Archive for the ‘Universo’ Category

O Universo como placenta de uma reprodução genética

quinta-feira, julho 12th, 2018

xxxx

O que é este Universo?!

Como ele surgiu, se é finito, ou o que ele é, se for infinito?

Começando por uma simples curiosidade filosófica existencial, quando cheguei na selva amazônica, suspeitei que seria possível entender aquela biosfera observando como cada detalhe dela se relacionava com o resto total da biosfera. Assim eu desenharia estas linhas de conexão a partir, por exemplo de uma planta, um animal, a chuva, obtendo redes de conexões, pois a neurologia não estava tentando desvendar o segredo do cérebro aplicando o MRI para obter e registrar as sinapses e montar as redes de conexões neuroniais. Mas foi aquela biosfera primordial como na selva que acabou por produzir o cérebro humano, então aquela tinha que estar embutida neste, ou seja, o cérebro seria algo `a imagem e semelhança da biosfera.

Logo percebi que cada detalhe era em si um sistema, a biosfera toda era um sistema composto de sub-sistemas. A palavra, o conceito de SISTEMA passou a ter grande importância para mim. Afinal, o primeiro ser vivo realmente completo, funcional, foi um sistema, um sistema celular. Não era o caso de teimar que uma vida só pode vir de outra vida ( onde estava a vida antes da primeira célula?), mas que um sistema natural só pode vir de outro sistema natural, me parecia obvio. Não tem como uma massa disforme e inerte criar um sistema funcional dentro de si se não tiver partículas agindo como informações de um prévio sistema.

Haviam sistemas vivos e não-vivos compondo a biosfera. Os primeiros formados de matéria orgânica, os outros formados de matéria inorgânica. Não teria o primeiro sistema vivo, orgânico, vindo diretamente de um sistema não-vivo, inorgânico? Pode ser, se neste caso trabalhou também a evolução darwiniana, em que o não-vivo serviu de ancestral e se modificou pouco a pouco, gradualmente, na direcao da vida. Mas se foi assim a teoria da abiogenesis – pela qual a vida teria surgido de uma sopa de ingredientes inorgânicos, sem formarem sistema algum, sem previas informações para sistema – estaria com algum erro.

Deixei essa questão no bolso e resolve arregaçar as mangas trabalhando no que meus pensamentos ordenava: aplique anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, para detectar semelhanças e diferenças, e tentar enxergar quais foram as transformações evolutivas darwinianas dos sistemas não vivos em sistemas vivos. Esse método foi surpreendentemente frutífero, a questão da abiogenesis foi solucionada e a biosfera terrestre me conduziu a conhecer seu passado ate chegar aos limites do… Big Bang. Eu tinha em mãos a Historia Universal, onde inclusive surgia uma causa para sua origem. E  o Quadro todo apontava nesta direcao:

Este Universo – enquanto um super-aglomerado de aglomerados de galaxias e perceptíveis pelos nossos poucos e limitados sensores cerebrais – parece ser como a placenta formada de células ( as quais são as próprias galaxias como fosseis ainda funcionais de nossos ancestrais), no meio da qual se desenvolver um sistema natural, o qual imita as formas de morula, blastula, feto, etc, pois esse universal sistema natural foi um sistema atômico, depois adquiriu a forma de sistema astronomico, daqui evoluiu para um tipo de sistema astronomico que apresenta os princípios das propriedades vitais, que depois se nanotecnologizou – assim como um corpo adulto se colapsa e torna-se um minusculo genoma – e daqui se tornou um sistema biológico vivo, o qual agora esta criando uma nova forma que é o sistema-consciência… Ou seja, neste universo nada mais esta ocorrendo do que um mero processo de reprodução genética… a qual parece uma operação computacional.

Bem,… nessa ideia eu nunca havia pensado antes. Mas os modelos teóricos e os cálculos foram elaborados com tanto trabalho, tanto zelo para não errar, pois a unica coisa que me movie era a busca de verdade sobre o que é esta existência. E afinal havia um parâmetro real, factual, natural, ocorrendo aqui e agora perante nossos olhos, que dava respaldo racional ao resultado final apontando pela investigação. No entanto, em primeiro lugar, tenho certeza absoluta que minha pequinês quando comparado as dimensões espaço temporais deste mundo, que meu diminuto cérebro com seus poucos e pobres sensores – inclusive a visão quase nada funciona pois só posso ver os objetos revelados por apenas uma das faixas das sete emanadas no espectro eletromagnético – essas limitações não podem nunca processar todas as informações que explicariam o quadro final deste mundo. Vou morrer sem conhecer a verdade e tenho que suportar essa tortura. Então, o modelo que elaborei sobre o Universo não pode estar completamente correto nem completo, e ainda, o que temos tem que ser testado `a luz de fatos, os quais, em sua maioria, ainda tem que serem descobertas, visualizados. Portanto, e por enquanto, só’ me resta uma coisa a fazer no sentido de dar prosseguimento a essa investigação: testar incansavelmente os cálculos e modelos teóricos contra todos os fatos novos que venham a ser conhecidos. O que é muito trabalho, pois apenas em termos de papers científicos, quase todos revelando ou sugerindo um fato novo, são publicados aos milhares todos os anos. Mas no meio deste árduo trabalho sempre encontramos algumas joias de algum pensador que teve a capacidade de explicar ou formular como palavras um fato melhor que eu fiz. Por exemplo, o texto abaixo obtido num artigo na Internet:

” Al respecto, el reconocido físico John Wheeler propuso que todo lo que pasa, desde la interacción de partículas hacia arriba, es en cierta forma computación.

“Si uno mira las entrañas del Universo -la estructura de la materia en su escala más pequeña- se da cuenta que no son más que bits realizando operaciones digitales locales”, dice Seth Lloyd, del Instituto Tecnológico de Massachusetts.

( Minha observação: isto pode ser visto como computação, mas é também exatamente o que acontece em genética)

Esto nos lleva al meollo del asunto. Si la realidad es sólo información, entonces nosotros no somos más o menos “reales” si estamos en una simulación o no. En cualquiera de los casos, información es todo lo que podemos ser.

( minha obs: Sim, a outra sugestão dos modelos e’ que somos 8 bilhões de genes semi-conscientes trabalhando na formação de um sistema consciente. E gene nada mais é que “uma informação”)

Assim vou colhendo e registrando aqui estas joias que servem como mais argumentos a favor da teoria geral da Matrix/DNA.

Universo nao tem centro e Big Bang nao e’ explosao, mas sim, espansao ( visao cientifica)

quarta-feira, julho 11th, 2018

xxxx

jcanive.blogspot.com/2012/01/donde-esta-el-centro-del-universo.html

lunes, 16 de enero de 2012

Dónde está el centro del Universo?

Rob Knop

Mais um remendo na teoria acadêmica e reforço para a Teoria da Matrix/DNA: Astronomia

quarta-feira, junho 20th, 2018

xxxx

https://hypescience.com/gigantesca-estrela-descoberta-pode-nos-obrigar-a-rever-toda-a-historia-do-universo/comment-page-1/#comment-309702

Gigantesca estrela descoberta pode nos obrigar a rever toda a história do universo

Meu comentário enviado ao HypeScience em 20/06/18:

Diz o artigo: “Nossas descobertas nos fazem questionar nosso entendimento da história cósmica.”

Ainda não captei qual a causa do bloqueio mental no mindset acadêmico que os impedem de entender a “historia cósmica”.

Essa mania e teimosia em separar a historia cósmica, com sua evolução cosmológica, da historia da vida na Terra, ou a evolução biológica, e’ irracional. Porque eu estou sendo o único humano a gritar contra esse erro crasso, a ponto de ter desenvolvido modelos teóricos racionais que mostram essa incongruência?

Astrônomo tem que ser biólogo e biólogo tem que ser astrônomo, se querem entender este mundo e nossa existência nele, porque galaxias estão encriptadas nas unidades de informação da vida e as propriedades da vida estão ocultas mas atuantes nas galaxias, como estão sugeridos em meus modelos e cálculos. As diferenças entre galaxias decorrem das diversidades possibilitadas pela plasticidade e flexibilidade da formula universal para sistemas – a formula Matrix/DNA que sugiro em meu website – e antropologizar projetando nossa realidade e nosso sistema como obrigatório em todas as galaxias e’ ignorar o nosso relativismo como observadores num ponto limitado do espaço/tempo.

Dai, todos os dias a cada novo dado vindo do Hubble essa gritaria de que precisa rever o modelo teórico, o qual não mais aguenta remendos, e’ preciso ser refeito. Separar a Historia Universal em dois blocos – a cosmológica regida pela Física e Matemática – e a Biológica – regida pela Biologia e Química – seria o mesmo que separar o corpo humano entre carne e esqueleto ósseo: o sistema total não se suporta. E criando estes dois blocos sem nenhum elo evolutivo ( veja em meu site a figura proposta como esse elo, que esta no meu avatar ao lado) e’ criar um abismo inexistente na evolução universal, e para preencher este abismo tem-se que recorrer ao imaginário mistico, criando deuses mágicos, seja o Allah ou o acaso absoluto. Eu vou lutar contra isso nem que seja sozinho ate’ meu ultimo suspiro, pois não consigo entender este bloqueio, a não ser o razoável argumento de que o cérebro humano ainda esteja configurado pela herança animal que se focaliza no imediato incapaz de levantar os olhos para cima e buscar entender a conjuntura que tem de ser unica, unificada. Alguém aqui discorda? Porque?

Sistemas inteligentes e conscientes nao baseados em carbono

segunda-feira, junho 4th, 2018

xxxxx

Debate com a Matrix/DNA num forum na Internet:

Pergunta ao grupo em geral: “Tem alguma possibilidade de que exista outra forma de vida nao baseada no carbono?”

Resposta da Matrix/DNA:

Bem, Segundo a ciencia oficial, o carbono possibilitou este tipo de vida que temos neste planeta porque o carbono era o melhor atomo em construir longas cadeias com outros atomos interligados, alem da formidavel capacidade de realizar loops, etc. E a mesma ciencia oficial afirma ter descoberto que ao menos um outro atomo, o silicio, tem identicas ou quase identicas propriedades. Agora, teorizando um pouco baseado nestas informacoes e lembrando que nos temos construido computadores onde as partes mais sensiveis sao feitas de silicio e que estamos na direcao de inserir Inteligencia Artificial nestes computadores, Podemos imaginar que pode exitir no future aqui na Terra uma forma de vida inteligente baseado no silicio sendo que a vida baseado em carbono tenha sido a muito tempo extinta. Entao o que diriam os silicianos ao descobriram fosseis de vivos baeados em carbono?

– ” Oh, nos pri0mordios existiu uma forma de vida muita primitiva e formada de carbono, que esteve na base das nossas origens… coitadas daquelas quase bacterias de carbono… nao existem mais…”

Agora saindo do terreno da ciencia oficial mas mantendo ainda os fatos reais conhecidos pela ciencia oficial, vamos ao reino da Matrix/DNA. Esta sugere que podemos falar como os silicianos: ” oh,… nos primordios, mesmo antes das estrelas produzirem atomos acima de 5 particulas, como e’ o carbono 6, existia vida que esteve na base de nossas origens, entao em que era baseado esta vida?

Para responder esta pergunta e’ preciso antes trocar a palavra “vida” pelo nome “sistema funcional”, e mais ainda, segundo a Matrix/DNA, pelo nome de “o sistema funcional universal, unico neste Universo”, captado pelos nossos cinco sentidos e atuais instrumentos de medicao cientificos. A palavra vida separa coisas dentro deste Universo. Quando um dos sistemas do Universo diz que e’ vivo, e os outros nao, ele esta tentando subir e se sentar num trono que nao existe, ele esta se separando do Universo que nao admite a separacao de todas suas coisas interconectadas porque ele em si e’ um so e mesmo Universo, como poderia algo ser separados e dentro dele? Por isso, por se separar do Universo a vida nao consegue encontrar suas origens. (aplausos)…

O nome sistema resolve o problema porque a ciencia oficial sabe que os vivos sao sistemas em si e sabe que tanto os atomos como as galaxias tambem sao sistemas. Da mesma forma que uma especie futura mais inteligente como os silicianos nao tiveram problema algum em ver que a vida baseada em silicio foi antecedida por uma ancestral vida baseada em carbono, nos deveriamos ter hoje essa inteligencia para entender e admitir que a nossa vida baseada em carbono foi antecedida por ancestrais vivos nao baseados em carbono… (esfusiantes aplausos).

Parece-me que a comunidade cientifica academica – ou ao menos aqueles que me criticaram nos foruns quando mencionei esta ideia – esta repetindo o mesmo pecado dos religiosos que nao aceitam e acham uma ofensa dizer que os humanos vieram de primatas, quando essa mesma comunidade nem sequer admitiu pensar que nos, os carbonados, viemos de ancestrais primitivos nao carbonados. Que nos, os biologicos, viemos de ancestrais primitivos nao-biologicos. Porque a resistencia, qual a ofensa nisso? Estariam tao melindrados quanto os que creem que sao descendentes de Adao e Eva?(aplausos)

Um dos outros elementos em que se baseou uma destas formas primitvas de vida, talvez a mais primitiva de todas, temos quase certeza que foi o foton. Mas ainda tem outra coisa. Os silicianos podem descobrir que possuam um padrao de codigo formados nao apenas pelos atomos mas tambem que pode nao ser necessariamente genetico, nem o DNA, porem ao descobriram o DNA biologico nos fosseis da vida antiga extinta podem acabar descobrindo que o seu atual codigo esta montado e ainda contem o sutil codigo em forma de DNA como template do codigo siciliano. Em outras palavras o DNA biologico pode nao existir mais na forma biologica porem ele existe numa forma talvez energetica, o que vale dizer que ele ainda existe. Da mesma forma, na Matrix/DNA nos suspeitamos que o codigo fotonico subjaz o codigo na forma de DNA. Ou seja, O DNA seria como um cerebro onde a operacao fundamental sao as sinapses, e no caso do DNA exista uma forma precursora das sinapses que seria uma network de fotons. Infelizmente nossos cinco sentidos e nossos instrumentos cientificos ainda nao captam estas sinapses no DNA o que e’ explicavel quando nos lembramos que nossos instrumentos cientificos apenas muito recentemente captou as sinapses no cerebro humano as quais sao milhares ou milhoes de vezes mais visiveis e maiores que as sinapses no DNA. Sim, e’ possivel, e provavel que exista outras formas de vida baseadas em outros elementos que nao sejam o carbono. Inclusive que tenham existido tais formas de vida que hoje nao existem mais ou existem como quasi-fosseis, como sao nossos ancestrais atomos e galaxias.

Vale ainda lembrar que a ciencia oficial descobriu ( e aqui me desculpem que me falha a memoria em que artigo cientifico eu li isso, mas sei que era confiavel e revelador porque ao ler aquilo eu corri a estudar a tabela periodica com novo olhar), a ciencia descobriu que a cada 7 ( ou oito?) elementos da tabela periodica, o proxima elemento repete as mesmas propriedades de um atomo localizado antes na tabela. Eu calculei que entao existe um ciclo vital na formacao dos elementos, o qual se repete a cada sete geracoes, ou seja, ate a evolucao dos elementos basilares do universo obedece ao mesmo processo da evolucao universal. Se isso for verdade, ou seja, se a ciencia oficial descobrir que o processo do ciclo vital esta inserido na formacao dos elementos, confirmando minha previsao, isto significa que a  cada 7 atomos ou cada sete diferentes numeros atomicos depois do carbono existe outro atomo que pode ser a base da vida ( desculpem, a base de sistemas funcionais) de uma forma de vida/sistema bastante diferente da nossa baseado em carbono. Se existem arredondando, 180 elementos na tabela, deveriamos divider 180 por sete que vai dar cerca 26 atomos que podem ser a base de 26 formas de vida diferentes da nossa. E cada uma sera uma estontante surpresa abrindo um leque para milhoes de coisas que ainda desconhecemos. Imaginem cada uma dessa colossal surpresa multiplicada por 26… e dentro deste nosso Universo…

 

Video sobre comparacoes entre tamanhos das coisas do Universo, desperta para o relativismo e a humildade

domingo, janeiro 14th, 2018

xxxx

  • – ” Alguem estudando atomos nao passa de uma porcao de atomos estudando eles mesmos…”
  • – ” Por ai’ voce ve a importancia da luz original que contem em si o codigo para organizar estes atomos em sistemas complexos. Alguem estudando atomos e’ a entidade complexa resultante da lei em que ” o todo e’ algo que tem mais informacoes que a soma das informacoes de suas partes…” 

Este filme produzido em 1977 foi largamente divulgado nos paises de primeiro mundo. Como eu estava na selva, nunca fiquei sabendo dele, apenas agora, por acaso. Nenhum pensador, filosofo, neste mundo pode meditar corretamente sobre a existencia sem este exercicio de relativismo. A cosmovisao da Matrix/DNA surgiu de um exercicio mental em muito baseado neste relativismo de tempo e espaco, quando as comparacoes entre sistemas atomicos, biologicos e astronomicos tinham que ser calculados a reducao ou ampliacao dos movimentos, assim como a reducao ou amplificacao dos espacos, complicando tudo porque a evolucao tinha que ser calculada do passado ao futuro, e depois  vice-versa, do future regredindo ao passado, para checar os resultados. Eu perdi muito tempo nestes calculos que teriam sido evitados se tivesse visto este filme, pois tive que imaginar estas escalas pela primeira vez. me pergunto como fica a arrogancia dos que acreditavam ser a terra e o homem o centro importante do Universo…

Powers of Ten™ (1977)

 

Outras versoes deste video mais modernas:

https://www.facebook.com/SciTechUniversedotcom/videos/vb.1684532321812900/1861612794104851/?type=2&theater

Cientistas Brasileiros Contestam a Teoria do Big Bang

sábado, dezembro 16th, 2017

xxxx

A origem do Universo e’ como um acidente de carros, onde a polícia interpreta de uma maneira, o mecânico vê o estrago nos carros, o médico ve as vitimas, etc. Nao existe “teoria ciencifica oficial” pois as tres evidencias reunidas para a teoria do Big Bang e’ nada para um evento que precisaria de milhoes de evidencias. na fase de crescimento um corpo humano em expansao as celulas estao se afastando entre si… entao devemos dizer que a origem de um corpo humano foi um Big Bang? Mas foi justamente a esta interpretacao que a Teoria da Matrix/DNA chegou: a a origem de todos os sistemas naturais, inclusive corpos humanos ainda imitam exatamente a origem daquilo que criou a todos: o Universo. Havia um ovulo com um oceano de uma substancia ( o amnion corresponderia a dark matter), nessa substancia haviam as partículas virtuais que nao conseguiam firmar existencia ( como acontece com o genoma feminino no óvulo se este nao for fecundado) e de repente entrou um espermatozoide que, ao atingir o centro do ovulo teve subitamente rompida sua membrana e liberou partículas opostas e complementares, também virtuais. Ao se juntarem duas particulas opostas virtuais, firmam-se e manifesta-se a matéria normal. Dai a forma de morula corresponde a nebula de estrelas, depois a blastula corresponde a formacao de galaxias, etc. Mas neste caso podemos dizer também que os corpos humanos sao cíclicos existindo sob contração e expansão: quando atinge 20 anos e 80 kilos um corpo se contrai microscopicamente na forma de um genoma que depois vai se expandir e novamente alcançar 20 anos e 80 kilos… Enfim, os físicos veem o evento nas origens como mecânicos, eu vejo o mesmo evento pela perspectiva vital biologica… talvez todos estejamos certos e errados…

Comentário postado na seção de comentários em 12/16/17 do artigo com link abaixo:

https://universoracionalista.org/possiveis-vestigios-de-um-universo-antes-do-big-bang/

Possíveis vestígios de um universo antes do Big Bang

Biological SETI – Video com 10 teorias sobre o Universo. Pesquizar esta.

segunda-feira, dezembro 11th, 2017

xxxx

A ultima t4eoria neste video e’ a “Biological SETI”, mais proxima da minha, pesquisar:

 

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna, versus a Genese segundo a Matrix/DNA Theory

terça-feira, agosto 1st, 2017

xxxx

O artigo copiado abaixo e’ a mais recente e bem explicada para os leigos, sintese do que se acredita hoje no nivel dito ‘cientifico”, tenha sido as origens e desenvolvimento do universo, nosso unico mundo palpavel. Deve-se reconhecer nele o gigantesco e heroico esforco de humanos por seculos em busca do conhecimento existencial. Muitos passos desta teoria foram calculados apos observacao do que acontece aqui e agora, nas reacoes quimicas e fisicas dos laboratorios. Entao se aqui a fusao de hidrogenio produz helio, e hidrogenio deve ter sido o primeiro elemento produzido nas origens, entao conclui-se que da nebulosa de hidrogenios veio a nebulosa de helio, e assim por diante.

Eu, particularmente, e ainda na minha infancia, me senti insatisfeito acompanhando o rumo que essa teoria tomava, pensava que os metodos de deducao estavam incorretos. parecem-me demasiado reducionistas. Para um microbio dentro de um ovulo que observasse a fecundacao e os primeiros passos do desenvolvimento fetal de um humano, sua teoria seria igualmente reducionista, analisando os movimentos fisico-quimicos. Porem o responsavel por todos os movimentos seria algo invisivel, o DNA, e entao a teoria do microbio teria saido totalmente fora da razao.

Quantas coisas mais havia nas origens do universo alem das particulas efemeras, do hidrogenio? O problema deste reducionismo e’ que a teoria final induz a pensar-se num universo sem sentido, sem significado existencial, fator que e’ o mais importante para nos quando buscamos qual o significado da nossa existencia. Desconhecendo a existencia do DNA, e do universe muito maior e mais complexo alem do pequeno ovulo, ignorando o produtor de tudo aquilo, que foi uma criatura humana, o microbio veria meros movimentos que julgaria sem conexao e portanto tudo produto do acaso no mero desenrolar de forcas brutas.

O metodo de usar o que acontece aqui e agora para deduzir o que aconteceu la’ e’ logico, racional, o unico racional que temos. Mas como surgem varias ramificacoes religiosas de um unico livro porque cada grupo seleciona algumas mencoes e ignora outras, me pergunto porque a inteligencia moderna esta selecionando apenas as reacoes fisico-quimico e entre apenas o que estamos vendo, para elaborar esta teoria cosmologica do todo. E se havia elementos, principios, biologicos, neurologicos, ou ate’ mesmo mentais, incluidos nos eventos da origem? Onde estava na simplicissima nebulosa de hidrogenio inicial as forcas e elementos naturais que mais tarde produzria a biologia, a neurologia, a consciencia? Sem ver o DNA e o universo la’ fora, o microbio nem sequer pensaria nisso. Fecharia questao em torno de sua grande visao teorica e tudo isso que outros aventassem seria considerado imaginacao ou sonhos de poetas. Mas sabemos o quanto ele estaria errado. Mas nao podemos permitir que mentalidades de microbios facam as cabecas e doutrinem nossos filhos nas escolas, como esta’ infelizmente acontecendo, basta ler o artigo abaixo.

Na visao academica escolar estou vendo um enredo que imita o que acontece na Biblia quando ela se divide em velho e Novo Testamentos. No novo testamento, o Deus do velho feito homem surge e age totalmente diferente do deus no velho, para desespero dos judeus. O Messias nao foi nada do que esperavam, tendo sua visao de mundo baseada no Deus vingativo, cruel, escravagista e selecionador de alguns filhos em detrimento dos demais, todos fatores que lhes convinham. Assim, a moderna cosmovisao dita cientifica dividiu a Historia Universal em dois capitulos, a Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ 10 bilhoes de anos de idade, e a Evolucao Biologica nos ultimos 3 a 4 bilhoes de anos. Uma nada tem a ver com a outra. Assim como os hebreus deturparam totalmente deus no velho testamento, a moderna academia deturpou totalmente o velho testamento da Historia Universal.

Eu coloquei em cheque a teoria academica e experimentei usar outros fenomenos naturais reais do aqui e agora, aplicando-os para deduzir o que aconteceu la’. Pois na evolucao biologica houve na verdade desde suas origens, a transformacao de uma especie de celula inicial em novas especies com mais complexidade e essa linhagem perdurou ate’ chegar no humano. Muitas especies paralelas surgidas e que nao levavam ao humano foram descartadas. Entao intui que tambem a nivel universal, desde um tipo inicial de sistema natural evoluiram outras formas deste sistema, cada vez mais complexas, ate chegar a celula viva inicial, e depois ao homem. E porque nao? Porque a evolucao universal teria aplicado uma regra para a cosmologica e outra diferente para a biologica?!

Mas se foi assim os atomos, as galaxias sao tao nossos ancestrais quanto o sao as bacterias e os ditos primos do macaco. E se foi assim, dentro daqueles atomos e galaxias havia uma especie de DNA dirigindo tudo como existiu sempre nos ultimos 4 bilhoes de anos.

Este foi um dentre outros motivos que me fez arregacar as mangas, ir la na natureza virgem da selva intocada ainda testemhunha dos primeiros eventos nas origens da vida, buscar esquematizar este Sistema e esmiucar tudo em busca do ancestral cosmologico do DNA. E como resultado encontrei a formula da Matrix/DNA, a qual muda muita coisa na descricao historica do artigo academic abaixo mas o mais importante, aponta na direcao de um estupendamente racional significado da existencia deste mundo e de nos mesmos dentro dele.

Vamos a ver como esta a ultima forma mais atualizada da cosmovisao escolar academica: 

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna

 

Trezentos mil anos após o Big-Bang a luz surgiu, em meio a uma mistura negra de gases primordiais e imersa em um oceano de matéria invisível. Centenas de milhares de anos depois, o Universo foi lentamente mergulhando em trevas, uma fase desconhecida da formação do Universo conhecida como “Idade das Trevas” que durou quase meio bilhão de anos. Então em meio às camadas de gás (hidrogênio, hélio e pequena quantidade de lítio) houve um acúmulo desses gases em nuvens difusas até que, à medida que se esfriavam, passaram a se concentrar no centro de cada nuvem em aglomerados do tamanho do nosso Sol. Atraindo cada vez mais gás circundante, cada aglomerado transformou-se em um gigante astro, cerca de 100 vezes maior que o nosso Sol, e a intensa compressão de seus núcleos desencadeou as reações de fusão nuclear do hidrogênio que deram origem às primeiras estrelas do Universo.

Com uma vida breve de cerca de alguns milhões de anos, elas se extinguiram em explosões (supernovas), lançando no Universo elementos mais pesados, como o oxigênio e o carbono, sementes de futuras estrelas e planetas. Dessa forma, 2 bilhões de anos depois do Big-Bang já tínhamos as primeiras galáxias, com seus buracos negros e quasares, e, 4 bilhões de anos depois, as estrelas em seus vários tipos: supernovas, gigantes vermelhas, gigantes azuis e anãs marrons. Estima-se que em aproximadamente 100 trilhões de anos cintilará a última estrela formada de maneira convencional e uma nova era terá início.

Existem duas maneiras possíveis para a formação dos astros. Na primeira, a nuvem de gás e pó interestelares inicia a sua contração quando o campo magnético que a percorre começa a se reduzir, em virtude de sua difusão para fora dos limites da mesma. A força magnética, assim reduzida, pode chegar a um ponto em que se torna demasiadamente débil para conseguir se opor à força da gravidade da nuvem, a qual, ao contrário, cresce com o aumento da densidade durante o colapso. A este tipo de formação estelar dá-se o nome de espontânea, em oposição ao nascimento de estrelas “induzido” por acontecimentos exteriores como, por exemplo, os ventos solares, a pressão da radiação, ou ainda, as ondas de choque.

Em resumo, o nosso Sistema Solar pode ter nascido de um disco protoplanetário, devido à ação do vento estelar ou da explosão de uma estrela maciça próxima. Ou pode ser que a herança preservada no interior dos meteoritos primitivos nos tenha sido legada por uma família inteira de estrelas maciças que terminaram a sua vida numa espécie de fogos de artifício cósmicos de supernovas. Em tais condições, não existe nenhum rastro que nos permita identificar de onde, nem como, terá surgido o Sistema Solar.

Será que novamente deixaremos ao acaso o motivo de toda essa ordenação obtida após o tumult? Não será possível que haja uma Consciência Cósmica diretora desses fatos? A palavra ordenação implica a existência de “ordem”. Ordem faz pressupor a existência de Algo ou Alguém que ordene. Algo ou Alguém ordena e a criação se faz.

Durante os seus primeiros 100 milhões de anos, o gás e a poeira que giravam no disco protoplanetário ao redor do Sol foram se aglomerando, até que há cerca de 4,6 bilhões de anos começou a história de nosso planeta. Em geral, planetas como a Terra são formados durante dezenas de milhões de anos, mas recentemente pesquisadores da Espanha, Alemanha e EUA fotografaram pela primeira vez 18 corpos celestes na constelação de Órion que parecem ser planetas “flutuantes”, pois não orbitam nenhuma estrela. Esses astros detectados teriam sido formados num curto espaço de tempo (a constelação tem “apenas” 5 milhões de anos), graças ao colapso gravitacional de partes de uma nuvem molecular, também composta por gases e poeira. Atualmente eles são bolas gigantes de gás, com massa entre 8 e 15 vezes maior que a de Júpiter. Contudo, esses “aglomerados” não ficaram grandes o suficiente para iniciarem as reações de fusão nuclear típicas de estrelas (queima de hidrogênio) ou de anãs marrons (estrelas pequenas que queimam deutério, um dos isótopos mais frágeis do hidrogênio).

Por definição, um planeta tem até 13 Mj (Massa de Júpiter), e uma anã marrom, entre 13 e 75 Mj. Acima de 75 Mj, há energia suficiente para o início da fusão nuclear, a fornalha que alimenta as estrelas e as faz emitir uma luz mais intensa. No núcleo dessas estrelas, os prótons colidem entre si e um deles se transforma em nêutron convertendo o átomo de hidrogênio em hélio e liberando um fóton. Na migração para a superfície o fóton de luz vai colidindo com os átomos de hidrogênio e hélio, gerando calor, e empurrando-os para fora contra a força gravitacional da estrela que os puxa para o centro. Estima-se que cada fóton, produzido no nosso Sol, demore 1 milhão de anos para sair dele.

 

Meu comentario postado no artigo:

Excelente artigo. Este artigo favorece a minha teoria astronomica e desfavorece a teoria astronomica academica official. Pois o artigo inteiro descreve interpretacoes teoricas, o unico fato real mencionado e’ a observacao dos 18 planetas de Orion, e a conseguente especulacao sobre suas origens. Mas este unico fato justamente se encaixa perfeitamente no meu modelo geral. Uma grande surpresa aguarda a cosmovisao academica: essas bolas de aparente gaz que formam estes que eles chamam de planetas na verdade sao os gemes de novos astros. Foram emitidos por um vortices nuclear nesta nebulosi, serao contraidos ao atravessarem espaco frio, tornando-se os nucleos ou germes de estrelas incubadas. Depois a estas bolas efervencentes contraidas serao agregadas massa entropica do espaco, quando se tornam planetas. mas continuara seu desenvolvimento, tornar-se-ao pulsares e apenas entao florescerao como estrelas supernovas. Este e’ o principio ancestral astronomico do ciclo vital, que hoje produz sistemas biologicos seguindo a mesma sequencia de formas e desenvolvimento. Qualquer curiosidade veja a teoria no meu website. Mas claro, nao sou o dono da verdade, e toerias sao teorias sujeitas a serem “debunkadas” ou consertadas e promovidas a fato real.

Desmentida a “Expansao do Universo”?

segunda-feira, julho 31st, 2017

xxxxx

Pensei que a alardeada “expansao do Universo” fosse um fato comprovado, porem o artigo abaixo indica que nao e’ fato, mas sim uma teoria com evidencias a favor e outras fortes consideradas evidencias contra, o que parece revelar acirrada controversia entre os astrofisicos. Para nosso estudo, se o universo esta em expansao ou nao e’ um fator importante porque nos ajuda a calcular o estagio dentro do ciclo vital em que esta’ a evolucao da consciencia universal. Para nos o Universo e’ uma especie de ovo, o seu conteudo como as galaxias formam a placenta, e nela ocorre um processo genetico de reproducao do que gerou o universo. Entao, a expansao ou nao do universo nos lembra o crescimento ou nao da barriga de uma mulher gestante, o qual indica a idade do embriao sendo gestado. Portanto esta e’ uma pessima noticia, pois ficamos sem evidencias para esse calculo.

Universo não está se expandido, afirmam astrofísicos

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/08/universo-nao-esta-se-expandido-afirmam.html

Uma equipe de astrofísicos liderada por Eric Lerner, do centro de pesquisa Lawrenceville Plasma Physics (EUA), diz ter encontrado novas evidências, com base em medidas detalhadas do tamanho e brilho de centenas de galáxias, de que o universo não está em expansão como se pensava anteriormente. O Prêmio Nobel de Física de 2011 foi atribuído conjuntamente a três cientistas que descobriram que a expansão do universo está acontecendo de maneira acelerada. Os físicos Saul Perlmutter, Brian Schmidt e Adam Riess chegaram a essa conclusão estudando as supernovas do tipo Ia – as violentas explosões resultantes da morte de estrelas anãs brancas. Eles mediram a maneira como a luz de supernovas Ia se distorciam para ver a rapidez com que as galáxias estão se afastando umas das outras, ou seja, o quão rápido o universo está se expandindo. A partir da análise, foi concluído que todas as estrelas, galáxias e aglomerados de galáxias estão se movendo cada vez mais rápido. Outras medidas de galáxias brilhantes e distantes, como as feitas por cientistas da Universidade de Tóquio, no Japão, através de lentes gravitacionais, também indicaram que o universo estava “crescendo” como um balão gigante. Também surgiram teorias um pouco diferentes que diziam o universo não estava expandindo, mas sim ganhando massa. Agora, um novo estudo entra na contramão de todas essas hipóteses dizendo que a expansão do universo simplesmente não existe. Os cientistas testaram uma das previsões marcantes da teoria do Big Bang, de que a geometria comum não funciona em grandes distâncias. Segundo a geometria comum, no espaço que nos rodeia (na Terra, no sistema solar e na Via Láctea), conforme objetos semelhantes estão mais longes, parecem mais fracos e menores. O seu brilho de superfície, que é o brilho por unidade de área, mantém-se constante. Em contraste, a teoria do Big Bang nos diz que, em um universo em expansão, objetos mais distantes devem parecer mais fracos, só que maiores. Nesta teoria, o brilho da superfície diminui com a distância. Além disso, a luz é esticada conforme o universo é expandido, o que diminui ainda mais o brilho. Assim, em um universo em expansão, galáxias mais distantes devem ser centenas de vezes mais fracas do que o brilho da superfície de galáxias próximas semelhantes, o que as tornaria indetectáveis com os telescópios atuais. No novo estudo, os pesquisadores cuidadosamente compararam o tamanho e o brilho de cerca de mil galáxias próximas e muito distantes. Eles escolheram as galáxias espirais mais luminosas para as comparações, combinando a luminosidade média das amostras próximas e distantes. Ao contrário do que a previsão dita, eles descobriram que o brilho da superfície das galáxias próximas e distantes são idênticos. Estes resultados são consistentes com o que seria esperado da geometria normal se o universo não estivesse se expandindo. Ou seja, os resultados estão em contradição com o escurecimento drástico do brilho superficial previsto pela hipótese universo em expansão. “Claro, você pode supor que as galáxias distantes eram muito menores e, portanto, tinham centenas de vezes mais brilho de superfície intrínseco no passado, e que, apenas por coincidência, o escurecimento do Big Bang cancela exatamente esse maior brilho em todas as distâncias para produzir a ilusão de um brilho constante, mas isso seria uma grande coincidência”, explica Lerner. Esse não foi o único resultado surpreendente da pesquisa. Para aplicar o teste de brilho de superfície, proposto pela primeira vez em 1930 pelo físico Richard C. Tolman, a equipe teve que determinar a luminosidade real das galáxias, de modo a corresponder galáxias próximas e distantes. Para isso, os astrofísicos vincularam a distância das galáxias ao seu redshift (desvio para o vermelho, que corresponde a uma alteração na forma como a frequência das ondas de luz é observada no espectroscópio em função da velocidade relativa entre a fonte emissora e o receptor observador). Eles participaram do pressuposto de que a distância é proporcional ao desvio para o vermelho em todas as distâncias, tal como foi verificado no universo próximo. Em seguida, os pesquisadores checaram essa relação entre redshift e distância com os dados do brilho de supernovas que foram usados para medir a hipótese da expansão acelerada do universo. “É surpreendente que as previsões desta fórmula simples são tão boas quanto as previsões da teoria do universo em expansão, que incluem correções complexas para a matéria escura e a energia escura hipotéticas”, disse um dos coautores do estudo, Dr. Renato Falomo, do Observatório Astronômico de Padova, na Itália. O Dr. Riccardo Scarpa do Instituto de Astrofísica de Canarias, na Espanha, outro coautor do estudo, acrescentou: “Mais uma vez você pode pensar nisso como mera coincidência, mas seria uma segunda grande coincidência”. Se o universo não está se expandindo, o desvio para o vermelho da luz com o aumento da distância deve ser causado por algum outro fenômeno – algo que acontece com a própria luz que viaja através do espaço. “No momento, não estamos especulando sobre o que poderia causar esse desvio”, afirma Lerner. “No entanto, tal desvio para o vermelho, o qual não está associada com a expansão, pode ser observado com a sonda adequada dentro do nosso sistema solar no futuro”. O novo estudo foi publicado na revista International Journal of Modern Physics D

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

xxxx

Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.