Archive for the ‘Sistema Solar.’ Category

Energia na Base dos Instintos para Predadores e Presas – Ben Davidson – ThumderboltsProject

segunda-feira, janeiro 23rd, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=rJ08nS32KrI

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Meu comentario postado no Youtube sobre este video:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – jan-01/23/2017

Congratulations. The EU is developing in parallel with other world view, The Matrix/DNA Theory, which suggests the existence of a unique universal system containing different shapes of DNA, evolving since the Big Bang to us today. We suggest a universal formula for systems that suggests a lots about how energy works. The common points are:
1) New natural systems (as atoms, galaxies, biological cells), are composed when Nature applies the force of vital cycle upon a body resulting as mass of a prior less evolved system. The body change shapes like our body goes from the shape of fetus to kids to adults due this force. These new shapes becomes the working parts of a new complex system. A nebulae of atom becomes a galaxy, a mass of unicellular becomes a multicellular organism. But, where Nature gets the force of life’s cycles? From the universal light wave composed by all seven kinds of electromagnetic radiations. The exactly sequence of different frequencies/vibrations of this light wave is seeing as the exactly sequence that yours body is transformed into new shapes. So, we have found that when a light wave emitted by a source like the Big Bang and propagates through dark matter, it creates a system (atom) that evolves to galaxies, cells, human brains. But light does not creates it directly. When light propagates it causes friction at dark matter and the results is energy, electricity. So, the Electric universe is the link between the code for systems ( and life) imprinted into a light wave and the spatial substance, which can be called dark matter, aether, etc. It is important to know the destructive effect of electricity that occurs in chaotic environment like the Earth biosphere and the constructive effect created by energy at ordered state environments.
2) One of the biggest puzzle and mission of Matrix/DNA world view is exorcising the instincts for predator/preys from the human psyche and genetic charge inherited from animals, and yours video has contributed a lot for it. All social systems created till now ( feudalism, monarchy, communism, capitalism) are merely mimicking the rules of the jungle among animals, so, the big predators are at the high class, the medium predators composes the medium class and the mass of poors, the preys of the lower class. Our question was from what dimension of the non-biological world this mechanism came from. We can see the functions of predators and preys easy and clear at the galactic systemic model, we know where the ancestral of these instincts were at our ancestral and creator galaxy. But, where the galaxy got it? The image of DC showing how works the two sides sources of the electric current solved this problem. At Matrix/DNA formula, the stronger side is F1 and the weak side is F7, and mow we have a big understand about what is going on in this black box. You can see and analysing the inter-relations between the two sides and everything equal the relations between predators and preys. Now I will search what is the two magnetic sources at a human body, why they produces DC and not AC, end how to fix it. This will meaning the exorcism of these instincts, which leads all other species to their extinction and is the cause of the nowadays torture of 90 % percent of global population. If you see the universal formula for natural systems at my website, you can improve the EU knowledge. Google: ” The Universal Matrix of All Natural Systems and Life’s Cycles”. Cheers..

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A Base Elétrica da Materia Mostrando os Princípios dos Instintos para Predador e Presa: Sensacional!

O que revela as imagens no vídeo, quando a corrente alternada e corrente continua são acionadas:

AC – Alternating current: os dois lados são iguais, a corrente vem dos dois lados, a descarga e’ igual nos dois lados, a imagem ‘e muito simples, forma-se um raio curvo e simples, completo, igual, dentro de toda a câmara.

DC : um lado e’ muito mais ativo que o outro. O anodo esta no lado onde o raio esta empurrando-se para longe dele e invadindo o outro lado. Quando se liga os emissores de DC, na câmara que estava apresentando o raio igual do AC, o raio inteiro e’ puxado apenas para um lado, o qual se apresenta como o mais forte e mais ativo.

Ok. Para mim, particularmente, da Matrix/DNA, a visão destas imagens imediatamente me lembra um dos maiores assuntos que estou pesquisando agora. Trata-se de buscar entender a presença dos instintos animalescos com tendência a predador e presa que estão encravados na genética e na psique humana. Entendo que exorcizar a alma humana destes instintos e’ a condição primeira exigida para eliminar este escravagismo de um lado e a luxuria com seu consumismo supérfluo dos recursos naturais, do outro, esta carnificina e tortura praticada por um dos lados, ou seja, mudar totalmente o estado da humanidade, e dirigir a humanidade a desviar-se do destino da auto-extinção. Acho que não existe outro objetivo mais supremo no momento para a humanidade… exorcizar estes instintos.

Mas de onde os animais receberam estes mecanismos, processos, forças? Na formula da Matrix/DNA para o estado de sistema astronomico se vê claramente ali estes instintos, quando a peça anterior no circuito sempre se transforma na peça seguinte, ao mesmo tempo que pode se interpretar ao reverso, onde a pesa seguinte sempre devora a anterior. Isto faz parte inevitável do ciclo vital. Que as moléculas orgânicas, e depois as bactérias, repteis, leões, e humanos apresentem este fenômeno, já era de se esperar.

Mas porque a formula tinha que ser assim? Ela vem de um onda de luz, e nesta vemos que toda frequência se transforma numa frequência seguinte. Tambem continua isto acontecendo na formula quando ela montou os sistemas astronômicos. Que a forma seguinte engole a forma anterior e’ apenas uma questão relativa do ponto de observação. Vendo-se por outro ponto o que se vê e’ a forma anterior transformando-se na forma seguinte. Porem quando se formaram os sistemas biológicos, a linha evolucionaria que carrega a transformação funcionou mas ao mesmo tempo, se dividiu e funcionou também pela outra perspectiva, aquela onde realmente a forma seguinte – que e’ a maior, mais forte – devora, se sobrepõe, escraviza, parasita, a forma anterior – que e’ a menor, mais fraca. A linha da transformação funcionou transformando bactérias em repteis e repteis em mamíferos. Mas surgiu em paralelo a linha da cadeia alimentar, dividida entre predadores e presas. Este surgimento e’ o grande mistério e o qual precisa ser eliminado da face da Terra. Sabemos que ele surgiu quando a Natureza apresentava como dominante a sua face do caos, mas ainda não resolvi se o caos produz a carnificina primeiro, ou se o cais foi produzido pela carnificina primeiro. Este fenômeno, estava presente na onda luz original? Sim, mas apenas a linha das transformações de sequencias. A luz nunca se colapsa fazendo o caminho inverso. A ano ser que uma outra nossa teoria tenha consistência: a de que a onda de luz original de fragmenta em fótons e estes reencetam o caminho inverso através da matéria, reproduzindo a onda de luz, dirigindo-se de volta a fonte inicial. mas isso envoveria

Ora, as imagens de DC (   ….  ) do que ocorre na dimensão evolucionaria anterior `a existência de sistemas astronômicos e biológicos, revelam que esta dicotomia conflitante já existia desde quando o avançar da luz criou a energia. Então a causa primeira destes instintos esta no Universo Elétrico?! Entao estes instintos fazem parte de um significado cosmico muito distante do nosso conhecimento? Entao seria impossivel exorcizar estes instintos da psique humana, pois toda vez que o cortassemos fora, a base energetica da carga genetica o traria de volta?

Sinto que acabamos de dar um grande passo na busca do entendimento destes insintos, porem, caimos numa dimensao muito distante e complexa, e nela teremos que esmiucar e buscar explicacoes.

Sera um efeito da diferenca entre sistema fechado e sistema aberto? Porque essa diferenca entre os efeitos da AC e da DC? Ok,… de subito nos surge a verdade de que nao avancaremos aqui senao voltarmos ao tempo da escola e pesquisar tudo o que define AC e DC.

( hipotese em desenvolvimento)

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The Fibonacci Spirals no Sol

Não apenas Ben Davidson e seu pessoal da Teoria do Universo Elétrico defende essa ideia, mas também a NOAH, do governo Americano desenharam a espiral de Fibonacci sendo vista no Sol. Ben diz que essa espiral e’ vista em todo lugar no Sol.

Isto une duas predições feitas a 30 anos atras tendo como base a formula da Matrix/DNA:

  1. Na origem dos sistemas biológicos entraram informações carregadas por fótons vindos de dois lugares principalmente: do Sol e do núcleo da Terra onde jaz um germe estelar. O processo que determinou estas duas vindas e’ o mesmo processo sexual mostrado pela formula, onde a energia da Terra seria feminina e a energia do Sol, masculina. Sendo assim, a energia do Sol opera com base na F5, que e’ a carga genética masculina emitida para fecundar a carga feminina na Terra. Ora,…
  2. A espiral de Fibonacci esta relacionada com o numero Phi, responsável pela simetria dos corpos que da ordem e beleza aos corpos. Mas a formula da Matrix/DNA mostra que no circuito sistêmico onde cai o numero de Phi (1,618…) e’ justamente a posição ocupada por F5. Sendo responsável pela função da reprodução, deduzimos que a simetria ocorre porque F5 copia ou reproduz a face esquerda dos sistemas e a situa a sua direita, para se tornar a face direita. Portanto a formula já havia previsto que o Sol produz F5, o qual e’ Phi, através da espiral de Fibonacci.

Grande evidencia para a teoria da Matrix e ótima informação fornecida por Ben Davidson, novamente.

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Teoria da Mente tendo como substância, um plasma:

Num frasco-câmara passa a corrente eletro-magnética gerada por dois magnetos. O ambiente dentro da câmara pode ser mudado, do vácuo total para atmosfera. Cada ambiente muda e produz um estado específico da corrente. Num ambiente ela se apresenta como plasma (no vácuo total), no outro se apresenta como linhas ou raios vibrantes de eletricidade ( quando a câmara e’ enchida com ar).

Dai me leva a suspeitar e elaborar os princípios de uma nova hipótese, quando junto isso com a formula da Matrix/DNA. Sabemos que as imagens das sinapses se assemelham ‘a imagem da energia na forma de raios, aleatórios. Isto acontece no ambiente da massa de neuronios. Mas dessa massa e destas sinapses, se produz a mente, os pensamentos, e mais exatamente em outro local, o neocortex. Então podemos suspeitar que no neocortex o ambiente e~diferente, e produz o outro estado desta energia, uma espécie de plasma.

A primeira questão aqui seria: se na câmara podemos ver o estado de plasma, porque o MRI que vê as sinapses não pode ver o plasma da mente?

( teoria a desenvolver ) 

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Elegant Simplicity

Ben defende que a teoria do Universo Elétrico e’ construída sobre argumentos que são elegantemente simples. O que define esta expressão? penso que se trata do seguinte: pega-se fenômenos naturais simples e conhecidos e interpreta-se de maneira diferente do que foi interpretado ate agora, mas de maneira que na imagem do simples se adivinha encriptado complexos significados, processos e mecanismos. Se for isso, isso e’ justamente o que e’ a Teoria da Matrix/DNA, principalmente ‘e o que sente ao ver a formula da Matrix.

Mas porque a Teoria do Universo Elétrico impregna estes fenômenos simples com elegância? Baseando-me na Teoria da Matrix/DNA, realmente deve existir um mundo elétrico como template, como substancia de fundo, do universo material que nossos sensores captam. Isto porque tudo tem inicio quando a onda de luz universal composta dos sete tipos de radiações eletromagneiticas, se expande infiltrando-se na substancia do espaço – que deve ser a dark matter – ela produz friccao neste contacto. O produto desta friccao e’ o que denominamos de energia, ou pode ser o mesmo que eletricidade. Então como essa luz contem em si o código para ciclo vital que e’ o que monta os sistemas naturais, ela passa esse código para a energia. Esta existindo no meio da dark matter, separa-a em porcões de acordo com cada tipo de sua vibração e assim cria as partes para montar os sistemas. Então, a energia ‘e o elo entre a dark matter – que fornece a massa para o hardware – e a luz, que e’ o software. Se realmente for assim, então e’ claro, a energia esta na base, como pano de fundo, de todas as coisas materiais desse Universo. Não se esta errando ao chamar isto de Universo Elétrico e realmente os modelos teóricos desta teoria são elegantemente simples – porque na verdade revelam uma complexidade estonteante e bonita.

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Teoria da Gravidade versus Teoria da Atracão da Eletricidade:

Mostrando como um lado e’ mais forte e puxa o mais fraco, Grahan sugere que esta eletricidade e’ o que mantem astros e galaxias unidos e não a hipotética força chamada de gravidade.

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Jatos cosmicos de luz dos buracos negros sugere a emissão de um circuito sistêmico vital pelo núcleo galáctico segundo a Matrix/DNA

A imagem de um jato emitido por uma região do espaço sideral ( onde, como Ben diz, o mainstream diz existir um buraco negro, mas ele não concorda com esse nome e teoria, e espera que se ache um nome melhor, justamente como nos da Matrix/DNA não concordamos e esperamos esse nome melhor) mostra o jato dividido em segmentos que são “equidistantes `a parte”, quer dizer, o jato e’ dividido em segmentos de tamanhos iguais e têm distâncias iguais entre si. Isto bate com o que sugeriu a Teoria da Matrix, 30 anos atras. Este emissor deste jato seria um astro executando a função número 1 da formula (F1) e ele deveria emitir o template do circuito por onde a semente ou germe de um novo astro vai percorrer tocado pelo processo do ciclo vital. Como este processo vem de energia produzida por uma onda de luz – e a onda de luz contem a formula para este processo vital – cada segmento antecipa uma das formas que o astro vai apresentar em determinada idade. Em outras palavras, se a Matrix/DNA estiver acertando aqui, este jato cósmico deve ser dividido em sete segmentos, cada qual composto pelo estado vibratório da frequência eletromagnética que ele representa. Muito boa previsão da Matrix e ótima informação do Grahan.

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Efeito Placebo: Efeito de ondas magnéticas emitidas pelo cérebro sobre a química do corpo…?

Estas possibilidades sugeridas pelo Universo Elétrico leva Ben Davidson a citar o The Global Consciousness Project

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Pesquisa:

Procurar no website de Ben e outros lugares, imagens dos dois magnetos lado a lado da câmara produzindo a visão da eletricidade, para por no site e fazer cartaz para palestra.

Júpiter e seu Importante Campo Magnetico

sexta-feira, julho 1st, 2016

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Esta nova informação captada sobre Júpiter é mais uma evidencia reforçando o nosso modelo teórico astronomico, a Matrix/DNA. Em português e depois do texto abaixo resumo uma explicação da Matrix/DNA.

Júpiter e seu Campo Magnetico

Ler mais: Juno mission page, NASA article on Juno’s magnetometer.
The post Jupiter’s Magnetosphere Will Blow Your Mind While it Kills Your Spacecraft primeiro apareceu em  Universe Today.

Jupiter is a huge planet, but its magnetosphere is mind-blowingly massive. It extends out to nearly over 5 million kilometers (3 million miles) wide on average, 150 times wider than Jupiter itself and almost 15 times wider than the Sun, making it one of the largest structures in the Solar System.
“If you were to look up into the night sky and if we could see the outline of Jupiter’s magnetosphere, it would be about the size of the Moon in our sky,” said Jack Connerney, deputy principal investigator and head of the Juno mission magnetometer team. “It’s a very large feature in our Solar System, and it’s a pity we can’t see it.”
But the Juno spacecraft is about to change our understanding of Jupiter’s magnetosphere and allow scientists to “see” for the first time Jupiter’s magnetic field.
And today, NASA announced that Juno has entered Jupiter’s magnetic field. Listen to the video below as the spacecraft gathered data as it crossed the bow shock:

A magnetosphere is the area of space around a planet that is controlled by the planet’s magnetic field. The stronger the magnetic field, the larger the magnetosphere. It is estimated that Jupiter’s magnetic field is about 20,000 times stronger than Earth’s.
Magnetic fields are produced by what are known as dynamos – an electric current created from the convection motion of a planet’s interior. Earth’s magnetic field is generated by its circulating core of molten iron and nickel. But what creates Jupiter’s dynamo? Is it like Earth’s or could it be very different? Jupiter consists predominantly of hydrogen and helium, and it is currently unknown if there is a rocky core at the center of the planet.
“With Jupiter, we don’t know what material is producing the planet’s magnetic field,” said Jared Espley, Juno program scientist for NASA Headquarters, “What material is present and how deep down it lies is one of the questions Juno is designed to answer.”
Juno has a pair of magnetometers to basically look inside the planet. The magnetometers will allow scientists to map Jupiter’s magnetic field with high accuracy and observe variations in the field over time. The instruments will be able to show how the magnetic field is generated by dynamo action deep in the planet’s interior, providing the first look at what the magnetic field looks like from the surface of the dynamo where it is generated.
“The best way to think of a magnetometer is like a compass,” said Connerney. “Compasses record the direction of a magnetic field. But magnetometers expand on that capability and record both the direction and magnitude of the magnetic field.”
But Jupiter presents a lot of problems as far as being nice to instruments. Trapped within the magnetosphere are charged particles from the Sun that form intense radiation belts around the planet. These belts are similar to the Earth’s Van Allen belts, but are many millions of times stronger.
To help protect the spacecraft and instrument electronics, Juno has a radiation vault about the size of a car trunk made of titanium that limits the radiation exposure to Juno’s command and data handling box (the spacecraft’s brain), power and data distribution unit (its heart) and about 20 other electronic assemblies. But the instruments themselves need to be outside of the vault in order to make their observations.
The magnetometer sensors are on a boom attached to one of the solar arrays, placing them about 40 feet (12 meters) from the body of the spacecraft. This helps ensure that the rest of the spacecraft does not interfere with the magnetometer.
But there are other ways to help limit the amount of radiation exposure, at least in the first part of the mission.
Scientists designed a path that takes Juno around Jupiter’s poles so that the spacecraft spends the least amount of time possible in those blistering radiation belts around Jupiter’s equator. Engineers also used designs for electronics already approved for the Martian radiation environment, which is harsher than Earth’s, though not as harsh as Jupiter’s.
That elliptical orbit — between radiation belt and the planet — also puts the spacecraft very close to Jupiter, about 5,000 km above the cloud tops, enabling a close-up look at this amazing planet.
“This is our first opportunity to do very precise, high-accuracy mapping of the magnetic field of another planet,” Connerney said. “We are going to be able to explore the entire three-dimensional space around Jupiter, wrapping Jupiter in a dense net of magnetic field observations completely covering the sphere.”
By studying Jupiter’s magnetosphere, scientists will gain a better understanding about how Jupiter’s magnetic field is generated. They also hope to measure how fast Jupiter is spinning, determine whether the planet has a solid core, and learn more about Jupiter’s formation.
“It’s always incredible to be the first person in the world to see anything,” Connerney said, “and we stand to be the first to look down upon the dynamo and see it clearly for the first time.”

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Explicação da Teoria da Matrix/DNA

 O campo magnético – ou magnetosfera – de Júpiter é surpreendente, pois é massivamente fora do normal. Ela se estende por cerca de 5 milhões de quilômetros em volta do planeta, uma área 150 vezes maior que Júpiter como planeta e quase 15 vezes mais larga do que a magnetosfera do Sol, tornando-a uma das maiores estruturas do Sistema Solar.

Isto vai contra o senso comum baseado no conhecimento oficial e teórico acadêmico. Primeiro porque contradiz nossas ideias sobre o que são campos magnéticos.

Segundo a corrente teoria, campos magnéticos astronômicos são produzidos pelo que se conhece como dínamos – uma corrente elétrica criada de um movimento de convecção no interior do planeta. O campo magnético da Terra é gerado pela circulação de seu núcleo composto de ferro incandescente e níquel. Mas o que gera o dínamo de Júpiter, se pela atual teoria Júpiter consiste predominantemente de gazes apenas, hidrogênio e hélio, e não se sabe se ele tem um núcleo denso…

Com este novo dado, o logico sera rever este modelo teorico de Jupiter, pois seu campo magnetico esta indicando que seu nucleo e’ ainda mais denso e talvez mais incandescente que o da Terra.

Mas com essa informacao, o nosso modelo teorico astronomico se sentiu mais uma vez confortavelmente instalado em bases solidas. para explicar permita-me trazer para ca duas figuras desse modelo

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

Segundo a teoria oficial acadêmica, todos os tipos de astros se formam espontaneamente por sua própria conta e risco pelo circular de uma nuvem de gaz e poeira inicial. Segundo a nossa teoria, os sete tipos de astros conhecidos são formados por um comando de instruções pre-existente nestas nebulosas ( tal como o comando de instruções dos genes no DNA), e são formas variadas de um único astro ao longo de sua existência. Em outras palavras estou sugerindo que os efeito da força do ciclo vital – aquele que faz um único corpo humano apresentar sete principais diferentes formas ao longo de sua vida, desde a forma de morula, blástula, feto, embrião, criança…, ate a de cadáver, não foi inventado ou criado pela vida neste planeta, pois os próprios astros como este planeta já estariam sob essa força. Por isso, a figura acima mostrando a sequencia de metamorfoses de fomas de um único astro vem comparada na primeira figura com a sequencia das metamorfoses do corpo humano.

Quem esta certo, quem esta errado:… Eu sou torcendo para que eu esteja errado, pois seria muito fácil consertar a cabeça de uma unica pessoa que a cabeça de todos os professores e estudantes que aprenderam o modelo acadêmico. Porem, ate agora ninguém me trouxe um fato sequer, real e comprovado cientificamente, que nossa teoria estaria errada.

Seja como for, segundo a nossa teoria, e em termos de galaxias, novos astros são formados a partir do núcleo galáctico com massiva e solida incandescente massa em tamanhos menores que planetas, pois estas ejeções do núcleo serão as sementes de um novo astro. Com o passar do tempo esta semente vai se afastando do núcleo, entrando em áreas mais frias, quando são formados as coberturas de poeira estelar congelada. Afastando-se mais do núcleo o astro de cobertura congelada e núcleo efervescente quase se congelando também pode cair na orbita de uma estrela. E como acontece com as sementes vegetais biológicas, a energia da estrela penetra o astro ativando seu núcleo enquanto degela a superfície formando os oceanos. Neste estado, o de planeta, o astro deve ter uma mais fraca magnetosfera. Porem ao continuar de afastando agora da estrela também ( porque o núcleo comendo de dentro para fora a crosta rochosa vai tornando o astro mais leve, enfraquecendo a atracão gravitacional da estrela), o núcleo vai crescendo, o planeta se tornando mais gasoso pelo cozimento da rocha e água, e seu campo magnético deve se tornar bem mais forte, alem de expandir-se.

Justo o estado de Júpiter descoberto agora. Mas ainda esta semelhança com nossos modelos não é motivo para que eu acredite em meus modelos, os dados totais colhidos até agora ainda não me satisfazem. E tem outro problema que esta me fazendo ficar sempre com um pé atras quando preciso defender ou divulgar os meus modelos e tenho que falar do sistema solar.

Acontece que esta teoria também sugere outra novidade: assim como a primeira as primeiras células vivas tiveram dois processos diferentes de formação, assim também foram a galaxias. Primeiro a forma de simbiose, unindo organelas esparsas num único sistema… depois e a partir dai a células aprenderam a se formarem por si próprias, reproduzindo-se. Quanto as galaxias, também o foram pela simbiose e depois pela auto-reciclagem da poeira estelar de sistemas mortos, deixando porem nestes restos mortais o tal comando de instruções – partículas, elementos, repetindo comportamentos do velho sistema o que as tornam como memorias que ativam a formação de novos sistemas. E ainda não identifiquei de qual geração é esta nossa Via Láctea. Se da primeira, ou da segunda.`Porque assim como o processo da auto-reprodução das células mudou inclusive  os arranjos atômicos e conexões dentro das células, assim também os sistemas estelares de segunda geração devem ter mudado algumas coisas tais que fazem diferenciar as origens de seus astros. A origem de um ribossomo numa célula moderna é diferente da origem do primeiro micro-organismo tornando ribossomo na célula original. E sem saber qual a geração desta galaxia, não posso festejar mais esta aparente vitoria da nossa teoria. Mas… pela logica me parece que as mudanças de origens não foram tao significantes, pois Júpiter esta perfeitamente se encaixando no modelo.

Dyson Sphere – Uma Tecnologia a ser Pesquisada pela MatrixLight/DNA

domingo, maio 8th, 2016

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https://en.wikipedia.org/wiki/Dyson_sphere

Com o desenvolvimento tecnológico da Humanidade, calcula-se que chegaremos a um ponto quando toda energia captada na Terra sera insuficiente para manter a estrutura instalada e muito menos permitir a continuidade deste desenvolvimento. Pensadores já tem percebido essa questão a longo tempo e de todas as alternativas imaginadas surgiu a ideia da Esfera de Dyson: seria mais ou menos a ideia de construir estacoes espaciais orbitando rente em torno do Sol, absorvendo toda sua energia e re-emitindo-a para a Terra. Seria como fazer uma cela para enclausurar o Sol.

A Dyson ring — the simplest form of the Dyson swarm — to scale.

Depois de Dyson alguns pensadores tem imaginado uma especie de esfera material completa em volta do Sol, mas o mesmo Dyson achou a ideia tao infactível que solicitou não usarem o nome dele nestas ideias.

Esta ideia esta tao atuante na mente dos ficcionistas e astrônomos que recentemente, uma estrutura altamente energética captada pelo Hubble numa galaxia distante, sem que os astrônomos encontrem uma explicação racional para sua existência, ter sido aventada a hipótese que se trata de algo como a Esfera de Dyson construída por alguma civilização de alienígenas mais desenvolvidos. ( veja:  http://www.theatlantic.com/science/archive/2015/10/the-most-interesting-star-in-our-galaxy/410023/

A cut-away diagram of an idealized Dyson shell, a variant on Dyson’s original concept, with a radius of 1 AU

Por nosso lado, esta ideia nos remete `a formula da MatrixLight/DNA para vê-la por essa diferente perspectiva. Estrelas estão localizadas na função 6 e ate’ 7 da formula – o que e’ uma região entropica na face direita da formula – e sua energia degradada tende a formar uma nuvem junto com a massa degradada no fim do sistema para serem reciclados. Mas seria possível tratar esta energia como ela e’ na realidade – uma energia perfazendo um ciclo vital – e dai encontrar uma maneira de mudar seu processo natural, dirigindo-a para a Terra ao invés de ser dispersa como nuvem no espaço?

Vamos começar a pensar no problema, e não tem como começar senão trazer a formula para ca’:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Um método seria mudar a seta vector em F6: ao invés dela continuar na direcao de F7, mudar seu curso na direcao de F3 -que ‘e a posição dos planetas na formula. Claramente isto e’ impraticável pois teríamos que atuar no núcleo genético da estrela com uma re-engenharia genética. E’ preciso ao leitor entender que este desenho da formula esta’ num plano de duas dimensões, quando na verdade a formula acontece como uma espiral, a qual não da para ser desenhada numa folha plana. E desde que a espiral e’ rotativa, a seta/energia que sai de F6 e vai a F7 na verdade se dirige na sua maior parte internamente para todo o sistema formando a nuvem entropica. O que resta e vai para F7 ‘e o núcleo esquelético da estrela já quase inteiramente sugado em sua energia.

Uma estacão espacial que funcionasse como um ralo rotativo chupando essa nuvem seria uma solução. mas tambem poderia ser a extinção da vida pois alteraria o sistema estelar inteiro.

Bem… geralmente, novos problemas a serem resolvidos surgem e logo cansam nosso cérebro devido sua complexidade, nos obrigando a retira-los da nossa frente. Mas o problema foi levantado, registrado na memoria, e vai voltar sempre a memoria quando raciocínios abordam temas relacionados. Geralmente deixo o problema e vou dormir, e nalgum dia depois, sem querer, acordo com uma solução na mente. Sera  caso deste problema aqui… vamos deixa-lo de molho, por ora.

 

Sistema Solar Funcionando… Louco, Mas qual a Explicacao?!

quinta-feira, maio 28th, 2015

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( artigo ainda sob construcao com muitos erros ortograficos devido estar usando um teclado e computador que so fala ingles…)

Talvez exista um misterio demasiado importante para explicar porque o nosso planeta gerou a vida, e  porque somos assim do jeito que somos: talvez o nosso DNA, o nosso corpo e o nosso planeta exista sob uma especifica faixa da vibracao da luz e energia. Trata-se da mais recente teoria que estou desenvolvendo dentro da grande teoria geral da Matrix/DNA. Vamos ver uma introducao a ela:

https://lh3.googleusercontent.com/-8uIeOiJJV24/VWaUn-KTW7I/AAAAAAABQN4/_tKdf60DuTA/w346-h342/15%2B-%2B1

Tente imaginar que voce esta dentro de uma nave redonda movendo-se no espaco e sem ninguem dirigindo-a. O espaco todo aberto e vazio `a frente, atras, dos lados… Creio que a nave vai seguir na linha reta que vinha quando alguma forca a moveu no inicio. Ela nao teria nenhum motivo logico para mudar a direcao, a nao ser que o espaco nao fosse tao vazio e algo nele dirigisse a nave numa direcao. Pois bem, os planetas movem-se fazendo uma curva constante repetida quase pela eternidade. Qual a forca oue elemento invisivel existe no espaco para encurvar a direcao dos planetas? Bem, acho que foi com essa pergunta na cabeca que Einstein comecou a pensar no ” espaco curvo” ate chegar a sua genial teoria da relatividade. Mais ou menos – Segundo essa teoria – o Sol tambem se move em volta do nucleo da galaxia e ao avancar no espaco ele vai fazendo algo como acontece quando a gente atira uma pedra na agua parade. Quem esta acima da agua ve a formacao e ampliacao de ondas concentricas, mas acho que quem estiver dentro da agua veria um rodamoinho espiralado avancando na agua pela sua ponta.

Mas tenho um problema a perguntar aos fisicos. No caso da agua, vejo as particulas de poeira, fragmentos de objetos, etc., sendo arrastados junto com as ondas, se distanciando do centro. Quando as ondas terminam, o lugar onde elas estiveram ficou limpo. O proprio mar joga as sujeiras para a praia. Entao se o Sol encurva o espaco criando as ondas, porque os planetas nao estao se distanciando do Sol? Se alguem souber esta resposta que deve ser de estudante primario, por favor me avise. Ahh… chiii… como fui me esquecer disso? Massa atrai massa na razao inversa do quadrado…. O sol tem muita massa, os planetas tambem tem, enquanto nas ondas da agua so os graos tem massa enquanto o centro e’ oco…Mas sera que ‘e so isso? E porque e’ que os Astros tinham que ter essa massa e nestas proporcoes entre eles?

Os modelos teoricos da Matrix/DNA tem sugerido uma outra explicacao, apesar que ela esta ainda nebulosa e incompleta. O Sol e’ uma fonte de luz, e como e’ redondo emitindo igual luz para todos os lados, esta luz deve sair na forma de ondas como vemos na agua. Nao e’ um raio de luz dirigido. O que deve acontecer entao? Para acompanhar o raciocinio que estou fazendo ao observer os modelos da Matrix/DNA, e ‘ preciso trazer aqui a seguinte figura:

Light - The Electro-Magnetic Spectrum

Esta linha serpeante e’ o que aparece na tela de um medidor quando registramos a passage de uma onda de luz. Entao na verdade as ondas nao e’ como parecem ser a linha ondulatoria, mas sim ondas concentricas sendo emitidas por uma fonte, como o Sol, ou como vemos na agua. Entao vamos para a figura la em cima e percebemos que a Terra – aquela bola azul grande perto do sol – esta’ na terceira linha, o ultravioleta. Eu nao sei porque os cientistas fizeram aquelas linhas circulares na figura, mas penso que ao inves da terra circular em cima da linha divisoria entre duas ondas, ela se move no meio de duas linhas, como um carro se move numa estrada. Sei que as linhas sao arbitrarias e apenas para mostrar as orbitas, mas penso na imagem na agua, quando vejo os graos de poeira circulando entre as linhas das ondas e nao em cima delas. Isto explicaria porque os planetas nao saem das orbitas apesar de ninguem estar na sua direcao. Quando ele se move muito para um lado ameacando sair daquela orbita, o seu estado vibracionario se choca com outro estado vibracionario da onda seguinte, o que o faz retornar `a sua faixa vibratoria.

Um fato curiosos que notei logo ce cara na figura do sistema solar e que as linhas orbitarias sao exatamente em numero de sete. E sete sao as faixas da onda de luz. Quando os cientistas vem essa coincidencia o que sera que pensam? Claro, devem ter a seculos uma explicacao para isso tudo, mas eles vivem teimando que o sistema solar, apesar de parecido, nada tem a ver com a forma do sistema atomico… porem tambem o atomo tem sete camadas eletronicas. E pela minha teoria, o atomo nada mais e que a forma de bebe da Matrix, enquanto os sistemas estelares sao a sua forma de crianca.

Bem, mas agora e’ que a coisa comeca a ficar mais interessante. Na Matrix/DNA descobri que a linha serpeanteante acima desenha o mesmo desenho que sairia na tela se ao inves de medir a passage de uma onda, eu medisse a passage de uma vida inteira de um corpo humano. A fonte `a direita seria a barriga da mamae, a primeira faixa seria a idade do bebe, a segunda da crianca… ate a ultima que seria a do cadaver se decompondo em seus fragmentos…

Se eu acertei nessa, ja justifiquei minha passage por esta vida, pois esta seria uma das mais revolucionarias dscobertas de todos os tempos, pois ela muda muito a nossa maneira de ver o mundo. Isto significa que uma onda de luz se propaga no tempo e espaco diriida pela mesma forca que faz um corpo humano se porpagar no etempo e espaco, ou seja, crescer no volume do corpo e aumentar o seu tempo ou idade. E sta forca que atua no corpo humano, apesar de nao ser ainda bem compreendida, a chmamos de ciclo vital. Esta forca faz a diferenca entre um corpo vivo e um objeto nao-vivo. Ora, se ela tambem e’ aplicada na luz… isto siginifica que a luz tem um ciclo vital e em outras palavras… uma onda de luz e’ uma forma de vida… !

Por mais estranho que isso possa parecer, se voce comeca a pensar nesta possibilidade como eu pensei, depois de alguns anos voce comecara a ver que a coisa toda tem muita logica… mas se o mundo e nossa existencia nele tiver uma outra dimensao da qual jamais imaginamos.

Para comecar, quem veio primeiro – a luz ou a vida? Se na luz ja existia o codigo da vida esta surgiu a 13,7 bilhoes de anos atras, junto com o Big Bang – que deve ter sido a primeira fonte de luz neste universo. E desde que tambem descobri que o Big bang do universe teve o mesmo significado que o big bang do primeiro momento que meu corpo foi concebido… e dese que sei que o codigo da minha vida nao foi criado naquele mini big bang mas sim ele passou pelo big bang vindo dos meus pais que existiam antes e alem do meu ovo universal… entao a luz trazendo a formula para criar a vida veio de antes e do alem deste universo.

Mas vamos voltar agora ao caso das vibracoes dos planetas. E sabido que ondas de luz carregam em si uma energia, entao esta energia vibra de acordo com a faixa em que ela esta. A energia nas ondas emitidas pelo sol e’ o qe deve segurar os planetas nas suas orbitas, chamem ela de gravitacional, magnetica, ou como quiserem. E tudo o que estiver neste planeta estara vibrando na mesma faixa. Inclusive nos e o DNA de todos os seres vivos.

Mas o que significa isso. Uma breve olhada no grafico da luz nos faz perceber que as vibracoes nascem num estado agitado de violencia e evoluem para um estado calmo de paz. Sera este o nosso future? Ele ja estaria assim determinado? E porque ainda existem animais e humanos muito violentos? Bem, ai vem o problema de que o DNA emergiu da entropia de um sistema astronomico ou mais exatamente da mudanca da forma da matrix universal e isso requer alguns calculus complexos que ainda nao tive tempo de fazer.

Cada planeta tem um estado vibratorio diferente, especifico, apenas seu. Sera por isso que os outros planetas nao se desenvoveram nas condicoes ideais para a vida biologica?

vemos no grafico da luz que na faixa onde esta a Terra ocorre uma primeira grande mudanca na evolucao da onda de luz. Ate o ultraviolet a vibracao era muito forte, mas no meio com a visivel, ela de repente comeca a se alongar, ou seja, uma queda brusca na agitacao da vibracao. Que mudancas entao estao por vim para nosso planeta e para nos?

Estas e mais algumas dezendnas de perguntas estou esquematiczando e pensando neste misterio, tentando conectar os fatos… e assim talvez logo a Matrix/DNA tenha mais uma teoria surpreendente.

Não existe uma teoria aceitável sôbre a formação do Sistema Solar: Falhas da Teoria Nebular

quarta-feira, dezembro 5th, 2012

Baseado no artigo ( from Creation Ministries International) :

Solar system origin: Nebular hypothesis

by Jonathan Sarfati

creation.­com/­nebular-­hypothesis

Sistema Solar Como era no Inicio

Sistema Solar Como era no Inicio

Sistema Solar Como É Hoje

Sistema Solar Como É Hoje

O artigo é tendencioso – feito por quem tem prévias intenções de defender a fé no criacionismo – portanto não é Ciência Pura. Mas seus argumentos são racionais e baseados em aparente evidências, e arrola vários documentos na lista final, de astronomos profissionais. Preciso agora procurar o contrta-artigo, feito poe defensores da teoria nebular, comentando cada argumento dêste artigo.

O assunto interessa à Matrix/DNA – apesar de que consideramos origens cosmológicas um assunto de relevancia secindária porque estamos mais dedicados a procurar soluções aqui e agora – porque a anatomia comparada nos forçou a calcular modêlos cosmológicos para entender processos e mecanismos naturais atuantes aqui e agora. A contra gôsto tive que desviar tempo da observação da atmo-biosfera na selva amazônica e levantar mais a cabeça e os olhos para fitar a exuberante noite estrelada só possível de ser vista através do ar límpido da selva, pois os principios das fôrças que tentava entender vinham de lá tambem. Mas foi graças a esta obrigação que cheguei á fórmula de sistema natural fechado perfeito e agora tenho que continuar essa busca de conhecimento destas origens longinquas para saber se a fórmula realmente existe ou não.

A formação do sistema solar ainda é um problema não-resolvido pela Matrix/DNA que sugere um modêlo racional para formação de sistemas estelares. Então porque o solar é um problema? Porque a fórmula sugere que existem dois métodos para formação de galaxias e/ou sistemas estelares, assim como há dois métodos para formação de sistemas celulares. Existiu o primeiro método que foi aplicado na formação da primeira célula original e existe o segundo método que é a mera replicação das células existentes. Então não sei se o sistema solar ainda é reultado do primeiro método ou do segundo. Vale lembrar que sistemas estelares, em relação à galaxias, correpondem a átomos, em relação à células. Então quando tiver tempo vou voltar à Teoria da Matrix/DNA na parte em que ela diz: uma nebulosa é composta de átomos, átomos são os mais influentes elementos numa nebulosa disforme, é o mais evoluido design de sistema, portanto, se essa nebulosa for dirigida a se tornar um sistema ela mesma, o design atômico modelará sua formação e o resultado final será o design atômico com mutações devido ao novo ambiente de formação e estas mutações delinearão um sistema que seja àza imagem e semlhança do design atômico. Então para calcular como uma nebulosa oriunda da morte de uma estrela anterior, mesmo que ela continha seu sistema planetario, formou outro sistema estelar, devemos nos basear em como é formado um sistema atômico. parece muito diferente, mas pela lógica, não dever ser tanto.

Planeta Gigante ejetado fora do Sistema Solar? Mais uma correta previsão da Matrix/DNA

quinta-feira, novembro 17th, 2011

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Planeta Ejetado fora do Sistema Solar desenho artístico

Planeta Ejetado fora do Sistema Solar - desenho artístico

Assunto baseado no seguinte artigo:

Giant Planet Ejected from Solar System

Source: Southwest Research Institute

Publicado em:
Astrobiology Magazine

http://www.astrobio.net/

Link direto ao artigo:

Giant Planet Ejected from Solar System

Cosmic Evolution
Posted: 11/12/11

Summary: New research indicates that a giant planet may have been ejected from the Solar System, sparing the Earth from disaster.

Comentário da Matrix/DNA:

No seu modêlo cosmológico, e para que o seu sistema astronômico funcione, a Matrix/DNA sugere que quando um planeta já velho e volumoso vai se transformando em pulsar, devido sua massa diminuir, começa a se distanciar da estrêla, sai fora do sistema estelar e cai no espaço interestelar onde se torna uma supernova estrêla. Isto em nada condiz com o modêlo cosmológico acadêmico, motivo pelo qual temos desistido de apresentar o nosso modêlo à essa comunidade. A nossa explicação do porque os poucos fatos reais comprovados da astronomia conduz a produzir um modêlo diferente do modêlo da Matrix/DNA é que êste se refere à formação da galáxia original, e não à formação das galaxias posteriores, nas quais se baseia o modêlo acadêmico. Como argumento lembramos que a formação da célula vital original foi diferente da formação das células posteriores. Alem disso comparar galaxias com sistemas estelares seria o mesmo que comparar células com os átomos que as constitue. Por via das duvidas, nós ainda não tivemos tempo para investigar como se deu essa evolução, mesmo porque cosmologia não é nosso interêsse agora. A produção de um modêlo cosmológico apenas aconteceu porque êle foi automaticamente apontado como resultante do nosso método de anatomia comparada entre sistemas animados e inanimados.

Para entender o que a fórmula da Matrix/DNA diz sôbre êste assunto, observe as duas figuras abaixo:
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Matrix/DNA as Universal Formula for Natural Closed Systems


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Matrix/DNA Organizing Matter into Galaxy, Nucleotide/DNA, and Cell Systems


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Esta figura refere-se à Matrix/DNA no seu estado de sistema fechado em si mesmo. O fenômeno de planetas gigantes ejectados será melhor observado na versão da fórmula como Sistema Aberto, cuja figura não tenho tempo agora para fazer, mas que é facilmente deduzida pelo leitor: um sistema aberto é quando qualquer uma das partes (funções) do sistema se conecta com algo do mundo exterior ou se move no mundo exterior, alem das fronteiras do circuito do sistema. Então observe na figura branca da fórmula a Função 4. No ciclo vital humano esta função corresponde á idade dos 16/18 anos quando o adolescente adquiriu funcionalidade sexual plena, ou seja, os ultimos genes retroativos cumpriram sua missão. É a entrada na vida adulta. No sistema celular esta função corresponde à mitocondria e no sistema nucleotideo ainda não localizamos qual a base nitrogenada correspondente. Mas no sistema astronomico e como “building block” das galáxias esta Função corresponde ao astro resultante da evolução/transformação dos planetas quando estão super-carregados com a energia recebida da estrêla que orbitam. Para onde está indo a energia que o planeta Terra vem recebendo continuamente do Sol a bilhões de anos? Nêste modêlo a energia do Sol exerce o mesmo mecanismo no planeta que exerce num grão de milho:a energia solar alcança o germe latente no grão que antes inchou devido ação da água, faz o germe despertar, iniciar a alimentar-se do material amarelo do grão que ali existe para servir de reserva alimentar, e o germe cresce, até desabrochar como uma flôr ou uma planta. No céu é a mesma coisa: por brechas no meio das fendas entre rochas tectônicas um material chamado lixivia desce desde a superficie de um planeta até alcançar seu nucleo, o qual é o germe de uma estrêla em estado dormente. quando a energia estelar alcança o nucleo, tem inicio reacções nucleares, nas quais vão sendo consumidas particulas de energia dos átomos que formam as camadas geológicas, de dentro para fora. É criada uma pressão interna de gazes e cinzas mais material incandescente que precisa ser expulsa para não explodir o planeta e assim surgem os gigantes vulcões. Quando as reações se aproximam da superficie do planeta a casca cada vez mais fina começa a irradiar luminosidade e o constante espocar de vulcões faz o planeta parecer um corpo pulsante. Por isso tomei o nome “Pulsar” emprestado do modêlo cosmológico oficial. O passo seguinte é essa casca fina desmoronar e o pulsar abrir-se, florescer, desabrochar como uma nova estrêla no céu, mais exatamente, uma supernova.

Para entender a diferença aqui entre a fórmula que vês como sistema fechado, e a fórmula que deves ver como sistema aberto, no especifico caso dêste assunto, imagine que a Função 4, no caso, o pulsar, esteja interagindo com um astro externo da Funcão 6, que é uma estrêla.

Mas em paralelo a estas ocorrências, não podemos nos esquecer da fôrça gravitacional, a qual decide a posição ou localização dos astros no espaço sideral. Enquanto o planeta está se consumindo a si próprio como o grão de milho se consome, sua massa pesada vai se tornando mais leve, transformando-se em gazes e poeira, cinzas, o que faz o planeta inchar, crescer, em volume, ou seja, vai se tornando um planeta gigante. Quanto mais leve se torna, menor sua fôrça magnética e mais dificil se torna à estrêla mantê-lo capturado próximo dela. O planeta gigante vai se afastando para a periferia do sistema, pode ultrapassar suas fronteiras e cair no espaço sideral, quando então desabrocha como nova estrêla.

Mas nem tudo está resolvido por mim nêste modêlo, e provavelmente nào terei tempo em vida para lidar com o aspecto cosmológico/astronomico da Matrix/DNA. Estou mais concentrado agora nos aspectos mais condizentes á nossa vida e à superficie da Terra, procurando o que a fórmula pode nos fornecer de pratico aqui e agora. Algo que não está resolvido é como foi a transformação histórica do evento da primeira organização da matéria na primeira galaxia original ( ou primeiras galaxias, se elas despontaram em vários lugares simultaneamente) para o evento da organização da matéria resultante de estrêlas/sistemas mortos nos novos sistemas estelares. Como disse, a Evolução tem que aplicar um processo para criar pela primeira vez um novo sistema – como foi a criação da primeira célula vital por simbiose entre microorganismos – mas depois dêste criado, ela aplica o simples processo de replicação. Então eu não esperava que o nosso sistema solar repetisse exatamente o mesmo processo original que aplicou o mecanismo do ciclo vital ao primeiro astro sideral, eu estava pensando no nosso sistema mais como uma esécie de átomo que forma uma célula do que sendo a própria célula em si. Na verdade eu não deveria ter esperado nada porque ainda não fiz os calculos dessa fase da história astronomica. Esta noticia agora da ejeção de um gigante planeta – apesar de ser teórica, mas de acordo com os modêlos da Matrix/DNA, a teoria dos astronomos é lógica – pode significar duas alternativas:
a) ou a galáxia Milk Way ( desculpe, Via Láctea) é uma galaxia original, que surgiu da nebulosa de átomos nas origens do Universo, e esta originalidade determina os processos que estão ocorrendo em seus building blocks como nosso sistema solar; ou

b) no Cosmos o processo original de organização dos sistemas astronomicos continua sendo o original, não tendo ocorrido a evolução para o processo da replicação biológica.

É preciso considerar ainda um importante tema sôbre o qual tambem não tenho tido tempo de estudar. Antes da matéria se organizar em sistemas astronomicos, quando ainda o Universo era povoado apenas por nebulosas de átomos, o sistema natural mais evoluido era, óbviamente o atômico. Existiam apenas os átomos leves, com poucas partículas. Mas foram estes átomos leves que construíram o primeiro astro sideral. Êste astro recebeu de herança do átomo o mecanismo do ciclo vital, que era executado eletromagnéticamente pelos eletrons saltando camadas eletronicas. Sob o mecanismo do ciclo vital o astro mudou de formas várias vêzes,… enfim, não vou repetir aqui o processo pelo qual se formaram as galaxias, que está descrito em outra parte dêste website. Mas o ponto a que quero chamar a atençào é que os sistemas astronomicos foram crias dos sistemas atômicos leves, portanto as caracteristicas “genéticas” dos
sistemas átomicos devem terem sido transmitidas para os sistemas astronomicos. E nos átomos observamos o fenômeno de sua conexões executadas pelo estado se ua ultima camada superficial, troca ou partilhamento de elétrons. Isto significa sistema aberto. Numa conexão entre átomos devemos ver que a cedência de um eletron para outro átomo pode ser o mecanismo atomico que foi transferido para o sistema astronomico na forma da ejeção dos planetas gigantes. Como a fórmula mutou quando chegou ao sistema astronomico, tornando-se fechada, ao invés de termos sistemas estelares conectados como átomos temos esta configuração que vemos hoje, o elemento ejetado vagueia por algum tempo como planeta gigante e depois estrêla solitária, até capturar planetas em sua órbita e formar seu próprio sistema.

Não se deve considerar os modêlos desta teoria como teoria cientifica, e sim, uma teoria da Filosofia Naturalista. Mas a cada dia estão chegando novidades do espaço sideral que, em sua maioria, e conforme confissão dos próprios autores das descobertas, obrigam-os a refazer o modêlo cosmológico acadêmico, enquanto nós nos quedamos surpresos a cada uma destas novas informações ao ver que elas foram previstas pelo modêlo cosmológico da Matrix/DNA feito a cêrca de 30 anos atrás . O modêlo cosmológico acadêmico não se dedicou tempo suficiente para pensar na história da evolução cosmológica, por isso, quando falo por exemplo, que para entender um sistema astronomico é preciso trazer um átomo leve na mesa e calcular o que ele tinha para deduzir como ele, reunido numa nebulosa cósmica, construiu astros e galaxias, tal como eu fiz para elaborar 6este modêlo cosmológico, me olham como se eu fôsse um coitado “far away off the beam”. Culpa minha ter invadido uma área para a qual não tive sua formação acadêmica. Mas não foi minha intenção, o meodêlo despontou por acaso quando eu fazia meu trabalho de filósofo naturalista que é coletar os dados fornecidos pelo método cientifico e/ou empirico comprovados, investigar como estes dados estão conectados entre si, e tentar montar os quebra-cabeças em novos modêlos teóricos que podem servir de guia para novas experimentações cientificas.

Uma destas descobertas recentes foi a dos planetas solitários, isolados no espaço interestelar, que era totalmente impensável pelo modêlo cosmológico acadêmico, mas como descrevemos acima, o nosso modêlo aponta que planetas gigantes em transição para pulsares e supernovas devem cair no espaço interestelar.

Agora, como vemos no artigo da Astrobiology Magazine, novos calculos da evolução do sistema solar sugerem que existe a possibilidade de planetas gigantes serem ejetados para fora do sistema. Claro, se antes não tivessem descobertos os planetas solitários, agora essa hipótese não teria sido sequer pensada. Continuo a repetir que para a Humanidade seria muito menos prejudicial ter que refazer tôda uma área das Ciências do que simplesmente por no lixo o trabalho e independente de apenas um homem. Eu torço para que a vitória vá para o adversário. Mas, infelizmente, parece que a Natureza não quer que seja assim.

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Comentários da Matrix/DNA postados na mídia:

EarthSky

http://earthsky.org/space/was-a-fifth-gas-giant-ejected-from-our-solar-system/comment-page-1#comment-611968

Louis Morelli says:

November 18, 2011 at 3:55 pm

Giants planets being ejected by stellar systems were predicted by a cosmological model registered 30 years ago. Since then, every day, the news published about astronomy are debunking the official academic cosmological model and confirming the models at “The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycles”.

Ok, I recognize that the Matrix/DNA models are merely a philosophic theory, the method was not scientific: comparative anatomy between inanimate and animated natural systems. But, the origins and development of any stellar system takes millions or billions years, then, nobody ever watched it, so, there are no scientific confirmations for any model.

Theory by theory earns who predicts the facts and not the preferences of temporary mindsets. I suggest that you give a brief look to the models under the name above (Google it) only for the sake of curiosity, and maybe the models are right, for to put you in the right track. . See the explanations about why giants planets are commonly ejected in the article ” Planeta Gigante ejetado fora do Sistema Solar? Mais uma correta previsão da Matrix/DNA” (Portuguese, translate with google)

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Mensagem de Domingo da Matriz/DNA Aos Amantes da “Grande Causa da Humanidade”

domingo, maio 8th, 2011

Sistema Solar: Por quem e onde fomos criados, e agora existimos.

 

O Sol brilha lá fora e o planeta Terra continua orbitando à sua volta, tudo funcionando como um mecanismo de relógio, a 3 bilhões de anos! Mas essa máquina criou aqui os sistemas biológicos e hoje aqui existimos como ovos botado fora como a prole abandonada á própria sorte, sujeita a tragédias e predadores. Filhos diretos de uma máquina, mas filhos indiretos de algo mais, porque não somos como as máquinas, nós temos auto-consciência, sentimentos, emoções, fraternidade, familias. E nós queremos que essa substância mental que somos tenha as melhores condições de existência possível. Assim somos como um software vivo e consciente existindo no meio de um hardware que, à distância funciona previsivelmente como uma máquina, mas aqui, de imediato, é um ambiente caótico sujeito a eventos por acaso. O que temos a fazer agora de mais urgente? Senão mudar o ambiente imediato, construir uma infra-estrutura imitando a máquina funcional quase-eterna, como alicerce de uma super-estrutura ajardinada e estável? Não, nada de Admirável Mundo Novo sob o Grande Irmão, e sim o inevitável admirável mundo novo na estrutura, como nossa casa limpa, bonita e segura, porem sob a mente de cada ser humano livre e soberana. E como fazê-lo? Em que todo ser humano deve se concentrar e pensar nêste belo domingo ensolarado?

Estamos dentro de uma máquina. Porem é uma máquina relacionada à Vida, pois ela contem em si todas as fôrças, elementos e principios necessários e suficientes para se transformar ou gerar de si os sistemas biológicos, vivos, como nós somos. Basta ver e analisar a fórmula da Matriz/DNA e basta saber que ela fêz a Vida. E é isso que precisamos fazer aqui: um meio ambiente em que se assente uma biosfera estável, meio-mecanizada/meio-viva para ser, principalmente, por nós controlável. Portanto temos a fórmula, temos o exemplo pairando à nossa volta, basta estuda-lo, identificar e descobrir seus mecanismos e processos que ainda nos passam despercebidos, e imita-los tecnológicamente.

O Sol brilha, o planeta gira em si mesmo e à sua volta, como vizinhos, outros planetas e cinturões de asteróides meteóricos, todos compondo um balanço em equilibrio, e mais além existem as influências que vem dêste sistema galáctico, como quasares, buracos negros, pulsares, cometas. Encobertos nisso tudo estão os principios, as fôrças primordiais das propriedades da Vida, como a reprodução sexual, a digestão, e até mesmo as relações entre prêsas e predadores. Precisamos arrancar das trevas 6estes principios, mecanismos e processos, e trazê-los ao nosso conhecimento, como precisávamos arrancar o Bin Laden das cavernas e trazê-lo à Justiça. Parece dificil mas não é, basta vontade, pois na verdade não estão ocultos nas escuridões de cavernas e sim disponiveis em mansões vistosas. Cada cidadão deve ser um soldado treinado, bem-informado, do nosso grande exército das Ciências Naturais, pois a Ciência é a unica arma que dispomos para conquistar nossa soberania e liberdade.

Precisamos fazê-lo! Nêste momento e nêste domingo ainda existem bilhões de seres humanos que por serem da nossa carne, nosso sangue e nosso espirito, que por serem partes de nós e iguais a nós enquanto mentes aprisionadas e manietadas dentro de células-ovos como são as cabeças humanas, isolados e sem poder-mos nos tocar e comunicar mentalmente, existindo nesta terrível completa solidão mental, enquanto sofrendo todo tipo de privações materiais, clamam e precisam de nossa atuação, com determinação e energia!

Que limpemos nossa biosfera de nossos inimigos, como os virus malignos, as intempéries catastróficas, e até mesmo dos venenos que ainda existem nos corpos dos da nossa própria espécie, etc. Que conheçamos e imitemos as qualidades da máquina que nos são benéficas. Por isso e para isso temos que mudar muita coisa em nós e nossos sistemas sociais. Principalmente na educação dos países improdutivos de tecnologia como o Brasil. Os jovens, ao invés de terem seu tempo desperdiçado com análises sintáticas, algebras inaplicaveis, discursos poéticos, devem antes conhecer a máquina, o mundo real dentro do qual existimos, e para êles devem estar disponibilizados os laboratórios e oficinas publicas com todos os equipamentos necessarios para lá irem aplicar suas intuições, pois muitas das fôrças ocultas da máquina são primeiro percebidas pelas nossas intuições, que são eventos da nossa consciência rememorizando nossas mais elevadas origens.

Temos que ver nosso sonho realizado, aquêle em que todo ser humano, tôda criança, toda mulher, todo homem, todo idoso, sem distinção de raça, religião, côr e status social, esteja feliz e alegre vivendo num planeta ajardinado e para que assim , com a casa arrumada e protegida, nós, os mais exigentes intelectuais, possamos emprender livres nossas aventuras espaciais pelo Cosmos em busca da fonte de nossa existência, seja ela um Deus Onipotente ou simples pais e mães naturais vivendo alem dêste Universo. Temos que fazê-lo, aqui e agora. Temos que exigir a realização dos laboratórios e oficinas necessárias para fazer que o sonho da nossa geração seja a realidade dos nossos herdeiros! Um forte e caloroso abraço da Matriz/DNA, e o melhor domingo possível para todos!

Louis Morelli

O Sistema Solar nao e’ um Sistema

quarta-feira, maio 20th, 2009

Uma galinha com os pintinhos embaixo de suas asas. Aquilo e’ um sistema familiar?

Um sistema e’ formado por um nucleo e as partes. Tem que existir uma interacao, uma troca de quaisquer coisas, entre o nucleo e todos os elementos das partes. Num sistema as partes, alem de todas interagirem com o nucleo, elas tem que se interagirem entre si. cada uma cede coisas iguais ou diferentes a cada uma das outras, e recebe coisas iguais ou diferentes de todas as outras. Cada componente de um sistema executa uma funcao, unica e especifica, intransferivel, imprescindivel para o sistema inteiro funcionar. Cada elemento e’ a encarnacao de uma funcao universal.

Vamos agora ao sistema solar. O Sol cede energia e acomodacao estavel gravitaci0nal  a todas as partes. Cede tudo isso `a Terra. E o que a Terra cede em retorno? Qual a funcao da Terra no sistema? Em que a Terra interage com os outros planetas?

A  mamae Canguru cede energia na forma de leite, e a acomodacao de sua bolsa que acalenta os filhotes. E o que os filhotes cedem `a mamae canguru? Aquilo se parece com a familia humana? Poderiamos dizer que aquilo e’ um sistema familiar?

A analogia entre o sistema solar e a galinha com seus pintinhos, e a mamae canguru com seus filhotes, nao e’ fortuita, ao acaso. Esse fenomeno existe na Terra porque ‘e uma copia do ceu, e’ uma heranca genetica de LUCA. Tanto que aqui, na Teoria da Matriz, aquela definicao da Teoria Standard Nebular, de que “estrelas sao horrendas fornalhas nucleares” muda da agua para o vinho: “Estrelas sao maes atarefadas em amamentar os seus rebentos e mante-los acomodados e aquecidos debaixo de suas longas asas gravitacionais”. E isso e’ mentira?

Um sistema familiar real, completo, que funciona, tem que ter o nucleo e pelo menos mais cinco partes executando funcoes especificas universais. Portanto este sistema teria que ter: 

a) Um casal nuclear, encarnando a funcao recriadora, recicladora, e mantenedora;

b) Um “baby”, representando a funcao de garantia da perpetuacao da especie;

c) Uma crianca, garantindo a funcao de crescimento do individuo da especie;

d) Um adolescente, garantindo a afirmacao e assimilacao dos acrescimos de complexidade emergentes desde as atividades laborais e criadoras dos adultos e velhos, alem de servir da fase transicional para a funcao reprodutora;

e) O adulto de meia idade, encarnando a funcao mantenedora;

f) O idoso senil encarnando a funcao entropica para limpeza do sistema das partes exauridas em seu uso e atingidas em seu limite evolutivo;

A maioria das familias nao formam este sistema aberto perfeito, mas mesmo assim o sistema familiar deu seu salto evolutivo para o emergente sistema social porque, na soma de todas as familias-sistemas incompletos, todas as funcoes encontram formas que as representam.

Mas uma curiosa licao poderiamos tirar imaginando se o sistema familiar tivesse imitado fielmente o sistema fechado ancestral LUCA. Nesse caso o sistema seria fechado em si mesmo e se auto-reciclaria. Como fica? Desde a crianca ate’ o idoso senil nada mudaria, mas a setima funcao universal teria que se fazer presente constantemente, o que significaria que permanentemente o sistema teria que estar produzindo um cadaver… e tanto o casal nuclear como o “baby” estariam “comendo” esse cadaver. Assim o circuito do ciclo vital fluiria eternamente. Mas voces acham macabra e sem graca essa ideia de comer cadaveres?

Na verdade, todos os seres humanos sao canibais: eu, voce, a sua avo… Pois deixa-me supr que seu nome e’ Pedro, ou Maria, e estas com 40 anos de idade. Onde esta’ agora aquele garoto chamado Pedrinho que brincava nas ruas daquela cidade do interior? Onde esta’ a Mariazinha e cade suas bonecas? Vamos la’ naquela cidade agora, perguntar `a populacao o que foi feito do garoto, da garota. Vao dizer que nao existem mais. Mas entao cade seus corpos, ou ao menos, seus cadaveres? Enterrados em qual cemiterio? O garoto esta dentro de voce, foi consumido por voce. Para que a Maria de 40 anos existisse, teve que desaparecer a mariazinha de 10 anos. So’ existe um adulto se sumir uma crianca. Somos canibais, mas isto e’ inevitavel, a maldicao veio dos ceus. La’, todo individuo maior “come” o menor, ou o mais idoso come o menos idoso. Planetas desaparecem dentro de pulsares, pulsares desaparecem dentro de estrelas, etc. E os cadaveres desaparecem dentro do casal nuclear e o que sobra dele, vai para o baby.

Este mundo, quando analizado assim, a frio e nu, muda de cara. Muita coisa jamais imaginada existem debaixos de nossos olhos cegos que nao as ve. So’ mesmo LUCA vindo e esfregando estas verdades na nossa cara. Tal como essa de que o “sistema” solar nao e’ sistema coisa nenhuma. O primeiro sistema de verdade, real, que surgiu no mundo, foi o sistema biologico. Antes dele, atomos, estrelas, galaxias, nunca chegaram a constituir sistema, todos foram passos e formas significativas na grande obra da natureza que tinha por fim construir finalmente um sistema.  Tanto o sistema biologico e’ tao grande novidade na historia da macro evolucao universal, tao notavel foi a mutacao com ele ocorrida, que nos o denominamos “Vida” e o separamos do resto da evolucao do mundo. Mas fizemos isso porque nao conheciamos LUCA. Mutacoes notaveis sempre ocorreram, como a do sistema celular para os individuos multi-celulares, ou a dos repteis em mamiferos. Que mutacao notavel! E porque nao separamos os mamiferos do resto da evolucao dos animais?! 

Temos cometido muitos erros, a maioria devido a ilusao enganosa das aparencias. Vamos comecar a corrigi-los? Nao existe sistema solar. Quando muito poder-se-ia dizer que existem protos ou pre-sistemas estelares. Estes erros prejudicam e viciam a educacao dos estudantes.

Um verdadeiro

   

Estrelas Nuas, Estrelas com Vestidos Transparentes ou Baby-Estrelas com Fraldas?

quinta-feira, março 26th, 2009

(Comentario da Matriz sobre o artigo “Stellar Striptease”, The Economist, May 31st 2003) 

Uma nova informacao vinda do espaco sideral tem dividido os estudiosos da Astronomia em tres grupos: 

1) O grupo radical da Teoria Nebular acredita que as estrelas estao quase nuas porque usam vestidos transparentes;

2) O grupo moderado da Teoria Nebular defende que as estrelas estao nuas mas nao totalmente, ainda estao fazendo striptease;

3) O grupo de um so’ da Teoria da Matriz reza que, pelos seus modelos, tratam-se de estrelas recem-nascidas ainda usando fraldas…

Vamos ver no final quem vai ganhar nessa historia…

O seguinte: A Dra Elizabeth Lada da University of Florida e Karl Haish, da University of Michigan, observaram quatro aglomerados estelares das constelacoes de Orion e Perseus, e mediram a quantidade de radiacao infra-vermelha e microondas vindo de cada aglomerado. Tal radiacao e’ emitida pela poeira estelar quente, tanto que se uma estrela jovem parece brilhante em tais comprimentos de ondas a teoria supoe que a estrela esta’ rodeada por um disco de poeira.  E’ da analise destas radiacoes que se tem calculado o tipo de disco, assim como o tamanho e as idades dos aglomerados e suas estrelas. De acordo com a Teoria Nebular, se um aglomerado nao apresenta mais o disco de poeira e’ porque o aglomerado tem mais de tres milhoes de anos. Isto porque a poeira teria tornado-se planetas, o gaz teria tornado-se suas atmosferas, portanto, teria desaparecido a poeira normalmente vista em torno de estrelas muito novas que ainda nao possuem planetas. Mas a Dra. Lada tem quase certeza que nestas estrelas jovens nao existem os discos de poeira. Suas aparelhagens e tecnicas de observacao sao tao sensiveis que mesmo a uma distancia de mil anos-luz teriam captado os discos de poeira em torno ate’ de pequenos asteroides. E a Dra Lada explica: ” Se as pessoas querem acreditar (alooo, pessoal radical da Nebular…) que planetas se formam normalmente em volta de estrelas, principalmente das T-Tauri, elas terao que pensar em maneiras de permitir isto acontecer em 3 milhoes de anos, ao inves dos 10 milhoes calculados pela teoria.”

Resumindo, a Teoria Nebular ditou os textos dos livros escolares do mundo todo onde expoe a suposta formacao dos sistemas solares, mas cujos processos indicam que a gestacao de planetas tomariam cerca de 10 milhoes de anos. E justamente estes sistemas tipo T-Tauri sao arrolados como bons exemplos da teoria. Agora, com esta nova informacao os teoricos da “Nebular” estao em maus lencois, pois terao que rever os processos e comprimir tudo a ponto de encaixar os tres milhoes de anos onde antes cabiam 10. E como as estrelas T-Tauri normalmente sao cobertas pelos discos de poeira, e estas agora nao os possuem, acham que elas fizeram striptease e chamam-nas de estrelas nuas. 

Mas Jeff Bary e David Weintraub nao estao alegres e aceitando isto assim. Dizem eles: ” A observacao que a fina poeira desaparece rapidamente nao e’ razao para pensar que a manufatura de planetas deve ser um trabalho apressado de 3 milhoes de anos. Tudo o que e’ necessario ‘e uma parcial consolidacao em algum tipo de grandes objetos intermediarios que poderiam ser esperados na formacao de planetas….” Eles usartam outro tipo de observacao de raio-X e concluiram: ” Estrelas nuas, parece-nos, nao sao inteiramente nuas. Elas estao justamente vestidas num diafano e incipiente sistema solar”.

Mas ai’ entra tambem na discussao a Teoria da Matriz, dizendo que se o disco de poeira existe mas e’ muito debil, a estrela nao esta’ em idade de fazer striptease, ou ela ainda ‘e uma baby recem-nascida e a pouca roupagem significa apenas suas fraldas ou tao velha que ja’ esta’ batendo as botas.  Sao duas alternativas possiveis aqui:

1) A Dra. Lada observou os astrobabies na posicao intermediaria entre Funcao 1 e 2, quando a esfera luminosa que ‘e germe estelar e vai constituir o nucleo dos astros seguintes esta’ saindo do horizonte de eventos de um buraco negro e de fato ali deve existir um cinturao deste tipo de estrelas envolvidas nesta pouco densa nuvem de poeira;

2) Ou as estrelas observadas estao na posicao intermediaria entre a Funcao 6 e 7, quando a estrela muito velha comeca a se desfazer e os primeiros fragmentos mantidos por sua gravitacao continuam a orbitarem nas suas proximidades.

Portanto, a Teoria da Matriz absorve com facilidade mais este dado real e continua em pe. Quanto aos teoricos defensores da Teoria Nebular – como diz o artigo – esta e’ uma ma’ noticia, pois terao que refazer calculos e encontrarem uma maneira de encaixar o novo dado em seus modelos.

Mas este ‘e um artigo sob construcao ainda e veremos objecoes, debates, etc.