Só faltava essa agora. A Terra está esquentando, a Lua encolhendo…
Fiquei super-preocupado com esta notícia. Não porque tenha mêdo que a lua vá desaparecer, ou que a diminuição comece a mudar e afetar as marés, as estações, as colheitas, os ciclos menstruais, etc. Segundo os calculos “teóricos”a lua encolhe 100 metros a cada um bilhão de anos, portanto, nada a se preocupar nos próximos bilhões de anos. Preocupado porque se de fato existe encolhimento da lua isto pode liquidar com a Teoria da Matriz.
Na verdade os modêlos da Matriz nada dizem sôbre os satélites planetários. Mas eles existem então devemos estudar os mapas e encontrar explicações para suas existências. A principio pensei que poderiam ser astros recem-nascidos, vindos de fora do sistema solar e agarrados nas órbitas de planetas. Mas quando um vem à luz, quando é abortado da fornalha nuclear, ele deve sair como uma pequena estrela brilhante. Depois é coberto pelos detritos, revestido de gêlo e quando cai na órbita de uma estrêla, torna-se planeta. Claro, ele pode antes cair na órbita de um planeta se a estrela pertence a um sistema.
Mas pelo que se sabe da lua, os reais fatos comprovados, não consigo encaixa-la como astro. Ela deveria ou estar coberta de gelo ou de oceanos, água. A não ser que… sua crostra ficou deformada, contenha muitas brechas que alcancem o nucleo, e o gelo derretido tenha deslizado para o nucleo, talvez até matando-o mcomo germe estelar.
Enfim, é óbvio que em meio a tamanha imensidão no espaço, à enorme quantidade de matéria envolvida, e a enorme sucessão de possíveis ocorrencias no enorme tempo astronomico, muita coisa de menor importancia que os astros deve haver no céu que os modelos não indicam à primeira vista.
Não tenho tido tempo para estudar o atual conhecimento da lua, portanto quando os artigos dizem coisas não sei distinguir se sào mfatos comprovados ou interpretações teóricas – baseadas na concorrente Teoria Nebular. O artigo diz que o nucleo da lua está esfriando. Fato ou teoria? O artigo esclarece que é teoria, quando diz “If the moon’s interior is still cooling, it would provide evidence…”
Se estiver esfriando, a Teoria da Matriz está realmente ameaçada pois seja como for ela sugere que o nucleo deveria estar se aquecendo. A não ser pela hipótese do germe morto ou então… e isto parece ridicula idéia, que a lua seja um gigantesco cometa morto que se acomodou na órbita de um planeta. Mas tambem pode ser que na reciclagem de uma estrela sobre material, o qual forma luas. Por que não? A outra hipótese, assustadora, é que a lua na verdade seja um astro em tenra idade, que caiu numa órbita antes do tempo, não chegou às regiões interestelares congeladas e por isso morreu no estado de embrião ainda. Ou que é um astro e está seguindo o caminho de desenvolvimento normal, mas aí, teríamos que explicar muitas coisas.
Mas a maior ameaça, esta sim, necessita urgente ser por nós pesquisada, vem da seguinte frase:
“Mercury is an example of a much greater radial-contracting body,” Watters said. “This is due to the same process of interior cooling as on the moon.”
Mercurio tem que ser astro, na definição da Matriz. E na forma de planeta. Se Mercurio é menor que a Terra, a tendencia seria aumentar de tamanho. Mas aqui deparamos com um grave problema prejudicando a Teoria da Matriz: a idade dos planetas. A Teoria Nebular “deve” indicar que todos os planetas tenham mais ou menos a mesma idade, pois segundo mseus modelos, foram formados no mesmo evento do nascimento do sistema solar. Mas qual a base factual? Possuem material de cada planeta e foram devidamente datados?
Restaria para a Teoria da Matriz uma ultima oportunidade. Sabe-se que o Sol tem algo incomum em relação às suas milhões ou bulhoões de irmãs-estrelas da Via Lactea: ele é o mais solitario, não no sentido de ser o ultimo no braço da galaxia, mas no sentido de que é o que mais se afastou de tôdas as vizinhas. Pode ser que com isso não apenas a lua seja um feto morto, que os planetas sejam adolescentes mortos, mas que todo o sistema esteja morto. Talvez isto explicaria porque apenas aqui teria surgido a vida, nesta região da galaxia. Elavez para a vuda surgir é necessario que um sistema estelar morra. Bem, o que me toquei agora é que devo retornar ao estudo de cada corpo do sistema solar e me atualizar em tudo. Com medo que isso decrete a morte da Teoria da Matriz. Mas se ela estiver assim tão errada, é melhor que morra cêdo, antes de tomar mais nosso tempo.
Artigo abaixo pega de surpresa a comunidade intelectual. Alguém está desperto, com as antenas ainda não desligadas pela “closed mind”, tentando “to think out of the box”, sem medo de desafiar seus colegas ao lado e com suficiente embasamento acadêmico para ser ouvido e poder publicar “papers”.
O que não é o caso de um fedorento reles quase macaco solitário na Amazônia que de vez em quando se torna um comum e asseado pedestre em New York.
Os modelos cosmológicos que me vieram à mente na selva não discordam muito dos raciocinios que levaram à construção da Teoria do Big Bang, os modêlos também sugerem um início que prossegue sob expansão e evolução, assim como houve um início dos nossos corpos que prosseguiu intra-uterinamente em expansão e evolução. Nossas diferenças partem apenas da maneira de interpretar o evento deflagrador porque eles pensam em termos de Física e Matematica e eu penso em termos de Genética e Biologia. Vai daí que eles tem como parâmetro para o evento do Big Bang a imagem de uma explosão, como vêem a explosão de uma dinamite, e eu tenho como parâmetro a imagem igualmente explosiva porem mais suave do brusco rompimento do invólucro espermático no momento da fecundação de um óvulo.
Pois agora a face direita da comunidade cientifica dominada pela Física está produzindo sua face esquerda e com ela terá que confrontar-se brigando pelo espaço até arrumarem um jeito de ambas se acomodarem. Como sempre acontece, o conhecimento parte de um novo dado que cria relativisticamente um conhecimento de extrema direita o qual vai evoluindo até novos dados não mais baterem com os modelos iniciais , começando sua entropia, da qual se levanta o conhecimento de mesma espécie porem oposto, os dois se embatem, se lapidam mutuamente, geram o caos ambiente do qual parte novas fôrças que infiltram-se na batalha e acaba produzindo uma mutação, e disso surge o final real conhecimento correto. Wun-Yi Shu representa o emergente conhecimento oposto e algo como a Teoria da Matriz produzida pela Natureza selvagem e crua pode vir a ser a força mutante do meio-ambiente.
A minha visão de mundo sugere que Wun-Yi Sum começa bem mas imediatamente se desvirtua para conceitos como “o tempo não tem fim nem começo” ( é claro, o que não existe de per se, o que foi apenas uma criação imaginaria temporaria da mente humana para explicar causas desconhecidas, como a idéia de tempo-entidade, não pode ter começo nem fim). Ou conceitos como “o universo se expande aceleradamente e se contrai desacelerando-se” ( do qual discordo porque pelos meus parâmetros, um óvulo e seu bebê interno não se contrai em tamanho depois de nascido a não ser uma pequena redução da placenta quando é descartada, como penso que tôda essa matéria será descartada, ou quando se torna um velhinho cujo corpo pode minguar um pouquinho).
Os desvios de Wun-Yi Sum - se a Teoria da Matriz estiver quase certa - deve-se a que ele tambem fica vegetando nos reinos da Física e apenas falando o idioma da Matematica sem ser capaz de dar os passos seguintes e ver as camadas mais complexas da genética, da biologia e da substância mental que revestem os eventos físicos e sem perceber que qualquer fenômeno natural para ser explicado completamente necessita ser comunicado e traduzido nos vários idiomas das diferentes fôrças da Natureza. Enfim, registro aqui o artigo para quando tiver tempo retornar a êle e refletir sériamente sôbre suas implicações.
Abstract: In the late 1990s, observations of Type Ia supernovae led to the astounding discovery that the universe is expanding at an accelerating rate. The explanation of this anomalous acceleration has been one of the great problems in physics since that discovery. In this article we propose cosmological models that can explain the cosmic acceleration without introducing a cosmological constant into the standard Einstein field equation, negating the necessity for the existence of dark energy. There are four distinguishing features of these models: 1) the speed of light and the gravitational “constant” are not constant, but vary with the evolution of the universe, 2) time has no beginning and no end, 3) the spatial section of the universe is a 3-sphere, and 4) the universe experiences phases of both acceleration and deceleration. One of these models is selected and tested against current cosmological observations of Type Ia supernovae, and is found to fit the redshift-luminosity distance data quite well.
The discovery of these carbon structures in space could have a profound impact on our understanding of chemistry in the cosmos.
( Buckyballs encontradas no espaço. A descoberta destas estruturas de carbon no espaço poderá ter profundo impacto em nosso entendimento da química no Cosmos)
Para entender êste tema precisamos antes fazer uma excursão imaginária pelo reino das analogias.
Desafiando a vontade de Deus (ao menos se der-mos o nome de Deus ao sistema natural mentalizado que provocou o Big Bang), o espírito primitivo da matéria teima em construir seu modêlo de Paraíso Eterno e viver nêle eternamente. O imaginário humano deu o nome de Lúcifer para o espirito na matéria e criou tôda aquela fábula do Anjo Rebelde para explicar as razões do porque Deus permite que vivamos sofrendo nêste ambiente caótico.
Mas em linguagem da Filosofia Naturalista se explica a mesma história da seguinte maneira:
A matéria interage e é conduzida por uma espécie de software dividido em dois principios fundamentais, que ora se conflitam produzindo o caos no ambiente, ora se amalgamam transformando o caos em estado de ordem, e a partir dêste, gerando um terceiro principio que é filho dos dois e aimda mais evoluído que os dois. Êstes dois principios são responsaveis pela dualidade universal que começou – em relação à dimensão-espaço – com dois vórtices girando um oposto ao outro (spin right e spin left) e hoje na espécie humana estão encarnados nos gêneros masculino e feminino. Em relação à dimensão tempo temos o exemplo da oposição entre nossa auto-consciência e nossos instintos carnais. Os dois são morfológicamente e fenótipicamente simétricos entre si (são iguais na forma e auto-complementares, como os lados direito e esquerdo da face humana), e são tendencialmente assimétricos entre si (se um tende fanaticamente para a esquerda, o outro tende fanaticamente para a direita, como as cargas positiva e negativa, ou no siistema social, o capitalista e o comunista).
Uma das faces dêsse software – na espécie humana representada pelo homem – é aquela em que a fôrça existe dentro do elemento e se expande incontrolavelmente (vide nêste site o artigo sôbre Hideki Yukawa e a Cola Nuclear) , tende a ser extremamente extrovertido, de maneira que se nada a segurar ela se desmaterializa e morre dispersada em fragmentos no espaço. Por isso o homem tendia na antiguidade a ser o caçador vagante, o guerreiro em terras distantes, ou mais modernamente, o freguês de balcão de bar após a jornada de trabalho adiando o retorno para o casulo doméstico. Por isso êle tende a espalhar seu sêmen para qualquer lado na direção de qualquer rabo de saia que passe na sua frente. É o principio que abre os sistemas.
A outra face – na espécie humana representada pela mulher – é aquela em que a fôrça existe inicialmente em sua plenitude e tendendo a se colapsar até tornar-se um unico ponto, tende a ser extremamente introvertida, de maneira que se nada a segurar, ela constrói seu paraiso doméstico, eterniza-o e corta relações com o resto do mundo. Por isso a mulher tende a construir a maior mansão e mais luxuosa possível, dominar um macho em seu leito para reproduzir o seu corpo sujeito à morte na forma de filhos, e assim jamais perder seu paraíso. Os melhores exemplos que temos quando êsse principio feminino torna-se dominante e o masculino recessivo são as colmeias da abelha rainha, as colonias de formigas e… LUCA. Onde Eva dominava e por isso estamos aqui agora pagando o pato. É o principio que tende a fechar os sistemas.
Ora, a matéria quando dirigida pelo software no seu aspecto de spin left ou feminino, tem como objetivo supremo a busca do equilibrio termodinâmico eterno, mas numa situação de intensa vibração, o que significa segurança e acomodação mais o estado de orgasmo, eternamente. Por isso quando um átomo tem apenas um elétron na ultima camada – na qual, para ser estável, sempre precisaria ter um par de elétrons – fica instável, adoidado ( é quando o átomo sai tôdas as noites para as discotecas à busca de parceiros), procurando outro na mesma situação para unirem seus elétrons solitários e formarem um par estável. E nós estamos aqui dentro de LUCA, num mundo dominado por este lado da face do software. Portanto, no Universo nestes tempos e nesta sua fase de sua evolução tôda a matéria tende a se constituir em sistemas fechados em si mesmos.
Como resultado existem as “buckyballs”. E agora saíremos do mundo analógico para entrar na realidade cientifica pura.
Em 1985, pesquisadores estavam conduzindo experiências em laboratórrio tentando entender como as longas cadeias de moléculas de carbono poderiam serem sintetizadas. Porque? Ora havia uma série de possiveis aplicações praticas para elas. Êles finalmente descobriram e construíram uma terceira forma de carbono sólido, perfeitas e simétricas esferas geodésicas ( veja figuras ao lado), às quais deram o nome bonitinho e fácil de falar: buckminsterfullerene! Uma honenagem á profética visão do arquiteto americano Buckminster Fuller que vivia obcecado na tentativa de construir monumentos de forma geodésica cada vez mais perfeitos. E assim nascia esta grandiosa maravilha tecnológica conhecida como “nanotecnologia”, a qual pode nos facilitar muito a vida e salvar nosso planeta da morte à poluição.
O “fullerene” mais conhecido é uma buckyball de 60 átomos de carbonos arranjados na forma de pentágonos e hexagonos, uma sagrada molecular caverna de apenas um bilionésimo de um metro.
Porem depois descobriram que as buckballs se formam naturalmente na Terra e no espaço sideral. Mas é claro que isto deveria ocorrer para confirmar a previsão da teoria da Matriz. Porque? Ora, a buckyball é uma perfeita demonstração dentre a materia inorganica da tendência da matéria dentro de LUCA tornar-se um sistema fechado em si mesmo. Observe as figuras e sinta como os átomos se fecham herméticamente como querendo dizer: “Não vem que aqui não tem para mais ninguem!”
E como os fragmentos-genes de LUCA conseguem se auto-organizarem nesta estrutura?
Vinte e cinco anos depois da descoberta das buckyballs, estas moléculas com 60 empacotados átomos de carbono foram encontradas novamente, desta vez no espaço sideral! E nas profundezas dos detritos de uma estrêla do tipo de nosso Sol, mas que se encontra moribunda, quase morrendo. Ora mais uma vez se confirma os processos da Teoria da Matriz: quando a entropia ataca LUCA, seus fragmentos genes saem fora do circuito sustêmico, colapsam na direção de seu centro, ali se encontram inicialmente se conflitando e gerando o caos ambiente, para em seguida se auto interagirem pacificamente e formarem estruturas que tentem reproduzir o estado de sistema fechado de LUCA. Nada mais lógico que fôssem encontrar isso lá, onde se vê nitidamente um corpo atacado pela entropia.
Observe como o artigo é capcioso. Êle diz:
“Quando a luz bombardeia moléculas e átomos, êstes irão vibrar numa especifica, mesurável medida – um campo da ciencia conhecido como espectroscopia. Os pesquisadores, que estavam estudando a nébula de detritos, acharam ali algumas incomuns impressões digitais de luz infravermelha. Êles reconheceram então as moléculas com a configuração de 60 átomos de carbonos e mais suas favorecidas associadas, as moléculas de 70 átomos de carbono.
O que significa isto na linguagem da Matriz? Os fragmentos-genes de LUCA tendem a reproduzi-lo como sistema fechado com suas sete funções universais definitivamente expressadas. Para tanto precisam de sete peças materiais para expressarem as sete funções universais. O método para isto é transformar as unidades de informação do corpo de LUCA em bits-informação como sinais de fótons emitidos por radiação que pode ser infravermelha para atacar os átomos por dentro, dominar sua maquinaria como fazem os vírus dentro de uma célula e conduzi-los a se combinarem no modêlo de LUCA, Ora, quando chegam ao ponto de reunirem seis funções num composto, já está delineado o protótipo do sistema perfeito, mas ainda é um sistema aberto porque falta a ultima peça representando a ultima função. É o mesmo caso que aconteceu aqui entre as células animal e vegetal. Como resultado, quando estes fragmentos conseguem completarem seu objetivo formam compostos com sete átomos cada qual representando uma das funções e a partir daí, com o intuito de capturar e agregar-se tôda a matéria colapsada de LUCA, vai formando compostos multiplos decimais de sete, ou seja, 70, 700, 7.000, etc. Até que um dia – assim era a esperança de LUCA – tôda a matéria inorgânica estivesse configurada na forma de um sistema fechado perfeito. Mas do alto do Universo desceu a Lei de Clausius – o segundo principio da termodinamica – com sua clava forte chamada entropia e impediu LUCA de seu intento, o qual teria fechado o Universo na forma provisória inorganica e nunca permitido à Vida existir.
O artigo diz ainda:
“Uma vez formada a molécula fullerene, será dificil destruí-la. Ela sobrevive às altas energias, à cruel radiação, até mesmo aos raios cósmicos que atingem-na.”
Mas tinha que ser assim: quando a matéria se torna um sistema fechado em si mesmo e o gene egoísta se expressa em sua plenitude, dominando soberana e ditatorialmente, nada dentro dêste Universo pode desfazê-lo. É preciso então entrar em ação um recurso do software-Alma do Universo, que foi ali implantado antes mesmo do Big Bang, pelo sistema mentalizado que fecundou êste Ovo Cósmico ou então por algum Deus-Criança que se compraz criando softwares vivos geradores de universos, botando nós dentro do mesmo saco! Que saco! Arrrrgghhhh… No dia que eu subir lá em cima vou dar um bom puxão de orelhas nesse moleque travêsso, responsável por exemplo, pelas minhas dôres de dente!
Nós – eu, você, todos os seres humanos – temos um problema muito sério a resolver logo e pode depender da nossa decisão agora se nós e nossos herdeiros vão cantar o nosso sucesso ou vão chorar amargamente o nosso fracasso. O planeta está doente, se contorcendo agitado, aquecido num estado febril, a cada dia a terra se move nas redondezas dos continentes mas pode a qualquer momento estourar um terremoto nos centros dos continentes, a cada momento desmorona mais uma montanha de gêlo nos polos, chuvas nunca vistas antes causam estragos… Enquanto isso, o nosso exército de cientistas não têm um diagnóstico preciso, não sabe a que combater, e a Humanidade queda-se muda e passiva, esperando o que vai acontecer. Nesta situação deveríamos tentar algo e urgente, o que fôsse promissor e estivesse ao nosso alcance fazê-lo. Inclusive abrir um canal de comunicação com mentalidades naturalistas que apresentem uma visão geral do quadro doentio e sugira um diagnóstico, e as sugestões de cura. Como é o caso da voz que vem das profundezas da selva amazônica e que aqui abro este espaço para se expressar.
Planetas são corpos astronômicos, portanto para entendê-los inteiramente precisamos antes dos melhores conhecimentos sôbre o sistema astronomico que os produziram e os contem. Os cientistas estão sendos dirigidos nesta pesquisa sôbre as anomalias no planeta por uma cosmovisão fundamentada na Teoria Nebular, a qual nos ultimos tempos está se contorcendo moribunda devido a tantas imagens recentes obtidas do Cosmos por aparelhos cada vez mais potentes, contrariando seus postulados. Por outro lado existem outras cosmovisões desconhecidas do grande publico cujos postulados tem sido reforçados pelas mesmas imagens. Então – em se tratando de questão tão séria e mesmo mortal – porque não avaliamos o mérito destas sugestões, o embasamento de suas analises e diagnósticos? Não seria mais sensato destacar-mos um pelotão de cientistas e permitir que por elas fôssem dirigidos a abordarem o mal por outros flancos?
A Terra não é um planeta comum, ela gerou os sistemas biológicos e através dêstes, quando a evolução chegou aos seres humanos, revestiu-se de inteligência própria, na forma de uma camada mental constituida do inconsciente coletivo, no dizer de Teilhard de Chardin e Jung. Uma mente fragmentada em pequenas porções alojadas em seis bilhões de cérebros humanos - ainda embrionária e confusa - que terá de agir com sabedoria. É preciso que a inteligência que o corpo da Terra produziu faça algo quase impossível, ou seja, que se conscientize que o corpo da mãe que a contem está doente, que ela não pode se curar por si própria e o embrião terá que encontrar a medicina correta, se não, será o primeiro a desaparecer. Ora, diz a Razão que, se a Terra produziu a Vida, ela não pode ser o corpo inanimado e nem parte de um sistema mecânico newtoniano como a Teoria Nebular acredita. De uma maneira ou outra, os principios, as propriedades da Vida que aqui se desenvolveram biológicamente têm que existirem em suas formas brutas no sistema astronomico e no próprio planeta criador. E sugere a intuição que os atuais sintomas não devem de fato terem suas causas em simples fôrças físicas que regem corpos inanimados. O planeta parece ter algo relacionado com a Vida e se encontrar-mos êste algo (tal como o ciclo vital sugerido pela voz que vem das selvas e sente o planeta de uma forma diferente da que o sentimos, se o sentimos) teremos um entendimento e quiçá – como sugere a mesma voz – descubramos que temos em nossas mãos uma solução possível de realizar a cura dêste gigante. Vamos ouvir agora uma síntese da visão que parece vir de outro mundo, pois nunca a ouvimos antes, não estamos habituados a essa linguagem.
Dexemo-la falar:
“Para onde está indo a energia do Sol que ameaça incendiar o planeta? Vamos explicar através de uma analogia. Imagine um vaso contendo um pouco de terra e água e exposto ao Sol. No meio do vaso, plante-se uma semente, um grão de milho. O grão de milho é na sua maioria amarelado, porque sua grande parte amarela contem a reserva de nutrientes que servirá àquele pequeno germe branco existente na extremidade verticial do grão como alimento até que desabroche. Para onde está indo a àgua? Parte dela está se infiltrando na semente, inchando-a. E para onde está indo parte da energia solar que incide sôbre a superficie do vaso? Parte dela está indo com a água tambem para dentro da semente, pois é a energia solar que desperta e fornece as primeiras dinâmicas ao germe que começa a mover-se. Pois agora voltemos à pergunta inicial: Onde está se acumulando o calor do aquecimento global?”
A terra no vaso representa a dark matter, a matéria escura que preenche o vasto espaço sideral. O grão de milho representa o planeta Terra. A parte amarela representa a crostra terrestre constituída pelas camadas geológicas ou placas tectônicas. O germe branco representa o núcleo da Terra, uma substância incandescente de extrema acidez, composto de ferro, sulfas, ionizada, imóvel no principio porque fôra coberto de gêlo e pelas rochas. A água representa o fluxo de substâncias que descem desde a superficie na direção do nucleo ou emergem desde as redondezas do nucleo na forma de magma vulcanico, substancias mais conhecidas como a lixívia. E estas substâncias que descem levam consigo as partículas da energia solar, estão alcançando o nucleo, acercando-se dêle, iniciando o despertar do germe que ali dorme a bilhões de anos…”
_ “Germe?! – pergunto estupefato – “No nucleo da Terra? Germe de que? De quem?”
-”Ora então você acredita mesmo que esta extraordinária engenharia que hoje observamos sob nossos olhos em que corpos materiais produzem sementes e estas desabrocham formando novos corpos materiais, foi inventada numa sôpa primitiva constituída de matéria estupida? Ou então que Deus necessitaria atravessar Universos plantando as primeiras sementes em cada um dos bilhões de astros que se constituem em boa seara? Os modêlos da teoria da Matriz/DNA explicam tudo como nos céus muito antes da Terra surgir êste maravilhoso evento já ocorria, como a Terra foi formada pelo mesmo método das sementes, e por isso ela cria a Vida do unico jeito que ela sabe fazer, o jeito pelo qual ela própria fôra criada.
Os planetas carregam em si o germe da próxima forma em que se vão transformar, o germe de um Pulsar que mais tarde desabrochará como uma supernova. O germe àcido está atraindo e absorvendo a parte da energia solar que os cientistas sabem que está por aqui mas não detectaram ainda onde, porque sua teoria astrônomica equivocada os impede de ver. Esta energia solar estimula o despertar do germe, quando então êle inicia as primeiras reações nucleares, as quais consistem no seu alimentar das energias e nutrientes constituintes das camadas geológicas, das placas tectônicas. As reações nucleares de um germe astronomico e as iniciais transformações em um planeta ocorrem na escala do tempo astronômico por isso ainda não sabemos calcular e precisar essa evolução. Mas quando isso se desenvolver não haverá pés humanos e edificios que consigam manter-se sôbre êste solo. Sabemos que um Pulsar não suporta a Vida em sua superficie, que teremos de emigrar daqui, mas não sabemos quando. Por isso precisamos desenvolver mais rápido nossa tecnologia espacial. Pode estourar um ou mais vulcões amanhã se mais se separarem as placas e abrir fendas gigantescas que permitam a passagem de maior quantidade de substancias conduzindo a energia solar, podem ocorrer mais e violentos terremotos, mas isto tanto pode ser em tempos breves como em milhões de anos.
E qual deverá ser a atitude agora da camada do consciente coletivo que se move sôbre o corpo do planeta e está fragmentada em nossos seis bilhões de cérebros? A Terra é um astro muito jovem, saindo da adolescencia e entrando na puberdade, podemos avaliar o estado geral de “sua” mente comparando-a com a juventude humana nesta época. E sabemos que nesta fase os jovens são destemidos, inconsequentes, pouco dados às responsabilidades da Vida. Mas a Terra infelizmente vai ter que criar juízo precocemente, talvez como castigo pela nossa própria ação impulsiva e consumista. A atitude correta agora, sem perda de tempo, é correr ao vazo com a semente, no laboratório, observar as sementes despertarem, tentar obter imagens da energia dentro delas, ver seus processos e mecanismos, calcular intensidades, conhecer os canais que a ligam ao solo e os fluxos que por êles transitam, aprender com a cria como deve ser o criador, tentar planejar um tipo de incubação que permita a esta semente de uma futura supernova que a Terra aloja em seu regaço a se desenvolver saudavelmente, porque nunca poderemos ir contra as fôrças do Cosmos parando esta semente, mas que sua evolução se dê de maneira mais lenta e sob nosso contrôle.”
Não é hora de criticar, ignorar, desprezar, nenhuma sugestão que nasça de dentro da inteligência deste planeta. Não é hora de defender interêsses pessoais. Não é hora de impor e vender nossas idéias, mas sim leva-las à praça publica para que sejam misturadas e buriladas com tôdas as demais idéias, para que amanhã não choremos os equívocos em nossas teorias. É hora de rever-mos nossos habituais planos de investimentos, de aquisição de novas propriedades, de construção de novos edificios, e inquirir nossa consciência, se não seria mais sábio garantir-mos a segurança do que temos, investindo algo de nossos capitais na busca da tecnologia que mantenha nosso solo firme para ser o alicerce duradouro de nossas casas e da nossa Vida. Precisamos principalmente arrancar da gaveta nossas primeiras pesquisas relacionadas a um planeta visto como algo vivo, como a Hipótese Gaia de Margullis, a visão sistêmica de Fritchof Capra e a teoria da Matriz/DNA. Esta tem sugestões de soluções jamais imaginadas em outro tempo e lugar, mas é preciso antes entender o seu diagnóstico.
Faça sua parte agora! Eu estou na selva com “a voz” buscando desesperadamente nas sementes e no ecossistema daqui a aprendizagem e uma solução, mas me falta tudo e isolado não possso comunicar-me com ninguem aí fora a não ser através dêste obscuro e desconhecido blog. Espalhe esta mensagem de tôdas as maneiras que lhe for possivel, busque a consciência de seus amigos, das emprêsas dos govêrnos. Você é a consciência real da jovem Terra!
Enquanto uma teoria diz que o astro está indo, outra diz exatamente o contrário, quer dizer, está voltando. Em outras palavras, e analógicamente, uma teoria diz que o astro já passou da meia-idade, que é uma velhinha quase morrendo, enquanto a outra diz que não, o astro ainda não chegou à meia-idade, que é uma jovem entrando na puberdade. Um unico e mesmo fato cientifico (o astro existe) dando margem a duas interpretações antagônicas, devido a visibilidade ser muito precária e falta de mais dados concretos. Vejamos o que existe de fato concreto e depois veremos a outra interpretação dêstes fatos:
1) É um astro que emite energia, porém calculada em apenas 0,000026 por cento da energia emitida pelo Sol. Essa energia é emitida na faixa do infravermelho, e não na faixa visível do espectro.
2) Foi achado por Philip Lucas e seus colegas da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, a partir dessa radiação infravermelha que ela emite. Foi denominado como UGPS 0722-05.
3) Tem aproximadamente o tamanho de Júpiter.
4) Paralaxe: A distância estimada em 9,6 milhões de anos-luz ainda é preliminar. O cálculo foi baseado no fenômeno óptico chamado paralaxe. Até agora, porém, os astrônomos que descobriram o astro UGPS 0722-05 ainda não dispõem de medições de paralaxe suficientes para fazer o cálculo com precisão. O resultado deverá ser refinado ao longo dos próximos meses.
Êstes são os fatos reais contidos no longo artigo. O resto é teoria, interpretações baseada nos modêlos teóricos da Teoria Nebular, a atual eleita pela Comunidade Astronômica. Não há como pôr o astro numa balança para pesa-lo, mas os modêlos da teoria indicam que tenha uma massa de 3 a 4 vêzes a massa de Jupiter, mesmo que tais calculos sugiram ser o astro do mesmo tamanho de Jupiter. Não há como saber a idade do astro, portanto nem seu estágio evolutivo, mas os modêlos da Teoria Nebular sugerem que o astro deve ser uma “estrêla”, e do tipo “anã-marrom”. É impossível alcança-lo com uma sonda equipada com termometro, mas os modêlos sugerem que é um astro com temperaturas entre 130 e 230 graus Celsius.
Segundo os teóricos relatam no artigo, é a anã-marrom mais fria que existe e tambem a mais escura que existe. Um momento. Justamente uma anã-marrom mais próxima que todas as outras, portanto a mais confiavel em dados, é excessão à regra?! Não deveria ser o contrário? Ou seja: um astro com dados mais confiaveis deveria ser o exemplar estabelecido e classificado com um nome de espécie. Portanto, todos os outros astros mais distantes e menos confiaveis teriam que apresentar dados muito próximos para se classificarem na mesma espécie. É mais inteligente usar o crocodilo que temos em mãos como parâmetro para a espécie dos répteis ou o dinossauro que está lá distante no tempo e do qual só temos fosseis?
Ultimamente, com o bombardeio de imagens enviadas por tantos observadores, está acontecendo muito das noticias virem repletas de chavões como “o novo astro é diferente do que se entende pela sua espécie” ou, “o astro apresenta excessões à regra”. A Teoria Nebular já não está se aguentando mais pois ela separou os astros em algumas poucas formas fixas e agora tem que fazer malabarismos para enquadrar os novos astros nestas formas. Ora, segundo a teoria da Matriz/DNA, astros são como seres humanos, mudam de forma a cada minuto, pois a cada minuto está mudando o estado ao menos de uma célula de seu corpo.
O problema aqui está no fato que a Teoria Nebular acredita que astros surgem ao acaso por geração espontânea e permanecem ao longo da existência na mesma forma que nasceram. Quando admitem que um astro se transforma, como no caso de uma supernova, seria apenas através de violências no Cosmos, explosões, enquanto qualquer humano humilde que está vendo o céu a ôlho nu sente que lá a matéria está organizada no estado de ordem, porque vê quietude, harmonia. O problema do homem comum é que enquanto ele vê imobilidade, êle pensa em eternidade, enquanto vê grandisiodade pensa em majestade, e daí começa a raciocinar que deve ser obra de seres eternos, deuses, e como vêem ordem, começam a atribuir qualidades dêste estado moral aos deuses, qualidades que se chocam com as caracteristicas do mundo biosférico e humano onde reina o caos. Por isso nas várias religiões os humanos estão sempre em conflito com os deuses e desobedecendo-os, pois os deuses querem um estado de harmonia e nós humanos produzidos por esta face caótica da Natureza agimos com impulsividade, violência. Mas os astronomos modernos foram justamente pelo caminho contrário.
A Física que dominou nossa cosmovisão iniciou aqui na face caótica, é fria, insensivel e violenta, assim dominou o pensamento cientifico até agora e esta visão do imediato foi projetada sôbre as coisas do espaço sideral, surgindo daí uma cosmovisão que tem de ter violência em seus processos. Buracos Negros, apesar de nunca definidos, seriam monstros devoradores de mundo, canibais do espaço, o Universo teria surgido de uma explosão atômica (não dizem que antes era um minusculo átomo?), e por aí a fora. Mas nunca ninguem viu ou filmou um ato violento no Cosmos. Então porque se acredita em violência no céu?! Nunca ninguem viu deuses organizando astros segundo uma perfeita mecanica newtoniana, para funcionarem como um relógio. Então porque se acredita que existam deuses no céu?! Enquanto isso, a teoria da Matriz/DNA, ao aplicar o método da anatomia comparada entre sistemas naturais animados e inanimados, mas acreditando que a dinamica dos animados já existia como principios mecânicos e latentes nos inanimados, levou algo da imprevisibilidade caótica da Terra para o céu, é certo, deixando algo ao sabor dos eventos casuísticos, mas cuidando para não torcer e deformar o reino da ordem; e por outro lado, trouxe um pouco da ordem do céu para a Terra, principalmente na decodificação dos significados nos genes e DNA, acreditando que êste, como uma matriz caída do céu, existe aqui numa luta árdua para tentar conter o bombardeio que vem do caos e conservar algo de ordem para manter o contrôle da situação. Ela não projetou na astronomia nem deuses nem violências, porém, pode tambem ter errado ao projetar retroativamente os principios vitais sôbre o passado e revestir a conjuntura astronomica com uma cobertura semi-biológica.
Bem, a teoria da Matriz/DNA sugere a seguinte explicação para o astro encontrado e que “parece”, ao longe, um estrêla escura:
” Para que UGPS 0722-05 seja uma estrêla, e apresente o atual brilho, ela teria que estar envolta em uma nuvem de poeira estelar muito densa, a qual seria os dejetos da estrêla, e já não deveria ser esférica, mas sim deformada. Pois seria um astro no seu final de existência, onde ocorreria alguma tênue reação nuclear ainda, que estaria consumindo as ultimas partículas de energia de seus átomos. Como um quase-cadáver, na Função 7 da Matriz, de fato estaria se tornando cada vez mais fria. Mas sua massa teria que ser no minimo dez vezes menor que a massa do Sol, o qual é um astro que já passou de sua meia-idade. Esta nuvem de poeira já deveria estar apresentando uma certa forma espiral rotatória, inicando um eixo imaginário, evoluindo para tornar-se um quasar contendo um buraco branco. Mas como nada foi noticiado sôbre tal nuvem de poeira ao redor, resta a alternativa mais provavel de que o astro seja uma pré-estrêla, bem próxima ainda da forma anterior de pulsar, o qual é um velho planeta. Pulsares são os estágios proto-vitais do ciclo proto-vital em que as reações nucleares avançaram tanto partindo do centro na direção da periferia do corpo, que a ultima camada superficial está próxima a colapsar-se. Se o astro apresenta já alguma luminosidade própria e na coloração avermelhada é devido a energia exalada pelas reações internas estarem ultrapassando uma casca quase transparente, e de tão fina, já não mais suporta os vulcões que se exauriram. Portanto êste astro não mais ejecta magma, ou seja, não mais produz cometas, tanto que os tais não devem ser encontrados nos seus arredores. No momento que a camada superficial se colapsar, desabrochará uma super-nova. sómente então pode-se referir ao astro como sendo uma estrêla.
Comparando-o com o ciclo vital humano, o corpo deste astro produz uma certa dificuldade para o calculo de seu exato estágio, devido ser hermafrodita. Tanto pode ser visto como um homem no fim de sua atividade sexual ( os astros apenas apresentam um curto periodo de atividade sexual, onde os machos, se comparado com humanos, finalizaria essa atividade por volta dos 30 anos) como pode ser visto como a fêmea que está entrando na fase procriativa para iniciar a ser fecundada. Mas como disse, o hermafroditismo ainda não está tão conhecido para que se defina estas separações entre o aspecto macho e fêmea.
Um detalhe que tem-me intrigado: nas ultimas semanas têm descoberto astros gigantes nas proximidades ou mesmo dentro do sistema solar. Incrível que – se temos lançado nossos observadores mecânicos a distâncias incriveis no profundo espaço, e tempos tão remotos que estamos conjecturando sôbre as origens do Universo, porque astros gigantes e atá emitindo luninosidade aqui perto nunca foram vistos? Será que de repente o mito de Nêmesis e suas correlações com a profecia maia e 2012 fêz com que os atronomos retroagissem suas lentes à procura dela? Mas não são êles que dizem ignorar os mitos?
A Teoria Astronômica mundialmente aceita cometeu um colossal equívoco enquanto a descoberta confirma uma vez mais as previsões da teoria da Matriz/DNA. A descoberta de seis exo-planetas (planetas fora do sistema solar) orbitando na direção contrária do giro da estrêla que acompanham, jamais poderia ter sido imaginado por esta teoria. Como diz o artigo site abaixo do European Southern Observatory:
“Planets are thought to form in the disc of gas and dust encircling a young star. This proto-planetary disc rotates in the same direction as the star itself, and up to now it was expected that planets that form from the disc would all orbit in more or less the same plane, and that they would move along their orbits in the same direction as the star’s rotation. This is the case for the planets in the Solar System. … Surprisingly, when the team combined the new data with older observations they found that more than half of all the hot Jupiters studied have orbits that are misaligned with the rotation axis of their parent stars. They even found that six exoplanets in this extended study (of which two are new discoveries) have retrograde motion: they orbit their star in the “wrong” direction. “The new results really challenge the conventional wisdom that planets should always orbit in the same direction as their stars spin,” says Andrew Cameron of the University of St Andrews, who presented the new results at the RAS National Astronomy Meeting (NAM2010) in Glasgow this week.”
Ora, como a Teoria da Matriz/DNA indica a formação dos astros, planetas não são formados de restos ou pedaços despregados de estrêlas, e quando estão ainda como asteróides vagando no espaço e se aproximam muito de uma estrêla, então sim, são capturados na órbita desta. Porem, planetas podem vir pela esquerda da estrêla ou podem vir pela direita. Se pela esquerda, vão orbitar no sentido horario, se pela direita vão no sentido anti-horário. Não influencía nada a direção de giro da estrêla. Quando dissemos isto a 20 anos atrás sorriram com compaixão e me mandaram olhar melhor os planetas em volta do Sol, para aprender que todos giram numa unica direção e justamente na direção do giro da estrêla. Respondí que óbviamente já tinha visto isto, e que realmente o sistema solar poderia ser uma evidência que meus modêlos estivessem errados. Mas também poderia ocorrer que o sistema solar inteiro fôsse reciclagem de um sistema anterior, ou de apenas uma estrêla ancestral, que apenas este fato não poderia derrubar tôda a lógica racional da teoria. Claro: a crença dêles era que minha teoria estava totalmente errada.
E agora, José?
Como vou no caminho contrário dêles, minha surprêsa não são os outros sistemas com planetas girando a favor e contra a estrêla. Minha surpresa é com o sistema solar. Pode ser mera coincidência mas é muita coincidência que todos os 8 ou 11 planetas ( ninguem mais sabe ao certo) do sistema tenham vindos todos pela direita. Mas existem duas hipóteses para explicar isto:
1) Um quasar contendo um buraco negro estava à direita da estrêla Sol e como eles soltam sua ninhada de germens estelares todos na mesma direção…;
2) De fato o nosso sistema é a ressureição ou reciclagem de uma estrêla morta. Isto explicaria porque dizem que o Sol é uma estrêla solitária em relação às outras tôdas da galaxia, porque ele teria se distanciado mais do berço onde tôdas nasceram. Ora, quando uma estrêla está morrendo, sua massa e pêso vai dimuindo e portanto ela vai escapando da gravidade do centro galáctico. As velhas morrem mais longe do berço. E seu material vai ficar no mesmo lugar quando ela renascer.
Um estudo agora publicado no «Icarus – International Journal of Solar System Studies» sugere a possibilidade da existência de um planeta gigante nas fronteiras do nosso sistema solar. A equipa de cientistas, liderada por John J. Matese, da Universidade da Louisiana, indica que esse planeta deverá ter uma massa entre uma a quatro vezes a de Júpiter. (Leia o artigo completo no link acima).
Comentário Precipitado da Leitura dos Mapas da Matriz/DNA:
Muito interessante para a Teoria da Matriz/DNA. Exatamente como deve ser um pulsar na Função 4: aparência meio-termista entre um planeta gigante e uma pequena estrêla; rodeado de cometas, pois ele, através de vulcões gigantescos é o produtor de cometas; afastado do Sol, porque era um planeta pesado que foi consumindo sua massa e tornando-se mais leve escapando à gravidade estelar; rodeado por um cinturão de poeira. Mas esta poeira pode ser duas coisas: a) resultante de sua atividade vulcanica; b) resultante da fragmentação de outre estrela e aqui a coisa se complica. Não acredito que nosso Sol esteja tão velho e tenha consumido tanto de seus atomos pesados ejectando a massa restante destes atomos para o espaço. Se assim fosse esta poeira deveria estar perto dele e talvez a Terra estivesse coberta por ela. Como não existem estrelas moribundas próximas ao sistema solar, resta a idéia de que essa poeira pode ser resquicio da formação do sol ou de uma estrela que o teria precedido por aqui. Em todo o caso, o acumulo de poeira numa regiaão pode produzir um sistema de vórtice onde surge um buraco negro, o que justificaria a época dsa produção dos cometas: ejaculação de cometas e presença de buraco negro significa a fase pronta do sistema para procriar. O mais indicado é que este astro esteja coitado, se masturbando, sem ter uma companheira, e seus cometas-espermatozóides são descartados no espaço. mas uma coisa preocupa agora: se é um pulsar, a qualquer momento pode colapsar sua fina casca externa e brotar como uma supernova, o que realmente poderia influir catastroficamente sôbre a Terra. Se concretizaria a professia de Nemesis? Não acredito nisso, não existe na memória do DNA nenhum relato registrado do futuro. Este “qualquer momento”pode acontecer em 2012 como pode acontecer daqui um bilhão de anos, dependendo de como esteja o estado evolutivo do pulsar, se for realmente um pulsar.
O cérebro biológico humano projetou-se através das hábeis mãos humanas tentando reproduzir-se com plasticos e circuitos integrados, erigindo esta fantástica máquina chamada “computador”. Assim como tínhamos imitado um cavalo puxando uma carroça na forma de automóvel. Então descobriu-se que o computador poderia tornar-se um robot, para tanto bastou dotar o cérebro eletro-mecânico de complexo sensorial próprio, sensores que captam o mundo exteriror, óbviamente feitos como máquinas. E êste nosso clone mecanizado pode fazer algo que não podemos: inserido em sondas espaciais pode invadir o macro-cosmos e obter informações, assim como ligando-o a micro-sondas pode penetrar no micro-cosmos. Além disso êle pode fazer algo impossível a nosso cérebro: processar êstes dados em simulações rápidas envolvendo milhões de calculos e fornecer um quadro geral destas dimensões a nós invisiveis. Mas… Da mesma forma que eu não confio em outros cérebros de pessoas que dizem ter falado com Deus ou escritos livros inspirados por deuses para virem me dizer o que é o mundo, também não confio em nenhuma outra espécie dotada de cérebro que venha interpretar o mundo para mim, e baseado nisso, planejar o meu comportamento e destino. É muita responsabilidade, é muito perigoso, se o alienígena estiver errado estarei perdido. Prefiro correr o risco de errar apenas confiando na minha mente criança que nasceu apenas ontem no tempo astronomico, no meu cérebrozinho tão pequenino nesta imensidão cósmica que quase nada pode entender, nos meus sentidos corpóreos bastante pobres e limitados, mas que tenho certeza, foram feitos pela Natureza… e confio nela, sou filho da Natureza, confio em minha mãe sagrada. Mesmo sabendo que Ela é tão passível de erros como qualquer ser humano, que seus sonhos maiores são pecados como tornar-se um paraíso de sistema fechado em si mesmo, porque vejo que ela contem em si, alem da besta fera, o anjo do amor que tende a ser sistema aberto num abraço a acalentar tôdas suas criaturas. E no meio da selva ela está me sussurrando que o mundo não é nem de perto o que o cérebro mecânico está pintando. Mas porque os mais sábios da cidade não estão tendo a mesma intuição? Procurei causas e explicações e retornei com esta hipótese. Numa primeira operação o cérebro biologico inseriu suas informações adquiridas empíricamente no cérebro eletro-mecânico, dotou êste de complexo sensorial mecânico próprio ( sensores e captadores de todos os tipos como microscópios, telescópios em sondas espaciais, etc.) e programou-o para ir buscar as informações como um agente espião em território inimigo. Retornando, de fato o cérebro eletro-mecânico trouxe valiosas informações que deixaram o cérebro biológico deslumbrado ( o red shift de Orion significa, pelos calculos simuladores desta máquina, presença de metano; o íon de calcio, pelos calculos simuladores desta máquina, significa permeabilidade ionica da membrana celular, etc.) . Baseado nestas informações, o cérebro biológico refez alguns ajustes nos hardwares e softwares das màquinas e sensores, acrescentou as interpretações dos fatos recebidas da primeira pesquisa e dos calculos do computador e enviou-o de volta ao micro e macrocosmos. É a mesma história da evolução real do computador, onde o cérebro humano entrou atuando como software que criou um hardware o qual aumentou a capacidade de atuação do cérebro biologico, o qual desenvolve-se como o software que por sua vez desenvolve novo hardware, ad infinitum. Novamente a sonda retornou repleta de novos dados, e as operações similares continuam, conquistando todas as possibilidades de pesquisas financiadas, aniquilando praticamente a figura do velho cientista que empregava emoções, objetivos humanos e biológicos nas suas pesquisas, mais parecendo um alquimista. Como eu fiz na selva amazônica, com paixão, garra, energia, pois enfrentava uma batalha entre minha espécie humana e a matéria que nos torturava a existência porque explorava nossa ignorancia sobre seus poderes, mecanismos e processos, ora ás vêzes ajoelhando à beira do pantano como faziam os velhos quimicos positivistas com um microscópio rudimentar revirando a lama e procurando o ancesral primitivo comum sonhado por Darwin, deitando no solo e ouvindo o murmurio sismico que vinha das entranhas do planeta inquirindo sobre sua misteriosa nuclear composição, ou colocando-me entre dois elementos proximos quaisquer, fossem plantas e animais, com equipamentos rudimentares tentando sentir o fluir do canal de comunicações entre eles para captar o fluxo de informações que animam os sistemas, sempre tendo em mente que o meu cérebro biológico é um sistema e como tal uma projeção elevada e derivada do sistema-biosfera. A criatura teria que ter condições de entender seu criador. Esta paixão não propicia lucro financeiro, ao contrário, nos agride com as febres das malarias, enquanto a natureza se debate e experimentando o invasor sob os mais duros testes, antes de entregar-se e a seus segredos. As mesmas operações entre cérebro humano dotado de complexo sensorial biologico e cérebro eletro-mecânico dotado de complexo sensorial mecânico continuaram, porem sutilmente estava ocorrendo um fenômeno que nós não percebíamos: a inversão de papéis. Se os primeiros dados que iniciaram a empreitada foram captados empiricamente pelo cérebro humano, a partir da segunda ou terceira operação passaram a serem baseados nos dados mais volumosos coletados pelo frio complexo sensorial mecânico, e calculados matematicamente. Ora, em outra instância concluo com a ajuda do grafico cartesiano como a matematica linear não pode traduzir mais que 30% da realidade natural cuja evolução perfaz curvas no tempo e espaço, as quais não são captadas pelo raciocinio matematico que sempre avança em linha reta. Onde há vida e biologia e sentimentos e emoções, a matematica que é filha da Fisica insensível despreza estas propriedades e seleciona discriminatóriamente os dados que entende ser relevantes, expondo a conclusão final de um mundo mecanizado. Mas estas propriedades vitais que emergiram e se expressaram nos sistemas mais evoluidos possuem suas raizes e principios em forcas brutas na matéria desde particulas, átomos e astros celestes. Por isso um Hawkings da vida levando a matematica ao extremo porque assentado no gabinete e numa cadeira de rodas, enxerga fantasmas canibais do espaço num ecossistema sideral em que nossos olhos nus vêem apenas ordem e harmonia. Portanto o cérebro eletro-mecanico invade com seus tentaculos equipados com frios sensores mecanicos as entranhas do cosmos e dos nossos corpos, apenas captando o que lhe é próprio captar, uma face limitada e mecanicista dos fenomenos. E ao informar o cérebro biologico cujo complexo sensorial foi manietado e algemado como o fizeram deliberadamente os filosofos gregos que após terem descobertos as bases geniais de quase todas as Ciências, se recusaram a sujarem as mãos na atividade experimental enveredando-se pelo caminho das elocubrações intelectuais, com idéias absurdas como a geração espontanea da vida. Assim a teoria cosmologica atual totalmente elaborada pelo cérebro eletro-mecânico e elocubrações matematicas surge com a ideia absurda da geração espontanea dos astros celestes, numa dimensão astronomica onde qualquer evento, qualquer deslocar de corpo, se desenvolve sob o longo arrastar-se do tempo astronomico. Todas nossas emoções, comportamentos humanos, mesmo as disfunções sistêmicas do organismo, tornaram-se derivadas da ação mecanica de genes, cujo fundamental significado de existencia é se reproduzir para firmar seu egoísmo, a ponto de Dawkins declarar guerra a estes genes. As origens e significado existencial do Universo foi interpretado como sendo as mesmas origens e significado existencial das máquinas calculadoras e motores primevos que antecederam a existência do cérebro eletro-mecânico. Nossa cosmologia e biologia molecular contam a história da máquina e não do corpo humano. Assim como o ancestral primeiro dos atuais engenhos mecânicos foi o motor ã explosão, o próprio Universo teria surgido de uma explosão. Mas quando algum cérebro biológico ainda não contaminado pelo mecanicismo analisa os mesmos dados de Lamaitre mais os dados recentes como a radiação cósmica, projeta sua essência vital no resultado e vê o Big Bang no romper do invólucro de um espermatozóide no centro de uma dark matter amniótica dando inicio a uma nova existência vital. O Universo foi reduzido a uma maquina ciclica baseada no eterno vai-e vem de suas engranagens, explodindo e renascendo em Big Bangs. Os novos fenomenos que não são inteiramente perceptivieis se tornam galaxias canibais do espaço, ou monstruosos buracos negros devoradores de galaxias, porque a atividade da máquina é apenas esta: a trituração de matéria-prima combustivel e canalização para fim nenhum em si mesma, a qual lhe mantem a existencia, e ela projeta-se em seu instinto como se fôsse o instinto da Natureza. Se na primeira operação o cerebro biológico era o dominante e o eletro-mecanico era o recessivo, e esta continuidade iria levar o cérebro biologico a cada vez mais “biologizar” o cerebro mecanico, os papéis se inverteram; agora o cerebro eletro-mecanico tem o poder de selecionar e fornecer os dados que lhe aprazem, tornou-se o senhor guia do conhecimento, está a “mecanizar” o cérebro biologico. Cruzando papoulas seguimos à moda de Mendel, dissecando sistemas seguimos com a velha anatomia comparada de Hipócrates, ajoelhado à beira dos pantanos seguimos à moda de Darwin, mas não sem perceber que o calor que nos fustiga o sombrero vem da luz de uma estrêla. Então olhamos para a estrêla tentando entendê-la com o nosso cérebro e visão naturais e sentimos que ela não é a horrível fornalha nuclear como a definiu o computador, mas ela se parece como uma nossa ancestral que nos mira do céu esperançosa de que levemos a sua alma, a qual ela depositou em nossas mãos, para futuros mais sublimes dos que ela alcançou, e vemo-la como uma mãe atarefada em amamentar seus rebentos planetas com o nectar de sua luz e mantê-los protegidos sob suas imensas asas gravitacionais. Enviamos a ela um sentimento de ternura e em resposta ela nos manda mais luz dos trópicos como se sussurando, relembrando-nos que a vida da qual tentamos desvendar suas origens e mistérios dela depende para cada movimento, cada reação. Vendo-nos procurando o cêpo oginal no barro ela parece perguntar: ”Porque me procuram embaixo sob seus pés se eu estou aqui em cima? Eu sou aquilo que procuram” O ancestral comum no espaço sideral?! E porque não? Ela tanto insistiu, tanto “cozinhou” nosso cérebro que sua voz tornou-se irresístivel e resolvemos investigar sua sugestão. O computador não houve nem capta estes sinais entre as criaturas da Natureza. Assim encontramos aquêle que por ora nos fornece todas as explicações racionais: LUCA, the Last Universal Common Ancestor, o gerador de todos os seres vivos, uma maquina astronomica quase perfeita, regida pela mecânica newtoniana porque na sua infancia a Natureza deixou-se atrair pela forma da serpente auto-reciclavel quando se alimenta de sua própria matéria degradada sugando o que sai de sua prória cauda, mas já possuindo os principios do fenômeno vital. E sentimos que LUCA está encriptado em nossos genes, agora se manifesta em nossa mente tentando dirigi-la para reproduzi-lo, e assim entendemos porque o cérebro biológico se deixou dominar voluntariamente pelo mecanicismo. É LUCA, um ancestral que pecou o maior dos pecados por ter optado pela forma de sistema fechado em si mesmo, a maxima expressão do egoísmo no Universo, tentando se reproduzir através de nós… um quasi-moto-contínuo, totalmente mecanizado. Parece-me que a fábula da serpente no Éden se realiza como professia mas Eva agora tornou-se a Ciência Humana.
Não, meu amigo, aqui na selva nós continuamos à moda antiga. O cérebro biológico aqui continua no comando, apesar de estar cada vez mais acuado pelas queimadas e a poluição que vem da civilização moderna, mas resiste a todo custo esperando que um dia uma nova geração da cidade desperte por algum milagre do encantamento da serpente e o cérebro autêntico feito pela mãe Natureza seja ressuscitado para empregar o velho mas legitimo método cientifico tal como sonhado pelos seus fundadores iluministas. É óbvio que aplaudimos a genialidade humana na construção de cérebro eletro-mecânico e as imensas possibilidades tecnológicas que êle pode nos oferecer, mas no tocante à busca do sinificado do mundo e da nossa existência, não admitimos intermediários.
A nova foto parece-me, nesta rápida olhada, uma afirmação do modêlo astronomico teórico da Teoria da Matriz/DNA, justo do trecho entre F7 e F1. A dita “estrela menor acompanhante” parece ser um pulsar, a poeira seria resultante da degradação da estrela gigante, e os meus modelos sugerem que na ponta do lado esquerdo co canal de poeira, que não aparece na foto, deve estar se formando, ou já está formado, um buraco negro.
Texto inicial:
O Portal de Notícias da Globo
08/04/10 – 07h16 – Atualizado em 08/04/10 – 08h31
Imagem inédita desvenda mistério de eclipse estelar
Através de telescópios, cientistas descobrem que estrela supergigante Epsilon Aurigae é coberta a cada 27 anos por disco de poeira.
Da BBC
Pela primeira vez, uma equipe de astrônomos conseguiu imagens em alta resolução do eclipse da estrela Epsilon Aurigae, um fenômeno que acontece a cada 27 anos e era até agora considerado um mistério pelos especialistas.
As imagens, publicadas no site da revista científica “Nature”, mostram que o eclipse é provocado por um disco de um material semelhante ao encontrado quando a Terra e os outros…
Baseado no New York Times – Science Times – de 11/03/2008, artigo:
Kissing the Earth Goodbye in About 7,59 Billion Years
por Dennis Overbye
Tradução: Diga Adeus à cena do Papa beijando a Terra…he…he… dentro de 7,59 bilhões de anos.
Modéstia à parte, fui o primeiro ser humano a explicar “cientificamente mas nem tanto” porque o zangão macho das abelhas sobe seis metros acima do solo onde o espera pairando no ar a rainha para copular se sabe que vai cair morto. Os mapas da Matriz revelam a mesma cena acontecendo nos sistemas astronômicos, portanto o zangão age inconsciente, automáticamente, dominado pelas fôrças físicas dos átomos que constituem seu corpo e que compõem sua carga genética herdada da Terra, um astro que tem em si gravada (genéticamente!) a experiência do seu ancestral Pulsar, que também desapareceu ao “copular” com um Buraco Negro.
Mas eu não tinha explicado ainda o caso de certas criaturas, como algumas aranhas, que matam e devoram o macho após a cópula. Foi uma falha minha por não ter frequentado o Oráculo da Matriz/DNA com a devida assiduidade, pois nos mapas também está explicado a psicologia da aranha. (Só eu com meus mapas entendo essa psicologia por isso estou pensando em montar uma clinica psicológica para aranhas de estimação ao lado da clinica psicológica para cachorros: se seu cãosinho está rosnando torto, como gato, ou apresentando outro desvio comportamental, traga-o à minha clinica que boto-o deitado no divã, hipnotizo-o e deixo-o falar latindo sôbre suas experiências na infancia onde procuro localizar algum trauma, coitadinho…).
Matei a charada das aranhas ao ler o artigo do NYT acima. Descobriram um planeta gigante orbitando o cadáver em decomposição de uma falecida estrêla em Pegasus (será esta constelação um necrotério cósmico?!), Não conseguiram ver se o planeta está vestindo luto, chorando com um lencinho enxugando as lágrimas, mas a noticia é surpreendente! E aterrorizante para mim: por um momento sentí um calafrio descendo pela espinha até a ponta do dedão do pé. “Estão ameaçando a Teoria da Matriz?” Chegou o momento de bota-la no lixo e despedir-me do mundo, pois sem ela a vida não me faria mais sentido?
Segundo o que entendí (aliás, o que entendeu o unico neuronio que ainda continua trabalhando aqui nessa cabeça), no lugar da falecida resta apenas uma névoa de detritos, e girando em volta dela, um gigante planeta!!! Raios! Nos mapas da Matriz nunca vi tal coisa e na minha lógica portuguesa com certeza isso é ilógico. Pois uma nuvem de detritos não deveria ter a força de atração gravitacional para segurar um gigante planeta, muitos pêlos ao contrário: os detritos deveriam estar girando em torno do planeta, não é? Mas… fazer o que? Se os caras estão dizendo que viram a cena e provavelmente devem ter fotografado?
Para piorar a minha situação de “caidinho pela Matriz”, no mesmo artigo um par de astronômos – Klaus-Peter Schroeder da Universidade de Guanajuato do México e Robert Connon Smith da University of Sussex da Inglaterra - publicaram os resultados de seus calculos indicando que “se a Natureza for deixada por conta de suas próprias crias, daqui a 7,59 bilhões de anos a Terra será sugada por um fogoso Sol vermelho e cairá numa espiral rumo a uma morte vaporenta e rápida”. Então estes astronômos estão matando em um monte de gente as esperanças surgidas com a visão do gigante planeta, a qual sugere que a Terra também poderia sobreviver à morte do Sol. Agora existe a outra alternativa, a de que o Sol possa não querer morrer sózinho e levar a Terra junto. Ai… ai…
Mas, o que diz o Oráculo da Matriz? Eu não ouví direito porque hoje é quinta, portanto faz 5 dias que tomei banho no ultimo sábado e deve ter muita cêra no ouvido, mas resumindo é o seguinte: “Planetas gigantes são geralmente planetas velhos (com excessão daqueles que já nascem gordos) que estão sendo transformados em Pulsares, afastando-se da órbita de suas estrêlas para tornarem-se eles mesmos em novas estrêlas.” Portanto calculei que o Pulsar sempre se situe distante do cadáver estelar, o suficiente para não ser perturbado por êle. mas pode acontecer também outra alternativa: não apenas os cometas emitidos por um Pulsar iniciam a ignição da massa nebulosa estelar dentro do Buraco Branco para produzir o novo ninho de astros mas tambem o próprio Pulsar inteiro se emita ou é sugado na direção da nébula! E como o Pulsar é um astro de fogo novo, potente, concentrado, pode ignar a nébula, disso tudo resultando no nascimento de uma nova estrêla.
Bem… essa nova situação, se de fato for real, é depressiva para mim, mas tenho que estar preparado para possibilidades dêste tipo, pois talvez o espirito da selva que me soprou a Matriz seja demoníaco ou brincalhão como a serpente fêz com a Eva (se eu agarrasse aquela serpente pelo pescoço te juro que a transformava numa minhoca. Não sem antes usa-la como chicote para dar umas lambadas no forever da burra da Eva, que me botou nessa fria que é essa vida de ter que suar o rosto para comer o pão).
Preciso agora ver se isso muda ou até mesmo desbanca esta belíssima obra de arte que é o diagrama de um sistema fechado como máquina perfeita da Matriz. Se o Pulsar mistura-se com a massa do cadáver estelar, é possível existir ainda o circuito auto-reciclavel? Acho que sim, apenas diminuem as Funções Sistêmicas Universais, desaparecendo a F7 (veja o software). Mas apenas isto já seria um duro golpe na Teoria da Matriz. Terremoto embaixo do Oráculo. Pode acontecer tambem que o sistema visto seja sistema degenerado e no fim a névoa de detritos termine por cincundar o planeta formando algo como os anéis de Saturno?
Voltando ao artigo do NYT, a maioria dêle fala de futurologia baseada na visão da Teoria Nebular, mas tem alguns insights interessantes. O Dr Smith definiu o resiltado de seus calculos como sendo um “toque depressivo” – e ainda bem para mim que a Teoria da Matriz sigere que os resultados estão equivocados porque as premissas para os calculos estão erradas. Mas continua o Dr. Smith: ” Visto por outro ângulo, isto é um novo incentivo para fazermos alguma coisa procurando novos caminhos para deixar nosso planeta e colonizar outras áreas da Galáxia”. E esta é a mesma preocupação da Matriz, eu diria que êsse é um dos motivos fundamentais do porque ela abaixou sôbre a Humanidade agora. Parem de perder tempo com supérfluos, desenvolvam a Ciência e tecnologia espacial, para escaparem daí antes que seja tarde. Portanto, “congratulations, Dr Smith and Klaus-Peter!”
Mas cá entre nós, noticias como estas parece que foram mandadas para nos encher mais ainda o saco. Não sei o que se passa na cabeça dos meus leitores (acho que deveria dizer: na não-cabeça dos meus inexistentes leitores), mas eu estou cada dia mais sentindo um desconforto aqui na barriga devido a uma nova doença que está me atacando e que chamo de “a insustentável leveza do ser”, cujo virus começou com o principio da incerteza de Heisenberg, foi identificado por Humberto Eco e e se multiplicou com os recentes terremotos, dando a impressão que estamos flutuando em cima de uma débil camada de solo que se apóia numa gigantesca fornalha nuclear que a qualquer momento, sem que ninguem no Cosmos chore por isso, possa vir a nos engolir com todos nossos guarda-roupas e gatinhos de estimação. Neste artigo estão dizendo que o Sol esquentou 40% a mais do que era quando nasceu, então me vem a pergunta: este esquentamento só acontece aos poucos lentamente ou pode acontecer por saltos tambem, à la moda dos saltos mutantes de Stephen Jay Gold? Se sim, a que momento será o próximo salto? Eu não tenho aptidão para se transformar num espeto de churrasquinho…