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Mistérios do Mundo Explicados pela Matrix/DNA: O Principio da Incerteza e a Dualidade Onda/Particula

sexta-feira, março 6th, 2015

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A fórmula da Matrix/DNA nos leva de imediato a formular uma explicação elegante que pode resolver alguns dos mais intrigantes mistérios na cabeça dos físicos:

a) Como é que uma partícula pode apresentar diferentes formas e estados ao mesmo tempo?! Como pode uma coisa ser onda e particula ao mesmo tempo?!

b) Num mundo onde tudo deve ser explicado com certeza tendo  por base a longa cadeia de causas e efeitos, como pode existir o “Principio da Incerteza de Heisenberg”, determinado a ser uma incerteza por toda a eternidade?!

Na fórmula da Matrix/DNA vemos que não apenas as partículas, mas o nosso próprio corpo apresenta-se como particula e onda ao mesmo tempo. Como?! Será que ouví direito? Impossível!

Vamos explicar. Em cada momento somos a síntese de uma vida, ou seja, nosso corpo não é apenas a forma que se apresenta aqui e agora, mas sim esta forma mais a memória de todas as formas anteriores da vida passada desde o momento do nascimento. Esta memória do passado chama-se “idade” e ela é mostrada visivelmente ao bater-se o olho em qualquer corpo humano.  Então a nossa forma aqui e agora, no presente momento, é a soma de uma forma e substancia espacial e uma forma e substancia temporal. Neste momento seu corpo está mostrando sua forma material no espaço, ao mesmo tempo que está mostrando seu tempo no espaço, sua idade.

A fórmula da Matrix/DNA descreve um sistema natural e em pleno funcionamento, e desde que todo sistema natural é montado pelo processo do ciclo vital, o circuito energético da fórmula tem que mostrar os aspectos espaço e tempo do sistema, ao mesmo tempo. O aspecto espaço é mostrado através das 6 formas principais do corpo do sistema durante uma vida do sistema, ou seja, temos uma visão de um corpo, que pode ser chamado de partícula dependendo do tamanho do observador. Enquanto isso,  o aspecto tempo, é apenas mostrado através das setas do circuito entre as formas do corpo. Estas setas significam que o fluxo de informações, na forma de energia, que corre dentro do canal do circuito, e que pode se tornar uma partícula se for instantaneamente interrompido, são o jeito que o tempo se propaga, na forma de ondas. Tal como as ondas que vemos numa tela onde se projeta o espectro da passagem e velocidade da luz.

Ora, se um observador cujo complexo sensorial só pode captar o aspecto “corpo material ocupando um pedaço do espaço”, e não pode captar ao mesmo tempo, todos os  momentos passados e futuros daquele mesmo corpo, mas sabe que isso existe, ele tentará calcular a idade do corpo pelo aspecto visível do corpo naquele momento. Por outro lado, se existir um observador que só possa captar o aspecto “tempo e história de um corpo”, mas não possa ver e sentir o corpo, será como assistir um filme de 80 anos resumido em poucos segundos. Na tela apareceria apenas um fluxo sem forma movendo-se a tal velocidade que a forma seria invisível.

Na linguagem cientifica, só existe um real fenômeno natural se ele puder ser medido. Por exemplo, Deus não pode ser medido, então, por esse método e raciocínio cientifico, Deus não existe. Sem parar para analisar o mérito desse raciocínio, ele é necessário e precisa ser respeitado, senão o Homem não pode ter uma Ciência para o conhecimento universal humano. O empreendimento cientifico realmente nasceu quando Francis Bacon se irritou com tanta gente de tantas tribos falando tantas coisas diferentes sobre este mundo e vendo tantas experiencias reais sendo perdidas pelo todo porque não acumulava de maneira ordenada as experiencias das partes, das varias tribos, e resolveu trazer todas estas experiencias, todos os fatos narrados para a mesa e dar uma definição unica para cada elemento sobre a mesa, a ser conhecido em todos os lugares e tempos futuros. Essa definição exata e com o acordo de todos os observadores ao redor da mesa é o que se entende por medição do fato.

Então a Física descobriu as menores partículas que compõem a matéria. E tratou de medi-las, para obter uma definição e ser transmitida para o conhecimento de todos. Elas tem uma forma, uma velocidade, um estado físico como sólido, gasoso, uma cor, etc., o máximo de dados que se pode obter delas. E foi aí que surgiu um grande problema com as partículas, o qual foi denominado de “Principio da Incerteza de Heisenberg”, devido o nome do pesquisador que primeiro constatou esse problema. Se fixamos uma partícula num ponto do espaço e num exato único momento,podemos obter e medir sua massa, mas não sua velocidade – e pelo pouco que sei, o normal das partículas é estarem sempre em movimento. Se projetamos o movimento de uma partícula na tela, vemos passar o corpo dela sem forma mas podemos medir sua velocidade. O que nunca dá para fazer é obter as duas medições juntas. E isso atrapalha enormemente o nosso conhecimento, controle, manipulação destas partículas e de todos seus efeitos no mundo real.

É como se alguem te disser: “Vi um alienígena que tem a nossa forma, mas é verde. Ele estava mamando numa mamadeira e ao mesmo tempo na frente de um computador vendo lá complexos gráficos e fórmulas… E ele me mandou um sinal telepático  informando que  vai vir te visitar ” Você não tem nenhum dado para decidir se o alienígena é uma criança ou um adulto. Se ele vai apenas vir brincar ou debater visões de mundos. Não há como se preparar para uma abordagem, como saber controlar e dominar o próximo evento, é ele quem vai decidir e dominar o que irá  acontecer. Assim sempre estaremos perante tais partículas.

Ora, mas a fórmula e visão de mundo da Matrix/DNA sugere que longe de ser umas completas estranhas e coisas de outra realidade, as partículas fundamentais da matéria são apenas mais uma das espécies “vivas” dentro da enorme diversidade de espécies no Universo, e como tais, são nossas longínquas ancestrais. Se são realmente nossas ancestrais, então provavelmente elas já devem possuir em sim mesmas, todas as propriedades complexas vitais que nós temos hoje, porem de forma muito simples evolutivamente falando, e a maioria sem serem expressadas, existindo apenas como potencial latente, esperando que se tornem mais complexas para se expressarem. Pois a mesma Matrix/DNA sugere que nada surge neste Universo por mágica, nem mesmo as nossas complexas atuais propriedades vitais… elas já existiriam aqui desde o primeiro momento do Big Bang. E se for assim mesmo… as partículas tambem são regidas como nós, pelo ciclo vital, aquela fôrça ou processo que faz um corpo mudar em várias formas, transformando-se continuamente, ao longo do seu tempo de existência.

Ora, vimos que para um alienígena que nunca viu um ser humano, ao se deparar com um, verá sua forma, mas nunca sua idade. Verá seu corpo material ocupando um ponto no espaço, mas nunca o ponto  que ele tem ocupado na escala natural universal do tempo – apenas o tempo presente. E nós humanos somos como alienígenas observando a espécie das partículas… está aí então explicado o problema descoberto por Heisenberg.

Heisenberg nada sabia sobre a fórmula da Matrix/DNA para sistemas naturais e nunca pensou nas partículas como sendo em si mesmas, sistemas – apesar dos mais simples possíveis. Mas, enquanto esta fórmula é uma realidade quando descreve todos os sistemas biológicos, ela ainda é apenas uma teoria e existindo apenas dentro de uma cabeça de um ser humano, no tocante a ser a mesma fórmula para todos os sistemas do Universo, para todas as porções de matéria organizadas num corpo, como são as partículas.  Já tenho reunido milhares de evidencias sugerindo que ela exista, mas isso ainda não é suficiente para se acreditar que ela exista de fato. Enquanto esta prova final não vem, podemos nos entreter com as explicações elegantes que ela fornece para fenômenos que ainda não possuem explicações comprovadas. A incerteza de Heisenberg que se espalha das partículas para a maioria dos fenômenos tratados ao nível subatômico – no reino estudado pela teoria quântica – ainda continuará a ser uma incerteza, não vamos acreditar que a resolvemos. Mas tambem não é inteligente e salutar ignorar totalmente esta sugestão,pois ela fornece idéias para novas abordagens e experiencias, e apenas através de novas abordagens, novas experiencias e  novos dados, resolveremos definitivamente este problema.

O Debate Entre os Que Projetam o Homem para Interpretar o Mundo e os que Ignoram o Homem na Mesma Interpretação

terça-feira, novembro 4th, 2014

O brilhante astro-físico Brian Koberlein, em seu website publicou um artigo interessante intitulado “Self- centered”, o que talvez se traduza por “egocêntrico”, como sendo as pessoas comuns que normalmente projetam a personalidade e experiencia de vida humana quando tentam explicar o mundo, o Cosmos desconhecido. Eu penso que no fundo sua intenção foi dar vazão à moda entre os modernos cientistas materialistas de repudiar o pensamento popular, considerado por eles “mistico” e sem fundamentos racionais.

Apesar de eu tambem sentir certo desconforto quando vejo essas crenças populares, não é menor meu desconforto quando vejo as crenças destes materialistas. Pois se o homem comum é egocêntrico – e sabemos que é – o homem não-comum porque está situado no pedestal da intelectualidade moderna, é mais egocêntrico ainda. Diria que é “ego-criador”, pois ele não vê nada de humano no Cosmos, portanto, o humano se auto-criou, a partir da matéria não-orgânica. Para mim, tanto os egocêntricos quanto os ego-criadores estão errados, ao menos é o que está sugerindo meus modelos téoricos deste mundo compilados na Matrix/DNA Theory. Bem… como não podia deixar de ser, imediatamente sentí a necessidade de retrucar ao artigo do Brian, no comentário copiado abaixo, que postei no artigo cujo link é:

Self Centered

https://briankoberlein.com/2014/10/28/self-centered/

BY  · 28 OCTOBER 2014

E meus comentarios postados ( aguardando moderação)

Louis Morelli: 04, November, 2014

To Brian Koberlein, who said: “Of all the ideas in astronomy and cosmology, the anthropic principle is perhaps the most controversial”. My question should be:

“And why is not controversial the common strong anti-anthropic principle among cosmologist and astronomers?!”

What’s the opposite of self-centered? Is it self-created? The title of this article must contains these two kinds of people.

I think ( and I know that my little brain thinks lots of wrong things) that you was educated inside a world view that is biased and like the people making the mistake of anthropic principle has no conscience of their mistake, you too have no conscience of yours mistake. And I will suggest an answer to my question:

The Cosmos is being “scientifically” seen and interpreted by humans whose intellectual formation was dominated by Physics and Math. You know… Copernicus, Galileo, Newton, etc., were biased towards Physics and Math. No Biologists, Chemists, Neurologists, pointed the telescopes to the sky. This fail from our sciences was worst when Darwin ( a naturalist philosopher) forgot the sky for elaborating the evolutionary theory. Supposing that the stupid matter of this lost rock-planet has invented the process of evolution.

Biological systems ( aka, life) like human beings were produced by this galaxy and inside this galaxy. No information came from outside this galaxy, due the distance among them. So, all life’s properties ( like sexual reproduction, metabolism, embryogenesis, digestive apparatus, etc.) must have been in its primitive e less complex shape existent at this galaxy. Thinking that they were not is not rational, it is magical thinking. So, why the theoretical model of galaxies made by the western current academic mindset does not points out where these properties are? Because they does not see the necessity for doing that due their strong anti-anthropic principle.

The modern current cosmology have divided the Universal History of Evolution into two blocks, without connections between them. There are no bridges, no evolutionary links between Cosmological Evolution and Biological Evolution in this theoretical model. But… it is against all that we know about Reason! Reasoning. Logistics. Atoms systems, astronomical systems, are species of natural systems that are ancestors of biological systems, that’s it. Like prokaryotes and reptiles are ours ancestors species. So, there is something anthropic in the sky, ours roots are there.

My big question that have wrapping my mind at night is “what happens with human brains ( by 1.500, or Middle Age) that, suddenly, suffered a mutation and was hard wired by Physics and Math alone?!”

If you could considering the hypothesis that all our modern staff of our modern schools are making a big mistake also, based upon a wrong world view; if you think that still is possible that cosmology is subject for a total revolution like the one when the heliocentric model changed the geocentric model; that Physics and Math, when approaching the human body are able only for seeing the human bone skeleton and its mechanics properties, being blind to the coverture of soft meat and neuronal connections, and so, is the same when Physics and math approaches to the Universe, seeing only its skeleton composed by galaxies… you will be interested in trying totally different astronomical models, calling Biologists, Chemists, Neurologists for participating. You can see a tentative of doing that, it is called “The Universal Matrix/DNA of All Natural Systems and Life’s Cycles”, googling it. Sorry, but, I am coming from other different habitat than the schools that you have – the heart of Amazon jungle – and as a naturalist philosopher asking answers to the virgin and salvage Nature, i am suspecting that a weak anthropic principle is part of the Cosmos, which is the creator of who has anthropic properties.

Um minuto para o Universo é 23.4 bilhões de vezes um minuto humano!

terça-feira, novembro 4th, 2014

Eu estava pensando no excelente artigo de Brian Koberlein sobre a confusão que dá na cabeça dos astronomos quando tentam entender e calcular as gigantescas dimensões do tempo na escala de galaxias e do Universo quando tive uma idéia e inventei a “Morelli Constant Universal Rate”. O numero é 23,4 billions. O meu post abaixo explica como isso funciona:

 

Louis Charles Morelli – postado em 04, November,2014
It’s not so hard to wrap your head around the immense time scales of the Universe if you know the Morelli Constant Universal Rate. The number is 23,4 billion.
I will explain: Since that this Universe is a kind of cosmic egg where is occurring a genetic process of reproduction of the unknown thing that produced this egg;… Since that Universal evolution is the evolution of a unique natural system that began at the Big Bang in shape of quantum vortexes, then became atoms, galaxies, cells, humans and now consciousness,… Since that ontogenesis recapitulates morphogenesis… ours lifelong of 80 years is proportional to the lifelong of the Universe…

It means that the universal embryo being nurtured here takes 13,7 billion years for getting consciousness, while human beings takes 7 months. Since that the process for consciousness is the same for humans and universes, it is enough multiplying 13,7 billions years by 12 months a year, for knowing how many months is the Universe old: 164,4 billions months.
Now you must divide it by 7 months, getting the number/ratio of 23,4 billions. What it means?
If you want to know what is one minute for the Universe, multiplies the human minute by 23,4 billions. If you want to know how the Universe feels when sitting at a bus stop waiting one hour for the bus, multiplies yours one ours by 23,4 billion times.
But… if you want to know how manny times the Universe becomes furious when listen to my calculations, multiply the irritation that you had here reading my post by ten trillion times….hehehe….

Do “Quantum Entanglement” a Homens Contendo Cromossomas Y Contendo Homens

sábado, novembro 1st, 2014

Por favor, que ninguem leia isso aqui porque é nocivo à saúde mental. Apenas está escrito aqui porque assim tem que ser, assim aplico um método sobre estranhas intuições, misturando tudo, e a cada tempo retorno pondo ordem na casa até elaborar mais uma tese. Tem muita coisa errada aqui ainda e você não entenderia nada.

De onde veio este fenômeno onde um homem está dentro de um cromossoma Y e o cromossoma Y está dentro do Homem?

Veio do entanglement ( entrelaçamento) quantico… (?!) …

Vamos recapitular o que é entanglement quântico.

O cientista pega um par composto de uma particula positiva que gira para a direita e outra partícula negativa que gira para a esquerda. Põe a positiva numa caixa em New York e a negativa numa caixa em London. Então, faz com que a partícula positiva de New York mude seu sentido de rotação, ao invés de girar para a direita, faz ela girar para a esquerda. Quando ele observa a partícula em Londres, ao invés de ela continuar a girar para a esquerda como ele a deixou, vê que ela mudou tambem, está girando para a direita.

Não encontraram explicação racional, comprovada, do porque isto acontece. Mas pensando neste problema, acho que achei a solução, ou ao menos, o principio da solução. Parece tratar-se de questões relativísticas, ou seja, dependem de qual a posição do observador no seu ponto do tempo/espaço. vamos buscar alguns exemplos:

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a) O problema dos tamanhos;

O corpo do homem é grande e contem o corpo do cromossoma Y, que é pequenino. Mas o corpo do cromossoma Y contem o corpo do homem dentro dele. O corpo do homem foi feito pelo corpo do cromossoma Y, mas o corpo do cromossoma Y foi feito pelo homem. Por isso, dois micróbios de mesma espécie, mas um vivendo dentro do corpo do homem, e outro vivendo no liquido dentro do corpo do cromossoma, estão brigando ha muito tempo, numa discussão que não tem fim.  O microbio no corpo do homem telefona ao microbio no cromossoma gozando dele e jactando-se que vive num universo muito maior quer o universo cromossômico do outro microbio. E outro microbio pergunta como é e qual é o nome do seu Universo, e recebe como resposta a descrição do corpo de um homem e a noticia de que este corpo chama-se “homem”. Então o microbio dentro do cromossoma, no meio do liquido, olha para baixo e vê o corpo do homem pequenino, muito menor que seu universo. E retruca: “Bah… você diz isso porque nunca viajou, nunca saiu do seu mundinho, nunca veio aqui. Pois em verdade te digo que estou agora caminhando, pisando sobre seu universo inteiro e ele é muito pequenino.”

Enquanto não  chegam a um acordo, o telefonador alimenta sua arrogância e diz ter certeza que o seu universo, o corpo do homem, existe ha muito mais tempo que o universo do ouvinte, inclusive, foi o seu corpo de homem que fez, criou, o Universo do ouvinte. O ouvinte retruca dizendo isso ser impossível porque ele sabe que o homem foi criado pelo seu Universo.  lembra-nos a velha discussão entre humanos: quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

Mas imaginando essa situação somos levados novamente aos mistérios das partículas no nível quântico. Se um observador situado na Terra olhar para outro planeta do mesmo tamanho, a olho nu, claro, saberá com certeza que o imenso planeta que ele vê aqui é muito maior que aquela pequena bola no céu. O mesmo aconteceria a um observador sentado no outro planeta, seu planeta seria muito maior que o outro. É apenas quando juntamos os dois corpos num mesmo ponto do espaço, ou aproximamo-los muito, que um terceiro observador, fora dos dois, pode certificar-se que  ambos tem o mesmo tamanho…?

Se o cientista está em New York observando a partícula, não enxergará a partícula em Londres. Mas e se enxergasse? Claro, a de Londres seria para ele muito menor. Porem, ele antes de separa-las, viu as duas partículas próximas uma outra, e o que concluiu? Que as duas tem o mesmo tamanho? Esta pergunta só será respondida quando eu souber como é que os cientistas veem estas partículas. É quase certeza que não veem, apenas veem seus efeitos ao redor. E como então podem saber a respeito de tamanhos? Existem outras maneiras de medição, como por exemplo, do peso das partículas, etc. Pesos iguais, efeitos iguais, as duas devem serem do mesmo tamanho.  E quanto á idade das duas? Bem, me parece que podem ver ambas se formando, como em uma colisão de super-partículas. Então tem a mesma idade. Mas… e se não? E se as duas não existem ao mesmo tempo, porem como tudo no mundo delas funcionam quase à velocidade da luz, não vemos que uma existe dentro da outra, mas que a menor contem a maior, … como o corpo do homem contem o cromossoma que o contem? Que na verdade possuem pesos tao diferentes quanto a diferença de pesos entre um homem e um cromossoma, mas como uma se transforma na outra à velocidade da luz, sempre só conseguimos pesa-las quando ambas estão em meia vida? Isto seria o fundamento nos princípios do Universo que mais tarde chegaria ao fenômeno que vemos hoje entre o homem e seu cromossoma.

Bem,… esse primeiro problema relativístico para entender-mos a evolução desde o nível quântico para o nível macroscópico fica parado por aqui, por enquanto… vamos ao segundo:

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b) O problema dos spins conectados

Vamos pensar num homem e um cromossoma Y que está dentro de seu corpo. Vamos por esse homem de olhos vendados dentro de uma sala com vácuo total e em cima de uma plataforma pequena, redonda, que gira para a direita. De maneira que o homem não tem como saber que está girando. Dentro do homem tem um saquinho microscópico, cheio de liquido, e no meio do liquido, o cromossoma Y. Na mesma posição vertical que o Homem está. Se o homem gira e o saquinho não, o liquido está parado. Se o liquido está parado, o cromossoma no meio dele está parado.

Você está viajando num trem, olhando a paisagem através da janela. Se o trem for extremamente suave e com velocidade sempre igual, com o tempo seus sentidos não percebem mais que você está sendo movido. tal como o homem em cima da roda girante. mas seus olhos estão vendo o mundo lá fora que “parece estar-se movendo e rápido, passando na frente de seus olhos. Você está indo na direção oposta que o mundo está seguindo. O mundo está indo de B para A, voando para a frente, enquanto o resto dele vem vindo atras. Agora a coisa mudou: o mundo é o trem com seus vagões, passando os primeiros vagões primeiro, e depois vem passando os outros de trás. Se o mundo tivesse olhos e consciência, ele estaria pensando que você está indo ao contrario dele, de A para B. O mundo está indo para o seu futuro, enquanto você está indo para o passado do mundo, ou seja, os vagões dele que ficaram para trás.

Em relação às partículas, o que é que autoriza o cientista dizer que a positiva está girando para a direita? Se o mundo que o cientista está é redondo, qual o ponto fixo ele está usando para dizer que algo está à direita, ou à esquerda? E se o mundo em que o cientista está, está girando, portanto o cientista também, quem garante a ele que a partícula não está parada? Quem garante ao homem vendado dentro da sala hermética, que não é seu cromossoma que está girando para a esquerda, e sim que ele está girando para a direita, enquanto o cromossoma está na realidade, parado?

O que importa aqui ( antes das inquirições filosóficas), é que encontramos duas situações exatamente iguais, porem, uma acontecendo no nível dos humanos, e a outra acontecendo no nível das partículas. E como acreditamos que o mundo humano é resultado de um processo de evolução que teve no seu passado o mundo das partículas ( e não o contrario: ou seja, sabemos que no passado não estavam os humanos e hoje não estão compondo as partículas), as características complexas que formam o mundo humano são evoluções destas mesmas características, na sua forma mais simples,  que formam o mundo das partículas. Pois as partículas são como os répteis, no sentido de que os répteis são uma espécie ancestral dos humanos, e as partículas tambem são uma espécie ancestral dos humanos, apenas mais distante no passado que os répteis. Então, a explicação da estranheza e desentendimento que acontece com o homem no trem e o mundo fora do trem, que acontece com o homem na sala e seu cromossoma Y, e acontece com a partícula em New York e outra partícula em Londres, tem que ser a mesma e unica explicação.

Mas é realmente difícil para nossa inteligencia, digerir isso. O motivo é que enquanto no caso do homem no trem e o mundo la fora, nós conseguimos nos colocar nas duas posições, ora no lugar do homem observando o mundo, e ora no lugar do mundo observando o homem, e tambem no caso do homem e do cromossoma Y nos conseguimos colocar nas duas posições, ora lugar no lugar do homem, ora no lugar do cromossoma Y, no caso das partículas, não conseguimos nos colocar em nenhuma das duas posições: o cientista é um terceiro observador. Fico imaginando como um alienígena que nada entende de motores e trens, estando situado num ponto do espaço onde apenas vê o planeta Terra mas não vê o sistema solar, concluiria do que estivesse vendo. Ele estaria vendo o planeta girando, o homem girando junto com o planeta, ou seja, na mesma direção do planeta, e ao mesmo tempo o cromossoma Y dentro do homem, tambem girando, mas no sentido contrario. Penso eu. Ou não? Ainda penso que sim…

Ele estaria sofrendo de ilusão de ótica? Dentro do liquido parado, o cromossoma está parado em relação ao seu mundo externo imediato. Não tem como contestar isto. Realmente isto é “de fundir a cuca” mas o problema maior para o alienígena é identificar qual movimento é um real movimento e qual é falso. Sem saber que a Terra gira movida por forças externas ( que vem do sistema solar, e/ou da galaxia, e/ou do Universo) ele acharia que ela tem uma força própria que a faz girar. Mas então o trem não poderia ter força própria fazendo-o se mover. Como poderia achar que o homem na sala é quem está parado porque não tem força própria ou externa fazendo-o se mover… mas então o cromossoma e a água em volta dele teria que ter uma fôrça fazendo-os moverem-se. É possível que a Terra realmente tenha sua força própria, como a mais recente teoria sugerindo que galaxias giram devido serem dipoles, onde o núcleo tem carga elétrica positiva e a periferia, negativa, e o jogo entre estas duas cargas faria o corpo girar sobre seu eixo. Mesmo assim, o homem na Terra tambem estaria girando aos olhos do alienígena. Seria fácil para ele perceber que a força está no planeta e não no homem, mas isto porque tanto o planeta e o homem giram na mesma direção. E se o homem estiver indo no sentido contrario? E se ele tiver a força e o planeta não? O alienígena iria suspeitar que o planeta está parado e o homem se movendo?

Se o cientista correr para Londres e observar a partícula girando à esquerda, ele não verá a partícula em New York. Se ele se colocar no meio do caminho, não verá nenhuma das duas. Mas ele pode aproxima-las um metro uma da outra e ver as duas. É como alguem num helicóptero vendo o trem e o mundo externo ao mesmo tempo. Os dois girantes, ou moventes, tem força própria, e os dois tem tendencias de direção opostas. Mas… o trem pode fazer uma curva de 180 graus e mover-se na mesma direção do mundo externo… bem, essa linha de raciocínio não nos leva a nada, Einstein já pensou nisso exaustivamente. Apenas ele não pensou em comparar o que acontece com o mundo ao nível quântico com o mundo ao nível humano para tentar entender como foi a evolução.

Se imaginar que a Terra está girando no sentido leste>oeste, e o trem, dando uma volta na Terra no sentido contrario, o que aconteceria se parar a Terra, e faze-la girar ao contrario, de oeste para leste, com o trem? Ele agora estaria movendo-se no mesmo sentido da Terra, nunca mudaria a direção de seu movimento. Mas como não? Ele vinha de oeste para leste, a terra agora tambem está de oeste para leste…  Em relação ao passado da terra, um planeta que girava numa direção e o trem na direção oposta, agora no presente da terra, o trem está girando não ao oposto, mas igual, então o trem mudou sua direção. Isto significa que se mudar o spin da Terra, muda o spin de um corpo dentro dela. Da mesma forma, se mudar o spin de uma partícula positiva, muda o spin da sua parceira negativa. O problema é que o trem está dentro da terra, enquanto as duas partículas estão separadas no espaço. O problema é que se imaginar-mos o planeta e o trem separados no espaço, vemos os dois girando na mesma direção. E as duas partículas nunca giram na mesma direção.  Mas ponha uma partícula parada e a outra a girar, separadas. Veremos as duas girando, uma ao contrario da outra?

Pinte as duas partículas, metade preta e metade branca. Ponha uma parada aqui, com  e a outra girando sobre si mesma mais acolá. Agora ponha um microbio dentro da partícula girante, na face preta. O microbio não sabe que sua partícula está girando. Quando a face preta estiver de frente para a partícula parada, o microbio vê a partícula branca. Quando a face branca estiver de frente para a partícula parada, o microbio não vê a partícula. Ele tem certeza que sua partícula não está girando ( o homem antigo tinha certeza que a Terra estava parada).  O que o micróbio vai pensar? Acho que ele terá duas alternativas. a) se o horizonte de sua partícula for cobrindo a parte visível da outra partícula, ele terá a impressão que a outra partícula está se movendo em órbita ao redor de sua partícula; se o horizonte de sua partícula não vier cobrindo a outra partícula, ele terá a impressão que a outra partícula pulsa, ou seja, ora existe ou se ilumina, ora não existe, ou se apaga. Como dizia minha avó: levante-se antes do Sol aparecer e durma depois que o Sol desaparecer.

Raios! E agora? Quem pode afirmar que planetas estão rodando em volta do Sol, ou que o Sol esteja rodando em volta dos planetas, como diziam os antigos? Quem foi fora do sistema solar e olhou-o de lá, para ter certeza que existe corpos aqui se movendo em órbitas? Somos micróbios na superfície de uma partícula. Temos certeza que a terra está girando em seu eixo… ou é o sistema solar que esta parado como a água, a Terra parada dentro dele, e quem está girando é a galaxia? Ou que a galaxia tambem está parada e quem gira é o Universo?

Claro que estou falando besteira. E o faço porque não estudei o que a Ciência sabe sobre astronomia. Pois hoje, baseado no conhecimento da Ciência, mandamos um robot para Marte, supondo que os planetas estão se movendo em órbitas, e com velocidades desiguais, e tudo isso foi calculado detalhadamente para que o robot acertasse pousar em Marte. A não ser que… o espaço é mais curvo do que pensam, que é o espaço que gira sobre seu próprio eixo e… acertamos errando!

Bem,… esse segundo problema relativístico para entender-mos a evolução desde o nível quântico para o nível macroscópico fica tambem parado por aqui, por enquanto…

Tudo aqui é muito esquisito e maçante, mas vou tentar avançar nesta linha. Antes vou ter que fazer algumas perguntas aos experts em astronomia e quântica. Então… até mais tarde… se a minha cuca não fundir antes…

 

A Guerra Entre Dois Cérebros Formados em Dois Mundos Diferentes

quinta-feira, agosto 14th, 2014

The War Between Two Opposite Hard-Wired Brains by Two Different Worlds

Eu não consigo acreditar no que eu produzi e me lembro disso sempre que me deparo com matérias na imprensa como a do artigo com link abaixo.

É tão difícil fazer os 13 pontos na loteria esportiva quanto fazer zero pontos – para lembrar que seria tão difícil errar todos os seus palpites sobre as explicações para os mistérios da sua existência e da existência deste mundo como seria impossível acertar todas.

Acontece que o pensamento intelectual e cientifico moderno construiu uma visão de mundo e eu, no meio da selva amazônica observando a natureza bruta, construí exatamente a oposta, a contraria visão do mundo. As duas opostas cosmovisões podem explicar o mundo desde o Alfa ao Ômega, desde o inicio ao fim, por duas diferentes linhas lógicas, como se dois cérebros estivessem configurados exatamente ao contrario entre si.

O que não consigo decifrar é como e porque meu cérebro saiu assim, para produzir tal surpreendente produção: errar ( ou acertar?) todos os 13 pontos ( tenho uma teoria: entrei na selva carregando um bom conhecimento dos 15.000 anos de cultura acumulada pela civilização humana, mas o inferno da selva e o delírio das malarias mais o veneno dos insetos e dos espinhos fez colapsar todo este conhecimento, na maioria artificial, limpando o cérebro, e a partir daí, o espirito da selva bruta e selvagem da Natureza, reconfigurou-o, segundo suas “verdades”). Aconselha a sabedoria que toda vez que deparamos com uma situação onde dois opostos extremos se conflitam,devemos logo perceber que cada lado está 50% certo e 50% errado, sendo que na metade onde um está errando, cabe como certo a metade onde o outro está acertando, e no final, a alternativa verdadeira é a que resulta deste conflito, um meio-termo mais evoluído que seus dois produtores. Eu me resigno a isso, a aceitar que devo estar 50%  errado, mas eles não, portanto nem querem saber da minha versão. O único juiz habilitado a resolver isto será o tempo.   

E o problema é que nenhum lado tem fatos reais, cientificamente comprovados, para desbancar o outro! Veja qual a diferença, como as explicações aos 5 maiores mistérios do mundo hoje, são exatamente opostas entre si, entre estes dois mundos mentais, resumidamente aqui:

loneliness universe

Top 5 Puzzling Mysteries of the Universe

Read more at: http://www.learning-mind.com/top-5-puzzling-mysteries-of-the-universe/?utm_content=buffer0914c&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

The article says: “There are a lot of things we have learnt about the universe over the last millennium. But some things are still unknown to us, and these unsolved mysteries seem suspicious to us. Let’s take a quick look at some of the puzzling mysteries we have no knowledge about to this day.”

Applying a new method for cosmological inquiry I have found surprising different explanations for these 5 questions. The method is based principally on calculations of universal evolution by the reverse way, starting here and now with biological organization of matter and going down towards the Big Bang. So, it is adding Biology and Neurology upon the unique method used by modern scientific theoretical models, which had applied only Physics and Math for studying the Universe.

1. What is the universe made of?

Matrix/DNA: Bits-informations coming from the system that generated this Universe, working as genes, like a human body is made off genes/bits-informations from its parents. If a bit is temporary active is energy, if it is inertial, is mass. Each bit emerges as vortex, which is the first shape of a universal natural system, having seven brutes forces/properties ( the universal systemic functions), that evolves into the nowaday seven life’s properties. Those first vortexes propagates as light waves, so, light has the code for functional systems, aka, life ( as suggested by the Matrix/DNA version of the graphic for electromagnetic spectrum of any light wave). All natural systems – from atoms to galaxies to human bodies are merelly evolutionary shapes of a universal Matrix evolving by a process of life’s cycle. So, all natural systems have their own version of DNA, which are identified in the models of matrix/DNA Theory. This universe is merely the fossil of our ancestors, inside which is occurring a process of natural genetic reproduction of the thing that created it.

2. Why do we need these pathetic four percent of ordinary matter,…

Matrix/DNA: As solved by Godel’s theorem, nobody can knows the thru of a system standing inside it. So, these suggestions about four percent or 30% is highly theoretical, as every human conception about the universe. We have seen less ordinary matter than other substances because our scientific power is limited to the universe’s skeleton due our method been Physics+Math. But, like the human body made by this Universe is composed by skeleton, soft biological coverture, plus mind, so, much be the whole Universe. We need developing “biological and neurological cosmology”, for studying this Universe, as we are doing at Matrix/DNA Theory. Only a biological coverture over the nowaday known galactic’s  skeletons could explains life here, as shown by Matrix/DNA galactic model.

3. Are there other universes other than our own?

Matrix/DNA: Thousands of new discovered natural mechanisms and properties by matrix/DNA Theory are in needs of more researches and better understanding because they can improve human life and saving Humanity from extinction. We must study the universe, but stopping at its frontiers, because everything else will be metaphysics, which is scientifically a prejudice. This question makes no sense.

4. Oops. We still need to mention the word “universe” one more time. Are we the only ones in it?

Matrix/DNA: The answer is in the DNA: it is composed by atoms composing active genes intercalated with larger arrays of atoms composing “junk DNA”; so these larger distances between genes represents the larger distances between different life’s forms inside the universe. Evolution of the universal natural system makes that each time the genes are approximating, till all of them meeting in the shape of neurons, a superior natural architecture called brain. I can’t make this mental operation but things are suggesting that the encounter among developed life’s forms happens at a superior natural organization of matter. We are not bacterias limited to the skeleton of a human body, so, we are not limited to the skeleton of the Universe, composed by hard bodies like planets and stars.

5. What is inside a black hole?

Matrix/DNA: The whole modern cosmological model and theory that concluded by the existence of “black holes” is wrong, sorry. See at the Matrix/DNA Theory formula for natural systems what is the real structure inside galactics’ nucleus. As I said before, this galaxy has an invisible coverture where the connections among astronomical bodies and the transformations of these bodies is organized by less evolved life’s, biological properties. Our scientific team has not seen it yet due applying only Physiscs and Math, which does not translate the phenomenology and is not the language of the soft “meat” covering the galactic body.

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Comentario postado em: 

LOUIS MORELLI August 14, 2014 at 8:47 pm Your comment is awaiting moderation.

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Como as ultimas Descobertas Cientificas estão Bagunçando o Coreto dentro do nosso Cocuruto

quarta-feira, setembro 25th, 2013

Os cérebros humanos que estão no topo da evolução estão sendo bombardeados duramente pela Natureza. A cada semana novas descobertas mudam alguma coisa da visão do mundo que tinham na semana passada e isso nos causa aquela estranha sensação da insuportável leveza do ser, como disse Humberto Eco. De repente se descobre mil outros planetas no Universo, o que significa que aqueles pontinhos brilhantes que sempre vimos no nosso céu e a que chamamos de “estrelas”, não estão sozinhas, todas estão rodeadas de astros como os nossos planetas estão em volta desta estrela-Sol. Claro que nesse ponto a primeira ideia que surge é a de que “tem que existir muitas outras formas de vida no Universo”. Mas na semana seguinte se descobre que existem planetas solitários, vagando no espaço interestelar sem estarem aprisionados na orbita de alguma estrela. E isto é um chute no saco da teoria acadêmica sobre origens e formações de planetas, ela vai ter que ser mudada.

Desde a seculos sempre se acreditou que cada ser humano tem uma personalidade distinta, um corpo diferente de todos os demais, porque a crença era a de que cada ser humano tem um especifico genoma, ou seja um unico código da vida encerrado em seu DNA. Isto foi amplamente usado pelas areas juridicas para apontar criminosos, pais genéticos, etc., baseando-se que cada um tenha seu DNA. Agora se descobre que isso não é verdade, que uma unica pessoa tem células com diferentes genomas, diferentes DNA. Trata-se de mais uma revolução em nossos pensamentos, muito do que acreditamos e muitas atitudes baseadas nestas crenças terão que mudar.

A dez anos atras telescópios na Terra e no espaço afirmaram que existe metano na atmosfera de Marte. Ora metano foi um ingrediente na formação das primeiras formas de vida, mas como ele some depois de certa idade dos planetas, e a partir dai são os seres vivos que produzem o metano que vai para a atmosfera, isso indicava que em Marte teria vida. A Nasa ficou alvoroçada, conseguiu o dinheiro e partiu para botar o robô Curiosity na superficie de Marte em busca de vida. E quase um ano depois de tanto procurar o Curiosity informa que não existe metano em Marte… Mas se ele estava la a pouco tempo atras porque não esta agora? Os nossos telescópios mentiram para nos? De qualquer forma isto foi um banho de água fria que caiu em cima do pessoal da NASA, uma noticia deprimente que ela teve que anunciar mesmo que isso venha no prejuízo dela, pois muitos financiadores curiosos em busca da vida em Marte vão retirar seu apoio. Que a NASA esqueça Marte e se volte para outros lugares promissores, como as luas de Júpiter.

Sempre pensamos que o que constitui nosso corpo a nós  pertence. Então todas as células que formam nosso corpo teria vindo da diferenciação de uma unica célula inicial formada pela fusão de um espermatozoide com um ovulo. Mentira! Estivemos por seculos totalmente errados. Fomos descobrir que a maioria, talvez 90% das células em nossos corpos são pequenos animaizinhos que não nos pertencem, as tais bactérias. Nossos corpo não é um sistema único, e sim um ecossistema, como é esta biosfera que nos cerca locupletada de especies de vidas diferentes. Somos um ecossistema ambulante. E carregando tudo isso, dirigindo tudo isso, esta um cérebro no comando…

Por falar em cérebro, sempre nos perguntamos como podem existirem estes psicopatas que sentem prazer em ver outras pessoas gritando de dor. Assassinos que esquartejam pessoas e animais vivos. A crença popular é a de que existem demônios invisíveis que se apoderam dos cérebros e das almas de tais indivíduos, portanto tem que mata-los para exorcizar tais demônios, a qual é uma crença fabricada convenientemente, já que a intenção e desejo oculto do crente é  se livrar destas ameaças. Agora pesquisadores dotados de MRI, aquela filmadora que filma os movimentos energéticos nas conexões dos neurônios dentro do cérebro descobriram que as pessoas normais, quando sentem em si mesmas as dores que outros estão sentindo, ao que se chama “empatia”, ativam uma região do cérebro, chamada anterior insula. Mas os psicopatas não tem essa região ativada, até pelo contrario, quando torturam alguém é ativada a região do cérebro ligada aos sentimentos de prazer. O problema agora mudou de angulo. Seria a personalidade consciente do individuo que determina qual região sera ativada, ou seria a operação do cérebro como sistema nu e cru, inconsciente, que determina a personalidade do individuo? Ninguem pode responder com certeza, não existe base cientifica para nenhuma das alternativas. Então fica a questão: sera correto aplicar a violência como resposta da sociedade sobre criminosos? Mas e se o individuo nasceu com o cérebro deformado, é um doente mental? Seria o mesmo que matar todos os aleijados de nascença?

Semana passada um cientista publicou um “paper” declarando ter encontrado formas de vida simples em pedaços de rochas que vagam no espaço em volta da Terra. Raios! Agora a briga esta deflagrada: estes micróbios desceram ou subiram? Ou seja: teriam sido formados em outros astros e emitidos ao espaço na direção da Terra, ou teriam sido formados na superficie da Terra e emitidos para o espaço? Ou ainda, uma hipótese que parece mais esdruxula, mas cientificamente não pode ser descartada: estes bichinhos se formam na nossa estratosfera…?

Muitas outras descobertas bombásticas estão vindo de todos os lados, desde a dimensão microscópica quântica até a dimensão astronômica, cada vez mais profunda do espaço habitado por matérias e energias escuras. Sim, se antes acreditávamos que só existe a luz branca, clara, luminosa, que clareia a escuridão inerte do Universo, descobrimos que existe sua contraria, a energia que escurece a brancura luminosa do Universo. Agora não sabemos mais se o Universo é preto ou é branco! E a coisa é tao simples que me faz bater a cabeça contra a parede por não ter pensado nisso antes: desde que tudo que se expande depois se contrai, se uma onda de energia parte de uma fonte e se espalha no espaço na forma de luz branca, ela deveria retornar do espaço na direção da fonte na forma de luz negra… Mas dai, se no Universo tudo vem do passado em direção ao futuro, do simples em direção ao complexo, carregado pelas ondas de luz branca que vai avançando invadindo as regiões escuras, quando estas ondas voltam, se colapsando, elas devem vir do futuro em direção ao passado, do complexo em direção a singularidade absoluta… e bota ai a nossa cuca sendo fundida, colapsada, mais uma vez… pois não tem como imaginar um mundo assim… e o pior… esse parece ser o mundo real!

Mas a Natureza esta mesmo a fim de bagunçar quando bota a boca no trombone sob o pomposo nome ” The Universal Matrix/DNA”. Trata-se de uma nova interpretação de todos os fenômenos naturais e eventos do mundo real que vira de ponta cabeça todas as interpretações acreditadas por todos os povos de todos os tempos. Por exemplo, ela diz – mostrando modelos, gráficos e formulas – que nunca houve origens da Vida, já que todos os sistemas naturais antigos, e ditos “não-vivos” apresentam todas as propriedades dos seres vivos, portanto, se dizemos que os sistemas biológicos são seres vivos, então teremos que dizer que os nossos ancestrais sistemas atômicos e astronomicos tambem são vivos… Mais: ela diz que o DNA não é nenhum código genético, e sim mera pilha de copias derivadas de um único sistema, o qual pé tambem o tijolinho básico de átomos e galaxias… Em outras palavras ela esta dizendo que todos os sistemas tem uma Matrix e o DNA é apenas mais uma de suas formas adaptadas as condições da Terra. Entre outras sugestões surpreendentes ela apresenta uma formula de sistema natural perfeito como um motor perpetuo dizendo que esta é a face desta galaxia, mas como tal sistema é fechado em si mesmo, ele é a máxima expressão do egoismo, por isso as galaxias são atacadas pelo Universo com sua arma chamada entropia e da queda destas galaxias surgem os biológicos como nos… que herdamos esse egoismo na forma dos nossos “genes egoístas”. E então vem o papa dos ateus, Richard Dawkins, declarando guerra aos nossos genes egoístas. Ta todo mundo ficando louco? Não seria de admirar depois que um dos maiores físicos de nome Lawrence Krauss estar vendendo pra burro o best-seller ” Something from Nothing”, provando por A+B (claro, pelo mesmo método que os religiosos provam por A+B que tudo foi criado por Deus – um método que em inglês se chama “circular reasoning” ) que do Nada surgiu tudo o que ai esta…

Sera intenção da Natureza nos deixar loucos? Porque ela nos bombardeia dessa maneira? Ou sera culpa nossa que a estamos invadindo na sua intimidade  e ela não gosta disso? Sera mesmo que o conhecimento de tudo, do bem e do mal, nos seria eternamente proibido? Mas se for, eu não quero sobreviver, nem existir, como escravo da ignorância. Vou enfrentar o bombardeio de pé, ate não aguentar mais e cair, ou então até retornar com a tocha da vitoria como fez Prometeu ao alcançar o trono de Zeus no pico do Monte Olimpo. As vezes me pergunto se não sera mais sábio o homem comum que se mantem alheio a esse bombardeio, sentado no sofá, assistindo futebol e novela enquanto come pipoca. Mas o gado também é tao feliz existindo limitado dentro de um pasto cercado com cercas de arame farpado desde que contenha boa relva e água com sombra fresca, que o boi sai correndo atras de nos quando invadimos seu território. Porem, eu não consigo pensar como gado, esse é o problema, mesmo tendo comida em fartura, sombra e água fresca, não consigo suportar a cerca proibindo sair la fora em busca do conhecimento sobre o que sou, de onde vim, para onde vou, o que estou fazendo aqui, o que significa aquelas bilhões de estrelas la no alto, o que tem no núcleo da Terra, como são os genes dentro do meu DNA, porque os Higgs bosons se formam do campo de Higgs…?! Ja disse alguem que o inferno é sempre reinventado por quem se faz estas perguntas, mas tal inferno não é feito de fogo e diabinhos e sim de bombardeios da Natureza. sob fogo cerrado mesmo…

No final, estou vibrando no meio desse bombardeio, porque estou ansioso para saber qual sera o resultado dele. O que vai acontecer em nosso cérebro cujas conexões e operações estão sendo totalmente desfeitas e refeitas de outra maneira?! Como sera o novo homem, o que ele fara da sua vida, que tipo de mudanças no mundo ele produzira… se sair vivo dessa vez?!

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Enviado como sugestão de publicação a:

http://www.folhaweb.com.br/? – FolhaWeb > procurar resposta no hotmail.

http://www1.folha.uol.com.br/falecomafolha/obrigado.shtml – Folha de S. Paulo

Pergunto se lhes interessa publicar artigos como sugerido neste link: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=6671
sob titulo ” Como as ultimas Descobertas Cientificas estão Bagunçando o Coreto dentro do nosso Cocuruto”.
Resultado de sete anos na selva amazônica aplicando um novo método de pesquisa, a Teoria da Matrix/DNA de minha autoria é uma nova e totalmente visão do mundo onde a nova interpretação de todos os fenômenos e eventos naturais possibilitam as milhares de teses inéditas que já estão no website e de nenhuma outra forma tem sido divulgados, as quais posso transformar em artigos para leitura popular, sempre acatando sugestões da sua linha editorial. Não estarei cobrando nada, meu interesse é divulgar este trabalho. Vivendo mais em New York agora, tenho participado dos debates aqui nos principais meios de comunicação como o New York Times, Fox News, Pharyngula, etc. e o assunto tem provocado mais de um milhão de visitas de estudantes do mundo todo ao website, mesmo sem qualquer divulgação. A espera de alguma resposta, gratos… Louis.

String e M-Theory: Melhor Sintese

quinta-feira, abril 18th, 2013
String And M-Theory

String And M-Theory

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

segunda-feira, janeiro 16th, 2012
Água-Viva

Semana passada cientistas anunciaram que conseguiram solucionar um dos maiores mistérios da vida marinha, porem, acertaram ao descrever o processo, mas erraram ao interpretá-lo. Trata-se da questão de como consegue se perpetuar a população de águas-vivas, pois pela lógica elas não deveriam existir mais.

As marés crescem e invadem as margens e praias durante uma metade de um dia e na outra metade diminuem e a água volta para alto-mar. Com isso, o que surgir de vivo na costa do continente que fica boiando próximo à superficie, como o plankton, é sempre arrastado pelas ondas para alto-mar, a cada 12 horas. Mas a água-viva surge nas costas dos continentes como o plankton, flutua  nas ondas como o plankton e se fôsse arrastada para alto-mar a cada 12 horas,  no primeiro arrastão já teria sua espécie desaparecido do planeta, pois ela não sobreviveria devido à falta de alimento, etc. Na verdade, contrário a tôda lógica racional, ela surgiu no planeta a 600 milhões de anos, muito antes de insetos e dinossauros, e continua sobrevivendo muito bem, mantendo uma população residente cuja longevidade de cada individuo é muito mais longa que as 12 horas. Como pode isso?!  Essa questão tem feito, por séculos, os estudiosos e cientistas coçarem a cabeça em desespêro: não é possível! Isto não tem lógica! Nós as vemos sendo levadas pelas ondas para alto-mar, sabemos que a partir de certa distância da costa elas tem que morrer. De onde caem as águas vivas que vemos a cada novo dia nas margens dos continentes ? Do céu?

Na excelente seção de Ciências que o New York Times publica às terças-feiras, veio na semana passada o artigo “So Much More to Jellyfish Than Plasma   and Poison”, em 07 de Junho de 2011. ( Quem quiser ver o artigo traduzido clique aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1604.)  O grupo de pesquisa liderado pelo Dr. David J. Albert do Roscoe Bay Marine Biological Laboratory in Vancouver, British Columbia, passou décadas observando e perseguindo individualmente cada água-viva até perto do alto-mar e anuncia ter descoberto a solução para o mistério.

Segundo êles, quando a maré diminui e as águas começam a retornar para alto-mar, de fato leva as águas-marinhas tambem. Porem antes que as ondas entrem em alto mar existeu ma região denominada “barra de cascalho”. Então de repente as águas-vivas saltam fora das ondas e mergulham fundo, alcançando a região mais profunda onde as águas não se movem. Ali ficam hibernando e aguardando. Quando após doze horas as ondas começam a retornar devido a maré crescente, elas sobem à tona, embarcam de carona nas ondas e retornam para as margens onde está seu alimento.

Acho que tem muito marmanjo humano campeão de surf que devia estudar as águas-vivas para aprender uns bons truques. Pois na verdade elas são as verdadeiras campeãs das ondas.

Mas como acontece tal fenômeno na Natureza?! Os mesmos cientistas estudam afundo as água-marinhas e já sabem que elas não possuem cérebro, nem sequer um sistema nervoso estruturado. Isto significa que ela não tem como perceber e captar as ondas de água da maré. Então como ela entra e sai da onda na hora certa e local exato?! Como ela sabe – estando no meio das ondas – que mais abaixo tem água parada?!  Como pode ela discernir que existe a barra de cascalhos?  E como pode ela saber que alem da barra de cascalho ela iria morrer, ou que depois da barra existe o alto-mar?!

Os cientistas estão fazendo um esforço titânico, esmiuçando as nervuras e receptores/emissores da água-viva, e com uma prévia intenção: provar  – ao contrário do que se tem acreditado no meio cientifico – que ela possue um estrutura nervosa primitiva porem muito mais evoluída do que se imagina, e essa estrutura seria a razão de tanta sabedoria.

Estão indo no caminho errado porque não conhecem êsse  mundo real em  que existe a Matriz/DNA. Nem sequer nunca imaginaram algo parecido. Pois os modêlos da Matriz/DNA apresenta a solução para o mistério sem apelar para um cérebro e uma sabedoria na água-viva que não existe.

E como explica a Matriz/DNA essa “mágica” da água viva? Resumindo: o DNA da água-viva, a qual é um ser semi-vivo tão primitivo que a conecta com os eventos na origem da vida produzida por este planeta e seu sistema astronomico, continua se comportando da mesma maneira que o DNA/ Matriz astronomico, o qual afinal, é seu pai e sua mãe, seus criadores.

Foi êste planeta Terra, junto com os demais astros que formam o sistema ao qual êle pertence, sistema que tem como nucleo esta fabulosa e dadivosa estrêla da vida que é o Sol, que geraram, criaram a vida na superficie da Terra. E criaram simplesmente obedecendo as leis e mecanismos da evolução universal, na qual sistemas simples mutam e se reproduzem em sistemas com algum grau a mais de complexidade. Pode ser que por trás do nosso sistema estelar, alem das galáxias, antes do Universo, exista alguma Inteligência Suprema, mas se ela existe, ela faz jus a ser chamada de Suprema, ela não precisaria vir aqui ou ficar andando de planeta em planeta para criar a Vida, pois até nossos engenheiros conseguem produzir softwares pré-programados. Para começo de conversa, observe uma água-viva e observe a forma da Via Láctea. O nucleo arredondado, os braços que se extendem para o exterior, a água-viva parece uma cópia da Via-Láctea.  A semelhança na forma não é mera coincidência; minha avó já sabia que ” filho de peixe, peixinho parecerá”.

Mas a explicação da Matriz/DNA é fantástica. Fêz os pêlos dos meus braços se arrepiarem de emoção, fêz meus olhos lacrimejarem de admiração, de como é extraordinária a engenharia oculta nessa Natureza!

Para entendê-la, temos que observar o modêlo do software DNA/Matriz, ou como estava a forma evolutiva da Matriz quando ela construiu as galáxias, ou seja, o hardware material, o corpo concreto,  em que ela iria se “encarnar”.

 

A Matriz/DNA na Forma-Software nas Origens das Galáxias

A Evolução dos Astros Idêntica à Evolução das Organelas Celulares: Assim como um Sistema Elétrico Acende Lãmpadas, Assim a Matriz Universal faz se Manifestarem as Estruturas Materiais.

( clique no desenho para ver melhor, e desculpe a péssima qualidade do desenho pois foi feito com lápis e papel de embrulho enquanto ajoelhado à beira de pantãnos remexendo a lama nesta pesquisa, com a pele tôda queimando devido a centenas de vampirozinhos, os piuns e carapanãs, a sugarem-me o sangue, e sob o sol escaldante da selva amazônica)

Sabemos que a matéria, ou a energia, pode se manifestar como partícula ou como onda. A água-viva representa a partícula da matéria no espaço, o corpo do astro que vai sendo transformado nas seis formas ou funções sistêmicas, apresentadas na figura.  As ondas da maré é a imitação terrestre dos ondas do tempo, que na figura são representadas pelas setas do circuito sistêmico.  Pois a água-viva e sua conexão com as ondas da maré repete o processo do ciclo vital universal onde a matéria ora se apresenta como partícula em relação ao espaço, ora se apresenta como onda em relação ao tempo.

A água-viva não sabe nada, não capta nada, e nem poderia. Ela funciona automaticamente como os ponteiros de um relógio, os quais saltam de numero em numero sem ter noção que estão se movendo e muito menos sabendo que existem numeros ou momentos repetititvos periódicos do tempo. O contexto “ondas + água-viva”  funcionam dentro de um sistema astronomico,  como um relógio, porque ambos são produtos de uma estrutura mecanica, o relógio newtoniano, a mecânica newtoniana. Assim como um relógio move os dois ponteiros, assim a galáxia move a maré e as partículas nela, como as águas-vivas. Parece inacreditável que algo tão gigantesco como a galáxia atue sõbre algo tão pequeno como a água-viva, mas torna-se perfeitamente compreensível quando entendemosque galáxias e águas-vivas são apenas diferentes formas de um unico sistema universal sob evolução, onde tamanho nada diz. Existe um modêlo fractal, que é a figura aqui exposta nêste website e denominada Matriz/DNA, que está na essência dêste sistema, portanto a água-viva é apenas um fractal microscópico de um fractal macroscópico. A estrutura, o esqueleto, o programa-software, é um só, apesar de que mudam suas protuberancias, acessórios, e vistas á distancia por um observador desavisado, as formas externas tornam-se tão diferenciadas que parece não terem afinidades entre si.

Observe na figura que as setas  do circuíto mais o corpo de astro que avança, quando chegam na Função 4  se bifurcam. Um fluxo das setas-ondas continua seu caminho circular para fechar a circunferência, enquanto outro fluxo “desce” na direção de F1. O ciclo diurno da dupla ondas da maré/água-viva repete este processo e chega a um ponto onde a água-viva se desloca e se separa da onda circular, parecendo “descer” verticalmente para as profundezas onde se encontram as águas estacionárias. Todos os movimentos exibidos pela água-viva, tais como o mergulhar, o emergir de volta à superficie, o estacionar nas águas profundas, nada mais é que mera repetição do fluxo representado pela seta que vai de F4 retornando a F1. E a água-viva, assim como a forma do cometa em F5, ressurge nas ondas circulares  e com elas se funde novamente em F1, quando estas atingem o  extremo inferior, da base.

Mas note bem. Estaria correto dizer, como dizem os cientistas, que a água-viva desce e depois sobe? Isto depende do ponto de referencia, o ponto fixo em relação ao qual dizemos que algo está subindo ou descendo. Tomemos como ponto de referencia o nucleo do Sistema planetario, nosso Sol.  Durante metade do dia, o planeta que gira sobre si mesmo tem uma face voltada para o Sol.  Observando desde o Sol diríamos que a superficie dessa face é o ponto mais alto do planeta.  Na outra metade do dia, essa face se desloca para a parte oculta do planeta, então o observador que continua fixo no Sol diria que a mesma face agora é o ponto mais baixo do planeta.  Em relação ao sol, ora, nós americanos estamos em cima e os japoneses lá do outro lado, estão embaixo, ou ora estamos embaixo e os japoneses lá em cima.

Então se pudessemos cavar um poço ininterrupto desde o solo da América e for-mos aparecer com a cabeça saindo num bueiro numa rua de Tóquio, estaria certo dizer que descemos e depois subimos? Ou que mergulhamos na terra e depois emergimos da terra?…

Então, em relação ao Sol, quando a água-viva sai das ondas e mergulha, realmente ela está “descendo” durante a metade do dia. Mas ainda em relação ao Sol, quando na outra metade do dia ela se dirige à superficie, na verdade ela continua descendo… Ela está simplesmente sendo conduzida pelas setas da função 5.

Agora durma com um barulho dêstes… É cada coisa que essa Matriz nos leva a descobrir que nossa pobre cabecinha não vai aguentar muito tempo…

A água viva não mergulha e depois emerge por si mesma, ela simplesmente é conduzida a descer sempre, repitindo o movimento do ancestral de seu DNA, a galáxia inteira! Porque êste processo está registrado em seu DNA, ele foi treinado para agir assim durante 10 bilhões de anos. Foi sómente depois, nos seres vivos mais evoluidos, que esse processo deixou de ser expressado e foi fazer parte do que chamam indevidamente de “lixo-DNA”.

Sinto que aqui e agora não tenhoo tempo e os recursos computacionais gráficos para inserir um desenho que fiz no papel hoje, refletindo esta questão. Devido ao movimento de rotação horizontal da Terra em relação ao Sol, na verdade a maré não vai e volta. Ela sempre só vai numa direção, justamente imitando o sentido do fluxo circularda Matriz/DNA. Acontece que, se nos posicionar-mos no Sol e ficar observando a Terra, um continente qualquer que durante uma metade do dia está se distanciando à esquerda, continua indo para a esquerda quando êle está do outro lado, na face oculta.

Realmente têm razão os pesquisadores em admirarem a complexidade e os comportamentos em uma água-viva. Diz o Dr. Albert:

“Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”. Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Aqui está o motivo de meu desêspero por não aparecer ninguém que me ajude a divulgar e se fazer conhecer a cosmovisão da Matriz/DNA. Um grande exército de estudantes e pesquisadores como o Dr. Albert precisam conhecer urgente as fórmulas da teoria. Se êle a conhecesse êle não diria isso e estaria dirigindo sua pesquisa por outro caminho mais correto. Nem sempre quando há comportamentos organizados existe um cérebro controlando. Todos os objetos do mundo são influenciados pela hierarquia dos sistemas naturais. Sistemas longínquos e invisíveis aos nossos olhos podem estarem influenciando uma pedra ou uma planta à nossa frente, sem nos dar-mos conta disso. Por exemplo, o árabe que se torna um homem bomba suicida está se comportando diferente do que seria normal a um ser humano, que procura sobreviver e não se suicidar. Ocorre que acima da sociedade e do homem existe um sistema invisivel chamado “religião” a qual influencia, altera, o comportamento normal do homem.  O sistema longinquo, invisivel que influencia o comportamento da água viva, existe desde a 10 bilhões de anos e é do tamanho de uma galáxia, mas êle está inscrito no DNA da água-viva e êle construiu a biosfera, o ambiente no qual ela existe. A Matriz está dentro de nós e ao nosso redor, em todo lugar. Por isso é de extrema importância que a conhecemos e saibamos de sua existência.

Mas ela faz tudo isso porque a fórmula software da Natureza para organizar a matéria em sistemas, quando dirige essa matéria, repete sempre este mesmo mecanismo. E é através da nossa aprendizagem destes mecanismos, apoiando-se no trabalho de gigantes de paciente e dedicada observação anos a fio de cientistas como o grupo do Dr. Albert, que nossa mente vai angariando informações dessa extraordinária engenharia natural e com esse conhecimento vamos tendo novas intuições para elaborar novas tecnologias que vão ajudando-nos a sobreviver e melhorando nossas condições de vida. Parabéns ao grupo do Dr. Albert e à Teoria da Matriz/DNA.

Observações:

1) Como todos os demais, cada tópico como êsse lançado aqui é uma nova área de pesquisa tendo por base a cosmovisão da Matriz/DNA. Portanto cada tópico fica sempre em aberto para serem acrescentados qualquer novidade, qualquer novo fato relacionado que porventura vai sendo descoberto.

2) ÁGUA-VIVA COM PROTEÍNA CAPAZ DE EMITIR LUZ LASER.

Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, afirma um artigo publicado na revista Nature Photonics. A luz laser se diferencia da normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.  A equipe usou uma proteína verde fluorescente, encontrada em uma espécie de água-viva, a Green Fluorescent protein, ou GFP, na sigla em Inglês.  Objeto de muitos estudos, a molécula GFP revolucionou a biologia ao agir como uma  “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos.

Comentário da Matriz/DNA:

Não restam duvidas: a água-viva é muito importante para testar-mos a existência ou não da fórmula da Matriz/DNA e para melhor entendê-la. Isto porque a água-viva está – evolutivamente – muito próxima ao nosso ancestral astronomico,  à forma de sistema fechado. Veja como as coisas vão batendo.  Já disse aqui muitas vêzes que a existência de proteínas no nosso mundo é a explicação de que elas são a  forma material-biológica que representa as setas circulares do circuito sistêmico no software-Matriz. Em outras palavras, proteína é a ferramenta material biológica que exerce a função de materializar e fazeratuar o processo do ciclo vital, e o conjunto de tôdas as proteínas é a soma de todas as informações do fluxo de informações do sistema. Ora, no nosso ancestral é o circuíto que “acende” as estrêlas. Quando nossa inteligencia intuitivamente copiou o sistema Matriz na forma de circuito elétrico caseiro, é o circuito elétrico que  acende as lampadas. Portanto, desde que as proteínas representam o circuito total, tinha que ser uma proteína que seria a molécula biológica capaz de produzir luz, e tinha que ser num sistema biológico que fôsse uma das cópias ou reprodução mais fiel do sistema na forma astronomica, ou seja, a água-viva. Não admira que a intuição dos cientistas os induziram a pensar numa “lanterna” acesa dentro de um ser vivo.

Por outro lado,  temos aqui um outro tópico dedicado á luz. Isto porque estamos chegando à conclusão que o principio de tudo nêste Universo está alojado na luz natural, quando estamos descobrindo que as sete formas diferentes de frequências e períodos da onda de luz contem a forma do ciclo vital. Parece que a luz é o tentáculo,  a mão de Deus aqui  nêste mundo, a essência que contem a primeira forma do software da Matriz/DNA. E esta noticia da proteína GFP deve ser levada ao tópico de pesquisa da luz também.

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O artigo abaixo anuncia que às vêzes as ondas arrancam as água-marinhas de seu esconderijo nos cascalhos e as leva para a costa dos continentes, causando enorme estragos. Como ficamos então? Temos que voltar à fórmula da Matrix e ver porque ou quando isso pode acontecer. Talvez encontremos uma nova característica da mudança do clima no planeta. A posição da agua-marinha no cascalho corresponde à posição de F5 se estivesse parada no centro do circuito. Para o circuito esférico (as ondas) arranca-lo de lá, ele teria que se invaginar, varrer o cascalho e retornar ao fluxo normal. Suponhamos que a fórmula se reproduz como template do planeta. O circuito esférico seria a atmosfera. Como a atmosfera desceria adentrando o oceano? Pesada devido poluição? Mas podemos supor tambem que o circuito esférico seja as ondas, o que parece mais certo neste caso. O que exerceria pressão sôbre as ondas para elas se expandirem e descerem mais varrendo áreas mais profundas do oceano?

Primeiro teríamos que correr ao local quando as águas-marinhas estão sendo atacadas. Medir tudo: densidade da água, densidade atmosférica acima da água, velocidade das ondas, e até mesmo medições das águas abaixo do local, pois ao invés de estar sendo empurradas, as ondas podem estarem sendo atraídas para baixo.

Bem… por ora fica o mistério.

Commentary: Rise of the jellyfish

http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html

Posted on Saturday, December 17, 2011
By Fred Grimm | The Miami Herald

It was the invasion of the surreal: thousands and thousands of gelatinous sea creatures, with their dangling venomous tentacles, overwhelming the cooling canal of the St. Lucie nuclear power plant, washing up against the turtle protection nets, clogging the intake screens.

So many jellyfish filled the canal that Florida Power & Light shut down the St. Lucie reactor for two days.

The translucent creatures had been sucked through giant ocean intake pipes, pumped under the dunes and into the canal, with enough trauma to break off tentacles and create another kind of horror show. A marine scientist told me that the canal water became “a tentacle soup,” and thousands of fish, including 400-pound goliath groupers, died, probably from stings around the gills.

“We have jellyfish blooms every year. But this was an explosion,” said Doug Andrews of FPL. “I’ve never seen anything like it.”

The plant was shut down as a precautionary measure on Aug. 22, Andrew said. And divers worked a 24-hour-a-day operation, pulling thousands of dead and dying moon jellyfish out of the water. The clean-up went on for weeks. Andrews described semiopaque creatures with small pink circles at their core. Tons of them. “It was an amazing freak of nature,” Andrews said.

Except that the once freakish blooms of jellyfish are no longer so unusual. A month before the St. Lucie incident, enormous invasions of jellyfish similarly caused shutdowns of nuclear reactors in Shimane, Japan, and Dunbar, Scotland, and to Israel’s biggest electric plant, a coal-fueled operation in Hadera.

A jellyfish bloom was blamed for a massive salmon kill in the Irish Sea in 2007, in waters once regarded as too cold for this kind of phenomenon. A bloom was also blamed for ruining commercial fishing off Angola, in southern Africa.

Last year, fishermen in Japan’s Wakasa Bay found 450-pound orange Nomura jellyfish the size of refrigerators fouling their nets.

Earlier this year, the Chinese Academy of Sciences assigned 30 marine scientists to look into the sudden increase in jellyfish blooms and their devastating effect on commercial fishing. The academy said blooms that once occurred in 40-year cycles now come every year.

Even stranger, freshwater jellyfish have been discovered lately in lakes of Canada, Minnesota and New Hampshire.

Jonathan Gorham, a marine biologist with Inwater Research Group, the non-profit group overseeing the sea turtle protection program at the St. Lucie plant, said he had seen jellyfish blooms in the Gulf of Mexico last summer large enough to disrupt the shrimp harvest.

The invasions of July and August, of course, are anecdotes — data points, Gorham called them — but they coincide, unhappily, with scientific theories that jellyfish, which seem to thrive in warmer waters, are harbingers of global climate change. Marine scientists also wonder whether the anecdotal rise of jellyfish might have to do with the decline of fisheries (less competition for smaller marine life), or from the agricultural nutrients that pollute the oceans. Jellyfish seem to do well in oxygen-depleted dead zones that kill most fish.

Pick your theory. Or all of above. Jellyfish seem to be one of those creatures, like rats, that can adapt to the environmental disasters fomented by man.

But there’s some good news along with the sting of the jellyfish tentacles. (Rub a little white vinegar on the wound). Gorham said that jellyfish are a staple of the sea turtle’s diet. The endangered turtles will eat well.

And after the salmon and grouper and sea bass and snapper have disappeared, we can emulate sea turtles and dine on jellyfish. Eddie Lin, author of Extreme Cuisine, called collagen-rich jellyfish the “food solution” to the coming global warming crisis.

Chinese restaurants, the authentic joints, already serve jellyfish. Usually with sesame oil and rice vinegar over noodles. The food solution to our overheated future is said to have a crunchy texture.

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Bombardeio dos Criacionistas contra Ateus Pelas Mesmas Armas Que os Ateus Usam Contra a Teoria da Matriz Universal

quarta-feira, setembro 8th, 2010

            O mesmo motivo (ilusão relativistica de óptica) que impede alguns criacionistas de aceitarem a Teoria da Evolução é o que impede os astronomos e ateus a aceitaram a tese que astros apresentam ciclo vital. O homem existe num determinado ponto da escala espaço-tempo muito menor que o ponto na mesma escala ocupada pela evolução biológica em todo o planeta o que o torna incapaz de observar com seus próprios olhos as transformações das espécies. Da mesma forma o ponto na escala do tempo-espaço em que se situa o astronomo moderno – tão reduzido! – o impede de ver a olhos nus ou com seus potentes telescópios que nada valem neste caso, o astronomico ponto nesta escala em que se dão as transformações dos astros.

Por isso somos obrigados a ler na imprensa argumentos criacionistas como o que se segue:

 .””-Please tell me Mr. Stephen Hawking, if Science is based on observation “and” reason, why is it that there has never, not one time evolution EVER not EVER been observed? With evolution taking millions of years, certainly with all the millions of species on earth we would “observe” evolution. Certainly not everything “EVOLVES” at the same time and rate, so that would mean that if it takes millions of years to evolve and we have millions of species then certainly that would average out to evolution showing its face every 1-10 years, correct? Hmm? The answer directed to the “smartest man in the world” is NEVER! Never been observed.”

O argumento poderia parecer racional se sua contra-proposta – a de que um Deus magico estêve aqui criando as espécies uma por uma – à luz da enorme coleção de dados apresentada pelos evolucionistas não parecesse ainda mais irracional. A não ser na hipótese de que um Deus Magico criou apenas algumas formas prontas superiores e que desde então teria havido involução, pois a coleção de dados não poderia mudar esta hipótese, penso eu. Poderia? Através da comparação de DNA? Se alguem pode esclarecer-me, agradeço.

Mas tambem se existe transformação de um unico astro nas seis formas de astros conhecidas, o homem jamais poderá observar uma transformação com seus próprios olhos, e telescópios aqui para nada valem. Para nascer um novo astro, por exemplo, de dentro do vórtice de poeira estelar demoraria no minimo 900 milhões de anos. Isto faz com que a idéia pareça tão escabrosa, estranha aos astronomos, os quais cresceram e foram educados para aceitarem sem critica a teoria da fixidez das formas ou espécies dos astros, assim como nosso criacionista cresceu e foi educado para aceitar sem critica a teoria da fixidez das formas das espécies.

A Teoria da Evolução reage buscando desesperadamente mais fósseis, mais dados, esburacando a superficie do planeta em sua escavações. Porem, a meu ver a impressionante quantidade de amostras obtidas e as convincentes evidências de que cada amostra apresenta as mesmas caracteristicas de outras amostras,  porem com um grau de diferenciação para melhor ou para pior, são suficientes por enquanto para eu eleger a Teoria da Evolução ( se acrescida das quatro variaveis sugeridas pela Teoria da Matriz), como a teoria mais plausível que me apresentaram até agora.

Da mesma forma encontro-me eu, infelizmente sózinho nesta impossível missão, na busca desesperada de coletar a enorme quantidade de imagens do cosmos e dos astros que são captadas pelas geringonças espaciais assim como pelos telescópios em terra firme, estudar estas imagens detalhadamente e tentar encaixa-las na minha arvore da evolução cosmológica para assim provar que todas as formas de astros são resultantes do processo do ciclo vital de cada astro. Um enorme dispêndio de energia e uma vida inteira jogada na busca de uma prova que serviria… não sei para que! Bem… cada maluco no seu galho!

Pensando nisso, porque esse pessoal todo em volta da Terra nesta correria para provar que existe Evolução? Muitos malucos num galho só pode fazer com que o galho se quebre e todos se esborrachem no chão!

Enquanto isso, dentre esta louca humanidade minha querida, os ateus ficam aguentando estocadas como a do criacionista acima enquanto eu fico aguentando estocadas dos criacionistas mais os ateus, primncipalmente dos astronomos criacionistas e ateus

E no futuro, na mesa de um bar:

– “ Estás vendo toda essa papelada? Acabei de provar que existe a evolução cosmológica pela trtansformação das formas dos astros, que existe a matriz universal, que o universo é um ovo cósmico dentro do qual está havendo uma reprodução genética de um sistema existente antes e alem do universo e que por força das evidencias, tem que ser o nosso criador!”

– “Hummm… e daí? Me passa a mostarda…”

O Universo Relativo das Mil Faces:Cada uma adequada ao sabor de cada fregues

quarta-feira, agosto 18th, 2010

Um texto do famoso autor de ficção científica Isaac Asimov, é sempre uma jóia de sensatez do racionalismo,  mas mesmo  assim, a atual cosmovisão da Teoria da Matriz/DNA tem muito a mudar e a acrescentar sobre as crenças de Asimov, evidenciando que também o racional é mutante e está sob evolução.

Quando projetei num gráfico cartesiano tendo como coordenadas o tempo e o espaço as pegadas deixadas pela História da Evolução desde o Big Bang e lancei à frente a previsão futura do que o resultado no  gráfico sugeria,  observei surpreso que a minha linha senoidal retornava ao Big Bang. Então tempo e espaço não influem, é como se não existissem, por isso retirei o gráfico e sobrou um desenho, uma figura. A História não tinha sido inútil, improdutiva, pois o que partiu do Big Bang foi matéria sob as simples regras da Física e o que retornou não foi mais a mesma matéria, esta ficou no meio do caminho descartada como a placenta é descartada na gestação de um novo ser. O que retornou ao Big Bang e daí se projetou para retornar ao antes da existência e da criação  foi produzido com a matéria, porem transformada em uma substância abstracta, a qual denominamos mente ou auto-consciência.

Por isso, concluí que a História Universal teve inicio num Big Bang e vai terminar num Big Birth. Mas ao observar a figura resultante, de repente quase caí da cadeira! Era exatamente a figura de uma secção do DNA! Meu mundo intelectual desmoronou, peguei-o no flagrante em sua farsa. Pois quem fez todo aquele exercício buscando o significado da existência foi um cérebro humano composto de neuronios, estes tem como essência nos seus núcleos o DNA, portanto era o DNA quem buscava. Sabendo-se do egotismo centrista pelo qual o mundo deve girar em torno do nosso  umbigo – bem evidenciado na frase “Deus à nossa imagem e semelhança” – não foi difícil perceber que o DNA projetou-se ao ponto central da História, a ponto de resumir o significado da existência à sua imagem e semelhança. Jôgo com cartas viciadas: o DNA havia conduzido a senóide no meu gráfico para embevecido mostrar-se projetado num espelho reinando soberano no mundo.

Seguindo suas preferências particulares que produziam curvaturas em coisas inexistentes de fato como o espaço e o tempo, ora vendo aqui alguns buracos negros, ora vendo ali alguns buracos de minhoca, Einstein morreu acreditando que havia encontrado uma forma final do Universo, a forma cilíndrica. Ele também foi traído por alguma armadilha preparada para nossas mentes, tornou-se tão cego por ela que não notou o óbvio: se tudo é relativo, tudo depende do ponto evolutivo no espaço-tempo onde se situa um observador, o Universo inteiro teria que ser um fenomeno relativo. Como resultado ele apresentaria uma face ilusória diferente para cada diferente observador, cada uma bem talhada para satisfazer o gôsto de cada freguês. Foi o que aconteceu com os hebreus e a face de Deus, foi o que aconteceu com o DNA no centro do meu cocuruto e a face do Universo como um enorme DNA, botando tudo o mais prostrados e adorando-o.

Mas no final suspeitei que existe um sentido lógico nesse comportamento do Universo. Além dele ir assim quebrando um espírito arrogante, depurando-o da sua arrogância de tombo em tombo, ele impõe uma ordem sequencial bem sólida ao caminhar do conhecimento, onde cada conclusão é auto-testavel.

Vejamos a jóia seguinte lapidada por Isaac Asimov

 A Relatividade do Errado

Isaac Asimov

Outro dia eu recebi uma carta. Estava escrita à mão em uma letra ruim, tornando a leitura muito difícil. Não obstante, eu tentei devido à possibilidade de que fosse alguma coisa importante. Na primeira frase, o escritor me disse que estava se formando em literatura Inglesa, mas que sentia que precisava me ensinar ciência. (Eu suspirei levemente, pois conhecia muito poucos bacharéis em literatura inglesa equipados para me ensinar ciência, mas sou perfeitamente ciente do meu estado de vasta ignorância e estou preparado para aprender tanto quanto possa de qualquer um, então continuei lendo.)

Parece que em um de meus inúmeros ensaios, eu expressei certa felicidade em viver em um século em que finalmente entendemos o básico sobre o universo.

Eu não entrei em detalhes, mas o que eu queria dizer era que agora nós sabemos as regras básicas que governam o universo, assim como as inter-relações gravitacionais de seus grandes componentes, como mostrado na teoria da relatividade elaborada entre 1905 e 1916. Também conhecemos as regras básicas que governam as partículas subatômicas e suas inter-relações, pois elas foram descritas muito ordenadamente pela teoria quântica elaborada entre 1900 e 1930. E mais, nós descobrimos que as galáxias e os aglomerados de galáxias são as unidades básicas do universo físico, como descoberto entre 1920 e 1930.

Veja, essas são todas descobertas do século vinte.

(Comentário da Matriz: “Note-se como o mundo está cheio de ciladas, armadilhas, para pegar os arrogantes que acreditam que conhecem. Afirmar que conhece-se as regras básicas que governam o Universo porque descobriu-se que as galáxias são as unidades básicas do universo físico é uma tremenda heresia contra o racionalismo e a Ciência.  Primeiro porque esta hipótese não é testável nem demonstrável cientificamente. Não se pode por o Universo numa banqueta de experiências. Segundo porque as unidades básicas de um corpo qualquer apresentam regras básicas que nunca coincidem com as regras básicas da totalidade do corpo. As unidades básicas do corpo humano são os átomos, mas as regras básicas que governam o corpo humano não são as regras básicas que governam os átomos. Por exemplo, corpos humanos surgem pelo processo genético e átomos não.   

O que se almeja transmitir nesta informação é que já conhecemos o Universo porque estaria provado que o Universo foi originado e está sendo transformado, regido pelas Leis da Física.  

Tempos atrás acreditou-se que as unidades básicas do corpo humano físico sejam os átomos. Desde os gregos todos os corpos seriam formados de átomos. Mas o corpo humano não é limitado à ordem de fenomenos abarcados pela Física. Num nível superior de organização, os aglomerados de átomos formam as células, as quais foram consideradas depois as unidades básicas. Porque devido à nossa capacidade de ver um corpo humano por inteiro sabemos que as células pertencem ao nível biológico da organização da matéria, o qual desce sobre os átomos do organismo impondo-lhes comportamentos, funções, diferentes daqueles que apresentam quando compõem um elemento simplesmente físico como rochas e gazes. Assim como a religião muçulmana desce sobre o homem árabe impondo-lhe comportamentos e funções sociais diferentes da que o cristianismo faz do homem ocidental. É o mesmo homem, são os mesmos átomos. Mas não podemos ainda nos situar fora do Universo e vê-lo por inteiro. Para não citar o teorema de Godel firmando que ninguém pode conhecer um sistema estando apenas dentro dele. Então, quem nos garante que as galáxias não sejam influenciadas por um nível superior de organização? De maneira que elas sejam as unidades básicas de um Universo, por exemplo, biológico, ou ainda, auto-consciente? Vivo ou semi-vivo? Tal como estão sugerindo os modelos da Teoria da Matriz? Asimov seria mais feliz se tivesse dito: “agora sabemos que as galáxias são as unidades básicas da Física no Universo, porém, não se precipite em concluir que o Universo tenha a ordem dos fenomenos e processos da Física como o ultimo nível de organização.”    

E se não tiver, as teorias do Big Bang, da Abiogênese, da Evolução, e a Teoria Nebular Astronomica, estarão todas incompletas de maneira que desviam o homem do entendimento do verdadeiro significado do Universo. Pois a possível existência de um nível superior de organização do Universo, ou ainda além deste Universo, desceria sobre toda a matéria e eventos dirigindo-os por fôrças que certamente ainda desconhecemos. Assim como a teoria da Matriz, ao concluir que o Universo é uma produção genética, está sugerindo a existência de mecanismos e processos naturais jamais imaginados antes mas que teriam atuado sobre os elementos e eventos abordados por aquelas teorias aumentando em muito a complexidade calculada por elas.” 

Mas voltando ao texto de Isaac Asimov, vamos ver como ele próprio fornece as evidências que retornam contra sua afirmação acima, corrigindo-a:  

 O jovem especialista em literatura inglesa, depois de me citar, continuou me dando uma severa bronca a respeito do fato de que em todos os séculos as pessoas pensaram que finalmente haviam compreendido o universo, e em todos os séculos se provou que elas estavam erradas. Segue que a única coisa que nós podemos dizer sobre nosso “conhecimento” moderno é que está errado. O jovem citou então com aprovação o que Sócrates disse ao saber que o oráculo de Delfos o tinha proclamado o homem o mais sábio da Grécia: “se eu sou o homem o mais sábio”, disse Sócrates, “é porque só eu sei que nada sei”. A consequência era que eu era muito tolo porque tinha a impressão de saber bastante.

Minha resposta a ele foi esta: “John, quando as pessoas pensavam que a Terra era plana, elas estavam erradas. Quando pensaram que a Terra era esférica, elas estavam erradas. Mas se você acha que pensar que a Terra é esférica é tão errado quanto pensar que a Terra é plana, então sua visão é mais errada do que as duas juntas”.

O problema básico é que as pessoas pensam que “certo” e “errado” são absolutos; que tudo que não é perfeitamente e completamente certo é totalmente e igualmente errado.

Entretanto, eu penso que não é assim. Parece-me que certo e errado são conceitos nebulosos, e eu devotarei este ensaio a explicar por que eu penso assim.

(Comentário da Matriz: O caso em que cada nova teoria sobre um determinado objeto contem êrros, porem um grau de êrro menor que a anterior e dois graus de êrro menor que a ante-penultima será melhor entendido lendo-se o relativismo do universo de mil faces no fim deste artigo)

… Quando meu amigo, o perito em literatura inglesa, me disse que em todos os séculos os cientistas pensaram ter entendido o universo e estavam sempre errados, o que eu quero saber é quão errados estavam eles? Todos estão errados no mesmo grau? Vamos dar um exemplo.

Nos primeiros dias da civilização, a sensação geral era que a Terra era plana. Não porque as pessoas eram estúpidas, ou porque queriam acreditar em coisas estúpidas. Achavam que era plana por evidências sólidas.

(Comentário da Matriz: “Mas… dear Asimov! Como você salta do Universo para a Terra assim num piscar de olhos?! O literato inglês estava falando sobre “universo” e você vem apresentar como exemplo um planetinha perdido na imensidão cósmica dentro deste universo? Para manter-mos a saúde mental, combater dentro de nós a arrogância própria do selfish gene, evitar-mos os fanatismos religiosos e ideológicos, temos que sempre ter em mente os nossos limites, os limites do nossa atual capacidade de conhecimento. Tal como nos esforçamos em fazer dentro da cosmovisão da Matriz: nos esticamos o máximo possível para alcançar os limites da matéria ou seja, da Natureza material, porém daí não queremos dar um passo além por ora, pois desde aqueles limites temos que voltar ao aqui e agora onde ficou muita coisa para trás oculta ou precisando ser consertada. Será que o literato inglês engoliu sua indevida elocubração mental neste caso?!)

Não era só uma questão de “parece que é”, porque a Terra não parece plana. Ela é caóticamente irregular, com montes, vales, ravinas, penhascos, e assim por diante.

Naturalmente há planícies onde, em áreas limitadas, a superfície da Terra parece relativamente plana. Uma dessas planícies está na área do Tigre/Eufrates, onde a primeira civilização histórica (com escrita) se desenvolveu, a dos Sumérios.

Talvez tenha sido a aparência da planície que convenceu os Sumérios inteligentes a aceitar a generalização de que a Terra era plana; que se você nivelasse de algum modo todas as elevações e depressões, sobraria uma superfície plana. Talvez tenha contribuído com essa noção o fato que as superfícies d’água (reservatórios e lagos) parecem bem planas em dias calmos.

Uma outra maneira de olhar é perguntar qual é a “curvatura” da superfície da terra ao longo de uma distância considerável, quanto a superfície se desvia (em média) do plano perfeito. A teoria da Terra plana diria que a superfície não se desvia em nada de uma forma chata, ou seja, que a curvatura é 0 (zero) por milha.

É claro que hoje em dia aprendemos que a teoria da Terra plana está errada; que está tudo errado, enormemente errado, certamente. Mas não está. A curvatura da terra é quase 0 (zero) por milha, de modo que embora a teoria da Terra plana esteja errada, está quase certa. É por isso que a teoria durou tanto tempo.

Havia razões, com certeza, para julgar insatisfatória a teoria da Terra plana e, por volta de 350 A.C., o filósofo grego Aristóteles as resumiu. Primeiro, algumas estrelas desapareciam para o hemisfério do sul quando se viajava para o norte, e desapareciam para o hemisfério norte quando se viajava para o sul. Segundo, a sombra da Terra na Lua durante um eclipse lunar era sempre o arco de um círculo. Em terceiro lugar, aqui na própria Terra, é sempre o casco dos navios que desaparece primeiro no horizonte, em quaisquer direções que viajem.

Todas as três observações não poderiam ser razoavelmente explicadas se a superfície da Terra fosse plana, mas poderiam ser explicadas supondo que a Terra fosse uma esfera.

E mais, Aristóteles acreditava que toda matéria sólida tendia a se mover para o centro comum, e se a matéria sólida fizesse isso, acabaria como uma esfera. Qualquer volume dado de matéria está, em média, mais perto de um centro comum se for uma esfera do que se for qualquer outra forma.

Cerca de um século após Aristóteles, o filósofo grego Eratóstenes notou que o Sol lançava sombras de comprimentos diferentes em latitudes diferentes (todas as sombras teriam o mesmo comprimento se a superfície da Terra fosse plana). Pela diferença no comprimento da sombra, calculou o tamanho da esfera terrestre, que teria 25.000 milhas (cerca de 40.000 km) de circunferência.

Tal esfera se encurva aproximadamente 0,000126 milhas por milha, uma quantidade muito perto de 0, como você pode ver, e que não seria facilmente mensurável pelas técnicas à disposição dos antigos. A minúscula diferença entre 0 e 0,000126 responde pelo fato de que passou tanto tempo para passar da Terra plana à Terra esférica.

Note que mesmo uma diferença minúscula, como aquela entre 0 e 0,000126, pode ser extremamente importante. Essa diferença vai se acumulando. A Terra não pode ser mapeada em grandes extensões com nenhuma exatidão se a diferença não for levada em conta e se a Terra não for considerada uma esfera e não uma superfície plana. Viagens longas pelo mar não podem ser empreendidas com alguma maneira razoável de encontrar sua própria posição no oceano a menos que a Terra seja considerada esférica e não plana.

Além disso, a Terra plana pressupõe a possibilidade de uma terra infinita, ou da existência de um “fim” da superfície. A Terra esférica, entretanto, postula que a Terra seja tanto sem fim como no entanto finita, e é este postulado que é consistente com todas as últimas descobertas.

Assim, embora a teoria da Terra plana esteja somente ligeiramente errada e seja um crédito a seus inventores, uma vez que se considere o quadro todo, é errada o suficiente para ser rejeitada em favor da teoria da Terra esférica.

Mas a Terra é uma esfera?

Não, ela não é uma esfera; não no sentido matemático estrito. Uma esfera tem determinadas propriedades matemáticas — por exemplo, todos os diâmetros (isto é, todas as linhas retas que passam de um ponto em sua superfície, através do centro, a um outro ponto em sua superfície) têm o mesmo comprimento.

Entretanto, isso não é verdadeiro na Terra. Diferentes diâmetros da Terra possuem comprimentos diferentes.

O que forneceu a ideia de que a Terra não era uma esfera verdadeira? Para começar, o Sol e a Lua têm formas que são círculos perfeitos dentro dos limites de medida nos primeiros dias do telescópio. Isso é consistente com a suposição de que o Sol e a Lua são perfeitamente esféricos.

Entretanto, quando Júpiter e Saturno foram observados por telescópio pela primeira vez, logo ficou claro que as formas daqueles planetas não eram círculos, mas claras elipses. Isso significava que Júpiter e Saturno não eram esferas de fato.

Isaac Newton, no fim do século dezessete, mostrou que um corpo de grande massa formaria uma esfera sob atração de forças gravitacionais (exatamente como Aristóteles tinha proposto), mas somente se não estivesse girando. Se girasse, aconteceria um efeito centrífugo que ergueria a massa do corpo contra a gravidade, e esse efeito seria tão maior quanto mais perto do equador. O efeito seria tão maior quanto mais rapidamente o objeto esférico girasse, e Júpiter e Saturno certamente giravam bem rapidamente.

A Terra gira muito mais lentamente do que Júpiter ou Saturno, portanto o efeito deveria ser menor, mas deveria estar lá. Medidas de fato da curvatura da Terra foram realizadas no século dezoito e provaram que Newton estava correto.

Em outras palavras, a Terra tem uma protuberância equatorial. É achatada nos pólos. É um “esferoide oblato” e não uma esfera. Isto significa que os vários diâmetros da terra diferem em comprimento. Os diâmetros mais longos são os que vão de um ponto no equador a outro ponto oposto no equador. Esse “diâmetro equatorial” é de 12.755 quilômetros (7.927 milhas). O diâmetro mais curto é do pólo norte ao pólo sul e este “diâmetro polar” é de 12.711 quilômetros (7.900 milhas).

A diferença entre o maior e o menor diâmetro é de 44 quilômetros (27 milhas), e isso significa que a “oblacidade” da Terra (sua diferença em relação à esfericidade verdadeira) é 44/12755, ou 0,0034. Isto dá 1/3 de 1%.

Em outras palavras, em uma superfície plana, a curvatura é 0 em todos os lugares. Na superfície esférica da Terra, a curvatura é de 0,000126 milhas por milha todos os lugares [ou 8 polegadas por milha (12,63cm/km)]. Na superfície esferoide oblata da Terra, a curvatura varia de 7,973 polegadas por milha (12,59cm/km) a 8,027 polegadas por milha (12,67cm/km).

A correção de esférico a esferoide oblato é muito menor do que de plano a esférico. Consequentemente, embora a noção da Terra como uma esfera seja errada, estritamente falando, não é tão errada quanto a noção da Terra plana.

Mesmo a noção esferoide oblata da Terra é errada, estritamente falando. Em 1958, quando o satélite Vanguard I foi posto em órbita sobre a Terra, ele mediu a força gravitacional local da Terra — e consequentemente sua forma — com precisão sem precedentes. No fim das contas, descobriu-se que a protuberância equatorial ao sul do equador era ligeiramente mais protuberante do que a protuberância ao norte do equador, e que o nível do mar do pólo sul estava ligeiramente mais próximo o centro da terra do que o nível do mar do pólo norte.

Não parecia haver nenhuma outra maneira de descrever isso senão que dizendo a Terra tinha o formato de uma pêra, e muitas pessoas decidiram que a Terra não se parecia em nada com uma esfera mas tinha a forma de uma pêra Bartlett dançando no espaço. Na verdade, o desvio do formato de pêra em relação ao esferoide oblato perfeito era uma questão de jardas e não de milhas, e o ajuste da curvatura estava na casa dos milionésimos de polegada por milha.

Em suma, meu amigo literado em inglês, viver em um mundo mental de certos e errados absolutos pode significar imaginar que uma vez que todas as teorias são erradas, podemos pensar que a Terra seja esférica hoje, cúbica no século seguinte, um icosaedro oco no seguinte e com formato de rosquinha no seguinte.

(Comentário da Matriz: Comece a entender o que vou dizer com “o Universo é um fenomeno relativista, é uma cilada à arrogância porque ele apresenta mil faces diferentes, e deve apresentar uma ultima, a verdadeira, a qual será a composição final feita por todas as mil faces ilusórias. Aqui ele já revelou algumas de suas faces cosmovisionarias que dominaram os povos e a mentalidade de suas épocas: uma super-crença numa falsa verdade ultima levou toda uma civilização a ver uma face a qual troçava com essa civilização como a serpente enganou Eva, convencendo-a de que a Terra fosse plana; essa civilização construiu-se a si mesma, ao seu homem, a sua ideologia, a sua religião, o seu sistema social, o estilo de construção de suas cidades e sei nível de tecnologia, e determinou o tipo de relações entre seus indivíduos, tudo baseado na face que viam do mundo. Como a face era tremendamente ilusória, a civilização ruiu sobre seus alicerces. Assim tivemos os impérios ou civilizações babilonico, assírio, egípcio, romano, e agora… a qual vai ruir também se depressa não aprender-mos a lição vinda dos nossos antepassados. Quando uma face torna-se insuportável e desvela sua máscara, uma “verdade ” inculcada na mente do povo desfaz-se em fragmentos, a sua obra material acompanha este colapso e tudo torna-se abaixo. Mas então começa a levantar-se uma nova face das cinzas da anterior, uma nova civilização emerge. Portanto, sejamos como Socrates, sempre com um pé atrás e combatendo os que alardam conhecer o que não é visível e palpável aos nossos sentidos, assim podemos evitar as quedas abruptas dolorosas e nós mesmos promover-mos transições suaves. Estás entendendo o porque, apesar de 30 anos sendo bombardeado por evidências sugerindo que a Teoria da Matriz está correta e teria desvendado os limites ultimos da natureza material, mesmo assim continuo sempre avisando para não acreditarem nela, que eu suspeito dela, pois quando ela, faceira e cheia de argumentos, me sussurra aos ouvidos atraindo-me aos seus encantos vem-me à mente a imagem da serpente enrolada na árvore oferecendo a maçã e enganando Eva. Cuidado!) 

O que acontece na verdade é que uma vez os cientistas tomam um bom conceito, eles o refinam gradualmente e o estendem com sutileza crescente à medida que seus instrumentos de medida melhoram. As teorias não são tão erradas quanto incompletas.

Isto pode ser dito em muitos casos além da forma da Terra. Mesmo quando uma nova teoria parece representar uma revolução, ela geralmente surge de pequenos refinamentos. Se algo mais do que um pequeno refinamento fosse necessário, então a teoria anterior não teria resistido.

Copérnico mudou de um sistema planetário centrado na Terra para um centrado no Sol. Ao fazer isso, mudou de algo que era óbvio para algo que era aparentemente ridículo. Entretanto, era uma questão de encontrar melhores maneiras de calcular o movimento dos planetas no céu, e a teoria geocêntrica acabou sendo deixada para trás. Foi exatamente porque a teoria antiga dava resultados razoavelmente bons pelos padrões de medida da época que ela se manteve por tanto tempo.

Novamente, foi porque as formações geológicas da Terra mudam tão lentamente e as coisas vivas sobre ela evoluem tão lentamente que parecia razoável no início supor que não havia nenhuma mudança e que a Terra e a vida sempre existiram como hoje. Se isso fosse assim, não faria nenhuma diferença se a Terra e a vida tinham bilhões ou milhares de anos. Milhares eram mais fáceis de se entender.

Mas quando cuidadosas observações mostraram que a Terra e a vida estavam mudando a uma taxa que era minúscula mas não nula, a seguir tornou-se claro que a Terra e a vida tinham que ser muito antigas. A geologia moderna surgiu, e também a noção de evolução biológica.

Se a taxa de mudança fosse maior, a geologia e a evolução alcançariam seu estado moderno na Antiguidade. É somente porque a diferença entre as taxas de mudança em um universo estático e em um evolutivo estão entre zero e quase zero que os criacionistas continuam propagando suas loucuras.

Uma vez que os refinamentos na teoria ficam cada vez menores, mesmo teorias bem antigas devem ter estado suficientemente certas para permitir que avanços fossem feitos; avanços que não foram anulados por refinamentos subsequentes.

Os Gregos introduziram a noção de latitude e longitude, por exemplo, e fizeram mapas razoáveis da bacia mediterrânea mesmo sem levar em conta a esfericidade, e nós usamos ainda hoje latitude e longitude.

Os Sumérios provavelmente foram os primeiros a estabelecer o princípio de que os movimentos planetários no céu são regulares e podem ser previstos, e tentaram achar maneiras de fazê-lo mesmo assumindo a Terra como o centro do universo. Suas medidas foram enormemente refinadas mas o princípio permanece.

Naturalmente, as teorias que temos hoje podem ser consideradas erradas no sentido simplista do meu correspondente bacharel em literatura inglesa, mas em um sentido muito mais verdadeiro e mais sutil, elas precisam somente ser consideradas incompletas.

Comentários da Matriz:

Azimov diz

“… vivemos em um século em que finalmente entendemos o básico sobre o universo.”

Será mesmo?

 Vamos pensar numa situação análoga à que nos encontramos agora nêste Universo: Micróbios do tamanho de poucos átomos vivendo dentro de uma célula. Mas vamos forçar um pouco mais a analogia e supor que estamos na mesma situação de micróbios que estão dentro de uma célula que faz parte de um feto em gestação.

Qual seria o entendimento básico dos micróbios sôbre seu universo total,  cujos limites longínquos seria a membrana celular?

Assim como vemos as ondas do mar indo e voltando, os ventos movendo e misturando as coisas da Natureza, os gazes formando vapores e se transformando em água, as águas dos rios nas margens formando pantânos,  a energia solar numa febril atividade transformadora, assim também os micróbios veriam apenas fenomenos estritamente físicos: nuvens escuras de cloreto de sódio vindas do sul rugindo com trovões e emitindo relampagos que ionizam camadas de calcio nos grandes vales  das vesículas, citoplasma movendo-se como oceanos e objetos como o RNA transportador sendo movidos, etc. Nem mesmo a segunda ordem de fenomenos depois da Física, que é a Química, seria para êles perceptível. Quanto menos ainda perceptível seria a mais elevada ordem de fenomenos que é a Biologia, onde o seu universo, se mostraria não mais eterno porém finito sujeito a morte e nascimentos, e ainda,  seu universo, celular, não seria mais que um simples tijolinho de uma fantástica organização em desenvolvimento que é o corpo de um ser vivo. De cuja existência nossos micróbios jamais poderiam sequer imaginar!

Pois o conhecimento mais ultra-moderno do universo-aglomerado de galáxias dos humanos restringe-se ainda apenas à ordem dos fenomenos da Física.  E vemos que os processos físicos se perdem e se anulam dentro de algo maior, os químicos, mas êstes se perdem dentro dos processos biológicos, e inclusive existem corpos biológicos cujo mínimo movimento dependem da autoridade de uma ordem de fenomeno acima de todos conhecidos, que é a mente humana. Pura hierarquia entre os sistemas naturais. Curioso é que a evolução destes sistemas materiais – desde os átomos às células aos orgãos aos corpos têve um final que não é material, pois foram todos transformados em conceitos na mente humana. Isso significa que entender o Universo seria conhecê-lo o suficiente para reduzi-lo a um conceito na mente humana. Como vemos células e corpos na sua totalidade e em ação desde fora e de cima temos um idéia dconceitual do que são, porque existem, qual seus significados. Mas estamos muito longe ainda de conseguir o mesmo com o nosso Universo.  E vegetando no meio da ordem de fenomenos abrangidos pela Física jamais vamos entender o básico do Universo porque êste pode ser um fenomeno biológico, assim como os micróbios são incapazes de alcançar o conceito de “célula viva e  biológica”. Enquanto apenas a Física com sua linguagem Matemática estiver no dominio da Cosmologia, não teremos a menor idéia do que está governando os fenomenos físicos e para que fim.  Aliás, as poucas tentativas de formulação de um conceito pelos físicos se esborracham contra a realidade observada, como por exemplo, o átomo primordial que teria se desdobrado hoje em girafas e bicicletas, o universo em eterno repouso ou do eterno retorno. Nunca foi observado tal átomo e nada em repouso ou retorno, como absolutos.

Apenas a Teoria da Matriz/DNA foi conduzida por seus modelos a vislumbrar uma camada superior de fenomenos no Universo contendo os fenômenos físicos. Trata-se da camada de fenomenos onde o Universo apresenta processos genéticos, como se fôsse uma produção genética. Biológica. Porém, aqui, o entendimento básico do Universo de Asimov e dos ultra modernistas torna-se tão minusculo como o entendimento básico dos micróbios dentro de seu universo celular.

Asimov desconhecia outro incrível resultado dos modelos da Matriz: a do Universo Relativo de Mil Faces. Tal como Einstein se equivocou perdendo-se dentro da magnitude de sua própria teoria, Asimov ainda está aplicando a relatividade geral sobre fenomenos isolados no puro estilo reducionista. Agora por exemplo êle submeteu o fenomeno do êrro humano  ao relativismo. A Matriz foi mais longe, percebeu que a relatividade se aplica ao Universo como um tôdo. O que significa isso? Que o Universo tem mil faces diferentes para mil diferentes espécies de micróbios, mas cada face é um milionésimo da realidade, da Face Final. Os outros 999% são ilusões, mentiras, ignorância. Mas à medida que duplica o tamanho dos micróbios duplica também a parcela da realidade que dominam. Assim vai de 1% para 2%, para 4%… o que siginifica 996% de ilusões ainda. Quando um ultimo ser atingisse o ultimo posto evolutivo possivel, só então as mil faces se tornariam uma nova, total, diferente e serpreendente face, contendo tôdas as outras. Seria como os micróbios intra-celulares vissem de repente o ser humano e adulto dentro do qual existem.

A ordem dos fenomenos físicos e os corpos que resultam dessa ordem de organização da matéria deve estar numa escala bem inferior do conhecimento, se considerar-mos um corpo de ser vivo onde acima dela vemos a ordem química, depois ainda sobre elas, a ordem biológica, e ainda acima desta, a ordem dos pensamentos, da auto-consciência. A qual parece tratar-se de uma abstração conceitual, um retorno, um encontro com o conceito inicial. Tlavez no final de tudo reste apenas isso: um conceito que na sua essência é uma auto-consciência.

No modêlo do gráfico cartesiano onde a Matriz descobre o Universo Relativo de Mil Faces ( cujo grafico ainda não me lembro se já trouxe ou não para o web-site), a nossa evolução se dá exatamente como ASIMOV entendeu o processo dos refinamentos das teorias. Cada refinamento realizado é exatamente isto: a duplicação do entendimento produzida pela evoluçao gradativa do observador. O Universo tem uma face ilusória para cada tipo de freguês observador, ilusória no sentido que todo observador acredita que viu a face final. Ela é uma face real, assim como a idéia de que a Terra seria plana tinha algo de correto nela. Depois a idéia de que a Terra seria esférica parecia incontestavel, mas apesar de errada, tinha muito mais de verdadeiro nela. Eu penso que munir-se da cosmovisão da Matriz é o observador situar-se num ponto do tempo e do espaço superior evolutivamente onde existem  muitos êrros ilusórios ainda, com certeza, porém menos um pouco do que os êrros do “conhecimento” ultra-modernista.