Archive for the ‘Previsões’ Category

Cérebro, Memoria: Hipótese da Consolidação dos Sistemas – Mais Uma Previsão Acertada da Matrix/DNA

terça-feira, fevereiro 14th, 2017

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Uma nova experiência laboratorial está exigindo uma mudança no paradigma da Neurologia e gerou a Hipótese da Consolidação dos Sistemas: memorias de curto-prazo envolve o hipocampo, mas memórias de longo prazo é de algum modo desconhecido transferida para outras áreas, como o córtex.

Os cientistas dizem que o mecanismo é desconhecido, mas tendo a formula que montou o cérebro humano, posso ver claramente qual é e como funciona o mecanismo.

A evidência é que numa experiência recente, no laboratorio alguém tentou ativar a memória através de neurônios do córtex um mês mais tarde, e de fato a memoria foi reativada. ( ver a fonte desta notícia no link abaixo e nos próximos dias farei novo artigo sobre os “papers” oficiais publicados)

Isto é importante porque como os cientistas, eu sempre pensei que a memória existisse no hipocampo, ou na região central do cérebro, mas com esta informação ela pode estar em muitas regiões, parecendo que é espalhada.

Mas então apenas agora me lembro que a formula da Matrix/DNA (mostrada na figura abaixo) sugere isso claramente, ou seja, eu já sabia disso, sem saber que sabia, porque nunca raciocinei a formula em relacao a memoria. O cérebro é um sistema em si mesmo, vendo-o separado do resto do corpo. Ele tem núcleo (a região central onde está o hipocampo), tem partes ( as diversas glândulas, regiões cerebrais, etc.), tudo interconectado, funcionando. O cérebro é mais uma cópia da formula da Matrix/DNA, ou seja, esta formula monta todos os sistemas naturais `a sua imagem e semelhança, na medida que permite o ambiente e os materiais do ambiente, o estágio evolutivo, etc. Podes ver que o cérebro tem hemisférios direito e esquerdo como a formula tem suas faces esquerda e direita dividida pelo circuito F5, que no cérebro se torna o corpus callosum. E a formula monta cada sistema a partir de um objeto inicial, um corpo, aplicando nele o ciclo vital que o faz se diferenciar em várias formas/funções e depois conecta estas diferentes formas como suas partes. Assim se formou o cérebro desde os primeiros rompantes de sistema nervoso nos seres primitivos como as bactérias.

Na formula está claro que o sistema-cérebro possui memória em F1, onde começa o circuito do sistema, ou seja, mais um ciclo vital. O circuito nada mais é que o fluxo de informações avançando, ou seja, um corpo crescendo em idade, como o corpo humano faz após nascer. Em F1 ocorre a gestação de novos sistemas, como o corpo humano, onde F1 é representado pela mulher grávida. Ora, um novo ser começa a ser formado com informações memorizadas que vieram de seus genitores. Por isso a memória já está em F1.

Então quando o fluxo sai de F1 e vai para F2, ele está sendo a informação do corpo inteiro, está levando o corpo inteiro, e com isso, claro, vai a memória do corpo. A nossa memória quando estamos na forma de adulto ( que na formula e’ F4), veio da memória na nossa forma como adolescente (F3), com mais alguns acréscimos.

Então quando transportamos a formula para o sistema “cérebro” e vemos F1 representada pelo hipocampo, notamos que o circuito sobe pelo hemisfério esquerdo em direcao ao córtex, e com isso ele está levando a memoria. Quando o circuito perfaz-se totalmente, a memoria está presente em todo lugar que ele passou, e se fixou. Assim conhecemos o mecanismo que transporta a memória pelo cérebro.

Mas estamos aqui pensando na formula quando ela desenvolve e estrutura a forma do cérebro, e se torna o template do cérebro. Outra coisa é mais tarde na evolução biológica chegando ao ser humano quando a formula retorna para criar os pensamentos, igualmente a sua imagem e semelhança.

Cada pensamento nasce vive e morre pela mesma configuração da formula, porém, os pensamentos são muitos, ocorrem em sequências, nunca dois ao mesmo tempo, e tem duração de vida brevíssima, muito menor que a do cérebro. Além disso, pensamentos não se fixam nem se auto-reciclam idênticos. Pensamentos são micro-ciclos abstratos ( softwares) de e dentro de um macrociclo concreto (o hardware) que é o cérebro. Isto significa que em relacao a pensamento, a memória está sempre em movimento, pulando de região para região, é impossível fixá-la em algum ponto, e depois que ela passa por uma região, desaparece daquela região. E as partes da memória carregadas por cada pensamento morrem com os pensamentos, ou, quando o pensamento for importante, quando ele foi contaminado por informação nova que não existia antes, ele chega ao córtex e perfaz a trajetória de F5, retornando diretamente do córtex (F4) para o hipocampo e registrando-se ali definitivamente como mais um acréscimo da memória estrutural.

Então existe a memória estrutural e a memória abstrata mental, ou memória dos pensamentos, segundo a Teoria da Matrix/DNA.

Muito simples entender isto quando se tem a formula, concorda? Porém, o maior absurdo disto e’ que os cientistas não conhecem e nem entenderiam a formula. para explicar de onde ela veio eu teria que montar um curso universitário de alguns anos e isso me e’ impossível. Então, infelizmente, vão continuar gastando bilhões e dólares para descobrir coisas por acaso quando uma teoria dirigindo as experiências ficaria muito barato e com melhores resultados.

Vamos trazer a formula para ver isso melhor:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

 

Fonte da informação sobre a experiencia cientifica:

Think you’ve got a terrible memory? You don’t know the half of it

http://ideas.ted.com/think-youve-got-a-terrible-memory-you-dont-know-the-half-of-it/?utm_campaign=social&utm_medium=referral&utm_source=facebook.com&utm_content=ideas-blog&utm_term=social-science

Observe no artigo que o entrevistador pergunta aos neurologistas porque a memória é tão maleável?

Eu vou ter que procurar porque eles pensam que a memória é maleável, ou seja, maleável em que sentido, em relacao a que? A formula está sugerindo claramente que a memória é tão maleável como um corpo humano, mudando ou desenvolvendo-se em diferentes formas, etc. Mas as respostas dos cientistas foram muito nebulosas e acho que não responderam a pergunta. Um deles citou o fato de que tendemos a esquecer um evento de extrema agonia e para explicar isso ele diz que nosso cérebro faz isso para nos poupar de dolorosas recordações inúteis, etc. Ora, o cérebro por si só não tem propósitos, não pode saber que mentalmente sofremos ao recordar, ele não faz nada disso, e como “o cérebro é eu” e “eu sou o cérebro”, ele estaria apagando, extraindo uma parte de si mesmo, o que penso ser impossível. Combatem o dualismo de Descartes em corpo e alma porém criam o dualismo cérebro e o eu como se fossem duas coisas distintas? O que acontece – segundo a minha cosmovisão – em relacao aos “pânicos esquecidos, apagados da memória” é o mesmo que acontece quando nosso corpo é ferido ou uma perna quebrada. A ferida se cura, cicatriza e desaparece, a perna volta ao normal, etc. Falta de entender que a memoria em si é um sistema, um sub-sistema do cérebro, e como tal deve ser vista como um organismo, com mesmas propriedades. A  seguir copia do trecho desta pergunta:

Entrevistador: “A question for the group: Why is human memory so malleable?”

Elizabeth Loftus: Whatever your theory is, why would Darwin or God or whoever have made us with memories that are so malleable? That must serve some sort of function, and one of the functions that malleable memories can serve is to be able to correct errors that creep in. You can update your memory with accurate information, and that is certainly a benefit. ( obs.: sim, porém neste caso, quem “update” ou corrige erradas informações na memória são nossas experiências afrontando a realidade do mundo externo, o qual atua como um medico, e as corretas informações inseridas são como os remédios ou cirurgias ministrados pelo medico-realidade).

Antes do Big Bang: Um Universo Gêmeo? Dizem que sim, a Matrix/DNA diz que “Quase”

quinta-feira, novembro 17th, 2016

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O principal artigo saiu na Phys.Org, em 2008. Aplicando física e matemática, pesquisadores chegaram a resultados sugerindo que antes deste Universo havia outro igual. Mas eu escrevi e registrei isso a 35 anos atras… A base da teoria da Matrix/DNA sugere que dentro deste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução similar ao genético/computacional processo pelo qual nos mesmos nos reproduzimos. Porem, na Matrix/DNA o objetivo principal não ‘e o Universo e sim o seu conteúdo. Universos são como ovos, ou placentas. A placenta da filha quando ficar gravida vai ser praticamente igual a placenta da mãe que lhe gerou, assim são os universos. O que vale e’ a reprodução do que esta dentro da placenta. E isto explico no comentário abaixo… No entanto, vale notar que eu antecipei a Ciência em 30 anos…

Before the Big Bang: A Twin Universe?

http://phys.org/news/2008-04-big-twin-universe.html

April 9, 2008

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¿UN UNIVERSO GEMELO ANTES DEL BIG BANG?

https://alejandralcrv2012.blogspot.com/2012/04/un-universo-gemelo-antes-del-big-bang.html?showComment=1479359383629#c492203356472571920

Meu comentario postado no blog:

Los ninos se parecem mucho com sus padres, todos lo sabemos. Pero ninguno cree que nuestros padres son nuestros gemelos, ni que son ” paralelos” a nosotros. Se la Naturaleza produz aqui aos nossos ojos uno fenomeno onde de um objeto se reproduce otro igual objeto, porque e para que imaginar cosas que nunca ninguno viu? Esta teoria de que este Universo es reproducion de otro anterior foi publicada a 30 anos atras e com toda una descricion tecnica do fenomeno. Pero, non se debe fixar-se no Universo, e si no que esta evoluindo dentro dele. Este Universo es solamiente el huevo, la placenta, e la placenta da nina sera equal la placenta de su madre. Es lo que esta evoluindo dentro ( la vida, la consciencia) que reproduz o que havia no universo anterior. veja teoria completa em http://theuniversalmatrix.com

Formacao das Maos Humanas: Descoberta Cientifica Revela Espetacular Previsao da Matrix/DNA Theory?

terça-feira, outubro 18th, 2016

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Existe aqui neste website varios artigos sobre as maos humanas porque a minha teoria sugeriu uma surpreendente revelacao a respeito delas: 1) as maos humanas sao o fato mais proximo da visao humana revelando a formula universal da Matrix/DNA; 2) a forma da mao, o numero de dedos e as formas dos dedos revelam que eles imitam as cinco principais formas do corpo humano, as quais sao produzidas pelo ciclo vital, e isto porque a formula dos sistemas naturais foi construida por uma unica “pessa” que se derivou nas outras devido estar sob o processo do ciclo vital.

E agora, a ciencia academica parece ter dado um cheque-mate nesta teoria. Primeiro, tinham a teoria de que os membros dos mamiferos se desenvolveram das barbatanas de um peixe, um nosso ancestral aquatico. Porem, as primeiras especies vindas daquele ancestral tinham mais que cinco dedos. Agora descobriu-se que o motivo do porque nos humanos ocorreu essa diferenca – para cinco dedos – e’ porque necies com mais de cinco os dois genes responsaveis por fazerem dedos se expressavam juntos, ao mesmo tempo. E nos humanos, os dois genes se separam, expressando-se cada um num tempo diferente do outro.

E porque isto estava previsto na Teoria da Matrix/DNA?

Simples. Nas origens e primeiras evolucoes da vida, as unidades de informacao para sistemas vivos chegavam na forma de fotons vindo de estrelas e radiacao cosmica, alem do nucleo terrestre. Chegavam sem um controle cronologico e por isso muitas vezes se superpunham atuando ao mesmo tempo, ao inves de obedecerem a ordem cronologica como foi feito o corpo ancestral, que e’ esta galaxia. Por isso produziram formas animais monstruosas. Com o avancar da evolucao estas informacoes foram se enfileirando em ordem cronologica como deve estar na formula universal e assim os corpos foram se tornando mais coordenados, mais semelhantes a formula. Neste tempo de evolucao mais avancada, aquelas unidades fotonicas se tornaram os genes, os quais, inicialmente se superpunham e tambem depois entraram na mesma ordem. Entao, desde o inicio da origem da vida estava determinado que haveria maos e com cinco dedos e os dedos na forma produzida pelo ciclo vital. E justamente isto esta descoberta cientifica confirma.

Abaixo vai o link para o artigo cientifico e copiado aqui para ser traduzido:

How evolution has equipped our hands with five fingers

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/10/161005132654.htm

Date: October 5, 2016

Source:Université de Montréal

Summary:Have you ever wondered why our hands have exactly five fingers? Scientists have uncovered a part of this mystery, and their remarkable discovery is outlined in a new report.

Have you ever wondered why our hands have exactly five fingers? Dr. Marie Kmita’s team certainly has. The researchers at the Institut de recherches cliniques de Montréal and Université de Montréal have uncovered a part of this mystery, and their remarkable discovery has just been published in the journal Nature.

A matter of evolution

We have known for several years that the limbs of vertebrates, including our arms and legs, stem from fish fins. The evolution that led to the appearance of limbs, and in particular the emergence of fingers in vertebrates, reflects a change in the body plan associated with a change of habitat, the transition from an aquatic environment to a terrestrial environment. How this evolution occurred is a fascinating question that goes all the way back to the work of Charles Darwin.

This August, researchers in Chicago, Dr. Neil Shubin and his team, demonstrated that two genes — hoxa13 and hoxd13 — are responsible for the formation of fin rays and our fingers. “This result is very exciting, because it clearly establishes a molecular link between fin rays and fingers,” said Yacine Kherdjemil, a doctoral student in Marie Kmita’s laboratory and first author of the article published in Nature.

However, the transition from fin to limb was not accomplished overnight. The fossil record indicates that our ancestors were polydactyl, meaning that they had more than five fingers, which raises another key question. Through what mechanism did evolution favor pentadactyly (five fingers) among current species?

One observation in particular caught the attention of Dr. Kmita’s team: “During development, in mice and humans, the hoxa11 and hoxa13 genes are activated in separate domains of the limb bud, while in fish, these genes are activated in overlapping domains of the developing fin,” said Marie Kmita, Director of the Institut de recherches cliniques de Montréal’S Genetics and Development research unit and Associate Research Professor in the Department of Medicine at the Université de Montréal.

In trying to understand the significance of this difference, Yacine Kherdjemil demonstrated that by reproducing the fish-type regulation for the hoxa11 gene, mice develop up to seven digits per paw, i.e., a return to ancestral status. Dr. Marie Kmita’s team also discovered the sequence of DNA responsible for the transition between fish- and mouse-type regulation for the hoxa11 gene. “It suggests that this major morphological change did not occur through the acquisition of new genes but by simply modifying their activities,” added Dr. Marie Kmita.

From a clinical point of view, this discovery reinforces the notion that malformations during fetal development are not only due to mutations in the genes and may come from mutations in sequences of DNA known as regulatory sequences. “At present, technical constraints do not allow for identifying this type of mutation directly in patients, hence the importance of basic research using animal models,” said Marie Kmita.

Story Source:

Materials provided by Université de Montréal. Note: Content may be edited for style and length.


Journal Reference:

  1. Yacine Kherdjemil, Robert L. Lalonde, Rushikesh Sheth, Annie Dumouchel, Gemma de Martino, Kyriel M. Pineault, Deneen M. Wellik, H. Scott Stadler, Marie-Andrée Akimenko, Marie Kmita. Evolution of Hoxa11 regulation in vertebrates is linked to the pentadactyl state. Nature, 2016; DOI: 10.1038/nature19813

Agora Ate Relatórios de Bancos Dizendo que Vivemos Numa Matrix Alienígena? Mais eu Fui o Primeiro Escrevendo Isso a 35 anos Atras!

sexta-feira, setembro 16th, 2016

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Semanas atras foi a noticia bombástica da entrevista do bilionário sendo considerado o gênio do momento, Ellon Musk, dono da SpaceX e Tesla Motors, quando ele revelou que acredita que estamos vivendo num mundo irreal, uma simulação de computador, tal como sugere o filme “Matrix”. Agora esta noticia de altos funcionários de um dos maiores bancos privados do mundo sugerindo que acreditam a mesma coisa!

Eu fico me retorcendo o rabo de indignação e impaciência vendo indivíduos inteligentes quase tocando a chave do mistério, mas todas a s vezes que chegam perto, se desviam para o comportamento normal desta humanidade ainda na sua infância, o comportamento das crianças que deturpam a realidade criando fantasias imaginadas de mundos dos brinquedos e amigos fantasmas com quem elas conversam. Ou seja, religiões e teorias da conspiração.

Po,… nos fomos criados dentro de uma galaxia e por esta galaxia. Ponham isto em suas cabeças de uma vez por todas! Se algum dia alguém trouxer qualquer fato ou evento real produzido por qualquer coisa não existente nesta galaxia, ai, sim, podem começar a suspeitar do contrario. Mas isso ate agora não ocorreu, portanto, por favor, mantenham-se dentro da logica racional, pois a nossa razão pura sem misticismos foi também criada pela logica natural.

E isto significa que galaxias são uma especie de sistema naturais tal como são nossos corpos. Significa que galaxias são nossas ancestrais da mesma forma que bactérias  e mamíferos quadrupedes são nossas ancestrais. E se a galaxia em que vivemos for uma galaxia errante, diferente da formula universal para galaxias, nos estamos vivendo dentro de um mundo irreal, temporário, simulado. Ora, o que e’ uma Matrix?

Matrix e’ quando uma população de uma especie e’ retirada do curso natural, normal, desta longa cadeia de causas e efeitos que já vem durando 13,8 bilhões de anos. E todas as vezes que vi isto acontecer ate’ agora, este deslocamento se deu pelo livre-arbítrio da especie, por sua própria mea culpa. Assim, um grupo de repteis paralisaram sua evolução pelo caminho natural e resolveram se tornarem dinossauros, quando em seu reinado comiam rodos os mamíferos e a vegetação. Foram transformando o meio-ambiente natural construído pela natureza, criaram um ambiente temporário, um mundo simulado, irreal. E o que fez a sabia Natureza? Nada, deixou sua longa paciência de bilhões de anos funcionar normalmente. Os dinossauros foram descartados, a Natureza fez o tempo da evolução inverter ao contrario, foi la no passado buscar um pequeno humilde réptil, o cianodonte, que parecia mais um porquinho, que o elevou ao status de mamífero! por aqui a evolução continuou seu caminho normal, pois o mundo dos dinossauros foi descartado como lixo. E eles viveram sua Matrix ate seus últimos dias. Não precisava nenhum meteoro, eles ja tinham se auto-condenado.

Mas este mesmo erro cometeu outros dinossauros maiores ainda, astronômicos, como esta denominada Via Láctea. Ela fechou-se como sistema cortando trocas e relações com o mundo externo, transformou seu corpo interno numa especie de paraíso e foi viver seu doce sonho de paraíso. A nossa ancestral fez isto, o que significa que nos mesmos, na pele de nosso ancestral, criamos isso. E nos caímos nessa Matrix que e’ o corpo interno dessa galaxia e pior, estamos reproduzindo essa Matrix aqui na Terra! estamos transformando esta biosfera numa maquina perfeita a imagem e semelhança da nossa criadora, onde seremos meras peças estupidas, felizes, mas estúpidos, sem almas, sem a livre consciência que nos libertaria daqui e nos impulsionaria para conquistar-mos o Cosmos onde deveria ser nosso lugar.

O artigo tem o link abaixo:

E no artigo deixei meu comentário, o qual por certo, não sera entendido ou sequer lido, devido ao pobre inglês e devido eu estar falando do mundo real, o qual e’ ininteligível para quem vive e acredita num mundo irreal.

http://www.techworm.net/2016/09/yes-confirmed-living-neos-matrix.html

Yes, it is confirmed that we are living in Neo’s Matrix

Meu comentário postado no artigo:

Louis Charles Morelli · Set/16/2016

Nature alone can creating temporary Matrix as it is happening with us just now, it does not need intelligent aliens neither machines with AI for doing it. What’s a Matrix? When a population, a species, is take out from the normal natural course of evolution, the normal chain of causes and effects of 13,8 billion years old, by a temporary non-normal condition of the environment created by the species itself. Like in the reign of dinosaurs, they was eating all mammals, vegetation, creating an environment that was stopping evolution, a real but non normal environment, living the wrong life in relation to cosmological evolution. Dinosaurs built and felt in its own Matrix, while Nature, wait the destruction of that fake world, made evolution working in reverse time, going back to a small reptile, the cynodont, transforming it in a mammal, and getting the course of normal cosmological evolution back.

This non-sense urban-mechanized life and man-made global warm is creating our own Matrix, from which we can not escape neither going back.

We live in a Matrix inserted into our DNA and surrounding us in the shape of this astronomic system called Milk Way. This system is the most perfect high-machine/imprisoned biology that can exists in Nature, it is a perpetuum motor that can recycles itself, as you can see its model at my website, the Matrix/DNA Theory. You can detect the electro-magnetic and mechanical principles of all lifes’ properties in its design, revealing that it was our ancestor. Included the microscopic building blocks of DNA are the same macroscopic building blocks of this galaxy.

The problem is that our astronomic ancestor and creator choose the wrong way, to be a closed system in itself. They closed the door to their own evolution. Galaxies are a species that were separated one from other, attacked by entropy, producing fragments of free radicals (photons) which were channelized internally when they falls over planet’s surfaces. They lift up working as genes and so, here we are, the galaxy lifting from himself. Separated from the Universe’s evolution this galaxy and our way of life is a Matrix. We are reproducing the celestial ancestor when we are building here the Admirable New World under the Big Brother rules, the whole biosphere turned on a machine where humans are merely a piece of the system. We don’t need conspiracy theories, Nature alone can do that. And knowing it will be our opportunit to escaping from this Matrix changing our destiny.

ok … if we never get to know about it then let it in tat way …
Wrong, my friend. You need thinking about the good and freedom of our next generations. Knowing the Matrix, its origins, how it works and we have the strategy for fighting it, escaping off it. So, read my coment above. The problem is that the Matrix we have discovered is merely natural, it is not highly emotional, not violent and such full of fantasies like the Matrix movie and these conspiracy theories with aliens. People like these fantasies so, they have everything into themselves for creating their own virtual world.Have them created religions, living inside this religion, which is another kind of Matrix?

 

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

segunda-feira, janeiro 16th, 2012
Água-Viva

Semana passada cientistas anunciaram que conseguiram solucionar um dos maiores mistérios da vida marinha, porem, acertaram ao descrever o processo, mas erraram ao interpretá-lo. Trata-se da questão de como consegue se perpetuar a população de águas-vivas, pois pela lógica elas não deveriam existir mais.

As marés crescem e invadem as margens e praias durante uma metade de um dia e na outra metade diminuem e a água volta para alto-mar. Com isso, o que surgir de vivo na costa do continente que fica boiando próximo à superficie, como o plankton, é sempre arrastado pelas ondas para alto-mar, a cada 12 horas. Mas a água-viva surge nas costas dos continentes como o plankton, flutua  nas ondas como o plankton e se fôsse arrastada para alto-mar a cada 12 horas,  no primeiro arrastão já teria sua espécie desaparecido do planeta, pois ela não sobreviveria devido à falta de alimento, etc. Na verdade, contrário a tôda lógica racional, ela surgiu no planeta a 600 milhões de anos, muito antes de insetos e dinossauros, e continua sobrevivendo muito bem, mantendo uma população residente cuja longevidade de cada individuo é muito mais longa que as 12 horas. Como pode isso?!  Essa questão tem feito, por séculos, os estudiosos e cientistas coçarem a cabeça em desespêro: não é possível! Isto não tem lógica! Nós as vemos sendo levadas pelas ondas para alto-mar, sabemos que a partir de certa distância da costa elas tem que morrer. De onde caem as águas vivas que vemos a cada novo dia nas margens dos continentes ? Do céu?

Na excelente seção de Ciências que o New York Times publica às terças-feiras, veio na semana passada o artigo “So Much More to Jellyfish Than Plasma   and Poison”, em 07 de Junho de 2011. ( Quem quiser ver o artigo traduzido clique aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1604.)  O grupo de pesquisa liderado pelo Dr. David J. Albert do Roscoe Bay Marine Biological Laboratory in Vancouver, British Columbia, passou décadas observando e perseguindo individualmente cada água-viva até perto do alto-mar e anuncia ter descoberto a solução para o mistério.

Segundo êles, quando a maré diminui e as águas começam a retornar para alto-mar, de fato leva as águas-marinhas tambem. Porem antes que as ondas entrem em alto mar existeu ma região denominada “barra de cascalho”. Então de repente as águas-vivas saltam fora das ondas e mergulham fundo, alcançando a região mais profunda onde as águas não se movem. Ali ficam hibernando e aguardando. Quando após doze horas as ondas começam a retornar devido a maré crescente, elas sobem à tona, embarcam de carona nas ondas e retornam para as margens onde está seu alimento.

Acho que tem muito marmanjo humano campeão de surf que devia estudar as águas-vivas para aprender uns bons truques. Pois na verdade elas são as verdadeiras campeãs das ondas.

Mas como acontece tal fenômeno na Natureza?! Os mesmos cientistas estudam afundo as água-marinhas e já sabem que elas não possuem cérebro, nem sequer um sistema nervoso estruturado. Isto significa que ela não tem como perceber e captar as ondas de água da maré. Então como ela entra e sai da onda na hora certa e local exato?! Como ela sabe – estando no meio das ondas – que mais abaixo tem água parada?!  Como pode ela discernir que existe a barra de cascalhos?  E como pode ela saber que alem da barra de cascalho ela iria morrer, ou que depois da barra existe o alto-mar?!

Os cientistas estão fazendo um esforço titânico, esmiuçando as nervuras e receptores/emissores da água-viva, e com uma prévia intenção: provar  – ao contrário do que se tem acreditado no meio cientifico – que ela possue um estrutura nervosa primitiva porem muito mais evoluída do que se imagina, e essa estrutura seria a razão de tanta sabedoria.

Estão indo no caminho errado porque não conhecem êsse  mundo real em  que existe a Matriz/DNA. Nem sequer nunca imaginaram algo parecido. Pois os modêlos da Matriz/DNA apresenta a solução para o mistério sem apelar para um cérebro e uma sabedoria na água-viva que não existe.

E como explica a Matriz/DNA essa “mágica” da água viva? Resumindo: o DNA da água-viva, a qual é um ser semi-vivo tão primitivo que a conecta com os eventos na origem da vida produzida por este planeta e seu sistema astronomico, continua se comportando da mesma maneira que o DNA/ Matriz astronomico, o qual afinal, é seu pai e sua mãe, seus criadores.

Foi êste planeta Terra, junto com os demais astros que formam o sistema ao qual êle pertence, sistema que tem como nucleo esta fabulosa e dadivosa estrêla da vida que é o Sol, que geraram, criaram a vida na superficie da Terra. E criaram simplesmente obedecendo as leis e mecanismos da evolução universal, na qual sistemas simples mutam e se reproduzem em sistemas com algum grau a mais de complexidade. Pode ser que por trás do nosso sistema estelar, alem das galáxias, antes do Universo, exista alguma Inteligência Suprema, mas se ela existe, ela faz jus a ser chamada de Suprema, ela não precisaria vir aqui ou ficar andando de planeta em planeta para criar a Vida, pois até nossos engenheiros conseguem produzir softwares pré-programados. Para começo de conversa, observe uma água-viva e observe a forma da Via Láctea. O nucleo arredondado, os braços que se extendem para o exterior, a água-viva parece uma cópia da Via-Láctea.  A semelhança na forma não é mera coincidência; minha avó já sabia que ” filho de peixe, peixinho parecerá”.

Mas a explicação da Matriz/DNA é fantástica. Fêz os pêlos dos meus braços se arrepiarem de emoção, fêz meus olhos lacrimejarem de admiração, de como é extraordinária a engenharia oculta nessa Natureza!

Para entendê-la, temos que observar o modêlo do software DNA/Matriz, ou como estava a forma evolutiva da Matriz quando ela construiu as galáxias, ou seja, o hardware material, o corpo concreto,  em que ela iria se “encarnar”.

 

A Matriz/DNA na Forma-Software nas Origens das Galáxias

A Evolução dos Astros Idêntica à Evolução das Organelas Celulares: Assim como um Sistema Elétrico Acende Lãmpadas, Assim a Matriz Universal faz se Manifestarem as Estruturas Materiais.

( clique no desenho para ver melhor, e desculpe a péssima qualidade do desenho pois foi feito com lápis e papel de embrulho enquanto ajoelhado à beira de pantãnos remexendo a lama nesta pesquisa, com a pele tôda queimando devido a centenas de vampirozinhos, os piuns e carapanãs, a sugarem-me o sangue, e sob o sol escaldante da selva amazônica)

Sabemos que a matéria, ou a energia, pode se manifestar como partícula ou como onda. A água-viva representa a partícula da matéria no espaço, o corpo do astro que vai sendo transformado nas seis formas ou funções sistêmicas, apresentadas na figura.  As ondas da maré é a imitação terrestre dos ondas do tempo, que na figura são representadas pelas setas do circuito sistêmico.  Pois a água-viva e sua conexão com as ondas da maré repete o processo do ciclo vital universal onde a matéria ora se apresenta como partícula em relação ao espaço, ora se apresenta como onda em relação ao tempo.

A água-viva não sabe nada, não capta nada, e nem poderia. Ela funciona automaticamente como os ponteiros de um relógio, os quais saltam de numero em numero sem ter noção que estão se movendo e muito menos sabendo que existem numeros ou momentos repetititvos periódicos do tempo. O contexto “ondas + água-viva”  funcionam dentro de um sistema astronomico,  como um relógio, porque ambos são produtos de uma estrutura mecanica, o relógio newtoniano, a mecânica newtoniana. Assim como um relógio move os dois ponteiros, assim a galáxia move a maré e as partículas nela, como as águas-vivas. Parece inacreditável que algo tão gigantesco como a galáxia atue sõbre algo tão pequeno como a água-viva, mas torna-se perfeitamente compreensível quando entendemosque galáxias e águas-vivas são apenas diferentes formas de um unico sistema universal sob evolução, onde tamanho nada diz. Existe um modêlo fractal, que é a figura aqui exposta nêste website e denominada Matriz/DNA, que está na essência dêste sistema, portanto a água-viva é apenas um fractal microscópico de um fractal macroscópico. A estrutura, o esqueleto, o programa-software, é um só, apesar de que mudam suas protuberancias, acessórios, e vistas á distancia por um observador desavisado, as formas externas tornam-se tão diferenciadas que parece não terem afinidades entre si.

Observe na figura que as setas  do circuíto mais o corpo de astro que avança, quando chegam na Função 4  se bifurcam. Um fluxo das setas-ondas continua seu caminho circular para fechar a circunferência, enquanto outro fluxo “desce” na direção de F1. O ciclo diurno da dupla ondas da maré/água-viva repete este processo e chega a um ponto onde a água-viva se desloca e se separa da onda circular, parecendo “descer” verticalmente para as profundezas onde se encontram as águas estacionárias. Todos os movimentos exibidos pela água-viva, tais como o mergulhar, o emergir de volta à superficie, o estacionar nas águas profundas, nada mais é que mera repetição do fluxo representado pela seta que vai de F4 retornando a F1. E a água-viva, assim como a forma do cometa em F5, ressurge nas ondas circulares  e com elas se funde novamente em F1, quando estas atingem o  extremo inferior, da base.

Mas note bem. Estaria correto dizer, como dizem os cientistas, que a água-viva desce e depois sobe? Isto depende do ponto de referencia, o ponto fixo em relação ao qual dizemos que algo está subindo ou descendo. Tomemos como ponto de referencia o nucleo do Sistema planetario, nosso Sol.  Durante metade do dia, o planeta que gira sobre si mesmo tem uma face voltada para o Sol.  Observando desde o Sol diríamos que a superficie dessa face é o ponto mais alto do planeta.  Na outra metade do dia, essa face se desloca para a parte oculta do planeta, então o observador que continua fixo no Sol diria que a mesma face agora é o ponto mais baixo do planeta.  Em relação ao sol, ora, nós americanos estamos em cima e os japoneses lá do outro lado, estão embaixo, ou ora estamos embaixo e os japoneses lá em cima.

Então se pudessemos cavar um poço ininterrupto desde o solo da América e for-mos aparecer com a cabeça saindo num bueiro numa rua de Tóquio, estaria certo dizer que descemos e depois subimos? Ou que mergulhamos na terra e depois emergimos da terra?…

Então, em relação ao Sol, quando a água-viva sai das ondas e mergulha, realmente ela está “descendo” durante a metade do dia. Mas ainda em relação ao Sol, quando na outra metade do dia ela se dirige à superficie, na verdade ela continua descendo… Ela está simplesmente sendo conduzida pelas setas da função 5.

Agora durma com um barulho dêstes… É cada coisa que essa Matriz nos leva a descobrir que nossa pobre cabecinha não vai aguentar muito tempo…

A água viva não mergulha e depois emerge por si mesma, ela simplesmente é conduzida a descer sempre, repitindo o movimento do ancestral de seu DNA, a galáxia inteira! Porque êste processo está registrado em seu DNA, ele foi treinado para agir assim durante 10 bilhões de anos. Foi sómente depois, nos seres vivos mais evoluidos, que esse processo deixou de ser expressado e foi fazer parte do que chamam indevidamente de “lixo-DNA”.

Sinto que aqui e agora não tenhoo tempo e os recursos computacionais gráficos para inserir um desenho que fiz no papel hoje, refletindo esta questão. Devido ao movimento de rotação horizontal da Terra em relação ao Sol, na verdade a maré não vai e volta. Ela sempre só vai numa direção, justamente imitando o sentido do fluxo circularda Matriz/DNA. Acontece que, se nos posicionar-mos no Sol e ficar observando a Terra, um continente qualquer que durante uma metade do dia está se distanciando à esquerda, continua indo para a esquerda quando êle está do outro lado, na face oculta.

Realmente têm razão os pesquisadores em admirarem a complexidade e os comportamentos em uma água-viva. Diz o Dr. Albert:

“Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”. Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Aqui está o motivo de meu desêspero por não aparecer ninguém que me ajude a divulgar e se fazer conhecer a cosmovisão da Matriz/DNA. Um grande exército de estudantes e pesquisadores como o Dr. Albert precisam conhecer urgente as fórmulas da teoria. Se êle a conhecesse êle não diria isso e estaria dirigindo sua pesquisa por outro caminho mais correto. Nem sempre quando há comportamentos organizados existe um cérebro controlando. Todos os objetos do mundo são influenciados pela hierarquia dos sistemas naturais. Sistemas longínquos e invisíveis aos nossos olhos podem estarem influenciando uma pedra ou uma planta à nossa frente, sem nos dar-mos conta disso. Por exemplo, o árabe que se torna um homem bomba suicida está se comportando diferente do que seria normal a um ser humano, que procura sobreviver e não se suicidar. Ocorre que acima da sociedade e do homem existe um sistema invisivel chamado “religião” a qual influencia, altera, o comportamento normal do homem.  O sistema longinquo, invisivel que influencia o comportamento da água viva, existe desde a 10 bilhões de anos e é do tamanho de uma galáxia, mas êle está inscrito no DNA da água-viva e êle construiu a biosfera, o ambiente no qual ela existe. A Matriz está dentro de nós e ao nosso redor, em todo lugar. Por isso é de extrema importância que a conhecemos e saibamos de sua existência.

Mas ela faz tudo isso porque a fórmula software da Natureza para organizar a matéria em sistemas, quando dirige essa matéria, repete sempre este mesmo mecanismo. E é através da nossa aprendizagem destes mecanismos, apoiando-se no trabalho de gigantes de paciente e dedicada observação anos a fio de cientistas como o grupo do Dr. Albert, que nossa mente vai angariando informações dessa extraordinária engenharia natural e com esse conhecimento vamos tendo novas intuições para elaborar novas tecnologias que vão ajudando-nos a sobreviver e melhorando nossas condições de vida. Parabéns ao grupo do Dr. Albert e à Teoria da Matriz/DNA.

Observações:

1) Como todos os demais, cada tópico como êsse lançado aqui é uma nova área de pesquisa tendo por base a cosmovisão da Matriz/DNA. Portanto cada tópico fica sempre em aberto para serem acrescentados qualquer novidade, qualquer novo fato relacionado que porventura vai sendo descoberto.

2) ÁGUA-VIVA COM PROTEÍNA CAPAZ DE EMITIR LUZ LASER.

Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, afirma um artigo publicado na revista Nature Photonics. A luz laser se diferencia da normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.  A equipe usou uma proteína verde fluorescente, encontrada em uma espécie de água-viva, a Green Fluorescent protein, ou GFP, na sigla em Inglês.  Objeto de muitos estudos, a molécula GFP revolucionou a biologia ao agir como uma  “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos.

Comentário da Matriz/DNA:

Não restam duvidas: a água-viva é muito importante para testar-mos a existência ou não da fórmula da Matriz/DNA e para melhor entendê-la. Isto porque a água-viva está – evolutivamente – muito próxima ao nosso ancestral astronomico,  à forma de sistema fechado. Veja como as coisas vão batendo.  Já disse aqui muitas vêzes que a existência de proteínas no nosso mundo é a explicação de que elas são a  forma material-biológica que representa as setas circulares do circuito sistêmico no software-Matriz. Em outras palavras, proteína é a ferramenta material biológica que exerce a função de materializar e fazeratuar o processo do ciclo vital, e o conjunto de tôdas as proteínas é a soma de todas as informações do fluxo de informações do sistema. Ora, no nosso ancestral é o circuíto que “acende” as estrêlas. Quando nossa inteligencia intuitivamente copiou o sistema Matriz na forma de circuito elétrico caseiro, é o circuito elétrico que  acende as lampadas. Portanto, desde que as proteínas representam o circuito total, tinha que ser uma proteína que seria a molécula biológica capaz de produzir luz, e tinha que ser num sistema biológico que fôsse uma das cópias ou reprodução mais fiel do sistema na forma astronomica, ou seja, a água-viva. Não admira que a intuição dos cientistas os induziram a pensar numa “lanterna” acesa dentro de um ser vivo.

Por outro lado,  temos aqui um outro tópico dedicado á luz. Isto porque estamos chegando à conclusão que o principio de tudo nêste Universo está alojado na luz natural, quando estamos descobrindo que as sete formas diferentes de frequências e períodos da onda de luz contem a forma do ciclo vital. Parece que a luz é o tentáculo,  a mão de Deus aqui  nêste mundo, a essência que contem a primeira forma do software da Matriz/DNA. E esta noticia da proteína GFP deve ser levada ao tópico de pesquisa da luz também.

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RELACIONADO:

O artigo abaixo anuncia que às vêzes as ondas arrancam as água-marinhas de seu esconderijo nos cascalhos e as leva para a costa dos continentes, causando enorme estragos. Como ficamos então? Temos que voltar à fórmula da Matrix e ver porque ou quando isso pode acontecer. Talvez encontremos uma nova característica da mudança do clima no planeta. A posição da agua-marinha no cascalho corresponde à posição de F5 se estivesse parada no centro do circuito. Para o circuito esférico (as ondas) arranca-lo de lá, ele teria que se invaginar, varrer o cascalho e retornar ao fluxo normal. Suponhamos que a fórmula se reproduz como template do planeta. O circuito esférico seria a atmosfera. Como a atmosfera desceria adentrando o oceano? Pesada devido poluição? Mas podemos supor tambem que o circuito esférico seja as ondas, o que parece mais certo neste caso. O que exerceria pressão sôbre as ondas para elas se expandirem e descerem mais varrendo áreas mais profundas do oceano?

Primeiro teríamos que correr ao local quando as águas-marinhas estão sendo atacadas. Medir tudo: densidade da água, densidade atmosférica acima da água, velocidade das ondas, e até mesmo medições das águas abaixo do local, pois ao invés de estar sendo empurradas, as ondas podem estarem sendo atraídas para baixo.

Bem… por ora fica o mistério.

Commentary: Rise of the jellyfish

http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html

Posted on Saturday, December 17, 2011
By Fred Grimm | The Miami Herald

It was the invasion of the surreal: thousands and thousands of gelatinous sea creatures, with their dangling venomous tentacles, overwhelming the cooling canal of the St. Lucie nuclear power plant, washing up against the turtle protection nets, clogging the intake screens.

So many jellyfish filled the canal that Florida Power & Light shut down the St. Lucie reactor for two days.

The translucent creatures had been sucked through giant ocean intake pipes, pumped under the dunes and into the canal, with enough trauma to break off tentacles and create another kind of horror show. A marine scientist told me that the canal water became “a tentacle soup,” and thousands of fish, including 400-pound goliath groupers, died, probably from stings around the gills.

“We have jellyfish blooms every year. But this was an explosion,” said Doug Andrews of FPL. “I’ve never seen anything like it.”

The plant was shut down as a precautionary measure on Aug. 22, Andrew said. And divers worked a 24-hour-a-day operation, pulling thousands of dead and dying moon jellyfish out of the water. The clean-up went on for weeks. Andrews described semiopaque creatures with small pink circles at their core. Tons of them. “It was an amazing freak of nature,” Andrews said.

Except that the once freakish blooms of jellyfish are no longer so unusual. A month before the St. Lucie incident, enormous invasions of jellyfish similarly caused shutdowns of nuclear reactors in Shimane, Japan, and Dunbar, Scotland, and to Israel’s biggest electric plant, a coal-fueled operation in Hadera.

A jellyfish bloom was blamed for a massive salmon kill in the Irish Sea in 2007, in waters once regarded as too cold for this kind of phenomenon. A bloom was also blamed for ruining commercial fishing off Angola, in southern Africa.

Last year, fishermen in Japan’s Wakasa Bay found 450-pound orange Nomura jellyfish the size of refrigerators fouling their nets.

Earlier this year, the Chinese Academy of Sciences assigned 30 marine scientists to look into the sudden increase in jellyfish blooms and their devastating effect on commercial fishing. The academy said blooms that once occurred in 40-year cycles now come every year.

Even stranger, freshwater jellyfish have been discovered lately in lakes of Canada, Minnesota and New Hampshire.

Jonathan Gorham, a marine biologist with Inwater Research Group, the non-profit group overseeing the sea turtle protection program at the St. Lucie plant, said he had seen jellyfish blooms in the Gulf of Mexico last summer large enough to disrupt the shrimp harvest.

The invasions of July and August, of course, are anecdotes — data points, Gorham called them — but they coincide, unhappily, with scientific theories that jellyfish, which seem to thrive in warmer waters, are harbingers of global climate change. Marine scientists also wonder whether the anecdotal rise of jellyfish might have to do with the decline of fisheries (less competition for smaller marine life), or from the agricultural nutrients that pollute the oceans. Jellyfish seem to do well in oxygen-depleted dead zones that kill most fish.

Pick your theory. Or all of above. Jellyfish seem to be one of those creatures, like rats, that can adapt to the environmental disasters fomented by man.

But there’s some good news along with the sting of the jellyfish tentacles. (Rub a little white vinegar on the wound). Gorham said that jellyfish are a staple of the sea turtle’s diet. The endangered turtles will eat well.

And after the salmon and grouper and sea bass and snapper have disappeared, we can emulate sea turtles and dine on jellyfish. Eddie Lin, author of Extreme Cuisine, called collagen-rich jellyfish the “food solution” to the coming global warming crisis.

Chinese restaurants, the authentic joints, already serve jellyfish. Usually with sesame oil and rice vinegar over noodles. The food solution to our overheated future is said to have a crunchy texture.

Read more here: http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html#storylink=cpy

Queda na Inovação: Dica para aplicar a Matriz na prática.

quinta-feira, janeiro 6th, 2011
The New York Times – Business Day
http://www.nytimes.com/2011/01/30/business/30view.html?src=me&ref=business
Economic View: Innovation Is Doing Little for Incomes
By TYLER COWEN
Published: January 29, 2011

MY grandmother, who was born in 1905, spoke often about the immense changes she had seen, including the widespread adoption of electricity, the automobile, flush toilets, antibiotics and convenient household appliances. Since my birth in 1962, it seems to me, there have not been comparable improvements.

David G. Klein

 Of course, the personal computer and its cousin, the smartphone, have brought about some big changes. And many goods and services are now more plentiful and of better quality. But compared with what my grandmother witnessed, the basic accouterments of life have remained broadly the same.

The income numbers for Americans reflect this slowdown in growth. From 1947 to 1973 — a period of just 26 years — inflation-adjusted median income in the United States more than doubled. But in the 31 years from 1973 to 2004, it rose only 22 percent. And, over the last decade, it actually declined.

Most well-off countries have experienced income growth slowdowns since the early 1970s, so it would seem that a single cause is transcending national borders: the reaching of a technological plateau. The numbers suggest that for almost 40 years, we’ve had near-universal dissemination of the major innovations stemming from the Industrial Revolution, many of which combined efficient machines with potent fossil fuels. Today, no huge improvement for the automobile or airplane is in sight, and the major struggle is to limit their pollution, not to vastly improve their capabilities.

Although America produces plenty of innovations, most are not geared toward significantly raising the average standard of living. It seems that we are coming up with ideas that benefit relatively small numbers of people, compared with the broad-based advances of earlier decades, when the modern world was put into place. If pre-1973 growth rates had continued, for example, median family income in the United States would now be more than $90,000, as opposed to its current range of around $50,000.

Will the Internet usher in a new economic growth explosion? Quite possibly, but it hasn’t delivered very good macroeconomic performance over the last decade. Many of the Internet’s gains are fun — games, chat rooms, Twitter streams — rather than vast sources of revenue, and when there have been measurable monetary gains, they often have been concentrated among a small number of company founders, as with, say, Facebook. As for users, the Internet has benefited the well-educated and the curious to a disproportionate degree, but apparently not enough to bolster median income.

  And I’ve stressed it in a recent e-book, “The Great Stagnation.”  

Sooner or later, new technological revolutions will occur, perhaps in the biosciences, through genome sequencing, or in energy production, through viable solar power, for example. But these transformations won’t come overnight, and we’ll have to make do in the meantime. Instead of facing up to this scarcity, politicians promote tax cuts and income redistribution policies to benefit favored constituencies. Yet these are one-off adjustments and, over time, they cannot undo the slower rate of growth in average living standards.

It’s unclear whether Americans have the temperament to make a smooth transition to a more stagnant economy. After all, we’ve long thought of our country as the land of unlimited opportunity. In practice, this optimism has meant that we continue to increase government spending, whether or not we can afford it.

In the narrow sense, the solution to the stagnation of median income will not be a political one. And one of the hardest points to grasp about this quandary is that no one in particular is to blame. Scientific progress has never proceeded on an even, predictable basis, even though for part of the 20th century it seemed that it might.

Science should be encouraged with subsidies for basic research, as well as private charity, educational reform, a business culture geared toward commercializing inventions, and greater public appreciation for the scientific endeavor. A lighter legal and regulatory hand could ease the path of future innovations.

NONETHELESS, advancing discovery is not a goal to be reached by the mere application of will. Precisely because there is no obvious villain and no simple fix, and many complex factors behind success, science as a general topic doesn’t play a big role in American political discourse. When it comes to understanding our macroeconomic predicament, we often seem to be missing the point.

Until science has a greater impact again on average daily living standards, the political problem will be in learning to live within our means. Because neither major party seems to support a plausible path to fiscal balance, or to acknowledge how little control politicians actually have over future income growth, we unscientifically keep living in an age of denial.

Tyler Cowen is a professor of economics at George Mason University

 

Previsões da Teoria da Matriz/DNA Aprovadas (1)

sexta-feira, setembro 11th, 2009

(Scientific American, September 2009, pg. 61)

Qual foi a causa da primeira duplicação (ou multiplicação) dos seres vivos? Cientistas descobrem que a aplicação de uma fonte de calor sobre uma primitiva proto-celula pode ser o estimulo que faz as duas hastes do DSNA ou do proto-RNA se separarem criando assim duas células filhas  Supõe-se que na Terra primitiva haviam duas alternativas como fonte de calor: raios ultra-violeta do Sol ou atividade vulcanica próxima.

     . Pois nos modelos da Matriz/DNA feitos a 25 anos atrás”(PORTANTO MUITO ANTES DE SE PENSAR NESTA HIPÓTESE), o “DNA” de LUCA,  desde antes das origens da proto-célula, se divide devido a uma fonte externa de calor: o Sol.  Vamos à face de LUCA e à sua Matriz/DNA ( não consigo postar as imagens no lugar certo!):

matriz.jpg

LUCA - The Last Universal Common Ancestor

Onde é que o circuito se divide em dois, fazendo que a meia-lua esquerda se reproduza como meia-lua direita? Na Função 4, que em LUCA é representada pelo Pulsar. Lembre-se que um Pulsar é um velho planeta.  E porque o fluxo de divide aí? Porque o planeta caiu na órbita de uma estrela, a energia desta produz as reações nucleares ni nucleo, a pressão destas radiações produzem vulcões e os vulcões produzem os cometas, que criam o fluxo lateral interno. Portanto, no céu uma fonte de calor é o estimulo para LUCA lançar seus espermatozóides e se replicar (já que LUCA nào se reproduz e sim recicla seus ciclos de vida).

E como sempre dissemos, nas … (origens da Vida na Terra, que não houve) … nas épocas da embriogenese do primeiro sistema biológico, todos os mecanismos e processos aplicados aqui foram extraídos dos mecanismos e processos que já aconteciam no céu.

Mais um ponto para a Matriz. E também assim vamos aprendendo mais e mais a interpretar os mapas da Matriz.