Archive for the ‘Celula’ Category

Porque as celulas fazem tanto trabalho sem beneficios, pagamentos?

quarta-feira, abril 26th, 2017

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Interessante pergunta nos comentarios abaixo deste video suscitou nossa resposta, copiada abaixo:

Molecular Visualizations of DNA – Original High Quality Version

https://www.youtube.com/watch?v=OjPcT1uUZiE

Ben David Ben David – 3 years ago

The real question here is….why? What makes these cells DO what they DO? What if they decided not to form chromosomes one day. What is the reason these cells want to do this? I want a Vsauce video on that.
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Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – 4/26/2017

Maybe epigenetics could answer that? It is obvious that cells did not created this things for itself, the cell alone do not need it for surviving. The order for creating these things came from outside the cell?
If so, it was something that need these things and jobs done. What? Who?
My personal method of investigation (comparative anatomy between living and non-living systems) suggested a surprising answer: it is this galaxy…
How? For what? How is merely entropy fragmenting the stars into bits-information and these bits joining at a planet surface try to reproduce the system where they came from, naturally and microscopically, applying nanotechnology. Like an adult human applies nanotechnology and is reduced to a microscopic genome.
The cell is a real and faithful reproduction of our galaxy, with some mutations due different environment, matter, water, etc.. The problem that humans are not seeing it is due they do not know how this galaxy works as a system, their theoretical model of galaxies are wrong.
But… why this galaxy wants to reproduce itself?
It doesn’t. It is a force that passing through it that leads to reproduction. This force is waves of light, coming since the Big Bang. A natural original wave of light seems a living thing. Its propagation is due the same force that makes your body to propagating into space time, growing and becoming old. We cal this force as ” life’s cycle”. This force makes your body be transformed into seven meaning shapes: blastulae, foetus, baby, kid, teenager,adult, senior,… cadaver. A wave of light has changed seven shapes as gamma rays, ultraviolet, radio waves,etc.
So, why cells do what they do? The answer is the same for why galaxies and atoms do what they do. The why comes with a wave of light at the Big Bang. And why light do it? Well, my method lead me till the last frontier of the universe and at the moment of the Big Bang. I stopped there. Since that light is coming beyond… I don’t know…
But, the universal history suggests a theory: that light is the genome of the thing that produced this egg universe for reproducing itself, naturally… What is the “thing”? I don’t know… What else we can see is that every living and counscious being in this Universe is a gene building the counciousness of the baby of that “thing”…
( if you want to see the models of cells, galaxies, atoms that fits this evolutionary lineage, google ” The Universal Matrix for Natural Systems and Life’s Cycles”.

Neurocientista Acredita que a Consciencia e’ Apenas uma Ilusao

terça-feira, abril 11th, 2017

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A grande maioria do povo brasileiro ainda não sabe o que se passa nos modernos apóstolos das nações ricas que proliferam nas universidades modelando as mentes da juventude. Um destes famosos e muito ativo na imprensa, e’ o cientista Daniel Dennet. Traduzo aqui uma entrevista que ele deu para a BBC ( BBC Radio 4’s The Life Scientific ) onde ele expõe completamente essa visão de mundo que caminha ao lado do poder mundial hoje. Porem, a seguir, escrevo a interpretação disso tudo sob a perspectiva de outra diferente visão do mundo que pode dar uma ideia de quanto podem estarem errados e como isso esta’ se tornando demasiado perigoso para a sobrevivência da humanidade que já vive na corda bamba. Boa leitura e perdão por alguns errinhos feitos `as pressas, com equipamento inadequado para português, etc.:

Brain

Image copyright Science Photo Library

O cientista cognitivo Daniel Dennet acredita que nossos cerebros sao maquinas, feitas de bilhoes de pequenos robots – nossos neuronios, ou celulas cerebrais.

Num infeliz memorandum escrito em 1965, o filosofo Hubert Dreyfus afirmou que humanos sempre iriam bater computadores no jogo de xadrez porque falta intuicao `as maquinas. Dennet discordou.

Poucos anos depois, Dreyfus se encontrou muito embaracado perdendo no check-mate para um computador.

E em maio de 1997, o computador da IBM, Azul Profundo, derrotou o campeao mundial de xadrez, Garry Kasparov.

Foram muitos os que ficaram infelizes com estes resultados e argumentaram que o jogo de xadrez seria um jogo com uma logica enfadonha. Que computadores não precisam de intuicao para ganhar. O alvo da competicao mudou em busca de outro jogo.

Daniel Dennet sempre acreditou que nossas mentes sao maquinas. Para a questao nao e’ se computadores pordem se tornarem humanos. E sim se humanos podem ser tao bons e sabios quanto computadores.

Numa entrevista para a BBC ( BBC Radio 4’s The Life Scientific ), Dennet disse que nao ha’ nada de especial sobre intuicao. ” Intuicao e’ simplesmente conhecer uma coisa sem conhecer como voce chegou nela”.

Daniel Dennett

Daniel Dennett acredita que nossas celulas cerebrais sao robots respondendo a sinais quimicos – Image copyright Maria Simons

Dennet lamenta que o filosofo Rene Descartes foi o responsavel por permanentemente poluir nosso pensamento sobre como pensar a respeito da mente humana.

Descartes nao poderia imaginar que uma maquina seria capaz de pensar, sentir, e imaginar. Tais talentos so podiam terem sido dados por Deus. Ele esteve escrevendo no seculo XVII, quando maquinas eram feitas de correias e ferro, nao CPUs e RAM, por isso nos devemos perdoa-lo.

Robots feitos de robots

Nossos cérebros sao feitos de uma centena de bilhoes de neuronios. Se você fosse contar todos os neuronios do seu cerebro na razao de um por segundo, você gastaria 3.000 anos!

Nossas mentes sao feitas de maquinas moleculares, mais conhecidas como celulas cerebrais. E se voce achar isto depressante entao a voce falta imaginacao, diz Dennet.

Kasparov v Deep Blue, 1997

Image copyright Getty Images O povo ficou chocado quando um computador derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov in 1997

“Voce conhece o poder de uma maquina feita com um trilhao de pessas em movimento?”, ele pergunta.

” Nao nao somos apenas robots”, ele diz. ” Nos somos robots, feito de robots que sao feitos de outros robots”.

Our brain cells are robots that respond to chemical signals. The motor proteins they create are robots. And so it goes on.

Nossas celulas cerebrais sao robots que respondem a sinais quimicos, apenas isso. As proteinas como motores que elas criam sao robots. E assim por diante.

Como a tela de um telefone

Auto-consciencia e’ real. Claro que e’. Nos experimentam os ela a cada dia. Mas para Daniel Dennet, consciencia nao e’ mais real que a tela de seu laptop ou seu telefone.

Os programadores que fazem estes aparelhos de telefones espertos chamam eles de ” ilusao de usuario”. E’ um pouco depreciativo, talvez, mas eles acertaram em cheio.

Pressionando os icones em nossos telefones nos faz sentir no controle. Nos sentimos que controlamos o heardware interno ao aparelho. mas o que nos fazemos com nossos dedos em nossos telefones e’ antes uma patetica contribuicao `a soma total das atividades do telefone. E, e’ claro, ele nunca diz a nos nada de como ele funciona.

A auto-consciencia humana e’ a mesma coisa, diz Dennet. ” Ela e’, para o cerebro, a ” ilusao do usuario”, dele mesmo.”

Ela parece real e importante para nos mas ela nao e’ de grande importancia. ”

O cerebro nao tem que entender como o cerebro funciona.

Não somos tao inteligentes como pensamos

Nos sabemos que nos evoluimos dos macacos. Nos sabemos que compartilhamos 99% do nosso DNA com chimpanzes.

Nos sabemos que alguns dos nossos comportamentos sao de natureza animal, ( geralmente os instintos dos quais nos nao nos orgulhamos). Nossas maiores qualidades especiais, nossa inteligencia, nossas intuições e criatividade, nos gostamos de pensar que vem de causas muito especiais.

Chimp digging with a tool

Nos humanos temos tradicionalmente enfatizado nossas diferencas do reino animal, mas nos somos nada mais que o resultado das experiencias evolucionarias – Image copyright ADAM JONES/SCIENCE PHOTO LIBRARY

Nossos cerebros, como nossos corpos, tem evoluido durante centenas de milhoes de anos. Eles sao o resultado de milhoes e milhoes de anos de perigosos “jogos de erro e julgamento” que totalizam nossas experiencias evolucionarias.

Desde uma perspectiva evolucionaria, nossa habilidade de pensar nao e’ diferente da nossa habilidade de fazer a digestao, diz Dennet.

Ambas estas atividades biologicas – fazer digestao e pensar – podem ser explicadas pela Selecao Natural da Teoria de Darwin, ffrequentemente descrita como a sobrevivencia do mais adaptado.

 

Julgamento e Erro

Nos evoluimos de uma incompreendida bacteria. Nossas mentes, com todos seus remarcaveis talentos, sao o resultado de uma infinidade de experiencias biologicas.

Nosso genio nao nos foi dado por Deus. Ele e’ o resultado de milhoes de anos de erros e julgamentos – para na proxima vez nao cometer o mesmo erro ou errar menos. Assim vamos acertando, evoluindo.

When a bacteria moves towards a food source, scientists don’t praise the bacteria for being clever. That would be highly unscientific. But when scientists describe thinking as a biological activity, they risk ridicule or outrage (depending on the company they keep).

” Quando uma bacteria se move na direcao de uma fonte de alimentos, nossos cientistas nao elogiam a bacteria por ser inteligente. Eles seriam demasiados anti-cientificos. Mas quando os cientistas descrevem o pensamento como uma atividade biologica, eles se arriscam a serem ridicularizados e blasfemados. Mas essa e’ a verdade”, diz Dennet.

Such fierce reductionism offends. How naïve to suggest that there is nothing more to the human mind than a bunch of neurons!

Esse afiado reducionismo ofende o orgulho dos humanos. Quao absurdo e’ sugerir que nao existe nada mais na mente humana do que um monte de neuronios!

Descartes grosseiramente subestimou as maquinas. Alan Turing colocou as coisas nos eixos. Ele previu que no final do seculo XX: ” O uso de palavras e da opiniao educada tera alterado tanto que uma pessoa sera capaz de falar de maquinas pensantes sem ser contraditorio”.

Computadores em 1960 nao eram tao bons no xadrez. Agora eles tocam saxofone como John Coltrane.

Nesta era digital dos supercomputadores e telefones espertos, certamente nao sera dificil imaginar como uma maquina feita de trilhoes de pessas auto-moventes pode ser exatemente um humano.

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Analise pela perspectiva da cosmovisão da Matrix/DNA

A Humanidade ja construiu varias civilizações poderosas – como a dos egípcios, dos babilônicos, dos romanos, etc – e todas caíram. Porque? Porque foram construídas tendo por base uma interpretação errada da realidade do mundo, o qual os pegou de surpresa. Agora temos mais um modelo de civilização, moderna, se assentando em cima de uma cosmovisão que se afirma a passos largos através das escolas e do poder. Tera’ a humanidade descoberto a verdadeira interpretação do mundo e com isso esta civilização não vai desaparecer, ou vai se transcender naturalmente?

Claro que não. Basta a dizer, primeiro, que nos ainda somos quase cegos, vemos e percebemos nos objetos e no mundo apenas uma faixa das sete faixas de organização da matéria mostrada pela luz visível. Segundo que esse nosso minusculo cérebro jamais seria capaz de processar as informações da verdade ultima de um mundo que não pode ter surgido por um “começo” mas também não pode estar existindo infinitamente sem ter tido um “começo”. Tem que existir uma terceira alternativa mas talvez nenhum tipo de cérebro sera capaz de entende-la. Nos não podemos ser fanáticos em nenhuma visão de mundo como estão sendo os camaradas de Daniel Bennet, se quisermos uma civilização que se transforme sem perecer antes.

Eu concordo com a comparação entre nos – todos os tipos de sistemas biológicos, de bactérias a humanos atuais – e maquinas. Porque os sistemas biológicos foram criados por uma maquina e vivem numa biosfera em estado de caos que aos poucos vai sendo modelada pela maquina envolvente para se tornar uma maquina biológica. Nos fomos criados por um sistema astronomico, estelar, que foi descrito quase corretamente pela mecânica Newtoniana, e este sistema foi produzido por outra maquina que ( aqui inicio a entrar com a cosmovisão da Matrix/DNA) alcançou o ultimo nível de mecanicismo possível na Natureza – esta Via Láctea. Não em termos de complexidade e parafernália de acessórios mas em termos de inteligencia para a melhor sobrevivência, a simples mas complicada maquina galáctica da’ de dez a zero em qualquer outra supermáquina que venha a ser criada. Basta ver o modelo dessa maquina neste website que você concordara comigo.

Mas nos, na forma de nosso ancestral longínquo – esta galaxia – cometemos ja naquela época, o mesmo erro de construir castelos de areia devido conhecimentos arrogantes que não são os conhecimentos da Natureza. A galaxia pensou que conhecia o mundo certo, pensou que sabia de todos os recursos do Universo, criou o Paraíso Eterno para si mesma e se encarnou neste paraíso. Mas ela desconhecia um recurso escondido nas mangas da Natureza, a força da entropia, que chega sorrateira, sutil, produz a degeneração e a morte final de qualquer pretendente a motor perpetuo.

Os sistemas biológicos, encabeçados pelo corpo humano e seu magnifico cérebro, estão ainda muito longe de conseguir o poder e a qualidade de existência da maquina perfeita que nos criou. Isso significa que ela vai nos fazer evoluir muito mais ainda e com isso Dennet ainda não contou: evoluem os supercomputadores, mas evoluem e surgem novos sensores cerebrais, o cérebro humano estará sempre na frente, mesmo que não esteja em termos de poder, digamos, militar.

Até o chimpanzé, concordo plenamente que fomos como robots. Somos 99% iguais, em termos de sistemas biológicos. Porem, a minha cosmovisão esta afirmando que na transição de chimpanzés para humanos houve mais uma surpresa da Natureza, mais uma força ou lei natural com a qual nossa ciadora não contava. Existia algo dentro dela mesmo que ela desconhecia. Ela já continha o potencial para ser sistema biológico, ela chegava a expressar as propriedades biológicas mascaradas de mecânica, na verdade ela não era como um supercomputador, ela era uma maquina-viva, e os nossos computadores, por não terem este elemento natural encriptado em seu ser, nunca poderao ser uma maquina-viva, por mais que sonhe o Dennet. Computadores nao foram feitos pelo DNA. As galaxias sim, pela formula universal que tomou a forma biológica de DNA.

Para explicar essa diferença infinita entre nos e os robots, devo tentar rebuscar uma analogia.

Na embriologia,  o corpo que sera humano, se torna consciente entre os 6 e 8 meses. Mas foi a base fisiológica daquele corpo, com seu cérebro, que criou a consciência por si mesmo, pela primeira vez na historia do universo? Não porque a consciência já existe fora de seu pequeno universo, sua bolsa embrionaria, e existe a muito tempo. Mas como então, se ela também não foi imposta de fora para dentro? Ora, a consciência já estava encriptada, em estado potencial, desde o momento inicial da fecundação, e ficou ali apenas em estado latente durante todos aqueles meses.

Sei que os Dennet da vida iriam me interromper aqui, irados. ” Mostre-nos, de a prova, de que ela esta nos genes. Quais genes? O fato e’ que qualquer cérebro ao chegar a um certo estagio evolutivo, produz auto-consciência, não que ele a tenha recebido por transmissão genética.”

E’ um caso a discutir penso eu. Isso quer dizer que todo corpo masculino ao chegar aos 18 anos produz bigodes, estes não são caracteres transmitidos? Mas porque então nunca vi nenhum filho de moreno produzir bigodes louros ou ruivos?

O fato é que genes são depositários de informações, porem para eles se moverem e executarem suas missões existe um comando de instruções, igual a um computador em que o hardware precisa de um software. A todo ano nasce uma nova geração de hardwares, mas não são os hardwares que produzem os softwares que os operam. Estes vem de fora, de uma mente que esta fora do hardware.

O fato é que a cosmovisão da Matrix/DNA pode explicar tudo o que existe no mundo que o Sr. Dennet conhece e sabe explicar, porem, organizando, conectando as coisas de uma maneira diferente, também logica e racional, e com isso a historia do mundo muda, o mundo adquire um significado diferente da cosmovisão do Sr. Dennet. Eu apliquei os mesmos mecanismos darwinianos que o Sr. Dennet aplicou para aprender a evolução a partir das bactérias e vir subindo ate chegar aos humanos, porem o fiz de forma reversa, do futuro para o passado, cheguei `as bactérias do mesmo jeito, mas não parei ai numa sopa sem vida qualquer. Das primeiras moléculas orgânicas Darwin me conduziu ao sistema solar, `a galaxia, a nebulosa primordial de átomos, cheguei também no Big Bang, e pude inclusive dar uma olhada na nevoa escura alem dele para ai suspeitar que Darwin continua funcionando.

Eu vi os astronômicos como uma maquina, vi os átomos como robots, mas todos eles tinham vida como os biológicos. A maquina que Dennet fez e esta aprimorando esta errada em relacao a maquina natural e por isso sua interpretação do cérebro também esta’. Se for falar de consciência então…

Os processos vitais que existem aqui no meio biológico não foram inventados pela Terra, e seus sistemas astronômicos. Eles traziam estes processos dentro de si sem se aperceberem dele como o embrião não percebeu que trazia em si a consciência desde o primeiro dia ate os 8 meses. Neste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução genético-computacional da coisa desconhecida que gerou este universo. Não existe problema nenhum que para universos, o embrião que esta sendo gerado demore 13,8 bilhões de anos para manifestar a consciência que já existia la fora, dentro da cabeça de seus criadores. Pois o Universo para nos parece ter uma dimensão quase infinita, seu tamanho e’ inimaginável, mas também é seu tempo. O que são 13,8 bilhões de anos para nos, para o universo são seus 8 meses. E dai? Qual o problema?

A Matrix/DNA apresenta uma outra visão das bases da consciência quando ela detecta na totalidade das irradiações no espectro eletromagnético uma substancia que pode ser uma onda de luz que contem encriptada a formula para sistemas, inclusive para a consciência como sistema natural, mas isso é um assunto mais complexo.

A auto-consciência dormia nos átomos, sonhou com paraísos eternos  nas galaxias, começou a acordar nos sistemas biológicos como as plantas e animais primitivos, começou a despertar nos chimpanzés e veio a se levantar no homem. E dai? Qual o problema?

” O problema é que você não tem provas disso”.

Porem eu tenho muito mais fatos arrolados como evidencias do que você tem para sua interpretação do mundo. E você não me mostrou em cima da mesa nenhum neurônio atuando como robot, como seu supercomputador, por si só. Muito menos me mostrou emergindo deste robozinho algo parecido com auto-consciência.

Nossa civilização tem que ter um destino melhor que as anteriores. Vai ser tudo desmanchado, – a evolução não espera e não perdoa – mas podemos fazer disso uma transição muito menos dolorosa, e podemos nos mesmos, não outros reis e imperadores e servos, transcender para a nova civilização mais sincronizada com a que esta determinada a ser, não pela maquina galáctica, não pelo universo, mas por aquilo ou aquele que esta sendo reproduzido através de nos.

Sistema Imunológico: Como a Natureza o Inseriu nos Sistemas Biológicos?

sexta-feira, março 17th, 2017

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Vídeo da batalha entre vírus e anticorpos. Mas antes de assistir…

A humanidade esta’ pagando um preço muito caro por ainda não ter entendido a Natureza. Milhões, bilhões de humanos continuam sendo barbaramente torturados por doenças absurdas sem que a nossa Ciência nada consiga fazer para salva-los. Mas a Ciência não tem culpa disso, ela oferece a visão e os instrumentos suficientes para esse entendimento da Natureza. A culpa esta sendo dos humanos, cuja racionalismo esta empacado pela mistica. Soma-se `a esta imaginação infantil criadora de fantasias que impede a humanidade sair de sua infância e entrar na fase adulta, os interesses mesquinhos materiais e a arrogância dos humanos que se apoderaram da Ciência. A Natureza se abre como um livro para o estudante humilde e bem intencionado, mas para entende-la é preciso uma razão muito naturalista e concentrada no esforço de aprender com admiração, pois nas suas profundezas a Natureza universal, que produziu átomos, galaxias, elefantes e humanos, é muito, mas muito complexa…

Um exemplo é a moda cientifica atual de procurar e delegar as doenças a genes, um pequeno amontoado de átomos. genes teriam propósitos, como o de dirigir organismos complexos a se reproduzirem, sendo que genes não possuem o menor resquício sequer de algum principio de sistema nervos, quanto mais inteligência para ter propósitos para o futuro…Assim nunca vão erradicar as doenças mortais que a milênios estão ai’, torturando e matando humanos. Enquanto isso, esta’ visível que os genes pertencem a um sistema – o DNA – e que agem por comandos deste sistema. Mas a inteligencia humana se desviou do foco em sistemas naturais a seculos, e sem conhecer algo de sistemas naturais não se vai nunca descobrir a causa destas doenças.

Temos aqui outro exemplo, um vídeo tecnicamente muito bem feito, porem, revelando um conhecimento superficial que jamais resolvera’ o mal que ele relata.

Não faça como todo mundo, tal como se estivessem assistindo uma batalha mas sem saber quais países estão guerreando, quais armas e meios de comunicação estão sendo aplicados, sem conhecer os generais e presidentes dos países, porque estão guerreando, etc… No final, você viu uma batalha, viu o território onde foi realizada, mas saiu sem saber mais nada. E você ouviu um narrador contando a batalha, sem explicar nada.

Lembre-se que células e vírus nem sistema nervoso possuem, quanto mais um cérebro, o qual seria necessário para explicar as operações complexas nesta batalha. No filme, uma simples célula, sai de um rio de sangue, sobre nas margens, atravessa um longo território, passa por milhares de outras células, e vai diretamente sobre uma célula, adentra-a e la dentro encontra o que saiu a buscar: vírus. Ora, nem macacos com cérebros conseguiriam fazer isso, talvez nem humanos sem aparelhos técnicos. Mas para ela se decidir a sair do rio, recebeu antes a visita de uma outra célula que lhe trouxe uma ordem de comando para fazer aquilo. Ora, células não poderiam se comunicarem desta maneira.

Então qual a causa desta batalha que se torna tao complexa apenas imitada por humanos inteligentes? A resposta é simples, porem desconhecida de todos os envolvidos nestas observações. Acontece que cada célula possui átomos e estes, elétrons. Estes elétrons são invadidos por partículas de luz, chamadas fótons, como estas que vem do sol. Estes fótons vieram de um sistema completo e funcional, muito simples (abaixo mostrarei a face deste sistema). O sistema de onde vieram foi fragmentado em seus bits-informação, registrados nestes fótons, cada fóton é uma informação que continua ativa, e quando se encontram em qualquer outro lugar, tendem a se enfileirarem numa sequencia ordenada que é a mesma sequencia de posições que estavam no sistema desfeito. E assim tentam reconstruir materialmente o hardware, a arquitetura física, do sistema de onde vieram. Se o sistema reconstruído é uma célula, ela vai contem uma rede de network formada por estes fótons dentro dos elétrons de suas organelas e demais substancias. Depois de construírem as células, estes fótons usam-nas para construir organismos, pois buscam repetir a incrível perfeição do sistema de onde vieram.

Você vai assistir uma batalha dentro de um organismo, entre células e vírus. Os vírus também não sabem o que fazem, eles jamais teriam a capacidade para sair de um meio formado de células para entrarem num rio de sangue e irem pescar diretamente apenas um tipo único exclusivo de peixe, chamado de célula CD4.

Tanto células como vírus estão aqui movendo-se sob o comando de uma entidade de um sistema, na forma de uma maquina quase perfeita. Cada tipo de célula ou vírus representa uma peça dessa maquina, e peças funcionam sem intenções, percepções, inteligencia. Elas não se movem por si mesmas, são movidas pela engrenagem, e determinadas a fazerem um tipo de movimento. Depois do vídeo vou apresentar o sistema de onde vieram as informações que compõem o quadro onde se realiza a batalha. Você vera que neste sistema, e a bilhões de anos atras, muito antes das origens de células e vírus, a peça representada pelos vírus são movidas de uma posição e dirigidas para um único local exato. Então a célula alvo dos vírus, representa naquele sistema, a peça que esta naquele local naquele momento.

Apenas conhecendo-se a formula dos sistemas naturais, a formação de sua identidade e capacidade de controle do todo interno, mais seu aspecto hardware/software, realmente se entende e conhece este processo complexo. A unica outra alternativa racional seria a de uma montagem inteligente, porem, tendo-se conhecimento da formula não se necessita desta alternativa… a não ser que a formula – que surgiu no meio desta Natureza impressa em ondas de luz desde o Big Bang – tenha sido criada com inteligencia alem deste Universo.

Bem, aqui esta a “alma” do sistema que criou vírus, células e organismos.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Já foi detectado que os vírus são os representantes biológicos da função 5, ou F5. Produzidos em F4, se dirigem a F1. Então a célula alvo na corrente sanguínea esta’ representando F1. Os vários tipos de células que formam o sistema de defesa são peças formadas na sequencia desta formula pelo processo do ciclo vital. Então temos que identificar qual é F2, F3, e assim por diante. Quando o vídeo diz que a célula tal se dirige a outra célula tal e lhe passa uma informação é preciso entender que são representantes de duas funções vizinhas no circuito da formula. Uma célula, digamos, F2, se dirige apenas a F3, sem possibilidades de errar, pelo mesmo motivo que o ciclo vital faz com que a forma criança de um humano se dirija a forma de adolescente e esta a forma de adulto, pois não teria como um adolescente errar e ir para outra forma senão a de adulto.

Uma questão ainda não respondida pela Matrix/DNA. O nosso ancestral sistema astronomico, na sua forma de sistema fechado, não realizava qualquer troca com o mundo externo, portanto, devia ter um mecanismo impedindo invasores. Mas provavelmente se tratava apenas de um campo magnético, assim como o planeta Terra se defende. Existiria outro mais eficaz?

Porque senão existia, o sistema de imunidade biológica foi um salto demasiado grande na evolução… não vejo a base solida para dar esse salto. E como não vejo uma função sistêmica capaz de exercer esta função de defesa, suspeito que isto seja produto da entidade do sistema.

Observando o vídeo:

  1. A corrente sanguínea imita o circuito esférico da formula para sistemas. Enquanto no circuito trafega energia e fótons na forma de informação, na corrente sanguínea trafegam muitos elementos, como nutrientes, células, etc.
  2. A entrada de vírus na corrente seria como a entrada de meteoritos ou qualquer outro invasor dentro do circuito astronomico. Desde que o circuito é um corpo rolando no espaço/tempo, estes invasores também no sistema astronomico adentram o corpo do sistema.
  3. Porque os vírus atacam o Linfócito CD4 (pesquisar), e não os outros elementos? Porque atacam diretamente os policias, os soldados do organismo? O que os informa, ou como eles sabem que são os soldados e não os civis, os primeiros a serem eliminados? Porque vírus e linfócitos são opostos entre si? Ou seria uma relacao predador/presa? Tera’ o linfócito, e apenas ele, um tipo de nutriente preferido pelos vírus? ( Ver a composição atômica e molecular dos dois).
  4. Com a morte dos linfócitos, macrófagos são atraídos pelos vírus. O que produz os macrófagos e como sabem que tem vírus? Pesquisar ou rememorar o que são macrófagos. Morreu a infantaria, agora vem a policia montada.
  5. Macrófagos passam uma informação aos linfócitos CD4, os quais se ativam. Ora isto é uma network! Coisa da entidade do sistema. Mas o que significa passar informação e o que significa ficar ativado, a nível molecular?
  6. Linfócito CD4 informa linfócito B e CD8 para ficarem ativados… ( eles não possuem radio ou telefone, tem que ter mensageiro levando as mensagens em mãos). Isto esta’ parecendo mais uma repetição do ciclo vital. Seriam as varias formas de linfócitos produzidas na sequencia do ciclo vital?
  7. Linfócitos CD8 saem da circulação sanguínea… Sera’ que vão combater os vírus no local que entram para invadir?
  8. Hummm… vão para as células infectadas pelos vírus. Apenas quando os vírus entraram na corrente sanguínea alertaram o sistema de defesa. Quer dizer que este Sistema não capta quando as células são invadidas?
  9. Os CD8 matam as células infectadas com vírus! Bons médicos…
  10. Linfócito B vai ao gânglio para produzir anticorpos… O que são gânglios? Como eles se encaixam na formula da Matrix/DNA? Como esse linfócito sabe que tem de ir la? E os linfócitos já não são, em si mesmos, anticorpos?
  11. Linfócito B sai dos gânglios carregado de anticorpos… e volta para a corrente sanguínea. Hummm… fazendo o papel de RNA-mensageiro e RNA-transportador?
  12. Então foram ativados dois tipos de linfócitos: um tipo para matar as células infectadas, e outro para produzir anticorpos e atacarem os virus dentro da corrente sanguínea… Mas os anticorpos não matam os virus, apenas os cercam, neutralizando-os. Entao vem os macrofagos que comem os virus na corrente. FIM

Raios! O que significa “inteligencia”? Senão um método complexo de apresentar resultados? E não acabamos de assistir um método complexo apresentando resultados? Eximias estrategias militares. Qual a diferença entre o método destas pequenas criaturas e o método dos humanos? Então existe inteligencia no mundo microcósmico? E antes das origens do homem?  Seriam estas pequenas criaturas, células, vírus, inteligentes?

Tem algo desconhecido ai’. Tem uma inteligencia dentro deste meio ou atuando neste meio desde fora. Se estiver dentro do meio, significa que a Natureza é e sempre foi inteligente, mesmo antes das origens do homem. Então… o que é “Natureza”? Mas se tiver fora… Seria a tao sugerida face software que a Matrix/DNA esta’ sugerindo existir em todo hardware-sistema? Tambem natural, porem imperceptível aos nossos sentidos?

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Pesquisa: (ver linfócitos,macrófitos,gânglios)

  1. Linfocito CD4:

 

Linfócito é um tipo de leucócito (glóbulo branco) presente no sangue. São produzidos pela medula óssea vermelha, através das células-tronco linfoides…

Obs: Bem,… então antes temos que ver o que é leucócito.

Os leucócitos, também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células-tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sangue.

Obs 1: medula óssea, base da produção do sistema imunológico, seria o campo do campo magnético?

Obs 2: as células troncos não devem serem diferenciadas, seriam as primeiras células formadas na fecundação. A partir delas começa a diferenciação celular mas veja no quadro seguinte algo bem interessante:

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Obs: As primeiras células não são diferenciadas entre si, portanto iguais – e que devem formar a morula – se diferenciam em apenas dois tipos de células, as quais são ainda indiferenciadas. Um tipo, a mieloide, é que vai se desdobrar nas muitas células diferenciadas que vão compor a estrutura sistêmica e funcional do organismo. Mas o outro tipo é o grande mistério. Ele parece surgir como um ramo lateral vindo de algo estranho `a estrutura. E’ a célula indiferenciada linfoide. A partir dela vai surgir vários tipos de células diferenciadas, mas todas tem como unica função a defesa do sistema. Isto parece uma nova invenção no Universo, o mecanismo de auto-defesa ( porem a Matrix diz que isto não pode acontecer, este Universo não pode produzir nova informação do nada). A não ser que…

Isto me lembra o planeta Terra. Ele foi formado por material visível – poeira gazes – formando uma mistura indiferenciada e esta vai produzir a estrutura do planeta, vai se diferenciar em rochas, água, etc. Afora isso, e depois de estruturado surge um segundo elemento, invisivel, que parece vir de fora da linhagem hereditaria solida dos astros: o campo magnetico. E este exerce a funcao de defesa do planeta.

Isto sugere que … A CELULA TRONCO TENHA UM CAMPO MAGNETICO…!!!

Ou uma substancia biologica que imite ou represente os campos magneticos?

Não gosto disso. Parece que estou descambando para a metafisica. Mas busco a verdade, esta esta’ com o Universo, e o Universo esta’ pouco se lixando para o que eu gosto ou não…

Bem,… em varias outras situações a formula tem sugerido que todos os sistemas naturais tem como contrapartida um campo magnético, inclusive sistemas vivos. O qual – e aqui avançando muito na especulação – poderia ser a “identidade do sistema”.

Devo continuar este estudo. Parei na Wikipedia vendo leucócitos e linfócitos… 

A Morte: Cientista Revela Informacoes Ineditas

segunda-feira, março 13th, 2017

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https://www.nytimes.com/2017/03/13/opinion/what-our-cells-teach-us-about-a-natural-death.html?mwrsm=Facebook&_r=0

Copia do original

What Our Cells Teach Us About a ‘Natural’ Death

Every Thursday morning on the heart transplant service, our medical team would get a front-row seat to witness an epic battle raging under a microscope. Tiny pieces of heart tissue taken from patients with newly transplanted hearts would be broadcast onto a gigantic screen, showing static images of pink heart cells being attacked by varying amounts of blue immune cells. The more blue cells there were, the more voraciously they were chomping away the pink cells, the more evidence that the patient’s inherently xenophobic immune system was rejecting the foreign, transplanted heart.

MINHA TRADUCAO

Todas as manhas de quinta-feira no servivo de transplante de coracao, nossa equipe medica obtinha um assento na primeria fila para assistir uma batalha epica acontecendo sob um microscopio.

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Microsoft:

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

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Google

Toda quinta-feira de manhã no serviço de transplante de coração, nossa equipe médica teria um lugar na primeira fila para testemunhar uma batalha épica fúria sob um microscópio. pequenos pedaços de tecido cardíaco retiradas de pacientes com corações recém-transplantados seria transmitido em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas de células do coração-de-rosa que está sendo atacado por diferentes quantidades de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis havia, mais vorazmente eles estavam mastigando as células rosa, o mais evidências de que o sistema imunológico inerentemente xenófobo do paciente estava rejeitando o coração estrangeiro, transplantado.

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There was so much beauty to be found in the infinitesimal push and pull between life and death those slides depicted that I would fantasize about having them framed and put up in my house. Yet the more I studied those cells, the more I realized that they might have the answers to one of the most difficult subjects of our time.

Throughout our history, particularly recently, the human race has looked far and wide to answer a complex question — what is a good death? With so many life-sustaining technologies now able to keep us alive almost indefinitely, many believe that a “natural” death is a good one. With technology now invading almost every aspect of our lives, the desire for a natural death experience mirrors trends noted in how we wish to experience birth, travel and food these days.

When we picture a natural death, we conjure a man or woman lying in bed at home surrounded by loved ones. Taking one’s last breath in one’s own bed, a sight ubiquitous in literature, was the modus operandi for death in ancient times. In the book “Western Attitudes Toward Death,” Philippe Ariès wrote that the deathbed scene was “organized by the dying person himself, who presided over it and knew its protocol” and that it was a public ceremony at which “it was essential that parents, friends and neighbors be present.” While such resplendent representations of death continue to be pervasive in both modern literature and pop culture, they are mostly fiction at best.

Continue reading the main story

This vision of a natural death, however, is limited since it represents how we used to die before the development of modern resuscitative technologies and is merely a reflection of the social and scientific context of the time that death took place in. The desire for “natural” in almost every aspect of modern life represents a revolt against technology — when people say they want a natural death, they are alluding to the end’s being as technology-free as possible. Physicians too use this vocabulary, and frequently when they want to intimate to a family that more medical treatment may be futile, they encourage families to “let nature take its course.”

Yet, defining death by how medically involved it is might be shortsighted. The reason there are no life-sustaining devices in our romantic musings of death is that there just weren’t any available. Furthermore, our narratives of medical technology are derived largely from the outcomes they achieve. When death is unexpectedly averted through the use of drugs, devices or procedures, technology is considered miraculous; when death occurs regardless, its application is considered undignified. Therefore, defining a natural death is important because it forms the basis of what most people will thus consider a good death.

Perhaps we need to observe something even more elemental to understand what death is like when it is stripped bare of social context. Perhaps the answer to what can be considered a truly natural death can be found in the very cells that form the building blocks of all living things, humans included.

Though we have known for more than a century how cells are created, it is only recently that we have discovered how they die. Cells die via three main mechanisms. The ugliest and least elegant form of cell death is necrosis, in which because of either a lack of food or some other toxic injury, cells burst open, releasing their contents into the serums. Necrosis, which occurs in a transplanted heart undergoing rejection, causes a very powerful activation of the body’s immune system. Necrosis, then, is the cellular version of a “bad death.”

The second form of cell death is autophagy, in which the cell turns on itself, changing its defective or redundant components into nutrients, which can be used by other cells. This form of cell death occurs when food supply is limited but not entirely cut off, such as in heart failure.

The most sophisticated form of cell death, however, is unlike the other two types. Apoptosis, a Greek word used to describe falling leaves, is a programmed form of cell death. When a cell becomes old or disrepair sets in, it is nudged, usually by signaling molecules, to undergo a form of controlled self-demolition. Unlike in necrosis, the cell doesn’t burst, doesn’t tax the immune system, but quietly dissolves. Apoptosis is the reason our bone marrow doesn’t weigh two tons or our intestines don’t grow indefinitely.

As important as apoptosis is to death, it is essential for life. While as humans, we often consciously or unconsciously hope to achieve immortality, immortality has a very real existence in the cellular world — it’s called cancer. In fact, most cancers occur because of defects in apoptosis, and most novel cancer therapies are designed to allow cell death to occur as it normally would.

In many ways, therefore, life and death at a cellular level are much more socially conscious than how we interface with these phenomena at a human level. For cells, what is good for the organism is best for the cell. Even though cells are designed entirely to survive, an appropriate death is central to the survival of the organism, which itself has to die in a similar fashion for the sake of the society and ecosystem it inhabits.

We humans spend much of our lives denying death. Death, however, is not the enemy. If there is an enemy, it is the fear that death arouses. The fear of death often induces us to make choices that defy the biological constraints of our existence. Such choices often lead us to a fate that more closely resembles necrosis, involving the futile activation of innumerable resources eventually resulting in a cataclysmic outcome, rather than apoptosis. Furthermore, even as we hope to defy our mortality, our cells show the devastation that can occur for the organism if even one cell among billions achieves immortality.

When I asked Robert Horvitz, the Nobel Prize-winning biologist at the Massachusetts Institute of Technology who was part of the group that discovered apoptosis, what lessons we could learn from cell death, his answer demonstrated exactly why we have failed to understand death in the context of our lives: “Only once before has someone approached me to discuss the existential questions that might relate what is known about cell death to human existence.”

The question for us, then, is: What is the human equivalent of apoptosis in the context of our society? One way to approach that question is to look at what the human equivalent of necrosis is. To me, if a human being is in the hospital with intensive, life-sustaining therapies such as artificial respiration, nutrition or dialysis sustaining them with little hope of recovering reasonable brain function, such a state could be considered necrosis. Almost any other alternative, whether one dies in the hospital having rescinded resuscitation or intubation (DNR/DNI), at home with hospice services or with the aid of a physician’s prescription, has much more in common with apoptosis.

We have striven endlessly to answer some of our most crucial questions, yet somehow we haven’t tried to find them in the basic machinery of our biology. Apoptosis represents a pure vision of death as it occurs in nature, and that vision is something we might aspire to in our own deaths: A cell never dies in isolation, but in clear view of its peers; it rarely dies of its own volition; a greater force that is in touch with the larger organism understands when a cell is more likely to harm itself and those around it by carrying on. Apoptosis represents the ultimate paradox — for the organism to survive, the cells must die, and they must die well. “There are many disorders in which there is too little apoptotic death,” Dr. Horvitz said, “and in those cases it is activating apoptosis that could increase longevity.”

And finally, a cell also understands better than we humans do the consequences of outlasting one’s welcome. For though humanity aspires to achieve immortality, our cells teach us that a life without death is the most unnatural fate of all.

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Traducao pelo Microsoft

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

Havia tanta beleza para ser encontrado no impulso infinitesimal e puxe entre vida e morte os slides retratados que fantasio sobre tê-los enquadrado e acondicionados em minha casa. Ainda mais eu estudei essas células, mais percebia que tenham as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, particularmente recentemente, a raça humana tem olhado longe para responder a uma pergunta complexa — o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias sustentam a vida agora é capazes de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma experiência de morte natural espelha tendências observadas em como desejamos experimentar nascimento, viagens e comida nos dias de hoje.

Quando nós Imagine uma morte natural, podemos invocar um homem ou uma mulher deitada na cama em casa rodeado de entes queridos. Tomar o último suspiro na própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para morte em tempos antigos. No livro “atitudes ocidentais para morte,” Philippe Ariès escreveu que a cena do leito de morte foi “organizada pela pessoa morrendo, que presidiu e sabia que seu protocolo” e que era uma cerimônia pública na qual “era essencial que os pais, amigos e vizinhos estar presente.” Enquanto tais representações resplandecentes da morte continuam a ser difundida na literatura moderna e cultura pop, eles são principalmente de ficção na melhor das hipóteses.

Esta visão de uma morte natural, no entanto, é limitada, desde que ele representa como costumávamos morrer antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de cristaloides e é apenas um reflexo do social e contexto científico da época que morte teve lugar em. O desejo de “natural” em quase todos os aspectos da vida moderna representa uma revolta contra a tecnologia — quando as pessoas dizem que querem uma morte natural, eles estão aludindo a extremidade ser como tecnologia-livre quanto possível. Os médicos também usam este vocabulário, e frequentemente quando querem íntima para uma família que mais tratamento pode ser inútil, eles incentivam as famílias para “deixar a natureza seguir seu curso.”

Ainda, a definição de morte como medicamente envolvido é poder ser míope. A razão lá são nenhum dispositivo de manutenção da vida em nossas reflexões romântico da morte é que simplesmente não havia nada disponível. Além disso, nossas narrativas da tecnologia médica são derivados em grande parte os resultados conseguidos. Quando a morte inesperadamente é evitada com o uso de drogas, dispositivos ou procedimentos, tecnologia é considerada milagrosa; Quando a morte ocorre de qualquer maneira, sua aplicação é considerada indigno. Portanto, definir uma morte natural é importante porque forma a base do que a maioria das pessoas, portanto, irá considerar uma boa morte.

Talvez precisamos observar algo ainda mais elementar para entender o que a morte é quando ele é despojado próprias de contexto social. Talvez a resposta para o que pode ser considerado que uma morte verdadeiramente natural pode ser encontrada em muito células que formam os blocos de construção de todos os seres vivos, os seres humanos incluídos.

Embora já há mais de um século como células são criadas, só muito recentemente é que descobrimos como eles morreram. Células morrem através de três principais mecanismos. A mais feia e menos elegante forma de morte celular é uma necrose, em que por causa de uma falta de comida ou alguma outra lesão tóxica, as células se abrem, liberando o seu conteúdo para os soros. Necrose, que ocorre em um coração transplantado, passando por rejeição, provoca uma ativação muito poderosa do sistema imunológico do corpo. Necrose, então, é a versão de celular de uma “morte ruim.”

A segunda forma de morte celular é autofagia, em que a célula ativa em si, transformando seus componentes defeituosos ou redundantes em nutrientes, que podem ser usados por outras células. Esta forma de morte celular ocorre quando o suprimento de alimentos é limitado, mas não inteiramente cortado, tais como na insuficiência cardíaca.

A forma mais sofisticada de morte celular, no entanto, é ao contrário dos outros dois tipos. Apoptose, uma palavra grega usada para descrever as folhas caindo, é uma forma programada de morte celular. Quando uma célula torna-se velho ou ruína define em, isso é cutucou, geralmente por sinalização moléculas, submeter-se a uma forma de auto de demolição controlada. Ao contrário em necrose, a célula não estourou, não imposto o sistema imunológico, mas dissolve-se em silêncio. Apoptose é a razão pela qual nossa medula óssea não pesa duas toneladas ou nossos intestinos não crescem indefinidamente.

Tão importante como apoptose é a morte, é essencial para a vida. Enquanto como seres humanos, muitas vezes consciente ou inconscientemente esperamos alcançar a imortalidade, imortalidade tem uma existência muito real no mundo celular — é chamado câncer. Na verdade, a maioria dos cânceres ocorrem por causa de defeitos na apoptose, e mais novas terapias de câncer são projetadas para permitir que a morte celular ocorrem como normalmente faria.

Em muitos aspectos, portanto, vida e morte em um nível celular são muito mais socialmente consciente do que como nós interface com estes fenómenos à escala humana. Para as células, o que é bom para o organismo é melhor para a célula. Embora as células são projetadas inteiramente para sobreviver, uma morte apropriada é fundamental para a sobrevivência do organismo, que em si tem que morrer de forma semelhante para o bem da sociedade e o ecossistema habita.

Nós, seres humanos passar grande parte de nossas vidas, negando a morte. Morte, no entanto, não é o inimigo. Se há um inimigo, é o medo que morte desperta. O medo da morte muitas vezes induz-na fazer escolhas que desafiam as limitações biológicas da nossa existência. Tais escolhas, muitas vezes, levam-nos para um destino que se assemelha mais a necrose, envolvendo a ativação fútil de inúmeros recursos eventualmente resultando em um resultado cataclísmico, ao invés de apoptose. Além disso, enquanto esperamos a desafiar nossa mortalidade, nossas células mostram a devastação que pode ocorrer para o organismo se sequer uma célula entre bilhões atinge a imortalidade.

Quando perguntei a Robert Horvitz, o Prêmio Nobel-ganhando biólogo no Instituto de tecnologia de Massachusetts, que fazia parte do grupo que descobriu apoptose, que lições podemos aprender com a morte celular, a resposta dele demonstrou exatamente porque falhamos em entender a morte no contexto de nossas vidas: “Somente uma vez antes alguém se aproximou de mim para discutir questões existenciais que me relaciono o que é conhecido sobre a morte de célula a existência humana.”

A questão para nós, então, é: o que é o equivalente humano da apoptose no contexto da nossa sociedade? Uma maneira de abordar essa questão é olhar para o que é o equivalente humano de necrose. Para mim, se um ser humano está no hospital com terapias intensivas, manutenção da vida como respiração artificial, nutrição ou diálise, sustentando-os com poucas chances de recuperar a função cerebral razoável, tal estado pode ser considerado necrose. Quase qualquer outra alternativa, se um morre no hospital tendo rescindido ressuscitação ou intubação (DNR/DNI), em casa com serviços de cuidados paliativos ou com o auxílio de prescrição de um médico, tem muito mais em comum com a apoptose.

Lutamos incessantemente responder a algumas das nossas perguntas mais cruciais, no entanto, de alguma forma nós não tentamos encontrá-los da maquinaria básica da nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte, como ocorre na natureza, e essa visão é algo que pode aspirar em nossa própria morte: uma célula morre nunca isoladamente, mas em uma visão clara dos seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contacto com o organismo maior entende que quando uma célula é mais susceptível de prejudicar a si e aqueles ao seu redor por continuar. Apoptose representa o paradoxo final — para o organismo sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Há muitas doenças em que há pouca morte apoptotic”, disse Dr. Horvitz, “e nesses casos ele está ativando a apoptose que pode aumentar a longevidade”.

E, finalmente, uma célula também entende melhor do que nós, seres humanos as consequências de um superando é bem-vindo. Pois embora a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, nossas células ensinam-nos que uma vida sem morte é o destino mais natural de todos.

Haider Javed Mara é fellow em medicina cardiovascular na Duke University Medical Center e autor de “morte moderna: como a medicina mudou o final da vida.”

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Traducao do Google

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Havia tanta beleza a ser encontrada no impulso infinitesimal e puxe entre a vida ea morte dessas lâminas ilustradas que eu iria fantasiar sobre tê-los moldado e colocar-se em minha casa. No entanto, o mais eu estudava essas células, mais eu percebia que eles possam ter as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, em especial recentemente, a raça humana tem olhou longe para responder a uma questão complexa – o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias que sustentam a vida agora capaz de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com a tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma morte natural experiência espelhos tendências observadas na forma como desejam experimentar o nascimento, viagens e alimentos nos dias de hoje.

Quando nós imaginar uma morte natural, que evocam um homem ou uma mulher deitada na cama em casa, cercado pelos seus entes queridos. Tomando sua última respiração em sua própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para a morte nos tempos antigos. No livro “Atitudes ocidentais em direção à morte “, escreveu Philippe Ariès que a cena leito de morte foi “organizada pela própria pessoa morrendo, que presidiu e sabia seu protocolo” e que era uma cerimônia pública em que “era essencial que os pais , amigos e vizinhos estar presente. “Embora tais representações resplandecentes de morte continuam a ser difundido tanto na cultura literatura e pop moderna, eles são na sua maioria ficção na melhor das hipóteses.

Temos lutado incessantemente para responder a algumas das perguntas mais cruciais, mas de alguma forma nós não tentou encontrá-los na máquina de base de nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte como ocorre na natureza, e que a visão é algo que pode aspirar na nossa própria morte: Uma célula não morre nunca isoladamente, mas na visão clara de seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contato com o organismo maior entende quando uma célula é mais susceptíveis de prejudicar a si mesmo e aqueles em torno dele, levando por diante. Apoptose representa um paradoxo – para o organismo para sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Existem muitas doenças em que há muito pouco a morte por apoptose”, disse Horvitz, “e nesses casos é ativar a apoptose que poderia aumentar a longevidade.”

E, finalmente, uma célula também compreende melhor do que nós, seres humanos fazem as consequências de superando sua bem-vindo. Para que a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, as nossas células nos ensinam que uma vida sem a morte é o destino mais antinatural de todos.

Teorias da Origem da Vida: Coletanea das Existentes

terça-feira, janeiro 3rd, 2017

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( Artigo ainda em construção. Falta organizar os assuntos, correção ortográfica, etc.)

Inspirado no artigo:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

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Todas estas teorias erraram e todas erraram pelo mesmo motivo. Trata-se de uma falha de processamento no cérebro humano, não vejo outra explicação. O motivo e’ a arbitrária separação dos sistemas naturais ditos vivos dos sistemas naturais ditos “nao-vivos”. O primeiro ser vivo realmente digno deste nome, completo, funcional, era um sistema, o sistema celular. Mas antes dele ja’ existiam outros sistemas, completos, funcionais. Se os humanos quiseram inventar a palavra “vida” e com ela denominar o sistema completo, funcional, denominado celular, teriam obrigatoriamente que aceitar que os outros sistemas naturais, completos, funcionais, que ja’ existiam, tambem sejam “vivos”. Ao contrario, decidiram definir o celular de “animado”, e os outros de “inanimados”. Mas como inanimados se apresentam uma parafernalia de movimentos internos e da mesma forma realizam trocas com o exterior, etc? A arbitraria e absurda separacao continuou. Assim separaram a História Natural Universal em dois blocos – o da Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ os 10 bilhões de anos do Universo, e o da Evolução Biológica, desde aquela data ate os dias atuais. Dividiram a História Universal da Evolução do Sistema Natural que surgiu logo apos o ato fecundador do Big Bang e hoje se encontra aqui nestes tempos e região universal na forma nascente de Sistema Natural Autoconsciente, em dois blocos, sem nenhum elo evolutivo entre eles, sem a forma-elo, criando um abismo negro e sem fundo entre os dois grandes blocos. Como resultado so’ poderiam concluir que a forma de sistema biologico nao teria seguido a lei natural da transformação, portanto, teria surgido de algum lugar e fonte fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang.

Nesse momento desviaram-se do pensamento racional puro, construido por esta Natureza, e sairam a vagar no mundo das fantasias imaginarias, onde surge a mistica, o pensamento magico. Mas a causa e’ compreensível, o deslize pode ser perdoado, nao foi culpa dos humanos. Como disse acima, existe uma nova forma emergindo daquele sistema natural universal, mais exatamente emergindo desde esta forma atual de sistema humano, o cerebro. Esta forma apareceu ainda nos ultimos segundos do tempo astronomico, e se ja passou do estagio fetal nao sabemos, mas com certeza ainda nao alcancou o estagio de baby nascido, pois nem seus olhos propios abriu ainda, nem sabe qual a substancia e a forma de seu proprio corpo. E todos sabemos que quando os humanos passam da fase de babies para a fase de criancas, sua consciencia ainda nada tem de racional, para ela todos os objetos a sua volta sao brinquedos, ela vive num mundo encantado, ate tem amigos fantasmas com quem conversa. Ora, a humanidade tambem surgiu muito recentemente em relacao a escala de tempo do sistema universal, para este, a humanidade e’ uma crianca. A psique individual se projeta na psigue coletiva, claro: a humanidade vai se organizando num tipo de sistema, num sistema individual, a imagem e semelhanca de seu building block, que ‘e o individuo. Entao nao poderia ter acontecido de forma diferente: a mentalidade do coletivo humano esta na fase do pensamento magico, do mundo encantado, que não existe de fato. E a historia do mundo sera uma fabula locupleta de magicas, monstros, mitos. Justamente mitos preenchendo o abismo negro imaginariamente criado entre os dois blocos, que na verdade e’ apenas um.

E surgiram dois mitos, diferentes na narrativa, na forma de imaginar o mundo encantado, eregidos por uma parte da humanidade-crianca num continente, e oitra parte de humanidade-crianca sob efeitos do ambiente diferente de outro continente. Surgiu o deismo e o materialismo, ou ateismo. Um acredita realmente no amigo fantasma e deram-lhe o nome de Deus. Outro acredita que os objetos respondem a ele magicamente, pois ele tem conseguido sobreviver com privilégios so’ observados em jogos da sorte, ;oterias, e assim deram o nome ao grande criador do mundo encantado de Acaso. O que existe de mais comum entre os dois mitos e’ que ambos sao magicos, ambos vem de fora da longa cadeia natural de causas e efeitos que vem desde o Big Bang. Ambos seriam nao-naturais, ou seja, sobrenaturais.

O primeiro grupo aceita sorrindo a critica de que creem no sobrenatural. O segundo grupo resiste irracionalmente, pois nao querem entender que se a “vida”, ou melhor, a forma de sistemas biologicos, surgiu, e’ porque ela foi erigida pelas forcas e elementos que vinham rolando na longa cadeia de causas e efeitos. Ora entao ela era previsivel e nao produto do acaso. Basta identificar todas as forcas e elementos que vem rolando, mais o calculo da consistencia do espaco em que vem rolando, e nao tem como nao ver a certo momento a vida formada e rolando no meio. Entao existem uma geracao mais moderna ou envelhecida da humanidade ainda crianca que ja preseente este fato, e comecam a suspeitar que o Universo estava “tunelado” para produzir a vida, ou melhor, a forma de sistemas biologicos. E e’ desta geracao que sairam os autores das teorias arroladas neste artigo da BBC. Mas eles continuam ainda com o pensamento impregnado com resquicios do mito e por isto, eles mantem a malfadada separacoa, e por isto estao nos caminhos errados.

As criancas inevitavelmente se enveredam pelos primordios do pensamento magico porque nascem como ovos mantido dentro e protegidos, alimentados ate a maturidade. Uma caracteristica dos mamiferos, que foi um passo evolutivo adiante dos ancestrais repteis, que botavam os ovos fora abandonando a prole `a propria sorte. Mas o que aconteceria se uma crianca nascesse como ovo botado fora? Instantaneamente atacada pelas intemperies ao relento, pelos predadores e sem alimentos? Sera que ela tambem manteria pelo mesmo tempo o pensamento magico? Ela veria o mundo encantado? Certamente ela nao teria ninguem com quem falar ou aprender a falar, nao conversaria com amigos fantasmas. E como ela interpretaria o mundo se conseguisse ir sobrevivendo por extrema sorte os primeiros anos? E mais: imaginado-se que ela nascesse geneticamente com o dom ou tendencia a filosofar, a questionar a existencia das coisas que ve e ate mesmo a sua existencia, iria ela separar o mundo em dois blocos, iria ela criar im mito para preencher o vacuo entre os dois blocos? Quando na noite ao relento mantendo um olho vigilante na terra e outro levantado prescrutando o ceu e as estrelas, ela se sentiria separada ou conectada a extensao da natureza que se perde no firmamento?

Eu sei a resposta porque eu vivi esta terrivel e odiadamente experiencia. Pior, por duas vezes. Uma realmente logo ao nascer sem familia e teto, e outra quando ja adulto, escapei da escravidao na civilizacao e me embrenhei como fugitivo na selva amazonica. A qual me deu um banho de mundo real, da verdadeira natureza, a ponto de executar uma lavagem cerebral de toda a cultura hmana adquirida ate aquela idade e reduzir o espectro ao estagio de semi-macaco. Sem a s habilidades dos macacos na sobrecvivencia naquele unferno caotico, eu fui um macaco-crianca no meio deles, ja nem mais um humano-crianca como os que existiam la fora, na civilizacao. Digo que nao foi um regresso ao estagio fetal, pois sai no outro lado, antes da fecundacao. Porem com mais uma anomalia ironica: um macaco crianca filosofo. Como nao pderia deixar de acontecer, o filosofo no macaco construiu sua cosmovisao, sua maneira peculiar de interpretar o mundo real. E nao vi a separacao. Nao vi a divisao entre vida e nao-vida. E assim sai a procurar o bicho que me teria feito. A mim, aos meus vizinhos silenciosos que chamam de palntas e aos ruidosos e importunos que chama de animais. Com um olho abaixado procurando na terra e outro levantado procurando na extensao do meu mundo que se perdia no azul do firmamento.

Claro que seria impossivel a tal misero e semi-selvagem individuo, mesmo conseguindo sobreviver e crescendo, encontrar o que a civilizacao milhares de anos mais avancada intelectualmente e com poderosos instrumentos invadindo as profundezas dos invisiveis micro e macrocosmos, encontrar o que nao encontraram. Mas seu sobrevivi e ate me curei do primeiro ataque da malaria, do segundo jamais teria passado. Quis a sorte mais uma vez que humanos nativos da selva que ja pressentiam minha existencia nos arredores de seu territorio,  me encontrassem moribundo e decidissem me salvar como fizeram com os quackers moribundos do Mayflower. E quis o azar que esees nativos selvagens decidram me catequisar nos seus mitos, pegando um cerebro recentemente lavado com esfregao de espinhos das palmeiras e que poderia ter se reerguido e se levantado como uma pagna em branco a ser escrita pela razao pura natural, e desviando-o para o reino dos mitos de sua tambem consciencia crianca. Porem, do azar se levantou a tremenda sorte que o reino dos mitos a que fui apresentado nao era o mito criado pelos predadores de humanos bem nutridos a 10.000 anos atras  a falar com a voz mais alta e possante em volta da fogueira `as ovelhas mansas e temerosas, como eles eram filhos de deuses poderosos, os quais lhes teriam passado a forca. Nao foi o reino originario dos dois mitos se levantando da mentalidade ocidental. Me levaram a um novo retrocesso, muito mais profundo no tempo e no cerebro, ao estado da psique antes do humano-crianca, a forma mesma do embriao. de onde comeca e se forma a imaginacao. Me levaram ao outro continente onde surgiram os mitos orientais. A ouvir a descricao das imagens visionarias de dragoes aflorando das aguas do lago e soltando fogo pela boca como viu o filosofo chines. Mas ao inves de reiventar o simbolo do I-Ching pela mesma visão, e a partir daí desenhar a aura e seus chacras, as aulas de biologia em que eu havia visto o DNA me afloraram na mente na memória que resistira a lavagem e ao invés de dragão e aura eu vi o DNA, dançando no azul do firmamento com um eixo central na forma de um buraco cônico negro e os astros em volta na forma de moléculas, mais tarde identificadas como a timina, a citozina,…

Nao, na aurora da pre-humanidade nao houve uma imediata incursao na mitologia. Aqueles semi-humanos tiveram visoes do micro e do macrocosmo reais. Ou melhor, nao foram visoes vistas por olhos de ver, mas sim recordacoes vindas da memoria primitiva, que ainda nao havia sido poluida pela cultura dos predadores em volta da fogueira. Memorias construidas geneticamente, herdadas dos ancestrais… nao-vivos. Das nossas formas ancestrais quando estavamos na forma de atomos e galaxias. Ou quando estavamos se formando na forma de biologicos, quando fomos os primeiros nucleotideos, que aos pares, formam um sistema completo e funcional e sao um dos elos evolucionarios que foram ocultados do humano-crianca quando ele criou a separacao.

Os nativos tomam uma beberagem feita de raizes e ervas selvagens parecido com o que se chama de Santo Daime. Caem no chao ou em cima de esteiras e ficam balbuciando incoerencias com um largo sorriso que as vezes tornam-se gargalhadas, felizes da vida. Neste momento nasce osseus mitos dos deuses e demonios espiritos da selva. Mas para um filosofo abusado de perguntador ao lado observando-os, descrevem as visoes que suas imaginacoes alteradas pela beberagem produzem. Mas o filosofo que saber como funciona o cerebro, o que a droga produz, e isto nao se aprende fazendo a exoeriencia, ingerindo a droga, e sim mantendo seu cerebro vigilante e racional e arrancando do cerebro alterado o que ele esta produzindo. Assim se descobre que o naticvo reconta fielmente a fabula de Adao e Eva e desceve fielmente o Paraiso do Eden. Que?!

Eu disse que me levaram nao ao tempo das origens dos mitos, nao a fase etaria da crianca humana portadora do pensamento magico, mas antes desta fase, no estagio da consciencia fetal. O paraiso com Adao e Eva se ve antes e somente depois de muito pensar, de muito interpretar, e’ que se forma um quadro e pode-se pegar a pena e escreve-lo. Ele foi visto muito antes de se escrever a Biblia. Por um tal de Schimeon Ben Jochai, se a russa Helena Blavastic conseguiu a informacao correta no seu prologo da doutrina secreta. Porque o paraiso, Adao e Eva, realmente existiram. Nao o paraiso, nao o Adao e Eva que foram escritos, mas sim o que se levantou da memoria da humanidade fetal vindo das profundezas de neuronios em cujos nucleos numa fita biologica denominada DNA o nosso passado muito remoto foi registrado. Naquela epoca, uma galaxia era um verdadeiro paraiso para os dois principios ativos que formavam seu corpo, um com tendencias que hoje identicamos como masculinas e outro com tendencias que hoje identificamos como femininas. Ai estao o Adao e a Eva que foram malversados, contorcidos, mascarados, numa interpretacao eivada de auto-projecao do humano, antropomorfica. Os nativos selvagens da Amazonia nao estao no estagio intelectual que estavam as nacoes ja oorganizadas e ja com a psique da humanidade crianca que escreveram a Biblia. Eles estao no nivel intelectual das tribos de barbaros. Mas foi a estes que a Natureza revelou o paraiso e Adao e Eva. Foun a psique do humano crianca, que inventa amigos fantasmas com quem conversam e que tratam todos os objetos como brinquedos magicos, que tambem deu um banho de sua imaginacao numa imagem real que ela havia visto na forma embrionaria e dela se recordava na fase de humano crianca. Desua experiencia aprendi que num cerebro lavado da cultura humana, ainda limpido e puramente natural, a memoria ve-se a su mesma e assim comeca a consciencia de sua existencia. E quand a memoria ve-se a sui mesma, ve o que ela realmente e’. Ela nao ve uma grande parte sua como memoria-lixo como se tem visto a memoria moderna. No lugar de lixo ela ve o passado do que ela realmente foi, o passado do sistema natural universal que se formou nos idos do Big Bang. Ela recorda suas formas e suas experiencias quando foi um sistema atômico, quando foi um sistema galactico, porque todas estas experiencias estao nela registradas. Ela jamais iria sequer pensar que sua forma atual foi trazida pela cegonha por acaso ou por mágica divina, porque ela enxerga a forma de seus pais, de seus avos e bisavos, ate os ultimos ancestrais emergindo do Big bang… na forma de simples onda de luz. Simples na aparência porque sao mais complexas que nos desde que elas ja contem a formula para fazer-se a si mesma, como entidade viva.

Então como todos sabemos, seria impossível ao semi-macaco na selva encontrar o que este exército super bem aparelhado e milhares de anos mais avançado ainda não encontrou. A tal criatura acredita que encontrou, certamente ele caiu na mesma armadilha, ele enveredou-se no reino infantil dos mitos. Porém o que ele encontrou – o nosso DNA em suas formas evolucionárias mais primitivas existindo nos corpos de átomos e galáxias – e’ totalmente natural, está previsto na longa cadeia, não existe qualquer menção ao supernatural. Nao existem deuses nem acasos magicos. Entao onde esta o mito? Possivelmente nos seus modelos teóricos de átomos e galáxias, na sua interpretação diferente do DNA, de seus building blocks, no propósito do universo tunelado por um processo de simples reprodução genética de universos. Mas este ” provavelmente” e’ imediatamente balbuciado sem pensar, por quem tem o cérebro configurado por conexões neuronais modeladas pela visão dos mundos separados. realmente este cerebro nao conseguiria processar esta informacao. Entao o que me resta e’ testar cientificamente os modelos. Ou que alguma nova descoberta comprove-os. A teoria da Relatividade teve que esperar por um eclipse para comecar a ser vista com alguma seriedade. A Teoria do Big bang esperou por um defeito nos cabos telefônicos para a descoberta da radiação de fundo cósmica e guinda-la ao patamar de teoria plausivel. Nos aqui tambem estamos esperando. Algo que a levante ou a derrube para sempre. Ninguem mandou um filósofo se vestir de macaco, viver sete anos na selva no meio de macacos e retornar para contar esta historia macaquica. Que se f… o filosofo!

Ainda hoje esse  Se esquecem de que antes da vida surgir na Terra a matéria deste Universo já vinha em evolução, desde átomos para sistemas estelares para siste demas galácticos – e o primeiro ser vivo surgiu formado pelos mesmos átomos e dentro destes sistemas astronomicos. Entao como separa-los evolucionariamente?

Pela evolução, sistemas naturais mais simples se transformam em sistemas naturais mais complexos, não existe outra origem conhecida e muito menos comprovada cientificamente para sistemas naturais. Supor que tenha surgido um sistema natural fora dessa linhagem evolucionária por transformações e’ supor que este novo sistema tenha vindo de algum lugar fora da longa cadeia de causas e efeitos que começou no Big Bang. Teria que ter vindo de um lugar nao-natural, em relacao a esta natureza total a que damos o nome de Universo. de algum lugar sobrenatural, mas nenhum fato conhecido e comprovado prova que exista o sobrenatural, de onde tiraram essa ideia então? Falha de processamento nos circuitos neuronais.

Então vem com essa ideia absurda outra ideia que e’ uma aberração, uma heresia cientifica e contra a razao pura naturalista: a palavra “origens” e o conceito que a define. Quando e como alguém viu a origem de algum sistema natural que nunca tenha existido antes? Quando e como alguém viu um sistema natural qualquer que nao tenha vindo de outro sistema pré-existente?! Quando alguém viu assistiu os primeiros passos e o desenvolvimento de um sistema natural que nao tenha sido elaborada por um ambiente natural cuja complexidade nao se assemelhe `a complexidade do sistema? Isto de fato seria uma origem, a emergencia de algo totalmente novo, inédito, para o qual a Natureza nao tinha em si nenhuma informação. A palavra origem imediatamente nos leva a pensar num evento espontâneo ocorrendo no meio da longa cadeia de causas e efeitos mas que nao tenha sido produzido pelo fluxo normal das forças e elementos que vinham rolando nessa cadeia. Nao existem origens de universos nem de vida como eventos espontâneos, únicos, seja ao acaso ou por um entidade sobrenatural, nunca ninguém viu tal evento ocorrer. Isto seria mágica e nunca ninguém viu mágicas, apenas truques ilusorios. No entanto a literatura cientifica e por consequencia a escolar está repleta de teorias de origem espontanea do universo, d planeta, da galaxia, da vida… Raios, o que esta acontecendo com o racional humano?!

Então uma falha leva a outra: separando erradamente a evolução universal em evolucao cosmologica e evolução biológica em dois blocos de evolução sem nenhum elo, nenhuma conexão racional, natural, entre os dois blocos, nao resta outra alternativa senão apelar ao imaginário e acreditar em origens de coisas complexas, seja espontaneamente ou a longo prazo. Sem nenhuma razão inteligível, sem nenhum processo natural conhecido, a certa altura da longa cadeia de causas e efeitos, átomos terrestres comecaram a se comportarem de maneira nunca existido antes e a fazerem inéditas combinações que nunca fizeram antes. Ora, então o que de nao-natural atuou sobre estes atomos? Ninguém sabe responder porque esta pergunta nao faz sentido racional porque baseada numa premissa nao-existente de fato.

O primeiro ser vivo, que se pode chamar como tal, completo e funcionando, foi o primeiro sistema celular. Nao foi um novo sistema vindo de fora da natureza, ou feito por um processo nunca aplicado antes pela natureza. Nunca ninguem viu e comprovou que existam tais coisas. Era um sistema mais complexo ( e muito) que todos os outros sistemas naturais que existiam naquela época, ou entao, nao muito mais complexo que um sistema ja existente mas ainda desconhecido pela humanidade. O fato de ter sido elaborado muito mais complexo se explica pela complexidade maior existente na superficie da Terra que as complexidades existentes antes nos ambientes onde foram elaborados os sistemas ancestrais, atomicos e astronomicos. Aqui existia o estado liquido da materia, uma novidade que na sua embriogenese os atomicos e astronomicos nao tiveram. O estado liquido “transformou” a quimica inorganica na mais complexa quimica organica, mas o estado liquido tambem nao teve uma origem espontanea, ele veio das transformacoes dos estados gasosos e solidos ( talvez incluindo-se o estado eletromagnetico, etc.). Aagua produziu uma mutacao espetacular na embriogenese da primeira celula. Houve um espetacular salto evolutivo, mas apenas em relacao a sistema celular/sistema pré-existente, pois este salto teve uma duracao de milhoes ou bilhoes de anos enquanto ocorriam transformacoes no meio ambiente.

Nao houve abiogenese. Nao houve materia inanimada dando ” origem” a sistemas animados, vivos. Atomos e galaxias nao sao sistemas inanimados, eles funcionam internamente. Mas entao surge o terceiro erro ainda como consequencia do erro da imaginaria separacao: comparam um sistema completo, funcional, com pedacos, partes, ou mesmo dejetos, de outros sistemas. Ora, sistema tem que ser comparado a sistema! Ficam comparando moléculas que nao sao sistemas em si com processos vitais e mesmo sistemas vivos procurando encontrar o fio evolucionario entre eles! As moleculas (aminoacidos,proteinas,RNA e DNA) nao sao sistemas em si, sao partes de sistemas que reconstroem sistemas assim como os tecidos diferenciados na embriogenese humana reconstrou o sistema “corpo humano”. Se Oparin e …. queriam reconstruir o estado do mundo momentos antes da vida e ver dele surgir um elemento vivo, teriam que antes conectar a amonia, o hifgdrogenio, o metano, com as faiscas eletricas formando um sistema funcional. Jogaram partes ao leu dentro do tubo, conseguiram partes do sistema celular, mas nunca conseguriam um sistema celular, nem mesmo conectar os aminoacidos obtidos compondo uma proteina.

O sistema celular veio do sistema nucleotideo, ou seja que outro nome deem ao building block, o fundamental bits-informacao, que compoem as pilhas de nucleotideos que sao o RNA e o DNA. Mas a falha no processamento cerebral nem mesmo os permitem descobrir que um par lateral horizontal e vertical de nucleotideos funciona como um sistema completo. E este sistema nucleotideo serve exatamente para explicar como foram os building blocks que formaram as galaxias. Entao ai esta o elo evolutivo que manda ao inferno a imaginaria e impossivel separacao. O sistema celular teve uma embriogenese ( e nao abiogenese) de milhoes ou bilhoes de anos porque seu criador, o sistema menos complexo que foi transformado, era astronomico e na astronomia os tempos sao muito mais longos que na escala praticada por humanos.

Este erro abismatico conduz os pesquisadores auma busca atabalhoada, fora de foco. E entao surgem as teorias, fora de foco. vamos ver neste artigo da BBC uma bela coletanea destas teorias e vamos ver a analise de cada uma delas por essa teoria que nao cometeu esso erro imaginario, denominada Matrix/DNA. Para tanto tive que copiar o artigo aqui, aproveitando a exelente ajuda do website Bio+, que ou ele ou a propria BBC traduziu para o portugues:

As teorias para o surgimento das primeiras células – e da vida na Terra

http://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-38205665?ocid=socialflow_facebook

Melhores Imagens de Célula para Inserir a Formula da Matrix/DNA

segunda-feira, janeiro 2nd, 2017

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Célula

A Celula Viva E Seu Complexo Circuito Eletrico

terça-feira, novembro 15th, 2016

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THE LIVING CELL A COMPLEX ELECTRICAL CIRCUIT

http://www.spiritualgenome.com/index.php/articles/47-the-living-cell-a-complex-electrical-circuit

Teoria e artigo de:

Bradley York Bartholomew initially trained as a lawyer in Queensland, Australia. He subsequently came across the works of Sigmund Freud and experienced a profound realization that Freud’s Unconscious Mind and the Hindu Inner Self were one and the same. From then on he has devoted his life to tracking the Inner Self. After spending considerable time in an Ashram in India he wrote several articles about Hindu Philosophy in the 1990s that were published in prestigious philosophical journals in India including the Indian Philosophical Quarterly. His revelations that the Hindu Upanishads have a Quantum Mechanical interpretation led him back to University to formally study Physics and Genetics where he made a pivotal discovery how the DNA acts as a Quantum Computer. This discovery has brought Hinduism into the information age.

Artigo copiado para traduzir e pesquisar:

In an article in New Scientist (8/29/15) entitled Power from within it has been announced that for the first time scientists have been able to harvest the energy from inside the body. They have done this by implanting thin layers of metal in the living cells. Essentially what they are harvesting is our Orgone energy (or life force).

At this point they have simply managed to generate 3.73 volts which is about enough to run a pacemaker but as this technology develops, and with the use of amplifiers etc, there would appear to be no limit to the amount of Orgone energy that can be collected. So let’s see just exactly what is this “life force.”

There is a well-known theory of consciousness advanced by Hameroff & Penrose more than 20 years ago, to the effect that the microtubules in the neuron are responsible for generating our consciousness.

I deal with their theory in my book. Briefly, to quote Hameroff: “Consciousness depends on anharmonic vibrations of microtubules inside neurons, similar to certain kinds of Indian music, but unlike Western music which is harmonic.” These quantum vibrational computations in microtubules are “orchestrated” by synaptic inputs and memory stored in the microtubules. Essentially then quantum computing is occurring in these microtubules.

So what is a microtubule. For a start, they are not just found in neurons. They are pretty much everywhere in the cells of animals and plants, in the cytoskeleton where they are responsible for the structure of the cell, the cytoplasm were they connect various organelles inside the cell, and in the genome where they play important roles in various genetic processes including mitosis, meiosis and gene expression. We are told that they are tubular in shape and principally composed of the protein tubulin. We are also told that microtubules have a polarity, that is to say they have a positively charged end and a negatively charged end. Two microtubules can join with the positive end of one attached to the negative end of the other. Similarly the positive end of a microtubule will attach to a negatively charged area in an organelle in the cell.

There are a group of scientists who are trying to establish consciousness and intelligence in plants. I wrote about them in my article Plant Consciousness and the Networked Intelligence (on this website). Essentially they used to call themselves The Society for Neurobiology in Plants, but after stinging criticism from some of their colleagues they were forced to change the name to the Society for Plant Signaling and Behavior in Plants. The criticisms centered around the fact that plants do not have neurons and therefore to talk about neurobiology in plants was an oxymoron. Furthermore, because plants don’t have neurons it was therefore impossible for them to have intelligence or consciousness.

A member of this society, Dr Peter Barlow, from the University of Bristol in the UK wrote to me and told me that he was working on a paper with the title The Natural History of Consciousness, and the Question of whether Plants are Conscious, in Relation to the Hameroff-Penrose Quantum-Physical ‘Orch OR’ Theory of Universal Consciousness. He even sent me a copy of the abstract and introduction to this paper. Essentially he is arguing that although it is true that plants do not have neurons, they do have microtubules in abundance in the cell and therefore if Hameroff & Penrose are right with their hypothesis that quantum computing in the microtubules of neurons were responsible for our consciousness, then it could well be the case that these cytoskeletal microtubules in plants were responsible for plant consciousness as well. I applauded his work and told him that although I had dealt with the Hameroff & Penrose theory in my book I had not tipped to this point that in fact there is a plethora of microtubules in all eukaryotic cells, plants included. He had ordered a copy of my book, and I referred him to the relevant pages where I assert that the microtubules in the neurons act merely as a conduit for electromagnetic activity emanating from the genome, i.e. the nucleus of the neuron. I also told him that his observation about microtubules in the cells of plants was a vital piece of information for me, because any theory about consciousness or intelligence in the DNA would be inadequate if it did not also account for the plant kingdom.

Just by chance I received a spam email about a mitochondrial antioxidant supplement. This spam email contained the following statements:

Not many people know that they have tiny power plants in almost every cell in their body. These power plants are called mitochondria. They take the air that we breathe and the food that we eat and produce ATP – the energy molecule that provides the power to every one of our cells.

Mitochondrial function peaks around the age of 28 and then starts to decline. We start to feel this as we head into our 40s and beyond. We have less energy, we start to slow down, we feel tired, we don’t recover from illness or injury as quickly and we start to see health problems emerging.

As a by-product of the energy production process mitochondria generate free radicals. To protect themselves mitochondria have very strong natural antioxidant protection systems. One of the key antioxidants mitochondria use is CoQ10 (also known as CoenzymeQ10 or ubiquinone).

CoQ10 levels decline as we age leaving mitochondria increasingly susceptible to free-radical damage. This damage reduces mitochondrial function leading to less energy being available to your cell. With less CoQ10 available we also see increasing levels of free radicals leak into the cell causing damage to cell contents and DNA.

It makes sense that we should supplement with CoQ10 to replace levels lost as we age. It’s a reasonable line of thought but with one serious flaw. CoQ10 is a very oily sticky molecule that doesn’t cross into the mitochondria easily. Mitochondria make their own CoQ10 for this very reason. The reality is that whilst you might get a small benefit from taking CoQ10 very little of your supplement is actually getting to where it needs to get to.

A breakthrough. 

Scientists at the University of Otago, Dunedin, New Zealand were studying mitochondrial dysfunction and its link to diseases of the brain, heart, liver and kidneys. They stumbled upon a way to get CoQ10 into the mitochondria by simply adding a positive charge. This simple change caused CoQ10 to flood the mitochondria – a significant breakthrough as no one had ever been able to deliver antioxidants to the mitochondria before.

Umm! I thought about this for awhile. This random spam email was trying to tell me something. The things that caught my eye were the statement that the release of this ConenzymeQ10 from mitochondria was involved in the protection of the DNA from free-radicals, and the fact that simply adding a positive charge to the mitochondria resulted in a CoQ10 “flood.” I decided to look into it, and lo and behold the first thing I found was that the mitochondria are connected by microtubules. Microtubules that have a positively charged end and a negatively charged end. The simple fact of adding a positive charge to the mitochondria can only mean one thing – the microtubules are conducting electricity.

Once I came to this realization, then it became crystal clear to me that the living cell in animals and plants are actually an incredibly sophisticated, complex and compact electrical circuit. These microtubules run everywhere through the cytoskeleton and the cytoplasm. And not just microtubules. There are also many other connections like microfilaments and intermediate filaments that are all conducting electricity. In addition the mictrotubules that play a key role in genetic processes, like the mitotic spindles that pull the chromosomes apart, must also be conducting electricity. No wonder Hameroff and Penrose were able to detect “quantum fluctuations” in the microtubules of neurons. Quantum processes were at work, namely the passage of electrons as an electrical current.

Hameroff and Penrose have introduced a new argument in favor of their theory. The underlying origins of EEG rhythms (brain waves) remains a mystery even after a century of clinical use, and they now assert that quantum vibrations (e.g. in megahertz) appear to interfere and produce much slower EEG “beat frequencies.” We are therefore in a position to put this question to rest once and for all. It is not the quantum microtubule fluctuations in the microtubules of the neurons that are causing the brain waves. It is simply the electrical currents flowing all through the cell in the microtubules, the microfilaments and the intermediate filaments that are combining into certain characteristic frequencies as different groups of cells are turned on in the various states of consciousness, that is responsible for the EEG. What else would you expect now that you realize that the living cell is not a chemical unit at all, but is actually an exquisitely complex unit of electrical circuitry. A pulsating ball of electromagnetic energy of incomparable sophistication. And there are trillions of them in every living creature, each cell being orchestrated and directed by quantum computing processes in the DNA.

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Criando um comentario:

 – then quantum computing is occurring in these microtubules.

  • We are also told that microtubules have a polarity, that is to say they have a positively charged end and a negatively charged end.

Evolução do Proteoma e Origem Metabólica da Transcrição e da Vida Celular

sábado, outubro 29th, 2016

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(Este artigo não tenho acesso. Copiado aqui o endereço e abstrato para traduzir)

Proteome Evolution and the Metabolic Origins of Translation and Cellular Life

http://link.springer.com/article/10.1007/s00239-010-9400-9

Article:

Abstract

The origin of life has puzzled molecular scientists for over half a century. Yet fundamental questions remain unanswered, including which came first, the metabolic machinery or the encoding nucleic acids. In this study we take a protein-centric view and explore the ancestral origins of proteins. Protein domain structures in proteomes are highly conserved and embody molecular functions and interactions that are needed for cellular and organismal processes. Here we use domain structure to study the evolution of molecular function in the protein world. Timelines describing the age and function of protein domains at fold, fold superfamily, and fold family levels of structural complexity were derived from a structural phylogenomic census in hundreds of fully sequenced genomes. These timelines unfold congruent hourglass patterns in rates of appearance of domain structures and functions, functional diversity, and hierarchical complexity, and revealed a gradual build up of protein repertoires associated with metabolism, translation and DNA, in that order. The most ancient domain architectures were hydrolase enzymes and the first translation domains had catalytic functions for the aminoacylation and the molecular switch-driven transport of RNA. Remarkably, the most ancient domains had metabolic roles, did not interact with RNA, and preceded the gradual build-up of translation. In fact, the first translation domains had also a metabolic origin and were only later followed by specialized translation machinery. Our results explain how the generation of structure in the protein world and the concurrent crystallization of translation and diversified cellular life created further opportunities for proteomic diversification.

 

 

Autofagia Celular: A Auto-Reciclagem da Galaxia Projetada na Célula Viva

sábado, outubro 8th, 2016

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(Artigo/tese em construcao)

Na célula vao se juntando materiais que nao funcionam mais, como organelas, proteinas, etc. Se isto continuar pode tornar a celula inoperante e leva-la a destruicao. Mas no microscopico mundo dos atomos e moleculas, surgiu um mecanismo de extraordinaria engenharia para salvar a celula. Os materiais desgastados sao reunidos, em volta deles se forma uma membrana e como um bolido este saco de materiais degradados e’ conduzido `a usina de destruicao de lixo da celula, o lisosomo. Daqui esse corpo e’ expulso para fora. Este mecanismo e’ denomainado ” autofagia” e foi descoberto pelo cientista japones Oshumi, o qual ainda descobriu 15 genes envolvidos no processo. Acontece que as vezes este mecanismo nao funciona bem e isto e’ causa de mortais doencas, como Parkinsons, diabetes, cancer, etc. Por isto Oshumi ganhou o Premio Nobel para Fisiologia e Medicina de 2016.

Tudo bem… Assim como esta escrito acima, a Ciência Academica faz seu trabalho, que e’ observar um fenomeno existente, tentar repeti-lo ou imita-lo tecnologicamente, tentar manipula-lo experimentalmente para corrigir erros, transmitir a descricao do fenomeno aos estudantes.

Porem, eu trabalho com filosofia naturalista, a qual busca se informar sobre estas informacoes que vem da Ciencia Academica ou empiricamente, tenta conectar os fenomenos num quadro para buscar uma visao de conjunto geral da Natureza. Mas nao e’ apenas conecta-los em termos de espaco, e sim, tambem conecta-los em termos de tempo, de sequencia de eventos, buscando conhecer a evolucao universal. Para isso, o filosofo naturalista, ao ler esta informacao, imediatamente se faz a pergunta: “Qual a causa”? Ou seja: como, porque e de onde a Natureza obteve forcas, recursos e informacoes, para construir este fenomeno – que no caso acima, e’ um mecanismo, ou um processo?

A Ciencia Academica descreve o que esta acontecendo no presente, pois ela apenas pode lidar com fatos existentes aqui e agora. Existe uma area derivada desta Ciencia que tenta conectar os fatos atuais com resquicios, fosseis, de teorizados fatos ou eventos ocorridos no passado, tambem buscando uma visao de conjunto, que e’ a area da teoria evolucionista.

Mas para conectar fatos entre si, no tempo, e’ preciso imaginar um mecanismo ou processo universal guiando estas conexoes. Se uma pessoa torna-se um suicida atrelando ao corpo uma bomba, imediatamente nossa mente conecta o evento da explosao com algum grupo ideologico/religioso, e esta conexao e’ o processo imaginado que explica a ocorrencia. Sendo um animal pragmatico, que busca acima de tudo sua sobrevivencia, o ser humano normalmente nao se suicida, ao menos, nao dessa maneira. Nao existe uma explicacao naturalista, materialista, racionalista, para tal processo. Somos obrigados a recorrer a abstracao e aceita-la como sendo uma forca real dirigindo tal processo.

Assim nasceram as religioes. Inventamos imaginariamente uma entidade abstrata, um mecanismo ou processo abstrato, para explicar os fatos sem conhecimento de causas que presenciamos na vida real. A teoria evolucionista nao poderia ser diferente, e o processo ou mecanismo abstrato que ela encontrou para satisfazer sua necessidade de explicacoes foi uma entidade abstrata – o Acaso Absoluto Construtor de Complexidade. Entao, como no texto da organizacao do Premio Nobel explicando o trabalho de Oshumi ( copiado abaixo para ser traduzido e rememorado), e como no texto do Professor de Biologia – PZ Myers (tambem copiado aqui abaixo), descreve-se o fato descoberto e para-se nesta descricao. Diz-se que a celula tem um mecanismo chamado autofagia… e so’. O mecanismo foi inicialmente descoberto na celula de um micro-organismo – o yeast – e depois Oshumi verificou que celulas humanas tambem apresentam o mecanismo. Se a teoria evolucionaria se ocupasse de tambem estudar as evolucoes dos mecanismos, iria investigar a diferenca entre o processo na celula do micro-organismo e o processo na celula humana, mas com certeza, as diferencias seriam imputadas a mutacoes nos genes que dirigem o processo e estas mutacoes, como acreditam, ocorrem por acaso, ou mais literalmente, por erros de transcricao na reprodução. Alguns erros -segundo esta teoria – coincidem de providenciarem melhorias ao organismo, e por isso são mantidos hereditariamente. A causa fundamental sera’ sempre o tal do acaso.

Em vista disso, o que a humanidade vai fazer na tentativa de combater as mortais doencas? Primeiro – e ja comecou a corrida entre competidores – sera descobrir drogas que inibam a proteina tal que faz tal coisa, etc. Ou seja, atuar depois do mal instalado e nao para elimina-lo de vez e sim para atenuar seus efeitos danosos. Num segundo caso e numa investigacao mais profunda, tentar-se-a’ eliminar estes genes mutados inserindo os genes originais. mas isto nao tem funcionado com estas doencas milenares mortais, elas continuam existindo.

Entao, nesta altura dos acontcimentos, entra em cena o filosofo naturalista. Ao inves de ir ao laboratorio procurar as drogas e os genes mutados, ele parou antes, ao receber a informacao da existencia do mecanismo, justo no momento que o texto diz: a celula tem um mecanismo…

Como?… a celula tem um mecanismo? Celula ‘e um amontoado de atomos que com a evolicao de junaram em moleculas, algumas se juntaram formando organelas, o DNA e o RNA, etc. Cada um destes elementos, que sao os resultados finais das diferentes combinacoes de diferentes atomos, tem sua historia evolutiva. Mas qual a historia evolutiva deste mecanismo? Como a natureza bruta e cega produziu isto, e dentro de um sistema celular?

Aqui comeca o trabalho do filosofo naturalista, e apesar de ser desprezado e, muitas vezes, motivo de ironias por parte dos investigadores cientistas que atuam com “as mãos na massa”, eu penso que a maioria dos seres humanos iriam preferir botar o guarda-po branco e correr para a mesa do laboratorio do que escrever estas perguntas no papel e começar a raciocinar buscando as respostas apenas mentalmente.  Como, porque, de onde a natureza bruta e cega obteve informacoes para criar isto?!

E entao, primeiro o filosofo tenta se concenrar na essencia, no conceito do que ele esta buscando. Neste caso o conceito e’ denominado”mecanismo”. O que e’ mecanismo? E logo vem a mente de como o homem faz um projeto no papel “criando” um mecanismo:

Assim esta desenhado um mecanismo pela inteligencia humana. Mas este desenho e’ semelhante ao desenho de um mecanismo criado pela Natureza. A celula, os organismos, contem milhares de mecanismos similares. Desde que refutei a teoria religiosa e a teoria do acaso, tive que procurar uma outra teoria para explicar como este desenho existe naturalmente. A minha teoria se inicia correndo em paralelo a teoria do acaso, porque ambas rebuscam um processo imaginario, que ‘e a evolucao. Porem o paralelismo termina ai’. Na teoria do acaso, este desenho acima teria comecado num sistema biologico, ou ainda num amontoado de atomos chamado de molecula, com uma das suas pecas, digamos, a peca numero um. Uma barra feita de atomos alinhados e’ movida como um pendulo e seu movimento de vai-e-vem por alguma forca externa, como o vento, ou a corente de fluxo sanguineo, etc. Ao assim se mover ela vai atritando com outra peca proxima – outro montoado de atomos – de maneira que vai gerando dentes nas duas pecas e assim surge uma engrenagem. na teoria do acaso o acaso estaria na existencia desta primeira barra, ela surgiu porque aomos foram empurrados para um mesmo ponto no espaco e no mesmo tempo, etc. Os acontecimentos seguintes foram nao mais por acaso e sim um mero e normal desenrolar de movimentos e seus efeitos. Ate a coisa toda culminar com o desenho acima completo. Na minha teoria, se quebrar-mos uma onda de luz natural em sete pedacos – cada qual contendo uma de suas sete vibracoes/frequencias – e solta-las livre em um mesmo ponto do espaco/tempo, elas se misturam com a substancia espacial, geram eletricidade e depois se juntam na mesma sequencia que estavam antes, e como resultado final surge um mecanismo igual ao do desenho. Mas isto nunca foi feito, e nem a natureza o fez, com uma onda de luz natural. A natureza fez este mecanismo usando sistemas que resultaram da evolucao de sistemas anteriores de maneira que regredindo no tempo, so assim entao, vamos chegar a onde de luz primordial. Entao para produzir isto na celula a natureza antes produziu-o de forma menos complexa no sistema astronimico que oriduziu a celula, e antes aindam nos atomos que produziram o sistema astronomico, e antes ainda, nas particulas… de maneira que todas estas fases da evolucao podem ser desenhadas na forma de uma formula, e nest formula se ve claramente o desenho deste mecanismo. Assim a natureza bruta e cega teria produzido esta obra de engenharia na celula vital. O problma esta na “engenharia”. Naturezas brutas e cegas nao geram engenharias. esta engenharia esta na onda de luz natural a qual veio com o Big Bang de algum lugar antes e acima do Big bang, de um lemento que produziu o Big Bang. O qual deve ser um elemento natural, porem, extra-universal, e considerando-se o seu produto, deve tratar de uma natureza mais complexa que a que vemos dentro deste Universo.

Acontece que no meu caso em particular, em que ja se conta 50 anos trabalhando este metodo, fui obtendo respostas racionais porem ainda teoricas, que explicam como a natureza criou todos os elementos envolvidos neste mecanismo, desde as organlas, as proteinas ao Dna. E acontece ainda que todas estas respostas desembocaram numa resposta universal, a qual e’ um novo processo imaginado que substitue os imaginados pelas religioes e pela Cencia Academica. Mas nao apenas os elemtnos factuais, visuas, palpaveis, chegaram na mesma resposta universal; tambem os mecanismos e processos naturais sao explicados na mesma resposta. E ela foi denominada ” Formula da Matrix/DNA”.

( Pausa: busca da definicao de “mecanismo”

Significado de Mecanismo

Dicionario portugues: Combinação de órgãos ou de peças dispostos de maneira que se obtenha um resultado determinado.Conjunto de órgãos, cuja atividade é interdependente: o mecanismo do corpo humano.[Figurado] Modo de funcionamento: o mecanismo do raciocínio ou da linguagem.

Mecanismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Mecanismo em movimento

Mecanismo é um conjunto de elementos rígidos, móveis uns relativamente a outros, unidos entre si mediante diferentes tipos de junções chamadas pares cinemáticos (pernas, uniões de contato, passadores, etc.), cujo propósito é a transmissão e/ou transformação de movimentos e forças. São, portanto, as abstrações teóricas do funcionamento das máquinas, e de seu estudo se ocupa a Teoria de Mecanismos.

Baseando-se em princípios da álgebra linear e física, se criam esqueletos vetoriais, com os quais se formam sistemas de equações. A diferença de um problema de cinemática oudinâmica básico, um mecanismo não é considerado como uma massa pontual e, devido a que os elementos que conformam a um mecanismo apresentam combinações de movimentos relativos de rotação e translação, é necessário levar em conta conceitos como centro de gravidade, momento de inércia, velocidade angular, etc.

 

 

 

Autophagy wins a Nobel

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/10/03/autophagy-wins-a-nobel/

Posted by PZ Myers on October 3, 2016

Well, actually, Yoshinori Ohsumi has won the prize for his work on autophagy, a cellular process you may have never heard of before. The word means “self eating”, and it’s an important pathway that takes chunks of the internal content of the cell and throws them into the cell’s incinerator, the lysosome, where enzymes and reactive chemicals shred them down into their constituent amino acids and other organic compounds for reuse. What makes it interesting is that the cell doesn’t want to just indiscriminately trash internal components; there are proteins that recognize damaged organelles and malfunctioning bits and packages them up in a tidy little double membrane bound vesicle that fuses with the lysosome and destroys them.

At least, most of the time it’s selective. It was first characterized by Ohsumi in yeast, where, if you starve the cells, they start self-cannibalizing to survive. If you use mutant yeast that lack some of the degradative enzymes, they are unable to break down the materials being dumped into the lysosome, and the vacuoles just get larger and larger, making it relatively easy to screen for changes in the machinery for autophagy.

Autophagy in yeast. In starvation-induced (non-selective) autophagy,  the isolation membrane mainly non-selectively engulfs cytosolic constituents and organelles to form the autophagosome. The inner membrane-bound structure of the autophagosome (the autophagic body) is released into the vacuolar lumen following fusion of the outer membrane with the vacuolar membrane, and is disintegrated to allow degradation of the contents by resident hydrolyases. In selective autophagy, specific cargoes (protein complexes or organelles) are enwrapped by membrane vesicles that are similar to autophagosomes, and are delivered to the vacuole for degradation. Although the Cvt (cytoplasm-to-vacuole targeting) pathway mediates the biosynthetic transport of vacuolar enzymes, its membrane dynamics and mechanism are almost the same as those of selective autophagy (see the main text).

Autophagy in yeast. In starvation-induced (non-selective) autophagy, the isolation membrane mainly non-selectively engulfs cytosolic constituents and organelles to form the autophagosome. The inner membrane-bound structure of the autophagosome (the autophagic body) is released into the vacuolar lumen following fusion of the outer membrane with the vacuolar membrane, and is disintegrated to allow degradation of the contents by resident hydrolyases. In selective autophagy, specific cargoes (protein complexes or organelles) are enwrapped by membrane vesicles that are similar to autophagosomes, and are delivered to the vacuole for degradation. Although the Cvt (cytoplasm-to-vacuole targeting) pathway mediates the biosynthetic transport of vacuolar enzymes, its membrane dynamics and mechanism are almost the same as those of selective autophagy (see the main text)

Taking out the trash is a vital procedure for cells, as well as for maintenance of your household, and there are cases where autophagy is implicated in human diseases. For instance, mitochondria are intensely active metabolically, and experience a lot of wear and tear. Your cells take old, busted mitochondria, tag them with proteins, and recycle them with a specific subset of autophagy called mitophagy, or mitochondria-eating. Some forms of Parkinson’s disease seem to be caused by defects in the mitophagy machinery, causing defective mitochondria to accumulate in the cell and impairing normal function.

Autophagy also seems to have some complex roles in cancer. It can be a good thing, in that early on if defective proteins and organelles accumulate, they can be sensed and destroyed, so autophagy in that case is a defense against cancer. However, cancer can also subvert that machinery and route the cell’s defenses right into the trash.

But also, autophagy seems to be involved in every step in cancer metastasis. This shouldn’t be a surprise, since autophagy is used to regulate the activity of the cell in all kinds of behaviors.

Schematic illustrating roles of autophagy in the metastatic cascade. Autophagy increases as tumor cells progress to invasiveness and this in turn is linked to increased cell motility, EMT, a stem cell phenotype, secretion of pro-migratory factors, release of MMPs, drug resistance and escape from immune surveillance at the primary site in some tumors. Many aspects of these autophagy-dependent changes during acquisition of invasiveness also likely contribute to the ability of disseminating tumor cells to intravasate, survive and migrate in the circulation before extravasating at secondary site. At the secondary site, autophagy is required to maintain tumor cells in a dormant state, possibly through its ability to promote quiescence and a stem cell phenotype, that in turn is linked to tumor cell survival and drug resistance. Emerging functions for autophagy in metastasis include a role in establishing the pre-metastatic niche as well as promoting tumor cell survival, escape from immune surveillance and other aspects required to ultimately grow out an overt metastasis.

Schematic illustrating roles of autophagy in the metastatic cascade. Autophagy increases as tumor cells progress to invasiveness and this in turn is linked to increased cell motility, EMT, a stem cell phenotype, secretion of pro-migratory factors, release of MMPs, drug resistance and escape from immune surveillance at the primary site in some tumors. Many aspects of these autophagy-dependent changes during acquisition of invasiveness also likely contribute to the ability of disseminating tumor cells to intravasate, survive and migrate in the circulation before extravasating at secondary site. At the secondary site, autophagy is required to maintain tumor cells in a dormant state, possibly through its ability to promote quiescence and a stem cell phenotype, that in turn is linked to tumor cell survival and drug resistance. Emerging functions for autophagy in metastasis include a role in establishing the pre-metastatic niche as well as promoting tumor cell survival, escape from immune surveillance and other aspects required to ultimately grow out an overt metastasis.

It may also affect Crohn’s disease and other inflammatory syndromes. There are mutated proteins associated with Crohn’s that are part of the autophagy pathway; macrophages carrying these mutations deliver bigger doses of inflammatory cytokines when stimulated. Selective autophagy plays a role in regulating the balance of exports from the cell.

Those are the mild diseases caused by defects in this pathway. Look up Vici syndrome, a heritable disorder that causes devastating problems for those afflicted. It’s caused by mutations in the EPG5 gene, which is an important regulator of autophagy.

It’s not just about human diseases, though. Autophagy is universal in eukaryotes: yeast have it, plants have it, animals have it. Genes in the pathway are studied in yeast and nematodes and flies and mice, so this is a common mechanism of regulating the internal traffic of the cell.

Procurar estas referencias:

Jiang P, Mizushima N (2014) Autophagy and human diseases. Cell Res 24(1):69-79.

Nakatogawa H, Suzuki K, Kamada Y, Ohsumi Y (2009) Dynamics and diversity in autophagy mechanisms: lessons from yeast. Nat Rev Mol Cell Biol 10(7):458-67.

Mowers EE, Sharifi MN, Macleod KF (2016) Autophagy in cancer metastasis. Oncogene doi: 10.1038/onc.2016.333.

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Nobel Prize Org.

The Nobel Prize in Physiology or Medicine 2016
Yoshinori Ohsumi

http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/2016/press.html

Press Release

2016-10-03

The Nobel Assembly at Karolinska Institutet has today decided to award

the 2016 Nobel Prize in Physiology or Medicine

to

Yoshinori Ohsumi

for his discoveries of mechanisms for autophagy

Summary

This year’s Nobel Laureate discovered and elucidated mechanisms underlying autophagy, a fundamental process for degrading and recycling cellular components.

The word autophagy originates from the Greek words auto-, meaning “self”, and phagein, meaning “to eat”. Thus,autophagy denotes “self eating”. This concept emerged during the 1960’s, when researchers first observed that the cell could destroy its own contents by enclosing it in membranes, forming sack-like vesicles that were transported to a recycling compartment, called the lysosome, for degradation. Difficulties in studying the phenomenon meant that little was known until, in a series of brilliant experiments in the early 1990’s, Yoshinori Ohsumi used baker’s yeast to identify genes essential for autophagy. He then went on to elucidate the underlying mechanisms for autophagy in yeast and showed that similar sophisticated machinery is used in our cells.

Ohsumi’s discoveries led to a new paradigm in our understanding of how the cell recycles its content. His discoveries opened the path to understanding the fundamental importance of autophagy in many physiological processes, such as in the adaptation to starvation or response to infection. Mutations in autophagy genes can cause disease, and the autophagic process is involved in several conditions including cancer and neurological disease.

Degradation – a central function in all living cells

In the mid 1950’s scientists observed a new specialized cellular compartment, called an organelle, containing enzymes that digest proteins, carbohydrates and lipids. This specialized compartment is referred to as a “lysosome” and functions as a workstation for degradation of cellular constituents. The Belgian scientist Christian de Duve was awarded the Nobel Prize in Physiology or Medicine in 1974 for the discovery of the lysosome. New observations during the 1960’s showed that large amounts of cellular content, and even whole organelles, could sometimes be found inside lysosomes. The cell therefore appeared to have a strategy for delivering large cargo to the lysosome. Further biochemical and microscopic analysis revealed a new type of vesicle transporting cellular cargo to the lysosome for degradation (Figure 1). Christian de Duve, the scientist behind the discovery of the lysosome, coined the term autophagy, “self-eating”, to describe this process. The new vesicles were named autophagosomes.

Autophagosome.

Figure 1: Our cells have different specialized compartments. Lysosomes constitute one such compartment and contain enzymes for digestion of cellular contents. A new type of vesicle called autophagosome was observed within the cell. As the autophagosome forms, it engulfs cellular contents, such as damaged proteins and organelles. Finally, it fuses with the lysosome, where the contents are degraded into smaller constituents. This process provides the cell with nutrients and building blocks for renewal.

During the 1970’s and 1980’s researchers focused on elucidating another system used to degrade proteins, namely the “proteasome”. Within this research field Aaron Ciechanover, Avram Hershko and Irwin Rose were awarded the 2004 Nobel Prize in Chemistry for “the discovery of ubiquitin-mediated protein degradation”. The proteasome efficiently degrades proteins one-by-one, but this mechanism did not explain how the cell got rid of larger protein complexes and worn-out organelles. Could the process of autophagy be the answer and, if so, what were the mechanisms?

A groundbreaking experiment

Yoshinori Ohsumi had been active in various research areas, but upon starting his own lab in 1988, he focused his efforts on protein degradation in the vacuole, an organelle that corresponds to the lysosome in human cells. Yeast cells are relatively easy to study and consequently they are often used as a model for human cells. They are particularly useful for the identification of genes that are important in complex cellular pathways. But Ohsumi faced a major challenge; yeast cells are small and their inner structures are not easily distinguished under the microscope and thus he was uncertain whether autophagy even existed in this organism. Ohsumi reasoned that if he could disrupt the degradation process in the vacuole while the process of autophagy was active, then autophagosomes should accumulate within the vacuole and become visible under the microscope. He therefore cultured mutated yeast lacking vacuolar degradation enzymes and simultaneously stimulated autophagy by starving the cells. The results were striking! Within hours, the vacuoles were filled with small vesicles that had not been degraded (Figure 2). The vesicles were autophagosomes and Ohsumi’s experiment proved that authophagy exists in yeast cells. But even more importantly, he now had a method to identify and characterize key genes involved this process. This was a major break-through and Ohsumi published the results in 1992.

Yeast.

Figure 2: In yeast (left panel) a large compartment called the vacuole corresponds to the lysosome in mammalian cells. Ohsumi generated yeast lacking vacuolar degradation enzymes. When these yeast cells were starved, autophagosomes rapidly accumulated in the vacuole (middle panel). His experiment demonstrated that autophagy exists in yeast. As a next step, Ohsumi studied thousands of yeast mutants (right panel) and identified 15 genes that are essential for autophagy.

Autophagy genes are discovered

Ohsumi now took advantage of his engineered yeast strains in which autophagosomes accumulated during starvation. This accumulation should not occur if genes important for autophagy were inactivated. Ohsumi exposed the yeast cells to a chemical that randomly introduced mutations in many genes, and then he induced autophagy. His strategy worked! Within a year of his discovery of autophagy in yeast, Ohsumi had identified the first genes essential for autophagy. In his subsequent series of elegant studies, the proteins encoded by these genes were functionally characterized. The results showed that autophagy is controlled by a cascade of proteins and protein complexes, each regulating a distinct stage of autophagosome initiation and formation (Figure 3).

Stages of autophagosome formation

Figure 3: Ohsumi studied the function of the proteins encoded by key autophagy genes. He delineated how stress signals initiate autophagy and the mechanism by which proteins and protein complexes promote distinct stages of autophagosome formation.

Autophagy – an essential mechanism in our cells

After the identification of the machinery for autophagy in yeast, a key question remained. Was there a corresponding mechanism to control this process in other organisms? Soon it became clear that virtually identical mechanisms operate in our own cells. The research tools required to investigate the importance of autophagy in humans were now available.

Thanks to Ohsumi and others following in his footsteps, we now know that autophagy controls important physiological functions where cellular components need to be degraded and recycled. Autophagy can rapidly provide fuel for energy and building blocks for renewal of cellular components, and is therefore essential for the cellular response to starvation and other types of stress. After infection, autophagy can eliminate invading intracellular bacteria and viruses. Autophagy contributes to embryo development and cell differentiation. Cells also use autophagy to eliminate damaged proteins and organelles, a quality control mechanism that is critical for counteracting the negative consequences of aging.

Disrupted autophagy has been linked to Parkinson’s disease, type 2 diabetes and other disorders that appear in the elderly. Mutations in autophagy genes can cause genetic disease. Disturbances in the autophagic machinery have also been linked to cancer. Intense research is now ongoing to develop drugs that can target autophagy in various diseases.

Autophagy has been known for over 50 years but its fundamental importance in physiology and medicine was only recognized after Yoshinori Ohsumi’s paradigm-shifting research in the 1990’s. For his discoveries, he is awarded this year’s Nobel Prize in physiology or medicine.

Key publications

Takeshige, K., Baba, M., Tsuboi, S., Noda, T. and Ohsumi, Y. (1992). Autophagy in yeast demonstrated with proteinase-deficient mutants and conditions for its induction. Journal of Cell Biology 119, 301-311

Tsukada, M. and Ohsumi, Y. (1993). Isolation and characterization of autophagy-defective mutants of Saccharomyces cervisiae. FEBS Letters 333, 169-174

Mizushima, N., Noda, T., Yoshimori, T., Tanaka, Y., Ishii, T., George, M.D., Klionsky, D.J., Ohsumi, M. and Ohsumi, Y. (1998). A protein conjugation system essential for autophagy. Nature 395, 395-398

Ichimura, Y., Kirisako T., Takao, T., Satomi, Y., Shimonishi, Y., Ishihara, N., Mizushima, N., Tanida, I., Kominami, E., Ohsumi, M., Noda, T. and Ohsumi, Y. (2000). A ubiquitin-like system mediates protein lipidation. Nature, 408, 488-492

 

Yoshinori Ohsumi was born 1945 in Fukuoka, Japan. He received a Ph.D. from University of Tokyo in 1974. After spending three years at Rockefeller University, New York, USA, he returned to the University of Tokyo where he established his research group in 1988. He is since 2009 a professor at the Tokyo Institute of Technology.

 

The Nobel Assembly, consisting of 50 professors at Karolinska Institutet, awards the Nobel Prize in Physiology or Medicine. Its Nobel Committee evaluates the nominations. Since 1901 the Nobel Prize has been awarded to scientists who have made the most important discoveries for the benefit of mankind.

 

 

Origem, Função, e Transmissão da Mitocôndria : Paper da Ciência Oficial

quarta-feira, abril 20th, 2016

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Origin, Function, and Transmission of Mitochondria

(Copiado para traduzir e fixar na memoria)

 

http://jfallen.org/publications/pdf/Allen_2007_OFTM_proof.pdf

–  ver tambem indicações de livros a respeito aquihttps://books.google.com/books?id=ypMMy4hkyvwC&pg=PA52&lpg=PA52&dq=Female+germ+line+Zygote+ATP+ATP+ATP+ATP+Female+somatic+line+Male+somatic+line+ATP&source=bl&ots=-HH8-phugN&sig=V2kxJpIUwlgzuVI5CemAeWz1uf0&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwizv6_kyZzMAhUHFz4KHf5ADlAQ6AEIHTAA#v=onepage&q=Female%20germ%20line%20Zygote%20ATP%20ATP%20ATP%20ATP%20Female%20somatic%20line%20Male%20somatic%20line%20ATP&f=false

CAROL A. ALLEN, MARK VAN DER GIEZEN, JOHN F. ALLEN

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Pag. 39

3.1 Introduction

Mitochondria have existed for more than a billion years, but it was not until the middle of the nineteenth century that they were actually recognised in cells, at first as a grainy appearance in the cell cytoplasm when observed by light microscopy.

Mitocondria tem existido por mais de um bilhão de anos, mas não foi antes dos meados do decimo nono seculo que a mitocondria foi realmente reconhecida nas células, primeiro coma aparência de um grão no citoplasma da célula quando observado por leve microscópio.

The anatomist Kölliker (1856) observed mitochondria in muscle cells in the 1850s, while Altman (1890) suggested that his “bioblasts” (granules microscopically observable throughout the cell) were symbionts, something Schimper (1883) had suggested for chloroplasts 7 years earlier, and this idea was taken further by Mereschkowsky (1905).

O anatomista Kolliker (1856) observou a mitocondria nas celulas musculosas, enquanto Altman (1890) sugeriu que seus “bioblasts” ( granulos microscopicamente observaveis atraves da celula) eram simbiontes, a mesma coisa que Schimper (1883) tinha sugerido para os cloroplastos 7 anos antes, e e esta ideia foi levada avante por Mereschkowsky (1905).

In the following years, many people speculated on the role of mitochondria in the cell, with Warburg (1913) recognising the particulate nature of cell respiration and Keilin (1925) associating the cytochrome system with cellular structures. The first direct evidence for this functional association depended on isolation of the mitochondria from the rest of the cell, which became possible in the 1930s. The first isolations of mitochondria by cell fractionation were made by Bensley and Hoerr (1934), and, following this breakthrough, the path opened for study of the biochemical reactions occurring in mitochondria. As the sites of energy conversion and cellular respiration, mitochondria became regarded as the “powerhouses” of the cell. However the possible origin of mitochondria was not looked at for some time, not really until the 1950s. It was in the early 1950s that Ephrussi (1950) and Mitchell and Mitchell (1952) observed that mitochondrial replication in yeast cells was controlled by non-Mendelian genetic factors, and slightly later that McLean et al. (1958) observed that mitochondria synthesise proteins. The discovery of mitochondrial DNA followed in the early 1960s, when a number of different groups (Luck and Reich 1964; Nass and Nass 1963a,b; Schatz et al. 1964) published their findings of both mitochondrial and chloroplast DNA. While the endosymbiotic origin of mitochondria had been considered since the time of Mereschkowsky (Martin and Kowallik 1999), the advances in biochemical techniques in the 1960s led to a revival of the idea, and a new and enthusiastic following for it. The driving force behind this renewed

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interest was, of course, the discovery of organelle DNA, and the nonMendelian inheritance of organelles. Margulis (1970) published a reformulation of the endosymbiotic theory in 1970, and endosymbiosis has subsequently become the accepted view of the origin of mitochondria. There is still disagreement about how this endosymbiosis arose, and which organisms it involved, but there is a general agreement now that the mitochondrion has descended ultimately from a free-living bacterium. In the course of a little over 100 years, scientists have gone from the first observations of mitochondria to an understanding of their structure, function, inheritance, and origin. The mitochondrial genomes of over 250 different species are now known (Tsang and Lemire 2003), as are the effects of mutations in many mitochondrial genes. There are, however, basic questions still left to be answered. Which organisms contributed to the first eukaryotic cell? Why do mitochondria retain a genome? Can mitochondria still function without their own genomes? Why are only certain mitochondria passed on to the next generation?

3.2 Origins of Mitochondria

All developments seem to be from simple to more complex forms. Whether this is true or just an imaginary chain of events that fits more comfortably with our way of thinking remains to be seen. The anthropocentric view comes naturally to us. Cars, for example, “evolved” from simple horseless carriages to high-performance automotive vehicles. This “evolution”, according to some proponents, is similar to the evolution of living organisms, including parameters such as natural selection. Nonetheless, the evolution of life is often thought to have occurred in a smooth and gradual manner. The first group of organisms on our planet, the prokaryotes, are generally the simplest. In principle, prokaryotes are “nothing more” than membrane-enclosed bags of enzymes capable of some biochemical trickery. In contrast, take eukaryotes, with ourselves as the glorifying example of how complex life can be. Clearly, “higher life” evolved from lowly creatures such as bacteria by gradually improving their simple architecture into more elaborate cells which include organelles such as nuclei and mitochondria. The gradual transformation of a prokaryote into a primitive anucleate eukaryote is still considered the logical chain of events in many textbooks. Accordingly, this primitive eukaryote at one stage took up a free-living bacterium which converted into our modern-day mitochondrion. Such endosymbiosis theories for the evolution of eukaryotes at one stage involved amitochondriate (i.e. without mitochondria) eukaryotes. This hypothetical group received recognition in the now defunct kingdom of the Archezoa (Cavalier-Smith 1987). All studied members of this group have been shown to contain mitochondria of some sort (van der Giezen et al. 2005). This raises

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the question as to why true amitochondriate eukaryotes, which would have been direct descendants of this anucleate eukaryote, do not seem to exist nowadays. Normally, one would expect intermediary stages of evolutionary development to be capable of producing a lineage of descendants even if the ancestors themselves become extinct. So, why do we not see truly amitochondriate eukaryotes nowadays? This could be for two reasons: either they never existed or they lost the battle of the “survival of the fittest”. The latter scenario suggests that, although these organisms did evolve in a particular environmental niche, they no longer occupy this niche, either because it does not exist anymore or, again, because its former occupants lost out to more competitive eukaryotes. An easier way to explain the absence of intermediate forms is to suggest they never existed in the first place. Although this might run in the face of our convenient way of ordering things in a gradual progression from simple to more complex, it actually explains our observations without invoking subsequent events (selective culling of the amitochondriates). So, perhaps the origin of the eukaryotes evolved in a “big bang”-like fashion; with a momentous event. Let us consider a counterintuitive but satisfying proposal for this event, and one that explains several key aspects in the evolution of eukaryotes. Firstly, the origin of eukaryotes and mitochondria was the same event. In addition, in contrast to general belief, the eubacterial organism that gave rise to the mitochondrion was not an obligate aerobe, far from it. Finally, again in contrast to general belief, the reason for the establishment of the mitochondrion was not energy production. The name of this heretical hypothesis? The hydrogen hypothesis (Martin and Muller 1998), which suggests that hydrogen, and not oxygen or energy, was the currency for the establishment of the mitochondrial endosymbiont. This suggests that the host was able to metabolise hydrogen. Eukaryotic genome analyses have indicated that almost all informational genes (i.e. involved in genetics) are archaebacterial in origin (Rivera et al. 1998). In contrast, all operational genes, i.e. those involved in metabolism, are eubacterial in origin (Rivera and Lake 2004). Various analyses, for example cytochrome phylogenies, had already indicated that the origin of the mitochondrion might be sought amongst the α-proteobacteria (Schwartz and Dayhoff 1978). So, the players involved are an archaebacterial methanogenic host and an α-proteobacterial endosymbiont (Fig. 3.1). Rickettsia has been put forward as the α-proteobacterium which would be most closely related to the original endosymbiont. One reason is the similarity of its aerobic respiration to mitochondrial respiration. But here is a problem: methanogens are one of the most oxygen-intolerant prokaryotes, and cannot produce any energy in the presence of oxygen. So, in a last-ditch attempt, the mitochondrial endosymbiont is put forward as a saviour of the oxygen-sensitive host (Kurland and Andersson 2000). But why put an oxygen scavenger inside the host it is supposedly protecting from harm? One would not put the knights on the courtyard but put them up on the walls to fend off any enemy.

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Fig. 3.1. The hydrogen hypothesis of Martin and Müller. The events leading to the establishment of the mitochondrial endosymbiont. Top left: A facultative anaerobic α-proteobacterium (dark grey) produces hydrogen which is taken up by an autotrophic methanogen (light grey). Middle: A more intimate relationship results into a larger surface area that can be used for interspecies hydrogen transfer. Top right: After eventually becoming fully incorporated, the proteobacterium initially kept producing hydrogen and in return received reduced organic compounds. (Martin and Muller 1998)

So, an α-proteobacterial host with a methogenic endosymbiont would make more sense if oxygen protection was the reason that forged the symbiosis. The hydrogen hypothesis does present the symbiosis as an interspecies hydrogen transfer gone too far. The endosymbiont remains an α-proteobacterium, but this time something more similar to Rhodobacter, capable of aerobic and anaerobic metabolism. It offered the methanogen molecular hydrogen and carbon dioxide, and the autotrophic host returned reduced organic compounds, which geared the endosymbiont’s metabolism to new heights. Subsequent gene transfers forged the symbiosis for eternity. It has been argued that anaerobic metabolism could not have been the driving force in times when atmospheric oxygen concentrations were rising (Kurland and Andersson 2000). The concentration of atmospheric oxygen around the time of the endosymbiosis (about 2,000 million years ago; Martin et al. 2003) was about 3%, or about 7 times less then the present-day concentration (Nisbet and Sleep 2001). Perhaps more importantly, large parts of ocean waters around these times were anoxic (Canfield 1998), and it is thought that these important evolutionary events would have taken place in the sea and not on the land as perhaps commonly thought. So, oxygen seems to have been an extremely unlikely factor to have influenced the establishment of the mitochondrial endosymbiont and hydrogen seems more important then ever imagined.

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One problem discussing mitochondrial function is that there does not seem to be a typical mitochondrion. Mitochondria evolved over a period of 2,000 million years in an huge variety of organisms living under an enormous range of environmental conditions (van der Giezen and Tovar 2005). Mitochondria range from archetypal aerobic mitochondria, via various anaerobic versions and hydrogenosomes, to the most derived forms, mitosomes (Tielens et al. 2002). Nonetheless, currently we know of at least one function found in all mitochondrial varieties; iron–sulphur cluster assembly (Lill and Muhlenhoff 2005). This essential pathway produces iron–sulphur co-factors for both mitochondrial and cytosolic enzymes involved in electron transport, enzyme catalysis, and regulation of gene expression. The most aerobic of mitochondria are involved in oxidative phosphorylation using oxygen as terminal electron acceptor, while more anaerobic versions use alternative electron acceptors such as nitrate (Tielens et al. 2002). Hydrogenosomes, similarly to aerobic mitochondria, convert pyruvate to acetylcoenzyme A, however not using pyruvate dehydrogenase but by means of the oxygensensitive pyruvate:ferredoxin oxidoreductase (Embley et al. 2003). All these mitochondrial variants produce energy, be it by means of harvesting the electrochemical gradient generated via the respiratory chain or by substrate-level phosphorylation. Mitosomes on the other hand are not known to be directly involved in energy generation; currently, their function seems exclusively tied to iron–sulfur cluster assembly (van der Giezen et al. 2005)

3.3 Mitochondrial Genomes

As discussed by van der Giezen and Tovar (2005), mitochondria are an enormously diverse set of various organelles. Even if one is not willing to include the anaerobic varieties as being mitochondrial, the vast biochemical repertoire present in aerobic mitochondria alone is staggering. In addition to this biochemical heterogeneity, there exists a genetic heterogeneity as well. There does not exist such a thing as a mitochondrial genome. This genome can be as small as 5,967 bases in the case of Plasmodium falciparum (Feagin et al. 1991) and only code for three proteins (cytochrome B, cytochrome oxidase I and III) or as large as 490,000 bases for rice (Notsu et al. 2002). Strangely enough, although the rice mitochondrial genome is 80 times larger than the Plasmodium one, it does not code for 80 times as many genes. Although plant mitochondrial genomes tend to be the largest, the mitochondrial genome which actually contains the most genes is the one from the freshwater protozoon Reclinomonas americana, which contains 97 genes (Lang et al. 1997). The median is therefore something around 45 genes. If one takes a present-day α-proteobacterium (Rhodobacter sphaeroides, for example) which contains almost 4,000 genes, it becomes obvious that many genes of the original endosymbiont have been lost as a consequence of the symbiotic

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interaction. These genes have either been lost owing to redundancy (the host already contained homologous genes) or been transferred to the host genome (Timmis et al. 2004). It has been estimated that up to 75% of a eukaryotic genome could actually originate from the endosymbiont (Esser et al. 2004). The remaining mitochondrial genes are involved in a limited set of functions; always respiration and translation (as evident in the case of P. falciparum), and occasionally also in transcription, RNA maturation, and protein import (Burger et al. 2003). The partially sequenced hydrogenosomal genome from the ciliate Nyctotherus ovalis does indeed code for parts of a mitochondrial electron transport chain (Boxma et al. 2005). Other hydrogenosomes and

Obs: Não e’ a mesma imagem do livro

 

Fig. 3.2. Elements of energy transduction in respiration and oxidative phosphorylation in mitochondria. The mitochondrial inner membrane is shown in yellow. The principal complexes involved in energy transduction are complex I (NADH dehydrogenase), complex II (succinate dehydrogenase), complex III (the cytochrome b–cytochrome c1 complex), complex IV (cytochrome c oxidase), and the coupling ATPase. Vectorial electron transfer is depicted as thin, dark-blue arrows. Proton (hydrogen ion; H+) translocation is depicted as thin, red arrows. Other chemical conversions are given black arrows. The major, variable environmental input is oxygen (O2 ), shown in blue. Subunits of protein complexes are coloured according to the location of the genes encoding them. Mitochondria are usually pink or reddish-brown, the colour of cytochromes and iron–sulphur proteins, so reddish-brown subunits have genes in the mitochondrion and are synthesised in the mitochondrial matrix; light-brown subunits have genes in the nucleus, and are imported from the cytosol as precursors. The depiction of sites of synthesis is schematic only and corresponds roughly to the arrangement in vertebrates. (Adapted from Allen 1993a)

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mitosomes as well do not seem to have kept their mitochondrial genome (van der Giezen et al. 2005), indicating that the mitochondrial genome’s core function is respiration and oxidative phosphorylation (Fig. 3.2).

3.4 The Mitochondrial Theory of Ageing

Reactive oxygen species, generated largely by the mitochondrial electron transport chain, damage the mitochondrial proteins and DNA, and the mitochondrial theory of ageing, simply put, states that this damage leads to ageing and its associated degenerative diseases (Fig. 3.3). This theory was first put forward by Harman (1956), although earlier observations had linked life span to metabolic rate: the higher the metabolic rate, the shorter the life span (Pearl 1928). Although Harman’s theory has been around for 50 years, and there is a lot of circumstantial evidence to support it, there remain many

Obs: nao e’ a mesma imagem do livro

 

Fig. 3.3. Why we grow old and die: the mitochondrial theory of ageing. Free radicals (whose reactions are symbolised by a star), including the superoxide anion radical, O2 .−, are produced at a low frequency as by-products of respiratory electron flow in oxidative phosphorylation. Free-radical mutagenesis of mitochondrial DNA (mtDNA) then impairs the structure and function of respiratory chain proteins, in turn increasing the frequency of free-radical production. Univalent reduction of oxygen by semiquinone anion radicals may be an important initial step, since ubisemiquinone is an intermediate in protonmotive Q-cycles in oxidative phosphorylation, and readily reduces oxygen to the superoxide anion radical, O2 .−. Other oxygen free radicals and sites in the respiratory chain may also be involved. Direct damage to proteins and membranes may accelerate the cycle and initiate somatic degeneration. Mitochondria may minimise, but never eliminate, mutagenic electron transfers. For animal cells, this positive feedback loop, or “vicious circle”, has been proposed as the primary cause of ageing. (Adapted from Allen 1996)

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uncertainties. When Harman first put forward his hypothesis, it had not actually been shown that cells generated free radicals, and it was only in 1969, with the discovery of superoxide dismutase (McCord and Fridovich 1969), that this question was satisfactorily answered. It is now known that cells generate reactive oxygen species at many sites, the majority of these being within the mitochondria. The two major sites are believed to be sites I and III of the respiratory chain. Experiments increasing the redox potential of either site I or site III increase the rate of generation of free radicals (Chen et al. 2003; Kushnareva et al. 2002). Both of these complexes reduce ubiquinone (ubiquinol is also oxidised by complex III), and univalent reduction of oxygen probably occurs by electron transfer from the ubisemiquinone free radical, an intermediate in ubiquinone–ubiquinol oxidation and reduction

_ UQ.− + O2 → UQ + O2 .−

. It is not known how much of the oxygen consumption of the cell is turned over to generating reactive oxygen species, but the figure is thought to be between 2 (Chance et al. 1979) and 0.2% (St-Pierre et al. 2002; Staniek and Nohl 2000). The cell has very efficient scavenging mechanisms, and so these figures may be underestimates. How much damage mitochondrial DNA suffers as a result of reactive oxygen species generation is still an open question. Studies have shown (Shigenaga et al. 1994) that mitochondria from older animals are morphologically different, and produce more oxidants and less ATP than those from younger ones, but we do not actually know if damage to mitochondria causes ageing, or merely correlates with it. The field of ageing research – what causes ageing and how do we stop, slow, or even reverse it – is an active one. Almost everyone would like to be able to extend their life span. Long-lived mutants of the nematode worm Caenorhabditis elegans, the fruit fly Drosophila melanogaster, and even mice have been established in the laboratory, as reviewed by Balaban et al. (2005), but all of these have defective mitochondria, slowing down energy production as well as ageing. These animals also seem to have a reduced reproductive capacity. It seems that reducing generation of reactive oxygen species does indeed slow ageing, but at what cost? These animals can survive under laboratory conditions, but it is unlikely that they could survive in nature. Perhaps our mortality is the price we have to pay for survival in the short term, and our immortality has been secured by reproduction. Mitochondrial DNA is kept in the most hostile environment in the cell. While the vast majority of genes from the original endosymbiont have been transferred to the nucleus or lost, a small core of genes persist in the mitochondrial matrix. There is strong evidence that damage to mitochondrial DNA by reactive oxygen species generated during oxidative phosphorylation contributes to ageing and death of an organism, and so it is reasonable to assume that there must be a very compelling reason for the organism to continue to keep DNA there

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3.5 Why Are There Genes in Mitochondria?

Mitochondria have descended, in evolution, from free-living bacteria (Gray and Doolittle 1982; Gray 1992; Martin et al. 2001). Before the bacterial origin of mitochondria was generally appreciated, there were attempts to account for mitochondrial biogenesis in terms of sequestration of nuclear DNA in the cytoplasm. These need not detain us. However, there is a more recent dogma: that mitochondria retain genes and genetic systems because they are descended from bacteria. This statement, while correct, is not a complete explanation. For one thing, there are clearly subcellular organelles, hydrogenosomes and mitosomes, which are also derived from bacteria, and which no longer possess their own, internal genetic systems (van der Giezen et al. 2005). Another objection to this otherwise reasonable first guess – mitochondria happen to be stuck with bacterial genes – is as follows: many mitochondrial proteins with homology to bacterial proteins are now encoded in the cell nucleus, and are successfully imported, post-translationally, as precursors, prior to processing and assembly into functional complexes (Schatz 1998). Indeed, the major respiratory chain complexes are hybrids as regards the location of the genes for their subunits (Fig. 3.2), and there is no indication that their nuclearly encoded subunits are any less bacterial in origin than the mitochondrially encoded ones. Thus, even granted the endosymbiotic origin of mitochondria, the persistence of mitochondrial genes and genomes requires explanation: if most ancestral, bacterial genes have been successfully relocated to the cell nucleus, then why not all? What is it about mitochondrial genes, or their gene products, that has prevented their successful removal to the nucleus? The textbook The Molecular Biology of the Cell (Alberts et al. 1994) states the problem very clearly, and the following quotation has been retained, unchanged, from the first edition (1983). Why do mitochondria and chloroplasts require their own separate genetic systems when other organelles that share the same cytoplasm, such as peroxisomes and lysosomes, do not? … The reason for such a costly arrangement is not clear, and the hope that the nucleotide sequences of mitochondrial and chloroplast genomes would provide the answer has proved unfounded. We cannot think of compelling reasons why the proteins made in mitochondria and chloroplasts should be made there rather than in the cytosol. There seems to be no explicit proposal for the most widely held hypothesis for the persistence of mitochondria genomes, but the hypothesis is implicit in many discussions of mitochondrial structure and function. For example, and in contrast to the open question posed by Alberts et al., Cell and Molecular Biology Concepts and Experiments (Karp 2002) provides what is probably still the current consensus view. Mitochondrial DNA is a relic of ancient history. It is a legacy from a single aerobic bacterium that took up residence in the cytoplasm of a primitive cell

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that ultimately became an ancestor of all eukaryotic cells. Most of the genes of this ancient symbiont were either lost or transferred over the course of evolution to the nucleus of the host cell, leaving only a handful of genes to encode some of the most hydrophobic proteins of the inner mitochondrial membrane. Thus, according to this “hydrophobicity hypothesis”, proteins that are encoded and synthesised within organelles are characterised by shared, and extreme, hydrophobicity – all are intrinsic membrane proteins (Claros et al. 1995; Popot and de Vitry 1990; Von Heijne 1986). This view amounts to mitochondrial genes being stuck where they are because of an insuperable difficulty if translocating hydrophobic proteins between subcelluar compartments. Yet there seems to be no evidence that hydrophobicity presents a particular barrier to protein import. For example, mitochondrial ADP–ATP carriers (AACs) are intrinsic to the mitochondrial inner membrane, have six transmembrane helices, and yet are encoded in the nucleus (Saraste and Walker 1982; van der Giezen et al. 2002). 3.6

Co-location of Gene and Gene Product Permits Redox Regulation of Gene Expression

This hypothesis states that mitochondria and chloroplasts contain genes whose expression must be under the direct, regulatory control of the redox state of their gene products, or of electron carriers with which their gene products interact (Fig. 3.4). These genes comprise a primary subset of organellar genes. The requirement for redox control of these genes then confers a selective advantage upon location of that gene within the organelle instead of in the cell nucleus. Mitochondrial and chloroplast genomes also contain genes for components of the their own, distinct, genetic systems. These genes comprise a secondary subset of organellar genes: genetic system genes. Retention of genetic system genes is necessary for the operation of redox control of expression of genes in the primary subset: bioenergetic genes. Without genes in the primary subset, the function of genetic system genes is eventually lost, and organelles lose their genomes. This hypothesis of co-location for redox regulation of gene expression, CORR, was first outlined, in general terms, in a review on protein phosphorylation in regulation of photosynthesis (Allen 1992). The hypothesis was put forward in two articles (Allen 1993a, b), where the function of the location of organellar genes was proposed as redox regulation of gene expression. The term CORR was introduced more recently (Allen 2003a, b). CORR applies equally to mitochondria and chloroplasts, and accounts for the fact that both of these organelles possess membrane-intrinsic electron transport systems along with discrete, extranuclear genetic systems. CORR rests on ten assumptions, or principles, as follows:

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Fig. 3.4. Gene expression and principal pathways of biosynthesis of subunits of protein complexes involved in respiration and oxidative phosphorylation in animal mitochondria. Reddishbrown DNA, RNA, and protein subunits are located and synthesised in the mitochondrial matrix; light-brown protein subunits have genes (also light brown) in the nucleus, and are imported from the cytosol as precursors. White genes and ribosomal and protein subunits are nuclear-cytoplasmic and of archaebacterial origin. Reddish-brown and light-brown genes and ribosomal and protein subunits are of bacterial origin. The major, variable environmental input is oxygen (blue). It is proposed that it is beyond the ability of the nuclear-cytoplasmic system to respond rapidly and directly to changes in oxygen concentration or partial pressure, and so redox regulation of gene expression (red arrows) has been retained from the ancestral, bacterial endosymbiont. This redox regulation requires co-location of certain genes, with their gene products, within the mitochondrion. (Adapted from Allen 2003)

1. Endosymbiotic origin. As now generally agreed, mitochondria and chloroplasts evolved from free-living bacteria.

2. Unselective gene transfer. Gene transfer between the symbiont or organelle may occur in either direction and is not selective for particular genes.

3. Unselective protein import. There is no barrier to the successful import of any precursor protein, nor to its processing and assembly into a functional, mature form.

4. Evolutionary continuity of redox control. Direct redox control of expression of certain genes was present in the bacterial progenitors of mitochondria and chloroplasts, and was vital for selectively advantageous cell function before, during, and after the transition from bacterium to organelle. The mechanisms of this control have been conserved.

5. Selective value of redox control. For each gene under redox control (principle 4), it is selectively advantageous for that gene to be retained and expressed only within the organelle.

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6. Selective value of nuclear location for genes not under redox control. For each bacterial gene that survives and is not under redox control, it is selectively advantageous for that gene to be located in the nucleus and expressed only in the nucleus and cytosol. If the mature gene product functions in chloroplasts or mitochondria, the gene is first expressed in the form of a precursor for import.

7. Continued and contemporary operation of natural selection for gene location. For any species, the distribution of genes between organelle (by principle 5) and nucleus (by principle 6) is the result of selective forces which continue to operate.

8. Primary involvement in energy transduction is necessary for organelle gene location. Those genes for which redox control is always vital to cell function have gene products involved in, or closely connected with, primary electron transfer. These genes are always contained within the organelle. Where primary energy transduction is lost completely, then organelles lose their genomes.

9. Secondary involvement in energy transduction may be sufficient for organelle gene location. Genes whose products contribute to the organelle genetic system itself, or whose products are associated with secondary events in energy transduction, may be contained in the organelle in one group of organisms, but not in another, depending on the physiology and biochemistry of photosynthesis and respiration in the species concerned.

10. Nuclear encoding of redox-signalling components. Components of the redox-signalling pathways upon which co-location for redox regulation depends are themselves not involved in primary electron transfer, and so their genes have been relocated to the nucleus, in accordance with principle 6.

At present, direct evidence for the redox control of organellar gene expression that is predicted CORR is stronger for chloroplasts than for mitochondria (Pfannschmidt et al. 1999). Redox effects on mitochondrial gene expression in vitro are largely confined, at present, to protein synthesis (Allen et al. 1995; Galvis et al. 1998). The search for a direct signalling pathway from the respiratory chain to mitochondrial DNA is likely to be an active area of future research (Allen et al. 2005; Lane 2005).

3.7 Maternal Inheritance of Mitochondria

As discussed previously, the mitochondrial theory of ageing rests on the observation that mitochondrial DNA is exposed to high levels of reactive oxygen species when the mitochondrion is performing its redox chemistry. These reactive oxygen species cause mutation. These mutations accumulate, gradually damaging the mitochondrion’s ability to function. This happens in

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all the cells of an organism, leading to the symptoms we know as ageing, and eventually to death. One of the problems facing any eukaryotic organism is how to ensure the next generation does not inherit the damage that it had suffered to its mitochondria. We can see that each generation starts off with new, healthy mitochondria, but how does this happen? The theory that two sexes are derived from a division of labour between male and female germ line mitochondria was first proposed in 1996 (Allen 1996). Here, it was proposed that the mitochondria of the female germ line have a repressed bioenergetic function, and so they escape the damage to their DNA caused by mutagens generated by respiratory electron transport. The mitochondria are therefore able to replicate and pass to the next generation with minimal change. The male gametes need to have functional mitochondria, in order to generate the energy needed to reach the egg cell. The hypothesis proposes that these bioenergetically active, and therefore damaged, mitochondria will be prevented from entering the germ line. As far as the mitochondria go, the most significant difference between the male and female is that the male mitochondria have to produce a lot of ATP to propel the sperm as quickly as possible towards the egg, and the female mitochondria do not really have to do much at all. If free radicals generated by an active electron transport chain are responsible for damage to mitochondrial DNA, then it is reasonable to assume that sperm mitochondria are likely to be more damaged than those in the egg. To take this idea one step further, perhaps the mitochondria in the egg cells are prevented from carrying out oxidative phosphorylation at all, in order to preserve as accurate a copy as possible of the DNA to pass to the offspring. In the systems that have been studied, it can be seen that cells destined to become the female germ line are identified and set aside very early in development. In the female, these cells will go on to form the eggs, and will contain the mitochondria that will pass to the next generation. When one of these eggs is fertilised, the cells that will form the gametes for the next generation are set aside, and so on. In the majority of organisms, and all mammals, the mitochondria are inherited from only one parent, and that is the mother (Law and Hutson 1992).It is thought that there are different mechanisms for excluding the male mitochondria, some organisms prevent entry to the egg cell, but in mammals it is an active destruction process. Sutovsky et al. (2000) have shown that the sperm cell mitochondria in cattle do get into the egg cell, and are subsequently targeted and destroyed, mostly between the four-cell and the eightcell stage of the embryo. The male sperm are ubiquitinated within the oocyte cytoplasm, which provides a target for proteolysis. The germ line is determined at a very early stage of embryology. In the nematode worm C. elegans (Seydoux et al. 2001), the fate of every cell from the zygote onwards has been studied, and even from the four-cell stage, the germ line can be distinguished. In mammals, the germ line is segregated very early, before implantation in

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fact. By the blastocyst stage, the germ line has already been segregated, and this is before the embryo becomes aerobic. From these observations, it is possible to see how mitochondria could be passed from one generation to the next without ever having to fulfil their role as generators of cellular energy, but only having to act as templates. The energy for replication could come from the egg’s helper cells, and once any mitochondria have an active respiratory chain they become unsuitable to act as a template for future generations

(Fig. 3.5). If such mitochondria did get

 

 

P. 52   Figura 3.5 –  Titulo: Female germ line Zygote ATP ATP ATP ATP Female somatic line Male somatic line ATP  — Why our genes do not die with us: differentiation of male and female gametes for motility and for fidelity of mitochondrial genome replication. The probability of encounters of two gametes is ideally the same whether one or both are motile; therefore, one sex (male) may produce gametes that sacrifice the mitochondrial genome in favour of oxidative phosphorylation. The other sex (female) is then free to produce immobile gametes in which oxidative phosphorylation is repressed in promitochondria, and through which the mitochondrial genome is thus transmitted with increased fidelity. Promitochondria are sequestered early in development in the female germ line. Female oocytes obtain ATP from oxidative phosphorylation in the differentiated mitochondria of ancillary somatic cells (follicle cells in animals). Promitochondria persist in plants in meristematic cells, prior to differentiation of somatic and germ cells. In contrast, any ancillary germ cells (nurse cells in invertebrates) will also require imported ATP, since they share the oocyte’s cytoplasm. Gamete differentiation may likewise rescue the chloroplast genomes of plants. Mitochondria and chloroplasts are thus maternally inherited. (Adapted from Allen 1996)

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into the egg cell, and so form the basis of the inherited mitochondria, one would expect that the offspring would be born at a more advanced cellular age than normal. Although the data are sparse, it is thought that early reproductive cloning of mammals was achieved by fusing a somatic cell with an egg cell whose DNA had been destroyed. “Dolly” the sheep was the first cloned mammal, and her nuclear DNA was derived from a 6-year-old ewe. She showed signs of ageing very early on, and died at the age of 5 (usual life span would be 11 years), of a disease more usually associated with old age (Allen and Allen 1999).

3.8 Conclusions From the time that mitochondria were first seen in cells, they have been an interesting enigma. The more we learn about them, the more questions are raised. There would seem to be enough unanswered questions in the field of mitochondrial function, genetics, and origins to engage researchers for a long time to come.