Archive for the ‘planeta’ Category

Formacao e Evolucao do Campo Magnetico da Terra

domingo, março 12th, 2017

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Earth’s ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

http://nashuavoice.us/content/57477-earths-ancient-magnetic-field-was-significantly-different-present

Submitted by Jeanne Rife on Mon, 06/27/2016 – 22:51

Earth's ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

Vídeo Para Teoria da Formação da Terra: Viagem ao Centro da Terra

quarta-feira, setembro 7th, 2016

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Uma Viagem ao Centro da Terra Dublado HD

E a causa que gera o campo magnético da Terra continua desconhecida.

 

A Historia de 4,5 Bilhoes de Anos da Terra, neste Vídeo, Revela o Sentido ou Não-Sentido da Nossa Existência? Veja a resposta da Matrix/DNA

terça-feira, setembro 6th, 2016

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Vídeo inesquecível de longa duração, narrando as muitas transformações porque passou a formação do planeta Terra, da Lua, mostrando principalmente como estamos por um fio em cima de uma bola de magma incandescente e como a vida aqui se mantem de forma tao fugaz. Apesar desta historia ser ainda uma teoria – a acadêmica – e diferenciar da nossa teoria da Matrix/DNA, e’ um filme e com muitos recursos técnicos, muito interessante para ver e repetir.

https://www.youtube.com/watch?v=MPATtHrY1AM

Construindo o Planeta Terra

E meu comentário postado no video:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Set/06/2016

Este excelente filme narra uma teoria cuidadosamente elaborada em seculos de observações, cálculos, etc. mas existem varias falhas na teoria. A primeira ‘e isolar o calculo da formação da terra do sistema a que ela pertence, a Via Láctea. E quando observamos esta não vemos violência alguma, vemos o estado harmônico de ordem da natureza. E’ erro comum ao homem projetar o caos da sua biosfera aqui sobre seis modelos teóricos de sistemas estelares e galácticos, mas se esquecem de projetar a ordem destes sistemas para calcular esta formação do planeta.
Todas estas mudanças que parecem catastróficas sob a perspectiva humana seriam também catastróficas ao microbio assistindo as varias mudanças dos nossos corpos durante a embriogênese, de morula, a blástula, a feto, embrião. Então o que vemos aqui sugere que estas mudanças ocorreram dentro de uma especie de útero celeste, como sugere o modelo astronomico da Matrix/DNA.
Outra falha inexplicável nesta teoria e’ que esta Terra tal como a calcularam jamais teria as forças e elementos que mais tarde produziram os corpos dos primeiros seres vivos. Então estas forças e elementos caíram do céu ou foram inventadas pela primeira vez neste Universo por essa matéria bruta e estupida deste pequeno planetinha perdido na imensidão sideral? Oh,.. como’n, isto precisa de uma grande dose de ato de fé… Não seria mais logico supor que a extraordinária engenharia no processo da nossa embriogênese seja produto de um processo semelhante pelo qual passou o planeta que nos produziu?! Os materiais podem ser diferentes, o ambiente pode ser diferente, mas o significado do processo deve ser o mesmo, ou então houve magica. E isto e’ outra religião.
Mas o modelo da Matrix/DNA sugere onde estavam todas estas forças e elementos neste sistema astronomico que geraram fenômenos como metabolismo, ciclo vital, reprodução sexuada, etc. No entanto, parabéns pela qualidade técnica, pelo esforço em acertar, e pelo incentivo a nossa continua busca do conhecimento… o filme esta excelente, o conteúdo porem, não e’ um fato cientifico e nunca sera enquanto não se filmar por 4 bilhões de anos como se forma outro planeta. A falha gritante no vídeo esta em se esquecerem de avisar a toda momento que cada cena daquela ‘e uma “TEORIA”, como eu sempre aviso que a Matrix/DNA, por enquanto ‘e apenas uma teoria.

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E outro comentário sobre o assunto:

A julgar pelo conteúdo dos comentários aqui: Assim como estes continentes emergem de oceanos, um fenômeno, uma questão, emerge na mente do humano no final do vídeo: “Qual o sentido da nossa existência?” Uma resposta o vídeo forneceu: ” Como todos estes animais que surgem e desaparecem sem sentido algum, sua existência não tem sentido algum. No próximo remexer deste planeta, sera’ sua vez e de todos seus edifícios serem enterrados.” Claro, isto suscita uma inconformidade com nosso ego, e por isso muitas alternativas fantasiosas são imaginadas e até acreditadas, para contornar essa inconformidade e nos manter a viver essa vida, a trabalhar, respeitar as leis sociais.
Mas se alcançamos o ponto de enviar veículos ao espaço e produzir computadores e a Internet, porque não somos capazes de produzir ou encontrar um habitat ou uma forma de vida cujas existências tenham ao menos uma duração mais longa, torcendo que ela nos conduza finalmente a produzir um sentido logico e aceitável, para a nossa existência?
Ao invés de Deus e todas estas outras teorias que geram fantasias para esquecer a nossa realidade, a Historia neste vídeo aponta firmemente numa direcao: o mundo é governado pelo Acaso Absoluto. Mas a Historia deste mundo é de 13,8 bilhões de anos e num espaço trilhões de vezes maior que o deste planeta e não apenas os 4,5 bilhões neste pequenino ponto perdido na imensidão cósmica. Então, que este sentido existencial extraído da Historia deste planeta pode indicar algo parecido para a Historia do mundo, é um salto temerário e confiar nele, é preciso um voto de fé, o que já sai fora do racional.
A Historia do mundo sugerida pelos meus modelos teóricos  que inclusive sugere uma diferente formação para este planeta do que esta versão no vídeo – sugere um sentido para nossa existência que apenas eu tenho defendido entre todos os humanos nascidos até hoje. A Historia deste mundo tem sido a historia das transformações e evolução, do simples para o mais complexo, de um único sistema natural. Ele surgiu como sistema atômico, evoluiu para sistema estelar, depois galáctico, depois celular e seu topo hoje aqui e agora é o sistema corpo humano. Por 13,8 bilhões de anos esse sistema e sua linhagem de herdeiros sobreviveu a todos os eventos ao acaso. E desde o primeiro átomo até o ultimo humano, todas as formas deste sistema manteve algo intimo, comum a todos, que é uma formula, a qual denomino de Matrix/DNA. Porque o nosso DNA veio dessa formula que esta’ na base da formação de cada átomo, de cada galaxia, colocando estes sistemas como nossos ancestrais tal como são as bactérias. Nos somos a primeira forma desta formula onde emerge isso que denominamos “auto-consciência”. Esta parece ser a nova forma deste sistema universal a transcender a existência humana. E quando fomos mais fundo na investigação desta formula universal, descobrimos que sua primeira aparição neste Universo foi na forma de uma onda de luz. No meu website explico como uma onda de luz é um sistema funcional em si mesmo, e se propaga pelo mesmo processo do código da vida. Por outro lado, observando como as sinapses elétricas nos pensamentos “parecem” gerar uma “nuvem luminosa dentro de um black hole”, e nesta luz ocultada ocorrem as operações da consciência, estamos apostando que a luz da origem volta no final de nossos tempos, porem, agora, auto-consciente. Ora, se eu fosse um Deus criador de um multiverso ( um mundo com uma infinidade de universos), bastaria criar essa forma de luz e lança-la a todos os cantos do espaço. Os átomos, as galaxias, os humanos, e a auto-consciência já estavam determinados a existirem por esta simples formula. Ou então, fazer tudo sem magicas, ao natural, bastando que o meu genoma fosse esta forma de luz. Assim este Universo nada mais seria do que um Ovo Cósmico onde estaria ocorrendo um processo natural genético de reprodução do ser ou da coisa desconhecida que gera universos. nesse contexto, todas estas mudanças e movimentos do planeta e da galaxia seriam as mesmas que ocorrem na placenta, ou seja, fazem parte da formação do embrião, e não são produtos do acaso, nem de outra forma de magica. E eu estou apostando mais nessa hipótese do que nas hipóteses de Deus Magico e Acaso Magico. Mas assim somos nos, cada um com sua teoria para iludir sua inconformidade com a historia da realidade que acabamos de assistir. Não se esquecendo que tambem a historia neste video é uma teoria, ainda.

Vida Extraterrestre: Completo e Atual texto, Aborda Tudo

terça-feira, agosto 2nd, 2016

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O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?

http://gizmodo.uol.com.br/paradoxo-fermi/

Por:
13 de setembro de 2014 às 16:02

The Fermi Paradox (1)

Quando você está em algum lugar propício para admirar as estrelas, e se a noite estiver especialmente boa para vê-las, é incrível olhar para cima e se deparar com algo semelhante à imagem acima.

Algumas pessoas ficam impressionadas pela beleza do céu, ou se deslumbram com a vastidão do universo. No meu caso, eu passo por uma leve crise existencial, e depois ajo bem estranhamente por meia hora. Cada um reage de um jeito diferente.

O físico Enrico Fermi também reagia diferente, e se perguntou: “cadê todo mundo?”

Os números

Um céu estrelado parece imenso, mas tudo o que estamos vendo é a nossa vizinhança. Nas melhores noites estreladas, nós podemos ver até 2.500 estrelas (mais ou menos um centésimo de milionésimo do total de estrelas em nossa galáxia). Quase todas estão a menos de mil anos-luz de nós (ou 1% do diâmetro da Via Láctea). Então, na verdade estamos olhando para isto:

DivulgaçãoNosso céu noturno é formado por uma pequena parte das estrelas próximas e mais brilhantes dentro do círculo vermelho.

Quando somos confrontados com o assunto de estrelas e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: “há vida inteligente lá fora?” Vamos colocar alguns números nessa questão; se você não gosta de números, pode ler só o negrito.

Nossa galáxia tem entre 100 bilhões e 400 bilhões de estrelas; no entanto, este é quase o mesmo número de galáxias no universo observável. Então, para cada estrela da imensa Via Láctea, há uma galáxia inteira lá fora. No total, existem entre 10^22 e 10^24 estrelas no universo. Isso significa que para cada grão de areia na Terra, há 10.000 estrelas no universo.

O mundo da ciência não está em total acordo sobre qual porcentagem dessas estrelas são parecidas com o Sol (similares em tamanho, temperatura e luminosidade). As opiniões tipicamente vão de 5% a 20%. Indo pela mais conservadora (5%) e o número mais baixo na estimativa total de estrelas (10^22), isso nos dá 500 quintilhões, ou 500 bilhões de bilhões de estrelas similares ao Sol.

Também há um debate sobre qual porcentagem dessas estrelas similares ao Sol poderiam ser orbitadas por planetas similares a Terra (com condições parecidas de temperatura, que poderiam ter água líquida e que poderia sustentar vida similar à da Terra). Alguns dizem que é até 50%, mas vamos ficar com os conservadores 22% que apareceram em um recente estudo no PNAS. Isso sugere que há um planeta similar à Terra, potencialmente habitável, orbitando pelo menos 1% do total de estrelas do universo: um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra.

Então existem 100 planetas parecidos com a Terra para cada grão de areia do mundo. Pense nisso na próxima vez que for à praia.

Daqui para a frente, nós não temos outra escolha senão sermos especulativos. Vamos imaginar que, depois de bilhões de anos de existência, 1% dos planetas parecidos com a Terra tenham desenvolvido vida (se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida). E imagine que em 1% desses planetas avance até o nível da vida inteligente, como aconteceu na Terra. Isso significaria que teríamos 10 quatrilhões, ou 10 milhões de bilhões de civilizações inteligentes no universo observável.

Voltando para a nossa galáxia e fazendo as mesmas contas usando a estimativa mais baixa de estrelas na Via Láctea, estimamos que existem 1 bilhão de planetas similares à Terra, e 100 mil civilizações inteligentes na nossa galáxia. (A Equação de Drake traz um método formal para esse processo limitado que estamos fazendo).

A SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês) é uma organização dedicada a ouvir sinais de outras vidas inteligentes. Se nós estivermos certos e houver 100 mil ou mais civilizações inteligentes na nossa galáxia, uma fração delas estaria emitindo ondas de rádio, ou raios laser, ou qualquer coisa para realizar contato. Então os satélites da SETI deveria estar recebendo sinais de todo tipo, certo?

Mas não está. Nunca recebeu.

Cadê todo mundo?

Tipos de civilização

E tudo fica mais estranho. Nosso Sol é relativamente jovem em relação ao universo. Há estrelas muito mais velhas, com planetas muito mais velhos e semelhantes à Terra, o que em teoria representaria civilizações muito mais avançadas que a nossa. Por exemplo, vamos comparar nossa Terra de 4,54 bilhões de anos com um hipotético planeta X, com seus 8 bilhões de anos.

Divulgação

Se o planeta X tiver uma história similar a da Terra, vamos olhar para onde sua civilização estaria hoje:

Divulgação

Hoje, o Planeta X estaria a 3,46 bilhões de anos de desenvolvimento além do que temos hoje.

A tecnologia e o conhecimento de uma civilização mil anos à nossa frente poderia ser tão chocante quanto nosso mundo seria para uma pessoa medieval. Uma civilização um milhão de anos à frente poderia ser tão incompreensível para nós quanto a cultura humana é para chimpanzés. E o planeta X está a 3.4 bilhões de anos à frente de nós…

Existe algo chamado de Escala Kardashev, que nos ajuda a agrupar civilizações inteligentes em três grandes categorias, de acordo com a quantidade de energia que usam:

  • uma Civilização Tipo I tem a habilidade de usar toda a energia de seu planeta. Nós não somos exatamente uma Civilização Tipo I, mas estamos perto (Carl Sagan criou uma fórmula para essa escala que nos coloca como uma Civilização Tipo 0,7);
  • uma Civilização Tipo II pode colher toda a energia de seu sistema solar. Nosso débil cérebro Tipo I mal consegue imaginar como alguém faria isso, mas nós tentamos nosso melhor, imaginando coisas como a Esfera de Dyson.
  • uma Civilização Tipo III ultrapassa fácil as outras duas, acessando poder comparável ao da Via Láctea inteira.

Se esse nível de avanço parece difícil de acreditar, lembre-se do planeta X e de seus 3,4 bilhões de anos de desenvolvimento além do nosso (cerca de meio milhão de vezes mais do que o tempo que a raça humana existe). Se uma civilização no planeta X for similar à nossa e foi capaz de sobreviver até chegar no Tipo III, é natural pensar que a essa altura eles provavelmente já dominaram a viagem interestelar, possivelmente até mesmo colonizando a galáxia inteira.

Como essa colonização galáctica teria acontecido? Uma hipótese: cria-se um maquinário que pode viajar para outros planetas, passam-se uns 500 anos se auto-replicando usando os materiais que encontrarem no novo planeta, e então enviam-se duas réplicas para fazerem a mesma coisa.

Mesmo sem alcançar nada perto da velocidade da luz, esse processo colonizaria a galáxia inteira em 3,75 milhões de anos, relativamente um piscar de olhos quando estamos falando de uma escala de bilhões de anos:

Divulgação

Nesta evolução exponencial, a galáxia estaria completamente colonizada em 3,75 milhões de anos. Fonte: J. Schombert, U. Oregon

Continuando a especular, se 1% da vida inteligente sobreviver tempo suficiente para se tornar uma colonizadora de galáxias Civilização Tipo III em potencial, nossos cálculos acima sugerem que haveriam mil Civilizações Tipo III só em nossa galáxia. Dado o poder de tal civilização, sua presença provavelmente seria fácil de se notar. E, ainda assim, nós não vemos nada, não ouvimos nada e não fomos visitados por ninguém.

Então cadê todo mundo?

Sejam bem-vindos ao Paradoxo de Fermi.

Ainda não há uma resposta para o Paradoxo de Fermi. O melhor que podemos fazer é conseguir “explicações possíveis”. E se você perguntar a dez cientistas diferentes qual o palpite deles sobre a explicação correta, você terá dez respostas diferentes. Sabe quando humanos de antigamente discutiam se a Terra era redonda, ou se o Sol girava em torno da Terra, ou achavam que os raios aconteciam por causa de Zeus? Por isso, hoje eles parecem primitivos e ignorantes; no entanto, esse é mais ou menos o ponto em que estamos neste assunto.

Ao analisar as hipóteses mais discutidas sobre o Paradoxo de Fermi, vamos dividi-las em duas grandes categorias: as explicações que supõem que não há sinal de Civilizações Tipo II e III porque elas não existem; e as explicações que sugerem que elas estão lá, só que não estamos vendo ou ouvindo nada por outros motivos.

Grupo 1 de Explicações: não há sinais de civilizações superiores (Tipos II e III) porque elas não existem.

Aqueles que acreditam em explicações do Grupo 1 recusam qualquer teoria do tipo “existem civilizações maiores, mas nenhuma delas fez qualquer tipo de contato conosco porque todas _____”. O pessoal do Grupo 1 vê os números, entende que deveria haver milhares (ou milhões) de civilizações superiores, e intui que pelo menos uma delas deveria ser a exceção à regra. Mesmo se uma teoria abarcasse 99,99% das civilizações superiores, o 0,001% restante se comportaria de alguma outra forma e nós perceberíamos sua existência.

Por isso, dizem as explicações do Grupo 1, não entramos em contato com civilizações superavançadas porque porque não existem. Como a matemática sugere que existem milhares delas só na nossa galáxia, alguma outra coisa deve estar acontecendo.

Essa “outra coisa” é o Grande Filtro.

A teoria do Grande Filtro diz que, em algum ponto entre o início da vida e a inteligência Tipo III, há uma barreira. Há algum estágio naquele longo processo evolucionário que é improvável ou impossível de ser atravessado pela vida. Esse estágio é chamado de O Grande Filtro.

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As linhas amarelas mostram saltos evolucionários comuns de serem alcançados. A linha vermelha é o Grande Filtro. A linha verde representa uma espécie que, passando por eventos extraordinários, consegue ultrapassar o Grande Filtro.

Se essa teoria for real, a grande questão é: quando acontece o Grande Filtro na linha do tempo?

Acontece que, quando o assunto é o destino da humanidade, essa questão é muito importante. Dependendo de quando O Grande Filtro ocorre, sobram para nós três possíveis realidades: nós somos raros; nós somos os primeiros; ou nós estamos ferrados.

1. Nós somos raros (já passamos do Grande Filtro)

Uma esperança é que já tenhamos passado do Grande Filtro. Nós conseguimos atravessá-lo, portanto é extremamente raro que a vida alcance nosso nível de inteligência. O diagrama abaixo mostra apenas duas espécies passando por ele; nós somos uma delas.

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Esse cenário explicaria por que não existem Civilizações Tipo III… mas isso também poderia significar que nós podemos ser uma das exceções, já que chegamos até aqui. Isso significaria que há esperança para nós. Superficialmente, isso parece com as pessoas de meio século atrás, sugerindo que a Terra é o centro do universo. Sugere que nós somos especiais.

Mas se nós somos especiais, quando exatamente nos tornamos especiais? Isto é, qual passo nós superamos, apesar de quase todo mundo ficar preso nele?

Uma possibilidade: o Grande Filtro pode estar no comecinho de tudo; pode ser incrivelmente raro que a vida comece. Esse é um candidato porque demorou um bilhão de anos para a vida na Terra finalmente acontecer, e porque nós tentamos exaustivamente replicar esse evento em laboratórios e jamais conseguimos. Se este é mesmo o Grande Filtro, isso significaria que não deve existir vida inteligente lá fora – pode simplesmente não haver vida.

Outra possibilidade: o Grande Filtro pode ser o salto de células procariontes simples para células eucariontes complexas. Após o surgimento das procariontes, elas permaneceram dessa forma por quase dois milhões de anos antes de darem o salto evolucionário para se tornarem complexas e ganharem um núcleo. Se esse é o Grande Filtro, isso significaria que o universo está repleto de células procariontes simples e quase nada além disso.

Há outras possibilidades. Alguns acham até que nosso salto evolucionário mais recente, alcançando nossa inteligência atual, é um candidato a Grande Filtro. Ainda que o salto de vida semi-inteligente (chimpanzés) até a vida inteligente (humanos) a princípio não pareça um passo miraculoso, Steven Pinker rejeita a ideia de que a “escalada ascendente” da evolução seja inevitável:

Uma vez que a evolução apenas acontece, sem ter um objetivo, ela usa a adaptação mais útil para um certo nicho ecológico. O fato que, na Terra, até hoje isso levou a inteligência tecnológica apenas uma vez, pode sugerir que essa consequência da seleção natural é rara e, consequentemente, não é um desenvolvimento infalível da evolução de uma árvore da vida.

A maioria dos saltos não se qualifica como candidatos a Grande Filtro. Qualquer Grande Filtro possível deve ser algo que só acontece uma vez em um bilhão, onde uma ou mais anomalias devem ocorrer para proporcionar uma enorme exceção.

Por esse motivo, algo como pular de uma vida unicelular para uma multicelular está fora de questão como filtro, porque isso aconteceu pelo menos 46 vezes em incidentes isolados, só no nosso planeta. Pela mesma razão, se nós encontrarmos uma célula eucarionte fossilizada em Marte, ela iria tirar o salto “de-célula-simples-para-complexa” da lista de possíveis Grandes Filtros (assim como qualquer outra coisa que esteja antes desse ponto na cadeia evolucionária). Se isso aconteceu tanto na Terra quanto em Marte, claramente não é uma anomalia.

Se nós formos mesmo raros, isso pode ser por causa de um acidente biológico, mas isso também pode ser atribuído ao que se chama de Hipótese da Terra Rara. Ela sugere que, ainda que existam muitos planetas similares a Terra, as condições particulares do nosso planeta o tornam tão conveniente à vida — sejam as relacionadas a seu sistema solar, seu relacionamento com a Lua (uma lua tão grande é incomum para um planeta tão pequeno, contribuindo para as condições peculiares de nosso clima e nosso oceano), ou algo sobre o planeta em si.

2. Nós somos os primeiros

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A civilização humana é representada pela linha laranja.

Para pensadores do Grupo 1, se já não tivermos passado pelo Grande Filtro, nossa única esperança é que, do Big Bang até hoje, as condições no universo estão alcançando um nível que permita o desenvolvimento de vida inteligente. Nesse caso, nós podemos estar a caminho da super inteligência, mas isso ainda não aconteceu. Por acaso, nós estaríamos na hora certa para nos tornarmos uma das primeiras civilizações super inteligentes.

Um exemplo de um fenômeno que poderia tornar isso realístico é o predomínio de explosões de raios gama, detonações absurdamente imensas que observamos em galáxias distantes. Levou algumas centenas de milhões de anos para que os asteróides e vulcões se acalmassem e a vida se tornasse possível.

Da mesma forma, pode ser que o começo das existências no universo esteja cheio de eventos cataclísmicos, como explosões de raios gama que incinerariam tudo à sua volta de tempos em tempos, evitando que qualquer vida se desenvolva a partir de um certo estágio. Talvez estejamos agora no meio de uma fase de transição astrobiológica, e essa seja a primeira vez que qualquer vida tenha sido capaz de se desenvolver ininterruptamente por tanto tempo.

3. Nós estamos ferrados (o Grande Filtro está chegando)

Divulgação

O Grande Filtro é representado pela linha vermelha.

Se nós não somos nem raros nem pioneiros, os pensadores do Grupo 1 concluem que O Grande Filtro deve estar no nosso futuro. Isso implicaria que a vida frequentemente evolui até onde estamos, mas alguma coisa impede, em quase todos os casos, que a vida vá muito adiante e alcance a inteligência avançada — e dificilmente nós seremos uma exceção.

Um possível Grande Filtro seria algum evento cataclísmico que ocorra regularmente, como as já mencionadas explosões de raio gama. Só que ela ainda não teria ocorrido e, infelizmente, é uma questão de tempo até que ela acabe com toda a vida na Terra. Outra candidata é a destruição possivelmente inevitável que quase todas as civilizações inteligentes acabariam trazendo para si mesmas, uma vez atingido certo nível de tecnologia.

É por isso que o filósofo Nock Bostrom, da Universidade de Oxford, diz que “boa novidade é não haver novidade“. Se descobrirem vida em Marte, mesmo que simples, isso seria devastador, porque eliminaria diversos potenciais Grandes Filtros no passado. E se encontrarmos fósseis de vida complexa em Marte, Bostrom diz que “seria a pior notícia já impressa em uma primeira página de jornal”, porque significaria que o Grande Filtro está quase que definitivamente à nossa frente, condenando toda nossa espécie de uma vez. Bostrom acredita que, quando se trata do Paradoxo de Fermi, “o silêncio do céu noturno é ouro”.

Grupo 2 de Explicações: civilizações inteligentes dos Tipos I e II existem, mas há razões lógicas para que não tenhamos ouvido falar delas.

As explicações do Grupo 2 abandonam qualquer ideia de que nós somos raros, especiais ou qualquer coisa parecida. Pelo contrário, elas acreditam no Princípio da Mediocridade: ou seja, até que se prove o contrário, não há nada de especial ou incomum em nossa galáxia, sistema solar, planeta ou nível de inteligência. Além disso, elas são mais cautelosas antes de assumir que, se não há evidências de uma inteligência superior, ela não existe. Elas enfatizam o fato de nossas buscas por sinais só alcançarem mais ou menos até 100 anos-luz de nós (0,1% da galáxia) e só terem ocorrido há menos de uma década, o que é pouquíssimo tempo.

Pensadores do Grupo 2 têm uma ampla gama de possíveis explicações para o Paradoxo de Fermi. A seguir, eis as nove mais discutidas:

Possibilidade 1: a vida superinteligente pode ter visitado a Terra antes de estarmos aqui. Humanos sencientes só estão por aí há uns 50 mil anos, um piscar de olhos se comparado à existência do universo. Se o contato ocorreu antes disso, deve ter assustado alguns patos e só. Além disso, nossa história documentada só vai até uns 5.500 anos atrás. Por isso, talvez tribos humanas de caçadores-coletores pode ter passado por algumas experiências loucas com aliens, mas não tinham como contá-las para as pessoas do futuro.

Possibilidade 2: a galáxia foi colonizada, mas nós moramos em uma área despovoada. As Américas podem ter sido colonizadas pelos europeus muito antes de qualquer um daquela pequena tribo Inuit ao norte do Canadá ter percebido o ocorrido. Pode haver um elemento de urbanização nas moradias estelares das espécies mais avançadas: todos os sistemas solares de uma certa área são colonizados e estão em comunicação, mas seria pouco prático e inútil pra qualquer um deles vir até o canto distante e aleatório em que vivemos.

Possibilidade 3: todo o conceito de colonização física é comicamente atrasado para uma espécie mais avançada. Uma Civilização Tipo II consegue usar toda a energia de sua estrela. Com toda essa energia, eles podem ter criado um ambiente perfeito para eles, satisfazendo todas as suas necessidades. Eles podem ter meios hiperavançados de reduzir a necessidade de recursos, e interesse zero em deixar sua utopia feliz para explorar um universo frio, vazio e pouco desenvolvido.

Uma civilização ainda mais avançada poderia ver todo o mundo físico como um lugar horrivelmente primitivo, tendo há muito dominado sua própria biologia e feito upload de seus cérebros para uma realidade virtual, um paraíso da vida eterna. Viver em um mundo físico de biologia, morte, desejos e necessidades pode soar para eles da mesma forma como nos soam as espécies primitivas vivendo no oceano escuro e gelado.

Possibilidade 4: há civilizações predatórias e assustadoras lá fora, e as formas de vida mais inteligentes sabem que não devem transmitir sinais e divulgar sua localização. Essa é uma ideia desagradável, mas que ajudaria explicar a falta de sinais recebidos pelos satélites SETI. Ela também significaria que, ao transmitir nossos sinais lá pra fora, estamos sendo novatos inocentes e descuidados. Há um debate envolvendo METI (Mensagem às Inteligências Extraterrestes na sigla em inglês; o inverso de SETI, que só escuta). Basicamente, deveríamos mesmo enviar mensagens para o universo? A maioria das pessoas diz que não.

Stephen Hawking adverte: “se aliens nos visitarem, o resultado pode ser parecido com a chegada de Colombo nas Américas, que não terminou bem para os nativos”. Mesmo Carl Sagan, que geralmente acredita que qualquer civilização avançada o bastante para viagens interestelares seria altruísta, não hostil, diz que a prática de METI é “profundamente imprudente e imatura“, e recomendou que “as crianças mais novas de um cosmo estranho e incerto deveriam ouvir em silêncio por um longo tempo, aprendendo pacientemente e tomando notas sobre o universo, antes de gritar para uma selva desconhecida que não conseguimos compreender”. Assustador.

Possibilidade 5: existe apenas uma única inteligência superior, uma civilização “superpredadora” (mais ou menos como os humanos aqui na Terra) que é muito mais avançada que todas as outras e mantém as coisas assim, exterminando qualquer civilização que ultrapasse um certo nível de inteligência. Isso seria um saco. Poderia funcionar se o extermínio de todas as inteligências emergentes fosse um desperdício de recursos, já que a maioria se mata sozinha. Mas, ultrapassado um certo ponto, esses super seres agiriam porque, para eles, uma espécie inteligente emergente se tornaria um vírus, conforme começasse a crescer e se expandir. Essa teoria sugere que a vitória é de quem foi o primeiro a alcançar a inteligência superior. Ninguém mais tem chance. Isso explicaria a falta de atividade lá fora, porque o número de civilizações superinteligentes seria 1.

Possibilidade 6: há muito barulho e atividade lá fora, mas nossas tecnologias são muito primitivas e nós estamos procurando pelas coisas erradas. É como entrar em um prédio de escritórios, ligar um walkie-talkie (que ninguém mais usa) e, ao não ouvir nada, concluir que o prédio está vazio. Ou talvez, como apontou Carl Sagan, pode ser que nossas mentes trabalhem exponencialmente mais rápido ou mais lentamente do que a de qualquer outra forma de vida lá fora. Ou seja, eles levam 12 anos pra dizer “oi” e, quando nós ouvimos essa comunicação, isso parece apenas ruído.

Possibilidade 7: civilizações mais avançadas sabem sobre nós e estão nos observando, mas se ocultam de nós (a “Hipótese do Zoológico”). Até onde sabemos, civilizações super inteligentes existem em uma galáxia controlada rigidamente, e nossa Terra é tratada como parte de um safári amplo e protegido, e planetas como o nosso estão sob uma estrita regra de “olhe, mas não toque”. Nós não estamos cientes deles porque, se uma espécie muito mais inteligente quisesse nos observar, ela saberia como fazer isso sem nos deixar saber. Talvez haja uma regra similar à “Primeira Diretriz” de Jornada nas Estrelas, que proíbe seres super inteligentes de fazerem qualquer contato aberto com espécies inferiores como a nossa, ou de se revelarem de qualquer forma, até que a espécie inferior alcance um certo nível de inteligência.

Possibilidade 8: civilizações superiores existem à nossa volta, mas somos primitivos demais para percebê-las. Michio Kaku resumiu isso assim:

Digamos que há um formigueiro no meio da floresta. Ao lado do formigueiro, estão construindo uma super autoestrada de dez faixas. E a questão é, “as formigas seriam capazes de entender o que é uma super autoestrada de dez faixas? Elas seriam capazes de entender a tecnologia e as intenções dos seres construindo a autoestrada a seu lado?”

Então não é que, usando nossa tecnologia, não sejamos capazes de receber os sinais do planeta X. É que nós não conseguimos sequer entender o que são os seres do planeta X, ou o que eles estão tentando fazer. É tão além de nós que mesmo se eles quisessem nos esclarecer, seria como tentar ensinar às formigas sobre a internet.

Seguindo essa linha, essa pode ser uma resposta para “se existem tantas exuberantes Civilizações Tipo III, por que ainda não entraram em contato conosco?”. Para responder isso, vamos nos perguntar: quando Pizarro chegou ao Peru, ele parou um tempo em um formigueiro e tentou se comunicar com ele? Ele foi magnânimo, tentando ajudar as formigas? Ele foi hostil e atrasou sua missão original só para esmagar e destruir o formigueiro? Ou, para Pizarro, o formigueiro era completa e absoluta e eternamente irrelevante? Essa pode ser a nossa situação nesse caso.

Possibilidade 9: nós estamos completamente enganados sobre nossa realidade. Há muitas maneiras pelas quais nós podemos estar totalmente iludidos em tudo que pensamos. O universo pode parecer ser de um jeito e ser de outro completamente diferente, como um holograma. Ou talvez nós sejamos os alienígenas e fomos plantados aqui como um experimento. Há até mesmo a chance de que sejamos parte de uma simulação de computador de algum pesquisador de outro mundo, e outras formas de vida simplesmente não foram programadas na simulação.

Conclusão

Conforme continuamos em nossa possivelmente inútil busca por inteligência extraterrestre, eu não tenho certeza o que queremos encontrar. Francamente, tanto faz saber se estamos oficialmente sozinhos no universo ou se estamos oficialmente na companhia de outros, ambas são opções assustadoras. É um tema recorrente em todos os enredos surreais acima: qualquer que seja a verdade, ela é de enlouquecer.

Além de seu chocante ingrediente de ficção científica, o Paradoxo de Fermi também me deixa profundamente humilde. Não só lembra que sou microscópico e minha existência dura uns três segundos, algo que me vem à cabeça sempre que penso sobre o universo. O Paradoxo de Fermi traz à tona uma humildade mais mordaz, mais pessoal, do tipo que só acontece depois de passar horas de pesquisa ouvindo os mais renomados cientistas de nossa espécie apresentando as teorias mais insanas, mudando de ideia e contradizendo um ao outro freneticamente. Ele nos faz lembrar que as futuras gerações olharão para nós da mesma forma que nós olhamos para os antigos, que tinham certeza que as estrelas estavam sob o domo do céu; no futuro, lembrarão de nós dizendo “uau, eles não tinham ideia nenhuma do que estava acontecendo”.

E ainda temos mais outro golpe à autoestima com todo esse assunto de Civilizações Tipos II e III. Aqui na Terra, nós somos os reis de nosso pequeno castelo, comandando os rumos do planeta mais do que qualquer outra espécie. Nessa bolha, sem competição e sem ninguém para nos julgar, é raro que sejamos confrontados com a ideia de sermos uma espécie inferior a qualquer outra. Mas não somos nem uma Civilização Tipo I!

Dito isso, toda essa discussão é maravilhosa para mim. Sim, tenho minha perspectiva de que a humanidade é uma órfã solitária em uma pequena rocha no meio de um universo solitário. Mas as hipóteses apontam que provavelmente não somos tão espertos como pensamos. Além disso, muito do que temos certeza pode estar errado. Tudo isso me deixa esperançoso em conhecer e descobrir mais, nem que seja um pouquinho, porque existem muito mais coisas do que nós temos consciência.

(Ver a secao de comentarios no Gizmodo)

Estávamos errados ao que acontece dentro do manto da Terra – diz cientistas

sexta-feira, maio 20th, 2016

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http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/est%c3%a1vamos-completamente-errados-em-rela%c3%a7%c3%a3o-ao-que-acontece-dentro-do-manto-da-terra/ar-BBsWg2w

Nota: Observar na figura abaixo que a formula da Matrix/DNA s e manifesta abstratamente, como um template holográfico ( O núcleo terrestre e’ F1, as correntes de convecção estão nas posições das outras partes. Claro, não acredito nem vejo razão do porque a formula iria se desenvolver internamente na Terra, a não ser no seu aspecto de luz-ondas, que já esta bem obvio. Se as correntes fossem de fato um desenvolvimento da formula, significaria que o núcleo da Terra seria dividido pois seria formula mais desenvolvida, e isso não faz sentido.)

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Diz o artigo:

O interior profundo do nosso planeta é um grande mistério científico. Nunca perfuramos mais do que alguns quilômetros abaixo da superfície da Terra, e assim geólogos dependem de medições indiretas e modelos para ter ideia do que acontece lá embaixo. O manto é uma camada de quase 3000 km de uma gosmas e rochas comprimidas, e a atividade convectiva dentro dele tem grande impacto na superfície da Terra.

Pela primeira vez, geólogos compilaram um mapa global dos movimentos chamados “correntes de convecção” dentro do manto da Terra. Eles descobriram que essas correntes estão se movendo até dez vezes mais rápido do que se imaginava. A descoberta pode ajudar a explicar de tudo, desde como a superfície da Terra muda com o passar do tempo à formação dos depósitos de combustíveis fósseis, além da mudança climática de longo prazo.

( para ler o artigo clicar no link acima)

Como e Porque um Pintinho e uma Gata na Terra imitam exatamente o Comportamento de um Planeta e uma Estrêla no Céu!

sexta-feira, dezembro 5th, 2014

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Please, see this video, and then, the explanation from the Matrix/DNA about why and how these scenes are happening here facing our eyes:

 https://www.facebook.com/video.php?v=737128136327770&set=vb.102313626475894&type=2&theater

 

Scenes like this one are more beautiful if you learn to see the world by Matrix/DNA perspective. Why any kind of animal babies are attracted to the harm of any living creature? Yet the creature could be a monster? Why and how Nature created here this kind of phenomena? Matrix’s explanation: these animals have yet strong genetics inheritance from our non-living astronomical systems. These genetics are the causes behind animals’ instincts. Lift up yours eyes to the sky and see yours ancestors. A star is like any mother, very busy on feeding its babies planets with its energetic nectar and worried to keep them protected and safe under her enormous gravitational wings. And planets, moons, floating in the free space, which is very cold, are searching a star for keeping surviving the germ of star they carries inside, so they search for falling into a star; gravitational orbit. Nature can not create anything new here that it have no information for. If it does, it should be magics and there are no magics. This little “bird” have no conscious knowledge about mothers and sons, but the whole bunch of atoms and cells that composes its body is searching an ideal warming environment and the bird feels it coming from the cat’s body. Matrix/DNA is the exercise of linking biological evolution to its ancestor cosmological evolution, finding causes and causes of causes till arriving to the Big Bang. The world becomes incredible and fantastic comprehensible and thousands times more beautiful.

O Mistério de Onde Veio a Água da Terra e Novas Informações Reforçam a Matrix/DNA Theory

segunda-feira, novembro 3rd, 2014

Novo “paper” cientifico sugere que a agua do planeta veio de antes da formação do sistema solar! Como seria isto possivel? O “paper” sugere uma explicação e vai abaixo copiado porque precisamos pesquisar detalhadamente cada elemento mencionado no artigo, por exemplo, o que é ” chondrites”.

Mas por outro lado a teoria de que a agua da Terra veio antes da formação do sistema solar é justamente a minha teoria feita a 30 anos atrás! Vou tentar escrever um comentario em ingles ( ai, ai) e postar no artigo, explicando porque e como a Matrix/DNA sugeriu isto:

Louis Charles Morelli – posted November, 03, 2014

That water came before the formation of solar system was suggested by the astronomical model from Matrix/DNA Theory. You can see it at Matrix/DNA website. But, then, the formation of solar system, accordingly to this model, is very different from the academic theory for formation of stars systems.

Why only Earth has this big quantity of water? My model suggests that astronomical bodies changes its shapes and composition over time like our own body do it, because both are under the process of vital cycles. Planets of this solar system have different ages. There is an age ( at about 4,5 billions years old) when all planets have water like Earth. And Earth is the unique planet just now with that age.

Planets were not formed together with a star, they came from the interstellar space, formed around spiral vortexes. They got their “geological layers” while escaping from the vortexes, where the temperature makes freezer dust as rock. When falling into a star’s orbit is the heat of that star that warms the ice making water. ( Ok:my problem is that I don’t know if this Milk Way is a galaxy from first or second generation, and this theory is about first generation).

 

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https://plus.google.com/+BrianKoberlein/posts

Brian Koberlein

Shared publicly  –  7:47 AM

Ancient Seas

For an inner planet, Earth is bountiful with water. The origin of that water has been a matter of some debate. One idea is that a combination of Earth’s strong magnetic field and distance from the Sun allowed Earth to retain much of the water emitted from rocks as the planet cooled. Another is that water came to Earth through cometary or asteroid bombardment. But now it seems the origin of Earth’s water is more complex and more interesting that we’ve thought.

Last month an article in Science showed that much of Earth’s water existed before the formation of the solar system. The authors demonstrated this by looking a levels of deuterium in terrestrial water. Deuterium is an isotope of hydrogen that has a proton and neutron in its nucleus, rather than just a proton. As a result, it’s almost twice as heavy as regular hydrogen, and this means the way it chemically reacts is slightly different from regular hydrogen.

Deuterium isn’t very common compared to hydrogen, and exists at about 26 parts per million. When the team measured levels of deuterium in the water of Earth and other solar system bodies, they found the water contained deuterium at about 150 parts per million. This is interesting, because deuterium water is more likely to form in interstellar space. Water formed in the heat of a young solar system isn’t likely to produce much deuterium water. Given measured deuterium levels, the authors calculate that about half of Earth’s water was produced in the depths of space, before the solar system was formed.

This month another paper in Science found that water arrived on Earth earlier than expected. In this paper the team compared chondrite minerals on Earth with chondrite asteroids, specifically ones that likely originated from Vesta. Chondrite asteroids have a high quantity of water chemically bound to them, and one idea is that they could have been the source of Earth’s water. When they looked at the chemical makeup of terrestrial chondrites, they found them to be remarkably similar. This likely means terrestrial chondrites were themselves the source of Earth’s water. If that’s the case, then Earth was likely a water world a hundred million years earlier than the bombardment model predicts.

So it seems that Earth’s seas are more ancient both in origin and composition than we once thought.

Image:  Kuyan Redman

Paper: Cleeves, L. I., et al. The ancient heritage of water ice in the solar system. Science, 345 (6204), p. 1590 – 1593 (2014)

Paper: Sarafian et al. Early accretion of water in the inner solar system from a carbonaceous chondrite–like source. Science, 346 (6209) p. 623-626 (2014)

A Interpretação do que é este Planeta Influi na Interpretação de suas Mudanças

sábado, outubro 4th, 2014

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20 Things You Didn’t Know About… Inner Earth

http://discovermagazine.com/2013/jan-feb/20-things-you-didnt-know-about-inner-earth

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Gary Hincks/Science Photo Library

Esta é uma das importâncias das teorias e modelos astronômicos bem calculados. Que as próximas gerações cantem o nosso sucesso ao invés de chorarem amargamente o nosso fracasso, dependerá em muito do erro ou acerto das nossas teorias. Eu jamais me imaginei elaborando uma teoria astronômica mas não houve como não cair nisso ao estudar a biosfera na selva amazônica. Um dos principais princípios aplicados nessa elaboração foi a aposta de que a Vida neste planeta é unicamente produto da evolução deste planeta em seu sistema astronomico, portanto, quando temos perguntas sobre o planeta que não são evidentes, olho para a cria para calcular como deve ser o criador.

Então, o que o seu corpo faz, inconscientemente, e o que você faz, conscientemente, quando vírus te atacam e te fazem ficar doente? A resposta para isso é a mesma para a pergunta: “O que um astro natural faz inconscientemente quando qualquer elemento minusculo invasor começa a tentar alterar seu equilíbrio? As simples fôrças físicas naturais repelem partículas de força desequilibrantes (seres humanos?) pelo simples existir do processo atração/repulsão. Mas se estas minusculas forças invasoras forem seres vivos? Ora, o planeta não quer saber se quando são repelidos, morrem no evento.

É preciso então urgente investir tudo o que puder-mos na busca desesperada de conhecimento sobre o que é na realidade este planeta, se somos nós, com nossas atividades, que estamos causando o aquecimento global. É insano tampar cada vez maior superfície dele com asfalto, cimento, sem saber se isto altera o fluxo de suas linhas de força magnéticas, se ele respira com sua atmosfera e estaríamos cortando esta respiração, etc. e etc. É preciso ter esse conhecimento antes de decidir fazer qualquer obra, é preciso que sintonizemos nossos comportamentos e ritmos com as leis do planeta, que dancemos a musica tocada pela orquestra do planeta, senão ele vai arrebentar e mover todos estes asfaltos e cidades de cimento. Um mesmo tipo de bactéria pode ser benéfica ou ser maléfica ao nosso corpo, tudo depende do comportamento dela. Este planeta tem sua “vida”, ele está se transformando pois o sistema solar em que ele está se transforma, e ele vai permitir nossa existência agarrados em sua pele apenas se não atrapalhar-mos suas transformações.

Você não pode delegar esta extrema responsabilidade para outros humanos que sequer conhece. Você sabe que existem humanos ainda dominados pelo instinto animalesco. Eles não querem saber por exemplo que o subúrbio de uma metrópole já está um caos devido muita gente comprimida num pequeno espaço, eles querem construir ali mais um edifício porque isso lhes trará lucro. Talvez você não saiba que os “especialistas” em planetas, mais conhecidos como “geólogos”, não sabem na verdade nem do que é composto o núcleo deste planeta, e seus raciocínios sobre a história de formação e estado atual deste planeta é mais errada do que a ignorância dos não-especialistas, pois estão baseados numa teoria com modelo astronomico totalmente errada ainda, assim como nossos antigos estavam ao acreditarem na terra plana, no Sol girando em volta da Terra, etc. Portanto, não há para quem delegar esta responsabilidade sobre sua própria vida e a de seus herdeiros, você tem que estudar o problema e tambem tomar atitudes nas discussões e atos insanos como é construir mais residencias e mais shoppings onde não cabe mais gente.

O conhecimento total de qualquer objeto exige que o observador se mova entre duas posições, ao menos: vê-lo de dentro para fora e de fora para dentro. Mas esse “fora” não é se colocar na superfície ou mesmo subir na estação espacial a 10.000 milhas. É preciso vê-lo em que contexto está inserido, o contexto que o formou e o mantem. Isto significa considerar o sistema solar, e quiça, a Via Látea.  Sem ter noção mais segura do que são estes sistemas astronômicos, como são suas origens e fins, nada feito. Então para se introduzir no tema, é preciso começar por se informar do que a Ciência sabe de fato, o que é fato real comprovado, e separar isso do que é teoria. À parte deve-se apenas ler com pensamento critico as teorias existentes feitas por quem obteve os dados, e já pensou muito no assunto. É preciso identificar as “des-teorias”, boatos espalhados pelos predadores humanos para conseguirem aprovação aos seus animalescos projetos de lucro. Exemplo disso agora é esse debate sobre quais seriam as causas da atual observada mudança climática, onde um grupo “jura” que estas causas são provocadas por humanos e outro grupo insiste que as causas são puramente naturais.

Dentre estas teorias e modelos astronômicos englobando este planeta existe uma a mais, que este autor elaborou, e por ser sua obra, ele acredita que ela está mais próxima da verdade que as outras teorias, os outros modelos. Mais correta inclusive que o modelo atual aprovado pela academia dita “cientifica” e ensinado nas escolas. Mas tambem os modelos da Terra como uma chapa plana boiando no espaço, do Sol girando em volta da Terra, da configuração dos astros no céu serem imutáveis, etc., foram os modelos aprovados e ensinados nas escolas em suas épocas. Na realidade ainda não ninguém sabe quase nada, pois ninguém foi no núcleo da Terra e começou a ver de dentro para fora, ninguem foi fora do sistema solar e acima da galaxia para ver o planeta de foras para dentro, e ninguém assistiu as formações de galaxias, sistemas estelares e planetas.  Os modelos e teorias dependem de como está configurado as conexões entre neurônios num cérebro, existem oito bilhões de configurações diferentes entre si, o que torna inevitável que sejam produzidos oito bilhões de modelos diferentes se todos os cérebros se dedicarem ao tema, o seu cérebro é um deles, o ultimo modelo mais próximo da verdade seria aquele resultante da discussão do confronto entre os 8 bilhões de modelos tendo-se na mesa presente os fatos reais comprovados para ajudar cada cérebro a se auto-corrigir em seu modelo porque lhe faltava a informação comprovada tal e qual. Tire seu modelo da discussão e com certeza o modelo final que sairá da discussão global será em algum ponto errado. Claro: todos os cérebros foram feitos pela Terra que os brindara com alguma experiencia unica, especifica, e apenas o conjunto de uma obra revela a verdade do que é o artista. Por isso trago o meu modelo a publico e vou lutar por ele com unhas e dentes, sem ignorar os outros 7,99 bilhões de modelos. Eu posso ser nada, um zé ninguem, um pé rapado, um micróbio se arrastando num planeta, uma inutilidade que amanhã morre e desaparece para sempre, mas eu sou uma crença ambulante, a qual produz um código moral que norteia minhas atitudes enquanto arrasto minha carcaça, e esta crença me faz ter um alvo supremo, o de que as minhas futuras gerações vão cantar o meu sucesso. O resto… é o resto… e vou tirando de letra.

Por isso busco o noticiário e primeiro leio uma noticia como a do link acima antes de ver por exemplo, a sessão de esportes. Tem alguma informação nova na noticia? O que ali dito é fato comprovado e o que é teoria? Se esta figura acima for o modelo real, qual será a causa destas bruscas mudanças do clima? Será mero evento repetitivo nas longas eras de fluxo e refluxo da orbita do planeta, e portanto nada temos a ver com isto, nada podemos fazer a respeito, ou será a fuma;ca das chaminés produzindo mais carros a petróleo do que trens e navios?

As configurações dos cérebros chegam a serem muitos diferentes entre si. Alguns cérebros optaram por buscar ver cada mais o extremamente pequeno e o extremamente grande para então construir seu modelo do Universo, e dentro dele suas interpretações de tudo que ele contem, como galaxias e a Vida. O cérebro deste autor produziu um método diferente: buscou conhecer na selva virgem o estado real do ultimo produto deste planeta e seu sistema astronomico, que é a vida biológica, e aplicando a regressão das leis da evolução foi descendo no tempo passado para construir seu modelo do Universo e interpretar as coisas que ele contem. É claro que os dois modelos tem mais erros que acertos pois todos estão muitos distantes dos fatos e eventos reais, mas é salutar comparar as diferenças entre os resultados dos dois métodos, visando um terceiro e melhor modelo.

Mas e então? O meu modelo concorda com a figura, o modelo acima? O que o meu modelo está sugerindo sobre as mudanças naturais? É natural ou “man-made”?

Em primeiro lugar, o meu método nos leva a lembrar um fato real na História Natural, que todos os outros 7,99 bilhões de cérebros se esquecem de notar. A célula viva tem dois processos para sua formação, e não apenas um, e todo mundo parece se esquecer disto. Primeiro foi a célula original, formada por simbiose entre quase-micro-organismos e moléculas esparsas, como as organelas e filamentos de RNA, proteínas, etc. O segundo processo foi quando a célula se fixou numa forma e a partir daí as outras foram formadas por reprodução da já existente. Mas e a galáxia? São formadas por um único processo – segundo o modelo oficial acadêmico e todos os outros conhecidos fora da academia. O meu cérebro foi configurado de uma maneira a pensar que a matéria burra e estupida deste planeta não pode criar nada que nunca existiu antes. Nem mesmo o Universo pode criar mais novas informações do Nada, por simples mágica, alem daquelas que estiveram presentes no seu primeiro momento. Se um Deus criou o mundo, Ele criou por magica todas as informações e não poderia ter delegado este poder magico para o mundo criar novas informações… pois o mundo sairia de Seu controle. Então, se na terra vemos um novo tipo de sistema natural surgir por dois processos de formação, é porque dois processos de formação é a regra, e não inventado por magica do Nada, e nem resultado do simples acaso.

Bem… o meu método regressivo terminou por sugerir como foi o processo de formação dos primeiros sistemas astronômicos, originais. Em si já é um modelo muito diferente do que o modelo aprovado oficialmente pela academia. Mas os fatos reais comprovados não podem destruir este modelo. Segundo, , eu tomei o cuidado para não sair afirmando que este é o único processo de formação. Tem que haver outro. As galaxias modernas são formadas por reciclagem, ou reprodução, das galaxias antigas e desaparecidas. E assim acontece com seus sistemas internos estelares, seus astros, como o planeta Terra. Para entender o que é este planeta, é preciso primeiro saber se esta ainda é uma galaxia original ou se já é de segunda, ou terceira geração. É preciso calcular como o primeiro processo de formação, por simbiose de astros esparsos existentes nos primórdios ( uma ideia escandalosa para quem foi condicionado a crer no modelo acadêmico, mas o modelo acadêmico acredita que o produto final desta evolução desde o Big bang, que é a Vida na Terra, surgiu por magica fora da lógica desta evolução, portanto é um modelo suspeito, ao menos, para o meu cérebro) se transformou para o segundo processo, de simples reprodução do já existente. E eu ainda não tive tempo para fazer estes cálculos. Portanto não tenho um modelo final para apresentar e nele me apoiar para entrar na briga com a energia necessária.

Faltam mais dados, mais informações. Tanto para mim como para todos os outros modelos. O planeta ainda é um mistério, a ser solucionado unicamente pelo método cientifico.

Podemos por o planeta inteiro dentro de uma caixa plastica, de asfalto, se a superpopulação continuar neste ritmo de crescimento. Ou podemos fazer apenas duas estradas asfaltadas numa nova área, como uma rede deixando espaços para o contato entre a terra e o mundo externo. A decisão depende da crença de cada um: a terra se comunica com o mundo externo, trocando forças invisíveis a nós, como o magnetismo, a gravitação, etc.? Ou nada existe disso? É uma aposta de extrema responsabilidade. Dela dependerá o sucesso ou fracasso da Humanidade. Mas em todo caso, já sabemos de antemão qual a causa da terra estar sendo coberta por asfalto e cimento: é a superpopulação e o estilo consumista individualista. Nós estamos entrando na aposta quando nada fazemos para impedir o crescimento e/ou obrigar a redução da população. Eu acho burrice entrar numa aposta sabendo que se perder vou pagar muito caro, talvez até mesmo vai me custar a vida. Não entro de maneira alguma. Por isso, enquanto brigam os que acreditam em seus modelos, eu não entro em nenhum partido, mas concentro toda minha energia a tacar a superpopulação, exigindo a todo momento medidas que elimine este fenômeno.

Porque temos neste momento 8 bilhões de tesouras, se tenho certeza que neste momento não estão sendo usadas nem 100 milhões delas? Porque temos 1 bilhão de veículos neste momento se as pessoas sendo transportadas neste momento poderiam fazê-lo em 10 milhões? Isto está tudo errado e tem que ser tudo mudado.

Vídeo da Terra Respirando: Uma idéia do Cosmos Vivo da Matrix/DNA

domingo, novembro 6th, 2011

Há 3,5 bilhões de anos atrás a Terra era como um bebê pelado, apenas oceanos e continentes áridos com rochas e areia. Hoje a Terra tem uma cabeleira verde e pulula à noite de luzinhas de faróis de carros carregando humanos! Isto porque, naquela época coincidiu de tôdas as fôrças naturais do Universo terem convergido para cá, e estas fôrças carregavam o processo da evolução que iniciara com o Big Bang. Foi um evento incrível que aconteceu nas lamas e pãntanos das orlas das praias e beiras de rios. Primeiro, se a Lua não tivesse chegado e fixado residência aqui, as águas nào se moveriam para chacoalhar a sôpa primordial e misturar os elementos de mil maneiras até que resultassem em moléculas orgãnicas. Êsse chacoalhar e misturar era feito no céu pelos buracos negros, os rodamoinhos nos centros das galaxias, para gerar novos astros, mas aqui não era possível reproduzir buracos negros. A maré indo e voltando, a luz solar indo ao anoitecer e voltando no raiar do dia, a temperatura esquentando e esfriando pelas estações, enfim, tôdas as fôrças estavam aqui representadas em suas duas alternativas extremas, trazendo o dualismo criador, porque tudo o que o Universo tinha desenvolvido era necessário para para dar êsse maior salto evolutivo, a geração da Vida biológica, que levaria ao cérebro humano, no qual emergeria a consciência, primeiro, consciência da própria existência de pequenas partes altamente evoluídas do corpo do Universo, mas já com a meta suprema de se tornar a consciência da existência do Universo inteiro, a qual, sómente nêste tamanho e grandeza, terá capacidade para se comunicar com uma consciência que o aguarda além dêle.
O vídeo acima já é um inicio do despertar da inteligência humana na percepção do vitalismo que move corpos como a Terra, cuja aparência simples de mera esfera constituída de matéria comum nos enganou até ontem. Parabens aos autores do vídeo!

Novidade! Descoberto planeta que vive com os pais, ao invés de ter uma mãe solteira como a Terra!

sexta-feira, setembro 16th, 2011

O planeta está numa órbita em torno de um par de estrêlas que giram uma em torno da outra! Eu jádisse que ainda vamos ter muitas surprêsas no Cosmos, segundo os modêlos da Matrix/DNA sugerem. Tudo é possível, por isso, votem em mim para presidente que prometo por mais um sol em nosso céu, para ter-mos 24 horas de luz diurna, poder trabalhar as 24 horas e ganhar mais dinheiro… (glup!…)

A noticia está em:

THEGUARDIAN – SCIENCE
http://www.guardian.co.uk/science/2011/sep/15/star-wars-planet-kepler16b-tatooine

‘Star Wars’ planet discovered with two suns

E a seguir, meu comentário postado no artigo:

LOL! Then, we have a planet living with a couple of parents, instead living with a single mother like Earth! I should appreciate to see any cosmologist advocating the Cosmological Academic Model, calculating how was this star’s systems formation, accordingly their model. How a nebulae of dust could forming such thing?

In another side, The Matrix/DNA cosmological models are safe: the biggest star is really an old star, the smallest is a pulsar going to be a supernova, and the planet was a lonely planet formed outside that initial dust, merely captured in their orbit.