Archive for the ‘Paranormal e a Matriz’ Category

Fenomenos Parapsicologicos _ Lista dos Scientific Papers

segunda-feira, março 6th, 2017

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Selected Psi Research Publications

http://www.deanradin.com/evidence/evidence.htm

Desde cura a distancia, telepatia, sobrevivência da mente apos morte, etc.

Global Consciousness Project

quinta-feira, janeiro 26th, 2017

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Publicada minha sugestão ao Projeto:

Louis Charles Morelli: A suggestion to this project:

(Verificar respostas na pagina do projeto no Facebook)

Nature is cyclical, also em relation to chaos em order. The cosmological states of order and chaos are measured by astronomic time, but these cycles are composed by micro-cycles at human time’s scale. We don’t know which natural forces are behind these states, and I am suspecting that these forces has effects over human consciousness – or mental states. You know the fairy-tale in the Bible about the seven years of fat cows and tiny cows. I think that these forces acts over humans instincts inherited from ancestrals animals – the instincts for predator and prey. These instincts are located at the low brain and in conflict/interactions with the neocortex ( maybe the consciousness location) at the high brain. These instincts cames in our genetic charge and it is dependable if a person will born from predator or prey status and culture, which instinct will be dominant at each person.

Several events in the last months indicates that our planet is under a wave of the force that supports the predator instinct. Brexit, Trump, the return of the extreme right in Brasil, etc. It suggests that a kind of mental super-organism surrounding the gaia surface turns on the predator mind to be strong ( its fat cows) which means that the prey mind becomes weak (its tiny cows period). Is there a way for yours numbers generators testing this hypothesis? Any additional study, I have several articles about in my website. Cheers…

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A ideia básica deste projeto e’ de que havendo uma coerência de consciências, os eventos ao acaso passam a serem dominados tornando-se eventos numa certa ordem. Para testar isso, espalha-se coletores de dados ( ramdom generators numbers) no planeta e procede-se a analise destes dados, procurando uma relacao entre as ocorrências e estado emotivo da consciência global.

Matrix: Talvez a intenção do projeto esteja equivocada. Ele parte da suspeita de que um evento ocorrido no ambiente físico de grande repercussão cause um pico de estado emocional na população. Mas, por exemplo, as grandes ondas das vacas gordas para o instinto predador que são as vacas magras para as presas, não vem de um ambiente físico conhecido, e parece ser mais relativo a camada mental que reveste a superfície do planeta, no estilo da hipótese do super-organismo de Gaia.

  • Matrix: Verificar o Super-Organismo Mental de Gaia
  • In 2003, a New York Times article concluded “All things considered at this point, the stock market seems a more reliable gauge of the national—if not the global—emotional resonance.”
  • According to The Age, Nelson concedes “the data, so far, is not solid enough for global consciousness to be said to exist at all. It is not possible, for example, to look at the data and predict with any accuracy what (if anything) the eggs (70 coletores de dados e geradores de numeros ao acaso espalhados no planeta) may be responding to.”
  • Robert Matthews said that while it was “the most sophisticated attempt yet” to prove psychokinesis existed, the unreliability of significant events to cause statistically significant spikes meant that “the only conclusion to emerge from the Global Consciousness Project so far is that data without a theory is as meaningless as words without a narrative”

(Wiki) – https://en.wikipedia.org/wiki/Global_Consciousness_Project

The GCP’s methodology is based on the hypothesis that events which elicit widespread emotion or draw the simultaneous attention of large numbers of people may affect the output of hardware random number generators in a statistically significant way.[1][non-primary source needed] The GCP maintains a network of hardware random number generators which are interfaced to computers at 70 locations around the world. Custom software reads the output of the random number generators and records a trial (sum of 200 bits) once every second. The data are sent to a server in Princeton, creating a database of synchronized parallel sequences of random numbers.

traducao:

A metodologia do GCP e’ baseada na hipótese de que eventos os quais motivam o espalhamento de emoção ou desenha a atenção simultânea de grande numero de pessoas podem afetar o geradores de números ao acaso num hardware numa significantemente estatística maneira. O GCP mantem uma rede de hardware geradores de números ao acaso os quais são interfaceados com computadores em 70 localidades em volta do planeta. Um software lê as amostras do RNG e registra um julgamento (soma de 200 bits) uma vez a cada segundo. Os dados são enviados a um servidor em Princeton, criando uma base de dados sincronizada paralelamente as sequencias dos números ao acaso.

The Global Consciousness Project (GCP, also called the EGG Project) is a parapsychology experiment begun in 1998 as an attempt to detect possible interactions of “global consciousness” with physical systems. The project monitors a geographically distributed network of hardware random number generators in a bid to identify anomalous outputs that correlate with widespread emotional responses to sets of world events, or periods of focused attention by large numbers of people.[1][non-primary source needed] The GCP is privately funded through the Institute of Noetic Sciences[2] and describes itself as an international collaboration of about 100 research scientists and engineers.

Em paralelo, existe o…

Web Bot

From Wikipedia, the free encyclopedia:
Web Bot is an internet bot computer program whose developers claim is able to predict future events by tracking keywords entered on the internet. It was developed in 1997, originally to predict stock market trends.[1] The creator of the Web Bot Project, Clif High, along with his associate George Ure, keep the technology and algorithms largely secret and sell the predictions via the website
Website:

The Global Consciousness Project
Meaningful Correlations in Random Data

http://www.global-mind.org/

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Pesquisar:

Institute of Noetic Sciences

The Photonic Field: O Que Decide Quem Sera’ Rico ou Pobre

quinta-feira, outubro 20th, 2016

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Uma nova tese dentro da Matrix/DNA Theory: The Photonic Field

( E mais abaixo veja como funciona ou nao a intuicao que leva a espetaculares descobertas no relato do sonho que tive ao dormir pensando nesta tese)

Eu tenho certeza que existe um fator alem do nosso observavel e conhecido natural que mantem uma pessoa pobre e outra, leva-a a ser sempre rica. Isto pelas ocorrencias reais que tenho visto nesta vida. Acreditei nisso na quarta vez que estive para por a mão no pote de ouro, aconteceu algo absurdo, inesperado, vindo do mundo externo, escorreguei e cai no zero onde nasci.

Para um filosofo naturalista, que aplicou o mais extremado materialism racionalista na sua investigação sobre a existência, esta afirmação e’ totalmente for a de contexto. Mas o que e’ tem que ser, não depende se gostamos ou não, e isto e’ fato, e já havia desistido de solucionar este mistério, pois em termos de metafisica, não tenho o menor acesso – se e’ que ela existe e que este seja um fenomeno metafisico.

Mas e’ impensavel qualquer outra solução. Esta pressão para baixo, para manter o humano no nivel baixo das condições de vida, ou esta força que empurra outros sempre para mais acima, para mais fortunas e sorte na vida, existe. Mas pelo mundo que conheço, não ha lugar para esta força, por isso, pensei ser algo metafisico. E por isso, depois da quarta vez, deixei de tentar. Contra algo invisivel e tao determinado, tao poderoso, não tenho como lutar.

Porem, hoje me ocorreu uma ideia, que pode mudar o significado desta força. Pode ser que ela não seja metafisica. Pode ser que ela seja feita de substancia conhecida, porem ainda pratica,mente intocavel e invisivel. Os fotons. A luz.

Primeiro descobri que apenas os fotons podem explicar como esta galaxia se reproduziu na forma de sistema celular, de ser vivo. Eles formariam entre si uma rede, uma network reproduzindo o sistema  ” building block astronomico”, em tamanho miniaturizado, microscopico.

Mas e se eles formam redes tambem nos tamanhos de planetas? Digo, uma aureola em volta da superficie do planeta, em que eles se infiltram na crosta de terra e na atmosfera. Assim, eles estariam conectados com suas copias microscópicas, as quais estão dentro dos corpos humanos., e todos os outros seres vivos.

Esta rede terrestre teria as sete faixas de frequencias/vibrações da luz, e cada corpo tem uma sua vibração, assim se daria a conexão. Acontece que uma faixa existe embaixo, subalterna a outras, e esta faixa, conectada e imposta a mesma vibração do corpo humano, o manteria embaixo, subalterno a outras pessoas com faixas de vibrações mais altas.

Tenho pensado muito ultimamente no instinto a predador e presa que esta’ na carga genética humana, herdada dos animais, e algumas vezes, surge soluções apenas se alem de ser uma força interna ao humano, ela for tambem externa, atuando a nivel social.

Isto me lembra outras teses relacionadas, como a camada terrestre do inconsciente coletivo da humanidade de Teilhard du Chardin, e a minha tese já ensaiada em outros artigos aqui, sobre o super-organismo de Gaia.

Estaria relacionado a isto, tambem, os assuntos ou teses especulativas sobre um campo magnético do corpo humano, e teses sobre a aura.

Bem,… por enquanto isto vai seguir o curso normal das teses, vou deixar a ideia solta no ar e burilando na cabeca. Esta tese esta for a do escopo da Matrix/DNA ( ao menos, me parece), não faz parte do feitio desta cosmovisao, mas sao demasiados fatos, demasiadas evidencias, então não posso ignora-la. Voltarei neste artigo sempre que algum avanco ou assunto relacionado houver.

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O Sonho Motivado pela Reflexao na Tese “The Photonic Field”

Inacreditavel,… mas parece que tam a ver.

Deitei pensando nesta tese, imaginei como seriam as imagens desta rede ao redor da Terra, peguei no sono e, de manha me lembrei de ter tido um sonho estranho.

Apareceu na minha frente um conhecido que não vejo a uns 30 anos, o qual me ofereceu um emprego e uma casinha abandonada num terreno longínquo para morar. O Nilo era um turco filho de um meio-rico e que ficou muito rico. Me lembro dele com certa repugnância e revolta pois era um tendente a grande predador e com isso esfolava o que podia das presas em que punha suas garras. Bruto e estupido, decidi pela demissão numa discussão, mas continuei morando no casebre enquanto ele não me expulsasse e eu ano arrumasse outro emprego.

Então no sonho o turco apareceu na frente do casebre e veio entrando. Mas logo na porta ele olhou para o teto e surpreso perguntou o que era aquilo. Olhei tambem e fiquei sem palavras. O teto estava todo coberto por aquela planta que sobe nas paredes,  e’ erva daninha, no Brasil chamam-na de trepadeira. Tinha muitas folhas, verdes, grandes, e o resto era cipo. Olhei para fora e notei que todo o quintal e os terrenos vizinhos estavam cobertos pela planta. Admirei como eu não havia visto aquilo, principalmente estando pendurado n teto, caindo sobre moveis. Mas na minha vida isso não tem sido novidade pois como filosofo quando estou no lugar da morada estou pensando muito longe e alem disso, devia estar atarefado procurando trabalho e enfrentando as dificuldades alem de que devia estar pronto para sair dali.

Eu respondi que, se ele quisesse, eu riria cortar tudo e inclusive as ramas que vinham dos terrenos vizinhos para impedir que retornasse. Ele balbuciou algo como ” não adianta pois nesta altura as sementes estão espalhadas por todo lugar. E fazendo um ar de maroto esperto ele disse:

” A solução aqui e’ “devolução”. Mandar de volta para onde veio.”

E acordei por aqui, acho que apenas isto lembro do sonho. Agora vamos a minha interpretação.

A planta de ramagem de cipo e folhas representa a rede fotônica. Ela esta na atmosfera terrestre em volta do planeta, por isso a vi no teto da casa e por volta da casa. O turco representa o grande predador que faz parte dos três instintos humanos herdados dos animais da selva no tocante a divisão de poder. O predador apareceu no sonho porque foi este assunto que no dia anterior comecei a pensar buscando uma solução de como exorcizar estes três instintos dos humanos.  E no desenrolar destes pensamentos me lembrei de outra tese onde ” o comando invisivel do DNA não esta dentro dos genes, mas sim fora deles, no mundo externo a eles. E me parece que a força que faz presas continuarem sendo presas mesmo quando elas tem tanta ou maior força do que os predadores, elas não se unem para usa-la. Parece que são dominadas mentalmente, ficam abobalhadas. reclamam que sofrem sob o jugo dos predadores, mas parece que gostam disso, nada fazem para mudar a situação. A não ser quando aparece um lider ou ocorre alguma catástrofe natural, mas estas tambem são forças externas as presas. Então, buscando como seria e onde estaria esta força externa, me lembrando da invasão de fotons nas origens da vida, no inconsciente coletivo, etc., me surgiu a ideia da network fotonica. Esta seria a força invisivel mantendo a humanidade imitando as regras selvagens dos animais na forma de seus sistemas sociais.

A imagem que me veio a mente durante o dia anterior ao sonho foi a de uma rede fotonica semelhante a rede neuronial com suas sinapses, no cérebro. Com a diferença de que a rede fotonica seria planetaria. Entrou ai tambem antigos pensamentos sobre a possibilidade do corpo humano ter um campo magnetico talvez da mesma natureza do campo magnetico da Terra.

Muita imaginação, aparentemente descabidas. mas como o cerebro guardou isso e sonhou com isso? Como e porque ele representou a rede fotonica com a trepadeira? Porque ele foi buscar uma lembrança muito antiga na memoria que pensava já esquecida, ao trazer o turco para a cena? Na época do turco eu nem sequer imaginava estas coisas de predadores e presas. Isto me apareceu na mente apenas uns 20 anos depois do turco, quando vivi na selva amazonica. Entao como o cérebro ligou o conceito de predador com a personalidade conhecida do turco? E porque o predador buscou sua face de astuto felino e disse” devolução”?!

As soluções encontradas tiveram que preencher certos e requisitos fundamentais antes de serem aceitas. Elas tem que obedecer a formalidade da logica, ou seja, o teorema da logica formal. Portanto tem de ser racional, fazer sentido `a luz do mundo real que experimento. Ela tem que apresentar um parâmetro real, factual, existente em algum outro lugar da Natureza. Por exemplo, minha teoria do que existe no centro da galaxia ( diferente da teoria do buraco negro, mas não muito), encontrou vários parametros ocorrendo em outros lugares da natureza.

Mas são soluções surpreendentes. Sao testaveis cientificamente, porem, uma ciencia com métodos diferentes dos atuais praticados e ditados por uma  visão do mundo inédita. Se eu vou encontrar uma solução para o comando invisivel do inconsciente coletivo responsavel por manter a carga genética humana com estes 3 instintos animais, sera mais uma solução espetacular. Que abrira as portas para novas investigações, novas ideias. Por isso registro aqui o sonho, para continuar a pensar na tese me lembrando da rede da trepadeira, do predador,… e de algo que parece importante.

Porque devolução?! Estaria sendo sugerido que o método ideal para erradicar essa erva daninha que e esta rede fotonica causando a manutenção dos instintos, ‘e manda-la de volta de onde veio? Mas ela veio da galaxia como sistema fechado em si mesmo. La já existe o fenomeno predador/presa.

Uma ideia me surge agora. Outra tese desenvolvida e’ a da onda de luz universal se desfazendo em fotons na sua ultima frequencia e estes fotons esparsos retornando a recompor a onda de luz, porem, com energia negativa e luz escura. Retornando ao Big Bang, onde volta ser reemitida como luz clara. Seriam esta rede fotonica e mais estes instintos a zona escura em que estes fotons retornam? Isto seria devolução.

Material para continuar a pensar nesta tese…..

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Pesquisa:

( Dar uma relida na energia de Reich e similares. Lembrar de ” as nuvens de pensamento, nourees, de Pietro Ubaldi)

 

 

 

A Visão Profética ou Remota Explicadas pela Matriz/DNA (The Evolution Return)

terça-feira, março 29th, 2016

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(Tese em construção:

  1. – Refazer o gráfico pois as setas estão na direcao errada?
  2.  – Continuar pesquisa abaixo )

the-prophetic-vision.jpg

Uma visão futurista, profética, pode ser uma visão genuína do passado, uma certeza subconsciente que aquilo, aquela cena é real, mas como não se lembra o acontecimento e não se distingue o ambiente, situa-se-o no futuro. Ex.: os lagartos de 45 milhões de anos atras poderiam ter flashes de memoria da existência de dinossauros, quando estes estavam extintos a 15 milhões de anos antes. Mas os antepassados dos lagartos os viram, as imagens podem serem registadas na memoria e expressadas depois nos descendentes. No gráfico, a linha vermelha C>A, indica como, na Evolution Return, o tempo retorna do futuro em direcao do passado, em termos de historia real, porem ‘e ignorado pelo processo da Evolução que apenas conta o tempo que gerou acréscimos de complexidade.

Milhões de textos foram escritos e bilhões de discussões orais foram travadas ( e textos e discussões continuam) por seres humanos sobre relatos de imagens e eventos  não pertencentes ao nosso mundo material captado pelos nossos cinco sentidos. São relatos situados no passado – como a de Adão e Eva no Paraíso, ou da cabeça de um dragão emergindo da água de um lago no caso do I Ching – como são relatos situados no futuro – notadamente as visões de Nostradamus. Tais visões foram divididas em dois grupos: visões proféticas e visões remotas.  Porque é que algumas pessoas relatam estas coisas e porque estes relatos tornam-se fonte de pensamentos para a maioria dos seres humanos? Tem algum fundamento tais relatos e tem alguma explicação a recepção de tais relatos pela maioria das pessoas?

Como o mais extremista racionalista que existiu dentro da comunidade de investigação dos fenômenos naturais ( a Teoria da Matriz/DNA é prova disso) eu comecei minha vida filosófica tendo aversão por estes relatos e pelos tratamentos que receberam da maioria das pessoas, pois para mim qualquer relato de algo que não fosse contido dentro da dimensão material abordável pelos nossos sentidos e instrumentos científicos não deveria receber qualquer consideração. Mas então aconteceram comigo ou ao meu redor experiencias físicas que tocavam de perto o conteúdo de alguns destes relatos, às quais não encontrei explicação racional  e como não aceitava deixar qualquer evento real sem explicação,   pus o tema na linha de preocupações para estuda-los a fundo buscando uma explicação racional.

Três experiências pessoais relacionadas à imagens alienígenas:

1)      Uma das maiores surpresas na minha vida aconteceu nos primeiros dias logo após a “descoberta de LUCA”. Luca é o resultado final dos cálculos de como seria o sistema natural mais evoluído que existia a 4 bilhões de anos atras, portanto, momentos antes do inicio das origens da Vida. Tais cálculos me levaram ao espaço sideral buscando em que teria dado a evolução dos sistemas estelares se aplicando o Darwinismo e cheguei ao modelo de um sistema termodinâmico como uma maquina tão perfeita que quase alcança a definição do moto contínuo. Um sistema puramente mecânico mas que teria sido o ancestral da Vida. E nos dias seguintes com a profusão de revelações contendo explicações para os fenômenos naturais que nunca tinham sido explicados antes, uma foi das mais surpreendentes: Luca já era do conhecimento humano a 4 ou 5 mil anos atras pois ele estava perfeita, fielmente descrito – apesar de que em metáforas e parabolas – tanto na Biblia, como no I Ching, como nas Stancias de Dziian da Doutrina Secreta.

Impossível! Se usei os mais modernos conhecimentos jamais imaginados pelos autores mesmo de um século atras, para ver tal imagem desenhada num papel, como alguns primitivos humanos de 5 mil anos atras viram tais imagens?! Claro, esta questão nos abala profundamente ( um dos abalos é descobrir que todo seu trabalho em busca de novidade foi em vão, pois aquilo era mais velho que minha avó) e portanto tinha que ser investigada.

2)      Pessoas analfabetas certamente em estados alterados mentalmente me descreveram pessoalmente a visão de imagens jamais vistas em nossa realidade mas que estavam previstas nas nossas mais complexas teorias. Me refiro aos diagramas sobre particulas elementares, buracos negros, fluxos de energia nos sistemas nervosos e ainda, nativos semi-analfabetos do Brazil relatando visões idênticas às dos chakras e kundaline relatadas por pessoas que viveram na Asia a 5 mil anos atras. Impossivel! Claro que isso merecia uma investigação séria.

3)      Visão noturna de objetos luminosos no espaço na década de 1980 que geraram profusão de comentário popular sobre naves extraterrestres, comunicações com seres extraterrestres, etc. Minha suspeita de tratar-se de meros meteoritos continua sob suspeita devido a vários detalhes daqueles comentários serem realmente merecedores de investigação e colocarem o fenômeno da “visão relativistica” sob investigação.   

    Por mais que tenha buscado nas opiniões mais céticas de racionalistas e em todas as fracassadas experiencias cientificas feitas sobre experiencias análogas às minhas pessoais experiencias, ninguém tem nenhum fato nem contra nem a favor. E sem fatos não existe conhecimento, apenas conjecturas, as quais não interrompem minhas investigações. Até neste momento atual, minhas investigações me conduziram a certas hipóteses e conclusões totalmente diferentes do que qualquer outro ser humano obteve, por isso creio valer a pena o registro para conhecimento de outros que estudam o tema. Em súmula, a síntese do que cheguei até agora está explicita no gráfico acima. Nas linhas seguintes irei direto à descrição do gráfico para as pessoas que não se interessam pelo assunto das visões mas que se interessaram por saber onde nos conduz a teoria da Matriz/DNA. Para aqueles que se interessam no assunto e querem se aprofundar no tema, como eu, seguír-se-á uma compilação sucinta do que existe publicado sobre o tema das visões assim como uma lista de obras a serem lidas, sob o titulo “ O que diz a literatura existente a respeito das visões”.

 the-prophetic-vision.jpg 

Descrição do Gráfico:

Num gráfico cartesiano tendo como coordenada vertical, Evolução, e como coordenada horizontal, o tempo, observa-se que a cêrca de 60 milhões de anos atras, a evolução desviou-se de seu caminho, pois a espécie dos répteis deixaram de evoluir e apenas aumentaram e estabeleceram fixamente o que tinham conquistado. Em outras palavras diz-se que a espécie se super-especializou num modo de vida, tudo fez para acomodar-se e defender este modo de vida, de maneira que interrompeu a evolução e a partir daí se tornou um beco sem saída, como um ramo de uma arvore que seca e se extingue. O que temos hoje de fato indiscutível é que existem répteis e existem mamíferos e existe transformações na hereditariedade de seres vivos e tudo isso nos leva a varias interpretações dentre as quais a eleita cientificamente é a interpretação compilada no que se resolveu denominar “Teoria Darwiniana da Evolução”. Neste trabalho considerei esta teoria a mais razoável mas acrescentei alguns pormenores sugeridos pela teoria da macro-evolução da Matriz/DNA.

Disto tudo se deduz que os mamíferos não emergiram dos dinossauros, por motivos óbvios, como questão da diferença de tamanho, e por deduções retiradas dos fósseis em nosso poder – não discutindo aqui se um dinossauro é mais evoluído que uma lagartixa ou não ( pois para mim parece óbvio que o dinossauro se tornou mais complexo que a lagartixa), tambem parece-me óbvio que o dinossauro atingiu mais complexidade que alguns de seus correligionários de tamanhos médios, os lagartos, crocodilos, etc. E são nestes que vamos nos focalizar porque nos parecem os mais indicados donde se encontrará a espécie exata que saiu desta linha evolucionaria para se tornar no primeiro mamífero. Portanto a linha da Evolução que não havia parado em lagartos e crocodilos seguiu até os dinossauros para aí se perder no vácuo com a extinção destes, e tempos depois recomeçou nos lagartos  e destes deu mais um salto transcendental para uma nova e mais complexa espécie.

Mas o que isto tem a ver com profecias, visões remotas, etc. ?  – “Peraí…”Visões sôbre coisas inexistentes na nossa realidade atual e relatadas como sendo do passado seriam facilmente explicadas se fizer-mos como sugere a Teoria da Matriz: o nosso DNA guarda em sua memória eventos do seu passado, não apenas do período que existe na espécie humana, mas como também dos períodos que existiu nas espécies dos répteis, das bactérias, dos sistemas astronomicos até seus remotos tempos quando se desenvolvia em meio à espécie dos átomos. Por exemplo, a cena do Paraíso descreve o corpo astronomico da nossa espécie ancestral que denominamos LUCA.

Então, no gráfico, estas visões estariam situadas na linha vermelha “L1”.Mas é a linha vermelha “L2”que mais nos interessa aqui pelo seu surpreendente inusitado: ela sugere a capacidade de nosso DNA passar para nossa mente imagens que ele tem registradas do passado mas mascaradas de futuro…! Para explicar o que acontece com humanos temos primeiro que fazer uma analogia com o que acontece com lagartos. 

Observe L2. O ponto “A” representa o ponto da Evolução quando o lagarto era o animal mais evoluído, ou mais complexo do planeta, porem a cerca de 45 milhões de anos. Mas ele está no mesmo nível da evolução do lagarto a 60 milhões de anos. Com uma diferença fundamental: o lagarto dos 60 milhões de anos convivia com dinossauros, enquanto o dos 45 milhões não, pois estes haviam sido dizimados provavelmente por um meteórito. Se realmente o DNA guarda registrado em sua memória eventos do passado distante – principalmente daqueles que foram os mais marcantes – o lagarto dos 45 milhões de anos teve registrado em sua memória o evento de uma noite de terror quando quase toda a Vida na Terra desapareceu logo à visão de uma bola de fogo caindo do céu. Em que ficamos então? Se o meteorito caiu na época que existiam dinossauros – nos 60 milhões de anos – o evento está no futuro em relação ao lagarto dos 65 milhões de anos atras, mas no passado do lagarto de 45 milhões de anos atras. Mas em que passado se o dinossauro está no futuro evolucionário dos lagartos?!

É uma visão genuína do passado, uma certeza subconsciente que aquilo, aquela cena é real, mas como não se conhece o acontecimento, situa-se-o no futuro.

Mas então… as visões de Nostradamus e dos autores do apocalipse eram relacionadas ao passado, registradas na memória de seus ancestrais, e devido serem muitas antigas e se aplicarem a ambientes que mudaram de alguma maneira, eram-lhe flashes de imagens muito confusas.

Por exemplo… imagens (reais) de meteóritos caindo do céu, causando dilúvios e incêndios e arrasando a vida na Terra. As imagens de fundo dos ambientes não deviam se encaixarem muito nas imagens dos ambientes da época de vida do autor por isso ele intuitivamente teria que buscar uma época para aquilo acontecer. Como não havia relato em nenhuma tradição ou cultura humana daquilo, deduzia-se que existem previsões, e sugeriam uma situação futurística. O embaçamento das imagens forçavam interpretações pessoais. Ora, disto tudo resultaram textos escritos por um autor humano, que foram entendidos como textos proféticos, e de fato se verificou a ocorrência de eventos mesmo depois da morte deste autor demasiado semelhantes com o que ele havia descrito. 

É preciso entender que a Evolução não conta o tempo como nós contamos. Para nós o tempo é linear, sempre vai do passado para o futuro, como sucessão continua de causas e efeitos. Para a Evolução só tem sentido em contar o tempo da sucessão de acréscimos da complexidade. Para nós. ao tempo que vem dos lagartos, é somado o tempo que passa pelos dinossauros, e tudo somado ao tempo dos mamíferos. Para a Evolução, ao tempo que vem dos lagartos é somado o tempo dos mamíferos… o tempo dos dinossauros nunca existiu, pois eles não entraram no tronco da arvore da evolução. Eles se desviaram do tronco e se tornaram um galho que secou e desapareceu.

Se você, ao chegar aos 20 anos, se dividisse em dois, cada qual seguisse seu caminho. 30 anos depois seu sósia que levou uma vida errada morreu, você continua vivo, mas você diria que tem 80 anos? De maneira alguma, você vai jurar que tem 50 e estará certo nisso. Esta foi a sucessão de causas e efeitos que você mediu como tempo e deu seu resultado final. A Evolução tambem. Ela nada tem a ver com dinossauros. A linha da Evolução se faz curva, mas a Evolução, personificada no DNA, pensa que é uma reta. E isto vai estourar no pobre ser humano, cuja mente se torna consciente dos fatos ao longo da história porem está construída sobre o pilar do DNA. Chega ao ponto de tortura mental que faz acreditar ser possível ver o que não existe, ou seja, o futuro.   

 O que diz a literatura existente a respeito das visões.(profecia, visão remota, ideo motor effect, etc.)

O que diz o Pensamento Cientifico Reducionista? Uma inicial busca em Wikipedia nos mostra o seguinte: No sentido religioso, uma profecia é a mensagem que tem sido comunicada a um profeta a qual o profeta deve comunicar a outros. Em geral, esta mensagem pode envolver: inspiração divina, revelação, ou interpretação. Mais especificamente, ela pode ser uma professada predição psíquica. Em contrapartida, no sentido anti-religioso, de acôrdo com os céticos, muitas das aparentemente confirmadas profecias podem ser explicadas como coincidências ( possivelmente devido à grande margem de não-substanciação ou vagos conceitos da própria profecia), ou que algumas profecias foram realmente inventadas depois do fato ocorrido para que ele se encaixasse nas promessas do passado. Whitcomb, em ” A Companhia dos Mágicos “, observa: “Um ponto a relembrar é que a probabilidade de mudanças num evento para se aproximar de uma profecia existe… A acuidade ou produto de qualquer profecia é alterada pelo desejo e obras do visionário e daqueles que ouviram a profecia. Algo como: “a humanidade deixou-se destruir pelo aquecimento global, mesmo sabendo de antemão e tendo recursos para evitar tal destino, porque se entregou passivamente à fatalidade devido suas crenças nas profecias do fim do mundo.

(Continuar este estudo)

Chico Xavier e uma Predição com Data para Evento Transformador da Humanidade

sexta-feira, maio 8th, 2015

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Data Limite Segundo Chico Xavier

http://datalimite.com/

e o video no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=4JxukHvGVzE&feature=youtu.be

E as minhas primeiras conclusões baseadas na fórmula da Matrix/DNA:

Louis Charles Morelli 1 second ago –  May,18, 2015 = postado no Youtube:
Excelente filme, obrigado, porem com muitos detalhes a serem esclarecidos. Por exemplo… 50 anos?! Os humanos medem o tempo de acordo com o movimento de seu planeta em torno de uma estrela, o que nada teria a ver com extraterrestres ou espíritos, que teriam outras medidas como tempo. Há não ser que estas entidades invisíveis vivam tambem nesta órbita, a data do possível evento sugerido no filme fica totalmente desconhecida. Ou não?
Enquanto não se mostrar um espirito real falante temos o direito e o dever de não acreditar nem desacreditar na sua existência. E o dever de tentar se informar sobre todos os fatos, eventos e fenômenos reais conhecidos e comprovados, reuni-los e tentar montar com estas peças o supremo quebra-cabeças, segundo sua intima intuição. Eu fiz isso e descobri que existe uma solução para o quebra-cabeças das existências deste Universo e da Vida nele, jamais imaginada, que sugere a existência de ressurreição de uma essência nos sistemas naturais como são os corpos humanos após a morte, mas ao inquirir os efeitos dessa ressurreição e compara-la com o que é dito pela doutrina espirita, muitas coisas não se encaixam. Mas o que não se encaixa seria explicado pela possibilidade de comunicação com seres extraterrestres e talvez de outras dimensões. A minha visão de mundo, denominada “Matrix/DNA Theory” sugere que o DNA nada mais é que a forma temporária e biológica de uma fórmula universal para todos os sistemas naturais ( de átomos a galaxias a corpos humanos e a “espíritos”) a qual parece ser uma Matrix surgindo junto com o Big Bang na forma de ondas de luz, em cuja sequencia de vibrações/frequências se percebe o principio do código da vida, e é isto que seria – senão um espirito – ao menos a substancia de seus corpos. Se alguém estiver interessado, a coisa toda está descrita no meu website, ali exposto para testes e debates na continua busca pela Verdade… se é que existe uma.

I Ching, Adão e Eva no Éden Paraíso, As estancias de Dzian, e a Matriz/DNA

segunda-feira, fevereiro 7th, 2011

A analize dos modêlos da Matriz/DNA me levou a uma estonteante surprêsa: quando procurei encaixar a cosmologia dentro do diagrama/software da matriz/DNA como sistema fechado perfeito e surgiu um modêlo cosmológico em que os astros estariam sob os mecanismos do ciclo vital, percebí que êste modêlo astronomico, o qual revelaria o sistema natural mais evoluído que existia momentos antes das origens da vida na Terra, já tinha sido descrito por parábolas, analogias, a milhares de anos antes, na forma da filosofia e simbologia do I Ching, assim como na fábula de Adão e Eva no paraíso do Éden, e fortes indicações que o modêlo de buraco negro da Matriz/DNA bate com as descrições do vórtice das sete voltas das estancias de Dzian, que foi a fonte de tôdas as correntes esotéricas. procurando a causa desta estonteante coincidência, cheguei à temporária e provisonal ainda hipótese de que o modêlo astronomico da Matriz/DNA esteja registrado na memória do nosso DNA, nos trechos considerados “junk DNA”. Nêste artigo procurarei relacionar todos os artigos e material para esquematizar uma pesquisa.

– Ver este post em

http://www.davidicke.com/forum/showthread.php?t=118934&page=2

echoes_of_a_dream
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Default The Hyperdimensional Informational Construct

DNA, Language and the I Ching

Quote:
“We appear to be memory coils (DNA carriers capable of experience) in a computer-like thinking system which, although we have correctly recorded and stored thousands of years of experiental information, and each of us possesses somewhat different deposits from all the other life forms, there is a malfunction, a failure of memory retrieval. Therefore it is in the process of self-repair, which includes: rebuilding our subcircuit via linear and orthogonal time changes, as well as continual signaling to us to stimulate blocked memory banks within us to fire and hence retrieve what is there.” — Philip K. Dick

The structure of DNA as we know it is made up of “letters” (represented by the base pairs ATCG) which form “words” that are instructions to build an amino acid compound. There are 64 such “words” and one or more of these words represent the instruction and information necessary to create one of the 22 amino acids used to create the protein structure of a living body. You could say our bodies are made up of a living language.

In 1968, Marie-Louise von Franz, a disciple of Carl Jung, published an essay in which she speculated that there might be some structural link between the I Ching and DNA. A year later Dr. Martin Schonberger published an article in which he presented “the astonishing parallels between the natural science of the I Ching and the latest discoveries of nuclear genetics”. If the I Ching is an accurate analogy for the syntax of the genetic code, then what does that imply about our fate?

Recent research by Russian scientists have found that the sequencing of the codons of the non-coding regions of DNA (~97% of the genome) follow the rules of some kind of biological language. Research further revealed that the codons actually form words and sentences, just like our ordinary human language follows rules of grammar. Scientists have conducted much research on the origins of human languages and the origins of the grammatical rules that are so essential to all human languages. However, they have continually failed to find the source, but this research suggests that the origins of language may be surprisingly attributed to DNA. According to these findings our DNA is not only responsible for the construction of our body, but also serves as data storage and communication.

The vibrational behaviour of DNA was also studied and experients show that live DNA will always react to modulated laser rays and even to radio waves in the proper frequencies are being used. This scientifically explains why affirmations, hypnosis and other such methods have such strong effects on human beings. It is entirely normal and natural for our DNA to react to language. These studies prove the importance of our thoughts, words and language on out very being since they have the inherent ability to shape us into the person we are.

Could it be possible by looking at the structure of DNA for us to reconstruct a new syntax, grammar and vocabulary? Could it be, as Fulcanelli suggests, that fragments of the original language of light can be found in the divinatory systems used by all nautes, shaman and initiates?

Resources:

Tony Smith’s Home Page

http://www.valdostamuseum.org/hamsmith/ichgene6.html

 I Ching (Ho Tu and Lo Shu),

Genetic Code,

Tai Hsuan Ching, and

the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics Model

0 Tao, Simplex Physics
1 bit
2 superposition qbit
4 spacetime
16 fermions Ilm-al-Raml
256 Cl(8) IFA
65,536 Torah Genes
2^32 ~ 4 x 10^9 Genome Base Pairs
2^64 ~ 16 x 10^18 Brain Electrons Planck
2^128 ~ 256 x 10^36 Brain GraviPhotons Uncertainty
2^256 ~ 65,536 x 10^72 Particles in Universe

Chinese cosmology begins with the undivided Tai Chi,
then separating into Yin-Yang, ... :
Let o represent the undivided Tai Chi, a scalar point of origin: 

     |     |
     |     |
_____|_____|_____
     |     |
     |  o  |
_____|_____|_____
     |     |
     |     |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Physical Spacetime:
   1, i, j, k  of the quaternions
to get the 5 Elements:    

     |     |
     |  i  |
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
     |  k  |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Internal Symmetry Space:
   E, I, J, K  of the octonions,
which are the basis for the D4-D5-E6-E7 physics model,
to get 9 directions: 

     |     |
  J  |  i  |  I
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
  K  |  k  |  E
     |     |     

The 10th direction is Yin-Yang reflection
of the 8 vector directions   1, i, j, k, E, I, J, K.  

Now, identify the 3x3 square with the Magic Square 

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions.

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers of the Magic Square is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  



Perhaps about 5,300 years ago, China's first emperor, Fu Xi, saw, rising from the Yellow River, a dragon-horse with markings of the

Ho Tu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Fu Xi interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Ho Tu in terms of the Earlier Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
The 8 trigrams of the I Ching are similar to
the 16 tetragrams of Ilm al-Raml (the Science of the Sands)
attributed to the third Islamic prophet, Idris,
which were preserved from the Global Early Civilization
as the FA of the Fon people of Benin (Dahomey).

Baba Eyiogbe says “… It is indeed part of the Ifa tradition that Ifa was brought to China, but in a more limited form. This is sometimes attributed to a warrior path of Obatalá, Obatalá Ayaguna. This path of Obatalá is the Ifa diviner for the other paths of Obatalá as well (when Orunmila does not do it directly). …”.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

When the 8 trigrams are combined in pairs
according to the Fu Xi Earlier Heaven Ho Tu arrangement
to make 64 hexagrams of the I Ching, 

you get a very symmetrical I Ching pattern

Although the Earlier Heaven arrangement of the 8 trigrams
does not exactly correspond to the binary number
sequence from 0 through 7
(it is 0,1,2,3,7,6,5,4 instead of 0,1,2,3,4,5,6,7),
the Earlier Heaven arrangement of the 64 hexagrams
does correspond to the binary number
sequence from 0 through 63.  




According to two 13 February 2001 articles in The New York Times by Nicholas Wade: “… Dr. J. Craig Venter and colleagues at Celera Genomics report in …[ Science 291 (16 February 2001) 1304-1351 ]… that they have identified 26,588 human genes for sure, with another 12,731 candidate genes. … Celera’s rival, the publicly funded consortium of academic centers, has come to a similar conclusion. Its report in …[ Nature 409 (15 February 2001) 860-921, where they say “… Genes (or at least their coding regions) comprise only a tiny fraction of human DNA, but they represent the major biological function of the genome and the main focus of interest by biologists. ….” ]… pegs the probable number of human genes at 30,000 to 40,000. Because the current gene-finding methods tend to overpredict, each side prefers the lower end of its range, and 30,000 seems to be the new favorite estimate. … Most of the repetitive DNA sequences in the 75 percent of the genome that is essentially junk ceased to accumulate millions of years ago, but a few of sequences are still active and may do some good. The chromosomes themselves have a rich archaeology. Large blocks of genes seem to have been extensively copied from one human chromosome to another, beckoning genetic archaeologists to figure out the order in which the copying occurred and thus to reconstruct the history of the animal genome.

As the modest number of human genes became apparent, biologists in both teams were forced to think how to account for the greater complexity of people, given that they seem to possess only 50 percent more genes than the roundworm. It is not foolish pride to suppose there is something more to Homo sapiens than Caenorhabditis elegans. The roundworm is a little tube of a creature with a body of 959 cells, of which 302 are neurons in what passes for its brain. Humans have 100 trillion cells in their body, including 100 billion brain cells.

Several explanations are emerging for how to generate extra complexity other than by adding more genes. One is the general idea of combinatorial complexity – with just a few extra proteins one could make a much larger number of different combinations between them. …

The two teams’ first scanning of the genome suggests … ways in which humans have become more complex than worms.

One comes from analysis of what are called protein domains. Proteins, the working parts of the cell, are often multipurpose tools, with each role being performed by a different section or domain of the protein. Many protein domains are very ancient. Comparing the domains of proteins made by the roundworm, the fruit fly and people, the consortium reports that only 7 percent of the protein domains found in people were absent from worm and fly, suggesting that “few new protein domains have been invented in the vertebrate lineage.” But these domains have been mixed and matched in the vertebrate line to create more complex proteins. …

Evolution has devised another ingenious way of increasing complexity, which is to divide a gene into several different segments and use them in different combinations to make different proteins. The protein-coding segments of a gene are known as exons and the DNA in between as introns. The initial transcript of a gene is processed by a delicate piece of cellular machinery known as a spliceosome, which strips out all the introns and joins the exons together. Sometimes, perhaps because of signals from the introns that have yet to be identified, certain exons are skipped, and a different protein is made. The ability to make different proteins from the same gene is known as alternative splicing. The consortium’s biologists say that alternative splicing is more common in human cells than in the fly or worm and that the full set of human proteins could be five times as large as the worm’s.

Another possible source of extra complexity is that human proteins have sugars and other chemical groups attached to them after synthesis.

There’s a different explanation of human complexity, which is simply that the new low-ball figure of human genes derived by Celera and consortium is a gross undercount. Dr. William Haseltine, president of Human Genome Sciences, has long maintained that there are 120,000 or so human genes. … Dr. Haseltine … remains unshaken in his estimate of 100,000 to 120,000 genes. He said last week that his company had captured and sequenced 90,000 full-length genes, from which all alternative splice forms and other usual sources of confusion have been removed. He has made and tested the proteins from 10,000 of these genes. The consortium and Celera have both arrived at the same low number because both are using the same faulty methods, in his view. … Dr. Haseltine notes that the gene-finding methods used by the two teams depend in part on looking for genes like those already known, a procedure that may well miss radically different types of genes. His own method, capturing the genes produced by variety of human cell types, is one that Dr. Venter says in his paper is the ultimate method of counting human genes. … Dr. Eric S. Lander of the Whitehead Institute last week challenged Dr. Haseltine to make public all the genes he had found in a 1 percent region of the genome and let others assess his claim. … Dr. Haseltine said yesterday that he was contemplating the best way to respond and that he was “planning to do so in one form or another, in the open literature.”

Turning from genes to chromosomes, one of the most interesting discoveries in this week’s papers concerns segmental duplications, or the copying of whole blocks of genes from one chromosome to the other. These block transfers are so extensive that they seem to have been a major evolutionary factor in the genome’s present size and architecture. They may arise because of a protective mechanism in which the cell reinserts broken-off fragments of DNA back into the chromosomes.

In Celera’s genome article, Dr. Venter presents a table showing how often blocks of similar genes in the same order can be found throughout the genome. Chromosome 19 seems the biggest borrower, or maybe lender, with blocks of genes shared with 16 other chromosomes. … Segmental duplication is an important source of innovation because the copied block of genes is free to develop new functions. …

Celera ordered the world’s most powerful civilian computer to calculate how to assemble its

27 million 500-base pair fragments into an entire genome.

Its rival, the public consortium of academic centers, felt no need for a massive computer and assembly program because its genome decoding strategy didn’t require one. But a computational biologist at the University of California, Santa Cruz, whose supervisor had been asked to help identify genes, realized the genome had to be assembled before gene identification could begin. In four weeks Jim Kent wrote an assembly program that put the consortium’s jumble of DNA fragments into coherent order. It was this assembled sequence on which most of the consortium’s genome analysis is based. Mr. Kent also wrote a browser, a program that aligns the known genes and other interpretive information in tracks above the actual genome sequence. Anyone wanting to take a tour of the human genome, with Mr. Kent’s browser as their guide, can do so at genome.ucsc.edu. …

One of the most intriguing hints that new biology may be discovered in the genome comes from an initial survey of the mouse genome, which Celera said this week it had assembled. Laying the mouse genome sequence over the human sequence is extremely revealing because most of the DNA has diverged in the 100 million years since mouse and man last shared a common ancestor. The DNA regions that are similar between the two species are those important enough to have been conserved. At a stroke, almost all the genes fall out as noticeably similar. So too do many of the control regions of DNA that precede the genes.

And Dr. Craig Venter, president of Celera, has now stated that there is a third category of similar DNA regions, which are not genes but are too extensive to be control regions. No one yet knows what the mystery regions are doing. …”.

 

According to a 21 January 2003 article in The New York Times by Andrew Pollack:  

“… RNA and DNA are strings of chemical units called bases that embody the genetic code. The bases are represented by the letters A, C, G and either T in DNA or U in RNA. The C base always binds to G. A binds only to T or U. So a single strand of DNA or RNA can bind to another strand that has the complementary bases. Under what is known as the central dogma of genetics, genes, which are the recipes for making proteins, are part of the DNA of the chromosomes. When a protein is to be made, the DNA is copied onto a corresponding piece of single-stranded RNA, known as messenger RNA, that delivers the recipe to the cell’s protein-making machinery. Proteins make up most of a cell and perform most of its functions, including turning genes on and off.But new evidence suggests that some RNA is not merely the intermediary between DNA and protein, but the end product. Some huge stretches of DNA that do not contain protein-coding genes and have been considered “junk” actually hold the code for some of this RNA. …

… in addition to the DNA’s containing the recipes for proteins, a lot more DNA was being copied into RNA. The recently deciphered mouse genome was found to have about twice as much in common with the human genome as could be accounted for by protein-coding genes. … At least part of this overlap appears to be genes that produce RNA as their end product. What all of this RNA is doing is not clear … But mounting evidence suggests that at least some RNA is involved in regulating the way genes are turned on or off. … the most radical view: that RNA provides the command and control of cells. Proteins … are like bricks and beams. But the RNA determines whether those bricks and beams become office buildings or houses. This RNA network … provides the complexity that separates higher life forms from simpler ones. …”.

… Some genes … produce tiny RNA’s, known as micro-RNA’s or miRNA, which are about 21 to 23 bases, or letters, in length. The micro-RNA’s bind to matching pieces of messenger RNA, turn it into a double strand and keep it from doing its job. The process effectively stifles the production of the corresponding protein. …

… RNA interference, or RNAi …[occurs when]… double-strand RNA … would silence the gene corresponding to that RNA. …

… small interfering RNA’s or siRNA’s …[are]… pieces of about 21 to 23 bases … Each short segment attracts a phalanx of enzymes. Together, they seek out messenger RNA that corresponds to the small RNA and destroy it. …

… micro-RNA’s appear to be formed as longer stretches of RNA that fold back on themselves like hairpins to create double strands. The sequence of bases is sort of like a palindrome, so that when the folding occurs, complementary bases line up, and the two arms of the hairpin stick together. …

… small RNA’s bind to chromosomes to shut down genes more permanently than can be done by stifling messenger RNA. …

… viruses … sometimes create double-strand RNA when they replicate … Mammalian cells, confronted with long double-strand RNA, basically destroy themselves as a defense against pathogens. But two years ago scientists at the Max Planck Institute found that short double-strand RNA, again about 21 to 23 bases, would not set off the self-destructive response but would silence the corresponding gene. …”.

According to a 7 July 2001 BBC article by Helen Briggs: “… Two rival teams that cracked the human genome may have underestimated the number of human genes, according to a new computer analysis. Scientists in the United States claim

humans are built from 66,000 genes,

nearly twice as many as the current consensus. … a … team, based at Ohio State University, Columbus, Ohio, has reanalysed the raw data, using a supercomputer, and come up with a higher estimate for the number of human genes. “We ended up with a higher estimated number of genes than the other two teams because we compared 13 different gene databases to the DNA sequences in the draft genome produced by the Human Genome Project,” said Bo Yuan of Ohio State University. … The discrepancy seems to arise from the process used to analyse human genetic data. … The genome is the complete list of coded instructions needed to make a person There are 3.1 billion letters in the DNA code in every one of the 100 trillion cells in the human body If all of the DNA in the human body were put end to end, it would reach to the Sun and back more than 600 times. … Buried within these coded instructions are the genes – ‘sentences’ which hold the instructions for the proteins of which human tissue is made. The genes occupy only about a hundredth of the length of the huge string of DNA, broken up into the 46 chromosomes in every cell. To fish out the genes, which are hidden among the long continuous string of letters, scientists rely on genetic databases. … The Ohio State University team says Celera’s genome map, and particularly, the Human Genome Project map relied mainly on two databases to locate the genes. They used these two databases plus 11 others. “We used more experimental evidence in assembling our map, and that suggests that there are probably between 65,000 and 75,000 transcriptional units,” said Dr Yuan. A transcriptional unit is a length of DNA that shows strong evidence of being a gene but which requires future verification. This is where the dispute arises. “Some researchers are unsettled by the certainty with which the Human Genome Consortium is presenting its lower gene count,” said Fred Wright of Ohio State University. “In my view, the final number of genes – when it is known – will lie somewhere between their high of 40,000 and our value of 70,000.” … Arguments over how many genes it takes to build a human being look set to continue. A gene sweepstake set up by scientists attending the Cold Spring Harbor Genome Meetings in the United States is still taking entries. To date, there have been 165 bets, ranging from 27,462 to 153,478 human genes. So far, the money is on 61,710. …”.


In cond-mat/0204078, Jimenez-Montano, Mora-Basanez, and Poschel say:

“… the genetic code may be represented by a six-dimensional boolean hypercube in which the codons (actually the code-words …) occupy the [ 2^6 = 64 ] vertices (nodes) in such a way that all kinship neighborhoods are correctly represented. This approach is a particular application to binary sequences of length six of the general concept of sequence-space, first introduced in coding theory by Hamming …

… The six-dimensional hypercube …

… Each node is labeled with the corresponding amino acid …

… It is well known in the field of Genetic Algorithms that a proper encoding is crucial to the success of an algorithm. Furthermore in … R. A. Caruana and J. D. Schaffer, Representation and hidden bias: Gray vs. binary coding for genetic algorithms, in: J. Laird (ed.), Proceedings of the Fifth International Conference on Machine Learning, Morgan Kauffman Publ. Inc., 153-161 (San Mateo, 1988). … it is shown the superiority of Gray coding over binary coding for the performance of a genetic algorithm. As it was shown above the structure of the genetic code is precisely the structure of a Gray code. …”.

 


 

Katya Walter has shown that the Fu Xi Earlier Heaven
Ho Tu arrangement of the 64 hexagrams
can represent the DNA genetic code:
 
 
Since the DNA genetic code can be represented by
4 things taken 3 at a time,
or  (2x2) x (2x2) x (2x2) = 64, 

and since the I Ching (which is based on 6 bars,
each of which can be in 2 states - broken or unbroken)
can be represented by 2 things taken 6 at a time,
or  2 x 2 x 2 x 2 x 2 x 2 = 64, 

and since pairs of octonionic half-spinors of the Spin(0,8)
Clifford algebra Cl(0,8) on which the D4-D5-E6-E7 physics model is based
can be represented by 8 things taken 2 at a time,
or  (2x2x2) x (2x2x2) = 64, 

the genetic code, the I Ching, and the D4-D5-E6-E7 physics model
are all just different representations
of the same fundamental structure.  

The fundamental structure of 8 trigrams can not only be extended
to 8x8 = 2^6 = 64 hexagrams,
but also to 24-grams, of which there are 8^8 = 2^24 = 16,777,216.
24-grams are directly related to Golay codes and the Leech lattice.  

In that connection,
the hexacode H6 is related to Golay codes and the Leech lattice.
The hexacode H6 can be used to construct
quantum-error-correcting codes that are based on GF(4),
and
an RNA code is based on 4 nucleotides UGAC, taken 3 at a time.
Katya Walter has shown that
the I Ching representation of the DNA genetic code
can be transformed in a natural way to
an I Ching representation of the RNA genetic code.  

The same fundamental structure is also shared
by Penrose tilings and musical sequences. 

Further,
you can represent genetic information by
DNA sequence music (215k wav).  

Katya Walter has shown that the representation of the DNA code by Fu Xi's Ho Tu arrangement of the I Ching is not superficial. The 55 points of the Ho Tu diagram can be divided into 27 SouthEast points and 28 NorthWest points, if the central point is put into the NorthWest part. The G-C base pair has 15 ring atoms and 12 other atoms, just as the SouthEast part has 15 even points and 12 odd points. The T-A base pair has 15 ring atoms and 13 other atoms, just as the NouthWest part has 15 even points and 13 odd points.
 
If the central point is allowed to remain central,
and represent a U(1) propagator phase,
then both the SouthEast and NorthWest parts
have 15 even points and 12 odd points,
so that they represent
the 15 generators of the Spin(6) that gives
conformal gravity and the Higgs mechanism
and
the 12 generators of the SU(3)xSU(2)xU(1) standard model,
that is,
all the gauge bosons of the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics model spacetime.  

Note that, to represent physical structures
such as the DNA code and the D4-D5-E6-E7 model gauge bosons,
the proper axis for the Ho Tu diagram is NorthEast-SouthWest,
which is different
from the North-South axis used to represent abstract Yin-Yang
binary math structure.  

Such a diagonal axis will be used in the Lo Shu diagram,
which is more oriented to representations of physical structures,
as opposed to abstract structures.  



China's third emperor Huang Di started the present Chinese calendar on 10 February 2697 BC. About 4,200 years ago, when Comet Hale-Bopp last appeared, Yu (father of the first emperor of the Xia dynasty) saw, rising from the Lo River, a turtle with markings of the

Lo Shu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Yu interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Lo Shu in terms of the Later Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
Note that the Yu Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams
is not very symmetrical with respect to abstract Yin-Yang
binary structure,
but is very symmetrical with respect to a NorthEast-SouthWest axis
and the physical representation of the 5 Elements.
The NorthEast-SouthWest axis is Earth-Earth-Earth,
SouthEast and East are Wood,
NorthWest and West are Metal, and
South is Fire and North is Water. 

Although the Lo Shu is not very symmetrical with respect
to abstract Yin-Yang binary structure,
the Lo Shu diagram does have the interesting mathematical
structure of a Magic Square:
 
 

In addition to Square tilings of the plane,
there are Hexagonal tilings.  

The only Magic Hexagon that exits also has central number 5: 

            15             

      14           13      

 9           8           10

       6            4      

11           5           12

       1            2      

18           7           16

      17           19      

             3             

There are 15 sums, 5 parallel to each of its 3 axes.
Each sum is 38 = 2x19, and there are 1+6+12 = 19 cells.
19x19 is the dimension of the lattice of a WeiQi board. 



Perhaps because of its lack of abstract Yin-Yang binary symmetry, the Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams did not lead Yu to make a corresponding arrangement of the 64 hexagrams. It was not until about 3,100 years ago that Wen-wang (father of the founder of the Zhou dynasty) made a Lo Shu arrangement of the 64 hexagrams.  
 
Since Wen-wang's son Wu-wang named him (posthumously) as
the first emperor of the Zhou dynasty,
Wen-wang is known as King Wen,
and his arrangement of the 64 hexagrams
often called the King Wen arrangement. 

King Wen created his arrangement while imprisoned by
the Shang emperor.  It was not an arrangement to describe
abstract principles, but to describe his life and how it
could be useful in overthrowing the corrupt Shang emperor
and setting up a better government.
The 64 King Wen hexagrams are arranged in 32 dual pairs.
For 28 of the pairs, one is the other turned upside down.
8 hexagrams are the same turned upside down,
so they make up 4 pairs of opposites.
The 28 upside-down symmetric pairs have a similar symmetry
to the 28-dimensional antisymmetric real 8x8 matrices
that represent Spin(0,8) of the D4-D5-E6-E7 physics model. 

King Wen's arrangement is designed for life in our physical world,
beginning with pure Yang, forward moving Heaven,
and ending with a hexagram described by two characters
that mean "not yet across (a river)",
so that its ending is really also a beginning,
just as in real life.
Perhaps that is why the King Wen arrangement is the one
most often seen in present-day I Ching books. 

Another son of King Wen was the Duke of Zhou,
the brother of King Wu (Wu-wang).
When King Wen wrote about the 64 hexagrams,
he wrote for each entire hexagram a Judgment.
The Duke of Zhou wrote a poetic text, the Line Text,
for each hexagram Judgment.
Each poem line corresponds to a hexagram line,
and each whole poem goes with
the Chinese characters for each hexagram Judgment. 

Much later commentaries, such as the Ten Wings,
have been added to the present-day I Ching books. 

My opinion about such later commentaries is
the same as that of Rosemary and Kerson Huang:
"The poetic aspect of the I Ching,
however, has been obscured by the Ten Wings.
How can you enjoy poetry if every line is followed
by government regulations on how to read it?"

The King Wen I Ching sequence was used by Terence McKenna to construct his Timewave model of history.

 


Of course, it is possible to make other arrangements of the 8 trigrams and 64 hexagrams of the

I Ching

than the Fu Xi and King Wen arrangements. 

The 8 trigrams can be arranged in 8! = 40,320 different orders.
As well as ordering the 8 trigrams differently,
you can pick subsets of the 8 trigrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^8 = 256 subsets of the 8 trigrams.
The number of subsets of the 8 trigrams is
the dimension of the Cl(0,8) Clifford algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
and
is related to ordering the 8 trigrams
by the Clifford sequence corresponding
to the binary numbers from 0 through 7

You can arrange the 64 hexagrams
in 64! (about 1.27 x 10^89) different orders.  

As well as ordering the 64 hexagrams differently,
you can pick subsets of the 64 hexagrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^64 (about 1.844 x 10^19) subsets of the 64 hexagrams.
The number of subsets of the 64 hexagrams is
useful in estimating the Planck mass. 

If you want more possibilities,
consider the (2^64)! possible orderings
of all 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

If you want still more,
consider the possible orderings
within each of the 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

The ordering of the
64 hexagrams in the HuangLao Daoist Mawangdui Silk Text
may be related to historical events of the time period
from 613 BC (Emperor Zhuang of Chu)
to the time the manuscript was copied,
probably about 202-195 BC (Emperor Liu Bang of Han).   

A natural ordering of the 64 hexagrams is
the I Ching lattice of Billy Culver

in which the 64 hexagrams are in groups of
4 + 16 + (12+12) + 16 + 4 = 4 + 16 + 24 + 16 + 4  = 64
This can be seen as a 4-fold expansion of the
       1   4   6   4   1
level of the Su Meru triangle.



Another order is based on the
       1   6  15  20  15   6   1
level, with 2^6 = 64 elements, of the Su Meru triangle:

(Here, the hexagrams are denoted by numbers representing them in the binary Fu Xi Earlier Heaven sequence, as binary numbers from 0 through 63, with broken lines denoted by – -.)

 
----------------------

 0                                   1 hexagram with 0    - -

----------------------

 1   2   4   8  16  32               6 hexagrams with 1   - -

----------------------

 3   6  12  24  48

 5  10  20  40

 9  18  36                          15 hexagrams with 2   - -

17  34

33

----------------------

 7  14  28

11  22

13  26  

19

21

25

======================      10+10 = 20 hexagrams with 3   - -          

                    38 = 63 - 25

                    42 = 63 - 21 

                    44 = 63 - 19  

                37  50 = 63 - 13   

                41  52 = 63 - 11  

            35  49  56 = 63 - 7    

----------------------

                    30 = 63 - 33

                29  46 = 63 - 17

            27  45  54 = 63 - 9     15 hexagrams with 4   - -

        23  43  53  58 = 63 - 5

    15  39  51  57  60 = 63 - 3

----------------------

31  47  55  59  61  62 = 63 - 1      6 hexagrams with 5   - -

----------------------

                    63 = 63 - 0      1 hexagram with 6    - -    

----------------------

Still another interesting order for the hexagrams uses the order of this 8x8 Magic Square whose sum is 260. It is constructed by writing the numbers 1...64 in sequence and then reversing the order of the green entries: 64 2 3 61 60 6 7 8 9 55 54 12 13 51 50 16 17 47 46 20 21 43 42 24 40 26 27 37 36 30 31 32   32 34 35 29 28 38 39 25   41 23 22 44 45 19 18 48 49 15 14 52 53 11 10 56 8 58 59 5 4 62 63 1   Since 8x8 = 64 = 4x4x4 is both a square and a cube (the smallest such number greater than 1) you can use the same numbers and a similar method to construct a 4x4x4 Magic Cube with sum 130. Here is such a cube as constructed by Meredith Houlton: 1 63 62 4 60 6 7 57 56 10 11 53 13 51 50 16 48 18 19 45 21 43 42 24 25 39 38 28 36 30 31 33   32 34 35 29 37 27 26 40 41 23 22 44 20 46 47 17   49 15 14 52 12 54 55 9 8 58 59 5 61 3 2 64 The sum of the 8x8 Magic Square, 260, is twice the sum (130) of the 4x4x4 Magic Cube. The Maya calendar uses a period of 260 days, the Tzolkin, as well as a period of 365 days, the Haab.
A version of the

Tai Hsuan Ching

was written by Yang Hsiung,
who lived from about 53 BC to about 18 AD.  

As the I Ching is based on hexagrams of binary lines,
for a total of 2x2x2x2x2x2 = 8x8 = 64 hexagrams,
the Tai Hsuan Ching is based on tetragrams of ternary lines,
for a total of 3x3x3x3 = 9x9 = 81 tetragrams.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

 
The progression from the I Ching to the Tai Hsuan Ching
is similar to a number of things:
 
The numbers shown in the arrangement below
are the ternary numbers plus 1,
as the ternary numbers go from 0 to 80
instead of from 1 to 81.
 
 
The ternary number arrangement is similar to
the Fu Xi binary number arrangement of the I Ching. 

The 81 tetragrams correspond to the 81 verses
of the Tao Te Ching.  

The Tai Hsuan Ching may be at least as
old as the King Wen arrangement of the I Ching,
since such tetragrams have been
found on Shang and Zhou dynasty oracle bones.  

To construct the Tai Hsuan Ching,
start with the 3x3 I Ching Magic Square  

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions. 

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  

Notice that the 3x3 Magic Square gives
the gauge bosons and the spacetime
of the D4-D5-E6-E7 physics model
but
does not contain the spinor fermions. 

The 3 generations of spinor fermions
corresond to a Lie Algebra Magic Square.  

The Tai Hsuan Ching construction will
give us the spinor fermions,
and therefore corresponds to
the complete D4-D5-E6-E7 physics model. 

To construct the Tai Hsaun Ching,
consider the Magic Square sequence as a line 

3   8   4   9   5   1   6   2   7

with central 5 and opposite pairs at equal distances. 

If you try to make that, or a multiple of it,
into a 9x9 Magic Square whose central number
is the central number 41 of 9x9 = 81 = 40+1+40,
you will fail because 41 is not a multiple of 5. 

However, since 365 = 5x73 is
the central number of 729 = 364+1+364 , you can
make a 9x9x9 Magic Cube with 9x9x9 = 729 entries,
each 9x9 square of which is a Magic Square.
The Magic Cube of the Tai Hsaun Ching
gives the same sum for all lines parallel to an edge,
and for all diagonals containing the central entry. 

The central number of the Magic Cube, 365,
the period of a Maya Haab.  

The total number for each line is 3,285 = 219 x 15.
The total of all numbers is 266,085  =  5,913 x 45. 

Since 729 is the smallest odd number greater than 1
that is both a cubic number and a square number,
the 729 entries of the 9x9x9 Magic Cube with central entry 365
can be rearranged to form
a 27x27 Magic Square with 729 entries and central entry 365. 

27 = 3x3x3 = 13+1+13 is a cubic number with central number 14,
and there is a 3x3x3 Magic Cube with central entry 14
(14 is the dimension of the exceptional Lie algebra G2)
and sum 42:  

10  24   8       26   1  15        6  17  19
23   7  12        3  14  25       16  21   5
 9  11  22       13  27   2       20   4  18

The lowest dimensional non-trivial representation
of the Lie algebra E6 is 27-dimensional,
corresponding to the 27-dimensional Jordan algebra
of 3x3 Hermitian octonionic matrices.  

E6 is the 78-dimensional Lie algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the 32-dimensional homogeneous space
E6 / Spin(10)xU(1)
corresponds to a 16-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is two copies of RP1 x S7
corresponding to Spin(8) spinors, representing
8 fermion particles and 8 fermion antiparticles.  

All 4 components of the D4-D5-E6-E7 model,
arising from the 4 fundamental representations of Spin(8),
are contained within E6:
8 half-spinor fermion particles;
8 half-spinor fermion antiparticles;
8-dimensional spacetime
      (4 Physical Spacetime dimensions and
       4 Internal Symmetry dimensions);
and 28 gauge bosons
      (12 for the Standard Model,
       15 for Conformal Gravity and the Higgs Mechanism, and
        1 for propagator phase).  

The Lie algebra E6 is 72+6 = 78-dimensional,
and has Weyl group of order 72x6! = 51,840
which is the symmetry group of the 6-dimensional polytope 2_21
with 27 vertices and 27+72 faces
which is also the symmetry group of the 27 line configuration:
 

The 78 dimensions of E6 correspond to the 78 Tarot cards. 

Since E6 as used in the D4-D5-E6-E7 physics model
represents the two half-spinor representations of Spin(8),

 

For Spin(n) up to n = 8,
here are is their Clifford algebra structure
as shown by the Yang Hui (Pascal) triangle
and the dimensions of their spinor representations
 
n                                           Total            Spinor
                                          Dimension        Dimension

0                   1                   2^0 =   1= 1x1         1
1                 1   1                 2^1 =   2= 1+1         1
2               1   2   1               2^2 =   4= 2x2       2 = 1+1
3             1   3   3   1             2^3 =   8= 4+4         2
4           1   4   6   4   1           2^4 =  16= 4x4       4 = 2+2
5         1   5  10  10   5   1         2^5 =  32=16+16        4
6       1   6  15  20  15   6   1       2^6 =  64= 8x8       8 = 4+4
7     1   7  21  35  35  21   7   1     2^7 = 128=64+64        8
8   1   8  28  56  70  56  28   8   1   2^8 = 256=16x16     16 = 8+8
Since each row of the Yang Hui (Pascal) triangle
corresponds to the graded structure of an exterior algebra
with a wedge product, call each row a wedge string.  

In this pattern, the 28 and the 8 for n = 8 correspond
to the 28 gauge bosons of the D4 Lie algebra
and to the 8 spacetime (4 physical and 4 internal symmetry)
dimensions that are added when you go to the D5 Lie algebra. 

The 8+8 = 16 fermions that are added when you go to E6,
corresponding to spinors, do not correspond to any single
grade of the n = 8 Clifford algebra with graded structure
1   8  28  56  70  56  28   8   1
but correspond to the entire Clifford algebra as a whole. 

The total dimension of the Clifford algebra
is given by the Yang Hui (Pascal) triangle
pattern of binary expansion (1 + 1)^n,
which
corresponds to the number of vertices of
a hypercube of dimension n.  

The spinors of the Clifford algebra of dimension n
are derived from the total matrix algebra of dimension 2^n
with pattern 

n                    

0                   1
1                 2
2               4
3             8
4          16
5        32
6      64
7   128
8 256                

This can be expanded to a pattern 

n                                    

0                   1
1                 2   1
2               4   2   1
3             8   4   2   1
4          16   8   4   2   1
5        32  16   8   4   2   1
6      64  32  16   8   4   2   1
7   128  64  32  16   8   4   2   1
8 256 128  64  32  16   8   4   2   1

in the same form as the Yang Hui (Pascal) triangle.  

Call each row a spinor string.   

For a given row in the binary (1+1)^n Yang Hui (Pascal) triangle
the string product of a spinor string and a wedge string 

(2^N, 2^(N-1),  2^(N-2), ... , 2^(N-J), ... ,    4,     2, 1)
(1 ,   N   , N(N-1)/2,...,N^k J^(N-k)/(k!(N-k)!)J),...,N(N-1)/2,N,1)

gives the rows of the ternary (1+2)^n power of 3 triangle

n                                                           

0                     1                          3^0 =     1
1                   2    1                       3^1 =     3
2                4    4    1                     3^2 =     9
3              8    12   6    1                  3^3 =    27
4           16   32   24    8    1               3^4 =    81
5         32   80   80   40   10    1            3^5 =   243
6       64  192  240  160   60   12    1         3^6 =   729
7    128  448  672  560  280   84   14    1      3^7 = 2,187
8  256 1024 1792 1792 1120  448  112   16    1   3^8 = 6,561

Just as the binary (1+1)^n triangle corresponds to the I Ching,
the ternary (1+2)^n triangle corresponds to the Tai Hsuan Ching.
The ternary triangle also describes
the sub-hypercube structure of a hypercube.  

The ternary power of 3 triangle is not only
used in representations of the spinors in the D4-D5-E6-E7 model,
it was also by Plato in describing cosmogony and music.  

 


 

The 9x9x9 Magic Cube of the Tai Hsuan Ching

has central entry 365,
and 365 = 73 x 5 is the whole number of days in a solar year.
The corresponding Maya 365-day period is called the Haab. 

The 8x8 Magic Square and 4x4x4 Magic Cube of the I Ching
have sums 260 and 130 = 260/2,
and 260 = 13 x 5 x 4  is the number of days in a Maya Tzolkin.  

The common period of the Maya Haab and Tzolkin
is   73 x 5 x 13 x 4 = 18,980 days or 52 Haab.  

The synodic period of Venus is 584 = 73 x 8.  

The common period of the Maya Haab and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 37,960 days or 104 Haab. 

The common period of the Maya Haab and Tzolkin and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 2,929 days or 8 Haab. 

Since the 8x8 = 4x4x4 = 64, and 584 = 2 x 260 +  64.
the synodic period of Venus is naturally expressible in
terms of the 8x8 Magic Square and the 4x4x4 Magic Cube. 

Here is the 9x9x9 Magic Cube:
 

1

 
543  179  616  252  689  397   33  470  106

107  544  180  617  244  690  398   34  471

472  108  545  172  618  245  691  399   35

 36  473  100  546  173  619  246  692  400

401   28  474  101  547  174  620  247  693

685  402   29  475  102  548  175  621  248

249  686  403   30  476  103  549  176  613

614  250  687  404   31  477  104  541  177

178  615  251  688  405   32  469  105  542

2

 
 97  534  170  607  324  680  388   24  461

462   98  535  171  608  316  681  389   25

 26  463   99  536  163  609  317  682  390

391   27  464   91  537  164  610  318  683

684  392   19  465   92  538  165  611  319

320  676  393   20  466   93  539  166  612

604  321  677  394   21  467   94  540  167

168  605  322  678  395   22  468   95  532

533  169  606  323  679  396   23  460   96

 

3

 
452   88  525  242  598  315  671  379   15

 16  453   89  526  243  599  307  672  380

381   17  454   90  527  235  600  308  673

674  382   18  455   82  528  236  601  309

310  675  383   10  456   83  529  237  602

603  311  667  384   11  457   84  530  238

239  595  312  668  385   12  458   85  531

523  240  596  313  669  386   13  459   86

 87  524  241  597  314  670  387   14  451

 

4 Thanks to Jeff Knox for correcting my error in row 1, col 5, where I had written 231 by mistake.

 
  6  443  160  516  233  589  306  662  370

371    7  444  161  517  234  590  298  663

664  372    8  445  162  518  226  591  299

300  665  373    9  446  154  519  227  592

593  301  666  374    1  447  155  520  228

229  594  302  658  375    2  448  156  521

522  230  586  303  659  376    3  449  157

158  514  231  587  304  660  377    4  450

442  159  515  232  588  305  661  378    5

 

5

 
361   78  434  151  507  224  580  297  653

654  362   79  435  152  508  225  581  289

290  655  363   80  436  153  509  217  582

583  291  656  364   81  437  145  510  218

219  584  292  657  365   73  438  146  511

512  220  585  293  649  366   74  439  147

148  513  221  577  294  650  367   75  440

441  149  505  222  578  295  651  368   76

 77  433  150  506  223  579  296  652  369

 

6

 
725  352   69  425  142  498  215  571  288

280  726  353   70  426  143  499  216  572

573  281  727  354   71  427  144  500  208

209  574  282  728  355   72  428  136  501

502  210  575  283  729  356   64  429  137

138  503  211  576  284  721  357   65  430

431  139  504  212  568  285  722  358   66

 67  432  140  496  213  569  286  723  359

360   68  424  141  497  214  570  287  724

 

7

 
279  716  343   60  416  133  489  206  643

644  271  717  344   61  417  134  490  207

199  645  272  718  345   62  418  135  491

492  200  646  273  719  346   63  419  127

128  493  201  647  274  720  347   55  420

421  129  494  202  648  275  712  348   56

 57  422  130  495  203  640  276  713  349

150   58  423  131  487  204  641  277  714

715  351   59  415  132  488  205  642  278

 

8

 
634  270  707  334   51  407  124  561  197

198  635  262  708  335   52  408  125  562

563  190  636  263  709  336   53  409  126

118  564  191  637  264  710  337   54  410

411  119  565  192  638  265  711  338   46

 47  412  120  566  193  639  266  703  339

340   48  413  121  567  194  631  267  704

705  341   49  414  122  559  195  632  268

269  706  342   50  406  123  560  196  633

 

9

 
188  625  261  698  325   42  479  115  552

553  189  626  253  699  326   43  480  116

117  554  181  627  254  700  327   44  481

482  109  555  182  628  255  701  328   45

 37  483  110  556  183  629  256  702  329

330   38  484  111  557  184  630  257  694

695  331   39  485  112  558  185  622  258

259  696  332   40  486  113  550  186  623

624  260  697  333   41  478  114  551  187

 

References:

 
Andrews, W. S., Magic Squares and Cubes (Dover 1960). 

Arguelles, Jose, Earth Ascending (3rd ed) (Bear 1996).
(Jose Arguelles noticed similar correspondencies between
8x8 Magic Squares, the I Ching, and the Mayan calendar, at
least as early as the first edition of Earth Ascending in 1984.)

Coxeter, H. S. M., Math. Z. 200 (1988) 3-45.  

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Lau, Kwan, Feng Shui for Today (Tengu 1996). 

Nylan, Michael, The Canon of Supreme Mystery by Yan Hsiung,
A Translation with Commentary of the T'ai hsuan ching
(State University of New York Press 1993 -  A popular version
is entitled The Elemental Changes (Roger Clough has a web page
with some notations of errata, such as typos etc.)

Schele, Linda and Freidel, David, A Forest of Kings
(Quill, William Morrow 1990). 

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originally published in 1983 under the title The Tai Hsuan Ching.   

Wells, David, The Penguin Dictionary of Curious and
Interesting Numbers (Penguin 1986). 

Williams, C. A. S., Chinese Symbolism and Art Motifs (Tuttle 1974). 

Wong, Eva, Feng Shui (Shambhala 1996). 

Wong, Eva, Taoism (Shambhala 1997). 

Yates, Robin D. S., Five Lost Classics:
Tao, Huang-Lao, and Yin-Yang in Han China (Ballantine Books 1997).

 

The I Ching web site of Chris Lofting, which has a lot of very interesting philosophical discussion.

The I Ching web site of Christopher Garrity, which relates the 8×8 I Ching Matrix to a Matrix of the 8 Colors of the SU(3) Color Force: white; red, blue, and green; and their complementary colors.

The T’ai Hsuan Ching website of Roger Clough has a lot of interesting information about the Tai Hsuan Ching.

Michael Nylan and Nathan Sivin have a web page with their 1987 (revised 1995) article entitled The First Neo-Confucianism An Introduction to Yang Hsiung’s “Canon Of Supreme Mystery” (T’ai Hsuan Ching, Ca. 4 B.C.).


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