Archive for the ‘Abiogênese’ Category

Imagens incríveis de mitose em microscopia de contraste de fase indicam a entidade dos sistemas

quinta-feira, outubro 18th, 2018

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https://www.facebook.com/Soubiomais/videos/178277339719849/

Para quem não vai a escola apenas atras de objetivos materiais mas também mentais:

Pensar que cada átomo participante desta cena – esteja ele compondo o que for com outros átomos, seja uma organela, um cromossoma – está atuando por si mesmo repetindo um movimento direcionado a algum objetivo, não faz sentido. Mas resumindo ao ultimo, é isso que acredita o cientista que acredita que genes tem motivos futuros, como buscar sua máxima reprodução. Ora, genes nada mais são que um especifico punhado de átomos, como poderiam prever o futuro?! Esta forma de acreditar é efeito do método reducionista, que é a grande Ciência aplicada pela metade. A mim está obvio que existe um comando de instruções vindo do todo que é um sistema natural. A soma de informações de todas as partes de um sistema, mais as informações das interações entre estas partes e o meio externo, gera um terceiro elemento no sistema, algo que, no nível de nosso conhecimento atual, parece ser invisível, abstrato. E essa entidade como uma maestra de uma orquestra que está movendo isso tudo e tao coordenadamente. Por isso estou insistindo: o próximo grande salto evolutivo ‘a espera dos novos cientistas está no nível do pensamento sistêmico, a outra metade da Ciência. E não se entende sobre sistemas se não conhecer a formula que descobri inserida como entidade em todos os sistemas naturais, a Matrix/DNA.  Ignorar isso é escolher ficar fora da nova onda.

 

Origens da Vida: Informativa entrevista com Joel de Rosnay

quarta-feira, outubro 10th, 2018

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Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Procurar o livro:

Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant,

Origens da vida: Joel de Rosnay, entrevista interessante e livro a comprar

terça-feira, setembro 25th, 2018

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https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

( Obs: Procurar este livro, versao em ingles: Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil )

Desde Aristóteles, há 2300 anos, aos bioquímicos dos laboratórios computadorizados dos dias atuais, filósofos e cientistas – para não falar dos pensadores religiosos de todos os credos e épocas – têm procurado a resposta para aquilo que seguramente é a maior interrogação sobre a face da terra: como , quando e por que surgiu o que se chama vida? Esta portentosa pergunta, comparável apenas a indagação sobre a origem do Universo, desdobra-se numa variedade tão grande de complexas questões que chega a lembrar as assombrosas diversidade das formas vivas que povoaram este planeta.

Terá sido, por exemplo, um acidente num percurso dos componentes primitivos a matéria inanimada – o acaso, em suma, a matriz primeira da matéria orgânica? Ou, desde a formação da terra, uma lógica implacável determinou o nascimento das moléculas vitais? E que peculiaríssimo arranjo químico foi esse que, até onde a ainda precária vista humana alcança, só parece ter impregnado um único corpo celeste? Excluída a idéia da intervenção divina, pelo simples motivo de que tal resposta está além de qualquer verificação cientifica, restam as hipóteses construídas pelos próprios cientistas.
Estas não apenas são verossímeis, dado o acumulo de conhecimentos que permitiu formulá-las e testá-las, como também descrevem o que talvez seja a suprema odisséia já ocorrida nestas paragens do Cosmo. Do casamento das chamadas ciências planetárias, como a Geologia, a Climatologia e o estudo da atmosfera, com a Biologia Molecular e a Microbiologia, emergiu enfim uma explicação coerente e articulada para o enigma da vida. Poucos cientistas têm tanta familiaridade com cada tijolo dessa construção admirável quanto o francês Joël de Rosnay.

Aos 52 anos, químico de formação, ex-pesquisador do Instituto Pasteur, de Paris, e do não menos renomado Massachusetts Institute of Technology, em Cambrigde, Estados Unidos, Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil, assim como o anterior. Atual diretor da Cidade das Ciências, de La Villette, define-se como “um misto de administrador, cientista e comunicador”. Nesta entrevista a Dominique Simonnet, da revista francesa L’Express, que SUPERINTERESSANTE publica com exclusividade para o Brasil, Rosnay sustenta que “ a vida é o resultado de uma longa evolução”.

Já se passaram mais de vinte anos desde a publicação de seu livro As origens da vida. Nesses vinte anos o mistério original se esclareceu?

Em parte. As recentes descobertas confirmaram sobretudo uma grande idéia: a vida não apareceu por acaso. Ao contrário, ela é o resultado de uma longa evolução da matéria, das moléculas simples às primeira células. É um processo continuo intimamente ligado à evolução da própria terra. A novidade é que foi possível reproduzir em laboratório as principais etapas desse processo.

A idéia de que a vida surgiu da matéria lembra o conceito de “geração espontânea” dos nossos bisavós. Quer dizer então que eles não estavam completamente errados?

É verdade. Mas eles acreditavam que os vermes brotavam da imundície e as moscas, da carne estragada. No século XVII, um célebre médico chegou mesmo a dar uma receita para a criação de ratos em 21 dias a partir de um grão de trigo e de uma camisa suja. Pasteur acabou com esse mito: as gerações espontâneas eram na realidade devidas aos microorganismos que proliferam num ambiente. Na época concluiu-se daí que a vida só poderia nascer da vida. Como então explicar sua primeira aparição? Só havia duas soluções: uma origem divina, mas aí já não se tratava de ciência, ou uma origem extraterrestre – meteoritos teriam trazido os germes da vida, o que tampouco resolvia o problema. A ciência ficou assim bloqueada anos a fio.

Até que finalmente ela se resignou a estabelecer a ponto entre a matéria e a vida.
Sim. Graças em parte a Darwin, que introduziu a idéia fundamental da evolução do tempo. Isso seaplica as espécies vivas, desde o primeiro organismo até o homem. Mas também, como Darwin sugeriu, às moléculas antes mesmo das primeiras células. No começo do século, os bioquímicos Aleksander Oparin e John Burdon Halden afirmaram que os componentes da vida se formaram a partir das moléculas simples que se encontravam na Terra por ocasião de sua formação, há 4,5 bilhões de anos.

Por que isso aconteceu na Terra?

Porque se trata de um planeta realmente peculiar: possui uma massa suficiente para reter gases numa atmosfera; fica a uma boa distância de uma estrela, o Sol, que irradia infravermelhos e ultravioleta capazes de desencadear reações químicas. Sob o efeito dos raios ultravioleta do Sol e dos violentos relâmpagos terrestres, as moléculas de gás da atmosfera primitiva (principalmente metano, amônia e vapor de água) se partiram e se recombinaram em elementos mais complexos: as primeiras moléculas, a que chamamos orgânicas, porque elas entram hoje na composição dos seres vivos. Durante milhões de anos, essas moléculas caíram do céu, trazidas pelas chuvas resultantes da condensação do vapor de água nas camadas frias da atmosfera. Assim se fixaram duas características essenciais do mundo vivo: sua composição química – todos os organismos são feitos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio: e sua fonte de energia – o Sol.

Como se descobriu isso?

Mediante simulações em laboratório. A mais célebre foi realizada nos anos 50. Um jovem químico, Stanley Miller, fechou uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água (os quatro gases da atmosfera primitiva) num tubo de ensaio, que foi submetido a poderosas descargas elétricas para simular os relâmpagos e que ele havia equipado com um sistema de condenação da água para fazer as vezes das chuvas. Ao cabo de uma semana, ele obteve um liquido vermelho – alaranjado, onde encontrou notadamente aminoácidos, elementos essenciais dos seres vivos. Estava estabelecida a prova de que compostos orgânicos podiam se formar a partir de moléculas inertes.

Apesar disso, fica faltando a dimensão do tempo, è qual o senhor dá importância.

Sim, mas em laboratório sabe-se acelerar as reações e abreviar a duração. Além disso, de seu lado, os astrofísicos descobriram moléculas orgânicas no espaço, mais de setenta em quinze anos. Em 1986 a sonda Giotto encontrou tais moléculas no núcleo do Cometa de Halley. Isso mostra que antigamente a formação dessas moléculas não era um caso excepcional no Universo. Duas delas, o formaldeído e o ácido cianídrico, parecem haver desempenhado um papel importante: submetidas aos raios ultravioleta, deram origem a duas das quatro bases que compõem o DNA, o suporte de hereditariedade, ou seja, duas das quatro “letras” do código genético que caracteriza os seres vivos. Todas essas moléculas se acumularam inicialmente num gigantesco caldo de cultura, a sopa primitiva. As reações essenciais não se produziram apenas nos oceanos, como se acreditou durante muito tempo, mas também nas lagunas e nos pântanos, lugares secos e quentes de dia, frios e úmidos à noite, e sem dúvida no barro. Tais ambientes desempenharam o papel de desencadeadores das reações.

Ora, a vida nascida do barro. Reencontra-se um dos grandes mitos da criação.

Sim. Os pesquisadores israelenses e americanos que simularam em laboratório os ciclos de secamento dos mares confirmaram: em presença do barro, as famosas bases se juntam espontaneamente em pequenas cadeias de DNA e sobretudo de RNA, o outro suporte da informação genética ( que duplica o DNA da célula). Ora, segundo uma descoberta realizada em 1986 pelo americano Thomas Cech, esse RNA tem um poder extraordinário – o de auto-reproduzir. Outra experiência, esta do americano Sidney Fox, permite completar o argumento. Segundo ele, certas moléculas se aglutinaram na sopa primitiva em numerosíssimas bolinhas, as “microsferas”, de certa forma como gotas de óleo na água. Foi uma grande novidade: cada gota podia, com efeito, possuir um conteúdo químico próprio. Sabe-se que certas reações internas podem destruí-la; outras, ao contrário, podem estabelecer sua estabilidade. Resultado: aquelas que dispunham de um conteúdo favorável puderam subsistir notadamente as que colhiam as famosas cadeia de RNA, capazes de se auto-reproduzir. Essa seleção natural química durou um bom bilhão de ano. Houve portanto luta pela vida – antes da vida.

Mas a partir de que momento existe vida

É uma questão de definição. Admite-se geralmente que um organismo vivo é um sistema capaz de assegurar sua própria conservação, de se gerir a si próprio e de se reproduzir – três propriedades que se aplicam a célula. Um cristal, ao contrário, não vive: ele é capaz de se reproduzir, mas não de metabolizar energia. O caso do vírus é mais ambíguo. Pode-se, por exemplo, transformar um vírus, como o mosaico do tabaco (TMV), em cristais, como o do açúcar comum, e conservá-lo durante anos. Ele não se reproduz, ele não se manifesta, ele não “vive”. E depois, um dia, pode-se buscar o pó, acrescentar-lhe água e despejar um pouco da solução numa folha de tabaco. A planta apresentará rapidamente sinais de infecção: o vírus reencontrou seus poderes e se reproduz a uma velocidade assombrosa. Digamos então que o vírus se situa na fronteira da vida. Segundo uma teoria original, os vírus seriam estruturas aperfeiçoadas, células que teriam evoluído livrando-se do estorvo do material da reprodução para se reduzirem a sua expressão mais simples. Em todo caso, ao contrario do que se chegou a acreditar, os vírus certamente não foram as primeiras formas de vida, pois eles necessitam de estruturas vivas para se reproduzir.

Os primeiros seres vivos foram portanto as esferas dotadas de RNA, as “gostas de vida”?

Provavelmente. Essa vida teria então invadido a terra muito depressa, ela teria contaminado como … um vírus. Talvez em menos de um ano, quem sabe. Quase nada., comparando aos bilhões de anos precedente. Não esqueça: quando uma célula se divide em duas, depois em quatro, oito dezesseis, 32 etc., chega-se muitos rapidamente a quantidades astronômicas. Além do que, naquela época não havia nada que destruísse os primeiros organismos. Hoje, qualquer tentativa de aparecimento de uma nova vida seria instantaneamente aniquilada pelos atuais seres vivos. A vida queimou as pontes atrás de si.

Quando ocorreu aquela contaminação?

Pelo menos a 3,5 bilhões de anos, visto que os mais antigos fósseis de bactérias, descobertos na Austrália, datam desse período. Em seguida, no interior das microgotas, o jogo das estruturas químicas conduziu progressivamente ao estabelecimento de um código genético rudimentar, depois à dupla hélice do DNA – este se impôs porque apresentava vantagens sobre o RNA, principalmente uma estabilidade maior. Mas como isso se deu? Os biólogos ainda não sabem. É um dos seus principais elos perdidos.

Será que algum designo, ou alguma lógica teria conduzido a natureza a inventar o DNA?

A natureza não “inventa” nada, não tem intenções; ela procede por eliminação. A vantagem do DNA é ter permitido,, mediante o jogo das mutações, uma variedade considerável de formas vivas. Com o tempo, o ambiente criou novas condições, novas necessidades. Os organismos que não foram capazes de se adaptar a elas acabaram eliminados. Os outros proliferaram. É o principio darwiniano da seleção natural.

Mas, se existem necessidades, não se pode dizer que o acaso participe dessa história?

Alguns pensam que a vida nasceu por acaso, por um arranjo acidental nos oceanos. O que faria da vida um acontecimento exclusivamente terrestre. Mas, para a maioria dos cientistas, a primazia é da necessidade. Nesse caso, todo planeta que contenha água e se encontre a uma distância ótima de uma estrela quente pode ter acumulado moléculas da mesma maneira que a terra. E estas, ao se tornarem mais complexas, desembocaram substancias químicas com seu meio etc. assim de necessidade em necessidade, a evolução química pode acabar resultando em seres vivos rudimentares.

Então a vida em outros planetas também se basearia no DNA?

Provavelmente. O DNA se insere numa evolução química lógica do Universo.

Depois que apareceu o DNA, o que aconteceu?

As microgotas continuaram a aperfeiçoar seu metabolismo. Depois da fermentação, a forma mais primitiva de obtenção de energia, que se produz na ausência de oxigênio, surgiram a fotossíntese e a respiração. A primeira se baseia na clorofila; a segunda, na hemoglobina. O universo de uma é verde. O da outra, vermelho. Mas essas duas moléculas são praticamente idênticas e provavelmente originarias de um mesmo “ancestral químico”. O surgimento da fotossíntese encheu o ambiente de oxigênio – o que sem duvida fez surgir na alta atmosfera a famosa camada protetora de ozônio. Produziu-se então uma separação entre aqueles que obtinham energia diretamente a partir do Sol e aqueles que absorviam as substâncias e o oxigênio rejeitados pelos outros. É a espoleta da separação entre mundo animal e mundo vegetal.

Já? Num estágio tão primitivo?

Assim se acredita. A árvore da vida ramificou muito cedo. Depois das bactérias e das algas aparecem as células ais complexas, dotadas de um núcleo e de órgãos… ? duvida Segundo uma teoria muito recente. Tais células teriam resultado de simbioses: a célula vegetal, por exemplo, seria uma célula na qual teria ido viver uma alga – e assim teria constituído nela o cloroplasto. A célula animal com núcleo teria da mesma forma, acolhido uma bactéria – que nela viria a se transformar na mitocôndria, uma espécie de minicentral de produção de energia.

Uma lógica de associação, desta vez?

Sim. Pois chegou um momento em que nenhuma dessas células pôde evoluir sozinha. Os dejetos que elas, por assim dizer, cuspiam no ambiente as envenenavam: elas também conheceram a poluição. Seu modo de sobrevivência foi se associar em sistemas, o que oferecia a vantagem de diversificar o trabalho. Então elas se diferenciaram. Vê-se ainda esse fenômeno no caso do volvox, pequena célula independente munida de flagelos: num meio pobre em substâncias nutritivas, esses organismos secretam uma espécie de gel e se colam uns aos outros formando um colônia que pode alcançar vários milhares de espécimes. Então eles se deslocam todos na mesma direção, de maneira muito coordenada, formando uma única entidade. Talvez tenha sido uma lógica parecida que tornou possível o aparecimento dos primeiros seres multicelulares. Também a sexualidade teve seu papel: é um modo de fundir o DNA, portanto, de criar variedade. Depois, a árvore da vida continuou a se ramificar: os cogumelos, as algas multicelulares, as esponjas, os corais, os peixes, os insetos, os pássaros, os mamíferos…

… e o homem, enfim. O senhor … ? duvida

Sim, se considera que a sociedade humana forma com a biosfera (ou seja, a parte viva do planeta) um gigantesco organismo que vive e continua a evoluir. As invenções do cérebro humano serão agora os equivalentes das mutações.

Mas se está muito longe das primeiras gotas de vida.

Nem tanto. O DNA guarda na memória trações da evolução biológica. No curso de seu desenvolvimento, um feto revive rapidamente algumas etapas dessa evolução. Nosso cérebro, com suas três partes – , é igualmente o resultado de um espécie de sedimentação. E a composição química de nossos tecidos permanece muito semelhante à do meio orgânico há 4,5 bilhões de anos: cada uma de nossas células é um pedacinho do oceano primitivo do qual emergiu a vida. De fato, nosso corpo inteiro continua a contar a história de nossas origens.

Imagem do Citoplasma com Organelas em 3D

sábado, agosto 4th, 2018

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Imagem incrível de um citoplasma com suas moléculas e organelas em 3D! 😍 Créditos: David Goodsell

Imagem incrível de um citoplasma com suas moléculas e organelas em 3D! 😍
Créditos: David Goodsell

Parece uma vista aérea e não por acaso; esta obra foi desenhada por quem esta’ no ceu. Não por alguma divindade sobrenatural e sim apenas pelo sistema astronomico que produziu a Vida aqui… Pena que a crença acadêmica esta’ atrapalhando a Fisica e a Biologia ao separar o criador que veio da Evolucao Cosmologica da sua criatura que iniciou a Evolucao Biologica. Nao aceitem isso, e serao capazes de ver o Cosmos atraves do microscopio apontado para uma celula. Assim como não existe duas naturezas, não existem duas evoluções, ela e’ so’ uma,.. a Evolucao Universal. Prestem atencao na Matrix/DNA Theory que esta mostrando a figura do elo evolucionario entre a galáxia e o primeiro ser vivo…

Raios Cósmicos Bombardeando Átomos da Terra e Corpos Humanos

sábado, julho 14th, 2018

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IceCube: Unlocking the Secrets of Cosmic Rays

https://www.space.com/41170-icecube-neutrino-observatory.html

(varias informações uteis que se encaixam como evidencias para a tese da Matrix/DNA sobre a convergência de partículas-informação de todos os sete tipos de astros celestes sobre a Terra para produzir a origem dos sistemas biológicos – Vida. Voltar a ler e fazer pesquisa dos termos técnicos)

An IceCube sensor, attached to a “string,” descends into a bore hole in the Antarctic ice. Credit: NSF/B. Gudbjartsson

O Universo como placenta de uma reprodução genética

quinta-feira, julho 12th, 2018

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O que é este Universo?!

Como ele surgiu, se é finito, ou o que ele é, se for infinito?

Começando por uma simples curiosidade filosófica existencial, quando cheguei na selva amazônica, suspeitei que seria possível entender aquela biosfera observando como cada detalhe dela se relacionava com o resto total da biosfera. Assim eu desenharia estas linhas de conexão a partir, por exemplo de uma planta, um animal, a chuva, obtendo redes de conexões, pois a neurologia não estava tentando desvendar o segredo do cérebro aplicando o MRI para obter e registrar as sinapses e montar as redes de conexões neuroniais. Mas foi aquela biosfera primordial como na selva que acabou por produzir o cérebro humano, então aquela tinha que estar embutida neste, ou seja, o cérebro seria algo `a imagem e semelhança da biosfera.

Logo percebi que cada detalhe era em si um sistema, a biosfera toda era um sistema composto de sub-sistemas. A palavra, o conceito de SISTEMA passou a ter grande importância para mim. Afinal, o primeiro ser vivo realmente completo, funcional, foi um sistema, um sistema celular. Não era o caso de teimar que uma vida só pode vir de outra vida ( onde estava a vida antes da primeira célula?), mas que um sistema natural só pode vir de outro sistema natural, me parecia obvio. Não tem como uma massa disforme e inerte criar um sistema funcional dentro de si se não tiver partículas agindo como informações de um prévio sistema.

Haviam sistemas vivos e não-vivos compondo a biosfera. Os primeiros formados de matéria orgânica, os outros formados de matéria inorgânica. Não teria o primeiro sistema vivo, orgânico, vindo diretamente de um sistema não-vivo, inorgânico? Pode ser, se neste caso trabalhou também a evolução darwiniana, em que o não-vivo serviu de ancestral e se modificou pouco a pouco, gradualmente, na direcao da vida. Mas se foi assim a teoria da abiogenesis – pela qual a vida teria surgido de uma sopa de ingredientes inorgânicos, sem formarem sistema algum, sem previas informações para sistema – estaria com algum erro.

Deixei essa questão no bolso e resolve arregaçar as mangas trabalhando no que meus pensamentos ordenava: aplique anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, para detectar semelhanças e diferenças, e tentar enxergar quais foram as transformações evolutivas darwinianas dos sistemas não vivos em sistemas vivos. Esse método foi surpreendentemente frutífero, a questão da abiogenesis foi solucionada e a biosfera terrestre me conduziu a conhecer seu passado ate chegar aos limites do… Big Bang. Eu tinha em mãos a Historia Universal, onde inclusive surgia uma causa para sua origem. E  o Quadro todo apontava nesta direcao:

Este Universo – enquanto um super-aglomerado de aglomerados de galaxias e perceptíveis pelos nossos poucos e limitados sensores cerebrais – parece ser como a placenta formada de células ( as quais são as próprias galaxias como fosseis ainda funcionais de nossos ancestrais), no meio da qual se desenvolver um sistema natural, o qual imita as formas de morula, blastula, feto, etc, pois esse universal sistema natural foi um sistema atômico, depois adquiriu a forma de sistema astronomico, daqui evoluiu para um tipo de sistema astronomico que apresenta os princípios das propriedades vitais, que depois se nanotecnologizou – assim como um corpo adulto se colapsa e torna-se um minusculo genoma – e daqui se tornou um sistema biológico vivo, o qual agora esta criando uma nova forma que é o sistema-consciência… Ou seja, neste universo nada mais esta ocorrendo do que um mero processo de reprodução genética… a qual parece uma operação computacional.

Bem,… nessa ideia eu nunca havia pensado antes. Mas os modelos teóricos e os cálculos foram elaborados com tanto trabalho, tanto zelo para não errar, pois a unica coisa que me movie era a busca de verdade sobre o que é esta existência. E afinal havia um parâmetro real, factual, natural, ocorrendo aqui e agora perante nossos olhos, que dava respaldo racional ao resultado final apontando pela investigação. No entanto, em primeiro lugar, tenho certeza absoluta que minha pequinês quando comparado as dimensões espaço temporais deste mundo, que meu diminuto cérebro com seus poucos e pobres sensores – inclusive a visão quase nada funciona pois só posso ver os objetos revelados por apenas uma das faixas das sete emanadas no espectro eletromagnético – essas limitações não podem nunca processar todas as informações que explicariam o quadro final deste mundo. Vou morrer sem conhecer a verdade e tenho que suportar essa tortura. Então, o modelo que elaborei sobre o Universo não pode estar completamente correto nem completo, e ainda, o que temos tem que ser testado `a luz de fatos, os quais, em sua maioria, ainda tem que serem descobertas, visualizados. Portanto, e por enquanto, só’ me resta uma coisa a fazer no sentido de dar prosseguimento a essa investigação: testar incansavelmente os cálculos e modelos teóricos contra todos os fatos novos que venham a ser conhecidos. O que é muito trabalho, pois apenas em termos de papers científicos, quase todos revelando ou sugerindo um fato novo, são publicados aos milhares todos os anos. Mas no meio deste árduo trabalho sempre encontramos algumas joias de algum pensador que teve a capacidade de explicar ou formular como palavras um fato melhor que eu fiz. Por exemplo, o texto abaixo obtido num artigo na Internet:

” Al respecto, el reconocido físico John Wheeler propuso que todo lo que pasa, desde la interacción de partículas hacia arriba, es en cierta forma computación.

“Si uno mira las entrañas del Universo -la estructura de la materia en su escala más pequeña- se da cuenta que no son más que bits realizando operaciones digitales locales”, dice Seth Lloyd, del Instituto Tecnológico de Massachusetts.

( Minha observação: isto pode ser visto como computação, mas é também exatamente o que acontece em genética)

Esto nos lleva al meollo del asunto. Si la realidad es sólo información, entonces nosotros no somos más o menos “reales” si estamos en una simulación o no. En cualquiera de los casos, información es todo lo que podemos ser.

( minha obs: Sim, a outra sugestão dos modelos e’ que somos 8 bilhões de genes semi-conscientes trabalhando na formação de um sistema consciente. E gene nada mais é que “uma informação”)

Assim vou colhendo e registrando aqui estas joias que servem como mais argumentos a favor da teoria geral da Matrix/DNA.

Microbios na Extratosfera da Terra: outra predicao acertada da Matrix/DNA

segunda-feira, julho 9th, 2018

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https://www.space.com/41096-stratosphere-microbes-extreme-life-alien-worlds.html?utm_content=bufferd2f2a&utm_medium=social&utm_source=facebook

How Stratospheric Life Is Teaching Us About the Possibility of Extreme Life on Other Worlds

Louis Morelli – posted at 07/09/18

Ok, the existence of these creatures in space was predicted by Matrix/DNA Theory 30 years ago and while the reseachers doens’t know the Matrix/DNA formula and its properties they never will understand the origins and evolution of these cratures.

A forma final de um organismo não esta apenas programada na célula-ovo inicial? Entao onde mais?!

quinta-feira, julho 5th, 2018

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https://evolutionnews.org/2018/05/out-of-one-cell-many-tissues-but-how/

Out of One Cell, Many Tissues — But How?

Este e’ um dos maiores misterios da vida, que tantas implicacoes tem nas doencas e no siginificado da nossa existencia neste mundo, mas para entende-lo precisamos imaginar uma analogia. Vamos comparar o que era voce quando tinha um minuto de idade com um hipotetico personagem.

Imagine um rapaz herdeiro de uma fabrica robotizada de automoveis, que nasceu dentro do escritorio da fabrica, e seu pai, o dono, obrigou-o a aprender o trabalho mas nunca o deixou sair do grande escritorio que tem tudo como uma casa, mantendo-o com o pe’ acorrentado a um pilar, e nem mesmo explica que aquilo e’ uma fabrica e que produz automoveis. Quando o rapaz completa 18 anos, o pai leva-o a outro escritorio exatamente tudo igual, o predio da fabrica igual,porem sem robots e maquinas. Mas o herdeiro que nem sabe que automoveis existem, assume a administracao e faz tudo o que viu o pai fazer dentro do escritorio, inclusive quando o pai construiu os robots e as maquinas. Na primeira vez que um detalhe novo, inedito, nunca ocorrido com o pai, acontece, qual atitude do rapaz? Ora, ninguem pode escolher nada, tomar decisao nenhuma, se nao sabe qual o objetivo final. Por exemplo, se alguem por brincadeira vier a noite e trocar uma maquina que faz parafusos por uma que faz macarrao, a linha de producao vai continuar ate o momento que o macarrao nao faz a funcao do parafuso e o proximo passo se roena impossivel. A fabrica toda para e o dono para tambem, sem esbocar qualquer reacao. Se tudo funcionasse como sempre e eternamente, herdeiros depois de herdeiros continuariam a ser administradores de uma fabrica, mas se um minimo detalhe mudar, acaba-se tudo.

Agora voltemos `a realidade e ao grande misterio. Um minuto apos a fecundacao de um ovulo por um espermatozoide surge uma celula, a qual chamamos de a celula ovo, inicial. Esta celula inicial funciona igual aos herdeiros da nossa analogia. Ela vai montar a fabrica, vai nao apenas administra a fabrica para produzir um organismo completo, como toda celula inicial tem que ……..

sexta-feira, junho 22nd, 2018

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https://scienceandbelief.org/2018/05/31/guest-post-how-can-messy-and-disordered-processes-produce-complexity-and-life/#comment-161617

Guest Post: How can messy and disordered processes produce complexity and life?

Meu comentario postado em 22/06/18: nao saiu publicado talvez aguardando moderacao. Voltar e verificar se foi publicado porque apareceu minha conta do WordPress, postei sob conta do WordPress e devo verificar se isto funciona)

Posted by Louis Morelli at 06/22/18: 

Interesting! Nature ( or God) took 10 billion years building the frame for supporting life. The construction of the frame began in chaotic state and arrived to the most ordered possible state: these astronomical systems. Then, upon this frame and over Earth surface was chaos again, from where emerged life. Who like me that has lived at a jungle like Amazon, knows that this biosphere still is chaotic. We can say that the inner chemistry of human bodies are at ordered state, but the set of human bodies at what we call “humanity” or “human species” is still chaotic. Why God do things in this tortuous way?!

The most rational explanation in my opinion is in a theory called “The universal formula Matrix/DNA for all natural systems”. It begins suggesting that from the Big Bang to nowadays there is a unique universal system, and the various shapes of systems – like atoms, galaxies, cells, human bodies, etc. – are evolutive variations of this universal system, like the human bodies shapes as morula, blastula, fetus, teenager, adult, etc. are merely variations of a unique system. So, it suggests that while there is a biological genetic code for all living systems, called DNA, the DNA itself is the biological variation of a universal matrix encoded at those non-living and ancestral systems. What do you think about? if you see the Matrix/DNA universal formula and knowing that proteins are the biological representations of the entire circular circuit of a system, you will see proteins by a new understanding and creative way.

Sistemas inteligentes e conscientes nao baseados em carbono

segunda-feira, junho 4th, 2018

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Debate com a Matrix/DNA num forum na Internet:

Pergunta ao grupo em geral: “Tem alguma possibilidade de que exista outra forma de vida nao baseada no carbono?”

Resposta da Matrix/DNA:

Bem, Segundo a ciencia oficial, o carbono possibilitou este tipo de vida que temos neste planeta porque o carbono era o melhor atomo em construir longas cadeias com outros atomos interligados, alem da formidavel capacidade de realizar loops, etc. E a mesma ciencia oficial afirma ter descoberto que ao menos um outro atomo, o silicio, tem identicas ou quase identicas propriedades. Agora, teorizando um pouco baseado nestas informacoes e lembrando que nos temos construido computadores onde as partes mais sensiveis sao feitas de silicio e que estamos na direcao de inserir Inteligencia Artificial nestes computadores, Podemos imaginar que pode exitir no future aqui na Terra uma forma de vida inteligente baseado no silicio sendo que a vida baseado em carbono tenha sido a muito tempo extinta. Entao o que diriam os silicianos ao descobriram fosseis de vivos baeados em carbono?

– ” Oh, nos pri0mordios existiu uma forma de vida muita primitiva e formada de carbono, que esteve na base das nossas origens… coitadas daquelas quase bacterias de carbono… nao existem mais…”

Agora saindo do terreno da ciencia oficial mas mantendo ainda os fatos reais conhecidos pela ciencia oficial, vamos ao reino da Matrix/DNA. Esta sugere que podemos falar como os silicianos: ” oh,… nos primordios, mesmo antes das estrelas produzirem atomos acima de 5 particulas, como e’ o carbono 6, existia vida que esteve na base de nossas origens, entao em que era baseado esta vida?

Para responder esta pergunta e’ preciso antes trocar a palavra “vida” pelo nome “sistema funcional”, e mais ainda, segundo a Matrix/DNA, pelo nome de “o sistema funcional universal, unico neste Universo”, captado pelos nossos cinco sentidos e atuais instrumentos de medicao cientificos. A palavra vida separa coisas dentro deste Universo. Quando um dos sistemas do Universo diz que e’ vivo, e os outros nao, ele esta tentando subir e se sentar num trono que nao existe, ele esta se separando do Universo que nao admite a separacao de todas suas coisas interconectadas porque ele em si e’ um so e mesmo Universo, como poderia algo ser separados e dentro dele? Por isso, por se separar do Universo a vida nao consegue encontrar suas origens. (aplausos)…

O nome sistema resolve o problema porque a ciencia oficial sabe que os vivos sao sistemas em si e sabe que tanto os atomos como as galaxias tambem sao sistemas. Da mesma forma que uma especie futura mais inteligente como os silicianos nao tiveram problema algum em ver que a vida baseada em silicio foi antecedida por uma ancestral vida baseada em carbono, nos deveriamos ter hoje essa inteligencia para entender e admitir que a nossa vida baseada em carbono foi antecedida por ancestrais vivos nao baseados em carbono… (esfusiantes aplausos).

Parece-me que a comunidade cientifica academica – ou ao menos aqueles que me criticaram nos foruns quando mencionei esta ideia – esta repetindo o mesmo pecado dos religiosos que nao aceitam e acham uma ofensa dizer que os humanos vieram de primatas, quando essa mesma comunidade nem sequer admitiu pensar que nos, os carbonados, viemos de ancestrais primitivos nao carbonados. Que nos, os biologicos, viemos de ancestrais primitivos nao-biologicos. Porque a resistencia, qual a ofensa nisso? Estariam tao melindrados quanto os que creem que sao descendentes de Adao e Eva?(aplausos)

Um dos outros elementos em que se baseou uma destas formas primitvas de vida, talvez a mais primitiva de todas, temos quase certeza que foi o foton. Mas ainda tem outra coisa. Os silicianos podem descobrir que possuam um padrao de codigo formados nao apenas pelos atomos mas tambem que pode nao ser necessariamente genetico, nem o DNA, porem ao descobriram o DNA biologico nos fosseis da vida antiga extinta podem acabar descobrindo que o seu atual codigo esta montado e ainda contem o sutil codigo em forma de DNA como template do codigo siciliano. Em outras palavras o DNA biologico pode nao existir mais na forma biologica porem ele existe numa forma talvez energetica, o que vale dizer que ele ainda existe. Da mesma forma, na Matrix/DNA nos suspeitamos que o codigo fotonico subjaz o codigo na forma de DNA. Ou seja, O DNA seria como um cerebro onde a operacao fundamental sao as sinapses, e no caso do DNA exista uma forma precursora das sinapses que seria uma network de fotons. Infelizmente nossos cinco sentidos e nossos instrumentos cientificos ainda nao captam estas sinapses no DNA o que e’ explicavel quando nos lembramos que nossos instrumentos cientificos apenas muito recentemente captou as sinapses no cerebro humano as quais sao milhares ou milhoes de vezes mais visiveis e maiores que as sinapses no DNA. Sim, e’ possivel, e provavel que exista outras formas de vida baseadas em outros elementos que nao sejam o carbono. Inclusive que tenham existido tais formas de vida que hoje nao existem mais ou existem como quasi-fosseis, como sao nossos ancestrais atomos e galaxias.

Vale ainda lembrar que a ciencia oficial descobriu ( e aqui me desculpem que me falha a memoria em que artigo cientifico eu li isso, mas sei que era confiavel e revelador porque ao ler aquilo eu corri a estudar a tabela periodica com novo olhar), a ciencia descobriu que a cada 7 ( ou oito?) elementos da tabela periodica, o proxima elemento repete as mesmas propriedades de um atomo localizado antes na tabela. Eu calculei que entao existe um ciclo vital na formacao dos elementos, o qual se repete a cada sete geracoes, ou seja, ate a evolucao dos elementos basilares do universo obedece ao mesmo processo da evolucao universal. Se isso for verdade, ou seja, se a ciencia oficial descobrir que o processo do ciclo vital esta inserido na formacao dos elementos, confirmando minha previsao, isto significa que a  cada 7 atomos ou cada sete diferentes numeros atomicos depois do carbono existe outro atomo que pode ser a base da vida ( desculpem, a base de sistemas funcionais) de uma forma de vida/sistema bastante diferente da nossa baseado em carbono. Se existem arredondando, 180 elementos na tabela, deveriamos divider 180 por sete que vai dar cerca 26 atomos que podem ser a base de 26 formas de vida diferentes da nossa. E cada uma sera uma estontante surpresa abrindo um leque para milhoes de coisas que ainda desconhecemos. Imaginem cada uma dessa colossal surpresa multiplicada por 26… e dentro deste nosso Universo…