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quarta-feira, setembro | 1 | 2010
Artigo publicado no ScienceNews sugere que as esponjas são a base da evolução animal. Porem elas surgiram já com 18.000/30.000 genes! Genes são armazenadores e processadores de informações, portanto não deve existir gene sem informação estocada nêle. Então pergunto: eram informações sôbre o que?
Bem…, pode ser informações sôbre si próprios, ou seja desde que surgiu o primeiro gene até a molécula somar os 18.ooo, o qual seria praticamente o registro da história de milhões ou bilhões de anos da biogênesis mais a história da evolução dos seres unicelulares. E ainda podemos supor que as esponjas descendem de algum tipo de vegetal primitivo, o qual seria a fonte de mais informações.
Mas a Teoria da Matriz está sugerindo outra coisa: são tôdas as informações acima, mais as informações do planeta Terra no papel de LUCA, mais tôdas as informações da Evolução Cosmológica desde o Big Bang.
O artigo tem pontos importantes a serem reestudados quando tiver-mos tempo:
1) O cancer só existe nos seres multicelulares. Não existem naqueles que permaneceram unicelular. Então é preciso focalizar LUCA como “unicelular” e cuja multiplicação era mera auto-reciclagem, para lembrar que o multicelularismo foi uma invenção na Terra. Porem a diferenciação celular indica que a invenção visava apenas ampliar as partes de LUCA para assim permitir a livre produção da complexidade. Talvez as células cancerosas seriam aquelas que resistem à diferenciação? Qual o fator inibidor da diferenciação?
2) Uma intuição inquetante me ocorreu quando lia dois artigos cruzados – êste artigo e o outro sôbre fractais ( vide aqui Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz) . Teremos que pesquisar isto, parece-me muito importante. Pois aqui os pesquisadores dizem:
” Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.”
E numa resposta a um comentário meu no artigo de fractais o autor explica:
” Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.”
Não seria o caso da causa da esponja enfatizar a produção da kinase para unir proteínas entre si e assim resolver o problema da tendência dos átomos em criar espaços vazios entre si?! Pois basta ver uma esponja para “sentir” como a Evolução deve ter-se sentido ao ver e apalpar aquêle corpo que era na época o tôpo da evolução, a sua obra mais aprimorada. Era muito mole, quase informe e sem a consistência necessária para desempenhar as funções que o sistema biológico teria que assumir. Para tanto ela rebuscou nos ancestrais astronomicos todos os elementos e mecanismos que serviram para preencher espa;cos vazios e unir matéria, e trouxe-os todos para a pilha de nucleotídeos que era o DNA da esponja. Foi uma operação de emergência. Necessitando concentração de fôrças e recursos. Por isso a quantia exagerada de 705 genes para produzir o elemento colante, denominado kinase. Depois que estes genes trabalharam e transformaram a esponja na espécie seguinte, menos “esponjosa”, mais consistente, o aparato exagerado reunido na forma de 705 genes deixou de ser necessário, o que os fêz atrofiarem nas espécies seguintes… Então qual o problema dos pesquisadores? O que eles não estão vendo aqui? Seja como for, “ufa!”, esta novidade trouxe farto material novo para expandir nosso entendimento da coisa tôda.
Vamos ao artigo em ScienceNews ?
http://www.sciencenews.org/view/generic/id/61805/title/Sponge_genes_surprise
Sponge genes surprise
Primitive animals have untapped genetic potential
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Scientists have deciphered the genetic makeup of a sponge, shown here living inside a coral, and have found that these primitive animals are surprisingly complex. The common ancestor of all animals may have resembled a certain absorbent, yellow, porous someone who lives in a pineapple under the sea.
The evidence lies in the genes, not the pants.
A complete genetic catalog of the sponge Amphimedon queenslandica suggests that the first animals already had a complex kit of genetic tools at their disposal. Sponges harbor between 18,000 and 30,000 genes — roughly the same number as humans, fruit flies, roundworms and other animals, an international team of researchers reports in the Aug. 5 Nature.
Comparison of the sponge’s genetic blueprints with those of other animals reveals that sponge genes are lined up in the same way as those of other animals. Analyses in the new study also support the idea that sponges form the base of the animal branch of the evolutionary tree, says April Hill, an evolutionary developmental biologist at the University of Richmond in Virginia who was not involved in the work.
“That makes them a pretty important group,” Hill says.
Recently, some scientists had suggested that comb jellies, not sponges, were the first multicellular animals (SN: 4/5/08, p. 214).
Sponges don’t make certain types of organs, such as muscles, nerves and epithelial tissues like skin or gut linings, which help form a barrier to the outside world in more complex animals. Yet proteins that nerve cells use to communicate and connect with each other are among those encoded in sponges’ genes, the researchers say. So are proteins needed for epithelial tissues. Sponges also have some genes that are important in other animals for helping the immune system tell an animal’s own cells apart from foreign cells.
“The thing that really captivates me the most is that so many gene families evolved between the unicellular organisms and the animals,” says Hill. “You see a lot of innovation.”
One thing that really struck researchers, says lead author Mansi Srivastava of the Whitehead Institute in Cambridge, Mass., was that genes shared between humans, sponges and other animals are some of the very genes involved in cancer. “So cancer is really a disease of multicellularity,” she says. “Cancer arises when multicellularity is interfered with.”
Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.
Tags: Esponja, esponjas, genetic blueprints, kinase Postedo na Evolucao, origem da Vida | Sem Comentários »
terça-feira, agosto | 24 | 2010
Há 10 bilhões de anos atrás, tôda a natureza universal se resumia a uma nebulosa informe de átomos, leves, simples. Passado êstes dez bilhões de anos, a nebulosa se transformou em cavalos, macacos e homens, dos mesmos átomos. Não pense nisso, pois este tem sido o maior pesadelo para os pensadores em todos os tempos. A não ser que… o pesadelo tenha terminado porque a trama tôda foi descoberta. E o responsável, desmascarado.
Será que – se reproduzir-mos aquela nebulosa no espaço sideral – e misturar-mo-la de tôdas as maneiras possíveis, e depois misturar-mos as misturas resultantes, fazendo isso por outros dez bilhões de anos, vamos obter cavalos, macacos e homens? E auto-consciência? Ou iríamos obter outras coisas inimáginaveis, muito complexas?
O fato é real. Aconteceu. Temos aí os macacos para todo mundo ver e comprovar por si próprio. Naquela nebulosa só existiam quatro ou seis tipos de átomos, os chamados leves, porque só formam gazes, como o hidrogênio, o hélio. Os átomos mais evoluídos, pesados, com mais de seis prótons e elétrons só foram formados depois, quando da nebulosa surgiram as estrêlas. Naquêles gazes estavam os macacos, os cavalos, os homens de hoje, fragmentados em seus rudimentos materiais. Mas como?!
Estavam lá, todos os ingredientes, os princípios, os mecanismos, os processos, que hoje existem no corpo humano. Porque a Natureza não é mágica. Ela não pode criar algo do nada.
Os modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA nos levaram a descobrir como uma arquitetura natural ganhou um grau a mais de complexidade. Era tudo o que precisávamos saber. Sabendo como foi um passo, sabemos como foram todos os outros, porque são todos iguais.
A solução do supremo mistério estava num conceito: sistemas. Um novo sistema natural se forma quando vários diferentes sistemas formados anteriormente se juntam por atração simbiótica e tornam-se partes de um único novo sistema. Ora haviam seis tipos de sistemas anteriores naquela nebulosa, seis tipos de átomos, era tudo o que precisava para da nebulosa surgir não um novo átomo, um sétimo átomo, mas sim um novo tipo de sistema nunca surgido antes. Assim a nebulosa tornou-se uma massa composta de fragmentos, todos idênticos. O novo sistema chamava-se “astro”.
Mas teria piorado a situação para cavalos e homens? Pois para êles aparecerem no mundo 10 bilhões de anos depois, seria muito mais conveniente uma sôpa primordial rica com variedade de ingredientes que uma massa homogênea que nem sôpa conseguia ser. Ledo engano. O novo sistema continha um segrêdo poderoso: Ciclo Vital! E isto criou da simplicidade singular daquêle princípio, da nebulosa de um unico ingrediente, uma nova nebulosa portadora de grande diversidade de novos sistemas. A História que iria no futuro produzir cavalos, estava salva e continuava sua marcha.
O flagrante em que descobrimos a Natureza trabalhando na surdina e na escuridão da noite aconteceu justamente quando pegamos um astro imóvel, parado no espaço, sideral. Mas movendo-se em relação ao tempo. Como isso é possível? E em que isso cria do nada um novo grau de complexidade?
Sistema é um conjunto de partes diferentes conectadas num circuíto simbiótico. As partes não ficam imóveis num sistema. Quando menos moventes, elas vibram. E assim emitem radiações pelas quais perdem fragmentos de si mesmas. Os fragmentos podem ter dois destinos. Primeiro: partes que não são vizinhas num circuíto se misturam e formam novas menores arquiteturas, as quais são diferentes de tôdas as partes. Um exemplo disso é como surgem os tumores no corpo humano. São novas arquiteturas diferentes de tudo que existia antes no corpo e de todas as partes que constituem o corpo. Segundo: os fragmentos se misturam mas não se conectam, arquitetura não é constituída, perfazem uma substância radioativa etérea, abstrata, como um campo magnético.
Acontece que estas novas arquiteturas e/ou substâncias se constituem em novas informações que não existem em nenhuma das partes. Por isso dizemos que um sistema é formado pela soma de tôdas as informações de tôdas as partes, mais uma pequena quantidade de informações que excede a soma de tôdas as partes.
Existem tumores malignos, tumores neutros, mas também existem os benignos. E justamente um novo sistema possuidor de um tumor benigno pode salvar o sistema de um ambiente em colapso em que contra-informações eliminam tôdas as suas simétricas informações, menos aquelas que não existem no ambiente. Um exemplo? Quando um meteórito imenso caiu na Terra e levou a biosfera ao seu colapso, dinossauros desapareceram porque dinossauros possuíam em seu corpo as mesmas informações que constituem a biosfera. Mas havia um réptil menor, denominado cynodonte, cujo corpo, por uma anomalia, havia desenvolvido uma espécie de tumor: os ovos que todos os seres vivos antes dêle e até os maiores que ele, como os dinossauros, botavam fora, ficaram entalados em seu corpo e fêz crescer uma nova protuberância, que mais tarde se tornaria o sistema reprodutor mamífero. O cynodonte salvou-se.
Restam ainda três proposições feitas aqui anteriormente, a serem esclarecidas. Como o astro primordial apresentava um ciclo vital? Como pode um corpo parado num ponto do espaço estar se movendo em relação ao tempo? Como uma unica espécie de sistema natural, um unico cêpo primitivo comum, pode reproduzir-se numa imensa variedade de novas espécies?
Vamos ver um exempo conhecido por todos de como um unico sistema forma um novo diferente sistema. O sistema unico que vamos usar como exemplo é… você. Isso mesmo: “vósmicê”, em pessoa! Você é um corpo formado de partes conectadas entre si cada qual executando uma função diferenciada e todas ligadas a um nucleo central, denominado “cérebro”. Logo você é um genuino sistema. Mas seu corpo apresenta uma particularidade interessante: êle muda de forma a cada segundo, pois a cada segundo morre ao menos uma célula a qual é reposta, porém, óbviamente a repositora será diferente em algum minimo detalhe da ancestral, já que não existem duas células exatamente iguais. Quando ao invés de observar-mos seu corpo em termos de segundos, expandir-mos o tempo dos intervalos das observações para anos, veremos como as pequeninas mudanças invisiveis acumuladas produzem grandes mudanças visíveis. Assim seu corpo é, numa observação, uma massa informe chamada “mórula”, noutra observação uma blastula, depois um feto, um embrião, um bebê recem-nascido, uma criança, um adolescente, um adulto, um idoso, e… desculpe-me… um cadáver. Que enorme diferença existe entre um bebê chorão e um adulto campeão da maratona olimpica… claro, daquela realizada em casa, apenas entre a familia. A diferença entre as fotos de um bebê e de um adulto humano é tanta que um hipotético extra-terrestre feito de ferro e aço e uma unica forma fixa, jamais acreditaria que as duas fotos são de um mesmo unico individuo.
Mas os seres humanos criaram um novo sistema, natural, ao qual denominamos, sistema familiar. Um sistema familiar exemplar, perfeitamente funcional como sistema, completo, teria que ter no minimo sete formas de corpos humanos: a mulher gravida (garantindo a re-criação), o bebê ( garantindo a perpetuação), a criança ( garantindo o crescimento), o adolescente (garantindo a maturação) o homem adulto (garantindo a manutenção), o idoso (garantindo o armazenamento das informações), e o cadáver (garantindo a mutação). Isto é um sistema-matriz, elo entre sistemas, elemento chave da evolucão.
Porem, um unico individuo não poderia ser transformado e tornado-se o novo sistema, familiar, porque estas sete formas não podem ser fixadas no espaço, separadamente. Então para resolver êste problema são criadas várias cópias da mesma espécie, porem em tempos diferentes, de maneira que inevitavelmente estarão combinadas num mesmo ponto do espaço, sob um mesmo teto, as sete diferentes formas. Assim aconteceu que aquela unica espécie de criatura existente numa nebulosa a 8 bilhões de anos atras, que poderia estar imóvel no espaço vazio sideral, estava movendo-se em relação ao tempo. Mudando de forma. Mas falamos em espécie. Uma espécie compreende um sem numero de iguais individuos. Iguais entre aspas, porque eles contem um segrêdo: mudam de forma. De maneira que num dado momento, num dado ponto do espaço, existam sete diferentes formas. Fixadas.
Em relação àquêle astro, a natureza aplicou mais um truque magistral. É claro que um unico individuo humano não poderia ter gerado as sete partes do sistema familiar, unicamente porque êle ou ela apresenta as sete formas de um unico genêro sexual, e vimos que o sistema familiar completo é composto dos dois sexos. Como a Natureza resolveu êsse problema? Os modêlos da Matriz encontraram a resposta: o “danado” era hermafrodita!
Ora, existe uma força de conexão natural entre as diferentes formas de um mesmo individuo. Na criança está programado o adolescente. No adolescente jaz a criança. Existe uma ponte invisivel entre a criança e o adolescente que ela será no futuro. Uma ponte invisivel porque constituida de tempo, o qual ninguem vê. Mas quando uma criança que veio do bebê X é colocada perto de um adolescente que veio do bebê Y, da mesma espécie, a ponte invisivel pode tornar-se num fenômeno sistêmico: simbiose. Aquêle velho fenômeno que Margullis suspeitou ser responsável por ter juntado diferentes micro-organismos, denominados organelas, num unico sistema, o celular.
Foram esclarecidas as proposições referentes ao ciclo vital, ao aumento de um grau de complexidade, ao corpo movente parado no espaço? Se sim, está explicado como a Natureza tirou da simples nebulosa de atomos gazozos do principio as figuras de cavalos, macacos e homens. Tal como o mágico tira coelhos da cartola. Que de magico, bem o sabemos, não tem nada: tudo não passou de um engenhoso truque. A Natureza foi pêga em flagrante executando seu maior truque universal, o pseudo mágico foi desmascarado, graças aos modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA.
Mas a mesma Matriz está apontando para alem daquela nebulosa de átomos do principio, para um ponto antes mesmo de acontecer o Big Bang. E sugerindo que todo êste Universo é uma genética reprodução de um sistema que existia antes, ou existe ainda, e talvez exista aos milhões. Se for verdade, cavalos, macacos, homens, auto-consciência, tôdas estas maravilhosas arquiteturas complexas que vemos hoje, estavam programadas muito tempo antes, naquêle sistema. Sinal de que vai começar um novo tipo de pesadelo para os pobres pensadores.
Tags: cavalos, complexidade, homens, macacos Postedo na Evolucao, Filosofia | Sem Comentários »
segunda-feira, agosto | 23 | 2010
Um comentário no site abaixo suscita uma nova e importante questão:
TED Ideas Worth Spreading
no enderêço:
http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html
Nathan Zimmerman (0) -2
May 1 2007: “If the teleological argument implies god, denial of the teleological argument does NOT imply denial of god. Dawkins very much annoys me on this point, whenever he takes up philosophy he just seems to become illogical and mean-spirited.
Furthermore, evolution shows HOW not WHAT. What I mean when I say this is basically the old Cartesian point that “gravity” is merely the measured speed at which things drop–we don’t know if/what causes such an action. The same is totally possible about evolution and Dawkins simply fails on this point.
I’m tired of simple minds simply accepting what Dawkins has to say and thinking him the arbiter of rationality–there’s a reason why philosophers by and large do not respect his work. It isn’t rigorous.”
Comentário da Matriz:
Realmente não sabemos o que é essa fôrça alcunhada de Gravitação Universal, ou Fôrça Gravitacional. Basta ler o capítulo “Gravidade” na Wikipédia para se notar que tôdas as teorias a respeito apresentam problemas e não existe consenso. Mas quando o autor do post acima sugere que gravidade é apenas um método de medição e Evolução também, êle traz uma inquietante novidade ao pensamento. Claro, não tenho o gabarito dos especialistas para tratar dêsse problema, mas surge-me algumas idéias aqui. Evolução seria a medida da complexidade? Mas evolução é um processo, o qual apresenta regras (variação, seleção, hereditariedade, na Teoria Darwinista e na Teoria da Matriz são estas três mais as quatro variáveis acrescidas pelos modêlos). Seria a Gravitação tambem um processo?! Quais as regras?
O assunto me caiu pesado e sonante porque a idéia de que Evolução não é uma fôrça real, que seria apenas um conceito humano para denominar uma sequência de fatos observados, agita a Teoria da Matriz. Foi ela, a única no mundo até êste momento, que disse que evolução não existe de “per se”, que ela é apenas um processo contido dentro de outro processo maior: reprodução. E os modêlos argumentam: hipotéticos micróbios vivendo dentro da barriga de uma gravida e assistindo o desenvolvimento gestacional de um novo ser, mas sem saber que trata-se de um ser e julgando que o mundo, o universo é apenas o interior da barriga, juraria de pés juntos que existe evolução e que estão assistindo a evolução em marcha. Mas nós que estamos fora e além do universo dêles sabemos que não se trata de evolução e sim, reprodução. Para completar, os modêlos sugerem que êste nosso universo é um processo genético onde está sendo reproduzido o sistema que o gerou.
Tanbém muito se usa a palavra entropia como se fôsse muma fôrça real. Na verdade entropia é o nome da medida do processo da degeneração. Vamos ser chatos e analizar isto. O metro também é o nome de um sistema de medidas. Se dizemos que algo está evoluindo, deveríamos dizer que algo está “metrando”? Ou entropizando? Ou gravitacionando? Não faz sentido. Existe algum problema com a palavra “evoluindo”. Devemos dizer que algo está aumentando de tamanho e não metrando. Então deveríamos dizer que algo está aumentando em complexidade, nunca dizer “evoluindo”? Como também devemos dizer que algo está acelerando a degeneração, nunca “entropizando”.
Este tema parece ser um beco sem saída, inútil pois não prodiziria nada prático. Para que discutir semântica? Ocupação para filósofos desocupados? Talvez não. A Teoria da Matriz fêz questão de desbancar a palavra “origem”. Origem dá a idéia de que algo surge onde antes nada havia ali ou não havia nada parecido com o que surgiu. Então diz-se “origem do universo”, “origem da vida”. Mas não existem ocorrências fora da longa sucessão de causas e efeitos naturais. Se existisse seria algo sobrenatural. E aqui está o veneno contido na palavra: daqui nascem e aqui se apoiam as religiões, as místicas, as fantasias.
Devemos então começar a pensar melhor nessa palavra “evolução”? Qual o final efeito dela na mente humana? A princípio eu responderia correndo: só pode ser benéfico pois ensina que existe progresso e desperta o homem para ser progressista. Mas todo criacionista também respode correndo que a palavra origem só pode ser benéfica porque desperta o homem para a existência do sobrenatural, de Deus. Se o criacionista está errado, se a palavra origem desmotiva o homem a procurar a causa natural e a se esforçar para fazer progredir o mundo material, quem pode me garantir que eu também não esteja errado? Que a palavra evolução, por exemplo, me levaria a outro caminho religioso, mais estritamente falando, ao caminho religioso da religião negada ou negativa ou ainda não-religião? Duas faces de uma mesma falsa moeda? É quase consenso geral que o conceito de evolução produziu muitos novos ateus. Já sabemos dos vários efeitos negativos que religiões positivas trazem para a humanidade, mas isso porque vimos a religião positiva no poder. Ainda não sabemos quais efeitos o seu simétrico, as religiões negativas, ou ateísmo, trazem para a humanidade porque ainda não vimos essa religião negativa auto-declarada e no poder.
Hoje temos um meio de acabar de uma vez por tôdas com a palavra “origem” se provar-mos que os modêlos da Teoria da Matriz estão corretos. Não existe essa separação entre Vida e inanimados, o que existe é transformação e aumento da complexidade de sistemas naturais, todos animados. Portanto nunca existiu “origens da Vida”. Nunca ninguém viu origem de coisa alguma. Mas se for necessário, existirá um meio de acabar com a palavra “evolução”? Novamente sim, se forem provados corretos os modêlos da Matriz. Mas se para acabar com “origem” basta provar a correção de modelos referentes a planetas, para acabar com “evolução” necessita provar a correção de modêlos referentes ao universo. Provar que está havendo aqui uma reprodução. Isto só será possível se sairmos fora do universo. Então… acho que essa palavra, certa ou errada, vai ficar por aqui entre nós por muito tempo ainda.
Nós sempre tivemos a mania de repetir ad infinitum criações de nossa imaginação a ponto delas sedimentarem-se em nossa mente como coisas reais. Assim acontece com as criações imaginativas e insensatas como “eternidade”, “infinito”, “tempo”, “mão direita ou esquerda”, etc. É como a criança acredita no Papai Noel sem nunca refletir realmente sôbre o que está se referindo. Estará com os evolucionistas (como eu) ocorrendo o mesmo com o nome da medida da complexidade a que demos o nome de “evolução”?
Tags: Fôrça Gravitacional, Gravidade, Gravitação Universal Postedo na Evolucao | Sem Comentários »
terça-feira, agosto | 17 | 2010
| Muito se fala da questão das origens da Vida nas o artigo abaixo merece ser copiado aqui por ser bem conciso e completo e realçar excatamente como se encontra o conhecimento atual. Porem compare-se esse conhecimento com a Teoria da Matriz e note-se que esta deveria ser melhor conceituada ( se de alguma maneira fôsse divulgada além dêste obscuro website).
Artigo publicado em: Com Ciência
no site: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=58&id=731 |
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Por Alessandra Pancetti |
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| Em maio deste ano, o cientista e empresário Craig Venter anunciou a criação da primeira célula coordenada a partir de um cromossomo sintético já feita pelo homem. O anúncio de Venter, e a publicação do trabalho na prestigiosa revista científica Science, causaram bastante alvoroço na mídia. Os criadores argumentam que, em pouco tempo, células poderão ser programadas para “trabalhar” em atividades específicas, como a produção de biocombustíveis, a retirada de poluentes da atmosfera ou ainda a produção de vacinas. Segundo o press-release do Craig Venter Institute, a nova célula “é a prova de que os genomas podem ser desenhados em computador, feitos quimicamente no laboratório e transplantados para uma célula recipiente para produzir uma nova célula auto-replicante controlada unicamente pelo genoma sintético”.
Dentro da comunidade científica, as opiniões a respeito do experimento se dividiram. Enquanto alguns pesquisadores criticaram o projeto por ser apenas uma montagem de vários pedaços de DNA e não apresentar nenhuma nova informação científica, outros se mostram entusiasmados pelas possíveis implicações para os estudos de genética e para o desenvolvimento das técnicas em biologia molecular. Entretanto, Venter alega que as implicações do seu trabalho são mais de ordem filosófica do que científica: a geração e produção de vida a partir de informações contidas em um computador e sintetizadores contendo elementos químicos colocaria em questionamento a natureza da própria vida.
Questionamentos filosóficos que se seguem às grandes descobertas científicas não são novidade na história. Há aproximadamente 150 anos, a biologia esteve no cerne de uma grande revolução das ideias e da sociedade. Na metade do século XIX, a teoria de Charles Darwin sobre a origem das espécies causou um grande abalo na sociedade da época, e o seu impacto continuou reverberando conforme as implicações da teoria da evolução foram sendo absorvidas pela sociedade vitoriana. Fábio de Melo Sene, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, explica que a ideia da evolução darwiniana é considerada uma das três ideias que mais afetaram filosoficamente a humanidade, sendo a teoria de Copérnico, do universo heliocêntrico, e de Freud, sobre o inconsciente, as outras duas. “Os impactos foram enormes, especialmente após 1871, quando ele (Darwin) publicou o livro A descendência do homem e a seleção em relação ao sexo e estendeu à espécie humana os conceitos expressos em A origem das espécies, publicado doze anos antes, em 1859”, diz.
Segundo Sene, do ponto de vista científico, a questão da origem das espécies estava em grande discussão desde o final do século XVIII, porque para muitos pesquisadores da época, as evidências apontavam contra o fixismo das espécies – que era a ideia, até então vigente, de que as espécies surgiram e sempre permaneceram da mesma forma, sem nenhuma mutação. Os pesquisadores perceberam que o fixismo não conseguia explicar a variação geográfica detectada nas diversas populações das espécies ao longo da sua distribuição territorial. O professor da USP explica que a proposta inovadora de Charles Darwin foi sugerir um mecanismo para a mudança nas populações, o da seleção. A ideia de seleção não era desconhecida, pois os cultivadores de plantas e animais, já naquela época, selecionavam os indivíduos com características desejadas para cruzamento ou propagação. Em comparação a essa seleção feita pelo homem – portanto, artificial –, Darwin chamou o processo que ocorre na natureza de seleção natural.
As implicações de uma evolução da vida segundo a qual a origem do homem se equipara à dos demais seres vivos, ao invés de ter sido especialmente criado, foi um golpe que Freud, mais tarde, compararia à descida – ou destruição – de um dos pedestais em que o homem havia, ingenuamente, se colocado. Para Sene, da USP, na época de Darwin, apoiar sua teoria era politicamente perigoso, o que gerou certo radicalismo. “Havia os que se posicionavam a favor de forma irrestrita (poucos) e os que se posicionavam contra (a maioria) de forma até fanática, tentando achar eventuais pontos falhos para tentar derrubá-la”, conta. Grande parte dos detratores criticava o fato de ser desconhecida a forma como a variação era gerada nas populações e como essa variação era transferida de uma geração para a outra. “O não esclarecimento dessa questão fez com que a teoria ficasse no ‘esquecimento’ por 50 anos, de 1880 a 1930”, explica Sene, pois ela só foi sendo resolvida ao longo dos anos, com o desenvolvimento da genética.
A genética, um ramo ciência com aproximadamente 100 anos, pode ser considerada relativamente jovem quando comparada com outras disciplinas da biologia, como a botânica ou a fisiologia. Gregor Mendel, monge e cientista austríaco considerado o “pai da genética”, publicou seu famoso artigo contendo as bases matemáticas da hereditariedade em 1866. Mendel é famoso atualmente, mas permaneceu obscuro no período após essa publicação, pois seu trabalho não teve muita repercussão na comunidade científica da época. Assim, embora contemporâneo de Darwin, as conexões entre os seus trabalhos não foram esclarecidas por muitos anos. O artigo de Mendel sobre a hereditariedade foi redescoberto em 1900, mas apenas em meados de 1930 ele foi correlacionado com a teoria da evolução de Darwin. Isso porque, por um tempo, os cientistas acreditaram que a mutação gênica (teoria mutacionista), e não a seleção natural (teoria selecionista), fosse responsável pela variação genética. “A junção da teoria mutacionista com a teoria selecionista, ao redor de 1930, foi denominada teoria sintética ou síntese moderna ou ainda neodarwinismo, e só ocorreu quando foram postulados os princípios matemáticos que estenderam as ideias de Mendel para as populações de organismos de reprodução sexuada, dando origem a uma área da genética chamada genética de populações”, explica Sene.
As descobertas e os experimentos de toda uma geração de cientistas foram adicionando dados e tornando basilares os trabalhos pioneiros de Mendel e Darwin, além de incorporar a contribuição de vários cientistas contemporâneos a eles. Uma série de outros estudos que se sucederam, como, por exemplo, os que determinaram a existência de células somáticas e germinativas, ou a descrição dos cromossomos, foram de importância fundamental para o entendimento dos mecanismos de herança genética. Embora todos os estudos científicos tenham sempre corroborado de forma irrefutável a teoria da evolução, ela ainda enfrenta resistência em algumas instâncias – e aí, talvez precisemos retornar a Freud, novamente, para tentar compreender o quão profundo foi o abalo que tais ideias surtiram na psique humana.
Em seu ensaio “Podemos completar a revolução de Darwin?”, o famoso paleontólogo e escritor Stephen Jay Gould diz que, conhecida e ensinada por tantos anos, a teoria evolucionista é, entretanto, pouco compreendida por uma grande parcela das pessoas. Para Gould, a necessidade de preservar um lugar privilegiado na criação e, acima de tudo, de atribuir um “propósito” para esta, proporcionaram a proliferação de ideias que maquiam a teoria evolucionista e prejudicam seu entendimento. Gould acredita que todos os mal entendidos que foram surgindo em relação ao evolucionismo refletem a angústia que suas implicações parecem gerar. “Os humanos não são o resultado final de um progresso evolucionário previsível, mas sim uma reminiscência cósmica fortuita, um pequenino galho na enorme árvore da vida, o qual, se replantado da semente, muito provavelmente não cresceria novamente, e talvez não cresceria galho nenhum com qualquer propriedade que nós pudéssemos chamar de consciência”, sentencia.
A criação da vida
Ainda que revolucionária em sua essência, a teoria de Darwin se ocupou da evolução da vida, nunca de sua criação. Mas, desde a Antiguidade, a questão da criação da vida na Terra tem intrigado um grande número de filósofos e cientistas. As primeiras ideias apontavam para a criação espontânea a partir da matéria inanimada, ou abiogênese, e um dos seus proponentes foi Aristóteles, ainda na Grécia antiga. A hipótese da geração espontânea ganhou força e se enfraqueceu algumas vezes ao longo do tempo, conforme os cientistas conseguiam ou não explicar o “aparecimento” de vida.
No século XVII, o cientista Francisco Redi fez um experimento para provar que o crescimento de moscas e larvas de insetos a partir de carne em putrefação não se dava de forma espontânea, reforçando a ideia de que toda vida provem de uma vida já existente. Mas a discussão foi retomada novamente no século XVIII, com a invenção do microscópio e a descoberta da vida invisível a olho nu. Somente após uma série de famosos experimentos realizados por Louis Pasteur em 1862, provando que o crescimento microbiano acontecia apenas quando o meio de cultura previamente esterilizado entrava em contato com o ar, a noção de geração espontânea foi definitivamente abandonada.
Com a descoberta de Pasteur e com a posterior aceitação da teoria da evolução das espécies de Darwin, a comunidade científica passou a elaborar novas hipóteses para explicar a criação da vida na Terra. Mas foi apenas em 1924 que o russo Aleksandr Oparin publicou a primeira teoria moderna para resolver essa questão, contida em seu livro A origem da vida. Para Oparin, o ambiente existente na Terra nos primórdios da vida era diferente daquele que encontramos hoje. Isso é condizente com a teoria de Darwin, uma vez que a evolução dos seres vivos é um reflexo da seleção natural, exercida na interação dos organismos com o meio ambiente, e diferentes formas de vida surgiram e desapareceram do planeta até chegarmos às espécies existentes hoje – uma prova disso são os registros fósseis.
Em 1953, os pesquisadores Stanley Miller e Harold Urey realizaram em laboratório experimentos baseados na teoria de Oparin, em que uma mistura de elementos químicos básicos foi submetida a raios ultravioleta e descargas elétricas – condições que procuravam a simular o ambiente da Terra primitiva. Após certo tempo, os pesquisadores detectaram a presença de alguns aminoácidos naquela “sopa primordial”. Posteriormente, outros pesquisadores conseguiram comprovar em laboratório a formação de bases nitrogenadas, essenciais para a formação dos ácidos nucléicos (DNA e RNA), e a formação de polímeros, essenciais na produção de proteínas.
Apesar de sugerir a formação de moléculas essenciais para a vida no ambiente terrestre primitivo, a teoria de Oparin deixa ainda alguns aspectos sem explicação. As proteínas e os ácidos nucléicos, componentes do material genético, são indispensáveis para a vida dos organismos. Mas sua produção inicial, ao acaso, a partir de uma mistura de elementos químicos, não explica sua manutenção e perpetuação. Afinal, proteínas são perpetuadas quando sua informação está preservada no material genético, e este, por sua vez, é produzido pela ação de proteínas. “A primeira forma de vida ‘envelopou’ e organizou minimamente uma molécula com características de material herdável (provavelmente RNA) e com características catalíticas, para realizar reações metabólicas muito simples”, acredita o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Carlos Frederico Martins Menck. As atividades catalíticas são importantes para algumas reações indispensáveis para a manutenção da vida. No caso de uma molécula primordial, as reações metabólicas simples deveriam gerar a replicação do material herdável e garantir o suprimento necessário para essa replicação.
Embora essas ideias estejam de acordo com a proposta de Oparin, Menck acredita que essa evolução inicial pode não ter acontecido aqui no nosso planeta. Para o professor da USP, do período em que a vida se iniciou, com o surgimento e evolução da célula de RNA, até o aparecimento das complexas células de DNA, onde o RNA existe em funções intermediárias, o tempo é muito curto, em termos de evolução. Como os seres vivos são muito semelhantes, uma vez que todos carregam o material genético no DNA, utilizando RNA e proteínas para o metabolismo, sabemos que somos descendentes de um mesmo processo – temos uma origem comum. Ou seja, nesse caso, as células de RNA devem ter sido extintas pela competição com as células de DNA, nossas ancestrais. Mas o tempo curto em que esse processo teria ocorrido faz com que isso seja improvável, e não parecem existir descendentes das células de RNA. Também é improvável que as primeiras células já tivessem surgido diretamente na complexidade e organização atual. Assim, alguns cientistas acreditam que as primeiras células de DNA tenham sido trazidas por meteoros que colidiram com a Terra. Ou seja, as células de RNA, ou “o Mundo de RNA”, como é conhecida essa hipótese, teria existido apenas em outro planeta, assim como essa primeira fase na evolução da vida.
A ideia de que o surgimento da vida na Terra se deu através da chegada de microrganismos em meteoros, vindos de outras partes do Universo, não é recente. Essa teoria, denominada Panspermia Cósmica, é datada da Antiguidade e foi retomada no século XIX por uma série de cientistas e, no início do século XX, pelo famoso físico e químico Svante Arrhenius. As maiores objeções a essa noção estão relacionadas à difícil sobrevivência desses organismos no ambiente inóspito do espaço, em especial à radiação e ao aquecimento. Entretanto, a descoberta de microrganismos em meteoritos, como os provindos de Marte, sugere que talvez tenha sido possível. Atualmente, uma disciplina da ciência denominada astrobiologia promove estudos em laboratório em que se procura replicar as condições ambientais de diversas regiões do espaço, assim como as da Terra primitiva, na tentativa de responder, entre outras coisas, como se deu a criação da vida.
A nova criação
No cenário atual, embora muitas das questões envolvendo a criação da vida se encontrem ainda em aberto, as provas da evolução são incontestáveis. E é dentro dessa perspectiva que o experimento do DNA sintético proposto pelo grupo de Craig Venter busca encontrar seu lugar na história das ciências biológicas. Como observa o correspondente Ian Sample, do jornal britânico The Guardian, “cientistas criaram a primeira forma de vida sintética do mundo, em experimento que é o marco que pavimenta o caminho para o design de organismos que são construídos, ao invés de evoluir”.
Carlos Menck, da USP, explica que a ideia da criação da célula sintética existe há pelo menos 15 anos, e foi concebida pelo próprio Craig Venter. Menck diz que os objetivos iniciais eram desenhar em computador a sequência genômica básica e mínima para sustentar a vida e, utilizando-se uma série de tecnologias químicas e biológicas, fazer a molécula final. “Ele fez algo muito parecido com uma bactéria atual, que tem as características mínimas e básicas que ele queria no início”, diz. Existe o risco de as pessoas acreditarem que a equipe de Venter criou vida em laboratório, o que não foi feito. Na verdade, o grupo montou in vitro o DNA de uma bactéria e substituiu o DNA de outra. Dessa forma, quando o DNA da célula hospedeira foi retirado, ela passou a obedecer aos comandos do DNA novo, sintético.
Como o caso gerou grande repercussão na mídia, alguns pesquisadores ficaram temerosos que especulações infundadas sobre a criação de vida no laboratório gerassem um efeito negativo. Entretanto, para Menck, a perspectiva para a vida sintética é “evoluir” a bactéria na tentativa de ampliar as características do organismo. Mas a produção de organismos que possam ter atividades benéficas para o homem ainda não é assim tão simples. O professor da USP cita, por exemplo, a capacidade de sequestro de gás carbônico (CO2) da atmosfera, que é uma das metas do grupo de Venter. “Eu não vejo ainda vantagens nesse sistema em relação à biologia molecular já realizada. Pode ser mais rápido, mas como ainda não conhecemos as interações entre todas as vias metabólicas, ele deverá ter problemas”, completa.
Quaisquer que sejam os próximos passos no campo do DNA sintético, após 15 anos, essa área está apenas começando. Ela trabalha a partir da imagem e semelhança de alguma forma de vida que começou a existir há alguns bilhões de anos neste planeta. Os passos dessa evolução são impossíveis de se prever. Mas a expectativa é que o projeto de Venter continue a produzir resultados importantes para o desenvolvimento da engenharia genética e para a compreensão de vias metabólicas importantes, ainda desconhecidas. A partir da descoberta do material genético e do avanço da biologia molecular, importantes ferramentas foram e continuam sendo geradas, as quais ampliaram as investigações nas mais diversas áreas da biologia, dos estudos da variabilidade de populações às pesquisas com células-tronco. Agora, nos resta aguardar o desenrolar dessa história. |
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terça-feira, agosto | 17 | 2010
A questão da origem das espécies estava em grande discussão desde o final do século XVIII, porque para muitos pesquisadores da época, as evidências apontavam contra o fixismo das espécies – que era a ideia, até então vigente, de que as espécies surgiram e sempre permaneceram da mesma forma, sem nenhuma mutação. Na época atual a questão da origem da vida encontra-se em grande discussão e apenas nos meios acadêmicos ainda não foi solucionada porque os pesquisadores ainda acreditam no fixismo dos astros – e portanto da Terra onde a vida surgiu – ou seja, acreditam que os astros surjam e permaneçam da mesma forma, sem nenhuma mutação.
Como uma das consequências nefastas da crença no fixismo dos astros, a reduzida atmosfera aplicada na produção de aminoácidos oculta variáveis que não permitem a tais aminoácidos sua manutenção, perpetuação e desenvolvimento da complexidade.
Os aminoácidos são como os tijolos de barro e cimento para a construção de uma casa. Mas os aminoácidos de Miller e Urey não conseguem sair da pilha da fábrica em que foram feitos. Quanto mais se auto-organizarem de maneira que resultem nas divisões de uma casa, como salas, banheiros, cozinha, quartos, corredores. Ainda mais: a evolução fêz dos aminoácidos os tijolos não apenas de uma casa mas sim de um edifício de muitos andares, com o agravante que os primeiros andares contem coisas simples porque destinados aos empregados, mas à medida que se vai subindo os andares vão sendo dotados de coisas cada vez mais complexas. A ponto de, quando mse chega nos andares superiores, onde habitam os senhores, a complexidade é estonteante, contendo desde microondas a computadores e campos de pouso para helicópteros.
Porque os tijolos feitos pela estratégia de Oparin não se movem da fábrica?
O fixismo das espécies foi uma crença que dominou por três a quatro mil anos mas finalmente derrubada pela descoberta da evolução e da genética, graças principalmente a Darwin e Mendel. Eu penso mesmo que o que Miller e Urey fizeram não foi provar que a vida pode vir da não vida, mas sim justamente o contrário; tal como Pasteur fêz, provando a impossibilidade da geração espontânea, aquela experiencia provou a impossibilidade do inanimado criar o animado. Os aminoácidos não saem da fábrica porque são inanimados, ainda.
Na minha cabeça de leigo e subdesenvolvido semi-macaco da selva, mas muito curioso ladrão de livros na cidade, não conseguia compreender esse idéia dos civilizados de que existem coisas inanimadas na base de um processo de evolução. Pois a natureza selvagem transpira vida, tudo ali tem vida, o céu é mutante, ora límpido, calmo e tranquilo com apenas algumas nuvens sonolentas movendo-se ao longe, ora raivoso emitindo trovoadas. Coisas inanimadas apenas existem quando se apartam dos sistemas a que pertencem, como as folhas sêcas, os galhos quebrados no solo, os ossos esparramados pelas campinas, as pedras sôltas no caminho. Portanto o planeta não pode ser algo inanimado, fixo, que surgiu pronto e que permanece sempre com a mesma forma.
Os aminoácidos de Miller não são os aminoácidos que foram usados pela vida para se construir a si própria. E a atmosfera de Oparin baseada num mundo fixo não pode produzir os aminoácidos que são movidos da fábrica por uma organizador que planeja os ambientes do edificio. Mas tudo se resolve sem se apelar a deuses e acasos mágicos se imaginarmos talvez a idéia mais símia e maluca de todos os tempos: os astros como a Terra estão sujeitos a mudança de formas ao longo de suas existências e as formas produzidas nestas mudanças, se combinadas e organizadas, fazem os tijolos se auto-organizarem na forma de edificio com andares cada vez mais complexos. Basta transformar o planeta morto em planeta semi-vivo: sujeito a um ciclo vital.
Parece petulância quando digo que Darwin e eu resolvemos o problema. Para começar, que alguem se coloque ao lado do gigante Darwin, já seria muita pretensão. Por isso fiquei calado 30 anos aguentando esta batata quente sózinho, aliás, como também fêz Darwin com mêdo de publicar sua idéia maluca. Mas o qie posso fazer? As evidências demasiadamente acumuladas se tornam uma fôrça incontrolável. Afinal foi Darwin que sugeriu que vocês civilizados vieram dos selvagens, iguaisinhos ao que me tornei em sete anos na selva. A questão da evolução das espécies era uma questão no patamar superior, enquanto a questão das origens da vida ficara lá atrás nos patamares inferiores da História. Sómente alguem de lá – ou alguem daqui regredindo até lá – poderia ter a inspiração correta para resolvê-la.
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terça-feira, julho | 20 | 2010
Um Motor na Célula Explica o Motor Rotacional das Galáxias?
Expressando sua admiração pela engenharia apresentada pela Natureza no processo da ATP sintase o bioquímico e Prêmio Nobel Paul Delos Boyer exclamou: “Tôdas as enzimas são de uma engenharia maravilhosa, mas ATP sintase é uma das mais belas, como é também das mais importantes.”
Conhecer o complexo motor sintetizador de energia química que existe dentro da mitocondria na célula vital e assistir um filme com ele funcionando (veja-o em http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/atpgradient/index.htm ) nos deixam boquiabertos! É um verdadeiro micro-motor, construído dentro da célula!
Construído por quem?! Como?! De onde a matéria burra da Terra tirou a idéia para desenvolver tecnologia de motores? Se homens com inteligência existiram durante 10.000 anos fazendo fôrça como cavalos sem se despertarem para essa idéia? Estas questões nos atormentavam em nossa infância e bem antes de descobrir-mos a Matriz olhávamos para todo o Universo e seu passado antes da origem da Vida e não víamos em nenhum lugar nada existente parecido com as coisas que víamos na superficie terrestre, nem mesmo que fosse na forma de protótipos muito simples. Teria a matéria da Terra inventado isto sózinha? Ou haveria alguma fôrça paranormal inteligente atuando na matéria terrestre?! Hoje descobrimos que as duas alternativas são meio erradas e meio certas: a Terra produziu isto porem a Terra é muito mais complexa do que pensávamos e, sim, existe uma fôrça de procedência mentalizada atuando no meio da matéria terrestre, porém, não é uma entidade paranormal, mas sim tão natural como nós somos.
Observe a ilustração abaixo, um desenho artístico do Complexo Motor:
 ATP Sintase
Claro que o instinto natural não pode construir arquiteturas tão polidas e perfeitas assim, pois a Natureza trabalha com matéria rebelde cujo intento é alcançar o eterno equilíbrio termodinamico e não ficar trabalhando como escrava produzindo energia para crocodilos e humanos existirem. Portanto a Natureza tem que forçar esta matéria a se especializar numa profissão, trabalhar, e assim permanecer acessível ao desenrolar da Evolução que desenvolve um processo universal de reprodução genética. Veja como é na realidade, montado com moléculas rebeldes, o tal motor:
 Estrutura do Complexo do ATP Sintase
Compare as duas figuras e perceba como a Natureza faz algo e o homem artista aplica sua estética ao representa-la num quadro ou num computador. A ATP sintase é o nome genérico dado a proteínas que sintetizam ATP (adenosina trifosfato) a partir de ADP (adenosina bifostato) e de Pi (fosfato inorgânico), utilizando para isso alguma forma de energia. A sequência da reacção, coordenada pela presença do íon magnésio, é a seguinte:
ADP + Pi → ATP
Mas acho que Paul Boyer subiria nas paredes de tanta emoção se tivesse descoberto que no passado, a bilhões de anos antes das origens da Vida e do ATP, ainda nos tempos da Evolução Cosmológica, nos céus ocorria o protótipo do mecanismo que viria a evoluir e construir essa engenharia! De fato ficamos estupefatos com a sugestão da Matriz de que êsse processo é uma cópia feita na matéria terrestre de processos astronômicos ocorrendo no espaço sideral!
A Teoria da Matriz faturou mais esta. Nos seus modelos da anatomia de LUCA – The Last Universal Common Ancestral – surge um motor (ver aqui artigo sôbre motor a vapor), e agora descobrimos, igualzinho ao motor da célula! Desde que LUCA é um ser astronômico e existente muito antes da “Vida” aparecer na Terra, agora respondemos a pergunta acima: “A matéria burra da Terra – como não poderia deixar de ser – não inventou coisa alguma, e a Natureza tambem não criou nada que ela não tinha antes informação para fazê-lo. O motor molecular é simplesmente mais um normal e natural passo evolutivo que acontece dentro dêste enorme processo de reprodução genética que está ocorrendo desde que o Big Bang deflagrou a origem dêste Universo. Reprodução genética de um sistema natural, vivo e auto-consciente, extra-universal, é o que a Matriz está sugerindo.
Pois a forma e a funcionalidade do motor celular é a mesma forma e funcionalidade de um aparato que bombeia e perpetua os building blocks dos sistemas astronomicos. Mas se a matéria da Terra da superfície terrestre não cria nada do nada, ela presta um grande serviço à evolução porque ela aprimora as arquiteturas ancestrais! A Terra se parece com o japonês que diz: “Garantido japonês imita tudo que outros fazem mas japonês faz ainda melhor né? Sayonara!” Seus pais também fizeram o mesmo quando fizeram você e nossa geração também vai imitar o que fizeram, porém tentando fazer nossos filhos melhores do que fomos.
Na dimensão astronômica, a energia que sustenta o crescimento e maturação de um astro fornecendo a fôrça para a dinâmica que resulta no ciclo vital dos astros, é elaborada, numa primeira fase e na infância dos astros, pela Função Sistêmica Universal N.1, através das ferramentas que ela construiu e constituem o nucleo (um quasar envolvendo um buraco negro), e numa segunda fase, na adolêscencia dos astros, pela Função 4, através de sua ferramenta naquela posição a qual é um pulsar emissor de corpos energéticos: os cometas. Quando LUCA – o proto-sistema astronômico – tentou se reproduzir com a matéria da Terra houve um amalgama das duas funções, resultando na mitocondria para a célula animal. E como na célula vegetal êle têve maior sucesso reprodutivo, ligou às duas funções anteriores mais algumas propriedades da Função N. 6, através de sua ferramenta ali, que é o cloroplasto. De maneira que a produção de energia quimica ATP na célula nada mais é que uma reprodução das reações nucleares que ocorrem dentro de uma estrêla e de um pulsar, as quais produzem a energia estelar tal como a dadivosa energia do Sol que alimenta nossas vidas neste planeta.
Vejamos primeiro o modêlo teórico do que acontece e acontecia já antes das origens da vida no nucleo do proto-sistema astronômico:
 ATP Sintase no Corpo de LUCA
Na primeira figura do lado esquerdo acima temos a região do corpo de LUCA construída e operada pela Função Sistêmica Universal N.1 que é a responsável pelo nascimento dos sistemas naturais (para ver melhor, por favor, clique na imagem. Prometo que assim que tiver tempo farei uma figura melhor). A poeira e o material degradado de uma estrêla morta sob a rotação da galáxia torna-se um vórtice espiral que denominamos “buraco negro”, circundado pelo material que sobra e que é iluminado pela fornalha nuclear, o qual denominamos “horizonte de eventos” ou “quasar”. Dêste complexo são emitidos os bebês astronômicos, os quais em linguagem literal são corpos energizados na forma de esferas incandecentes. Da segunda figura em diante tentamos dar uma idéia de como o motor que produz ATP dentro da mitocondria já tinha sua forma anatômica projetada na Era Astronômica. Impressionante, não? Como uma Função Universal é um artista que dá sempre o mesmo toque e apresenta o mesmo estilo em qualquer obra que cria, seja na Terra, no céu, ou dentro de uma pequenina célula! Assim como um chinês irá sempre construir sua casa com aquêles estilos de teto curvo piramidal, seja na Terra, na Lua, ou nalgum lugar além do Universo.
Mas se tivessemos os recursos técnicos da NASA ou eu fôsse um perito em web designer nossa figura ficaria mais parecida com esta:
 Cosmos
- “Espera aí, não tente me enganar! Essa figura aí é sôbre o nascimento, as origens do Universo, não tem nada a ver com as origens de quasares e buracos negros…”
-“Amigo(a), aprenda a raciocinar com a Matriz. Essa figura tem tudo a ver, o denominador comum entre os dois eventos – seja do Universo ou de uma minhoca na Terra – é o significado sistêmico, ou seja, os dois representam “nascimento”: sempre quando vai haver um nascimento ou inicio de reciclagem de um sistema natural, a Função Universal N.1 entra em ação construindo seu corpo onde ela vai encarnar para operar naquêle ponto evolucionário do espaço tempo. Conhecer e entender a Matriz dos Sistemas Naturais e suas sete Funções Universais é a chave para entender tudo o que faz a Natureza, seja aqui na Terra ou nos tempos do Big Bang. Veja por exemplo como a Função N.1 constrói seu corpo numa outra situação, quando gera tornados na Terra:”
 Tornado - Diagrama
Bem, vamos ver algumas ilustrações da parafernália existente dentro de uma mitocondria e dos processos envolvidos na produção do ATP. Fonte dos desenhos: http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/home.htm
 Mitocondria
A ATP sintese acontece dentro de uma mitocondria, uma espécie de usina como as bilhões que você tem no seu corpo. (Uau! Você é usineiro e eu não sabia! Além disso você é muito rico sendo o dono de bilhões de usinas produzindo energia química! Quer vender um milhão delas a um dolar cada?)
 Complexo da ATP Sintase
Na figura 2 nós vemos o complexo da ATP sintase (aquela espécie de bomba ao lado direito) acompanhada de outros complexos, incutidos na membrana interna da mitocondria. Há mais um trabalho a fazer aqui: aquêles objetos à direita parecem representar o material degradado proveniente de uma estrêla morta (partes da Função N.7), por isso teremos que investigar o que são, como são formados, etc. (Quem se habilita a fazer isso?)
 Proton Gradiente
Na figura 3 observe o Gradiente de Proton formado pela elevada concentração de íons de hidrogênio acima da membrana interna da mitocondria e a baixa concentração abaixo da membrana. As partículas espalhadas em tôrno do motor não te lembram a massa de detritos formando o horizonte de eventos?
 ADP e Pi em tôrno do Complexo de ATP
Na figura 4 vemos os outros elementos, ou substratos, que vão compor o produto final: ADP e Pi. Justamente, estes elementos lembram a massa degradada que fica no fundo do buraco negro esperando os cometas carregados de energia nova para com eles comporem o astro-baby. É algo como os nutrientes que devem ter no líquido amniótico dentro de um óvulo esperando ser fecundado por um espermatozóide.
 Proton entrando no Complexo da ATP Síntase
Na figura 5 vemos os primeiros prótons entrando no complexo da ATP Síntase, iniciando a linha de montagem. Aqui temos outro bom exemplo para entender como a Natureza funciona. Os protons são partículas com carga de energia positiva. Êles vem do espaço exterior, passam pela membrana e entram no motor. Esta cena é idêntica à cena onde cometas contendo energia radiante na forma de magmas expelidos pelos super-vulcões do pulsar se aproximam do nucleo, passam pelo horizonte de eventos e entram no buraco negro. Mera coincidência de cenas? Mas tôdas as cenas observadas dentro de uma célula corresponde a cenas observadas no ciclo vital de qualquer astro. Portanto não pode ser mera coincidência. O mais racional é aceitar a lógica da evolução. Isto é importante por que, além dos modêlos teóricos astronômicos nos ajudar a descobrir e entender as causas e mecanismos dos fenômenos naturais aqui na Terra, podemos utilizar os fatos aqui conhecidos para deduzir como são os elementos e os mecanismos dos fenômenos naturais astronômicos que não temos como observar. Por exemplo, diz a Teoria Nebular Acadêmica que ”Os núcleos cometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos.” (Wikipedia). Óbviamente esta afirmação está cientificamente errada, imprópria, pois a Ciência só pode afirmar fatos realmente constatados que podem ser demonstrados. E ninguém nunca viu ou ao menos fotografou o nucleo de um cometa. O texto devia dizer: “Segundo a teoria mais aceita hoje em dia, o nucleo cometário “deve ser”…”. Bem, a Teoria da Matriz já reuniu muitas evidências sugerindo que o nucleo de um cometa recém-formado, novinho em fôlha, é um bólido de magama energético. Acontece que cometas são os espermatozóides do espaço e dentre milhões de espermatozóides apenas alguns alcançam seu alvo final. A grande maioria que se perde no espaço sideral vai ficar vagando até se decompor. Ora, isto em têrmos astronômicos pode demorar milhões de anos. Nêsse meio tempo os cometas inférteis vagam no meio de poeira estelar congelada, a qual pode se agregar à sua superfície. O nucleo chamejante se apaga, magma torna-se rocha, provavelmente férrea, congelando quando se distancia de estrêlas e aquecendo-se quando se aproxima muito delas. Êstes cometas “mortos” batem com a descrição da teoria nebular, mas o desconhecimento da história tôda conduz a teoria tôda a erros crassos. E o pior: o ser humano está dias e noites, anos a fio, observando no microscópio o interior celular, vendo a cena da produção do ATP, mas chega ao absurdo de acreditar que tôda aquela engenharia fantástica é produto do acaso! Mas acho que quem está conduzindo-o ao êrro é a equivocada teoria astronômica, cuja descrição dos astros e suas funções equivocadas jamais vão permitir ao pesquisador descobrir o verdadeiro processo da evolução.

- ATP e o Inicio da Rotação
A parte de cima do Complexo Motor da ATP Síntase gira quando cada novo próton entra no complexo. Justamente como calculei qual seria o segrêdo de manter o vórtice buraco negro em rotação no espaço sideral. É visível que o campo eletro-magnético dentro de uma galáxia rotatória faça com que todos os corpos girem também, porém, isto produziria uma velocidade de giro muito lenta, insuficiente para acender a fornalha e misturar os elementos. Restava apenas a alternativa de que quando os cometas energizados adentrem o vórtice imprimam mais uma fôrça rotatória elevando a velocidade de giro do vórtice, pois cometas vem conduzidos pela espiral rotatória da galáxia e em alta velocidade. Assim vamos transplantando os detalhes que vemos aqui na Terra para entender os detalhes do que acontece no céu.
 ATP e a Combinação entre protons, ADP e Pi
O Complexo Motor gira como um liquidificador para misturar e combinar os ingredientes produzindo como que uma Vitamina!
Depois que a parte de cima do complexo girou três vêzes, os protons são combinados com ADP e Pi na parte de baixo do complexo para formar ATP. Exatamente como no espaço sideral nasce um novo astro!
É preciso entender que quando a Natureza faz um corpo completo dotado de energia e com autonomia de movimentos ela está inserindo um novo elemento energético pré-programado por ela para executar uma missão especifica num meio ambiente. Esta seria uma definição mecanicista para explicar a função por exemplo de cada novo bebê humano na biosfera terrestre. Mais tarde a Natureza vai precisar que êsse corpo receba mais uma carga de energia específica que é para se reproduzir e assim garantir a perpetuação de tôdo processo: por isso quando um bebê humano nasce ele já possui genes pré-programados para atuarem quando o corpo atinge a fase da adolescência e construírem todo o aparato da reprodução sexual. Assim devemos entender o significado da existência do ATP, uma molécula portadora de energia quimica para desempenhar uma missão no meio ambiente químico de uma célula animal.
Mas a Natureza não queria na Terra que essa molécula entrasse na segunda fase recebendo a segunda carga de energia, pois isto seria o mesmo que reproduzir o sistema fechado de LUCA, inibidor da Evolução. Ela conseguiu evitar essa eterna reciclagem na célula animal impedindo que os genes de LUCA relacionados com a segunda carga entrassem no DNA da célula animal. Mas não conseguiu isso com a célula vegetal onde os genes de LUCA construíram os cloroplastos, êstes fizeram a fotossíntese, que é a face química do processo reprodutor e assim fecharam às plantas as portas da Evolução.
A frase acima expressando a admiração de Boyer, se baseia nos fatos de que quase todas atividades celulares (como o metabolismo) que envolvem gasto de energia requerem ATP; a síntese de ATP é a reação química mais ocorrente no mundo biológico; ATP sintase é a mais abundante proteína na terra, tendo preservado mais de 60% de sua configuração da unidade ao longo da evolução; na escala molecular, sómente o flagelo bacteriano, além da ATP sintase, são conhecidos como motores rotatórios.
É incrível a capacidade de previsão da Teoria da Matriz. Juro que a 20 ou 30 anos atrás nada sabia do motor na célula, apenas sabia que na mitocondria era produzida energia ATP. Quem, não sendo bioquimico, se lembra daquelas aulas no primário? Naquela época no meio da selva sem ter consciência disso, sem jamais pensar em ATP, riscando papeis sobre joelhos na selva, a Matriz me conduziu a desenhar o motor, porém, flutuando no espaço sideral. Lá na selva a 30 anos atrás eu nem sonhava que existiria Internet, através da qual só vim a ver este motor celular pela primeira vez a 3 dias atrás naquele belíssimo filme que pode ser visto no link dado acima. Mas a teoria já havia pré-anunciado que existe uma arquitetura assim na Natureza!
(O tema ATP Sintase deve ser investigado em relação aos outros complexos para desenvolver este estudo)
FIM
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quinta-feira, julho | 8 | 2010
Veja uma tradução resumida aqui e o completo artigo em Inglês no site:
http://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2007/01/08/01288.html
Título: Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA
E depois veja a seguir a versão da Teoria da Matriz/DNA a respeito.
Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano estão divulgando uma teoria impressionante. Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, “seqüências não-codificadas” são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres.
As seqüências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células à peixes à humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.
As seqüências não-codificadas, originalmente conhecidas como “DNA-LIXO”, foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. Mas elas constituem a esmagadora maioria do DNA humano. Os cientistas acreditam que estes “genes-lixo ” são extraterrestres e que simplesmente “curtem o passeio” com os outros genes ativos, passando de geração à geração.
Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang se perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de “programador extraterrestre”. “As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente à todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos”, observa o professor Chang.
O professor Chang estipula também que “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo.”
Chang, além disso, ressalta que “Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos “programadores extraterrestres” provavelmente estavam trabalhando em “um grande código” consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram “o grande código”, executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente.”
Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que “Os “programadores extraterrestres” talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no “projeto Terra” a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os “programadores extraterrestres” cortaram drasticamente o “grande código” e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra. Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que divulgam esta teoria sôbre origens extraterrestres para a Humanidade, vindas de outros seres inteligentes.
Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no sequenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.
O professor Chang ainda aponta que “o que vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código.” Chang então afirma que “o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais “no jogo”.
“Cedo ou tarde”, diz Chang, “nós teremos que enfrentar a inacreditável idéia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos “primos extraterrestres” e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos.” Por John Stokes (tradução: Mario Barros)
Versão da Teoria da Matriz
O DNA-Lixo em certos trechos tem sequências de centenas de repetições de uma mesma letra. Imagine um livro onde palavras como “lua” tivesse cento e vinte “l”, duzentos “u”… Por isso dizem que estes trechos não codificam para nada pois não parece um código. Mas o Dr. Sam Chang foi condicionado desde a escola e a comunidade científica que com ele convive a acreditar que o DNA surgiu na abiogenese ou biogenese e contem informações da evolução dos 3,5 bilhões de anos da evolução orgânica biológica. Quando surgem problemas como êsse que não se encaixam nessa crença, como ser racionalista que é, vai afastando-a paulatinamente de si. Porem algo tem que vir ocupar seu lugar, êle busca, suspeita com razão que no contexto da evolução atuaram fôrças que êle não está captando. Mas que fôrças, se a comunidade científica tem atuado como quem “sabe” que já desvendou tudo o que tinha a ser desvendado na matéria da Terra em relação à evolução? Basta entrar num forum, num debate com êles, argumentar que existem problemas como a causa da primeira molécula auto-replicadora, da primeira auto-organização do sistema celular, da origem do sistema em código, da redução da atmosfera terrestre que não produz os corretos aminácidos usados pelos vivos, etc. e eles sempre tem dito que laboratórios já sintetizam isto e e aquilo, e o que não fazem ainda exatamente como a Vida fêz, será feito, é só uma questão de tempo. Então na mentalidade do Dr, Chang resta apenas uma saída: a força ou fôrças desconhecidas vieram de fora do planeta Terra. E bombardeado com a presença da tecnologia computacional à sua volta não pode evitar de ver as causas dos códigos no computador, vindo da mente de homens como Bill Gates, para associar a idéia de que estas fôrças tiveram origem inteligente. Daí os extraterrestres é a unica opção racional.
Mas existe uma outra maneira também racional de abordar a questão cuja saída final inevitável não aponta na direção dos extraterrestres inteligentes ou não, do Dr. Chang. E aponta também que o Dr. Chang e tôda a comunidade científica tiveram uma formação errada, quando seus instrutores das gerações passadas quebraram a História Natural em dois blocos, separaram-nos entre si, deixando um abismo no meio, o qual tinha que ser preenchido com algo. Refiro-me à História Natural de 13,7 bilhões de anos ter sido dividida em Evolução Cosmológica por 10 bilhões de anos e Evolução Biológica nos ultimos 3,7 bilhões de anos. A Evolução Natural foi quebrada em duas partes de maneira que as leis da evolução daqui não fou aplicada para calcular a evolução de lá e nem vice-versa. O sistema de código que redistra e suporta a evolução vista aqui não fou procurado lá, os principios da auto-replicação ídem, da auto-organização, do metabolismo, do Ciclo de Cori, do Ciclo de Krebs, etc. e etc., não existiam nos antepassados que ficaram na outra margem alem do abismo. Mas o abismo é apenas imaginário, só existe na cabeça do homem enquanto nossa mente e inteligencia ainda está no seu nascedouro e portanto ainda é infantil. Pois basta olhar com os olhos e vemos os antepassados dos 10 bilhões de anos convivendo conosco:astros, partículas, átomos, etc. A Natureza é uma só, suas leis evoluem de simples para complexas como os iniciais usos e costumes das tribos humanas evoluiram para constituiçoes nacionais. É na Natureza que temos de buscar os rudimentos do DNA, das três variaveis da teoria da evolução, da auto-irganização. Se aí não os encontrar-mos, apenas então nos restará a possibilidade que a Vida e seu código existente aqui foi inventado por alguém que não foi produzido pela Natureza, que tambem teria que ter sido inventado por algo alem do natural. Se os extraterrestres do Dr. Chang são os produtores do DNA que aqui está, eles são inevitavelmente, sobrenaturais. Se a Vida não é produto da Evolução Cosmológica então ela não poderia tambem ter produzido extraterrestres vivos. Se ela os fêz lá, então porque não poderia nos ter feito aqui?!
O primeiro ser vivo real, completo que conhecemos já veio com um pacote genético de mais ou menos 300 genes. Cada gene possui milhões de partículas que podem por sua vez serem unidades diferenciadas de informação como são os genes. Portanto é possível que o código do primeiro ser vivo continha bilhões de informações. Informações sôbre o que? Sôbre o período desde que se formou o primeiro nucleotídeo até o aparecimento do primeiro sistema celular? Mas e as informações dos 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica? Quem garante que a matéria burra da Terra inventou o Windows natural, que criou-o do nada? Mais especificamente, que ela inventou tudo o que aí está, como a extrordinária engenharia do sistema reprodutor sexual? Esta crença é mais racionalista, mais inteligente, do que aquela que suspeita que os principios rudimentares de todos estes fenomenos vivos vieram se desemvolvendo sob as leis da evolução desde o Big Bang, e se disponibiliza a ir procura-las? Acho que é mais cientifico o homem que vai esmiuçar a matéria antiga em busca das respostas que o homem que não aceita fazer isso e vai procurar UFOS no espaço, ou cruza os braços esperando até o dia que resolvam ouvir nossas rezas e se disponham a falar conosco.
A evolução Cosmógica se deu num ritmo milhões de vêzes mais lenta que o ritmo da evolução biológica, e ‘’e fácil entender porque: a evolução biológica demorou bilhões de anos para produzir um mamífero e apenas alguns milhões para produzir um Sócrates. Poderíamos dizer que a evolução tem sua velocidade acelerada numa progressão geométrica sem mêdo de errar, somos testemunhas disto aqui. E aqui talvez esteja a explicação da existência das letras repetitivas compondo o DNA-Lixo.
Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal surgiram quando experimentei calcular uma idéia: a de que êsse fenômeno a que denominamos ciclo vital e é fundamental para distinguir sistemas naturais animados da matéria inanimada não teria sido inventado aqui na Terra , mas e assim seria produto de uma evolução iniciada com o Universo, portanto, a própria Terra teria que se sujeitar a uma especie de proto-ciclo vital. Se isto fôsse verdade, a Terra seria algo mais do estamos pensando que seja, seria um fenômeno mais complexo do que a simplicidade com que a temos revestido teóricamente. Calculando-a desta maneira, os resultados apontaram que se a Terra está sob um ciclo vital ela perfaz um proto-sistema o qual tem a mesma configuração de um proto-nucleotideo. Ora, se o DNA está nos sistemas biológicos e nos sistemas astronômicos, porque não estaria ainda em forma mais rudimentar nos sistemas atômicos? Para resumir fui concluir que o rudimento ultimo do DNA, o seu unicio mais simples possível está em algo que todos conhecemos: um vórtice. E não sou que teorizei que ao se adentrar a matéria cada vez mais no seu intimo chegamos a um ponto que ela desaparece e restam vórtices. Mas se observar-mos um vórtice, mais detalhadamente, ele já se comporta como um ser vivo e possui os rudimentos das propriedade vitais nas formas de fôrças brutas, ou conceitos. Assim surge a possibilidade de que A Natureza apenas compôs o nosso código genético, ela não precisou da ajuda de extraterrestres sobrenaturais.
Porem, sei que isto não resolveria a questão real que eu, o Dr, Chang, todos nós humanos temos perante o DNA-Lixo. Mas existe um outro fenômeno natural acontecendo no DNA que parece ter recebido a atenção que merece por parte dos pesquisadores.
O fato estranho da repetição de letras e aparente inutilidade de 97% do DNA torna-se ainda mais estranho quando observamos os outros 3% e nos conscientizamos que vemos no meio da matéria inconsciente um arranjo de atomos formando um código complexo composto de memória no seu conjunto significando que é um comando de instruções fantasma, invisivel, mas que tem fôrça para atuar nesta matéria dirigindo-a para executar atos! Assim como essa coisa que denominamos pensamento ou mente, parece abstrato mas tem fôrça para mover nossa mão para executar uma ação. Não é atôa que O Dr. Chang tira o avental de cientista, deixa o laboratório e vai para a rua anunciar que existem extraterrestres inteligentes criadores de sementes de DNA espalhando-os pelos planetas. Não tem mais como evitar o indesejado anuncio de que existe alguma inteligência por traz dessa história tôda. Já completou século que a Ciência revirou a matéria dos 3,7 bilhões de anos de cabeça para baixo e não encontrou as causas dos acasos que teria prenchido o abismo entre as duas Histórias. Mas o fato da Ciência estar admitindo que a Natureza não poderia por si só produzir o nosso DNA e que varificou que as leis são as mesmas em todo o Universo implica que ela também não poderia ter produzido êese DNA em nenhum outro lugar. Então os extraterrestres que inventaram o nosso DNA não teriam DNA, pois êles existiam antes do DNA, que foi invenção dêles?
Existe uma outra situação real, acontecendo na matéria que parece repetir a mesma situação que observamos no DNA. Me refiro ao fato de que o homem produz uma máquina, denominando-a hardware e insere nela uma estrutura arranjada que denominamos diagramas de software de maneira que opera como um comando de instruções, inclusive exercendo uma fôrça na matéria se pusermos o computador como cérebro de um robot ambulante. O computador não é exatamente igual a um cérebro mais mente, mas também a interação entre o hardware DNA e o comando de instruções que ali opera não é como a interação entre o cérebro e a mente. Tanto no caso do computador quanto no DNA, o comando de instruções é determinado, o hardware só tem um mensagem final, um destino determinado, produzir uma proteína X e depois um ser da espécie tal, enquanto a mente tem lívre-arbitrio e não está totalmente modelado pelo cérebro e ambiente, por isso seres humanos tem entre si uma infinidade de destinos diferentes. Resumindo, existem três fenômenos (DNA, Computador, Homem) que se assemelham na composição (software mais hardware), mas que apenas dois (DNA e Computador) compartilham o mesmo modo de existir. DNA e computador continuam emparelhados se assemelhando em tudo, apenas se diferenciam na matéria em que se constituem e no fator menos relevante que um é mais simples, operando com duas variaveis (o computador com seus 0 e 1) e o outro, com sete variaveis ( o DNA com as cinco bases e mais os dois açucares).
Mas porque estou aventando a idéia de que devemos olhar o DNA como sendo uma composição entre hardware e software? Porque isto explicaria a repetição das letras e tôdo o DNA-Lixo. A evolução do computador foi um processo de retroalimentação entre software e hardware. Tínhamos um hardware simples – a máquina de calcular – aí inserimos nela um software simples. A máquina revelou-se mais capaz que a mente humana para realizar certas tarefas, ela acelerou a obtenção de informações fazendo com que a mente humana elaborasee um software mais evoluido. Mas para operar esse novo software era preciso incrementar a maquina. Feito isso novamente a maquina empurrou a evolução do software o qual empurrou a evolucão do herdware… Existem prtanto duas evoluções em paralelo. Se a tecnologia não evolui, o software mais complexo fica estacionado na mente do homem que é obrigado a repetir o mesmo hardware ano após ano, esperando que alguem, por exemplo, descubra um tipo de chip mais potente, Veja-se a repetição dos modêlos de computadores como as repetições de letras no DNA. E veja-se o que chamanos de DNA-Lixo como sendo a parte do DNA que registra os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica. Se elominar-mos as nossas longinquas ancestrais plantas do planeta, ficaremos sem alimento: se o DNA elimiasse seus ancestrais ficaria do mesmo jeito. Por isso os 97% continuam existindo.
Não vou estender-me mais para explicar onde quero chegar. O computador é mais simples do que o DNA porque a mente que criou o computador é menos inteligente que a mente que criou o DNA. Então caímos na mesma esparrela do Dr. Chang? Acho que não. A mente inteligente em que o Dr. Chang acredita é sobrenatural porem vive dentro do Universo, a mente inteligente que eu acredito é natural, porem vive fora do Universo. É natural porque vejo isso tudo, essa inteira História Natural do Universo como um mero processo de reprodução genética, o que indica que ninguem inventou o DNA, ele vem do que existia antes do Big Bang. Suspeito que esse ser natural que está sendo reproduzido é inteligente porque aqui o feto cosmológico se torna embrião e em seguida se torna inteligente. Eu não estou apenas deslocando a solução do Dr. Chang, que estaria dentro do Universo, e mandando-a para alem do Universo irracionalmente. A solução sobrenatural, irracional é a do Dr, Chang. A minha é e continuará sendo sempre natural, por isso ao invés de sentar no quintal esperando UFOS eu carrego a Ciência avante. Mas o mais provavel é nenhum de nós dois estejamos completamente certos. Se sei disso porque insisto nêsse caminho? Porque acredito que o caminho se faz ao caminhar.
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quinta-feira, abril | 1 | 2010
Depois dos modêlos da Matriz passei a suspeitar da tão propalada teoria de que a grande extinção dos animais gigantescos a 60 milhões teria sido causada por impacto de um meteórito. Pois ao contrario do que a teoria da micro-evolução de Darwin sugere – que a complexidade é acrescentada por um movimento de competição entre os protagonistas, e o ambiente seleciona os que melhor se adaptam, possibilitando o aumento de sua prole, tornando-os os mais fortes e capazes - esta teoria da macro-evolução sugere que tornar-se mais forte e impor-se pela competição é uma armadilha fatal. A espécie que está no tôpo evolucionario (como estavam os répteis antes dos mamiferos, ou como estão os humanos agora) gira ao sabor do circuito do software-matriz, significando que quando a espécie alcança a Função 4 a evolução descarta-a como carta fora do baralho e lança um fluxo paralelo, o qual vai conduzir exemplares daquela espécie para as devidas mutações (na Função 1) e transcêndencia para a forma superior. A partir daí o fluxo lateral é que vai constituir o tronco e fazer a árvore crescer, enquanto os demais exemplares vão constituir um galho que seca e se extingue (indo para as funções entrópicas 6 e 7), podendo ainda permanecer na arvore por milhões de anos. Vejamos novamente o software-matriz:

Não sei ainda qual é o sinal do momento a ser lançado o fluxo lateral, mas deve ser algo relacionado com o comportamento individual ser ainda acessivel ou não a assimilação pelo organismo de novas informações.
O fato é que a vitória de alguns que não devida à sincronia com o ritmo natural ao invés de leva-la à complexificação, leva-a ao aumento da gordura, do crescimento corporal, do aumento do poder sôbre outros grupos, e isto é cavar a própria sepultura. Isto leva a criatura a se super-especializar num modo de existência, tornando-se um sistema fechado em si mesmo, tornando-se um beco sem saída, termo-dinamicamente acomodado, podando sua energia interna e fechando as portas à evolução até que a inevitável mudança do ambiente ou alguma grande catastrofe planetaria (pouco provavel) a extinga completamente. Quando isto acontece, a Natureza faz o conveniente retorno. A Evolução caminhou dos répteis pequenos, como lagartos, lagartixas, e continuou daï na direção dos dinossauros, porem a certa altura retornou para um réptil menor, talvez uma espécie de lagarto (dizem agora chamar-se cyanodonts), para se redirecionar na direção dos mamíferos. Não era preciso grandes catástrofes para acabar com os gigantes répteis, tal como para estar diminuindo o reinado dos gigantes gatos (leões, tigres) e dos grandes animais marinhos (como a baleia), ou das aves (águias), a natureza não está recorrendo a castastrofes ou esperando outro meteórito.
Portanto, o novo aliado nesta suspeita, um renomado cientista é promissor, apesar de que, como alternativa ele sugere outra catastrofe planetaria, com a qual tambem não simpatizo. Vejamos o breve excêrto abaixo:
Summary: Paleontologist Peter Ward of the University of Washington discusses his latest book, entitled “Gorgon: Paleontology, Obsession, and the Greatest Catastrophe on Earth”. Unterview at
Astrobiology Magazine
http://www.astrobio.net/interview/922/the-greatest-catastrophe-on-earth
AM: You say in your book that while an asteroid impact has been suggested as a cause of the P-T extinction (Permian/Triassic extinction) , follow-up studies have not been able to support that claim.
PW: I do not think that asteroid impact was a cause. There is a new paper just out that suggests that explosive volcanism can look like the remains of asteroid impact. The paper, by J. Phipps Morgan, et al., says that explosive volcanic eruptions are sometimes able to generate the shocked quartz, microspherules, and other geologic traces commonly attributed to large extraterrestrial impacts, while also triggering a mass extinction event.
Ward comes to a different conclusion:
Ward believes that a lowering of atmospheric oxygen caused the P-T extinction. These low oxygen conditions continued on through the Triassic and most of the Jurassic, influencing the development of animals that evolved during this time. Birds, for instance, developed their unique air-sac respiratory system because of this extremely low oxygen environment.
The reason the atmosphere lost its oxygen, Ward suggests, was because ocean levels dropped, exposing anoxic organic materials to the atmosphere. The newly-exposed materials oxidized, pulling oxygen out of the air, and the iron in these materials rusted, creating the red rock layers that are so distinctive in post-Permian geology. Explosive volcano eruptions from Siberia may have contributed to this loss of oxygen as well, expelling huge amounts of carbon dioxide, carbon monoxide, methane, and other gases into the atmosphere. Whatever happened in the P-T, it happened on a geologically fast time scale, within 50,000 years or less.
AM: The ancestors of mammals are the cynodonts, which survived the P-T extinction. Why wouldn’t mammals have retained the cynodont capacity to exist at lower O2 levels?
PW: Mammals survived only at very low size. There were no large mammals until oxygen went up again.
We don’t know about mammals with low O2 capacity, except for those that live at the highest elevations. For instance, the South American alpacas and llamas. They have special respiratory capabilities – they have very big chests and big lungs – and their blood has more hemoglobin. There’s no way to tell from the fossil record how much hemoglobin an organism had. We can tell whether they had big chests, though.
AM: Has a direct link been established between the mammal-like reptile cynodonts and modern day mammals? Or could mammals have evolved independently as an example of convergent evolution?
PW: No, we are definitely part of the surviving stock going back to mammal like reptiles – there are just too many similarities in head and bone anatomy for it to have been convergent evolution
Nosso ancestral, o cynodont ?

Tags: , Evolucao, Permian/Triassic extinction Postedo na Evolucao, Répteis/Mamíferos | Sem Comentários »
domingo, março | 14 | 2010
A Teoria da Evolução exibe uma exuberância de fósseis ósseos de animais intermediários entre os répteis e aquilo em que alguns se transformaram, os mamíferos. Ossos antigos são fáceis de achar, e assim fica mais fácil explicar como foi essa evolução, mas o problema está em explicar como aconteceu a evolução da parte mole orgânica já que a carne não se fossiliza e é comida pelos vermes. Os répteis botavam os ovos fora abandonando os filhotes à própria sorte – às vêzes mesmo um filhote botava a cabeça para fora de um ôvo e já encontrava a boca aberta de uma serpente.
Mas… foi então que uma fêmea de uma espécie réptil começou a segurar os ovos dentro o mais que podia e só os soltava quando não podia mais segura-lo (!). Passaram-se milhares de anos e milhares de gerações destas fêmeas, cada uma fazendo maior esforço para manter o máximo possivel seus ovos dentro da barriga até que este esforço obrigou o corpo delas a se transformar, desenvolvendo esta extraordinária engenharia que é o sistema reprodutor feminino. Quando a ultima fêmea réptil nasceu equipada para manter e nutrir o filhote até o momento do nascimento ela foi condecorada com a transcendência, promovida para mamifero.
Porem, espere aí… estamos falando de um réptil, e não daquêles grandes como os dinossauros, mas sim de algum pequeno como um lagarto, um crocodilo, ou uma lagartixa. Acordem! Concentrem-se no bicho que estamos falando dêle e tente se colocar no lugar dêle para tentar entendê-lo. Por que cargas d’água uma lagarta iria fazer algum esforço para manter ovos dentro?! Isso é um absurdo contra tôda a lógica da teoria darwiniana da evolução. E contra tôda nossa lógica racionalista. Répteis são feras que existem apenas comendo e lutando para sobreviver contra predadores e em ambientes inóspitos. Quanto mais rápidos, velozes, acrobatas, destros, maior suas chances de sobrevivência e de transferência de seus genes, e assim serem escolhidos pela seleção natural, certo? Portanto, para a fêmea quanto mais rápido puder se livrar do pêso do incômodo ovo, melhor. Se ela não o fizer rápido, se começar a criar barriga, diminui em muito sua capacidade para a caça e para a defesa, muitas vão morrer certamente.
Então, quando eu disse acima que uma fêmea ou varias fêmeas répteis e através de muitas gerações fizeram um esforço para manter os ovos… cometí uma heresia contra a teoria da evolução darwiniana e contra a lógica racional do leitor. Certo? Claro que sim!
Então, se o processo da evolução fôsse mesmo o que Darwin e seus discípulos modernos neo-darwinistas afirmam – baseado e resumido nas três variáveis VSI (Variação, Seleção e “Inheritance”), nós humanos jamais existiríamos pois a evolução teria parado no réptil, jamais teria dado o passo seguinte para mamífero. Certo? Ou errado? Onde estou errando? Podem contra-argumentar que o sistema reprodutor mamifero surgiu por gradativas mutações ao acaso, que cada mutação fazia os ovos ficarem mais tempo no corpo da fêmea… mas, não, não podem argumentar isto sabendo que se o corpo mantem um dia a mais o ôvo dentro e cresce a barriga, aumenta o pêso, a criatura se torna menos capaz que as outras e com isso jamais será selecionada. Ou alguém pode vir com a balela de que a fêmea réptil já tinha um certo instinto maternal… e mando este alguém com tal disparate ir pentear macaco no zoológico. Pô, réptil é um bicho que inclusive tem o sangue frio, não se esqueça disso, e vem agora o cara me dizer que de repente uma fêmea réptil têve uma mutação criando um calorzinho interno que começou a se transformar no caloroso amor maternal… E além disso, acredito que réptil nem sabe que seus ovos contem seus filhotes pois nem mesmo humanos primitivos sabiam porque as mulheres criavam barriga e engravidavam… Para não falar que muitos destes animais devoram os ovos da própria espécie quando os encontram. Sem duvidas posso garantir que a criação do sistema reprodutor intra-uterino não foi obra de alguma fôrça atuando desde dentro do organismo reptiliano, ela parece ter vindo de fora.
Mas que fiquem tranquilos os neo-darwinistas pois a obra do grande mestre Darwin continua de pé e nêste evento da passagem do réptil para o mamifero os três mecanismos apontados por Darwin realmente atuaram… porem, não contam nem a metade da verdadeira história. A evolução darwiniana de fato fêz o seu trabalho como ela sabe fazer: a seleção foi aumentando o tamanho e a fôrça da espécie até chegar aos dinossauros, os quais se tornaram os reis da Terra, e como sempre, atingiram o último limite evolutivo de suas possibilidades fenótipicas e nesse ponto começou a entropia, a degeneração da espécie, pois neste ponto que denominamos de “super-especialismo num modo de existência”, todos os seres se acomodam, fecham as portas à evolução e assim tornam-se becos sem saída, ramos ou galhos da árvore genealógica que sai fora do tronco e séca e se extingue ( se não fôsse o meteorito, outra ocorrência natural teria acabado com os dinossauros, mas eu não acredito no tal meteorito como causa da extinção deles… pois a Natureza não precisava recorrer a medida tão drástica para fazer o serviço. Ela própria já dispõe dos mecanismos necessarios para descartar espécies que desafiem a evolução). A evolução darwiniana a partir do réptil mediano, onde se lacalizava a nossa fêmea sacrificada e heróica, caminhou no sentido do dinossauro e não no sentido do mamifero.
Então acho que certo está entre nós que a passagem de réptil para mamífero não se explica dentro das Ciências Biológicas e dentro da teoria darwiniana, pois nunca teria existido antes um ancestral com sistema reprodutor tipo mamifero para passa-lo àquela fêmea. E como ninguém ainda veio me mostrar onde estou errando, vou continuar na mesma linha de raciocínio.
Quais as fôrças da Natureza, qual a Lei Natural da Física, ou da Quântica, ou da Quimica ou mesmo da Biologia, estiveram por trás e por cima das fêmeas répteis conduzindo-as para este final de transcendência feliz? Já revirei bibliotecas e não encontrei ninguém tocando nêste assunto, acho mesmo que ninguém sabe. Ou melhor… talvez tenhamos agora encontrado uma solução para o mistério.
A fêmea réptil, ao se alimentar de matéria orgânica e ter o corpo atravessado ou invadido pela energia solar estava absorvendo algo que os darwinistas desconhecem mas que existe acima e abaixo da biosfera na superficie terrestre. Dêste modo, se provar-mos que (apesar de que na biosfera terrestre nunca antes nada possuiu tal parafernália de sistema reprodutor uterino), no conjunto dos astros celestes que circundam a biosfera existia um ser que possuia tal sistema e que este ser, atacado pela entropia, tem estado se fragmentando em seus ultimos bits-informação na forma de partículas que se alojam nos alimentos e na energia solar, e que estes “bits-particulas” têm a tendência de reproduzirem o sistema ancestral de onde vieram, estejam onde estiverem, tal como dentro de corpos biológicos… teremos matado a charada! Mesmo que isto implique nas estranhas idéias da Biblia de que anjos celestes estiveram aqui fecundando mulheres humanas (que cacófito, meu Deus!… mulheres humanas! E tem mais informação útil aqui: estas mulheres humanas gostam de homens, mas só daquêles do sexo masculino, viu?) ou de idéias de indivíduos como Von Daniken de que astronautas extras-terrestres possam ter copulado com humanas. Pois, de certo modo, a fêmea réptil foi fecundada por um ser astronômico que possuía algo dêste sistema reprodutor e que produziu a mutação gerando a parafernália reprodutora intra-uterina. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal explicam como êsses bits-informação de um planeta semi-vivo e de um Sol radiante funcionam como ancestrais dos nossos genes e como são espalhados no tempo e no espaço livres sem estarem encerrados num saquinho cromossomico gerando a enorme diversidade de sistemas biológicos.
Mas o garanhão que estêve aqui se apaixonando por aquela fêmea réptil não pode ser chamado literalmente de extra-terrestre, talvez sim, possa ser apelidado de meio-terrestre-meio-extra-terrestre. Pois êle se constitui num par de dois: é o próprio planeta Terra mais a sua estrêla Sol. Ei… antes de me atirar ovos espere que vou demonstrar como isso aconteceu…
Observe as duas figuras abaixo:
Figura 1 Figura 2
A Figura 1 e 2 representam o estado evolutivo em que se encontrava o mundo momentos antes da origem da Vida na Terra. Desculpe se as figuras estão ilegíveis, mas podes vê-las melhor em outras partes do website. Trata-se do sistema natural mais evoluído que existia, e dentro dêle e produzido por êle apareceu a primeira matéria organica, e desta veio o primeiro ser vivo. A Figura 2 é a imagem material visível, ou seja, o hardware, enquanto a Figura 1 é o diagrama do código de instruções que se extrai de tal sistema, ou seja, o software. Apesar da imagem mostrar sete tipos de astros celestes, na realidade trata-se de um astro apenas, sujeito a um ciclo vital. Ora, um corpo humano sujeito a um ciclo vital muda de forma a todo instante, mas podemos fixar algumas formas principais: mórula, blástula, feto, embrião, bebê, criança, adolescente, adulto, cadáver. Então, êste fenômeno de um corpo material ter suas formas transformadas não foi inventado pela matéria burra da Terra e nem pelos sistemas biológicos, ele já vem desde as origens do Universo, e aplicado a um astro fá-lo apresentar-se nas seguintes formas: germe estelar, lua, planeta, pulsar, quasar, estrêla, buracos branco e negro. Esqueça o que aprendestes na escola, a tal da geração espontânea de cada astro em separado, aquilo é apenas metade da verdadeira história.
Então o que vemos na figura é o desenvolver-se de um astro qualquer, como a própria Terra que nos gerou. Sem me alongar em mais detalhes vamos direto ao que interessa nêste assunto. Onde está na imagem acima do nosso ultimo ancestral “não-vivo” e “extra-terrestre”, a parafernália do sistema reprodutor intra-uterino? Fácil: o germe de um novo astro é elaborado no “buraco branco” no lugar da Função 1, apresentando os mesmos processos e fases da mórula, blastula, embrião e por fim o parto no horizonte de eventos. Precisamos entender que o processo da evolução também não foi inventado na Terra. Darwin estudou apenas a Evolução Biológica, a qual é em si mesma uma evolução da Evolução Cosmológica, a qual apresenta sete variáveis (as variaveis das dimensões eletro-magnéticas e dos sistemas termo-dinâmicos que precederam os sistemas biológicos), portanto, para preencher os “gaps” na Teoria da Evolução de Darwin basta visualizar-mos as ações das outras quatro variáveis que modelam nossa biosfera e nem Darwin, nem Gold, nem Dawkins, etc., conheceram. Apenas os vários modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal revelam a verdadeira história da Evolução através dos tempos desde o Big Bang.
Mas e esta história de diferença entre ovos botados fora e mantidos dentro, como se vê na imagem?
Note que numa primeira fase o germe de estrêla se constitui no nucleo do astro quando ainda está nas funções 2, 3 e 4, ou seja, lua, planeta, pulsar. Isto significa que o corpo está sendo gestado dentro de um ôvo. Mas ele já foi expelido pelo órgão uterino celeste que é o vórtice na Função 1. Portanto, numa primeira fase, o nosso ancestral tambem botava os ovos fora, abandonando a prole à própria sorte. Mas então o germe floresce na função 4, brotando como uma supernova e note: não apenas o ôvo, mas inclusive o “bebê” supernova continua dentro do sistema, nutrida pelo sistema. Isto significa que nosso ultimo ancestral não-vivo tinha os dois processos ao mesmo tempo, mas o processo de manter os ovos dentro é a segunda fase na evolução do sistema. Por isso aqui na Terra numa primeira fase foram gerados sistemas vivos que botavam ovos fora, desde as amebas aos insetos aos répteis, mas já estava determinado, já estava antes escrito nas estrêlas, que aqui na Terra haveria a evolução da primeira fase para a segunda, mais complexa. As inúmeras gerações da fêmea réptil, de mãe para filha, que foram sacrificadas, muitas coverdemente assassinadas pela fome ou pelos predadores, por carregarem uma barriga cada vez maior, por sofrerem as dores do parto, não o fizeram pelos mecanismos da evolução darwiniana nem foram tocadas pelo instinto maternal. Foram as maiores heroínas de todos os tempos de todos os seres vivos, graças a elas estamos existindo, devemos a vida a elas, mas elas não o fizeram por vontade própria e sim conduzidas por uma fôrça natural que estava até ontem além da compreensão da inteligência humana.
… … perdão, eu não consigo continuar escrevendo quando penso nisto, não consigo evitar que lágrimas me inundam os olhos. Não apenas por causa do sacrificio heróico de uma ancestral ( lágrimas por causa de uma ancestral réptil… isto é que é a verdadeira “lágrima de crocodilo”!), mais por causa da incrivel inteligência que sinto existir no Cosmos: um projeto feito no espaço sideral apenas com esferas e vórtices, já continha em si as instruções para se tornar expressa na forma dêste extraordinário engenho biológico! Qualquer dúvida podem perguntar que depois, refeito das emoções, consultarei os modêlos da Teoria da Matriz/DNA e explicarei com calma.
Tags: , Evolucao, mamifero, reptil, sistema reprodutor Postedo na A Matriz, Evolucao, Macro-Evolucao, Origens | Sem Comentários »
quarta-feira, fevereiro | 24 | 2010
Enquanto a Ciência não descobrir as fôrças e elementos que produziram o primeiro ser-vivo no estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás prevalece a idéia do acaso e enquanto não conectar as leis da realidade subatômica com a nossa realidade prevalesce a idéia da incerteza. Assim o mundo está dividido em dois blocos tanto no seu aspecto espacial quanto temporal, entre os blocos existe um abismo e preenche-se este abismo com a mística deísta e ateísta. A única sugestão racional conectando todos os blocos com elementos naturais está nos modelos da desconhecida Teoria da Matriz/DNA.
A controversa divisão da realidade espacial em dois mundos pela Teoria Quântica e a divisão da realidade temporal pela Teoria da Evolução não existem de fato, está sugerindo A Teoria da Matriz/DNA. Estas equivocadas separações divO problema édeverm-se a que a dimensão subatômica está sendo estudada por pessoas que vem préviamente doutrinadas pela mentalidade da Física e da Matemática, quando deveriam também trazer a mentalidade da Biologia assim como o vitalismo de Pasteur pois o mundo subatomico também é regido pelas propriedades elementares da Vida. A divisão temporal em duas Histórias pela teoria da Evolução Biológica e Cosmológica também não existe pelo mesmo problema da falta de conexão entre a Física/Matemática e a Biologia Vitalista: seus modêlos teóricos dos sistemas naturais inorgânicos seriam também regidos pelas propriedades vitais.
Quanto aos deístas ocidentais, nem é preciso falar: a Vida teria sido produzida por mágica, nada tendo a ver com a evolução anterior.
Nós vemos a auto-consciência existente nos seres humanos como um bebê recém nascido que está começando a aprender sôbre a realidade do mundo externo a ela, e êste artigo inicia um estudo relacionado á psicologia dos bebês porque suspeito que esta Ciência pode nos trazer a resposta para esta pergunta: Porque o bebê auto-consciência tem a tendência de dividir a realidade em duas, sem conexão de uma parte com a outra?
Nada entendo de bebês nem de psicologia infantil mas tenho notado que um bebê vê um caminhão como um objeto para brincar e não útil para trabalhar, parece que trocando a realidade por um mundo de fantasia, ou então dividundo o mundo entre aqu6ele imediatamente real que lhe produz a fome e o leite que suga de outro irreal que produz do nada bonecas e caminhões e tudo mais que lhe cai no berço. Então neste detalhe da criança humana estaria a explicação do mesmo comportamento apresentado pelo adulto do oeste moderno. O Físico e o Matemático vive mentalmente um mundo gerado pelas leis da Física e sua lógica e como estas não explicam as produções dos mundo vivo, os produtos dêste lhes parecem pertencer a um mundo que surge de fora da sua lógica de causas e efeitos sem necessidade de explicações porque a auto-consciência nos seus primórdios ainda aceita a co-existência de mundos divididos ao acaso. Mas vamos ver como e porque digo que a alta classe intellectual do mundo modern divide o mundo em duas partes. Existe esta grande diferença entre o pensar do homem que lida exclusivamente com a matéria e diz que o certo é procurer explicar como funciona a Natureza mas nunca perguntar porque, pois isto nos leva sempre a um beco sem saída; e o pensar do filósofo naturalista como eu que lida mais com a pesquisa das conexões entre os fatos e diz que o mais certo é, além de procurar como funciona, tentar responder porque o mundo produz a coisa que funciona assim. Portanto eu agradeceria muito se êste tema fosse conhecido e do interêsse dos psicólogos e neurologistas, pois êles podem encontrar as explicações para questões pertinentes à mente humana.
A História Universal de 13,7 bilhões de anos está dividida em dois blocos distintos sem conexão entre eles. De um lado temos a história da Evolução Cosmológica que vem do Big Bang até hoje e do outro temos como que uma história lateral que surgiu não se sabe como: a história Biológica ou história do pós-vida. Ninguém conseguiu mostrar onde estão – mo mundo que antecedeu as origens da vida – as forces e mecanismos que teriam produzido as propriedades da Vida, tais como o código com intruções e memorizações genetico,o sistema nervoso, a reprodução de corpos, o sistema sexual, digestive, o metabolism, etc. Apenas a Teoria da Matriz/DNA sugere um modelo do Cosmos de opnde extrai os principios fisicos e mec6anicos de todas estas propriedades, mas como ela se encontra sob rtestes, é desconhecida e indesejada pelos setores que dominam o conhecimento naturalista que apenas aceitam teorias formuladas por cientistas aprovados em suas instituições e a teoria não foi elaborada por estes cientistas, vamos aqui tambem ignora-la. O fato frio e intragavel mas real é que na esfera intellectual da humanidade o mundo está dividido em duas interpretações de ordens de fenomenos, duas lógicas,dois significados. Mas é preciso notar que estas coisas – interpretações, lógicas, significados – sào coisas abstratas, parece-me que são propriedades da mente humana, portanto nao se pode dizer que no mundo real exista esta divisão. Porque no mundo real, os elementos materiais dois tempos continuam a existirem ni mesmo espaço e as vezes se intercambiando seus elementos.
Então em relação à dimensão tempo, a euto-consciência em seu estágio atual dividiu I mundo observavel e perceptivel peklos nossos sentidos em duas partes. Não é uma divisão entre dois tempos, pois o mundo não-vivo continua sua história normal; trata-se melhor do caso de em dado momento da historia antifga ter surgido uma linha do tempo que flue paralela à primeira.
A chegada da Teoria da Mecânica Quântica revelou fenômenos na dimensão microscopica que eram desconhecidos antes dela porem estes fenomenos nao existiriam e nao poderiam existir no macrocosmo, assim está entendendo a auto-consciência nesse seu atual estágio. Crescida e instruida nas experiencias com o médio-cosmos e tendo tentaculos adentrando o macrocosmos ela não pode entender e aceitar como fazendo parte do mundo que ela conhece estes fenomenos como o gato morto-vivo de Schrödinger ou a incerteza de Heinserberg. Este chegou a dizer numa conferencia que as particulas elementares na dimensão microscopic dificelmente podem ser chamadas de “reais”, na verdadeira acepção da palavra..Mas novamente, tanto a experiencia imaginaria de Schrödinger como a incerteza de Heisenberg nao coisas do mundo real externo e sim propriedades da mente humana. A equação de Schrödinger e o calculo das probabilidades já tem sido denunciados como sendo numerous abstratos e não a realidade. Dizem que não faz sentido reduzir a matéria a numeros ou qualquer outra entidade Matemática. A Teoria da Matriz também encontrou um mecanismo que faz a Matemática deixar de ser a única linguagem da Natureza para ser a linguagem que traduz apenas uma certa camada de ordem de fenômenos que constitui apenas 13% da verdadeira e ultima linguagem (não posso expor aqui o mecanismo que contem graficos e portanto é muito longo). Mas existe aqui uma novidade: já se provou com experiências que um átomo pode aparecer em dois pontos diferentes do espaço no mesmo e exato instante. Eu não ví, não sou cientista, mas acredito na seriedade dos que fazem os “peer-review”. O fato do átomo ficar em dois lugares ao mesmo tempo pode vir a reunir os dois mundos em relação ao espaço, pois já se pesquisam isso com afinco porque pode, inclusive, ajudar a projetar computadores mais velozes.
Curioso é notar que em outra instância da mente não existe esta divisão. Pois muitas mentes humanas vislumbraram e acreditaram que a dupla presença de um mesmo corpo faz parte do mundo real médio e macrocosmico. Refiro-me às idéias ventiladas sobre transmigração das almas, ectoplasma, energia das pirâmides, no poder dos pendulos e cristais. A diferença notável entre estes dois tipos de consciência – a que não divide o mundo em dois e a que divide – é que a segunda se resume à consci6encia do chamado “western mindset” enquanto a primeira aparece em meio a todos os outros estados de consciência. Significa isto algo?
Bem, mesmo dentro do “western mindset” existe uma divisão nesta crença sôbre a divisão do mundo em duas dimensões espaciais. A idéia de separar o mundo entre as coisas extremamente pequenas e as grandes partiu de Niels Bohr e de Werner Heisenberg, como primeira conclusão que tiveram perante as experiências que tinham em mãos. Bohr afirmava que os mundos macroscópico e microscópico eram “complementares”. Ambos se submetiam às regras quânticas, mas nos objetos grandes o efeito era desprezível e, por isso, podia ser descartado. Mas os físicos americanos David Wineland e Chris Monroe, do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, protagonistas da espetacular experiência em 1996 em que conseguiram fazer um átomo aparecer em dois pontos diferentes do espaço ao mesmo tempo, contestam: “Bohr e Heisenberg forçaram uma divisão aparentemente arbitrária entre os mundos classico e quântico”.
A Teoria da Matriz/DNA fêz suas incursões pelo mundo subatômico, levada pelas projeções de seus modêlos. Lá – inclusive na época antes do surgimento da matéria – ela encontra as raízes da duplicação dos corpos, e ao aplicar o ciclo vital aos vórtices imateriais e mesmo aos materiais ela encontra explicações do porque não podemos identificar um corpo no tempo e no espaço no mesmo exato instante, oferecendo uma solucão para o problema de Heisenberg. Enfim, eu acredito que a Ciência irá descobrir mais e irá unificar o mundo espaço/temporal numa só realidade. Que ela vai descobrir no mundo antes das origens da vida a existência dos mecanismos e processos que já faziam algo como código genético, auto-duplicação, circuito nervoso de automação, etc. A Teoria da Matriz/DNA está mostrando que uma diferente abordagem da Natureza pode nos levar a estas descobertas, ela mesmo está sugerindo onde estavam estes princípios. Mas como ela vem da selva primitiva e não dos campus universitários, ela não conta. Vamos esperar para ver.
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