Archive for the ‘Ateísmo’ Category

Aos radicais e fundamentalistas cientificistas: nao existem bases factuais para um entendimento da existencia.

terça-feira, junho 19th, 2018

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Tendo sido todas as observações astronômicas, fenomênicas, mensurações, contagens, teoremas, teorias, formulações e colocações inteligíveis da ciência baseados no empirismo dos últimos 10.000 anos, isso não seria pouco para se assegurar as suas veracidades e aplicação geral pelo Universo (durante todo tempo e espaço)?

Quem já leu sobre a história da ciência, sabe que foi crível a colocação de a Terra ter 100.000 anos de existência e o Universo só 1 milhão deles ao fim do séc. XIX! Quem ve uma foto recente do Universo por um aparelho possante como Hubble, nao pode evitar a sensacao que vem da conscientizacao da nossa pequenez e do quanto pouco podemos saber por enquanto. O espaco se perde na imensidao de galaxias em galaxias sem fim, e sendo logico concluir que nenhuma galaxia e’ igual a outra, que cada uma tem um aspecto diferente que revela mais algum detalhe da natureza universal, portanto, para conhecer esta totalidade, teriamos que conhecer antes galaxia por galaxia.

Sem detalhar aqui o fato que nossos sensores que captam os fatos sao limitados e poucos, captando apenas um setimo da realidade do mundo, aquela faixa que se refere `a luz visivel, e sem detalhar o fato de que a desconhecido dark matter parece compor 95% da realidade que nos e’ desconhecido, concluimos que loucos sao aqueles que vociferam com radicalismo arrogante qualquer que seja sua visao ou entendimento do mundo. temos que nos concientizar que quase nada sabemos para nos incentivar a buscar mais conhecimento com animo.

O princípio acadêmico que julga e pondera nao apenas os fatos conhecidos e realmente provados, mas tambem as teorias e hipoteses, tendo por base aprovar apenas as teorias que sejam sequencias calculadas a partir do conhecimento academico, refutando como “pseudociencias” todas as demais, não seria um modelo ultrapassado? Pois lida com apenas a parte conhecida, descartando a maior parte, ou seja, a desconhecida na razão de 1 para o infinito?

Debate entre experts em Ciencias e Religiao. Questao: Ciencia refuta Deus?

sexta-feira, junho 8th, 2018

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Nos, agnosticos da cosmovisao da Matrix/DNA, somos “indecisos” nesta questao. Para nos o problema todo esta’ na palavra “Deus”, “God”. Suspeitamos que o atual conhecimento cientifico de fato – sem as teorias dos trabalhadores das ciencias, conhecidos como “cientistas” – desaconselha a fe’ num tipo de Deus tal como e’ descrito na Biblia. E provavelmente todos os outros tipos de deuses descritos nos livros sagrados das outras religioes. Mas os nossos modelos e calculos nos levaram a suspeitar que existe uma especie de “superconsciencia” em outra dimensao alem da que podemos captar com nossos sensores e alem do que tem captado o conhecimento cientifico atual. Esta suspeita superconsciencia seria diferente de todas as descricoes de Deus, portanto evitamos denomina-la Deus ou por outro nome alegorico qualquer.

Esta suspeita surge principalmente de um calculo muito simples dentro dos nossos modelos:

Neste Universo existe, internamente, um sistema natural, que surgiu a 14 bilhoes de anos atras e vem evoluindo, no sentido de que ele surgiu no estado de extrema simplicidade e atraves da Historia Natural Universal tem ate’ agora se transformado no sentido de cada vez mais complexo. Varios outros indicios notados nos nossos modelos resultam na sugestao de que neste Universo esta’ ocorrendo um processo evolutivo pelo simples metodo genetico. Entao nos voltamos para observar a Natureza que conhecemos e procuramos alguma situacao onde um sistema surge em extrema simplicidade, evolui do simples para o mais complexo, e pelo metodo do processo genetico. Isto porque nossas conclusoes teoricas so’ se tornam reais teorias da cosmovisao se encontrar-mos na Natureza real um parametron Comprovado e conhecido por todos. A Teoria de Hawkings sobre uma hipotetica existencia de buracos negros nao passaria neste crivo, pois nao encontramos em nenhum outro lugar um parametron Comprovado real que nos avise que a Natureza e’ capaz de fazer tal objeto.

Encontramos uma situacao comprovada e conhecida por todos que se encaixa perfeitamente como parametro real: trata-se da fecundacao, gestacao e desenvolvimento de cada novo ser vivo. Eles surgem num estado de extrema simplicidade ( uma celula dentro de um ovo); eles evoluem dp mais simples para o mais complexo: e eles sao feitos pelo metodo genetico. O achado nao foi surpresa, pois como nao cremos em magicas sobrenaturais, e portanto este Universo nao poderia criar por magica informacoes que ele nao continha na sua origem, entao ele nao poderia ter inventado outro processo para criar coisas como sistemas vivos que nao fosse o mesmo processo pelo qual ele foi criado.

Encontrado o parametro real, comprovado que a Natureza pode fazer e realmente fez o que pressupoe a teoria, passamos ao estudo comparativo entre a historia do corpo vivo criado e a historia do sistema universal criado. Assim vamos projetando o que conhecemos da micro-historia visivel aqui e agora sobre a macro-historia nao visivel do passado, pressentida no presente mas tambem nao visivel no futuro; e fazemos o exercio contrario ou seja, projetando o que se conhece cientificamente do macrocosmo sobre este evento microcosmico. Assim vamos encontrando num as respostas que faltam mas estao no outro, o que ajudou-nos a aprimorar as duas narrativas destas historias.

Mas um detalhe fragrante salta ao0s olhos, o qual parece sr uma crucial diferenca: em certo momento ( dos 6 aos 8 meses de gestacao) o cerebro do ser vivo humano apresenta a propriedade da consciencia. Isto significa que na evolucao do sistema dentro deste Universo, esta propriedade surgiu nos seus 14 bilhoes de anos. Nao ha’ nenhuma dificuldade aqui porque estamos contando os dois tempos sob a perspectiva humana, entao o que e’ feito em 7 meses na micro-escala humana pode corresponder ao que e’ feito em 14 bilhoes de anos na macroescala do universo.

Mas.… sabemos que nao e’ cada novo cerebro recem formado humano que inventa pela primeira vez no mundo a propriedade da consciencia, porque sabemos que ela ja existia antes, na especie humana, que esta fora e alem do pequeno universo oval do feto. A consciencia ja existia desde o momento da fecundacao na heranca genetica recebida, portanto nos 6 meses  – desde as formas de celula inicial, morula, blastula, feto, e ate a de embriao – ela existiu no estado potencial, nao expressada. Em relacao a historia universal nao temos nenhuma evidencia ou pista para concluir se foi este universo que inventou pela primeira vez no mundo a consciencia, ou se ela ja existia antes e alem dele. mas esntao aplicamos o mesmo metodo de projetar o conhecido da micro-historia sobre seu espelho que ‘e a macro-historia e chegamos a nova teoria de que nestes 14 bilhoes de anos – desde a forma de sistema atomico, estelar, galactico, celula vegetal, e animal irracional – a consciencia esteve no estado potencial, sem ser expressada. E por conseguinte temos que transportar a fonte desta consciencia no fato observado aqui e agora como fonte para o fato existente mas ainda nebuloso da macro-historia, e chegamos a teoria de que a consciencia humana nao foi inventada dentro deste Universo, mas sim ja deve ter existido antes das origens e alem do Universo.

Entao o que denominamos como superconsciencia cosmica em nada se compara com as definicoes de deuses de todas as religioes conhecidas. Pelo que conhecemos da Ciencia humana – seus fatos comprovados – ela nao pode refutar esta teoria, muito pelo contrario, por ser uma teoria intrinsicamente naturalista, ela deveria aceitar como a mais provavel teoria que ela pode produzir sobre tal assunto. Ela ‘e mais consistente do que a teoria de que do nada veio tudo, pois nao existe aqui e agora nenhum parametro conhecido onde um Comprovado nada gera alguma coisa. O fato teorico que embasa a teoria do nada ‘e o resultado zero da energia do universo, mas isto feito equivocadamente, porque a existencia do sistema natural universal nao tem como essencia primeira a energia, ela veio encriptada como codigo em algo que sobra quando as energias se auto-anulam: a luz. Em outras palavras, seja como for, o reino alem deste universo nao nos enviou nenhuma energia, mas sim um a onda de luz, a qual, ao avancar, no seu atrito com a substancia especial que pode ser um eter ou a materia escura, produz a energia positiva, e na sua volta `a fonte, produz a energia negativa. As duas devem ser descartadas quando o universo, como qualquer ovo, com sua clara formada de galaxias fazendo o papel da placenta, e’ descartados ao nascer da criatura.

Vamos entao ao debate no video, e a seguir tentaremos assinalar e analizar cada ponto fundamental citado por ambos lados:               

DEBATE: Atheists vs Christians (Krauss + Shermer vs D’Souza + Hutchinson)

8:24 Lawrence Krauss (Atheist)

15:45 Ian Hutchinson (Christian)

23:34 Michael Shermer (Atheist)

31:02 Dinesh D’Souza (Christian)

 

Um Hino contra a teoria do acaso e a explicação para as longas aristocracias predadoras

terça-feira, janeiro 30th, 2018

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La farsa universal, y: La Teoría del DNA/RNA (página 2)

http://www.monografias.com/trabajos65/farsa-universal-teoria-dna-rna/farsa-universal-teoria-dna-rna2.shtml

Qual a força que fez os marinheiros da Idade Media se lançarem nas águas de um oceano sem ver outra margem, sem nenhum tipo de orientação para navegação, sem a menor garantia de que poderiam retornar vivos a partir de certo ponto?! nao conheco explicação racional e acho perda de tempo procura-la, pois penso que nao existe, nao em relacao `a atual Razao humana.

O que fez um animal como o réptil, quase sem cerebro, de sangue frio, existindo apenas para comer e portanto uma máquina para matar, que na fome comia os próprios ovos e os filhotes, se tornar um mamífero?! Uma fêmea que perdeu sua agilidade e produtividade para seu alimento, ficou pesada e presa fácil a predadores, além das dores e incômodos da gravidez, para não falar da resistência a botar logo os ovos ou filhotes e come-los? Nao tem explicacao racional nem irracional, e isso e’ um dos maiores problemas para a teoria da selecao natural, pois essa femea jamais seria selecionada como adaptada.

A resposta talvez esteja aqui:

” Why should this force preserve what we consider undesirable or disgusting? Because it must operate with a larger perspective in mind, a perspective that transcends our own personal preferences whether, we like it or not.”

Que se completa aqui:

” Mother Nature has taught us that She never leaves anything to chance ”

Que confortável ideia se isto for provado verdade.

O author aplica este pensamento em varios casos e um deles, que tem sido meu grilo incomodo na cuca por muitos anos, e’ o caso de que os grandes predadores se mantem no poder sempre ganhando mais e mais e por muito tempo. De maneira que por exemplo, as familias Rockefeller, Rothschild, etc., estao ai a seculos deitando e rolando, no que nos se apresenta como total falta de justica divina. Entao o autor sugere que a existencia de predadores deve ter em si uma utilidade para se efetivar no futuro cujos motivos ultrapassam nossa conhecimento e capacidade de compreensão. Talvez, senao existirem predadores, as presas nunca seriam motivadas a deixarem a acomodação como presas e nunca evoluiriam, ate serem exterminadas quando exterminassem toda a vegetação. Talvez…

Ou talvez, simplesmente este não passa de mais um mero ciclo cosmológico da dualidade universal, em que duas forças opostas inicialmente se conflitam, depois se fundem, se transcendem numa unica nova forma e assim aquele nível do dualismo desaparece. Para nos humanos, o tempo da permanência de uma das forças na dominação pode parecer demasiado longo, mas como ele e’ um processo cosmológico onde o tempo e’ contado em milhoes ou bilhoes de anos, o processo está corretamente dentro de seu tempo.

Na Teoria da Matrix/DNA aparece clara a explicação da força que se impos ao reptil para aquele sacrificio e transformacao. Quanto ao longo tempo dos predadores, os modelos da Matrix/DNA sugerem que a explicação vem de um cálculo. Pegue-se um corpo humano, defina-se a duração de sua longevidade, por exemplo, 80 anos. Em seguida separe estes 80 anos em sete frações nao iguais, cada uma correspondendo ao tempo de duração de cada forma do corpo humano em sua vida. A faixa de tempo que leva de uma forma para mudar em outra – por exemplo, da forma de criança para adolescente, ou da puberdade `a forma de adulto, será mais ou menos um sétimo ou 11 por cento dos 80 anos. Agora pegue-se o total de anos do ciclo vital dos universos e dividamo-lo pelas mesmas sete partes. O resultado será o tempo em que aqui existirao predadores e presas biologicas. Como não se sabe quantos anos ainda viverá o universo que ja conta com 13,8 bilhões de anos e nao se sabe localizar o predador biológico na formula da Matrix, não podemos fazer este cálculo. Apenas ficamos sabendo que e’ muito tempo para os predadores dominarem.

( quando tiver tempo devo retornar a esta monografia e traduzi-la, tem muitas informacoes e insights )

Cientistas religiosos e ateus, ambos projetam experimentos baseados em suas ideologias. Quem esta’ certo?

terça-feira, janeiro 16th, 2018

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Visto no artigo:

EVOLUTION IS SLOWER THAN IT LOOKS AND FASTER THAN YOU THINK

https://www.wired.com/2017/03/evolution-slower-looks-faster-think/

Seção dos comentários:

-” Creationist scientist is an oxymoron. Unlike true scientists, a “Creation Scientist” starts with the answer, which is “God did it”, and proceeds to design “experiments” to validate that answer.”

-” A creation scientists is simply one who believes in the literal account of Genesis.
I hope you don’t call your self an evolutionary scientist! Because in your reasoning, that would mean starting with the answer, which is “random chance and time did it”, and proceeding to design “experiments” to validate that answer.”

Raios, a meu ver os dois estão certos. Cientistas misticos que acreditam literalmente na narrativa de Gênesis  – sem base racional – numa resposta definitiva para explicar os mistérios do mundo, ” Deus fez isto”, e partindo desta premissa na mente, projetam experimentos nesta unica linha de logica, esperando provar sua fé. Por outro lado, também ainda não se pode provar que evolução seja o processo básico da natureza universal. Cientistas que acreditam literalmente nesta narrativa – sem prova cientifica – partem desta crença para projetar novos experimentos, esperando encontrar a prova.

Como resolver isto? Sendo imparcial?

Acho que racionalmente, quando temos um fenômeno natural sem explicação ( como a origem das especies e sistemas naturais), devemos procurar alguma outra situação da natureza que seja a imagem e semelhança do fenômeno, e que saibamos a explicação. Então, neste caso, não conheço nenhuma outra situação na Natureza onde múltiplas variações de um fenômeno tenha sido criado por magica por uma entidade sobrenatural. E conheço um fenômeno em outra situação da natureza onde vejo um processo a imagem e semelhança da evolução: embriogênese de um corpo humano. Vejo ali ocorrendo transformações de formas, sendo que cada ultima forma ‘e mais complexa que as anteriores, e isto, para mim, define “evolução”. Por isso, mesmo sabendo que minha evidencia não prova que exista universal evolução, vou seguir a bandeira dos cientistas evolucionistas. Não tenho a menor base racional para seguir a outra bandeira.

Dois embrioes em gestacao conversando – por Laurie Seymour

segunda-feira, dezembro 18th, 2017

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Consciousness: Two Babies Talking in the Womb By Laurie Seymour

The Parable

In a mother’s womb were two babies.  The first baby asked the other:  “Do you believe in life after delivery?” The second baby replied, “Why, of course. There has to be something after delivery.  Maybe we are here to prepare ourselves for what we will be later.” “Nonsense,” said the first. “There is no life after delivery.  What would that life be?” “I don’t know, but there will be more light than here.  Maybe we will walk with our legs and eat from our mouths.” The doubting baby laughed. “This is absurd!  Walking is impossible.  And eat with our mouths?  Ridiculous.  The umbilical cord supplies nutrition.  Life after delivery is to be excluded.  The umbilical cord is too short.” The second baby held his ground. “I think there is something and maybe it’s different than it is here.”

The first baby replied, “No one has ever come back from there.  Delivery is the end of life, and in the after-delivery it is nothing but darkness and anxiety and it takes us nowhere.” “Well, I don’t know,” said the twin, “but certainly we will see mother and she will take care of us.” “Mother?” The first baby guffawed. “You believe in mother?  Where is she now?”  The second baby calmly and patiently tried to explain. “She is all around us.  It is in her that we live. Without her there would not be this world.” “Ha. I don’t see her, so it’s only logical that she doesn’t exist.”   To which the other replied, “Sometimes when you’re in silence you can hear her, you can perceive her.  I believe there is a reality after delivery and we are here to prepare ourselves for that reality when it comes….”

Teoria da Abiogenese Descrita como Desinformada por Um Químico Famoso em Síntese Quimica

quinta-feira, setembro 28th, 2017

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Texto original em inglês para ser usado em comentários com defensores da teoria:

Professor and Chemical Synthesis scientist, James Tour:

” We have no idea how the molecules that composes living systems could have been devised such that they would work in concert to fulfill biological’s functions. We have no idea how the basic set of molecules, carbohydrates, nucleic acids, lipids and proteins, were made and how they could have coupled in proper sequences, and then transformed into the ordered assemblies until there was the construction of a complex biological system, and eventually to that first cell. Nobody has any idea on how this was done when using our commonly understood mechanisms of chemical science. Those that say that they understand are generally wholly uninformed regarding chemical synthesis.”

Traducao:

Professor e cientista em Química Sintética, James Tour:

” Nos não temos ideia de como as moléculas que compõem sistemas vivos teriam previsto de tal maneira que elas iriam trabalhar em concerto para executar funções biológicas.  Nos não temos ideia como o conjunto básico de moléculas – carboidratos, ácidos nucleicos, lipídios e proteínas, foram feitos, e como elas poderiam ter se conectado nas apropriadas sequencias, e então se transformadas em montagens ordenadas ate que haveria a construção de um sistema biológico complexo, e eventualmente, chegar `a primeira célula. Ninguém tem nenhuma ideia sobre como isto foi feito quando usamos nossos comuns e entendidos mecanismos da Ciência Química. Aqueles que dizem que eles entendem são geralmente totalmente desinformados a respeito de síntese química.”

Matrix/DNA: ” Isto acontece ainda porque a humanidade não conhece a formula da Matrix/DNA, não desenvolveu capacidades para percebê-la nos fótons que vagam na atmosfera e superfície sólida terrestre, e não podem identificar e coordenar a exata sequencia destes fótons dentro dos elétrons que estão dentro dos átomos que estão dentro destas moléculas.

Como cada separado grupo de operários dentro de uma fabrica fazendo separadas e especificas pecas sabem que suas peças serão unidas a outras peças sendo feitas em outros lugares por outros grupos sabem que estarão fabricando no final um carro? Como vão modelar sua peça para que ela se encaixe perfeitamente no seu lugar entre as outras peças que eles podem nem fazer ideia que estão sendo feitas? Resposta: não precisam saber, eles não fazem as peças criadas por eles e dirigidos por eles mesmos, são meros autômatos obedecendo um comando que vem do alem de suas secções na fabrica. Assim aconteceu na montagem das primeiras moléculas como as proteínas, o RNA, etc. , e depois na montagem da primeira célula viva. Poderiam alegar que não foi necessária nenhuma coordenação ou operação dirigida para um objetivo, que simplesmente as moléculas possuiriam forças que se tornam tendencias e em milhões de repetições destas tendencias no meio dos mais variados ingredientes por acaso se lhes agregaram novos ingredientes que resultou em melhor operacionalidade da molécula e com isso foi selecionada naturalmente. Soma-se milhões ou bilhões destes progressos enquanto o conjunto vai se tornando cada vez mais complexo e no final se tem uma célula viva. Eu não tenho a capacidade para provar ou desaprovar esta hipótese, mas ela se torna eleita como correta quando penso que também no caso dos carros, a principio o homem usou as rodas que havia na Natureza, depois fez a carroça, depois atrelou o cavalo, depois imitou o corpo do cavalo de maneira mecânica e aperfeiçoou a carroça até chegar ao carro moderno, sendo que antes da roda ninguém tinha na mente o plano de fazer carros e nada invisível comandou os humanos nesta bem sucedida operação. E porque não teria ocorrido o mesmo com os elementos da Natureza irracional por eles mesmos? Temos um forte e convincente parâmetro de base para esta hipótese, um parâmetro que é um provado fato natural: a historia da construção dos carros por humanos. Mas… também temos um outro forte e convincente parâmetro para outra hipótese que a mim me parece ainda mais convincente. Nenhum ingrediente isolado dentro de um ovulo recém-fecundado inicia por si só a operar com um objetivo final em vista, porem no final eles terminam produzindo um sistema vivo muito complexo. E neste caso sabemos que existe um comando invisível dirigindo a operação, o qual veio de uma fonte externa ao ovulo, que é a especie humana. Isto existe comprovada num processo que denominamos “genética”. Ora, sendo a genética um resultado puramente natural, produzido pelo mero movimento da Natureza, porque iriamos racionalmente eliminar a hipótese de que aquelas operações das primeiras moléculas teriam sido dirigidas por um processo genético já existente na Natureza, em escala de tempo e espaço maiores, o que poderíamos chamar de “macro-genética”? A meu ver, racionalmente não podemos eliminar esta hipótese e não conheço nenhum fato comprovado que desaconselhe esta hipótese. Estamos com o problema então de ter duas hipóteses com dois parâmetros corretos e comprovados ambos candidatos com 50% de chance cada um de se tornar a verdade do que de fato ocorreu naquelas eras longínquas e com aqueles punhados de átomos iniciais. Dividem-se os humanos em dois grupos em relacao a preferencia intuitiva sobre as duas hipóteses. Desde que a verdade interessa igualmente aos dois grupos, e ambos racionalmente sabem da força do grupo concorrente, não deveria haver confrontos e competições, mas sim, e ate mesmo ajudas mutuas de um grupo para o andamento do outro grupo. No meu caso particular eu tenho preferencia intuitiva por uma das hipóteses, mas estou de mãos oferecidas para ajudar o outro grupo no que for possível, pois sei que eles podem estar no caminho certo e eu no errado.

A minha preferencia pela hipótese da macro-genética se deve ao fato que eu investi alguns anos iniciais na investigação da outra hipótese quando ninguém sequer conhecia ou havia se despertado pela hipótese da macro-genética, e nessa investigação por casualidade na selva amazônica encontrei fortes indícios de que a teoria da abiogêneses por acaso tinha algo de muito errado, pois ela ignorava os padrões naturais repetitivos que eu ia descobrindo dia a dia na selva. Ora se existe repetição de algo isto é o comum, é a lei, e não acaso. O acaso só pode ocorrer uma vez numa historia de um Universo, senão não é acaso. Ter-se -ia que observar outro universo em que por acaso as condições gerais que produziram o aventado acaso aqui também produziu o aventado acaso acola’. Se a teoria havia ignorado os padrões era minha obrigação inseri-los, pois continuar omitindo-os seria desonestidade, já que a Natureza esta mostrando-os e portanto avisando que eles devem terem atuado também nos tempos remotos. Ao inseri-los, um novo surpreendente mecanismo do mundo começou a se insinuar, criou corpo solido e racional, e assim nasceu em mim a hipótese da macro-genética, que depois trouxe a bombordo a novidade da hipótese da macro-evolução universal. Desta forma, o sistema natural maior em que esta’ inserido este planeta que funcionou como uma especie de ovulo incubador da vida biológica se insinuou possuidor de um comando de instruções externo que teria se inserido nos átomos terrestres e dirigidos `as conexões iniciais para formarem as moléculas, e com estas a primeira célula viva, a qual já estava por ele prevista, apesar dos erros das mutações que ocorreram devido a rudeza do ambiente terrestre. Apenas por estas experiencias pessoais eu me inclino a apostar na hipótese macro-genética, a qual continuarei a testar enquanto não aprova-la ou desaprova-la ou até o dia da minha morte, se o grupo que vem pelo outro lado e pelo qual igualmente estou torcendo não chegar primeiro `a solução pelo seu método.”   

 

https://www.youtube.com/watch?v=_zQXgJ-dXM4

About Professor James Tour: http://www.jmtour.com/
(Video nao permite comentarios)
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A proposito, vindo de outra fonte, o seguinte dialogo esta na mesma linha de pensamento:

Kennith Young –

How could a Primordial soup baby survive the harsh environment…?

Mike Klass – 

It couldn’t. In fact studies done clearly show molecules are broken up at a far faster rate than they are formed (unless the so called scientists place a condensing trap in their experiment). When they do form it’s tiny bits of protiens that are quickly blasted apart by the water and heat and could never become long enough to actually do anything. Evolutionists tell us the very simplest self replicating life form would need about four hundred genes along with all the coding molecular machines to read, translate and build the thousands of other molecular machines that work a enzyems, filters, motor protiens, scaffolding, etc. etc. etc.. Then there’s DNA that are the codes for all these machines and it’s all prpelled by ATP, an energy molecule that’s produced by a very tiny revolving motor that runs on protons (at 100% effeciency) instead of electrons like human motors, It spins at 10,000 RPM. The DNA holds the coding for the 30-40 protiens that assemble into this machine so one machine marks where the translators need to star splitting the DNA followed by others that assemble the protiens, transfer them to another area where they are folded then taken elsewhere to be assembled into machine. Hmmm, huge chicken and egg problem.
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Materialismo darwinista x Biologia Quantica – Video

sábado, agosto 5th, 2017

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Ver:

https://www.youtube.com/watch?v=LHdD2Am1g5Y

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna, versus a Genese segundo a Matrix/DNA Theory

terça-feira, agosto 1st, 2017

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O artigo copiado abaixo e’ a mais recente e bem explicada para os leigos, sintese do que se acredita hoje no nivel dito ‘cientifico”, tenha sido as origens e desenvolvimento do universo, nosso unico mundo palpavel. Deve-se reconhecer nele o gigantesco e heroico esforco de humanos por seculos em busca do conhecimento existencial. Muitos passos desta teoria foram calculados apos observacao do que acontece aqui e agora, nas reacoes quimicas e fisicas dos laboratorios. Entao se aqui a fusao de hidrogenio produz helio, e hidrogenio deve ter sido o primeiro elemento produzido nas origens, entao conclui-se que da nebulosa de hidrogenios veio a nebulosa de helio, e assim por diante.

Eu, particularmente, e ainda na minha infancia, me senti insatisfeito acompanhando o rumo que essa teoria tomava, pensava que os metodos de deducao estavam incorretos. parecem-me demasiado reducionistas. Para um microbio dentro de um ovulo que observasse a fecundacao e os primeiros passos do desenvolvimento fetal de um humano, sua teoria seria igualmente reducionista, analisando os movimentos fisico-quimicos. Porem o responsavel por todos os movimentos seria algo invisivel, o DNA, e entao a teoria do microbio teria saido totalmente fora da razao.

Quantas coisas mais havia nas origens do universo alem das particulas efemeras, do hidrogenio? O problema deste reducionismo e’ que a teoria final induz a pensar-se num universo sem sentido, sem significado existencial, fator que e’ o mais importante para nos quando buscamos qual o significado da nossa existencia. Desconhecendo a existencia do DNA, e do universe muito maior e mais complexo alem do pequeno ovulo, ignorando o produtor de tudo aquilo, que foi uma criatura humana, o microbio veria meros movimentos que julgaria sem conexao e portanto tudo produto do acaso no mero desenrolar de forcas brutas.

O metodo de usar o que acontece aqui e agora para deduzir o que aconteceu la’ e’ logico, racional, o unico racional que temos. Mas como surgem varias ramificacoes religiosas de um unico livro porque cada grupo seleciona algumas mencoes e ignora outras, me pergunto porque a inteligencia moderna esta selecionando apenas as reacoes fisico-quimico e entre apenas o que estamos vendo, para elaborar esta teoria cosmologica do todo. E se havia elementos, principios, biologicos, neurologicos, ou ate’ mesmo mentais, incluidos nos eventos da origem? Onde estava na simplicissima nebulosa de hidrogenio inicial as forcas e elementos naturais que mais tarde produzria a biologia, a neurologia, a consciencia? Sem ver o DNA e o universo la’ fora, o microbio nem sequer pensaria nisso. Fecharia questao em torno de sua grande visao teorica e tudo isso que outros aventassem seria considerado imaginacao ou sonhos de poetas. Mas sabemos o quanto ele estaria errado. Mas nao podemos permitir que mentalidades de microbios facam as cabecas e doutrinem nossos filhos nas escolas, como esta’ infelizmente acontecendo, basta ler o artigo abaixo.

Na visao academica escolar estou vendo um enredo que imita o que acontece na Biblia quando ela se divide em velho e Novo Testamentos. No novo testamento, o Deus do velho feito homem surge e age totalmente diferente do deus no velho, para desespero dos judeus. O Messias nao foi nada do que esperavam, tendo sua visao de mundo baseada no Deus vingativo, cruel, escravagista e selecionador de alguns filhos em detrimento dos demais, todos fatores que lhes convinham. Assim, a moderna cosmovisao dita cientifica dividiu a Historia Universal em dois capitulos, a Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ 10 bilhoes de anos de idade, e a Evolucao Biologica nos ultimos 3 a 4 bilhoes de anos. Uma nada tem a ver com a outra. Assim como os hebreus deturparam totalmente deus no velho testamento, a moderna academia deturpou totalmente o velho testamento da Historia Universal.

Eu coloquei em cheque a teoria academica e experimentei usar outros fenomenos naturais reais do aqui e agora, aplicando-os para deduzir o que aconteceu la’. Pois na evolucao biologica houve na verdade desde suas origens, a transformacao de uma especie de celula inicial em novas especies com mais complexidade e essa linhagem perdurou ate’ chegar no humano. Muitas especies paralelas surgidas e que nao levavam ao humano foram descartadas. Entao intui que tambem a nivel universal, desde um tipo inicial de sistema natural evoluiram outras formas deste sistema, cada vez mais complexas, ate chegar a celula viva inicial, e depois ao homem. E porque nao? Porque a evolucao universal teria aplicado uma regra para a cosmologica e outra diferente para a biologica?!

Mas se foi assim os atomos, as galaxias sao tao nossos ancestrais quanto o sao as bacterias e os ditos primos do macaco. E se foi assim, dentro daqueles atomos e galaxias havia uma especie de DNA dirigindo tudo como existiu sempre nos ultimos 4 bilhoes de anos.

Este foi um dentre outros motivos que me fez arregacar as mangas, ir la na natureza virgem da selva intocada ainda testemhunha dos primeiros eventos nas origens da vida, buscar esquematizar este Sistema e esmiucar tudo em busca do ancestral cosmologico do DNA. E como resultado encontrei a formula da Matrix/DNA, a qual muda muita coisa na descricao historica do artigo academic abaixo mas o mais importante, aponta na direcao de um estupendamente racional significado da existencia deste mundo e de nos mesmos dentro dele.

Vamos a ver como esta a ultima forma mais atualizada da cosmovisao escolar academica: 

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna

 

Trezentos mil anos após o Big-Bang a luz surgiu, em meio a uma mistura negra de gases primordiais e imersa em um oceano de matéria invisível. Centenas de milhares de anos depois, o Universo foi lentamente mergulhando em trevas, uma fase desconhecida da formação do Universo conhecida como “Idade das Trevas” que durou quase meio bilhão de anos. Então em meio às camadas de gás (hidrogênio, hélio e pequena quantidade de lítio) houve um acúmulo desses gases em nuvens difusas até que, à medida que se esfriavam, passaram a se concentrar no centro de cada nuvem em aglomerados do tamanho do nosso Sol. Atraindo cada vez mais gás circundante, cada aglomerado transformou-se em um gigante astro, cerca de 100 vezes maior que o nosso Sol, e a intensa compressão de seus núcleos desencadeou as reações de fusão nuclear do hidrogênio que deram origem às primeiras estrelas do Universo.

Com uma vida breve de cerca de alguns milhões de anos, elas se extinguiram em explosões (supernovas), lançando no Universo elementos mais pesados, como o oxigênio e o carbono, sementes de futuras estrelas e planetas. Dessa forma, 2 bilhões de anos depois do Big-Bang já tínhamos as primeiras galáxias, com seus buracos negros e quasares, e, 4 bilhões de anos depois, as estrelas em seus vários tipos: supernovas, gigantes vermelhas, gigantes azuis e anãs marrons. Estima-se que em aproximadamente 100 trilhões de anos cintilará a última estrela formada de maneira convencional e uma nova era terá início.

Existem duas maneiras possíveis para a formação dos astros. Na primeira, a nuvem de gás e pó interestelares inicia a sua contração quando o campo magnético que a percorre começa a se reduzir, em virtude de sua difusão para fora dos limites da mesma. A força magnética, assim reduzida, pode chegar a um ponto em que se torna demasiadamente débil para conseguir se opor à força da gravidade da nuvem, a qual, ao contrário, cresce com o aumento da densidade durante o colapso. A este tipo de formação estelar dá-se o nome de espontânea, em oposição ao nascimento de estrelas “induzido” por acontecimentos exteriores como, por exemplo, os ventos solares, a pressão da radiação, ou ainda, as ondas de choque.

Em resumo, o nosso Sistema Solar pode ter nascido de um disco protoplanetário, devido à ação do vento estelar ou da explosão de uma estrela maciça próxima. Ou pode ser que a herança preservada no interior dos meteoritos primitivos nos tenha sido legada por uma família inteira de estrelas maciças que terminaram a sua vida numa espécie de fogos de artifício cósmicos de supernovas. Em tais condições, não existe nenhum rastro que nos permita identificar de onde, nem como, terá surgido o Sistema Solar.

Será que novamente deixaremos ao acaso o motivo de toda essa ordenação obtida após o tumult? Não será possível que haja uma Consciência Cósmica diretora desses fatos? A palavra ordenação implica a existência de “ordem”. Ordem faz pressupor a existência de Algo ou Alguém que ordene. Algo ou Alguém ordena e a criação se faz.

Durante os seus primeiros 100 milhões de anos, o gás e a poeira que giravam no disco protoplanetário ao redor do Sol foram se aglomerando, até que há cerca de 4,6 bilhões de anos começou a história de nosso planeta. Em geral, planetas como a Terra são formados durante dezenas de milhões de anos, mas recentemente pesquisadores da Espanha, Alemanha e EUA fotografaram pela primeira vez 18 corpos celestes na constelação de Órion que parecem ser planetas “flutuantes”, pois não orbitam nenhuma estrela. Esses astros detectados teriam sido formados num curto espaço de tempo (a constelação tem “apenas” 5 milhões de anos), graças ao colapso gravitacional de partes de uma nuvem molecular, também composta por gases e poeira. Atualmente eles são bolas gigantes de gás, com massa entre 8 e 15 vezes maior que a de Júpiter. Contudo, esses “aglomerados” não ficaram grandes o suficiente para iniciarem as reações de fusão nuclear típicas de estrelas (queima de hidrogênio) ou de anãs marrons (estrelas pequenas que queimam deutério, um dos isótopos mais frágeis do hidrogênio).

Por definição, um planeta tem até 13 Mj (Massa de Júpiter), e uma anã marrom, entre 13 e 75 Mj. Acima de 75 Mj, há energia suficiente para o início da fusão nuclear, a fornalha que alimenta as estrelas e as faz emitir uma luz mais intensa. No núcleo dessas estrelas, os prótons colidem entre si e um deles se transforma em nêutron convertendo o átomo de hidrogênio em hélio e liberando um fóton. Na migração para a superfície o fóton de luz vai colidindo com os átomos de hidrogênio e hélio, gerando calor, e empurrando-os para fora contra a força gravitacional da estrela que os puxa para o centro. Estima-se que cada fóton, produzido no nosso Sol, demore 1 milhão de anos para sair dele.

 

Meu comentario postado no artigo:

Excelente artigo. Este artigo favorece a minha teoria astronomica e desfavorece a teoria astronomica academica official. Pois o artigo inteiro descreve interpretacoes teoricas, o unico fato real mencionado e’ a observacao dos 18 planetas de Orion, e a conseguente especulacao sobre suas origens. Mas este unico fato justamente se encaixa perfeitamente no meu modelo geral. Uma grande surpresa aguarda a cosmovisao academica: essas bolas de aparente gaz que formam estes que eles chamam de planetas na verdade sao os gemes de novos astros. Foram emitidos por um vortices nuclear nesta nebulosi, serao contraidos ao atravessarem espaco frio, tornando-se os nucleos ou germes de estrelas incubadas. Depois a estas bolas efervencentes contraidas serao agregadas massa entropica do espaco, quando se tornam planetas. mas continuara seu desenvolvimento, tornar-se-ao pulsares e apenas entao florescerao como estrelas supernovas. Este e’ o principio ancestral astronomico do ciclo vital, que hoje produz sistemas biologicos seguindo a mesma sequencia de formas e desenvolvimento. Qualquer curiosidade veja a teoria no meu website. Mas claro, nao sou o dono da verdade, e toerias sao teorias sujeitas a serem “debunkadas” ou consertadas e promovidas a fato real.

Controversia Evolucao x Inteligente Designer: Uniao Mackenzie/Sao Paulo e Discovery Institute

quarta-feira, julho 5th, 2017

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Excelente cientifica palestra por Michael Behe ( fundador do ID e autor do “Darwin BlackBox) e  por Douglas Axe (autor do livro Undeniable…… A seguir ao vídeo esta o meu comentário postado e depois uma analise critica das palestras.

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https://www.youtube.com/watch?v=sOz4vuge0bY&index=1&list=PLWXawW7HUYicD6ncf1lfJpzj7oFFSXXND

Tanto a crença em desenho inteligente quanto a crença em absoluto acaso são erros como duas estradas paralelas nos lados de uma grande avenida no meio, que é o caminho do acerto, descoberto pela Matrix/DNA cosmovisão. Os deístas rebaixam um Criador de inimagináveis imensos universos e portanto de incomensurável inteligencia ao nível de um Deus nas dimensões humanas que precisaria entrar em seus universos fazendo magicas para criar detalhes violando suas próprias leis.

Quando o homem na sua pequinês já está se habilitando a produzir robots movidos a softwares que podem se auto-reproduzirem na superfície de Marte e ali plantar os inícios da vida, e tudo isto feito `a distancia, bastaria a um Deus de universos criar um código criador de universos e vida numa onda de luz e lançá-la no espaço, para que estivéssemos hoje tal como estamos, e passando por um processo aparentemente evolucionário, porem, que no fim, se revelaria um processo de reprodução Dele mesmo, na forma de Seu Filho. E foi isto que a Matrix/DNA descobriu quando, primeiro encontrou o elo evolucionário entre a evolução cosmológica e a evolução biológica, cujo elo remeteu-nos a fundo no passado até chegar nas origens do Universo e descobrir que numa onda de luz natural esta impresso o código para criar vida na matéria.

Assim os ateus realmente não veem o dedo de Deus na Historia Universal, como não veriam os pais atuando dentro do útero onde se gera e evolui um embrião  pelo desenho prévio lançado por eles desde alem do pequeno universo onde existe o embrião. A Matrix/DNA realmente constatou que muitas complexidades não são redutíveis a nada existente na Terra, porem são redutíveis ao ancestral direto da primeira célula viva, o qual não existe na Terra porque ela faz parte dele, já que se trata desta inteira galaxia. Não antropomorfize e não diminua seu Deus para teres a capacidade de realmente captares as obras ao nível de sua inteligencia e grandiosidade.

Palestra por ….  Behe

24:o8 – Behe: “Existe um problema. De onde veio a mancha sensível a luz? (light sensitive spot)?

Matrix/DNA: Os animais não surgiram com o cloroplasto como as plantas. Mas as plantas, sem terem uma mancha sensitiva, são sensíveis a luz inclusive captando a direcao da luz. Isto porque o cloroplasto esta para as plantas assim como uma estrela esta para um sistema astronomico, como podemos ver na formula da Matrix/DNA. Existe um elo, uma conexão direta entre a planta e a estrela, pela luz. No animal, parte das funções do cloroplasto (função universal F6) são executadas pela mitocôndria e/ou lisossomo (F7), e então a função aderente a F6 relacionada `a sensibilidade para com a luz da estrela desenvolveu uma nova ferramente orgânica, que iniciou na forma da mancha sensitiva e depois evoluiu para a visão.

29:12 – Behe cita como exemplo artificial de complexidade irredutível, a ratoeira (mousetrap).

Matrix/DNA – De fato, existem arquiteturas naturais complexas que não podem serem resumidas reversalmente na evolução e pela teoria Darwinista, a um inicial ancestral comum, como sendo um único objeto ou corpo. Alem dos exemplos do flagelo e motor molecular, outro exemplo evidente foi a formação da membrana que envolve uma célula. Mas pelos mecanismos e processos sugeridos como existentes pela formula da Matrix/DNA, todos os sistemas complexos são resumidos a ancestrais nos saltos entre os níveis ou estados operatórios dos sistemas, ou seja, sistemas biológicos são resumidos a um sistema astronomico mecânico, este pode ser resumido a um sistema atômico eletromagnético, etc. até chegarmos ao limite ultimo, um ancestral que vem de fora do Universo, que é uma onda de luz natural. Mas quais são estes mecanismos?

Primeiro, o método da fragmentação entropica de um sistema. Enquanto na reprodução dentro dos sistemas biológicos os novos seres vivos que nascem proveem de um único pacote de informações encerrado dentro de um envoltório, como no genoma o DNA contendo o código inteiro do gerador, na reprodução do sistema universal, quando acontece as transformações de níveis, as informacoes se separam e sao transmitidas separadas no tempo e espaco, assim como certos seres marinhos desovam no oceano. Estas informacoes comecam a se desligarem do circuito sistemico pela periferia e dai se dirigindo internamente rumo ao centro nuclear. Entao na passagem de sistema galactico para o primeiro sistema biologico as informacoes se deparam com a superficie de planetas como a Terra e ai’ interrompem sua derrocada penetrando na forma de fotons os eletrons dos atomos do planeta. Fotons dentro de um atomo percebem fotons dentro de outros atomos vizinhos assim como as plantas percebem e se curvam na direcao da luz do Sol. Ao se conectarem fotons localizados em diferentes atomos tendem a criar uma network de sinapses assim como os neuronios fazem no cerebro. Porem, as conexoes serao fracas se um foton contem uma informacao de um trecho do circuito sistemico distante do outro trecho do qual o outro foton tem sua informacao. Mas se dois fotons que eram vizinhos no circuito sistemico se conectam, estabelece uma forte e duradoura sinapse. A seguir estes dois fotons encontram um terceiro que era seu vizinho, e a sinapse se expande para tres fotons, Assim por diante ate’ que formam ao menos uma funcao universal e com isso adquirem uma meia-vida propria. Agora, ao inves de unidades de informacoes separadas entre si, formam pequenos pacotes de informacoes, de maneira que se os seis pacotes se conectarem, o sistema ancestral e’ reproduzido nas novas circunstancias do novo ambiente, cujo diferente material provoca a super-mutacao, o salto evolutivo de um sistema mecanico para um sistema biologico.

O segundo mecanismo a considerar e’ que esta auto-montagem de sistemas naturais, ou auto-organizacao, coloca cada parte ou pessa do sistema na mesma sequencia do ciclo vital, porque esta e’ a sequencia das partes na formula matricial. Entao estes diferentes pequenos pacotes separados no ambiente tendem a se juntarem novamente na ordem em que eram vizinhos e quando completam-se com todas as partes, o novo sistema esta’ pronto. Ora, isto faz com que partes de um sistema complexo, como a ratoeira, convergem para um mesmo ponto no tempo e no espaco e geram a identidade do sistema ( o software e’ remontado), e quando pronta com todas as pessas no lugar, esta identidade “liga” energcticamente o sistema fazendo pessas que foram feitas separadas funcionarem ao mesmo tempo. E’ como ligar o hardware do computador na tomada de eletricidade, sendo que aqui a tomada de eletricidade ‘e o software feito com fótons, que esta energizado e esta inserido dentro do computador.

46;40 – Behe mostra a maquina molecular do flagelo e menciona que os darwinistas ainda não explicaram a evolução dessa maquina pelo processo darwiniano, nem eu expliquei ainda pela Matrix ( ou sera outro exemplo do que expliquei na maquina da produção da energia mitocondrial?)

Mas então Behe traz outro forte argumento que e’ a presença de gears (rodas dentadas, engrenagens) em insetos. Isto posso explicar pela formula. Quando o circuito vai de F1 a F4, a energia esta crescente. Quando o circuito entre na face direita, em F6 e vai a F1 a energia esta decrescente. Se separarmos as duas meias-faces, temos uma haste com energia em direcao oposta a da outra haste. Ora, estando separadas e lado a lado ( como são as hastes do DNA), e depois juntar as duas hastes numa só haste, forçosamente as F se fixarão intercaladas, na sequencia F2>F7>F3>F6…

Então já temos os dentes, as duas rodas dentadas lado a lado encaixadas. Porem, a engrenagem não se moveria pois os dentes F2,F3 puxariam na direcao A>B e F7,F6 na direcao oposta, B>A. Para a engrenagem funcionar basta que uma haste, ou roda, esteja sendo alimentada por energia externa numa direcao enquanto  a outra roda inicie parada, sem energia. Então talvez a solução seja referente ao aspecto dominância/recessividade, onde a recessiva se anula, ou referente a questão da entropia. O fato e’ que a formula da Matrix/DNA possui o mecanismo da engrenagem em estado latente potencial podendo ser usado por qualquer sistema que o necessite.

 

Contra-Inteligente Designer: Exemplos tecnicos de mal designer

quarta-feira, junho 14th, 2017

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Extrai isso de um comentario visto na Internet e nesta forma escrita em ingles pode ajudar num debate:

If there is a Creator god, he made a pretty shit job of designing humans. Our bodies are not examples of a perfect, holy design by a Creator. They are examples of bad design. For example,
1) the danger of placing the oesophagus next to the larynx, which is a stupid idea that kills many.
2) The problem we have with our backs is because we haven’t long evolved from tree-dwelling animals, who did not walk upright.
3) The area at the back of the eyeball, which receives the most light, the fovea, is not light-sensitive because that’s where the optic nerve enters the eyeball – a very silly idea which means we don’t see as well as we could.
And so on and so on. The human body is riddled with examples not of design, but of evolution doing what it does as a gradual process of change. If God did design us, he’s a crap designer who obviously wasn’t paying much attention in class. It’s a stupid and childish idea that we are not products of evolution. Your God is a joke.