Archive for the ‘Pesquisas da Matriz’ Category

Caí no ostracismo. Porque me desconectei da força que levanta, a essência espiritual metafisica?

quinta-feira, maio 2nd, 2019

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( falta correcao ortografica)

Acabo de ter uma ideia que pode ser crucial na minha existência. Se antes eu conseguia, pela meditação ou ate nos momentos práticos da vida, me colocar mentalmente num estado solitário de comunhão com uma aura confortadora e benéfica metafisica, na qual pipocava como flashes a imagem Cristinica e seus significados no mundo mundano, onde conseguia meditar a captacao dos fotons livres, montar a aura matricial e com ela banhar o corpo – epoca em que nunca fiquei doente e vi milagres de curas de ferimentos – e conseguia na meditacao grandes insights que me levaram, por exemplo, a descoberta dos segredos na onda de luz, … porque, desde ha alguns anos, nunca mais consegui entrar em tal estado?

Antes a existencia tinha um proposito acima da vida e deste mundo, e eu me guiava por este proposito. Aconteceu de o mundo ficar sem proposito racional, inclusive, o proposito da reproducao genetica universal ficou tenue, balancando, flutuando, como uma imagem demasiado remota. O que sobrou? A indisciplina e abandono do ideal, do livro, da fundacao de uma nova escola do pensamento, e na vida pratica, a total inercia no ideal de descer aos bolsoes da periferia para reorienta-los sob uma nova visao do mundo. Sobrou a prostracao fisica, material, `a espera da morte. Apenas salvei o habito e gosto pela continuidade da aprendizagem, mas sem norte nenhum, apenas aprendizagem e busca do conhecimento pelo conhecimento fechado em si mesmo, atividade com que tenho consumido meus dias e noites.

Porque? O que aconteceu?!

De maneira que hoje rejeito a possível existência daquele estado mental metafisico, acreditando que na verdade nunca existiu, que teria sido apenas meus devaneios?

Bem… acho que a causa foi a quebra total de contacto tanto com pessoas que mantinham no ar o aspecto metafisico ( que eram poucas, quase inexistentes, mas me refiro, por exemplo, ao ouvir um sermao de um padre numa igreja), quanto com leituras, palestras, etc que mantinham o metafisico sobrevivendo no ar. Passei a rejeitar pulando imediatamente qualquer texto ou fala que invoque a espiritualidade, a metafisica. E entrei fundo no materialismo cientifico, nos textos e no contacto, atraves dos debates virtuais, com pessoas exclusivamente materialistas.

se antes eu era movido nao apenas pela esperanca, mas pela crenca mesmo, que seria possivel adentrar o reino ou dimensao do softeware natural, com sua substancia de atuto-consciencia cosmica e espiritual, eu perdi a esperanca e passei mesmo a crer que ela nao pode acontecer comigo. Ou melhor, antes eu suspeitava de que era assistido e de alguma forma ajudado pelo aspecto software, agora parece que tenho certeza que isso nao acontece.

Mas de onde tirei esta certeza? Das cabecas dos outros, meu ultimo circulo de contactos e autores? Isto foi uma estupidez, pois como pude deixar minha visao do mundo ser abafada por outras visoes de mundo de individuos exatamente como eu?

O ultimo topico que tenho refletido nos ultimos foi exatamente obtido de um destes individuos: Neil Tyson em ” Se o Universo tem um proposito em relacao a nos, é o proposito de nos matar”. E este tipo de visao de2 mundo niilista que tenho selecionado de uns anos para ca. Ainda relutei em aceitar buscando na natureza pelo velho metodo um quadro que sugerisse o contrario, que mantivesse o alento metafisico como uma -ossiblidade de proposito, e invoquei a imagem da criatura nascendoo no univers-corpo de uma mulher. Mas meu ego tende a selecionar a hipotese Tyson, ao menos e esta que me dirigiu fisicamente no dia-a sia-seguinte indisciplinado e prostrado. nao tive o menor alento de escrever uma frase no livro.

Racionalmente tenho agido errado. Sei que existem mais dimensoes na realidade, nas quais tudo e possivel, inclusive o metafisico. E o estado metafisico me fazia bem. Agora por mais que as vezes tente a ele retornr, o estado mterialista vence e inibe a tentativa.

O fato fundamental, logico e racional que sobra disso tudo e que, mantndo-me assim assinei minha derrota definitiva. E’ ficar com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar e mais nada.

Minha burrice, minha estupidez, minha fraqueza de carater. Acomodacao no pasto com boa grama para pastar e sombra para dormir. mesmo que o metafisico observador de nos e nosso mundo nao exista, tenho qe acreditar que existe, pois isto sginifca continuar respirando, transpirando, vivendo, saindo do pasto. Tenho que buscar e dirigir toda enertgia possivel nas meditacoes e revisitar meus fotons para chegar a antiga aura de onda de luz cointendo a matrix universal. E um pai natural quase tao inutil como o pai carnal, mas que esta por aqui, por perto, e quando menos espero no fundo do poco em Londrina, me abre as portas para chegar na America. Burrice rejeitar esse suporte.

O sdesenho abaixo sugere a nova orientacao a seguir:

Eu estou vivendo como uma trindade. Vivo o mundo humano, o mundo natural, e o ego – a alma. No meu desenho atual, a imagem deve ser modificada. A palavra alma sobe para o centro do circulo horizontal, onde esta a cruz, retirando-a da imagem, e a palavra Deus desaparece. estou vivendo a trilogia, porem, apenas dentro do circulo horizontal. Perdida a vertical que unia a alma individual à universalidade do espírito divino, o singular ao Singular, perdia junto com ela o sentido de escala, o senso das proporções e das prioridades, que poderia ter levado a encontrar o pratico na teoria, e me voltei para a política,  de modo que as ideologias tendem a ocupar totalitariamente o cenário inteiro da vida espiritual e a negar ao mesmo tempo a totalidade metafísica e a unidade do indivíduo humano, reinterpretando e achatando tudo no molde de uma cosmovisão unidimensional.

Tenho que apagar o meu desenho atual e me tornar para a imagem acima tal como ela esta.

E agora este texto abaixo veio a calhar, entrou neste momento de precisão como uma luva perfeita. Vejamos:

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http://www.olavodecarvalho.org/livros/neintro.htm

Os monstros bíblicos Behemot e Leviatã, na gravura de William Blake, o primeiro imperando pesadamente sobre o mundo, o maciço poder de sua pança firmemente apoiado sobre as quatro patas ( representando o nosso mundo natural), o segundo agitando-se no fundo das águas, derrotado e temível no seu rancor impotente ( o nosso ego, revolucionário).

Não usei a gravura de Blake por boniteza, mas para indicar que atribuo a esses símbolos exatamente o sentido que lhes atribuiu Blake. Detalhe importante, porque essa interpretação não é nenhuma alegoria poética, mas, como assinalou Kathleen Raine em Blake and Tradition, a aplicação rigorosa dos princípios do simbolismo cristão.

Na Bíblia, Deus, exibe Behemot a Jó, dizendo: “Eis Behemot, que criei contigo” ( Jó, 40:10 ). Aproveitando a ambigüidade do original hebraico, Blake traduz o “contigo” por from thee, “de ti”, indicando a unidade de essência entre o homem e o monstro: Behemot é a um tempo um poder macrocósmico e uma força latente na alma humana. Quanto a Leviatã, Deus pergunta: “Porventura poderás puxá-lo com o anzol e atar sua língua com uma corda?” ( Jó, 40:21 ), tornando evidente que a força da revolta está na língua, ao passo que o poder de Behemot, como se diz em 40:11, reside no ventre. Maior clareza não poderia haver no contraste de um poder psíquico e de um poder material: Behemot é o peso maciço da necessidade natural, Leviatã é a infranatureza diabólica, invisível sob as águas – o mundo psíquico – que agita com a língua.

O sentido que Blake registra nessas figuras não é uma “interpretação”, na acepção negativa que Susan Sontag dá a esta palavra: é, como deve ser toda boa leitura de texto sacro, a tradução direta de um simbolismo universal. Para Blake, embora Behemot represente o conjunto das forças obedientes a Deus, e Leviatã o espírito de negação e rebelião, ambos são igualmente monstros, forças cósmicas desproporcionalmente superiores ao homem, que movem combate uma à outra no cenário do mundo, mas também dentro da alma humana. No entanto não é ao homem, nem a Behemot, que cabe subjugar o Leviatã. Só o próprio Deus pode fazê-lo.

Eu – ” Mas como? Tornando Leviatã um escravo dócil carregando o enorme peso de Behemot, pois se continua suas necessidades físicas básicas? Porque Leviatã é rebelde? Justamente por causa da pressão da pança de Behemot, da condição de escravo e miséria nas necessidades. Se não houvesse Behemot não haveria protesto, não haveria Leviatã no humano. Deus não tem que subjugar Leviatã, tem que elimina-lo para o nada, e erguer o que sobra do humano sem Leviatã para uma dimensão onde não exista Behemot. Na visão de mundo da Matrix/DNA é isto que vai acontecer, quando Behemot é descartado como a placenta, o ego e exorcizado do humano com o humano e sobra o Filho, a auto-consciência que sobe para nova superior dimensão. Mas vamos continuar a leitura e ver como Olavo trata isso.

A iconografia cristã mostra Jesus como o pescador que puxa o Leviatã para fora das águas, prendendo sua língua com um anzol. Quando, porém, o homem se furta ao combate interior, renegando a ajuda do Cristo, então se desencadeia a luta destrutiva entre a natureza e as forças rebeldes antinaturais, ou infranaturais.

Eu – Então Cristo continua fazendo o que Deus faria? Exorcizar o Leviatã que grita, ao sufocar sua voz prendendo sua língua? Mas e quanto a Behemot? Vai continuar em cima do humano sem Leviatã? Claro que o humano não pode aceitar isso e voltara a gritar como Leviatã. Talvez quisessem dizer que Behemot na verdade não foi criado como tal, ele era o paraíso, e teria sido o humano que o teria criado. Mesmo assim, a solução seria conduzir o humano a desfazer o erro e não abafar a voz que grita por estar sob a tortura do seu próprio erro. Assim a tortura vai continuar eternamente… falta completar no texto bíblico que se o homem aceitar a Cristo, se comportando como ele sugeriu em sua mensagem, ao mesmo tempo que Leviatã é exorcizado, Behemot volta a ser o paraíso.

A luta transfere-se da esfera espiritual e interior para o cenário exterior da História. É assim que a gravura de Blake, inspirada na narrativa bíblica, nos sugere com a força sintética de seu simbolismo uma interpretação metafísica quanto à origem das guerras, revoluções e catástrofes: elas refletem a demissão do homem ante o chamamento da vida interior. Furtando-se ao combate espiritual que o amedronta, mas que poderia vencer com a ajuda de Jesus Cristo, o homem se entrega a perigos de ordem material no cenário sangrento da História.

Eu – Ok. Isto é pura Matrix/DNA, por isto acho que entendi. Desde as origens do Universo existiu o eterno dualismo entre opostos. Inicialmente estes opostos se confrontam e do confronto o ambiente se torna caos. As guerras. No caos ambos decaem e moribundos são incentivados ou conduzidos a harmonia do terceiro estado, o equilíbrio, então se aceitam, se fundem numa só nova forma. Cristo seria esta força a que se entregam ambos, o estado cristão assentado nos dois opostos não produz guerras. Mas sinto que houve um erro, uma trapaça aqui. A relação entre o humano e a natureza não e a relação entre os dois opostos do dualismo universal. Os dois opostos são as duas faces de uma mesma moeda, dois diferentes genótipos de um mesmo fenótipo, dois carateres contrários dentro de uma mesma especie. Natureza universal e humano são dois lados de uma mesma especie? Como? Talvez, definindo que o humano é natureza – como de fato é – então teríamos humano-natureza vs mundo-natureza. A moeda seria “natureza” e as duas faces seriam humano e mundo. O humano é oposto ao mundo, ou o mundo é oposto ao humano? Isso não faz sentido. Os filhos de Adão e Eva são opostos ao mundo em que caíram. E esses humanos são pecadores, cometeram o erro, então são também o monstro Leviatã ao mesmo tempo que são Behemot, o produto de seu erro. existe um caminho para sair desse mundo  errado e retornar ao mundo certo, seguindo Cristo.  Mas isso continua difícil.

Vamos dizer que Behemot e Leviatã estão dentro do humano, assim como o hemisfério direito e esquerdo do cérebro. O hem esquerdo esta dominante, o direito, dominado. Transpondo isso para minha linguagem habitual. o esquerdo e a herança do instinto animal para predador e o direito o instinto de presa. Um sufoca por cima, o outro em baixo, chora. Mas isso poderia explicar as revoluções não as guerras.  Revoluções e o levante de Leviatã investindo contra Behemot, e guerras seriam apenas Behemot contra Behemot.

Continuemos… 

Ao fazê-lo, move-se da esfera da Providência e da Graça para o âmbito da fatalidade e do destino, onde o apelo à ajuda divina já não pode surtir efeito, pois aí já não se enfrentam a verdade e o erro, o certo e o errado, mas apenas as forças cegas da necessidade implacável e da rebelião impotente. No plano da História mais recente, isto é, no ciclo que começa mais ou menos na época do Iluminismo, essas duas forças assumem claramente o sentido do rígido conservadorismo e da hübris revolucionária. Ou, mais simples ainda, direita e esquerda.

O drama inteiro aí descrito pode-se resumir iconograficamente no esquema em cruz que coloquei depois em O Jardim das Aflições, mas que já está subentendido em A Nova Era e a Revolução Cultural, pois constitui a estrutura mesma do enfoque analítico pelo qual procuro aí apreender a significação das duas correntes de idéias mencionadas no título: o holismo neocapitalista de Fritjof Capra e o empreendimento gramsciano de devastação cultural.

Nesse primeiro volume, a forma adotada inicialmente não podia ser mais clara e foi imposta pela natureza mesma do assunto: uma introdução, um capítulo para Capra, outro para Gramsci, um retrospecto comparativo e uma conclusão inescapável: as ideologias, quaisquer que fossem, estavam sempre limitadas à dimensão horizontal do tempo e do espaço, opunham o coletivo ao coletivo, o número ao número; perdida a vertical que unia a alma individual à universalidade do espírito divino, o singular ao Singular, perdia-se junto com ela o sentido de escala, o senso das proporções e das prioridades, de modo que as ideologias tendiam a ocupar totalitariamente o cenário inteiro da vida espiritual e a negar ao mesmo tempo a totalidade metafísica e a unidade do indivíduo humano, reinterpretando e achatando tudo no molde de uma cosmovisão unidimensional.

Eu: Enfim, corrigindo o erro conclusivo de Olavo em que o objetivo de Deus não é sufocar ainda mais o Leviatã e sim deixar o humano destruir tanto Leviatã quanto Behemot, concluo que quando comparado a Matrix/DNA, a simbologia bíblica ( ou de Blake?) é apenas um diferente idioma descrevendo a mesma cosmogonia, sobre a qual, ambos estão de acordo. mas a interpretação que o cristianismo faz da simbologia esta errada.  E isto, bem trabalhado este texto, pode e deve ir para o livro. 

O céu não é escuro, é iluminado, nós que somos quase cegos a luzes mais fortes (ver vídeo)

quinta-feira, dezembro 13th, 2018

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Trata-se de uma descoberta extraordinária!… Da próxima vez que olhar para o céu noturno sem Lua e vir as estrelas, imagine o brilho invisível do hidrogénio, os primeiros blocos constituintes do Universo, a iluminar todo o céu noturno.

Minha teoria: Com o Big Bang, uma onda de luz se expandiu no meio da substancia que preenchia o espaço onde hoje é o Universo, a matéria escura. Nesta expansão ocorreu fricção, atrito, da luz com a matéria, e dessa fricção resultou a energia que conhecemos. Da onda, e principalmente no fim da onda, emergem suas partículas, os fótons. Estes formam com a matéria escura as primeiras partículas elementares “quase fantasmas” como os quarks. Com estas surgem prótons, nêutrons e elétrons. Os fótons emigram procurando corpos mais densos em que “encarnar”, preferivelmente os elétrons. Mas tem um grande segredo nisso tudo, segundo minha teoria. Notei que uma onda de luz total, universal, como a que vemos resultando de todas as setes radiações do espectro eletromagnético, se expande no espaço/tempo pelo mesmo método que um ser vivo ” se expande no espaço/tempo”, repetindo a mesma sequencia de formas de um corpo vivo com suas formas de sete diferentes faixas de frequências. Isto significa que a onda de luz primordial, emitida na origem do Universo, continha em si encriptado o processo do ciclo vital, o qual e’ o código que da a vida a matéria. Assim descobri o cerne da minha teoria, que é a formula natural universal a que denominei Matrix/DNA, a qual estou descobrindo ser o principio criador de todos os sistemas naturais, o “template” sobre o qual estão montadas a célula, os building blocks das galaxias, o átomo, e ate os building blocks do DNA. Fantástico, esta formula de luz era uma especie de genoma “natural” vindo do antes e alem deste Universo! ( a formula esta no meu website). Alguém contesta? Porque?

(Obs: Pesquisar o que e Radiacao de Lyman-alfa) 

http://www.astropt.org/2018/12/13/um-universo-resplandecente/

Um Universo resplandecente

Pesquisa:

Radiacao de Lyman-alfa

Psicologia Evolutiva: Pesquisa do estado atual da disciplina na area da Ciência Academica

domingo, julho 1st, 2018

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O artigo abaixo indica uma serie de links úteis:

Seria a psicologia evolutiva uma empreitada falha?

– Ver video : vídeo do Steven Pinker conversando com o Stephen Fry
Visto?
– Ver https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_evolucionista ( mas ver a parrte em ingles mais completa)
Visto?
– Ver https://en.wikipedia.org/wiki/Criticism_of_evolutionary_psychology
Visto?
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TED video talk show:

Human nature and the blank slate

pelo autor do livro:
The Blank Slate
Steven Pinker
Penguin (2003)
Louis Morelli posted on 7/02/18:

The Windows 10 is a “blank slate”? No, its structure is based on Windows 9 which came from Windows 8, etc. The analogy is due the living brain composed by hardware and software. Human embryology takes 7 months for DNA expressing consciousness, while the universal system’s embryology under evolution in this Universe takes 13,8 billion years for expressing universal consciousness. It was the activation of consciousness at humans brains that has hidden human nature and its animals’ inherited instincts, but, they are there.

This tendency of separating humans from its nature is in the same line with the tendency to separate cosmological evolution from biological evolution, which effects is that we can’t see the creators of life and the contents in the filled state (we see the hardware of all these systems, but not the software, which is a kind of systemic formula called Matrix/DNA).
There are no such separations, is suggesting the new theory of Matrix/DNA. Atoms systems and galaxies systems are our ancestrals like bacteria are, and monkeys cousins.

Like our first shapes as morula, blastula, fetus, did not express consciousness, but it was there in potential state, our more ancient ancestrals non-biological systems didn’t to. Animals instincts are evolution of atomic and astronomic forces, tendencies. All these things were passed on to the last evolved shape of this universal system under evolution, which here and now is the humans genetics and brains. Brains that are still building the fetus of universal consciousness. Ok, both are theories, searching comprovation…

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Quantum Biology, Video: A variacao em Biologia e’ produzida pela probabilidade quantica?

sábado, setembro 2nd, 2017

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Quantum Biology: The Hidden Nature of Nature

Published on Sep 17, 2015

https://www.youtube.com/watch?list=PLNo5MCiPJ6c9T7RcptFQVuoah2ZF5zgff&time_continue=5507&v=ADiql3FG5is

 

Fotons-Informacao Trazidos por Alienigenas?

terça-feira, abril 18th, 2017

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Bem,… os resultados de minhas formulas e modelos teoricos estao sugerindo que de alguma forma os fotons com informacoes da formula Matrix/DNA chegaram `a Terra e deram inicio aos sitemas biologicos. Ate agora estou apostando que 50% veio do Sol e outros 50% do nucleo terrestre devido conclusoes ao interpreter a formula. Mas… existem pessoas que dizem ter contacto com mentores espirituais, extraterrenos, e falam coisas que bem poderia ser outra alternative para o “como os fotons da formula chegaram aqui”. Por exemplo esta autora diz que seres de uma galaxia invisivel a nos trouxeram ou mandaram este tipoo de cristais contendo luz com informacao para semear o planeta, etc. Nao gosto dessa possibilidade, resisto a crer, principalmente porque isto significaria que nao terei controle sobre a pesquisa ja que os elementos finais envolveria desconhecidas dimensoes, porem, racionalmente nao e’ uma possibilidade impossivel. Entao tenho que registrar aqui e ficar no alerta para algum sinal a mais sobre isso.

source: http://www.spiritmythos.org/holy/HR/chimurya_starglass.htm

Chimurya Star Glass….this is the name I am guided to give a large lump of blue glass from China that is now in my possession, sent to me by Fredaricka Yarom from Israel. My akashic insights on this glass is as follows:

I am seeing a silver-blue cylinder the size of a rolling pin crashing into Earth. It is not a meteor but a constructed devise. Upon impact it creates a molten blue glass, which is scattered outward into the ground. The region it strikes is uninhabited by humans at that time (several million years ago – although such “time” is diffcult for accuracy when dealing with inter-dimensional events.)

What is the origin of the cylinder and what is it’s purpose? It has arrived through inter-dimensional travel from a galaxy not visible to us. Ultra beings send these cylinders into specific galaxies and planets to complete a Genesis process in this universe. It somehow aids that planet and thus the galaxy it inhabits to re-orientate to it’s original shall we say “sacred path.” I do not have details of this, only fragments. The higher etheric register of the resultant “Star Glass” is set as if on a timer, to communicate on the elemental level interactively with the planet into which it was seeded. It has very strong healing energies as it helps systems align to their “path of origin.” This process is quite similar to the Cosmic event I outline in my streaming audio: Cosmic Event – 2012, only this latter 2012 event will be far more potent and direct in it’s effect on planet Earth.

In some ways it is also similar to the Andara Crystal-Glass in that it’s “etheric refraction” is very high and it is an inter-dimensional glass which can interface with the DNA, moving etheric waves of LIGHT through the body dimensionally.

By Maia Kyi’Ra Nartoomid

http://www.spiritmythos.org/holy/HR/chimurya_starglass.htm

 

Nos Possuímos Uma Alma?

segunda-feira, outubro 31st, 2016

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Interessante artigo informando varias opinioes inteligentes sobre esse grande misterio e a seguir, minha opiniao registrada no comentario abaixo:

http://climatologiageografica.com.br/nos-possuimos-uma-alma/

Nós possuimos uma alma?

Meu comentario postado no artigo:

Pois a minha investigação pessoal com varias experiencias incomuns me conduziram a uma diferente ideia sobre o que se postula como “alma”. As ondas de luz naturais imitam o ciclo vital do nosso corpo. Portanto, uma onda de luz natural foi a primeira forma “vital”, a primeira forma de sistema natural funcional neste mundo material. A luz e’ composta de partículas, fótons, os quais, trouxeram as informações deste sistema astronomico que produziu as formas biológicas ( vivos) neste planeta. Ao se encontrarem aqui, estes fótons remontam o sistema de onde vieram, numa rede de conexões, dirigindo os átomos a formarem os corpos vivos físicos. Acontece que esta rede e’ igual ao que os orientais antigos desenharam e chamaram de aura. Assim, a substancia da aura ‘e a luz a qual contem o código da vida. Em outras palavras, neste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução da “coisa” que gerou o universo, e o DNA daquela “coisa” e’ uma Matrix/DNA universal, cuja forma atual, na especie humana, e’ a forma da aura. As sinapses dos neurônios se refletem numa nuvem luminosa a qual ainda não podemos perceber, porem esta luz e’ o feto ou embrião de consciência da luz que veio do alem. Claro, isto ainda ‘e uma teoria, estou trabalhando na tentativa de captar esta rede de fótons, provar que átomos e galaxias tiveram suas formas de DNA-aura, etc. No meu website tem as figuras da onda de luz como código da vida, do DNA dos sistemas não-vivos ancestrais, etc. Mas para mim isto faz mais sentido racional que todas explicações acima.  Ao menos, enquanto as opiniões no artigo ainda são jogos de palavras, na Toeira da Matrix/DNA apresentamos as imagens, as figuras e coisas palpáveis que podem serem testadas cientificamente. Nos somos imortais, porem numa dimensão em que ainda somos como embriões, nem abrimos os olhos para vê-la, e’ o que sugere esta visão do mundo. Ela sugere que neste planeta cada ser humano tem uma especie de bolha luminosa contendo um gene de uma super-consciência cósmica, mas por enquanto estas “bolhas” estão separadas formando uma camada aureolar superficial de inconsciente coletivo ao redor da Terra, e quando estas bolhas se fundirem numa so, sera’ a consciência do super-organismo de Gaia, a ser fundida com as demais consciências de outros planetas deste Universo. No fim seremos um como o Um de onde viemos, assim como o baby e’ um vindo do humano que o gerou.

 

Analogia Entre o Processo do Pensamento Com o Processo Geográfico dos Rios e Oceanos

sábado, setembro 10th, 2016

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Uma imagem interessante sobre o mistério dos pensamentos e da mente me surgiu na “mente” agora:

Como, porque, e para que? – este planeta produziu este fenômeno de neurônios emitindo sinapses que funcionam como pensamentos? Qual o estado anterior deste planeta – ou do sistema astronomico ao qual ele pertence – forneceu a forma e os mecanismos para o fenômeno tal como ele se apresenta dentro de nossas cabeças, aqui e agora?

A imagem que pintou no meu cérebro apos me fazer estas perguntas foi a seguinte:

Imagine um pequeno rio cujas águas correm serpenteando no meio de vales. Em certo local existe uma queda abrupta do terreno , o que faz as águas caírem abruptamente, formando uma cascata. Ao bater nas pedras la’ embaixo as águas encontram um mais amplo espaço nos vales portanto se abre num largo, com até 800 metros de largura, como os grandes rios do Amazonas.

Como o continente continua a declinar e diminuir sua altura `a medida que se aproxima do nível do mar, esse grande rio termina por desembocar no imenso oceano, o qual circunda o continente.

Pois bem, voltemos aos pensamentos, `a mente.

Pensamentos – ate’ que a neurologia elabore uma teoria melhor – são produzidos quando neurônios disparam substancias químicas eletricamente carregadas na direcao de outros neurônios `a sua volta. Observando com o MRI uma certa região do cérebro em atividade, veríamos estas sinapses semelhante a imagem de uma região do Amazonas cheia de pequenos fios de rios correndo nos vales. Em dada região do cérebro – como possivelmente o hipocampo – estas sinapses caem abruptamente formando como uma nuvem clara devido a luminosidade cargas elétricas na substancia química. Essa imagem se assemelha a imagem dos grandes rios vistos na Terra.

Não podendo ser destruído nos limites do cérebro onde o imenso rio das pequenas sinapses ocorre – pois energia não se destrói – estas especies de nuvens abstratas e invisíveis ( que foi amplamente mencionadas por Pietro Ubaldi com o nome de “neuras”, em seus grossos volumes descrevendo o que ele dizia ver por clarividência), emergem dos cérebros de 8 bilhões de humanos e desembocam num imenso anel circular localizado a dois metros da altura do solo circundando o planeta, no que Teilhard du Chardin denominou em sua teoria de ” camada mental do inconsciente coletivo do super-organismo Gaia”. Ai esta’ o oceano visto na imagem da Terra. E então – como sabemos que essas imagens de rios, cachoeiras e oceanos existiam neste planeta antes das origens da vida – encontramos o estado do mundo e os mecanismos que mais tarde a Natureza foi aprimorando até obter hoje tudo isso que ocorre dentro de nossas cabeças…

Quando eu era adolescente e sem teto – sem família, e dormia escondido no porão da biblioteca municipal e como rato noturno devorava todos aqueles livros com muito prazer, eu roubei um grande livro ilustrado – o Atlas – e durante o dia ficava no banco da praça com um lápis vendo os mapas e redesenhando-os em folhas de papel de embrulhar pão que eu roubava da padaria. Eram meus cadernos. E me lembro que um dia um dois adultos me observando, enquanto passavam um comentou: ” Esse moleque quer botar o mundo dentro da cabeça…” Mas ao mesmo tempo no porão da biblioteca tinha livros de biologia/anatomia com as figuras dos órgãos do corpo humano e também os desenhava, pensando neles. Tal era minha concentração naquelas figuras que acabei notando uma interessante semelhança: a figura de uma placenta cheia de pequenas veias, e estas se juntando na extremidade da placenta formando uma grande veia que la’ ia pelo cordão umbilical e se esparramava no corpo da mãe…( esta coisa adorada que me fazia falta todas as noites pois perdera a minha quando tinha 3 anos), era exatamente igual ao mapa da America do Sul, vendo-se os pequenos afluentes da Amazônia se juntando, formando o grande Rio Amazonas, que depois saia do continente-placenta e se esparramava no oceano.

Curioso corri a ver novamente os mapas dos outros continentes e todos tinha mais ou menos a mesma imagem, todos tinha um grande rio (o Nilo na Africa, o Vouga, Reno, na Europa, o Mississípi-Missouri na America do Norte). Todos os continentes formavam o que se denomina “bacias”, a imagem e semelhança de como a placenta forma a grande veia com seus pequenos vasos serpenteantes!  Inclusive a bacia da placenta esta’ dentro da bacia dos quadris…! Nesta idade comecei a perceber que o berço embrionário de cada individuo humano imita exatamente o berço geográfico da Humanidade, ou seja, do conjunto de todos estes indivíduos. Era o estado do mundo antes da origem da vida se repetindo em imagem e semelhança num estagio avançado da evolução da vida, quando esta mesma espetacular artista, a Natureza, aplicava o mesmo método, os mesmos mecanismos, para criar suas obras de arte. Mas na época não tinha muito tempo para ficar embevecido admirando as figuras e pensando nisso, pois tinha que arrumar algumas moedas para comprar bananas e pão e aproveitar roubando mais umas folhas na padaria para meu caderno.

Naquela infância eu me perguntava se existiria um Deus como os adultos diziam e se ele seria a mente inteligente por trás desa natureza artista.mas imediatamente me lembrava que a metade da obra desta natureza ‘e uma obra porca, cheia de dor, gemidos, e ranger de dentes, de ovelhas sendo devoradas vivas por leões, bebes humanos sendo comidos vivos por anacondas na Africa, e afastava esta ideia de deus como mente dessa natureza. Mais parecia que o dabo estava ou trás dela. Ou então Deus criou essa natureza artista e foi embora, deixando-a a seu livre sabor por aqui. Porem, todo artista tem que fazer um borrão no quadro onde vai assentar o desenho final, sua obra terminada. Então este estagio da natureza mostra que tudo esta sob o reino do caos, como nos encontramos na Terra, seria o borrão do artista. Uma artista desastrada, diga-se de passagem, pois ela não esta’ notando que no seu borrão aqui tem seres vivos que sentem dor e sofrem e estão pagando o pato em seus borrões.

Claro, hoje, e depois da selva amazônica, minha visão de mundo tem outra interpretação desta realidade. Aprendi por exemplo que toda vez que esta Natureza criou uma nova forma do sistema natural universal, ela aplicou o mesmo processo: primeiro tem uma fase dos ovos botado fora e abandoados a própria sorte; e depois vem a segunda fase mostrando que minha interpretação da primeira fase foi uma ilusão de ótica, pois na verdade os ovos sempre ficaram protegidos dentro do sistema maior e então começa a fase dos ovos mantidos dentro, nutridos e protegidos ate sua maturidade. A fase dos ovos botados fora explica porque este nova forma de sistema natural denominada auto-consciência esta passando e sujeita a predadores e tantas tragedias ao sabor do acaso. E também na selva aprendi que este Universo e’ como uma placenta formada de galaxias dentro da qual esta sendo reproduzido a ” coisa desconhecida” que gerou este Universo através de um Big Bang assim como o pequeno big bang que acontece dentro do ovulo quando rompe bruscamente a membrana do espermatozoide e tem inicio a construção de uma nova vida. Então neste Universo esta ocorrendo um mero processo natural de reprodução genética onde nos e mais os trilhões de outros seres semi-conscientes como nos espalhados por este Universo afora estamos construindo um embrião auto-consciente que sera nosso próprio corpo unico futuro, e como este embrião agora, aos 13,8 bilhões de anos desta placenta-universo esta’ apresentando o fenômeno da autoconsciência assim como todo embrião humano aos sete meses começa a apresentar sinais de auto-consciência, e isto porque fora do nosso saco embrionário existem pais autoconscientes que passaram geneticamente esta autoconsciência para o embrião, assim tambem a coisa desconhecida alem deste Universo deve sr um sistema natural autoconsciente. mas assim como a menina quando descobre no primeiro mês que esta gravida e a unica coisa que ela sabe e’ que dentro dela tem genes trabalhando e formando um caroco, assim deve ser este ser ex-machine fora do Universo, a forma como ele deve saber que estamos existindo,porem, ainda como genes quase invisíveis para ele. A natureza traquinas aproveita esta invisibilidade e taca tinta nos seus borrões, e nos pagamos o pato aqui.

Espetacular? Fantástico? Porem, seria fantastica a habilidade artística quase inteligente da Natureza quando cria suas coisas complexas e funcionais, ou esta minha imagem mental seria apenas produto da imaginação de uma humanidade ainda infantil que ainda ontem acreditava em fantasmas e amigos invisíveis supernaturais e inclusive falava para eles, no que denominamos de “orações”? Esqueça a filosofia agora e retorne no texto acima e aprecie a analogia das duas imagens… Se a minha imagem for semelhante a realidade, você estará dando um valioso passo na sua evolução mental, pois sua mente que ainda nao abriu seu “terceiro olho” para ver seu próprio corpo e o ambiente que a rodeia, ou seja, a cela escura dentro do cranio – estará’ tendo uma pista de como sera sua substancia corpórea e o ambiente em que ela esta, a nivel astronomico.

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Pesquisa: Preciso retornar `a biblioteca de Londrina, ou da Universidade de Londrina, onde estavam, a 30 anos atras, os livros de Pietro Ubaldi e reler aquilo. Agora me despertei e me interessei pelas suas “correntes de neuras fluindo na atmosfera terrestre”… pois naquela época quando li, e cético como era, apenas fiquei me perguntando como o cérebro humano poderia produzir tanta imaginação de fantasias inexistentes. E talvez – se toda essa hipótese acima estiver errada – eu esteja no mesmo caminho do Ubaldi… ou talvez ele realmente estava “vendo” fatos reais!

Origem da Vida: Moléculas quirais no espaço

quarta-feira, junho 15th, 2016

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A MOLECULE IN SPACE COULD HELP US UNDERSTAND THE ORIGIN OF LIFE ON EARTH

http://www.popsci.com/molecule-in-space-could-help-us-understand-life-on-earth

chiral molecules

Left and right molecules of propylene oxide

Moleculas quirais esquerda e direita de propylene oxide

Obs: Notar que a molecula ‘e separada em dois conjuntos. Um possui apenas um carbono e não tem oxigênio. O outro possui dois carbonos e tem um oxigênio. Segundo a formula da Matrix/DNA isto se explica como os dois conjuntos sendo a s duas meias-faces da formula. A face esquerda e’ a primeira, que tem as três funções. Depois a segunda face da direita, tem o oxigenio porque e’ entropica. Existe ali um jogo que necessita dois carbonos, e desconfio que ‘e para servir como catalitico, não permitindo que a face degrade rapidamente. Ver isso.

Altruismo Misterioso: Porque Tem Animais que se Ajudam uns aos Outros? Explicação da Matrix/DNA

domingo, maio 8th, 2016

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Esta pergunta foi postada por um leitor no Reddit e me despertou pelo fato que preciso fazer um long artigo explicando a origem do fenomeno “altruismo” pela perspectiva da visao de mundo da Matrix/DNA. Por isso registro a pergunta aqui e mais a minha e outras respostas com valiosas informacoes e interessantes teorias.

https://www.reddit.com/r/AskScienceDiscussion/comments/4i9kmq/why_do_animals_help_each_other/?sort=new

Why do animals help each other?  = self.AskScienceDiscussion

submitted by AdamJohansen

It is about why animals (and humans) helped each other. The answer in short is that it increase the chances of reproduction.

[–]TheMatrixDNA  – 5/8/2016

Chances of reproduction? Comm’on it does not make sense. Genes are a bunch of atoms that has no has no idea about future for wishing to be there, and does not know nothing about reproduction. I don’t understanding why the scientific mindset is trying to anthropomorphising genes!

It would be acceptable that genes build brains which has the weak desire of taking care of offspring because they will take care when the brain is old and can not take care itself. But animals can not reach this level of prediction.

I think that altruism is very well explained by the formula that Nature has applied for organizing matter into working systems. The formula is still theoretical, under tests, but there are too manny evidences for it. Biological systems (aka living beings) have the formula encrypted into their genetic code, so they are driven to obey the rules of systems. And when observing the formula you see that the parts performs selfishness and altruism. So, there are gene configured by the aspect altruism and its allele for selfishness, it is dependable of which is dominant. It is not the genes that does it, they are merely tools of the universal formula. If you are interested I can bring on the formula here and you will understand.

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Uma resposta que provocou minha intervenção:

 

[–]Thorston 1 ponto

I have a really interesting textbook on the evolution of morality.

I’d provide the title/source information, but it’s buried in a box in a closet and I’m lazy, so please forgive me.

One argument relates to family. Almost all animals have evolved in such a way that they will sacrifice their own well-being in order to help their offspring. This is selected for by evolution. Basically, a mother who goes hungry to feed her child is more likely to pass on her genes. For many species, this also applies somewhat to brothers and sisters. If I’m willing to make relatively small sacrifices to provide larger benefits to my siblings, and if they do the same, we all benefit. If our parents passed on a gene to all of us that promotes this kind of behavior, that gene will be selected for, since this cooperation helps us survive. Many evolutionary scientists argue that this natural tendency to cooperate could easily translate to non-relatives that we have strong relationships with (view as family). Furthermore, those that refuse to cooperate (assholes) are less likely to reproduce, and will be selected against.

Another theory is sometimes called the “peacock theory”. Think of a peacock’s tail. The tail doesn’t help the peacock survive. In fact, it does just the opposite. It takes a lot of calories to grow that tail, calories that could be used to keep the peacock alive during tough times. The tail is also a big sign to predators saying, “Here I am! Come eat me!” So why does the peacock grow such weird tail? The reason is that it is a signal of strength that helps it gain a mate. If a peacock can maintain a gigantic tail, it means that the peacock is really good at staying alive.

The same could apply to helping others. If I am able to gather enough food so that I can feed my self and also share with Bob to keep him alive, that is a signal that I am a great provider.

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Outra resposta que provocou minha intervenção:

[–]bloodygames 5 pontos

I think you could look at it from the opposite point of view:

Animals that do not help each other suffer from disadvantages, making them less likely to reproduce, so the behavior does not get passed on as much.

Consider the plover birdwhich goes into a crocodile’s mouth and cleans food from the teeth.

If for some reason a specific crocodile did not let these birds clean it (or ate the birds), the crocodile would be more likely to suffer from infections in the mouth, which in turn would make it die sooner, giving it less time to successfully reproduce.

In general that’s almost self-explanatory: traits that benefit a species also make it more likely to successfully reproduce, which also make it more likely to pass on these traits.

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Uma resposta importante:

[–]magictron3 pontos

Because specific brain pathways releases dopamine for the intrinsic reward of helping others. In humans, it is in:

The subgenual area (Brodmann’s area 25) was highly specific for decisions involving donations. This area plays an important role in social attachments. Unlike the midbrain VTA, this area was activated in situations where monetary rewards were not expected. The ventral striatum (with adjoining sepal’s region) was seen to be more active for donations rather than pure monetary rewards. The anterior prefrontal cortex was involved in decisions purely involving the benefits of others.

External rewards neural pathway:

Midbrain ventral tegmental area (VTA), dorsal striatum and ventral striatum were activated by both pure monetary rewards and decisions to donate. Donating to social causes activates two regions: VTA and striatum mesolimbic network. This suggests that both donation to societal causes and money earning activate anatomical system of reward reinforcements and expectancy.

Animals don’t receive money by helping others, so the brain pathway most analogous to the human’s is probably the first one.

http://brainblogger.com/2016/04/29/neurological-basis-of-altruism/

edit: There are two pathways for altruism: One pathway for expecting a reward, and another where a reward isn’t expected (i.e. helping is its own reward).

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Clicando no lonk fornecido por “imagictron” acima, temos:

Neurological Basis of Altruism

Devo copiar do artigo aqui todas as regiões mencionadas o que pode ajudar na busca de encontrar a configuração matricial do cérebro:

Altruistic behavior is often seen as a hallmark of civilized person. Defined as a selfless concern for the well-being of others, or action/behavior that benefits others at someone’s own expense, altruism was, for very long time, viewed from two opposite perspectives.

Some would argue that altruism is an integral part of human nature, something that is written in our genes. Others would say that altruism is a product of civilizing influence which start to appear in human society with the development of culture and/or religion. The question appears to be mostly philosophical rather than scientific, and indeed it was mostly discussed and analyzed in philosophical and theological circles. Surprisingly, more definitive answer to this question may come from neuroscience. Indeed, recent research findings provide convincing evidences that, to a certain degree, we are biologically programmed to be good and caring of each other.

Altruism is not an exclusive domain of human culture –animals are known to be altruistic. Animals fearlessly defend their youngsters, even when knowing that the offspring belong to other members of the species. Many researchers do not view parental behavior as real altruism, though. In a more convincing experiment, scientists were giving electric shocks to a rat each time when its neighbor was eating food. The neighbor eventually stopped eating! Should we view this as an example of higher level of intelligence and brain development? Neuroscience provides a remarkable answer to this question.

Altruism and charity

In their seminal work published in 2006, Moll and co-authors investigated the human brain activity using functional MRI when participants were making decisions on charitable donations with real money. Anonymous charitable activity is universally seen as an example of pure altruism since individuals donating money can hardly ever expect any benefits, favors or financial gains come back to them.

The main theme of this experiment was to construct a map of the neural pathways involved in the decisions based on self-interests or any kind of altruistic behavior. The participants were provided with the list of charitable organizations and their mission statements, and were asked to donate small amount of their sum to organizations of their own choice so that scientist could study their brain activities. But the experiment involved an additional unusual feature: the money that were not donated would be given to participant as his/her personal monetary reward. Thus, there was a conflict between decisions to donate or to oppose the cause.

Most of the participants made consistently costly decisions donating, on average, 40% of money. Participants also took longer time making costly decisions than non-costly, showing that such decision involves moral emotions in judgment. Activity in different regions of the brain was observed according to the decision of the participant, either involving self-interest or selfless decisions.

Midbrain ventral tegmental area (VTA), dorsal striatum and ventral striatum were activated by both pure monetary rewards and decisions to donate. Donating to social causes activates two regions: VTA and striatum mesolimbic network. This suggests that both donation to societal causes and money earning activate anatomical system of reward reinforcements and expectancy.

The subgenual area (Brodmann’s area 25) was highly specific for decisions involving donations. This area plays an important role in social attachments. Unlike the midbrain VTA, this area was activated in situations where monetary rewards were not expected. The ventral striatum (with adjoining sepal’s region) was seen to be more active for donations rather than pure monetary rewards. The anterior prefrontal cortex was involved in decisions purely involving the benefits of others.

Leaving this anatomical description aside, what these findings demonstrate? The areas of brain that were lighting up during altruistic donations are actually the same ancient parts of the brain that are activated in response to food, sex and material gains. The results suggest that altruistic behavioral traits are hard-wired in the brain, and they are even pleasurable.

Altruism in the pre-frontal cortex

There are many areas in the brain that are responsible for decision making and reasoning. They include the amygdala, somatosensory cortex, anterior insula and prefrontal cortex. The combined effect of processes happening in these areas influences our altruistic behavior. Some areas are more important for decision making while others are involved in empathy, the sympathy for pain and feelings for others. But the most important area of them all was shown to be the prefrontal cortex.

Recent experiments have showed that the prefrontal cortex is responsible for behavioral changes and controlling impulses. In one study, researchers aimed to find out if certain areas of the prefrontal cortex might be involved in blocking the altruistic impulses.

The study participants were subjected to a noninvasive procedure called theta-burst Transcranial Magnetic Stimulation (TMS). This procedure temporarily dampens activity in specific regions of the brain, thus allowing to observe what happens when a specific part of brain is not active.

Those participants in whom the dorsolateral prefrontal cortex was dampened tended to be generous to people with higher income, i.e. those who wouldn’t be in much need of handouts. And in those participants in whom the dorsomedial prefrontal cortex was dampened, there was a tendency to be more generous towards everyone. The findings demonstrate once more that altruism is really encoded in our brain. By nature, we are very altruistic indeed.

Apart from answering the deeply philosophic question about our nature and morality, neuroscience appears to suggest potential new avenues for increasing empathy. This can have far reaching practical applications, particularly for treating people who have experienced desensitizing situations, such as war experience or a period of staying in prison. I won’t be surprised if one day we will have some pills aimed at modifying our character to the better.

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Pesquisa das regiões:

Midbrain ventral tegmental area (VTA)
 
E mais para se ter uma ideia de como um minimo pedaço do cérebro ‘e tao complicado ( o que vai tornar a tarefa de identificar o circuito da Matrix), vamos ver as duas figuras abaixo:

A simplified schematic of the major dopaminergic, glutamatergic and GABAergic connections to and from the ventral tegmental area (VTA) and nucleus accumbens (NAc) in the rodent brain. The primary reward circuit includes dopaminergic projections from the VTA to the NAc, which release dopamine in response to reward-related stimuli (and in some cases, aversion-related stimuli). There are also GABAergic projections from the NAc to the VTA; projections through the direct pathway (mediated by D1-type medium spiny neurons (MSNs)) directly innervate the VTA, whereas projections through the indirect pathway (mediated by D2-type MSNs) innervate the VTA via intervening GABAergic neurons in the ventral pallidum (not shown). The NAc also contains numerous types of interneurons (Fig. 2). The NAc receives dense innervation from glutamatergic monosynaptic circuits from the medial prefrontal cortex (mPFC), hippocampus (Hipp) and amygdala (Amy), as well as other regions. The VTA receives such inputs from the lateral dorsal tegmentum (LDTg), lateral habenula (LHb) and lateral hypothalamus (LH), as well as both GABAergic and glutamatergic connections from the extended amygdala (not shown). These various glutamatergic inputs control aspects of reward-related perception and memory. The dashed lines indicate internal inhibitory projections. The glutamatergic circuit from the LH to the VTA is also mediated by orexin (not shown). Greater details of these monosynaptic circuits for NAc and VTA are shown in Fig. 2. RTMg, rostromedial tegmentum.

Local microcircuitry of the NAc and VTA.

a | A close-up view detailing the presynaptic inputs onto D1- and D2-type GABAergic medium spiny neurons (MSNs) and onto several types of interneurons within the nucleus accumbens (NAc). These interneurons include GABAergic interneurons that express calretinin (CALB2), parvalbumin (PV), somatostatin (SOM) or calbindin (CALB1; not shown) and large cholinergic interneurons that express choline acetyltransferase (ChAT). Glutamatergic neurons from the medial prefrontal cortex (mPFC), hippocampus and basolateral amygdala (BLA) release glutamate onto spine synapses to provide excitatory signals to GABAergic MSN projection neurons. These excitatory inputs also synapse directly onto the GABAergic and cholinergic interneurons that modulate MSNs (not shown). D1- and D2-type MSNs also receive signals from dopamine (DA) through shaft or spine neck synapses. The figure does not depict possible differences in glutamatergic innervation of D1-type versus D2-type MSNs, which are only now beginning to be explored. b | A close-up view detailing the presynaptic inputs onto ventral tegmental area (VTA) DA neurons and local GABAergic interneurons in the VTA. Glutamatergic neurons from the mPFC and lateral dorsal tegmentum (LDTg) synapse directly onto VTA DA neurons, whereas the extended amygdala sends both glutamatergic and GABAergic projections. By contrast, glutamatergic neurons from the lateral habenula (LHb) synapse directly onto inhibitory GABAergic neurons in the rostromedial tegmentum (RMTg) or VTA proper, which then inhibit DA neurons and promote aversion. DA neurons receive direct excitatory inputs from peptidergic (for example, orexinergic) or glutamatergic neurons in the lateral hypothalamus, which increase DA release and promote reward. Although GABAergic projections from the NAc to the VTA are shown as direct, in fact, roughly half of these projections are indirect, occurring via GABAergic neurons in ventral pallidum (not shown). Moreover, although GABAergic projections from the NAc to the VTA are shown innervating VTA DA neurons, these projections also innervate VTA GABA neurons (not shown).

 

Dez Razoes Logicas Sugerindo que os Humanos nao Vieram Deste Planeta e Analise pela Matrix/DNA Theory

sábado, novembro 7th, 2015

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Tudo começou quando um ecologista, Dr. Ellis Silver, publicou um livro com uma teoria estranha: ….. Existem muitas teorias da conspiração por ai’ e muitas outras versões desta ideia de alienígenas terem interferido aqui neste planeta na antiguidade, ou justo agora. O que chama a atenção para o Dr. Ellis e’ que ele trouxe `a tona, certos detalhes da Natureza que ninguem havia notado ou pensado direito antes. Sao muitos detalhes que podem ser vistos em seu livro ( mencionado aqui neste website no artigo anterior), mas um artigo da …. selecionou os dez principais, e aqui vamos copia-los, traduzi-los e analiza-los sob a perspectiva da Matrix/DNA

10 Reasons Why Humans May Not Have Come From Earth

http://whatculture.com/science/10-reasons-why-humans-may-not-have-come-from-earth.php/12

Introduction

You know the phrase: Men are from Mars, women are from Venus … but what if we’re all from Alpha Centauri?

An American ecologist by the name of Dr Ellis Silver thinks that he might have spotted a few telltale signs that humans did not originate from Earth, and that we’re actually beings from another world.

There is a pretty well-accepted theory out there that organic matter may have been delivered to planet Earth by meteors, perhaps as single-celled organisms or just as the building blocks of life such as amino acids.

But Dr. Silver goes one step further: That we arrived as fully formed, complex organisms, between 60,000 and 200,000 years ago. Perhaps we interbred with Neanderthals, perhaps we’re just straight up aliens, all Silver knows is that there are some things about our physiology that just doesn’t add up.

Citing everything from sunburn to childbirth in his book Humans are not from Earth: a scientific evaluation of the evidence, Dr. Ellis Silver points out all of the things that seem to contradict the idea that we evolved over millions of years in our earthly environment. Who knows, perhaps Earth is even some kind of prison colony, and we’ve been sent to this little galactic backwater to learn our lesson whilst the rest of the universe zooms about in lightships?

Granted, these theories should probably be taken with a healthy pinch of salt, but what does the venerable Dr. Silver have to say about the possibility that we’re all just spacemen?

1. An Editor’s Note

Okay, it should be said at this point that Dr. Silver’s theories should be taken with a healthy pinch of salty skepticism.

The idea of planet seeding is one that is gaining lots of interest in the scientific community and many have expressed interest in investigating Silver’s thoughts more thoroughly. Of course, there have also been those who have said that “it is possible to drive a coach and horses through several of his arguments.”

Which is also a fair point.

Silver often mistakes cause for effect and relies too heavily on the assumption that evolution is a perfect process. The idea that every mutation has to “make sense” completely is false, and the idea that evolution does not compromise is wrong. If the benefits of a particular mutation outweigh the cost, then it’s likely to stick around, warts and all.

For example, this accounts for the idea that childbirth is very difficult. In fact, it is because we essentially walk on our hind legs that our pelvises have changed shape. Luckily, the benefits of walking on two legs, thereby freeing up your hands for things like tool-making, outweigh the drawbacks of difficult and painful births (we can even use our hands to help each other give birth). This is known as the Obstetric Dilemma.

Whilst this doesn’t Silver’s theory, it does slightly weaken the “Childbirth, what’s that all about, eh? Eh?!” angle. Something that Dr Sliver relies on quite a bit.

There are quite a few holes like this in Dr. Silver’s theory. But, then again, Silver himself has said that his arguments are designed to spark open debate, and are by no means conclusive proof that we’re all aliens.

So, with that in mind, let us know what you think in the comments. Are we a bunch of hyper-evolved aliens, trapped on this godforsaken rock, or are we just a bunch of apes in shoes after all?

E a seguir o artigo aponta as 10 principais razoes.