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Genoma: um projeto ineficaz sem o conhecimento da Matriz/DNA
quarta-feira, abril | 7 | 2010

Projeto Genoma
Você e tôda a Humanidade estão pagando muito caro em dinheiro carreado para manter o corpo funcionando e muitos sendo dilaceradamente torturados pelas dores quando muito disso poderia ser evitado se me ajudassem a fazer o que tem de ser feito nêsse caso. Existe um método que se aplicado pode identificar todos os grupos de genes e suas funções. Estou certo que existe uma fórmula-matriz aplicada pela Natureza para organizar a matéria em sistemas, cada grupo de genes ligados num mesmo circuito é uma cópia dessa matriz com algum detalhe diferenciado, descubra-se a fórmula e teremos o entendimento de todo genoma. É possivel descobri-la pois numa tentativa de forma muito rudimentar e sem os devidos recursos técnicos surgiu um modêlo dessa fórmula, a qual necessitaria ser testada de forma competente, mas tambem não tenho os recursos técnicos para fazê-lo, e por estar isolado da comunidade cientifica não tenho como consegui-lo (se alguém se interessar em conhece-la, enviarei gratuitamente o endereço do meu website onde exponho a fórmula). Para ser melhor elaborada, ouvida e conhecida pela comunidade cientifica e pelos investidores em pesquisas é preciso fazer um antecipado investimento inicial: reunam uma equipe de experts em cada area das Ciências, apliquem o método que apliquei para entender a procedência e o significado do DNA, pois agora que o método reducionista identificou os dados suficientes, o próximo passo não é de experimentação laboratorial, mas sim como fizeram Watson e Crick quando decifraram a maneira como o código está estabelecido apenas sentados em seu gabinete e trabalhando com a cabeça no estilo de investigação à lá Sherlock Holmes. Portanto o trabalho agora é mais para filósofos naturalistas capazes de abarcarem mentalmente amplos horizontes evolutivos no tempo e espaço conectando as peças em sistemas e aplicando o método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, buscando na evolução cosmológica as forças fisicas que traziam em seus principios as potencialidades para aqui na evolução biológica desenvolverem o DNA. Mas estes filósofos necessitam estarem sendo assistidos por especialistas em cada área, para estarem fornecendo as informações que são impossiveis aos filosófos conhecerem tôdas em tôdas as áreas e corrigindo-os sempre que uma conexão fira um postulado natural estabelecido cientificamente. Eu o fiz sózinho e digo-o para anima-los, para fazê-los perceber que é possivel fazê-lo, mas justo pela falta da equipe, meu resultado final pode conter êrros.
O DNA é apenas uma pilha de formas derivadas de um unico sistema muito simples encriptado num par de nucleotideos, porém precisa entender os principios termo-dinamicos e vitais que anima êste sistema, inclusive como o tempo conjuga suas bases sob o fluxo de um ciclo vital. Decifre-se o significado dêste sistema como minha tentativa amadora e leiga obteve um resultado excepcionalmente lógico e racional, e a decifração de como as propriedades do sistema descem sôbre cada peça constituida de diferentes grupos genéticos determinando suas funções e o sistema corpo humano estará totalmente sob nosso contrôle. É preciso entender de umas vez por todas que o DNA encerra um comando de instruções, então necessita-se identificar o instrutor. O DNA foi feito dentro e pelo sub-sistema planetário o qual pertence a um sistema astronômico. Assim como todo peixinho fornece forte indicações como deve ser o peixe que o produziu, a anatomia comparada entre o DNA com o sistema astronomico que o produziu a 3,5 bilhões de anos atrás tem que fornecer as pistas para se conhecer a realidade desse sistema astronomico. Mas aqui está a grande armadilha em que caíram os biólogos do Projeto Genoma: êles não conseguem entender o produto final porque nem sequer procuram suas causas primordiais devido a uma imagem equivocada do mundo que a Fisica e a Matemática lhes passaram, e essa imagem não tem a menor conexão com o produto final. Desta forma, a anatomia comparada pode consertar o êrro e fornecer a imagem do mundo fisico real reformulando a atual Teoria Nebular Astronomica, para então percebe-la como causa inteligivel deste grande produto final que é o sistema genético. Conhecendo-se o artista e suas intencões pode-se decifrar o significado de suas obras. Veja a anatomia e função do sistema astronomico que obtive aplicando este método de forma tão precária. O custo social do trabalho desta equipe seria um nada em comparação com os custos sociais que pagamos por não realiza-lo. Ninguém sabe que doença pode atacar-nos amanhã ou aos nossos entes queridos. Há como evitá-lo fazendo o que tem de ser feito, mas “agora”.
Veja artigo publicado hoje no Yahoo sob titulo:
Onde se lê trechos como estes:
O Projeto Genoma não cumpriu ainda as promessas anunciadas de um século de ouro da medicina, mas a revolução ainda está no início e pode dar frutos, afirmam os especialistas, em um debate pelo aniversário iminente de 10 anos do primeiro rascunho do código genético humano.
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Dez anos de trabalho, 3 bilhões de dólares nossos (dos contribuintes e investidores), e depois de 10 anos do projeto Genoma concluido, nenhum resultado significativo. Isto porque a teoria genética amplamente aceita pela comunidade cientifica estava errada. Por que a comunidade foi conduzida ao êrro? Devido a uma equivocada visão da Natureza promulgada pela Teoria Nebular Astronômica, a unica acreditada hoje. Erra-se no alicerce do edificio e nunca mais se acerta o resto.
É esdruxulo que individuos fora da comunidade venha dar palpites querendo ensinar como fazer a coisa. Mas muitas vêzes na história da Ciência isto aconteceu e deu certo. Não tendo a mesma visão da comunidade mas se interessando pelo tema e experimentando outras abordagens tão diferentes que produzem antipatia na comunidade, algumas vezes foi de onde veio a solução e o mesmo pode acontecer com as atuais teorias. Doenças encabeçam o rol de inimigos da Humanidade e qualquer força aliada deve ser somada e não ignorada.
Isolado e recém-saindo da selva não me é possível conhecer o atual estado da mídia para comunicar e discutir a fórmula da Matriz/DNA (mesmo minha tradução do português para outros idiomas não tem a qualidade necessária, precisamos de tradutores). Se você puder ajudar como, e urgente, ajude a ti mesmo, pois nunca se sabe se uma doença nos pega amanhã ou a algum dos nossos entes queridos e se não se tem a cura ainda, estamos ferrados. Estou sugerindo que esta fórmula pode antecipar a descoberta da cura de várias doenças, senão tôdas. Não adianta qualquer julgamento de valor – se existe ou não fórmula, se um leigo e na selva poderia descobrir a fórmula – nem é ocasião para tentar analizar o autor psicológicamente. O que se tem a fazer é munir-se de todos os fatos conhecidos e comprovados cientificamente, mais os mecanismos, processos e leis naturais comprovadas e vir para a mesa de debate enfrentando o autor, sua fórmula, e analizando o que ele está sugerindo seja feito.
Para se ter idéia do que estamos tratando, pretendo nêste artigo que será sempre atualizado, incluir noticias cientificas e comenta-las à luz da fórmula. Por exemplo, o primeiro artigo é:
Published online 31 March 2010 | Nature 464, 664-667 (2010) | doi:10.1038/464664a
News Feature
Human genome at ten: Life is complicated
The more biologists look, the more complexity there seems to be. Erika Check Hayden asks if there’s a way to make life simpler.
O Extra-Terrestre que Engravidou uma Réptil e Gerou o Primeiro Mamífero na Terra!
domingo, março | 14 | 2010A Teoria da Evolução exibe uma exuberância de fósseis ósseos de animais intermediários entre os répteis e aquilo em que alguns se transformaram, os mamíferos. Ossos antigos são fáceis de achar, e assim fica mais fácil explicar como foi essa evolução, mas o problema está em explicar como aconteceu a evolução da parte mole orgânica já que a carne não se fossiliza e é comida pelos vermes. Os répteis botavam os ovos fora abandonando os filhotes à própria sorte – às vêzes mesmo um filhote botava a cabeça para fora de um ôvo e já encontrava a boca aberta de uma serpente.
Mas… foi então que uma fêmea de uma espécie réptil começou a segurar os ovos dentro o mais que podia e só os soltava quando não podia mais segura-lo (!). Passaram-se milhares de anos e milhares de gerações destas fêmeas, cada uma fazendo maior esforço para manter o máximo possivel seus ovos dentro da barriga até que este esforço obrigou o corpo delas a se transformar, desenvolvendo esta extraordinária engenharia que é o sistema reprodutor feminino. Quando a ultima fêmea réptil nasceu equipada para manter e nutrir o filhote até o momento do nascimento ela foi condecorada com a transcendência, promovida para mamifero.
Porem, espere aí… estamos falando de um réptil, e não daquêles grandes como os dinossauros, mas sim de algum pequeno como um lagarto, um crocodilo, ou uma lagartixa. Acordem! Concentrem-se no bicho que estamos falando dêle e tente se colocar no lugar dêle para tentar entendê-lo. Por que cargas d’água uma lagarta iria fazer algum esforço para manter ovos dentro?! Isso é um absurdo contra tôda a lógica da teoria darwiniana da evolução. E contra tôda nossa lógica racionalista. Répteis são feras que existem apenas comendo e lutando para sobreviver contra predadores e em ambientes inóspitos. Quanto mais rápidos, velozes, acrobatas, destros, maior suas chances de sobrevivência e de transferência de seus genes, e assim serem escolhidos pela seleção natural, certo? Portanto, para a fêmea quanto mais rápido puder se livrar do pêso do incômodo ovo, melhor. Se ela não o fizer rápido, se começar a criar barriga, diminui em muito sua capacidade para a caça e para a defesa, muitas vão morrer certamente.
Então, quando eu disse acima que uma fêmea ou varias fêmeas répteis e através de muitas gerações fizeram um esforço para manter os ovos… cometí uma heresia contra a teoria da evolução darwiniana e contra a lógica racional do leitor. Certo? Claro que sim!
Então, se o processo da evolução fôsse mesmo o que Darwin e seus discípulos modernos neo-darwinistas afirmam – baseado e resumido nas três variáveis VSI (Variação, Seleção e “Inheritance”), nós humanos jamais existiríamos pois a evolução teria parado no réptil, jamais teria dado o passo seguinte para mamífero. Certo? Ou errado? Onde estou errando? Podem contra-argumentar que o sistema reprodutor mamifero surgiu por gradativas mutações ao acaso, que cada mutação fazia os ovos ficarem mais tempo no corpo da fêmea… mas, não, não podem argumentar isto sabendo que se o corpo mantem um dia a mais o ôvo dentro e cresce a barriga, aumenta o pêso, a criatura se torna menos capaz que as outras e com isso jamais será selecionada. Ou alguém pode vir com a balela de que a fêmea réptil já tinha um certo instinto maternal… e mando este alguém com tal disparate ir pentear macaco no zoológico. Pô, réptil é um bicho que inclusive tem o sangue frio, não se esqueça disso, e vem agora o cara me dizer que de repente uma fêmea réptil têve uma mutação criando um calorzinho interno que começou a se transformar no caloroso amor maternal… E além disso, acredito que réptil nem sabe que seus ovos contem seus filhotes pois nem mesmo humanos primitivos sabiam porque as mulheres criavam barriga e engravidavam… Para não falar que muitos destes animais devoram os ovos da própria espécie quando os encontram. Sem duvidas posso garantir que a criação do sistema reprodutor intra-uterino não foi obra de alguma fôrça atuando desde dentro do organismo reptiliano, ela parece ter vindo de fora.
Mas que fiquem tranquilos os neo-darwinistas pois a obra do grande mestre Darwin continua de pé e nêste evento da passagem do réptil para o mamifero os três mecanismos apontados por Darwin realmente atuaram… porem, não contam nem a metade da verdadeira história. A evolução darwiniana de fato fêz o seu trabalho como ela sabe fazer: a seleção foi aumentando o tamanho e a fôrça da espécie até chegar aos dinossauros, os quais se tornaram os reis da Terra, e como sempre, atingiram o último limite evolutivo de suas possibilidades fenótipicas e nesse ponto começou a entropia, a degeneração da espécie, pois neste ponto que denominamos de “super-especialismo num modo de existência”, todos os seres se acomodam, fecham as portas à evolução e assim tornam-se becos sem saída, ramos ou galhos da árvore genealógica que sai fora do tronco e séca e se extingue ( se não fôsse o meteorito, outra ocorrência natural teria acabado com os dinossauros, mas eu não acredito no tal meteorito como causa da extinção deles… pois a Natureza não precisava recorrer a medida tão drástica para fazer o serviço. Ela própria já dispõe dos mecanismos necessarios para descartar espécies que desafiem a evolução). A evolução darwiniana a partir do réptil mediano, onde se lacalizava a nossa fêmea sacrificada e heróica, caminhou no sentido do dinossauro e não no sentido do mamifero.
Então acho que certo está entre nós que a passagem de réptil para mamífero não se explica dentro das Ciências Biológicas e dentro da teoria darwiniana, pois nunca teria existido antes um ancestral com sistema reprodutor tipo mamifero para passa-lo àquela fêmea. E como ninguém ainda veio me mostrar onde estou errando, vou continuar na mesma linha de raciocínio.
Quais as fôrças da Natureza, qual a Lei Natural da Física, ou da Quântica, ou da Quimica ou mesmo da Biologia, estiveram por trás e por cima das fêmeas répteis conduzindo-as para este final de transcendência feliz? Já revirei bibliotecas e não encontrei ninguém tocando nêste assunto, acho mesmo que ninguém sabe. Ou melhor… talvez tenhamos agora encontrado uma solução para o mistério.
A fêmea réptil, ao se alimentar de matéria orgânica e ter o corpo atravessado ou invadido pela energia solar estava absorvendo algo que os darwinistas desconhecem mas que existe acima e abaixo da biosfera na superficie terrestre. Dêste modo, se provar-mos que (apesar de que na biosfera terrestre nunca antes nada possuiu tal parafernália de sistema reprodutor uterino), no conjunto dos astros celestes que circundam a biosfera existia um ser que possuia tal sistema e que este ser, atacado pela entropia, tem estado se fragmentando em seus ultimos bits-informação na forma de partículas que se alojam nos alimentos e na energia solar, e que estes “bits-particulas” têm a tendência de reproduzirem o sistema ancestral de onde vieram, estejam onde estiverem, tal como dentro de corpos biológicos… teremos matado a charada! Mesmo que isto implique nas estranhas idéias da Biblia de que anjos celestes estiveram aqui fecundando mulheres humanas (que cacófito, meu Deus!… mulheres humanas! E tem mais informação útil aqui: estas mulheres humanas gostam de homens, mas só daquêles do sexo masculino, viu?) ou de idéias de indivíduos como Von Daniken de que astronautas extras-terrestres possam ter copulado com humanas. Pois, de certo modo, a fêmea réptil foi fecundada por um ser astronômico que possuía algo dêste sistema reprodutor e que produziu a mutação gerando a parafernália reprodutora intra-uterina. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal explicam como êsses bits-informação de um planeta semi-vivo e de um Sol radiante funcionam como ancestrais dos nossos genes e como são espalhados no tempo e no espaço livres sem estarem encerrados num saquinho cromossomico gerando a enorme diversidade de sistemas biológicos.
Mas o garanhão que estêve aqui se apaixonando por aquela fêmea réptil não pode ser chamado literalmente de extra-terrestre, talvez sim, possa ser apelidado de meio-terrestre-meio-extra-terrestre. Pois êle se constitui num par de dois: é o próprio planeta Terra mais a sua estrêla Sol. Ei… antes de me atirar ovos espere que vou demonstrar como isso aconteceu…
Observe as duas figuras abaixo:
Figura 1 Figura 2
A Figura 1 e 2 representam o estado evolutivo em que se encontrava o mundo momentos antes da origem da Vida na Terra. Desculpe se as figuras estão ilegíveis, mas podes vê-las melhor em outras partes do website. Trata-se do sistema natural mais evoluído que existia, e dentro dêle e produzido por êle apareceu a primeira matéria organica, e desta veio o primeiro ser vivo. A Figura 2 é a imagem material visível, ou seja, o hardware, enquanto a Figura 1 é o diagrama do código de instruções que se extrai de tal sistema, ou seja, o software. Apesar da imagem mostrar sete tipos de astros celestes, na realidade trata-se de um astro apenas, sujeito a um ciclo vital. Ora, um corpo humano sujeito a um ciclo vital muda de forma a todo instante, mas podemos fixar algumas formas principais: mórula, blástula, feto, embrião, bebê, criança, adolescente, adulto, cadáver. Então, êste fenômeno de um corpo material ter suas formas transformadas não foi inventado pela matéria burra da Terra e nem pelos sistemas biológicos, ele já vem desde as origens do Universo, e aplicado a um astro fá-lo apresentar-se nas seguintes formas: germe estelar, lua, planeta, pulsar, quasar, estrêla, buracos branco e negro. Esqueça o que aprendestes na escola, a tal da geração espontânea de cada astro em separado, aquilo é apenas metade da verdadeira história.
Então o que vemos na figura é o desenvolver-se de um astro qualquer, como a própria Terra que nos gerou. Sem me alongar em mais detalhes vamos direto ao que interessa nêste assunto. Onde está na imagem acima do nosso ultimo ancestral “não-vivo” e “extra-terrestre”, a parafernália do sistema reprodutor intra-uterino? Fácil: o germe de um novo astro é elaborado no “buraco branco” no lugar da Função 1, apresentando os mesmos processos e fases da mórula, blastula, embrião e por fim o parto no horizonte de eventos. Precisamos entender que o processo da evolução também não foi inventado na Terra. Darwin estudou apenas a Evolução Biológica, a qual é em si mesma uma evolução da Evolução Cosmológica, a qual apresenta sete variáveis (as variaveis das dimensões eletro-magnéticas e dos sistemas termo-dinâmicos que precederam os sistemas biológicos), portanto, para preencher os “gaps” na Teoria da Evolução de Darwin basta visualizar-mos as ações das outras quatro variáveis que modelam nossa biosfera e nem Darwin, nem Gold, nem Dawkins, etc., conheceram. Apenas os vários modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal revelam a verdadeira história da Evolução através dos tempos desde o Big Bang.
Mas e esta história de diferença entre ovos botados fora e mantidos dentro, como se vê na imagem?
Note que numa primeira fase o germe de estrêla se constitui no nucleo do astro quando ainda está nas funções 2, 3 e 4, ou seja, lua, planeta, pulsar. Isto significa que o corpo está sendo gestado dentro de um ôvo. Mas ele já foi expelido pelo órgão uterino celeste que é o vórtice na Função 1. Portanto, numa primeira fase, o nosso ancestral tambem botava os ovos fora, abandonando a prole à própria sorte. Mas então o germe floresce na função 4, brotando como uma supernova e note: não apenas o ôvo, mas inclusive o “bebê” supernova continua dentro do sistema, nutrida pelo sistema. Isto significa que nosso ultimo ancestral não-vivo tinha os dois processos ao mesmo tempo, mas o processo de manter os ovos dentro é a segunda fase na evolução do sistema. Por isso aqui na Terra numa primeira fase foram gerados sistemas vivos que botavam ovos fora, desde as amebas aos insetos aos répteis, mas já estava determinado, já estava antes escrito nas estrêlas, que aqui na Terra haveria a evolução da primeira fase para a segunda, mais complexa. As inúmeras gerações da fêmea réptil, de mãe para filha, que foram sacrificadas, muitas coverdemente assassinadas pela fome ou pelos predadores, por carregarem uma barriga cada vez maior, por sofrerem as dores do parto, não o fizeram pelos mecanismos da evolução darwiniana nem foram tocadas pelo instinto maternal. Foram as maiores heroínas de todos os tempos de todos os seres vivos, graças a elas estamos existindo, devemos a vida a elas, mas elas não o fizeram por vontade própria e sim conduzidas por uma fôrça natural que estava até ontem além da compreensão da inteligência humana.
… … perdão, eu não consigo continuar escrevendo quando penso nisto, não consigo evitar que lágrimas me inundam os olhos. Não apenas por causa do sacrificio heróico de uma ancestral ( lágrimas por causa de uma ancestral réptil… isto é que é a verdadeira “lágrima de crocodilo”!), mais por causa da incrivel inteligência que sinto existir no Cosmos: um projeto feito no espaço sideral apenas com esferas e vórtices, já continha em si as instruções para se tornar expressa na forma dêste extraordinário engenho biológico! Qualquer dúvida podem perguntar que depois, refeito das emoções, consultarei os modêlos da Teoria da Matriz/DNA e explicarei com calma.
Antes de julgar a Teoria da Matriz/DNA Universal, leia isto
sexta-feira, fevereiro | 26 | 2010http://amasci.com/weird/wclose.html
Examinando os aspectos negativos da dinâmica social da ciência.
Lista dos descobridores independentes ridicularizados mas depois justificados:
· Crick e Watson (ADN)
Foram instruídos a abandonarem sua pesquisa, a universidade não disponilizava seus recursos principalmente depois que Pauling, que era um doutor academic, que estava fazendo a pesquisa mas com diferente abordagem, ridicularizou-os como “amadores que nada sabem”. Como essa pesquisa não era laboratorial, no sentido de empregar utensílios e experiências laboratoriais, mas era mais uma pesquisa filosófica naturalista ( tentar conectar os fatos de novas maneiras até que uma faça sentido) Crick e Watson continuaram-na clandestinamente, ilicita mesmo de acôrdo com os regulamentos acadêmicos. Da mesma forma a Teoria da Evolução não surgiu de experimentação labotatorial mas sim por uma nova maneira de conectar os fatos. Mas também a Teoria da Matriz/DNA foi resultado do mesmo método.
Quando o primeiro sistema de televisão foi demonstrado à sociedade real (cientistas britânicos,) escarnecedores ridicularizam-no.
· C.J. Doppler (efeito de Doppler)
Propôs uma teoria do efeito de Doppler ótico em 1842, mas foi oposicionado amargamente por duas décadas porque não sua teoria coube com a física aceitada do tempo (contradisse a teoria Luminiferous do Aether). O Efeito Doppler foi provado finalmente para em 1868 em que W. Huggins observou deslocamentos vermelhos e deslocamentos azuis em espectros estelares. Infelizmente isto era quinze anos depois que Doppler tinha morrido.
E assim a lista continua. Se o leitor não quiser ir no site original e ver a tradução ainda mec6anica aqui, veja um nome e depois o procure nas definições abaixo.
A FALSA IDÉIA SÔBRE MOLÉCULAS AUTO-REPLICADORAS
quarta-feira, fevereiro | 10 | 2010Molécula de RNA
O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar ao processo biológico da auto-duplicação.
Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World.
Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto; 2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.
Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm
que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!
Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:
Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se. Porque? Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………
Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”
Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..
A Teoria da Matriz/DNA acaba de fazer mais uma grande descoberta:LUCE !
sexta-feira, janeiro | 22 | 2010A descoberta da Evolução nos conduziu a uma conclusão cuja prova está sendo buscada por um exército de cientistas nos quatro cantos do mundo: trata-se do Darwiniano LUCA (às vezes chamado de LUA também): the Last Universal Common Ancestral. Mas este ancestral se refere apenas aos seres vivos.
Pois bem. Os modelos da Matriz/DNA vem solucionando todos os mistérios do mundo material, revestindo tudo, de átomos a galaxias, com uma cobertura vital, e nos conduz até o instante do Big Bang para concluir que este Universo é uma genética produção. Ora , se é uma genética produção então o agente com a força que deflagrou o Big Bang deverá ser chamado de… (prenda a respiração porque pela primeira vez na sua vida você vai ouvir um nome que daqui para frente e nos milênios por vir vai estar nos livros escolares e mas manchetes dos magazines)… será chamado de…
LUCE : the Last Non-Universal Common Ancestral for Everything!
- “Muito prazer em ser apresentado à senhora, Dona LUCE!”
A moda agora nos meios intelectuais e cientificos será a elaboração de modelos ou retratos falados, cada qual sugerindo sua idéia da imagem de LUCE. E você ? Como acha que era esse “ser” ou essa “coisa” que deflagrou o Big Bang que criou este imenso Universo? A Teoria acadêmica atual acredita que a coisa era um microscópico átomo, mas… não acredito nisso.
Eu já fiz meu desenho de LUCE, baseado no que os modelos da Matriz/DNA sugerem e nos tipos de genes que criaram a matéria (simples vórtices quanticos), mais a idéia de multiversos que a cada dia ganha mais corpo na especulação filosófica. No meu modelo uma infinidade de universos se alinham na mesma configuração de uma secção do DNA, porem as pontas das alças se fecham num circulo – assim resolvo o poblema de um mundo infinito sem fim (porem este modelo ainda não resolve o problema do começo ou não-começo). E esse circulo de universos no padrão do DNA é preenchido com uma substancia infinita mental como o fluido mais sutil existente, do qual saem bolhas densas que são as mentes dos viventes aqui, como a sua. ( Gostou? Esse “ser” seria uma espécie de Deus na forma do DNA cujos atomos são universos e tudo banhado pela sua mente?). Estou tentando passar o desenho feito à mão para o computador e quando conseguir o porei aqui. Mas assim fica explicada a tal da produção genética. Agora, lápis e papel na mão correndo a desenhar sua idéia de como foi – ou ainda é - LUCE. Mas não vale esculachar com desenhos de Flying Spaguet Monsters.
Imagem do Spitzer da NASA sobre galáxia além deste mundo
quarta-feira, julho | 29 | 2009Esta foto, foi recentemente divulgada pela NASA, e vejamos como foi interpretada sob a visão da Teoria da Matriz/DNA:
É mais um reforço a favor dos modelos desta teoria. Porém, à primeira vista (não tive ainda tempo de analisar a foto devidamente), temos uma controvérsia nas interpretações com o pessoal da NASA que se baseiam na Teoria Nebular. Eles sugerem que os corpos luminosos em volta do nucleo sejam estrelas; nossos modelos sugerem que sejam germes de estrelas, ou seja, as esferas recem abortadas do buraco branco que se dirigirão pasra o horizonte de eventos onde terão de passar por um cinturão de poeira e debris estelar, a qual vai se agregar à esfera e constituir-se na placenta, ou seja, nas camadas sólidas de rochas que mais tarde vão se tornar as camadas geológicas, quando então o astro será um planeta. Depois disso tornar-se-à um pulsar e só então desabrochará como uma estrela, uma supernova. Mas… imagine uma forma de vida inteligente não feita de carbono quando observasse de longe a superficie da Terra e de muito longe detectasse os animais. Para eles tanto gatos como hipopótamos como seres humanos seria tudo a mesma coisa, digamos “vladzolim”. Se não são capazes de distinguir um rinoceronte de um macaco, muito menos poderiam diferenciar dois individuos da mesma espécie – um baby e um adulto. Pois isto está ocorrendo com os analistas da NASA: a esta distancia tudo é estrela, tanto os bebês quanto as gigantes supernovas. A não ser que nossos modelos estejam errados, possibilidade que não pode deixar de ser considerada.
. Também diferimos quanto ao nome a ser dado àquele objeto central, e quanto à teoria do processo de sua formação. Enquanto eles denominam-no “buraco negro” e arrolam uma grande dissertação teórica sobre o processo e o significado de buracos negros, nós preferimos denomina-lo “buraco branco” e arrolamos uma dissertação teórica bastante diferente. Por enquanto nem eu nem eles temos dados concretos para provar e desacreditar nenhum dos dois modelos. De qualquer maneira, estamos comemorando mais este grande feito da NASA, agradecendo pelo fornecimento de mais um dado real, que é o alimento que continua mantendo viva e crescendo a Teoria da Matriz/DNA! (Ufa! Passamos por mais este duro teste…)
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2009-114
NASA’s Spitzer Images Out-of-This-World Galaxy
July 23, 2009
Tradução de alguns trechos do texto da NASA:
O Spitzer Telescope obteve a imagem de uma estranha criatura da escuridão: uma galaxia fria com um objeto no seu centro parecido com um olho. A galaxia, denominada NGC1097, tem a forma de espiral com longos braços de estrelas. O “olho” no centro da galaxia é certamente um monstruoso buraco negro, circundado por um anel de estrelas. Nesta visão infra-vermelha colorida do Spitzer, a area em volta do invisivel buraco negro é azul e o anel de estrelas, branco.
O buraco negro está sendo alimentado de gás e poeira e de vez em quando por uma ocasional estrela. ( Meu comentário: não consigo digerir isto! Alguém, olhando para o céu estrelado, já viu alguma cena de violência lá?! Choques de astros, explosões, etc., esta mania de transferir mentalmente para os reinos distantes e ainda desconhecidos os valores humanos criados nesta vida sob uma biosfera violenta e caótica… ora, eu olho para o céu e vejo um estado de ordem, não de caos. Realmente quem fez os modelos da Teoria Nebular sequer imaginou a cena de uma estrela sendo devorada por um elemento gigante invisivel?! Para começar, qualquer evento no Cosmos toma milhões, bilhões de anos e com nosso tempinho de existência jamais veríamos um movimento sequer desta cena. Então porque imaginar que ela acontece, quando vai contra a realidade que estamos vendo?!
Estou avisando: a ASTRONOMIA está cometendo o mesmo êrro que a Biologia cometeu no ultimo seculo, êrro tão grave que hoje faz a comunidade cientifica ter que se levantar em cuidados e protestos para que a fúria publica não tire a Teoria da Evolução das escolas. Assim como a Teoria da Evolução tal como está, ainda nos seus primórdios e incompleta, incapaz de explicar muito e preencher enormes lacunas, a Teoria Nebular também está engatinhando, e por palavras bombásticas e de efeito sobre babies recem-nascidos criando uma expectativa que eles quando crescerem não vão poder corresponder é um prejuízo à Ciência. )
Outro Erro Humano:Nao existem “ferroes” e “ferroadas”!
sábado, maio | 30 | 2009Mais uma descobrimos hoje!
Quando uma pessoa em contacto com um inseto, seja abelha, formiga,etc., sente uma dor forte e algo como uma picada, e’ devido ao inseto usar um tentaculo denominado “ovipositor”, com o qual ele cava um buraco na casca do tronco da arvore para depositar seus ovos, e ele confunde a pessoa com a arvore. Nao existe isso de ferrao e nem “ataque”, nem ato de guerra: a abelha nao tem a menor ideia de que voce sente dor quando ela faz isso…
Como a Natureza inventou o ferrao e dotou abelhas ( e varios insetos) com ferrao? De onde ela tirou essa ideia? A materia “burra” constituida de atomos que chamamos “Natureza” tinha um proposito inteligente ao inventar o ferrao, ou seja, uma arma para atacar e se defender? Ora, a materia nao faz nada com proposito previo, muito menos prever coisas como ataque e defesa. A resposta surpreende. O ferrao nao foi desenvolvido pela materia ou pelo inseto para a guerra, nem para picar ninguem. Ele surgiu pela acao da selecao natural, aquela que faz expressar genes que constroem coisas, e dentre estas coisas, ela mantem expressadas aquelas que desempenham uma funcao util ao novo sistema, ou seja, aquelas que se fixam para a posteridade porque sao usadas com insistencia desde que expressadas. O ferrao ja’ estava inscrito na carga genetica dos seres vivos antes de surgirem abelhas, insetos, e mesmo antes da “Vida” surgir na Terra. Ele ja’ existia e era expressado no proto-sistema celeste ancestral, LUCA. Mas ali ele nao funcionava como ferrao, e nem funciona como ferrao nos insetos. Trata-se de um aparato denominado “ovipositor”, ou seja, ele existe como apendice ou extensao do aparato feminino da producao de ovos, para direcionar com cuidado os ovos quando expelidos, para abrir fendas no local onde os ovos vao ser depositados (veja wikipedia a respeito). Mas tambem nao foi para isso que ele foi criado no ceu, alias, ele nao foi criado para algum futuro proposito, simplesmente apareceu como resultado do livre fluir das forcas naturais. Pois no ancestral celeste, podemos ver no modelo da face de LUCA, o que acontece no espaco entre a Funcao 1 ( geradora e armazenadora dos ovos) e a Funcao 2 ( onde o germe da semente vai ser revestido com placenta). Naquele espaco vemos uma seta, saindo de F1 porque conduz os ovos e termina em F2, onde os ovos sao depositados. No ancestral celeste, era apenas uma onda do tempo, uma flecha atirada no espaco ( provavelmente daqui tambem saiu o mecanismo dos ouricos atirando espinhos a distancia), e no grafico e’ uma seta. Eis o “ferrao”. Se o ”ovipositor” cava a casca de arvores para depositar os ovos, ou se causa dor quando atinge nossa pele, para o inseto ele nao esta’ atacando ninguem, apenas esta’ seguindo o mecanismo da genetica.
- ”E’… mas toda vez que a gente ataca uma abelha, aperta-a, quer mata-la, ela reage dando uma ferroada na gente. Entao porque ela faz isso naqueles momentos, se nao uma reacao de guerra?” – qualquer um perguntaria.
Genetica, forca dos genes. Os machos das abelhas morrem imediatamente ao expelir seu esperma no ato sexual. As femeas, quando sao mortalmente pressionadas, o anuncio da morte dispara o gatilho ejaculador dos ovos que ela contenha. isto tambem esta’ claro no corpo de LUCA. Abelhas apenas expressam sua funcao sexual, seja como macho ou como femea, quando o sistema esta’ se reciclando, o que viria a se tornar o mecanismo perpetuador da especie. Garantido a reciclagem, o papel de macho e femea saem de cena. O sistema funciona com seus orgaos, indiferente ao aspecto sexual. Veja esta frase num artigo cientifico:
”If worker bees and ants are thought of as the heart, lungs, liver and brain of a colony — the vital organs that keep the body alive — male bees and maiden queens are the colony’s gonads — the organs that are tuned to tomorrow.”
As operarias, abelhas, formigas, sao o coracao, os pulmoes, o figado e o cerebro de uma colonia. Porem as gonadas sexuais sao manifestadas e imprescindiveis para manter a colonia viva, reciclando, repondo os mortos. Quando voce esta’ apoertando, matando um daqueles insetos, o mecanismo da reciclagem e’ disparado, os ovos precisam serem ejaculados antes que o inseto morra… a abelha nao esta’ te ferroando por raiva, odio, nem para se defender. Ela nao sabe que voce sente dor. Claro!
Quem e’ LUCA – O verdadeiro criador da Vida ?
sexta-feira, março | 27 | 2009LUCA e’ um PROTO-SISTEMA formado pelas suas diferentes FORMAS de seu proprio CICLO VITAL. LUCA e’ a unidade fundamental (building block) de GALAXIAS e reproduz-se como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informacao do RNA e DNA.
DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” – The Last Universal Common Ancestral



