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Doencas: Diabete > Pesquisa

segunda-feira, janeiro | 13 | 2014

Mais evidencia de que tradicional doencas, como o diabete, e’ causado pelo sistema. O metodo reducionista conduziu as ciencias `a insulin e agora percebem que existe um mecanismo regulador envolvendo varias partes do corpo e que nao depende de insulina. Eu ja sugeri no artigo que tentem ver o problema pela formula da Matrix, mas sem resposta, terei que eu mesmo faze-lo.

Brain may play key role in blood sugar metabolism and diabetes development

http://www.washington.edu/news/2013/11/06/brain-may-play-key-role-in-blood-sugar-metabolism-and-diabetes-development/

November 6, 2013

With the discovery of insulin in the 1920s, the focus of research and diabetes care shifted to almost exclusively to insulin. Today, almost all treatments for diabetes seek to either increase insulin levels or increase the body’s sensitivity to insulin. “These drugs,” the researchers write, “enjoy wide use and are effective in controlling hyperglycemia [high blood sugar levels], the hallmark of type 2 diabetes, but they address the consequence of diabetes more than the underlying causes, and thus control rather than cure the disease.”

New research, they write, suggests that normal glucose regulation depends on a partnership between the insulin-producing cells of the pancreas, the pancreatic islet cells, and neuronal circuits in the hypothalamus and other brain areas that are intimately involved in maintaining normal glucose levels. The development of diabetes type 2, the authors argue, requires a failure of both the islet-cell system and this brain-centered system for regulating blood sugar levels . In their paper, the researchers review both animal and human studies that indicate the powerful effect this brain-centered regulatory system has on blood glucose levels independent of the action of insulin. One such mechanism by which the system promotes glucose uptake by tissues is by stimulating what is called “glucose effectiveness.”

The findings lead the researchers to propose a two-system model of regulating blood sugar levels composed of the islet-cell system, which responds to a rise in glucose levels by primarily by releasing insulin, and the brain-centered system that enhances insulin-mediated glucose metabolism while also stimulating glucose effectiveness. The development of type 2 diabetes appears to involve the failure of both systems, the researchers say. Impairment of the brain-centered system is common, and it places an increased burden on the islet-centered system. For a time, the islet-centered system can compensate, but if it begins to fail, the brain-centered system may decompensate further, causing a vicious cycle that ends in diabetes.

Boosting insulin levels alone will lower glucose levels, but only addresses half the problem. To restore normal glucose regulation requires addressing the failures of the brain-centered system as well. Approaches that target both systems may not only achieve better blood glucose control, but could actually cause diabetes to go into remission, they write In addition to Schwartz, the authors of the Nature paper “Cooperation between brain and islet in glucose homeostasis and diabetes” are  Randy J. Seeley, Matthias H. Tscho, Stephen C. Woods, Gregory J. Morton, Martin G. Myers,  and David D’Alessio.

Este comentario reforca a hipotese de sistema:

I have ME and have developed type 2 diabetes. The thing is I do not seem to react as ‘normal ‘ to drug treatments and my blood sugar levels bare no correlation to anything (diet, rest, what ever). I am wondering if this finding may shed some light on the mechanisms causing the diabetes as for me the usual explanation does not fit observed facts
E este sugere que a pesquisa va direto ao hipotalamo:
I know one of the theories around m.e talks about hypothalamus damage, so this could indeed be part of the puzzle for you (& others with m.e + blood sugar issues).
E este mostra como os medicos estao perdidos nestas doencas. Fato importante notar a relacao com depressao:

This is purely anecdotal, but I have a couple of patients who previously had diabetes and later developed a depression, who had large improvements on their blood level control with the use of the antidepressant escitalopram. One of them was insuline-dependant, and by the time he walked out from the hospital he wasn’t needing any insulin.

This might point out to the possibility that serotonin might be involved in the neural pathways controlling glucose levels

My partner also saw greatly reduced blood sugar levels after beginning escitalopram for depression.

Uma dica (ver o que e chiropratic)

And how can this brain-centered system be influenced? Chiropractic care can influence the brain and unlike drugs there are minimal side effects

Meu comentario postado no artigo:
It is talking about systems and systemic circuit. Nature has an unique, universal formula that organizes matter into systems, be it atoms, galaxies, brains or pancreatic system. Now we have knowledge of this formula and in its state of perfect closed system can reveal what is going wrong at any systemic circuit that is not performing well. When scientists and researchers will learn to think about Nature rationally? I have no time and big data for doing this job alone, they need know the formula that is at my website, in shape of a simple software diagram, but be advised: the most complex things in Nature are hidden in this formula and we can’t see them if does not learn how to think about natural systems.

Pesquisa:

1) Ver the Nature paper “Cooperation between brain and islet in glucose homeostasis and diabetes

2) Ver instituicoes envolvidas no estudo de diabetes:

- UW Nutrition Obesity Research Center and Diabetes Research Center

- National Institutes of Health

- Helmholtz Alliance  for Imaging and Curing Environmental Metabolic Diseases

- Helmholtz Association

Wikipedia:

Diabete:

Insulina:

 

 

Base de Dados do “Human Microbiome Project”

quarta-feira, janeiro | 8 | 2014

Human Microbiome Project (HMP) Telebriefing Resources

http://www.genome.gov/27549115

HMP logo

Researchers found, for example, that nearly everyone routinely carries pathogens, microorganisms known to cause illnesses. In healthy individuals, however, pathogens cause no disease; they simply coexist with their host and the rest of the human microbiome, the collection of all microorganisms living in the human body. Researchers must now figure out why some pathogens turn deadly and under what conditions, likely revising current concepts of how microorganisms cause disease.

Humanos Atraindo as Doenças Mortais Porque Não Combatem Suas Farsas Culturais que São Mortais a Vida no Planeta

sábado, dezembro | 28 | 2013

 

A Natureza no seu conjunto total tem seus anticorpos e se defende da mesma maneira que nosso corpo os tem e se defende. Claro, pois a idéia de inventar anti-corpos e auto-defesa não caiu do céu, não foram inventadas pela primeira vez no Universo pelos animais da Terra, se existem aqui é porque seus princípios vieram de algum lugar. Na selva descobri que é possível montar um quadro geral da Natureza e seu funcionamento de uma maneira nunca feita antes pelos humanos, e como esse novo quadro tem sido tão ou mais lógico que todos os outros, isto significa que é possível que existam muitas coisas ainda na Natureza atuando sobre nós do que as que conhecemos baseados em nossos conhecimentos modernos. Dentre as fôrças e elemntos naturais ainda desconhecidos, estão aqueles que são as causas destas doenças mortais que apareceram junto com o nosso moderno estilo de vida.

Um dos aspectos interessantes da Natureza é o que ela produz substancias que são benéficas a uma nova criatura, porem, as mesmas substancias se tornam malignas e até mortais se essa mesma criatura a trair e perturbar seu estado de equilíbrio. Um único vírus pode ser benéfico ou mortal dependendo de como o corpo onde está, que é seu meio-ambiente,  atua sobre ele, assim como um humano pode ser benéfico ao sistema social ou pode ser um criminoso, dependendo do que o sistema social faz com a vida dêle.  Assim são os hormônios. Veja um exemplo no texto extraído de um artigo do cardiologista e professor B. M. HEGDE.  Hormonios como adrenalina e cortisol são as fôrças naturais existentes no humano que o possibilita sair correndo se ver se aproximar um tigre. Se não existissem estes hormonios, o corpo humano permaneceria parado como uma banana, e como tal, facilmente devorado, mesmo que o corpo fosse inteligente e desejasse desesperadamente se salvar. Portanto são elementos criados para beneficio de uma criatura. Porem, essa criatura desenvolveu uma cultura, hábitos de vida, que estão transformando o ecossistema. Essa criatura com sua inteligencia conseguiu eliminar de seu ambiente a ameaça dos felinos. Na vaga deixada pelos felinos essa criatura criou outros elementos que lhe dão vantagens e prazeres, como automóveis, aviões de guerra, etc. . Acontece que estes outros elementos são perniciosos ao corpo da Natureza. Então a Natureza simplesmente transformou os elementos que foram feitos para salvar a criatura, em elementos para matar a criatura. Aqueles hormonios que moveriam nossos corpos numa correria, agora movem rapidamente o interior de um corpo sedentário, sentado na poltrona, matando-o. Às vêzes eles aceleram a reprodução de células, gerando tumores, matando o corpo lentamente. O efeito direto, real, sentido na pele aqui e agora, sôbre nós, é que a cada dia maior numero de familias tem alguem neste momento sofrendo de alguma doença incurável em casa ou no hospital. Portanto, apesar de incomodo e chato como é, precisa-se entender que o chato não é o autor desta mensagem para estragar seu final de semana, e sim a ameaça que paira no ar, e que você precisa saber que ela existe e como sair correndo fora de suas garras.

Está ocorrendo uma carnificina a nossa volta e ela pode vir em cima de nós. A todo momento estou sendo surpreendido por noticias de que “aquele vizinho que é ainda jovem, alegre e cheio de vida, descobriu que está com um tumor cancerigeno”, ou, até mesmo como foi a noticia desta semana, “aquele magnata que era todo sorrisos pois tinha 800 milhões de dólares e uma mansão no West Park, se suicidou atirando-se da janela ontem… revelando que tinha algum tipo de tumor mental”. As chamadas doenças produzidas pelo nosso moderno estilo de vida, tais como Diabete Tipo II, ataque cardíaco, parada cerebral, refluxo de ácidos, ansiedade cronica, asma, depressão, acnes, pés inchados, alta pressão sanguínea, dor na coluna, osteoporose, etc. e etc., continuam aí sendo um mistério para cientistas e doutores, ninguem consegue descobrir suas causas pois elas continuam aí, e tudo isso se deve a que nosso modelo de conhecimento da natureza está tão errado que não temos consciência quando estamos sendo bons cidadãos naturais ou criminosos. E a maioria de nós estamos sendo exatamente isto: criminosos. A Natureza cada vez mais mandando criminosos para a pena de morte. Por isso tambem estou me portando como militante chato, aguerrido, empedernido, insistindo que devemos buscar todas as maneiras de desmascarar essa nossa cultura tradicional, que se tornou uma entidade virtual, uma face negra de uma Matrix, constituída de falsos conhecimentos e falsos conceitos sôbre cada um dos fenômenos e eventos naturais. Assim como a selva me pegou – a um cérebro bem informado e condicionado por 15 mil anos da cultura da civilização – me atacou de todas as maneiras, me lançou todos seus venenos, espinhos e feras para me torturarem, me levou ao leito da morte varias vezes, realizando um total colapso desta cultura, uma completa lavagem cerebral, e depois me soltou forte e defensivo como um semi-macaco de mente vazia, no seu aspecto bruto, selvagem, tão primitivo remontando as origens da Vida, para reiniciar meu aprendizado do que realmente é a Natureza, inclusive nos seus niveis atômicos e astronômicos, assim vocês que estão vivendo na civilização agora, ou se decidam a enfrentar, repensar, investigar, seus conceitos mentais produzidos pela sua interpretação das coisas naturais que ainda restam no seu ambiente, procurar o sentido lógico que estás dando ao que acredita ser o significado de sua existência como individuo e seu comportamento social, ou a Natureza vai descartar para sempre a nossa espécie, antes  acelerando o envio prematuro de um a um ao leito da morte. Tente fazer um esforço e entender o novo quadro da Natureza que encontrei na selva, veja como tudo o que te ensinaram sobre cada fenômeno e evento natural muda de interpretação assim como Copérnico mudou a interpretação do Sistema Solar tornando a crença comum de cabeça para baixo. Pois basta uma súbita descoberta, uma rápida nova maneira de entender o mundo, para inconscientemente mudar seus valores psicológicos e automaticamente veres seu comportamento e hábitos sendo mudados. Foi isso que aconteceu comigo nos últimos 30 anos que apesar de estar vivendo uma vida totalmente descontrolada se analisada pelo ponto de vista da cultura moderna,  nestes 30 anos nunca precisei tomar um comprimido sequer, pois nem sei mais o que é uma enxaqueca ou dor de cabeça… É meu dever informar aos meus irmãos de espécie o que me está fazendo bem.

A seguir o texto extraído e um estudo geral do grande artigo do professor B.M.Hegde (voltarei aqui para traduzir e completar assim que sobrar tempo).

Evolutionary mismatch

http://www.thehindu.com/opinion/open-page/evolutionary-mismatch/article5512897.ece?homepage=true

by PROFESSOR B. M. HEGDE - December 29, 2013 04:04 IST

If a man sees a tiger approaching him in the forest he must try to run away. The above mentioned two systems are there to help him run away from the wrath of the angry tiger. Adrenaline and cortisol are the two hormones through which the two systems keep one away from danger. Such a Palaeolithic body today is placed in a very hostile modern society of monetary economy and technologically advanced society where life has got itself transformed into a heartless, cruel rat race.

Our greatest stress today is to acquire mundane things. In that rat race where the world is too much with us we spend most of our energy getting and spending. We have no time to see the good things in nature that give us tranquillity and pleasure. We seem to have sold our soul to the devil. It is a sordid boon. In this rat race we encounter many tigers in life. Our Palaeolithic body produces the same fight-flight response producing adrenaline and cortisol. The latter would be used to run away from the forest tiger in our Palaeolithic age. But the tigers in life today (stresses) do not let you expend the two hormones by running.

The hormones that thus accumulate in the system are the cause of most of the killer diseases. While this is the leading mismatch, there is another equally important mismatch in that our cultural evolution vis-à-vis our biological evolution leaves us today much more sedentary than our ancestors who had to trek miles daily to get their next meal. We hardly move around as the technological comforts have brought everything to our global village. Some of us use our vehicles even to go to the toilet. This compounds the stress hormone damage, causing more grievous injury to our systems.

XXXXXXX

Pesquisa:

Wikipedia: Match/mismatch

The match/mismatch hypothesis (MMH) was first described by David Cushing (1969). The MMH “seeks to explain recruitment variation in a population by means of the relation between its phenology—the timing of seasonal activities such asflowering or breeding - and that of species at the immediate lower level”, see Durant et al. (2007). In essence it is a measure of reproductive success due to how well the phenology of the prey is able to meet the requirements of its predator. In ecological studies, a few examples include; the seasonal occurrence of breeding bird species to that of their primary prey (Visser et al. 1998, Strode 2003), the interactions between herring fish reproduction and copepod spawning (Cushing 1990), or the relationship between winter moth egg hatching, and the timing of oak bud bursting ( ver mais)

Nova Linha de Pesquisa: Biologia, Doenças, Proteínas, Anti-corpos

quinta-feira, dezembro | 19 | 2013

Medpage Today

Lab Notes: Camels, Coffee, Beer, and Probiotics

http://www.medpagetoday.com/LabNotes/LabNotes/43291

(COPIADO PARA PESQUISAR ITEMS GRIFADOS)

Camels to the Rescue for Arthritis?

A novel single domain antibody derived from alpacas — a New World species of camelid – significantly reduced cartilage erosion and inflammatory cell infiltration in two mouse models of rheumatoid arthritis, Chinese researchers reported in Arthritis Research & Therapy.

The antibody targets the intracellular protein cyclophilin A, which has been implicated in the pathogenesis of rheumatoid arthritis through its recruitment of macrophages, monocytes, and matrix metalloproteinases into the synovium and joint. Camelids produce a unique type of antibody that consists exclusively of heavy chains, and the derived anti-cyclophylin can be easily and inexpensively produced, unlike most conventional antibodies.

In a series of experiments, the researchers injected arthritic mice with the antibody sdAbA1, and found significantly lower clinical and radiographic scores for hind paw arthritis. They also observed that treatment with sdAbA1 provided even greater decreases in inflammatory cells than administration of the widely used tumor necrosis factor inhibitor infliximab(Remicade). This antibody may represent a new therapeutic target for rheumatoid arthritis for patients who don’t respond to the available agents, they concluded.

– Nancy Walsh

Coffee Ages Cells

But a glass of beer might have the opposite effect, according to a study of telomeres in yeast cells.

The length of these end caps on chromosomal DNA, which determine how many times a cell can replicate with implications for both aging and cancer, grew when cells were exposed to alcohol or vinegar but shortened with caffeine or high temperatures.

Oxidative stress and a number of other environmental stresses tested had no impact on telomeres, Martin Kupiec, PhD, of Israel’s Tel Aviv University and colleagues reported inPLOS Genetics.

“For the first time we’ve identified a few environmental factors that alter telomere length, and we’ve shown how they do it,” Kupiec explained in a statement. “What we learned may one day contribute to the prevention and treatment of human diseases.”

– Crystal Phend

Probiotics for Autism?

Probiotic therapy eased both gastrointestinal and behavioral symptoms in a mouse model ofautism, according to a study in Cell.

Gastrointestinal symptoms are relatively common in individuals with autism spectrum disorders (ASDs), and Sarkis Mazmanian, PhD, of the California Institute of Technology, and colleagues explored whether alleviating the GI problems could have other effects in mice displaying some of the characteristics of autism.

The mice had intestinal permeability, and after ingesting Bacteroides fragilis, which has been used in animal experiments as a probiotic therapy, the permeability was corrected. At the same time, the mice had improved communication and reductions in anxiety and repetitive behaviors.

“Our findings reveal that gut bacteria can influence behavioral abnormalities relevant to neurodevelopmental disorders and raise the exciting possibility that certain probiotics may represent a novel approach to treating behavioral symptoms in humans,” Mazmanian said in a statement.

– Todd Neale

CD4/8+ Cell Counts Get Portable

Researchers at the University of Illinois in Urbana-Champaign are on track to develop a handheld point-of-care device for measuring CD4/8-positive cells in a drop of blood, according to their report in Science Translational Medicine. The technology could vastly simplify diagnosis of AIDS and monitoring antiretroviral therapy in patients with HIV infection.

Led by Rashid Bashir, PhD, the researchers have created prototype microfluidic biochips that process blood samples in five steps: chemically breaking down red cells, stopping the lysis to preserve leukocytes, counting cells electrically, stripping out CD4/8-positive cells with antibodies, and then counting the remaining cells. The result in preliminary tests has been counts of CD4/8-positive cell counts with accuracy similar to conventional clinical-lab assays.

However, the group indicated that more work needs to be done before the technology could be used clinically. Bashir and colleagues still need to package the biochips into a unitary, battery-powered instrument, as well as identify ways to standardize and manufacture the disposable modules needed for a commercially viable device.

– John Gever

Eliminar todas as doenças que torturam humanos: Método Acadêmico e Método da Matrix/DNA

quinta-feira, novembro | 28 | 2013

Tema baseado no seguinte artigo:

BBC. Com Future

Preventative genetics: The ultimate way to halt disease

http://www.bbc.com/future/story/20131107-predict-illness-before-it-strikes - (clique na figura do artigo e veja interessante video)

Se você entendesse o que estou querendo dizer aqui, certamente se juntaria comigo nesta luta. O mundo cientifico acadêmico, vem, desde Hipócrates a 2,000 anos atras, gastando o tempo de milhões de cientistas e profissionais e bilhões de dólares na tentativa de eliminar doenças mortais, como câncer, diabetes, Alzheimer, etc., mas ainda não conseguiram, as doenças continuam ai e podem pegar qualquer um de nos desprevenido… A pergunta que faço é: porque não conseguem? Doenças não são algo sobrenatural, elas são produtos dos movimentos na Natureza, portanto, isto significa que não entendemos ainda o que é e como funciona a Natureza. Ninguem esta autorizado a afirmar que estas doenças mortíferas tradicionais são produtos de disfunções dentro dos corpos humanos ou afirmar que doenças são produzidas por forcas e elementos naturais externos aos corpos, vindos do meio-ambiente. Se tivessem certeza… porque ainda não as eliminaram?

No presente artigo com link acima, um cientista que sabemos estar honestamente empenhado nessa luta, sugere que se invista mais no método aplicado pelas ciências acadêmicas, a qual, nas ultimas desadas passou a acreditar que todas as causas estão nos genes. Assim ele resume sua sugestão: “A grande ideia é genética preventiva: observando nosso genoma desde a infância de maneira que possamos evitar que a doença se instale, ao vez de atuar sobre a doença depois que ela se instalou no corpo”.

Mas as doenças continuam aparecendo, isto significa que ainda não aplicaram o método correto, e se não o aplicaram, não se pode saber de antemão se este realmente é o método correto. E se não for? Entes queridos nossos, familiares ou não, e talvez nos mesmos, continuaremos a ser torturados e morrer porque o método correto não foi aplicado…

Então faço outra pergunta: “Se tiver algum ser humano sugerindo que se experimente outro diferente método, que ele esta convencido que vai funcionar, que não vai custar tao caro, que pode ser feito,… porque não tentar?” Existe outro tema mais importante hoje para os seres humanos? Va ao hospital e pergunte para os que la estão.

O pensamento acadêmico sobre as doenças esta cegamente centrado nos genes. De repente passaram a acreditar que aqueles amontoados de átomos formando diferentes moléculas atuam por conta própria, parecem ter personalidade própria, força autônoma própria. Gastaram bilhões de dol ares na busca de mapear o genoma porque acreditavam piamente no celebre axioma que emergiu deste tipo de crença: “Cada gene, cada doença!” Ao fim do projeto, tendo o mapa total em mãos, o Craig Venter e seus correlegionários caíram sentados em suas cadeiras desanimados: não era assim, são muitos e vários genes envolvidos em cada doença. Praticamente voltamos a estaca zero. Mas a obsessão em cima da genética não foi curada tambem. Prova disso é a própria sugestão do cientista neste artigo.

O método diferente que estou sugerindo resulta da minha pessoal leitura e interpretação dos modelos, formulas e mapas da Matrix/DNA Theory. Pois ali se deduz que tudo o que existe no corpo humano pertence a sistemas, os quais, as centenas ou milhares, se juntam formando um ultimo sistema final: o corpo humano. Acontece que temos a formula para um sistema natural perfeito, funcionando perfeitamente, sem qualquer disfunção, como são os casos das doenças. E esta formula é aplicada pela Natureza para organizar a matéria em sistemas, funcionais. Ora… então basta identificar-mos todos os sub-sistemas do corpo humano e compara-los com a formula para detectar onde esta o ponto diferente no sistema doente. Assim como fiz com o caso do ciclo do colesterol cuja figura esta na primeira pagina deste website.

A formula da Matrix/DNA esta sugerindo que doenças não tem como causa fundamental os genes. Não! Estes são apenas marionetes manipulados ao sabor de uma força muito maior que eles. Esta força é gerada nos atritos entre dois poderosos elementos: o sistema planetário dentro do solar em que tudo funciona como um relógio, um sistema perfeito, fechado em si mesmo, e suas crias, sistemas biológicos que funcionam diferente, são sistemas abertos e,  se movimentam por direções contrarias entrando em choque com os eflúvios do sistema estrutural. É este atrito que atua no genoma causando erros nas operações do DNA e defeitos nos genes que eram “saudáveis”. Vou tentar explicar isso pois pé muito fácil de entender. Não tem nada de astrologia, superstição, metafisica, aqui, tudo é muito simples resultado do trabalho de um filosofo naturalista cuja missão é buscar conhecimento das informações obtidas pelas Ciências Oficiais com seu método reducionista e ficar tentando conectar todas estas informações para tentar obter um grande quadro, e assim entender o significado, o motivo, da existência dos fenômenos que compõem a totalidade da Natureza, o Universo.

Porque é que de repente um sistema natural atrela a si mesmo, bombas, vai a uma praça publica e se explode?! Ora, a principio, a meta suprema de todo sistema natural, de átomos a galaxias a lagartixas a células, é conseguir o estado confortável e eterno do equilíbrio termodinâmico. O sistema corpo humano, assim como formigas e abelhas, dedica a vida a luta para conseguir um palácio, depois o mais vasto território em volta deste palácio, onde tudo funcione como num paraíso e ele é o senhor ou a rainha absoluta.  Bilhões de anos de evolução desde a primordial nebulosa de átomos não mudaram essa meta suprema, ela continua no ultimo sistema ápice desta evolução aqui nestas regiões do Universo, que é o ser humano. Então porque de repente um sistema sai totalmente fora desta longa cadeia de causas e efeitos que vem desde o Big Bang e faz algo totalmente sem sentido? A resposta esta na existência de um sistema, invisível, denominado sistema religioso cultural. Ele manipula seus sub-sistemas como marionetes. Assim como os genes são manipulados. O terrorista não atua mais por si mesmo, independente, ele é conduzido, pois caso contrario todas suas atividades visariam sobreviver e enriquecer.

Ate os 30 anos eu tive varias perigosas doenças. Aos sete anos peguei uma que não sei o nome ouvido na infância (tufo, tifo?), que fecha a garganta e se não correr ao hospital morre em 24 horas. Depois tive ulcera gástrica com cirurgia aos 28 anos. Depois duas malarias na selva aos 30 anos. Mas na selva elaborei as formulas da Matrix/DNA, resultou uma visão diferente de um quadro geral diferente, conclui que a vida surgiu aqui pela aca o de fótons-genes formando um software emitido pela galaxia, estas loucuras todas, que sugeriam que com meu cérebro apenas eu poderia captar certas parti culas de fótons-energia voando no espaço a minha volta, e que podia conduzir mentalmente estes fótons por canais de um complicado desenho do corpo humano… e passei a experimentar isso, sessões de 15 ou 60 minutos diários. Nunca mais, nos outros 30 anos precisei tomar nenhum comprimido para nada. Uma saúde e energia de ferro! Voltei a selva temendo pegar a terceira malaria que poderia ser fatal, mas que nada, gozei na cara dos mosquitos transmissores. Mera coincidência? Tambem as vezes penso que sim, mas… por via das duvidas, continuo de vez em quando praticando o método, pois em time que esta ganhando, não se mexe, por mais estupido e desmiolado que pareça ser o técnico do time. Eu estou com a mente cegamente centrada em “SISTEMAS”, uma grande diferença do meio acadêmico centrado cegamente em genes, nos estamos abordando este assunto das doenças vindos por caminhos diferentes.

O corpo humano é um sistema natural, produto de uma evolução que começou com o primeiro sistema celular, a qual foi produzida num longo processo de embriogênese e não abiogeneses, pelo sistema astronômico que nos envolve. Ou se encaixa nele… e tenha uma vida saudável,… ou não se encaixe nele, que sistemas equivocados pairando no ar te agarram, te inocula suas errôneas tendencias, e te leva a se explodir em praça publica, ou melhor, levam seus genes a aniquilar seu corpo inteiro.

O grande intelectual que foi uma antena da nossa especie, o ex-presidente da Checoslováquia, Vaclav Havel, uma vez disse: “Hoje entendemos os fundamentos da matéria em nosso corpo, nos mais microscópicos níveis. Sabemos tudo sobre nossos a tomos, nossas moléculas, nossas células. O método reducionista realizou um heroico e brilhante trabalho. Mas no entanto alguma coisa esta nos escapando. prova disso são as doenças milenares, cujas causas primeiras e suas curas continuam desconhecidas. Penso que esta coisa desconhecida esta numa outra dimensão, mais difícil de enxergar: a dimensão dos sistemas, mais exatamente, do corpo humano como sistema”. Na selva eu acho que entendi melhor o que ele quis dizer. Mas o problema é que o meio cientifico acadêmico, nossa cultura geral, esta se esquecendo, ignorando, a existência dos sistemas naturais. Tivemos a décadas atras algumas iniciativas tímidas, com Fritjof Capra tateando os sistemas na escuridão sem conseguir vê-los direito, no seu “O Tao da Física”. Tivemos a Margullis sondando as origens da célula sob uma tentativa de perspectiva sistêmica, em sua teoria simbiôntica. Depois um longo período de recesso ate que Bertalanffy surgiu com uma gigante obra, “A Teoria Geral dos Sistemas”. Uma grande quantidade de argumentos e evidencias, porem sem ainda explicar ou mostrar o que realmente é um sistema natural. Então alguns físicos e matemáticos como Rosemberg, Wiener, descobriram a cibernética, e desviaram a teoria dos sistemas naturais para a teoria dos sistemas artificiais. E neste ponto estão parados ate hoje. Se as doenças forem realmente produzidas pelo contexto das operações de sistemas, não esperem ajuda nos hospitais para doenças mortais por muito tempo ainda. A unica tímida tentativa que conheço estar militando no momento com uma proposta nova mostrando o que realmente é e como funcionam os sistemas naturais, esta vindo com um semi-macaco do meio da selva amazônica, num calhamaço de papeis sujos para embrulhar pão…  O macaco esta sozinho gritando nas ruas de New York e tentando mostrar os papeis para os transeuntes, mas ninguém para e ouve. Mas… é pegar ou largar… e aceitar a convivência com estes terroristas malignos dentre nos, porque o método da academia oficial não vai funcionar. Raios! Genes são punhados de átomos! O Richard Dawkins e sua turma ficaram malucos, perderam o controle de suas faculdades mentais, acreditando em coisas como “o objetivo supremo dos genes é se reproduzirem”. Átomos, moléculas, não podem possuir objetivos a serem alcançados no futuro por acoes deles aplicadas aqui e agora. Estão loucos?!!! E nos vamos ficar passivos, pagando caríssimo o preço desta loucura?! Por favor, de uma oportunidade ao macaco, ele não quer e não precisa de palácios, o que ele sonha é ver que as futuras gerações cantarão o nosso sucesso ao invés de chorarem o nosso fracasso! mexam-se comigo! Agora! Ja! Cada voz ecoando um pequeno murmurio inicial faz o murmurio se tornar conhecido! tens duvidas? Claro, eu tenho mais ainda! não acredito na Matrix/DNA, sou um filosofo, como Sao Tome, quero ver, apalpar, para acreditar. mas a coisa faz sentido. basta tentar conhece-la e entende-la.

Temos muito trabalho a fazer em equipe, mas a base de tudo é colocar os mapas da Matrix/DNA sobre a mesa e do lado os mapas de todos os sub-sistemas do corpo humano. Dentre os mapas da Matrix esta a formula da infra-estrutura de tudo isso que aqui esta, que é esta galaxia, por inteiro. A qual é a formula de um sistema perfeito fechado em si mesmo. E podemos consertar qualquer defeito em qualquer sub-sistema defeituosos tendo ao lado o desenho para um sistema funcionar perfeitamente. vamos assim identificar os pontos das disfunções, vamos rastrear os elementos externos que chegam aqueles pontos, vamos chegar a causa primeira, a raiz de tudo, e mandar para o inferno de uma vez por todas estes inimigos terroristas que tanto tem flagelado nossos irmãos de especie, aos quais damos os nomes de câncer, Alzheimer, diabetes, etc. Porque não participar desta causa, lutar por ela, convencer os que estão no controle dos instrumentos científicos, a apontarem-nos nesta outra direção? Se o método der certo, prometo que pago cerveja pra todo mundo!

( Obs: Devo continuar isto comentando cada item do artigo da BBC)

 

 

Cérebro e Diabetes, Novos Circuitos para Matrix/DNA Pesquisar

sábado, novembro | 23 | 2013

Brain may play key role in blood sugar metabolism and diabetes development

http://www.washington.edu/news/2013/11/06/brain-may-play-key-role-in-blood-sugar-metabolism-and-diabetes-development/

UW Health Sciences and UW Medicine – November 6, 2013

XXXXXX

A growing body of evidence suggests that the brain plays a key role in glucose regulation and the development of type 2 diabetes, researchers write in the Nov. 7 ssue of the journal Nature. If the hypothesis is correct, it may open the door to entirely new ways to prevent and treat this disease, which is projected to affect one in three adults in the United States by 2050.

the brain was originally thought to play an important role in maintaining normal glucose metabolism 

Pesquisa:

glucose metabolism

XXXXXX

With the discovery of insulin in the 1920s, the focus of research and diabetes care shifted to almost exclusively to insulin. Today, almost all treatments for diabetes seek to either increase insulin levels or increase the body’s sensitivity to insulin.

Pesquisa:

insulin

XXXXXXXX

“These drugs,” the researchers write, “enjoy wide use and are effective in controlling hyperglycemia [high blood sugar levels], the hallmark of type 2 diabetes, but they address the consequence of diabetes more than the underlying causes, and thus control rather than cure the disease.”

New research, they write, suggests that normal glucose regulation depends on a partnership between the insulin-producing cells of the pancreas, the pancreatic islet cells, and neuronal circuits in the hypothalamus and other brain areas that are intimately involved in maintaining normal glucose levels.

Pesquisa:

insulin-producing cells of the pâncreas

 the pancreatic islet cells

neuronal circuits in the hypothalamus

XXXXXXXX

One such mechanism by which the system promotes glucose uptake by tissues is by stimulating what is called “glucose effectiveness.” As this process accounts for almost 50 percent of normal glucose uptake, it rivals the impact of insulin-dependent mechanisms driven by the islet cells in the pancreas.

The development of type 2 diabetes appears to involve the failure of both systems, the researchers say. Impairment of the brain-centered system is common, and it places an increased burden on the islet-centered system. For a time, the islet-centered system can compensate, but if it begins to fail, the brain-centered system may decompensate further, causing a vicious cycle that ends in diabetes.

Boosting insulin levels alone will lower glucose levels, but only addresses half the problem. To restore normal glucose regulation requires addressing the failures of the brain-centered system as well. Approaches that target both systems may not only achieve better blood glucose control, but could actually cause diabetes to go into remission, they write.

Comentário:

Portanto isto é questão de equilíbrio de um inteiro sistema, e isto envolve comparações com a formula da Matrix/DNA

In addition to Schwartz, the authors of the Nature paper “Cooperation between brain and islet in glucose homeostasis and diabetes

Cérebro: Sensacional Tema para Entender Nosso Cérebro e Grande Oportunidade para a Matrix/DNA Theory

segunda-feira, novembro | 11 | 2013

Desde que Teilhard du Chardin escreveu sua tese sobre “uma camada de inconsciente coletivo que paira sobre o planeta Terra” (creio que o nome do livro era ” O Fenômeno Humano”, e Carl Gustav Jung publicou suas teses na mesma linha de pensamento, e desde que encontramos a formula da Matrix/DNA, tenho suspeitado e desenvolvido na medida do possível a tese de que o cérebro é um sistema também estruturado pela formula, mas não apenas o cérebro carnal. Manifestações elétricas na forma de sinapses que se formam e desaparecem a cada novo pensamento, me parecem que estão forçando se fixarem permanentemente e também na forma de sistema, o mesmo sistema da Matrix/DNA. Isto significaria que o que entendemos por mente será mais uma nova forma evolucionaria de um sistema universal que começou com o Big Bang e vem evoluindo. Mas a suspeita não para ai. Os cérebros individuais de 7 bilhões de humanos estão se comunicando a nível mental estruturando uma espécie de mente social, e…. tornando-se um novo sistema nos mesmos moldes da Matrix. Esta mente social seria a camada mental de Chardin, as nourees de outro grande pensador que me esqueço o nome agora, o inconsciente coletivo de Jung, agora se tornando algo inteligível, um sistema perceptível, com uma figura visível. nesta linha de pesquisa me deparo agora com uma volumosa pesquisa de outro autor, por duas décadas estudando os efeitos de suas aplicações de MRI, descrito no artigo com link abaixo, o qual fica aqui copiado para eu pesquisar cada detalhe, ler o livro, etc.

O autor mostra que problemas sociais produzem ativação das mesmas regiões do cérebro que são ativadas quando ocorrem dores físicas. Por exemplo a perda de um ente familiar. Isto para mim é evidência de que a mente individual esta ampliada como mente social e a mente social esta se estruturando no mesmo modelo da mente individual, a qual esta estruturada na configuração do cérebro como sistema operacional, o qual esta estruturado em cima da formula da Matrix/DNA. Então, conhecendo a formula da Matrix, podemos começar a delinear e entender essa camada do inconsciente coletivo, ou mente social. Trechos como este a seguir são verdadeiras joias para a Matrix/DNA:

The neural basis for our personal beliefs overlaps significantly with one of the regions of the brain primarily responsible for allowing other people’s beliefs to influence our own. The self is more of a superhighway for social influence than it is the impenetrable private fortress we believe it to be.

Isto vem afrontar as modernas correntes cientificas baseadas na crença de que a psicologia e comportamentos são causados pela genética e química, que o individual tem a tendência inata para adotar uma religião, uma ideologia, etc., pois isto sugere que o individual nasce limpo como as paginas em branco de um livro e é a cultura social vinda do exterior que preenche estas paginas. na logica da Matrix/DNA, tanto a genética quando a cultura social entram com 50% cada.

http://www.brainpickings.org/index.php/2013/11/08/social-why-our-brains-are-wired-to-connect-lieberman/

The Science of Why Our Brains Are Wired to Connect

by

“The self is more of a superhighway for social influence than it is the impenetrable private fortress we believe it to be.”

Pela visão da Matrix/DNA, isto sugere que o ^Eu^ é uma peça na formula de sistemas com seus dois terminais abertos, um se comunicando com a peça anterior e outro com a peça posterior para formar um circuito, e não que o cérebro individual, o ^Eu^,  seja um sistema completo e fechado em si mesmo.

“Without the sense of fellowship with men of like mind,” Einstein wrote, “life would have seemed to me empty.” It is perhaps unsurprising that the iconic physicist, celebrated as “the quintessential modern genius,” intuited something fundamental about the inner workings of the human mind and soul long before science itself had attempted to concretize it with empirical evidence. Now, it has: In Social: Why Our Brains Are Wired to Connect (public library), neuroscientist Matthew D. Lieberman, director of UCLA’s Social Cognitive Neuroscience lab, sets out to “get clear about ‘who we are’ as social creatures and to reveal how a more accurate understanding of our social nature can improve our lives and our society. Lieberman, who has spent the past two decades using tools like fMRI to study how the human brain responds to its social context, has found over and over again that our brains aren’t merely simplistic mechanisms that only respond to pain and pleasure, as philosopher Jeremy Bentham famously claimed, but are instead wired to connect. At the heart of his inquiry is a simple question: Why do we feel such intense agony when we lose a loved one? He argues that, far from being a design flaw in our neural architecture, our capacity for such overwhelming grief is a vital feature of our evolutionary constitution:

The research my wife and I have done over the past decade shows that this response, far from being an accident, is actually profoundly important to our survival. Our brains evolved to experience threats to our social connections in much the same way they experience physical pain. By activating the same neural circuitry that causes us to feel physical pain, our experience of social pain helps ensure the survival of our children by helping to keep them close to their parents. The neural link between social and physical pain also ensures that staying socially connected will be a lifelong need, like food and warmth. Given the fact that our brains treat social and physical pain similarly, should we as a society treat social pain differently than we do? We don’t expect someone with a broken leg to “just get over it.” And yet when it comes to the pain of social loss, this is a common response. The research that I and others have done using fMRI shows that how we experience social pain is at odds with our perception of ourselves. We intuitively believe social and physical pain are radically different kinds of experiences, yet the way our brains treat them suggests that they are more similar than we imagine.

Citing his research, Lieberman affirms the notion that there is no such thing as a nonconformist, pointing out the social construction of what we call our individual “selves” — empirical evidence for what the novelist William Gibson so eloquently termed one’s “personal micro-culture” — and observes “our socially malleable sense of self”:

The neural basis for our personal beliefs overlaps significantly with one of the regions of the brain primarily responsible for allowing other people’s beliefs to influence our own. The self is more of a superhighway for social influence than it is the impenetrable private fortress we believe it to be.

Contextualizing it in a brief evolutionary history, he argues that this osmosis of sociality and individuality is an essential aid in our evolutionary development rather than an aberrant defect in it:

Our sociality is woven into a series of bets that evolution has laid down again and again throughout mammalian history. These bets come in the form of adaptations that are selected because they promote survival and reproduction. These adaptations intensify the bonds we feel with those around us and increase our capacity to predict what is going on in the minds of others so that we can better coordinate and cooperate with them. The pain of social loss and the ways that an audience’s laughter can influence us are no accidents. To the extent that we can characterize evolution as designing our modern brains, this is what our brains were wired for: reaching out to and interacting with others. These are design features, not flaws. These social adaptations are central to making us the most successful species on earth.

 

The implications of this span across everything from the intimacy of our personal relationships to the intricacy of organizational management and teamwork. But rather than entrusting a single cognitive “social network” with these vital functions, our brains turn out to host many. Lieberman explains:

Just as there are multiple social networks on the Internet such as Facebook and Twitter, each with its own strengths, there are also multiple social networks in our brains, sets of brain regions that work together to promote our social well-being.

These networks each have their own strengths, and they have emerged at different points in our evolutionary history moving from vertebrates to mammals to primates to us, Homo sapiens. Additionally, these same evolutionary steps are recapitulated in the same order during childhood.

He goes on to explore three major adaptations that have made us so inextricably responsive to the social world:

  • Connection: Long before there were any primates with a neocortex, mammals split off from other vertebrates and evolved the capacity to feel social pains and pleasures, forever linking our well-being to our social connectedness. Infants embody this deep need to stay connected, but it is present through our entire lives.
  • Mindreading: Primates have developed an unparalleled ability to understand the actions and thoughts of those around them, enhancing their ability to stay connected and interact strategically. In the toddler years, forms of social thinking develop that outstrip those seen in the adults of any other species. This capacity allows humans to create groups that can implement nearly any idea and to anticipate the needs and wants of those around us, keeping our groups moving smoothly.
  • Harmonizing: The sense of self is one of the most recent evolutionary gifts we have received. Although the self may appear to be a mechanism for distinguishing us from others and perhaps accentuating our selfishness, the self actually operates as a powerful force for social cohesiveness. During the preteen and teenage years, adolescent refers to the neural adaptations that allow group beliefs and values to influence our own

The rest of Social: Why Our Brains Are Wired to Connect, which dives deeper into this trifecta of adaptations and their everyday implications, is absolutely fascinating — necessary, even. Get a teaser-taste with Liberman’s TEDxStLouis talk based on his research and the resulting book:

http://www.youtube.com/watch?v=NNhk3owF7RQ

Novas Descobertas Sobre o Envelhecimento e a Visão da Matrix/DNA

segunda-feira, outubro | 21 | 2013

A newly discovered biological clock measures aging throughout the body. (Credit: UCLA/Horvath lab)

O corpo humano é uma nova forma evolucionaria do sistema natural universal que começou a existir desde o Big Bang, na forma de vórtice quântico, o qual projetou uma onda de luz, a qual carrega em si a dinâmica do ciclo vital, portanto, imprimindo dinâmica, movimento, vida, ma substancia que preenche o espaço abrangido hoje pelo Universo.

Como todas as formas deste sistema universal apresentam o processo da degeneração, envelhecimento, e morte, o corpo humano, paras nosso pesar, também o faz. Eu suspeito que a morte é um mal necessário se a evolução for um proposito da existência, pois sem a morte formas inacabadas e inadequadas do sistema universal, as quais são formas provisorias, se estabeleceriam como definitivas, interrompendo a evolução. Por exemplo, se os macacos tivessem descoberto o elixir da eternidade, não morreriam e não transcenderiam sua forma fisica, e não haveria hoje a especie humana. Também considero como possibilidade logica a sugestão que a formula da Matrix/DNA esta fazendo de que todas as formas do sistema universal são compostas de software e hardware, e de que enquanto o hardware morre, pode ser substituído e transformado, o software apenas cresce em quantidade de informação e se expande em qualidade, sempre sobrevivendo a morte dos corpos. Mas minhas suspeitas a parte, ficamos com o puro e real fato de que os nossos corpos envelhecem e morrem.

A morte pode ser um mal necessário, mas quando acontece o envelhecimento, ele nos trás indesejáveis efeitos colaterais, denominados ” doenças “, como o Alzheimer, os canceres, etc. Portanto, é de nosso extremo interesse estudar este processo de envelhecimento com a intenção de eliminar estes efeitos colaterais. As Ciências Oficiais muito tem se esforçado na busca de entender este processo, mas pouco tem avançado na eliminação dos maus efeitos. Enquanto isso vejo que destacar o corpo humano como um sistema natural e compara-lo com a formula de sistema perfeito da Matrix/DNA é uma diferente e nova abordagem do fenômeno que mostra novos aspectos do fenômeno ( por isso incluo abaixo dois aspectos dessa formula para serem observados). Na forma de sistema perfeito, ele nasce e tem sua energia em crescimento ate alcançar a Função sistêmica universal F4, quando ela atinge seu pico mais elevado, e neste momento começa a sua queda, uma degeneração que é medida pela entropia. No corpo humano isto indica que o corpo esta em elevação enquanto os genes primordiais ainda estão construindo-o,  e quando o ultimo gene executa sua ultima função, o corpo imediatamente começa a decair. Isto acontece talvez aos 16 ou 18 anos, quando se forma a barba, ou tem inicio a inteira atividade sexual. Se o corpo humano não decai imediatamente é porque o sistema é aberto e com isso continua a receber alimentação de energia exterior. O que não evita a degeneração, mas prolonga-a.

Outro fato interessante que se observa na formula de sistema perfeito é que a degeneração tem inicio na periferia do sistema,  e os detritos causados por ela, ao invés de serem imediatamente expulsos do sistema, são internalizados, e dirigem ao seu centro, levando o sistema ao auto-colapso. Lembre-se que na termodinâmica entropia não significa diminuição de energia mas sim diminuição da qualidade da energia no sistema. Isto porque os fragmentos internalizados vão se misturando com as partes e circuitos internos prejudicando seus funcionamentos, e o sistema tende a se tornar uma massa amorfa.  Por exemplo, no caso do cérebro considerado como nova forma do sistema, os detritos se acumulam formando as placas, muitas delas circundando neurônios, isolando-os, o que leva ao mal de Alzheimer, ou seja, perda da memoria.

Agora com esta noticia deste artigo parece que a Matrix/DNA mais uma vez confirma suas previsões. Estão descobrindo que na mulher o envelhecimento é mais rápido a partir dos seios, os quais são um acessório da periferia, e ainda mais interessante, a formula da Matrix/DNA já havia sugerido antes que os seios são na mulher os representantes da função 4, que é o aparato masculino da formula de sistema perfeito, o qual é hermafrodita. Justamente podemos ver na formula que a energia começa a decair na F4.

Ainda estou longe de começar a estudar o corpo humano baseado na formula da Matrix/DNA para tentar entender o processo do seu envelhecimento. Me faltam totalmente as condições materiais para tal, como a falta de tempo.  Por isto a Humanidade esta urgentemente necessitando de ajuda, da sua participação, todo mundo poderia ajudar aqui, tendo a formula da Matrix/DNA, inclusive divulgando estes artigos escritos aqui, ou fazendo a tradução para outros idiomas, já que eu não posso faze-los.  Não desejo para ninguém as torturas do envelhecimento e suas doenças, mas quem aqui não atuar agora, pode se arrepender depois.  Mas esta divisão do corpo em relógios marcando os ritmos de envelhecimento de cada parte, como mostra a figura acima, já nos ajuda valiosamente quando o for-mos fazer.  Por isto registro aqui com carinho e muitas esperanças este valioso artigo para voltar a ele se Deus ( ou seja la o nome de quem for que esteja por trás disso tudo) o permitir.

Scientist Uncovers Internal Clock Able to Measure Age of Most Human Tissues; Women’s Breast Tissue Ages Faster Than Rest of Body

http://www.sciencedaily.com/releases/2013/10/131020203006.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+sciencedaily%2Ftop_news%2Ftop_science+%28ScienceDaily%3A+Top+News+–+Top+Science%29&utm_content=FaceBook

(obs: ver no Google outros sites que publicaram a notica para postar comentarios)

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

 

 

Porque os Cruéis São Cruéis: Defeito no Cérebro, Neurologia Explica

quarta-feira, setembro | 25 | 2013

(Artigo ainda em Construção)

A neurological basis for the lack of empathy in psychopaths

Quando uma pessoa normal vê outra sendo torturada sob terrível dor, as imagens do cérebro mostram uma área sendo altamente ativada, e a isso – a sensibilidade de sentir a dor dos outros como se fosse nossa mesmo – se chama “empatia”. Mas indivíduos que estão presos por ter cometido crimes cruéis, mostram o cérebro nesta região sem qualquer alteração  Ate pelo contrario, o cérebro deles é ativado numa outra região ligada ao prazer! Monstros? Doentes mentais? Vou levar um para casa para estudar ele direitinho…

O assunto é muito interessante com valiosas informações sobre o que é e como funciona o cérebro,  tanto que vou copiar o artigo inteiro aqui para analisar tudo sob a ótica da formula da Matrix/DNA. Quero saber o que deu de errado na passagem ou involução do nosso ancestral sistema astronômico que é um sistema como uma maquina perfeita, ate chegar nessas anomalias do sistema cerebral. Talvez o jeito de consertar o cérebro destes caras é mesmo usando martelo, marreta e pé de cabra, para colocar algumas peças no lugar.

http://www.eurekalert.org/pub_releases/2013-09/f-anb092313.php

Public release date: 24-Sep-2013

Prof Jean Decety -Department of Psychology and Department of Psychiatry and Behavioral Neuroscience
University of Chicago, USA

Caption: This is response in the right amygdala across groups of low (L), medium (M) and high (H) psychopathy participants, when they adopted an imagine-self and an imagine-other affective perspective while viewing bodily injuries. Groupwise effects (bars at the bottom of the figure) are expanded to show the contribution of continuous PCL-R subscores on factor 1, which encompasses the emotional/interpersonal features of psychopathy.

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When individuals with psychopathy imagine others in pain, brain areas necessary for feeling empathy and concern for others fail to become active and be connected to other important regions involved in affective processing and decision-making, reports a study published in the open-access journal Frontiers in Human Neuroscience.

Psychopathy is a personality disorder characterized by a lack of empathy and remorse, shallow affect, glibness, manipulation and callousness. Previous research indicates that the rate of psychopathy in prisons is around 23%, greater than the average population which is around 1%.

To better understand the neurological basis of empathy dysfunction in psychopaths, neuroscientists used functional magnetic resonance imaging (fMRI) on the brains of 121 inmates of a medium-security prison in the USA.

Participants were shown visual scenarios illustrating physical pain, such as a finger caught between a door, or a toe caught under a heavy object. They were by turns invited to imagine that this accident happened to themselves, or somebody else. They were also shown control images that did not depict any painful situation, for example a hand on a doorknob.

Participants were assessed with the widely used PCL-R, a diagnostic tool to identify their degree of psychopathic tendencies. Based on this assessment, the participants were then divided in three groups of approximately 40 individuals each: highly, moderately, and weakly psychopathic.

When highly psychopathic participants imagined pain to themselves, they showed a typical neural response within the brain regions involved in empathy for pain, including the anterior insula, the anterior midcingulate cortex, somatosensory cortex, and the right amygdala. The increase in brain activity in these regions was unusually pronounced, suggesting that psychopathic people are sensitive to the thought of pain.

But when participants imagined pain to others, these regions failed to become active in high psychopaths. Moreover, psychopaths showed an increased response in the ventral striatum, an area known to be involved in pleasure, when imagining others in pain.

This atypical activation combined with a negative functional connectivity between the insula and the ventromedial prefrontal cortex may suggest that individuals with high scores on psychopathy actually enjoyed imagining pain inflicted on others and did not care for them. The ventromedial prefrontal cortex is a region that plays a critical role in empathetic decision-making, such as caring for the wellbeing of others.

Taken together, this atypical pattern of activation and effective connectivity associated with perspective taking manipulations may inform intervention programs in a domain where therapeutic pessimism is more the rule than the exception. Altered connectivity may constitute novel targets for intervention. Imagining oneself in pain or in distress may trigger a stronger affective reaction than imagining what another person would feel, and this could be used with some psychopaths in cognitive-behavior therapies as a kick-starting technique, write the authors.

xxxxx

Pesquisa:

anterior insula

anterior midcingulate cortex

somatosensory cortex

right amygdala

ventral striatum

ventromedial prefrontal cortex

xxxxxxx

Anterior Insula

Cancer, Oncogenes: Brilhante Artigo do P.Z. Myers no Pharyingula

domingo, setembro | 22 | 2013

(Artigo sob construcao)

What are oncogenes?

http://scienceblogs.com/pharyngula/2013/09/21/16271/

Pharyngula

Posted by PZ Myers on September 21, 2013

 

http://scienceblogs.com/pharyngula/2013/09/21/16271/#comment-836408

New York City

September 22, 2013

Cancer is a problem of system’s identity and the solution lays on studying the evolutionary history of natural systems. At ” The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life Cycles Theory” I have suggested a model of perfect closed system which must be the building block of this astronomic/atomic system that created biological systems like humans. As you can see in the formula, the ancestral creator of cell’s systems is not eternal because entropy, so it is fragmented, dying. But it recycles itself and this is the meaning of its existence, birth, death, birth. The final result and whole cancer process seems to me related and caused here. Observing the formula, the identity of that system searches thermodynamic equilibrium for its space/mass/particles aspect and maximum high speed for its time/energy/wave counterpart. The more high speed more recycling and pleasure, which is ancestral of sexual orgasm. Then, it must be something related to human body system’identity, a wrong psychological state. I had no time yet for studying this issue of cancer upon the Matrix/DNA formula, it becomes difficult because cells are opened systems derived from an initial closed system, but you can see a suggestion at my website’s home page how the formula driven the cholesterol circuit in wrong way. I know that mine seems a weird idea but, since that all approaches used till now did not get the elimination of cancer, I think any other approach must be considered.


U.S.A: Copyright Washington n. 000998487/2001-02-20 | Brasil: Reg. Dir. Autorais - Brasília n. 106.158/11-12-1995 | Louis Charles Morelli