Archive for the ‘Teoria do Relógio Astronômico’ Category

Ciclo Vital das Células: Oscilação do Núcleo

segunda-feira, setembro 11th, 2017

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http://www.alphr.com/science/1006968/internal-clock-is-discovered-in-a-living-human-cell

Internal clock is discovered in a living human cell

Sugestao da Matrix/DNA = Ele é produzido pelo circular de informação no circuito. Tal como acontece com uma onda de luz (a qual é a primeira ocorrência deste fenômeno no universo e desde o qual o fenômeno é repetido em todos os sistemas naturais), a vibração ou intensidade dos flashes cintilantes começa forte, na maior intensidade do circuito, e continua forte em crescente ate a F4, quando começa a decair porque começa a entropia.)

Matrix/DNA suggestion – It is produced by the flux of information in the circuit. As it happens with a light wave (which is the first occurrence of this phenomena in the Universe and from which the phenomena is repeated at natural systems), the vibration or intensity of the scintillating flashes starts strong at the highest intensity of the circuit and continues strong in increasing to the F4, when it begins to decay because entropy begins.)

The discovery may give insights into how and when diseases start – 11 Sep 2017

Cells dramatically change their shape and size during a lifetime. But this is the first time the changes have been seen over short time periods.

O ritmo da  cintilacao num  precise point of a cell in its life cycle…. During the lifetime of the cell, the amount the cell changes in shape during these ‘flickers’ also gets smaller. This means measuring the fluctuations can give away the age of the cell.

“However, with this discovery, which shows that the nucleus exhibits rapid fluctuations that decrease during the life cycle of the cell, we can enhance our knowledge of both healthy and diseased human cells.”

the nucleus of the living cells, and saw a part of it, known as the nuclear envelope, flickering over a period of a few seconds. 

(Este mecanismo de oscilacao do nucleo das celululas foi projetado nos organismos? De que forma os corpos de organismos sinalizariam estas pulsacoes?)

“This process can serve as an internal clock of the cell, telling you at what stage in the cell cycle the cell is,”

“We know that structural and functional errors of the nuclear envelope lead to a large number of developmental and inherited disorders, such as cardiomyopathy, muscular dystrophy, and cancer,” she said. “Illuminating the mechanics of nuclear shape fluctuations might contribute to efforts to understand the nuclear envelope in health and disease.”

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A proposito, eu postei esta resposta num debate:

God of War – Q1. what are the type of mathematical equations that describe the growth of organisms?

Matrix/DNA : – Lol, good! I am just coming back from reading the best scientific news today, it is related to “grow of organisms”, which is related to life’s cycles and here you have a little idea how the knowledge of Matrix/DNA models and formula works in parallel with official science and offers different interpretation for natural phenomena. The news is in the link:
http://www.alphr.com/science/1006968/internal-clock-is-discovered-in-a-living-human-cell
Please, read the article and come back to this post….
I never knew that cells’ nucleus are flickering. But, missing this knowledge was my fault, because my formula predicted it 30 years ago. My fault is due no enough time for analyzing all predictions from the formula, which must be millions. So, look what Matrix/DNA says now:
” This internal clock is produced by the flux of information in the systemic circuit. As it happens with a light wave (which is the first occurrence of this phenomena in the Universe and from which the phenomena is repeated at natural systems like cells), the vibration or intensity of the scintillating flashes starts strong at the highest intensity of the circuit and continues strong in increasing to the F4, when it begins to decay because entropy begins. It is merely the life’s cycle pathway.”
Since you don’t know how to analyzing the formula, I think you will not understand this says from Matrix/DNA, but my long time doing it ( 30 years), I am very practical doing it.
Where and when the researchers would have this interpretation, linking a reductive detail of a phenomena to the whole Cosmos, linking it with the first waves of light emitted at the Big Bang? When they will linking thermodynamics like entropy to this phenomena for having new glimpses how to control it and finding ways for avoiding the diseases they are looking for? That’s why I am here alerting that the current scientific method and scientists world view must be amplified for inserting the systemic method upon the reductive method, and how is the new kind of lab we are in needs just now.
Organisms grow and decay are very well represented by Matrix/DNA formula, which is not showed as mathematical equation but by software’s diagram because the dynamics of life are based on codes, genetics codes, and computational codes are not writing with mathematical equations. Now I will take my beer in commemoration of more one victory of my theory… Cheers…

Ribozima que Replica e Transcreve Um RNA Existente como Template, Para Entender o “RNA-World”

terça-feira, agosto 23rd, 2016

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Scientists take big step toward recreating primordial ‘RNA world’ of 4 billion years ago

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/08/160815185822.htm

Date: August 15, 2016 – Source: Scripps Research Institute

E’ preciso notar e nunca se esquecer que esta ribozima que sintetizaram no laboratorio nao produz RNA, como a noticia parece querer transmitir. Ela precisa de um RNA feito antes, ja pronto. Apenas entao ela pode se ligar a ele, usa-lo como template, para replica-lo e transcrever seu codigo na formacao de outras moleculas vitais, inclusive para fazer o RNA produzir copias de si mesma.

E’ um grande e respeitavel e louvavel passo para as Ciencias e nossa fundamental busca do conhecimento sobre as nossas origens. Porem, o grande problema permanece: Como surgiu, antes dessa ribozima, o primeiro RNA? Teria ele vindo de um outro template ainda invisivel e desconhecido por nos que teria existido a 4 bilhoes de anos atras? E’ o que a formula da Matrix/DNA sugere, e ela se mostra a si mesma como sendo este template.

O presente artigo suscita algumas pesquisas, o que sera’ feito aqui no prosseguimento: 

Pesquisa:

– ribozyme [a special RNA enzyme]

3D structure of a hammerhead ribozyme

                                                       Estrutura tridimensional de uma ribozima

Definicao:

Uma ribozima é uma molécula de RNA com capacidade auto-catalítica semelhante às enzimas. O termo ribozima, em si, deriva da combinação das palavras enzima de ácido ribonucleico. As ribozimas são moléculas de RNA que possuem a capacidade de atuar como catalisadores,ou seja, de diminuir a energia de ativação de uma reação de forma específica. Tal como as enzimas proteicas, possuem um centro activo que se une especificamente a um substrato e que facilita a sua conversão num produto. As ribozimas são menos versáteis que as enzimas protéicas

Questao: O que realmente e’ “catalizar”? Onde existem exemplos na nossa vida real deste tipo de evento? Porque na Natureza e’ necessario “diminuir a energia de ativacao de uma reacao, … de uma forma especifica?”

O que isto significa quando pensamos na formula da Matrix/DNA, apenas no estado de template abstrato, e sendo copiada, manifestada, no mundo material? Bem,… acho que basta pensar num humano-crianca, crescendo no ritmo do ciclo vital. Se ele crescer ( ou nao crescer) em outro ritmo errado, nao vai haver transformacao para adolescente, jovem, e adulto. Entao, a materia bruta do planeta nao tem relogio biologico… ( epa! Eureka?! Foi aqui que comecou este fenomeno de relogio biologico, ciclo circadiano., etc? Ribozimas seriam o ancestral primordial do relogio biologico?), e por nao ter relogio biologico e nenhum outro motivo para controlar reacoes em acordo com algum ritmo metodico, precisava existir as ribozimas que se impoe a essa materia bruta, exigindo, ou tocando, um ritmo e exigindo que os atomos se comportem movendo-se em sintonia com este ritmo. Esta bem… respondida a questao.

Centro Ativo … da riboenzima:

O sítio ativo (ou centro ativo) é a pequena região de uma enzima onde ocorrerá uma reação química. Provém de grupamentos de partes da sequência de aminoácidos. As enzimas são muito específicas para os seus substratos. Esta especificidade se deve à existência, na superfície da enzima de um local denominado sítio de ligação do substrato. O sítio de ligação do substrato de uma enzima é um arranjo tridimensional de aminoácidos de uma determinada região da molécula, geralmente complementar à molécula do substrato, e ideal espacial e eletricamente para a ligação do mesmo . O sítio de ligação do substrato é capaz de reconhecer inclusive isômeros óticos “D” e “L” de um mesmo composto. Este sítio pode conter um segundo sítio, chamado sítio catalítico ou sítio ativo, ou estar próximo dele; é neste sítio ativo que ocorre a reação enzimática.

Buscar outros termos no artigo para pesquisa e Googlar “riboenzyme” e continuar pesquisa.   

 

 

Sol Campo Magnético Vira ao Contrário! Completo Mistério

terça-feira, outubro 21st, 2014

Tenho o maior mêdo quando penso no gigantesco tamanho e na descomunal fôrça do Sol que está sempre se movendo internamente e me lembro que a qualquer momento um revertério qualquer naquela caldeira efervescente pode nos eliminar aqui num piscar de piolhos… digo,… de olhos.

Existimos por um fio, como se estivéssemos equilibrando no fio da navalha! A unica coisa que poderia evitar o inteiro desaparecimento da espécie humana por um minimo evento fora do normal no Sol seria uma rápida evolução cientifica e tecnológica. Os dinossauros não foram avisados que iria cair um meteorito, mas nossa ainda engatinhante tecnologia espacial nos pode avisar e ao menos, saber antes que vamos ter sérios problemas. Mas a maior ameaça não vem de corpos perdidos movendo-se no espaço, e sim, das súbitas emissões de chamas carregadas de energia, pelo Sol. Basta lembrar-nos de como nosso corpo depende do relógio biológico, do ciclo arcadiano, quando a simples luz do Sol faz nosso cérebro produzir a melatonina que nos faz dormir ou acordar. Basta aquela caldeira pender um pouquinho para um lado, o seu caldo se acumular muito deste lado, e essa energia muda, somos torrados ou congelados aqui em minutos! É estonteante como o sistema solar tem funcionado perfeitamente como um relógio, mas ele não é um relógio, pois ele muda, nasce, vive e morre, e todo relógio pode apresentar problemas no seu mecanismo. E nós existiremos aqui apenas enquanto o relógio sideral não for penetrado por alguma poeirinha, ou por alguma radiação cósmica anormal!

Portanto deveríamos investir muita energia e trabalho na busca do  desenvolvimento do conhecimento do que é, como foi formado, e como funciona, o Sol e este sistema inteiro onde está nosso planeta. E quando lemos artigos como esse do link abaixo – feito por quem mais entende de Sol, como o pessoal da NASA – no qual os cientistas confessam não terem ainda a minima idéia de como e porque acontece as constantes mudanças eletro-magnéticas no Sol, que alcançam o nosso planeta,… realmente ficamos preocupados. É preciso urgente trabalhar isso, e todos os humanos, colaborando de alguma forma, que ninguém queira ficar nas costas dos que trabalham pois se muitos fizerem isso, o barco todo vai para o fundo, como foram os dinossauros.

A cada 11 anos o fluxo de energia dentro do Sol pula do seu polo norte para o polo sul! Isso causa na superfície do Sol gigantescas labaredas de fogo energético que chegam aqui no nosso planeta. Este planetinha construiu em volta de si uma espécie de armadura na sua atmosfera para impedir que estas partículas alcancem o solo, mas… nós estamos cavando buracos nesta capa e se as partículas souberem disso… estamos fritos. Mas o fato mais intrigante é esse pulo instantâneo de energia de um lado para outro, num astro daquele tamanho e que todo mundo pensava ser quieto, estável, equilibrado, eterno, e sem explicações! Mas enquanto os cientistas coçam a cabeça intrigados procurando uma explicação, o meu modelo teórico astronomico está sugerindo um monte de explicações de detalhes e o quadro completo do que está acontecendo! E como precisamos que os cientistas tenham estas respostas! Antes que seja tarde demais…

Mas a minha explicação parece vir do outro mundo e eles não entenderiam nada sem antes conhecer toda a nova visão do mundo que calculei na selva. O Sol – segundo estes modelos – tem que ser visto como algo dinâmico seguindo as mesmas sequencias e processos que seguem os seres vivos controlados por um processo maior chamado de ciclo vital. É preciso ver um Sol vivo, e eles estão vendo e acreditando num Sol morto! O Sol muda bruscamente o polo onde concentrar sua energia porque ele foi formado por um ancestral que tinha um ciclo de vida, que nascia, morria e renascia, se auto-reciclando. O Sol herdou este mecanismo assim como eu herdei o mecanismo digestivo de uma ancestral lagartixa. Ele não nasce e morre a cada 11 anos porque tem um segundo sistema servindo como feed-back que retroalimenta o sistema superficial, mas ele não pode e não consegue evitar este ciclo herdado. E essa herança vem desde os instantes iniciais do Universo, quando o primeiro sistema ancestral do Sol, e nosso tambem, era apenas uma onda de luz… Portanto tambem temos que ver na minha teoria o meu modelo de onda de luz para entender porque o Sol vira a caldeira de boca para baixo e depois desvira-a novamente a cada 11 anos. Eu não tenho meios para apresentar e discutir esta teoria com os cientistas, e mesmo que tentasse, chamariam os seguranças e mandariam me levar para o manicômio ( ainda bem que os tempos mudaram pois se fossem os cientistas-mor da Idade Média, me mandariam para a fogueira). Realmente isso tudo é uma situação inacreditável! Mas vamos lá… abordar esse problema da virada dos polos do Sol.

How the Sun’s Magnetic Field Works (Infographic)

http://www.space.com/22393-sun-magnetic-field-explained-infographic.html

What Causes the Sun’s Magnetic Field Flip?

http://www.space.com/22310-sun-magnetic-field-flip-mystery.html

Sun's Magnetic Field to Flip

Credit: NASA

A seguir, cópia do meu meu post postado no Space.com:

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed – Outubro, 23, 2014

Excellent materials, but, with some “philosophical” problems, which generates new theories which leads to deep knowledge. Here we are describing what happens, without the explanations “why and what’s?” But, when describing something that we does not know in full, we use wrong words. Like the word “flip” used here. Then, it has been a big mystery this cycle of 11 years, due we are using the wrong concepts. Answers must be search at ancestors, going down till the first causes at the Big Bang. Which were the ancestors of astronomical systems? I think, they were, the next ones, the atomic systems. Explanations for why the sun flips must be searched at the flipping of atoms, the particles that goes from protons to neutrons and goes back. . And so on, till the Big Bang. So, following this kind of method, Matrix/DNA Theory is suggesting that the changing of polarities are not flipping, because it is a continuing move. If you see the Matrix/DNA formula for natural systems, you will add some understandings to this phenomena. The finishing of a cycle produces the beginnings of a new cycle, at closed systems, like astronomical ones. Using a bar magnet for illustrating what is happening is not a good idea. At closed systems, dying is born, and born is dying, at same time. So, about the sun’s polarities, south is north and north is south, at same time. Same thing happens at atoms, when a proton becomes a neutron e neutron becomes proton. It is different from opened systems, when death does not causes birth.

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Informações uteis do artigo:

– If you’re confused about the sun’s impending magnetic field flip, don’t feel bad — scientists don’t fully understand it, either.

– “We still don’t have a really self-consistent mathematical description of what’s happening. And until you can model it, you don’t really understand it — it’s hard to really understand it.”

– During the field flip, the sun’s polar magnetic fields will weaken all the way down to zero, then bounce back with the opposite polarity.

Matrix/DNA: “Na formula da Matrix/DNA, quando o fluxo alcança F7, o sistema “morre” durante um período, enquanto sua matéria estiver fragmentada, indo compor F1. De fato, F7 e F1 são as duas pontas opostas do fluxo. A informação abaixo ( regiões ativas geram ou alimentam o campo magnético que toma a direção do polo e quando neste se concentra, causa a reversão para o outro polo), sugere que regiões são ativadas de acordo com o avançar da sequencia/vibração da onda de energia tal como modelada pela Matrix/DNA. Isto sugere ainda que o Sol é composto de camadas circulares ( provavelmente sete camadas) pelas quais passa a onda de energia, causando cada camada vibrar operar na sua especifica frequência, dominando as outras seis camadas/frequências. Então realmente parece que a formula da Matrix, e mais exatamente o building block dos sistemas astronômicos está embutido no Sol. Portanto vamos trazer a formula para cá nos seus dois aspectos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para o Sol, cada volta que o fluxo de energia dá no circuito esférico da formula, corresponde a 11 anos.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Observe na base inferior da figura acima, quando a estrela se desmancha em poeira, dirigindo-se ao turbilhão. É neste trecho do circuito que acontece a mudança dos polos.

E mais o gráfico do espectro de uma onda eletromagnética segundo a Matrix/DNA:

Light - The Electro-Magnetic Spectrum - by Matrix/DNA

Light – The Electro-Magnetic Spectrum – by Matrix/DNA

Considere-se que o fluxo elétrico magnético tem inicio no núcleo solar, o qual, corresponde à fonte à direita da onda, ou onde a onda começa como raio gama. Quando atinge a ponta do polo a onda está em F7, ou onda radio, e aquele pedaço de linha tracejada à esquerda corresponde ao período quando o magnetismo solar decai ao ponto zero. De alguma maneira a onda recomeça no núcleo outra vez ( no polo correspondente ao inicio do fluxo, que não sei se é o Sul ou o Norte) e isto sugere que a ativação de cada camada gera material e/ou energia degradada que ao invés de ser expulsa do Sol, ela se dirige internamente rumo ao centro, num simples comum processo de entropia de sistemas fechados. Quando se acumula essa massa/energia degradada no centro, reativa a atividade do núcleo.

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– “The magnetic field from active regions makes its way toward the poles and eventually causes the reversal,” 

– “The field reversal is nothing to worry about, Scherrer and Hoeksema stress; it won’t spawn any big solar storms or otherwise cause problems for people here on Earth. Its chief effect on us, in fact, will likely be beneficial.”

Matrix/DNA: Precisamos urgentemente conhecer o quadro inteiro do sistema solar no seu nível eletro-magnético, pois isso deve influenciar enormemente o corpo humano, talvez a psique, etc. Alem do que podemos desenvolver em muito nossa tecnologia, com esse conhecimento.

– “The sun’s slowly rotating magnetic field induces an electric current in a huge surface that extends from our star’s equator far out into the solar  system.”

Matrix/DNA: “Aqui está o ponto principal dessa necessidade urgente de conhecimento. O campo elétrico magnético do Sol, começa nele mas se estende por todo o sistema solar, portanto passando por aqui, atravessando nossos corpos, e produzindo sabe-lá que efeitos…

– “The polar fields have been getting weaker and weaker over the last 30 years, and so also the following sunspot cycles have been getting weaker over the years,” he said. “We don’t really understand why, or even if that’s the cause or if they’re both symptoms of the same thing. It’s a fun and interesting puzzle.”

Matrix/DNA: Deve haver então outro nível de eventos onde a onda se repete, porem num período maior que 30 anos. Talvez seja influencia da onda que pervade a galaxia?…

Meu post publicado no Space.com

Mike, these researchers need to know the astronomical model from Matrix/DNA Theory that suggests an explanation for these flips. But is impossible to have any clue if not seeing the pictures of those models ( You can Google the article: Sol Campo Magnético Vira ao Contrário! Completo Mistério ).

We need understanding that this solar system works as any natural system and its formations/functionality obeys the universal formula for systems, which is still unknown by those researches ( it is only at my website). The formula has a flow of energy which mimics the sequence of frequencies/vibrations of any light wave. This flow has a beginning point and an end point, which are the electric-magnetic “poles”. Since that the flow performs the known vital cycle process, it dies and reborn again, at each period of 11 years. But, only one pole ( be it south or north poles) is related to the beginning, the other being related to the end, then, that’s the cause of the flips.

There are a lot of details about the sun’s cycle suggested by Matrix/DNA’s models, and human kind need to know how it works, quickly, because these electric-magnetic waves are reaching us here, crossing ours bodies, with effects for our health, and besides that we can improve our technology.  Matrix/DNA Theory is result of a different approach/method never applied before, the results are suggesting a new meaning of this universal Nature never thought before, but, due the increasing accumulations of evidences and the amount of proved right predictions, besides the fact that it is entirely rational, deserves a quickly look by those researches.

NASA: Como e Porque Apareceu na Natureza Este Fenômeno de Animais Dormindo? Veja Como Isto Estava Escrito nas Estrelas

sábado, agosto 9th, 2014

A NASA está com um sério problema na sua luta para conquistar o espaço sideral – o que significa que é um problema seu, meu, da Humanidade, por três motivos principais: 1) sabemos que este planeta vai parar de sustentar a Vida aqui e temos que desde já começar a buscar a maneira de como nossos herdeiros vão se mudar para outro mundo; 2) 99,9999% das riquezas do Universo ainda estão lá fora, nos esperando, para evoluir nossa tecnologia e nos salvar desta estupida condição atual de meros animais rastejantes no solo deste planetinha perdido; 3) a nossa eterna inquietação existencial precisa de respostas.

O problema da NASA noticiado aqui ( Study Compiles Data on Problem of Sleep Deprivation in Astronauts

http://www.nasa.gov/content/study-compiles-data-on-problem-of-sleep-deprivation-in-astronauts/#.U-ZVw_ldXSg e cujo ” scientific paper”foi publicado aqui :

Prevalence of sleep deficiency and use of hypnotic drugs in astronauts before, during, and after spaceflight: an observational study

http://www.thelancet.com/journals/laneur/article/PIIS1474-4422(14)70122-X/abstract   )…

… é sobre o fato de que astronautas quando em serviço não conseguem dormir o necessário, e isso prejudica seu desempenho, cujo estado de vigília é essencial nestas missões. Por isso a NASA está financiando um grupo de neurologistas, psicólogos, etc. para elucidarem a causa do problema, e um “paper” foi agora já publicado, tambem com link a seguir. Mas…

A maioria dos organismos se adaptaram as mudanças diárias de iluminação, exceto os que vivem sem contato com a luz do Sol e influência das marés.

O pessoal da NASA e a maioria dos intelectuais e cientistas hoje têm um sério problema. Abordam um problema quando ele está no meio de sua existência, e daí observam-no e se limitam a descrever o resto. Não buscam as causas originais, primeiras, do fenômeno observado. E todo e qualquer fenômeno neste mundo, para ser completamente entendido, tem que contar sua história evolutiva regredindo até a sua causa primeira que se manifestou com o Big Bang. Tudo aqui tem a mesma e unica idade – 13,7 bilhões de anos, alcançada através de sucessivas mudanças de formas na longa senda das ancestralidades. Assim o atual “conhecimento cientifico”  é como uma nuvem espraiando sobre a superfície das coisas, nada com penetração na realidade existencial das coisas.  Só na Matrix/DNA estou fazendo isso – pegando cada fenomeno natural e buscando sua total e long história –  por mais absurdo que isso pareça.

Os astronautas tem problema para “dormir”. Mas o que é “dormir”? Porque, quando e como a Natureza inventou este fenômeno, esta cena, que definimos com este nome na nossa linguagem – “dormir”?! Faça esta pergunta à equipe da NASA – e vão imediatamente estourar as champanhas comemorando o fato que descobriram pela primeira vez um ser extra-terrestre. Mas esta seria a primeira pergunta racional e ao não fazê-la, ao não respondê-la, estão determinando mais um caso de longos gastos financeiros em pesquisas que vão se arrastarem vagarosamente no tempo como tem sido todos os casos nas abordagens das grandes e tradicionais doenças que continuam sem solução. Não se domina, não se controla, não se tem poder de fato, não se conhece de fato, qualquer objeto natural, sem conhecer sua história de 13,7 bilhões de anos.

O que significa, qual a causa, de existir um corpo, um sistema natural, em repouso, num estado que dizemos… “está dormindo”? Após responder isto é que vamos procurar a causa do porque um corpo dorme bem e outros dormem mal. Então, se preparem que agora vou leva-los ao Big Bang – pois foi ali que o Universo “acordou” pela primeira vez.

As nossas antigas ancestrais – as primeiras galaxias originais – “dormiam” para enganar a morte, e com isso se auto-reciclavam eternamente. Este artificio, ou “jeitinho maroto das galaxias”, foi herdado por nós – sistemas biológicos – mas como somos ainda mais fracos que as galaxias,  tivemos que dar mais outro “jeitinho”, adaptado às nossas circunstancias terrestres.

Qualquer pedra que cair no solo e ficar em repouso, jamais se levanta outra vez, por si própria. No entanto, corpos “vivos” caem no solo e repousam tambem, porem… milagre!!! … de repente se levantam e voltam a mover-se novamente! Não porque as Leis Naturais vindas com este Universo, já muito bem conhecidas pela Física, determinem que isso aconteça. Não conheço nenhuma lei publicada pelas Ciências Humanas que seja como uma força que seja gerada dentro de um corpo material capaz de tira-lo da posição de repouso. Você conhece? Sei que este fenômeno de haver “movimentos” da matéria neste mundo começou quando ondas de luz contendo a fórmula para sistemas naturais emitidas pelo Big Bang penetrou a dark matter. Sei que a auto-reciclagem dos sistemas astronômicos só pode ser explicada se houver uma força vindo de fora deles – e ao procurar esta fôrça no Universo inteiro, a unica possibilidade que me surgiu é a de que o Universo é rotativo, ou seja, gira sobre si próprio. Ao fazer assim, ele deveria fazer girar uma nuvem de poeira estelar, de uma galaxia morta, a qual cria um eixo central e a partir daí surgiria uma nova galaxia. Então nossas primordiais ancestrais morreriam de fato. Mas elas inventaram um mecanismo de lançar um ramo lateral de si própria enquanto estão vivas, o qual as reproduzem, enganando a morte. Tal mecanismo é facilmente visível na fórmula da Matrix/DNA universal com a qual a Natureza monta os sistemas naturais. Por isso vamos trazê-la para cá, na figura abaixo:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

O corpo humano é um sistema total composto de dois sub-sistemas – o cérebro e o corpo físico abaixo do cérebro. Como sistema-filho, governado e alimentado por este sistema astronômico que nos envolve, o corpo humano tambem deveria “morrer”, após todo cansaço físico, todo stress, pois isto significa ataque pela entropia quando a energia decresce e o sistema degenera, sem possibilidade de retorno. Por isso, mesmo que um ser vivo fique 16 horas inativa, e o sono o invade prostrando-o por terra, o sistema astronomico regula nossos corpos como um relógio, através do que chamamos de “ciclo arcadiano… ou cicladiano? “. Ao cair dormindo, pelas leis naturais um corpo jamais deveria se levantar “vivo” outra vez. Pois qualquer pedra que cair no solo e ficar em repouso jamais se levanta por si própria.   Nós humanos, formados de dois sistemas, aplicamos a mesma tatica dos nossos tataravós celestes, sem o saber-mos, pois quando um sub-sistema – o cérebro – é atacado pela entropia ( o cansaço, stress) e vai “morrer” diariamente, o outro sistema – o corpo – já providenciou o envio de um ramo lateral de seu fluxo circulatório na direção do cérebro, e se mantem ativo e alimentando-o. Quando o sub-sistema corpo é por sua vez atacado pela entropia, é o cérebro que , na calada da noite e sorrateiramente, envia o fluxo lateral, e continua mantendo as funções vitais ativas  fisicas.

Vejamos na fórmula acima quando é que acontece o “dormir”. Tudo começa na F1, quando um vórtice rotativo no meio de uma nuvem de poeira no espaço ( ou quando um óvulo num corpo feminino é fecundado) mistura esta massa com a energia vinda de F4 e gera um novo rebento-peça-órgão para um novo sistema. O novo rebento vai evoluir e transformar-se em varias formas devido ser imbuido do processo recebido das ondas de luz primordiais, processo denominado “ciclo vital”. Ao chegar em F4, o outrora rebento que agor é um adulto maduro começa o que nos sistemas biológicos denominamos “atividade sexual”, e então o fluxo do circuito sistêmico se bifurca, criando um ramo lateral que carrega metade das informações do sistema e metade da energia crescente do sistema, antes que ela comece a decair pela entropia. Esse “cromossoma macho, Y” é F5. Depois disso a metade rstante do fluxo segue seu caminho atacado pela entropia quando a energia decresce, degenera, o sistema se desfaz em fragmentos, de massa. Poeira. Sob um sistema astronômico maior que continua girando, é recriado o vortex central e tudo começa de novo. Ora, enquanto o fluxo de informações está perfazendo o circuito, o sistema está “vivo”, assim como enquanto houver sangue correndo nas veias de um ser humano ele está vivo. Quando o fluxo se desmancha, o sistema morre, está morto. A não ser que… metade de sua alma ficou escondida no meio da poeira, viva ainda. Assim como a mente invisível continua funcionando no meio de um corpo imóvel de um ser vivo. Entendeu? É preciso dizer mais? Está aí onde e como e porque a Natureza aqui na frente dos nossos narizes nos mostra estas cenas de corpos dormindo.  E sonhando.

Porem, antes de termos este corpo físico e cérebro, fomos pequenas e isoladas células, micro-organismos. Neste estado, as células, recém vindas da geração da nossa galaxia, eram muito mais influenciadas e dependentes do sistema astronômico. Tanto que as células tambem dormem ao sentirem a falta ou decréscimo da luz solar, quando o Sol se esconde no outro lado do planeta. para as células, o período da noite é reminiscencia biológica do antigo período da noite do sistema, quando ele ficava oculto dentro da escura nuvem de poeira. para um estudo sério, teremos que considerar tambem a coisa toda ao nível celular.

Mas agora vamos tentar transformar este conhecimento que muitos dizem “inútil”, em algo pratico, para nossa utilidade.  Não existe como entender este fenômeno se não procurar-mos ver, principalmente no cérebro, como ele é uma cópia derivada evoluída deste sistema que tem por estrutura fundamental esta fórmula. Não se esquecendo que a fórmula mostra o estado de sistema fechado em si mesmo, perfeito, enquanto o cérebro se tornou um sistema aberto e ainda não-perfeito.  não tem como entender este processo do “dormir” sem antes localizar-mos e entender-mos a atuação da entropia energética neste sistema. Já tenho percebido que esta entropia produz os radicais livres, produz as plaquetas em volta de neurônios levando a doenças como o Alzheimer, produz a ereção e desejo sexual, a menopausa, etc… E agora o artigo da NASA me faz notar que tambem está envolvida na qualidade do sono. Mas porque em astronautas?

A primeira solução seria evidente: no espaço a ausência gravitacional altera o movimento da energia fluindo nas conexões dos neurônios, e a energia entrópica deve “demorar mais para acontecer”. Mas esta solução não é a unica porque o estudo mostra que a deficiência do sono acontece nos mesmos astronautas ainda antes de viajarem para o espaço.  Talvez reproduzam o estado dc ausência gravitacional dentro das capsulas de treinamento? Provavelmente. Enfim, teríamos que observar os astronautas e re-estudar o problema, mas… por favor… vamos chegar no problema com alguma prévia inteligencia, com algum conhecimento ao novel e dimensão do Cosmos que os astronautas estão adentrando. Sem a fórmula da Matrix/DNA… podem listar mais essa “doença” no mesmo rol interminável dos estudos sobre o câncer, a diabete, o Alzheimer, etc., e esperar mais uma longa história de drogas salvadoras que, no final,  nunca eliminam estas doenças.  Eu, infelizmente tenho que parar essa pesquisa agora para ir no trabalho duro para pagar minhas miseras contas no final do mês… e não tenho acesso à observação direta do problema na NASA. Mas dou a minha contribuição, a fórmula vai de graça…

 

Study Compiles Data on Problem of Sleep Deprivation in Astronauts

http://www.nasa.gov/content/study-compiles-data-on-problem-of-sleep-deprivation-in-astronauts/#.U-ZVw_ldXSg

Prevalence of sleep deficiency and use of hypnotic drugs in astronauts before, during, and after spaceflight: an observational study

http://www.thelancet.com/journals/laneur/article/PIIS1474-4422(14)70122-X/abstract

PESQUISA DA MATRIX/DNA:

1)WIKIPEDIA : Ritmo circadiano ou ciclo circadiano

Some features of the human circadian (24-hour) biological clock

circadian rhythm /sɜrˈkdiən/ is any biological process that displays an endogenousentrainable oscillation of about 24 hours. These rhythms are driven by a circadian clock, and rhythms have been widely observed in plantsanimalsfungi, and cyanobacteria. The term circadian comes from the Latin circa, meaning “around” (or “approximately”), and diem or dies, meaning “day”. The formal study of biological temporal rhythms, such as daily, tidal, weekly, seasonal, and annual rhythms, is called chronobiology. Although circadian rhythms are endogenous (“built-in”, self-sustained), they are adjusted (entrained) to the local environment by external cues called zeitgebers, commonly the most important of which is daylight. ( CONTINUAR A LER)

2) Melatonin Secretion…

3) Wrist actigraphy…

4) Sleep-promoting drugs – procurar as fórmulas quimicas…

Imagem dos Tornados Iselle e Julio Lembram as Origens do Universo ! Mera Coincidencia?

quinta-feira, agosto 7th, 2014

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Hurricanes Iselle and Julio Nearing the Hawaiian Islands

Hurricanes Iselle and Julio Nearing the Hawaiian Islands

NASA



In early August 2014, not one but two hurricanes were headed for the Hawaiian Islands. Storms arriving from the east are a relative rarity, and landfalling storms are also pretty infrequent.

On Aug. 5, the Visible Infrared Imaging Radiometer Suite (VIIRS) sensor on the Suomi National Polar-orbiting Partnership (NPP) satellite captured natural-color images of both Iselle and Hurricane Julio en route to Hawaii. This image is a composite of three satellite passes over the tropical Pacific Ocean in the early afternoon. Note that Iselle’s eyewall had grown less distinct; the storm had descreased to category 2 intensity. The bright shading toward the center-left of the image is sunglint, the reflection of sunlight off the water and directly back at the satellite sensor.

Image Credit: NASA image by Jeff Schmaltz, LANCE/EOSDIS Rapid Response. Caption Credit: Mike Carlowicz.

Comentário da Matrix/DNA:

Foi bater os olhos nesta imagem e lembrar-me dos desenhos feitos na selva há 30 anos atrás quando iniciava a perceber a existência da Matrix e tentava calcular como ela teria surgido. Não é de todo um descalabro ou desvario mental comparar o que ocorre na atmosfera terrestre com o que ocorreu na atmosfera do Universo primordial, pois a atmosfera de qualquer lugar do Universo hoje é mero produto evolutivo da atmosfera primordial… claro, isto é pura lógica. Não é a tremenda complexidade de hoje resultante das diferentes combinações das partículas-informação originais que vai nos cegar para este imperativo da lógica naturalista.  O fato de fazer-mos mentalmente esta conexão no tempo e espaço tão distantes entre si é fundamental para ver no fenômeno acontecendo na atmosfera terrestre – o qual é de muita importância porque afeta nossas vidas – elementos e fôrças que aqueles que não fazem este exercício mental não estão percebendo. Por exemplo, esta nova maneira de ver os fenômenos naturais está sugerindo que a energia solar tem grande influencia na formação e direção dos tornados, e que existe a possibilidade da Humanidade atuar também influenciando nesse processo, de maneira que lhe convenha.

Como me falta tempo agora para terminar este artigo, apenas copio abaixo o comentário que postei na noticia da NASA. Mas antes, para os que nada entendem da Matrix/DNA:

Os desenhos feitos na selva na época eram baseados em varios assuntos, tais como:

1) A Física do Prêmio Nobel Hideki Yukawa quando teoricamente calculou como seria a cola nuclear que liga prótons e nêutrons no núcleo atômico. Tenho artigos aqui falando dos “balões ou bolhas-rodamoinhos de Yukawa”, pois eles são fundamentais para começar a se entender como esta matéria organizada em sistemas se manifestou e afirmou neste Universo, e sobre de onde estes bits-informação vieram;

2) A intuição de que o Universo é meramente o palco onde está ocorrendo um processo natural de reprodução genética do desconhecido sistema que havia ou ainda há antes dele. A partir desta intuição comecei a calcular como teriam os bits-informações atuados pelos mesmos processos que os genes atuam a partir do “big bang” da fecundação;

3) A transferência do sistema galáctico e/ou solar para a forma de primeira célula biológica, através de fótons vindos de estrelas como o Sol e do núcleo terrestre; etc…

Comentário postado na noticia da NASA: ( para não ser lido por inteiro porque está em sofrível inglês ( preciso de alguém fazendo as revisões), porque leva o leitor a um palavreado e linguagem que parece de outro mundo, porque expressa uma visão de mundo totalmente diferente e contraria ao que o leitor acredita e portanto, para ser apedrejado… mas tenho que ir insistindo em cumprir a minha missão).

Louis Charles Morelli – 2:07 PM – Thirsday, August 7, 2014
Why this image remembers the beginnings of the Universe, where two opposite spinning groups of microscopic quantum tornadoes made off the first material particles?!
What’s the role of sunlight at tornadoes formation and maintenance?
Suggestions from Matrix/DNA Theory are that the Sun is  a kind of station for repetition and re-transmission of the light waves produced by a pulsating Universe. And… “since that the light waves emitted by “big bangs” penetrates inertial dark mater and imprints the process of life’s cycles, they are the creator of primordial natural systems, from atoms to galaxies”. In the Cosmos universal light waves are fragmented into microscopic particles-vortexes called photons; here, at Earth’s surface, Sun’s photons makes the reverse way, creating giants vortexes. (?)

What do you think?  Will be the human control of hurricanes dependable of more knowledge about the role of Sun’s energy?

Capitulo 1: Agua-Viva (Jellyfish), Propriedades unicas – Primeira Herdeira de Luca?

quarta-feira, maio 22nd, 2013

1) Agua-Viva: Mais que Plasma e Veneno

2)

Água-viva: mais que plasma e veneno

New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

 Traducao do Artigo:

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.

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Esta entrada foi postada em segunda-feira, junho 13, 2011 às 23:54 e foi catalogada em SistemasTeoria do Relógio Astronômico.

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A Matrix/DNA Oferecendo Ajuda para Pesquisas Cientificas: Ciclos Circadianos e Relogio Biologico

segunda-feira, março 18th, 2013

Deu no Blog “Laboratório” do Dr. Carlos Hotta:

http://www.carloshotta.com.br/blog/2013/2/21/novos-alunos-de-doutorado.html?lastPage=true&postSubmitted=true

Artigo: Novos alunos de doutorado

DateQuinta-feira, Fevereiro 21, 2013
E abaixo o comentário que enviei ao blog:

Por: Louis Charles Morelli

Se o Cicero e o Gustavo tiverem um tempo sobrando e tiverem a curiosidade sobre as mais profundas causas e origens do ritmo circadiano e relogio biologico, sugiro darem uma espiada nos artigos abaixo, pois estou pesquisando tudo isso por uma abordagem diferente de tudo que se tem feito. A configuracao atomica e molecular de um par horizontal de nucleotideos imita a exata configuracao dos astros que compõem uma galáxia original e tenho notado que ambos funcionam com os mesmos mecanismos, o que sugere uma conexão complexa entre macro e micros fractais. Infelizmente o meu trabalho ainda esta desorganizado em andamento, mas no meu website (A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais) posso responder questões nos comentários. Boa sorte com seus trabalhos e aguardo ansioso para vê-los.

MEUS ARTIGOS RELACIONADOS: a) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=816

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos

b) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

c) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Biológico Cosmológico – Biochronicity – Projetos

d) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Humans can sense the Earth’s magnetic field

e) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

f) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=813

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz

g) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal

BioMagnetismo/Código Biológico Cósmico:Células Neuroniais de Pombas Codificam o Campo Magnético da Terra!

domingo, maio 6th, 2012

Campo Magnético da Terra

Campo Magnético da Terra

As linhas do campo magnético indicam não apenas qual direção é o norte, mas também dão idéia de latitude.

As informações fornecidas nesta notícia serão acrescentadas ao rol de dados que estamos colecionando para desenvolver uma das áreas de pesquisa mais intrigantes dentro da cosmovisão da Matrix/DNA: como funciona o elo evolucionário invisivel referente à dimensão “tempo” e constituido de um segmento do ciclo vital do Universo, que liga o sistema astronomico que gerou o sistema celular e o próprio sistema celular moderno. Meta: dotar o cérebro humano da capacidade de captar e controlar as fôrças e ondas invisiveis que fluem no espaço.

Pombos serão modêlos para nossos veículos do futuro com GPS guiando-os automaticamente

Pombos serão modêlos para nossos veículos do futuro com GPS guiando-os automaticamente

En síntese, quando todos pensávamos que a capacidade de navegação das aves fôsse devido a hipotéticos receptores metálicos que existiriam nos corpos das aves conectando-os ao nucleo metálico terrestre, êste experimento cientifico derrubou a teoria e encontrou que os receptores existem dentro de células neuroniais e leucócitos, os glóbulos brancos, na corrente sanguínea, as quais certamente não possuem metais. Isto leva nossa intuição baseada na fórmula da Matrix/DNA a pensar que tal conexão se dá a um nivel mais profundo dentro da Natureza, ao nível do software que subjaz os hardwares.  Seria a cópia do software Matrix dentro da célula que estaria conectada à cópia do mesmo software do sistema astronomico, ou mesmo, do sistema terrestre apenas?

Os dados colhidos para esta pesquisa que estão em artigos espalhados nêste website vão desde o fenômeno do “quorum sensing”, ao relógio astronomico e biológico, ao fenômeno da desova dos corais nos diferentes oceanos ao mesmo tempo. Cremos que no final. quando tudo isto estiver plenamente conhecido, vamos fazer o cérebro humano controlar tôdas as fôrças e ondas eletro-magnéticas que fluem no espaço, substituindo telefones celulares, radares, televisores, etc. E o mais importante: começar a construir as pontes que deverão ligar cada porção da auto-consciência surgida nêste planeta que hoje se encontram isoladas e solitárias dentro da cabeça de cada ser humano. Se os modêlos da Matrix/DNA estiverem ao menos um pouco mais próximo da Verdade, quando êles sugerem que nêste Universo ocorre um processo de reprodução genética e portanto êle está tunelado para a meta final de gerar um ser auto-consciente ex-machine, nossa intenção aqui será amigável ao Universo e portanto êle deverá conspirar por nós.

O ideal seria todo ser humano envolvido, se informando, participando nesta pesquisa. Cada ser humano ser uma espécie de antena ligada tentando captar e informando uma central da qual êle é sócio soberano, de cada detalhe que possa colaborar para a massa de dados. Como seres mentais estamos algemados, de olhos vendados e prisioneiros dentro das selas escuras e separadas que são as caixas ósseas cranianas, e pior, estamos como embriões ou recem-nascidas auto-conciências na fase do ciclo evolucionario em que os ovos são botados fora e os filhotes abandonados à própria sorte, sujeitos a predadores e tragédias enviromentais. Temos que nos unir-mos para superar-mos esta absurda condição desinteligente de existência para deixar-mos de herança aos jovens e  nossas gerações futuras uma vida melhor do que a que tivemos.

Devido à minha impossibilidade de ter acesso ao “full article” dêste paper (cujo “abstract”) copiei abaixo, estou me baseando nesta noticia mais detalhada em:

BBC NEWS – Science & Environment

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-17855194

‘GPS brain cells’ seen in pigeons

By Jason Palmer – 27 April 2012

Façamos uma primeira análise de textos do artigo:

These new “GPS neurons” seem to show how magnetic information is represented in birds’ brains. However, the study reported by Science leaves open the question of how they actually sense the magnetic field.

Como um sistema biológico “sente” a força do campo magnético do corpo do planeta?! Assim como nós sentimos na pele a força dos ventos, e podemos entender suas direções, intensidades, etc.? Porque nós humanos, como seres biológicos não temos a mesma capacidade de percepção? Onde a evolução perdeu esta conquista ou onde e porque os genes relacionados a esta capacidade deixaram de se expressarem? Como seres bioógicos que somos e gerados por e nêste planeta, porque está secando, sendo cortado, o cordão umbilical que nos liga ao corpo da Mãe Terra?

A evolução se dá por ondas concêntricas como as que se formam desde o ponto que uma pedra atinge as águas de um lago – sugerem os modêlos da Matrix/DNA. Então cada onda se projeta com tudo que ela tem e é na onda seguinte. Disso inferimos que o sistema astronomico e depois o sistema terrestre, se projetou com tudo o que tem e é, no sistema celular. De maneira que cada parte especifica do sistema celular mantem um fio de vinculo possibilitado pelo circuito do ciclo vital com sua ancestral parte no sistema astronomico. Que parte ou estrutura conjuntural ocupa o fenômeno dos “campos magnéticos” dentro da fórmula Universal dos sistemas naturais? Como essa estrutura está representada dentro do sistema celular, qual a substancia ou molécula ou proteína, representa êste fenômeno? Ou ainda: considerando como a totalidade do cérebro é mais uma cópia da fórmula universal, seria êste recptor biológico formado de unidades dentro das células ou seria um unico receptor do sistema cerebral?

Estamos vendo que isto não será nada fácil, temos muito trabalho à frente. Precisamos de mais dados, dados e dados! Mais peças para montar o quebra-cabeças.

David Dickman of the Baylor College of Medicine in the US set up an experiment in which pigeons were held in place, while the magnetic field around them was varied in its strength and direction.Prof Dickman and his colleague Le-Qing Wu believed that the 53 neurons were candidates for sensors, so they measured the electrical signals from each one as the field was changed.

Traduzindo, o que o grande David fêz foi prender o pombo num lugar tendo aparelhos pr6esos ao cérebro do pombo  e usar magnetos em quantidade ou intensidade que podiam ser variadas, inclusive variando as direções dos campos, e observar a variação dos signais elétricos dentro dos neuronios dos pombos! Genial! A que ponto estamos chegando!

Mas magnetismo ainda é uma fôrça ou um campo que não entendo sua substancia. O que deduzo aqui é que existe uma conexão, uma ponte que pode ser atravessada ou manifestada, entre o magnetismo do planeta e o magnetismo da célula – e para isso precisamos aceitar que a célula tambem produz ou contem um campo magnético. Ou, como vimos acima, exista um campo magnético contido ou produzido pelo cérebro como totalidade.

A possibilidade de que o hipotético fenômeno magnético exista no cérebro como totalidade e não em cada célula individual, ou ainda, de que o magnetismo de cada célula individual seria tão fraco e microscópico que não poderia haver conexão sensível com o magnetismo do planeta, nos ajudaria a entender porque apenas 53 neuronios respondem aos estimulos magnéticos: sendo a Terra apenas uma parte de um sistema astronomico, apenas uma Função da fórmula da Matrix, esta parte estaria representada no sistema celular por apenas uma de suas partes e não pela totalidade do sistema celular. Dá para entender? Teríamos agora que agarrar com unhas e dentes êstes 53 neuronios, tentar ver o que formam, talvez uma figura, um diagrama, sonhando com a possibilidade que possamos identificar essa figura na fórmula da Matrix, e assim saber onde a Terra está dentro do sistema celular. Seria possível aos cientistas mapearem geograficamente êstes neuronios? Talvez já tenham feito isso? Alguem poderia perguntar isso a êles?

Every neuron had its own characteristic response to the magnetic field, with each giving a sort of 3-D compass reading along the familiar north-south directions as well as pointing directly upward or downward.

Na nossa mesma linha de raciocinio anterior, dá para entender porque cada neurônio tem sua resposta especifica diferente das respostas dos doutros 52 neuronios: no conjunto êles formam uma parte de um sistema, cada parte executa uma diferente função sistêmica. Interessante notar aqui a nós da lingua portuguesa que a palavra “compass”em inglês não é o nosso “compasso” e sim a bússola.

And just like a compass, the neurons had opposite responses to different field “polarity” – the magnetic north and south of a field, which surprised the researchers most of all

Nenhuma surprêsa aqui para nós da Matrix/DNA, apenas mais uma evidência reforçando nossa teoria. O astro é um hardware montado em cima de um software. O cérebro tambem. Cada célula tambem. Se dois ou mais softwares estão superpostos, a mudança devido uma rotação num dêles distorce as linhas de conexões entre suas partes. A tendência natural será o software desencaixado voltar a se encaixar. Como a agulha da bussola sempre tende a voltar e apontar para o norte, o qual, é apenas um conceito abstrato criado por nós para facilitar nosso imaginário. Isto pode acontecer automaticamente como imposição do sistema maior aos sistemas menores contidos nêle, mesmo contra a utonomia ou vontade do pombo.

“That’s one of the beautiful aspects of what we’ve identified, because it shows how single brain cells can record multiple properties or complex qualities in a simple way.”

Sim, esta a beleza que nos tem maravilhado na fórmula da Matrix/DNA. Ela é de uma simplicidade desconcertante, temos vergonha em apresenta-la como a obra de uma extraordinária engenharia oculta nas profundezas dos mistérios da Natureza, mas á medida que a vamos observando mais e mais não terminam os detalhes surpreendentes que vamos descobrindo nas suas simples entrelinhas. São realmente multiplas complexidades resumidas em simples caminhos! Grande em inteligência é a consciência cósmica… se ela de fato existe… como sugerida pela Matrix.

Several hypotheses hold that birds’ magnetic navigation arises in cells that contain tiny chunks of metal in their noses or beaks, or possibly in an inner ear organ.

Esta hipótese era perfeitamente racional, considerando-se que o que produz o campo magnético planetario são os metais inseridos em seu corpo.

However, the most widely held among them was thrown into question recently when researchers found that purported compass cells in pigeon beaks were in fact a type of white blood cell.

Isto foi surpreendente! Recapitulemos a definição do que é “globilos brancos”, ou ainda denominados “leucócitos”, pedindo ajuda à grande Wikipedia;

Surprêsa! Pela primeira vez noto que um ítem em português na Wikipedia está melhor que o mesmo ítem em inglês! Passem a mostarda para o cachorro quente do autor português que fêz isso e paguemos-lhe mais uma cerveja… Grande!

Leucócitos

Os leucócitos [De leuc(o)-, branco + -cito, célula; f.hist. 1873 leucocyto], também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sanguelinfaórgãos linfóides e vários tecidos conjuntivos. As citadas células tronco também dão origem aos chamados glóbulos vermelhos (hemácias) e às plaquetas (trombócitos), que junto com os leucócitos integram os chamados elementos figurados do sangue. Um adulto normal possui entre 3.800 e 9.800 mil leucócitos por microlitro (milímetro cúbico) de sangue.

Os leucócitos (ou glóbulos brancos) fazem parte do sistema imunitário do organismo. Têm por função o combate e a eliminação de microorganismos e estruturas químicas estranhas ao organismo por meio de sua captura ou da produção de anticorpos, sejam eles patogênicos ou não. Os leucócitos compreendem um grande grupo de células que apresentam-se em uma grande variedade de formas, tamanhos, número, e funções específicas. São células que não pertencem intrinsecamente ao tecido sanguíneo, utilizando-o apenas como meio de transporte. Suas origens, funções e morte dão-se em outros tecidos. Têm a capacidade de atravessar as paredes dos capilares (diapedese), passando a se deslocar nos tecidos conjuntivos mediante a emissão de pseudópodes. Alguns são abundantes na linfa e no sistema linfático. Por isso, o aumento de tamanho de gânglios, principalmente aqueles localizados logo abaixo da pele, revela a existência da uma infecção em ação, em alguma parte do corpo.

Não são como as células normais do corpo. Na verdade em maioria agem como se fossem organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria. As células comportam-se, de certo modo, como amebas em seus movimentos e são capazes de absorver outras célulasbactérias. Algumas delas podem se dividir e se reproduzir por conta própria, mas são produzidas em maioria a partir de células da medula óssea. Sua diferenciação pode ocorrer tanto na própria medula quanto em órgãos específicos como o timo (linfócitos T), ou em estruturas localizadas nas paredes dointestinoapêndiceamígdalas, cujas naturezas remontam à bursa (linfócitos B). [1] Em média um indivíduo produz aproximadamente 100 milhões de leucócitos por dia.

Leucócitos ou Glóbulos Brancos que captam o Campo Magnético da Terra

Leucócitos ou Glóbulos Brancos que captam o Campo Magnético da Terra

Além dos leucócitos, de forma irregular, são visíveis os glóbulos vermelhos e asplaquetas, no formato de pequenos discos.

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Bem… quanto mais nos afundamos nas brumas nevoentas da Natureza mais percebemos que ainda quase nada sabemos e que a coisa é muito mais complexa do que imaginamos. Imagine nosso corpo composto por “organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria e correndo dentro do nosso sangue!”

Mas êstes “bichos” salvam nossas vidas, são êles que empunham armas e não rejeitam batalhas para nos defender! Quem são êles?! De onde vieram? Porque agem assim? Qual a causa de seu amor doentio por nós?! I love you, de todo coração!

Vou na fórmula da Matrix no seu estado evolutivo astronomico buscando sua presença ali para tentar entender suas origens aqui, e nada vejo, apenas a sensação que parece ser algo relacionado à inteira identidade do sistema. Tenho a incômoda sensação que representam algo ruim, o aspecto de extremo egoísmo da Matrix, o braço armado dêsse egoísmo para sua auto-defeza. Mas isto –  “entender significados existenciais” –  é o mais importante. Estaria aí o principio gerador do gôsto pela violência e pelas batalhas dos leucócitos?

As fôrças emanadas pelo sistema como identidade superior à soma das identidades das partes são fôrças ainda para nós invisiveis, imperceptiveis, que temos de conhecer e controlar. São fôrças tão invisveis como as que constituem os campos magnéticos. Mas como sempre, elas podem construir corpos materiais para usarem como sua ferramentas no meio material mais denso. Basta para isso penetrarem átomos e conecta-los segundo seus modêlos. Agora nos parece que não apenas conectam átomos, mas sistemas complexos como o celular. Daí… os leucócitos! E se a Terra, como sistema, estiver produzindo estas ferramentas para se defender contra nós, humanos? Quais seriam estas ferramentas? O vírus da Aids? Seriam destas ferramentas sôltas e independentes no nosso ambiente externo que entraram em nossa corrente sanguinea como micro-organismos? A fórmula da Matrix terá que nos ensinar isso.

Another theory suggests that a magnetic sense may come about in receptors in birds’ eyes. When exposed to light, the theory says, molecules called cryptochromes undergo a fleeting change in their atomic makeup whose length depends on their alignment with a field.

Isto tambem faz sentido considerando-se a tese da Matrix que a luz possui o código para os ciclos vitais. E a luz está muito próxima do magnetismo. Mas aqui a coisa torna-se demasiada complexa, deixemos isso para quando tiver-mos mais tempo.

( Sinto muito mas o dever lá fora me chama e tenho que interromper isto… mas voltaremos ao tema. Se Deus quiser? I don’t know… eu só sei que não sei…)

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New York Times:

Study Sheds Light on How Birds Navigate by Magnetic Field

http://www.nytimes.com/2012/04/27/science/study-sheds-light-on-how-pigeons-navigate-by-magnetic-field.html?_r=1&src=me&ref=general

By  – Published: April 26, 201

Navigating by magnetism includes several steps. Birds have to have a way to detect a magnetic field, and some part of the brain has to register that information; it seems likely that another part of the brain then compares the incoming information to a stored map.

Mapa memorizado?! Justamente o que seria lógico existir se os sistemas biológicos forem uma faixa etária um grau mais idosa que a faixa etária de seu ancestral. Mas qual seria o ancestral dos sistemas biológicos? Quem… senão LUCA? O astronomico LUCA.

They did not work on the third step, but Dr. Dickman said a good candidate for the location of that map was the hippocampus, the brain region involved in memory of locations in both birds and humans.

O cérebro é em si um exemplar do sistema natural universal. Portanto êle deve ter sido montado em cima da fórmula da Matrix. Precisamos ainda estudar a completa anatomia do cérebro e ver qual função sistêmica está executando cada um de seus elementos, como as glandulas. Por ter passado por varias fases evolutivas, vindo de muitas espécies vivas ancestrais, o cérebro inicial que tinha a forma da Matrix engrandece e projeta-se maior, conservando a mesma forma estrutural, o que dificulta essa nossa identificação das partes. Pelo formato do hipocampo, que é semelhante ao formato do circuito esférico total da Matrix, suspeitamos que êle representa o canal onde correm tôdas as informações. Isto estaria de acôrdo com o que se tem descoberto, de que o hipocampo é o centro da memória, onde estão registradas todas as informações. Mas a semelhança da forma do hipocampo com o circuito esférico da Matrix são ainda semelhantes à figura geral do campo magnético do planeta. Não sei o que isso quer dizer, mas ficaria assim perfeitamente compreensível se for comprovado que o hipocampo contem estocado um mapa do campo magnético planetário.

Clique na figura abaixo para ver a animação:

Hippocampus:

Hippocampus Animation

Hippocampus Animation

Comentário no artigo do NYT:

  • Christina Forbes
  • Alexandria VA


Bees also use the Earth’s magnetic field to navigate and have other means of finding their way from and back to their hives or nests, over distances up to at least 3 miles. As we now know, a large majority of genes perform similar functions in very different species. We continue to learn massive amounts about human neurology from the fruit fly.

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Paper apresentado em:

Science (AAAS)

http://www.sciencemag.org/content/early/2012/04/25/science.1216567

Neural Correlates of a Magnetic Sense

  1. Le-Qing Wu,
  2. J. David Dickman*

ABSTRACT

Many animals rely on the Earth’s magnetic field for spatial orientation and navigation. However, how the brain receives and interprets magnetic field information is unknown. Support for the existence of magnetic receptors in the vertebrate retina, beak, nose, and inner ear has been proposed and immediate gene expression markers have identified several brain regions activated by magnetic stimulation, but the central neural mechanisms underlying magnetoreception remain unknown. Here, we describe neuronal responses in the pigeon’s brainstem that show how single cells encode magnetic field direction, intensity, and polarity—qualities that are necessary to derive an internal model representing directional heading and geosurface location. Our findings demonstrate a neural substrate for a vertebrate magnetic sense

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Pesquisa:

1)A New Perspective on Magnetic Field Sensing

Paper informando como se encontra a atual tecnologia sôbre campos magnéticos, vários tipos de

“magnetic field sensing sensors” sendo o mais potente o SQUID:  Superconducting Quantum Interference Device

http://www51.honeywell.com/aero/common/documents/myaerospacecatalog-documents/Defense_Brochures-documents/Magnetic__Literature_Technical_Article-documents/A_New_Perspective_on_Magnetic_Field_Sensing.pdf

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2)Cryptochrome and Magnetic Sensing

http://www.ks.uiuc.edu/Research/cryptochrome/

Paper sugerindo que a conexão entre bird e magnetic field poderia se dar através de um hipotético “radical pair” de electrons, entangled, sendo um eletron na retina dos olhos do bird e outro no campo magnético.

The question remains as to where, physically, this radical pair reaction would take place. It has been suggested that the radical pair reaction linked to the avian compass arises in the protein cryptochrome. Cryptochrome is a signaling protein found in a wide variety of plants and animals,

3)Cryptochromes:

Cryptochromes (from the Greek κρυπτό χρώμα, hidden colour) are a class of blue light-sensitive flavoproteins found in plants and animals. Cryptochromes are involved in the circadian rhythms of plants and animals, and in the sensing of magnetic fields in a number of species. The name Cryptochrome was proposed as a pun combining the cryptic nature of the photoreceptor, and thecryptogamic organisms on which many blue light studies were carried out. [2]

The two genes Cry1 and Cry2 code for the two cryptochrome proteins CRY1 and CRY2.[3] In insects and plants, CRY1 regulates the circadian clock in a light-dependent fashion, whereas inmammals, CRY1 and CRY2 act as light-independent inhibitors of CLOCKBMAL1 components of the circadian clock.[4] In plants, blue light photoreception can be used to cue developmental signals.

4) FAD = flavin adenine dinucleotide

Wikipedia:

http://en.wikipedia.org/wiki/FAD

Molécula semelhante a nucleotideo, lembrando que a Matrix astronomica se insere na quimica biológica através dos nucleotideos.

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5)  C ircadian rhythm

A circadian rhythm is any biological process which displays an endogenousentrainable oscillation of about 24 hours. These rhythms are driven by (or composed of) acircadian clock, and rhythms have been widely observed in plantsanimalsfungi and cyanobacteria. The term circadian comes from the Latin circa, meaning “around” (or “approximately”), and diem or dies, meaning “day”. The formal study of biological temporal rhythms, such as daily, tidal, weekly, seasonal, and annual rhythms, is called chronobiology. Although circadian rhythms are endogenous (“built-in”, self-sustained), they are adjusted (entrained) to the local environment by external cues called zeitgebers, commonly the most important of which is daylight.

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6) Zeitgeber

(from German for “time giver,” or “synchronizer”) is any exogenous (external) cue that synchronizes an organism’s endogenous time-keeping system (internal clock) to the earth’s 24-hour light/dark cycle. The strongest zeitgeber, for both plants and animals, is light. Non-photic zeitgebers include temperature, social interactions, pharmacological manipulation, exercise, and eating/drinking patterns. To maintain clock-environment synchrony, zeitgebers induce changes in the concentrations of the molecular components of the clock to levels consistent with the appropriate stage in the 24-hour cycle, a process termed entrainment

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7) Chronobiology

Chronobiology is a field of biology that examines periodic (cyclic) phenomena in living organisms and their adaptation to solar– and lunar-related rhythms.[1] These cycles are known asbiological rhythms. Chronobiology comes from the ancient Greek χρόνος (chrónos, meaning “time”), and biology, which pertains to the study, or science, of life. The related termschronomics and chronome have been used in some cases to describe either the molecular mechanisms involved in chronobiological phenomena or the more quantitative aspects of chronobiology, particularly where comparison of cycles between organisms is required.

Chronobiological studies include but are not limited to comparative anatomyphysiologygeneticsmolecular biology and behavior of organisms within biological rhythms mechanics.[1]Other aspects include development, reproduction, ecology and evolution

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8) Adaptação do relógio biológico:

Tema que reforça nosssa idéoa de que a conexão entre o campo magnético da Terra e sistemas biológicos ocorre a nivel automatico diretamente no nucleotideo que é o principal representante do ancestral astronomico no nivel biológico.

O estudo dos acontecimentos fisiológicos é fundamental para o entendimento da adaptividade do organismo no meio em que está inserido. Em grande parte dos animais e vegetais, ocorrem fenômenos periódicos e cíclicos com o decorrer do tempo.

Esses ritmos muitas vezes estão associados as condições vividas fisicamente. Um bom exemplo é o ciclo luz/escuro que funciona como a principal pista ambiental de passagem de tempo ou zeitgeber (do alemão, doador de tempo) para a maioria dos organismos. Os ritmos que se repetem a cada 24 horas, aproximadamente, são denominados de ritmos circadianos. Outros ritmos existem com frequências diferentes de 24 horas, por exemplo, os ritmos ultradianos (vários ciclos ocorrem a cada 24 h) e infradianos (um ciclo se completa a cada 28 horas ou mais). Exemplos do primeiro são os ritmos de batimentos cardíacos ou de respiração, que completam vários ciclos dentro de 24 horas. Exemplos de ritmos infradianos são o ciclo menstrual em mulheres (a cada 28 dias) e ciclos estrais em roedores (a cada 3 ou 4 dias em ratos, por exemplo).

O interessante é observar que em indíviduos cegos, ou em condições de laboratório, onde não existem pistas temporais, esses ritmos biológicos permanecem continuam se expressando, o que demonstra a natureza endógena de tais oscilações.

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9) Giving Personal Magnetism a Whole New Meaning

T i n y  m a g n e t s   f o u n d   in Human Brain!!
May Cause Cancer!! T h a t  may sound like a head-line from the checkout counter of vour local
supermarket, but in fact it’s not as far-fetched as  i t   seems. Earlier  t h i s   week  C a l t e c h geobiologist Joseph Kirschvink and his col-
leagues Atsuko  Kobayashi-Kirschvink and Barbara Woodford announced they had found
crystals of the mineral magnetite in human brain tissue. Their results are in press, not in
the National Enquirer, but in the Proceedings of  the National Academy of  Sciences.

T i n y  m a g n e t s   f o u n d   in Human Brain!! May Cause Cancer!! T h a t  may sound like a head- line from the checkout counter of vour local supermarket, but in fact it’s not as far-fetched as  i t   seems. Earlier  t h i s   week  C a l t e c h  geobiologist Joseph Kirschvink and his col- leagues Atsuko  Kobayashi-Kirschvink and Barbara Woodford announced they had found crystals of the mineral magnetite in human brain tissue. Their results are in press, not in the National Enquirer, but in the Proceedings of  the National Academy of  Sciences.

10) Perinatal photoperiod imprints the circadian clock

http://www.nature.com/neuro/journal/v14/n1/full/nn.2699.html

Nature Neuroscience
14,
25–27
(2011)
doi:10.1038/nn.2699
Received
24 August 2010
Accepted
21 October 2010
Published online
05 December 2010
Photoperiod:
clock neurons:

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MEUS ARTIGOS RELACIONADOS:

a)
http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=816

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos

b) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

c) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Biológico Cosmológico – Biochronicity – Projetos

d) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Humans can sense the Earth’s magnetic field

e) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

f) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=813

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz

g) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

segunda-feira, janeiro 16th, 2012
Água-Viva

Semana passada cientistas anunciaram que conseguiram solucionar um dos maiores mistérios da vida marinha, porem, acertaram ao descrever o processo, mas erraram ao interpretá-lo. Trata-se da questão de como consegue se perpetuar a população de águas-vivas, pois pela lógica elas não deveriam existir mais.

As marés crescem e invadem as margens e praias durante uma metade de um dia e na outra metade diminuem e a água volta para alto-mar. Com isso, o que surgir de vivo na costa do continente que fica boiando próximo à superficie, como o plankton, é sempre arrastado pelas ondas para alto-mar, a cada 12 horas. Mas a água-viva surge nas costas dos continentes como o plankton, flutua  nas ondas como o plankton e se fôsse arrastada para alto-mar a cada 12 horas,  no primeiro arrastão já teria sua espécie desaparecido do planeta, pois ela não sobreviveria devido à falta de alimento, etc. Na verdade, contrário a tôda lógica racional, ela surgiu no planeta a 600 milhões de anos, muito antes de insetos e dinossauros, e continua sobrevivendo muito bem, mantendo uma população residente cuja longevidade de cada individuo é muito mais longa que as 12 horas. Como pode isso?!  Essa questão tem feito, por séculos, os estudiosos e cientistas coçarem a cabeça em desespêro: não é possível! Isto não tem lógica! Nós as vemos sendo levadas pelas ondas para alto-mar, sabemos que a partir de certa distância da costa elas tem que morrer. De onde caem as águas vivas que vemos a cada novo dia nas margens dos continentes ? Do céu?

Na excelente seção de Ciências que o New York Times publica às terças-feiras, veio na semana passada o artigo “So Much More to Jellyfish Than Plasma   and Poison”, em 07 de Junho de 2011. ( Quem quiser ver o artigo traduzido clique aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1604.)  O grupo de pesquisa liderado pelo Dr. David J. Albert do Roscoe Bay Marine Biological Laboratory in Vancouver, British Columbia, passou décadas observando e perseguindo individualmente cada água-viva até perto do alto-mar e anuncia ter descoberto a solução para o mistério.

Segundo êles, quando a maré diminui e as águas começam a retornar para alto-mar, de fato leva as águas-marinhas tambem. Porem antes que as ondas entrem em alto mar existeu ma região denominada “barra de cascalho”. Então de repente as águas-vivas saltam fora das ondas e mergulham fundo, alcançando a região mais profunda onde as águas não se movem. Ali ficam hibernando e aguardando. Quando após doze horas as ondas começam a retornar devido a maré crescente, elas sobem à tona, embarcam de carona nas ondas e retornam para as margens onde está seu alimento.

Acho que tem muito marmanjo humano campeão de surf que devia estudar as águas-vivas para aprender uns bons truques. Pois na verdade elas são as verdadeiras campeãs das ondas.

Mas como acontece tal fenômeno na Natureza?! Os mesmos cientistas estudam afundo as água-marinhas e já sabem que elas não possuem cérebro, nem sequer um sistema nervoso estruturado. Isto significa que ela não tem como perceber e captar as ondas de água da maré. Então como ela entra e sai da onda na hora certa e local exato?! Como ela sabe – estando no meio das ondas – que mais abaixo tem água parada?!  Como pode ela discernir que existe a barra de cascalhos?  E como pode ela saber que alem da barra de cascalho ela iria morrer, ou que depois da barra existe o alto-mar?!

Os cientistas estão fazendo um esforço titânico, esmiuçando as nervuras e receptores/emissores da água-viva, e com uma prévia intenção: provar  – ao contrário do que se tem acreditado no meio cientifico – que ela possue um estrutura nervosa primitiva porem muito mais evoluída do que se imagina, e essa estrutura seria a razão de tanta sabedoria.

Estão indo no caminho errado porque não conhecem êsse  mundo real em  que existe a Matriz/DNA. Nem sequer nunca imaginaram algo parecido. Pois os modêlos da Matriz/DNA apresenta a solução para o mistério sem apelar para um cérebro e uma sabedoria na água-viva que não existe.

E como explica a Matriz/DNA essa “mágica” da água viva? Resumindo: o DNA da água-viva, a qual é um ser semi-vivo tão primitivo que a conecta com os eventos na origem da vida produzida por este planeta e seu sistema astronomico, continua se comportando da mesma maneira que o DNA/ Matriz astronomico, o qual afinal, é seu pai e sua mãe, seus criadores.

Foi êste planeta Terra, junto com os demais astros que formam o sistema ao qual êle pertence, sistema que tem como nucleo esta fabulosa e dadivosa estrêla da vida que é o Sol, que geraram, criaram a vida na superficie da Terra. E criaram simplesmente obedecendo as leis e mecanismos da evolução universal, na qual sistemas simples mutam e se reproduzem em sistemas com algum grau a mais de complexidade. Pode ser que por trás do nosso sistema estelar, alem das galáxias, antes do Universo, exista alguma Inteligência Suprema, mas se ela existe, ela faz jus a ser chamada de Suprema, ela não precisaria vir aqui ou ficar andando de planeta em planeta para criar a Vida, pois até nossos engenheiros conseguem produzir softwares pré-programados. Para começo de conversa, observe uma água-viva e observe a forma da Via Láctea. O nucleo arredondado, os braços que se extendem para o exterior, a água-viva parece uma cópia da Via-Láctea.  A semelhança na forma não é mera coincidência; minha avó já sabia que ” filho de peixe, peixinho parecerá”.

Mas a explicação da Matriz/DNA é fantástica. Fêz os pêlos dos meus braços se arrepiarem de emoção, fêz meus olhos lacrimejarem de admiração, de como é extraordinária a engenharia oculta nessa Natureza!

Para entendê-la, temos que observar o modêlo do software DNA/Matriz, ou como estava a forma evolutiva da Matriz quando ela construiu as galáxias, ou seja, o hardware material, o corpo concreto,  em que ela iria se “encarnar”.

 

A Matriz/DNA na Forma-Software nas Origens das Galáxias

A Evolução dos Astros Idêntica à Evolução das Organelas Celulares: Assim como um Sistema Elétrico Acende Lãmpadas, Assim a Matriz Universal faz se Manifestarem as Estruturas Materiais.

( clique no desenho para ver melhor, e desculpe a péssima qualidade do desenho pois foi feito com lápis e papel de embrulho enquanto ajoelhado à beira de pantãnos remexendo a lama nesta pesquisa, com a pele tôda queimando devido a centenas de vampirozinhos, os piuns e carapanãs, a sugarem-me o sangue, e sob o sol escaldante da selva amazônica)

Sabemos que a matéria, ou a energia, pode se manifestar como partícula ou como onda. A água-viva representa a partícula da matéria no espaço, o corpo do astro que vai sendo transformado nas seis formas ou funções sistêmicas, apresentadas na figura.  As ondas da maré é a imitação terrestre dos ondas do tempo, que na figura são representadas pelas setas do circuito sistêmico.  Pois a água-viva e sua conexão com as ondas da maré repete o processo do ciclo vital universal onde a matéria ora se apresenta como partícula em relação ao espaço, ora se apresenta como onda em relação ao tempo.

A água-viva não sabe nada, não capta nada, e nem poderia. Ela funciona automaticamente como os ponteiros de um relógio, os quais saltam de numero em numero sem ter noção que estão se movendo e muito menos sabendo que existem numeros ou momentos repetititvos periódicos do tempo. O contexto “ondas + água-viva”  funcionam dentro de um sistema astronomico,  como um relógio, porque ambos são produtos de uma estrutura mecanica, o relógio newtoniano, a mecânica newtoniana. Assim como um relógio move os dois ponteiros, assim a galáxia move a maré e as partículas nela, como as águas-vivas. Parece inacreditável que algo tão gigantesco como a galáxia atue sõbre algo tão pequeno como a água-viva, mas torna-se perfeitamente compreensível quando entendemosque galáxias e águas-vivas são apenas diferentes formas de um unico sistema universal sob evolução, onde tamanho nada diz. Existe um modêlo fractal, que é a figura aqui exposta nêste website e denominada Matriz/DNA, que está na essência dêste sistema, portanto a água-viva é apenas um fractal microscópico de um fractal macroscópico. A estrutura, o esqueleto, o programa-software, é um só, apesar de que mudam suas protuberancias, acessórios, e vistas á distancia por um observador desavisado, as formas externas tornam-se tão diferenciadas que parece não terem afinidades entre si.

Observe na figura que as setas  do circuíto mais o corpo de astro que avança, quando chegam na Função 4  se bifurcam. Um fluxo das setas-ondas continua seu caminho circular para fechar a circunferência, enquanto outro fluxo “desce” na direção de F1. O ciclo diurno da dupla ondas da maré/água-viva repete este processo e chega a um ponto onde a água-viva se desloca e se separa da onda circular, parecendo “descer” verticalmente para as profundezas onde se encontram as águas estacionárias. Todos os movimentos exibidos pela água-viva, tais como o mergulhar, o emergir de volta à superficie, o estacionar nas águas profundas, nada mais é que mera repetição do fluxo representado pela seta que vai de F4 retornando a F1. E a água-viva, assim como a forma do cometa em F5, ressurge nas ondas circulares  e com elas se funde novamente em F1, quando estas atingem o  extremo inferior, da base.

Mas note bem. Estaria correto dizer, como dizem os cientistas, que a água-viva desce e depois sobe? Isto depende do ponto de referencia, o ponto fixo em relação ao qual dizemos que algo está subindo ou descendo. Tomemos como ponto de referencia o nucleo do Sistema planetario, nosso Sol.  Durante metade do dia, o planeta que gira sobre si mesmo tem uma face voltada para o Sol.  Observando desde o Sol diríamos que a superficie dessa face é o ponto mais alto do planeta.  Na outra metade do dia, essa face se desloca para a parte oculta do planeta, então o observador que continua fixo no Sol diria que a mesma face agora é o ponto mais baixo do planeta.  Em relação ao sol, ora, nós americanos estamos em cima e os japoneses lá do outro lado, estão embaixo, ou ora estamos embaixo e os japoneses lá em cima.

Então se pudessemos cavar um poço ininterrupto desde o solo da América e for-mos aparecer com a cabeça saindo num bueiro numa rua de Tóquio, estaria certo dizer que descemos e depois subimos? Ou que mergulhamos na terra e depois emergimos da terra?…

Então, em relação ao Sol, quando a água-viva sai das ondas e mergulha, realmente ela está “descendo” durante a metade do dia. Mas ainda em relação ao Sol, quando na outra metade do dia ela se dirige à superficie, na verdade ela continua descendo… Ela está simplesmente sendo conduzida pelas setas da função 5.

Agora durma com um barulho dêstes… É cada coisa que essa Matriz nos leva a descobrir que nossa pobre cabecinha não vai aguentar muito tempo…

A água viva não mergulha e depois emerge por si mesma, ela simplesmente é conduzida a descer sempre, repitindo o movimento do ancestral de seu DNA, a galáxia inteira! Porque êste processo está registrado em seu DNA, ele foi treinado para agir assim durante 10 bilhões de anos. Foi sómente depois, nos seres vivos mais evoluidos, que esse processo deixou de ser expressado e foi fazer parte do que chamam indevidamente de “lixo-DNA”.

Sinto que aqui e agora não tenhoo tempo e os recursos computacionais gráficos para inserir um desenho que fiz no papel hoje, refletindo esta questão. Devido ao movimento de rotação horizontal da Terra em relação ao Sol, na verdade a maré não vai e volta. Ela sempre só vai numa direção, justamente imitando o sentido do fluxo circularda Matriz/DNA. Acontece que, se nos posicionar-mos no Sol e ficar observando a Terra, um continente qualquer que durante uma metade do dia está se distanciando à esquerda, continua indo para a esquerda quando êle está do outro lado, na face oculta.

Realmente têm razão os pesquisadores em admirarem a complexidade e os comportamentos em uma água-viva. Diz o Dr. Albert:

“Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”. Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Aqui está o motivo de meu desêspero por não aparecer ninguém que me ajude a divulgar e se fazer conhecer a cosmovisão da Matriz/DNA. Um grande exército de estudantes e pesquisadores como o Dr. Albert precisam conhecer urgente as fórmulas da teoria. Se êle a conhecesse êle não diria isso e estaria dirigindo sua pesquisa por outro caminho mais correto. Nem sempre quando há comportamentos organizados existe um cérebro controlando. Todos os objetos do mundo são influenciados pela hierarquia dos sistemas naturais. Sistemas longínquos e invisíveis aos nossos olhos podem estarem influenciando uma pedra ou uma planta à nossa frente, sem nos dar-mos conta disso. Por exemplo, o árabe que se torna um homem bomba suicida está se comportando diferente do que seria normal a um ser humano, que procura sobreviver e não se suicidar. Ocorre que acima da sociedade e do homem existe um sistema invisivel chamado “religião” a qual influencia, altera, o comportamento normal do homem.  O sistema longinquo, invisivel que influencia o comportamento da água viva, existe desde a 10 bilhões de anos e é do tamanho de uma galáxia, mas êle está inscrito no DNA da água-viva e êle construiu a biosfera, o ambiente no qual ela existe. A Matriz está dentro de nós e ao nosso redor, em todo lugar. Por isso é de extrema importância que a conhecemos e saibamos de sua existência.

Mas ela faz tudo isso porque a fórmula software da Natureza para organizar a matéria em sistemas, quando dirige essa matéria, repete sempre este mesmo mecanismo. E é através da nossa aprendizagem destes mecanismos, apoiando-se no trabalho de gigantes de paciente e dedicada observação anos a fio de cientistas como o grupo do Dr. Albert, que nossa mente vai angariando informações dessa extraordinária engenharia natural e com esse conhecimento vamos tendo novas intuições para elaborar novas tecnologias que vão ajudando-nos a sobreviver e melhorando nossas condições de vida. Parabéns ao grupo do Dr. Albert e à Teoria da Matriz/DNA.

Observações:

1) Como todos os demais, cada tópico como êsse lançado aqui é uma nova área de pesquisa tendo por base a cosmovisão da Matriz/DNA. Portanto cada tópico fica sempre em aberto para serem acrescentados qualquer novidade, qualquer novo fato relacionado que porventura vai sendo descoberto.

2) ÁGUA-VIVA COM PROTEÍNA CAPAZ DE EMITIR LUZ LASER.

Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, afirma um artigo publicado na revista Nature Photonics. A luz laser se diferencia da normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.  A equipe usou uma proteína verde fluorescente, encontrada em uma espécie de água-viva, a Green Fluorescent protein, ou GFP, na sigla em Inglês.  Objeto de muitos estudos, a molécula GFP revolucionou a biologia ao agir como uma  “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos.

Comentário da Matriz/DNA:

Não restam duvidas: a água-viva é muito importante para testar-mos a existência ou não da fórmula da Matriz/DNA e para melhor entendê-la. Isto porque a água-viva está – evolutivamente – muito próxima ao nosso ancestral astronomico,  à forma de sistema fechado. Veja como as coisas vão batendo.  Já disse aqui muitas vêzes que a existência de proteínas no nosso mundo é a explicação de que elas são a  forma material-biológica que representa as setas circulares do circuito sistêmico no software-Matriz. Em outras palavras, proteína é a ferramenta material biológica que exerce a função de materializar e fazeratuar o processo do ciclo vital, e o conjunto de tôdas as proteínas é a soma de todas as informações do fluxo de informações do sistema. Ora, no nosso ancestral é o circuíto que “acende” as estrêlas. Quando nossa inteligencia intuitivamente copiou o sistema Matriz na forma de circuito elétrico caseiro, é o circuito elétrico que  acende as lampadas. Portanto, desde que as proteínas representam o circuito total, tinha que ser uma proteína que seria a molécula biológica capaz de produzir luz, e tinha que ser num sistema biológico que fôsse uma das cópias ou reprodução mais fiel do sistema na forma astronomica, ou seja, a água-viva. Não admira que a intuição dos cientistas os induziram a pensar numa “lanterna” acesa dentro de um ser vivo.

Por outro lado,  temos aqui um outro tópico dedicado á luz. Isto porque estamos chegando à conclusão que o principio de tudo nêste Universo está alojado na luz natural, quando estamos descobrindo que as sete formas diferentes de frequências e períodos da onda de luz contem a forma do ciclo vital. Parece que a luz é o tentáculo,  a mão de Deus aqui  nêste mundo, a essência que contem a primeira forma do software da Matriz/DNA. E esta noticia da proteína GFP deve ser levada ao tópico de pesquisa da luz também.

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RELACIONADO:

O artigo abaixo anuncia que às vêzes as ondas arrancam as água-marinhas de seu esconderijo nos cascalhos e as leva para a costa dos continentes, causando enorme estragos. Como ficamos então? Temos que voltar à fórmula da Matrix e ver porque ou quando isso pode acontecer. Talvez encontremos uma nova característica da mudança do clima no planeta. A posição da agua-marinha no cascalho corresponde à posição de F5 se estivesse parada no centro do circuito. Para o circuito esférico (as ondas) arranca-lo de lá, ele teria que se invaginar, varrer o cascalho e retornar ao fluxo normal. Suponhamos que a fórmula se reproduz como template do planeta. O circuito esférico seria a atmosfera. Como a atmosfera desceria adentrando o oceano? Pesada devido poluição? Mas podemos supor tambem que o circuito esférico seja as ondas, o que parece mais certo neste caso. O que exerceria pressão sôbre as ondas para elas se expandirem e descerem mais varrendo áreas mais profundas do oceano?

Primeiro teríamos que correr ao local quando as águas-marinhas estão sendo atacadas. Medir tudo: densidade da água, densidade atmosférica acima da água, velocidade das ondas, e até mesmo medições das águas abaixo do local, pois ao invés de estar sendo empurradas, as ondas podem estarem sendo atraídas para baixo.

Bem… por ora fica o mistério.

Commentary: Rise of the jellyfish

http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html

Posted on Saturday, December 17, 2011
By Fred Grimm | The Miami Herald

It was the invasion of the surreal: thousands and thousands of gelatinous sea creatures, with their dangling venomous tentacles, overwhelming the cooling canal of the St. Lucie nuclear power plant, washing up against the turtle protection nets, clogging the intake screens.

So many jellyfish filled the canal that Florida Power & Light shut down the St. Lucie reactor for two days.

The translucent creatures had been sucked through giant ocean intake pipes, pumped under the dunes and into the canal, with enough trauma to break off tentacles and create another kind of horror show. A marine scientist told me that the canal water became “a tentacle soup,” and thousands of fish, including 400-pound goliath groupers, died, probably from stings around the gills.

“We have jellyfish blooms every year. But this was an explosion,” said Doug Andrews of FPL. “I’ve never seen anything like it.”

The plant was shut down as a precautionary measure on Aug. 22, Andrew said. And divers worked a 24-hour-a-day operation, pulling thousands of dead and dying moon jellyfish out of the water. The clean-up went on for weeks. Andrews described semiopaque creatures with small pink circles at their core. Tons of them. “It was an amazing freak of nature,” Andrews said.

Except that the once freakish blooms of jellyfish are no longer so unusual. A month before the St. Lucie incident, enormous invasions of jellyfish similarly caused shutdowns of nuclear reactors in Shimane, Japan, and Dunbar, Scotland, and to Israel’s biggest electric plant, a coal-fueled operation in Hadera.

A jellyfish bloom was blamed for a massive salmon kill in the Irish Sea in 2007, in waters once regarded as too cold for this kind of phenomenon. A bloom was also blamed for ruining commercial fishing off Angola, in southern Africa.

Last year, fishermen in Japan’s Wakasa Bay found 450-pound orange Nomura jellyfish the size of refrigerators fouling their nets.

Earlier this year, the Chinese Academy of Sciences assigned 30 marine scientists to look into the sudden increase in jellyfish blooms and their devastating effect on commercial fishing. The academy said blooms that once occurred in 40-year cycles now come every year.

Even stranger, freshwater jellyfish have been discovered lately in lakes of Canada, Minnesota and New Hampshire.

Jonathan Gorham, a marine biologist with Inwater Research Group, the non-profit group overseeing the sea turtle protection program at the St. Lucie plant, said he had seen jellyfish blooms in the Gulf of Mexico last summer large enough to disrupt the shrimp harvest.

The invasions of July and August, of course, are anecdotes — data points, Gorham called them — but they coincide, unhappily, with scientific theories that jellyfish, which seem to thrive in warmer waters, are harbingers of global climate change. Marine scientists also wonder whether the anecdotal rise of jellyfish might have to do with the decline of fisheries (less competition for smaller marine life), or from the agricultural nutrients that pollute the oceans. Jellyfish seem to do well in oxygen-depleted dead zones that kill most fish.

Pick your theory. Or all of above. Jellyfish seem to be one of those creatures, like rats, that can adapt to the environmental disasters fomented by man.

But there’s some good news along with the sting of the jellyfish tentacles. (Rub a little white vinegar on the wound). Gorham said that jellyfish are a staple of the sea turtle’s diet. The endangered turtles will eat well.

And after the salmon and grouper and sea bass and snapper have disappeared, we can emulate sea turtles and dine on jellyfish. Eddie Lin, author of Extreme Cuisine, called collagen-rich jellyfish the “food solution” to the coming global warming crisis.

Chinese restaurants, the authentic joints, already serve jellyfish. Usually with sesame oil and rice vinegar over noodles. The food solution to our overheated future is said to have a crunchy texture.

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Relógio Biológico Cosmológico – Biochronicity – Projetos

quarta-feira, julho 20th, 2011

DARPA-BAA-11-66: Biochronicity, Response Date 8/30/2011

http://www.darpa.mil/default.aspx

DARPA seeks to define the spatio-temporal instructive components encoded in cells in the context of their biological systems, through the application of advanced principles from evolutionary biology, genomics, mathematics, algorithm development, data mining, and the physical sciences. DARPA is soliciting research proposals for the Biochronicity program that will identify common spatio-temporal instructions or “clock signatures” in the genome, epigenome, proteome, and/or transcriptome across prokaryotic and eukaryotic species. The focus of the program will be on unraveling biological clock systems in prokaryotes and eukaryotes and the efforts of this initiative will contribute to the understanding and management of disease, trauma, human combat performance, and emerging infectious disease countermeasures. Additionally, a greater understanding of molecular oscillators and the evolution of biological clocks will lead to fundamental advancements in developmental science, drug development, aging, and cell death. These fundamental advancements in the understanding of timing in biology can be translated into major breakthroughs in trauma care on the battlefield by accessing the mechanisms that control biological time to improve patient outcomes, for example, by lengthening the window of opportunity for medical and treatment interventions.