Arquivo para a ‘Celula’ Categoria
sábado, março | 16 | 2013
Origem da Vida: Não teria sido o Sol, mas estrelas velhas e distantes que enviaram os genes de LUCA, dentro destas moléculas em meteoritos e gás interestelar? A experiência cientifica relatada neste artigo levou-nos a formular esta questão, plausível segundo as formulas da Matrix/DNA, mas ao mesmo tempo nos levou a mais duas importantíssimas descobertas: De onde a matéria burra da Terra tirou a ideia, onde buscou o mecanismo no mundo não-vivo dos primórdios e como fez aparecer aqui as pontes de fosfato e de hidrogênio que conectam moléculas do RNA e DNA!!!
Life’s First Spark Re-Created in the Laboratory
Mais uma vitoria para Matrix/DNA !
Wired Science
http://www.wired.com/wiredscience/2009/05/ribonucleotides/
Meu comentario postado no Youtube, video com mesmo titulo:
http://www.youtube.com/watch?v=m7cUr8mx2Qs
TheMatrixDNA 1 second ago
Great! Now human beings will pay attention to models of Matrix/DNA Theory, which designed a model of astronomic system for our galaxy that predicted this result 30 years ago: the basic elements came from clouds of stars and meteorites. If you see the pictures (as The Human Cosmic Code) at Matrix website you will understand what happened in the lab. Phosphate is like the tentacles that any piece of LUCA develops for getting food, so it really came later. The secret is at photons inside atoms.
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Copia do artigo para analise:
A fundamental but elusive step in the early evolution of life on Earth has been replicated in a laboratory.
Researchers synthesized the basic ingredients of RNA, a molecule from which the simplest self-replicating structures are made. Until now, they couldn’t explain how these ingredients might have formed.
“It’s like molecular choreography, where the molecules choreograph their own behavior,” said organic chemist John Sutherland of the University of Manchester, co-author of a study in Nature Wednesday.
(Matrix/DNA: Exatamente como previu nossos modelos. Átomos ou moléculas terrestres, se invadidas pelos genes de LUCA, encontrarem-se juntas aqui, tendem automaticamente a se configurarem na mesma forma que estavam conectadas em LUCA. Assim como se tivéssemos sete fotografias de um único individuo, misturadas e amontoadas ao caos, porem em diferentes idades, portanto diferente formas, cada fotografia se moveria para uma posição entre outras duas de maneira que no final o ciclo de vida do individuo estaria na ordem certa. Foi este o segredo da simbiose entre micro-organismos que juntaram as organelas dentro da célula e da formação da galáxia original. Moléculas possuídas pelos genes de LUCA coreografam sua dança)
RNA is now found in living cells, where it carries information between genes and protein-manufacturing cellular components. Scientists think RNA existed early in Earth’s history, providing a necessary intermediate platform between pre-biotic chemicals and DNA, its double-stranded, more-stable descendant.
(Matrix/DNA: O RNA foi uma plataforma intermediaria entre pre-bioticos químicos e o DNA, como indica nossos modelos, porque os genes de LUCA primeiro constroem a face esquerda (da função 1 ate função 4 e como o circuito continua no sentido horário, o fluxo salta para o lado direito continuando de 6 para 1. Ou pode ser 1>3 e depois 6>1, sendo que os elementos sexuais, 1,4 e 5 são intermitentes, so atuam na fase sexual ativa)
However, though researchers have been able to show how RNA’s component molecules, called ribonucleotides, could assemble into RNA, their many attempts to synthesize these ribonucleotides have failed. No matter how they combined the ingredients — a sugar, a phosphate, and one of four different nitrogenous molecules, or nucleobases — ribonucleotides just wouldn’t form.
(Matrix/DNA: O açúcar, que esta pregado na haste dos RNA e DNA, já sabemos que representa a função 1. As quatro comuns bases nitrogenadas representam funções 2,3,6 e 7. O fosfato tem a função de ponte conectadora entre duas formas do mesmo corpo, essas pontes são representadas na formula da Matrix pelas setas do circuito esferico, são os espaços entre as partículas, que são apenas o aspecto onda da luz, que imprime o tempo do ciclo vital. Na fase evolucionaria biologica, devido os corpos-partículas representando as sete principais diferentes formas de um único corpo, existirem simultaneamente mesmo que separados, são atraídos e atraem suas formas seguintes da sequencia vital e para se conectarem biologicamente, quimicamente, estes corpos emitem tentáculos, que se tornam essas pontes. Porem, biologicamente surgiram dois tipos de pontes: as de fosfato e as de hidrogênio.
As Pontes de Fosfato: Como e porque surgiram
No céu, LUCA morria (ou ainda morre, se ainda existe) quando o circuito chegava na função 7 e se fragmentava. Essa poeira formava uma nuvem no espaço que girava rotacionalmente sobre seu próprio centro devido o movimento rotacional do todo em que se encontrava, talvez uma galáxia, ou talvez o próprio Universo. Isto criava um vórtice central e os fragmentos de LUCA, funcionando como genes, reconstruíam LUCA. Isto era auto-reciclagem dos sistemas perfeitos fechados em si mesmos. Assim LUCA, mesmo condenado a morrer pela forca degeneradora da entropia, se tornava quase-eterno. Mas o colapso interno destes genes, que começava pela periferia do sistema já na função 6, com a radiação estelar, fazia com que os primeiros genes decaidos ainda encontrassem em seu caminho na direção do centro, outros corpos existentes, na forma de planetas, e agregados a superfície destes, reiniciavam sua reprodução. Como agora a paisagem e condições ambientais eram diferentes do espaço vazio onde LUCA fora formado, houveram as mutações e ao invés dos genes reconstruírem o LUCA astronômico construíram o LUCA biológico, ou seja o sistema celular. Com essa evasão de genes a auto-reciclagem não mais funcionou e por fim LUCA pode ter morrido de fato. Os outros genes que vinham depois, ao inves de LUCA so tinham informações para construírem sistemas solares, faltando quasares, buracos negros, pulsares, cometas. O qual deve ser o caso dos sistemas solares modernos, como o nosso. Mas o elemento, a força que invisivelmente unia o LUCA morto com o novo LUCA vivo na auto-reciclagem, que era executada principalmente por cometas na função 5 , se tornou em biologia a base uracila, a única base intermitente no RNA que aparece e desaparece, como o cometa so aparece na fase de reprodução sexual do LUCA astronômico. Quando presente ela faz os ribonucleotideos, que são as unidades fundamentais de informação do RNA, e os pares horizontais de nucleotideos, que são as unidades fundamentais de informação do DNA, se multiplicarem, ou seja, ev o processo da auto-reciclagem mutado para multiplicação de nucleotídeos, o que faz a pilha deles, chamada RNA ou DNA, crescer. Mas como ligar um sistema fixo a outro sistema também fixo, quimicamente… A ponte de fosfato, que esta nas hastes. Esta ponte surge aplicando-se o mecanismo dos sistemas para criarem extensões em seus corpos, na forma de tentáculos, bracos e mãos, para agarrarem alimento ou transporte. Aqui o mecanismo foi usado no esforço do LUCA biológico de continuar sua auto-reciclagem, mutado para multiplicação linear, mas que de certa forma representa o mesmo processo de LUCA no ceur. aos grupos em diferentes lugares e épocas por isso reconstroem pedaços de LUCA, o que formam os aminoácidos e proteínas, e os componentes separados de ribonucleotideos e nucleotídeos. Estes elementos são o açúcar, as bases guanina, timina, citosina, adenina e a intermitente uracila. Cada elemento representa uma das formas do corpo de LUCA, cada qual executando uma função sistêmica. Mas em seguida grupos de genes podem se encontrarem numa mesma sopa química e ocorre uma atracao automática entre eles no sentido de reconstruírem LUCA. Entao o grupo que consiste na base nitrogenada que representa a função 3, tendera a se conectar a direita com a base da função 2 e a esquerda com a base da função 4. Para fazer essa conexão criam de si uma extensão, um tentáculo, que quando alcanca sua base procurada, torna-se uma ponte fixa entre as duas. Já não e mais o caso de unir dois sistemas, como foi no caso da ponte de fosfato, mas sim de unir duas etapas do ciclo vital dentro de um único sistema.
A Origem das Pontes de Hidrogênio no DNA
Os genes de LUCA, caídos na superfície de um planeta, de forma dispersa no tempo e no espaço, não conseguem se reunirem todos num so ponto. Encontram-se aos grupos em diferentes lugares e épocas por isso reconstroem pedaços de LUCA, o que formam os aminoácidos e proteínas, e os componentes separados de ribonucleotideos e nucleotídeos. Estes elementos são o açúcar, as bases guanina, timina, citosina, adenina e a intermitente uracila. Cada elemento representa uma das formas do corpo de LUCA, cada qual executando uma função sistêmica. Mas em seguida grupos de genes podem se encontrarem numa mesma sopa química e ocorre uma atracao automática entre eles no sentido de reconstruírem LUCA. Entao o grupo que consiste na base nitrogenada que representa a função 3, tendera a se conectar a direita com a base da função 2 e a esquerda com a base da função 4. Para fazer essa conexão criam de si uma extensão, um tentáculo, que quando alcanca sua base procurada, torna-se uma ponte fixa entre as duas. Já não e mais o caso de unir dois sistemas, como foi no caso da ponte de fosfato, mas sim de unir duas etapas do ciclo vital dentro de um único sistema. A ponte de fosfato ev vertical, a ponte de hidrogênio ev horizontal, ela parte do açúcar na haste na posição horizontal e cria a estrutura intermediaria com o açúcar da haste lateral. As pontes de hidrogênio representam as setas entre funções na formula da Matrix.
Porque não estava se formando os ribonucleotideos: porque em LUCA o corpo da função 1 (um quasar contendo o vórtice nuclear) liga-se num circuito esférico com a função 7 a direita e função 2 a esquerda. Quando LUCA astronômico se reproduz com a mutação para biológico, o circuito esférico continua, porem, ovalando-se e horizontalizando-se. E as ondas do tempo, que são as setas na formula, quando se horizontaliza, torna-se pontes de hidrogênio. São duas bases nitrogenadas a fase biologica
(continuar a partir daqui- não esquecer que as pontes foram os precursores quimicos das proteinas)
Sutherland’s team took a different approach in what Harvard molecular biologist Jack Szostak called a “synthetic tour de force” in an accompanying commentary in Nature.
“By changing the way we mix the ingredients together, we managed to make ribonucleotides,” said Sutherland. “The chemistry works very effectively from simple precursors, and the conditions required are not distinct from what one might imagine took place on the early Earth.”
Like other would-be nucleotide synthesizers, Sutherland’s team included phosphate in their mix, but rather than adding it to sugars and nucleobases, they started with an array of even simpler molecules that were probably also in Earth’s primordial ooze.
They mixed the molecules in water, heated the solution, then allowed it to evaporate, leaving behind a residue of hybrid, half-sugar, half-nucleobase molecules. To this residue they again added water, heated it, allowed it evaporate, and then irradiated it.
At each stage of the cycle, the resulting molecules were more complex. At the final stage, Sutherland’s team added phosphate. “Remarkably, it transformed into the ribonucleotide!” said Sutherland.
According to Sutherland, these laboratory conditions resembled those of the life-originating “warm little pond” hypothesized by Charles Darwin if the pond “evaporated, got heated, and then it rained and the sun shone.”
Such conditions are plausible, and Szostak imagined the ongoing cycle of evaporation, heating and condensation providing “a kind of organic snow which could accumulate as a reservoir of material ready for the next step in RNA synthesis.”
Intriguingly, the precursor molecules used by Sutherland’s team have been identified in interstellar dust clouds and on meteorites.
“Ribonucleotides are simply an expression of the fundamental principles of organic chemistry,” said Sutherland. “They’re doing it unwittingly. The instructions for them to do it are inherent in the structure of the precursor materials. And if they can self-assemble so easily, perhaps they shouldn’t be viewed as complicated.”
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domingo, março | 10 | 2013
http://www.youtube.com/watch?v=yKW4F0Nu-UY&NR=1&feature=fvwp
Inner Life Of A Cell – Full Version.mkv
1) A existência do sistema imunológico é um mistério
Leucócitos – são células brancas do sangue com a função de imunização, devorando corpos estranhos. São criadas pelas células hematopoiéticas e aqui me recordo de um grande enigma para resolver: Como os sistemas biológicos criaram o fenômeno da autodefesa, ou imunização ! De onde a matéria burra da Terra tirou essa ideia! O que havia antes das origens dos sistemas biológicos que executavam tal função! Nos átomos, nas galáxias…
Bem…LUCA era um sistema fechado em si mesmo, não permitia nada de fora entrar. Mas acho que essa propriedade era obtida colateralmente, sem uma forca ou mecanismo dirigido diretamente para isso. A autodefesa era uma consequência da velocidade de giro do circuito externo, o qual criava uma espécie de casca compacta, impedindo a entrada de elementos externos. Se nossos planetas girassem a mesma elevada velocidade, o Sol seria defendido. Mas nos sistemas biológicos esse mecanismo, essa forca com essa função, é especifica, dirigida, autônoma. Tem uma possibilidade, mas que é demasiado grandiosa, e se verdadeira, revelaria que falta muito ainda para entendermos da Natureza e LUCA. A possibilidade de que a autodefesa seja criada por uma psicologia sistêmica, que remonta aos sistemas astronômicos, atômicos e vai ter suas origens na Luz! Seria mais um indicio de que a “alma” surgiu aqui a bordo da Luz, dormiu nos sistemas não biológicos e começa a acordar nos biológicos. Mas se isto for a resposta, significa que essa alma não estava inerte nos ancestrais. Por enquanto não vejo outra explicação para a existência desse mecanismo aqui. Por enquanto, o primeiro elemento onde esse fenômeno se manifestou são as hematopoiéticas… devemos continuar a busca antes delas…
Epa!… A lampadinha das grandes descobertas parece que acendeu outra vez dentro do meu cocuruto! Estou vendo mentalmente as imagens rápidas de onde estavam em LUCA os mecanismos e como eles geraram a medula óssea, os ossos, e as células do sangue… o próprio sangue! Foi tudo copiado da região do circuito, inclusive o “cabo” que contem o circuito corrente, numa espécie de campo eletromagnético.
2) Descoberta pela Matrix/DNA das origens da Medula Óssea (Tutano), Ossos e Sangue!
Qualquer corpo externo a um sistema solar que tivesse seus planetas em alta velocidade giratória precisaria muita potencia para sequer atingir um planeta. Pois todo planeta tem uma cobertura de repulsão (basta ver como o campo magnético da Terra segura as radiações solares) e se em alta velocidade essa forca de repulsão deve aumentar. Pois esse envoltório rígido, árduo de ser penetrado se tornou ossos, nos sistemas biológicos. Em LUCA não era apenas planetas que carregavam esta cobertura repulsiva e sim todas as seis formas de astros. E seu circuito era relativamente as suas proporções, veloz, frenético, pois LUCA existia em constante estado orgástico, o que denuncia a fricção rápida.
O circuito de LUCA nunca era alcançado por invasores externos. Mas o circuito era composto dualmente: no seu aspecto “espaço”, representado pelos corpos dos astros, e no seu aspecto “tempo” pelas setas intermediarias entre duas formas. Pois os corpos se tornaram as células hematopoiéticas da medula, e as setas s tornaram as células do sangue, ou o próprio liquido do sangue. E as células da medula óssea não são também atingidas por invasores externos, pois estes teriam que penetrar os ossos, que são os representantes do que fora outrora o campo, ou cabo, magnético. Sensacional! Isto merece um artigo a parte, e a partir daqui vamos entender melhor como tratar ossos, medulas e sangue e entender as causas de suas doenças. Por exemplo, os componentes do sangue são renovados continuamente e a medula óssea é quem se encarrega desta renovação. Porque! Porque ela veio de um ancestral que auto-reciclava todos seus componentes…
Wikipédia: Medula Ossea
A medula óssea, também conhecida como tutano, é um tecido gelatinoso que preenche a cavidade interna de vários ossos e fabrica os elementos figurados do sangue periférico como: hemácias, leucócitos e plaquetas.
A medula óssea é, um órgão hematopoiético. Ela é constituída pelas linhagens que originam os três elementos citados acima, de células que tomam parte na fabricação do osso (osteoblastos e osteoclastos), de células e fibras que compõem uma malha para sustentar todas as células referidas (fibras e células reticulares). É onde estão as células progenitoras das células sanguíneas. Ali também têm origem as alterações que vão ser responsáveis por inúmeras doenças. No homem adulto sadio produz cerca de 2,5 bilhões de eritrócitos, 2,5 bilhões de plaquetas e 1,0 bilhão de granulócitos por kg de peso corporal.[1]
A medula óssea é constituída por um tecido esponjoso mole localizado no interior dos ossos longos. É nela que o organismo produz praticamente todas as células do sangue: glóbulos vermelhos (Eritrócitos), glóbulos brancos (Leucócitos) e plaquetas (Trombócitos). Estes componentes do sangue são renovados continuamente e a medula óssea é quem se encarrega desta renovação. Trata-se portanto de um tecido de grande atividade evidenciada pelo grande número de multiplicações celulares.
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Estou fugindo do tema deste artigo que era o vídeo, mas isso é assim mesmo, por se tratar de sistemas a Matrix/DNA começa por pesquisar um especifico fenômeno e acaba sempre tendo que dar a volta no Universo inteiro. Mas depois devo separar os tópicos em vários artigos.
Ainda falta explicar de onde e como a matéria burra da Terra obteve a ideia para o sistema de autodefesa dos organismos! Acho que não: o mecanismo existia dentro de uma função, ele apenas adquiriu vida própria e na forma de guerreiro, predador.
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sábado, janeiro | 5 | 2013
Ler o artigo:
“Did cells acquire organelles such as mitochondria by gobbling up other cells? (Or, can the endosymbiont theory explain the origin of eukaryotic cells?
http://creation.com/did-cells-acquire-organelles-such-as-mitochondria-by-gobbling-up-other-cells
Creation Ministries
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quinta-feira, janeiro | 3 | 2013
 Células Diversificação e The_representation_of_Langerhans_cells_in_the_Cell_Ontology
O quadro acima está em wikipedia sob titulo: Langerhans_cells
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sexta-feira, fevereiro | 17 | 2012
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Quando você era apenas um feto, necessitou de nutrientes para sobreviver e se transformar em embrião. Claro que tais nutrientes só poderiam vir do corpo da mãe. Mas como ter acesso aos nutrientes se você estava dentro de um utero que estava isolado dentro do corpo da mãe? Os nutrientes estavam na placenta que existe logo após as paredes do utero, separada dêste. Pela lógica das coisas você não era para ter nascido, todos nós seríamos abortados como fetos mortos. Mas a Natureza tem uma sabedoria extraordinária! Aconteceu então uma espécie de milagre: surgiram entre as paredes do útero e a placenta umas camadas de células preenchendo o espaço, camadas estas que permitem a passagem de tais nutrientes. E quem fêz estas camadas de células?
Virus !!!
Quem poderia ter imaginado uma coisa destas?! Fomos instruídos para odiar os virus porque alguns dêles nos matam, mas agora percebemos que a existência dêles nêste mundo foi necessária e inevitável para a Evolução produzir seres vivos como a espécie humana. A Natureza convocou os virus quando a espécie mais evoluída aqui eram os répteis e usou seu trabalho para transformar um réptil num mamífero. Impressionante!
Bem… leia meus comentários aqui e o artigo publicado em:
Discovern Magazine – Seção Blogs – The Loom
http://blogs.discovermagazine.com/loom/2012/02/14/mammals-made-by-viruses/
Título: Mammals Made By Viruses
February 14th, 2012 11:48 PM by Carl Zimmer
Em 2000, uma equipe de cientistas de Boston descobriram um peculiar gene no genoma humano. Deram-lhe o nome de ERVWE1. Êle tem o código para produzir uma proteína feita sómente pelas células da placenta. Êles chamaram essa proteína de “syncytin”.
As células que produzem syncytin estavam localizadas apenas onde a placenta faz contacto com o útero. Estas células se fundem, ou se unem, para criar uma unica camada de células, chamada de “syncytiotrophoblast”, a qual é essencial para o feto sugar, drenar, nutrientes de sua mãe. Os cientistas descobriram que o que liga as células como uma espécie de ponte é essa proteína, a syncytin. Então, para que no futuro as células possam se conectarem, precisam antes fabricar a syncytin, como nós do lado de cá de um rio, para atravessar-mos mercadorias à outra margem, precisamos antes fazer uma ponte.
Até aqui tudo bem, nos maravilhamos com as previdências e fantástica engenharia da Natureza, mas estamos acostumados a aceitar isto. O que torna o caso realmente formidável é que êsse gene que faz essa ponte, essa proteína, não é um gene humano! Êle tem todas as características dos genes dos virus. Algum antepassado nosso extorquiu êsse gene do DNA de um virus e nenhum de seus descendentes nunca mais o devolveu. Agora tem virus nascendo aleijado, outro vêsgo de um ôlho, porque lhes falta êsse gene. Devolvam o gene ao virus, meu amigo, minhas amigas, senão vocês podem ir para o inferno…
O problema é que se meu pai tivesse devolvido o gene eu não teria nem nascido e não estaria aqui agora blogando… Se eu devolver o gene nunca terei filhos. Vou ficar triste pelo resto da vida com êsse tremendo pêso na consciência. Somos ladrões de genes de criaturinhas indefesas.
O artigo é longo e continua com informações valiosas. Apenas para ilustrar reproduzimos a figura abaixo mostrando como foi a evolução da inserção dêsse gene:
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 Ciclo Evolutivo do Gene para Syncytin
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Observe o desenho na base onde se lê “maternal vessel”, a faixa ou camada de células formada pela syncytin.
Virus têm se infiltrado por êles mesmos no genoma de nossos ancestrais por centenas de milhões de anos. Êles tipicamente têm conseguido isso ao infectarem ovulos e espermas, inserindo seus próprios DNA dentro do nosso. Existem 100.000 conhecidos fragmentos de virus no genoma humano, perfazendo cêrca de 8% do nosso DNA. ( Tem um casal vizinho lá de casa que quando a mulher ficou grávida só se expressaram êstes 8% de genes e quando o filho nasceu era apenas um virus, por isso êles criam seu filho escondido numa caixa de fósforos na casa… Mas, agora falando a verdade, acho que você já sabe que muitas vêzes êstes fragmentos de genes viróticos se replicam e se tornam virus completos, por isso nosso corpo cria virus dentro de nós mesmos!)
A maioria dêste DNA de virus tem sido atacado por tantas mutações que hoje nada mais são que meras bagagens que nossas espécies carregam de uma geração a outra. Ainda assim há alguns genes virais que ainda fazem proteínas em nossos corpos. Syncytin aconteceu de ser uma proteína extremamente util para nossa biologia, por isso a Evolução, através de seu mecanismo da seleção natural, permitiu a êsse gene que a produz, a se expressar e o mantêve até hoje no DNA dos mamóferos. Originalmente, syncytin permitiu aos virus fundirem células dos corpos de seus hospedeiros para que êles pudessem se propagarem de uma célula para outras. Agora essa proteína permite a bebês se colarem ao corpo de suas mães.
Agora vamos analisar êsse fenômeno, como e porque aconteceu essa espécie de milagre, à luz da fórmula da Matrix/DNA, e prepare-se para vibrar de emoção com a sabedoria da Natureza. O que são os virus, como e porque surgem na Terra? Virus são apenas uma das sete peças de um sistema natural. Observe a fórmula da Matrix.
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 Fórmula da Matrix/DNA no Estado de Sistema Fechado
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Virus são os instrumentos materiais, os representantes no ecossistema da biosfera terrestre da Função Sistêmica Universal n. 5. Esta função que nasce em F.4 – o elemento masculino do sistema – sai fora do circuito esférico rumo ao interior do sistema, para terminar na F.1 – o elemento feminino do sistema. É a unica peça movel dos sistemas naturais e a unica intermitente, quer dizer, só aparece quando um sistema está maduro e começa sua fase de reprodução. É uma peça fundamental na reprodução e perpetuação das espécies. Ela funde duas outras peças, une-as, a F.4 à F.1. No céu, o unico astro que perambula entre outros é o cometa, e estudando suas demais características descobrimos que cometas são os instrumentos materiais dentro dos sistemas astronomicos fabricados pela faixa do espectro da luz natural correspondente à Função Sistêmica Universal n. 5 quando a luz adentra a matéria inerte e lhe imprime a dinâmica do ciclo vital, quer dizer, organiza a matéria em sistemas funcionais. O cometa é o espermatozóide do espaço. Não os que vemos passar por aqui, êstes são espermatozóides que nunca alcançaram o alvo, vão vagar até se desfazerem. No sistema celular essa função criou o RNA, o mensageiro, o transportador. Na divisão dos orgasnismos pelo sexo essa função entrou criando o espermatozóide. No sistema nucleotideo ela criou a base uracila, a unica que só existe no RNA e é intermitente, só aparece quando é formado um novo nucleotideo que vai compor a fita do DNA.
Cada Função Universal criou uma das cinco principais organelas do sistema celular. A F.1 criou o nucleo, A F.2 criou o centríolo, a F.3 criou o ribossomo, a F.4 criou a mitocondria (por isso a mitocondria tem DNA tambem pois ela representa o elemento macho que precisa ter DNA para a reprodução, e por isso ela emite os bólidos de energia ATP como seu ancestral no céu, o pulsar, emite os energéticos cometas). A F.6 criou o lisossomo que faz a limpeza da célula retirando seus detritos como sua ancestral no céu, a estrêla decadente se fragmenta expulsando seus detritos. A F.7 criou o cloroplasto, que só existe na célula vegetal e como representa o seu ancestral no céu, a estrêla, é êle que conecta a célula vegetal ao Sol e faz a fotossíntese. E a F.5, criou qual organela? Uma que fôsse intermitente, quer dizer, só aparece na reprodução, os virus. Por isso os virus tem a tendencia de penetrar na célula, ir até o nucleo onde se situa a fêmea, e só sabe se reproduzir desenfreadamente, ou juntar o aparato masculino ao feminino se fazendo de ponte, como a syncytin.
As organelas eram, antes de ser formado o primeiro sistema celular, apenas compostos moleculares como o ribossomo, o lisossomo, ou pré-organismos já com RNA/ou DNA como as mitocondrias. Existiam separadas, porque foram pacotinhos de genes semi-vivos vindos do sistema astronomico, eram apenas certos trechos do circuito daquêle sistema. Com o tempo e por simbiose se juntaram dentro de uma membrana, perfazendo o circuito completo e assim o primeiro ser vivo saiu a se arrastar na superficie da Terra.
Os virus são tambem uma organela celular.
E porque êles tem a capacidade de fazer uma proteína que funde o utero à placenta? Ora, já respondemos acima, basta dar uma olhada para o céu, êles lá só sabem fazer é fundir dois corpos. E a maioria dos cometas que não chegam no horizonte de eventos do vórtice formado no meio da poeira estelar (vórtice êsse errôneamente teorizado pelos físicos como se fôsse um buraco negro), porque não tiveram a fôrça necessária para penetra-lo, ficam orbitando no meio da poeira que mais tarde vai justamente se constituir na ancestral celeste da placenta dos mamíferos, ao se agregar ao nucleo da semente de uma nova estrêla e se tornar o depósito de nutrientes para o germe se alimentar até desabrochar. Por isso a syncytin só existe ali entre o utero que imita o buraco negro onde se desenvolve o embrião de uma nova estrêla e o resto do Universo, o qual, nêste caso, é o corpo da mãe.
Êste é o pêso, a fôrça, de uma teoria consistente. Não é porque descobriram no ano 2.000 a syncytin, o gene do virus no DNA dos mamíferos e por causa de eu saber disso tudo apenas hoje quando leio êste artigo que estou descobrindo agora a identificação com minha teoria. Essa história da placenta como imitação do horizonte de eventos, dos virus como reprodutores e organelas, e constantes do DNA, já a escrevo aqui nêste webisite há anos e já a registrei com direitos autorais a 20 anos atrás, antes da syncytin ser descoberta em 1998. É a capacidade de previsão certeira desta teoria que a cada dia me convence mais que algo nela, ou muito dela, deve estar correto. A formula da Matrix/DNA surge nêste Universo material codificada no espectro electro-magnético de qualquer raio de luz natural, (como explico aqui em outro artigo), mas de onde vem essa luz, qual sua fonte natural, A Teoria da Matrix/DNA não sabe dizer. Vou morrer levando comigo êste mistério não-resolvido para meu tumulo…
Mas se assim for, se a teoria da Matrix/DNA está correta, os cientistas estão interpretando algo de forma errada. A teoria diz que tôdas as informações vindas de LUCA – o nosso ultimo ancestral comum astronomico – já existiam no primordial DNA. Isto significa que os genes dos virus tambem surgiram no DNA dos seres vivos à mesma época. A presença dêstes genes no DNA, provavelmente localizados na região chamada DNA-lixo, independente da inserção dêles pelos virus, pois são partes do trecho do circuito sistêmico, o qual está completo no DNA dos vegetais e apenas sem os genes para cloroplastos nos animais. Acontece que aqui o problema se torna complexo e ainda não tive tempo para estudar essa questão. Os genes dos virus são genes biológicos, derivados dos genes semi-vivos astronomicos e a maioria dêstes está inativa na região que denominamos DNA-lixo. Êles só se despertariam para novamente se expressarem se alguma condição de sobrevivencia atuar como um estimulo. Como no ancestral astronomico êles trabalhavam com material mais simples, deve ter tido mutações nos seus derivados que compõem os genes biológicos dos virus. Por isso talvez os cientistas não os encontram no meio do DNA: já não mais se parecem com seus mutados descendentes nos virus. Mas isto levanta uma suspeita: talvez êstes genes não tenham sido inseridos por virus. Talvez estes genes no DNA dos organismos vivos tenham produzido os virus, mesmo que mais tarde, devido à maior eficiência dos genes virais mutados, e devido à proximidade de coexistência de ambos no nucleo celular, a Natureza preferiu selecionar o material viral e deixou o material do DNA primordial inativo.
Outro fator a considerar: porque êstes genes só aparecem dos mamiferos para cá, e não nos ancestrais anteriores como os répteis? Se não aparecem nos anteriores, a Teoria da Matrix/DNA explica o porque. Tenho outro artigo aqui explicando como a engenharia de manter os ovos e nutrir os embriões dentro do corpo da fêmea surgiu e se desenvolveu nos ancestrais não-mamiferos. O artigo, se não me engano chama-se ” Dos répteis aos Mamiferos: Um Ato Heróico?” Isto aconteceu porque no céu, no ancestral sistema astronomico, já existiam as duas fases, a primeira de botar os ovos fora, e a segunda, de manter os ovos dentro. Quer dizer, o aparato de reprodução dos mamíferos já estava estabelecido na fórmula da Matrix desde as origens do Universo. Então, é comprensivel que, mesmo já registrados no DNA desde as amebas, os genes responsáveis pela produção da syncytin só iriam se expressar quando se iniciasse a segunda fase, a formação dos mamiferos. Que estivessem já no DNA dos organismos ou voando por aí nos virus, não importa: estava determinado por uma onda/raio de luz que entrariam em ação no momento certo.
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A seguir, alguns de meus comentários postados na Internet em artigos, foruns de discussão, etc.
http://blogs.discovermagazine.com/loom/2012/02/14/mammals-made-by-viruses/comment-page-1/#comment-76450
34. Louis Morelli Says:
February 17th, 2012 at 12:03 pm
Thanks! I had a lot of information here, useful for my work. But, I am asking the opportunity for debating a different approach about these phenomena, based in the viewpoint of Matrix/DNA Theory.
The existence of virus, the origins of placenta and mammalian reproductive apparatus are explained by the Matrix formula that was present in the state of the world before biogenesis. Hence, this information here about syncytin, the fuses, already was predicted by this theory 30 years ago, as proved by copyrights.
What’s virus? There is a universal natural formula for all natural systems and viruses are the performer of systemic function number 5 at cells systems (See the formula at my article “Nós, Mamíferos Fomos Feitos Tambem Por Virus! Mamma mia! (Portuguese – fevereiro | 17 | 2012). Google it.
How was the origin of placenta and mammalian reproductive apparatus? It is explained in my article “From Reptile to Mammals: A Heroic Act? (English – November 13th, 2011)”
There is a controversial point between the two theories. Matrix suggests that the original genes that later produced syncytin already were registered in the primordial DNA and they are there, at the junk DNA. But they were prohibited to express because the evolution of biological systems obeys the same chronology ordered by the formula and the formula first makes system laying eggs out, only in a later phase the system keeps the egg within. So, in parallel was evolving the virus which DNA had several mutations at the point that some genes are not re-cognoscible when faced with its similar genes at the living beings’ junk DNA.
There is this possibility: the living beings genes produced the viral genes which had mutations and went back to living beings DNA when evolution determined that it was time for their expression.
Viruses, as performers of F5, are supposed to be cells organelles. This function build tools for reproduction and perpetuation of species, then it appears only at intervals in the cell system. Viruses are the performers of male functions, the cells tool as their spermatozoon. The cause evolution had keep this viral organelle outside the cell system is because they have the bias to reproduce by re-cycling closed systems. Then, the virus keeps orbiting around the female apparatus (in this case, the uterus) and mixing at ingredients and cells in that region they produces syncytin.
Everything equal when the Matrix formula was building the galaxies building blocks: uterus is the black hole at the galaxy nucleus, placenta is the formation of events’ horizon with stellar dust. Fetuses are seeds of a new star and virus are the comets that make the fecundation, fusing the black hole with the external Universe, which, in this biological case, is the mother’s body.
This is a different theory, maybe has a lot of wrong things in their models, but his ability to make predictions has been incomparable with others theories.
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http://blogs.discovermagazine.com/loom/2012/02/14/mammals-made-by-viruses/comment-page-1/#comment-76450
35. Louis Morelli Says:
February 17th, 2012 at 12:19 pm
Besides the debate among different theories, there is this practical and urgent case related to these viruses:
Wikipedia: Clinical significance
HERV-W has been associated with multiple sclerosis and schizophrenia in humans. (HERV-W_7q21.2 provirus ancestral Env polyprotein also known as Env-W or enverin or syncytin is a protein that in humans is encoded by the ERVWE1 gene.
Then, my job just now is searching information everywhere about these diseases and trying to understand it from the Matrix/DNA formula viewpoint.
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A seguir começa a compilação de dados para mais esta pesquisa da Matrix/DNA
Wikipedia ; Syncytin > ERVWE1
HERV-W_7q21.2 provirus ancestral Env polyprotein also known as Env-W or enverin or syncytin is a protein that in humans is encoded by the ERVWE1 gene.
Function: Many different human endogenous retrovirus (HERV) families are expressed in normal placental tissue at high levels, suggesting that HERVs are functionally important in reproduction. This gene is part of an HERV provirus on chromosome 7 that has inactivating mutations in the gag and pol genes. This gene is the envelope glycoprotein gene which appears to have been selectively preserved. The product of this gene, syncytin, is expressed in the placental syncytiotrophoblast and is involved in fusion of the cytotrophoblast cells to form the syncytial layer of the placenta. The protein has the characteristics of a typical retroviral envelope protein, including a furin cleavage site that separates the surface (SU) and transmembrane (TM) proteins which form a heterodimer.[3]
Clinical significance: HERV-W has been associated with multiple sclerosis[4] and schizophrenia in humans.
Multiple sclerosis
From Wikipedia, the free encyclopedia:
Multiple sclerosis (abbreviated to MS, known as disseminated sclerosis or encephalomyelitis disseminata) is an inflammatory disease in which the fatty myelin sheaths around the axons of the brain and spinal cord are damaged, leading to demyelination and scarring as well as a broad spectrum of signs and symptoms.[1] Disease onset usually occurs in young adults, and it is more common in women.[1] It has a prevalence that ranges between 2 and 150 per 100,000.[2] MS was first described in 1868 by Jean-Martin Charcot.[3]
Comentário da Matrix/DNA:
Nesta primeira breve abordagem, aprendemos que a esclerose decorre de uma inflamação nas camadas gordurosas de myelin formadas em volta dos axons dos neuronios, geralmente em jovens e mais nas mulheres. O quadro nos lembra imediatamente o mesmo quadro das camadas de syncytin em volta do utero. O que nos traz a essa comparação de padrões é o fato de que os genes envolvidos em syncytin tambem estão envolvidos nessa inflamação, tambem estão presentes no myelin. Temos do syncytin e da formula da Matrix/DNA a teoria de que se trata de gene viral, que virus se localizam em órbita de aparatos que representam F1, o qual é extritamente feminino, por isso já se entende porque a doença ataque mais as mulheres. Tambem sabemos que a maior atividade dos virus é na fase de inicio da reprodução sexual, por isso já se entende porque a inflamação surge mais nos jovens. Deduzimos que os sinais que correm dentro dos axons são entendendidos pelos virus ou seus genes como fetos de uma nova mensagem, por isso os genes virais se dirigem aos axons e ao orbitarem-no acabam criando uma camada-ponte entre o axon e o resto do cérebro, assim como a syncytin funde o utero com o resto do corpo da mãe. Vamos continuar buscando mais informações para penetrar mais fundo nos segrêdos e causas desta doença, buscando uma solução de cura. Que Deus, ou seja lá qual é a fonte por tras da luz natural, esteja conosco. Nossos irmãos estão sendo torturados por essa doença e precisam de nossa ajuda, sempre é bom a mim mesmo lembrar isso para manter-me recolhendo energia de onde for possível e fazer êste trabalho.
Inflammation
From Wikipedia, the free encyclopedia
Inflammation (Latin, īnflammō, “I ignite, set alight”) is part of the complex biological response of vascular tissues to harmful stimuli, such as pathogens, damaged cells, or irritants.[1] Inflammation is a protective attempt by the organism to remove the injurious stimuli and to initiate the healing process. Inflammation is not a synonym for infection, even in cases where inflammation is caused by infection. Although infection is caused by a microorganism, inflammation is one of the responses of the organism to the pathogen. However, inflammation is a stereotyped response, and therefore it is considered as a mechanism of innate immunity, as compared to adaptive immunity, which is specific for each pathogen.
Myelin
From Wikipedia, the free encyclopedia
Myelin is a dielectric (electrically insulating) material that forms a layer, the myelin sheath, usually around only the axon of a neuron. It is essential for the proper functioning of the nervous system. Myelin is an outgrowth of a type of glial cell. The production of the myelin sheath is called myelination. In humans, the production of myelin begins in the fourteenth week of fetal development, although little myelin exists in the brain at the time of birth. During infancy, myelination occurs quickly and continues through the adolescent stages of life.
Schwann cells supply the myelin for peripheral neurons, whereas oligodendrocytes, specifically of the interfascicular type, myelinate the axons of the central nervous system. Myelin is considered a defining characteristic of the (gnathostome) vertebrates, but myelin-like sheaths have also arisen by parallel evolution in some invertebrates, although they are quite different from vertebrate myelin at the molecular level.[1] Myelin was discovered in 1854 by Rudolf Virchow.[2]
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 Myelin Em Tipicos Neuronios
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Pathogen
From Wikipedia, the free encyclopedia
A pathogen (Greek: πάθος pathos, “suffering, passion” and γενής genēs (-gen) “producer of”) or infectious agent – in colloquial terms, a germ — is a microbe or microorganism such as a virus, bacterium, prion, or fungus that causes disease in its animal or plant host.[1][2] There are several substrates including pathways whereby pathogens can invade a host; the principal pathways have different episodic time frames, but soil contamination has the longest or most persistent potential for harboring a pathogen.
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Sôbre: Doença de Borna
Estudo aponta vírus comum entre o genoma humano e o de outros mamíferos
publicado em 07/01/2010 às 08h24:
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/estudo-aponta-virus-comum-entre-o-genoma-humano-e-o-de-outros-mamiferos-20100107.html
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Tags: células, placenta, syncytin, vírus Postedo na Abiogênese, Celula, DNA, Evidências da Matrix/DNA, Macro Evolução, Origens, Proteína, vírus | Sem Comentários »
terça-feira, novembro | 15 | 2011
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A cada momento que vejo algo novo na Natureza, a fórmula da Matrix/DNA proporciona mais algumas descobertas que me deixam cada vez mais admirado! Eu ví muitas vêzes aquêles desenhos nos livros escolares de biologia, dos centrômeros se deslocando para lados opostos do nucleo celular, criando linhas e com elas puxando e dividindo o nucleo em duas partes iguais, cujo resultado final é uma célula original ter ao lado a sua cópia, processo denominado “meiose”. Quando descobrí a Matrix/DNA e voltei a observar aquêles desenhos dos centrômeros e da duplicação celular para tentar entender como a evolução do sistema meio-mecânico/meio biológico astronômico para o sistema biológico deu seu jeitinho na nova matéria terrestre, não entendí nada. O sistema astronomico não se duplica, mas faz uma exata cópia de si mesmo pelo processo da auto-reciclagem. É preciso um sistema astronomico morrer (tendo antes deixado os cometas no espaço, ou recebendo cometas do sistema vizinho) para que sua matéria degenerada refaça-se como sistema novo. Se o numero de galáxias está aumentando, é porque o Universo está produzindo nova matéria. Mas ninguem pode ter certeza de que o numero de galáxias esteja aumentando. Se apenas está se expandindo, é pelo distanciamento entre galáxias, reciclagem das velhas em novas, e não pelo surgimento de novas duplicadas. Na célula, com um novo estado da matéria – o liquido – e com a nova emerg6encia da quimica orgânica, a Matrix/DNA conseguiu o espetacular avanço de duplicar o sistema mantendo ainda vivo o original.
Mas como?! A Matrix/DNA não é mágica, a Natureza nada cria do nada, então de onde a Matrix/DNA consegiu os mecanismos que no seu conjunto formam o processo geral da auto-duplicação, sem reciclagem? Procurei na fórmula da Matrix/DNA em seu estado astronômico e nada. Descí mais no passado dando uma olhada no novo modêlo de átomo que a Matrix/DNA sugeriu, e nada.
“Bem… – pensei – não vejo agora nada nos ancestrais da célula relacionado a centrômeros e sua atividade. Mas tem que existir algo, mesmo encoberto em outras funções da fórmula, senão… a fórmula vai para o lixo! Fica essa incógnita para ser resolvida…”
 Duplicação Celular Pela MatrixDNA Metaphase of Meiosis
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Mas hoje me deparei com a imagem acima na Internet. À primeira vista parece mais uma das novas fotos do Hubble obtidas no espaço sideral do que uma foto de microscópio obtida dentro de uma célula. E aí está! Eureka! O mesmo padrão na Terra e no céu!
Os desenhos feitos a mão não revelavam a realidade, o mapa não correspondia ao território.
Dê uma olhada na foto em vermelho. Agora dê uma olhada no desenho que fiz à mão suja e suada com lápis e papel de embrulhar pão, sôbre os joelhos e acocorado ao lado do pantano na selva amazônica fustigado pela luz ardente do sol tropical que me fêz parar de remexer na lama onde procurava entender a origem de LUCA, e levantar a cabeça para olhar o Sol… e descobrir LUCA no céu.
 MatrixDNA na Formação de Galáxia, Nucleotídeo e Célula
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( Êstes anuncios do Google estão me atrapalhando demais. Perdí uma hora agora para inserir estas imagens por que parece que as imagens do Google entram antes. E não inserí o ADSense, não estou ganhando nda com isso, apenas me inscreví no Google+. Alguem sabe explicar como resolver isto, sem que eu perca tempo vendo o Help e sem anular minha conta?). Voltemos ao fantástico da descoberta!
Olhe para a imagem azul. Veja o cone espiral, que é a Função Sistêmica N.1. Agora rápidamente olhe para a imagem vermelha, mostrando o momento crucial da meiose, veja a figura central onde parece ter dois cones, ligados pelas bases maiores.
É exatamente a mesma coisa! Se refisermos o desenho azul pondo dois cones ligados pelas bases maiores… vamos obter a mesma imagem da figura vermelha!
O que significa isso?
Nossa questão era: como a Matrix/DNA resolveu o problema no novo ambiente da Terra, com nova matéria, de transformar um processo que antes era reciclagem de um sistema velho num novo, para o processo de duplicação simultânea do sistema velho, e assim dar o grande salto evolutivo onde emergiu a novidade dos sistemas multi-sistêmicos, ou seja, corpos multi-celulares?!
Um centrômero parece ser uma memória de dados relativos ao cône. A fórmula pode fazer isso, porque ela já fazia isso: tôdas as informações de tôdas as partes do sistema correm no fluxo do circuíto sistêmico que se propaga como ondas do tempo, invisivel, e intercaladamente as ondas se tornam partículas, ou seja, partes, peças materializadas do sistema, muitas vêzes na forma de esferas, como são planetas, pulsares, estrêlas. E tôda essa base de dados, ou parte dela, pode ser compilada num corpo como cometas e RNA, que saem do circuíto esférico sistêmico e se movem no interior do sistema. Não existe mistério na formação do centrômero, esférico, e movente dentro do sistema, como base da dados de uma parte das informações, a arquitetura material correspondente à Função N.1 no software. A Natureza apenas ajuntou mecanismos de várias funcões elaborando um novo processo. Como trechos de DNAs de vírus entraram no DNA de animais superiores, causando mutações para melhor.
Porem, tem mais. A sabedoria da Natureza dá de dez a zero no meu pobre cocuruto pensante. Observe que o centrômero se localiza nos bicos dos cones. Imagine se no cone original, antes de ser duplicado, o centrômero, que roubou a carga genética do cone, do buraco negro, simplesmente se movesse e se fixasse no lado oposto onde está o segundo centrômero. O que ia acontecer? Apenas o cone original iria mudar de posição dando uma volta sôbre si mesmo ficando de ponta cabeça! Então, a Mestra Natureza, que não é nada burra, deixa o centrômero original no seu lugar, faz uma cópia dêle, leva a cópia para a posição do segundo centrômero, libera sua carga genética, a qual constrói um segundo cone…!
Sensacional! Concordas?
Mas isso tudo, êste trabalho todo, deve ter acontecido apenas na primeira duplicação. Como a formação da primeira célula primordial deu um grande trabalho, mas depois dela bastou replicar e compactar o trabalho inicial para a formação das células modernas. Assim tambem, em bilhões de anos com a paciência que a Natureza tem, os centrômeros se especializaram e compactaram seu trabalho no método moderno.
Bem… ainda não é dessa vez que a fórmula da Matrix/DNA vai para o lixo, não será tão facil destruir os 30 anos de trabalho na sua busca. A presença e a intrigante atividade dos centrômeros na célula foram explicadas. O meu susto que tive anos atrás foi apenas devido à ineficácia dos desenhos feito à mão nos livros escolares. Graças à inteligência e ao trabalho humano, desenvolvendo essa maravilhosa tecnologia, o defeito foi reparado por uma foto sensacional de nossos poderosos microscópios!
E modéstia à parte, permita-me expressar o orgulho que estou sentindo de mim mesmo, pois, apesar de ter sido um zé-ninguem que estudou Ciências sózinho e ainda criança, sem ver o que poderia lucrar com êsse esforço, parece ter sido o primeiro a ter visto mais longe dentro do nucleo da célula e, se for confirmado, dentro do nucleo das galáxias. Com meu velho microscópio de 30 anos atrás que levei para a selva não podia ver direito uma célula, quanto mais o seu interior. As imagens do interior da célula naquela época em livros e revistas eram tudo feito a mão por artistas do ramo, não havia a tecnologia para fotos e simulação computacional de hoje. Pois bem: sem nunca ter visto o interior da célula eu desenhei a mão a realidade dentro do nucleo celular apenas pelo poder dos calculos, na elaboração de uma teoria. É certo que fiz o desenho misturando as pistas detectadas na astronomia (naquela época não me lembro se já existia na Ciência alusão a teorias de buracos negros, mas com certeza, não avançadas como agora) mais as pistas que imaginei existirem nas células, e mais algumas inspirações decorridas das visões de Dom Pedro, mas se a teoria preveu a realidade, significa que a lógica do raciocinio em que a evolução cosmológica continuou com seus mesmos mecanismos e processos na evolução biológica é preciso ser considerada com carinho… Sou o unico, ou o primeiro na Terra a estar defendendo isso, podes revirar a Internet e as bibliotecas e nada acharás parecido com isso, ( apenas o Haeckel têve a intuição e chegou perto com sua “Teoria da Recapitulação” mas cometeu tantos êrros que a Ciência o expulsou com sua teoria como se fôsse um louco varrido). Eu mesmo acho que estou “far away off the beam”, ou seja, fora do foco da Razão, mas tantas coincidências, tantas evidências aqui já reunidas, tantas previsões acertadas… mereceriam que alguém mais começasse a prestar atenção nessa teoria, concordas?
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terça-feira, setembro | 20 | 2011
Isto é muito sério, seríssimo: o corpo humano possue bilhões de proteinas e agora foi descoberto que elas são muito vaidosas e exigem se vestirem e maquiarem no estilo da moda. E mais: para se arrumarem exigem compartimentos próprios como vestiários. A célula que não construir vestiários para elas, morre rápido, ou o corpo todo pode padecer das piores doenças existentes!
Proteínas…!!! Quem diria?!!!
O “The New York Times”, na sua valiosa seção de Ciencias das terças-feiras, publica a noticia da descoberta com a premiação do Dr. Arthur Horwich pela Mary Lasker Foundation. Êle realizou um trabalho que está na base de remédios para tratamento das piores doenças que flagelam a Humanidade.
Mas sua descoberta é muito curiosa.
Acontece que as proteínas quando saem das mitocondrias são desorganizadas e como os bebês não sabem fazer nada. São cêrca de 20.000 espécies delas. Para realizarem sua função precisam passar por uma metamorfose, um processo que as organizem numa configuração tridimensional, ou seja, cada espécie tem uma forma especifica, como entre a bicharada, galinhas tem forma de galinhas, diferente da forma dos patos e jacarés. Se elas não puderem se apresentar maquiadas e vestidas nas cöres da moda de sua espécie, elas se recusam a fabricar seu produto, o qual nossos corpos necessitam.
Mas acontece que elas não se arrumam em qualquer lugar, como no meio da rua. O ambiente do citoplasma dentro das células onde elas nascem é muito povoado e tumultuado. Sem as condições que as proteínas exigem para se trocarem, elas não funcionam. Sabendo disto os genes correram a providenciar o que fôsse necessário para que se apresentem na moda e façam seu trabalho. E como resolveram isto?
Vestiarios separados dentro do citoplasma! Onde só entram proteínas. Os vestiarios são feitos de uma proteína tambem, mas especial. Ela é elaborada por um gene e se chama HSP60. Isto é a sigla em inglês para “Heat Shock Protein” e o numero 60 se refere à sua massa. Ela se parece com um baú, ou uma caixa, e uma célula tem milhares delas: são tão importantes que se uma célula não tiver o gene que produz estas caixas, a célula morre rápidamente. Mas… e agora prepare-se para as grandes surprêsas! A HSP60 tem a forma de dois barrís colados lado a lado. O ambiente dentro dos barrís é diferente do ambiente do citoplasma, quase um vácuo. Cada barril possue uma tampa que fica abrindo por 10 segundos e se fechando. Quando êle se abre uma proteína desarrumada entra com seus apetrechos e pode se arrumar. A tampa sefecha e longe dos olhares cobiçosos a proteína pode aplicar os mistérios de suas fórmulas que só ela sabe e manter seu segrêdo. Mas ela não tem muito tempo para ficar se admirando no espelho, apenas os 10 segundos, pois quando a tampa se abre ela tem que sair e dar lugar para outra que vai entrar.
Isto parece brincadeira. O Sr. José está com Alzheimer, perdeu a memória e só faz trapalhadas. Imagime que dia dêstes êle pôs a roupa suja dentro da geladeira e ficou ao lado esperando. Quando a espôsa chegou e perguntou por que estava ali êle disse que estava esperando a máquina lavar a roupa… O seu vizinho, o Sr. Milton está na cama com câncer. E tôdos êstes doentes assim estão apenas porque existem células que não possuem suficientes HSP60, ou seja, vestiários para as proteínas!
Vamos ver uma síntese das informações no NYT. O Dr. Arthur passa horas e horas apontando o microscópio para estas “caixas” nas células tentando entender o que se passa dentro delas. Espiando pelo buraco da fechadura, hein?…Indiscreto! Do que é constituído seu espaço interno? O que as proteínas fazem lá dentro, onde entram feias como uma larva e saem vaidosas como uma borboleta?! Se alguem conseguir imitar a fórmula do gene e inventar um vestiário mágico como êsse, as mulheres idosas, as gordas, etc., entram e saem com um corpinho de Marilyn Monroe…Vão fazê-lo bilionário… Parece até que existe um cirurgião plastico extraterrestre dentro de cada barril…
 Proteína antes e depois do HSP60
Äs vêzes, bebês recem-nascidos vivem apenas por alguns dias e morrem, desgraçadamente. Isto porque existe uma doença chamada “OTC deficiency” é causada pela ausência ou não funcionamento de uma proteína que tem a função de retirar um gás toxico do sangue, a amonia. Quando essa proteína não tem um vestiário, não funciona, e o sangue inundado pela amônia causa a intoxicação. E assim se perde uma criança porque a proteína é vaidosa, ao invés de trabalhar fica em greve de braços cruzados, porque a célula não lhe providenciou um vestiário com cirurgiões plasticos extraterrestres!…
A cura e entendimento das causas de muitas doenças foram atrasadas por décadas porque os cientistas foram enganados. Em 1950, um bioqumico chamado Dr. Anfinsen publicou os resultados de uma experiencia que indicava que as proteínas se enovelavam adquirindo a sua forma funcional unicamente por elas mesmas. Ou seja, elas possuiriam o potencial para se transformarem. Mas o Dr. Anfinsen viu proteinas se transformando dentro de tubos de testes, onde o ambiente foi planejado por ele, tentando imitar o citoplasma celular. Esta publicação lhe deu o Prêmio Nobel de 1972! Tenho um artigo aqui revelando que muitos prêmios Nobel foram cedidos por realizações que mais tarde se provaram serem erradas. Pesquisando a doença do OTC, tentando entender qual era o problema que impedia a proteina se transformar, o Dr Arthur desconfiou que a crença da comunidade cientifica baseada na experiencia do Dr. Anfinsen não revelava a história completa. Mas êle nem podia comentar sua desconfiança, pois seria considerada uma heresia cientifica. Êle notou que existia essa HSP60 que ” can cradle the OTC protein that have misfolded”, como diz o jornal, ou seja, “pode acolher numa forma de berço e embalar uma proteina que foi desorganizada, ajudando-a a se metamorfosear”. E então perguntou-se se isto não seria o normal, ou seja, que todas as proteinas normais necessitariam de uma ajuda externa para se anovelarem na forma tridimensional. No final da história êle provou que nenhuma proteína é capaz de se enovelar na sua forma final e no meio do citoplasma por si própria, tôdas só o fazem dentro do compartimento celular do HSP60.
Bem… aqui termina essa versão popularizada da noticia cientifica. O leitor pode parar de ler por aqui. Apenas quem aprecía a visão de mundo sugerida pela Matrix/DNA deve continuar a ler e ver a interpretação da noticia a seguir:
Sempre começamos com as profundas questões filosóficas existienciais. Que Natureza é esta?! Porque uma fita formada com 20 tipos de grupos atômicos denominados “aminoácidos” não serve para nada e não é batizada recebendo um nome de uma proteina, se ela não organizar êstes grupos de atomos numa sequencia especifica e não adquirir uma forma de enrolamento especifica? Como, de onde a Natureza tirou a idéia de inventar essa coisa denominada proteína e como uma proteína fabrica uma substancia como a abelha fabrica o mel?! Como e para que a a Natureza inventou as proteinas numa época que não existia nenhum ser vivo, portanto não serviam para nada? Para que existiu uma arquitetura que produzia produtos que não tinha nenhuma serventia em nenhuma cadeia de eventos, em nenhuma network de causas e efeitos? No principio, os produtos das proteínas eram becos sem saída. Mas aqui está mais um golpe na visão com miopia do reducionismo aplicado à Evolução: porque a seleção natural iria eleger e conservar uma coisa inutil? Parece que naquela época que a superficie da Terra era desabitada, árida, contendo apenas oceanos, rochas e areia, a Natureza já sabia que ela seria habitada, ao menos ela selecionou as proteinas que mais tarde montaram os primeiros seres vivos! Para não falar do conflito nunca resolvido da Teoria do RNA World: RNA são feitos de proteínas, mas proteínas são feitos por RNA. Então quem surgiu primeiro? Caindo do céu? Sim: em LUCA já existiam os dois, a fórmula software da Matrix/DNA trás todos eles quando monta novo hardware. Genes e células são amontoados de átomos sem nenhuma inteligencia, sem nenhum discernimento. Como então punhados de átomos resolvem se alinharem na forma de paredes, conformar estas paredes na forma de barrís e tampas, fazer com que estas tampas fiquem abrindo e fechando indefinidamente, e criando dentro espaços de constituições diferentes não existentes em nenhum outro lugar?!
Ninguem nunca me respondeu estas perguntas, mas bastou dar uma rápida olhada na fórmula da Matrix/DNA para ter todas as explicações. Essa fórmula já fazia no céu, a 10 bilhões de anos atrás, coisas que funcionam como proteínas. Estas coisas eram os restos de uma estrêla morta na forma de detritos estelares, e mais alguns cometas. Os detritos giravam em roda devido ao giro da galáxia. No seu centro se formou um rodamoinho, como um quarto escuro dentro do qual o ambiente era gravitacionalmente diferente do meio externo e não era povoado, uma cópia exata do HSP60. Os detritos mais os cometas eram sugados para dentro do vórtice e misturados até formarem esferas chamejantes, como os aminoácidos são dirigidos para dentro do HSP60 e formam figuras tridimensionais. Estas esferas ao adquirirem certo pêso caíam fora do vórtice, como as proteinas ao adquirirem uma certa forma saem do barril. Ao saírem encontravam os detritos que ficaram de fora, muitos dos quais eram agregados à superficie das esferas, formando anéis envolventes que mais tarde se tornariam as camadas geológicas do astro, como as proteínas encontram os ingredientes para fazerem suas substancias. No final, e no céu, surgia uma nova estrela. Porque uma estrela? Porque os vórtices são como os vestiarios onde os restos de estrelas se reorganizam como novas estrelas. E porque surge uma proteina especifica? Porque o HSP60 re-novela uma proteina que nasceu enovelada e foi desnovelada numa mitocondria (esta parte do processo não contei aqui porque é muito longa). Ora, proteinas na Terra são a forma organica correspondente aos diferentes trechos dos circuitos do sistema que veio de LUCA – the Last Universal Common Ancestor, que tem sua face revelada aqui pela Matrix/DNA. Cada proteína produz uma substancia e a totalidade de todas as substancias re-organiza o sistema.
O Dr. Arthir precisaria saber da fórmula da Matrix/DNA para agilizar suas pesquisas e beneficiar a Humanidade combatendo os piores terroristas que são nossos inimigos mortais, as doenças. Pois para agilizar e produzir resultados práticos é preciso entender as causas e os mecanismos da existência do HSP60. O que êle não percebeu é que o HSP60 é um instrumento que produz “reciclagem”. Sistemas estelares se desfazem em nébulas de poeira onde surgem vórtices como buracos negros que atuam como recicladores e o falecido Sistema Estelar ressuscita das próprias cinzas como a Fênix grega. Exatamente êste processo, que está encriptado na fórmula da Matrix/DNA, é re-aplicado aqui a nível biológico sôbre proteínas. Reciclagem tem mecanismos próprios, fáceis de entender. Assim se entenderá totalmente o HSP60.
A forma de dois barrís com tampas que se abrem e fecham não foi ainda bem vista pelo Dr. Arthur, pois falta êle explicar uma previsão da Matrix/DNA: as duas tampas não abrem e se fecham aleatóriamente ou ao mesmo tempo, mas sim alternadamente. Quando uma está se fechando a outra deve estar se abrindo. E se uma tampa fica fechada por 10 segundos, a outra deve ficar aberta tambem por dez segundos. Porque? Ora os dois barris com tampas abrindo e fechando são uma réplica dos balões de Yukawa, conforme artigo que publiquei antes aqui. Êles já existiam nos nucleos dos átomos a 13 bilhões de anos atrás e são os responsaveis pela conexão entre proton e neutron. No buiding block de galaxias pode se ver facilmente os dois barrís quando traçamos uma linha imaginaria transversalmente horizontal na espiral galáctica, dividindo-a em dois cones, os barrís celestes. É facil perceber que quando o fluxo de matéria/energia se encontra formando o cone da base é produzida uma fôrça centrifuga abrindo a bôca do cone e expulsando o fluxo na direção do cone no tôpo. Quando tôda a matéria é emitida o cone se fecha e desaparece até a próxima reciclagem, mas antes abrindo a área do cone no tôpo para o fluxo entrar movida pela fôrça centripeta dêste. A matéria burra da Terra não inventou nada, o mecanismo de extraordinária engenharia está aí no céu para qualquer um que tenha olhos de ver, que o veja.
Por trás de tôdos êles – de todos os vórtices, átomos, células, HSP60, proteínas – e presente nos 13,7 bilhões de anos dêste Universo, está a fórmula da Matrix/DNA.
Os homens não inventaram os vestiários nas lojas para venderem roupas da moda. Os vestiários já existiam nas células, criados pelos genes. Mas os genes não inventaram os vestiarios nas células, pois eles já existiam na galáxia. Mais exatamente existiam em LUCA. E pode ter certeza que LUCA não foi o inventor de vestiários. De alguma maneira eles existem nos átomos que formaram as galaxias. Mas tambem não foram os átomos… Os balões de Yukawa surgiram no Universo na forma dos turbilhões vazios e imateriais que “criaram” a matéria. Dentro dêste Universo tudo o que existe não precisou de inventores, mágicos. Tudo veio por um processo natural desde algo ou alguem que existia antes do Big Bang e deve existir naturalmente alem dêste Universo material. Tem que ser um Sistema, e Natural, que se reproduz genéticamente através de ovos cósmicos, mas pode ser uma Inteligência, um moleque-deus brincando de fazer softwares com bits quanticos vivos que geram consciências através de Universos.
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segunda-feira, agosto | 8 | 2011
( Artigo em construção)
Meu passa tempo preferido para livrar a mente das preocupações mundanas é montar quebra-cabeças, como tem na Internet muitos ”jigsaw”, em Inglês. Na nossa vida prática me parece que essa ocupação de montar quebra-cabeças foi a maldição sôbre Adão, pois o que determina se a Humanidade vive bem ou mal é sua capacidade de fazer mais rápido e montar o mais certo possível o quebra-cabeças que o mundo representa. Os pobres não tem tanta dessa liberdade de livre-arbitrio de observar o mundo, analizar e escolher o que fazer, mas os ricos para investirem e manterem seus patrimonios sabem muito bem o que estou dizendo. Um quebra-cabeças negligenciado ou mal montado – como por exemplo o quadro geral do planeta Terra no sistema solar – foi a causa do êrro nas influências humanas no aquecimento global agora.
Nascemos destinados a montar quebra-cabeças desde que as questões mais fundamentais em nossa mente nos leva a fazer isso: O que somos, quem somos, para que estamos aqui, de onde viemos, o que é a Vida, como a Vida apareceu no planeta Terra? É nesta ultima pergunta que entra êste tema da origem e evolução das células – constante na apostila escolar – por que na verdade a primeira célula foi o primeiro ser vivo completo que apareceu, portanto é a questão da origem da Vida, o primeiro ato e instante que começou a construção do corpo que temos.
Mas nêste quebra-cabeças da Vida o homem tem ainda muitas poucas peças, nenhuma idéia do que será o quadro final. Pois êste quadro tem que ser a figura do estado do mundo, ao menos do sistema solar, a 4 bilhões de anos atrás. Como era o mundo naquela época? Quem ou o que estava aqui?! Quais os elementos e substâncias existiam, quais os ingredientes continha a superficie da Terra? Quais as forças físicas atuavam sôbre estes ingredientes, além das descargas elétricas dos raios nas tempestades, da energia solar? Alguma coisa, alguma semente, veio de outra parte, trazida por alguém?
Hoje qualquer pessoa que sai do ginásio pode montar seu quebra-cabeças a seu modo, fazer sua teoria, pois na escola se aprende que os ingredientes que compoem os corpos vivos e deviam existir naquela época são poucos, assim como as forças fisicas, mas tem aqueles que não querem nem pensar nisso e se apegam a uma solução cômoda: foi Deus. Mas aí está a armadilha como tem mostrado as experiencias da vida, como aquelas mulheres e crianças cristãs que preferiram a comoda alternativa de acreditaram no seu Deus criador e salvador e foram comidos por leões na arena de Nero, o que evidenciou que seu mundo e sua crença estava tôda errada. Porem tambem tem aqueles que se recusam a raciocinar e deixam a solução para outros que empregam maior parte de seu tempo neste quebra-cabeças, como os filósofos e cientistas, mesmo que estejam ultrapassados pelas evidencias atuais: estes tambem caem nas armadilhas da Natureza como o aquecimento global, a epidemia da Aids, etc.,para só então descobrirem que seus mestres estavam errados. Êste tema é crucial, fundamental, para determinar seu destino, êle não pode ser deixado para outros resolverem, pois ninguem sabe quase nada, as peças que temos são poucas, e talvez você é justamente a pessoa que nasceu com o cérebro hard-wired mais adequadamente para elaborar o melhor quadro possivel nas condições atuais. O processo criador da Vida e o processo de sua evolução contem as forças e os mecanismos que faltam para nossas tecnologias nos libertarem do trabalho escravizante, para combater-mos nossos terroristas-virus inimigos mortais, para saber-mos namorar nosso planeta e o mundo cortejando-o para que êle nos aceite, nos permita continuar vivendo e nos trate melhor. Não neglicencie sua meditação neste quebra-cabeças, não deixe essa tarefa para outros que em nada são superiores a você e nada mais viram do que você tem visto, não confie em quem contou a milhares de anos atrás fábulas de deuses mágicos na Terra assim como hoje tem alguem escrevendo livros sôbre as fábulas de Harry Potter, e claro, não se deixe influenciar pela teoria dêste autor tambem, apenas analize se não tenho razão quando peço para fazeres uma pausa na corrida da vida materialista e pensar comigo neste assunto que está atuando sôbre nós hoje e sempre estará.
Ao lado da corrente dos pensamentos misticos dos religiosos tem existido as correntes dos naturalistas, racionalistas, os quais acabaram por conquistar o dominio das escolas e produzir este texto da apostila escolar. Mas êles começaram com os filósofos gregos que no inicio montaram seu quebra-cabeças cujo quadro final sugeria a geração espontanea da Vida: bastaria deixar lixo ou uma camisa suada num canto qualquer e os micróbios começariam a aparecer daqueles ingredientes. Porem o tempo foi passando e a cada intervalo se descobriam mais dados sobre a Vida, surgiu as lentes e o microscópio, o quebra-cabeças têve que ser refeito. Hoje – a julgar pelo texto desta apostila – a idéia de geração espontanea praticamente continua, apenas o “espontaneo” foi ampliado para alguns bilhões de anos e os processos foram mais detalhados. Será mesmo? Não existirá nêste mundo dimensões mais profundas de fenomenos que nossos pobres sentidos e mecanicos instrumentos cientificos não estão captando, os quais estariam por trás da criação da Vida e, portanto, faria essa idéia de “espontaneo” desaparecer ou virar de cabeça para baixo? Veja como apenas recentemente descobrimos a dimensão dos fenomenos quanticos e quanto ela está mudando os quebra-cabeças formulados antes.
Bem…, a partir de agora vamos ler e analizar o texto acadêmico e nas entrelinhas as interrupções que fiz para incluir os comentários da cosmovisão da Matriz/DNA. É quando você se depara com dois ou mais pontos de vista diferentes e tem que ser o juiz, dois ou mais quadros montados teóricamente por métodos diferentes, que você percebe a sua potencialidade para atuar, participar, e até elaborar seu próprio quadro, o qual poderá te ajudar a tomar as decisões mais acertadas nos problemas da sua vida. Lembre-se que o Universo é demasiadamente gigantesco, que sempre estamos descobrindo novas dimensões antes não imaginadas, que não sabemos ainda calcular a evolução de frentepara trás para saber o que era e como estava o mundo na época que a Vida surgiu, que temos talvez não mais que 10% das peças dêste quebra-cabeças, portanto, qualquer quadro que te apresentem pode ter 90% de êrros e superstições.
Origem e Evolução das Células
http://www.4shared.com/document/aUarhHvk/Orgem_e_evoluo_das_clulas.html
Admite-se que o processo evolutivo que originou as primeiras células começou na Terra a aproximadamente 4 bilhões de anos. Naquela época, a atmosfera provavelmente continha vapor d’água, amônia, metano, hidrogênio, sulfeto de hidrogênio e gás carbônico. O oxigênio livre só apareceu muito depois, graças à atividade fotossintética das células autotróficas.
Há 4 bilhões de anos, a superfície da Terra estaria coberta por grande quantidade de água, disposta em grandes “oceanos” e “lagoas”. Essa massa líquida, chamada de caldo primordial, era rica em moléculas inorgânicas e continha em solução os gases que constituíam a atmosfera daquela época. Sob a ação do calor e da radiação ultravioleta, vindos do Sol, e de descargas elétricas, oriundas das tempestades que eram muito freqüentes, as moléculas dissolvidas no caldo primordial combinaram-se quimicamente para constituírem os primeiros compostos contendo carbono. Substâncias relativamente complexas como proteínas e ácidos nucléicos, que, nas condições terrestres a mais, só se formam pela ação das células ou por síntese nos laboratórios químicos, teriam aparecido espontaneamente, ao acaso. Esse tipo de síntese, realizada sem a participação de seres vivos, é denominada prebiótica, e já foi demonstrado experimentalmente que ela é possível. O acúmulo gradual dos compostos de carbono foi favorecido por três circunstâncias: (1) a enorme extensão da Terra, com grande variedade de nichos, onde provavelmente ocorreu a formação de moléculas que foram mantidas próximas umas das outras e, certamente, diferentes das existentes em outros locais; (2) o longo tempo, cerca de 2 bilhões de anos, período em que ocorreu a síntese prebiótica no caldo primordial; e (3) a ausência de oxigênio na atmosfera, já mencionada, e importante porque assim as moléculas neoformadas não foram logo destruídas por oxidação. Na atmosfera amai da Terra, a síntese do tipo prebiótico é impossível.
Comentário da Matriz/DNA:
Vemos aqui o famoso “salto inicial sôbre o abismo do principio”. Como o vemos em qualquer religião e isto é inevitável pois o homem não sabe o que existiu e aconteceu remoto. Note que o texto diz claramente que “o processo evolutivo … começou na Terra…” Mas o que é “evolução”? Porque e para que ela existe e porque não existia antes na matéria? Não existe nenhum dado atestando esta afirmação, então porque o pensamento racionalista teria que admitir isto que não passa de uma hipótese? Você pode mesmo acreditar que essa coisa abstrata, conceptual, mas que é uma força atuante na história dos seres vivos, denominada “evolução”, teria sido inventada pela matéria estúpida de um planetinha que não passa de um ponto perdido no espaço sideral?! Esta questão é crucial pois ela tem impedido que o raciocinio humano dos jovens educados nos bancos escolares, quando se tornam adultos pesquisadores, procurem o processo da evolução tal como está elaborado Darwiniamente (com seleção natural, adaptação, etc.), no mundo daquela época e nos tempos anteriores. De onde veio essa a evolução, ela seria a mesma que Darwin pensou, ou ela não foi inventada aqui e veio contendo algo mais que ainda não descobrimos?
( continuará êste comentário )
Texto Escolar:
É provável que no caldo primordial tenham surgido polímeros de aminoácidos e de nucleotídeos, formando-se assim as primeiras moléculas de proteínas e de ácidos nucléicos. Todavia, somente ácidos nucléicos são capazes de autoduplicação, e a demonstração experimental recente de que, em laboratório, moléculas de RNA simples são capazes de evoluir para moléculas mais complexas, sem auxílio de proteínas enzimáticas, faz supor que a evolução começou com moléculas de RNA. Como será visto adiante, no Cap. 3, o RNA pode ter atividade enzimática, propriedade que já se pensou ser exclusiva das proteínas. Aparecidas as primeiras moléculas de RNA com capacidade de se multiplicarem e de evoluir, estava iniciado o caminho para as primeiras células. Porém, era necessário que o sistema autocatalítico ficasse isolado, para que as moléculas não se dispersassem no líquido prebiótico. Provavelmente ao acaso, formaram-se moléculas de fosfolipídios que, espontaneamente, constituíram as primeiras bicamadas fosfolipídicas, e estas podem ter envolto conjuntos de moléculas de ácidos ribonucléicos, nucleotídeos, proteínas e outras moléculas. Estava, assim, constituída a primeira célula, com sua membrana fosfolipídica. Os fosfolipídios são moléculas alongadas, com uma cabeça hidrofílica e duas cadeias hidrofóbicas. Quando estão dissolvidas em água, as moléculas de fosfolipídios se prendem por interação hidrofóbica de suas cadeias e constituem bicamadas espontaneamente, sem necessidade de energia.
Os dados hoje disponíveis permitem supor que, em seguida ao ácido ribonucléico (RNA), deve ter surgido o ácido desoxirribonucléico (DNA), formado pela polimerização de nucleotídeos sobre um molde (template) de RNA, e os dois tipos de ácidos nucléicos passaram a determinar os tipos de proteínas a serem sintetizada.
Aparelho criado por Stanley L. Miller para demonstrar a síntese de moléculas orgânicas, sem a participação de seres vivos (síntese prebiótica), nas condições da atmosfera terrestre há cerca de 4 bilhões de anos. O aparelho continha vapor d’água, proveniente do aquecimento do balão inferior. Pela torneira superior esquerda introduziam-se, na coluna, metano, amônia, hidrogênio e gás carbô-nico. Ao passar pelo balão superior direito, a mistura era submetida a centelhas elétricas. A mistura tornava-se líquida no condensador e era recolhida pela torneira inferior. Observou-se que esse líquido continha diversas moléculas de compostos de carbono (orgânicas), inclusive aminoácidos.
Considerando a enorme variedade de proteínas celulares, formadas por 20 monômeros diferentes (os 20 aminoácidos), é pouco provável que todas as proteínas se tenham formado por acaso. A síntese das proteínas deve ter sido dirigida pelos ácidos nucléicos, com eliminação das proteínas inúteis, pelo próprio processo evolutivo.
É razoável supor que a primeira célula que surgiu era estruturalmente simples, certamente uma procarionte heterotrófica, e, também, que essa célula foi precedida por agregados de RNA, DNA e proteínas, envoltos por bicamada de fosfolipídios. Esses agregados continuaram o processo evolutivo iniciado pelas moléculas de RNA, e deram origem às primeiras células, que devem ter sido procariontes estruturalmente simples.
Como essas primeiras células procariontes eram heterotróficas e, portanto, incapazes de sintetizar compostos ricos em energia (alimentos), o processo evolutivo teria sido interrompido pelo esgotamento dos compostos de carbono formados pelo processo prebiótico, nos nichos onde surgiram as células primordiais. Essas primeiras células, além de procariontes e heterotróficas, eram também anaeróbias, pois não existia oxigênio na atmosfera. Teria sido difícil sustentar o processo evolutivo das células primitivas, se elas tivessem permanecido dependentes, para sua nutrição, das moléculas energéticas formadas por síntese prebiótica no caldo primordial.
A manutenção da vida na Terra dependeu, então, do aparecimento das primeiras células autotróficas, ou seja, capazes de sintetizar moléculas complexas a partir de substâncias muito simples e da energia solar. Admite-se que tenha surgido, em células procariontes, um sistema capaz de utilizar a energia do Sol e armazená-la em ligações químicas, sintetizando assim alimentos e liberando oxigênio. Esse novo tipo celular seria provavelmente muito semelhante às “algas azuis” ou cianofíceas, que são bactérias ainda hoje existentes. Iniciou-se, assim, a fotossíntese, que ocorreu graças ao aparecimento, nas células, de certos pigmentos, como a clorofila (pigmento de cor verde), que capta as radiações azul e vermelha da luz do Sol, utilizando sua energia para ativar processos sintéticos.
O oxigênio liberado pela fotossíntese realizada pelas bactérias autotróficas foi-se acumulando na atmosfera. Isso veio a produzir grandes alterações na atmosfera, pois as moléculas do gás oxigênio (02) se difundiram para as alturas mais elevadas da atmosfera, onde se romperam sob ação da radiação ultravioleta, originando átomos de oxigênio, muitos dos quais se recombinaram para formar ozônio (03), que tem grande capacidade de absorver o ultravioleta. Desse modo, formou-se, pouco a pouco, uma camada de ozônio que protege a superfície da Terra contra a radiação ultravioleta, mas que é transparente aos comprimentos de onda visíveis.
O início da fotossíntese e as modificações da atmosfera foram de grande importância para a evolução das células e das formas de vida hoje existentes na Terra. Graças à fotossíntese, surgiu o oxigênio na atmosfera, e isso permitiu o aparecimento de células aeróbias, ao mesmo tempo que criou uma cobertura protetora de ozônio nas camadas superiores da atmosfera. As bactérias anaeróbias ficaram restritas a nichos especiais, onde não existe oxigênio.
Supõe-se que o passo seguinte no processo evolutivo, depois das células procariontes autotróficas, foi o aparecimento das células eucariontes. Tudo indica que as células eucariontes, ca-racterizadas por seu elaborado sistema de membranas, se tenham originado a partir de procariontes, por invaginações da membrana plasmática, que foi puxada por proteínas contrateis previamente aparecidas no citoplasma – Hipótese Autogênica. Essa hipótese é apoiada pela observação de que as membranas intracelulares mantêm, aproximadamente, a mesma assimetria que existe na membrana plasmática.
A face das membranas internas que está em contato com o citossol (matriz citoplasmática) assemelha-se à sua equivalente na membrana plasmática, e o mesmo acontece com a face voltada para o interior dos compartimentos intracelulares, que tem semelhança com a face externa da membrana plasmática.
A interiorização da membrana foi fundamental para a evolução das células eucariontes, pois formaram diversos compartimentos intracelulares, como o retículo endoplasmático, endossomos, lisossomos e aparelho de Golgi, que são microrregiões, cada uma com sua composição enzimática típica e atividades funcionais específicas. Esta separação molecular e funcional aumenta muito a eficiência dos processos celulares.
Essa hipótese é apoiada pela observação de que as membranas intracelulares têm constituição molecular muito semelhante à da membrana plasmática.
Há evidências sugestivas de que as organelas envolvidas nas transformações energéticas, cloroplastos e mitocôndrias, se originaram de bactérias que foram fagocitadas, escaparam dos mecanismos de digestão intracelular e se estabeleceram como simbiontes (endossimbiontes) nas células eucariontes hospedeiras, criando um relacionamento mutuamente benéfico e que se tornou irreversível com o passar dos anos, devido a mutações ocorridas no endossimbionte (chama-se endossimbionte a um simbionte intracelular) – Hipótese Endossimbiótica. As principais evidências a favor dessa hipótese são:
Mitocôndrias e cloroplastos possuem um genoma de DNA circular, como o das bactérias. Essas organelas têm duas membranas, sendo a membrana interna semelhante, em sua composição, às membranas bacterianas, enquanto a membrana externa, que seria a parede do vacúolo fagocitário, assemelha-se à membrana das células eucariontes hospedeiras.
Além disso, simbiose entre bactérias e células eucariontes continua acontecendo, sendo inúmeros os casos atualmente existentes.
Ao longo da evolução, tanto as mitocôndrias como os cloroplastos foram perdendo seu genoma para o núcleo da célula hospedeira, tornando-se dependentes do DNA dos cromossomos das células hospedeiras. A maior parte das proteínas das mitocôndrias e dos cloroplastos é codificada por RNA mensageiro proveniente do núcleo celular, sintetizadas nos polirribossomos da matriz citoplasmática e, depois, transferidas para dentro das mitocôndrias e cloroplastos.
Como teriam surgido as células eucariontes?
O aparecimento das células eucariontes, durante o lento processo evolutivo, é um aspecto de difícil elucidação, principalmente porque não existem hoje células intermediárias entre procariontes e eucariontes, o que facilitaria a elucidação dessa modificação evolutiva.
Parece claro que, embora as mitocôndrias e os cloroplastos sejam derivados de células procariontes, é difícil imaginar a formação de uma célula eucarionte pela simples união entre duas células procariontes típicas. Uma delas deve ter sofrido modificações evolutivas que não foram conservadas nas células procariontes atuais. E possível que as células eucariontes tenham evoluído gradualmente, na seqüência exposta a seguir (Fig. 1.12).
Uma célula procarionte heterotrófica e anaeróbia, já com o sistema DNA-^RNA-»Proteína funcionando, teria perdido a parede celular e, aos poucos, aumentado de tamanho e formado invaginações na membrana plasmática. Admite-se que, nessas reentrâncias, acumularam-se enzimas digestivas que permitiram uma melhor digestão das partículas de alimentos.
Desenho esquemático mostrando a teoria da origem bacteriana das mitocôndrias, por endossimbiose. Células eucariontes anaeróbias, primitivas, teriam fagocitado bactérias aeróbias. Estas, de algum modo, escaparam à digestão intracelular e estabeleceram inter-relações mutuamente úteis com as células hospedeiras, que assim se tornaram aeróbias. Ao mesmo tempo, as bactérias, entre outras vantagens, receberam proteção e alimentação em sua nova localização no citoplasma da célula hospedeira.
Então, algumas invaginações se desprenderam da membrana, formando vesículas membranosas que deram origem ao sistema lisossômico, às vesículas precursoras do retículo endoplasmático, e levaram para a parte profunda da célula o DNA que estava preso à membrana plasmática. Com o aparecimento de oxigênio na atmosfera, devido às bactérias fotossintéticas, devem ter surgido os peroxissomos defendendo as células contra a ação deletéria de radicais livres contendo oxigênio. Houve um aumento de DNA, paralelo à crescente complexidade celular, e esse DNA, constituído de longas fitas, foi concentrado em cromossomos, que foram segregados dentro do núcleo delimitado pelo envoltório nuclear que se formou a partir do material membranoso vindo da superfície celular. Houve também um desenvolvimento do citoesqueleto, com o aparecimento de microtúbulos e aumento na quantidade de microfílamentos. A medida que a concentração de oxigênio foi lentamente aumentando na atmosfera, as células que incorporaram procariontes aeróbios predominaram por seleção natural, por duas razões: a respiração aeróbia é muito mais eficiente e, além disso, gasta oxigênio, diminuindo a formação intracelular de radicais livres (radicais de oxigênio). Estes radicais oxidantes danificam muitas macromoléculas, podendo prejudicar o funcionamento das células. A endossimbiose (simbiose intracelular) de procariontes aeróbios deu origem às mitocôndrias, organelas com duas membranas, sendo a interna da bactéria precursora e a externa da célula eucarionte que estava em formação. Provavelmente, os cloroplastos se originaram de maneira semelhante, também por endossimbiose, porém de bactérias fotossintéticas. Ao longo da evolução, houve transferência da parte do genoma dos cloroplastos e mitocôndrias, para os núcleos celulares. Mas os cloroplastos transferiram menos DNA, em comparação com as mitocôndrias. É possível que a endossimbiose das mitocôndrias tenha ocorrido antes da endossimbiose que originou os cloroplastos.
Fonte:
http://www.anossaescola.com/cr/webquest_id.asp?questID=1413
www.scolaary.com.br
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sábado, março | 21 | 2009
Por favor, se interessar, clique nas figuras para ver as legendas, enquanto não consigo resolver êste problema técnico)
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 Célula Animal e Vegetal em Imagem Comparativa

O primeiro ser vivo que surgiu na superficie dêste planeta foi uma célula, ou seja, um sistema celular completo com tôdas as organelas capazes de realizar tôdas as propriedades vitais. Mas porque surgiram duas formas diferentes de célula, de maneira que uma deu origem a êsse imenso reino vegetal e a outra a a êsse igualmente imenso reino animal? Procurei saber de professores mas sempre desviam a pergunta para responder como é a diferença entre as duas e não respondem o porque das diferenças. Apenas nos modêlos da Teoria da Matrix/DNA existe uma explicação, muito lógica e racional, penso eu, mas claro, como se trata de uma teoria, vamos continuar a pesquisar êsse mistério.
Quem criou a primeira célula, ao menos no planeta Terra, foi o planeta Terra, ou algo dentro dêle, ou algo fora dêle, ou algo que está dentro dêle e fora dêle ao mesmo tempo. Alguma dúvida até aqui? Acho que não, mas se alguem a tem, gostaria de saber a causa da dúvida. Não vale contra-argumentar com crenças em coisas super-naturais aqui, pois aí saio fora da discussão.
Se alguem defender a primeira alternativa, a de que foi o planeta Terra inteiro que convergiu com todos seus constituintes para essa criação, terá que apresentar um modêlo do planeta no seu estado evolutivo a cêrca de 3 bilhões de anos atrás, ou outra data momentos antes das origens da primeira célula completa. Êste modêlo terá que conter todos os fenômenos contidos na primeira célula, em seus estados menos evoluídos, e mostrar quais foram os processos que atuaram para transformar aquêles estados menos evoluídos daquêles fenômenos nos estados evoluídos dos fenômenos celulares. O que existia no planeta antes da origem da vida que se parecia com uma mitocondria e atuava como uma mitocondria? O que existia que se reproduzia pela meiose? E assim por diante.
Claro que a Ciência acadêmica responderia que tudo isso veio do reino da química, mais exatamente da quimica orgânica. Depois vão reduzir a quimica organica à inorganica e assim apresentar os principios de tudo na matéria inanimada do planeta. Quais foram as fôrças e elementos da materia inanimada do planeta que produziram quais reações quimicas que mais tarde produziram o fenômeno sexual? Ou a engenharia do aparelho digestivo?
Acho que ninguem – alem de mim na Matrix/DNA – tem procurado responder estas questões, talvez nem mesmo sequer pensado nestas questões. Ao menos tenho procurado nas bibliotecas e nada encontrado. E porque não? Porque a quimica seria mágica. Mas não a maior mágica terrestre, pois esta foi a biologia, que criou coisas espetaculares que jamais existiram antes no Universo. Para mim, que experimentei afastar o conhecimento da civilização e buscar um aprendizado na natureza primitiva da selva, na minha cabeça não existia as palavras “quimica” e “biologia” quando estava fazendo minha investigação na selva, o que existia no meu raciocinio era apenas a matéria e seus processos. Estas palavras são criações dos humanos nas cidades que para mim nada diziam. Portanto nunca pude desviar o raciocinio da matéria para encontrar “nomes mágicos”, pois no meu mundo apenas existia a normal correnteza de causas e efeitos que meus sentidos percebiam.
As células são as unidades estruturais das plantas e animais, os tijolinhos básicos dêstes edifícios que são os nossos corpos como seres vivos. Mas basta olhar para um elefante ao lado de uma árvore para se ficar admirado como o mesmo tijolinho inicial – a primeira célula que surgiu na Terra – fêz coisas tão diferentes entre si! Como e porque, em dado momento, a célula inicial se dividiu em duas diferentes, como se uma escolhesse seu futuro indo para o sul e a outra na direção do norte?!
Bem,… as que foram por um caminho foram se transformando, tornando-se mais complexas e poderosas e hoje chegam a constituir gigantescas árvores, como as castanheiras, as sequóias! As que foram pelo outro caminho se transformaram ainda mais e tornaram-se mais complexas e chegaram ao tamanho dos dinossauros e à inteligência do homem.
Ok … A maioria das pessoas de hoje têm a vida muito ocupada com os afazeres diários, estudos, video-games, etc., por isso elas olham para êste mundo como êle é e ponto final, não perdem tempo com elocubrações mentais se perguntando porque, de onde, diabos, veio isso tudo? O nosso método cientifico reducionista moderno está mais preocupado em resolver problemas imediatos que dêm lucro, que buscar as respostas aos porques, procurando chifres em cabeça de cavalos.
Mas eu acho que em algum lugar aí fora do meu mundinho tem gente quase como eu, que tem a vontade e consegue escapar da vida mundana para curtir seus pensamentos intimos pensando mais profundamente sôbre a vida e a existência. E quando se presta atenção a detalhes do mundo que os normais desprezam, começamos a suspeitar que o mundo material imediato e perceptivel – apesar de largamente anunciado pelos cientificistas que as Ciências Naturais já sabem tudo do nosso mundo médio, faltando agora apenas desvendar algumas coisas do micro e macro cosmos – por si só não possui os recursos que foram necessários para fazerem certas coisas acontecerem. Aqui nós tambem – os “raros inquietos” – nos dividimos como fêz a primeira célula. Uns escolhem o caminho que sugere existirem fôrças supernaturais atuando no nosso mundo, e vão avançando tanto por este caminho que passam mesmo a acreditar em entidades supernaturais, como deuses, etc. Outros escolhem outro caminho, o de suspeitar que o mundo material contem muito mais recursos do que os que conhecemos, sejam vindos dos invisiveis micro e macro cosmos, ou das ondas invisiveis de luz, vibrações e estas coisas tôdas ainda não bem entendidas que não captamos com nosso complexo sensorial mas vemos seus efeitos no mundo real.
E o que tem isso a ver com a pergunta: como e porque a célula inicial se dividiu em duas a ponto de uma se tornar uma gigantesca castanheira e a outra numa girafa que estica o pescoço para tentar no alto, alcançar as fôlhas destas árvores? Tem tudo a ver, mas calma lá…
Eu saí fora da vida normal mundana e caí no reino dos raros inquietos, acho que um pouco por vontade própria e um muito porque fui na verdade expulso para fora da civilização. Sabe como é… fiquei órfão sem familia aos três anos, fiquei fisicamente raquitico e feio, era um pêso e significava problemas para quem me visse e assim era afastado para os guetos. Acabei fugindo para o meio da selva viver com cobras e macacos que tambem não gostaram de dividir seus territórios comigo mas ali eu tinha alguns predicados que me davam alguma fôrça para impor-me e manter o meu território, só meu. E ali eu tinha muito tempo para escapar do mundo material e ficar com meus pensamentos intimos perguntando o porque das coisas serem como são. Mas é claro: eu só conhecia a metade feia do mundo e não poderia aceitar sequer a hipótese de que haveria algo supernatural e inteligente e bondoso por trás dos fenômenos observados no mundo como acreditaram aquêles que davam bolas ao pensamento na civilização mas que tambem conheceram a outra metade bela do mundo. Então eu escolhí ou fui conduzido pelo caminho e método extremamente materialista que exibe respostas aos porques baseadas nos recursos materiais do mundo.
Por exemplo, na selva eu coçava o cocuruto quando olhava para uma capivara ao lado de uma castanheira e me perguntava como uma unica célula inicial produziu duas coisas tão diferentes. Quando eu saía do meu casulo e ia para o lugar dos feios e desventurados que buscavam ouro na selva para retornar triunfantes na civilização, como era a mina de Serra Pelada, e dava uma esticada até a cidade de Marabá, comprava livros, um monte dêles (arrumei até uma luneta para ver o céu e um microscópio rudimentar para observar a lama dos pantanos e cada fôlha ou bichinho que atravessava meu caminho), muitos cadernos e tons of canetas, lápis de cor para desenhos e voltava correndo para meu casulo, desenhar as cenas que só eu via na escuridão e no coração da selva. Sei que será fantasia dizer isto, mas seis ou sete anos depois fiquei tão anormal e psicótico que acreditei que desenvolví uma espécie de empatia para com as coisas da selva, que eu entrava nos corpos das árvores e dos bichos e penetrava com visão microscópica até suas células e átomos para entende-los e me pegava ás vêzes na minha rêde de dormir a sonhar que conversava com um espirito selvagem que sentia emanar da selva. Outras noites ao anoitecer eu apontava a luneta para o céu e ficava horas observando o céu limpido e admiravelmente estrelado visto da selva e me perguntando – de onde, diabos, veio tudo isso?! E adormecia sonhando que falava com estrêlas, galáxias, até ter pesadelos acordando de repente com a cena de estar explodindo junto com o Big Bang – influencia dos livros de Ciências que roubava da biblioteca da universidade ou adquiria nas lojas onde não resistia a comprar os livros sôbre as grandes teorias cientificas: aliás, o método cientifico era uma das unicas coisas que apreciava da civilização dos homens lá fora, pois êle me esclarecia sôbre os recursos do mundo material e explicava muitas causas das coisas que eu queria entender. Mas a luneta mostrando o mundo estrelado à noite e o microscópio mostando o mundo invisivel e pequeno no dia começou a me fazer ficar obcecado por certos padrões comuns, como por exemplo, o mais grosseiro dêles , que é o fato dos building blocks do céu, os sistemas estelares, ser constituidos de nucleo e ter corpos na periferia, com a célula e átomos tambem terem nucleos e corpos na periferia. Porque corpos originados na Terra, com milhares de outras alternativas para escolherem, foram escolher seus building blocks exatamente à imagem e semelhanca do que suporta o Cosmos, e se os átomos surgiram primeiro, porque o sistema estelar imitou sua configuração, seu jeitão geral, e se a célula surgiu depois, porque ela imitou o jeitão do sistema solar?! Tinha que ter elos entre estes dois mundos, talvez os recursos pairando nos céus tivessem influenciado a divisão da célula inicial. Mas quais?!
As teorias cientificas recusavam ver os possiveis mas evidentes elos, era eu que estava no “wrong track”, estas teorias fantásticas diziam e eu abaixava a cabeça aceitando, afinal o que era eu, senão o patinho feio escondido na lata de lixo? Mas eu reagia de algum modo pois elas eram muito baseadas no desenvolvimento do raciocinio matematico, ao qual eu procurei entender um pouco como funciona. E acabei por afirmar a mim mesmo que tinha algo errado com as teorias porque a lógica matematica não poderia ser a lógica natural porque a Natureza criou coisas, como a reprodução de corpos, os pensamentos, etc, que foram saltos criando buracos dentro da lógica matematica. Quando a evolução dos répteis chegou aos dinossauros ela não seguiu a lógica do raciocinio matematico aduzindo complexidade e se dirigindo na direção do mamifero, mas ela, a evolução, ou seja, o normal fluxo dce causas e efeitos, descartou o dinossauro e regressou ao pequeno cyanodonte para dele chegar ao mamifero. Holes. buracos no nosso percebido espaço/tempo, não capturáveis pela lógica matematica por que esta é linear e não abre pausas para o espaço contrair e o tempo regredir do futuro em direçao do passado, mas nem por isso são buracos fantasmagóricos ou supernaturais, pois eles podem ser captados pela lógica da Razão se esta retornar ao seu reino real e não teórico. Eu podia estar no caminho errado, mas as evidências sugeriam que a civilização lá fora com sua poderosa inteligencia tambem estava num caminho errado. O reino real tinha que falar mais idiomas que a matematica. Mas quais? Eu perguntava às árvores e bichos da selva durante o dia e ao céu estrelado durante a noite.
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Então … porque a Natureza criou dois tipos diferentes de células e determinou que todas as futuras geracoes da celula vegetal ficariam plantadas, imoveis, recebendo seu alimento gratuitamente na boca, e todas as futuras geracoes da celula animal mover-se-iam, caminhando para “obter o pao com o seu suor”?!
Esta’ na resposta a esta questao um dos maiores indicios de qual o proposito da existencia do Homem na Terra. E queremos saber a explicacao, pois esse assunto e’ um dos mais importantes, ja’ que devido a essa obra da Natureza, consumimos a maior parte do nosso tempo trabalhando, cacando os recursos para satisfazer nossas necessidades, e muitas vezes alguns passam a vida toda torturados num trabalho indesejado. Enquanto isso a arvore frondosa nos espreita sempre de bracos cruzados… mas foi justo essa especie de maldicao sobre os seres do reino animal que salvou a vida da Matriz Universal, e esta especie de presente de grego ao reino vegetal que os condenou a se tornarem um beco sem saida determinado `a extincao.
A resposta surge quando observamos o corpo de LUCA (Last Universal Common Ancestor), o verdadeiro criador da Vida na Terra. (Infelizmente esta imagem das celulas nao esta’ terminada, pois falta inserir e enfatizar as setas que indicam o circuito sistemico, o qual fara o leitor imediatamente perceber a mesma configuracao da imagem de LUCA. Mas a inclusao das funcoes ao lado dos nomes de cada organela sao uteis nessa visualizacao). Enfim, resumindo a explicacao temos:
“LUCA era dotado do livre-arbitrio. E uma das importantes escolhas que ele podia fazer era algo entre estas duas alternativas:
1) Tornar-se um Sistema Natural Fechado em Si Mesmo: Esta alternativa implicaria em viver num paraiso, eternamente, pois teria o alimento gratuito, seria hermafrodita para poder viver 24 horas no orgasmo, mas com a disvantagem de ter que cortar relacoes com o mundo externo ao seu corpo, inclusive com qualquer outro ser vivente. Escolher esta alternativa seria a revelacao ou expressao maxima do egoismo e LUCA fecharia as portas `a Evolucao, tentando eternizar sua forma que certamente era uma forma provisoria;
2) Continuar como seus ancestrais, sendo um Sistema Aberto ao mundo, a outros seres, todas as vantagens e disvantagens que isto acarreta. Esta alternativa seria escolhida por uma personalidade nao-egoista, e manteria as portas abertas `a Evolucao.
LUCA, nosso ancestral, cujo DNA hoje e’ a nossa essencia, o que significa que LUCA era nos mesmos a 4 bilhoes de anos atras, escolheu a primeira alternativa. Basta uma rapida olhadela em sua anatomia e seu mundo para ver o paraiso, o manah caindo do ceu, o hermafroditismo e o total isolamento.
Mas LUCA errou num detalhe: eternidade. A Historia mostrou que LUCA como sistema fechado nao era eterno. No corpo do Homem hoje observamos o fenomeno em que, todas as informacoes particulares, especificas, de todas as celulas diferenciadas, inclusive das partes superficiais do corpo, sao resumidas numa miniatura denominada genoma, encontrado quase no centro do corpo de onde e’ emitido para gerar outro corpo humano. Pois com LUCA aconteceu algo similar. Coimo LUCA era um ser meio-mecanico/meio biologico, podendo tambem ser explicado pela mecanica Newtoniana, esse mesmo processo vai cahamar-se entropia, um principio da termodinamica. De alguma maneira, a materia da superficie do sistema, sutil e muito lentamente comecou a se decompor, a irradiar suas unidades que sao bits-informacao, mas como LUCA era uma ilha cercada pelo nada, e a materia necessita de um meio para se mover, estes bits nao eram lancados para o espaco externo, mas sim decairam na direcao do centro ou nucleo do corpo de LUCA. Por um processo mais complexo que descrevemos em outras partes deste website, estes bits, como unidades geneticas, quando em queda podiam encontrar obstaculos no meio do caminho, como por exemplo, um planeta. E aqui se juntaram. Como, na verdade, eram fragmentos do genoma de LUCA, quando expelidos tentaram fazer o mesmo que fazem no corpo humano, ou seja, reproduzi-lo. Reproduziram aqui na Terra, da melhor maneira possivel com novos materiais e num ambiente totalmente diferente, o corpo de LUCA, que resultou, em alguns lugares, no sistema celular vegetal e em outros, no sistema celular animal.
Mas a celula vegetal foi a reproducao mais bem sucedida, uma copia fiel, contendo como organelas todas as sete funcoes universais executadas pelos sete orgaos do corpo de LUCA. Por isso ela esta’ conectada direta mente ao Sol, de onde recebe o alimento e faz a fotossintese. Mas esta fidelidade ao seu progenitor significa tambem que ela herdou o mesmo carater: expressao maxima do “selfish gene”, so nao se tornou um sistema fechado perfeito porque isso era impossivel, mas mesmo assim, ligando-se com o planeta por baiso e a estrela por cima ela praticamente cria um circuito de sistema isolado e auto-reciclavel, ou seja, aquele em que os nutrientes sao produzidos e consumidos pelo circuito sistemico.
Quanto a celula animal, precipitou-se, ou foi abortada prematuramente, pois ainda nao havia recebido ou completado as constituicoes das ultimas pecas, que e’ o instrumento material da Funcao Universal n.6 e n.7, e saiu-se a mover. Como podemos ver no corpo de LUCA, a F6 e’ ocupada pela estrela, cuja versao terrestre e’ o cloroplasto, por isto o cloroplasto trabalha a energia da estrela. Os poucos “genes cosmicos” que havaim adentrado o corpo da celula animal, nao conseguindo completar-se como a organela cloroplasto, aderiram `a vizinha mitocondria, dando a esta um reforco tecnico que resultou numa melhor operacao e producao do ATP. Quanto aos genes da Funcao 7, que em LUCA produziu o cadaver estelar e correlato horizonte de eventos, ou por toda a regiao para onde e’ excretada a materia degenerada do cadaver, e cuja tarefa ‘e limpar o sistema dos detritos e tudo o mais inutil, vieram ainda em numero tambem pequeno e conseguiram apenas uma especie de caroco do que iriam fazer, que e’ a organela denominada lisossomo. Com a evolucao da primeira celula animal e sua culminancia atual na forma de corpo humano, este ainda ressente de um sistema escretor que mal funciona e mal desenhado, inclusive com baixa operacionalidade o que resulta em materia fecal retida no organismo, enquanto o vegetal nao tem esse problema.
Mas foi realmente uma maldicao o destino dado `a celula animal e a toda suas futuras geracoes? Penso que nao. Enquanto o reino vegetal nao tem como e nao quer evoluir, pois a facilidade da fotosintese o acomoda num modo super-especializado de ser, e portanto esta inexoravelmente condenado `a extincao, seja alntes por alguma causa ou entao quando o planeta mudar e nao mais suportar a vida, a celula animal sofreu, mas lutou e transcendeu ate chegar a constituir-se na especie humana. E como continua a manter as portas abertas `a evolucao, e’ possivel que jamais seja extinta, pois a humanidade pode emigrar quando o planeta mudar.
Voces devem ter notado a semelhanca desta historia com a fabula metaforica na Biblia, sobre Adao no Paraiso. Sim, mas este e’ assunto para outro artigo.
Tags: Animal, Celula, Evolução, genoma, LUCA, Vegetal Postedo na Celula, Evidências da Matrix/DNA, Evolução | 1 Comentário »
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