Archive for the ‘Abiogênese’ Category

Marcelo Gleiser explica a existencia deste mundo pela crença dos cientistas e a Matrix/DNA aponta onde estão errando

domingo, maio 19th, 2019

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Neste vídeo do CANAL LIVRE, a informativa entrevista:

Marcelo Gleiser explica o Bóson de Higgs ou partícula de Deus – Canal Livre (BAND)

Com o link abaixo, nos levou a postar no Youtube o seguinte comentário, sob o pseudônimo de Pablo Fonseca, em 5/19/19:

Esta vindo ai o livro ” O Genoma de Deus”, fornecendo evidencias de que ao invés da explosão de um microscópico átomo gerando o Universo, houve o rompimento de uma “membrana” contendo uma onda de luz, cuja propagação apresenta uma anatomia que foi e continua sendo a criadora de todos os sistemas naturais, de átomos a galaxias a organismos como os humanos. O rompimento da membrana de um espermatozoide no centro de um ovulo dando inicio a um sistema é a copia moderna, miniaturizada e biológica do Big Bang Cosmológico. A Natureza é simples e uma só em todo lugar, o método que ela usa aqui e agora na frente dos nossos olhos é o mesmo que ela usou sempre, seja a 10 ou 15 bilhões de anos.

O autor, também brasileiro, que passou sete anos isolado na selva amazônica estudando os sistemas naturais e descobriu que todos são formados por uma unica formula – Matrix/DNA – e pelo mesmo processo da embriogênese, quando descobriu que a primeira manifestação dela esta encriptada numa onda de luz natural qualquer, deduziu que ela tem funcionado como um genoma vindo inclusive de antes do primeiro instante deste Universo, assim como o DNA que deu origem a seu corpo veio de antes do seu primeiro instante.

E porque as Ciências ainda não perceberam isto que é a logica mais pura e simples? Porque nascida dentro da metafisica da religião humana a Ciência ainda não conseguiu se libertar do pensamento magico metafisico e tem que imaginar algum principio irracional magico como ‘ sua versão denominada Big Bang. O autor percebeu isso quando o inferno da selva o reduziu ao estado de um semi-símio com consciência, o qual produz um retorno ‘a razão pura construída simples e naturalmente sem metafisicas. Grande e heroico tem sido o trabalho dos cientistas como o Marcelo, apenas falta não traírem a Natureza que os gerou procurando outros criadores que não fazem o menor sentido racional.  Assim como não se precisa mais do microscópico e antropomórfico Deus da Bíblia para explicar o Universo, também não se precisa amais da metafisica não-cientifica de alguns cientistas.

https://www.youtube.com/watch?v=-jtp755k2uA&feature=share

De onde vem a inteligência comprovada do bolor verde que cobre o pão velho?!

quarta-feira, abril 17th, 2019

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Chamamos de “bolor” aquelas manchas ou substancias de massas gelatinosas que aparecem sobre materiais orgânicos em decomposição. Algumas figuras de bolor:

Por Lairich Rig, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?purid=13643375

 

Plasmódio com a sua rede de “veias”. By bernard bradley

Estes bolores são formados e constituídos por microorganismos muito simples, com uma so célula, que poderiam viver como organismos unicelulares livres, mas que se agregam em massas mucilaginosas macroscópicas, formando colônias.

Ate ai, tudo bem, toda criança está cansada de ver isso na Natureza e não se dá muita atenção a isso. Mas acontece que cientistas japoneses estudando e fazendo experiências com estes bolores descobriram algo surpreendente que nunca ninguém foi capaz de imaginar…

O bolor, essa massa disforme, tem principio de inteligencia! Age demonstrando ser inteligente! 

Um artigo da BBC News, no link abaixo, diz:

When slime is not so thick (Quando o bolor não é tão “grosso, espesso”)

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/944790.stm

A descoberta deu-se no seguinte experimento: os cientistas fizeram numa placa uma série de canais na forma de um labirinto. Numa ponta puseram um pouco de bolor e no final do caminho mais fácil colocaram alimento orgânico em decomposição, a comida preferida das minúsculas criaturas. No inicio, como era de se esperar, a massa de bolor se multiplicou espalhando-se por todas as aberturas, todos os caminhos. Mas quando a massa encontrou a comida, ela começou a se transformar. Ela começou a diminuir, quando se esperava que ela ia crescer, engordar ainda mais, claro, pois está tendo alimento. Mas ela começou a cortar de seu corpo as extensões apenas de alguns canais, enquanto num canal ela começou a emagrecer e se esticar o máximo possível. No final ela ficou como uma tira fina e só num caminho, que vai de onde ela partiu até o ponto do alimento. E acontece que dos 4 caminhos possíveis, os outros três davam muitas voltas desnecessárias, alguns retornavam ao ponto de partida. Havia um único caminho mais fácil, que ia direto para a comida, e foi esse que a massa escolheu e se fixou. Com isso ela se alimentou muito melhor pois havia muito menos criaturas para dividir o mesmo alimento, economizando energia, etc. Exatamente o que uma fila de humanos teria escolhido, se tivessem que passar de mão em mão uma pilha de tijolos por um labirinto ate o ponto onde estariam construindo uma parede. Ou então recolhendo algo do ponto final.

  • “Não tem como discutir. Apenas algo com alguma inteligencia procederia assim.”

Anunciando sua descoberta no Journal Nature, os pesquisadores disseram que eles acreditam que o organismo mudou sua forma para maximizar sua eficiência na colheita e portanto sua chance de sobreviver. (Announcing their findings in the journal Nature, the researchers say they believe the organism changed its shape to maximise its foraging efficiency and therefore its chances of survival.)

Raios… eu copiei e colei o texto tal como esta’ escrito no artigo da BBC News porque fiquei com a pulga atras da orelha quando li isso. Quando me deparei com a palavra “maximise” não acreditei no que estava lendo, mas constatando que era verdade, corri nos dicionários suspeitando que aprendi o inglês errado. Pois eu aprendi que se escreve com “z”, “maximize”, e não com “s”. E os dicionários disseram que quem esta’ certo sou eu, o inglês que escreveu o texto esta’ errado… Talvez alguém esta’ precisando de um pouco da inteligencia das bactérias…

Mas, vejam como são as placas e o labirinto. Na imagem da esquerda se nota como, em situação normal, a massa se alastra por todos os canais, sem qualquer orientação. Na placa da direita se mostra como ficou a massa (quase um fio fino e por um só caminho) depois do achado do alimento.

Slime Bio-Mimetic Control Research Center

Agora, cá entre nos, deixa-me sussurrar algo em segredo ao seu ouvido, mas por favor não vá dizer a ninguém, senão a academia cientifica no poder hoje pode me mandar para a fogueira como herege.

Ora, essas criaturas e a massa que formam não tem o menor resquício de um cérebro, nem mesmo algo que se pode chamar de um principio de sistema nervoso. Para mim esta’ obvio que esse comportamento não pode ter sido produzido por inteligencia destas criaturas. Mas então o que foi de inteligente que orientou de fora esta massa? Bem, existe uma outra cena na Natureza onde vemos criaturas sem sistema nervoso se orientando na direção do alimento. Estou me referindo as plantas que crescem sempre com a ponta o mais próxima da luz do sol possível. E para isso não apenas o tronco, mas os galhos se torcem, se distorcem, se esticam todo, fazem voltas contornando obstáculos de sombra, com a determinação unica de obter o máximo de luz para a fotossíntese. Não acho que essas criaturas façam fotossíntese ( a pesquisar), mas fazem algo parecido com a quimiossíntese, um método mais primitivo e anterior na evolução, mas que faz quimicamente criaturas simples mudarem de forma na direção de alimento ou luz ou calor.

Mas porque os cientistas não pensam nisso, parece que nem se lembram disso ao observar a massa, ao menos no “paper” nada dizem disso?! Já vão correndo concluindo que as  criaturas tem alguma inteligencia?! Claro que eles conhecem as origens e a historia evolutiva anterior de onde veio estas criaturas, melhor do que eu conheço. Então porque lhes dá esse branco na cabeça quando observam o fenômeno, a ponto de não ligarem esta cena com a outra tao velha conhecida?

A causa é que uma equivocada visão do mundo se formou uma doutrina acadêmica passando de geração de estudantes a novas gerações de maneira que os neurônios são configurados de maneira a formarem networks que não copiam a network dos movimentos naturais, ou seja, raciocínios dessincronizados com a Natureza.  Devido a isso estes lapsos são inevitáveis e o pior, jamais estes cérebros vão aceitar serem reconfigurados a não ser na base do porrete, ou seja, com uma enorme massa de novos dados que sejam impossíveis de questionar.

Esta visão de mundo esta’ pondo coisas onde não cabem, onde a Natureza não poe. Tudo agora virou moda, esse negocio de adornar um punhado de átomos com personalidade própria, intenções inteligentes que se comportam para produzir planejados resultados futuros, como fazem com os punhados de átomos chamados de genes… “os genes são egoístas e tudo fazem para perpetuarem-se pela reprodução a qualquer custo…”… um punhado de átomos que tem consciência que existe futuro e que querem estarem vivos no futuro…

Ora,… convenhamos…

Agora são microcélulas fazendo mapas, traçando rotas, e o pior, modelando as curvas de seus corpos no mesmo modelo que veem o mapa de cima…

Nem humanos conseguem fazer isso. Eu ganhei um sapato caríssimo do meu ex-boss, lindo de morrer, mas quando enfiei o pé não aguentei andar, estava apertado e doendo demais. Eu daria tudo para poder usar os sapatos, então se pudesse encolheria meu pé alguns centímetros para caberem no sapato. Massas de bolor fazem isso eu não posso, são mais cientificas e inteligentes que eu…

Colonias de formigas e abelhas montaram sistemas sociais que beiram a perfeição, tudo funciona com eficiência máxima, todo o trabalho dividido em equipes e cada qual especializado na sua função. Seria a rainha uma reencarnação de algum maestro de orquestra que tinha a mania de comer todas as candidatas antes de aceita-las na orquestra e voltou para pagar seus pecados na forma de formiga? Pensando nessa hipótese eu peguei uma rainha, botei ela numa caixa de vídeo e fiquei berrando em cima dela: “Ei,… Bethoven!”. Se ela não apresentava nenhuma reação eu voltava a carga: “Ei, Mozart!”…

Não tem disso, não são maestros reencarnados, comprovei isso com essa experiencia cientifica super sofisticada.

Esta visão do mundo só consegue ver os fenômenos naturais pela meia parte esquerda de uma porta entreaberta, na qual esta escrito “método reducionista”. A outra folha direita da porta onde esta’ escrito “método sistêmico” fica fechada tampando a metade do mundo. Questão de miopia decorrente da total dominância do hemisfério esquerdo do cérebro e ausência dos atributos sistêmicos do hemisfério direito.

Assim quando estes pesquisadores vão observar o fungo ou seja la o que for do bolor, assim como quando observam as formigas, ou os genes, concluem rapidamente que só podem serem inteligentes para fazerem o que fazem. Porque se a evolução universal é uma só cadeia de causas e efeitos eles a dividiram em cosmológica e biológica e agora nestes punhados complexos de átomos organizados de forma biológica eles só consideram a evolução biológica. Assim não enxergam as causas que vem da Historia Natural Universal desde seus primórdios.

Quando na selva eu dava mordidas nos rabos de macacos que ficavam pulando em cima de mim e me enchendo o saco sem deixar eu ler meus livros ou escrever minhas equações, descobri que o DNA não surgiu por acaso e nem pelo simples desenrolar de reações químicas, mas sim que ele veio de outro DNA muito maior e muito mais antigo, que existe em galaxias, átomos e começou la’ no Big Bang, na forma de uma simples onda de luz natural. Trata-se da formula universal para todos os sistemas naturais a qual chamei de Matrix/DNA. Pois observando agora a experiencia dos cientistas eu vejo na formula o que é que de fora da massa, esta’ modelando a massa informe daquela maneira, o que é que esta vendo de cima o mapa, mas por ele estar igualmente dentro de todas as criaturas que constituem a massa, ele modela a massa coletiva e orienta-a a imitar a sua própria figura como sistema. Assim como, quando observando a sociedade das formigas, descobri que tudo o que elas fazem é o mesmo o que robots montados pela formula do sistema fariam.

Quando eu era um girino na barriga da minha mãe, eu era desajeitado pra burro, nem pernas para andar tinha. Meu corpo foi mudando de forma, gerou bracos, pernas, língua para lamber, fuckinha para fukinhar, etc. Na cabeça destes cientistas japoneses, o girino tem inteligencia e modela o corpo de acordo com necessidades futuras que vão ser necessárias num mundo la fora que o girino nunca viu. Não lhes ocorre olharem fora da barriga, para o corpo da mulher para perceberem que quem esta modelando o girino e alguém, um corpo, que esta fora e ao mesmo tempo, na forma de genoma, dentro do pequeno universo do girino. Na cabeça destes cientistas, se eles interromperem o tubo que leva através da placenta o alimento para o girino, o girino vai se mover, entrar no tubo, dar as mil voltas do tubo enrolado ate chegar onde o alimento parou….

Este processo que gera, de um corpo isolado e inerte, a sua transformação em varias formas diferentes, chamamos de ciclo vital, o qual foi o principio que montou o primeiro sistema neste Universo… e ele esta’ encriptado numa simples onda de luz.  O Ciclo vital se torna o fluxo de informações que percorre todo o sistema. Acontece que no circuito total tem um trecho em que as partes menores todas se dirigem para a parte que emite luz.  Este trecho se evoluiu para a forma biológica da fotossíntese.  Mas o que aproxima as partes menores da parte que emite luz não é a luz propriamente dita e sim os corpúsculos dela, os fótons, que estão tanto dentro das partes menores como estão no corpo que emite a luz. Estes fótons todos tende-se a alinharem-se na forma de montarem uma copia do sistema, por isso se auto atraem e se posicionam exatamente como estavam na onda de luz. Esta atracão gerou o processo que denominamos “comer”.

Pois na matéria orgânica em decomposição estão fótons presos que estão escapando pela decomposição, fótons buscados pelos fótons que estão no corpo da criatura e portanto em toda a massa. A coisa e muito mais complexa do que se vê no laboratório. No dia que esses cientistas descobrirem a formula universal, eles vão ter vontade imensa de construir aparelhos que sejam capazes de verem sinapses fluorescentes mas ainda ocultas aos nossos censores biológicos e artificiais mecânicos, formadas por fótons que estão dentro dos elétrons que estão dentro dos átomos que estão dentro do DNA que estão tanto nas criaturas numa ponta como na matéria orgânica em decomposição na outra ponta. E vão aprender que estes conceitos como ~comida”, ou “comer” na verdade não existem, são meros produtos apresentados a nossos olhos pela atividade de fótons que possuem a tendencia eterna de se procurarem e se juntarem onde estiverem com o sonho de recomporem o ciclo vital. A coisa toda é muito mais complexa do que imaginam.

Evidencias dos materialistas para teoria da abiogenesis. Seria esta teoria um novo Leito de Procusto?

quinta-feira, março 28th, 2019

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Procusto era um bandido que vivia na serra de Elêusis. Em sua casa, ele tinha uma cama de ferro, que tinha seu exato tamanho, para a qual convidava todos os viajantes a se deitarem. Se os hóspedes fossem demasiados altos, ele amputava o excesso de comprimento para ajustá-los à cama, e os que tinham pequena estatura eram esticados até atingirem o comprimento suficiente. Uma vítima nunca se ajustava exatamente ao tamanho da cama porque Procusto, secretamente, tinha duas camas de tamanhos diferentes.

Continuou seu reinado de terror até que foi capturado pelo herói ateniense Teseu que, em sua última aventura, prendeu Procusto lateralmente em sua própria cama e cortou-lhe a cabeça e os pés, aplicando-lhe o mesmo suplício que infligia aos seus hóspedes.

Procusto representa, em regra, o estado de um individuo com a mente fechada numa crença. O mito já foi usado como metáfora para criticar tentativas de imposição de um padrão em várias áreas do conhecimento, como na economia, na política, na educação, na história, na metodologia científica, na medicina, na administração[, nas ciências sociais e na sociologia eleitoral. (Wikipedia)

Talvez pela lista abaixo alguns crentes num “possivel ou não” mito, que é a teoria da abiogêneses acredita como verdade ja comprovada, são os Procustos no Ocidente contemporâneo. Pois todas estas evidencias se encaixam tambem como evidencias para outra teoria ( a Matrix/DNA Theory), que é outra totalmente diferente interpretacao destes fatos. Apenas o tempo, com mais dados, sera o juiz aqui.

Writing by a student of Biology: ( esta é uma lista de fatos realmente cientificos pois provados pela Ciencia. No entanto a Ciencia lida com fatos, e apenas com os que ela pode lidar aqui e agora, a Ciencia não fala, não tem opiniões e não elabora teorias. Humanos as fazem)

Scientific evidences for abiogenesis:

# Scientists simulated early Earth conditions in the laboratory, and observed the formation of precursors to RNA and DNA, amino acids and nucleic acids (>50 types), via naturalistic processes.

# In a NASA study, NASA scientists have reproduced uracil, cytosine, and thymine, three key base-pairs of RNA and DNA, in the laboratory.

# A 2016 study demonstrated for the first time ever that RNA molecules can form in alkaline hydrothermal chimneys. # RNA is the first genetic molecule to form on Earth. It can store genetic information, serve as an enzyme like proteins, and help create both DNA and proteins. Later, DNA and proteins evolved and replaced this RNA world because they are more efficient at their functions. The central role of RNA in both the origin of life and the mechanism of protein synthesis has been established, reinforced by the role that 16S/18S rRNA have played in evolutionary constructions.

# Scientists are close to replicating the RNA world in the laboratory, bringing mankind another significant step closer to knowing how life originated on Earth via naturalistic processes.

References:

– A synthetic approach to abiogenesis by James Attwater & Philipp Holliger, Nature Methods 11, 495–498 (2014) doi:10.1038/nmeth.2893

– Forterre P, Filée J, Myllykallio H. Origin and Evolution of DNA and DNA Replication Machineries. Austin (TX): Landes Bioscience; 2000-2013.

– David P. Horning and Gerald F. Joyce. Amplification of RNA by an RNA polymerase ribozyme. PNAS, 2016 DOI: 10.1073/pnas.1610103113

– Lu DY, Lu TR, Wu HY (2012) Origins of Life, RNA World or Alternative RNA World. Cell Dev Biol 1:e102. doi:10.4172/2168-9296.1000e102

Cientistas da Rutgers pesquisam proteínas da origem da vida

domingo, janeiro 27th, 2019

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http://socientifica.com.br/2018/11/cientistas-identificam-proteina-que-pode-ter-existido-quando-a-vida-comecou-peptideo-primordial-pode-ter-surgido-4-bilhoes-de-anos-atras/

Peptídeo primordial pode ter surgido 4 bilhões de anos atrás

Os pesquisadores projetaram uma pequena proteína sintética que envolve um núcleo de metal composto de ferro e enxofre. Essa proteína pode ser repetidamente carregada e descarregada, permitindo que ela transporte elétrons dentro de uma célula. Tais peptídeos podem ter existido no alvorecer da vida, movendo elétrons em ciclos metabólicos precoces. Crédito: Vikas Nanda, Rutgers University

Descoberta mais uma evidencia para a Matrix/DNA: Protons e Neutrons com seus seis quarks apresentam a mesma imagem e configuacao do DNA, portanto, os seis QUARKS foram a formula universal e nossos ancestrais!

quarta-feira, dezembro 5th, 2018

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Quarks criados pelo ciclo vital

Quarks criados pelo ciclo vital By Incnis MrsiOwn work, CC BY-SA 3.0, Link

 

O pouco que sabemos dos quarks ja e suficiente para apontar varias evidencias de que eles estao dentro do tronco da arvore da evolucao universal, ou seja, eles participaram e participam da única linhagem evolucionaria universal do sistema natural universal. Se isto estiver correto, os quarks ja eram uma das formas iniciais do sistema universal, uma forma que esta para o DNA como a forma de morula esta para um adulto humano. O DNA e uma auto projeção evolucionaria dos quarks, como uma morula e uma auto projeção evolucionaria para um corpo humano adulto.

Indícios como evidencias:

1 ) Os seis tipos de quarks se apresentam em seis diferentes pesos de massa. E teoria acadêmica com pouca possibilidade de visualização sugere que quarks tem formatos de pontos, todos eles. Entao se variam os tamanhos seria muito dificil detectar. Mas a varia a massa interna. Na figura abaixo foi calculado a massa do mais leve quark como sendo uma bolinha. A partir dessa bolinha-unidade foram calculando os outros pesos dos outros quarks e representando-os como se fossem diferentes tamanhos da bola. Portanto, e por enquanto, o que sabe-se que muda nos quarks e a forma ou densidade interna da massa e não o tamanho.

A Matrix/DNA nota que a formula universal para sistemas sempre tem seis partes principais, as quais se apresentam sem seis pesos, tamanhos, formas, etc., diferentes. Isto, segundo a formula descobriu, e porque o sistema universal e’ montado pelo ciclo vital, o qual produz a variação das formas de um corpo. E isso nos leva a suspeitar e arrolar como evidencia que o os quarks formam um sistema, são partes de um sistema, e possuem o principio vital do sistema universal.

2) Os seis quarks se dividem em termos de forssa, deduzidas das suas interações em tres quarks fracos (d,s,b) e tres fortes (u,c,t) como podemos ver na segunda figura abaixo. O proton e constituído apenas de tres quarks, u + u + d, como podemos ver na figura 3.  Enquanto isso, o neutron, que esta a seu lado e forma com ele um par dentro do nucleo dos atomos, tambem e’ formado por tres quarks, u+d+d, como podemos ver na figura 4. Ora, o que existe na Natureza em que existe um par lateral e cada um tem tres elementos ? A formula da Matrix/DNA, a unidade fundamental de informacao do DNA que e constituída por dois nucleotides laterais e suas bases, etc. Poderíamos desenhar o proton no lado esquerdo da tela e o neutron no lado direito,  de forma que seus quarks fossem expostos externamente, e obteríamos exatamente a mesma imagem do DNA, com seus dois açúcares laterais expondo suas bases externamente. não posso fazer o desenho aqui agora mas vou descrever:

A grande molécula de “açúcar” em um nucleotídeo liga-se a duas bases que na soma tem tres moléculas menores, sendo que uma base tem so uma molécula e a outra tem duas moléculas. Proton e neutron são a mesma configuracao. vamos imaginar que proton se tornou no futuro o açúcar na haste esquerda e neutron o açúcar na haste direita.  O proton liga-se a uma base com dois quarks que seria a guanina no futuro, e outra base com apenas um quark, que seria a citosina no futuro; ao seu lado o neutron tambem tem uma base com dois quarks que seria a timina no futuro, e mais uma base com um so quark que seria adenina no futuro. As divisões em bases púricas e pirimidinas ( se me lembro bem estes nomes) seria a divisao entre tres os tres quarks u e os tres quarks d que formam o par. Eu arrolo tudo isto como forte evidencias de que os seis quarks são partes de uma forma do sistema natural que foi antepassado do DNA, que o DNA foi construída da maneira que e obedecendo as particulas que o compoem e o modelo que elas determinaram trazidas geneticamente da evolucao cosmologica, e que o sistema quark e tão nosso parente e ancestral como o são as bactérias e os repteis.

3) Enquanto os tres primeiros quarks são comuns na natureza formando todos os hadrons como os protons, os tres ultimos quarks, da terceira geracao, não são comuns, so surgem formados em colisões de alta energia, como nas radiações cósmicas e artificialmente, nos aceleradores de particulas terrestres. E os quarks da ultima geracao tem vida muito mais curta que os quarks da primeira, porque da mesma forma que são rapidamente formados com elevada energia, imediatamente decaem por radiação para a forma dos tres primeiros quarks. Ora isto significa que os tres ultimos representam a degeneração pela entropia. E isto nos lembra imediatamente a formula da Matrix/DNA: de F2 a F4 o fluxo de energia e crescente, o corpo e jovem e estável; de F5 a F7 tem inicio a entropia, o corpo e envelhece e decai. Mais uma evidencia de que quarks são uma forma da formula universal.

4) Porem, no DNA tem as pontes de hidrogênio conectando as moléculas. Onde estao as pontes conectando os quarks inclusive dos de um casal de proton e neutron, entre si? Hummm… vamos pedir socorro a adorável Wikipedia:

” Forces between quarks are mediated by gluons.”

Ai estao os correspondentes antigos dos hidrogênios. Mais uma evidencia de que o conjunto proton + neutron, com seus quarks dentro do nucleo atômico, são ‘a imagem e semelhança do DNA. E não poderia ser de outra forma. Uma única linhagem evolucionaria, um unico tipo de processo genetico hereditário, determina que tataraneto de peixe, peixinho sera.

Mais informacoes uteis:

There are six types, known as flavors, of quarks: up (u), down (d), strange (s), charm (c), bottom (b), and top (t). Up and down quarks have the lowest masses of all quarks. The heavier quarks rapidly change into up and down quarks through a process of particle decay: the transformation from a higher mass state to a lower mass state. Because of this, up and down quarks are generally stable and the most common in the universe, whereas strange, charm, bottom, and top quarks can only be produced in high energy collisions (such as those involving cosmic rays and in particle accelerators).

Figura 2:  The strengths of the weak interactions between the six quarks.

Three balls "u", "c", and "t" noted "up-type quarks" stand above three balls "d", "s", "b" noted "down-type quark". The "u", "c", and "t" balls are vertically aligned with the "d", "s", and b" balls respectively. Colored lines connect the "up-type" and "down-type" quarks, with the darkness of the color indicating the strength of the weak interaction between the two; The lines "d" to "u", "c" to "s", and "t" to "b" are dark; The lines "c" to "d" and "s" to "u" are grayish; and the lines "b" to "u", "b" to "c", "t" to "d", and "t" to "s" are almost white.

By Original work: [1]Modified by:TimothyRias – Derivative work, from public down work uploaded to en.wikipedia. original, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7415772

Figura 3 = Proton

Three colored balls (symbolizing quarks) connected pairwise by springs (symbolizing gluons), all inside a gray circle (symbolizing a proton). The colors of the balls are red, green, and blue, to parallel each quark's color charge. The red and blue balls are labeled "u" (for "up" quark) and the green one is labeled "d" (for "down" quark).

A proton is composed of two up quarks, one down quark, and the gluons that mediate the forces “binding” them together. The color assignment of individual quarks is arbitrary, but all three colors must be present.
Figura 4 – Neutron
Quark structure neutron.svg

The quark content of the neutron. The color assignment of individual quarks is arbitrary, but all three colors must be present. Forces between quarks are mediated by

Imagens incríveis de mitose em microscopia de contraste de fase indicam a entidade dos sistemas

quinta-feira, outubro 18th, 2018

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https://www.facebook.com/Soubiomais/videos/178277339719849/

Para quem não vai a escola apenas atras de objetivos materiais mas também mentais:

Pensar que cada átomo participante desta cena – esteja ele compondo o que for com outros átomos, seja uma organela, um cromossoma – está atuando por si mesmo repetindo um movimento direcionado a algum objetivo, não faz sentido. Mas resumindo ao ultimo, é isso que acredita o cientista que acredita que genes tem motivos futuros, como buscar sua máxima reprodução. Ora, genes nada mais são que um especifico punhado de átomos, como poderiam prever o futuro?! Esta forma de acreditar é efeito do método reducionista, que é a grande Ciência aplicada pela metade. A mim está obvio que existe um comando de instruções vindo do todo que é um sistema natural. A soma de informações de todas as partes de um sistema, mais as informações das interações entre estas partes e o meio externo, gera um terceiro elemento no sistema, algo que, no nível de nosso conhecimento atual, parece ser invisível, abstrato. E essa entidade como uma maestra de uma orquestra que está movendo isso tudo e tao coordenadamente. Por isso estou insistindo: o próximo grande salto evolutivo ‘a espera dos novos cientistas está no nível do pensamento sistêmico, a outra metade da Ciência. E não se entende sobre sistemas se não conhecer a formula que descobri inserida como entidade em todos os sistemas naturais, a Matrix/DNA.  Ignorar isso é escolher ficar fora da nova onda.

 

Origens da Vida: Informativa entrevista com Joel de Rosnay

quarta-feira, outubro 10th, 2018

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Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Procurar o livro:

Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant,

Origens da vida: Joel de Rosnay, entrevista interessante e livro a comprar

terça-feira, setembro 25th, 2018

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https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

( Obs: Procurar este livro, versao em ingles: Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil )

Desde Aristóteles, há 2300 anos, aos bioquímicos dos laboratórios computadorizados dos dias atuais, filósofos e cientistas – para não falar dos pensadores religiosos de todos os credos e épocas – têm procurado a resposta para aquilo que seguramente é a maior interrogação sobre a face da terra: como , quando e por que surgiu o que se chama vida? Esta portentosa pergunta, comparável apenas a indagação sobre a origem do Universo, desdobra-se numa variedade tão grande de complexas questões que chega a lembrar as assombrosas diversidade das formas vivas que povoaram este planeta.

Terá sido, por exemplo, um acidente num percurso dos componentes primitivos a matéria inanimada – o acaso, em suma, a matriz primeira da matéria orgânica? Ou, desde a formação da terra, uma lógica implacável determinou o nascimento das moléculas vitais? E que peculiaríssimo arranjo químico foi esse que, até onde a ainda precária vista humana alcança, só parece ter impregnado um único corpo celeste? Excluída a idéia da intervenção divina, pelo simples motivo de que tal resposta está além de qualquer verificação cientifica, restam as hipóteses construídas pelos próprios cientistas.
Estas não apenas são verossímeis, dado o acumulo de conhecimentos que permitiu formulá-las e testá-las, como também descrevem o que talvez seja a suprema odisséia já ocorrida nestas paragens do Cosmo. Do casamento das chamadas ciências planetárias, como a Geologia, a Climatologia e o estudo da atmosfera, com a Biologia Molecular e a Microbiologia, emergiu enfim uma explicação coerente e articulada para o enigma da vida. Poucos cientistas têm tanta familiaridade com cada tijolo dessa construção admirável quanto o francês Joël de Rosnay.

Aos 52 anos, químico de formação, ex-pesquisador do Instituto Pasteur, de Paris, e do não menos renomado Massachusetts Institute of Technology, em Cambrigde, Estados Unidos, Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil, assim como o anterior. Atual diretor da Cidade das Ciências, de La Villette, define-se como “um misto de administrador, cientista e comunicador”. Nesta entrevista a Dominique Simonnet, da revista francesa L’Express, que SUPERINTERESSANTE publica com exclusividade para o Brasil, Rosnay sustenta que “ a vida é o resultado de uma longa evolução”.

Já se passaram mais de vinte anos desde a publicação de seu livro As origens da vida. Nesses vinte anos o mistério original se esclareceu?

Em parte. As recentes descobertas confirmaram sobretudo uma grande idéia: a vida não apareceu por acaso. Ao contrário, ela é o resultado de uma longa evolução da matéria, das moléculas simples às primeira células. É um processo continuo intimamente ligado à evolução da própria terra. A novidade é que foi possível reproduzir em laboratório as principais etapas desse processo.

A idéia de que a vida surgiu da matéria lembra o conceito de “geração espontânea” dos nossos bisavós. Quer dizer então que eles não estavam completamente errados?

É verdade. Mas eles acreditavam que os vermes brotavam da imundície e as moscas, da carne estragada. No século XVII, um célebre médico chegou mesmo a dar uma receita para a criação de ratos em 21 dias a partir de um grão de trigo e de uma camisa suja. Pasteur acabou com esse mito: as gerações espontâneas eram na realidade devidas aos microorganismos que proliferam num ambiente. Na época concluiu-se daí que a vida só poderia nascer da vida. Como então explicar sua primeira aparição? Só havia duas soluções: uma origem divina, mas aí já não se tratava de ciência, ou uma origem extraterrestre – meteoritos teriam trazido os germes da vida, o que tampouco resolvia o problema. A ciência ficou assim bloqueada anos a fio.

Até que finalmente ela se resignou a estabelecer a ponto entre a matéria e a vida.
Sim. Graças em parte a Darwin, que introduziu a idéia fundamental da evolução do tempo. Isso seaplica as espécies vivas, desde o primeiro organismo até o homem. Mas também, como Darwin sugeriu, às moléculas antes mesmo das primeiras células. No começo do século, os bioquímicos Aleksander Oparin e John Burdon Halden afirmaram que os componentes da vida se formaram a partir das moléculas simples que se encontravam na Terra por ocasião de sua formação, há 4,5 bilhões de anos.

Por que isso aconteceu na Terra?

Porque se trata de um planeta realmente peculiar: possui uma massa suficiente para reter gases numa atmosfera; fica a uma boa distância de uma estrela, o Sol, que irradia infravermelhos e ultravioleta capazes de desencadear reações químicas. Sob o efeito dos raios ultravioleta do Sol e dos violentos relâmpagos terrestres, as moléculas de gás da atmosfera primitiva (principalmente metano, amônia e vapor de água) se partiram e se recombinaram em elementos mais complexos: as primeiras moléculas, a que chamamos orgânicas, porque elas entram hoje na composição dos seres vivos. Durante milhões de anos, essas moléculas caíram do céu, trazidas pelas chuvas resultantes da condensação do vapor de água nas camadas frias da atmosfera. Assim se fixaram duas características essenciais do mundo vivo: sua composição química – todos os organismos são feitos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio: e sua fonte de energia – o Sol.

Como se descobriu isso?

Mediante simulações em laboratório. A mais célebre foi realizada nos anos 50. Um jovem químico, Stanley Miller, fechou uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água (os quatro gases da atmosfera primitiva) num tubo de ensaio, que foi submetido a poderosas descargas elétricas para simular os relâmpagos e que ele havia equipado com um sistema de condenação da água para fazer as vezes das chuvas. Ao cabo de uma semana, ele obteve um liquido vermelho – alaranjado, onde encontrou notadamente aminoácidos, elementos essenciais dos seres vivos. Estava estabelecida a prova de que compostos orgânicos podiam se formar a partir de moléculas inertes.

Apesar disso, fica faltando a dimensão do tempo, è qual o senhor dá importância.

Sim, mas em laboratório sabe-se acelerar as reações e abreviar a duração. Além disso, de seu lado, os astrofísicos descobriram moléculas orgânicas no espaço, mais de setenta em quinze anos. Em 1986 a sonda Giotto encontrou tais moléculas no núcleo do Cometa de Halley. Isso mostra que antigamente a formação dessas moléculas não era um caso excepcional no Universo. Duas delas, o formaldeído e o ácido cianídrico, parecem haver desempenhado um papel importante: submetidas aos raios ultravioleta, deram origem a duas das quatro bases que compõem o DNA, o suporte de hereditariedade, ou seja, duas das quatro “letras” do código genético que caracteriza os seres vivos. Todas essas moléculas se acumularam inicialmente num gigantesco caldo de cultura, a sopa primitiva. As reações essenciais não se produziram apenas nos oceanos, como se acreditou durante muito tempo, mas também nas lagunas e nos pântanos, lugares secos e quentes de dia, frios e úmidos à noite, e sem dúvida no barro. Tais ambientes desempenharam o papel de desencadeadores das reações.

Ora, a vida nascida do barro. Reencontra-se um dos grandes mitos da criação.

Sim. Os pesquisadores israelenses e americanos que simularam em laboratório os ciclos de secamento dos mares confirmaram: em presença do barro, as famosas bases se juntam espontaneamente em pequenas cadeias de DNA e sobretudo de RNA, o outro suporte da informação genética ( que duplica o DNA da célula). Ora, segundo uma descoberta realizada em 1986 pelo americano Thomas Cech, esse RNA tem um poder extraordinário – o de auto-reproduzir. Outra experiência, esta do americano Sidney Fox, permite completar o argumento. Segundo ele, certas moléculas se aglutinaram na sopa primitiva em numerosíssimas bolinhas, as “microsferas”, de certa forma como gotas de óleo na água. Foi uma grande novidade: cada gota podia, com efeito, possuir um conteúdo químico próprio. Sabe-se que certas reações internas podem destruí-la; outras, ao contrário, podem estabelecer sua estabilidade. Resultado: aquelas que dispunham de um conteúdo favorável puderam subsistir notadamente as que colhiam as famosas cadeia de RNA, capazes de se auto-reproduzir. Essa seleção natural química durou um bom bilhão de ano. Houve portanto luta pela vida – antes da vida.

Mas a partir de que momento existe vida

É uma questão de definição. Admite-se geralmente que um organismo vivo é um sistema capaz de assegurar sua própria conservação, de se gerir a si próprio e de se reproduzir – três propriedades que se aplicam a célula. Um cristal, ao contrário, não vive: ele é capaz de se reproduzir, mas não de metabolizar energia. O caso do vírus é mais ambíguo. Pode-se, por exemplo, transformar um vírus, como o mosaico do tabaco (TMV), em cristais, como o do açúcar comum, e conservá-lo durante anos. Ele não se reproduz, ele não se manifesta, ele não “vive”. E depois, um dia, pode-se buscar o pó, acrescentar-lhe água e despejar um pouco da solução numa folha de tabaco. A planta apresentará rapidamente sinais de infecção: o vírus reencontrou seus poderes e se reproduz a uma velocidade assombrosa. Digamos então que o vírus se situa na fronteira da vida. Segundo uma teoria original, os vírus seriam estruturas aperfeiçoadas, células que teriam evoluído livrando-se do estorvo do material da reprodução para se reduzirem a sua expressão mais simples. Em todo caso, ao contrario do que se chegou a acreditar, os vírus certamente não foram as primeiras formas de vida, pois eles necessitam de estruturas vivas para se reproduzir.

Os primeiros seres vivos foram portanto as esferas dotadas de RNA, as “gostas de vida”?

Provavelmente. Essa vida teria então invadido a terra muito depressa, ela teria contaminado como … um vírus. Talvez em menos de um ano, quem sabe. Quase nada., comparando aos bilhões de anos precedente. Não esqueça: quando uma célula se divide em duas, depois em quatro, oito dezesseis, 32 etc., chega-se muitos rapidamente a quantidades astronômicas. Além do que, naquela época não havia nada que destruísse os primeiros organismos. Hoje, qualquer tentativa de aparecimento de uma nova vida seria instantaneamente aniquilada pelos atuais seres vivos. A vida queimou as pontes atrás de si.

Quando ocorreu aquela contaminação?

Pelo menos a 3,5 bilhões de anos, visto que os mais antigos fósseis de bactérias, descobertos na Austrália, datam desse período. Em seguida, no interior das microgotas, o jogo das estruturas químicas conduziu progressivamente ao estabelecimento de um código genético rudimentar, depois à dupla hélice do DNA – este se impôs porque apresentava vantagens sobre o RNA, principalmente uma estabilidade maior. Mas como isso se deu? Os biólogos ainda não sabem. É um dos seus principais elos perdidos.

Será que algum designo, ou alguma lógica teria conduzido a natureza a inventar o DNA?

A natureza não “inventa” nada, não tem intenções; ela procede por eliminação. A vantagem do DNA é ter permitido,, mediante o jogo das mutações, uma variedade considerável de formas vivas. Com o tempo, o ambiente criou novas condições, novas necessidades. Os organismos que não foram capazes de se adaptar a elas acabaram eliminados. Os outros proliferaram. É o principio darwiniano da seleção natural.

Mas, se existem necessidades, não se pode dizer que o acaso participe dessa história?

Alguns pensam que a vida nasceu por acaso, por um arranjo acidental nos oceanos. O que faria da vida um acontecimento exclusivamente terrestre. Mas, para a maioria dos cientistas, a primazia é da necessidade. Nesse caso, todo planeta que contenha água e se encontre a uma distância ótima de uma estrela quente pode ter acumulado moléculas da mesma maneira que a terra. E estas, ao se tornarem mais complexas, desembocaram substancias químicas com seu meio etc. assim de necessidade em necessidade, a evolução química pode acabar resultando em seres vivos rudimentares.

Então a vida em outros planetas também se basearia no DNA?

Provavelmente. O DNA se insere numa evolução química lógica do Universo.

Depois que apareceu o DNA, o que aconteceu?

As microgotas continuaram a aperfeiçoar seu metabolismo. Depois da fermentação, a forma mais primitiva de obtenção de energia, que se produz na ausência de oxigênio, surgiram a fotossíntese e a respiração. A primeira se baseia na clorofila; a segunda, na hemoglobina. O universo de uma é verde. O da outra, vermelho. Mas essas duas moléculas são praticamente idênticas e provavelmente originarias de um mesmo “ancestral químico”. O surgimento da fotossíntese encheu o ambiente de oxigênio – o que sem duvida fez surgir na alta atmosfera a famosa camada protetora de ozônio. Produziu-se então uma separação entre aqueles que obtinham energia diretamente a partir do Sol e aqueles que absorviam as substâncias e o oxigênio rejeitados pelos outros. É a espoleta da separação entre mundo animal e mundo vegetal.

Já? Num estágio tão primitivo?

Assim se acredita. A árvore da vida ramificou muito cedo. Depois das bactérias e das algas aparecem as células ais complexas, dotadas de um núcleo e de órgãos… ? duvida Segundo uma teoria muito recente. Tais células teriam resultado de simbioses: a célula vegetal, por exemplo, seria uma célula na qual teria ido viver uma alga – e assim teria constituído nela o cloroplasto. A célula animal com núcleo teria da mesma forma, acolhido uma bactéria – que nela viria a se transformar na mitocôndria, uma espécie de minicentral de produção de energia.

Uma lógica de associação, desta vez?

Sim. Pois chegou um momento em que nenhuma dessas células pôde evoluir sozinha. Os dejetos que elas, por assim dizer, cuspiam no ambiente as envenenavam: elas também conheceram a poluição. Seu modo de sobrevivência foi se associar em sistemas, o que oferecia a vantagem de diversificar o trabalho. Então elas se diferenciaram. Vê-se ainda esse fenômeno no caso do volvox, pequena célula independente munida de flagelos: num meio pobre em substâncias nutritivas, esses organismos secretam uma espécie de gel e se colam uns aos outros formando um colônia que pode alcançar vários milhares de espécimes. Então eles se deslocam todos na mesma direção, de maneira muito coordenada, formando uma única entidade. Talvez tenha sido uma lógica parecida que tornou possível o aparecimento dos primeiros seres multicelulares. Também a sexualidade teve seu papel: é um modo de fundir o DNA, portanto, de criar variedade. Depois, a árvore da vida continuou a se ramificar: os cogumelos, as algas multicelulares, as esponjas, os corais, os peixes, os insetos, os pássaros, os mamíferos…

… e o homem, enfim. O senhor … ? duvida

Sim, se considera que a sociedade humana forma com a biosfera (ou seja, a parte viva do planeta) um gigantesco organismo que vive e continua a evoluir. As invenções do cérebro humano serão agora os equivalentes das mutações.

Mas se está muito longe das primeiras gotas de vida.

Nem tanto. O DNA guarda na memória trações da evolução biológica. No curso de seu desenvolvimento, um feto revive rapidamente algumas etapas dessa evolução. Nosso cérebro, com suas três partes – , é igualmente o resultado de um espécie de sedimentação. E a composição química de nossos tecidos permanece muito semelhante à do meio orgânico há 4,5 bilhões de anos: cada uma de nossas células é um pedacinho do oceano primitivo do qual emergiu a vida. De fato, nosso corpo inteiro continua a contar a história de nossas origens.

Imagem do Citoplasma com Organelas em 3D

sábado, agosto 4th, 2018

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Imagem incrível de um citoplasma com suas moléculas e organelas em 3D! 😍 Créditos: David Goodsell

Imagem incrível de um citoplasma com suas moléculas e organelas em 3D! 😍
Créditos: David Goodsell

Parece uma vista aérea e não por acaso; esta obra foi desenhada por quem esta’ no ceu. Não por alguma divindade sobrenatural e sim apenas pelo sistema astronomico que produziu a Vida aqui… Pena que a crença acadêmica esta’ atrapalhando a Fisica e a Biologia ao separar o criador que veio da Evolucao Cosmologica da sua criatura que iniciou a Evolucao Biologica. Nao aceitem isso, e serao capazes de ver o Cosmos atraves do microscopio apontado para uma celula. Assim como não existe duas naturezas, não existem duas evoluções, ela e’ so’ uma,.. a Evolucao Universal. Prestem atencao na Matrix/DNA Theory que esta mostrando a figura do elo evolucionario entre a galáxia e o primeiro ser vivo…

Raios Cósmicos Bombardeando Átomos da Terra e Corpos Humanos

sábado, julho 14th, 2018

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IceCube: Unlocking the Secrets of Cosmic Rays

https://www.space.com/41170-icecube-neutrino-observatory.html

(varias informações uteis que se encaixam como evidencias para a tese da Matrix/DNA sobre a convergência de partículas-informação de todos os sete tipos de astros celestes sobre a Terra para produzir a origem dos sistemas biológicos – Vida. Voltar a ler e fazer pesquisa dos termos técnicos)

An IceCube sensor, attached to a “string,” descends into a bore hole in the Antarctic ice. Credit: NSF/B. Gudbjartsson