Archive for the ‘Sistema Solar.’ Category

Não existe uma teoria aceitável sôbre a formação do Sistema Solar: Falhas da Teoria Nebular

quarta-feira, dezembro 5th, 2012

Baseado no artigo ( from Creation Ministries International) :

Solar system origin: Nebular hypothesis

by Jonathan Sarfati

creation.­com/­nebular-­hypothesis

Sistema Solar Como era no Inicio

Sistema Solar Como era no Inicio

Sistema Solar Como É Hoje

Sistema Solar Como É Hoje

O artigo é tendencioso – feito por quem tem prévias intenções de defender a fé no criacionismo – portanto não é Ciência Pura. Mas seus argumentos são racionais e baseados em aparente evidências, e arrola vários documentos na lista final, de astronomos profissionais. Preciso agora procurar o contrta-artigo, feito poe defensores da teoria nebular, comentando cada argumento dêste artigo.

O assunto interessa à Matrix/DNA – apesar de que consideramos origens cosmológicas um assunto de relevancia secindária porque estamos mais dedicados a procurar soluções aqui e agora – porque a anatomia comparada nos forçou a calcular modêlos cosmológicos para entender processos e mecanismos naturais atuantes aqui e agora. A contra gôsto tive que desviar tempo da observação da atmo-biosfera na selva amazônica e levantar mais a cabeça e os olhos para fitar a exuberante noite estrelada só possível de ser vista através do ar límpido da selva, pois os principios das fôrças que tentava entender vinham de lá tambem. Mas foi graças a esta obrigação que cheguei á fórmula de sistema natural fechado perfeito e agora tenho que continuar essa busca de conhecimento destas origens longinquas para saber se a fórmula realmente existe ou não.

A formação do sistema solar ainda é um problema não-resolvido pela Matrix/DNA que sugere um modêlo racional para formação de sistemas estelares. Então porque o solar é um problema? Porque a fórmula sugere que existem dois métodos para formação de galaxias e/ou sistemas estelares, assim como há dois métodos para formação de sistemas celulares. Existiu o primeiro método que foi aplicado na formação da primeira célula original e existe o segundo método que é a mera replicação das células existentes. Então não sei se o sistema solar ainda é reultado do primeiro método ou do segundo. Vale lembrar que sistemas estelares, em relação à galaxias, correpondem a átomos, em relação à células. Então quando tiver tempo vou voltar à Teoria da Matrix/DNA na parte em que ela diz: uma nebulosa é composta de átomos, átomos são os mais influentes elementos numa nebulosa disforme, é o mais evoluido design de sistema, portanto, se essa nebulosa for dirigida a se tornar um sistema ela mesma, o design atômico modelará sua formação e o resultado final será o design atômico com mutações devido ao novo ambiente de formação e estas mutações delinearão um sistema que seja àza imagem e semlhança do design atômico. Então para calcular como uma nebulosa oriunda da morte de uma estrela anterior, mesmo que ela continha seu sistema planetario, formou outro sistema estelar, devemos nos basear em como é formado um sistema atômico. parece muito diferente, mas pela lógica, não dever ser tanto.

Planeta Gigante ejetado fora do Sistema Solar? Mais uma correta previsão da Matrix/DNA

quinta-feira, novembro 17th, 2011

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Planeta Ejetado fora do Sistema Solar desenho artístico

Planeta Ejetado fora do Sistema Solar - desenho artístico

Assunto baseado no seguinte artigo:

Giant Planet Ejected from Solar System

Source: Southwest Research Institute

Publicado em:
Astrobiology Magazine

http://www.astrobio.net/

Link direto ao artigo:

Giant Planet Ejected from Solar System

Cosmic Evolution
Posted: 11/12/11

Summary: New research indicates that a giant planet may have been ejected from the Solar System, sparing the Earth from disaster.

Comentário da Matrix/DNA:

No seu modêlo cosmológico, e para que o seu sistema astronômico funcione, a Matrix/DNA sugere que quando um planeta já velho e volumoso vai se transformando em pulsar, devido sua massa diminuir, começa a se distanciar da estrêla, sai fora do sistema estelar e cai no espaço interestelar onde se torna uma supernova estrêla. Isto em nada condiz com o modêlo cosmológico acadêmico, motivo pelo qual temos desistido de apresentar o nosso modêlo à essa comunidade. A nossa explicação do porque os poucos fatos reais comprovados da astronomia conduz a produzir um modêlo diferente do modêlo da Matrix/DNA é que êste se refere à formação da galáxia original, e não à formação das galaxias posteriores, nas quais se baseia o modêlo acadêmico. Como argumento lembramos que a formação da célula vital original foi diferente da formação das células posteriores. Alem disso comparar galaxias com sistemas estelares seria o mesmo que comparar células com os átomos que as constitue. Por via das duvidas, nós ainda não tivemos tempo para investigar como se deu essa evolução, mesmo porque cosmologia não é nosso interêsse agora. A produção de um modêlo cosmológico apenas aconteceu porque êle foi automaticamente apontado como resultante do nosso método de anatomia comparada entre sistemas animados e inanimados.

Para entender o que a fórmula da Matrix/DNA diz sôbre êste assunto, observe as duas figuras abaixo:
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Matrix/DNA as Universal Formula for Natural Closed Systems


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Matrix/DNA Organizing Matter into Galaxy, Nucleotide/DNA, and Cell Systems


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Esta figura refere-se à Matrix/DNA no seu estado de sistema fechado em si mesmo. O fenômeno de planetas gigantes ejectados será melhor observado na versão da fórmula como Sistema Aberto, cuja figura não tenho tempo agora para fazer, mas que é facilmente deduzida pelo leitor: um sistema aberto é quando qualquer uma das partes (funções) do sistema se conecta com algo do mundo exterior ou se move no mundo exterior, alem das fronteiras do circuito do sistema. Então observe na figura branca da fórmula a Função 4. No ciclo vital humano esta função corresponde á idade dos 16/18 anos quando o adolescente adquiriu funcionalidade sexual plena, ou seja, os ultimos genes retroativos cumpriram sua missão. É a entrada na vida adulta. No sistema celular esta função corresponde à mitocondria e no sistema nucleotideo ainda não localizamos qual a base nitrogenada correspondente. Mas no sistema astronomico e como “building block” das galáxias esta Função corresponde ao astro resultante da evolução/transformação dos planetas quando estão super-carregados com a energia recebida da estrêla que orbitam. Para onde está indo a energia que o planeta Terra vem recebendo continuamente do Sol a bilhões de anos? Nêste modêlo a energia do Sol exerce o mesmo mecanismo no planeta que exerce num grão de milho:a energia solar alcança o germe latente no grão que antes inchou devido ação da água, faz o germe despertar, iniciar a alimentar-se do material amarelo do grão que ali existe para servir de reserva alimentar, e o germe cresce, até desabrochar como uma flôr ou uma planta. No céu é a mesma coisa: por brechas no meio das fendas entre rochas tectônicas um material chamado lixivia desce desde a superficie de um planeta até alcançar seu nucleo, o qual é o germe de uma estrêla em estado dormente. quando a energia estelar alcança o nucleo, tem inicio reacções nucleares, nas quais vão sendo consumidas particulas de energia dos átomos que formam as camadas geológicas, de dentro para fora. É criada uma pressão interna de gazes e cinzas mais material incandescente que precisa ser expulsa para não explodir o planeta e assim surgem os gigantes vulcões. Quando as reações se aproximam da superficie do planeta a casca cada vez mais fina começa a irradiar luminosidade e o constante espocar de vulcões faz o planeta parecer um corpo pulsante. Por isso tomei o nome “Pulsar” emprestado do modêlo cosmológico oficial. O passo seguinte é essa casca fina desmoronar e o pulsar abrir-se, florescer, desabrochar como uma nova estrêla no céu, mais exatamente, uma supernova.

Para entender a diferença aqui entre a fórmula que vês como sistema fechado, e a fórmula que deves ver como sistema aberto, no especifico caso dêste assunto, imagine que a Função 4, no caso, o pulsar, esteja interagindo com um astro externo da Funcão 6, que é uma estrêla.

Mas em paralelo a estas ocorrências, não podemos nos esquecer da fôrça gravitacional, a qual decide a posição ou localização dos astros no espaço sideral. Enquanto o planeta está se consumindo a si próprio como o grão de milho se consome, sua massa pesada vai se tornando mais leve, transformando-se em gazes e poeira, cinzas, o que faz o planeta inchar, crescer, em volume, ou seja, vai se tornando um planeta gigante. Quanto mais leve se torna, menor sua fôrça magnética e mais dificil se torna à estrêla mantê-lo capturado próximo dela. O planeta gigante vai se afastando para a periferia do sistema, pode ultrapassar suas fronteiras e cair no espaço sideral, quando então desabrocha como nova estrêla.

Mas nem tudo está resolvido por mim nêste modêlo, e provavelmente nào terei tempo em vida para lidar com o aspecto cosmológico/astronomico da Matrix/DNA. Estou mais concentrado agora nos aspectos mais condizentes á nossa vida e à superficie da Terra, procurando o que a fórmula pode nos fornecer de pratico aqui e agora. Algo que não está resolvido é como foi a transformação histórica do evento da primeira organização da matéria na primeira galaxia original ( ou primeiras galaxias, se elas despontaram em vários lugares simultaneamente) para o evento da organização da matéria resultante de estrêlas/sistemas mortos nos novos sistemas estelares. Como disse, a Evolução tem que aplicar um processo para criar pela primeira vez um novo sistema – como foi a criação da primeira célula vital por simbiose entre microorganismos – mas depois dêste criado, ela aplica o simples processo de replicação. Então eu não esperava que o nosso sistema solar repetisse exatamente o mesmo processo original que aplicou o mecanismo do ciclo vital ao primeiro astro sideral, eu estava pensando no nosso sistema mais como uma esécie de átomo que forma uma célula do que sendo a própria célula em si. Na verdade eu não deveria ter esperado nada porque ainda não fiz os calculos dessa fase da história astronomica. Esta noticia agora da ejeção de um gigante planeta – apesar de ser teórica, mas de acordo com os modêlos da Matrix/DNA, a teoria dos astronomos é lógica – pode significar duas alternativas:
a) ou a galáxia Milk Way ( desculpe, Via Láctea) é uma galaxia original, que surgiu da nebulosa de átomos nas origens do Universo, e esta originalidade determina os processos que estão ocorrendo em seus building blocks como nosso sistema solar; ou

b) no Cosmos o processo original de organização dos sistemas astronomicos continua sendo o original, não tendo ocorrido a evolução para o processo da replicação biológica.

É preciso considerar ainda um importante tema sôbre o qual tambem não tenho tido tempo de estudar. Antes da matéria se organizar em sistemas astronomicos, quando ainda o Universo era povoado apenas por nebulosas de átomos, o sistema natural mais evoluido era, óbviamente o atômico. Existiam apenas os átomos leves, com poucas partículas. Mas foram estes átomos leves que construíram o primeiro astro sideral. Êste astro recebeu de herança do átomo o mecanismo do ciclo vital, que era executado eletromagnéticamente pelos eletrons saltando camadas eletronicas. Sob o mecanismo do ciclo vital o astro mudou de formas várias vêzes,… enfim, não vou repetir aqui o processo pelo qual se formaram as galaxias, que está descrito em outra parte dêste website. Mas o ponto a que quero chamar a atençào é que os sistemas astronomicos foram crias dos sistemas atômicos leves, portanto as caracteristicas “genéticas” dos
sistemas átomicos devem terem sido transmitidas para os sistemas astronomicos. E nos átomos observamos o fenômeno de sua conexões executadas pelo estado se ua ultima camada superficial, troca ou partilhamento de elétrons. Isto significa sistema aberto. Numa conexão entre átomos devemos ver que a cedência de um eletron para outro átomo pode ser o mecanismo atomico que foi transferido para o sistema astronomico na forma da ejeção dos planetas gigantes. Como a fórmula mutou quando chegou ao sistema astronomico, tornando-se fechada, ao invés de termos sistemas estelares conectados como átomos temos esta configuração que vemos hoje, o elemento ejetado vagueia por algum tempo como planeta gigante e depois estrêla solitária, até capturar planetas em sua órbita e formar seu próprio sistema.

Não se deve considerar os modêlos desta teoria como teoria cientifica, e sim, uma teoria da Filosofia Naturalista. Mas a cada dia estão chegando novidades do espaço sideral que, em sua maioria, e conforme confissão dos próprios autores das descobertas, obrigam-os a refazer o modêlo cosmológico acadêmico, enquanto nós nos quedamos surpresos a cada uma destas novas informações ao ver que elas foram previstas pelo modêlo cosmológico da Matrix/DNA feito a cêrca de 30 anos atrás . O modêlo cosmológico acadêmico não se dedicou tempo suficiente para pensar na história da evolução cosmológica, por isso, quando falo por exemplo, que para entender um sistema astronomico é preciso trazer um átomo leve na mesa e calcular o que ele tinha para deduzir como ele, reunido numa nebulosa cósmica, construiu astros e galaxias, tal como eu fiz para elaborar 6este modêlo cosmológico, me olham como se eu fôsse um coitado “far away off the beam”. Culpa minha ter invadido uma área para a qual não tive sua formação acadêmica. Mas não foi minha intenção, o meodêlo despontou por acaso quando eu fazia meu trabalho de filósofo naturalista que é coletar os dados fornecidos pelo método cientifico e/ou empirico comprovados, investigar como estes dados estão conectados entre si, e tentar montar os quebra-cabeças em novos modêlos teóricos que podem servir de guia para novas experimentações cientificas.

Uma destas descobertas recentes foi a dos planetas solitários, isolados no espaço interestelar, que era totalmente impensável pelo modêlo cosmológico acadêmico, mas como descrevemos acima, o nosso modêlo aponta que planetas gigantes em transição para pulsares e supernovas devem cair no espaço interestelar.

Agora, como vemos no artigo da Astrobiology Magazine, novos calculos da evolução do sistema solar sugerem que existe a possibilidade de planetas gigantes serem ejetados para fora do sistema. Claro, se antes não tivessem descobertos os planetas solitários, agora essa hipótese não teria sido sequer pensada. Continuo a repetir que para a Humanidade seria muito menos prejudicial ter que refazer tôda uma área das Ciências do que simplesmente por no lixo o trabalho e independente de apenas um homem. Eu torço para que a vitória vá para o adversário. Mas, infelizmente, parece que a Natureza não quer que seja assim.

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Comentários da Matrix/DNA postados na mídia:

EarthSky

http://earthsky.org/space/was-a-fifth-gas-giant-ejected-from-our-solar-system/comment-page-1#comment-611968

Louis Morelli says:

November 18, 2011 at 3:55 pm

Giants planets being ejected by stellar systems were predicted by a cosmological model registered 30 years ago. Since then, every day, the news published about astronomy are debunking the official academic cosmological model and confirming the models at “The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycles”.

Ok, I recognize that the Matrix/DNA models are merely a philosophic theory, the method was not scientific: comparative anatomy between inanimate and animated natural systems. But, the origins and development of any stellar system takes millions or billions years, then, nobody ever watched it, so, there are no scientific confirmations for any model.

Theory by theory earns who predicts the facts and not the preferences of temporary mindsets. I suggest that you give a brief look to the models under the name above (Google it) only for the sake of curiosity, and maybe the models are right, for to put you in the right track. . See the explanations about why giants planets are commonly ejected in the article ” Planeta Gigante ejetado fora do Sistema Solar? Mais uma correta previsão da Matrix/DNA” (Portuguese, translate with google)

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Mensagem de Domingo da Matriz/DNA Aos Amantes da “Grande Causa da Humanidade”

domingo, maio 8th, 2011

Sistema Solar: Por quem e onde fomos criados, e agora existimos.

 

O Sol brilha lá fora e o planeta Terra continua orbitando à sua volta, tudo funcionando como um mecanismo de relógio, a 3 bilhões de anos! Mas essa máquina criou aqui os sistemas biológicos e hoje aqui existimos como ovos botado fora como a prole abandonada á própria sorte, sujeita a tragédias e predadores. Filhos diretos de uma máquina, mas filhos indiretos de algo mais, porque não somos como as máquinas, nós temos auto-consciência, sentimentos, emoções, fraternidade, familias. E nós queremos que essa substância mental que somos tenha as melhores condições de existência possível. Assim somos como um software vivo e consciente existindo no meio de um hardware que, à distância funciona previsivelmente como uma máquina, mas aqui, de imediato, é um ambiente caótico sujeito a eventos por acaso. O que temos a fazer agora de mais urgente? Senão mudar o ambiente imediato, construir uma infra-estrutura imitando a máquina funcional quase-eterna, como alicerce de uma super-estrutura ajardinada e estável? Não, nada de Admirável Mundo Novo sob o Grande Irmão, e sim o inevitável admirável mundo novo na estrutura, como nossa casa limpa, bonita e segura, porem sob a mente de cada ser humano livre e soberana. E como fazê-lo? Em que todo ser humano deve se concentrar e pensar nêste belo domingo ensolarado?

Estamos dentro de uma máquina. Porem é uma máquina relacionada à Vida, pois ela contem em si todas as fôrças, elementos e principios necessários e suficientes para se transformar ou gerar de si os sistemas biológicos, vivos, como nós somos. Basta ver e analisar a fórmula da Matriz/DNA e basta saber que ela fêz a Vida. E é isso que precisamos fazer aqui: um meio ambiente em que se assente uma biosfera estável, meio-mecanizada/meio-viva para ser, principalmente, por nós controlável. Portanto temos a fórmula, temos o exemplo pairando à nossa volta, basta estuda-lo, identificar e descobrir seus mecanismos e processos que ainda nos passam despercebidos, e imita-los tecnológicamente.

O Sol brilha, o planeta gira em si mesmo e à sua volta, como vizinhos, outros planetas e cinturões de asteróides meteóricos, todos compondo um balanço em equilibrio, e mais além existem as influências que vem dêste sistema galáctico, como quasares, buracos negros, pulsares, cometas. Encobertos nisso tudo estão os principios, as fôrças primordiais das propriedades da Vida, como a reprodução sexual, a digestão, e até mesmo as relações entre prêsas e predadores. Precisamos arrancar das trevas 6estes principios, mecanismos e processos, e trazê-los ao nosso conhecimento, como precisávamos arrancar o Bin Laden das cavernas e trazê-lo à Justiça. Parece dificil mas não é, basta vontade, pois na verdade não estão ocultos nas escuridões de cavernas e sim disponiveis em mansões vistosas. Cada cidadão deve ser um soldado treinado, bem-informado, do nosso grande exército das Ciências Naturais, pois a Ciência é a unica arma que dispomos para conquistar nossa soberania e liberdade.

Precisamos fazê-lo! Nêste momento e nêste domingo ainda existem bilhões de seres humanos que por serem da nossa carne, nosso sangue e nosso espirito, que por serem partes de nós e iguais a nós enquanto mentes aprisionadas e manietadas dentro de células-ovos como são as cabeças humanas, isolados e sem poder-mos nos tocar e comunicar mentalmente, existindo nesta terrível completa solidão mental, enquanto sofrendo todo tipo de privações materiais, clamam e precisam de nossa atuação, com determinação e energia!

Que limpemos nossa biosfera de nossos inimigos, como os virus malignos, as intempéries catastróficas, e até mesmo dos venenos que ainda existem nos corpos dos da nossa própria espécie, etc. Que conheçamos e imitemos as qualidades da máquina que nos são benéficas. Por isso e para isso temos que mudar muita coisa em nós e nossos sistemas sociais. Principalmente na educação dos países improdutivos de tecnologia como o Brasil. Os jovens, ao invés de terem seu tempo desperdiçado com análises sintáticas, algebras inaplicaveis, discursos poéticos, devem antes conhecer a máquina, o mundo real dentro do qual existimos, e para êles devem estar disponibilizados os laboratórios e oficinas publicas com todos os equipamentos necessarios para lá irem aplicar suas intuições, pois muitas das fôrças ocultas da máquina são primeiro percebidas pelas nossas intuições, que são eventos da nossa consciência rememorizando nossas mais elevadas origens.

Temos que ver nosso sonho realizado, aquêle em que todo ser humano, tôda criança, toda mulher, todo homem, todo idoso, sem distinção de raça, religião, côr e status social, esteja feliz e alegre vivendo num planeta ajardinado e para que assim , com a casa arrumada e protegida, nós, os mais exigentes intelectuais, possamos emprender livres nossas aventuras espaciais pelo Cosmos em busca da fonte de nossa existência, seja ela um Deus Onipotente ou simples pais e mães naturais vivendo alem dêste Universo. Temos que fazê-lo, aqui e agora. Temos que exigir a realização dos laboratórios e oficinas necessárias para fazer que o sonho da nossa geração seja a realidade dos nossos herdeiros! Um forte e caloroso abraço da Matriz/DNA, e o melhor domingo possível para todos!

Louis Morelli

O Sistema Solar nao e’ um Sistema

quarta-feira, maio 20th, 2009

Uma galinha com os pintinhos embaixo de suas asas. Aquilo e’ um sistema familiar?

Um sistema e’ formado por um nucleo e as partes. Tem que existir uma interacao, uma troca de quaisquer coisas, entre o nucleo e todos os elementos das partes. Num sistema as partes, alem de todas interagirem com o nucleo, elas tem que se interagirem entre si. cada uma cede coisas iguais ou diferentes a cada uma das outras, e recebe coisas iguais ou diferentes de todas as outras. Cada componente de um sistema executa uma funcao, unica e especifica, intransferivel, imprescindivel para o sistema inteiro funcionar. Cada elemento e’ a encarnacao de uma funcao universal.

Vamos agora ao sistema solar. O Sol cede energia e acomodacao estavel gravitaci0nal  a todas as partes. Cede tudo isso `a Terra. E o que a Terra cede em retorno? Qual a funcao da Terra no sistema? Em que a Terra interage com os outros planetas?

A  mamae Canguru cede energia na forma de leite, e a acomodacao de sua bolsa que acalenta os filhotes. E o que os filhotes cedem `a mamae canguru? Aquilo se parece com a familia humana? Poderiamos dizer que aquilo e’ um sistema familiar?

A analogia entre o sistema solar e a galinha com seus pintinhos, e a mamae canguru com seus filhotes, nao e’ fortuita, ao acaso. Esse fenomeno existe na Terra porque ‘e uma copia do ceu, e’ uma heranca genetica de LUCA. Tanto que aqui, na Teoria da Matriz, aquela definicao da Teoria Standard Nebular, de que “estrelas sao horrendas fornalhas nucleares” muda da agua para o vinho: “Estrelas sao maes atarefadas em amamentar os seus rebentos e mante-los acomodados e aquecidos debaixo de suas longas asas gravitacionais”. E isso e’ mentira?

Um sistema familiar real, completo, que funciona, tem que ter o nucleo e pelo menos mais cinco partes executando funcoes especificas universais. Portanto este sistema teria que ter: 

a) Um casal nuclear, encarnando a funcao recriadora, recicladora, e mantenedora;

b) Um “baby”, representando a funcao de garantia da perpetuacao da especie;

c) Uma crianca, garantindo a funcao de crescimento do individuo da especie;

d) Um adolescente, garantindo a afirmacao e assimilacao dos acrescimos de complexidade emergentes desde as atividades laborais e criadoras dos adultos e velhos, alem de servir da fase transicional para a funcao reprodutora;

e) O adulto de meia idade, encarnando a funcao mantenedora;

f) O idoso senil encarnando a funcao entropica para limpeza do sistema das partes exauridas em seu uso e atingidas em seu limite evolutivo;

A maioria das familias nao formam este sistema aberto perfeito, mas mesmo assim o sistema familiar deu seu salto evolutivo para o emergente sistema social porque, na soma de todas as familias-sistemas incompletos, todas as funcoes encontram formas que as representam.

Mas uma curiosa licao poderiamos tirar imaginando se o sistema familiar tivesse imitado fielmente o sistema fechado ancestral LUCA. Nesse caso o sistema seria fechado em si mesmo e se auto-reciclaria. Como fica? Desde a crianca ate’ o idoso senil nada mudaria, mas a setima funcao universal teria que se fazer presente constantemente, o que significaria que permanentemente o sistema teria que estar produzindo um cadaver… e tanto o casal nuclear como o “baby” estariam “comendo” esse cadaver. Assim o circuito do ciclo vital fluiria eternamente. Mas voces acham macabra e sem graca essa ideia de comer cadaveres?

Na verdade, todos os seres humanos sao canibais: eu, voce, a sua avo… Pois deixa-me supr que seu nome e’ Pedro, ou Maria, e estas com 40 anos de idade. Onde esta’ agora aquele garoto chamado Pedrinho que brincava nas ruas daquela cidade do interior? Onde esta’ a Mariazinha e cade suas bonecas? Vamos la’ naquela cidade agora, perguntar `a populacao o que foi feito do garoto, da garota. Vao dizer que nao existem mais. Mas entao cade seus corpos, ou ao menos, seus cadaveres? Enterrados em qual cemiterio? O garoto esta dentro de voce, foi consumido por voce. Para que a Maria de 40 anos existisse, teve que desaparecer a mariazinha de 10 anos. So’ existe um adulto se sumir uma crianca. Somos canibais, mas isto e’ inevitavel, a maldicao veio dos ceus. La’, todo individuo maior “come” o menor, ou o mais idoso come o menos idoso. Planetas desaparecem dentro de pulsares, pulsares desaparecem dentro de estrelas, etc. E os cadaveres desaparecem dentro do casal nuclear e o que sobra dele, vai para o baby.

Este mundo, quando analizado assim, a frio e nu, muda de cara. Muita coisa jamais imaginada existem debaixos de nossos olhos cegos que nao as ve. So’ mesmo LUCA vindo e esfregando estas verdades na nossa cara. Tal como essa de que o “sistema” solar nao e’ sistema coisa nenhuma. O primeiro sistema de verdade, real, que surgiu no mundo, foi o sistema biologico. Antes dele, atomos, estrelas, galaxias, nunca chegaram a constituir sistema, todos foram passos e formas significativas na grande obra da natureza que tinha por fim construir finalmente um sistema.  Tanto o sistema biologico e’ tao grande novidade na historia da macro evolucao universal, tao notavel foi a mutacao com ele ocorrida, que nos o denominamos “Vida” e o separamos do resto da evolucao do mundo. Mas fizemos isso porque nao conheciamos LUCA. Mutacoes notaveis sempre ocorreram, como a do sistema celular para os individuos multi-celulares, ou a dos repteis em mamiferos. Que mutacao notavel! E porque nao separamos os mamiferos do resto da evolucao dos animais?! 

Temos cometido muitos erros, a maioria devido a ilusao enganosa das aparencias. Vamos comecar a corrigi-los? Nao existe sistema solar. Quando muito poder-se-ia dizer que existem protos ou pre-sistemas estelares. Estes erros prejudicam e viciam a educacao dos estudantes.

Um verdadeiro

   

Estrelas Nuas, Estrelas com Vestidos Transparentes ou Baby-Estrelas com Fraldas?

quinta-feira, março 26th, 2009

(Comentario da Matriz sobre o artigo “Stellar Striptease”, The Economist, May 31st 2003) 

Uma nova informacao vinda do espaco sideral tem dividido os estudiosos da Astronomia em tres grupos: 

1) O grupo radical da Teoria Nebular acredita que as estrelas estao quase nuas porque usam vestidos transparentes;

2) O grupo moderado da Teoria Nebular defende que as estrelas estao nuas mas nao totalmente, ainda estao fazendo striptease;

3) O grupo de um so’ da Teoria da Matriz reza que, pelos seus modelos, tratam-se de estrelas recem-nascidas ainda usando fraldas…

Vamos ver no final quem vai ganhar nessa historia…

O seguinte: A Dra Elizabeth Lada da University of Florida e Karl Haish, da University of Michigan, observaram quatro aglomerados estelares das constelacoes de Orion e Perseus, e mediram a quantidade de radiacao infra-vermelha e microondas vindo de cada aglomerado. Tal radiacao e’ emitida pela poeira estelar quente, tanto que se uma estrela jovem parece brilhante em tais comprimentos de ondas a teoria supoe que a estrela esta’ rodeada por um disco de poeira.  E’ da analise destas radiacoes que se tem calculado o tipo de disco, assim como o tamanho e as idades dos aglomerados e suas estrelas. De acordo com a Teoria Nebular, se um aglomerado nao apresenta mais o disco de poeira e’ porque o aglomerado tem mais de tres milhoes de anos. Isto porque a poeira teria tornado-se planetas, o gaz teria tornado-se suas atmosferas, portanto, teria desaparecido a poeira normalmente vista em torno de estrelas muito novas que ainda nao possuem planetas. Mas a Dra. Lada tem quase certeza que nestas estrelas jovens nao existem os discos de poeira. Suas aparelhagens e tecnicas de observacao sao tao sensiveis que mesmo a uma distancia de mil anos-luz teriam captado os discos de poeira em torno ate’ de pequenos asteroides. E a Dra Lada explica: ” Se as pessoas querem acreditar (alooo, pessoal radical da Nebular…) que planetas se formam normalmente em volta de estrelas, principalmente das T-Tauri, elas terao que pensar em maneiras de permitir isto acontecer em 3 milhoes de anos, ao inves dos 10 milhoes calculados pela teoria.”

Resumindo, a Teoria Nebular ditou os textos dos livros escolares do mundo todo onde expoe a suposta formacao dos sistemas solares, mas cujos processos indicam que a gestacao de planetas tomariam cerca de 10 milhoes de anos. E justamente estes sistemas tipo T-Tauri sao arrolados como bons exemplos da teoria. Agora, com esta nova informacao os teoricos da “Nebular” estao em maus lencois, pois terao que rever os processos e comprimir tudo a ponto de encaixar os tres milhoes de anos onde antes cabiam 10. E como as estrelas T-Tauri normalmente sao cobertas pelos discos de poeira, e estas agora nao os possuem, acham que elas fizeram striptease e chamam-nas de estrelas nuas. 

Mas Jeff Bary e David Weintraub nao estao alegres e aceitando isto assim. Dizem eles: ” A observacao que a fina poeira desaparece rapidamente nao e’ razao para pensar que a manufatura de planetas deve ser um trabalho apressado de 3 milhoes de anos. Tudo o que e’ necessario ‘e uma parcial consolidacao em algum tipo de grandes objetos intermediarios que poderiam ser esperados na formacao de planetas….” Eles usartam outro tipo de observacao de raio-X e concluiram: ” Estrelas nuas, parece-nos, nao sao inteiramente nuas. Elas estao justamente vestidas num diafano e incipiente sistema solar”.

Mas ai’ entra tambem na discussao a Teoria da Matriz, dizendo que se o disco de poeira existe mas e’ muito debil, a estrela nao esta’ em idade de fazer striptease, ou ela ainda ‘e uma baby recem-nascida e a pouca roupagem significa apenas suas fraldas ou tao velha que ja’ esta’ batendo as botas.  Sao duas alternativas possiveis aqui:

1) A Dra. Lada observou os astrobabies na posicao intermediaria entre Funcao 1 e 2, quando a esfera luminosa que ‘e germe estelar e vai constituir o nucleo dos astros seguintes esta’ saindo do horizonte de eventos de um buraco negro e de fato ali deve existir um cinturao deste tipo de estrelas envolvidas nesta pouco densa nuvem de poeira;

2) Ou as estrelas observadas estao na posicao intermediaria entre a Funcao 6 e 7, quando a estrela muito velha comeca a se desfazer e os primeiros fragmentos mantidos por sua gravitacao continuam a orbitarem nas suas proximidades.

Portanto, a Teoria da Matriz absorve com facilidade mais este dado real e continua em pe. Quanto aos teoricos defensores da Teoria Nebular – como diz o artigo – esta e’ uma ma’ noticia, pois terao que refazer calculos e encontrarem uma maneira de encaixar o novo dado em seus modelos.

Mas este ‘e um artigo sob construcao ainda e veremos objecoes, debates, etc.