Archive for the ‘Super-Organismo Mental de Gaia’ Category

Nova Descoberta Sobre os Building Blocks da Vida e sua Relacao Com os Processos da Matrix/Negra

sábado, setembro 17th, 2016

teoria-artistica-de-uma-proteina-ou-enzima-numa-flor-modelando-e-imitando-a-formula-da-matrix

Obs 1: Esta figura “parece” sugerir como uma proteina ou enzima acontece num organismo. O formato da proteina e’ similar ao formato da formula da Matrix, o que seria logico: apesar de que cada proteina representa uma informacao unica e diferente de todas as outras, este detalhe diferencial esta’ na periferia, na copia diferenciada, porem a infra-estrutura, o esqueleto basico de todas, seria uma reproducao da formula. Aqui nesta proteina vemos a formula com 5 partes/funcoes expressadas, sendo que a sexta nao se expressa, por isso e’ apenas um ramo amarelo. Isto ja e’ uma sua diferenca especifica. Mas esta diferenca cresce e esta’ inscrita tambem nos filamentos amarelos da periferia da proteina.

Obs 2 : Este artigo tambem se relaciona com a tese da Matrix no super-organism

de Gaia

 

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New knowledge about the building blocks of life

September 2, 2016

Read more at: http://phys.org/news/2016-09-knowledge-blocks-life.html#jCp

 

A study of an enzyme that helps build and repair DNA in living organisms increases our understanding of how these processes are controlled and how we can use this to combat infections.

Louis Morelli: Leio isto nao apenas com o interesse patente de aprender mais de genetica, mas tambem leio enquanto tento projetar as informacoes da dimensao genetica humana na “suposta” dimensao genetica do super-organismo de Gaia – o processo de reproducao do ancestral astronomico na forma biologica na superficie da Terra, ou seja, a Matrix para um sistema fechado em si mesmo. Nessa intencao e’ muito importante descobrir como  sao os processos controlados por essa Matrix Negra (porque existimos sob a outra face da Matrix tambem, a Matrix Branca, relacionada `a emergencia da auto-consciencia e tendente a sistema aberto), sobre os humanos e a biosfera terrestre em geral.

Chemists at the Faculty of Science at Lund University in Sweden, together with their colleagues in Umeå and Stockholm, have studied the enzyme ribonucleotide reductase, (RNR).

Matrix/DNA: Pesquisar o que e’ RNR – a enzima ribonucleotide reductase. The RNR enzyme that the researchers have studied derives from the bacterium pseudomonas aeruginosa, which is associated with nosocomial infections.

By using synchrotron radiation, including at MAX IV Laboratory in Lund, they are able to show the three-dimensional structure of the enzyme and the of DNA. They have thereby discovered how the building blocks bind to each other and how this is used to control the function of the enzyme.

Matrix/DNA: Bem,… existe uma diferenca entre o que a Ciencia Academica teoriza ser o building block do DNA e o que a Matrix/DNA teoriza. Para nos, o building block nao e’ apenas um nucleotideo mas sim os 4 juntos, vizinhos, tanto na posicao horizontal – dois nucleotideos de duas hastes formando um degrau – mais dois nucleotideos consecutivos nas hastes do DNA, na posicao vertical. Isto porque somente assim vejo a formula completa da Matrix repetida. Descobrir como os nucleotideos se conectam ja e’ um problema resolvido pela Matrix ( mesmo processo da formula, sendo que para isso tem que entrar em acao a base uracila), pois a conexao ja e’ determinada porque o nucleotide anterior e’ quem se reproduz no posterior, mantendo o elo ou cordao umbilical entre eles, que sao as pontes de fosfato nas hastes. Mas aqui fica uma duvida. O artigo vai dizendo que eles descobriram como os building blocks se conectam uns aos outros e ” como isto e’ usado para controlar a funcao da enzima”. Entao nao estao falando das conexoes que acontecem normalmente na formacao e no crescimento do DNA, e sim quando os building blocks comecam a fuzzy logic, ou seja, estabelecendo segundas interconexoes entre nucleotideos esparsos na haste visando montar um novo diferente pacote de informacoes, o qual se torna o codigo para produzir certa enzima. Mas isto seria um gene.

A challenge in the development of drugs against these pathogens is that their enzymes are often similar to ours. If you inhibit the foreign enzyme in order to kill the bacteria, there is always a risk that this will affect the person’s own enzymes, which leads to side-effects or even toxicity.

“However, we have discovered that the binding of molecules differs greatly between the human enzyme and the bacteria’s RNR , so the risk of side-effects is therefore considerably smaller”, says Derek Logan, senior lecturer at the Faculty of Science in Lund.

Matrix/DNA: Bem,… isto vem para membrar que o misterio que estou tentando elucidar e’ muito mais complicado. Uma coisa e’ investigar uma situacao fixa, estabelecida, e outra diferente e’ pesquisar uma situacao em movimento e se transformando. Isto e’ evolucao. A diferenca de como a Matrix controla o mundo das bacterias e o mundo dos humanos.

In the study, the researchers also discovered that RNR from the type of bacteria that causes the sexually transmitted disease chlamydia has the same type of binding to the DNA building blocks. Therefore, Derek Logan does not rule out the possibility that, in the future, these new findings could lead to a new treatment of chlamydia. However, he predicts that applications in the form of development programs for new drugs are at least ten years into the future

Matrix/DNA: Entao temos que pesquisar stas duas doencas: nosocomial infection, also known as hospital-acquired infection, e chlamydia. Comparando os dois casos, pois isso pode fornecer mais pistas de como estes processos de controle ou descontrole genetico acontecem.

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Inicio da Pesquisa:

RNR – a enzima ribonucleotide reductase. The RNR enzyme that the researchers have studied derives from the bacterium pseudomonas aeruginosa, which is associated with nosocomial infections.

 

 

Vida Extraterrestre: Completo e Atual texto, Aborda Tudo

terça-feira, agosto 2nd, 2016

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O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?

http://gizmodo.uol.com.br/paradoxo-fermi/

Por:
13 de setembro de 2014 às 16:02

The Fermi Paradox (1)

Quando você está em algum lugar propício para admirar as estrelas, e se a noite estiver especialmente boa para vê-las, é incrível olhar para cima e se deparar com algo semelhante à imagem acima.

Algumas pessoas ficam impressionadas pela beleza do céu, ou se deslumbram com a vastidão do universo. No meu caso, eu passo por uma leve crise existencial, e depois ajo bem estranhamente por meia hora. Cada um reage de um jeito diferente.

O físico Enrico Fermi também reagia diferente, e se perguntou: “cadê todo mundo?”

Os números

Um céu estrelado parece imenso, mas tudo o que estamos vendo é a nossa vizinhança. Nas melhores noites estreladas, nós podemos ver até 2.500 estrelas (mais ou menos um centésimo de milionésimo do total de estrelas em nossa galáxia). Quase todas estão a menos de mil anos-luz de nós (ou 1% do diâmetro da Via Láctea). Então, na verdade estamos olhando para isto:

DivulgaçãoNosso céu noturno é formado por uma pequena parte das estrelas próximas e mais brilhantes dentro do círculo vermelho.

Quando somos confrontados com o assunto de estrelas e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: “há vida inteligente lá fora?” Vamos colocar alguns números nessa questão; se você não gosta de números, pode ler só o negrito.

Nossa galáxia tem entre 100 bilhões e 400 bilhões de estrelas; no entanto, este é quase o mesmo número de galáxias no universo observável. Então, para cada estrela da imensa Via Láctea, há uma galáxia inteira lá fora. No total, existem entre 10^22 e 10^24 estrelas no universo. Isso significa que para cada grão de areia na Terra, há 10.000 estrelas no universo.

O mundo da ciência não está em total acordo sobre qual porcentagem dessas estrelas são parecidas com o Sol (similares em tamanho, temperatura e luminosidade). As opiniões tipicamente vão de 5% a 20%. Indo pela mais conservadora (5%) e o número mais baixo na estimativa total de estrelas (10^22), isso nos dá 500 quintilhões, ou 500 bilhões de bilhões de estrelas similares ao Sol.

Também há um debate sobre qual porcentagem dessas estrelas similares ao Sol poderiam ser orbitadas por planetas similares a Terra (com condições parecidas de temperatura, que poderiam ter água líquida e que poderia sustentar vida similar à da Terra). Alguns dizem que é até 50%, mas vamos ficar com os conservadores 22% que apareceram em um recente estudo no PNAS. Isso sugere que há um planeta similar à Terra, potencialmente habitável, orbitando pelo menos 1% do total de estrelas do universo: um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra.

Então existem 100 planetas parecidos com a Terra para cada grão de areia do mundo. Pense nisso na próxima vez que for à praia.

Daqui para a frente, nós não temos outra escolha senão sermos especulativos. Vamos imaginar que, depois de bilhões de anos de existência, 1% dos planetas parecidos com a Terra tenham desenvolvido vida (se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida). E imagine que em 1% desses planetas avance até o nível da vida inteligente, como aconteceu na Terra. Isso significaria que teríamos 10 quatrilhões, ou 10 milhões de bilhões de civilizações inteligentes no universo observável.

Voltando para a nossa galáxia e fazendo as mesmas contas usando a estimativa mais baixa de estrelas na Via Láctea, estimamos que existem 1 bilhão de planetas similares à Terra, e 100 mil civilizações inteligentes na nossa galáxia. (A Equação de Drake traz um método formal para esse processo limitado que estamos fazendo).

A SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês) é uma organização dedicada a ouvir sinais de outras vidas inteligentes. Se nós estivermos certos e houver 100 mil ou mais civilizações inteligentes na nossa galáxia, uma fração delas estaria emitindo ondas de rádio, ou raios laser, ou qualquer coisa para realizar contato. Então os satélites da SETI deveria estar recebendo sinais de todo tipo, certo?

Mas não está. Nunca recebeu.

Cadê todo mundo?

Tipos de civilização

E tudo fica mais estranho. Nosso Sol é relativamente jovem em relação ao universo. Há estrelas muito mais velhas, com planetas muito mais velhos e semelhantes à Terra, o que em teoria representaria civilizações muito mais avançadas que a nossa. Por exemplo, vamos comparar nossa Terra de 4,54 bilhões de anos com um hipotético planeta X, com seus 8 bilhões de anos.

Divulgação

Se o planeta X tiver uma história similar a da Terra, vamos olhar para onde sua civilização estaria hoje:

Divulgação

Hoje, o Planeta X estaria a 3,46 bilhões de anos de desenvolvimento além do que temos hoje.

A tecnologia e o conhecimento de uma civilização mil anos à nossa frente poderia ser tão chocante quanto nosso mundo seria para uma pessoa medieval. Uma civilização um milhão de anos à frente poderia ser tão incompreensível para nós quanto a cultura humana é para chimpanzés. E o planeta X está a 3.4 bilhões de anos à frente de nós…

Existe algo chamado de Escala Kardashev, que nos ajuda a agrupar civilizações inteligentes em três grandes categorias, de acordo com a quantidade de energia que usam:

  • uma Civilização Tipo I tem a habilidade de usar toda a energia de seu planeta. Nós não somos exatamente uma Civilização Tipo I, mas estamos perto (Carl Sagan criou uma fórmula para essa escala que nos coloca como uma Civilização Tipo 0,7);
  • uma Civilização Tipo II pode colher toda a energia de seu sistema solar. Nosso débil cérebro Tipo I mal consegue imaginar como alguém faria isso, mas nós tentamos nosso melhor, imaginando coisas como a Esfera de Dyson.
  • uma Civilização Tipo III ultrapassa fácil as outras duas, acessando poder comparável ao da Via Láctea inteira.

Se esse nível de avanço parece difícil de acreditar, lembre-se do planeta X e de seus 3,4 bilhões de anos de desenvolvimento além do nosso (cerca de meio milhão de vezes mais do que o tempo que a raça humana existe). Se uma civilização no planeta X for similar à nossa e foi capaz de sobreviver até chegar no Tipo III, é natural pensar que a essa altura eles provavelmente já dominaram a viagem interestelar, possivelmente até mesmo colonizando a galáxia inteira.

Como essa colonização galáctica teria acontecido? Uma hipótese: cria-se um maquinário que pode viajar para outros planetas, passam-se uns 500 anos se auto-replicando usando os materiais que encontrarem no novo planeta, e então enviam-se duas réplicas para fazerem a mesma coisa.

Mesmo sem alcançar nada perto da velocidade da luz, esse processo colonizaria a galáxia inteira em 3,75 milhões de anos, relativamente um piscar de olhos quando estamos falando de uma escala de bilhões de anos:

Divulgação

Nesta evolução exponencial, a galáxia estaria completamente colonizada em 3,75 milhões de anos. Fonte: J. Schombert, U. Oregon

Continuando a especular, se 1% da vida inteligente sobreviver tempo suficiente para se tornar uma colonizadora de galáxias Civilização Tipo III em potencial, nossos cálculos acima sugerem que haveriam mil Civilizações Tipo III só em nossa galáxia. Dado o poder de tal civilização, sua presença provavelmente seria fácil de se notar. E, ainda assim, nós não vemos nada, não ouvimos nada e não fomos visitados por ninguém.

Então cadê todo mundo?

Sejam bem-vindos ao Paradoxo de Fermi.

Ainda não há uma resposta para o Paradoxo de Fermi. O melhor que podemos fazer é conseguir “explicações possíveis”. E se você perguntar a dez cientistas diferentes qual o palpite deles sobre a explicação correta, você terá dez respostas diferentes. Sabe quando humanos de antigamente discutiam se a Terra era redonda, ou se o Sol girava em torno da Terra, ou achavam que os raios aconteciam por causa de Zeus? Por isso, hoje eles parecem primitivos e ignorantes; no entanto, esse é mais ou menos o ponto em que estamos neste assunto.

Ao analisar as hipóteses mais discutidas sobre o Paradoxo de Fermi, vamos dividi-las em duas grandes categorias: as explicações que supõem que não há sinal de Civilizações Tipo II e III porque elas não existem; e as explicações que sugerem que elas estão lá, só que não estamos vendo ou ouvindo nada por outros motivos.

Grupo 1 de Explicações: não há sinais de civilizações superiores (Tipos II e III) porque elas não existem.

Aqueles que acreditam em explicações do Grupo 1 recusam qualquer teoria do tipo “existem civilizações maiores, mas nenhuma delas fez qualquer tipo de contato conosco porque todas _____”. O pessoal do Grupo 1 vê os números, entende que deveria haver milhares (ou milhões) de civilizações superiores, e intui que pelo menos uma delas deveria ser a exceção à regra. Mesmo se uma teoria abarcasse 99,99% das civilizações superiores, o 0,001% restante se comportaria de alguma outra forma e nós perceberíamos sua existência.

Por isso, dizem as explicações do Grupo 1, não entramos em contato com civilizações superavançadas porque porque não existem. Como a matemática sugere que existem milhares delas só na nossa galáxia, alguma outra coisa deve estar acontecendo.

Essa “outra coisa” é o Grande Filtro.

A teoria do Grande Filtro diz que, em algum ponto entre o início da vida e a inteligência Tipo III, há uma barreira. Há algum estágio naquele longo processo evolucionário que é improvável ou impossível de ser atravessado pela vida. Esse estágio é chamado de O Grande Filtro.

Divulgação

As linhas amarelas mostram saltos evolucionários comuns de serem alcançados. A linha vermelha é o Grande Filtro. A linha verde representa uma espécie que, passando por eventos extraordinários, consegue ultrapassar o Grande Filtro.

Se essa teoria for real, a grande questão é: quando acontece o Grande Filtro na linha do tempo?

Acontece que, quando o assunto é o destino da humanidade, essa questão é muito importante. Dependendo de quando O Grande Filtro ocorre, sobram para nós três possíveis realidades: nós somos raros; nós somos os primeiros; ou nós estamos ferrados.

1. Nós somos raros (já passamos do Grande Filtro)

Uma esperança é que já tenhamos passado do Grande Filtro. Nós conseguimos atravessá-lo, portanto é extremamente raro que a vida alcance nosso nível de inteligência. O diagrama abaixo mostra apenas duas espécies passando por ele; nós somos uma delas.

Divulgação

 

Esse cenário explicaria por que não existem Civilizações Tipo III… mas isso também poderia significar que nós podemos ser uma das exceções, já que chegamos até aqui. Isso significaria que há esperança para nós. Superficialmente, isso parece com as pessoas de meio século atrás, sugerindo que a Terra é o centro do universo. Sugere que nós somos especiais.

Mas se nós somos especiais, quando exatamente nos tornamos especiais? Isto é, qual passo nós superamos, apesar de quase todo mundo ficar preso nele?

Uma possibilidade: o Grande Filtro pode estar no comecinho de tudo; pode ser incrivelmente raro que a vida comece. Esse é um candidato porque demorou um bilhão de anos para a vida na Terra finalmente acontecer, e porque nós tentamos exaustivamente replicar esse evento em laboratórios e jamais conseguimos. Se este é mesmo o Grande Filtro, isso significaria que não deve existir vida inteligente lá fora – pode simplesmente não haver vida.

Outra possibilidade: o Grande Filtro pode ser o salto de células procariontes simples para células eucariontes complexas. Após o surgimento das procariontes, elas permaneceram dessa forma por quase dois milhões de anos antes de darem o salto evolucionário para se tornarem complexas e ganharem um núcleo. Se esse é o Grande Filtro, isso significaria que o universo está repleto de células procariontes simples e quase nada além disso.

Há outras possibilidades. Alguns acham até que nosso salto evolucionário mais recente, alcançando nossa inteligência atual, é um candidato a Grande Filtro. Ainda que o salto de vida semi-inteligente (chimpanzés) até a vida inteligente (humanos) a princípio não pareça um passo miraculoso, Steven Pinker rejeita a ideia de que a “escalada ascendente” da evolução seja inevitável:

Uma vez que a evolução apenas acontece, sem ter um objetivo, ela usa a adaptação mais útil para um certo nicho ecológico. O fato que, na Terra, até hoje isso levou a inteligência tecnológica apenas uma vez, pode sugerir que essa consequência da seleção natural é rara e, consequentemente, não é um desenvolvimento infalível da evolução de uma árvore da vida.

A maioria dos saltos não se qualifica como candidatos a Grande Filtro. Qualquer Grande Filtro possível deve ser algo que só acontece uma vez em um bilhão, onde uma ou mais anomalias devem ocorrer para proporcionar uma enorme exceção.

Por esse motivo, algo como pular de uma vida unicelular para uma multicelular está fora de questão como filtro, porque isso aconteceu pelo menos 46 vezes em incidentes isolados, só no nosso planeta. Pela mesma razão, se nós encontrarmos uma célula eucarionte fossilizada em Marte, ela iria tirar o salto “de-célula-simples-para-complexa” da lista de possíveis Grandes Filtros (assim como qualquer outra coisa que esteja antes desse ponto na cadeia evolucionária). Se isso aconteceu tanto na Terra quanto em Marte, claramente não é uma anomalia.

Se nós formos mesmo raros, isso pode ser por causa de um acidente biológico, mas isso também pode ser atribuído ao que se chama de Hipótese da Terra Rara. Ela sugere que, ainda que existam muitos planetas similares a Terra, as condições particulares do nosso planeta o tornam tão conveniente à vida — sejam as relacionadas a seu sistema solar, seu relacionamento com a Lua (uma lua tão grande é incomum para um planeta tão pequeno, contribuindo para as condições peculiares de nosso clima e nosso oceano), ou algo sobre o planeta em si.

2. Nós somos os primeiros

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A civilização humana é representada pela linha laranja.

Para pensadores do Grupo 1, se já não tivermos passado pelo Grande Filtro, nossa única esperança é que, do Big Bang até hoje, as condições no universo estão alcançando um nível que permita o desenvolvimento de vida inteligente. Nesse caso, nós podemos estar a caminho da super inteligência, mas isso ainda não aconteceu. Por acaso, nós estaríamos na hora certa para nos tornarmos uma das primeiras civilizações super inteligentes.

Um exemplo de um fenômeno que poderia tornar isso realístico é o predomínio de explosões de raios gama, detonações absurdamente imensas que observamos em galáxias distantes. Levou algumas centenas de milhões de anos para que os asteróides e vulcões se acalmassem e a vida se tornasse possível.

Da mesma forma, pode ser que o começo das existências no universo esteja cheio de eventos cataclísmicos, como explosões de raios gama que incinerariam tudo à sua volta de tempos em tempos, evitando que qualquer vida se desenvolva a partir de um certo estágio. Talvez estejamos agora no meio de uma fase de transição astrobiológica, e essa seja a primeira vez que qualquer vida tenha sido capaz de se desenvolver ininterruptamente por tanto tempo.

3. Nós estamos ferrados (o Grande Filtro está chegando)

Divulgação

O Grande Filtro é representado pela linha vermelha.

Se nós não somos nem raros nem pioneiros, os pensadores do Grupo 1 concluem que O Grande Filtro deve estar no nosso futuro. Isso implicaria que a vida frequentemente evolui até onde estamos, mas alguma coisa impede, em quase todos os casos, que a vida vá muito adiante e alcance a inteligência avançada — e dificilmente nós seremos uma exceção.

Um possível Grande Filtro seria algum evento cataclísmico que ocorra regularmente, como as já mencionadas explosões de raio gama. Só que ela ainda não teria ocorrido e, infelizmente, é uma questão de tempo até que ela acabe com toda a vida na Terra. Outra candidata é a destruição possivelmente inevitável que quase todas as civilizações inteligentes acabariam trazendo para si mesmas, uma vez atingido certo nível de tecnologia.

É por isso que o filósofo Nock Bostrom, da Universidade de Oxford, diz que “boa novidade é não haver novidade“. Se descobrirem vida em Marte, mesmo que simples, isso seria devastador, porque eliminaria diversos potenciais Grandes Filtros no passado. E se encontrarmos fósseis de vida complexa em Marte, Bostrom diz que “seria a pior notícia já impressa em uma primeira página de jornal”, porque significaria que o Grande Filtro está quase que definitivamente à nossa frente, condenando toda nossa espécie de uma vez. Bostrom acredita que, quando se trata do Paradoxo de Fermi, “o silêncio do céu noturno é ouro”.

Grupo 2 de Explicações: civilizações inteligentes dos Tipos I e II existem, mas há razões lógicas para que não tenhamos ouvido falar delas.

As explicações do Grupo 2 abandonam qualquer ideia de que nós somos raros, especiais ou qualquer coisa parecida. Pelo contrário, elas acreditam no Princípio da Mediocridade: ou seja, até que se prove o contrário, não há nada de especial ou incomum em nossa galáxia, sistema solar, planeta ou nível de inteligência. Além disso, elas são mais cautelosas antes de assumir que, se não há evidências de uma inteligência superior, ela não existe. Elas enfatizam o fato de nossas buscas por sinais só alcançarem mais ou menos até 100 anos-luz de nós (0,1% da galáxia) e só terem ocorrido há menos de uma década, o que é pouquíssimo tempo.

Pensadores do Grupo 2 têm uma ampla gama de possíveis explicações para o Paradoxo de Fermi. A seguir, eis as nove mais discutidas:

Possibilidade 1: a vida superinteligente pode ter visitado a Terra antes de estarmos aqui. Humanos sencientes só estão por aí há uns 50 mil anos, um piscar de olhos se comparado à existência do universo. Se o contato ocorreu antes disso, deve ter assustado alguns patos e só. Além disso, nossa história documentada só vai até uns 5.500 anos atrás. Por isso, talvez tribos humanas de caçadores-coletores pode ter passado por algumas experiências loucas com aliens, mas não tinham como contá-las para as pessoas do futuro.

Possibilidade 2: a galáxia foi colonizada, mas nós moramos em uma área despovoada. As Américas podem ter sido colonizadas pelos europeus muito antes de qualquer um daquela pequena tribo Inuit ao norte do Canadá ter percebido o ocorrido. Pode haver um elemento de urbanização nas moradias estelares das espécies mais avançadas: todos os sistemas solares de uma certa área são colonizados e estão em comunicação, mas seria pouco prático e inútil pra qualquer um deles vir até o canto distante e aleatório em que vivemos.

Possibilidade 3: todo o conceito de colonização física é comicamente atrasado para uma espécie mais avançada. Uma Civilização Tipo II consegue usar toda a energia de sua estrela. Com toda essa energia, eles podem ter criado um ambiente perfeito para eles, satisfazendo todas as suas necessidades. Eles podem ter meios hiperavançados de reduzir a necessidade de recursos, e interesse zero em deixar sua utopia feliz para explorar um universo frio, vazio e pouco desenvolvido.

Uma civilização ainda mais avançada poderia ver todo o mundo físico como um lugar horrivelmente primitivo, tendo há muito dominado sua própria biologia e feito upload de seus cérebros para uma realidade virtual, um paraíso da vida eterna. Viver em um mundo físico de biologia, morte, desejos e necessidades pode soar para eles da mesma forma como nos soam as espécies primitivas vivendo no oceano escuro e gelado.

Possibilidade 4: há civilizações predatórias e assustadoras lá fora, e as formas de vida mais inteligentes sabem que não devem transmitir sinais e divulgar sua localização. Essa é uma ideia desagradável, mas que ajudaria explicar a falta de sinais recebidos pelos satélites SETI. Ela também significaria que, ao transmitir nossos sinais lá pra fora, estamos sendo novatos inocentes e descuidados. Há um debate envolvendo METI (Mensagem às Inteligências Extraterrestes na sigla em inglês; o inverso de SETI, que só escuta). Basicamente, deveríamos mesmo enviar mensagens para o universo? A maioria das pessoas diz que não.

Stephen Hawking adverte: “se aliens nos visitarem, o resultado pode ser parecido com a chegada de Colombo nas Américas, que não terminou bem para os nativos”. Mesmo Carl Sagan, que geralmente acredita que qualquer civilização avançada o bastante para viagens interestelares seria altruísta, não hostil, diz que a prática de METI é “profundamente imprudente e imatura“, e recomendou que “as crianças mais novas de um cosmo estranho e incerto deveriam ouvir em silêncio por um longo tempo, aprendendo pacientemente e tomando notas sobre o universo, antes de gritar para uma selva desconhecida que não conseguimos compreender”. Assustador.

Possibilidade 5: existe apenas uma única inteligência superior, uma civilização “superpredadora” (mais ou menos como os humanos aqui na Terra) que é muito mais avançada que todas as outras e mantém as coisas assim, exterminando qualquer civilização que ultrapasse um certo nível de inteligência. Isso seria um saco. Poderia funcionar se o extermínio de todas as inteligências emergentes fosse um desperdício de recursos, já que a maioria se mata sozinha. Mas, ultrapassado um certo ponto, esses super seres agiriam porque, para eles, uma espécie inteligente emergente se tornaria um vírus, conforme começasse a crescer e se expandir. Essa teoria sugere que a vitória é de quem foi o primeiro a alcançar a inteligência superior. Ninguém mais tem chance. Isso explicaria a falta de atividade lá fora, porque o número de civilizações superinteligentes seria 1.

Possibilidade 6: há muito barulho e atividade lá fora, mas nossas tecnologias são muito primitivas e nós estamos procurando pelas coisas erradas. É como entrar em um prédio de escritórios, ligar um walkie-talkie (que ninguém mais usa) e, ao não ouvir nada, concluir que o prédio está vazio. Ou talvez, como apontou Carl Sagan, pode ser que nossas mentes trabalhem exponencialmente mais rápido ou mais lentamente do que a de qualquer outra forma de vida lá fora. Ou seja, eles levam 12 anos pra dizer “oi” e, quando nós ouvimos essa comunicação, isso parece apenas ruído.

Possibilidade 7: civilizações mais avançadas sabem sobre nós e estão nos observando, mas se ocultam de nós (a “Hipótese do Zoológico”). Até onde sabemos, civilizações super inteligentes existem em uma galáxia controlada rigidamente, e nossa Terra é tratada como parte de um safári amplo e protegido, e planetas como o nosso estão sob uma estrita regra de “olhe, mas não toque”. Nós não estamos cientes deles porque, se uma espécie muito mais inteligente quisesse nos observar, ela saberia como fazer isso sem nos deixar saber. Talvez haja uma regra similar à “Primeira Diretriz” de Jornada nas Estrelas, que proíbe seres super inteligentes de fazerem qualquer contato aberto com espécies inferiores como a nossa, ou de se revelarem de qualquer forma, até que a espécie inferior alcance um certo nível de inteligência.

Possibilidade 8: civilizações superiores existem à nossa volta, mas somos primitivos demais para percebê-las. Michio Kaku resumiu isso assim:

Digamos que há um formigueiro no meio da floresta. Ao lado do formigueiro, estão construindo uma super autoestrada de dez faixas. E a questão é, “as formigas seriam capazes de entender o que é uma super autoestrada de dez faixas? Elas seriam capazes de entender a tecnologia e as intenções dos seres construindo a autoestrada a seu lado?”

Então não é que, usando nossa tecnologia, não sejamos capazes de receber os sinais do planeta X. É que nós não conseguimos sequer entender o que são os seres do planeta X, ou o que eles estão tentando fazer. É tão além de nós que mesmo se eles quisessem nos esclarecer, seria como tentar ensinar às formigas sobre a internet.

Seguindo essa linha, essa pode ser uma resposta para “se existem tantas exuberantes Civilizações Tipo III, por que ainda não entraram em contato conosco?”. Para responder isso, vamos nos perguntar: quando Pizarro chegou ao Peru, ele parou um tempo em um formigueiro e tentou se comunicar com ele? Ele foi magnânimo, tentando ajudar as formigas? Ele foi hostil e atrasou sua missão original só para esmagar e destruir o formigueiro? Ou, para Pizarro, o formigueiro era completa e absoluta e eternamente irrelevante? Essa pode ser a nossa situação nesse caso.

Possibilidade 9: nós estamos completamente enganados sobre nossa realidade. Há muitas maneiras pelas quais nós podemos estar totalmente iludidos em tudo que pensamos. O universo pode parecer ser de um jeito e ser de outro completamente diferente, como um holograma. Ou talvez nós sejamos os alienígenas e fomos plantados aqui como um experimento. Há até mesmo a chance de que sejamos parte de uma simulação de computador de algum pesquisador de outro mundo, e outras formas de vida simplesmente não foram programadas na simulação.

Conclusão

Conforme continuamos em nossa possivelmente inútil busca por inteligência extraterrestre, eu não tenho certeza o que queremos encontrar. Francamente, tanto faz saber se estamos oficialmente sozinhos no universo ou se estamos oficialmente na companhia de outros, ambas são opções assustadoras. É um tema recorrente em todos os enredos surreais acima: qualquer que seja a verdade, ela é de enlouquecer.

Além de seu chocante ingrediente de ficção científica, o Paradoxo de Fermi também me deixa profundamente humilde. Não só lembra que sou microscópico e minha existência dura uns três segundos, algo que me vem à cabeça sempre que penso sobre o universo. O Paradoxo de Fermi traz à tona uma humildade mais mordaz, mais pessoal, do tipo que só acontece depois de passar horas de pesquisa ouvindo os mais renomados cientistas de nossa espécie apresentando as teorias mais insanas, mudando de ideia e contradizendo um ao outro freneticamente. Ele nos faz lembrar que as futuras gerações olharão para nós da mesma forma que nós olhamos para os antigos, que tinham certeza que as estrelas estavam sob o domo do céu; no futuro, lembrarão de nós dizendo “uau, eles não tinham ideia nenhuma do que estava acontecendo”.

E ainda temos mais outro golpe à autoestima com todo esse assunto de Civilizações Tipos II e III. Aqui na Terra, nós somos os reis de nosso pequeno castelo, comandando os rumos do planeta mais do que qualquer outra espécie. Nessa bolha, sem competição e sem ninguém para nos julgar, é raro que sejamos confrontados com a ideia de sermos uma espécie inferior a qualquer outra. Mas não somos nem uma Civilização Tipo I!

Dito isso, toda essa discussão é maravilhosa para mim. Sim, tenho minha perspectiva de que a humanidade é uma órfã solitária em uma pequena rocha no meio de um universo solitário. Mas as hipóteses apontam que provavelmente não somos tão espertos como pensamos. Além disso, muito do que temos certeza pode estar errado. Tudo isso me deixa esperançoso em conhecer e descobrir mais, nem que seja um pouquinho, porque existem muito mais coisas do que nós temos consciência.

(Ver a secao de comentarios no Gizmodo)

Tecnologia gerando o desemprego, debate entre experts, e a anormal sugestão da Matrix/DNA

sábado, julho 23rd, 2016

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Estou impressionado sobre o que me tornei neste mundo. Por caso pego um debate na Internet entre os mais bem informados experts sobre um assunto de extrema importância, e entro no debate com uma abordagem e tipos de palavras, de idéias, que nenhum dos experts, nenhum humano jamais sequer pensou em pronunciar.

Eles todos estão analisando o problema humano sob a perspectiva de humanos e eu entro dizendo: ” Como estabelece o teorema de Godel, ” ninguem pode conhecer a verdade de um sistema, estando dentro do sistema”. Voces estão discutindo o que vai acontecer com o sistema social humano. Se vocês não tentarem ver o problema sob outra perspectiva que não a humana, Godel já explicou o porque todos vão errar. Este problema tem que ser abordado sob a perspectiva da genética-essência no humano e da perspectiva do sistema em que existimos, a Via Láctea. E com a minha formula da Matrix/DNA, nos podemos fazer isso.” E assim eu virei o assunto de cabeça para baixo e finalizei sugerindo uma solução, a qual, não sera possível de ser absorvida, assimilada pelos cérebros destes experts, pois eles estão hard-wired, configurados, diferente da maneira como meu cérebro esta.

A causa desta diferença foi que a minha vivencia na selva fez uma completa lavagem cerebral dos 15.000 anos da cultura humana e depois implantou a cultura da Natureza bruta, virgem. Para tanto ela me fez ir as galaxias e retornar – pois a Natureza não é apenas terrestre, ela é o Universo.

Agora fico eu desesperado porque a Humanidade vai seguir o conselho de seus gênios especialistas e não os meus. Porem, a minha visão de mundo esta’ prevendo que a Humanidade esta’ indo por um caminho suicida, ou pior ainda, o caminho do assassinato deste feto de consciência cósmica que nos estamos construindo aqui.  A minha unica esperança é a de que eu seja o único ou maior débil mental da humanidade e eles estejam certos, com a mente saudável e no caminho correto.

Para quem estiver interessado, veja o artigo com link abaixo, o debate, e o meu comentário postado, o qual copio abaixo (apesar de que acho que não terei criticas porque cheguei no debate muito atrasado, e parece que já terminou)

It’s No Myth: Robots and Artificial Intelligence Will Erase Jobs in Nearly Every Industry

http://singularityhub.com/2015/07/07/its-no-myth-robots-and-artificial-intelligence-will-erase-jobs-in-nearly-every-industry/#comment-198026

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Louis Charles Morelli· July/23/2016

The right prediction about this jobless world can not be made from a human perspective. As says Godel’s theorem: “Nobody inside a system can know the system”. The right prediction must be made from galactic plus genetic perspective. And it is possible for us to get these perspectives when we know the building block of both – the Matrix/DNA formula. So, let’s go:

The whole technology for getting a total automation system – as the human social system – is existent and grateful in Nature. It was applied for organizing atoms into a building block of astronomic systems – the most possible perfect machine. We can see its configuration and anatomy in the models of Matrix/DNA. It is enough for us learning how it works and mimicking it with our disponible mater. How to produce all things with terrestrial atoms is enough learning about the genetic version of this formula – a lateral base-pair of nucleotides.

But, the big human problem is the choice that we will need to make. We have two alternatives, two ways. One is the open door to our transcendence to a new more evolved shape; the other is an opened door to the “happy extinction”.

The bad choice already was made by us, when we were our ancient non-living ancestor: this Milk Way. It is the choice going to such automated world where humans became stupid pieces of a perfect machine – the whole terrestrial biosphere. It is the way towards the Brave New World under the Big Brother.

10 billion years ago, the matter in this universal region got its supreme goal: the most happy state of thermodynamical equilibrium. It got to be a perfect closed system. I have its entire description at my website. Food coming grateful to the mouth and the hermaphrodite shape turning on possible orgasmic pleasure 24 hours a day, eternally.

But, the Universe has more powerful laws than this galaxy, such the entropic mechanism, which does not permit eternity of a provisory evolutionary shape. Them, happened the Fall, the “bits-genes-information” of astronomic systems falls to planetary surface and lift up as opened biological systems, plants and animals. Here we are.

So, the automated world is unavoidable for getting to the two ways. The big hope we have now is about consciousness, which our ancestor never had. This new phenomena came from beyond the galaxy. We are just now 8 billion infant conscious genes trying to build an embryo of universal consciousness, but, the wrong choice can result in abortion. Or imprisonment of our still infant mind till the whole extinction of life in this planet.

So, the key is about the world view, which will determinate what humans will do with their free time. If we keep the instincts that came from animals, and before them – from this astronomic system – we will have a happy end, as a stupid robot. Matrix/DNA world view is suggesting how we can go to our transcendence, building this embryo called “the Gaia’s intelligent super-organism”. You choose your destiny.

Super-Organismo e a Aureola Mental em Volta da Terra

domingo, março 27th, 2016

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Uma das dificuldades que nos afasta da hipótese do super-organismo e’ a nossa tendencia e necessidade de localizar os objetos no tempo e no espaço. Alguns podem imaginar a camada mental primeiro sugerida por Teilhard du Chardin como um anel a 100 metros acima do solo , como uma nuvem para onde estariam indo todas as metades direitas das mentes dos humanos, e depois para onde vão as outras metades esquerdas quando os humanos morrem.

Outros – lembrando-se da descrição da Dra. Jill Boltes sugerindo que estamos todos conectados por canais de energia – tendem a imaginar que esta aureola esteja na altura das cabeças humanas, ou seja, mais ou menos a um metro e meio do solo.

Não e’ destas maneiras que se deve pensar a hipótese do possível anel invisível. Temos que pensar em termos de realidades paralelas, onde mundos de objetos densos se relacionam superpostos a mundos de objetos menos densos que tambem se relacionam.

Lembrem-nos por exemplo da incrível e poderosa força gravitacional ou magnética que mantem a Terra ligada ao Sol. Não e’ possível a nos imaginar o tamanho desta força, no entanto, ela esta’ atravessando nossos corpos e em muitos sentidos nossos corpos são mais fortes que ela, pois eles conseguem realizar movimentos livres dentro do campo dessa força.

Para entender isto, imagine uma prancha inclinada, como um escorregador de brinquedo para crianças, nas areias da praia. Podem ter grãos de areia na prancha sendo sustentados por um minimo de força qualquer, de atracão entre a matéria da areia e da prancha. Quando um humano emprega sua força para empurrar a prancha, para o grão de areia isto seria uma força descomunal. Mas a força, apesar de estar vindo de um agente a frente do grão e atingindo um objeto atras do grão – estando portanto o grão de areia no meio da força – não atinge o grão, tanto que ele consegue se mover caindo para baixo. A prancha vai, mas o grão fica.

Não vemos e não sentimos a enorme força de atracão entre um planeta e uma estrela porque somos como grãos de areia no meio desta força. Mas sabemos que esta força, sua substancia, que preenche seu campo de força, existe. Apenas esta’ numa realidade paralela de uma dimensão astronômica, diferente da nossa pequena dimensão. Ora, se houver a camada mental do inconsciente coletivo como um anel em volta da Terra, torna-se insensato querermos pensar num local de situação para esta camada. Ela e’ astronômica, nos movemos entre ela como grãos de areia. São camadas superpostas de dimensões, realidades, que escapam aos nossos sensores cerebrais. Com isso, diminui-se um pouco nossa dificuldade em aceitar e investigar a hipótese dessa camada mental do que sera’ um super-organismo inconsciente mas portando consciência, como queiramos seja Gaia. E’ possível que esta camada sutil esteja aqui mesmo `a nossa altura, como viu a Dra Jill em seu derrame cerebral.

Super-Organismo de Gaia: Inconsciente Coletivo da Humanidade como Teia de Aranha Capturando Sombras de Sinapses

sexta-feira, março 25th, 2016

Fótons são partículas de ondas de luz natural, fragmentadas. Eles adentram os elétrons dentro dos átomos. Mas teem a tendência de se perceberem uns aos outros a grandes distancias e se conectarem por fios de radiação magnética. Assim formam redes desta nova substancia muito sutil nunca captada por nossos sentidos e instrumentos científicos.

Pensamentos são como raios e relâmpagos nas nuvens, so’ que, no cérebro. São descargas elétricas, liberando fótons que estão aprisionados nos elétrons dentro de neurônios. Quando estes fótons dos pensamentos acontecem na nuvem cerebral de cada ser humano, logo desaparecem para subirem e caírem numa rede mais ampla, que veio se ampliando desde quando a humanidade começou a pensar. Assim se formou uma aureola sutil de pensamentos de todos os humanos, que circundam a superfície da Terra, com mais proeminência sobre os continentes e qualquer ilha isolada onde existam humanos pensando. Esta e’ a camada de inconsciente coletivo da humanidade –  já intuída por Teilhard du Chardin, ideia apreciada por Jung.

Esta teoria nos leva a formar um quadro mental imaginário tentando visualizar como isto sera’ na realidade física. Quando assim fazemos, um outro quadro teórico muito antigo elaborado pelos orientais, nos vem a mente: a descrição da aura, formada por chacras e kundalines. Percebemos que a forma como os antigos orientais desenharam esta aura, e’ muito semelhante `a forma do DNA, onde as duas kundalines entrelaçadas em espiral seriam as hastes na forma de escada em caracol e  os chacras seriam as bases moleculares no meio das das hastes. Se realmente existir a aura, formada de uma substancia sutil não perceptível aos nossos sensores cerebrais, o nosso corpo seria constituído de bilhões de minúsculos DNAs envolvendo e prestando culto a um enorme DNA que iria dos quadris ao topo da cabeça, numa dimensão paralela, ou uma especie de holograma.

Mas… tratam-se ainda de meros quadros imaginários feitos por cálculos não confiáveis, baseados em visões de estados alterados do cérebro. Então porque buscar, testando esta possível existência destes quadros intuitivos? Porque coisas ainda misteriosas que afetam nossas vidas reais, como o cancer e outras doenças milenares que continuam com suas causas primeiras desconhecidas, podem ser produto primeiro da disfunção nesse gigantesco DNA. Amarguras, traumas de infância, estressses, impediriam este corpo energético de funcionar direito, e estes entrocamentos em suas redes se manifestariam na carne como doenças. E basta esta possibilidade para nos manter agarrados nos calcanhares desta teoria.

Esta sutil nova forma ou estado da matéria/luz apresenta tambem propriedades quânticas. Como o split experiment, usando uma partícula pode estar em dois diferentes lugares ao mesmo tempo. Toda mente humana tem sua metade contraparte afixada nesta camada mental. Existe um processo de feed-back entre cada mente humana e a totalidade desta camada mental, onde intuições são trocadas. Assim, quando os vários cérebros em diferente regiões atingem mais um grau evolutivo conduzindo-os a perceber uma nova descoberta de um fenômeno sutil na natureza, e’ devido ao retorno de sombras de alguns pensamentos registrados na camada terrestre retornando sobre cada cérebro neste estágio evolutivo. São as grandes intuições coletivas.

A outra propriedade quântica e’ o emaranhamento destas mentes dentro de cabeças humanas com suas respectivas regiões na camada mental terrestre. Pelo fato de que em determinado  primitivo estagio evolutivo a humanidade exercita e usa apenas a parte do hemisfério esquerdo do cérebro, o qual em termos quânticos, gira para a esquerda, a sua contraparte na camada mental gira para a direita. Se mudássemos para o uso do direito aqui, mudaria para a esquerda na camada mental, e haveria um abrupto retorno ao automatismo intuitivo e animalesco reptiliano. Quando ocorre a morte de um corpo físico humano, a sua nuvem de fótons e’ desintegrada em suas unitárias partículas, mas nunca se rompe seu elo magnético com sua contraparte particula na camada mental, onde a fragmentação nunca ocorre. As partículas soltas impregnadas da substancia consciente de cada morto retornam ao fundo de luz que permeia a dark matter do espaço sideral, mas continuam os fragmentos conectados de maneira que  a contraparte na camada mental vai reuni-los de alguma forma e quando reunidos e flutuando na superfície da Terra, voltam a se alojarem numa nuvem fraca e nascente que não pode resistir a ela. Assim se da’ a re-encarnação com perda da memoria das vidas passadas, pois a memoria anterior foi totalmente fragmentada a nivel de individuo, apesar de permanecer integra na camada mental.

Surge-nos a ideia de que esta seja a função dos planetas no contexto da evolução universal. A incrível distancia entre planetas  estrelas impedem para sempre qualquer tecnologia que pudesse conduzir corpos biológicos materiais a velocidades superior a da luz para realizarem viagens interplanetarias. Porem, em dado momento as camadas mentais formadas em cada planeta atingem um ponto de ” nascimento” quando então abandona o planeta ( cujo corpo físico também sempre acaba ” morrendo”), para nascer num novo tipo de astro sutil adaptado as suas condições de substancia. Por isso, apesar do Universo estar povoado de formas de vida mais inteligentes que a humana, não temos e não teremos contacto com estas mentes de super-organismos. Esta camada mental reúne todos os pensamentos, todas as memorias, de todos os humanos que viveram na Terra,  e ao nascer terá todas estas personalidades tornadas uma so’, onde cada individualidade continuara’ a existir como um todo.

Para aqueles que apreciam e acreditam as versões cristãs e budistas de um possível existente Deus sobrenatural, esta teoria de super-organismos vira’ bem a calhar. Super-organismos nada mais seriam que genes mais desenvolvidos construindo neste Universo tipo ovo cósmico o filho do Ser que aguarda este nascimento alem das fronteiras deste Universo. Quanto a mim, particularmente, que tenho o cérebro configurado nas agruras selvagens e naturalistas da selva, não posso acreditar nesta versão, porem mantenho-a como possibilidade logica e inclusive inconscientemente estou torcendo para que ela seja a verdade ultima. Por enquanto, nada sei de concreto a respeito disso…

Estando ainda na forma embrionaria, esta camada mental pode ter as propriedades dos embriões humanos que e’ manifestada na absorção dos eventos e condições que circundam o seu pequeno universo de saco embrionário dentro do corpo da mãe. O embrião se esforça por ampliar sua capacidade de percepção e assim começa a pressentir o exterior alem do seu universo intra-embrionario. Isto significa que de alguma maneira a mente em formação do embrião esta’ extrapolando as fronteiras do saco embrionário, mesmo que seja apenas através de receptores precários. Esta capacidade dos embriões, quando projetada a nível da camada mental da Terra, nos faz calcular como sera suas extensões perceptivas do mundo externo. Como estará se formando esta segunda camada externa como projeção da estrutura mental embrionaria. E então nos deparamos com a Internet. Qual a causa, como e porque, corpos materiais brutos se conduziram a captar e conectar as propriedades do mundo eletro-magnético em redes de conexões correndo dentro de computadores de maneira que o resultado final seja a conexão `a distancia de mentes individuais? Não tem como responder esta pergunta pelas leis conhecidas da física e da biologia, seria um salto evolutivo magico. A não ser que incluamos a teoria do super-organismo nas areas da física e da biologia, pois seria logico que de ela teria vindo o estimulo da causa, e logico porque isto acontece aqui perante nossos olhos em relacao a embriões humanos. Existem respeitados pesquisadores procurando justo agora os efeitos e causas da Internet, suspeitando de que este fenômeno esta’ mudando em alguma coisa as mentes individuais e conduzindo-as a uma estrutura a nível planetário, e estamos atentos acompanhando estas pesquisas, pois são sinais, evidencias mesmo que ainda distantes, da teoria da camada mental do inconsciente coletivo. A Internet seria uma nuvem de raios e relâmpagos contínuos criados como auto-projeção mecânica do embrião do super-organismo

O nosso grande problema atual e’ que estamos na fase das dores de formação da camada mental, a qual esta’ ainda no estagio de feto ou embrionário, formando um inconsciente, começando a se conscientizar de sua existência, porem sem acesso ao mundo externo, porque não tem sensores captando o mundo externo, como olhos próprios, ouvidos próprio, etc. E no aspecto individual, tais como genes trabalhando na construção de um embrião na fase da embriogênese, estamos conscientes da nossa existência e do nosso trabalho. Porem tambem como indivíduos não temos noção de qual nossa missão que e’ construir e compor a camada mental na forma de baby de super-organismo. Então vivemos apenas como metade de nos mesmos, sem termos ainda despertado a nossa outra metade na camada mental. Temos que descobrir técnicas, tecnologias, que nos ajudem a acelerar este processo, de captar mais indícios de que tal coisa existe e s torne o guia moral de nossos valores e comportamentos, antes, por exemplo, que façamos alguma gigantesca besteira aqui e desintegramos todas as individualidades humanas em alguma catástrofe atômica ou climática.

Para quem conhece a formula da MatrixLight/DNA e suspeita que esta formula e’ o template sobre o qual esta’ montado nosso cérebro e, por consequência, o corpo substancial da nossa mente, torna-se fácil ver e entender como e porque um sistema qualquer pode existir expressando apenas uma de suas metades, enquanto coloca em completo estado de hibernação sua outra metade. Na formula, quando o fluxo de energia/informações chega no topo superior, que e’ a F4, se divide em dois, e’ possível manter o circuito funcionando sem que o fluxo passe para a parte direita e retorne imediatamente `a fonte do circuito (F1). Parece-me que assim estão funcionando nossos pensamentos, apenas pela metade, considerando apenas a metade percebida do mundo externo. Em teoria, e em estado meditativo, poderíamos forcar  fluxo a ultrapassar o corpo caloso e se dirigir a part direita, e enquanto ele estivesse nesta parte veríamos o mundo externo apenas como luz, sendo o Nirvana dos orientais e o mundo externo formado de conexões elétricas vistas pela Dra. Jill Bolte sob derrame cerebral no lado esquerdo. Em teoria… porque eu mesmo nunca consegui esta façanha, talvez porque seja um extremado e incorrigível naturalista/materialista.

Mas esta técnica tem que ser a nível cientifico, não adiantam apenas as técnicas de forca meditativa para alcançar o estado d nirvana, que e’ se tornar apenas a outra metade da camada mental. Quando assim conseguimos estes estados mentais alterados, não existe fed-back interativo entre o coletivo e o individual, porque o coletivo não tem pensamento continuo ainda, não tem consciência da própria existência, embrião que ainda e’. Ele pode ver seus arredores dentro de sua bolsa intra-uterina, que e’ apenas um mundo de luz realimentado pelos fótons da energia solar, mas apenas isto e quando retorna ao estado individual, nada trouxe de util a ser aplicado na melhoria da vida individual. E a busca desta tecnologia cientifica e’ um dos muito importantes projetos sendo desenvolvidos e  buscados pelos que se simpatizam com a teoria da cosmovisão da MatrixLight/DNA justo agora. Não empregamos todo o tempo apenas nesta importante pesquisa, nem investimos pesado nela, porque não somos crentes, mas antes de tudo, desconfiados e céticos, inclusive suspeitando destas próprias construções mentais feitas quando conectamos os dados realmente conhecidos  comprovados com as fortes evidencias obtendo novos quadros teóricos. E a possibilidade de existência desta rede ou network de fótons, de super-organismos planetários, etc., ainda e’ meramente uma teoria, que pode estar toda errada desde seu principio quando pensamos sobre a luz, seus fótons e suas propriedades. Isto não e’ para se acreditar, e’ para manter como possibilidade no ar para se estar atento  captar os sinais de sua possível existência e testar buscar métodos para testar a teoria com experimentos pelo método cientifico.