto implica principalmente nas Ciências Economicas, no ajeitamento da substituição do homem pelo automatismo nas atividades rotineiras,na distribuição equitativa dos produtos das maquinas produtoras, assim como na Biologia e Neurologia para sanar e  aperfeiçoar os corpos humanos. É certo que tambem tem havido megaprojetos cientificos nestas áreas, como o Projeto Genoma, proteonics, a recente liberação por Obama de maiores fundos para o  estudo do cérebro,  o alimento transgenico, etc., os quais se referem à média e nossa real dimensão aqui e agora, mas o resultado final que se observa para os 90% ainda é sofrível, doenças milenares continuam a torturar e matar. Disto se deduz que temos de agir aqui como cidadãos responsaveis na opinião sobre para onde e como devem serem usados as economias publicas, pois se deixar-mos os fisicos-matematicos levam tudo.

2) Este avanço das Ciencias centrado na Fisica produz resultados tecnológicos prontamente apropriados pelos 10% aumentando-lhes o poder em relação aos 90%. Com isso a Humanidade hoje está repetindo a época em que um nosso ancestral comum se dividiu em chimpanzés e homo sapiens porque apenas o homo sapiens progrediu. Desde que acredito na versão da História Natural sugerida pela Matrix/DNA cosmovisão – somos 8 bilhões de genes necessarios e indispensaveis para a  construção da próxima forma transcendente – se istoestiver correto a Natureza não permitirá agora esta divisão e de alguma maneira fará com estes 10% o que já fez com iguais dinossauros e todos os outros grandes predadores. Portanto eu entendo a  gana dos cientistas na busca de investir tudo para saciar sua curiosidade suprema sobre os mistérios da existencia deste mundo, e me aproveito dos seus  frutos para saciar a minha igual curiosidade, mas não me esqueço de que à minha volta existem os 90% como problema primeiro e prioritario a ser resolvido pelas Ciências.

Leia o artigo que é muito elucidativo e interessante:

Big science is hard but worth it

http://www.sciencemag.org/content/348/6233/375.full