Archive for the ‘Filosofia’ Category

A Diferenca nas Transformacoes Mentais Entre Hindus e Matrixianos

segunda-feira, março 20th, 2017

xxxx

Interessante e diferente do comum o que se ouve neste vídeo. Nao cabe a mim julgar se o orador realmente conhece algo a mais ou nao, porem, e’ fato que de qualquer maneira ele mostra problemas comuns por angulos que nao tinhamos pensado. Se voce apreciou este video, sugiro que veja outro onde ele narra a historia de sua aprendizagem na India, o quual e’ mais interessante ( link: https://www.youtube.com/watch?v=Umr61UnQvuE – Isso Existe – um filme sobre Sri Prem Baba – Versão em português )

Abaixo vai a analise da Matrix/DNA num comentário publicado no Youtube.

https://www.youtube.com/watch?v=RpARf15IctI

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Mar/03/20/2017

Existem vários caminhos para transformações do estado mental, inclusive os mais impróprios, como o percorrido pelo escravo que foge da senzala para tentar sobreviver solitário no meio da selva bruta. Eu fiz este caminho, então obviamente a minha transformação foi para algo diferente desta ocorrida com Sri Baba. Suspeito que as formas em que somos transformados por diferentes caminhos são fracões de uma forma final, a transformação definitiva para o transcendental. As imperfeições e soluções auferidas na minha transformação são diferentes das de Sri Baba. Mas se eu acreditar que a minha alcançada nova cosmovisão é a correta, e as outras são meros paliativos, as minhas soluções tornam-se impraticáveis e inúteis. Portanto, creio que urge – antes de tentar atuar no mundo externo – uma confrontação entre as novas cosmovisões e suas sugestões.

O que ambos percebemos e nos aflige, é a concordância de que a consciência alojada nos cérebros humanos corre risco de extermínio antes de amadurecer e aflorar livre. E ambos ficamos angustiados pela nossa debilidade em produzir as mudanças necessárias para evitar este terrível destino. Tenho razoes para crer que já existe considerável numero de meio-transformados, e nos mais diversos caminhos, e para suspeitar que o nosso encontro e debate poderia ao menos diminuir esta debilidade de cada um, de cada linhagem transformativa como esta da Índia. O guru deveria se lembrar que nem a milenar linhagem hindu conseguiu algum sucesso de mudança em seu próprio pais, onde a miséria e a superpopulação explodem.

Na selva o buscador pode chegar aos chakras, `a luz pertinente ao hemisfério direito cerebral. Mas percebe-mo-la por outro angulo e sob diferente estado físico/emocional. E’ a soma das observações relativísticas de cada observador no seu ponto do espaço/tempo que pode dar uma compreensão sobre a totalidade do fenômeno. E somente assim teríamos uma chance de descobrir o que realmente aconteceu de errado e continua acontecendo com a bolha de consciência universal e a especie em que ela encarna na Terra.

Sem conhecer de fato a causa, nunca atinaremos com sua solução. O guru fala num código divino. Tem ele percebido e entendido de fato este código fluindo nesta Natureza? A minha privada transformação mostrou o código na onda de luz invisível aos olhos humanos ( só veem um sétimo dela, a faixa da onda denominada branca ou “visível”) e nela o código encriptado. E alem disso, nos forneceu elementos para tentar montar sua Historia, desde as origens deste Universo. Nesta Historia se percebe claramente onde e porque se iniciou a distorção que ora nos ameaça, ainda tempos antes das origens da vida neste planeta. A linhagem transformista dos autores da Bíblia perceberam flashes deste evento e interpretaram-nos `a sua forma, na fabula da queda do paraíso. Pela maneira como eles distorceram os eventos tais quais eu os percebo, aprendi que nos é impossível deixar de projetar nossa condição humana e psique nestas interpretações, levando a resultados improdutivos e inclusive debilitando a capacidade de autocura humana.

Eu sei que a Bíblia começa com uma verdade fantasticamente superior `a capacidade de imaginação humana, mas depois deste começo ela erra quase tudo. Porem também sei que não estou exorcizado desta falha de projeção humana em eventos com leis e ambientes que nada tem a ver com existência humana, portanto, sei que minha cosmovisão deve conter erros. Porem, também sei que na do guru existem erros de suas interpretações. Por isso repito que precisamos encontrar um canal para expor na mesa nossas visões e estuda-las com um olhar somado impessoal, senão, não conseguiremos evitar a tragedia. (qualquer curiosidade veja meu trabalho digitando ” A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”.

O Mistério e as Nossas Conquistas da Dimensão Quântica: Informativo Video

sexta-feira, março 10th, 2017

xxxx

Quantum Fields: The Real Building Blocks of the Universe – with David Tong

 

https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli Mar-03/10/2017

Matrix/DNA Theory suggests the patterns that are missing to Physics and Math in this equation, but, the patterns are biological. The fundamental unit of life – DNA – is merely an evolved shape of a kind of DNA building galaxies and atoms,and at universal scale we call it “the Matrix/DNA” and we have it as a intelligible formula. What’s this fluctuations in the vacuum? Think about your body composed by hard bone skeleton surrounded by soft meat and liquid substances. The method and approach by Physics and Math can grasp the bone skeleton, but the meat and liquid substances appears as these quantum fluctuations, where a whole very complex world exists. So, this is what Physics and Math are describing very well when seeing particles, forces, energy, etc.: the skeleton of the Universe, the fossils of our ancestrals systems that became the frame for life. We can not understand the deep meanings of the skeleton without seeing the biological cover. It is the meat and substances that creates and produces the skeleton. Matrix/DNA has found that a single light wave like those emitted at the Big Bang has the code for life, it appears to be a living thing. So, this talk from Physics and Math perspective of the Universe should be followed by a talk from the Matrix/DNA world view. It would be very interesting. This equation will be more significant seeing how it fluctuates moved by the force of vital cycles composing a operating complete natural system.
xxxx
https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

Teoria do Principio Antrópico e Diferença da Teoria da MatrixDNA

domingo, março 5th, 2017

xxxx

Sugestão da MatrixDNA Theory

Racionalmente pensando, o Universo apenas pode gerar arquiteturas naturais aplicando o mesmo método pelo qual ele foi gerado. Por isso corpos humanos apenas podem gerar humanos e não girafas ou automóveis, e pelo mesmo método que eles foram gerados. O Universo não pode criar novas informações do nada, por magica, para inventar métodos que ele não tem informações para.
Acontece que Universo é apenas um aglomerado de galaxias, que evoluiu desde o Big Bang a este topo evolucionário e nada indica que exista algo mais complexo que galaxias. A evolução no sentido cosmológico parou nas galaxias, o universo agora apenas cresce em tamanho. Não é um sistema funcional e sim uma massa de sistemas. Isto é igual, na geração de corpos humanos, quando o corpo feminino produz a placenta, o amnion. Então o Universo estava tunelado para se tornar a infraestrutura placentária. E assim como na geração humana o que produz um sistema funcional dentro da planeta é um código genético – o DNA – assim também no Big Bang deve ter emergido um código para produzir um sistema interno. Na cosmovisão da Matrix/DNA Theory este código foi localizado na onda total de luz que se forma pela radiação no espectro eletromagnético. A forma como essa onda de luz surge e se propaga no tempo/espaço é pelo mesmo processo que produz os ciclos vitais dos corpos humanos, e separando-se as faixas de frequência/vibração dessa onda, aplicando-a sobre a dark matter surge um sistema atômico, e como um código ou formula ela conduz este sistema a evoluir para as formas de sistema estelar, galáctico, celular, humanos. Temos encontrado esta formula na infraestrutura de todos os sistemas naturais, inclusive na unidade fundamental de informação do DNA.
Não o Universo não foi programado para criar a vida nem humanos, estes são apenas resultados do processo de reprodução num estilo genético/computacional quântico do sistema desconhecido que produziu o universo. Mas, lembre-se, isto também é ainda apenas uma teoria, tal como é a do principio antrópico.
xxxx

Como funciona o princípio antrópico

princípio antrópico

Tudo leva a crer que a existência de vida na Terra decorra de uma enorme e complexa coincidência de múltiplos fatores. Mas há cientistas que pensam diferente. Para uma parte deles não foi o acaso que fez isso acontecer. Esses cientistas têm procurado provar que o propósito de existência do Universo e de todas as leis que o governam é justamente possibilitar o surgimento de vida inteligente no nosso planeta. Assim, do Big-Bang ao emaranhamento quântico, tudo conspira intencionalmente para um único fim: a existência do ser humano, o nome dessa controversa ideia, que coloca o homem não só como centro mas também como a razão de ser do Universo, é princípio antrópico.

Assim o Universo seria do jeito que é não por acaso, mas sim pela simples razão de que ele se desenvolveu sob medida para permitir o florescimento da vida humana. Essa visão quase divina da existência e do significado do Universo, levada adiante por importantes cientistas, é inspirada por várias “coincidências” que possibilitam a existência da vida, como a massa dos elétrons, a força da gravidade, as propriedades especiais dos átomos de Carbono. Qualquer pequena alteração nesses elementos – como a variação de apenas 1% na força da gravidade – eliminaria a possibilidade do surgimento de seres vivos. Por conta disso, os cientistas têm estudado, desde a segunda metade do século 20, a possibilidade de haver uma ligação direta entre a existência de vida inteligente sobre a face da Terra e a origem do Universo.

O princípio antrópico prevê também que o nosso Universo é apenas um dos vários que existiriam num “multiverso”. Apesar de parecer ficção científica, a ideia de múltiplos Universos, sendo que alguns deles seriam adequados à vida, vem da teoria da inflação caótica desenvolvida pelo cosmólogo russo Andrei Linde, da Universidade de Stanford (EUA), nos anos 1980. Assim, existiria um “Universo” bem maior do que o nosso, que seria apenas uma parte desse multiverso. Infinito em extensão, o multiverso conteria cada forma possível de “Universos”, alguns similares ao nosso, outros com leis físicas distintas e, segundo o princípio antrópico, elas seriam incompatíveis com a existência de vida.

Mas foi na década anterior ao surgimento da teoria de Linde que o astrofísico Brandon Carter, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), criou o termo “princípio antrópico”, para expressar que as propriedades do Universo são do jeito que são para possibilitar a existência da vida humana.

Princípio antrópico: um Universo feito sob medida para o homem

© istockphoto.com / Pleio – Segundo o princípio antrópico, o Universo foi feito sob medida para possibilitar a existência de vida inteligente na Terra

A ideia de que o Universo foi feito sob medida para possibilitar a existência do ser humano remonta à fundação da ciência ocidental. No século 17, cientistas britânicos como Isaac Newton e Robert Boyle acreditavam nisso. Mas no começo do século 20 essa ideia tinha pouca credibilidade e soava mais como um pensamento esotérico do que como ciência. Apesar disso alguns cientistas, como o naturalista Alfred Russel Wallace, continuavam a arriscar suas reputações ao declararem que o Universo é do jeito que é para produzir um mundo que permitisse o desenvolvimento da vida até o surgimento do ser humano.

Esse antropocentrismo exacerbado recebeu um golpe quase fatal com a teoria da relatividade de Albert Einstein. Associada às descobertas que os astrônomos tinham feito sobre a natureza do Universo nas primeiras décadas do século 20, a teoria de Einstein mostrava que a compreensão do Universo só seria possível a partir das complexas equações da relatividade geral, o que colocava o ser humano como um mero figurante nessa história toda e não como o ator principal.

Mas algumas coincidências existentes no Universo continuaram a intrigar vários cientistas. Uma delas mostrava que a proporção entre o tamanho do Universo visível e um elétron é igual à proporção com que a intensidade da força eletrostática entre os elétrons e os prótons excede a força gravitacional entre eles. Enquanto para alguns isso tratava-se de uma incrível coincidência, para outros sinalizava que existia alguma conexão ente a Física aplicada ao Universo e a das partículas subatômicas.

Um dos cientistas que deu atenção a esse fato foi o físico britânico Paul Dirac, ganhador do Prêmio Nobel. Para ele essa relação refletia uma lei fundamental da Física, o que levava a uma previsão assustadora. Se a relação entre essas duas proporções deve ser sempre a mesma, como o cosmo está em expansão e seu tamanho está aumentando, essa proporção só permaneceria igual se a força da gravidade estivesse enfraquecendo com o passar do tempo na mesma taxa com que o Universo se expande.

Nos anos 1950, o astrofísico Fred Hoyle, colega de Dirac na Universidade de Cambridge e um dos mais brilhantes cientistas do século 20, descobriu uma outra incrível coincidência que relacionava diretamente as propriedades do Universo com a existência de vida na Terra. Hoyle investigava a origem dos elementos químicos quando recorreu a uma inesperada solução.

Segundo a pesquisa de Hoyle, os mais simples e comuns elementos químicos, o Hélio e o Hidrogênio, parecem ter sido criados com o calor provocado pelo Big-Bang, o processo que supostamente deu origem ao Universo. Reações nucleares no interior das estrelas poderiam ser a resposta para a formação dos demais elementos, principalmente o Carbono, essencial para a existência de vida. Mas para isso acontecer o Carbono deveria apresentar uma ressonância que Hoyle não conseguia encontrar.

Para superar o impasse, ele recorreu de forma pioneira ao princípio antrópico: essa ressonância no Carbono tinha de existir, senão não haveria vida. Pouco tempo depois, pesquisadores identificaram a ressonância conforme Hoyle havia previsto. O uso que Hoyle fez do princípio antrópico para prever uma propriedade fundamental dos átomos foi recebida com ceticismo pela comunidade científica. No entanto, nos anos seguintes a teoria ganharia novos impulsos.

Princípio antrópico: o Universo depende de nós para existir

Não se sabe por que as propriedades encontradas no cosmo têm o valor que têm. Talvez por que eles sejam os únicos valores possíveis para elas. Assim, pode ter sido uma combinação fortuita deles que levou ao surgimento da vida ou, então, pode-se supor que a vida é tão adaptável que ela floresceria de diferentes formas em Universos com outras propriedades. A energia propulsora do Big-Bang teria desenvolvido a ideia de um processo de inflação caótica criadora de vários Universos. Esses não são os únicos argumentos para questionar o princípio antrópico. Na segunda metade do século 20, uma série de evidências derrubaram o raciocínio de Paul Dirac a respeito do enfraquecimento da gravidade, elemento que sustentava sua tese da conexão entre a Física do Universo e a das partículas subatômicas. Apesar disso, a ideia do princípio antrópico conquistou outros adeptos no meio científico e ganhou força a hipótese de que os valores de determinadas constantes no cosmo não são simples coincidência.

Em 1973, o astrofísico Brandon Carter, da Universidade de Cambridge, criou o nome de princípio antrópico para essa ideia. Mais do que isso, ele estabeleceu duas variáveis para ele. O princípio antrópico fraco, que diz que o fato de existirmos coloca limites para certas propriedades do Universo, e o princípio antrópico forte, que prevê que o Universo é impelido a ter propriedades compatíveis com a vida inteligente.

O físico russo Andrei Linde, a partir da teoria da inflação cósmica proposta por Alan Guth, que explica a energia propulsora do Big-Bang, desenvolveu a ideia de um processo de inflação caótica. Esse processo poderia ter produzido uma variedade de Universos. O físico norte-americano Lee Smolin foi mais longe e sugeriu que nesses vários Universos que surgem há uma espécie de evolução darwiniana, que os levaria a tornarem-se adaptados para a existência da vida. A visão de Smolin, que centra seus argumentos em torno da relação entre os buracos negros e a produção dos elementos químicos necessários para o surgimento da vida, está alinhada com as leis da Física e pode significar um novo impulso à teoria do princípio antrópico.

Apesar do princípio antrópico ainda soar como algo além dos domínios da ciência, como se fosse um axioma teológico, muitos cientistas importantes, principalmente aqueles que são estudiosos dos mecanismos quânticos, têm se dedicado a ele. Uma das mais recentes especulações a respeito do princípio antrópico foi construída pelos físicos John Barrow e Frank Tipler. Segundo eles, o Universo é constituído com um número infinito de informações que, em algum momento no futuro com computadores capazes de processá-las, poderiam ser combinadas de forma a atingirem as complexas fórmulas exigidas para o surgimento da vida.

Fonte: “HowStuffWorks – Como funciona o princípio antrópico”. Publicado em 13 de novembro de 2009

http://ciencia.hsw.uol.com.br/principio-antropico3.htm

Moderno Materialismo: Video Indaga > Certo ou Errado?

segunda-feira, fevereiro 13th, 2017

xxxx

Meus comentarios postado no Youtube:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – fev – 2/12/2017

We are 8 billion semi-conscious genes building and nurturing inside our egg-heads with its placenta (the brain) the embryo of this ex-machine consciousness. We are wild and wrong because we came from a chaotic biosphere. Go to the jungle, the place we came from, and see chaos, violence, everywhere. But we are materialistic hardwares. The ex-machine consciousness came from somewhere beyond this material universe, as the software, sleeping at atoms, dreaming at galaxies, waking up at plants and animals, and is beginning to lift up, almost born baby, at humans and elsewhere there is intelligent life. So, we, Americans, are too much materialist? Are we prejudicing our soul’s mission? The biosphere and origins of life was chaotic due our ancestral creator – the Milk Way – going against this mission. It became a closed system in itself, the extreme expression of selfishness, paralysing its own evolution and the consciousness embryogenesis. A universal law – entropy and death – was necessary for correcting the big mistake and then, the galaxy felt as seeds over planets and began in a different way, as biological systems, opened systems. This was a punishment but also a new opportunity.
The ex-machine parents of consciousness are waiting their baby. The big mistake was divided into 8 billions slices, each one seeing and suffering the slices of its own mistake acting by the others. But, at same time, each other has one information necessary for building the baby. They need be free for studying because the mind grows by transforming informations of each detail of the natural world into the body of consciousness. They need accommodation for their body for studying and learning as well. When we are consumerist of superfluous we are sending to garbage the result of their hard work and time. We are prejudicing ourselves because they are not doing their mission, the baby (we as cosmic being) will born handicapped or will be aborted before the birth, due the transformations of our planet. Yes, I am a minimalist, I do not approve luxury. Materialism as luxury, consumerism of superfluous, is a return to the original sin – the closed system. But, maybe may theory about the meaning of life is wrong, so, each one must be free for following its own consciousness.
xxx
Cerberus – 2/12/2017
What spirit? Who ever discovered essence, no one, that’s who. You briefly live and die, as best you know how, at the time. There is only dirt or ash after death, that’s all the evidence will support. End of the story
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli fev-2/13/2017
It is your right investing 100% of yours body patrimony and behavior on this materialistic belief. As it is their right – the mysticals fundamentalists – investing their 100% into their belief in a supernatural world. But, the materialistic Nature have shown that going to extremes are always bad. The best accommodation is at the middle-term, the equilibrium between the two extremes. I bet 50% on each alternative. But, Nature itself is sending signals that not everything dies at the body death. Biological systems were built by the soul of this galaxy composed by dark, negative, photons. These photons are composing a system just inside you just now. If this soul is living 13,8 billion years, why it will dy just with you?! Yours suggestion makes no sense..
xxxx
Are we too Materialistic?

Energia na Base dos Instintos para Predadores e Presas – Ben Davidson – ThumderboltsProject

segunda-feira, janeiro 23rd, 2017

xxxxx

https://www.youtube.com/watch?v=rJ08nS32KrI

xxxxx

Meu comentario postado no Youtube sobre este video:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – jan-01/23/2017

Congratulations. The EU is developing in parallel with other world view, The Matrix/DNA Theory, which suggests the existence of a unique universal system containing different shapes of DNA, evolving since the Big Bang to us today. We suggest a universal formula for systems that suggests a lots about how energy works. The common points are:
1) New natural systems (as atoms, galaxies, biological cells), are composed when Nature applies the force of vital cycle upon a body resulting as mass of a prior less evolved system. The body change shapes like our body goes from the shape of fetus to kids to adults due this force. These new shapes becomes the working parts of a new complex system. A nebulae of atom becomes a galaxy, a mass of unicellular becomes a multicellular organism. But, where Nature gets the force of life’s cycles? From the universal light wave composed by all seven kinds of electromagnetic radiations. The exactly sequence of different frequencies/vibrations of this light wave is seeing as the exactly sequence that yours body is transformed into new shapes. So, we have found that when a light wave emitted by a source like the Big Bang and propagates through dark matter, it creates a system (atom) that evolves to galaxies, cells, human brains. But light does not creates it directly. When light propagates it causes friction at dark matter and the results is energy, electricity. So, the Electric universe is the link between the code for systems ( and life) imprinted into a light wave and the spatial substance, which can be called dark matter, aether, etc. It is important to know the destructive effect of electricity that occurs in chaotic environment like the Earth biosphere and the constructive effect created by energy at ordered state environments.
2) One of the biggest puzzle and mission of Matrix/DNA world view is exorcising the instincts for predator/preys from the human psyche and genetic charge inherited from animals, and yours video has contributed a lot for it. All social systems created till now ( feudalism, monarchy, communism, capitalism) are merely mimicking the rules of the jungle among animals, so, the big predators are at the high class, the medium predators composes the medium class and the mass of poors, the preys of the lower class. Our question was from what dimension of the non-biological world this mechanism came from. We can see the functions of predators and preys easy and clear at the galactic systemic model, we know where the ancestral of these instincts were at our ancestral and creator galaxy. But, where the galaxy got it? The image of DC showing how works the two sides sources of the electric current solved this problem. At Matrix/DNA formula, the stronger side is F1 and the weak side is F7, and mow we have a big understand about what is going on in this black box. You can see and analysing the inter-relations between the two sides and everything equal the relations between predators and preys. Now I will search what is the two magnetic sources at a human body, why they produces DC and not AC, end how to fix it. This will meaning the exorcism of these instincts, which leads all other species to their extinction and is the cause of the nowadays torture of 90 % percent of global population. If you see the universal formula for natural systems at my website, you can improve the EU knowledge. Google: ” The Universal Matrix of All Natural Systems and Life’s Cycles”. Cheers..

xxxxx

A Base Elétrica da Materia Mostrando os Princípios dos Instintos para Predador e Presa: Sensacional!

O que revela as imagens no vídeo, quando a corrente alternada e corrente continua são acionadas:

AC – Alternating current: os dois lados são iguais, a corrente vem dos dois lados, a descarga e’ igual nos dois lados, a imagem ‘e muito simples, forma-se um raio curvo e simples, completo, igual, dentro de toda a câmara.

DC : um lado e’ muito mais ativo que o outro. O anodo esta no lado onde o raio esta empurrando-se para longe dele e invadindo o outro lado. Quando se liga os emissores de DC, na câmara que estava apresentando o raio igual do AC, o raio inteiro e’ puxado apenas para um lado, o qual se apresenta como o mais forte e mais ativo.

Ok. Para mim, particularmente, da Matrix/DNA, a visão destas imagens imediatamente me lembra um dos maiores assuntos que estou pesquisando agora. Trata-se de buscar entender a presença dos instintos animalescos com tendência a predador e presa que estão encravados na genética e na psique humana. Entendo que exorcizar a alma humana destes instintos e’ a condição primeira exigida para eliminar este escravagismo de um lado e a luxuria com seu consumismo supérfluo dos recursos naturais, do outro, esta carnificina e tortura praticada por um dos lados, ou seja, mudar totalmente o estado da humanidade, e dirigir a humanidade a desviar-se do destino da auto-extinção. Acho que não existe outro objetivo mais supremo no momento para a humanidade… exorcizar estes instintos.

Mas de onde os animais receberam estes mecanismos, processos, forças? Na formula da Matrix/DNA para o estado de sistema astronomico se vê claramente ali estes instintos, quando a peça anterior no circuito sempre se transforma na peça seguinte, ao mesmo tempo que pode se interpretar ao reverso, onde a pesa seguinte sempre devora a anterior. Isto faz parte inevitável do ciclo vital. Que as moléculas orgânicas, e depois as bactérias, repteis, leões, e humanos apresentem este fenômeno, já era de se esperar.

Mas porque a formula tinha que ser assim? Ela vem de um onda de luz, e nesta vemos que toda frequência se transforma numa frequência seguinte. Tambem continua isto acontecendo na formula quando ela montou os sistemas astronômicos. Que a forma seguinte engole a forma anterior e’ apenas uma questão relativa do ponto de observação. Vendo-se por outro ponto o que se vê e’ a forma anterior transformando-se na forma seguinte. Porem quando se formaram os sistemas biológicos, a linha evolucionaria que carrega a transformação funcionou mas ao mesmo tempo, se dividiu e funcionou também pela outra perspectiva, aquela onde realmente a forma seguinte – que e’ a maior, mais forte – devora, se sobrepõe, escraviza, parasita, a forma anterior – que e’ a menor, mais fraca. A linha da transformação funcionou transformando bactérias em repteis e repteis em mamíferos. Mas surgiu em paralelo a linha da cadeia alimentar, dividida entre predadores e presas. Este surgimento e’ o grande mistério e o qual precisa ser eliminado da face da Terra. Sabemos que ele surgiu quando a Natureza apresentava como dominante a sua face do caos, mas ainda não resolvi se o caos produz a carnificina primeiro, ou se o cais foi produzido pela carnificina primeiro. Este fenômeno, estava presente na onda luz original? Sim, mas apenas a linha das transformações de sequencias. A luz nunca se colapsa fazendo o caminho inverso. A ano ser que uma outra nossa teoria tenha consistência: a de que a onda de luz original de fragmenta em fótons e estes reencetam o caminho inverso através da matéria, reproduzindo a onda de luz, dirigindo-se de volta a fonte inicial. mas isso envoveria

Ora, as imagens de DC (   ….  ) do que ocorre na dimensão evolucionaria anterior `a existência de sistemas astronômicos e biológicos, revelam que esta dicotomia conflitante já existia desde quando o avançar da luz criou a energia. Então a causa primeira destes instintos esta no Universo Elétrico?! Entao estes instintos fazem parte de um significado cosmico muito distante do nosso conhecimento? Entao seria impossivel exorcizar estes instintos da psique humana, pois toda vez que o cortassemos fora, a base energetica da carga genetica o traria de volta?

Sinto que acabamos de dar um grande passo na busca do entendimento destes insintos, porem, caimos numa dimensao muito distante e complexa, e nela teremos que esmiucar e buscar explicacoes.

Sera um efeito da diferenca entre sistema fechado e sistema aberto? Porque essa diferenca entre os efeitos da AC e da DC? Ok,… de subito nos surge a verdade de que nao avancaremos aqui senao voltarmos ao tempo da escola e pesquisar tudo o que define AC e DC.

( hipotese em desenvolvimento)

xxxx

The Fibonacci Spirals no Sol

Não apenas Ben Davidson e seu pessoal da Teoria do Universo Elétrico defende essa ideia, mas também a NOAH, do governo Americano desenharam a espiral de Fibonacci sendo vista no Sol. Ben diz que essa espiral e’ vista em todo lugar no Sol.

Isto une duas predições feitas a 30 anos atras tendo como base a formula da Matrix/DNA:

  1. Na origem dos sistemas biológicos entraram informações carregadas por fótons vindos de dois lugares principalmente: do Sol e do núcleo da Terra onde jaz um germe estelar. O processo que determinou estas duas vindas e’ o mesmo processo sexual mostrado pela formula, onde a energia da Terra seria feminina e a energia do Sol, masculina. Sendo assim, a energia do Sol opera com base na F5, que e’ a carga genética masculina emitida para fecundar a carga feminina na Terra. Ora,…
  2. A espiral de Fibonacci esta relacionada com o numero Phi, responsável pela simetria dos corpos que da ordem e beleza aos corpos. Mas a formula da Matrix/DNA mostra que no circuito sistêmico onde cai o numero de Phi (1,618…) e’ justamente a posição ocupada por F5. Sendo responsável pela função da reprodução, deduzimos que a simetria ocorre porque F5 copia ou reproduz a face esquerda dos sistemas e a situa a sua direita, para se tornar a face direita. Portanto a formula já havia previsto que o Sol produz F5, o qual e’ Phi, através da espiral de Fibonacci.

Grande evidencia para a teoria da Matrix e ótima informação fornecida por Ben Davidson, novamente.

xxxx

Teoria da Mente tendo como substância, um plasma:

Num frasco-câmara passa a corrente eletro-magnética gerada por dois magnetos. O ambiente dentro da câmara pode ser mudado, do vácuo total para atmosfera. Cada ambiente muda e produz um estado específico da corrente. Num ambiente ela se apresenta como plasma (no vácuo total), no outro se apresenta como linhas ou raios vibrantes de eletricidade ( quando a câmara e’ enchida com ar).

Dai me leva a suspeitar e elaborar os princípios de uma nova hipótese, quando junto isso com a formula da Matrix/DNA. Sabemos que as imagens das sinapses se assemelham ‘a imagem da energia na forma de raios, aleatórios. Isto acontece no ambiente da massa de neuronios. Mas dessa massa e destas sinapses, se produz a mente, os pensamentos, e mais exatamente em outro local, o neocortex. Então podemos suspeitar que no neocortex o ambiente e~diferente, e produz o outro estado desta energia, uma espécie de plasma.

A primeira questão aqui seria: se na câmara podemos ver o estado de plasma, porque o MRI que vê as sinapses não pode ver o plasma da mente?

( teoria a desenvolver ) 

xxxx

Elegant Simplicity

Ben defende que a teoria do Universo Elétrico e’ construída sobre argumentos que são elegantemente simples. O que define esta expressão? penso que se trata do seguinte: pega-se fenômenos naturais simples e conhecidos e interpreta-se de maneira diferente do que foi interpretado ate agora, mas de maneira que na imagem do simples se adivinha encriptado complexos significados, processos e mecanismos. Se for isso, isso e’ justamente o que e’ a Teoria da Matrix/DNA, principalmente ‘e o que sente ao ver a formula da Matrix.

Mas porque a Teoria do Universo Elétrico impregna estes fenômenos simples com elegância? Baseando-me na Teoria da Matrix/DNA, realmente deve existir um mundo elétrico como template, como substancia de fundo, do universo material que nossos sensores captam. Isto porque tudo tem inicio quando a onda de luz universal composta dos sete tipos de radiações eletromagneiticas, se expande infiltrando-se na substancia do espaço – que deve ser a dark matter – ela produz friccao neste contacto. O produto desta friccao e’ o que denominamos de energia, ou pode ser o mesmo que eletricidade. Então como essa luz contem em si o código para ciclo vital que e’ o que monta os sistemas naturais, ela passa esse código para a energia. Esta existindo no meio da dark matter, separa-a em porcões de acordo com cada tipo de sua vibração e assim cria as partes para montar os sistemas. Então, a energia ‘e o elo entre a dark matter – que fornece a massa para o hardware – e a luz, que e’ o software. Se realmente for assim, então e’ claro, a energia esta na base, como pano de fundo, de todas as coisas materiais desse Universo. Não se esta errando ao chamar isto de Universo Elétrico e realmente os modelos teóricos desta teoria são elegantemente simples – porque na verdade revelam uma complexidade estonteante e bonita.

xxxx

Teoria da Gravidade versus Teoria da Atracão da Eletricidade:

Mostrando como um lado e’ mais forte e puxa o mais fraco, Grahan sugere que esta eletricidade e’ o que mantem astros e galaxias unidos e não a hipotética força chamada de gravidade.

xxxx

Jatos cosmicos de luz dos buracos negros sugere a emissão de um circuito sistêmico vital pelo núcleo galáctico segundo a Matrix/DNA

A imagem de um jato emitido por uma região do espaço sideral ( onde, como Ben diz, o mainstream diz existir um buraco negro, mas ele não concorda com esse nome e teoria, e espera que se ache um nome melhor, justamente como nos da Matrix/DNA não concordamos e esperamos esse nome melhor) mostra o jato dividido em segmentos que são “equidistantes `a parte”, quer dizer, o jato e’ dividido em segmentos de tamanhos iguais e têm distâncias iguais entre si. Isto bate com o que sugeriu a Teoria da Matrix, 30 anos atras. Este emissor deste jato seria um astro executando a função número 1 da formula (F1) e ele deveria emitir o template do circuito por onde a semente ou germe de um novo astro vai percorrer tocado pelo processo do ciclo vital. Como este processo vem de energia produzida por uma onda de luz – e a onda de luz contem a formula para este processo vital – cada segmento antecipa uma das formas que o astro vai apresentar em determinada idade. Em outras palavras, se a Matrix/DNA estiver acertando aqui, este jato cósmico deve ser dividido em sete segmentos, cada qual composto pelo estado vibratório da frequência eletromagnética que ele representa. Muito boa previsão da Matrix e ótima informação do Grahan.

xxxx

Efeito Placebo: Efeito de ondas magnéticas emitidas pelo cérebro sobre a química do corpo…?

Estas possibilidades sugeridas pelo Universo Elétrico leva Ben Davidson a citar o The Global Consciousness Project

xxxx

Pesquisa:

Procurar no website de Ben e outros lugares, imagens dos dois magnetos lado a lado da câmara produzindo a visão da eletricidade, para por no site e fazer cartaz para palestra.

Um átomo gigante para capturar partículas de universos paralelos?!

quarta-feira, janeiro 11th, 2017

xxxxx

Humanos são quase cegos e insensíveis. So’ vemos uma das sete faixas reveladas pela luz universal, sentimos apenas os objetos que vemos, o que significa que aqui onde estamos existem mais seis universos, cada qual um mundo próprio igual ao nosso. Dizem que 95% do universo é composto de dark matter e dark energia… mero engano. E’ dark, é escuro, porque nada vemos. Mas não existe dark matter, existem sim, mais seis tipos diferentes de substâncias, digamos materiais, ocupando estes 95%. Mas como no final, depois de percebido que as ultimas partículas do nosso Universo são coisas também vazias, todos estes sete universos no final são vazios… o que restam são forças.

Claro, nos temos que nos esforçar-mos para tentar captar estes outros universos, ao menos por enquanto, os dois vizinhos nossos. Para isso tenos que desenvolver mais os nossos atuais cinco sensores e adquirir sensores novos. E temos que desenvolver estes instrumentos que são extensões dos nossos sentidos.

Mas agora um grupo de cientistas vieram com uma ideia nova, nunca pensada antes: construir um átomo gigante que seja capaz de absorver partículas de outros universos. Trata-se do átomo de Rydberg, chegando a ser 4.000 vezes maior que o átomo comum! Sera’ mesmo? Na cosmovisão deles – em que os 95% estão ocupados por dark matter – estão atras de capturar partículas de dark matter.

Vamos ver a noticia e registra-la aqui para posterior pesquisa:

How Giant Atoms Can Help Unlock Secrets of Dark Matter

http://www.msn.com/en-us/news/technology/how-giant-atoms-can-help-unlock-secrets-of-dark-matter/ar-BBy2Sda?ocid=wispr

Pesquisa:

espectro-eletromagnetico

 

Rydberg atoms –

http://www.phys.uconn.edu/~rcote/Projects/Rydberg/Rydberg.html

13,8 bilhões de anos lutando, trabalhando, evoluindo, para agora ir para o lixo e morrer?!

domingo, janeiro 8th, 2017

xxxx

Eu desafio qualquer ser humano a encontrar um erro qualquer na logica deste raciocínio que conclui sem outra alternativa, que nossa auto-consciência é imortal. Se encontrares por favor, me avise, pois eu quero a Verdade e não fantasias. Então, vamos la’…

O DNA já existe na Terra a 3,5 bilhões de anos, mas ele avança dividido em enxames, não como um, individual. Ele não vem como uma arvore da vida, em que o tronco cresce e emite galhos a sua volta. Ou existiria uma família secreta oriunda diretamente do cepo primitivo original (ou Adão e Eva?) que continua até hoje carregando o exemplar essência, enquanto todas as outras famílias seriam meros suportes? Não creio.

Este enxame vem se afunilando ao mesmo tempo que se alargando. No bico do funil estão as copias de DNA carregadas pela especie humana, as quais vem aumentando, se alargando, enquanto as copias que vem nas demais especies estão diminuindo,… assim parece. Neste enxame das copias humanas, muitos exemplares não se reproduzem, e assim terminam a historia de sua existência, de 3,5 bilhões de anos, lutando uma luta apenas comparada `a incrível e tortuosa saga dos espermatozoides para alcançarem o ovulo antes de morrerem. A maratona locupleta de obstáculos mortais do espermatozoide demora algumas horas, enquanto a destas copias humanas que estão indo para o lixo, levaram 3,5 bilhões de anos!

Mas… isto não é nada! O DNA que surgiu na Terra veio de outro enxame, constituídos por seus tijolinhos básicos: fótons-genes vindos dos corpos astronômicos. Se denominamos aqui o conjunto de todas estas copias com o nome de “DNA”, devemos denominar o conjunto de todas aquelas copias que vieram dos astros com o nome de Matriz/DNA. Porque o que existe mesmo é a matriz universal, sendo o nosso DNA apenas uma das diferentes formas que essa matriz tem assumido, a forma “biológica”.

( Um aviso: alguém pode argumentar que aqui sai do raciocínio logico. Um grupo dirá que o DNA foi criado por magica por um Deus, e outro grupo vai dizer que o DNA foi criado pelo acaso absoluto, por acidente. Os dois grupos saíram da linha evolucionaria natural que produz sua razão pura, bruta, natural, fria e calculista. Ambos apelam para imaginações e fantasias, pois eu nunca vi sobrenaturais, nunca vi magicas, e nunca vi acidente algum construindo algo complexo. Todos os acidentes que vi destruíram algo complexo reduzindo-os a partes mais simples. Por outros lado, a evolução não foi criada pela matéria estupida e deste planeta, ela veio da historia cosmológica, onde a evolução existe e com os mesmos mecanismos nas suas formas evolucionarias mais simples. Os astros como as estrelas emitem luz, cujas partículas são fótons. Os astros escuros como os planetas possuem estes fotos na matéria incandescente de seus núcleos. estes fótons carregam as informações de onde vieram. Nosso modelo teórico astronomico não deixa duvidas quanto a isso. os dois grupos com amente povoada de fantasias deveriam tomar um banho se de selva bruta, a natureza pura, virgem real, como eu tomei por sete anos. E’ um banho mental muito saudável pois limpa as sujeiras desta cultura milenar que impregna e entorpece nosso raciocínios naturais).

E da mesma forma que todos os DNA’s habitando a superfície do planeta Terra vieram de um único individuo que se formou primeiro aqui como síntese daquele enxame de fótons-genes, assim também todos os DNA’s astronômicos habitando todos os sistemas astronômicos vieram de um cepo primitivo comum, dentro da primeira estrela que se se formou no Universo. E vamos calcular que este cepo primitivo astronomico existiu a 10 ou 12 bilhões de anos atras! Mas a Historia da Matriz/DNA não começou nem ai…

Ela veio dos átomos, ou mais exatamente, do sistema atômico. O Universo era apenas uma nuvem de átomos leves, gasosos, o que significa que os fótons-genes constituíam também um enxame de copias, que se afunilaram gerando a primeira estrela. Então este enxame de DNA’s na forma eletromagnética vieram também de um cepo primitivo comum, o primeiro átomo de hidrogênio que foi formado a partir de partículas simples. Podemos calcular que este cepo do ancestral do nosso DNA moderno existiu a 13 bilhões de anos atras!

Mas… a historia do nosso DNA moderno também não pode ter começado dentro de partículas. Se a unidade fundamental de informação, o verdadeiro tijolinho básico de todas estas formas de DNA, é um bits-informação gravado num fóton, e fótons são partículas de ondas de luz, o cepo primitivo comum na origem do Universo deve ter sido uma onda de luz,… emitida pelo Big Bang, ou mesmo o próprio Big Bang em si. Não é por coincidência que os poucos fatos reais que a Ciência tem para conjecturar que houve um Big Bang, tem seus processos exatamente imitados, ou reproduzidos, no ato da fecundação de um ser humano. Cada corpo humano nasce de um mini big-bang que ocorre no centro de um ovulo quando “explode” a membrana que envolve um espermatozoide e libera a cavalaria montada pelos genes. Ai tem um momento de caos, começam a se formar as bolotas de morula de células que imitam a forma de nebulosas de átomos, depois as maiores chamadas de blástulas, que imitam as formas de galaxias… tudo igual aqui como la’ em cima a 13,8 bilhões de anos!

Mas dessa que pode ser chamada de a mais incrível historia do mundo, o que realmente me deixa indignado e’ saber que algumas copias destas entidades que vem lutando pela vida e pela sua evolução a 13,8 bilhões de anos, de repente interrompem tudo e morrem para sempre! E aqui na Terra, e neste curto lapso de tempo da historia biológica! Realmente, não faz sentido.

O que produziu o big-bang que produziu o seu corpo foi um casal de humanos, a especie humana. E dentro de seu minusculo universo de 9 meses, surgiu este fenômeno denominado “auto-consciência”. Mas não foi seu cérebro embrionário que inventou a auto-consciência pela primeira vez no outro  maior universo que envolvia seu pequeno mundinho. Não pois ela já existia la fora. O fato é que ela existia no DNA que veio daquele casal, de forma inerte, oculta, dormindo, e atravessou suas fases de morula, blastula, feto, dormindo, para só acordar quando um cérebro formado a acordou.

Ora, já vimos que nossa embriogênese imita tudinho o que aconteceu na origem do nosso grande universo. Então, aquela onda de luz composta de fótons-genes presente no momento do Big Bang só pode ter vindo de quem a emitiu, tenha sido esse “quem”, um par-casal ou um sistema hermafrodita. E se no seu minusculo universo embrionário de 9 meses, a auto-consciência que veio de seus pais despertou por volta dos 7 ou 8 meses, no universo grande, cuja escala de tempo é astronômica e não humana, estes 7 meses significam 13,8 bilhões de anos. Não importa, a medida de tempo é relativa a cada tipo de observador: o tempo de um observador microscópico como o humano é muito menor que o tempo de um observador do tamanho deste universo. Então, para o casal – ou hermafrodita – de “nem-posso-imaginar-que forma-e-feito”, que emitiu aquela Matriz/DNA constituída de luz, e que existe antes e alem deste grande universo, estas bolhas de auto-consciência que cada humano traz dentro de suas cabeças nada mais são que embriões de uma ninhada… ou genes para auto-consciência. Que estão se desenvolvendo dentro do tempo normal, para quem é maior e mais velho do que o grande universo.

Mas uma coisa esta’ pegando ai, nessa historia toda… Da mesma forma que a sua auto-consciência surgiu dentro de seu minusculo universo embrionário apenas porque ela já existia antes e fora dele, a auto-consciência só foi expressada pela Matriz/DNA e surgiu dentro do grande Universo, porque existia antes e fora dele. Claro! E’ tudo igual, assim como é embaixo, é em cima. Se não fosse assim, estas incríveis coisas que existem embaixo, aqui e agora, perante nossos olhos, teriam sido criados por magica por este grande Universo, e magicas não existem. Então, seja o casal, ou seja um hermafrodita, o emissor do genoma denominado Matriz/DNA tinha que ter, obrigatoriamente, auto-consciência!

Mas nossa auto-consciência ainda esta na fase embrionaria, ou talvez seja uma recém-nascida, ainda nos últimos minutos do tempo universal. Prova disso é que nossa auto-consciência nem abriu seus olhos próprios de ver as coisas de sua dimensão, de seu mundo, pois nem viu ainda a substancia que constitui seu corpo e a forma de seu próprio corpo. Assim, não temos como imaginar o que realmente é o poder dessa auto-consciência desenvolvida dentro do grande Universo. Deve ser algo muito, mas muito grande, poderoso, deve saber tudo de tudo. E se sabe tudo de tudo, o casal ou o hermafrodita que a possui tem que saber que esta gravido, que carrega em si um ovo fecundado, este nosso Universo. E por isto teria que estar tomando todo cuidado para que seu bebe, que vai nascer na forma de auto-consciência – sem essa matéria pegajosa e incomoda – se desenvolva de forma perfeita.

Ora, como é isso se tem genes deste baby morrendo e indo para o lixo?! Se estes genes dentro do embrião estão sujeitos a todos tipos de tragedias, de predadores, etc.? Decididamente algo ai não faz sentido,… a não ser que o tal casal viva continuamente embriagado, largando tudo ao deus dará…  Mas ainda assim tem um porem…

Sabemos que na evolução biológica, houve uma fase dos ovos botados fora e a prole abandonada a própria sorte, sujeita a todo tipo de tragedias e predadores. Foi no período desde o cepo primitivo biológico ate os repteis. Depois desta fase se seguiu uma fase em que a prole é mantida dentro, a prole nutrida e protegida até sua maturidade. E’ a fase que começou com a forma de mamíferos e vem até os dias atuais. Mas este processo não foi inventado na Terra. O nosso modelo astronomico mostra claramente que no cepo primitivo comum astronomico aconteceram as duas fases. Um “vórtice/panela de cozinhar” dentro do núcleo emite seus ovos de astros para o espaço, onde enfrentam os diabos, como a possibilidade de se congelarem no espaço frio interestelar. Mas depois de muito rodar, cada ovo encontra sua estrela quentinha e nutridora de energia onde se encosta até obter sua maioridade. Então isso deve ter acontecido ainda antes também, quando o cepo primitivo era apenas ovos de átomos. Então isto é uma lei geral, natural, universal, e o tal casal deve saber dela, e a respeita.

Mas ainda assim isto não me satisfaz. Se sou um pai ou uma mãe toda poderosa, ao diabo as leis da matéria, aos passos necessários para obter meus babies, se estas leis torturam e ameaça a perfeição de meus babies, eu as mudaria imediatamente, com uma medicina avançada. Porem,…

Algo interessante que se observa no caso astronomico, é que a fase dos ovos botados fora, na realidade não existe. Os ovos são botados fora pelo núcleo do sistema, mas nunca fora do total sistema. Deste, os ovos nunca saíram, sempre estiveram nutridos e protegidos dentro dele, portanto, o sistema determina que destes ovos surja apenas a perfeição.

Agora estou tentando projetar este processo sobre a evolução biológica, mas esta’ difícil de resolver o caso. Pois vejo indivíduos morrendo sob tragedias, etc., e não vejo estes corpos continuarem existindo sãos e salvos.

Ah…!!! Ah…., espera ai! Eu estava mentindo! Pois já disse la’ atras que meu ovo-cabeça carrega e desenvolve o embrião de um ser denominado “auto-consciência”, o qual ainda não abriu seu “terceiro-olho”, ou melhor, seu olho próprio, para ver seu próprio corpo. Então como posso dizer que estou vendo estes corpos sendo esmagados por tragedia, ou morrendo e indo para o lixo?! Se a lei universal mostra que ela determina que eles se desenvolvam e alcancem sua forma madura? Se vemos que do nosso minusculo universo, o genoma material de “carne e osso,.. iac” doado pelos nossos pais aflora para fora de nosso mundinho para encarar o grande Universo, então aquele genoma de onda de luz que foi esta especie de alma do mundo denominada Matriz/DNA também terá que aflorar para fora do grande Universo e encarar seja la’ que tipo de reino exista la’ fora! Claro! …. O que aflora fora do nosso universo embrionário não é a forma do genoma inicial, nem as formas do passado de blastula, peixinho, sapinho, feto,… o que aflora é a forma terminada igual `a da espécie que emitiu o genoma. E no caso do grande Universo esta ultima forma é a forma da auto-consciência! Nunca nenhum humano viu o corpo desta forma, portanto ninguém a viu morrendo, indo para o lixo…  As vezes cometo cada erro infantil que fico com vergonha de mim mesmo, raios!

 

O que faz voce,voce?

quinta-feira, janeiro 5th, 2017

xxxx

( Copiar e traduzir este artigo. E’  muito importante sobre o conhecimento e teorias atuais da mente)

What Makes You You?

http://waitbutwhy.com/2014/12/what-makes-you-you.html

What Makes You You?

Ensaio do meu comentário a ser postado:

Congratulations, a collection of theories about the issue. There is another theory suggesting a new idea – the Matrix/DNA Theory. This theory introduces his theoretical model of the link between cosmological and biological evolution. It is the building block of galaxies (showed at my avatar above) which happens to be the same building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides). The difference is

Bons Comentarios:

Corneliu Coman ·

Hey Tim! I’ve asked myself the same question over and over again, since i’ve put a lot of effort into finding “who I am”. My conclusion was close to the “continuity” (I am who I decide to be-or become).

But there goes another dillema: does any of your neurons think “I’m Tim?” or “I am Tim’s Neuron?” or “I am Neuron #1.002.125 of Tim’s Body”? Probably no (how can we know)?

So imagine Earth (or countries or whatever bigger instance) as “the bigger organism” and YOU as the neuron from the example above. Would your previous arguments still stand? probably yes. cell have atoms, molecules, dna and organelles.

So, would you realize your identity is a part of something, and you are not a stand-alone organism? Or you are stand-alone, but you cannot live isolated, so you are completely dependant to other cells (people).

So, finally, my greatest dillema: why do I see the world through my eyes (my body’s eyes) and not through yours. Or his. Or hers? It doesn’t make sense that I should be confined to myself.
Can it because all of us together are the greatest organism and I am just a cell?
Or are we simpy unable (or unconscious) of our ability to perceive everybody else’s brains?

xxxx

Copia para ser traduzida:

When you say the word “me,” you probably feel pretty clear about what that means. It’s one of the things you’re clearest on in the whole world—something you’ve understood since you were a year old. You might be working on the question, “Who am I?” but what you’re figuring out is the who am part of the question—the part is obvious. It’s just you. Easy.

But when you stop and actually think about it for a minute—about what “me” really boils down to at its core—things start to get pretty weird. Let’s give it a try.

The Body Theory

We’ll start with the first thing most people equate with what a person is—the physical body itself. The Body Theory says that that’s what makes you you. And that would make sense. It doesn’t matter what’s happening in your life—if your body stops working, you die. If Mark goes through something traumatic and his family says, “It really changed him—he’s just not the same person anymore,” they don’t literally mean Mark isn’t the same person—he’s changed, but he’s still Mark, because Mark’s body is Mark, no matter what he’s acting like. Humans believe they’re so much more than a hunk of flesh and bone, but in the end, a physical ant is the ant, a squirrel’s body is the squirrel, and a human is its body. This is the Body Theory—let’s test it:

So what happens when you cut your fingernails? You’re changing your body, severing some of its atoms from the whole. Does that mean you’re not you anymore? Definitely not—you’re still you.

How about if you get a liver transplant? Bigger deal, but definitely still you, right?

What if you get a terrible disease and need to replace your liver, kidney, heart, lungs, blood, and facial tissue with synthetic parts, but after all the surgery, you’re fine and can live your life normally. Would your family say that you had died, because most of your physical body was gone? No, they wouldn’t. You’d still be you. None of that is needed for you to be you.

Well maybe it’s your DNA? Maybe that’s the core thing that makes you you, and none of these organ transplants matter because your remaining cells all still contain your DNA, and they’re what maintains “you.” One major problem—identical twins have identical DNA, and they’re not the same person. You are you, and your identical twin is most certainly not you. DNA isn’t the answer.

So far, the Body Theory isn’t looking too good. We keep changing major parts of the body, and you keep being you.

But how about your brain?

The Brain Theory

Let’s say a mad scientist captures both you and Bill Clinton and locks the two of you up in a room.

CH

The scientist then performs an operation on both of you, whereby he safely removes each of your brains and switches them into the other’s head. Then he seals up your skulls and wakes you both up. You look down and you’re in a totally different body—Bill Clinton’s body. And across the room, you see your body—with Bill Clinton’s personality.

CFO

Now, are you still you? Well, my intuition says that you’re you—you still have your exact personality and all your memories—you’re just in Bill Clinton’s body now. You’d go find your family to explain what happened:

CF1

CF2

So unlike your other organs, which could be transplanted without changing your identity, when you swapped brains, it wasn’t a brain transplant—it was a body transplant. You’d still feel like you, just with a different body. Meanwhile, your old body would not be you—it would be Bill Clinton. So what makes you you must be your brain. The Brain Theory says that wherever the brain goes, you go—even if it goes into someone else’s skull.

The Data Theory

Consider this—

What if the mad scientist, after capturing you and Bill Clinton, instead of swapping your physical brains, just hooks up a computer to each of your brains, copies every single bit of data in each one, then wipes both of your brains completely clean, and then copies each of your brain data onto the other person’s physical brain? So you both wake up, both with your own physical brains in your head, but you’re not in your body—you’re in Bill Clinton’s body. After all, Bill Clinton’s brain now has all of your thoughts, memories, fears, hopes, dreams, emotions, and personality. The body and brain of Bill Clinton would still run out and go freak out about this to your family. And again, after a significant amount of convincing, they would indeed accept that you were alive, just in Bill Clinton’s body.

Philosopher John Locke’s memory theory of personal identity suggests that what makes you you is your memory of your experiences. Under Locke’s definition of you, the new Bill Clinton in this latest example is you, despite not containing any part of your physical body, not even your brain. 

This suggests a new theory we’ll call The Data Theory, which says that you’re not your physical body at all. Maybe what makes you you is your brain’s data—your memories and your personality.

We seem to be honing in on something, but the best way to get to concrete answers is by testing these theories in hypothetical scenarios. Here’s an interesting one, conceived by British philosopher Bernard Williams:

The Torture Test

Situation 1: The mad scientist kidnaps you and Clinton, switches your brain data with Clinton’s, as in the latest example, wakes you both up, and then walks over to the body of Clinton, where you supposedly reside, and says, “I’m now going to horribly torture one of you—which one should I torture?”

What’s your instinct? Mine is to point at my old body, where I no longer reside, and say, “Him.” And if I believe in the Data Theory, then I’ve made a good choice. My brain data is in Clinton’s body, so I’m now in Clinton’s body, so who cares about my body anymore? Sure, it sucks for anyone to be tortured, but if it’s between me and Bill Clinton, I’m choosing him.

Situation 2: The mad scientist captures you and Clinton, except he doesn’t do anything to your brains yet. He comes over to you—normal you with your normal brain and body—and asks you a series of questions. Here’s how I think it would play out:

Mad Scientist: Okay so here’s what’s happening. I’m gonna torture one of you. Who should I torture?

You: [pointing at Clinton] Him.

MS: Okay but there’s something else—before I torture whoever I torture, I’m going to wipe both of your brains of all memories, so when the torture is happening, neither of you will remember who you were before this. Does that change your choice?

You: Nope. Torture him.

MS: One more thing—before the torture happens, not only am I going to wipe your brains clean, I’m going to build new circuitry into your brain that will convince you that you’re Bill Clinton. By the time I’m done, you’ll think you’re Bill Clinton and you’ll have all of his memories and his full personality and anything else that he thinks or feels or knows. I’ll do the same thing to him, convincing him he’s you. Does that change your choice?

You: Um, no. Regardless of any delusion I’m going through and no matter who I think I am, I don’t want to go through the horrible pain of being tortured. Insane people still feel pain. Torture him.

So in the first situation, I think you’d choose to have your own body tortured. But in the second, I think you’d choose Bill Clinton’s body—at least I would. But the thing is—they’re the exact same example. In both cases, before any torture happens, Clinton’s brain ends up with all of your data and your brain has his—the difference is just at which point in the process you were asked to decide. In both cases, your goal is for you to not be tortured, but in the first situation, you felt that after the brain data swap, you were in Clinton’s body, with all of your personality and memories there with you—while in the second situation, if you’re like me, you didn’t care what was going to happen with the two brains’ data, you believed that you would remain with your physical brain, and body, either way.

Choosing your body to be the one tortured in the first situation is an argument for the Data Theory—you believe that where your data goes, you go. Choosing Clinton’s body to be tortured in the second situation is an argument for the Brain Theory, because you believe that regardless of what he does with your brain’s data, you will continue to be in your own body, because that’s where your physical brain is. Some might even take it a step further, and if the mad scientist told you he was even going to switch your physical brains, you’d still choose Clinton’s body, with your brain in it, to be tortured. Those that would torture a body with their own brain in it over torturing their own body believe in the Body Theory.

Not sure about you, but I’m finishing this experiment still divided. Let’s try another. Here’s my version of modern philosopher Derek Parfit’s teletransporter thought experiment, which he first described in his book Reasons and Persons

The Teletransporter Thought Experiment

It’s the year 2700. The human race has invented all kinds of technology unimaginable in  today’s world. One of these technologies is teleportation—the ability to transport yourself to distant places at the speed of light. Here’s how it works—

You go into a Departure Chamber—a little room the size of a small cubicle.

cube stand

You set your location—let’s say you’re in Boston and your destination is London—and when you’re ready to go, you press the button on the wall. The chamber walls then scan your entire body, uploading the exact molecular makeup of your body—every atom that makes up every part of you and its precise location—and as it scans, it destroys, so every cell in your body is destroyed by the scanner as it goes.

cube beam

When it’s finished (the Departure Chamber is now empty after destroying all of your cells), it beams your body’s information to an Arrival Chamber in London, which has all the necessary atoms waiting there ready to go. The Arrival Chamber uses the data to re-form your entire body with its storage of atoms, and when it’s finished you walk out of the chamber in London looking and feeling exactly how you did back in Boston—you’re in the same mood, you’re hungry just like you were before, you even have the same paper cut on your thumb you got that morning.

The whole process, from the time you hit the button in the Departure Chamber to when you walk out of the Arrival Chamber in London, takes five minutes—but to you it feels instantaneous. You hit the button, things go black for a blink, and now you’re standing in London. Cool, right?

In 2700, this is common technology. Everyone you know travels by teleportation. In addition to the convenience of speed, it’s incredibly safe—no one has ever gotten hurt doing it.

But then one day, you head into the Departure Chamber in Boston for your normal morning commute to your job in London, you press the big button on the wall, and you hear the scanner turn on, but it doesn’t work.

cubicle broken

The normal split-second blackout never happens, and when you walk out of the chamber, sure enough, you’re still in Boston. You head to the check-in counter and tell the woman working there that the Departure Chamber is broken, and you ask her if there’s another one you can use, since you have an early meeting and don’t want to be late.

She looks down at her records and says, “Hm—it looks like the scanner worked and collected its data just fine, but the cell destroyer that usually works in conjunction with the scanner has malfunctioned.”

“No,” you explain, “it couldn’t have worked, because I’m still here. And I’m late for this meeting—can you please set me up with a new Departure Chamber?”

She pulls up a video screen and says, “No, it did work—see? There you are in London—it looks like you’re gonna be right on time for your meeting.” She shows you the screen, and you see yourself walking on the street in London.

“But that can’t be me,” you say, “because I’m still here.”

At that point, her supervisor comes into the room and explains that she’s correct—the scanner worked as normal and you’re in London as planned. The only thing that didn’t work was the cell destroyer in the Departure Chamber here in Boston. “It’s not a problem, though,” he tells you, “we can just set you up in another chamber and activate its cell destroyer and finish the job.”

And even though this isn’t anything that wasn’t going to happen before—in fact, you have your cells destroyed twice every day—suddenly, you’re horrified at the prospect.

“Wait—no—I don’t want to do that—I’ll die.”

The supervisor explains, “You won’t die sir. You just saw yourself in London—you’re alive and well.”

“But that’s not me. That’s a replica of me—an imposterI’m the real me—you can’t destroy my cells!”

The supervisor and the woman glance awkwardly at each other. “I’m really sorry sir—but we’re obligated by law to destroy your cells. We’re not allowed to form the body of a person in an Arrival Chamber without destroying the body’s cells in a Departure Chamber.”

You stare at them in disbelief and then run for the door. Two security guards come out and grab you. They drag you toward a chamber that will destroy your cells, as you kick and scream…

__________

If you’re like me, in the first part of that story, you were pretty into the idea of teletransportation, and by the end, you were not.

The question the story poses is, “Is teletransportation, as described in this experiment, a form of traveling? Or a form of dying?

This question might have been ambiguous when I first described it—it might have even felt like a perfectly safe way of traveling—but by the end, it felt much more like a form of dying. Which means that every day when you commute to work from Boston to London, you’re killed by the cell destroyer, and a replica of you is created.1 To the people who know you, you survive teletransportation just fine, the same way your wife seems just fine when she arrives home to you after her own teletransportation, talking about her day and discussing plans for next week. But is it possible that your wife was actually killed that day, and the person you’re kissing now was just created a few minutes ago?

Well again, it depends on what you are. Someone who believes in the Data Theory would posit that London you is you as much as Boston you, and that teletransportation is perfectly survivable. But we all related to Boston you’s terror at the end there—could anyone really believe that he should be fine with being obliterated just because his data is safe and alive over in London? Further, if the teletransporter could beam your data to London for reassembly, couldn’t it also beam it to 50 other cities and create 50 new versions of you? You’d be hard-pressed to argue that those were all you. To me, the teletransporter experiment is a big strike against the Data Theory.

Similarly, if there were an Ego Theory that suggests that you are simply your ego, the teletransporter does away nicely with that. Thinking about London Tim, I realize that “Tim Urban” surviving means nothing to me. The fact that my replica in London will stay friends with my friends, keep Wait But Why going with his Tuesday-ish posts, and live out the whole life I was planning for myself—the fact that no one will miss me or even realize that I’m dead, the same way in the story you never felt like you lost your wife—does almost nothing for me. I don’t care about Tim Urban surviving. I care about me surviving.

All of this seems like very good news for Body Theory and Brain Theory. But let’s not judge things yet. Here’s another experiment:

The Split Brain Experiment

A cool fact about the human brain is that the left and right hemispheres function as their own little worlds, each with their own things to worry about, but if you remove one half of someone’s brain, they can sometimes not only survive, but their remaining brain half can learn to do many of the other half’s previous jobs, allowing the person to live a normal life. That’s right—you could lose half of your brain and potentially function normally.

So say you have an identical twin sibling named Bob who developes a fatal brain defect. You decide to save him by giving him half of your brain. Doctors operate on both of you, discarding his brain and replacing it with half of yours. When you wake up, you feel normal and like yourself. Your twin (who already has your identical DNA because you’re twins) wakes up with your exact personality and memories.

twins

When you realize this, you panic for a minute that your twin now knows all of your innermost thoughts and feelings on absolutely everything, and you’re about to make him promise not to tell anyone, when it hits you that you of course don’t have to tell him. He’s not your twin—he’s you. He’s just as intent on your privacy as you are, because it’s his privacy too.

As you look over at the guy who used to be Bob and watch him freak out that he’s in Bob’s body now instead of his own, you wonder, “Why did I stay in my body and not wake up in Bob’s? Both brain halves are me, so why am I distinctly in my body and not seeing and thinking in dual split-screen right now, from both of our points of view? And whatever part of me is in Bob’s head, why did I lose touch with it? Who is the me in Bob’s head, and how did he end up over there while I stayed here?”

Brain Theory is shitting his pants right now—it makes no sense. If people are supposed to go wherever their brains go, what happens when a brain is in two places at once? Data Theory, who was badly embarrassed by the teletransporter experiment, is doing no better in this one.

But Body Theory—who was shot down at the very beginning of the post—is suddenly all smug and thrilled with himself. Body Theory says “Of course you woke up in your own body—your body is what makes you you. Your brain is just the tool your body uses to think. Bob isn’t you—he’s Bob. He’s just now a Bob who has your thoughts and personality. There’s nothing Bob’s body can ever do to not be Bob.” This would help explain why you stayed in your body.

So a nice boost for Body Theory, but let’s take a look at a couple more things—

What we learned in the teletransporter experiment is that if your brain data is transferred to someone else’s brain, even if that person is molecularly identical to you, all it does is create a replica of you—a total stranger who happens to be just like you. There’s something distinct about Boston you that was important. When you were recreated out of different atoms in London, something critical was lost—something that made you you.

Body Theory (and Brain Theory) would point out that the only difference between Boston you and London you was that London you was made out of different atoms. London you’s body was like your body, but it was still made of different material. So is that it? Could Body Theory explain this too?

Let’s put it through two tests:

The Cell Replacement Test

Imagine I replace a cell in your arm with an identical, but foreign, replica cell. Are you not you anymore? Of course you are. But how about if, one at a time, I replace 1% of your cells with replicas? How about 10%? 30%? 60%? The London you was composed of 100% replacement cells, and we decided that that was not you—so when does the “crossover” happen? How many of your cells do we need to swap out for replicas before you “die” and what’s remaining becomes your replica?

Something feels off with this, right? Considering that the cells we’re replacing are molecularly identical to those we’re removing, and someone watching this all happen wouldn’t even notice anything change about you, it seem implausible that you’d ever die during this process, even if we eventually replaced 100% of your cells with replicas. But if your cells are eventually all replicas, how are you any different from London you?

The Body Scattering Test 

Imagine going into an Atom Scattering Chamber that completely disassembles your body’s atoms so that all that’s left in the room is a light gas of floating atoms—and then a few minutes later, it perfectly reassembles the atoms into you, and you walk out feeling totally normal.

disassemble

Is that still you? Or did you die when you were disassembled and what has been reassembled is a replica of you? It doesn’t really make sense that this reassembled you would be the real you and London you would be a replica, when the only difference between the two cases is that the scattering room preserves your exact atoms and the London chamber assembles you out of different atoms. At their most basic level, atoms are identical—a hydrogen atom from your body is identical in every way to a hydrogen atom in London. Given that, I’d say that if we’re deciding London you is not you, then reassembled you is probably not you either.

The first thing these two tests illustrate is that the key distinction between Boston you and London you isn’t about the presence or absence of your actual, physical cells. The Cell Replacement Test suggests that you can gradually replace much or all of your body with replica material and still be you, and the Body Scattering Test suggests that you can go through a scatter and a reassembly, even with all of your original physical material, and be no more you than the you in London. Not looking great for Body Theory anymore.

The second thing these tests reveal is that the difference between Boston and London you might not be the nature of the particular atoms or cells involved, but about continuity. The Cell Replacement Test might have left you intact because it changed you gradually, one cell at a time. And if the Body Scattering Test were the end of you, maybe it’s because it happened all at the same time, breaking the continuity of you. This could also explain why the teletransporter might be a murder machine—London you has no continuity with your previous life.

So could it be that we’ve been off the whole time pitting the brain, the body, and the personality and memories against each other? Could it be that anytime you relocate your brain, or disassemble your atoms all at once, transfer your brain data onto a new brain, etc., you lose you because maybe, you’re not defined by any of these things on their own, but rather by a long and unbroken string of continuous existence?

Continuity

A few years ago, my late grandfather, in his 90s and suffering from dementia, pointed at a picture on the wall of himself as a six-year-old. “That’s me!” he explained.

He was right. But come on. It seems ridiculous that the six-year-old in the picture and the extremely old man standing next to me could be the same person. Those two people had nothing in common. Physically, they were vastly different—almost every cell in the six-year-old’s body died decades ago. As far as their personalities—we can agree that they wouldn’t have been friends. And they shared almost no common brain data at all. Any 90-year-old man on the street is much more similar to my grandfather than that six-year-old.

But remember—maybe it’s not about similarity, but about continuity. If similarity were enough to define you, Boston you and London you, who are identical, would be the same person. The thing that my grandfather shared with the six-year-old in the picture is something he shared with no one else on Earth—they were connected to each other by a long, unbroken string of continuous existence. As an old man, he may not know anything about that six-year-old boy, but he knows something about himself as an 89-year-old, and that 89-year-old might know a bunch about himself as an 85-year-old. As a 50-year-old, he knew a ton about him as a 43-year-old, and when he was seven, he was a pro on himself as a 6-year-old. It’s a long chain of overlapping memories, personality traits, and physical characteristics.

It’s like having an old wooden boat. You may have repaired it hundreds of times over the years, replacing wood chip after wood chip, until one day, you realize that not one piece of material from the original boat is still part of it. So is that still your boat? If you named your boat Polly the day you bought it, would you change the name now? It would still be Polly, right?

In this way, what you are is not really a thing as much as a story, or a progression, or one particular theme of person. You’re a bit like a room with a bunch of things in it—some old, some new, some you’re aware of, some you aren’t—but the room is always changing, never exactly the same from week to week.

Likewise, you’re not a set of brain data, you’re a particular database whose contents are constantly changing, growing, and being updated. And you’re not a physical body of atoms, you’re a set of instructions on how to deal with and organize the atoms that bump into you.

People always say the word soul and I never really know what they’re talking about. To me, the word soul has always seemed like a poetic euphemism for a part of the brain that feels very inner to us; or an attempt to give humans more dignity than just being primal biological organisms; or a way to declare that we’re eternal. But maybe when people say the word soul what they’re talking about is whatever it is that connects my 90-year-old grandfather to the boy in the picture. As his cells and memories come and go, as every wood chip in his canoe changes again and again, maybe the single common thread that ties it all together is his soul. After examining a human from every physical and mental angle throughout the post, maybe the answer this whole time has been the much less tangible Soul Theory.

______

It would have been pleasant to end the post there, but I just can’t do it, because I can’t quite believe in souls.

The way I actually feel right now is completely off-balance. Spending a week thinking about clones of yourself, imagining sharing your brain or merging yours with someone else’s, and wondering whether you secretly die every time you sleep and wake up as a replica will do that to you. If you’re looking for a satisfying conclusion, I’ll direct you to the sources below since I don’t even know who I am right now.

The only thing I’ll say is that I told someone about the topic I was posting on for this week, and their question was, “That’s cool, but what’s the point of trying to figure this out?” While researching, I came across this quote by Parfit: “The early Buddhist view is that much or most of the misery of human life resulted from the false view of self.” I think that’s probably very true, and that’s the point of thinking about this topic.

___________

Related Wait But Why Posts
– Here’s how I’m working on this false view of self thing.
– And things could get even more confusing soon when we have to figure out if Artificial Superintelligence is conscious or not.

Sources
Very few of the ideas or thought experiments in this post are my original thinking. I read and listened to a bunch of personal identity philosophy this week and gathered my favorite parts together for the post. The two sources I drew from the most were philosopher Derek Parfit’s book Reasons and Persons and Yale professor Shelly Kagan’s fascinating philosophy course on death—the lectures are all watchable online for free.

Other Sources:
David Hume: Hume on Identity Over Time and Persons
Derek Parfit: We Are Not Human Beings
Peter Van Inwagen: Materialism and the Psychological-Continuity Account of Personal Identity
Bernard Williams: The Self and the Future
John Locke: An Essay Concerning Human Understanding (Chapter: Of Identity and Diversity)
Douglas Hofstadter: Gödel, Escher, Bach
Patrick Bailey: Concerning Theories of Personal Identity

And a fascinating and related video
For a while now, my favorite YouTube channel has been Kurzgesagt. They make one amazing five-minute animated video a month on the exact kinds of topics I love to write about. I highly recommend subscribing. Anyway, I’ve spoken to them and we liked the idea of tag-teaming a similar topic at the same time, and since this one was on both of our lists, we did that this week. I focused on what the self is, they explored what life itself is. Check it out:

 

Sobre o Ensino Escolar

segunda-feira, janeiro 2nd, 2017

xxxxx

Penso que nossas escolas estão todas erradas, e tenho militado na tentativa de influenciar mudanças. Agora vejo um texto onde tem boas informações academicas – ensinadas por essa escola – as quais posso precisar mais adiante e por isso registro link para o artigo aqui. Porém, também acho que o artigo está fora de foco e por isso publiquei um comentário, o qual vai abaixo copiado. Já começa com este título muito estranho:

5 coisas terríveis sobre as escolas que você jamais pensou antes

E meu comentario:
Louis Charles Morelli · Fritador de batatas fritas na empresa Self employed – 1/1/2017
Excelente argumentacao e coletanea de fatos. Porem, nao entendo o porque de denunciar algo de forma inutil. O que a autora pretendeu com este texto? Chegar a voz aos pais para ensinarem suas criancas a questionarem? Jamais fariam isto pois eles seriam os primeiros a serem questionados. E nao saberiam como ensinar isto.
E qual o objetivo de uma critica que todo mundo sabe, sem apresentar uma solucao? No caso, o povo mudar a mentalidade dos funcionarios da educacao?
Nao sera’ este tipo de pratica jornalista em si mesmo um efeito da escola, da selecao da midia, tudo vindo da aristocracia dominante?
Creio que eu estou aplicando uma correta solucao, alias a unica que vejo no momento. Procuro questionar o pessoal (alunos e educadores) sobre a veracidade do que aprenderam. Porem, para isso, tenho que estar bem informado sobre os fatos que estudam e tenho que ter em mente uma visao de mundo que de outras explicacoes para estes fatos. A escola e’ a moderna projecao da cultura de 10.000 anos criada pelos humanos com instinto a predadores para manterem seus territorios e suas presas em ordem. Tem-se que combater este instinto e desconstruir esta cultura. Observe meu website e veja como tudo e’ questionado mas para tudo e’ oferecido uma diferente razao. Abracos, e’ bom ter este tema em pauta

A Nova Onda da Força Misteriosa que Impulsiona o Trump, o Putin, o Temer, etc.

domingo, janeiro 1st, 2017

xxxx

Em que estou a pensar?

Em um dos mistérios existenciais da vida e deste mundo que tem muita influência em nossas vidas. E’ sobre forças, elementos, desconhecidos, invisíveis, que atuam na matéria ao nosso redor, nos nossos corpos, assim como a mente e’ algo ainda desconhecido, invisível, mas tem força real que consegue mover nosso corpo nas direções que ela decide. Estou crendo que varios indicios apontam para a existencia de algo muito misterioso, apesar de eu ter sido o mais extremado materialista, naturalista, pois ninguém mais produziu uma cosmovisão tão alicerçada na natureza como e’ a cosmovisão da Matrix/DNA.

Estes indícios envolvem uma intuição humana que vem da antiguidade: a de que aos sete anos de vacas gordas sobrevêm os sete anos de vacas magras. Simplesmente ela sugere que nossas vidas estão sendo influenciadas por um ciclo natural de sete anos que nao temos a menor ideia de onde vem, o que seja.

Envolve também a evidência que tenho notado ultimamente: está ocorrendo uma onda de vitórias, de ganhos, dos humanos predadores em cima dos humanos-presas, depois de ter ocorrido uma fase do oposto. A sorte, a fortuna esta vindo para os grandes predadores e eles estão rindo a vontade. Eleição do Trump, golpe vitorioso do Temer, ganhos exorbitantes dos capitalistas nos bancos e corporações, o Putin subindo as alturas, os conservadores e republicanos voltando a se afirmaram no poder em todos os paises. Isto depois de uma fase em que vimos um preto na presidência, um operário e uma guerrilheira na presidência, vitórias dos partidos minoritários socialistas na Europa, ganhos de salários como no Brasil pulando de 80 dolares para 300 dolares… Claro, o que e’ vacas gordas para os grandes predadores significa vacas magras para a massa dos dominados…

Dentre os indícios também tem a intuição do humano intelectual e cientista moderno, de todos os paises, de que existam universos, realidades paralelas, coexistindo aqui conosco sem que tenhamos a menor percepção disso. Mas acho  fácil entender o porque esta estranha e desconfortável intuição pode ser possível. A matéria em nossos corpos e como tijolinhos de tudo neste universo material perceptível aos nossos limitados e pobres cinco sentidos cerebrais, sao os atomos. Atomos sao como o sistema solar, se voce conseguir ter em mente a verdadeira dimensão deste sistema solar. Ele e’ tao grande que se juntar-mos o Sol e todos os seus planetas num so ponto ponto dentro deste sistema, sairemos com a impressão que o sistema e’ praticamente apenas espaço vazio. Pois se juntar-mos protons, neutrons, electrons num so ponto dentro do átomo, veriamos como um buraco branco luminoso na imensidao do espaco intra-atomico. Mas o problema vai mais além. Quando vamos ver melhor estas partículas, vemos que eas sao igualmente quase vazias. Chegamos ao as compõem, os quarks, mas se formos ver melhor os quarks, eles também sao quase vazios… Resumindo: o nosso mundo material não existe de fato, acontece que nossos cérebros existem formados de átomos que não existem na realidade mas nossos cérebros acreditam que existem e se auto-projetam externamente criando a sua realidade imaginada. Quer dizer,.. estes mundos existem em relacao a um mundo finito, e não existem em relacao a um mundo infinito. Mas qual o certo: o finito ou o infinito, ou uma terceira alternativa que nossos cérebros nao conseguem processar? Ninguém pode saber, apenas ter opiniões. Mas se nosso mundo e’ vazio, quem nos pode garantir que nao existam outros seres formados de outras coisas vazias que acreditam que existam seus universos destas coisas vazias e estão bem aqui junto de nos? Ocupando o mesmo espaco? Pois na verdade somos nos que nao estamos ocupando espaco algum… e talvez eles tambem nao. O multiverso de Hawkins, os universos paralelos destes malucos cientistas que estão ficando ainda mais malucos com esse estranho mundo na dimensão quântica, pode existir… na nossa imaginação e na imaginação de talvez muitos outros seres capazes de imaginações.

Outro indício me veio a mente agora. Nos meus seis ou sete anos isolado na selva bruta, penso ter passado por isso sem ter percebido naquela época. Existe uma época em que os animais estão mais gordos, os pássaros cantam mais, macacos pulam mais nas árvores, e ouve-se o aterrorizante rugir das grandes feras com mais frequência. Os sapos coaxam mais a noite na beira dos lamaçais. Eu tive muitas noites assim, mas também tive noites que pareciam mais escuras, nao ouvi tantos animais emitindo ruídos fora da barraca, a selva parecia mais triste. Porém aumentava o rugido das grandes feras. Cheguei a pensar que seriam feras fêmeas que reagem a menstruação, ficam alvoroçadas, sei la’. E a selva responde a essa onda de rugidos de forma petrificada, em total silencio, todos correm para suas tocas. Mas e facil de entender. Quando o clima está bom, a vegetação floresce com mais abundância, as ovelhas-presas tem mais alimento e suas populações crescem. O efeito e’ o correspondente aumento na população dos predadores. A seguir o clima decai, as presas sofrem uma redução violenta na população devido a escassez de alimento e a grande quantidade de predadores. Com isso cai o alimento para os predadores, que passam a se depredarem entre si mesmos e vão morrendo de fome. Talvez isto seja um ciclo, e continuo, e talvez dai, desta memória animalesca registrada em nosso DNA, que vem o instinto imaginado humano dos sete anos de vacas gordas e magras. Mas o que causa esta alternancia do clima que dispara todos estes acontecimentos que determinam o estado de vida dos seres vivos? Nao pode ser apenas a natureza bruta geográfica pois os humanos aprenderam a contornar isso com o depósito e conservação dos alimentos, porém a economia continua se alternando, e as ondas de favorecimento a humanos predadores e humanos-presas continua ocorrendo. Nao ‘e problema apenas de temperatura do Sol, da Terra, e’ algo, uma força real, atuante, muito mais complexa, que atua no todo, vem de todas as partes do mundo.

E atrás de desmascarar esta força estou eu agora. Como filósofo empedernido, junto todos os pedaços do mundo em cima de uma mesa, e fico olhando-os, tentando conectá-los, ver se vejo o quadro geral, final, animado pelo sucesso ao obter o quadro geral da Matrix/DNA. E sao tantos detalhes! Sao detalhes unindo a ferocidade animal das feras na selva `as estranhas causas e efeitos observados na dimensão quântica dos corpos das feras e da biosfera, sao os comportamentos do Trump entrelaçados com emanações da relatividade geral, e dai por diante. Nos precisamos acabar com estas ondas, existem bilhões de humanos  que estão vindo de um progresso ilusório e entrando em noites escuras tenebrosas, torturantes. As noites da máxima escravização, das vitórias e poderes dos grandes sadistas predadores, os dias de penurias e escassez. Tenos inteligencia, temos que nos impor ao mundo ao redor, temos que conhecer suas forças para dominá-las de maneira que nos permitam sobreviver da melhor maneira possível para podermos evoluir, chegar a nossa transcendência antes que este planeta entre nos mesmos estados dos outros planetas do sistema solar e nao mais suporte a vida aqui. Nesta fase que favorece os Trumps da vida eles chegam ao máximo da arrogância crendo que eles sabem a verdade, eles tem a vida correta, e por isso alguma entidade inteligente que esteja por tras desse mundo os esta favorecendo. Mas eles nada sabem como eu e creio ser burrice estarem construindo algo nos sete anos de gordas que com certeza vai se encolher nos sete anos das magras para eles.

Como essa onda entra em nossos cérebros, fazendo expressar com mais dominância certas regiões e suprimindo outras que vinham a todo vapor? Claro, alterando alguma coisa no nosso meio-ambiente, mas o que tem forca assim para alterar o mundo ao nosso redor?! Comecam a despontar pistas, vou construindo hipoteses, tenho que sair la fora no mundo real para procurar evidencias que reforcem algumas destas hipoteses e descartem outras. Um bom método e’ registrar sistematicamente todos os detalhes do fenômeno por escrito, isso ajuda a ordenar as ideias… por isso estou escrevendo este artigo para deixá-lo aberto e ser continuado a qualquer momento que novidades surgirem. Mas continuo como carrapato agarrado nas pegadas e nos calcanhares desta misteriosa, não importa se nos sete anos de bonança ou nos meus sete anos de vacas magras que significam sete anos de vacas gordas para as gangs dos TRUMPistas, PUTINicas, TEMERonofobicas, BANCOfogas, etc.  Se os universos paralelos que existem mas não existem trocam relações entre si e esta força negativa para mim está vindo de um deles, vou atravessar a fronteira com a mesma coragem que entrei na selva e vou la’ pegar os culpados nao-existentes que pensam que existem e traze-los ao peso da justica!