Archive for the ‘pulsar’ Category

Pesquisadores Descobrem de Onde Veio o Penis na Terra, Mas a Matrix/DNA de Onde Ele Veio do Céu

sexta-feira, dezembro 5th, 2014

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Mystery solved: Where the penis comes from

http://news.sciencemag.org/biology/2014/11/mystery-solved-where-penis-comes

Tiny buds where legs should be if snakes had legs are the beginning of this snake embryo's paired penises.

Tiny buds where legs should be if snakes had legs are the beginning of this snake embryo’s paired penises.

 

E meus comentarios postados no News Science:

 

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While you ask: “Exactly how does the penis form?”, we, at Matrix/DNA Theory ask: “What have formed the penis? How and where Nature got the idea for making penis?! Which were the forces, mechanisms and elements, from the non-living word, used by Nature to make penisis?

The answer is in the Matrix/DNA universal formula for natural systems. Biological penis is evolution from giant volcanoes formed at old planets’ surfaces. These volcanoes expels magma from nuclear reactions to the space in shape of comets, which were the ancestors of spermatozoids. Comets carry on inside the bits-information from the astro, which were the ancestors of chromosome Y. Comets are driven by spiral magnetic lines towards the “white hole” at the center of the building block of astronomical systems, which performs the female function of vaginas. These “vaginas” are surrounded by a beautiful and luminous “quasar” ( which are the ancestors of women, flowers, everything that can attract the male chromosome). See at Matrix/DNA website the diagram picturing how X and Y are formed at astronomical dimensions.

Am I wrong? Yes… this extraordinary engineering of sexual reproduction was invented first time by the stupid matter of this lost planet… is it right?  Or you have seen a magical god creating it from nothing? I am telling you: biological evolution is merely a continuous process from cosmological evolution. Everything Nature did here – included pehisis and vaginas – has its simplest ancestor shapes in the sky. But… who or what did the sky… I have no idea…

“Tiny buds where legs should be if snakes had legs are the beginning of this snake embryo’s paired penises.”

This is wrong! The shape of Snakes are copies of the spherical circuit of the universal natural formula for any systems, and the tiny buds are just at the location where works the function that built the male counterpart of its reproduction. Legs are a thing developed later by biological systems from the original structure called flagella and cilia.

“Now that they understand the penis’s origin…”

Here is a big problem prejudicing the human reasoning and going far away of the beam. There are no “origins” of anything, no origins of life, no origins of universes. Everything is product of transformation from something less complex, a slow and gradual process coming since the Big Bang. We never should use this word “origin” because it is the cause producing mystic and magical thought. If there were origins of something, it should meaning that something emerged at the long flow of causes and effects coming outside this flow, by supernatural forces, even that this “supernatural” is believed to be absolute randomness. This word and the concepts behind this word is a science-stopper: these researches never will do what we are doing at matrix/DNA world view: searching the deep roots of “penis” evolution till finding its first manifestations at the Big Bang. There was a kind of program running inside snakes, lizards, that drove the development of penis and clitoris and this program is coming from cosmological evolution as our models shows it.

“They pinpointed the cells destined to become the penis, but those cells differed depending on the species studied…”

Big confusion here. Snakes, birds, lizards are “natural systems”. And natural systems are built by a universal template, a kind of formula. This formula have seven different systemic functions, which models matter building its material tool, used by the function to perform its systemic job. This formula is encrypted at any lateral-pair of nucleotides, the fundamental unit of information of the DNA. Natural closed systems have the bias to be spherical with planned surfaces, but opened systems needs to create extensions from the planned surface for interacting with the external world. Then, this is the job of Function number 4 ( see the formula at Matrix/DNA website) and it will build the right extension for the right needs of the new system. The needs can be tails, legs, hair, or penisis, which will determinate the specific specialization of the cells located at that region. But, the immediate ancestor of all biological systems did not need legs, tails or wings, it had only the ancestor for penisis, because the ancestor was self-replicating. So, the natural bias of these cells is to build penisis, clitoris. While legs, tails, came later modelled by the interactions at the new terrestrial environment.

O que os Virus tem a verem com Pulsares e Cometas? Herança Genética?

quarta-feira, dezembro 3rd, 2014

A visão de mundo, ou a “cosmovisão”, denominada Matrix/DNA é o estado do ser pensante, como filósofo naturalista, em que todo fenômeno natural detectado, observado, leva imediatamente às perguntas: “De onde a Natureza obteve a “idéia” para fazer isto e justamente aqui, agora?! Onde estavam as forças, os elementos, os mecanismos e processos, que foram usados aqui para construir este fenômeno, em toda a História da Evolução Natural, Universal, nos nossos sistemas ancestrais atômicos e astronomicos? Porque?”

Este estado de ser pensante é baseado na “crença” de que não existe e nunca existiu mágicas ao menos neste universo material alcançavel pelos sensores dos nossos cérebros, nem mágicas de alguma divindade não-natural, nem mágicas de acidentes por acasos absolutos. Se existem tais coisas, elas atuaram antes e fora deste Universo. O Universo, ou melhor, a Natureza Universal, não pode criar novas informações vindas do Nada, portanto, tudo o que existe aqui foi feito com informações presentes nas origens deste Universo. Existe uma longa cadeia ou fluxo de causas, efeitos, que se tornam causas de novos efeitos, sem interferencias sobrenaturais, na qual vão entrando informações que estavam no ar disponiveis assim como existem os genes retrógrados que só entram em atividade depois que um corpo tem formada certa arquitetura, ou na qual as informações originais se fundem, se misturam, criando sub-informações, no que é conhecido como “fuzzy logics”.

Então, todo novo detalhe natural observado tem que ser esmiuçado no confronto com a História da Evolução Universal, tem-se que buscar suas antecessoras até chegar no Big Bang, nas ondas de luz codificadoras que resultam dos desmanches dos ex-machines vortices quanticos – os quais já possuem em si as sete forças brutas naturais e as propriedades vitais. Os quais foram os primeiros “genes” dentro deste Universo. Assim, neste universo-ovo está ocorrendo um mero processo de reprodução genética do sistema ex-machine que deflagrou o Big Bang, e nós, humanos, observando os passos desse desenvolvimento genético pensamos estar vendo “evolução”.

Esta crença intuitiva que vem inata desde a infancia em certo tipo de configuração das conexões neuroniais dentro de um cérebro humano, e que conduz um ser humano a ser inevitavelmente um filósofo naturalista, agnóstico, pode ser uma crença longe da Verdade Ultima e pode estar parcialmente ou toda errada. Se for assim, todo o castelo da matrix/DNA ruirá por Terra quando algum fato natural devidamente comprovado, derruba-la totalmente. Sabendo disso, e não sendo o supremo objetivo do filósofo provar que sua cosmovisão é melhor, mas sim não ser enganado nem por sua teoria predileta e sua obra, a meta suprema de buscar e encontrar a Verdade – ou provar que não existe uma Verdade Ultima – o próprio filósofo busca cuidadosamente o fato mortal que tiraria sua cosmovisão de seu caminho.

Voltando agora com os pés no chão e para o assunto inspirador deste artigo, vamos trazer para cá esta imagem:

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HIV

The human immunodeficiency virus (HIV) attacks the immune system (AIDS)

Isto aí são os virus da AIDS. De onde a Natureza obteve a idéia, os mecanismos, para fazer isto aqui?!Por que o faz, para que? Precisamos saber disto urgentemente, é uma questão de vida ou morte o maior conhecimento possivel destas criaturas, estas terroristas que ameaçam e torturam humanos até leva-los à morte. Penso que são nossos inimigos numero um, hoje. Meu sonho agora seria reunir recursos para ir à região do Rio Ébola com medidores “geiseres” porque a informação que tenho é que os virus vieram de morcegos. Então isto bate com a teoria da Matrix/DNA: deve ter caido algum fragmento de meteoro, de cometa, naquela região, que abriu uma cratera, que se tornou uma caverna que está sendo habitada por morcegos. Ali, no fundo daquela caverna, está o material que irradia emitindo sinais que penetram DNA’s de plantas ou animais fazendo expressar nestes DNA’s os genes que estão inertes na região do DNA-lixo, a qual é o registro de toda a história cosmológica antes das origens da vida, e cujos genes expressados e reunidos produzem os virus. Os morcegos seriam os originadores dos virus apenas de forma indireta. Mas se não for assim, senão tiver um meteórito por tras de cada virus na Terra, ainda assim a teoria continua de pé, pois ela diz que a Terra é bombardeada continuamente por bits-informações vindas da irradiações de astros, na forma de fótons ou outra particula elementar, os quais são informações que podem codificar moléculas viróticas.

Uma primeira olhada na imagem acima, passou-me a impressão que estava vendo o céu, alguma estranha galaxia com aqueles tipos de astros flutuando no espaço. A ausencia da gravidade espacial no meio liquido, e talvez a ação de sutis campos magnéticos destas criaturas biológicas seriam a causa dos astros-virus estarem mais próximos, mais amontodaos que os astros no céu. E isto me leva imediatamente ao modelo teórico cosmológico construído pela fórmula da Matrix/DNA. Neste modelo, pulsar é o nome que dei a astros na idade de planetas velhos locupletados fe gigantescos vulcões dos quais são emitidos lavas, magmas, que caem como bolotas chamejantes no espaço sideral, ou seja, os cometas nasciturnos que ainda não morreram por não terem atingido o seu alvo, o astro a ser fecundado. Daqui, deste passado, a Natureza tirou e evoluiu o mecanismo aplicado pelos virus. Desvendando suas origens, temos mais dados para nossa grande meta que é a de destruí-los antes que eles nos destruam. Os virus possuem aqueles “esporos” que atraem e são atraidos a certos receptores na superficie das células porque no Cosmos os vulcões são confeccionados para se conectarem à distancia com receptores no nucleo dos sistemas. Os virus expelem o material genético que está em seu nucleo central porque os vulcões ejetam o magma que vem do nucleo central dos astros. Estamos assistindo a nivel microscópico uma cena “fractal” de uma cena a nivel macrocósmico. Estamos assistindo aqui uma cena que é o futuro da cena do passado no Cosmos.  Nada de magicas nem de demonios criadores de virus para nos atormentar.

Que aconteça este fenomeno natural na Terra, é inevitavel. Faz parte das projeções de um corpo reprodutor para formar outro corpo que é sua reprodução. Sendo aqui o reprodutor este sistema astronomico que nos envolve e o corpo reproduzido os primeiros sistemas moleculares organicos. Mas isto não deve nos desanimar, devemos continuar a busca até o fim, desvendando cada vez mais o fenomeno a nivel cada vez mais microscópico, chegando ao nivel das forças naturais quase abstratas como são as força do magnetismo, nucleares fortes e fracas, etc. Deve existir uma maneira de ao menos desviar este fenomeno para longe de nossos corpos, ou tornar nossos corpos não-hospedeiros deste fenômeno. Afinal, até os virus podem se tornarem resistentes a forças que aplicamos neles e os aniquilamos antes. Tenho umas idéias para fazer isto, a nivel de identidade de sistemas, pois o sistema imunológico de defesa humano é uma reprodução da identidade circuital dos sistemas naturais.

Para se entender isto vamos trazer para cá, esta figura:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

O primeiro ser realmente vivo, completo, foi a primeira célula, formada com um núcleo e todas as organelas. Mas de onde a Natureza tirou a “idéia” para fazer uma célula biológica pela primeira vez? Simples evolução universal: o building block sos sistemas astronômicos se “projetou” por inteiro, reproduzindo-se, assim como temos um filho, nosso corpo se projeta por inteiro, se reproduzindo. Vamos esquecer por ora os motivos que causaram a grande mutação em termos de tamanho, substancias, etc. , o que está explicado em outro capitulo. O período de mais ou menos 3 bilhões de anos que durou essa reprodução – desde as primeiras formações de moléculas até chegar à célula final – foi a embriogênese de um novo rebento astronomico, em dimensões microscópicas.

O building block dos sistemas astronômicos tinha sua “matriz genética”, a qual evoluiu para a forma do DNA biológico. Mas essa matriz não era como o DNA, um composto especifico que fica dentro da célula que contem as informações do inteiro sistema celular; ela era o sistema inteiro, assim ela continha todas as informações do sistema. Ela era mais externa que interna.

Aqui dentre os sistemas biológicos, os filhos são em tudo muito semelhantes aos pais, porque o DNA é transmitido de geração a geração encerrado dentro de um pacotinho cromossômico, o que evita bruscas mutações. Mas os building blocks astronômicos se fragmentam em seus bits-informação ( que é toda sua matéria e energia degradada) e não são ejetados cerrados dentro de algum envoltório fechado e sim são espalhados no espaço e em tempos na escala astronômica. Quando tais bits que eram vizinhos próximos no sistema astronomico se encontram na superfície de um astro em boas condições de cultura, eles se juntam na mesma sequencia que estavam e, às vezes, um pequeno pacote de bits já apresenta uma quase vida. Foi isso que fez um único ancestral se diversificar nas milhares ou milhões de espécies biológicas.  Até que finalmente todos os pacotinhos se juntaram num só corpo, e assim surgiu o primeiro sistema biológico completo, a tal da primeira célula.

Bem,… vemos na figura acima do building block astronomico que pulsares e cometas ocupam as posições F4 e F5. Mais tarde F4 foi a função que criou o sistema reprodutor masculino, e F5 a função que criou o espermatozoide. Portanto, os dois ligados ao sistema reprodutivo.

Quando comecei a estudar mais detalhadamente os vírus porque a formula da Matrix/DNA vinha sugerindo novas explicações para tudo que existe em Biologia, e virus – devido seu poder maligno mortal – é algo muito importante para se buscar conhece-los melhor, um primeiro fator me chamou atenção: eles não podem se reproduzirem sozinhos, precisando para isso da maquinaria reprodutora existente dentro de um sistema celular. Mas no momento que penetram uma célula, passam a reproduzirem desvairadamente, como se essa fosse a suprema função de sua existência. Ora… isso era justamente o que faria F4 e F5 na formula da Matrix/DNA. Então surgiu a forte suspeita que virus são pacotinhos genéticos incompletos semeados na superfície da Terra correspondentes aos trechos que vão de F4 a F5, os quais, no building block astronomico são pulsares e cometas.

Um detalhe interessante da Matrix/DNA é que uma função sistêmica universal parece-se com um artista ou trabalhador que seu estilo especifico, unico, de fazer seu trabalho, seja em qualquer ambiente e quais materiais estiverem disponíveis. Cada função sempre modela o seu “corpo”, a sua ferramenta material, da mesma forma, variando apenas em detalhes que não são possíveis manter o modelo original devido muitas diferenças no novo ambiente. Sendo assim, os virus teriam que ter uma forma semelhante ao do pulsar, pois a mesma função, a mesma artista modelou os dois. E quando bato o olho agora numa figura do virus da Aids imediatamente me lembro da forma do pulsar feita na minha figura. Aquelas extensões que mais parecem crateras no corpo do virus imitam exatamente os vulcões dos pulsares. É mais um indicio ( claro, nada mais que mais um indicio apenas) de que a fórmula da Matrix/DNA pode de fato existir e que está – do jeito que a calculei – bem próxima da fórmula real. Por isso vamos manter este registro para engrossar esta longa busca de mais dados sobre virus e pulsares…

Me surge agora a idéia de que uma coisa urgente a fazer aqui é tentar desvendar porque o virus desativa o sistema imunológico de defesa. Este sistema é imitação do circuito inteiro da fórmula, o qual produz a identidade do sistema, o qual deve controlar e manter o sistema existente, como no caso da Matrix fechada, nada de fora pode entrar, o que significaria a morte do sistema. Parece até o caso quando um casal se morre por amores e atração mutua que se fecham num quarto e deixam o mundo acabar lá fora. De dentro do quarto só vai saindo filhos. A casa, o sistema familiar se desorganiza todo. Parece que isto acontece quando a parte masculina representada pelo virus se encontra com a parte feminina que é o nucleo celular. A função masculina reprodutiva é na célula, feita pela mitocôndria, mas de alguma maneira o virus tira a mitocôndria para escanteio. Mas isso será mais uma pesquisa para quando tiver tempo…

 

Pulsar: Modêlo Acadêmico Contra Teoria da Relatividade de Einstein e Contra a Matrix/DNA

domingo, maio 20th, 2012

Novo pulsar com 2,04 vezes a massa do Sol poderá acabar com a teoria da relatividade de Einstein

Jornal Ciência

http://jornalciencia.com/universo/espaco/1691-novo-pulsar-com-204-vezes-a-massa-do-sol-podera-acabar-com-a-teoria-da-relatividade-de-einstein

DOM, 20 DE MAIO DE 2012 19:19
OSMAIRO VALVERDE DA REDAÇÃO DE BRASÍLIA
ACESSOS: 357
Pulsar - Emite Feixe ou Cometa? Desenho téorico artistico

Pulsar - Emite Feixe ou Cometa? Desenho téorico artistico

Bem,… pode ser que um dos dois estejam errados: ou a teoria de Einstein ou o modêlo teórico que a moderna astronomia fêz do pulsar. O que mais chama atenção aqui é o seguinte:

1) Artigo: A astronomia tem um novo campeão peso-pesado: Um pulsar tão pequeno que poderia caber no meio de Manhattan, em Nova York, pesando 2,4 vezes amassa do Sol.

Matrix/DNA: Em nosso modêlo, o astro a que demos o nome de pulsar teria um tamanho mediano entre a média de tamanhos dos planetas do sistema e o tamanho de sua estrêla. Mas  a astronomia diz que o astro que chama de pulsar pode ser tão pequeno como Mahattan. Se estiver-mos falando do mesmo tipo de astro, a diferença não invalida nenhum dos dois modêlos, pois na Matrix/DNA no pulsar o que é denso e poderia aparecer numa fotografia seria seu nucleo, já que suas auréolas seriam gasosas. E o nucleo pode ser realmente muito pequeno.

2)Artigo: Os pulsares são corpos estelares que giram rapidamente varrendo o céu com um feixe, exatamente como um farol, enviando ondas de rádio cada vez que gira.

Matrix/DNA: Bem, na Matrix/DNA o astro denominado pulsar tem como função principal emitir energia (masculina, ou seja Y) que vai dentro de cometas expelidos por erupções vulcanicas. Preciso procurar as informações que a astronomia tem de fato sôbre esta emissão e o porque de sua teoria. Mas ondas de rádio num pulsar? Vejamos o que é onda de rádio:

Light - The Electro-Magnetic Spectrum by Matrix/DNA Pela teoria da Matrix/DNA pulsares deveriam emitir radiação nas faixas iniciais do espectro, enquanto a teoria astronomica diz que está na faixa final. Pesquisar isto.

Astronomia: Foto de Cadaver Estelar na Função 7?

terça-feira, abril 6th, 2010

Ver noticia e foto em:

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1561436-5603,00-IMAGEM+INEDITA+DESVENDA+MISTERIO+DE+ECLIPSE+ESTELAR.html

 A nova foto parece-me, nesta rápida olhada, uma afirmação do modêlo astronomico teórico da Teoria da Matriz/DNA, justo do trecho entre F7 e F1. A dita “estrela menor acompanhante” parece ser um pulsar, a poeira seria resultante da degradação da estrela gigante, e os meus modelos sugerem que na ponta do lado esquerdo co canal de poeira, que não aparece na foto, deve estar se formando, ou já está formado, um buraco negro.

Texto inicial:

08/04/10 – 07h16 – Atualizado em 08/04/10 – 08h31

    Imagem inédita desvenda mistério de eclipse estelar

    Através de telescópios, cientistas descobrem que estrela supergigante Epsilon Aurigae é coberta a cada 27 anos por disco de poeira.

    Da BBC

    Pela primeira vez, uma equipe de astrônomos conseguiu imagens em alta resolução do eclipse da estrela Epsilon Aurigae, um fenômeno que acontece a cada 27 anos e era até agora considerado um mistério pelos especialistas.

    As imagens, publicadas no site da revista científica “Nature”, mostram que o eclipse é provocado por um disco de um material semelhante ao encontrado quando a Terra e os outros…

    Astronomia: T Pyxidis > Um Pulsar tornando-se uma Supernova?

    sexta-feira, janeiro 8th, 2010

    Como unico trabalhador e mensageiro da Matriz eu não posso gastar tempo com astronomia pois a Humanidade, principalmente com a crise atual precisa de resultados praticos, grandes idéias cientificas e tecnológicas, para as quais a Matriz tem grande potencial. Mas o bombardeio que vem a todo momento do grande exército dos observadores do céu me faz ocupar-me da parte teórica sem adiamento. Agora descobriram que um astro que tem sido curioso por seu comportamento unico e que pode explodir numa supernova dentro de 10 milhões de anos está muito mais próximo da Terra do que se pensava, e com isto veio a possibilidade de que se a explosão ocorrer, ameaçar a vida na Terra. Veja a noticia em portugues no site:

    http://ultimosegundo.ig.com.br

    Explosão no espaço pode ameaçar vida na Terra (07/0108:47 – BBC Brasil)

    – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –  Ou em Inglês no site:

    http://www.space.com/scienceastronomy/100104-aas-close-supernova.html= = = = = = = = = = = =

    Explosive Nearby Star Could Threaten Earth
    By Andrea Thompson
    Senior Writer
    posted: 04 January 2010
    – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –
          . O que me interessa nesta noticia é principalmente isto:  “A estrela já apresentou explosões menores no passado, em intervalos constantes de aproximadamente 20 anos, em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967. Mas a estrela não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não sabem a explicação.”Ora, ainda não sei como a teoria official acadêmica encaixa este fato em seus modelos, mas quanto à Teoria da Matriz  o novo dado não apenas se encaixa muito bem – significando que foi mais uma previsão acertada dos modelos – como também nos obriga a rever detalhes e a ampliar a abordagem destes detalhes. Tudo indica – pelos nossos modelos – que trata-se de um pulsar indo para um estado de estrela supernova. No software-matriz este astro estará situado entre as Funções 4,5 e 6. Mas se os modelos sugerem que pulsars são Astros locupletos de gigantes vulcões em erupção por todos os lados – e cada erupção deve parecer-se com uma explosão menor – então deve-se esperar explosões simultaneas ou espalhadas no tempo sem qualquer ordem cronológica de intervalos. Mas então percebemos agora que no modelo tratamos de pulsars ainda com certa jovialidade e vibrantes ou então quando já estão próximos aos momentos de transformação, quando cessam as erupções por falta de materia-prima para a reação nuclear e o que resta da casca da superficie colapsa-se tôda para o centro, quando então a nova estr6ela desabrocha como o fazem as flôres.

    Se as pequenas explosões ocorrem por espaços intercalados – ao menos na fase final do pulsar, significa que – apesar de ser quase óbvio e não pensamos nisto antes porque nunca  nos detivemos no estudo desta parte dos mapas – o processo todo no sistema fechado astronomico é mais complexo e mecanicista do que tínhamos imaginado.

    Porém, enquanto os cientistas que seguem a teoria acadêmica não sabem a explicação do porque as explosões saíram fora da cronologia normal dos intervalos, nossos modelos nos fazem sentir-mo-nos confortáveis para explica-lo: 

    1) Ou pode ser a extinção de um dos ultimos vulcões, o que não impede que de repente surjam outros e retornem as explosões;

    2) Ou pode ser que realmente trata-ve do ultimo vulcão e nesse caso, as reações nucleares estão muito menos vigorosas processando o pouco restante material que existe nisturado na massa nuclear, tão pouco que não exerce pressão suficiente para ativar um vulcão. Isto significaria que realmente, agora é só esperar que a ultima fina casca do astro se colapse tôda e… nasça mais uma florescente estrêla. Mas isto, em tempos astrônomicos, pode demorar milhões de anos. 

    Por isso deve ficar agora registrada esta noticia com mais esta valiosa informação para estudar-mos-lha melhor.