Archive for the ‘Bioluminescencia’ Category

De onde vem a inteligência comprovada do bolor verde que cobre o pão velho?!

quarta-feira, abril 17th, 2019

xxxx

Chamamos de “bolor” aquelas manchas ou substancias de massas gelatinosas que aparecem sobre materiais orgânicos em decomposição. Algumas figuras de bolor:

Por Lairich Rig, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?purid=13643375

 

Plasmódio com a sua rede de “veias”. By bernard bradley

Estes bolores são formados e constituídos por microorganismos muito simples, com uma so célula, que poderiam viver como organismos unicelulares livres, mas que se agregam em massas mucilaginosas macroscópicas, formando colônias.

Ate ai, tudo bem, toda criança está cansada de ver isso na Natureza e não se dá muita atenção a isso. Mas acontece que cientistas japoneses estudando e fazendo experiências com estes bolores descobriram algo surpreendente que nunca ninguém foi capaz de imaginar…

O bolor, essa massa disforme, tem principio de inteligencia! Age demonstrando ser inteligente! 

Um artigo da BBC News, no link abaixo, diz:

When slime is not so thick (Quando o bolor não é tão “grosso, espesso”)

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/944790.stm

A descoberta deu-se no seguinte experimento: os cientistas fizeram numa placa uma série de canais na forma de um labirinto. Numa ponta puseram um pouco de bolor e no final do caminho mais fácil colocaram alimento orgânico em decomposição, a comida preferida das minúsculas criaturas. No inicio, como era de se esperar, a massa de bolor se multiplicou espalhando-se por todas as aberturas, todos os caminhos. Mas quando a massa encontrou a comida, ela começou a se transformar. Ela começou a diminuir, quando se esperava que ela ia crescer, engordar ainda mais, claro, pois está tendo alimento. Mas ela começou a cortar de seu corpo as extensões apenas de alguns canais, enquanto num canal ela começou a emagrecer e se esticar o máximo possível. No final ela ficou como uma tira fina e só num caminho, que vai de onde ela partiu até o ponto do alimento. E acontece que dos 4 caminhos possíveis, os outros três davam muitas voltas desnecessárias, alguns retornavam ao ponto de partida. Havia um único caminho mais fácil, que ia direto para a comida, e foi esse que a massa escolheu e se fixou. Com isso ela se alimentou muito melhor pois havia muito menos criaturas para dividir o mesmo alimento, economizando energia, etc. Exatamente o que uma fila de humanos teria escolhido, se tivessem que passar de mão em mão uma pilha de tijolos por um labirinto ate o ponto onde estariam construindo uma parede. Ou então recolhendo algo do ponto final.

  • “Não tem como discutir. Apenas algo com alguma inteligencia procederia assim.”

Anunciando sua descoberta no Journal Nature, os pesquisadores disseram que eles acreditam que o organismo mudou sua forma para maximizar sua eficiência na colheita e portanto sua chance de sobreviver. (Announcing their findings in the journal Nature, the researchers say they believe the organism changed its shape to maximise its foraging efficiency and therefore its chances of survival.)

Raios… eu copiei e colei o texto tal como esta’ escrito no artigo da BBC News porque fiquei com a pulga atras da orelha quando li isso. Quando me deparei com a palavra “maximise” não acreditei no que estava lendo, mas constatando que era verdade, corri nos dicionários suspeitando que aprendi o inglês errado. Pois eu aprendi que se escreve com “z”, “maximize”, e não com “s”. E os dicionários disseram que quem esta’ certo sou eu, o inglês que escreveu o texto esta’ errado… Talvez alguém esta’ precisando de um pouco da inteligencia das bactérias…

Mas, vejam como são as placas e o labirinto. Na imagem da esquerda se nota como, em situação normal, a massa se alastra por todos os canais, sem qualquer orientação. Na placa da direita se mostra como ficou a massa (quase um fio fino e por um só caminho) depois do achado do alimento.

Slime Bio-Mimetic Control Research Center

Agora, cá entre nos, deixa-me sussurrar algo em segredo ao seu ouvido, mas por favor não vá dizer a ninguém, senão a academia cientifica no poder hoje pode me mandar para a fogueira como herege.

Ora, essas criaturas e a massa que formam não tem o menor resquício de um cérebro, nem mesmo algo que se pode chamar de um principio de sistema nervoso. Para mim esta’ obvio que esse comportamento não pode ter sido produzido por inteligencia destas criaturas. Mas então o que foi de inteligente que orientou de fora esta massa? Bem, existe uma outra cena na Natureza onde vemos criaturas sem sistema nervoso se orientando na direção do alimento. Estou me referindo as plantas que crescem sempre com a ponta o mais próxima da luz do sol possível. E para isso não apenas o tronco, mas os galhos se torcem, se distorcem, se esticam todo, fazem voltas contornando obstáculos de sombra, com a determinação unica de obter o máximo de luz para a fotossíntese. Não acho que essas criaturas façam fotossíntese ( a pesquisar), mas fazem algo parecido com a quimiossíntese, um método mais primitivo e anterior na evolução, mas que faz quimicamente criaturas simples mudarem de forma na direção de alimento ou luz ou calor.

Mas porque os cientistas não pensam nisso, parece que nem se lembram disso ao observar a massa, ao menos no “paper” nada dizem disso?! Já vão correndo concluindo que as  criaturas tem alguma inteligencia?! Claro que eles conhecem as origens e a historia evolutiva anterior de onde veio estas criaturas, melhor do que eu conheço. Então porque lhes dá esse branco na cabeça quando observam o fenômeno, a ponto de não ligarem esta cena com a outra tao velha conhecida?

A causa é que uma equivocada visão do mundo se formou uma doutrina acadêmica passando de geração de estudantes a novas gerações de maneira que os neurônios são configurados de maneira a formarem networks que não copiam a network dos movimentos naturais, ou seja, raciocínios dessincronizados com a Natureza.  Devido a isso estes lapsos são inevitáveis e o pior, jamais estes cérebros vão aceitar serem reconfigurados a não ser na base do porrete, ou seja, com uma enorme massa de novos dados que sejam impossíveis de questionar.

Esta visão de mundo esta’ pondo coisas onde não cabem, onde a Natureza não poe. Tudo agora virou moda, esse negocio de adornar um punhado de átomos com personalidade própria, intenções inteligentes que se comportam para produzir planejados resultados futuros, como fazem com os punhados de átomos chamados de genes… “os genes são egoístas e tudo fazem para perpetuarem-se pela reprodução a qualquer custo…”… um punhado de átomos que tem consciência que existe futuro e que querem estarem vivos no futuro…

Ora,… convenhamos…

Agora são microcélulas fazendo mapas, traçando rotas, e o pior, modelando as curvas de seus corpos no mesmo modelo que veem o mapa de cima…

Nem humanos conseguem fazer isso. Eu ganhei um sapato caríssimo do meu ex-boss, lindo de morrer, mas quando enfiei o pé não aguentei andar, estava apertado e doendo demais. Eu daria tudo para poder usar os sapatos, então se pudesse encolheria meu pé alguns centímetros para caberem no sapato. Massas de bolor fazem isso eu não posso, são mais cientificas e inteligentes que eu…

Colonias de formigas e abelhas montaram sistemas sociais que beiram a perfeição, tudo funciona com eficiência máxima, todo o trabalho dividido em equipes e cada qual especializado na sua função. Seria a rainha uma reencarnação de algum maestro de orquestra que tinha a mania de comer todas as candidatas antes de aceita-las na orquestra e voltou para pagar seus pecados na forma de formiga? Pensando nessa hipótese eu peguei uma rainha, botei ela numa caixa de vídeo e fiquei berrando em cima dela: “Ei,… Bethoven!”. Se ela não apresentava nenhuma reação eu voltava a carga: “Ei, Mozart!”…

Não tem disso, não são maestros reencarnados, comprovei isso com essa experiencia cientifica super sofisticada.

Esta visão do mundo só consegue ver os fenômenos naturais pela meia parte esquerda de uma porta entreaberta, na qual esta escrito “método reducionista”. A outra folha direita da porta onde esta’ escrito “método sistêmico” fica fechada tampando a metade do mundo. Questão de miopia decorrente da total dominância do hemisfério esquerdo do cérebro e ausência dos atributos sistêmicos do hemisfério direito.

Assim quando estes pesquisadores vão observar o fungo ou seja la o que for do bolor, assim como quando observam as formigas, ou os genes, concluem rapidamente que só podem serem inteligentes para fazerem o que fazem. Porque se a evolução universal é uma só cadeia de causas e efeitos eles a dividiram em cosmológica e biológica e agora nestes punhados complexos de átomos organizados de forma biológica eles só consideram a evolução biológica. Assim não enxergam as causas que vem da Historia Natural Universal desde seus primórdios.

Quando na selva eu dava mordidas nos rabos de macacos que ficavam pulando em cima de mim e me enchendo o saco sem deixar eu ler meus livros ou escrever minhas equações, descobri que o DNA não surgiu por acaso e nem pelo simples desenrolar de reações químicas, mas sim que ele veio de outro DNA muito maior e muito mais antigo, que existe em galaxias, átomos e começou la’ no Big Bang, na forma de uma simples onda de luz natural. Trata-se da formula universal para todos os sistemas naturais a qual chamei de Matrix/DNA. Pois observando agora a experiencia dos cientistas eu vejo na formula o que é que de fora da massa, esta’ modelando a massa informe daquela maneira, o que é que esta vendo de cima o mapa, mas por ele estar igualmente dentro de todas as criaturas que constituem a massa, ele modela a massa coletiva e orienta-a a imitar a sua própria figura como sistema. Assim como, quando observando a sociedade das formigas, descobri que tudo o que elas fazem é o mesmo o que robots montados pela formula do sistema fariam.

Quando eu era um girino na barriga da minha mãe, eu era desajeitado pra burro, nem pernas para andar tinha. Meu corpo foi mudando de forma, gerou bracos, pernas, língua para lamber, fuckinha para fukinhar, etc. Na cabeça destes cientistas japoneses, o girino tem inteligencia e modela o corpo de acordo com necessidades futuras que vão ser necessárias num mundo la fora que o girino nunca viu. Não lhes ocorre olharem fora da barriga, para o corpo da mulher para perceberem que quem esta modelando o girino e alguém, um corpo, que esta fora e ao mesmo tempo, na forma de genoma, dentro do pequeno universo do girino. Na cabeça destes cientistas, se eles interromperem o tubo que leva através da placenta o alimento para o girino, o girino vai se mover, entrar no tubo, dar as mil voltas do tubo enrolado ate chegar onde o alimento parou….

Este processo que gera, de um corpo isolado e inerte, a sua transformação em varias formas diferentes, chamamos de ciclo vital, o qual foi o principio que montou o primeiro sistema neste Universo… e ele esta’ encriptado numa simples onda de luz.  O Ciclo vital se torna o fluxo de informações que percorre todo o sistema. Acontece que no circuito total tem um trecho em que as partes menores todas se dirigem para a parte que emite luz.  Este trecho se evoluiu para a forma biológica da fotossíntese.  Mas o que aproxima as partes menores da parte que emite luz não é a luz propriamente dita e sim os corpúsculos dela, os fótons, que estão tanto dentro das partes menores como estão no corpo que emite a luz. Estes fótons todos tende-se a alinharem-se na forma de montarem uma copia do sistema, por isso se auto atraem e se posicionam exatamente como estavam na onda de luz. Esta atracão gerou o processo que denominamos “comer”.

Pois na matéria orgânica em decomposição estão fótons presos que estão escapando pela decomposição, fótons buscados pelos fótons que estão no corpo da criatura e portanto em toda a massa. A coisa e muito mais complexa do que se vê no laboratório. No dia que esses cientistas descobrirem a formula universal, eles vão ter vontade imensa de construir aparelhos que sejam capazes de verem sinapses fluorescentes mas ainda ocultas aos nossos censores biológicos e artificiais mecânicos, formadas por fótons que estão dentro dos elétrons que estão dentro dos átomos que estão dentro do DNA que estão tanto nas criaturas numa ponta como na matéria orgânica em decomposição na outra ponta. E vão aprender que estes conceitos como ~comida”, ou “comer” na verdade não existem, são meros produtos apresentados a nossos olhos pela atividade de fótons que possuem a tendencia eterna de se procurarem e se juntarem onde estiverem com o sonho de recomporem o ciclo vital. A coisa toda é muito mais complexa do que imaginam.

Fato cientifico e mais Matrix/DNA sugerem a existencia da aura, e uma tecnica de meditacao para se autocurar.

quinta-feira, outubro 11th, 2018

xxxx

Em 1864, durante a guerra da Prússia com a Dinamarca, o médico alemão Gustav Fritsch tratou de muitos soldados com ferimentos que deixavam o cérebro à mostra e observou que, quando ele tocava num hemisfério cerebral, o lado oposto do corpo estremecia. Mais tarde Fritsch demonstrou sistematicamente que, quando ele estimulava eletricamente o cérebro, o hemisfério esquerdo controlava o lado direito do corpo e vice-versa. Foi uma descoberta fantástica, demonstrando que o cérebro é de natureza basicamente elétrica, e que uma região controla o lado oposto do corpo.

Isto vem de encontro ao que minha pesquisa pessoal – aplicando tantos métodos diferentes, como anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, hipnotismo dos curandeiros sob o Santo Daime na selva amazônica, etc – esta’ sugerindo, e devido a tal sugestao elaborei um esquema de meditação técnica que aplicada nos casos que tive ferimentos ou inicio de doencas, para mim tem dados resultados que, se não forem meras coincidentes, são quase “magicos”. Veja a sequencia da pesquisa que me levou a esta conclusão:

  1. O metodo da anatomia comparada entre todos os sistemas naturais me levou a descobrir um padrão comum em todos, consistindo de um circuito energético dinâmico idêntico a uma formula para sistemas;
  2. Se este circuito estava na primeira celula viva e estava tambem no sistema astronômico que criou esta celula, o processo pelo qual este circuito ou formula passou do sistema astronomico para o sistema celular deveria ser o da transmissão genetica. Experimentando aplicar o resultado calculado deste processo cheguei aos genes semi-vivos, que seriam particulas fotons emitidas tambem pelo Sol. Mas quando todos fotons se juntavam aqui na superficie da Terra, formavam uma especie de formula invisível que penetram atomos terrestres organizando-os nos sistemas vivos e passando a constituir uma especie de aura destes sistemas, que seria outro nome para o padrão comum que encontrei;
  3. Os depoimentos visionários dos xamans relatavam a visao de uma figura energética indo do cerebro aos quadris, e quando desenhei esta figura notei que coincidia surpreendentemente com os relatos de milhares de anos atras dos videntes orientais, que criaram aqueles desenhos de aura compostos de duas serpentes (kundaline) enroscada em espiral tendo entre elas, especies de sois luminosos cada qual numa cor, que chamaram de chakras. Mas o relato dos xamans acrescentavam algo mais ao desenho oriental: uma especie de vórtice turbilhonar escuro – descrito por eles como um buraco negro – situado mais ou menos no alto da cabeca, sobre o cortex. O qual viria a se tornar a funcao F1 na formula da Matrix/DNA;
  4. Juntando as quatro pistas – o desenho da figura sistêmica vinda da galáxia que era o padrão comum, mais o relato dos xamans, mais os relatos dos orientais, e mais o nosso conhecimento atual científico do DNA, cheguei a conclusão que a tal aura nada mais seria que um gigantesco DNA feito como sinapses das conexoes dos fotons dentro dos atomos ocupando o corpo todo e ao qual todos os outros bilhoes de microscópicos DNAs das celulas prestam culto. Pois as tais serpentes que se mexiam e contorciam se assemelham as duas hastes do DNA, ambas em espiral, e os chacras no meio delas seriam as moléculas de bases nitrogenadas. Mas entao a aura seria apenas duas secções do DNA, uma menor apenas formando a cabeca seu cerebro, e a outra maior formando o tronco e quadris.
  5. Considerando as conexões conhecidas entre o cerebro e as demais partes do corpo, e sabendo-se que no DNA, se numa secção a haste A esta’ na direita, na proxima ela torce-se para se tornar a haste B na esquerda, estava previsto que a haste A que vinha do lado direito do cerebro estaria passando pelo lado esquerdo do tronco, e vice-versa.

E esta teoria toda, resultado de 30 anos de trabalho, sofreu em forte embalo quando tomei conhecimento do fato descoberto pelos cientistas. Porem, a meu ver o mais importante disso e’ que a teoria toda estava firmemente apontando a sugestao de que nosso cerebro, atraves da nossa mente ( e aqui tive nova grande surpresa quando tomei conhecimento dos conceitos extraídos pelos cientistas que lidavam com os fenomenos quânticos, o que veio a ocorrer bem mais tarde) pode captar estas particulas fotons do ar ( no relato do xaman elas flutuam em volta dos corpos humanos e são atraídas pelo vórtice turbilhonar na posicao do cortex), e dirigi-las atraves dos circuitos energéticos que são as hastes da aura para todo local do corpo onde ocorre algum problema. Como a mente conhece a formula para sistema perfeito e considera que esta formula e’ composta pelos fotons, a mente pode organizar mentalmente a formula perfeita aplicando-a na região afetada, a qual certamente estará com alguma parte da sua copia da formula com algum defeito, e assim fazer a formula perfeita se impor e consertar os problemas fisiológicos na região. Nisto consiste o tipo de meditação que planejei e que me surpreendeu quando tive acidentes graves ficando prontamente curado e sem dor, ou quando estava sendo atacado, contaminado por agentes nocivos com o perigo de iniciar uma doenca grave, como as malarias na selva ou uma simples gripe nas cidades. Mas como sou filosofo naturalista sou entao o mais extremista materialista, e portanto o maior cético que so acredita no que puder ver e tocar, e como so apliquei esta técnica sobre mim mesmo, não posso ser desonesto afirmando que ela existe e funciona. Para alguém interessado eu so posso sugerir: e’ pegar ou largar. Eu não largo pois apos 40 anos depois que aprendi isto e não ter sido necessario tomar um comprimido sequer para nada, sem nunca ter ficado doente ou com sequelas graves de acidentes, eu repito: não vou largar porque…

” em time que esta’ ganhando – mesmo que não se saiba por que esta’ ganhando – não se mexe.”

Luz de Laser descobre cidade oculta sob vegetacao: evidencias para minha teoria de vida nos sistemas naturais simples

sábado, fevereiro 17th, 2018

xxxx

As fomulas e modelos teoricos da Teoria d Matrix/DNA estao sugerindo mais uma ideia estranha `a humanidade: que sistemas naturais mais simples e de aparencia inanimada, como atomos, galaxias, e ate o planeta Terra sao constituidos de ancestrais propriedades vitais. Mas que essas expressoes sao muito sutis e aparecem bastante difusas como diferenca das mesmas expressoes bem delineadas nos organismos.  Por isso mesmo com nossos modernos equipamentos cientificos nao temos percebido-as naqueles sistemas. Mas estas expressoes devem ser percebidas se forem reveladas pelas outras seis faixas das radiacoes eletromagneticas, alem da unica faixa da luz visivel que nossos sensors captam.

Tome como exemplo as fotos do Hubble sobre galaxias distantes, nas quais se veem enormes contornos de gazes em diferen tes cores, concentracoes, etc. Se um hipotetico minusculo microbio do tamanho de uma particular olhasse para alem do atomo ou celula em que esta no nosso corpo e vise, por exemplo, os contornos do figado, ele deveria ver apenas uma volumosa formacao de nuvens. Entao, com outros tipos de “iluminadores” e captadores de materia em diferentes estados vibracionais deverao nos levar ao conhecimento de que na verdade as nuvens daquelas galaxias esao formando estruturas funcionais. A Matrix/DNA sugeriu isto a 30 anos atras, muito antes das modernas noticias sobre fotos do Hubble e tantas novas coisas que estavam a nossa frente porem sem serem percebidas, como a noticia do link abaixo. Onde uma nova tecnologia aprimorando o Laser revelou as ruinas de uma grande cidade maia encoberta pela vegetacao nunca antes notada pelo homem.

A cidade maia de Tikal estava rodeada de uma complexa rede de vias até então invisíveis

A cidade maia de Tikal estava rodeada de uma complexa rede de vias até então invisíveis… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2018/02/03/megalopole-maia-em-plena-selva-e-descoberta-com-nova-tecnologia-a-laser.htm?cmpid=copiaecola

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2018/02/03/megalopole-maia-em-plena-selva-e-descoberta-com-nova-tecnologia-a-laser.htm

‘Megalópole’ maia em plena selva é descoberta com nova tecnologia a laser…

Bioluminiscencia – Evidencias para Matrix/DNA

terça-feira, outubro 3rd, 2017

xxxx

The Bioluminescense Web Page

http://biolum.eemb.ucsb.edu/

Contacts are Steven Haddock (; 831-775-1793) and James F. Case.

OBs: ver este importante artigo no Quanta Magazine:

https://www.quantamagazine.org/new-clues-about-how-bioluminescence-works-20161201

Image para por no artigo de bioluminescencia, obtida no Pinterest; medusa raimbow pode ser as cores dos orgaos que seriam as cores dasfuncoes univeersais ( mas espera ai… isto possso obter direto na onda de luz…)  

Image result

Importante informacao sobre bioluminescencia:

What is the mechanism behind the formation of a specific coloured luminescence in any organism ?

Some animals use fluorescent proteins to shift the wavelength from their light emitting molecules. In others, it has been shown that the luciferase protein determines the color of emission from the luciferin. In a way it provides a different environment in which the molecule is oxidized.

Why do animals display so many colours when only apes and man can see different colours?

It isn’t true that only apes and man can see different colors. Humans have three visual pigments used for bright-light color vision, while other organisms can have one, two or many more. Different organisms perceive the world differently. ( E assim deve ser com extraterrestres). For example, bees are well known for their ultraviolet vision. One of the champions is the mantis shrimp, which has at least 10 combinations of pigments and filters which convey sensitivity to different wavelengths. So depending on the targeted eye, different colors displayed by organisms would serve different functions.

To your knowledge, and aside from fungi, are there plants that are truly bioluminescent? Do they exist in rain forest climates? I would love to know.

Also, from another reader:
Are there any plants that exhibit such phenomena which are easily cultivated?

There are not any luminous “flowering” plants which have been discovered. (That would be neat if rainforests glowed, but I think it is only likely to happen if they have something else on the vegetation in there making the light).

Fungi, some of which do luminesce, are not plants, and so they don’t qualify.

The only “plants” which do make light are the dinoflagellates, single-celled marine algae, and they are not plants strictly speaking.

Pesquisa para transferir luminescencia de insetos para plantas:

Would you have any information on the processes of inserting luminescent genomes, especially from insect to plant or plant to plant?  I saw a picture of a glowing plant in a book. What caused this light?
Regarding gene transfer: some people have actually done what you mention (luminescence-related genes from insects into plants). This is one way that you can get a bioluminescent houseplant. The example that I know about was when some researchers put genes for firefly luciferase into a plant and then watered the plant with luciferin. They got glowing wherever the luciferase gene was expressed. However it’s not that easy, and you would be quite a star if you could do that at home. In addition, you need to supply the light-emitting luciferin, which is expensive and has not been cloned.

Some scientific papers on the topic:

BARNES WM. VARIABLE PATTERNS OF EXPRESSION OF LUCIFERASE IN TRANSGENIC TOBACCO LEAVES. PROCEEDINGS OF THE NATIONAL ACADEMY OF SCIENCES OF THE UNITED STATES OF AMERICA, 1990 DEC, V87 N23:9183-9187.

RIGGS CD; HUNT DC; LIN J; CHRISPEELS MJ. UTILIZATION OF LUCIFERASE FUSION GENES TO MONITOR DIFFERENTIAL REGULATION OF PHYTOHEMAGGLUTININ AND PHASEOLIN PROMOTERS IN TRANSGENIC TOBACCO. PLANT SCIENCE, 1989, V63 N1:47-57.

Lonsdale, DM; Moisan, LJ; Harvey, AJ. The effect of altered codon usage on luciferase activity in tobacco, maize and wheat. PLANT CELL REPORTS, 1998 MAR, V17 N5:396-399.

QUANDT HJ; BROER I; PUHLER A. TISSUE-SPECIFIC ACTIVITY AND LIGHT-DEPENDENT REGULATION OF A SOYBEAN RBCS PROMOTER IN TRANSGENIC TOBACCO PLANTS MONITORED WITH THE FIREFLY LUCIFERASE GENE. PLANT SCIENCE, 1992, V82 N1:59-70.

Importante evidencia para Matrix/DNA:

Female fireflies use bioluminescence to attract males. But why do firefly larvae also glow? 

Good question! Some believe the glow serves as notice that the larvae tastes very bad and is even toxic, which it is, thus helping it to avoid predators. Animals that are poisonous and active by day are often strikingly colored for the same purpose. For more info, look up the word “aposematic” which is a term for this state of affairs.

Matrix/DNA: O ancestral building block astronomico contem como funcao-femea um luminoso quasar para o qual os cometas-espermatozoides se dirigem (  talvez aja alguma forsa de atrracao atriando o cometa ou talvez ele e diridido pelos aneis da espiral galactica). Entao os insetos que por serem primitivos sao descendentes mais proximos do ancestral e portanto mais propensos a manterem suas caracteristicas, tambem contem esse mecanismo expressado, naturalmente. O fato de que as larvas ja apresentam essa luminescencia e’ indicio favoravel a esta teoria, indicando que a femea do vagalume nao tem inteligencia para criar esse fenomeno estrategico e nem os genes sabem que tem machos e copula, porem, isto aconteceu automaticamente e foi mantido pela selecao natural porque otimiza a reproducao e assim mais individuos com essa caracteristica sobrevivem. As larvas nao teriam como evitar a luminescencia desde que, por algum motivo desconhecido, a formula da Matrix/DNA nos seus genes expressou o mecanismo. A seguir um texto revelando como esta o conhecimento cientifico neste caso:

Luciferin is initially needed for the bioluminescence reaction. How is it synthesized within organisms. I cannot find any information on pathways leading to its biosynthesis.

In the case of coelenterazine, which is widely used in the sea, there isn’t much known about its synthesis. There is a study showing that jellies actually have to get it from their diet, but where does it show up originally? It has been speculated that a particular amino-acid sequence can be modified to form the molecule, but this gene has never been found. Most evidence for its novel biosynthesis has been found in crustaceans (specifically shrimp) but other than that, the actual mechanisms remain unknown.

This paper (PDF file) has some info and relevant references, especially citations #22, 17, 18, and 20.

E mais este texto com informacoes a respeito:

To what extent is the wavelength of light emitted dependent on the chemical reaction? Or perhaps I should ask, what aspect of the chemical reaction determines the wavelength of light to be emitted?

The general thought in most systems is that the luciferase (or phoroprotein) controls the color of luminescence. When you consider how many organisms use the same luciferins, especially coelenterazine, then this is almost necessarily the case. (See the chemistry pages for definitions of these terms). The luciferase can modify the spectrum (equivalent to the energy) of luminescence by affecting the environment for the oxidation luciferin. There are some nice examples in click beetles where Keith Wood and colleagues tracked down exactly what amino acids in the luciferase produce each particular wavelength.

Are there instances where the chemical reactions that produce bioluminescence (specificallly, the oxidation of luciferase and the addition of ATP to complete the cycle) are linked to metabolism — the oxidation of sugars and carbohydrates?

Well, not so much as you describe. Bacteria are perhaps the closest, with their requirement for oxygen and (sometimes) autoinducer — a molecule involved in quorum sensing which accumulates to a certain level before they begin to produce light.
Another example which may be related to your question is the requirement for ATP in firefly luminescence, though this isn’t really directly linked (i.e., glowing when they are eating).
Finally, there are strong antioxidant properties to luminescent reactions (i.e. they mop up oxygen radicals) so there may be light produced internally during protective reactions.

Matrix/DNA: O conhecimento cientifico atual sugere que organisms desenvolveram por si proprios as origins e evolucao da luminescencia com um proposito, o de reproducao, auto-protecao, e para ver no escuro. mais especificamente, diriam que ocorreu uma mutacao por acaso num organismo manifestando a luminescencia e como esse organismo se adaptou melhor a selecao natural o manteve. Esta aqui um grande exemplo a favor da Matrix/DNA na controversia sobre a causa das mutacoes que deflagram evolucao. A Matrix/DNA sugere modelos dos ancestrais nao-biologicos sistemas onde luminescencia sao fator manifestado comum, portanto, nao houve mutacao alguma e muito menos por acaso. O normal seria todos os organismos nascerem automaticamente com essa caracteristica, e se existe mutacao ela foi deleteria, 9 devido o ambiente terrestre), explicando os organismos que perderam a caracteristica. O texto abaixo ( com informacao de links para pesquisar) fala sobre isso:

I am doing an assignment on the evolution of bioluminescence…unfortunately I haven’t had much luck in finding any hard evidence that some species have evolved to bioluminesce in order to reproduce, protect themselves from predators, and see in the dark…

There hasn’t been that much research on the specific aspects of evolution which you mention. There are some papers which might be relevant, but they are be in the scientific literature, rather than popular literature.

Besides the papers listed below, you should find some references by Jim Morin on Ostracod luminescence (Genus: Vargula). That is the most sophisticated communication system which is known for oceanic luminescence.

  • Hastings, J. W. 1983. Biological diversity, chemical mechanisms, and the evolutionary origins of bioluminescent systems. J. Mol. Evol. 19:309-321
  • Hastings, J. W. 1995. Bioluminescence: similar chemistries, but many different evolutionary origins. Photochem. Photobiol. 62:599-600
  • Lall, A. B., Seliger, H.H., Biggley, W.H., Lloyd, J.E. 1980. Ecology of colors of firefly bioluminescence. Science. 210:560-562
  • O’Kane, D. J. and D. C. Prasher. 1992. Evolutionary origins of bacterial bioluminescence. Molecular Microbiology. 6:443-449
  • Rees, J. F., B. DeWergifosse, O. Noiset, M. Dubuisson, B. Janssens and E. M. Thompson. 1998. The origins of marine bioluminescence: Turning oxygen defence mechanisms into deep-sea communication tools. J. Exp. Biol. 201:1211-1221
  • Latz, M. I. and J. F. Case. 1982. Light organ and eyestalk compensation to body tilt in the luminescent midwater shrimp, Sergestes similis. J. Exp. Biol. 98:83-104
  • Warner, J. A., M. I. Latz and J. F. Case. 1979. Cryptic bioluminescence in a midwater shrimp. Science. 203:1109-1110

Young, R. E. and F. M. Mencher. 1980. Bioluminescence in mesopelagic squids: Diel color change during counterillumination. Science. 208:1286-1288

What is the genetic sequence of the ostracod/firefly/jellyfish/copepod luciferase?

Genes for many luciferases and photoproteins have been cloned. They can be found by searchin in Genbank. Some examples are given below. (Links open in new window):

You might also try searching the database for Renilla, Metridia, and Pholas to see other examples.

A great resource for exploring the 3-D structures of many of these proteins is the Protein Data Bank. Try the searches there and check it out!

Matrix/DNA: Os organismos ‘acendem” suas luzes tambem quando alguma coisa lhes causa perturbacao – ou no ambiente ao redor. As teorias prevalescentes atuais – como revela o texto abaiso – sugerem que isto e’ uma reacao de defesa para desviar o predador. Entao se pergunta se nao seria o contrario, pois seria melhor manter-se escondido no escuro. Sugerem que a luz funciona como o flash rapido do farol de um carro que nos cega a vista. Para a Matrix/DNA isto nao explica. O acendimento seria uma reacao automatica `a perturbacao do equilibrio no ambiente. Entao devo pesquisar na formula da Matrix qual seria o efeito de uma perturbacao num sistema. para adiantar me lembro que quando acordamos acendemos a luz para ver e quando vamos dormir apagamos a luz. Parece entao que o acendimento resulta de uma acao automatica que se segue quando o organismo “acorda” devido alguma perturbacao. vejamos o texto abaixo:

As far as I understand, most of the deep sea luminous organisms “light up” when they are disturbed. Does not this make them more vulnerable to attack? I once read something about the angler fish, which used a luminescent fishing rod to lure its prey into its mouth? 

You’re right — it seems like it’s not a good idea to be making light, because it will attract predators. In general the roles of luminescence in many of these organisms are not completely understood!

However, it is generally believed that glowing attracts, while sudden flashes repel.

Some bioluminescence is used for counterillumination — obliterating your shadow by replacing the light you block out.

Other theories involve revealing organisms which have eaten you (or part of you) by glowing in their gut, warning coloration indicating the ability to sting, and in some cases, glowing smoke-screens to hide your escape.

Dinoflagellates in particular have been shown to use the lights as a burglar alarm, attracting secondary predators to eat animals that are trying to eat them!

We’re convinced that it must be doing them SOME good, because marine animals devote so much attention to it…