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Teorias da Origem da Vida: Coletanea das Existentes

terça-feira, janeiro 3rd, 2017

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( Artigo ainda em construção. Falta organizar os assuntos, correção ortográfica, etc.)

Inspirado no artigo:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

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Todas estas teorias erraram e todas erraram pelo mesmo motivo. Trata-se de uma falha de processamento no cérebro humano, não vejo outra explicação. O motivo e’ a arbitrária separação dos sistemas naturais ditos vivos dos sistemas naturais ditos “nao-vivos”. O primeiro ser vivo realmente digno deste nome, completo, funcional, era um sistema, o sistema celular. Mas antes dele ja’ existiam outros sistemas, completos, funcionais. Se os humanos quiseram inventar a palavra “vida” e com ela denominar o sistema completo, funcional, denominado celular, teriam obrigatoriamente que aceitar que os outros sistemas naturais, completos, funcionais, que ja’ existiam, tambem sejam “vivos”. Ao contrario, decidiram definir o celular de “animado”, e os outros de “inanimados”. Mas como inanimados se apresentam uma parafernalia de movimentos internos e da mesma forma realizam trocas com o exterior, etc? A arbitraria e absurda separacao continuou. Assim separaram a História Natural Universal em dois blocos – o da Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ os 10 bilhões de anos do Universo, e o da Evolução Biológica, desde aquela data ate os dias atuais. Dividiram a História Universal da Evolução do Sistema Natural que surgiu logo apos o ato fecundador do Big Bang e hoje se encontra aqui nestes tempos e região universal na forma nascente de Sistema Natural Autoconsciente, em dois blocos, sem nenhum elo evolutivo entre eles, sem a forma-elo, criando um abismo negro e sem fundo entre os dois grandes blocos. Como resultado so’ poderiam concluir que a forma de sistema biologico nao teria seguido a lei natural da transformação, portanto, teria surgido de algum lugar e fonte fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang.

Nesse momento desviaram-se do pensamento racional puro, construido por esta Natureza, e sairam a vagar no mundo das fantasias imaginarias, onde surge a mistica, o pensamento magico. Mas a causa e’ compreensível, o deslize pode ser perdoado, nao foi culpa dos humanos. Como disse acima, existe uma nova forma emergindo daquele sistema natural universal, mais exatamente emergindo desde esta forma atual de sistema humano, o cerebro. Esta forma apareceu ainda nos ultimos segundos do tempo astronomico, e se ja passou do estagio fetal nao sabemos, mas com certeza ainda nao alcancou o estagio de baby nascido, pois nem seus olhos propios abriu ainda, nem sabe qual a substancia e a forma de seu proprio corpo. E todos sabemos que quando os humanos passam da fase de babies para a fase de criancas, sua consciencia ainda nada tem de racional, para ela todos os objetos a sua volta sao brinquedos, ela vive num mundo encantado, ate tem amigos fantasmas com quem conversa. Ora, a humanidade tambem surgiu muito recentemente em relacao a escala de tempo do sistema universal, para este, a humanidade e’ uma crianca. A psique individual se projeta na psigue coletiva, claro: a humanidade vai se organizando num tipo de sistema, num sistema individual, a imagem e semelhanca de seu building block, que ‘e o individuo. Entao nao poderia ter acontecido de forma diferente: a mentalidade do coletivo humano esta na fase do pensamento magico, do mundo encantado, que não existe de fato. E a historia do mundo sera uma fabula locupleta de magicas, monstros, mitos. Justamente mitos preenchendo o abismo negro imaginariamente criado entre os dois blocos, que na verdade e’ apenas um.

E surgiram dois mitos, diferentes na narrativa, na forma de imaginar o mundo encantado, eregidos por uma parte da humanidade-crianca num continente, e oitra parte de humanidade-crianca sob efeitos do ambiente diferente de outro continente. Surgiu o deismo e o materialismo, ou ateismo. Um acredita realmente no amigo fantasma e deram-lhe o nome de Deus. Outro acredita que os objetos respondem a ele magicamente, pois ele tem conseguido sobreviver com privilégios so’ observados em jogos da sorte, ;oterias, e assim deram o nome ao grande criador do mundo encantado de Acaso. O que existe de mais comum entre os dois mitos e’ que ambos sao magicos, ambos vem de fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang. Ambos seriam nao-naturais, ou seja, sobrenaturais.

O primeiro grupo aceita sorrindo a critica de que creem no sobrenatural. O segundo grupo resiste irracionalmente, pois nao querem entender que se a “vida”, ou melhor, a forma de sistemas biologicos, surgiu, e’ porque ela foi erigida pelas forcas e elementos que vinham rolando na longa cadeia de causas e efeitos. Ora entao ela era previsivel e nao produto do acaso. Basta identificar todas as forcas e elementos que vem rolando, mais o calculo da consistencia do espaco em que vem rolando, e nao tem como nao ver a certo momento a vida formada e rolando no meio. Entao existem uma geracao mais moderna ou envelhecida da humanidade ainda crianca que ja preseente este fato, e comecam a suspeitar que o Universo estava “tunelado” para produzir a vida, ou melhor, a forma de sistemas biologicos. E e’ desta geracao que sairam os autores das teorias arroladas neste artigo da BBC. Mas eles continuam ainda com o pensamento impregnado com resquicios do mito e por isto, eles mantem a malfadada separacoa, e por isto estao nos caminhos errados.

As criancas inevitavelmente se enveredam pelos primordios do pensamento magico porque nascem como ovos mantido dentro e protegidos, alimentados ate a maturidade. Uma caracteristica dos mamiferos, que foi um passo evolutivo adiante dos ancestrais repteis, que botavam os ovos fora abandonando a prole `a propria sorte. Mas o que aconteceria se uma crianca nascesse como ovo botado fora? Instantaneamente atacada pelas intemperies ao relento, pelos predadores e sem alimentos? Sera que ela tambem manteria pelo mesmo tempo o pensamento magico? Ela veria o mundo encantado? Certamente ela nao teria ninguem com quem falar ou aprender a falar, nao conversaria com amigos fantasmas. E como ela interpretaria o mundo se conseguisse ir sobrevivendo por extrema sorte os primeiros anos? E mais: imaginado-se que ela nascesse geneticamente com o dom ou tendencia a filosofar, a questionar a existencia das coisas que ve e ate mesmo a sua existencia, iria ela separar o mundo em dois blocos, iria ela criar im mito para preencher o vacuo entre os dois blocos? Quando na noite ao relento mantendo um olho vigilante na terra e outro levantado prescrutando o ceu e as estrelas, ela se sentiria separada ou conectada a extensao da natureza que se perde no firmamento?

Eu sei a resposta porque eu vivi esta terrivel e odiadamente experiencia. Pior, por duas vezes. Uma realmente logo ao nascer sem familia e teto, e outra quando ja adulto, escapei da escravidao na civilizacao e me embrenhei como fugitivo na selva amazonica. A qual me deu um banho de mundo real, da verdadeira natureza, a ponto de executar uma lavagem cerebral de toda a cultura hmana adquirida ate aquela idade e reduzir o espectro ao estagio de semi-macaco. Sem a s habilidades dos macacos na sobrecvivencia naquele unferno caotico, eu fui um macaco-crianca no meio deles, ja nem mais um humano-crianca como os que existiam la fora, na civilizacao. Digo que nao foi um regresso ao estagio fetal, pois sai no outro lado, antes da fecundacao. Porem com mais uma anomalia ironica: um macaco crianca filosofo. Como nao pderia deixar de acontecer, o filosofo no macaco construiu sua cosmovisao, sua maneira peculiar de interpretar o mundo real. E nao vi a separacao. Nao vi a divisao entre vida e nao-vida. E assim sai a procurar o bicho que me teria feito. A mim, aos meus vizinhos silenciosos que chamam de palntas e aos ruidosos e importunos que chama de animais. Com um olho abaixado procurando na terra e outro levantado procurando na extensao do meu mundo que se perdia no azul do firmamento.

Claro que seria impossivel a tal misero e semi-selvagem individuo, mesmo conseguindo sobreviver e crescendo, encontrar o que a civilizacao milhares de anos mais avancada intelectualmente e com poderosos instrumentos invadindo as profundezas dos invisiveis micro e macrocosmos, encontrar o que nao encontraram. Mas seu sobrevivi e ate me curei do primeiro ataque da malaria, do segundo jamais teria passado. Quis a sorte mais uma vez que humanos nativos da selva que ja pressentiam minha existencia nos arredores de seu territorio,  me encontrassem moribundo e decidissem me salvar como fizeram com os quackers moribundos do Mayflower. E quis o azar que esees nativos selvagens decidram me catequisar nos seus mitos, pegando um cerebro recentemente lavado com esfregao de espinhos das palmeiras e que poderia ter se reerguido e se levantado como uma pagna em branco a ser escrita pela razao pura natural, e desviando-o para o reino dos mitos de sua tambem consciencia crianca. Porem, do azar se levantou a tremenda sorte que o reino dos mitos a que fui apresentado nao era o mito criado pelos predadores de humanos bem nutridos a 10.000 anos atras  a falar com a voz mais alta e possante em volta da fogueira `as ovelhas mansas e temerosas, como eles eram filhos de deuses poderosos, os quais lhes teriam passado a forca. Nao foi o reino originario dos dois mitos se levantando da mentalidade ocidental. Me levaram a um novo retrocesso, muito mais profundo no tempo e no cerebro, ao estado da psique antes do humano-crianca, a forma mesma do embriao. de onde comeca e se forma a imaginacao. Me levaram ao outro continente onde surgiram os mitos orientais. A ouvir a descricao das imagens visionarias de dragoes aflorando das aguas do lago e soltando fogo pela boca como viu o filosofo chines. Mas ao inves de reiventar o simbolo do I-Ching pela mesma visão, e a partir daí desenhar a aura e seus chacras, as aulas de biologia em que eu havia visto o DNA me afloraram na mente na memória que resistira a lavagem e ao invés de dragão e aura eu vi o DNA, dançando no azul do firmamento com um eixo central na forma de um buraco cônico negro e os astros em volta na forma de moléculas, mais tarde identificadas como a timina, a citozina,…

Nao, na aurora da pre-humanidade nao houve uma imediata incursao na mitologia. Aqueles semi-humanos tiveram visoes do micro e do macrocosmo reais. Ou melhor, nao foram visoes vistas por olhos de ver, mas sim recordacoes vindas da memoria primitiva, que ainda nao havia sido poluida pela cultura dos predadores em volta da fogueira. Memorias construidas geneticamente, herdadas dos ancestrais… nao-vivos. Das nossas formas ancestrais quando estavamos na forma de atomos e galaxias. Ou quando estavamos se formando na forma de biologicos, quando fomos os primeiros nucleotideos, que aos pares, formam um sistema completo e funcional e sao um dos elos evolucionarios que foram ocultados do humano-crianca quando ele criou a separacao.

Os nativos tomam uma beberagem feita de raizes e ervas selvagens parecido com o que se chama de Santo Daime. Caem no chao ou em cima de esteiras e ficam balbuciando incoerencias com um largo sorriso que as vezes tornam-se gargalhadas, felizes da vida. Neste momento nasce osseus mitos dos deuses e demonios espiritos da selva. Mas para um filosofo abusado de perguntador ao lado observando-os, descrevem as visoes que suas imaginacoes alteradas pela beberagem produzem. Mas o filosofo que saber como funciona o cerebro, o que a droga produz, e isto nao se aprende fazendo a exoeriencia, ingerindo a droga, e sim mantendo seu cerebro vigilante e racional e arrancando do cerebro alterado o que ele esta produzindo. Assim se descobre que o naticvo reconta fielmente a fabula de Adao e Eva e desceve fielmente o Paraiso do Eden. Que?!

Eu disse que me levaram nao ao tempo das origens dos mitos, nao a fase etaria da crianca humana portadora do pensamento magico, mas antes desta fase, no estagio da consciencia fetal. O paraiso com Adao e Eva se ve antes e somente depois de muito pensar, de muito interpretar, e’ que se forma um quadro e pode-se pegar a pena e escreve-lo. Ele foi visto muito antes de se escrever a Biblia. Por um tal de Schimeon Ben Jochai, se a russa Helena Blavastic conseguiu a informacao correta no seu prologo da doutrina secreta. Porque o paraiso, Adao e Eva, realmente existiram. Nao o paraiso, nao o Adao e Eva que foram escritos, mas sim o que se levantou da memoria da humanidade fetal vindo das profundezas de neuronios em cujos nucleos numa fita biologica denominada DNA o nosso passado muito remoto foi registrado. Naquela epoca, uma galaxia era um verdadeiro paraiso para os dois principios ativos que formavam seu corpo, um com tendencias que hoje identicamos como masculinas e outro com tendencias que hoje identificamos como femininas. Ai estao o Adao e a Eva que foram malversados, contorcidos, mascarados, numa interpretacao eivada de auto-projecao do humano, antropomorfica. Os nativos selvagens da Amazonia nao estao no estagio intelectual que estavam as nacoes ja oorganizadas e ja com a psique da humanidade crianca que escreveram a Biblia. Eles estao no nivel intelectual das tribos de barbaros. Mas foi a estes que a Natureza revelou o paraiso e Adao e Eva. Foun a psique do humano crianca, que inventa amigos fantasmas com quem conversam e que tratam todos os objetos como brinquedos magicos, que tambem deu um banho de sua imaginacao numa imagem real que ela havia visto na forma embrionaria e dela se recordava na fase de humano crianca. Desua experiencia aprendi que num cerebro lavado da cultura humana, ainda limpido e puramente natural, a memoria ve-se a su mesma e assim comeca a consciencia de sua existencia. E quand a memoria ve-se a sui mesma, ve o que ela realmente e’. Ela nao ve uma grande parte sua como memoria-lixo como se tem visto a memoria moderna. No lugar de lixo ela ve o passado do que ela realmente foi, o passado do sistema natural universal que se formou nos idos do Big Bang. Ela recorda suas formas e suas experiencias quando foi um sistema atômico, quando foi um sistema galactico, porque todas estas experiencias estao nela registradas. Ela jamais iria sequer pensar que sua forma atual foi trazida pela cegonha por acaso ou por mágica divina, porque ela enxerga a forma de seus pais, de seus avos e bisavos, ate os ultimos ancestrais emergindo do Big bang… na forma de simples onda de luz. Simples na aparência porque sao mais complexas que nos desde que elas ja contem a formula para fazer-se a si mesma, como entidade viva.

Então como todos sabemos, seria impossível ao semi-macaco na selva encontrar o que este exército super bem aparelhado e milhares de anos mais avançado ainda não encontrou. A tal criatura acredita que encontrou, certamente ele caiu na mesma armadilha, ele enveredou-se no reino infantil dos mitos. Porém o que ele encontrou – o nosso DNA em suas formas evolucionárias mais primitivas existindo nos corpos de átomos e galáxias – e’ totalmente natural, está previsto na longa cadeia, não existe qualquer menção ao supernatural. Nao existem deuses nem acasos magicos. Entao onde esta o mito? Possivelmente nos seus modelos teóricos de átomos e galáxias, na sua interpretação diferente do DNA, de seus building blocks, no propósito do universo tunelado por um processo de simples reprodução genética de universos. Mas este ” provavelmente” e’ imediatamente balbuciado sem pensar, por quem tem o cérebro configurado por conexões neuronais modeladas pela visão dos mundos separados. realmente este cerebro nao conseguiria processar esta informacao. Entao o que me resta e’ testar cientificamente os modelos. Ou que alguma nova descoberta comprove-os. A teoria da Relatividade teve que esperar por um eclipse para comecar a ser vista com alguma seriedade. A Teoria do Big bang esperou por um defeito nos cabos telefônicos para a descoberta da radiação de fundo cósmica e guinda-la ao patamar de teoria plausivel. Nos aqui tambem estamos esperando. Algo que a levante ou a derrube para sempre. Ninguem mandou um filósofo se vestir de macaco, viver sete anos na selva no meio de macacos e retornar para contar esta historia macaquica. Que se f… o filosofo!

Ainda hoje esse  Se esquecem de que antes da vida surgir na Terra a matéria deste Universo já vinha em evolução, desde átomos para sistemas estelares para siste demas galácticos – e o primeiro ser vivo surgiu formado pelos mesmos átomos e dentro destes sistemas astronomicos. Entao como separa-los evolucionariamente?

Pela evolução, sistemas naturais mais simples se transformam em sistemas naturais mais complexos, não existe outra origem conhecida e muito menos comprovada cientificamente para sistemas naturais. Supor que tenha surgido um sistema natural fora dessa linhagem evolucionária por transformações e’ supor que este novo sistema tenha vindo de algum lugar fora da longa cadeia de causas e efeitos que começou no Big Bang. Teria que ter vindo de um lugar nao-natural, em relacao a esta natureza total a que damos o nome de Universo. de algum lugar sobrenatural, mas nenhum fato conhecido e comprovado prova que exista o sobrenatural, de onde tiraram essa ideia então? Falha de processamento nos circuitos neuronais.

Então vem com essa ideia absurda outra ideia que e’ uma aberração, uma heresia cientifica e contra a razao pura naturalista: a palavra “origens” e o conceito que a define. Quando e como alguém viu a origem de algum sistema natural que nunca tenha existido antes? Quando e como alguém viu um sistema natural qualquer que nao tenha vindo de outro sistema pré-existente?! Quando alguém viu assistiu os primeiros passos e o desenvolvimento de um sistema natural que nao tenha sido elaborada por um ambiente natural cuja complexidade nao se assemelhe `a complexidade do sistema? Isto de fato seria uma origem, a emergencia de algo totalmente novo, inédito, para o qual a Natureza nao tinha em si nenhuma informação. A palavra origem imediatamente nos leva a pensar num evento espontâneo ocorrendo no meio da longa cadeia de causas e efeitos mas que nao tenha sido produzido pelo fluxo normal das forças e elementos que vinham rolando nessa cadeia. Nao existem origens de universos nem de vida como eventos espontâneos, únicos, seja ao acaso ou por um entidade sobrenatural, nunca ninguém viu tal evento ocorrer. Isto seria mágica e nunca ninguém viu mágicas, apenas truques ilusorios. No entanto a literatura cientifica e por consequencia a escolar está repleta de teorias de origem espontanea do universo, d planeta, da galaxia, da vida… Raios, o que esta acontecendo com o racional humano?!

Então uma falha leva a outra: separando erradamente a evolução universal em evolucao cosmologica e evolução biológica em dois blocos de evolução sem nenhum elo, nenhuma conexão racional, natural, entre os dois blocos, nao resta outra alternativa senão apelar ao imaginário e acreditar em origens de coisas complexas, seja espontaneamente ou a longo prazo. Sem nenhuma razão inteligível, sem nenhum processo natural conhecido, a certa altura da longa cadeia de causas e efeitos, átomos terrestres comecaram a se comportarem de maneira nunca existido antes e a fazerem inéditas combinações que nunca fizeram antes. Ora, então o que de nao-natural atuou sobre estes atomos? Ninguém sabe responder porque esta pergunta nao faz sentido racional porque baseada numa premissa nao-existente de fato.

O primeiro ser vivo, que se pode chamar como tal, completo e funcionando, foi o primeiro sistema celular. Nao foi um novo sistema vindo de fora da natureza, ou feito por um processo nunca aplicado antes pela natureza. Nunca ninguem viu e comprovou que existam tais coisas. Era um sistema mais complexo ( e muito) que todos os outros sistemas naturais que existiam naquela época, ou entao, nao muito mais complexo que um sistema ja existente mas ainda desconhecido pela humanidade. O fato de ter sido elaborado muito mais complexo se explica pela complexidade maior existente na superficie da Terra que as complexidades existentes antes nos ambientes onde foram elaborados os sistemas ancestrais, atomicos e astronomicos. Aqui existia o estado liquido da materia, uma novidade que na sua embriogenese os atomicos e astronomicos nao tiveram. O estado liquido “transformou” a quimica inorganica na mais complexa quimica organica, mas o estado liquido tambem nao teve uma origem espontanea, ele veio das transformacoes dos estados gasosos e solidos ( talvez incluindo-se o estado eletromagnetico, etc.). Aagua produziu uma mutacao espetacular na embriogenese da primeira celula. Houve um espetacular salto evolutivo, mas apenas em relacao a sistema celular/sistema pré-existente, pois este salto teve uma duracao de milhoes ou bilhoes de anos enquanto ocorriam transformacoes no meio ambiente.

Nao houve abiogenese. Nao houve materia inanimada dando ” origem” a sistemas animados, vivos. Atomos e galaxias nao sao sistemas inanimados, eles funcionam internamente. Mas entao surge o terceiro erro ainda como consequencia do erro da imaginaria separacao: comparam um sistema completo, funcional, com pedacos, partes, ou mesmo dejetos, de outros sistemas. Ora, sistema tem que ser comparado a sistema! Ficam comparando moléculas que nao sao sistemas em si com processos vitais e mesmo sistemas vivos procurando encontrar o fio evolucionario entre eles! As moleculas (aminoacidos,proteinas,RNA e DNA) nao sao sistemas em si, sao partes de sistemas que reconstroem sistemas assim como os tecidos diferenciados na embriogenese humana reconstrou o sistema “corpo humano”. Se Oparin e …. queriam reconstruir o estado do mundo momentos antes da vida e ver dele surgir um elemento vivo, teriam que antes conectar a amonia, o hifgdrogenio, o metano, com as faiscas eletricas formando um sistema funcional. Jogaram partes ao leu dentro do tubo, conseguiram partes do sistema celular, mas nunca conseguriam um sistema celular, nem mesmo conectar os aminoacidos obtidos compondo uma proteina.

O sistema celular veio do sistema nucleotideo, ou seja que outro nome deem ao building block, o fundamental bits-informacao, que compoem as pilhas de nucleotideos que sao o RNA e o DNA. Mas a falha no processamento cerebral nem mesmo os permitem descobrir que um par lateral horizontal e vertical de nucleotideos funciona como um sistema completo. E este sistema nucleotideo serve exatamente para explicar como foram os building blocks que formaram as galaxias. Entao ai esta o elo evolutivo que manda ao inferno a imaginaria e impossivel separacao. O sistema celular teve uma embriogenese ( e nao abiogenese) de milhoes ou bilhoes de anos porque seu criador, o sistema menos complexo que foi transformado, era astronomico e na astronomia os tempos sao muito mais longos que na escala praticada por humanos.

Este erro abismatico conduz os pesquisadores auma busca atabalhoada, fora de foco. E entao surgem as teorias, fora de foco. vamos ver neste artigo da BBC uma bela coletanea destas teorias e vamos ver a analise de cada uma delas por essa teoria que nao cometeu esso erro imaginario, denominada Matrix/DNA. Para tanto tive que copiar o artigo aqui, aproveitando a exelente ajuda do website Bio+, que ou ele ou a propria BBC traduziu para o portugues:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

Porque Mitocondrias Mantem seu DNA

quinta-feira, julho 7th, 2016

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Mitocôndrias são as únicas organelas das células que contem DNA. A explicação aceita atualmente e’ que as mitocôndrias eram micro-organismos que foram absorvidos pelas células e passaram a conviver em simbiose. Mas segundo também o conhecimento atual, no inicio desta simbiose as mitocôndrias tinham cerca de 2.000 genes. Com o tempo foram transferindo ou perdendo estes genes para o DNA nuclear. Porem em todas as especies de seres vivos, as mitocôndrias mantem ainda 37 genes. Ela se recusa a transferir  parece que nunca vai faze-lo. Porque? Este tem sido um mistério por muitas décadas e parece que agora conseguiram avanço na explicação. Veja artigo no link abaixo:

No entanto, aqui na casa da Matrix/DNA, a explicação deve estar relacionada com a formula da Matrix. Se o conjunto de informações especificas para mitocôndria (estes 37 genes) passar delas para fora, elas produzirão cloroplastos, haverá fotossíntese, a célula se torna sistema fechado e … adeus reino animal. E’ assunto para pensar, para tentar entender como a formula trabalha. Então porque ribossomos e outras organelas passaram todos seus genes? Porque eram micro-organismos apenas com RNA? Pode ser a resposta pois ribossomos operam apenas com RNA e não DNA. Como e porque as células animais não foram invadidas pelos fótons para cloroplastos? Mas uma coisa e’ certa: na formula, o fluxo de informações se divide em dois justo na função mitocôndria. Uma parte ( a maior parte) vai para o núcleo e outra parte segue para F6. Que se tenha comprovado que durante a evolução  a maior parte dos genes foram para o núcleo e uma parte permanece na mitocôndria, e’ mais ma evidencia do acerto da formula. Mas isto suscita uma intrigante possibilidade. Isto esta sugerindo que a evolução da célula animal não terminou ainda, que estes genes vão de fato passar e formar F6. Células animais com cloroplastos? Animais capazes de fazer fotossíntese? esta isto indicando que a evolução reserva para nos um corpo modificado para ser mais energia, luz, que carne e ossos?!

So Why Do Mitochondria Still Have DNA

So Why Do Mitochondria Still Have DNA

Meu comentario postado no artigo ( aguardando moderacao):

Louis Morelli – 7/7/2016

All these data are more evidence for our theory that all natural systems are produced by a unique natural formula, the Matrix/DNA. But, then, the formula s suggesting that cells did not reached the top of their evolution, so, the human body will be drastically transformed. The initial set of 2000 genes should be separated  into two flows, accordingly to the formula. One flow 0 the biggest – should return to the nucleus, and it did. The other flow should be launched ahead for creating the next systemic function, in the cell case, chloroplasts. If the evolution of cells will continue, will appear a new structure in the animal cell which will be developed into chloroplasts. It will bring the ability for performing photosynthesis, but, the human body will be hardly transformed. Something into more light/energy… like advanced aliens. We will wait the news about the discovery of a new structure arising  in the human cells.

Fantástico! Quando o Corpo Morre, Centenas de Genes que Construíram sua Embriogênese e Estavam Vários Anos Inativos, Voltam `a Ativa Tentando Ressuscita-lo! Mais Interessante E’ Como Isto Foi Previsto nos Meus Modelos Sobre Genética

segunda-feira, julho 4th, 2016

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Scientific paper publicado em:

http://biorxiv.org/content/early/2016/06/12/058370 ( Accurate Predictions of Postmortem Interval Using Linear Regression Analyses of Gene Meter Expression Data )

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Artigo da G1-Globo:

Mistério de genes do desenvolvimento ativados após a morte intriga cientistas

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2016/06/misterio-de-genes-do-desenvolvimento-ativados-apos-morte-intriga-cientistas.html

 

Alguns genes passam a vida desativados - até o momento da morte (Foto: AFP)Alguns genes passam a vida desativados – até o momento da morte (Foto: AFP)

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(Texto publicado no meu Facebook)

Fantástico! Quando o Corpo Morre, Centenas de Genes que Construíram sua Embriogênese e Estavam Vários Anos Inativos, Voltam `a Ativa Tentando Ressuscita-lo! Mais Interessante E’ Como Isto Foi Previsto nos Meus Modelos Sobre Genética!

Documento Cientifico Publicado recentemente nos USA relata a descoberta de que cerca de 500 genes que colaboraram no desenvolvimento do feto e se desligaram com o nascimento, despertam e voltam imediatamente `a ativa quando o corpo esta’ morrendo, e podem ficar até 4 dias apos a morte tentando ” ressuscitar” o corpo!

Isto deixou os pesquisadores intrigados, pois até onde se sabia, só eram ativados durante a embriogênese. ” E’ de cair o queixo que os genes do desenvolvimento fetal se ativem apos a morte”, disse o microbiólogo e coordenador do estudo, Peter Noble.

Depois que li esta descoberta ia passando numa casa que não conheço e tinha um velório. Entrei la e fui direto ao caixão fazer uma pergunta para o morto. A pergunta e’ se ele tinha sentido uma coceira na genética depois de ter morrido. Mas o morto estava demorando para responder e me botaram para fora… fiquei sem confirmar o fato cientifico.

Pois bem. Como sempre, a Ciência observa um fato e registra-o. Mas a causa que produz o fato, assim como seus mecanismos, quando se trata destas descobertas inusitadas, ficam sem explicações, `as vezes se pensa numa teoria especulativa. Então corro ao Oraculo da Matrix/DNA, puxo modelos e formulas, e logo obtenho uma surpreendente explicação da causa, quais possíveis efeitos e constato que este fenômeno foi mais uma previsão certeira dos modelos desta nova visão do mundo. Ontem,  no ultimo artigo aqui relatamos o caso da descoberta que abalou os modelos teóricos acadêmicos do sistema solar, pois descobriram que um amplo e forte campo magnético que não devia existir em Júpiter, esta la’.  Mas os modelos da Matrix/DNA já tinham dito `a 30 anos atras que este campo deveria existir. Antes de ontem, no artigo anterior se divulga o mistério da Eva Mitocondrial e mais uma vez, apenas a Matrix/DNA compareceu com uma explicação racional.

E qual a explicação da Matrix/DNA para os genes que trabalharam incansavelmente para construir o embrião, então se puseram a dormir por até 60 ou 80 anos, e quando o corpo ameaça morrer eles acordam desesperados e tentam uma reforma, como se tentassem refazer o embrião dentro do corpo velho, para ressuscitar o corpo? E não desistem fácil, pois os cientistas chegaram a observa-lo ativos ate 4 dias apos a morte!

Ja acumulei aqui cerca de 1.500 artigos quase todos dando uma explicação para o que os pesquisadores não explicaram, mas sempre dentro de uma linha logica impecável porque são baseadas numa unica e mesma formula obtive pelo método da anatomia comparada e estou insistindo, esta formula esta espalhada neste Universo sendo a responsável por todos os movimentos no espaço e toda organização da matéria em sistemas naturais. As doenças tradicionais continuam matando, os vírus continuam nos torturando, estamos acabando com a biosfera do planeta, os humanos continuam escravos de trabalho forcado e a maioria na escassez, tudo porque a inteligencia humana esta desfocalizada da sua Natureza, as principais mentes do planeta estão acreditando numa visão de mundo errada como estavam todos os humanos antes de 1500 crendo que o Sol girasse em torno da Terra. Porque se surpreenderam e ainda não entenderam a causa destes genes ressuscitadores? Porque ainda não conhecessem o significado mais profundo do DNA, da genética, do corpo humano como sistema, etc.

Isto acontece porque as Ciências Modernas estão dominadas por uma visão de mundo separatista que separou a Historia Universal em dois blocos de historias sem nenhum elo evolucionário entre eles, como se o segundo bloco não fosse mera continuação do primeiro. Separaram os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica desde o Big Bang ate momentos antes das origens da vida neste planeta, e os 3,7 bilhões de anos da Evolução Biológica. Para preencher o vácuo entre estes dois blocos só existe o recurso `a imaginação mistica, por isso apregoam a visão de mundo onde a vida teria surgido por sua própria conta e risco, etc. Ja na escola primaria não consegui engolir esta teoria ate que resolvi partir para a virgem selva amazônica onde ainda estariam as testemunhas das origens da vida e perguntar a elas. A Natureza virgem me soprou na inteligencia que não existe tal separação e então ao juntar os dois blocos descobri o elo na formula do ancestral do DNA, a qual denomino Matrix/DNA, porque e’ uma Matrix que chegou neste Universo com o Big Bang na forma de ondas de luz natural e vem operando neste Universo a 13,7 bilhões de anos. E como agora ela explica estes genes tentando imitar Jesus Cristo e achando que todos os corpos são corpos de Lazaro?

Vamos trazer a simples porem universal e super-complexa formula para cá:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, revelando o aspecto Hermafrodita do ancestral astronomico

Esta formula ai se refere ao estado da Matrix ao criar os cromossomas sexuais quando ela ainda estava como formula deste sistema astronomico. Ela também representa uma unidade fundamental de informação do DNA, pois as Funções 1 e 4 se tornam as moléculas desoxirribonucleicas coladas nas hastes do DNA e as outras 5 funções se tornam as bases nitrogenadas. Portanto é também a formula fundamental da genética, dos genes. Desde a fecundação ao nascimento do embrião os eventos se dão em F1. E depois o sinal da morte se da em F6 e se finaliza em F7. Então temos um trecho de genes para os nascimentos e outro trecho para a morte.

Porem, nos recebemos a formula, ou seja, nossa carga genética deste sistema astronomico dentro do qual surgimos e pelo qual estamos rodeados por todos os lados. E este ancestral celeste não era um sistema aberto como são os biológicos, ele é um sistema fechado em si mesmo. De maneira que quando o astro morre em F7 seu material degradado continua em frente e ao se juntar com F5, produz um novo vórtice turbilhonar o qual vai produzir com aquele material do cadáver, um novo baby. Os sistemas fechados se auto-reciclam, com a pretensão de serem eternos.  Quando eles decaem pela entropia e seus bits-informação, na forma de fótons, se desviam do fluxo esférico caindo na superfície de um planeta como a Terra, estes bits-genes tentam reconstruir o sistema celeste, mas como aqui o material e as condições ambientais são totalmente diferentes daqueles onde a galaxia foi formada, ao invés de um sistema fechado, resulta num sistema aberto.

Ora, sistemas abertos não se ressuscitam, não se auto-reciclam, pois o circuito esférico é rompido em algum trecho. Mas a formula genética que recebem é a de um sistema fechado, os genes “pensam” que estão fazendo a replica do corpo de onde vieram. O sinal de que o corpo esta’ morrendo que os pesquisadores dizem que os genes de F1 recebem nada mais seria que os radicais livres decaindo do corpo que desfalece. E ao receber este sinal sua missão é se levantarem e iniciarem a construção do vórtice-ovulo para ressuscitar o corpo.

E’ preciso dizer mais? Mais uma vez a logica impecável desta nova visão do significado da existência deste mundo e da nossa existência nele,… fala por si mesma. Os 500 genes devem se verem atrapalhados, pois quando eles fizeram o embrião, foi num corpo vivo materno, e agora, sem que eles o saibam, estão trabalhando dentro de um corpo morto, talvez velho e ainda, paterno. Nesse instante eles estão tao dessintonizados da verdadeira realidade do Universo em que estão dentro existindo como estão os professores, os alunos e os pesquisadores do mundo acadêmico moderno.

Eu não vou gritar aqui que e’ um erro enterrar os mortos antes dos 4 dias. Suponho que os genes não conseguiriam ressuscitar um corpo, pelos motivos expostos acima. Mas para qualquer certeza aqui seria necessário um estudo muito concentrado analisando muitos detalhes. Porem o simples pensar que uma pessoa possa repentinamente se ver viva enterrada dentro de um caixão, morrendo agora de fato sufocada pela falta de ar, seria algo extremamente terrível que não desejaria ao meu maior inimigo. Quanto mais correr este risco com um familiar, um conhecido querido… Poderia causar alguns transtornos, mas a coisa seria mudada de maneira que se faria o ritual funeral por 12 horas como fazemos hoje, quando o corpo seria levado para uma urna apropriada num estabelecimento apropriado, e o enterro seria dai a 4 dias.

Mas, como no caso dos acadêmicos cabeçudos, eu não consigo fazer nem meu cachorro mudar sua opinião de que eu sou um idiota porque ando forçando apenas dois membros… quando o certo e logico para os cachorros e’ andar usando os 4 membros.

E para reforçar o nosso argumento em mais este caso, trazemos outra figura da formula que mostra como um cadáver morto ( ai!) se torna um lindo baby.

Ciclos Vitais de Humanos e Astros

Ciclos Vitais de Humanos e Astros

 

A seguir um resumo oficial do ” paper” com mais informações e depois a pesquisa da Matrix/DNA:

Mistério de genes do desenvolvimento ativados após a morte intriga cientistas

Por definição, a morte ocorre quando os órgãos de qualquer ser vivo param de funcionar. O cérebro deixa de enviar sinais e os sistemas cardíaco e respiratório colapsam.

Mas o que acontece se uma parte do corpo não apenas continua viva, mas fica inclusive mais ativa?

Cientistas americanos identificaram mais de mil genes que funcionam até quatro dias após a morte em peixes e camundongos.

Em dois estudos publicados no site bioRxiv, pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, descobriram como estes genes são ativados momentos antes da morte.

Na maior parte dos casos, a ativação faz sentido: os genes estão relacionados a funções como estimular a inflamação, ativar o sistema imunológico e combater o estresse.

Porém, outros casos deixaram os pesquisadores intrigados, pois até onde se sabia, só eram ativados em embriões para ajudar no desenvolvimento do feto.

“É de cair o queixo que os genes do desenvolvimento se ativem após a morte”, disse à revista Science o microbiólogo e coordenador do estudo, Peter Noble.

Para ele, uma explicação possível é que as condições celulares em um corpo que acaba de morrer são parecidas com as de um feto em estágio embrionário.

Outra descoberta que chamou atenção dos especialistas foi observar como os genes que promovem o desenvolvimento de vários tipos de câncer se tornam mais ativos no momento da morte.

Isto pode explicar por que alguns receptores de órgãos transplantados de pessoas falecidas há pouco tempo desenvolvem um risco maior de câncer, explica Noble.

“É importante entender o que acontece com os órgãos após a morte de uma pessoa, especialmente se eles vão ser transplantados”, disse à Science o farmacólogo molecular Ashim Malhortra, da Universidade do Pacífico, em Oregon.

Decifrando a vida
Outro resultado da pesquisa pode ser ajudar no desenvolvimento de técnicas para determinar com mais exatidão a hora da morte – crucial, por exemplo, em investigações criminais.

O estudo americano levou em conta as conclusões de estudos feitos na Universidade de Granada, na Espanha, que identificaram uma série de genes ativos em cadáveres humanos mais de 12 horas após a morte.

A equipe americana observou sistematicamente quase 37 mil genes de pequenos peixes de água doce de nome científico Danio rerio (popularmente conhecidos como paulistinha) e mais de 37 mil genes de camundongos.

Destes, mais de 500 continuaram ativados – em cada um dos animais – até quatro dias após a morte.

Para Peter Noble, entender o comportamento dos genes no momento da morte “pode nos dar muita informação sobre a vida”

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Pesquisa da Matrix/DNA e posts na Internet:

( Abstract do Paper  e o Paper em PDF – Obs: Estes papers da biorxiv.org permitem comentarios, portanto, posso voltar neles e fazer perguntas/sugestões aos autores )

Accurate Predictions of Postmortem Interval Using Linear Regression Analyses of Gene Meter Expression Data

Abstract

In criminal and civil investigations, postmortem interval is used as evidence to help sort out circumstances at the time of human death. Many biological, chemical, and physical indicators can be used to determine the postmortem interval, but most are not accurate. Here, we sought to validate an experimental design to accurately predict the time of death by analyzing the expression of hundreds of upregulated genes in two model organisms, the zebrafish and mouse. In a previous study, the death of healthy adults was conducted under strictly controlled conditions to minimize the effects of confounding factors such as lifestyle and temperature. A total of 74,179 microarray probes were calibrated using the Gene Meter approach and the transcriptional profiles of 1,063 significantly upregulated genes were assembled into a time series spanning from life to 48 or 96 h postmortem. In this study, the experimental design involved splitting the gene profiles into training and testing datasets, randomly selecting groups of profiles, determining the modeling parameters of the genes to postmortem time using over- and/or perfectly- defined linear regression analyses, and calculating the fit (R2) and slope of predicted versus actual postmortem times. This design was repeated several thousand to million times to find the top predictive groups of gene transcription profiles. A group of eleven zebrafish genes yielded R2 of 1 and a slope of 0.99, while a group of seven mouse liver genes yielded a R2 of 0.98 and a slope of 0.97, and seven mouse brain genes yielded a R2 of 0.93 and a slope of 0.85. In all cases, groups of gene transcripts yielded better postmortem time predictions than individual gene transcripts. The significance of this study is two-fold: selected groups of upregulated genes provide accurate prediction of postmortem time, and the successfully validated experimental design can now be used to accurately predict postmortem time in cadavers.

Download o paper em:

http://biorxiv.org/content/biorxiv/early/2016/06/12/058370.full.pdf

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Pesquisas:

Para procurar mais artigos publicados desta materia:

Digite no Google: Ashim Malhotra, Pacífic University, Oregon

Digite no Google: Peter Noble

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Ver:

Genes in tissues of mice and zebrafish found alive even after death

Ver:

http://www.sciencemag.org/news/2016/06/undead-genes-come-alive-days-after-life-ends

E o famoso professor e editor do Pharyngula, PZ Myers, entrou no debate trazendo mais uma serie de informações, links para papers, etc.:

Gene activity in the dead

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/07/08/gene-activity-in-the-dead/

Thanatotranscriptome: genes actively expressed after organismal death

http://biorxiv.org/content/early/2016/06/11/058305

Abstract

A continuing enigma in the study of biological systems is what happens to highly ordered structures, far from equilibrium, when their regulatory systems suddenly become disabled. In life, genetic and epigenetic networks precisely coordinate the expression of genes — but in death, it is not known if gene expression diminishes gradually or abruptly stops or if specific genes are involved. We investigated the unwinding of the clock by identifying upregulated genes, assessing their functions, and comparing their transcriptional profiles through postmortem time in two species, mouse and zebrafish. We found transcriptional abundance profiles of 1,063 genes were significantly changed after death of healthy adult animals in a time series spanning from life to 48 or 96 h postmortem. Ordination plots revealed non-random patterns in profiles by time. While most thanatotranscriptome (thanatos-, Greek defn. death) transcript levels increased within 0.5 h postmortem, some increased only at 24 and 48 h. Functional characterization of the most abundant transcripts revealed the following categories: stress, immunity, inflammation, apoptosis, transport, development, epigenetic regulation, and cancer. The increase of transcript abundance was presumably due to thermodynamic and kinetic controls encountered such as the activation of epigenetic modification genes responsible for unraveling the nucleosomes, which enabled transcription of previously silenced genes (e.g., development genes). The fact that new molecules were synthesized at 48 to 96 h postmortem suggests sufficient energy and resources to maintain self-organizing processes. A step-wise shutdown occurs in organismal death that is manifested by the apparent upregulation of genes with various abundance maxima and durations. The results are of significance to transplantology and molecular biology.

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Comentario publicado no Pharyngula em 13 de Julho, 2016

….” and their activities in such a literally pathological state as death are not going to reflect how they were shaped in their formation.”

This is from a reductionist perspective. From a systemic perspective, they were shaped just in a non-living environment and they are merely performing its systemic function. The information and function for creating biological systems (aka life) from non-living matter are not in the genes, but in a lateral base-pair of nucleotides. And it cames from the first aminoacids at life’s origins, when life was developed inside a “dead” planet.

The universal formula Matrix/DNA for all natural systems makes that the mass coming from an environment without biological organization ( a non living body) receipts an input of systemic energy produced by the object performing Function 4 ( at cells systemic level, this is mitochondria and the input is ATP), so, information in that mass and energy begins a process (Function 1) that creates biological systems. It happened at life’s origins, at an individual human body origins, till the Universe origins.

The forces acting at this “resuscitation” came from thermodynamics and for understanding this entire phenomena we need knowing Physics and not be reductionist to the point that mistakenly separates cosmological from biological evolution. See the formula, the F7, representing the cadaver, follow its fragments, see how F5 (ATP) arrives and what are the hidden signals for these genes waking up at the wrong time. You can say what you want but you can not denying the fact that I predicted this process 30 years ago, as proved by my copyrights.

 

 

 

 

 

 

Espetacular Video sobre a Divisão Celular, revela também a Posição dos Seres Vivos entre Diferentes Dimensões

sábado, junho 11th, 2016

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https://www.facebook.com/biologicasemacao/videos/1130516543635328/

E possível ao ser humano, com seu atual estagio de inteligencia, encontrar respostas para as antigas perguntas do ” quem somos?”, “o que somos?”, “para que e porque estamos aqui?” Eu encontrei mas não vou dar as respostas, pois elas so serão acreditadas se a pessoa encontra-las por si própria. Existe um método de pensar, raciocinar, que nos leva de encontro as respostas aquelas perguntas, o que vou fazer e’ explicar este método. Vamos começar com uma analogia:

Em um oceano muito grande existem duas ilhas, uma ao norte e outra, a milhares de quilômetros, ao sul. De repente nossos satélites informam que as duas ilhas estão se mexendo, se transformando. Depois de algum tempo, uma ilha se tornou uma fechadura e a outra, uma chave. Então as ilhas começaram a se moverem uma na direcao da outra e… a chave encaixou perfeitamente na fechadura!

Raios! Inacreditável! A primeira incógnita ocupando a cabeça dos humanos sera’: quem fez isso? E porque se perguntara’ quem fez isso? Porque sera’ evidente a todos que as ilhas não fizeram isso por si mesmas. As ilhas não tem inteligencia e não se comunicam para planejarem uma atuação visando um objetivo comum `as duas. Esse objetivo comum tem que ter vindo de um terceiro, oculto elemento.

Seria inacreditável, porem isso esta ocorrendo a todo momento na Terra e debaixo de nossos narizes. Quando um feto tem 3 meses ele não tem a genitalia sexual. São todos iguais, não se pode dizer que um e’ feminino e outro e’ masculino. Porem depois cada feto se desenvolve para um lado sexual. E um baby nasce na America do Norte como uma mulher ( a fechadura) enquanto ao mesmo tempo outro baby nasce na America do Sul como homem ( a chave). Tanto que em todas as populações, o equilíbrio entre números de machos e fêmeas e’ comum, e ninguem sabe explicar como os genes produzem estes números iguais. Ora, fetos não se mexem e desenvolvem aparatos sexuais por si próprios e muito menos aparatos que vão ser a metade exata complementar de outro feto que ele  não sabe existir. Isto foi feito por alguém escondido, oculto, um terceiro elemento, com certeza. Mas quem?

No caso sexual, a universal dicotomia entre opostos simétricos ocorre a olhos vistos. E sabemos a causa dessa dicotomia: aconteceu que a primeira célula, o primeiro ser vivo era hermafrodita, continha os dois sexos. depois este organismo se dividiu, ficando cada parte com um lado do sexo. Como o hermafrodita era um organismo de um único tamanho, peso, etc., e’ claro que suas partes sexuais tinham as mesmas dimensões, ou seja, eram perfeitamente complementares,. E essa complementaridade passou para os herdeiros divididos. Então aqui o mistério foi resolvido, o elemento oculto que tinha o plano da transformação e complementaridade foi o antepassado hermafrodita.

Mas existe um outro caso onde isso tambem ocorre… todo mundo o conhece. Porem, ninguém la fora desta sala sabe quem e’ o terceiro elemento oculto. So o descobrimos depois da formula da Matrix/DNA. Em dado momento, dentro do núcleo de uma célula, uma especie de linha chamada cromátide, começa a se transformar, a se espiralizar. Para um observador vivendo no oceano nuclear, aquilo não faria sentido, afinal, esta se espirilarizando para que? Porem, ao mesmo tempo, muito distante do núcleo ou ilha celular, tem outra ilha que tambem começa a se transformar. E’ o centríolo. De repente ele começa a desenvolver tentáculos, chamados de fusos. Outro observador ali por perto tambem ficaria sem entender nada.

Mas passa-se algum tempo, estas duas ilhas começam a se moverem uma na direcao da outra, os fusos agarram uma haste e puxam-nas separando em duas, que serão a razão dos organismos se reproduzirem, crescerem e reporem células perdidas, um fundamental e muito importante objetivo comum aqueles dois corpúsculos.  Ora, centríolos são meramente um punhado de átomos, eles não tem a menor inteligencia, atuam automaticamente. O mesmo acontece com os cromossomos. Um não tem a menor consciência da existência do outro. Então, quem foi o terceiro elemento oculto?

Hein?!

A resposta a este mistério vai elevar o ser humano `a capacidade de encontrar no Cosmos – num nível de tempo e de espaço na escala astronômica – talvez 70 ou 80% da resposta aquelas perguntas de ” quem somos?”, ” o que estamos fazendo aqui, para onde vamos?”

Pois vejamos.

A dez bilhões de anos atras, começou a se formar no espaço celeste, esta galaxia denominada por nos de Via Láctea. Existia uma nebulosa esparsa de átomos. Devido a rotação de outras galaxias e talvez do Universo, esta nuvem de poeira e detritos começou a girar em si mesma. Isto fez com que aparecesse no centro uma especie de ralo, ou rodamoinho, como forma a água rodopiando na pia. Com o tempo, este tornado foi se ampliando de maneira que toda a nuvem era um so rodamoinho. Mais algum tempo, e este cone espiral foi se dividindo internamente em dois cones – o cone central e o cone formado pela região periférica – devido ao jogo de forças centrifuga e centrípeta do sistema, e as linhas circulares ou forças desse rodamoinho se quebravam, separando-se formando uma especie de aranha com pernas, ou tentáculos. Ou seja, a forma da galaxia hoje com seus bracos espiralados. Mas podemos dizer que hoje a espiral, o ralo esta no centro, enquanto a sua volta estão os… fusos. O mais interessante que e’ que da interação entre a periferia com estes fusos e outros elementos e o centro com seus elementos produzem tambem a reprodução, ou auto-reciclagem, das galaxias. Portanto, vemos um único processo ocorrendo tanto numa célula como numa galaxia, e nos dois casos o processo tem a mesma finalidade. Claro, pela logica tinha que ser assim.

Acerca de 3,5 bilhões de anos atras, essa galaxia atacada pela entropia começou a se fragmentar e radiar seus bits-informação que cairão na superfície de planetas como a Terra. Estes bits trabalharam como genes tentando reconstruir ou reproduzir o sistema de onde vieram, a galaxia. Porem, aqui era tudo diferente do espaço celeste e a galaxia se saiu na forma de uma célula viva. Isto tudo esta’ detalhadamente explicado neste website.

Nos viemos – o DNA veio – de um ancestral que tem a imagem de algo espiralado no centro e envolvido por fusos que puxam esta espiral devido a força centrifuga do núcleo que ao alcançar o cone periférico se torna uma força centrípeta.  O jogo entre estas forças se torna a homeostase, o equilíbrio do sistema. E’ a mesma cena que vemos acontecendo entre as cromátides e os centríolos. Então quem foi aqui neste caso, o terceiro elemento oculto? Novamente, foi um nosso ancestral. Centríolos e núcleos celulares podem ser um mero punhado de átomos, separados, porem fazem parte de um único e mesmo sistema, um sistema celular, a identidade abstrata dos sistemas que coordena os movimentos complementares de suas partes internas. Mas sabemos que um mero estupido sistema celular não teria se inventado sozinho e com toda essa complexidade. E para que pensar e apelar a magicas, quando agora conhecemos o sistema ancestral do celular, e como os dois se assemelham em quase tudo? No céu existem partes da Matrix/DNA na forma espiral nos núcleos, e fusos nas periferias, também. Ai esta’ o elemento oculto.

Um detalhe a ser lembrado aqui e’ que esta nova maneira de ver a coisa toda esta’ sugerindo que dentro de uma célula existe um campo de forças e uma identidade abstrata de sistema que atuam na reprodução celular, como sendo um campo eletro-magnético semelhante ao do planeta. Nosso atual conhecimento cientifico nada captou disso, não tem conhecimento desta dimensão de eventos dentro das células. Por outro lado temos doenças milenares que continuam incuráveis, sendo produzidas por defeitos nas operações destas células, ou do organismo inteiro como sistema. Estes elementos sendo apontados agora estão envolvidos no fantástico fenômeno de um corpúsculo se transformar ao mesmo tempo que outro para os dois atingirem uma meta comum futura. Estão envolvidos nas raízes mesmas destas doenças. Então não se admire que ate agora estas doenças não foram definitivamente eliminadas. Ainda existem elementos desconhecidos pela Ciência dentro das células.  Mas a formula da Matrix/DNA nos fornece agora um mapa muito mais nítido da célula. Com um mapa melhor, estaremos melhor equipados para localizar o que precisamos.

Com isso a mente humana deu um salto gigantesco na direcao das respostas a suas questões existências. Ja não e’ mais ” quem somos’, de onde viemos”, etc., limitando esta pegunta a um individuo existindo aqui e agora. A Ciência já andou ampliando essa pergunta para ” o que e’ a vida, de onde ela veio, para onde vai?”

Agora já não faz mais sentido perguntar o que e’, de onde veio, para onde vai,… os corpos humanos, ou a vida. Agora estas perguntas se aplicam a “sistema, natural”. E não são perguntas aplicadas a quem são ou o que são todos os sistemas naturais. As perguntas se aplicam a um único ” sistema natural”. Um sistema que começou com o Big Bang, passou pela forma de átomo, de sistema estelar, de galaxia, de vegetal, de réptil, de humano e agora esta entrando na forma de auto-consciência. Não interessa que em cada uma destas formas ele se multiplicou em muitas copias, formou especies, etc. O que interessa e’ que neste Universo esta existindo um único sistema “universal”, que esta evoluindo sob as regras do ciclo vital, tal como nossos corpos passaram por varias formas – desde a forma de morula, blastula, feto, criança, adulto, etc. E nos humanos, ao menos aqui nesta região do Universo e nesta idade do Universo, somos a forma ápice, a mais evoluída deste sistema universal. Foi ou não um gigantesco salto na direcao das respostas finais? E nossa inteligencia avança-se para ainda mais proxima da resposta ultima quando percebemos que todo este processo pelos qual tem evoluído este sistema universal e’ semelhante ao processo que ocorre nos 9 meses da gestação de um ser humano. Neste Universo esta’ ocorrendo meramente um processo de reprodução genética – ou computacional, que e’ quase a mesma coisa – e esta’ sendo reproduzido aquilo ou aquele – ainda desconhecido – sistema que existia antes e alem deste Universo, e o gerou. As galaxias que vemos no espaço sideral preenchendo este Universo não deve ser muito diferente da cena que veriam micróbios inteligentes situados dentro de um ovo ou saco embrionário e observando a placenta.

Então já temos quase certeza, podemos dizer mesmo que já sabemos, para onde vai esta ultima forma deste sistema universal, que ‘e a auto-consciência. Ela veio do dia do Big Bang e vai nascer no dia do Big Birth para ser o filho, a filha, daquilo ou daquele que esta alem deste Universo. Claro!

-” E’,… mas isto não ajuda muito em termos de esperança para nossas vidas. Pois todos vamos morrer e então de que nos vale saber que la no futuro ma forma que veio de nos e’ quem vai viver eternamente…”

-” Hummm… Quando você estava na forma de morula, você morreu para se tornar uma blástula? Na forma de criança, você morreu para se tornar um adolescente? Ou a morula estava viva dentro da blástula? A criança estava viva dentro do adolescente? Assim, o sistema universal que agora e aqui esta’ na forma deste feto de auto-consciência e ele e’ você, nunca morreu nestes 13,7 bilhões de anos… a qual e’ a sua idade real.”

-” Assim já esta melhor, porem ainda fica um resquício de duvida. Toda a logica do mundo não e’ suficiente para me fazer ver eu como este sistema universal, e nada ha’ provando que nossa morte como humanos não seja a morte definitiva…”

-” Então vamos tentar se por outro lado você consegue ver. Na fase da embriogênese, todo feto ou embrião humano começa a manifestar a consciência nos sete ou 8 meses, depois que o cérebro esta formado, certo? Mas sera que cada embrião humano inventa, cria por si mesmo, esta coisa denominada ” consciência”? Segundo a moderna neurologia materialista, seria mais ou menos isto que ocorre, pois eles acreditam que não existe esta coisa de mente, consciência, que tudo não passa de circuitos químicos-elétricos produzidos pelo cérebro humano. Mas, voltando ao feto… Foi o seu cérebro que criou, produziu esta faculdade de consciência pela primeira vez na historia do Universo? Ou já existia antes dele a consciência em algum outro lugar, fora do seu pequeno universo intra-oval? Claro que sim, sabemos que alem de seu pequeno universo existia e existe a especie humana e com ela existe a consciência. Então como e’ que a consciência existe agora dentro do cérebro do feto isolado dentro de seu pequeno universo e ao mesmo tempo existe fora de seu universo? Sem nenhum contacto entre as duas? Ora, a resposta e’ que a consciência já existia no primeiro instante da fecundação, ela sempre esteve presente em todas as formas anteriores do feto, desde a primeira célula, da morula, da blástula, ela estava la’, oculta, apenas em estado potencial, esperando a evolução aprontar  a forma adequada de cérebro para ela florescer e vir `a luz do mundo.

Mas vamos agora falar do Universo dentro do qual estamos. Ele e’ gigantesco, suas escalas de tempo e espaço são enormes, inimagináveis para nos.  Sete meses da nossa existência corresponde a 13,7 bilhões de anos do Universo. E’ nesta idade dos universos que a evolução apronta o feto do sistema universal para iniciar a manifestar a sua forma de consciência. Como já disse o famosos guru a milhares de anos atras: ‘ A alma dormia nos átomos, sonhava nas galaxias, começou a acordar nos vegetais, a despertar nos animais, para começar a levantar-se no homem…”

-” Agora sim, a logica e’ incontestável. Porem não foi isso que o guru disse. Ele falou que a alma dormia nos vegetais, despertou nos animais…”

-” Porque nos hoje sabemos muitas coisas que ele não sabia, como sobre átomos, DNA, galaxias. Então agora tivemos que expandir a sua fala, amplifica-la para as dimensões universais. E’ assim que vamos explicar a coisa mais complexa que existe no mundo, que e’a resposta final aquelas questões. Se o guru não disse a coisa completa, agora estamos dizendo,… uai “.

Mas vamos continuar com mais surpreendentes exemplos nesse método de raciocinar, que vão nos levar ainda mais perto das sagradas respostas, agora melhor ajudados por um video.

Entendendo o significado universal de cada cena vista aqui.

Por exemplo, observe quando as duas forças laterais de estrias marrons puxam as duas cordas roxas, separando-as. As cordas formam uma especie de parede e no meio fica um espaço vazio. Porque e para que a natureza faz isso, essa tal de meiose, mitose, etc.? E’ para emparelhar, misturar, cada informação que vem do pai com a mesma informação que vem da mãe, e assim produzir um filho que seja um meio-termo entre os dois. O DNA so pode ter duas hastes e não três ou quatro. Então como fazer um DNA contendo todas as informações vindas de dois DNAs, sem  aumentar tamanho, volume, etc? Não se poderia adicionar a cada trecho do DNA do pai um trecho do DNA da mãe, pois isto resultaria num DNA defeituosos com mais hastes. Então a solução inteligente foi, primeiro duplicar as informações de um DNA. Assim, no caso da espécie humana, as células normais possuem 46 pedaços do DNA, chamados cromossomos. Mas quando ocorre a fecundação, 23 cromossomos presentes no espermatozoide juntam-se com os 23 cromossomos presentes no óvulo, pelo que os 23 cromossomos do espermatozóide são homólogos aos 23 cromossomos do óvulo.
Então o que a Natureza faz e’ separar um DNA em suas duas hastes e colar em cada uma outra haste vinda da mãe. De um lado, uma parede, seria o masculino, do outro, a outra parede seria o feminino. Mas note que o trabalho que constrói o novo baby se da’ apenas no espaço entre as duas hastes, feito pelas moléculas citosina, timina, etc.  A molécula que fica fixada formando as hastes são apenas o depositário da memoria, guardando os resultados do trabalho efetuado no espaço central. Em outras palavras, os eventos biológicos ocorrem como um fluxo avançando pela avenida entre dois muros.  
Este processo e esta mesma cena revela a situação da vida biológica como uma dimensão especifica, com sua frequência e vibração tipicas, existindo no meio de duas outras dimensões com vibrações diferentes, sendo um lado com vibração nais forte e o outro com vibração mais fraca. Assim o mundo que nossos sensores cerebrais percebem, a unica faixa de luz que vemos, e’ apenas uma dimensão entre outros mundos com outras faixas de frequência/vibração. A nossa biosfera significa apenas mais onda circular das outras seis deste planeta, um a onda circula que rodeia a superfície da Terra e tem apenas uma faixa de alguns metros de largura.
Tambem esta cena de um corredor vazio entre duas paredes e’ a mesma cena revelando a avenida curva em volta do Sol por onde orbita nosso planeta. Isto porque o Sol emite radiação em ondas circulares e cada onda tem sua vibração especifica, então os planetas que cada qual tambem tem uma vibração especifica diferenciada dos outros, se alinha na onda adequada e com isso não se perde no espaço. Observamos assim que ” o que vemos embaixo, aqui e agora, inclusive a nível microscópico, e’ igual ao que acontece em cima nos tempos/espaços maiores da historia cósmica universal.” Foi com essa intuição, projetando o que sabíamos aqui e agora sobre o que não sabíamos dos átomos, galaxias e universo, que descobri a formula da matrix/DNA e re-escrevi a historia universal, na qual emerge um significado e um futuro sublime para nossa existência. Nos somos uma ponte entre duas realidades, uma perigosa travessia. Não nos ‘e permitido saltar para uma dimensão de vibração superior enquanto não tiver-mos o corpo e a consciência física adequada para suporta-la. Mas podemos errar em nossa missão de vida nos acomodar num falso paraíso nesta atual dimensão, quando então pode acontecer o que ja aconteceu com todas as especies que foram por este errado caminho, como dinossauros, leões, baleias, águias, são becos sem saída que fecharam as portas da evolução para si mesmos.
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No nosso Facebook e website somos chatos, não publicamos assuntos de futebol, esportes, relacionados a sexismo, etc. Apenas assuntos que sentimos são necessários para o conhecimento elevar a consciência uma forma transcendental, pois quem não evolue mentalmente não tem futuro, por mais rico e posses materiais que obtenha.
Este video revela as imagens de como ocorrem importantes processos a nível microscópico dentro das cellulars. Para quem não e’ profissional em Biologia ou Bioquímica, a voz da apresentadora estraga tudo, pois ela nada explica quando fala o linguajar técnico com nomes e palavras desconhecidas fora do meio especializado e os assistentes tem sua atenção desviada para captar nomes e jargões técnicos perdendo a atenção no evento de fato. Para ajudar teria o link abaixo de um artigo sobre o processo, mas também na verdade ao invés de ajudar atrapalha mais ainda pelo mesmo problema de fazerem uma confusão de jargões técnicos que acaba impedindo que o não-profissional entenda e memorize o processo.

Etapas da mitose: I ao III prófase, IV metáfase, V e VI anáfase, VII e VIII telófase.

ATP Synthase: Acompanhar Quem Elucidou o Mecanismo – 1997 Prêmio Nobel, John Walker

segunda-feira, maio 4th, 2015

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Rotary catalytic movement of mitochondrial ATP synthase

1997 Chemistry Prize – John Walker

“for their elucidation of the enzymatic mechanism underlying the synthesis of adenosine triphosphate (ATP)”

Energy Conversion in Cells

http://www2.mrc-lmb.cam.ac.uk/achievements/lmb-nobel-prizes/1997-john-walker/

Para pensar neste domingo: A Luz, os fótons, e sua criação da Vida

domingo, abril 26th, 2015

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Fumaça e cinzas do vulcão Calbuco são vistas da cidade de Puerto Montt, 22 de Abril 2015. REUTERS

Imagem impressionante da erupção do  vulcão no Chile

Os meus cálculos da anatomia comparada entre sistemas naturais vivos e não-vivos e os  modelos teóricos resultantes destes cálculos estão sugerindo que ondas de luz natural são a primeira forma dos primeiros sistemas naturais surgidos neste Universo visível, e que tais ondas se fragmentam em partículas fótons, os quais adentram os átomos e os movem no sentido de se combinarem para reconstruir o modelo de sistema que formavam na onda de luz. Como uma onda de luz natural se propaga por vibrações que mudam suas formas e intensidades a partir da mais forte para as mais fracas, e estas sequencias de vibrações/frequências são exatamente igual a sequencia de mudanças de energia nos corpos vivos sujeitos ao ciclo vital, fica sugerido que uma onda de luz é algo pré-vivo, contem o primeiro código da vida – que é a origem do DNA e da genética – e assim a luz imprimiu a vida na matéria de éter do espaço sideral e assim surge a vida nos planetas como a Terra.

A partir deste resultado geral começam a surgir os problemas dos detalhes, os quais são minha ocupação atual tentando resolvê-los. Por exemplo, como e porque, após formar um sistema como a célula vital, estes fótons passam a multiplicar estas células e as conduzi-las para que formem o mesmo sistema agora mais ampliado, gerando os seres multi-celulares. Tenho em mente que não posso cair no equivoco de dar inteligencia ou propósitos a partículas como os fótons, assim como tem caído o pensamento cientifico moderno baseado no gene centrismo. Pensar que genes -os quais são meramente um bocado de átomos combinados de certas maneiras – possuem propósitos como o de se replicarem e se perpetuarem é ilógico. Portanto, se fótons não agem com intenções mas simplesmente obedecem as fôrças do ambiente e seus movimentos, e às fôrças naturais de atrações ou repulsões entre eles mesmos, é compreensível que reconstruam com a massa ou matéria o sistema de luz de onde vieram, mas uma vez que se assentam num sistema em equilíbrio e auto-suficiente como são as células vegetais, a razão lógica seria se tornarem sistemas fechados, individualistas, como são os sistemas galácticos que  formaram antes.

No entanto, e principalmente com a célula animal a qual prescinde da propriedade da fotossíntese e por isso tem que  ser um sistema aberto, estes fótons não param sua atividade na direção de formar sistemas cada vez mais complexos, e passam a construir uma projeção ampliada multicelular do formato do sistema individual celular. O que faz indivíduos formarem os coletivos? O fato constatado é que formam, desde os átomos se aglomerando para formarem rochas, água, até os pássaros se aglomerando em bandos em pleno espaço vazio e aberto. Mas porque partículas estupidas sem qualquer intenção e propósito são conduzidas e obrigadas a este comportamento? Quais as fôrças naturais responsáveis por isso?

Temos agora uma massa informe, uma população de bilhões de indivíduos denominados “neurônios”. A Natureza deve estar trabalhando para conectar e organizar estes indivíduos num sistema, que seja à imagem e semelhança do individuo, ou seja, do neurônio. Como  o nosso cérebro está sendo modelado, que tipo de exercícios e/ou pensamentos podemos fazer para facilitar e apressar a corrida ao cérebro mais complexo e quiçá, perfeito? Meu maior obstaculo nesta investigação é a falta de visualização do cérebro no seu total, em 3 dimensões, pois todas as imagens impressas que temos não mostram o interior e suas configurações, assim não estou conseguindo pegar o primeiro fio da meada que nos levará a descobrir a Matrix/DNA projetada no cérebro como sistema natural.

Este é mais um dos milhares de problemas dentro da Teoria da Matrix/DNA para pensar neste final de semana.  Imagine um humano que nunca viu nada do interior do corpo de animais nem de humanos, que saiba que humanos vem de barrigas mas não sabe como nem porque. Mas este humano é curiosos e tem necessidade de saber tudo, como era dentro da barriga que o fêz surgir do jeito que surgiu, o que existe no interior do seu corpo, etc.

Pois assim, tal como este humano totalmente ignorante da sua existência, é o ser que está fazendo esta investigação: um ser denominado “mente”, ou “uma auto-consciência”. Como auto-consciência eu não sei o que tem dentro e como funciona o cérebro que me fêz surgir assim, ou que ainda está me formando, não consigo ver nem entender como é meu corpo pois nem mesmo vejo a substancia de sou formado. Sinto que essa substancia é iluminada porque ela se forma a partir de sinapses elétricas, sinto que ela está se tornando mais uma forma complexa de sistema natural, e assim, eu, como ser final da evolução universal aqui e agora, me vejo conectado ao  principio deste universo porque toda essa história se começou com a mesma substancia do meu corpo: a Luz. Mas eu vou insistir e morrer tentando descobrir tudo isso.

Se alguém ler isto e tiver alguma pergunta ( se alguma outra auto-consciência é tão ignorante sobre sua existência como eu sou e está curiosa para resolver este mistério), pode fazê-la nos comentários abaixo ou enviar um e-mail para austriak727@hotmail.com.

E pensando neste e-mail, o nome “Austriak” foi emprestado de uma paranormal do Rio de Janeiro que disse ter entrado em contacto por telepatia com os alienígenas de uma esquadra de discos-voadores que esteve aqui em 1980 ( eu mesmo vi uma formação triangular se movendo no céu e pensei que eram bolas de fogo ou meteoritos incandescentes) e que o seu interlocutor alienígena disse se chamar Austriak e que era o comandante da esquadra do Império Galáctico sediado em Orion, Nébula, e que estava aqui porque este planeta e a vida que ele hospeda estavam correndo perigo devido a movimentos gigantescos no seu interior, e ele estava consertando isso.

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Claro que nada sei e nada acredito nem desacredito. Mas nesta semana houve um terremoto violento  no Nepal quase ao mesmo tempo que um vulcão no Chile entrou em erupção e parece-me que os dois fenômenos podem estarem relacionados. Se isto for, novamente o interior da Terra – o germe de estrela que ali está se desenvolvendo – está se remexendo inquieto, o que pode provocar a vinda urgente de Austriak. Oxalá ele acessasse nossa Internet, visse este artigo, e se decidisse me dar uma mãozinha nesta investigação do inferno… toda a Humanidade seria beneficiada. mas talvez Austriak pense como Spinoza que disse que “Deus não pode nos dar uma mãozinha fazendo milagres porque não pode violar a ordem natural que funciona de acordo com Suas próprias leis…”.

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Raios…, tamo fud… Talvez estejamos fazendo alguma coisa ou muitas coisas erradas aqui na superfície deste planeta de maneira que está afetando o embrião estelar lá dentro e ele reage dando chutes na barriga o que se traduz para nós aqui em terremotos e vulcões…

Vista de Puerto Varas, no sul do Chile, mostra o vulcão Calbuco. 22 de abril de 2015, EPA

O povo da aldeia assiste e ouve o rugir do vulcão

 

 

Porque Humanos Desenvolveram Cérebro Diferente dos Macacos? Por um Êrro Genético!? A Ciência Oficial Diz que Sim e a Matrix/DNA Explica que Não.

domingo, março 1st, 2015

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Baseado no surpreendente artigo:

Xeroxed gene may have paved the way for large human brain

( Xerocado gene pode ter pavimentado o caminho para o grande cérebro humano)

http://news.sciencemag.org/biology/2015/02/xeroxed-gene-may-have-paved-way-large-human-brain

By   – 26 February 2015 2:00 pm

Comparação do tamanho de cérebros entre primatas. (Observe que a parte frontal em diferentes cores se refere ao córtex pré-frontal e foi onde se deu o maior avanço)

De lagartos a gorilas e chimpanzés, todas as espécies intermediarias deixaram de desenvolver um cérebro maior e talvez mais inteligente como o humano, simplesmente porque eles tinham um gene que impedia esse desenvolvimento. Então, dentre os chimpanzés ocorreu uma divisão na espécie, uma continuando a ser os velhos chimpanzés e a outra – os Denisovans – se desenvolveram em Neandertais. Nesse meio tempo, aquele gene indevido desapareceu e no seu lugar surgiu um novo gene que começou a produzir muitas novas camadas inferiores de células cerebrais. Estas camadas se parecem  como aquelas fundações ou alicerces que fazemos na terra para depois construir os edifícios em cima. Assim, sobre as novas camadas surgiam novos grupos de neurônios, como edifícios. A cidade cresceu, quer dizer, o cérebro cresceu. E assim do Neanderthal  se desenvolveu o humano atual, enquanto a linhagem dos velhos chimpanzés continuam do mesmo  jeito com seu gene trapalhão.

Mas porque e como da espécie dos chimpanzés saiu uma nova espécie? Bem,… tem aquela história da mutação  ou clivagem do cromossoma 23, ou 24, se me lembro bem. E qual era a principal diferença entre os chimpanzés e a nova espécie dos Denisovans?

A principal diferença foi que a espécie saída dos chimpanzés era os “cabeções”, pois tinham o cérebro maior. E isto porque um gene em alguns indivíduos da velha espécie dos chimpanzés não conseguiu fazer uma cópia completa dele mesmo. Com isto, um outro gene, denominado ARHGAP11B, apareceu na genética dos Denisovans e alavancou o crescimento do cérebro! Nem lagartos, nem ratos, nem chimpanzés possuíam o tal do ARHGAP11B, mas este gene foi encontrado apenas nesta linhagem que saiu dos macacos e chegou nos humanos.

Bem… isso é o que esta noticia – publicada pela conceituada e insuspeitada Science, da AAAS.ORG – estonteante nos revela. Pelo meu fraco entendimento de leigo, entendi que um casual erro de leitura e duplicação por algumas enzimas, inventou nada mais, nada menos, que os… humanos!!! Em outras palavras, somos uma aberração descabida na Natureza! Ou seja: seres inteligentes e dotados de auto-consciência são aberrações naturais… causadas por mal-função dos elementos e fôrças naturais.

Mas isto vai mais longe – sempre segundo minha leiga opinião : Como um acidente é impossível de ocorrer duas vezes exatamente iguais ( pois se isto  acontecer não é mais acidente, e sim eventos padrões normais na Natureza, isto deve significar que em nenhum outro lugar do Universo e do mundo existiu, existe, ou existirá outros seres inteligentes dotados de auto-consciência!

Estou certo ou errado no meu raciocínio? Se errado… onde e porque errei?

E por todas cargas d’água… me recuso a aceitar que aquele tenha sido um erro natural. Sou teimoso, ignorante,mula empacada, mas não me curvo às evidencias descobertas e comprovadas pelos cientistas. Principalmente porque a minha incomum e inédita visão do  mundo que inclui a determinante fórmula natural da Matrix/DNA me  trás da memória um evento evolucionario ocorrido nas origens da Vida que as demais visões de mundo, inclusive a que domina o  maio cientifico e acadêmico hoje, não fizeram o mesmo arrancando aquele evento da memória, na hora de interpretar o que ocorreu com os velhos chimpanzés. Me refiro a quando no mundo dominava a célula vegetal e nela houve uma mutação cujos novos indivíduos mutados se tornaram as células animais. Vejo aí nos dois casos o mesmo mecanismo, o mesmo processo, e um propósito pré-determinado pela evolução. Se um evento se repete igual ao menos duas vêzes, quer dizer que não é um êrro acidental, e sim um padrão, um evento obrigatório quando se apresentam determinadas circunstancias.

A fórmula da Matrix/DNA sugere que a divisão da velha célula vegetal se deu porque ela se constituiu em sistema fechado em si mesma. E quando isso ocorre ou a Natureza retira a espécie do tronco da árvore da evolução, descartando-a, levando-a constituir um galho lateral, e apenas deixando-a existir por um tempo enquanto não atrapalha muito ou é útil aos demais elementos situados ainda no tronco. Enquanto isso a Natureza retorna no tempo evolucionário do tronco encontrando uma espécie anterior ao descartado que ainda era um sistema aberto, e por ali continua a evolução. Dentre os macacos o que tem o corpo como a mais perfeita e poderosa máquina não é o do chimpanzé, e sim do gorila. Mas como podemos ver no gráfico acima, os gorilas possuem o cérebro menor que o chimpanzé, e a julgar pelo que veio depois, concluímos que o gorila se encaminhou por  caminhos errados ( a maior facilidade na vida os acomodou, levando-os a se tornarem um sistema fechado, e apenas desenvolveram o corpo baixo ao invés do cérebro – como estão fazendo a maioria da juventude humana agora lutando desesperadamente nas academias de modelação física enquanto não dedicam tempo e mente para a busca do conhecimento intelectual… e se continuarem assim… tambem serão os inferiores no futuro até serem tambem descartados). Os chimpanzés inferiores ao tamanho dos gorilas tiveram que continuar a forçar o cérebro em novas maneiras de competir e sobreviver aos gorilas e com isso aumentaram um pouco o tamanho de seus cérebros. Mas basta ver um vídeo que corre pela Internet de um bando de chimpanzés atacando, trucidando e comendo macacos espécies de macacos menores, e deduzir que os gorilas começaram a  diminuir em numero porque já estavam condenados,para concluir que numa certa época os chimps dominaram. E novamente os vivos caíram na eterna armadilha… parando de desenvolver o cérebro e obrigando a natureza a forçar uma nova divisão no tronco da árvore da evolução. Então essa interpretação cientifica materialista de evolução por erros acidentais peca pelo vicio do reducionismo, onde as mais amplos horizontes no tempo e no espaço de onde se vê a macro-evolução universal é reduzida ao limitado tempo e espaço da evolução biológica e com isso a muitos equívocos sobre como realmente a Natureza funciona.

De ratos a chimpanzés havia um gene X. A linhagem dos humanos saída dos chimpanzés não tem mais o gene X.  O gene X não existe em nós porque um primitivo humano não conseguiu copia-lo completo. Isto é fato, comprovado pelos cientistas. Não posso duvidar e muito menos negar esse fato.

De ratos a chimpanzés nunca houve o gene Y. A linhagem dos humanos saída dos chimpanzés conseguiu produzir o gene Y (ou melhor, o tal ARHGAP11B ). O gene Y atua no desenvolvimento embrionário produzindo muitos novos neurônios, o que faz o cérebro ser o maior existente na Terra. Isto é fato comprovado pelos cientistas. 

Então como não aceitar a “verdade” que os cientistas tiveram que engolir e aceitar? Sou algum débil mental? ( eu acho  que não em relação aos humanos, mas certamente sou ou serei um débil mental se comparado com os cérebros humanos do futuro, ou com possíveis seres existentes em outros mundos e mais evoluídos).

Eu continuo a suspeitar que a verdade que salta aos olhos dos cientistas não seja a “verdade ultima” porque eu suspeito que exista a fórmula da Matrix/DNA, para sistemas naturais. E se ela existe de fato, o evento em que aquele gene não conseguiu se duplicar corretamente, foi devido a ação sutil da fórmula. Sutil, demorada, lenta, mas inevitável. Trata-se da fórmula para todos os sistemas naturais, o cérebro é em si, isolado do resto do corpo, um sistema natural. Ele esteve incompleto durante toda a história evolucionaria da forma biológica dos sistemas naturais, e devido a alguns indícios, continua ainda incompleto como sistema, nos humanos. Não foi um erro, não foi um acidente casual, foi o acêrto que continua acertando.

Genes são pacotes de nucleotídeos. Nucleotídeos são pedaços bi-laterais do DNA que se tornam uma unidade fundamental de informação quando se juntam seis nucleotídeos, três pares laterais e formam um códon. Cada unidade de informação é, em si mesma um sistema natural completo e funcional. Desde que este sistema natural chamado códon pode se dividir em bilhões de indivíduos diferenciados entre si ( assim como a espécie humana é uma só forma, porem dividida em 8 bilhões de cópias onde todas diferem entre si em algum minimo detalhe que seja), cada gene é um pacote de cópias diferenciadas entre si ( assim como numa fábrica, cada grupo de trabalhadores faz uma especifica tarefa).

Então cada gene como pacote é um sistema natural em si mesmo, derivado e evoluído a partir do sistema dos pacotes menores dos nucleotídeos. A soma de todos os genes-sistemas chama-se DNA ( com mais um pouquinho de lixo no meio, que na verdade, não é lixo). O qual em si é um grande pacote, mas tambem, um sistema, na mesma linha dos sistemas anteriores. Ora, como podemos ver na fórmula universal para sistemas naturais, enquanto qualquer sistema estiver se formando, ocorrem competições entre suas partes, com algumas querendo mais privilégios, alimentos, etc., que as outras partes, e de fato, algumas partes crescem demasiado e dominam o sistema em formação. Como cada parte representa uma função sistêmica, então o que ocorre é uma dominância de expressão de uma função. Isto ocorreu quando as primeiras células-sistemas eram apenas vegetais. A função sistêmica numero 7, que era representada pelo cloroplasto, dominou a célula, se conectou direto com o Sol e surgiu a fotossíntese, o que tornou essa dupla célula+estrela um sistema fechado em si mesmo, porta fechada para a evolução. Mas nada nem ninguem interrompe a evolução para sempre, então numa nova célula os genes para função 7 não conseguiram se replicar por completo e desapareceram, dando origem a uma nova espécie de células, a célula animal… sem o cloroplasto. Porem a célula sem fazer síntese com o Sol tornou-se filha da necessidade, um sistema aberto, precisando mover-se e procurar outro alimento… mas é justamente através dos necessitados e não dos acomodados, que a evolução pode fluir. Ora… no ponto de vista de cientistas que desconhecem a história maior, a não cópia integral do gene para cloroplasto teria sido um erro, um acidente casual. A mesma história deve ter ocorrido na espécie dos chimpanzés. Eu já estou cansado de dizer aqui que, quando comparo o nosso ancestral astronomico com os corpos de todos os seres vivos, é o macaco, como gorilas, que parecem uma reprodução mais fiel daquele ancestral que o corpo humano. Pois aquele ancestral astronomico era e é a mais perfeita maquina já produzida pela Natureza, enquanto o corpo do gorila, do chimpanzé é a mais perfeita maquina dentro os biológicos. A partir daqueles macacos o corpo mamífero teve algumas involuções de órgãos básicos para a sobrevivência na biosfera. Aprendí isso a duras penas competindo com macacos por sete anos na selva amazônica… e apanhando mais que bumbum de moleque peralta. Essa involução produzindo um salto na evolução ocorreu ao menos duas vezes – nas células e nos macacos – portanto não é um evento ao acaso, é um padrão repetitivo.

Então vejamos como foi esse “erro” mágico que acabou inventando coisas como a mente e a auto-consciência. A antiga fábrica do Ford Modelo T ( que mais parecia uma carroça) não produziu mais o modelo T e agora produz o Lincoln ( por assim dizer). Os operários do grupo X que produzia a carroceria de madeira deram lugar a operários do grupo Y que produzem carrocerias com polietileno.  Foi um tremendo e acidental erro de engenharia? Não… foi a evolução simples e matreira se movendo por suas sendas naturais. Nada nem ninguem pode interrompê-la, muito menos um grupinho qualquer formado por cópias diversificadas de um sistema que veio das estrelas e chamado LUCA – the Last Universal Common Ancestor de todos os sistemas biológicos.

Segundo está sugerindo a Matrix/DNA, este Universo é um mero aglomerado de ancestrais nossos da espécie denominada “galáxia” e no qual está ocorrendo um mero processo de reprodução genética da coisa desconhecida que existia/e/ou existe ainda alem deste Universo.  Se aqui está aparecendo coisas como inteligencia, auto-consciência, e sabe-se mais o que vai aparecer por aí, é porque aquela coisa desconhecida já possuía ou possui estas coisas. Assim como um feto de humanos desenvolve um cérebro e nos seis ou 7 meses este cérebro está num estado evolutivo tal que pode manifestar os princípios da auto-consciência,porque a auto-consciência não foi inventada por cada embrião, mas sim veio de uma coisa que existia/existe alem do pequeno universo do embrião… assim a auto-consciência apareceu e terá de aparecer em muitos outros lugares diferentes deste Universo. Não foi um erro acidental que levou o meu estado embrionário a produzir a minha consciência… mas é possível que alguns alienígenas feitos de ferro e borracha e sem vida igual a nossa assistindo o desenvolvimento de um embrião num tubo de ensaio sem ver nenhum outro ser humano, vai acreditar que a emergência da auto-consciência se deu por um erro de transcrição no processo genético. Ora…

Pelo amor de Deus… parem de interpretar e crer em interpretações vendo apenas um pequeno instante e pequeno espaço da Natureza Universal. E com isso alimentando e reforçando cada vez mais esta visão de mundo materialista, nihilista, contrária à dignidade humana, afirmando que seríamos meras verrugas incongruentes que nada teria a fazer neste mundo.

Como sou teimoso como um burro empacado e continuo a suspeitar inclusive da teoria da Matrix/DNA, resta-me lembrar da maravilhosa cabeça grande e ainda mais amável auto-consciência da minha mãe e desejar ardentemente que o que os cientistas chamam de erros acidentais desse tipo continuem a ocorrerem… quanto mais melhor!

E ainda temos mais um problema. Sendo que esse “erro” ocorreu depois que uma nova espécie já havia se separado dos chimpanzés, então uma outra mutação anterior ocorreu nos próprios chimpanzés que levou à separação. Talvez seja imigração de um grupo para diferente território… ou talvez seja novamente outro erro de cópia genética. Então existem com certeza outros genes que os chimpanzés tem e nós não temos, e vice-versa. Precisamos encontra-los e quando isso ocorrer… talvez os cientistas comecem a vislumbrar a ação sutil da Matrix.

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A seguir copio o artigo em inglês para traduzi-lo em português, o que é bom para mim, pois escrever e copiar os artigos importantes tem sido ótimo para aprender mais e guardar os dados na memória:

Last week, researchers expanded the size of the mouse brain by giving rodents a piece of human DNA.

Na ultima semana, pesquisadores expandiram o tamanho do cérebro de ratos ao darem aos rodentes um pedaço do DNA humano.

Now another team has topped that feat, pinpointing a human gene that not only grows the mouse brain but also gives it the distinctive folds found in primate brains.

Agora outra equipe suplantou aquele feito, identificando um gene humano que não sómente faz crescer o cérebro do rato, mas tambem dá a ele as distintas camadas encontradas no cérebro dos primatas.

The work suggests that scientists are finally beginning to unravel some of the evolutionary steps that boosted the cognitive powers of our species.

O trabalho sugere que os cientistas estão finalmente começando a desvelar algums dos passos evolucionarios que deflagrou os poderes cognitivos da nossa espécie.

( tradução a continuar)

 “This study represents a major milestone in our understanding of the developmental emergence of human uniqueness,” says Victor Borrell Franco, a neurobiologist at the Institute of Neurosciences in Alicante, Spain, who was not involved with the work.

The new study began when Wieland Huttner, a developmental neurobiologist at the Max Planck Institute of Molecular Cell Biology and Genetics in Dresden, Germany, and his colleagues started closely examining aborted human fetal tissue and embryonic mice. “We specifically wanted to figure out which genes are active during the development of the cortex, the part of the brain that is greatly expanded in humans and other primates compared to rodents,” says Marta Florio, the Huttner graduate student who carried out the main part of the work.

That was harder than it sounded. Building a cortex requires several kinds of starting cells, or stem cells. The stem cells divide and sometimes specialize into other types of “intermediate” stem cells that in turn divide and form the neurons that make up brain tissue. To learn what genes are active in the two species, the team first had to develop a way to separate out the various types of cortical stem cells.

After months of work, the researchers finally hit upon a solution. They added distinctive fluorescent tags to stem cells so they could isolate each type of cortical cell. Then they surveyed the active genes in each variety of stem cell. The human tissue had 56 genes that their mouse counterparts lacked, the team found. The one that was the most active in dividing human fetal stem cells was ARHGAP11B, a gene already under suspicion for aiding human evolution.

Several years ago, another group had discovered that this gene had arisen after an ancestral gene made an incomplete copy of itself. Because humans had the additional version whereas chimps did not, they concluded that the duplication occurred after the human and chimp lineages split off. Neither mice nor chimps have ARHGAP11B, but modern humans and their ancient relatives, the Denisovans and Neandertals, do. “That it was a human-specific gene duplication made it very exciting,” Huttner says.

After their genetic comparison of human and mice highlighted the same gene, he and his colleagues decided to put ARHGAP11B into developing mice. The number of cortex stem cells nearly doubled in the animals, and their brains sometimes developed folds, the researchers report online today in Science. The folds are not seen in mice but are found in primates. The researchers further discovered that the inserted gene causes some of the mouse’s early brain stem cells to make more intermediate stem cells than the animals usually have. In addition, those intermediates divided more frequently than normal before beginning to convert into neurons. These various effects ultimately increased the size of the mouse brain.

The result “emphasizes the likelihood that this gene was indeed important during mammalian evolution for the design of a new brain, bigger and more complex,” Borrell Franco says. Most likely, he adds there are more genes that are also involved in this design waiting to be discovered. 

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E meu comentário publicado no artigo da Science AAAS.Org 

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Congratulations to those researchers, but they made a mistake about the interpretations of the phenomena. Saying that “this gene had arisen after an ancestral gene made an incomplete copy of itself ” produces the belief that it was an event by chance due an error, which is not the case accordingly to Matrix/DNA Theory’s models. Same event has occurred when the plant cells divided and had arisen the animal cells, when the gene for chloroplast did not worked well. So, it is a pattern in evolution’s process. The Matrix/DNA formula for natural systems explains how and why such events occurs. That gene of chimpanzees was performing a normal function leading the brain as a system to be a closed system, which is against the evolutionary force and triggers the action towards opened systems, and expression of related genes. The complete explanation can be seen in this article ” Porque Humanos Desenvolveram Cérebro Diferente dos Ancestrais? Por um Êrro Genético…!?”, in Portuguese.

 

Mitocondrias e a Síntese de ATP: Pesquisa pela Matrix/DNA

sábado, fevereiro 28th, 2015

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http://www2.mrc-lmb.cam.ac.uk/achievements/lmb-nobel-prizes/1997-john-walker/

Mitocondria e a produção de ATP

 

The synthase produces ATP in our mitochondria.

( Tradução em andamento)

Energy Conversion in Cells

Conversão de Energia nas Células  ( Quando a energia dos alimentos vegetais vem primeiro da energia solar e minerais e é convertida em energia para os corpos animais… é isso mesmo?)

1997 Chemistry Prize – John Walker

“for their elucidation of the enzymatic mechanism underlying the synthesis of adenosine triphosphate (ATP)”

“pela sua elucidação do mecanismo enzimático que subjaz a síntese de trifosfato adenosina, o ATP”

John Walker

ATP – adenosine triphosphate – provides the fuel for life in all organisms from bacteria and fungi to plants and man. It captures the energy in foodstuffs and uses it in building cellular components such as DNA and proteins, in muscle contraction, in transmission of nerve messages and in many other processes.

ATP – trifosfato de adenosina – fornece o combustível para a vida em todos os organismos, de bactérias a fungos a plantas e animais. Ela captura a energia dos alimentos e a usa para construir os componentes celulares tais como DNA e proteínas, para as contrações musculares, para a transmissão de mensagens pelos nervos e para muitos outros processos.

In the late 1970s, John Walker began his studies of ATP synthase, a molecular machine that is the key enzyme in cellular energy conversion.

Nos ultimos anos dos 1970s, John Walker começou seus estudos sobre a síntese do ATP, uma maquinaria molecular que é uma enzima importante na conversão de energia celular.

He realised that a detailed knowledge was required in order to understand how it works.

Ele percebeu que um conhecimento detalhado era requerido para entender como ela funciona.

Therefore, he isolated the molecular machine involved in the production of ATP from the mitochondria, the power-houses in our cells.

Sendo assim, êle isolou a máquina molecular involvida na produção do ATP pelas mitocondrias, as casas-de-fôrça em nossas células. ( Que devem corresponder às usinas hidrelétricas tirando energia da água e tornando-a na eletricidade que alimenta nossas casas.  Se for assim, eu tenho 2,3 trilhões de micro-usinas elétricas no meu corpo. Quando eu começar a ficar duro de novo, vou começar a vender algumas… a uns 2 doláres cada uma. Queres comprar?)

He characterised its many component parts and showed how it is constructed from them. This work led to the realisation that the machine is driven by a mechanical rotary mechanism, a new principle in enzyme function. This discovery opened up new areas of chemical research as well as providing the basis for biomedical applications for the benefit of mankind.

The study of the process of energy conversion in biology continued at the MRC Mitochondrial Biology Unit. Here, John Walker and other researchers focused on understanding the biochemical and biological processes which occur in mitochondria, studying energy conversion in man and its involvement in human conditions such as aging, obesity and neuromuscular and neurodegenerative diseases, with the aim of eventually producing new therapies.

John shared the Nobel Prize with Paul Boyer from the University of California, Los Angeles, and Jens Skou from Aarhus University.

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Pesquisa tendo como base a fórmula da Matrix/DNA:

1) Comparar com o outro  artigo sobre ATP

O DNA Disperso das Bactérias… Estava Escrito nas Estrêlas

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Você sabia que seu corpo não é… bem… não é seu? Vocé só é dono/dona de 10% de seu corpo. Os outros 90% não lhe pertencem.

Calma, não fique alarmado/a porque não vou denunciar mais uma dessas teorias da conspiração, dizendo que alguma companhia ou governo se apossou do titulo de propriedade de 90% do seu corpo.

Acontece que seu corpo é formado por bilhões ou trilhões de células, mas 90% destas células pertencem a outros seres vivos, chamadas “bactérias”. Você é um eco-sistema ambulante! Portanto louco daquele que negligencia, ignora o conhecimento sobre o que é, como vivem, o que precisam, quem é, uma bactéria. Estará ignorando a maior parte de si mesmo. Vamos então aprender algo muito importante sôbre as bactérias.

Observe a estrutura básica de uma bactéria

 

As bactérias são dos seres vivos mais primitivos que apareceram na Terra, consistem apenas de uma célula, a qual está incompleta em relação as células mais modernas, como as que compõem 10% dos nossos corpos. Elas não possuem uma membrana separando o núcleo do resto da célula. Sem uma membrana nuclear, o seu DNA fica disperso, nadando, no liquido da célula, o citoplasma. Ora, isto nos leva a pensar que o ser ainda mais  primitivo que existia antes e evoluiu para bactéria, também não tinha membrana nuclear, que seu DNA tambem estava livre da cela nuclear. E é justamente isso que descobrimos depois da fórmula da Matrix/DNA. Acontece que esse ancestral da bactéria não estava na superfície da Terra e o seu corpo inteiro nada mais era que o próprio DNA. As organelas que hoje temos em nossas células – como ribossomos, mitocôndrias, lisossomos, etc. – estavam “dentro” do DNA! Eram as bases nitrogenadas e açucares que hoje constituem os nucleotídeos. Coisa de louco… mas totalmente racional.

Sugere a fórmula, que os sistemas astronômicos como os estrelares e galácticos, tiveram uma unidade fundamental comum a todos eles, assim como o DNA é hoje aqui na Terra, a unidade fundamental comum a todos os seres vivos. Essa unidade fundamental é como um tijolo, um bloco de uma construção, mas como esse nome no idioma português fica meio esquisito,vamos usar o nome em inglês: “building block”. Portanto, os sistemas astronômicos tiveram seu building block, mas a grande surpresa é que, ao montar a anatomia desse building block astronomico, a Matrix/DNA nos levou a perceber que se ele for miniaturizado – ou seja, reduzido seu tamanho astronomico para o tamanho microscópico – ele tem a mesma figura e funcionalidade de um par lateral de nucleotídeos… que é o building block do DNA! Imediatamente gritamos “Heureka!!!”… ao descobrir que o DNA nada mais é que o atual produto evolucionário de um building block universal, uma “Matriz”, que vem desde antes da formação dos primeiros astros e galaxias!

 

Mas tínhamos um problema: como é que o building block astronomico veio parar na superficie da Terra e levantar-se, sair caminhando como um ser vivo?!

Tem que ter sido por um mecanismo parecido com o processo genético: memória registrada de um corpo-sistema adulto, duplicação dessa memória e separação entre as duas duplicatas, transmissão dessa segunda cópia para um novo ambiente externo, construção de outro corpo-sistema obedecendo a ordem cronológica de como os dados foram registrados na memória, nova duplicação dessa memória, e assim se dá o ciclo da Vida que denominamos “genética”. Porque denominamos os dados registrados nessa memória, de “genes”.

Mas porque o processo genético tem que ter sido o mesmo aplicado na passagem do building block astronomico, para o building block dos seres vivos? Ora… pura dedução racionalista: não conhecemos outro processo natural que faça isso, todas as passagens posteriores dos building blocks biológicos foram por este processo, seria ilógico inventar imaginariamente outro processo por achar que antes os building blocks se moviam, se transmitiam, de modo diferente.

Então o que descobrimos quando aplicamos o processo genético para calcular como uma galaxia caiu na Terra e diminuiu tanto de tamanho e saiu por aí engatinhando atrás de comida?!

Não posso aqui descrever completamente como foi esse calculo,  pois isto demandaria um livro. Então vamos resumir.

O building block astronomico é um sistema e dinamico, funcional, quase assim como é o corpo de um ser vivo. Com uma importante diferença: enquanto o building block do DNA e todos os seres vivos são sistemas abertos – interagem com as coisas do mundo externo a eles, evoluem, etc. – o building block astronomico é um sistema fechado em si mesmo, não interagindo com nada desse mundo e pretendendo ser eterno, sem se transformar e evoluir. Tais sistemas seriam uma espécie de moto continuo, um motor perpétuo, se não existisse a lei natural da degeneração e morte, a qual pode ser medida por nós. A unidade de medição dessa degeneração não é o metro nem o quilo, ela se chama “entropia”. E quando  a entropia ataca o building block astronomico ela não começa pelo centro nuclear do sistema, mas sim pela superficie, pela periferia do sistema. Nos sistemas abertos, a degeneração e morte já está determinada no DNA, ela vem de dentro para fora; no sistema fechado ela vem de fora para dentro, como ocorre nas erosões das rochas. Parece até que Deus ou o Universo tem um propósito para as coisas que existem dentro do Universo formando a Natureza, esse propósito determina que haja evolução, que ninguem fique parado e eternizado numa forma provisória dessa evolução, por isso todas as formas são  provisórias, todas tem que serem transformadas e as antigas desaparecem, e se alguem tentar o contrario, não adianta, pois o Universo tem uma carta escondida nas mangas e aciona-a: “A Morte!” Brrrrr….

Começando de fora para dentro, a degeneração vai fazendo com que as menores particulas de um corpo saiam fora do seus canais e fluxos normais, de suas posições anteriores, e como o sistema é fechado não permitindo que nada entre nem saia dele, estas particulas degradadas de massa e energia se interiorizam, indo direto para o centro do sistema. Voces já ouviram falar nos temidos e nocivos radicais livres que se movem dentro dos nossos corpos? Pois são as tais partículas entrópicas, com a diferença que nossos corpos são sistemas abertos e podem expulsa-los.

Assim um sistema termodinâmico em equilíbrio começa a desmoronar e colapsa-se sobre si mesmo. Mas em se tratando de sistema astronomico, esse colapso demora milhões ou bilhões de anos humanos. Graças a esse tempo gigantesco, seres vivos podem surgirem dentro de um sistema em colapso, tem tempo para evoluírem e emigrarem para fora de um sistema solar e de galaxias antes que caiam sobre suas cabeças. Ora, quando os radicais -livres, que são as menores particulas de um sistema, e por isso vamos chama-las de bits-informação de um sistema, caem em direção a um centro nuclear, eles podem encontrarem no caminho um obstaculo, tal como um planeta, e assim se quedam e se agregam ao planeta. Ao continuarem caindo se juntam em certos locais. Acontece que cada particula imita o tôdo, é o todo miniaturizado, e se o todo é um sistema funcional, como são os sistemas vivos, estas particulas parecem e se comportam como “vivas”. Ao se encontrarem com suas antigas vizinhas vão se conectando e depois se conectam com as que eram vizinhas mais distantes… e acabam por recriar o sistema de onde vieram… em miniatura! Isso é o mesmo que… genética! Esta era a forma não-viva, cosmológica, da genética, antes dela chegar a nós. Um corpo humano adulto, medindo 2 metros e pesando 80 quilos, é reduzido a um microscópico óvulo ou espermatozóide, transmitido para um novo ambiente, e dali, um corpo humano é formado com 30 centimetros e 3 quilos, para crescer e ter as mesmas medidas do corpo do qual veio! Nanotecnologia e giantologia naturais! Esse mundo não é mesmo… bonito ?!

E fica ainda mais bonito quando percebemos como agora… que tudo já estava escrito nas estrêlas!

Mas notamos que existe uma diferença na transmissão genética entre um buiding block astronomico para um building block do DNA, e na transmissão da memória de um corpo humano adulto para um bebê: enquanto no caso humano o genoma vai encerrado dentro de um pacotinho, uma membrana nuclear ( como é o espermatozóide, o óvulo), no caso astronomico ele vai “disperso”, com seus bits separados, no tempo e no espaço.

Êpa!… Êpa! Pera aí… Você disse “disperso”? Mas já ouvi essa palavra hoje e aqui… onde foi mesmo?

Dissemos que o DNA da bactéria está disperso no citoplasma. Ele tambem não tem uma membrana como nos espermatozóides ou nas células modernas. Mas o DNA das bactérias já apresentas um grande avanço evolutivo em relação a seu ancestral que paira nos céus: ao menos, ele não tem seus bits, seus genes dispersos.

Você percebeu como fica bonita a História do Mundo quando conseguimos entender mais coisas e começamos a juntar os palitinhos? A conetar os elos evolucionários? A bactéria é uma forma intermediaria entre o ancestral celeste e a primeira célula realmente completa na Terra. Antes era a dispersão total, dos genes separados entre si e das cópias da “Matriz/DNA” tambem separadas entre si. Depois os genes conseguiram se unir e formar um todo coeso, mas esse todo ainda era disperso no ocano de citoplasma. Depois se gerou uma membrana para separar o todo coeso do resto da matéria externa, nada mais é disperso agora. Assim caminha a evolução: passo a passo, degrau por degrau, os building blocks vão construindo um edifício cada vez mais sólido, perfeito. Uma bolinha inicial no meio de um oceano – uma mórula no meio amniótico – se torna um forte e belo edifício… glup… quero dizer… um belo bebê!

Mas parece mesmo que tem alguma inteligencia fantástica por trás disso tudo! Essa diferença entre transmissão de dados dispersos ou empacotados causa um resultado tambem bem diferente: se os genes chegam num ambiente dispersos, se juntam meio caoticamente e formam sistemas incompletos, de muitas formas diferentes; se os genes chegam todos unidos dentro de uma nave ou capsula membranosa, só existe uma forma possível a ser gerada, que é a cópia exata do sistema de onde vieram. Por isso que os genes vindos do céu criaram na terra essa enorme diversidade de formas de seres vivos…, enquanto os genes que vieram de nossos pais só poderiam criar uma unica forma de ser vivo… à imagem e semelhança de nossos pais. Entendeu agora de onde surgiu essa diversidade das espécies? E o mundo não é mesmo uma belezura?

Devido o mundo e suas criações – como os corpos humanos – serem belos, é que eu queria ser o dono único do meu corpo total. Estou mesmo decidido a botar estes 90% de bactérias para fora…

Glup… Mas aí vou ficar com apenas 18 centimetros de altura, 8 quilos, e não acho que meu corpo vai funcionar mais direito. Está decidido! Podem ficar aí… donas bactérias.

Célula: Mitocondria DNA, Replicação de Mitocondrias, etc.

quinta-feira, janeiro 8th, 2015

Este interessante assunto é tratado no forum com link abaixo, com varios links para papers:

http://www.biology-online.org/biology-forum/about28278.html