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Um Micróbio que Causa Doenças em Humanos Causa Mais Saude em Parasitas Que Causam mais Doenças em Humanos! Isto Confirma uma Previsão da Matrix/DNA Theory

sexta-feira, agosto | 8 | 2014

 

One microbial trash is another’s microbial treasure!

http://www.southernfriedscience.com/?p=17465#more-17465

 

No artigo e “paper”  com links acima, se repete o velho caso em que uma coisa desprezada por algumas pessoas pode ser do maior valor para outras. Mas isso ocorre tambem no mundo dos micróbios que estão por tras de doenças terríveis, como a lepra, ou “leishmaniasis”. É uma doença causada por um parasita protozoario chamado Leishmana. O hospedeiro vetor que espalha este parasita é um mosquito, o “sand flies”. Mas o que é muito interessante descoberto por uma equipe de pesquisadores da Lancaster University, na Inglaterra, é que, se infetar-mos sand flies portadores de Leishmana com outros parasitas causadores de doenças, estes mosquitos duplamente contaminados tem 4 vezes mais saude e chance de sobreviver que os mosquitos sem o Leishmana…

E isto é estranho. Pegue um humano debilitado com gripe, e infecte-o com outro virus de outra doença, e só vais piorar seu estado. Mas faça isso com este mosquito e ele vai te agradecer, ficar redondinho, sorridente e saudavel! Claro, que os pesquisadores vão pensar muito nisso, por enquanto sem entender o que acontece nas profundidades do fenomeno estranho, mas para nós, que conhecemos a fórmula da Matrix/DNA e sabemos como ela atua na Natureza, isto nada tem de mistério, de estranho, pois já tinha sido previsto lá na selva amazõnica quando eu estava infectado com o virus da malaria e delirava sob intuições que produziam teses e teorias para explicar o mundo natural. Para entender isso, breve e rapidamente, vamos trazer para cá a fórmula em sua forma de software como sistema fechado:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

 

E aqui algumas das coisas que essa fórmula natural produziu e dentro das quais ela funciona, escondida por dentro da matéria:

Human and Celestial Primordial Body Lifes Cycles - Matrix/DNA Theory

Human and Celestial Primordial Body Lifes Cycles – Matrix/DNA Theory

Lembro que esta fórmula veio para este Universo na forma de bolhas-espiral vortexes que se desmancham em ondas de luz, as quais contem a dinâmica do processo do ciclo vital, que, quando penetra a substancia universal inerte que preenche todo o espaço ( dark matter), imprime a ‘sua dinamica que se divide em sete frequencias/vibrações, as quais separam a matéria em sete porções diferentes com diferentes vibrações/funções, e depois junta estas porções separadas em conexões obedecendo a mesma sequencia das frequências das ondas de luz, de cujas conexões surge um sistema natural, de atomos a galaxias a sistemas celulares, cérebros, e até agora, a auto-consciência humana! lembrando que estas bolhas/vórtices são quânticas, imateriais, e cada qual sendo um bit-informação do sistema ou coisa misteriosa que existia ou ainda existe alem deste Universo material e o qual gerou esta espécie de Ovo Cósmico para se auto-reproduzir. E nós somos genes conscientes construindo o Filho/Filha, desta coisa misteriosa. Bem, após este longo lembrete onde demos uma volta pelo Cosmos inteiro, fomos a 13,7 bilhões de anos atrás até assistir seu nascimento, e ainda demos uma olhada para alem das fronteiras do Universo e vimos nebulosamente a imagem do Criador, vamos agora retornar ao parasita nosso terrível inimigo, desmascara-lo com essa fórmula e entender porque ele tem re-enforçada a sua saúde.

Observe a fórmula. Ela é dividida em duas meias-faces, sendo a da esquerda a face onde a energia nasce, cresce; e a da direita, onde a energia adulta degenera e “morre”. Cada individuo é um conflito interno porque cada meia-face luta para se impor à outra, de onde vem os fenômenos da dominancia e recessividade genéticas. Se o “sand flie” é um mosquito que serve perfeito como hospedeiro de um parasita causador de doenças, isto indica que no mosquito existe a dominancia genética da face à direita. Isto é evidente, pois o parasita está aqui para destruir, bagunçar o coreto dos sistemas, por isso onde ele entrar causa doenças, degeneração. Então coincide um parasita com dominancia da meia-face direita com um mosquito com igual dominância genética. Um re-enforça o outro, uma perfeita simbiose. E quando se infecta tal mosquito com mais outros parasitas de mesmo partido politico ( ambos extremistas da direita), fica tudo “em casa”, aumentando o poder da quadrilha, na forma de um corpo de mosquito…! Claro está que para acabar com esta esta desta máfia, precisamos inocular no ar respirado pelos sand flies, a fórmula reversa da meia-face à esquerda, num tipo de droga, gaz, ou seja lá que for. Ou uma vacina para humanos. Este objetivo vai incentivar-nos a uma meticulosa pesquisa, desde analisando os compostos atômicos dos corpos do parasita, do mosquito, desvendando os caminhos e presenças da fórmula, etc., mas todo e qualquer esforço é justificável porque estes monstrinhos são terroristas inimigos da Humanidade, e como tais, temos que desmascara-los e traze-los para o Tribunal da Justiça. Já estou até pensando em mandar uma denuncia para o FBI requerindo que prendam estes micróbios!

O flagelo da Leishmanisis, ou “lepra”:

Skin ulcer on the hand due to leishmaniasis. (Photo credit: CDC Dr. S. Martin)

Leia mais em:

Journal Parasite & Vectors

Colonisation resistance in the sand fly gut: Leishmaniaprotects Lutzomyia longipalpis from bacterial infection

http://www.parasitesandvectors.com/content/7/1/329/abstract

Pesquisa daMatrix/DNA:

Wikipedia : Leishmaniasis:

Paromomycin is an inexpensive (US$10) and effective treatment for leishmaniasis.

Obs: Esta fórmula, numa primeira rápida analise, está sugerindo que primeiro se estabelece a fórmula Matrix no centro ( a figura na forma de pentágono), sendo que deste pentágono se gera outra cópia da fórmula, porem deformada, obstruindo a formação do fluxo esquerdo e re-enforçando o fluxo da face direita ( extensões acima do pentágono). isto tem que ser feito em qualquer droga ou anti-corpo para que a droga se encaixe e se emparelhe com o a fórmula do inimigo ( é como botar um exército de humanos para enfrentar outro exército de humanos, pois botar um exército de hipopótamos não daria muito certo…). Mas então adiciona-se à droga a arma letal que o inimigo não possui, que é a extensão que parte para baixo do pentágono. É esta que elimina o parasita e cura a pessoa infectada com lepra. Mas o objetivo da Matrix/DNA não é apenas “curar” a pessoa já infectada e sim, eliminar de uma vez por todas esta doença da face da Terra. Tem-se que atacar o parasita, dentro ou fora do mosquito, antes que ele chegue ao ser humano.

 

Malaria, Debate Entre Criacionistas e Ateus Sobre Mutações no P. Falciparum e Resistencia À Cloroquina

quinta-feira, agosto | 7 | 2014

Evolucionistas x Criacionistas: Como e Porque Ambos Estão Equivocados.

Baseado no artigo:

Quote-mined by Casey Luskin! – by PZ Mayers

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Venho lendo uma série de recentes discussões devido recentes novas descobertas no campo da Biologia, entre cientistas e professores ateus e religiosos. Aqui a seguir vou inserir os links para tais artigos e dos “papers”, ou publicações cientificas que suscitam estes debates. Cada qual entendeu que cada descoberta veio reforçar sua teoria e desbancar a do outro. E aí começa um show de conhecimentos técnicos profundos sobre química, biologia molecular, etc., todos arrolados como argumentos para cada parte.Uma destas descobertas, sobre a evolução do parasita da malaria na sua resistência às drogas, como  a cloroquina, ou “chloroquinone”, o cientista criacionista aponta que duas mutações teriam que ter ocorrido num mesmo individuo e simultaneamente, o que é impossível matematicamente segundo a teoria evolucionista de Darwin. Portanto seria um ponto fundamental a favor do criacionismo. Para que a Teoria de Darwin funcione, é preciso extensos períodos de tempo, contados em milhões ou bilhões de anos, durante os quais todas as possíveis misturas possam acontecer ao acaso, obedecendo os cálculos estatísticos das probabilidades. Por seu lado, o cientista ateu aponta que a Teoria Darwinista não tem problemas com duas ou mais mutações acontecendo numa mesma espécie, e não foi provado que as duas mutações ocorreram no mesmo individuo e simultaneamente. Para eles, aconteceu na espécie, mas em largas porções do tempo.

Como sair dessa?! Quem está certo, quem está errado? Ninguem, tendo por base o real conhecimento cientifico atual, pode garantir nada aqui.

Malaria.jpg
O parasita da malaria, plasmodium falciparum

Mas o simples fundamento da controvérsia – a questão do tempo – é suficiente para mostrar que mais uma vez estamos assistindo a um processo natural que vem desde o Big Bang, a eterna dualidade entre dois opostos toda vez que surge um novo sistema natural, primeiro se defrontando, se guerreando, criando o caos à sua volta, e depois, o mesmo caos derruba os dois contendores, quando ambos, caídos e moribundos, começam a perceber que o mais inteligente é pararem de se oporem e reunirem esforços, dando as mãos um ao outro, e dessa fusão nasce um terceiro elemento, o qual será mais complexo e evoluído. Isso aconteceu nas origens do Universo entre os balões-rodamoinhos de Yukawa, com spins contrários, depois aconteceu com sistemas atômicos, com sistemas astronômicos ( a guerra entre estados de sistemas fechados e sistemas abertos), e agora acontece na psicologia de humanos, entre ateus e criacionistas.  Do confronto entre o super-quente e o super-frio no zero absoluto surge o temperado…a temperatura onde nos sentimos melhor. A batalha inicial do confronto entre dois opostos, dois extremos, de um detalhe qualquer particular da Natureza, e quando constatamos a presença de dois opostos extremos, podemos já ter certeza que os dois estão errados e o certo está numa terceira alternativa, ainda desconhecida, que se encaixa como meio-termo, ou ponto de equilíbrio. E quando procuramos essa invisível alternativa, que explique o que aconteceu com o parasita causador da malaria, encontramo-la dentro de uma terceira visão do mundo, a Teoria da Matrix/DNA.

Sei que parece evidente que perdi o juízo, afirmando que eu, um mero semi-macaco recém saído das selvas, tenho a resposta certa, ou seja, no meio desta luta entre gigantes, o pequeno Davi estaria levando a melhor. Mas o que posso fazer? Contra fatos não há argumentos.Primeiro de tudo, é preciso lembrar que de ambos os lados os contendores são cientistas de laboratórios, guarda-pó branco e ar condicionado, enquanto eu, apesar de não ter o conhecimento especifico cientifico, mas sim uma visão generalizada de todas as áreas das Ciências Naturais e Humanas, como se requer de um filósofo naturalista, fiz minhas pesquisas para chegar à visão de mundo da Teoria da Matrix/DNA, durante sete anos vivendo isolado no meio da selva amazonica, e eu mesmo, experimentando no próprio corpo o tal parasita, quando peguei os dois tipos de malaria – Falciparum e Vivax – simultaneamente. Eu busco conhecer os detalhes obtidos pelos cientistas dentro dos laboratórios com seu método reducionista e leva-los ao meio da selva, onde o espirito malvado e troceiro selvagem se apodera do meu cérebro e me dirige na tentativa de montagem daquelas peças do quebra-cabeças tendo como pano de fundo a Natureza real. Bem-vindo ao novo mundo da Matrix/DNA.

De fato, a teoria evolucionista não aceita que duas mutações numa mesma linha evolucionaria possa ocorrer num mesmo individuo, o que, em termos de tempos biológicos, seriam dois eventos simultâneos. Porque isso significaria que o resultado final de tais mutações teria sido pré-planejado e guiado por forças ocultas tendo um propósito. Bem ao gosto dos criacionistas que tentam provar que cada espécie foi criada separadamente por Deus, portanto, o mosquito que teve as duas mutações, não as teve, mas sim teria sido criado dessa forma. Os evolucionistas tem uma grande dificuldade em relação a rápidas e consecutivas mutações em curto período de tempo. Por outro lado, ninguém consegue fazer a mente de um criacionista aceitar e calcular o que pode a evolução fazer em períodos de bilhões de anos. Pois para eles, o Universo e a Terra não tem mais que seis ou dez mil anos. Como se resolve o caso deste parasita?

Simples. Existe a evolução… porem não existe evolução. Ãnh?…Que?!

Observe o período de 9 meses de gestação de um novo ser humano, como se fosses uma partícula dentro de um atomo localizado dentro do óvulo, assistindo a sucessão de eventos após a fecundação. Cada particula vive apenas milionésimos de segundos, é preciso muitas gerações de partículas para completar um dia, de maneira que apenas se tiverem uma cultura transmitida pela escrita vão saber que o a forma de mórula dos tempos antigos se transformou na forma mais complexa – a blástula – portanto, existe evolução. Mas para quem está assistindo fora do útero, como nós, sabemos que não se deve chamar aquele processo de evolução, pois é apenas um pequeno passo dentro de um processo muito maior, chamado “reprodução”. Toda reprodução só existe quando feita por uma sucessiva série de evoluções, dos mais simples para os mais complexos. Desde que a Matrix/DNA descobriu que neste Universo está ocorrendo um processo de reprodução genética (daquele ou daquilo que gerou este Universo), nós somos as partículas assistindo os movimentos dentro do Universo e vendo realmente a evolução… mas na realidade, para quem esteja fora do Universo, o que está ocorrendo é mera reprodução. Estás vendo os dois extremos ( um é o ateísta “existe evolução e o tempo dela é muito longo”, e o outro é o criacionista “não existe evolução, e o tempo das origens das formas foi curtíssimo, magico”)? Ambos estão errados, esta é mais uma questão relativística, que depende de onde o observador se situe no ponto do tempo/espaço, pois em cada ponto se tem uma visão ilusória e daí uma crença errada. O cérebro de quem foi doutrinado desde criança pelas religiões, as quais ensinaram que o homem, enquanto observador, está no centro do mundo e da criação, foi configurado, “hard-wired”, para ver o mundo como partícula; por outro lado, quem foi doutrinado desde criança nos bancos escolares pelas teorias do Big Bang, abiogenismo, darwinismo, etc., tem mais a tendencia de se colocar como observador fora do palco de eventos, alem do Universo, uma situação de extrema leveza intelectual quase insustentável. O certo está numa terceira alternativa, que supera estes dois extremos, um cérebro que conhece e considera ambas as posições extremas mas se deixa configurar ao sabor da Natureza, quando então, na analise de qualquer fenômeno natural, a mente aprende a fazer um zig-zag na velocidade da luz, indo do Alfa ao Omega e retornando pelo caminho contrario, vendo num relance a origem e a inteira evolução cosmológica até chegar naquele ponto especifico sendo observado. Não é possível matar a charada do parasita da malaria em sua resistência às drogas se não considerar-mos inclusive a galaxia onde tal processo está ocorrendo – por estranho que isso possa parecer. Mas apenas assim surge e se impõe finalmente uma terceira alternativa, como o meio-termo, onde está o ponto do equilíbrio evolutivo. Acima dos opostos, inclusive acima do bem e do mal, vem a Sabedoria.

As duas mutações no mesmo parasita podem ter ocorrido, como quer o criacionista, mas não no curto tempo de uma magica criadora de espécies separadas, como também quer o criacionista.. As duas mutações podem ter ocorrido, na mesma espécie do parasita, ao nível de população e não individual, e num longo tempo, como querem os ateus, mas não como produtos do acaso cego, como tambem querem os ateus. E sim produzidas por um elemento criador, que tinha um propósito, sem ter um propósito consciente. Assim como quando uma girafa trepa com um girafo e produz uma girafinha sem que a mamãe girafa tenha que pegar lápis e papel e elaborar um projeto arquitetônico inteligente de como será a aparência da girafinha. Tudo ocorre pelo livre curso da genética, um movimento universal, cosmológico. Esta seria a alternativa do meio-termo.

Mas como ela seria possível?! O parasita foi “criado”, devido um prévio propósito, mas não por uma entidade inteligente, magica, e sim pela Natureza não-inteligente, e ao sabor do acaso, mas ao mesmo tempo, obedecendo as leis da hereditariedade genética?! Se foi acaso, não pode ter havido prévio propósito…

Ledo engano.

Basta, para solucionar o problema, posicionar o criador num horizonte espacial e temporal bem mais amplos do que os pequenos horizontes alcançados por criacionistas e evolucionistas. Basta erguer os olhos para o céu… e enxergar a Verdade. Basta ultrapassar a evolução biológica, alcançar a evolução cosmológica e observar os nossos ancestrais que jazem no céu. Este sistema solar, esta galaxia…este Universo. Tanto a primeira forma das primeiras gerações do parasita, como a segunda forma depois da primeira mutação, e ainda a terceira forma, depois da segunda mutação, todas estas formas são “pedaços” visíveis dentro de um sistema maior, a galaxia, que foi a real criadora de tudo que há de biológico aqui. Criadora sem lápis e papel, sem prévios desenhos inteligentes… mas com um propósito, o de se “auto-reproduzir” aqui.

No céu paira um nosso ancestral, o qual produziu fornecendo todos os elementos e informações,  esta biosfera terrestre, e dentre as varias formas nesta biosfera, estava possível a do tal mosquito. As informações vindas do grande e esquecido ancestral tentam reproduzir aqui o ancestral, através da longa história desta biosfera. Nesta biosfera vemos evolução, mas quem esta alem dela, vê reprodução… do ancestral que está no céu. As informações vem espalhadas no tempo e espaço, por isso a enorme diversidade gerada aqui. E todas as formas existentes estão incompletas, portanto, suscetíveis de receber informações que faltam, e com elas, mudarem de forma. Mudanças que ocorrem através de mutações, genéticas. Que podem ocorrer vagarosamente numa espécie, mas quase simultaneamente em outras dependendo de que informações estão no ar ou nas rochas, ao redor. Alias, um evolucionista, chamado Stephen Gould, já percebeu isso e criou o chamado “punctuation equilibre”, ou seja lá que nome for em inglês.

Briguem, meus filhos, mas briguem assim, apenas por palavras e se esforçando cada qual em buscar na natureza mais conhecimentos para provar suas crenças. Isto não é apenas salutar, mas é uma condição necessária sem a qual não se transcende, encontrando a resposta que leva à transcendência e superação destas duas formas extremistas. Enquanto isso, o macaco assiste tudo do alto da montanha e os aguarda de braços cruzados, para quando chegarem lá, fazer-mos uma grande festa de confraternização…

Links e comentários dos artigos: 

Quote-mined by Casey Luskin!

How we got here

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2014/08/04/how-we-got-here/Pesquisa pela Matrix/DNA:

Effects de la Chloroquine sur les activités adénylate cyclasique et phosphodiestérasique de plaquettes humaines

SUMMARY:

chloroquine has no effect on phosphodiesterase activity, but it inhibits the adenyl cyclase activity, of lysed platelets and intact platelets, only when adenine is used as a precursor. Furthermore, it inhibits the effects of thrombin and collagen on adenyl cyclase activity.
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Cloroquina

Observar que a massiva presença de N ( nitrogênio) e mais o cloro ( um elemento que vem da função sistêmica responsável pela “limpeza interna interna dos sistemas” ), indica ativa presença da face entrópica da Matrix, o que indica que, esta fórmula deve copiar e se encaixar paralelamente à fórmula genética do parasita, mas como na droga é acrescentado o elemento inibidor entrópico, quando as duas formulas se tocam, a do parasita deve ser inibida… e até destruída, por isso a droga elimina a doença. Mas para afirmar isso preciso conhecer a formula genética do parasita. Isto tambem indica que sob tal ataque, a fórmula genética do parasita deve buscar elementos quimicos que reenforcem a sua face esquerda da Matrix, para anular a dominancia da face direita, e isto se entende por “evolução pela resistencia”.

Meu comentário postado no Pharyngula:

 

louismorelli

 


The strong presence of N (nitrogen) in chloroquine,  exposed in parallel with the genetic make up of Plasmodium, explains why and how an unicellular organism can, quickly, search and captures chemical elements for re-enforcing itself, evolving resistance – if we considers the Matrix/DNA Theory formula. The debate between these two world views –  Pz Myers x Behe – is again the repition of a eternal natural process of evolution, where everytime that Nature develops a new shape of systems, first appears the strong expression of two opposites, creating war, environmental chaos, till both coming to an agreement and creating a third new more evolved and complex world view. It is possible that two sequential mutations occurs inside a population of same species -as want Pz Myers – but, only if there is a natural selector agent acting with a purpose – and this, does not want Pz Myers. It is possible that an invisible creator is acting behind the two sequential mutations for creating a new species – as want Behe – but not under an intelligent abrupte and magical act of a divine God, and so, under a merely genetic process coming from a natural bigger and ancestral system – as does not want Behe… if we see the problem under the Matrix/DNA world view.  

I, myself, got simultaneously, the two species of malaria, Falciparum and Vivax, when at the hell of Amazon jungle doing the research that lead me to the Matrix/DNA worldview ( despite the fact that everyday, at 4:00 PM – the time that the mosquitoes comes from the rivers- I was taking a big capsule of chloroquine, as prevention against the malaria). It was under the mortal fever of malaria that I discovered the Matrix/DNA formula. Before that time I had no conclusions, my mind was a big conflict between atheism and creationism, occurring under the chaos of the salvage jungle, and the final result is a nowaday suspicion that the real thru is neither one, neither other, but something in between.

Incrível! Existe um Desconhecido Sistema Circulatório no Corpo Humano, e Ninguem Sabia Até Agora?! E envolvido no Cancer, Obesidade?!

quarta-feira, agosto | 6 | 2014

Lendo agora êste longo “scientific paper”, em formato de pdf, para depois retornar aqui com minhas conclusões baseadas na fórmula da Matrix/DNA. Se isto for verdade, é revolucionario…, e vai bater com as previsões feitas pela Matrix/DNA há 30 anos atrás!Mas o mais importante é que se me fornecerem os traços deste complexo circulatório, posso monta-los e obter o sistema, baseado na fórmula da Matrix. Isto tudo em busca da eliminação de uma vez por todas destas mortais doenças que assolam a Humanidade.

Bonghan Circulatory System as an Extension of Acupuncture Meridians ( em pdf)

http://www.geneticacupuncture.com/Kwang-Sup%20Soh-PIIS2005290109600418.pdf

Mas… como sempre, ao mesmo tempo que se lê uma tese, é preciso ouvir a oposição, como este post dos céticos ( e ver os links sugeridos no post):

Not a lot out there on this, but given that the research originated in North Korea in the 1960s, its conceivable that it was ignored in the west and warrants further study.  There do seem to be other researchers that have made some headway to establishing that the structures observed exist and are not part of the lymph or blood systems.
That said, even if it were established that a third circulatory system exists, its probably a huge stretch to say that it corresponds acupuncture meridians.  First, it doesn’t look like there has been enough study to demonstrate that  this supposed system can be found throughout the entire body.  Second, we’re talking about structures that have to be dyed with a very  specific type of dye just to be discernible from surrounding tissue, and structures that are so small, they required modern tech to uncover. Third, I would think you could make the case that any system within the body ties in with  acupuncture meridians; blood, lymph or the nervous system (or can be made to tie in given the sheer number of differing meridian maps from the various “schools” of crapupuncture).http://en.wikipedia.org/wiki/Kim_Bong-han
http://en.wikipedia.org/wiki/Primo-vascular_system
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=primo-vascular+system

xxxxxx
PESQUISA MATRIX/DNA:

Primo-vascular system

http://en.wikipedia.org/wiki/Primo-vascular_system

The primo-vascular system (PVS) is a key component of the circulatory system, alongside blood vessels and lymph vessels. It is distributed throughout the entire body and is mostly made up of primo-vessels (PV) and primo-nodes (PN).[2]

Superficial primo-vessels, also known as Bonghan ducts and Bonghan channels,[3] were first reported in 1962 by the North Korean scientist Kim Bong-han. However, it was not until the late 2010s that other researchers confirmed Kim’s earlier findings.[4]

( CONTINUAR AQUI)

Mais Uma Descoberta da Matrix/DNA: O que é e como acontece a Expressão dos Genes

quinta-feira, março | 20 | 2014

A expressão de genes ( a ativação funcional dos genes dentro de uma célula) é um processo fundamental para a vida. Um importante passo neste processo é a síntese de proteínas, onde os amino-ácidos, os building blocks que compõem o filamento da proteína, são conectados juntos como as pérolas num colar. Mesmo pensando que este mecanismo tem previamente sido descrito detalhadamente, alguns “estocásticos” aspectos tem sido negligenciados: na cadeia de eventos que caracterizam a síntese de proteínas há um certo componente de acaso, que influencia o tempo que é utilizado para a proteína ser montada. No link a seguir, foi publicado uma oportuna novidade sobre este assunto:

Science Codex

Protein synthesis and chance

http://www.sciencecodex.com/protein_synthesis_and_chance-126951

posted by news on january 29, 2014 – 4:01pm

Recentemente foi publicado no jornal Physical Review E um estudo de uma equipe do SISSA que tem investigado este aspecto e que descreveu o processo de translação de proteínas com um modelo matemático. No meu entender, estes cientistas desconfiaram que o processo seja apenas casuístico, que talvez existiria uma maneira de controla-lo, e o método escolhido foi a Matemática. Mas antes de lê-lo, permita-me informar que a leitura do artigo me induziu a observar a fórmula que denominei “Matrix/DNA” e que penso ser a fórmula que a Natureza tem usado para criar todos os sistemas naturais, desde átomos a galáxias a corpos humanos… e agora para desenvolver este novo sistema que denominamos de mente ou auto-consciência.  E dessa observação concluí que existe uma causa inteligível para o processo, que ele pode ser entendido e controlável, mas não aplicando-se a Matemática, e sim, a própria biologia da vida, com seus mecanismos e processos.

Eu já sabia qual o significado das proteínas para os sistemas biológicos (ditos “sistemas vivos”): proteínas representam – na organização biológica da matéria – o circuito sistêmico esférico da Matrix, nos trechos em que o corpo que rola no circuito porque animado pelo ciclo vital, salta de uma forma para a outra, sem estacionar ou apresentar completas as formas intermediarias. Portanto, proteínas representam o aspecto das ondas do tempo no circuito, enquanto os corpos ou partículas representam objetos no espaço do circuito. Para clarear esta definição, pense no álbum de fotografias da sua vida onde tem apenas seis ou sete fotos, cada uma representando seu corpo nas varias formas etárias, desde uma foto na sua forma de baby, depois de criança, adolescente, etc. Seu corpo muda de forma a cada minuto pois células morrem e são substituídas por outras sempre diferentes em algum minimo detalhe, mas no seu álbum não estão todas as milhares destas diferentes formas. Estes espaços de tempo entre uma forma e outra é representada na formula da Matrix por setas curvas, as quais representam a onda do tempo transcorrido entre duas formas. Quando a Matrix se tornou biológica, muitos das suas arquiteturas foram feitas com algumas formas fixas, como no seu álbum de fotografias. Assim são os diferentes genes: cada gene representa uma forma do corpo que rola no circuito, seria impossível ou desnecessário representar as milhões de formas diferentes do corpo do sistema no DNA.

Mas para isso ficar melhor entendido vamos trazer para cá a fórmula da Matrix:

 

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Observando a fórmula acima, vemos que o circuito sistêmico externo é formado de setas e corpos denominados “funções”. Quando esta fórmula está operando no nível genético das células, as setas são substituídas pelas proteínas, e as figuras das funções, que representam formas do corpo em determinadas faixas etárias, por genes. O sistema inteiro, pelo DNA. Isto nos conduz a notar algo muito interessante, a fazer uma pergunta, por exemplo: “Quem foi o senhor Joaquim que morreu ontem? Acho que o conheci a 20 anos atras quando morei nesta cidade, Como era a aparência dele?” Ora o Joaquim morreu velho e já corcunda e se quisermos responder ao forasteiro teremos que calcular como era sua aparência a 20 anos atrás. Na verdade nós não somos apenas uma pessoa, se levar-mos em conta as transformações efetuadas pelo ciclo vital, nós somos milhares em um. Tanto que se fossemos apresenta o que fomos em vida numa foto seria impossível, teríamos que apresentar um filme com duração de 80 anos. Mas por incrível que pareça, o DNA é isto: uma foto apenas contendo todas as milhares de formas diferentes de um organismo, na forma de genes.  Por isso que quando chega a hora certa ele leva-o a envelhecer: ele esta apenas expressando uma forma sua futura que ele já continha desde seu nascimento! De fato, a Matrix é sempre uma traquinas nos aprontando estas peças, nos fazendo notar coisas que nunca havíamos pensado antes, apesar de existirem sob nossos narizes.

Em cada etapa de sua vida você tem mudado não apenas a forma de seu corpo, mas também a sua função como individuo, principalmente dentro das duas novas formas de sistemas que criamos: o familiar e o social. Enquanto baby a sua função é garantir a perpetuação da espécie apesar de não realizares nenhum trabalho útil, e enquanto adulto sua função de pai, mãe, traz consigo a sua função produtiva no sistema social. Por isso, na fórmula da Matrix, apesar de estar representando um corpo sendo transformado pelo ciclo vital, eu achei melhor colocar nas sete formas fixadas, não os nomes de baby, criança, adulto, etc., e sim o nome de função seguido de um numero. Pois a Matrix vale para todos os sistemas, e muitos sistemas, como átomos e galaxias, teria que ser explicado que adolescente é o elétron na terceira camada eletrônica, ou o planeta na galaxia, ou ainda o ribossomo na célula, etc. Vamos trazer para cá mais uma figura representando a fórmula, agora com as funções trocadas por formas reais produzidas pelo ciclo vital, num corpo humano e num corpo astronomico:

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Mas se o jovem tem uma função e o adulto tem outra, esta mudança de função não ocorre de um momento para outro, ela vai mudando lentamente, tomando talvez uma década. E o DNA não precisa esperar essa década, ele faz um novo gene representando a forma adulta dando um certo salto no tempo depois que fez os genes representando as formas do jovem. Porem aí ele tem um problema: quando chega o RNA trazendo uma mensagem de que a célula ou o organismo necessita urgente realizar uma operação, e o responsável por essa operação é um dos genes da forma adulta, como ele pode acionar apenas aquele gene sem ter que fazer um gene inicial na forma de mórula e leva-lo por todas as fases até atingir a forma requerida? Eu ainda não refleti o suficiente sobre essa questão, mas sei que aí entram as proteínas. Uma determinada proteína representa o trecho do circuito, digamos, da seta entre a F2 e F3. Se ela continuar alem da F3 ela se tornaria uma partícula, a ferramenta fixa executando a F3. Mas para isso existe o Gene F3, ela apenas representa todas as formas anteriores e por isso ela vai direto executar a função daquele gene e não de qualquer outro. Entendeu? Nem eu que já estou escolado em pensar na Matrix  ainda não entendi muito bem, mas sei que é por aí.

É difícil de entender e necessita mais estudo porque realmente a coisa é complexa. Por exemplo, suponha que me viesse alguém agora que estou velho, me pedindo para resolver um problema que precisa aplicar raiz quadrada e função trinomial. Eu iria desejar estar na minha forma adolescente quando estudava no ginásio e tinha estas formulas frescas na memória, agora já não consigo me lembrar delas. É ilusão pensar que quanto mais madura uma pessoa se torna mais capaz de realizar qualquer tarefa, pois tem tarefas que podíamos fazer quando mais novos e quando velhos, já não somo mais capazes. Então imagine este problema no nível do DNA, quando tem que rapidamente expressar os genes certos para produzirem as proteínas certas para uma determinada operação. Talvez a operação exija uma tarefa inicial que é executada pelo gene da F3, uma tarefa seguinte que só pode ser feita pelo F1 e a seguinte tarefa novamente pelo F3… Isto nos tomará muitos anos de estudo.

Mas os diversos e quase infinito números de funções que existem intermediarias às sete fixadas na fórmula também têm seu ponto fixo no circuito, cada uma delas. Digamos que o organismo requer uma operação que seria executada no ponto F3 – 0,1674965… E em seguida outra função no ponto F3 – 0,85328543… Ora, a proteína emitida pelo gene em F3 para executar a primeira operação seria mais curta que a outra, e sua tradução demoraria menos que a outra. Uma tomaria menos tempo para ser montada que a outra. Claro! Mas para um observador que nada sabe da Matrix, e portanto não interpreta a existência de proteínas pelo mesmo significado que penso ver nelas, não existe razão lógica para essa variação de tempo, por isso o texto acadêmico diz que “a diferença de tempo contem uma certa dose de acaso”, e isso “afeta a tradução podendo produzir mutações ao acaso”. Eu concordo que numa tarefa mais demorada, existe muito mais chances de ocorrer erros que numa tarefa mais curta. Principalmente porque à medida que aumenta o numero do ponto no circuito, aumenta a complexidade da função, e complexidade envolve mais erros que tarefas simples. Então, à primeira vista, fico com o pressentimento de que o conhecimento fornecido pela Matrix seria inútil, algo como uma cultura inútil. Os acadêmicos simplesmente observaram uma parte de um evento e concluíram pelo óbvio, passando a navalha de Occam no problema. E seguindo sempre a orientação do método reducionista cientifico, perdidamente baseado na Física e Matemática, vão aplicar a Matemática para tentar abordar o problema das doenças humanas. Eu tive que dar uma volta por todos os sistemas do Universo, pensar em átomos, galaxias, ondas do tempo e partículas do espaço, etc, perdidamente baseado no método sistêmico, para chegar à mesma conclusão. Mas será isso mesmo? Já disse alguém que o acaso é desconhecimento de causas. Qual a diferença entre um pesquisador que acredita na mutação pelo acaso buscando a cura para uma doença e outro pesquisador que sabe qual a causa da mutação? Esta resposta só a teremos quando alguém de dentro da Academia descobrir a fórmula da Matrix e os pesquisadores imbuídos do conhecimento da Matrix atacarem estas doenças tradicionais que continuam torturando e matando humanos por milênios, sem que até agora se tenha encontrado suas curas. A resposta virá se estes pesquisadores encontrarem ou não as curas.

A seguir copio o artigo aqui ( os grifos são meus), pois necessito ler e reler e fazer a pesquisa de cada detalhe, alem de tentar entender este trabalho e técnica destes autores, os quais, para mim, são os verdadeiros e maior heróis da Humanidade, pois dedicam suas vidas buscando o beneficio para todo ser humano, alem de serem os fornecedores de dados nos quais tenho me apoiado para a elaboração das minhas teorias.  A Matrix/DNA se apóia sobre os ombros de gigantes, a verdade tem que ser sempre lembrada.

In mathematics, a stochastic system refers to a process that is subject to random changes, which fluctuate, however, around an average value. For the sake of simplicity, the system can be described considering only the average value, i.e., in a “deterministic” manner, where, given the conditions, the variable can assume only a single definite value. In actual fact, however – and this is true for many biological processes – the “cloud of values” that a variable can assume when the process is repeated over time can affect the efficiency of the process.

A group of scientists at SISSA has analyzed the stochastic nature of the protein translation process, testing it with computer simulations. “We considered a specific aspect of translation: the distribution of binding times (BT) that is the time needed for tRNA (a molecule capable of transporting amino acids) to carry the proper amino acid to the ‘matrix’ (mRNA) which ‘prints’ the proteins according to a specific code”, explains Pierangelo Lombardo, who carried out the research together with Luca Caniparoli – both from SISSA. “This time interval is not always the same, but it varies in a more or less random manner”.

“Imagine you know there is an average BT value, for example 1, which can be used conventionally when describing the system. In actual fact, however, each time we observe the process the value may be 1.1, 0.9, 0.7, 1.3 and so on. The value assumed each time by the BT changes in a stochastic, though not completely random, manner because it distributes into a cloud with a specific shape around the mean”, continues Lombardo. “The shape of this cloud is not indifferent, as it has an effect on the time needed for process of protein synthesis. What we found in our study is that the BT fluctuates more (i.e., the cloud is more spread out) than previously thought and consequently so does the time needed for protein translation”.

“Observations like this extend our knowledge on protein synthesis processes”, he concludes. “Knowing how translation times decrease and increase may also be useful to understand under which conditions these mechanism can fail”.

More in detail…

Gene expression consists in building proteins (or other macromolecules) starting from the genetic information contained in the DNA. The process occurs inside the cells. The original matrix of proteins are genes, small parts of DNA contained in the cell nucleus. The sequence of elements (nucleotides) making up the DNA contains the information needed for building proteins.

Simplifying the process greatly, we can say that first a sort of carbon copy is made of the sequences encoded in the gene. This first step is called “transcription”: a portion of DNA is copied into a small RNA molecule, termed mRNA or messenger RNA. This portion travels to the parts of the cell where the second step, translation (or protein synthesis), takes place with the help of structures called ribosomes which “read” the mRNA sequence and collect the material needed to build the protein.

Proteins, in fact, are made up of long chains of amino acids, the tiny building blocks normally found dissolved in the cytoplasmic fluid. Some small RNA molecules, called tRNA and different from mRNA, bind specifically to amino acids giving rise to tRNA-amino acid complexes. These complexes then go and interlock, like the teeth of a zipper, with the chain of mRNA, one after the other into the proper sequence of amino acids, which bind to each other to form the strand of protein.

Source: International School of Advanced Studies (SISSA)

xxxxx

Pesquisa da Matrix/DNA:

Stochastic – ( From Wikipedia )

In probability theory, a purely stochastic system is one whose state is non-deterministic  (i.e., “random”) so that the subsequent state of the system is determined probabilistically. Any system or process that must be analyzed using probability theory is stochastic at least in part. Stochastic systems and processes play a fundamental role in mathematical models of phenomena in many fields of science, engineering, and economics.

Stochastic comes from the Greek word στόχος, which means “aim”. It also denotes a target stick; the pattern of arrows around a target stick stuck in a hillside is representative of what is stochastic.

Biology

In biological systems, introducing stochastic “noise” has been found[by whom?] to help improve the signal strength of the internal feedback loops for balance and other vestibular communication. It has been found to help diabetic and stroke patients with balance control.[6] Many biochemical events also lend themselves to stochastic analysis. Gene expression, for example, has a stochastic component through the molecular collisions — as during binding and unbinding of RNA polymerase to agene promoter — via the solution’s Brownian motion. ( continuar a ler)

 

Cancer: Entropia do Sistema?

quinta-feira, março | 13 | 2014

Observe na figura abaixo dois fluxos correndo em paralelo e isso lembra os dois fluxos do circuito na face esquerda da fórmula da Matrix/DNA. Uma possibilidade é que o fluxo maligno acontece devido quando o fluxo benigno vem da esquerda, ao invés de se tornar F5 e ir para F1, segue adiante indo para F6 e face direita. Se for isso, a figura estaria se referindo a face direita, o que suscita suspeita que entropia esteja envolvida como causa cancerigena.

 

Unfortunately we are unable to provide accessible alternative text for this. If you require assistance to access this image, please contact help@nature.com or the author

(A) Hmga2 acts as a natural microRNA sponge for the let-7 family, which also targets Tgfbr3. An increase in Hmga2 transcript levels and hence ceRNA activity results in a concomitant increase in Tgfbr3 levels. (B) Hmga2 also regulates the expression of five other target genes via ceRNA crosstalk as well as through Tgfbr3/TGF-β-mediated transcriptional control.

Aberrant ceRNA activity drives lung cancer

Cell Research (2014) 24:259–260. doi:10.1038/cr.2014.21; published online 14 February 2014

http://www.nature.com/cr/journal/v24/n3/full/cr201421a.html

E a formula da Matrix/DNA:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Fototerapia: Uma Forte Area para Pesquisa pela Matrix/DNA

quarta-feira, janeiro | 22 | 2014

http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/phototherapy

Phototherapy

Definition

Phototherapy, or light therapy, is the administration of doses of bright light in order to normalize the body’s internal clock and/or relieve depression.

Purpose

Phototherapy is prescribed primarily to treat seasonal affective disorder (SAD), a mood disorder characterized by depression in the winter months, and is occasionally employed to treat insomnia and jet lag. The exact mechanisms by which the treatment works are not known, but the bright light employed in phototherapy may act to readjust the body’s circadian (daily) rhythms, or internal clock. Other popular theories are that light triggers the production of serotonin, a neurotransmitter believed to be related to depressive disorders, or that it influences the body’s production of melatonin, a hormone derived from serotonin that may be related to circadian rhythms.

Description

Phototherapy is generally administered at home. The most commonly used phototherapy equipment is a portable lighting device known as a light box. The box may be mounted upright to a wall, or slanted downwards towards a table. The patient sits in front of the box for a prescribed period of time (anywhere from 15 minutes to several hours). Some patients with SAD undergo phototherapy sessions two or three times a day, others only once. The time of day and number of times treatment is administered depend on the physical needs and lifestyle of the individual patient. If phototherapy has been prescribed for the treatment of SAD, it typically begins in the fall months as the days begin to shorten, and continues throughout the winter and possibly the early spring.
The light from a slanted light box is designed to focus on the table it sits upon, so patients may look down to read or do other sedentary activities during therapy. Patients using an upright light box must face the light source (although they need not look directly into the light). The light sources in these light boxes typically range from 2,500-10,000 lux. (In contrast, average indoor lighting is 300-500 lux; a sunny summer day is about 100,000 lux).

Normal results

Patients with SAD typically report an alleviation of depressive symptoms within two to 14 days after beginning phototherapy.

Resources

Organizations

National Institute of Mental Health. Mental Health Public Inquiries, 5600 Fishers Lane, Room 15C-05, Rockville, MD 20857. (888) 826-9438. http://www.nimh.nih.gov.
Society for Light Treatment and Biological Rhythms. P.O. Box 591687, 174 Cook St., San Francisco, CA 94159-1687. http://www.websciences.org/sltbr.

Key terms

Circadian rhythm — The rhythmic repetition of certain phenomena in living organisms at about the same time each day.
Lux — A standard unit of measure for illumination.
Neurotransmitter — A chemical in the brain that transmits messages between neurons, or nerve cells.
Photosensitivity — An abnormally heightened reaction to light.
Seasonal affective disorder (SAD) — Amooddisorder characterized by depression during the winter months. An estimated 11 million Americans experience SAD.

Doencas: Diabete > Pesquisa

segunda-feira, janeiro | 13 | 2014

Mais evidencia de que tradicional doencas, como o diabete, e’ causado pelo sistema. O metodo reducionista conduziu as ciencias `a insulin e agora percebem que existe um mecanismo regulador envolvendo varias partes do corpo e que nao depende de insulina. Eu ja sugeri no artigo que tentem ver o problema pela formula da Matrix, mas sem resposta, terei que eu mesmo faze-lo.

Brain may play key role in blood sugar metabolism and diabetes development

http://www.washington.edu/news/2013/11/06/brain-may-play-key-role-in-blood-sugar-metabolism-and-diabetes-development/

November 6, 2013

With the discovery of insulin in the 1920s, the focus of research and diabetes care shifted to almost exclusively to insulin. Today, almost all treatments for diabetes seek to either increase insulin levels or increase the body’s sensitivity to insulin. “These drugs,” the researchers write, “enjoy wide use and are effective in controlling hyperglycemia [high blood sugar levels], the hallmark of type 2 diabetes, but they address the consequence of diabetes more than the underlying causes, and thus control rather than cure the disease.”

New research, they write, suggests that normal glucose regulation depends on a partnership between the insulin-producing cells of the pancreas, the pancreatic islet cells, and neuronal circuits in the hypothalamus and other brain areas that are intimately involved in maintaining normal glucose levels. The development of diabetes type 2, the authors argue, requires a failure of both the islet-cell system and this brain-centered system for regulating blood sugar levels . In their paper, the researchers review both animal and human studies that indicate the powerful effect this brain-centered regulatory system has on blood glucose levels independent of the action of insulin. One such mechanism by which the system promotes glucose uptake by tissues is by stimulating what is called “glucose effectiveness.”

The findings lead the researchers to propose a two-system model of regulating blood sugar levels composed of the islet-cell system, which responds to a rise in glucose levels by primarily by releasing insulin, and the brain-centered system that enhances insulin-mediated glucose metabolism while also stimulating glucose effectiveness. The development of type 2 diabetes appears to involve the failure of both systems, the researchers say. Impairment of the brain-centered system is common, and it places an increased burden on the islet-centered system. For a time, the islet-centered system can compensate, but if it begins to fail, the brain-centered system may decompensate further, causing a vicious cycle that ends in diabetes.

Boosting insulin levels alone will lower glucose levels, but only addresses half the problem. To restore normal glucose regulation requires addressing the failures of the brain-centered system as well. Approaches that target both systems may not only achieve better blood glucose control, but could actually cause diabetes to go into remission, they write In addition to Schwartz, the authors of the Nature paper “Cooperation between brain and islet in glucose homeostasis and diabetes” are  Randy J. Seeley, Matthias H. Tscho, Stephen C. Woods, Gregory J. Morton, Martin G. Myers,  and David D’Alessio.

Este comentario reforca a hipotese de sistema:

I have ME and have developed type 2 diabetes. The thing is I do not seem to react as ‘normal ‘ to drug treatments and my blood sugar levels bare no correlation to anything (diet, rest, what ever). I am wondering if this finding may shed some light on the mechanisms causing the diabetes as for me the usual explanation does not fit observed facts
E este sugere que a pesquisa va direto ao hipotalamo:
I know one of the theories around m.e talks about hypothalamus damage, so this could indeed be part of the puzzle for you (& others with m.e + blood sugar issues).
E este mostra como os medicos estao perdidos nestas doencas. Fato importante notar a relacao com depressao:

This is purely anecdotal, but I have a couple of patients who previously had diabetes and later developed a depression, who had large improvements on their blood level control with the use of the antidepressant escitalopram. One of them was insuline-dependant, and by the time he walked out from the hospital he wasn’t needing any insulin.

This might point out to the possibility that serotonin might be involved in the neural pathways controlling glucose levels

My partner also saw greatly reduced blood sugar levels after beginning escitalopram for depression.

Uma dica (ver o que e chiropratic)

And how can this brain-centered system be influenced? Chiropractic care can influence the brain and unlike drugs there are minimal side effects

Meu comentario postado no artigo:
It is talking about systems and systemic circuit. Nature has an unique, universal formula that organizes matter into systems, be it atoms, galaxies, brains or pancreatic system. Now we have knowledge of this formula and in its state of perfect closed system can reveal what is going wrong at any systemic circuit that is not performing well. When scientists and researchers will learn to think about Nature rationally? I have no time and big data for doing this job alone, they need know the formula that is at my website, in shape of a simple software diagram, but be advised: the most complex things in Nature are hidden in this formula and we can’t see them if does not learn how to think about natural systems.

Pesquisa:

1) Ver the Nature paper “Cooperation between brain and islet in glucose homeostasis and diabetes

2) Ver instituicoes envolvidas no estudo de diabetes:

- UW Nutrition Obesity Research Center and Diabetes Research Center

- National Institutes of Health

- Helmholtz Alliance  for Imaging and Curing Environmental Metabolic Diseases

- Helmholtz Association

Wikipedia:

Diabete:

Insulina:

 

 

Base de Dados do “Human Microbiome Project”

quarta-feira, janeiro | 8 | 2014

Human Microbiome Project (HMP) Telebriefing Resources

http://www.genome.gov/27549115

HMP logo

Researchers found, for example, that nearly everyone routinely carries pathogens, microorganisms known to cause illnesses. In healthy individuals, however, pathogens cause no disease; they simply coexist with their host and the rest of the human microbiome, the collection of all microorganisms living in the human body. Researchers must now figure out why some pathogens turn deadly and under what conditions, likely revising current concepts of how microorganisms cause disease.

Humanos Atraindo as Doenças Mortais Porque Não Combatem Suas Farsas Culturais que São Mortais a Vida no Planeta

sábado, dezembro | 28 | 2013

 

A Natureza no seu conjunto total tem seus anticorpos e se defende da mesma maneira que nosso corpo os tem e se defende. Claro, pois a idéia de inventar anti-corpos e auto-defesa não caiu do céu, não foram inventadas pela primeira vez no Universo pelos animais da Terra, se existem aqui é porque seus princípios vieram de algum lugar. Na selva descobri que é possível montar um quadro geral da Natureza e seu funcionamento de uma maneira nunca feita antes pelos humanos, e como esse novo quadro tem sido tão ou mais lógico que todos os outros, isto significa que é possível que existam muitas coisas ainda na Natureza atuando sobre nós do que as que conhecemos baseados em nossos conhecimentos modernos. Dentre as fôrças e elemntos naturais ainda desconhecidos, estão aqueles que são as causas destas doenças mortais que apareceram junto com o nosso moderno estilo de vida.

Um dos aspectos interessantes da Natureza é o que ela produz substancias que são benéficas a uma nova criatura, porem, as mesmas substancias se tornam malignas e até mortais se essa mesma criatura a trair e perturbar seu estado de equilíbrio. Um único vírus pode ser benéfico ou mortal dependendo de como o corpo onde está, que é seu meio-ambiente,  atua sobre ele, assim como um humano pode ser benéfico ao sistema social ou pode ser um criminoso, dependendo do que o sistema social faz com a vida dêle.  Assim são os hormônios. Veja um exemplo no texto extraído de um artigo do cardiologista e professor B. M. HEGDE.  Hormonios como adrenalina e cortisol são as fôrças naturais existentes no humano que o possibilita sair correndo se ver se aproximar um tigre. Se não existissem estes hormonios, o corpo humano permaneceria parado como uma banana, e como tal, facilmente devorado, mesmo que o corpo fosse inteligente e desejasse desesperadamente se salvar. Portanto são elementos criados para beneficio de uma criatura. Porem, essa criatura desenvolveu uma cultura, hábitos de vida, que estão transformando o ecossistema. Essa criatura com sua inteligencia conseguiu eliminar de seu ambiente a ameaça dos felinos. Na vaga deixada pelos felinos essa criatura criou outros elementos que lhe dão vantagens e prazeres, como automóveis, aviões de guerra, etc. . Acontece que estes outros elementos são perniciosos ao corpo da Natureza. Então a Natureza simplesmente transformou os elementos que foram feitos para salvar a criatura, em elementos para matar a criatura. Aqueles hormonios que moveriam nossos corpos numa correria, agora movem rapidamente o interior de um corpo sedentário, sentado na poltrona, matando-o. Às vêzes eles aceleram a reprodução de células, gerando tumores, matando o corpo lentamente. O efeito direto, real, sentido na pele aqui e agora, sôbre nós, é que a cada dia maior numero de familias tem alguem neste momento sofrendo de alguma doença incurável em casa ou no hospital. Portanto, apesar de incomodo e chato como é, precisa-se entender que o chato não é o autor desta mensagem para estragar seu final de semana, e sim a ameaça que paira no ar, e que você precisa saber que ela existe e como sair correndo fora de suas garras.

Está ocorrendo uma carnificina a nossa volta e ela pode vir em cima de nós. A todo momento estou sendo surpreendido por noticias de que “aquele vizinho que é ainda jovem, alegre e cheio de vida, descobriu que está com um tumor cancerigeno”, ou, até mesmo como foi a noticia desta semana, “aquele magnata que era todo sorrisos pois tinha 800 milhões de dólares e uma mansão no West Park, se suicidou atirando-se da janela ontem… revelando que tinha algum tipo de tumor mental”. As chamadas doenças produzidas pelo nosso moderno estilo de vida, tais como Diabete Tipo II, ataque cardíaco, parada cerebral, refluxo de ácidos, ansiedade cronica, asma, depressão, acnes, pés inchados, alta pressão sanguínea, dor na coluna, osteoporose, etc. e etc., continuam aí sendo um mistério para cientistas e doutores, ninguem consegue descobrir suas causas pois elas continuam aí, e tudo isso se deve a que nosso modelo de conhecimento da natureza está tão errado que não temos consciência quando estamos sendo bons cidadãos naturais ou criminosos. E a maioria de nós estamos sendo exatamente isto: criminosos. A Natureza cada vez mais mandando criminosos para a pena de morte. Por isso tambem estou me portando como militante chato, aguerrido, empedernido, insistindo que devemos buscar todas as maneiras de desmascarar essa nossa cultura tradicional, que se tornou uma entidade virtual, uma face negra de uma Matrix, constituída de falsos conhecimentos e falsos conceitos sôbre cada um dos fenômenos e eventos naturais. Assim como a selva me pegou – a um cérebro bem informado e condicionado por 15 mil anos da cultura da civilização – me atacou de todas as maneiras, me lançou todos seus venenos, espinhos e feras para me torturarem, me levou ao leito da morte varias vezes, realizando um total colapso desta cultura, uma completa lavagem cerebral, e depois me soltou forte e defensivo como um semi-macaco de mente vazia, no seu aspecto bruto, selvagem, tão primitivo remontando as origens da Vida, para reiniciar meu aprendizado do que realmente é a Natureza, inclusive nos seus niveis atômicos e astronômicos, assim vocês que estão vivendo na civilização agora, ou se decidam a enfrentar, repensar, investigar, seus conceitos mentais produzidos pela sua interpretação das coisas naturais que ainda restam no seu ambiente, procurar o sentido lógico que estás dando ao que acredita ser o significado de sua existência como individuo e seu comportamento social, ou a Natureza vai descartar para sempre a nossa espécie, antes  acelerando o envio prematuro de um a um ao leito da morte. Tente fazer um esforço e entender o novo quadro da Natureza que encontrei na selva, veja como tudo o que te ensinaram sobre cada fenômeno e evento natural muda de interpretação assim como Copérnico mudou a interpretação do Sistema Solar tornando a crença comum de cabeça para baixo. Pois basta uma súbita descoberta, uma rápida nova maneira de entender o mundo, para inconscientemente mudar seus valores psicológicos e automaticamente veres seu comportamento e hábitos sendo mudados. Foi isso que aconteceu comigo nos últimos 30 anos que apesar de estar vivendo uma vida totalmente descontrolada se analisada pelo ponto de vista da cultura moderna,  nestes 30 anos nunca precisei tomar um comprimido sequer, pois nem sei mais o que é uma enxaqueca ou dor de cabeça… É meu dever informar aos meus irmãos de espécie o que me está fazendo bem.

A seguir o texto extraído e um estudo geral do grande artigo do professor B.M.Hegde (voltarei aqui para traduzir e completar assim que sobrar tempo).

Evolutionary mismatch

http://www.thehindu.com/opinion/open-page/evolutionary-mismatch/article5512897.ece?homepage=true

by PROFESSOR B. M. HEGDE - December 29, 2013 04:04 IST

If a man sees a tiger approaching him in the forest he must try to run away. The above mentioned two systems are there to help him run away from the wrath of the angry tiger. Adrenaline and cortisol are the two hormones through which the two systems keep one away from danger. Such a Palaeolithic body today is placed in a very hostile modern society of monetary economy and technologically advanced society where life has got itself transformed into a heartless, cruel rat race.

Our greatest stress today is to acquire mundane things. In that rat race where the world is too much with us we spend most of our energy getting and spending. We have no time to see the good things in nature that give us tranquillity and pleasure. We seem to have sold our soul to the devil. It is a sordid boon. In this rat race we encounter many tigers in life. Our Palaeolithic body produces the same fight-flight response producing adrenaline and cortisol. The latter would be used to run away from the forest tiger in our Palaeolithic age. But the tigers in life today (stresses) do not let you expend the two hormones by running.

The hormones that thus accumulate in the system are the cause of most of the killer diseases. While this is the leading mismatch, there is another equally important mismatch in that our cultural evolution vis-à-vis our biological evolution leaves us today much more sedentary than our ancestors who had to trek miles daily to get their next meal. We hardly move around as the technological comforts have brought everything to our global village. Some of us use our vehicles even to go to the toilet. This compounds the stress hormone damage, causing more grievous injury to our systems.

XXXXXXX

Pesquisa:

Wikipedia: Match/mismatch

The match/mismatch hypothesis (MMH) was first described by David Cushing (1969). The MMH “seeks to explain recruitment variation in a population by means of the relation between its phenology—the timing of seasonal activities such asflowering or breeding - and that of species at the immediate lower level”, see Durant et al. (2007). In essence it is a measure of reproductive success due to how well the phenology of the prey is able to meet the requirements of its predator. In ecological studies, a few examples include; the seasonal occurrence of breeding bird species to that of their primary prey (Visser et al. 1998, Strode 2003), the interactions between herring fish reproduction and copepod spawning (Cushing 1990), or the relationship between winter moth egg hatching, and the timing of oak bud bursting ( ver mais)

Nova Linha de Pesquisa: Biologia, Doenças, Proteínas, Anti-corpos

quinta-feira, dezembro | 19 | 2013

Medpage Today

Lab Notes: Camels, Coffee, Beer, and Probiotics

http://www.medpagetoday.com/LabNotes/LabNotes/43291

(COPIADO PARA PESQUISAR ITEMS GRIFADOS)

Camels to the Rescue for Arthritis?

A novel single domain antibody derived from alpacas — a New World species of camelid – significantly reduced cartilage erosion and inflammatory cell infiltration in two mouse models of rheumatoid arthritis, Chinese researchers reported in Arthritis Research & Therapy.

The antibody targets the intracellular protein cyclophilin A, which has been implicated in the pathogenesis of rheumatoid arthritis through its recruitment of macrophages, monocytes, and matrix metalloproteinases into the synovium and joint. Camelids produce a unique type of antibody that consists exclusively of heavy chains, and the derived anti-cyclophylin can be easily and inexpensively produced, unlike most conventional antibodies.

In a series of experiments, the researchers injected arthritic mice with the antibody sdAbA1, and found significantly lower clinical and radiographic scores for hind paw arthritis. They also observed that treatment with sdAbA1 provided even greater decreases in inflammatory cells than administration of the widely used tumor necrosis factor inhibitor infliximab(Remicade). This antibody may represent a new therapeutic target for rheumatoid arthritis for patients who don’t respond to the available agents, they concluded.

– Nancy Walsh

Coffee Ages Cells

But a glass of beer might have the opposite effect, according to a study of telomeres in yeast cells.

The length of these end caps on chromosomal DNA, which determine how many times a cell can replicate with implications for both aging and cancer, grew when cells were exposed to alcohol or vinegar but shortened with caffeine or high temperatures.

Oxidative stress and a number of other environmental stresses tested had no impact on telomeres, Martin Kupiec, PhD, of Israel’s Tel Aviv University and colleagues reported inPLOS Genetics.

“For the first time we’ve identified a few environmental factors that alter telomere length, and we’ve shown how they do it,” Kupiec explained in a statement. “What we learned may one day contribute to the prevention and treatment of human diseases.”

– Crystal Phend

Probiotics for Autism?

Probiotic therapy eased both gastrointestinal and behavioral symptoms in a mouse model ofautism, according to a study in Cell.

Gastrointestinal symptoms are relatively common in individuals with autism spectrum disorders (ASDs), and Sarkis Mazmanian, PhD, of the California Institute of Technology, and colleagues explored whether alleviating the GI problems could have other effects in mice displaying some of the characteristics of autism.

The mice had intestinal permeability, and after ingesting Bacteroides fragilis, which has been used in animal experiments as a probiotic therapy, the permeability was corrected. At the same time, the mice had improved communication and reductions in anxiety and repetitive behaviors.

“Our findings reveal that gut bacteria can influence behavioral abnormalities relevant to neurodevelopmental disorders and raise the exciting possibility that certain probiotics may represent a novel approach to treating behavioral symptoms in humans,” Mazmanian said in a statement.

– Todd Neale

CD4/8+ Cell Counts Get Portable

Researchers at the University of Illinois in Urbana-Champaign are on track to develop a handheld point-of-care device for measuring CD4/8-positive cells in a drop of blood, according to their report in Science Translational Medicine. The technology could vastly simplify diagnosis of AIDS and monitoring antiretroviral therapy in patients with HIV infection.

Led by Rashid Bashir, PhD, the researchers have created prototype microfluidic biochips that process blood samples in five steps: chemically breaking down red cells, stopping the lysis to preserve leukocytes, counting cells electrically, stripping out CD4/8-positive cells with antibodies, and then counting the remaining cells. The result in preliminary tests has been counts of CD4/8-positive cell counts with accuracy similar to conventional clinical-lab assays.

However, the group indicated that more work needs to be done before the technology could be used clinically. Bashir and colleagues still need to package the biochips into a unitary, battery-powered instrument, as well as identify ways to standardize and manufacture the disposable modules needed for a commercially viable device.

– John Gever


U.S.A: Copyright Washington n. 000998487/2001-02-20 | Brasil: Reg. Dir. Autorais - Brasília n. 106.158/11-12-1995 | Louis Charles Morelli