Archive for the ‘Teoria do Relógio Astronômico’ Category

Humans can sense the Earth’s magnetic field-

quinta-feira, junho 23rd, 2011
Humans might be able to innately detect Earth’s magnetic field without even realizing it, thanks to a compound found in our eyes. Or we may have been able to do so some time in the past.
Plenty of animals are known to be able to perceive geomagnetism, using it to navigate and even to hunt their prey. Proteins called cryptochromes, which exist throughout the plant and animal kingdoms, lend several species this ability. The proteins are related to the circadian rhythms of animals and plants, and recent studies have shown it apparently enables light to serve as a geomagnetic locator.
Electrons in cryptochrome molecules come in entangled pairs, and the Earth’s magnetic field may cause one of the electrons to wobble. A chemical reaction in response to the wayward electron’s altered spin lets birds see magnetic fields in color, according to a theory published last summer.
But as far as researchers thought, cryptochrome doesn’t do much to help us orient ourselves, hence why people have to rely on celestial objects, known landmarks and GPS to figure out which way is north.
But a new study suggests the protein could actually express itself in the retina to help detect geomagnetism. Neuroscientists at the University of Massachusetts took a human version of cryptochrome 2, and inserted it into fruit flies that lacked their own version. The fruit flies’ magnetic perception was restored, as Wired Science reports.
It may not work this way anymore — there are not exactly voluminous reports of humans navigating simply by peering at magnetic field lines — but it could have proved valuable in helping our earliest ancestors navigate, according to researchers who spoke to Wired. Maybe someday researchers will figure out how to exploit this ability once again, and you won’t need that GPS function in your smartphone after all.
The study is reported in today’s issue of Nature Communications.

Água-viva: mais que plasma e veneno

segunda-feira, junho 13th, 2011
New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.

Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

terça-feira, fevereiro 1st, 2011

Cientistas identificaram pela primeira vez, o ritmo circadiano de 24 horas, de todas as formas de vida.

Artigo publicado em: OUGET

http://www.tecnologiasdeultimogrito.com/identificaram-relgio-biolgico-seres-vivos/

( Nota dêste autor: o que é ciclo circadiano:

WIKIPEDIA 

(Redirecionado de Ciclo circadiano)

Ritmo circadiano, ou ciclo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar. O ritmo circadiano regula todos os ritmos materiais bem como muitos dos ritmos psicológicos do corpo humano, com influência sobre, por exemplo, a digestão ou o estado de vigília, passando pelo crescimento e pela renovação das células, assim como a subida ou descida da temperatura. O “relógio” que processa e monitora todos estes processos encontra-se localizado numa área cerebral denominada núcleo supraquiasmático, localizado no hipotálamo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias. Pesquisas recentes expandiram o sentido do termo, demonstrando que os ritmos circadianos estão também relacionados às marés, ao ciclo lunar e também à dinâmica climática da Terra através das correntes eólicas e marítimas, em especial se observado com relação aos animais migratórios. Dessa forma, a dinâmica circadiana não se reduz a uma questão fisiológica, mas também a uma conjuntura astronômica, geológica e ecológica.

O núcleo supraquiasmatico(NSQ)encontra-se em cima, ou seja “supra” do quiasma óptico, recebendo a luz pela via retino-hipotalamica.

Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria nos mamíferos nos núcleos supraquiasmáticos do hipotálamo e estes, por sua vez, estão sob controle temporal por agentes sincronizadores, como a luz)

File:Biological clock human.svg

 

 The first modern observation of endogenous circadian oscillation was by the French scientist Jean-Jacques d’Ortous de Mairan in the 18th century; he noted that 24-hour patterns in the movement of the leaves of the plant Mimosa pudica continued even when the plants were kept in constant darkness.

( Importante anotar isto. Parece que o relógio biológico não depende de conexão direta entre um corpo e as fôrças da luz solar, pois êle funciona tambem quando o corpo é mantido na escuridão.)

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(continuação do artigo da OUGET)

Esta descoberta, vem revelar o mecanismo que controla o relógio biológico interno dos seres vivos (desde os humanos às algas), desde os primórdios da sua existência na Terra.

A pesquisa vem fornecer importantes informações, acerca de problemas de saúde relacionados com a desregulação dos relógios biológicos das pessoas, como por exemplo: os pilotos, os trabalhadores por turnos, entre outros.

O ritmo circadiano de 24 horas foi identificado nas células vermelhas do sangue. Esta informação é particularmente importante, porque até agora pensava-se que o relógio biológico estaria relacionado com a atividade do ADN e genética, mas ao contrário das outras células do corpo, os glóbulos vermelhos não têm ADN.

( Nota dêste autor: O que são “células vermelhas do sangue”:

WIKIPEDIA:

Hemácia

(Redirecionado de Células vermelhas do sangue)
 

Hemácias.

Da esq. para a dir. Hemácia, um trombócito e um leucócito.

Glóbulos vermelhos são unidades morfológicas da série vermelha do sangue, também designadas por eritrócitos ou hemácias, que estão presentes no sangue . São constituídas basicamente por globulina e hemoglobina (composta de 4 moléculas protéicas de estrutura terciária e 4 grupamentos heme que contém o ferro (cada íon ferro é capaz de se ligar frouxamente a dois átomos de oxigênio), um para cada molécula de hemoglobina), e a sua função é transportar o oxigênio (principalmente) e o gás carbônico (em menor quantidade) aos tecidos. Os eritrócitos vivem por aproximadamente 120 dias.

Red blood cells  take up oxygen in the lungs or gills and release it while squeezing through the body’s capillaries. These cells’ cytoplasm is rich in hemoglobin, an iron-containing biomolecule that can bind oxygen and is responsible for the blood’s red color. In humans, mature red blood cells are flexible biconcave disks that lack a cell nucleus and most organelles.  The cells develop in the bone marrow (medula óssea) and circulate for about 100–120 days in the body before their components are recycled by macrophages.  Approximately a quarter of the cells in the human body are red blood cells. Human red blood cells take on average 20 seconds to complete one cycle of circulation.)

(Nota: As células vermelhas vão aos pulmões e branquias onde recolhem o oxigênio e começam a circulação. Isto está indicando que a respiração está ligada ao relógio biológico, ao ritmo do sistema astronomico? Estas células são produzidas na medula óssea: sendo o esqueleto a estrutura do corpo, estaria êle conectado ( ou representando) com a estrutura da galáxia?)

 

File:Erytrocyte deoxy to oxy v0.7.gifAn animation of a typical human red blood cell cycle in the circulatory system. This animation occurs at real time (20 seconds of cycle) and shows the red blood cell deform as it enters capillaries, as well as changing color as it alternates in states of oxygenation along the circulatory system. (Mas só vai na perna esquerda? E a direita, como fica, coitada!? Obs.: Não é que eu sou chato, eu sou um cientista que exige exatidão nas coisas. Se eu disse perna esquerda e todos os outros humanos corrigem dizendo que aquela é a direita eu pergunto: “Quem disse que é direita? É direita em relação a quê? Ao Polo Norte? E quem disse que aquêle Polo é o norte? Porque não pode ser o sul?  A Terra é redonda e gira, não tem lados esquerdo e direito! Então… o lado direito do corpo é direito segundo qual ponto de referencia? O poste da esquina? Se eu quero dizer que aquela é a perna esquerda, ninguëm tem nada com isso! Ora bolas!)

Vejamos onde estas células são produzidas:

File:Caput femoris cortex medulla.jpg

A femur with a cortex of cortical bone and medulla of trabecular bone showing its red bone marrow and a focus of yellow bone marrow.

The stroma (the connective, functionally supportive framework of a biological cell, tissue, or organ)  is indirectly involved in hematopoiesis, since it provides the hematopoietic microenvironment that facilitates hematopoiesis by the parenchymal cells. For instance, they generate colony stimulating factors, affecting hematopoiesis.

( Êpa! Colony stimulating factors? Isto parece relaciona a ciclos. Vejamos o que é:

Colony-stimulating factor

Colony-stimulating factors (CSFs) are secreted glycoproteins which bind to receptor proteins on the surfaces of hemopoietic stem cells and thereby activate intracellular signaling pathways which can cause the cells to proliferate and differentiate into a specific kind of blood cell (usually white blood cells; for red blood cell formation see erythropoietin).

( Este é o nosso problema estudando a natureza sob o ponto de vista sistêmico: para se investigar um determinado ítem temos que dar uma volta ao Universo e na sua idade total, pois tudo está conectado. Agora vemos que as células vermelhas contem colesterol em sua membrana, então o colesterol pode estar relacionado com o relógio biológico e estas doenças derivadas do mal colesterol pode ser uma desritmia devido a stress que é incorporada pelo colesterol e levada a todo o corpo, pois ele está dentro das células vermelhas do sangue. Vejamos algo da membrana destas células:

Membrane lipids

  
The most common erythrocyte cell membrane lipids, schematically disposed as they are distributed on the bilayer. Relative abundances are not at scale.

( Repare como a Matriz-software de Sistema Perfeito é desfigurada, torcida e retorcida, fragmentada e reajuntada, ao nível molecular. A cruz no centro das moléculas é a reprodução da Matriz em forma de pentágono espiralado, mas aqui – devido as moléculas serem trechos da Matriz e portanto são “pedaços de circuitos”, abertos, um átomo representando uma Função Universal se liga a átomos externos elaborando longas cadeias, como é o caso do phosphatid Inositol)

The erythrocyte cell membrane comprises a typical lipid bilayer, similar to what can be found in virtually all human cells. Simply put, this lipid bilayer is composed of cholesterol and phospholipids in equal proportions by weight. The lipid composition is important as it defines many physical properties such as membrane permeability and fluidity. Additionally, the activity of many membrane proteins is regulated by interactions with lipids in the bilayer.

 

File:RBC membrane major proteins.png

Red Blood Cell membrane major proteins

(Vamos acompanhar estas proteínas com a maior atenção… se é que a membrana destas células tem a ver com o relógio biológico)

Both PS and phosphatidylinositol-4,5-bisphosphate (PIP2) can regulate membrane mechanical function, due to their interactions with skeletal proteins such as spectrin and protein 4.1R. Recent studies have shown that binding of spectrin to PS promotes membrane mechanical stability.

( Êpa! Membrane Mechanical Function and Stability ! Relógio biológico é isto: Regulação  Mecânica do Organismo. Por isso nosso Ciclo Cardiano interage e/ou é produzido pelo sistema astronômico: êste é puramente mecânico e esta propriedade foi trasferida à sua cria, os sistemas biológicos, atuando diretamente sôbre a estrutura mecânica do organismo.) 

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Segundo Akhilesh Reddy, estudante da Universidade de Cambridge e principal autor do estudo, “As implicações disto para a saúde, são múltiplas. Nós sabemos que os relógios desregulados (causados por trabalhos por turnos e jet-lag por exemplo) são associados a doenças metabólicas como diabetes, problemas de saúde mental e até mesmo cancro.

Reddy disse ainda que, “Com o conhecimento de como funcionam as células do relógio biológico a nosso favor, esperamos começar a ver claramente as ligações com estes distúrbios. Isto (a longo prazo) levará a novas terapias que há um par de anos atrás, não teria sido sequer possível imaginar.

Método de estudo

Os investigadores descobriram o ritmo de 24 horas nas amostras de peroxirredoxinas, tanto para as células vermelhas do sangue, como nas algas. As amostras foram mantidas no escuro e tiradas em intervalos regulares durante vários dias.

( Hummm… Então as Peroxirredoxinas são importantes no inteiro processo do relógio biológico. Vejamos o que é isso:

Wikipedia:

Peroxiredoxin

Structure of AhpC, a bacterial 2-cysteine peroxiredoxin from Salmonella typhimurium.
 
( Está aí! A forma do circuito da Matriz astronômica! Esta é uma enzima que está dentro das células vermelhas do sangue que desempenham função decisiva no relógio biológico ou ciclo arcadiano que se constitui num ritmo sincronizado que afeta tôdas as coisas dentro so sistema solar. Ora, se vemos que o mesmo circuito no nivel astronomico se repete no nivel microscópico então estamos presenciando um fenômeno de “fractais”. Se realmente existe essa hipótese, se for provado que existe “fractologia”aqui, estarão provadas a existência do software natural Matriz/DNA e o nosso modêlo cosmológico! Raios, temos que nos aprofundar nessa pesquisa.) 

Peroxiredoxins  are a ubiquitous family of antioxidant enzymes that also control cytokine-induced peroxide levels and thereby mediate signal transduction in mammalian cells.

 Recent research has found that they are the oldest common mechanism responsible for the 24-hour internal clock of almost all life on earth.

Plant 2-Cys peroxiredoxins are post-translationally targeted to chloroplasts [10], where they protect the photosynthetic membrane against photooxidative damage [11].

Nuclear gene expression depends on chloroplast-to-nucleus signalling and responds to photosynthetic signals, such as the acceptor availability at photosystem II and ABA

( Cloroplastos estão ligados a luz solar e emitem sinais ao nucleo o que produz expressão de genes… muito interessante! )

Conclusão

Tanto nas amostras com os glóbulos vermelhos como nas amostras com algas, foi encontrado o ritmo biológico de 24 horas, mesmo quando o ADN já não estava ativo.

Andrew Millar, liderando o estudo na Universidade de Edimburgo Escola de Ciências Biológicas, disse que, Esta pesquisa pioneira mostra que os relógios do corpo são mecanismos antigos, que têm permanecido connosco ao longo de um bilião de anos de evolução. Estes devem ser muito mais importantes e sofisticados, do que previamente se pensava. Serão necessários mais estudos, para determinar como e por quê, de estes relógios se desenvolveram nas pessoas (e em todos os outros seres vivos na Terra) e qual o papel que eles desempenham no controlo dos nossos corpos.

Outros estudos relacionados têm sido publicados, e revelam por exemplo: indícios de que o relógio circadiano controla os padrões de atividades diárias e sazonais, desde os ciclos de sono às migrações de borboletas.

Fonte: University of Cambridge

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Artigos nêste Website Relacionados ao Relógio Biológico (clicar no titulo do artigo leva direto ao artigo)

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz – terça-feira, novembro | 30 | 2010 – Categoria: pesquisas da Matriz

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos – novembro | 14 | 2010 – categoria: Fóton

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal – julho | 2 | 2009 – categoria: Teoria do Relógio Astronomico

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E aqui mais uma versão (original) do artigo, a ser estudado na próxima ocasião:

University of Cambridge

http://www.admin.cam.ac.uk/news/dp/2011012601

Ancient body clock discovered that helps to keep all living things on time

26 January 2011

 

The mechanism that controls the internal 24-hour clock of all forms of life from human cells to algae has been identified by scientists. Not only does the research provide important insight into health-related problems linked to individuals with disrupted clocks – such as pilots and shift workers – it also indicates that the 24-hour circadian clock found in human cells is the same as that found in algae and dates back millions of years to early life on Earth.

Two new studies out tomorrow, 27 January, in the journal Nature from the Universities of Cambridge and Edinburgh give insight into the circadian clock which controls patterns of daily and seasonal activity, from sleep cycles to butterfly migrations. 

One study, from the Institute of Metabolic Science at the University of Cambridge, has for the first time identified 24-hour rhythms in red blood cells. This is significant because circadian rhythms have always been assumed to be linked to DNA and gene activity, but – unlike most of the other cells in the body – red blood cells do not have DNA. 

Akhilesh Reddy, from the University of Cambridge and lead author of the study, said: “We know that clocks exist in all our cells; they’re hard-wired into the cell. Imagine what we’d be like without a clock to guide us through our days. The cell would be in the same position if it didn’t have a clock to coordinate its daily activities. 

“The implications of this for health are manifold. We already know that disrupted clocks – for example, caused by shift-work and jet-lag – are associated with metabolic disorders such as diabetes, mental health problems and even cancer. By furthering our knowledge of how the 24-hour clock in cells works, we hope that the links to these disorders – and others – will be made clearer. This will, in the longer term, lead to new therapies that we couldn’t even have thought about a couple of years ago.”

For the study, the scientists, funded by the Wellcome Trust, incubated purified red blood cells from healthy volunteers in the dark and at body temperature, and sampled them at regular intervals for several days. They then examined the levels of biochemical markers – proteins called peroxiredoxins – that are produced in high levels in blood and found that they underwent a 24-hour cycle. Peroxiredoxins are found in virtually all known organisms. 

A further study, by scientists working together at the Universities of Edinburgh and Cambridge, and the Observatoire Oceanologique in Banyuls, France, found a similar 24-hour cycle in marine algae, indicating that internal body clocks have always been important, even for ancient forms of life. 

The researchers in this study found the rhythms by sampling the peroxiredoxins in algae at regular intervals over several days. When the algae were kept in darkness, their DNA was no longer active, but the algae kept their circadian clocks ticking without active genes. Scientists had thought that the circadian clock was driven by gene activity, but both the algae and the red blood cells kept time without it. 

Andrew Millar of the University of Edinburgh’s School of Biological Sciences, who led the study, said: “This groundbreaking research shows that body clocks are ancient mechanisms that have stayed with us through a billion years of evolution. They must be far more important and sophisticated than we previously realised. More work is needed to determine how and why these clocks developed in people – and most likely all other living things on earth – and what role they play in controlling our bodies.” 

Additional funding for the studies was provided by the Biotechnology and Biological Sciences Research Council, the Engineering and Physical Sciences Research Council, the Medical Research Council, the French Agence Nationale de la Recherche, and the National Institute of Health Research.

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz

terça-feira, novembro 30th, 2010

OSCILADOR CIRCADIANO

 

Temos aí uma reprodução notável do diagrama da Matriz, quando a Função 4 (correspondendo ao ponto das duas esferas vermelha e amarela onde se lê CLK) , a qual é a função que pode abrir um sistema fechado se atirar seu sinal para fora do sistema. Êste sistema se encontra no cérebro e é responsável pelo relógio biológico que regula as oprações do organismo em função das variações da luz do sol em cada período diário de 24 horas.

Desde que existe a relação entre o diagrama da Matriz e a configuração dos astros, e desde que este relógio biológico opera diretamente com a luz cuja fonte é um astro, poderia se deduzir que sua fidelidade em copiar o diagrama da Matriz deve-se à sua proximidade com o lUCA astronomico.

Fica aqui registrado para posterior pesquisa, sendo necessário fazer os desenhos mostrando as correlações.

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos

domingo, novembro 14th, 2010

E experiência cientifica publicada em Nature agitam os misticos que creem em Astrologia

A Matriz veio do Cosmos pois sôbre sua fórmula foi desenvolvido o ciclo vital dos astros que formaram a galáxia. Depois que formou a galáxia a Matriz caiu na Terra, começou a se recompor gerando a matéria orgânica, os aminoácidos, as protéinas e o RNA, e finalmente assumiu a forma biológica de DNA.

Mas como algo tão grande como uma galáxia passa por uma mutação tornando-se tão minuscula como um sistema celular? Nanotecnologia natural. Nosso corpo já faz isso quando resume o corpo de um adulto em informações contidas dentro de cromossomas. E desde que a galáxia é muito mais simples que um corpo humano, possui milhões de vêzes menos informações diferenciadas entre si, é possível em nanotecnologia colocar uma galáxia dentro da cabeça de um alfinete.

Então tivemos que calcular como foi essa queda, essa passagem, e hipotetizamos a existência dos genes semivivos: seriam as partículas de energia ou luz irradiado pelos astros, pelas estrêlas como o Sol. E estamos apostando que estes genes semivivos sejam partículas  “fótons”, ou “fotões”, como se diz em Portugal.

Mas neste processo da macro-evolução os genes não vieram encerrados dentro de um envoltório cromossomico como acontece na transmissão genética biológica, a qual garante a perpetuação de uma unica espécie gerando filhos iguais aos pais. Eles chegam dispersos no tempo e no espaço, se reunem em diferentes quantidades, recompõem diferentes trechos do código astronomico, e com isso geraram essa imensa variedade de espécies de seres microscópicos.

Precisamos agora testar essa teoria. Para tanto vamos reunir aqui tudo o que se refere  à ação da luz solar ou energia cósmica sôbre a Terra, principalmente suas influências nos organismos. Quaisquer informações, comentários, críticas, serão bem vindas.

1) Perinatal photoperiod imprints the circadian clockhttp://www.nature.com/neuro/journal/vaop/ncurrent/full/nn.2699.html

Nature Neuroscience

Published:(2010) DOI:doi:10.1038/nn.2699 – Published online

Environmental factors, particularly light, can markedly influence neural development…

Bem, em suma, o paper descobriu que ocorrem diferenças no desenvolvimento neuronial de embriões devido às variações da luz do sol durante o dia ou estações. Alguns apressadinhos misticos da imprensa correram a anunciar que a Ciência confirmou a astrologia, que a psique do individuo é determinada pela hora que ele nasce, etc., ( ver http://www.naturalnews.com/030698_astrology_scientific_basis.html, o website de Mike Adams intitulado Naturalnews.com e seu artigo: Principle of astrology proven to be scientific: planetary position imprints biological clocks of mammals”,
Learn more: http://www.naturalnews.com/030698_astrology_scientific_basis.html#ixzz185Iqpa3P

…  mas os céticos revidaram desfilando uma centena de razões argumentando que não é nada disso. Necessário voltar a ler e pesquisar todos os correlacionados aos assuntos deste paper.

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Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal

quinta-feira, julho 2nd, 2009

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O COLAPSO CORPÓREO DA OVELHA INGLESA PELO RELÓGIO ASTRONOMICO?! 

Hoje fiquei conhecendo mais um assunto “quente” em biologia evolucionaria. Aqui entre nós, leigos, a coisa seria assim:

Digamos que a partir dos peixes a evolução se dividiu em três tipos: pássaros, répteis e mamiferos. Imagine que o tempo separou estes tipos em largas distancias entre eles: um grupo evoluiu na selva, outro no deserto, outro nos oceanos. Todos foram mudando, mutando, de maneira que depois de uma certa época, são grandes as diferenças anatômicas e tambem muitas as diferenças no código genético. Até aí, tudo bem, nenhum problema para nosso cerebrosinho entender. Porem, os incansaveis vasculhadores dos segredos genéticos descobriram algo que nos deixa atônitos: passado 800 milhões de anos depois daquela separação, num belo dia, uma proteina denominada cytochrome C , sofreu uma mutação e a mesma mutação em todas as tres espécies…!!! O queeeee ???

Como é que uma proteina que está no corpo do golfinho e no oceano, mais uma proteína que está no corpo de uma anta e na selva, e mais uma proteína que está no corpo de um escorpião e no deserto, sofrem uma mutação igual e num mesmo tempo?!!

Vocês já ouviram falar no “quorum sensing”? Estudei isto tempos atrás e não me lembro onde botei os papéis com os resultados, mas se me lembro algo, o quorum sensing explica fenômenos incríveis como aquêle em que um certo tipo marinho ( acho que os corais) que existem em vários oceanos desovam todos apenas uma vez por ano, mas todos ao mesmo tempo! Tem que haver alguma força a nivel planetário passando pelos corpos vivos e a nível microscópico regulando tal evento, pois como os corais do Pacífico saberiam que os do Atlântico concordaram em desovar amanhã… e às 6:32 hs da manhã…? 

Bem, as evidências dessa misteriosa sincronização planetária estão se avolumando, muitos acreditam piamente na existencia do que denominaram “o relógio molecular” e abaixo vai a definição curta em Wikipedia:

“O relógio molecular é uma técnica em evolução molecular para relacionar o tempo de divergência entre duas espécies com o número de diferenças moleculares medidas entre as sequências de DNA ou proteínas. Quanto mais aparentados geneticamente, menor o tempo de separação entre duas espécies.”

Verdade seja dita que o artigo em Wikipedia coloca o tema sob o nome “hipótese”, quer dizer, ainda não está cientificamente confirmado, apesar de muitos já estarem usando uma técnica denominada “calibração baseada no relogio molecular”. E no artigo não existe nenhuma tentativa de explicação do porque existe este relógio, como veio à existência, e onde ele está. Mas isto é normal num artigo cientifico, pois o cientista limita-se a descrever uma observação e pára por aí, ele não costuma se fazer a pergunta “porque?!”

Mais uma vez meu coração bateu acelerado ao ler esta noticia. Pois isso leva imediatamente minha mente para o reino da Teoria da Matriz e seus modelos. Eles já tinham apontado, a cêrca de 30 anos atrás, que tinha de existir na Natureza uma sintonia evolutiva que bem poderia por nós ser visto como um relógio. Porém os modelos da Teoria da Matriz/DNA são mais ousados e vão muito mais longe: ao invés de relógio molecular os calculos a partir dos modelos apontaram a existência de um… um… Relógio Astronômico !  Que regularia eventos na biosfera terrestre a niveis moleculares, e mais exatamente, através dos nucleotideos, de todo e qualquer nucleotideo existente na superficie terrestre, e quiçá, em qualquer outro planeta onde haja sistemas biológicos. 

Naquela época – nem mesmo a informação de que já existia esta área de pesquisa em torno do quorum sensing, me fêz gostar do que os modelos diziam existir. Isto cheirava a “astrologia”, e sempre me sentia mal quando ouvia falar ou via algo escrito sobre astrologia, uma “idéia absurda de alguns charlatões que visam o dinheiro dos ignorantes”, pensava eu… e ainda, claro, penso assim. Cheirava à astrologia, mas depois fui entendendo que não tem nada a ver.

Como então os modelos definem o que denomino “Relógio Astrônomico”:

Se no planeta todo – da Patagonia ao Casaquistão – nascerem 1000 bebês machos amanhã, podes apostar que dentro de 16 anos, mais ou menos no dia 10 de outubro de 2025, vão surgir no planeta,… 1000 novos bigodes. Se forem meninas, dentro de treze anos, mais ou menos no mesmo dia, vão acontecer mil novas menstruações. Isto porque existe o “relógio da reprodução”. Pois o Relógio Astronômico, este que atua tambem a nivel molecular, nada mais é que um relógio da reprodução. Porém como aqui estamos falando da reprodução de LUCA, e tôdas as espécies vivas da Terra estão envolvidas neste esforço reprodutivo, uma certa proteína pode mudar em todas as espécies num mesmo tempo, não inporta se estão no Equador ou na China.

Relógio reprodutivo – penso eu – significa também “determinismo genético”. A ironia é que – por não conhecerem LUCA – muitos dizem que também estas mutações acontecem por acaso.

Entenda por favor que quando falo de LUCA estou falando do planeta Terra, e não de algum hipotético fantasma. Mas trata-se da nova Terra nunca imaginada antes, esta que é apenas uma das formas do ciclo vital de um astro.

Também é preciso entender que o decaimento degenerativo de LUCA se dá cronológicamente. Os seus “genes”, que são irradiados por estrelas como o Sol, começam a transmitir informação da ultima camada da estrela, depois, extinguida esta, passam a transmitir a penultima camada e assim por diante. desta forma vão passando informações na ordem cronológica de reprodução da mesma maneira que nosso genoma o faz. Também deve isto acontecer com os “genes” que alcançam a superficie terrestre vindos das reações no nucleo do planeta – por isso atingindo tambem os corais de todos os oceanos.        

A irradiação de fotons por uma estrela acontece como o desenrolar de uma fita de filme no cinema, quando o enredo da historia da vida da estrela – que contem o enredo da semi-vida de LUCA – vai se revelando aos poucos e cronologicamente. Tambem, a radiação dos bits desde o nucleo planetario vai obedecendo a ordem cronologica. Disso se deduz que a superficie da Terra, de norte a sul e de leste a oeste, recebe o mesmo tipo de genes semi-vivos em certa época. Em outras palavras, a emissão de informação é regulada no tempo, por uma espécie de relógio astronomico. Não existe relógio algum, trata-se apenas de uma alegoria com o fato de observar-mos que todos os processos de reprodução são cronológicamente sincronizados.

Os cientistas da Terra estão incrívelmente certos ao pensarem estarem enxergando esse relógio, eles não tem uma mera hipótese mas sim uma robusta suspeita, apenas estão cometendo um pequeno equívoco: não se deveria falar em relógio molecular, mas sim, relógio astronomico.  Vimos no artigo em Ingles da Wikipedia que o relógio molecular já está tendo diversas aplicações práticas, ajudando nossa evolução, mas, imagine o que nos poderá ajudar o conhecimento de um relógio astronomico! Não apenas será aplicavel aos estudos sobre evolução, à Biologia, mas sim a toda tecnologia!

Um fator que deve ser registrado desde já neste artigo que iniciará uma nova área de pesquisa dentro da Teoria da Matriz, ( a saber, a “Teoria do Relógio Astronomico”) é o que diz respeito á controversia sobre a seleção natural, entre a Teoria Neo-Darwinista e a Teoria da Matriz. Segundo a primeira teoria (arre!… segundo a primeira… primeiro a segunda… nesta eu escorreguei feio!), a seleção natural é uma força lógica mas cega, sem qualquer propósito pré-estabelecido na Natureza, simplesmente selecionando as mutações que melhor se adaptam às circunstancias ambientais e geram maior prole . Segundo a segunda (por favor, não me xingue) teoria, a seleção natural no meio biológico terrestre é uma força tunelada, previsivel, com propósito, dirigida pelo LUCA que se encontra incorporado no planeta Terra. A hipótese do relógio molecular, a meu ver, é um chute no saco da Teoria Neo-Darwinista. Com que então, trés forças cegas atuando sobre tres diferentes tipos de vida, em tres diferentes ambientes, iriam produzir a mesma mutação numa das proteinas comum a todas as três?! Seria o cumulo do acaso absoluto.  Seria o mesmo que – num mesmo dia as tres loterias de tres paises diferentes – Italia, Brazil e USA – dessem como resultado a mesma sequencia de seis numeros… e vai acreditar em fantasmas assim no inferno!

A seguir uma breve cópia de um trecho do artigo em inglês da Wikipedia, para eu voltar e desenvolver este assunto quando reler este artigo: 

Early discovery and genetic equidistance

The notion of the existence of a so-called “molecular clock” was first attributed to Emile Zuckerkandl and Linus Pauling who, in 1962, noticed that the number of amino acid differences in hemoglobin between different lineages roughly changes with time, as estimated also from fossil evidence.[1] They generalized this observation to assert that the rate of evolutionary change of any specified protein was approximately constant over time and over different lineages.

The Genetic equidistance phenomenon was first noted in 1963. The author wrote: “It appears that the number of residue differences between cytochrome C of any two species is mostly conditioned by the time elapsed since the lines of evolution leading to these two species originally diverged. If this is correct, the cytochrome c of all mammals should be equally different from the cytochrome c of all birds. Since fish diverges from the main stem of vertebrate evolution earlier than either birds or mammals, the cytochrome c of both mammals and birds should be equally different from the cytochrome c of fish. Similarly, all vertebrate cytochrome c should be equally different from the yeast protein.”[2] For example, the difference between the cytochrome C of a carp and a frog, turtle, chicken, rabbit, and horse is a very constant 13% to 14%. Similarly, the difference between the cytochrome C of a bacterium and yeast, wheat, moth, tuna, pigeon, and horse ranges from 64% to 69%. Together with the work of Emile Zuckerkandl and Linus Pauling, the genetic equidistance result directly led to the formal postulation of the molecular clock hypothesis in the early 1960s.[3] Genetic equidistance has often been used to infer equal time of separation of different sister species from an outgroup. [4][5]

Later Allan Wilson and Vincent Sarich built upon this work and the work of Motoo Kimura observed and formalized that rare spontaneous errors in DNA replication cause the mutations that drive molecular evolution, and that the accumulation of evolutionarily “neutral” differences between two sequences could be used to measure time, if the error rate of DNA replication could be calibrated.[6][7] One method of calibrating the error rate was to use as references pairs of groups of living species whose date of speciation was already known from the fossil record.

Uses

The molecular clock technique is an important tool in molecular systematics, the use of molecular genetics information to determine the correct scientific classification of organisms or to study variation in selective forces.

Knowledge of approximately-constant rate of molecular evolution in particular sets of lineages also facilitates establishing the dates of phylogenetic events, including those not documented by fossils, such as the divergence of living taxa and the formation of the phylogenetic tree. But in these cases – especially over long stretches of time – the limitations of MCH (above) must be considered ; such estimates may be off by 50% or more.

See also

  • ACRESCIMO EM julho/03/09

A noticia abaixo pode estar relacionada com o tema do “relógio astronômico”, observando-se que na Teoria da Matriz os aquecimentos de planetas e consequentes mudanças do clima são processos naturais e normais ( o que não impede que na Terra o processo natural esteja sendo acelerado por um aquecimento inédito e doentio produzido pelas atividades humanas). O artigo fornece insights tal como a esclarecedora idéia de que o relógio astronomico atua a nivel molecular através da ecologia, ou inteira biosfera. Frases notadas em vermelho são para posterior estudo:

From “Scientific Blogging”

http://www.scientificblogging.com/news_articles/holy_shrinking_sheep_global_warming_more_powerful_natural_selection_say_researchers

 

Holy Shrinking Sheep! Global Warming More Powerful Than Natural Selection, Say Researchers

By News Staff | July 2nd 2009 12:00 AM |

Just when you thought evolution couldn’t get attacked by anyone else, a zoologist writing in Science and his colleagues are contending that changing winter conditions due to global warming are causing Scotland’s wild Soay sheep to get smaller despite the evolutionary benefits of having a large body.  Yep, climate change can trump natural selection, it turns out. 

So much for adapting to the environment.   Too bad Darwin didn’t know about CO2.  

“Sheep are getting smaller. Well, at least the wild Soay sheep living on a remote Scottish island are. But according to classic evolutionary theory, they should have been getting bigger, because larger sheep tend to be more likely to survive and reproduce than smaller ones, and offspring tend to resemble their parents,” said study author Tim Coulson, professor of population biology at Imperial College London who teaches courses in  ecology, evolution and conservation.

Our findings have solved a paradox that has tormented biologists for years – why predictions did not match observation. Biologists have realized that ecological and evolutionary processes are intricately intertwined, and they now have a way of dissecting out the contribution of each. Unfortunately it is too early to tell whether a warming world will lead to pocket-sized sheep,” Coulson said.

Coulson and his colleagues analyzed body-weight measurements and life-history data (which record the timing of key milestones throughout an individual’s life), for the female members of a population of Soay sheep. The sheep live on the island of Hirta in the St. Kilda archipelago and have been studied closely since 1985. 

The researchers plugged their data into a numerical model that they say predicts how a trait such as body size will change over time due to natural selection and other factors that influence survival and reproduction in the wild. They selected body size because it is a heritable trait, and because the sheep have, on average, been decreasing in size for the last 25 years.

Their results lead them to state that the decrease is primarily an ecological response to environmental variation over the last 25 years. Evolutionary change has contributed relatively little

More specifically, lambs are not growing as quickly as they once did. As winters have become shorter and milder, due to global climate change, lambs now do not need to put on as much as weight in the first months of life to survive to their first birthday. So, even the slower-growing ones now have a chance of surviving, according to Coulson.

Also contributing to this trend is what Coulson and his colleagues call the “young mum effect.” The researchers found that younger mothers are physically unable to produce offspring that are as big as they were at birth. The reasons behind this are still unclear, but the young mum effect counters the effect of natural selection, which favors larger lambs, the authors report.

Article: Arpat Ozgul , Shripad Tuljapurkar, Tim G. Benton, Josephine M. Pemberton, Tim H. Clutton-Brock, Tim Coulson, ‘The Dynamics of Phenotypic Change and the Shrinking Sheep of St. Kilda’, Published Online July 2, 2009 Science DOI: 10.1126/science.1173668  This research was funded by the Natural Environment Research Council and the National Institute on Aging, NIH.

MEU COMENTARIO POSTADO NAQUELE ARTIGO:

DARWINIAN THEORY OF MICRO-EVOLUTION x MATRIX/DNA THEORY OF MACRO-EVOLUTION

     .Thanks to Tim Coulson by good job of collecting new data, and thanks to comments here that show to us what to think about.The Scotland’s wild Soay sheep could be an effect from the “astronomic clock” acting through its smaller representative, the “molecular clock’? Everybody knows that natural systems have a life’s cycle, which is birth-growth-collapse-death. Why not to suppose that this cycle is applied over any biological specie? If it is applicable, every specie should experiment its own collapse when reaching millions/billions of years. 

     . In Matrix/DNA Theory models, the global warming of any kind of planets are normal and natural process regulated by the astronomic clock, which is an effect from LUCA’s life (the Last Universal Common Ancestor). Human activities could affect the natural process, but global warming was expected to happen naturally and it is a ruler of natural selection as well. The problem behind the paradox and about “why predictions did not match observation”, I think, is due the differences between micro and macro evolution. What are happens with the Scotland’s sheeps are effects from macro-evolution, and Darwin did not understood it. Macro-evolution is about the universal evolution since the Big Bang and Darwin had no cosmological data we have today. He spent four years in the salvage land studying details of evolution in biological systems without knowing that the entire history of biological systems are merely a new cycle of universal evolution. Macro-evolution is about the history of evolution of a single system that was born at the Bib Bang and before arriving to biological systems, it was a half mechanical/half biological system, which was/is the building block of galaxies, and it is the thru Last Universal Common Ancestor of any biological system (aka “living beings”). Darwin was right, his job was great, but it is merely the begining for understanding evolution. Every specie under evolution is inside a system hierarchy and Darwinian micro-evolution, whith its three variables (VSI) works among seven variables from macro-evolution. There are no serious study/theories about macro-evolution (linking cosmological and biological evolution) then we spent like Darwin, seven years at salvage land trying to see what Nature here is suggesting about its past times, its cosmological history, before life’s origins. As result we got a general theory.  

As you can see in Matrix/DNA Theory, its models suggests that LUCA was/is not a biological system, but an astronomic and mechanical Newtonian system, it was/is not leaving at Earth, and there were no origins of life… neither there is such difference between living and non-living natural systems. Cheers…

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O artigo abaixo, sôbre sociedade das ab6elhas, pode estar relacionado com o relógio biológico?

Rhythmic vibrations guide caste development in social wasps

http://www.physorg.com/news/2011-01-rhythmic-vibrations-social-wasps.html